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TXXIV Larissa Cardeal 4. RX - escuro > ar | claro > líquido/partes moles - se houver líquido > líq não transmite bem o som > não haverá MV, não haverá FTV >> pode-se deitar o indivíduo de lado esquerdo e realizar um novo Rx > há formação de uma linha na lateral - a área cardíaca > o ICT deve ocupar aproximadamente metade do diâmetro do tórax - largura do mediastino > 5cm – pode indicar patologias - o VD não é visualizado em exames de imagens - pulmão D > LOBOS SUPERIOR, MÉDIO E INFERIOR > FISSURAS HORIZONTAL E OBLÍQUIA - pulmão E > LOBOS SUPERIOR E INFERIOR > FISSURA OBLÍQUA - nem sempre há como visualizar todas as costelas > deve-se alterar a penetração do raio x > alta penetração – osso fica mais branco - 11º e 12º costelas são flutuantes - pulmão não está bom nessa imagem > deve estar centralizado; clavículas devem ser identificadas - rx de ótima qualidade - seios cardiofrênicos D e E > coração tem contato com as bordas diafragmáticas - pode estar com líquido: pneumonia, derrame pleural, empiema, hemorragia - pode estar com ar: pneumotórax TXXIV Larissa Cardeal - Chagas, ICC > coração pode estar cardiomegálico - avaliação do Rx: clavículas encontram-se no mesmo nível em ambos os lados; arcos costais normais; parênquima pulmonar; mediastino com diâmetro normal; traquéia e hilos pulmonares; seios costofrênicos normais; arco aórtico = botão aórtico; sombreado da veia cava (vermelho) > nem sempre é visível - i. pele > partes moles > fica esbranquiçado || se aparecerem manchas/bolhas em pele, de aspecto correspondente a bolhas de ar no tecido mole > enfisema subcutâneo (crepita) - ii. projétil por arma de fogo – intoxicação plúmbica (por chumbo) | linha em pulmão E – não há parênquima, presença de pneumotórax hipertensivo (joga estruturas para o outro lado) – com desvio de traqueia, estase jugular, MV ausente em boa parte do parênquima pulmonar - i. ICT aumentado > coração em forma de “bota” > paciente provavelmente com ICC ou com doença de Chagas progressiva Sempre associar à clínica - ii. pulmão E > MV abolido; hipertimpanismo à percussão, mediastino deslocado, estase jugular >> pneumotórax hipertensivo; trauma torácido (contusão torácica) em pulmão D; obs: há vários arcos costais D fraturados - obs: diagnóstico de pneumotórax hipertensivo é clínico > só é solicitado exame de imagem em casos que houver MUITO fácil acesso | fraturas de costelas geram pneumotórax até 24h - i. parênquima esbranquiçado, mais condensado > condensação de parênquima > HD: pneumonia | imagem em “asa de borboleta” – pneumonias atípicas – pacientes com imunodeficiência, geralmente, são pneumonias fúngicas - ii. condensação do lobo superior do pulmão D > a princípio: pneumonia; paciente emagrecido, tossindo há +20 dias com essa condensação: DD com tuberculose – nódulos primários da TB tendem a ficar no lobo superior - i. ICT aumentado, alargamento do mediastino (pode ser por aumento da traqueia, da aorta), botão aórtico realçado - ii. em perfil: visualização de área cardíca; área pulmonar inferior ocupada e superior, livre – porção inferior está mais esbranquiçada, indicando ocupação de área que deveria estar livre > pode ser uma neoplasia que está crescendo e englobando uma porção do pulmão do paciente TXXIV Larissa Cardeal - i. derrame pleural unilateral (seio costofrênico obliterado); abscesso > pode ser uma neoplasia em pulmão D > diafragma de pulmão E está rebaixado, EIC aumentados > pulmão E está se esforçando muito | provavelmente não se trata de uma pneumonia, visto que o pulmão E não foi acometido - ii. deslocamento de mediastino; pulmão sofrendo compressão; pulmão E repleto de ar, aumentado > pneumotórax hipertensivo || deve ser puncionado para esvaziar e melhorar a clínica e depois, drenar - i. alargamento de mediastino; | pct pode ter sofrido um trauma e chegar assim: com pulso D presente; pulso E ausente e em pernas ausentes >> provavelmente o quadro trata-se de trauma de mediastino com ruptura de aorta > EMERGÊNCIA - ii. área cardíaca aumentada, com velamento pulmonar de lobo inferior E > pneumonia em lobo E | paciente não tem derrame, seio costofrênico ainda aparece - i. diafragma elevado > ar entre cúpula diafragmática e fígado e estômago ou intestino > ar fora das alças intestinais > pneumoperitônio > pode ser por perfuração de úlcera gástrica ou de estômago | mais comuns à E, nesse caso, bilateral > indicação de laparotomia exploratória de urgência - ii. pneumoperitônio bilateral - iii. Rx de abdome evidencia nível hidroaéreo > algo está obstruindo a passagem - pneumoperitônio - seio costofrênico preenchido TXXIV Larissa Cardeal > se paciente for colocado em DLE e essa imagem obliterando o seio costofrênico fizer um nível >> trata-se de líquido; se não formar o nível, pode ser uma atelectasia/uma condensação - ICT normal, seios costofrênicos livres > RX normal - condensação e seio costofrênico obliterado > se paciente for colocado em DLE e essa imagem obliterando o seio costofrênico fizer um nível >> trata-se de líquido/derrame pleural; se não formar o nível, pode ser uma atelectasia/uma condensação > pode indicar broncoaspiração também - i. pulmão rechaçado, empurrando o mediastino > estase jugular, hipertimpanismo, MV ausente, desvio de traqueia contralateral > pneumotórax hipertensivo > punção imediata de alívio em 5ºEIC, na borda superior da costela inferior, entre linhas axilares anterior e média - ii. linha: área sem parênquima pulmonar > pneumotórax (não hipertensivo) > pode-se fazer drenagem torácica - L1 já não possui costelas - linha do psoas é visível quando não há alterações no abdome TXXIV Larissa Cardeal - roxo: cólon ascendente | azul: cólon descendente - seta vermelha: limite do psoas - visualização das vértebras, articulação sacroilíaca, conformação interna da bacia, acetábulo, cabeça do fêmur, ramo isquio-púbico, sínfise púbica (não pode estar afastada por mais de 1cm) - parênquimas renais (3), ureteres (7 e 8), bexiga (9) > cálculos podem ser vistos em Rx - obs: em pacientes politraumatizados, os Rx são realizados com o indivíduo deitado >> líquido livre na cavidade estaciona na bacia || pacientes que possuem películas de sangue > quando deitados, ela tende a se esparramar – como líquidos possuem densidade mais parecida com a de partes moles (fica mais branco) >> ficaria uma filme cobrindo todo o abdome do paciente > hemotórax fica espalhado também sobre as bases pulmonares - i. e ii. alça intestinal ascendente dilatada, fazendo uma curvatura (em amarelo); visualização de nível (seta vermelha) > megacólon chagásico > cólon distendido, dobrado com dilatação de alças intestinas devido à dificuldade de eliminação de fezes | se fosse imagem no local da seta vermelha estivesse toda esbranquiçada: poderia indicar fecaloma, obstrução - iii. e iv. imagem deitada e em pé de uma criança > espaços edemaciados entre as alças das paredes intestinais > geralmente não aparecem no Rx > há bastante ar no paciente em pé | na imagem do paciente deitada há a visualização de níveis hidroaéreos > nas regiões mais inferiores não há presença de ar >> trata-se de um sinal de obstrução intestinal – constipação >> pode ser por um bolo de Ascaris - i. dilatação da bolha gástrica e sinal de nível hidroaéreo > sinal de obstrução - ii. sinal de delgado > mais fino do que cólon – haustrações do cólon são mais grossas; no delgado são mais finas > sinal de empilhamento de moedas > obstrução a nível de intestino delgado (a partir do Ceco para trás) | imagens do lado D do paciente: sinal do miolo de pão > fezes - para visualizar fraturas de fêmur, deve-se comparar os 2 ladosTXXIV Larissa Cardeal TXXIV Larissa Cardeal - i. fraturas de bacia > porção do ramo da bacia que desce para formar o ramo isquiopúbico está completamente destruída na altura do acetábulo - ii. Fratura de bacia com rotação > luxação de parte da bacia || podem acumular cerca de 2 a 2,5L de sangue > paciente entra em choque hipovolêmico - i. projétil de arma de fogo com visualização de fragmentos >> visualizar local de entrada em frontal - ii. fratura craniana com múltiplos fragmentos - acidentes por armas brancas