Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

1 
 
Tórax 
É a parte do tronco entre o pescoço e o 
abdome. Utilizam o termo região peitoral 
como sinônimo, porém, a região peitoral é 
muito mais extensa que a parede torácica e 
a cavidade nela contida. 
A região peitoral é a parte superior do 
tronco. 
Cavidade torácica: Associa-se ao formato de 
um cone truncado. Formada pelas costelas e 
cartilagens costais, esterno e vértebras 
torácicas. 
- Contém os principais órgãos do sistema 
respiratório e circulatório. 
- Divide-se em 3 espaços principais 
Compartimento central, mediastino (aloja as 
vísceras torácicas, com exceção dos pulmões). 
De cada lado, cavidades pulmonares direita e 
esquerda. 
Parede Torácica 
Composição: Possui a caixa torácica 
osteocartilagínea, músculos que se estendem 
entre as costelas, pele, tela subcutânea, os 
músculos e a fáscia que revestem sua face 
anterolateral. 
O formato proporciona rigidez. 
Funções: 
- Proteger os órgãos internos torácicos e 
abdominais contra forças externas. 
 
 
 
 
 
- Resistir às pressões interna negativas 
geradas pela retração elástica dos pulmões e 
pelos movimentos inspiratórios. 
- Proporcionar a inserção para os membros 
superiores e sustentar seu peso. 
- Proporcionar inserção (origem) de muitos 
músculos que movimentam e mantêm a 
posição dos membros superiores em relação 
ao tronco, além de proporcionar inserção 
para os músculos do abdome, pescoço, dorso 
e da respiração. 
 
 
 
2 
 
A caixa torácica osteocartilagínea inclui o 
esterno, 12 pares de costelas e cartilagens 
costais e 12 vértebras torácicas e discos 
intervertebrais. 
A linha tracejada vermelha mostra a posição 
do diafragma, que separa as cavidades 
torácica e abdominal. 
O esqueleto torácico forma a caixa torácica 
osteocartilagínea, que protege as vísceras e 
alguns órgãos. Consiste em 12 pares de 
costelas e cartilagens costais associadas, 12 
vértebras torácicas e discos intervertebrais 
interpostos entre elas, e o esterno. 
Costelas 
- Leves, com alta resiliência 
- Cada costela possui um interior esponjoso 
que contém medula óssea (tecido 
hematopoiético), que forma as células do 
sangue. 
Ex: Os arcos costais não são a primeira 
opção em alguma necessidade, pois devido a 
leveza e por ser plano, pode causar 
facilmente uma lesão no pulmão 
(pneumotórax) 
Podem ser divididas em 
• Costelas verdadeiras 
(Vertebroesternais): Costelas de 1 a 
7, possuem colágeno inserem-se 
diretamente no esterno por meio de 
suas próprias cartilagens costais. 
• Costelas falsas (vertebrocostais): 
Costelas 8,9 e geralmente 10) e suas 
cartilagens se unem à cartilagem das 
costelas acima delas, ou seja, a 
conexão com o esterno ocorre de 
forma indireta. Ex: A cartilagem da 
C10 se fixa na C9, C9 na C8 e assim 
por diante. 
• Costelas Flutuantes (vertebrais, livres): 
Costelas 11, 12 e as vezes a 10), as 
cartilagens rudimentares dessas 
costelas não tem conexão, nem 
mesmo indiretamente com o esterno, 
terminam na muscula abdominal 
posterior. 
Obs: São essas as costelas retiradas 
em procedimentos estéticos para 
afinar cintura. 
As costelas possuem formatos e 
características diferentes. Podendo ser 
costelas típicas ou atípicas. 
- Costelas típicas (3 a 9) de um arco costal 
verdadeiro necessita que elas tenham uma 
cabeça, e dentro dessa cabeça, deverá ter 
duas faces articulares, e entre essas duas 
faces, uma crista irá separá-las. 
Essas duas faces se articulam com as 
vértebras torácicas, uma face se articula com 
a vértebra superior e a outra com a vértebra 
inferior. Essa comunicação se chama 
articulação da cabeça da costela. 
Depois da cabeça da costela, temos o “colo” 
da costela, e após ele, uma tuberosidade, 
chamado tubérculo da costela, que se articula 
com a vértebra torácica. Porém, ao invés de 
se articular com o corpo, se articula com o 
processo transverso, com a fóvea costal. 
Temos que a fóvea é côncava, e o tubérculo 
é convexo, assim, há um encaixe perfeito. 
No corpo de uma costela típica, temos uma 
borda inferior, uma depressão, um sulco da 
 
3 
 
costela. Neste sulco, estará abrigado o NAV 
(nervo, artéria e veia) intercostais. 
 
As costelas típicas (3 a 9) possuem os 
seguintes componentes: 
- Cabeça da costela: Com 2 faces 
articulares, separadas pela crista da cabeça 
da costela, em uma das faces se articula com 
a vértebra de mesmo número, e com a outra 
face, para a vértebra superior a ela. 
- Colo da costela: Une a cabeça da costela 
ao corpo, no nível do tubérculo. 
- Tubérculo da costela: Situado na junção do 
colo e do corpo; uma das faces articular lisa 
articula-se com o processo transverso da 
vértebra correspondente, e uma face não 
articular rugosa é o local de inserção do 
ligamento costotransversário. 
 
- Corpo da costela (diáfise, porção mediana): 
Fino, plano e curvo, temos o ângulo da 
costela, onde a costela faz uma curva 
anterolateral. Além disso, esse ângulo marca 
o limite lateral de inserção dos músculos 
profundos do dorso às costelas. A face 
interna côncava do corpo possui um sulco da 
costela, que fica paralelo à margem inferior 
da costela, oferecendo proteção para o 
nervo e vasos intercostais, 
As Costelas Atípicas (1,2,11 e 12) são 
diferentes 
- Costela 1 é mais larga, e mais curva das 7 
costelas verdadeiras. Possui uma única face 
articular, e articula-se somente com a 
vértebra T1. As duas estruturas subclávias 
irão proporcionais dois sulcos transversais na 
primeira costela, onde irá repousar a veia e 
artéria subclávia, que passam acima da 
costela 1. Esses sulcos são separados pelo 
tubérculo do músculo escaleno anterior, onde 
está inserido o M..escaleno anterior. 
- Costela 2: A cabeça possui 2 faces 
articulares, articula-se com a T1 e 
T2(vértebras torácicas T1 e sua própria 
vértebra torácica T2); possui uma área 
rugosa na parte superior, a tuberosidade do 
musculo serrátil anterior, na qual tem origem 
parte desse músculo. 
- Costelas 10 a 12: Assim como a costela 1, 
possui apenas uma face articular em suas 
cabeças e se articulam apenas com uma 
vértebra. Assim, a costela 10 se articula com 
a vértebra 10, a costela 11 com a vértebra 
11. e costela 12 com a vértebra 12 (C1-
T1/C10-T10/C11-T11/C12-T12) 
Com exceção dessas acima, as costelas se 
articulam com a vértebra de cima, e a sua 
própria vértebra. Ex: C2: Se articula com T1 e 
T2. 
 
4 
 
- Costelas 11 a 12 são curtas e não possuem 
colo nem tubérculo, são “lisas”. 
As cartilagens costais prolongam as costelas 
anteriormente e ajudam para a elasticidade 
da caixa torácica. 
1/2/3/4/5/6/7 costelas são chamadas 
vertebroesternais (costelas verdadeiras), se 
fixam diretamente a região do esterno. 
8/9/10 costelas, suas cartilagens não se 
fixam diretamente ao esterno, se fixam a 
cartilagem da costela anterior, até se fixarem 
no esterno. Assim, há uma união de várias 
cartilagens, formando uma única fixação que 
irá fixar no esterno. São as chamadas 
costelas vertebrocondrais (costelas falsas) 
 
Ou seja: 
Cartilagens de 1 a 7 possuem inserção direta 
e independente ao esterno. 
As costelas 8, 9 e 10 se articulam com as 
cartilagens cortais superiores a elas, 
formando uma margem costal cartilaginosa. 
Cartilagens costais das costelas 11 e 12 
protegem as extremidades anteriores dessas 
costelas e não alcançam nem se inserem em 
outro osso ou cartilagem. 
As cartilagens costais das costelas I a 10 
fixam a extremidade anterior da costela ao 
esterno. 
Espaços Intercostais: Separam as costelas e 
suas cartilagens costais umas das outras. 
Nomeando-as temos por ex: 4 espaço 
intercostal, situa-se entre as costelas 4 e 5. 
Esses espaços são ocupados por músculos. 
Temos 11 espaços intercostais e 11 nervos 
intercostais. 
Abaixo da costela 12, como não há outra 
costela, esse espaço se chama espaço 
subcostal. 
Vértebras torácicas 
- A maioria são típicas, pois são 
independentes. 
Os aspectos característicos são: 
- Fóveas costais bilaterais nos corpos 
vertebrais, geralmente em pares, uma inferior 
e outrasuperior, para articulação com as 
cabeças das costelas. 
- Fóveas costais dos processos transversos 
para articulação com os tubérculos das 
costelas, exceto nas duas ou três vértebras 
torácicas inferiores. 
- Processos espinhosos longos, com inclinação 
inferior. 
 
Esterno 
- Osso plano, alongado 
 
5 
 
- Forma a região intermediária da parte 
anterior da caixa torácica. 
- Sobrepõe às vísceras do mediastino e as 
protege, em especial grande parte do 
coração. 
- Divide-se em 3 partes: Manúbrio, corpo e 
processo xifoide. 
- Em jovens essas 3 partes estão unidas por 
articulações cartilagíneas (sincondroses), que 
se ossificam entre a meia idade e a velhice. 
 
Manúbrio: Parte mais larga e espessa do 
esterno. Centro côncavo, fácil de apalpar, da 
margem superior do manúbrio é a incisura 
jugular (incisura supraesternal). Essa incisura, é 
aprofundada pelas extremidades esternais 
(mediais) das clavículas, que são muito maiores 
que as incisuras claviculares, formando as 
articulações esternoclaviculares. 
Inferolateralmente à incisura clavicular, a 
cartilagem costal da costela 1 está inserida 
na margem lateral do manúbrio (sincondrose 
da primeira costela). 
O manúbrio e o corpo do esterno, em planos 
um pouco diferentes nas partes superior e 
inferior à junção, a sínfise manubriesternal, 
essa junção forma um ângulo chamado 
Ângulo do esterno (conhecido clinicamente 
como ângulo de Louis). 
 
 
Corpo do Esterno (T5 – T9) 
- Mais longo, mais estreito e mais fino que o 
manúbrio. 
- Localiza-se no nível das vértebras T5 a T9 
- Largura varia em função dos entalhes em 
suas margens laterais pelas incisuras costais. 
- Face anterior do corpo do esterno é 
marcada em adultos por 3 cristas 
transversais variáveis. 
Processo Xifoide 
- Menor e mais variável parte do esterno, 
fino e alongado. 
- Final dos ossos do esterno 
- Extremidade inferior situada no nível da 
vértebra T10. 
 
6 
 
- Cartilagíneo em jovens, mais ou menos 
ossificado em adulto, e em idosos, o processo 
xifoide pode se fundir com o corpo do 
esterno. 
- Importante ponto de referência no plano 
mediano pois: 
1) Sua junção com o corpo do esterno na 
articulação xifosternal indica o limite da parte 
central da cavidade torácica. Além disso, essa 
articulação é o local do ângulo infraesternal 
(ângulo subcostal) da abertura inferior do 
tórax. 
- É um marcador na linha mediana no limite 
superior do fígado, do centro tendíneo do 
diafragma e da margem inferior do coração. 
Punção: Não é indicado essa região, é mais 
utilizada a região pélvica. 
 
Parada Cardíaca: É frequente a ocorrência 
de fraturas de costelas nas cartilagens 
costais ossificadas, mesmo em massagens 
realizadas adequadamente. Essas fraturas 
são comuns e não apresentam maiores riscos 
para o paciente. 
 
Deformidades: 
- Pectus excavatum 
 
Pectus carinatum 
 
Aberturas do Tórax 
Abertura superior é muito menor, permite a 
comunicação com o pescoço e membros 
superiores. 
Abertura inferior, maior, forma a origem, do 
diafragma, que fecha toda a abertura. As 
excursões do diafragma controlam o volume e 
pressão interna da cavidade torácica, que é 
a base da respiração corrente. 
Abertura Superior 
Limites: 
- Posterior: Vértebra T1 
- Lateral: Primeiro par de costelas e suas 
cartilagens costais. 
- Anterior: Margem superior do manúbrio do 
esterno. 
As estruturas que passam entre a cavidade 
torácica e o pescoço através dessa abertura 
superior do tórax são: Traqueia, esôfago, 
nervos e vasos que suprem e drenam a 
cabeça, pescoço e membros superiores. 
 
7 
 
 
 
Abertura inferior 
Limites: 
- Posterior: Vértebra torácica T12 
- Posterolateral: 11 e 12 pares de costelas 
- Anterolaterais: Cartilagens costais unidas 
das costelas C7 a C10, formando as margens 
costais. 
- Anterior: Articulação xifosternal. 
Estruturas que passam do tórax para o 
abdome e vice-versa atravessam aberturas 
no diafragma, como por ex: esôfago e veia 
cava inferior, ou passam posteriormente a 
ele, como por ex: a. aorta. 
Articulações 
Qualquer distúrbio que diminua a mobilidade 
dessas articulações, afeta a respiração. 
As articulações intervertebrais entre os 
corpos das vértebras adjacentes são unidas 
por ligamentos longitudinais e discos 
intervertebrais 
Articulações Costovertebrais 
A costela típica forma 2 articulações 
posteriores com a coluna vertebral, as 
articulações das cabeças das costelas e as 
articulações costotransversárias. 
- Articulações das cabeças das costelas: 
Cabeça da costela se articula com a fóvea 
costal superior da vértebra correspondente 
(de mesmo número), a fóvea costal inferior da 
vértebra superior a ela, e o disco entre as 
duas vértebras. Ex: Cabeça da costela 6 se 
articula com a fóvea costal superior do corpo 
da vértebra T6, a fóvea costal inferior da 
vértebra T5 e o disco entre essas vértebras. 
A crista da cabeça da costela se inferno no 
disco intervertebral por um ligamento intra-
articular da cabeça da costela na articulação. 
Articulações Costotransversárias: 
- Ligamentos laterais às partes posteriores 
(arcos vertebrais) das vértebras. 
Ligamento Costotransversário vai do colo da 
costela até o processo transverso. 
Ligamento Costotransversário Lateral segue 
do tubérculo da costela até a extremidade do 
processo transverso. 
Ligamento Costotransversário Superior une a 
crista do colo da costela ao processo 
transverso superior a ela. 
O ligamento costotransversario superior 
divide-se em: parte costotransversária 
anterior forte e parte costotransversária 
anterior fraca. 
As partes fortes se encaixam perfeitamente, 
parte convexa, que são as faces articulares 
nos tubérculos das 6 costelas superiores, com 
as concavidades dos processos transversos. 
A rotação faz com que haja movimento de 
elevação e depressão das extremidades 
 
8 
 
esternais das costelas e do esterno no plano 
sagital (Movimento em Alavanca de Bomba), 
esse movimento, que é responsável pela 
inspiração faz com que o esterno e os arcos 
costais vão para frente e para cima 
(anteriormente e superiormente) 
E as faces articulares planas dos tubérculos e 
processos transversos das costelas 7 a 10 
permitem deslizamento, que permite a 
elevação e depressão nas partes laterais 
dessas costelas no plano transverso 
(Movimento em Alça de Balde). 
Esse movimento, ocorre ao mesmo tempo do 
movimento anterosuperior, que é o 
responsável pela inspiração. Nesse caso, os 
arcos costais estão se projetando 
lateralmente (se elevando). 
Expiração é quando ocorre o retorno dessas 
estruturas. 
Movimentos da parede torácica 
Durante a expiração passiva, o diafragma, 
músculos intercostais e outros músculos 
relaxam, reduzindo o volume intratorácico e 
aumentando a pressão intratorácica. Ao 
mesmo tempo, há diminuição da pressão 
intra-abdominal e descompressão das 
vísceras abdominais. 
- Articulações da parede torácica: 
 
 
Enquanto há o movimento da caixa torácica, 
o diafragma também contribui para a 
inspiração e expiração. 
- Inspiração: Precisamos de espaço nos 
pulmões, assim, o diafragma desce. 
- Expiração: Estamos expelindo ar do pulmão, 
o diafragma sobe. 
Exemplos: Anatomia Clínica 
Dor torácica: Embora a dor torácica também 
possa ser causada por doença pulmonar, é 
um dos sintomas mais importantes de doença 
cardíaca. Porém, a dor torácica também pode 
ser encontrada em distúrbios intestinais, da 
vesícula biliar e musculoesqueléticos. Ao 
 
9 
 
avaliarmos um paciente com dor torácica, o 
exame é voltado para discriminar condições 
graves e menos graves, ex: Pessoas que 
sofreram infarto agudo do miocárdio 
costumam descrever dor subesternal “em 
aperto” (profundamente ao esterno) que não 
desaparece com repouso. 
Fratura das costelas: A fratura da costela 1 
é rara devido a sua posição protegida. Ou 
seja, quando há fratura da costela 1, é um 
marcador de lesão grave em traumatismos 
não penetrantes. Caso haja fratura, pode 
haver lesão das estruturasque cruzam a 
superfície superior, como o plexo braquial de 
nervos e os vasos subclávios. As costelas 
intermediárias são as fraturadas com maior 
frequência, e essas fraturas podem ser 
resultado de golpes ou lesões por 
esmagamento. A porção mais fraca da 
costela é a região imediatamente anterior ao 
seu ângulo. 
Tórax Instável: Fraturas múltiplas das costelas 
podem permitir o movimento independe de 
um segmento da parede torácica anterior ou 
lateral. É uma lesão muito dolorosa, 
compromete a ventilação, assim, afetando a 
oxigenação do sangue. Durante o tratamento 
o segmento independente precisa ser fixado 
internamente por placas ou fios. 
Músculos da parede torácica 
Entre os arcos costais, temos 3 músculos 
importantes 
- Músculos intercostais internos 
- Músculos intercostais externos 
- Músculos intercostais íntimos 
 
 
M. intercostal interno (11 pares): Será 
responsável pela expiração, pois fecha os 
arcos costais. Esse músculo irá se originar na 
borda superior do arco costal, e se inserir na 
borda inferior do arco costal superior. 
M. intercostal externo: Será responsável pela 
inspiração, pois abre os arcos costais. Esse 
músculo irá se originar na costela superior e 
se inserir na costela inferior. 
M. intercostal íntimo: É “íntimo” do M. 
intercostal interno, são muito semelhantes, 
porém, o que os separa é o NAV (nervo, 
artéria e veia) 
 
Temos: 
Ex: Músculos intercostais externos: partem 
dos tubérculos das costelas posteriormente, 
até a junção costocondral anterior, ai temos 
a membrana intercostal externa, que faz 
essa junção até o esterno. É da parte 
 
10 
 
posterior da coluna vertebral, em direção a 
parte anterior do esterno. 
Já os músculos intercostais internos é o 
contrário, vai da porção anterior do esterno 
até a parte posterior da coluna vertebral. 
Inicia-se no esterno, e vai até a parte 
posterior, o ângulo, assim, estende-se até a 
coluna vertebral através da membrana 
intercostal interna. 
Os músculos intercostais internos difere-se 
dos internos pelo NAV, e vão do esterno até 
a parte posterior do ângulo.

Mais conteúdos dessa disciplina