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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI 
CAMPUS ALTO PARAOPEBA 
 
 
 
 
ANA LARA VIEIRA DE ASSIS 
GUILHERME CRUZ
LIA COELHO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIOS TOPOGRÁFICOS
Aulas 1, 2 e 3
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ouro Branco - MG 
Introdução: 
O primeiro vídeo da aula um consiste na apresentação dos equipamentos utilizados nas aulas de campo da matéria de Topografia Básica. Esse vídeo foi gravado pelos monitores da matéria na UFF - Universidade Federal Fluminense. O segundo vídeo da aula um foi retirado do curso de Desenho Técnico e Topografia - IFTM, onde é apresentado para nós a Estação Total. 
O vídeo referente a aula dois diz respeito a determinação do azimute com o auxílio da bússola, para que o mapa/planta possa ser posicionado corretamente. O vídeo foi gravado e explicitado pelo professor do Instituto Federal Goiano David Vieira Lima.
Na aula três, é abordado sobre como fazer operações no Teodolito, no Nível Ótico e Estadimetria. Mostra desde como guardar o teodolito e o nível ótico a ponto de mantê-lo seguro, até como fixá-los em um tripé de forma nivelada para que comece a fazer as medidas. Para isso, mostra de forma detalhada a composição de cada um e os meios utilizados para achar o nivelamento. 
Desenvolvimento:
Na primeira aula, o primeiro equipamento apresentado foi o ponto topográfico, uma chapa de metal geralmente fixada no solo para demarcação do ponto de trabalho, também pode-se utilizar o piquete de madeira, ou de uma pintura no solo para servir de ponto topográfico se não houver nenhum ponto fixo no campo em análise. A estaca testemunha é fincada a 50cm dos pontos topográficos para facilitar a visualização destes. A baliza é utilizada para edição de ângulos horizontais, precisa ficar completamente na horizontal e em cima do ponto topográfico. A mira estadimétrica, usada para realizar as medidas estadimétrica, no momento da medição ela precisa estar totalmente na vertical, para isso é utilizado o nível de cantoneira. Outro equipamento topográfico utilizado é o tripé, utilizado para apoiar os equipamentos de medição. O teodolito é equipamento que apoiado sobre o tripé, mede ângulos verticais e horizontais. Outro equipamento que é usado sobre o tripé é o nível topográfico, usado para fazer o transporte de níveis e cotas. A trena é uma ferramenta simples e conhecida, utilizada para a medição de distâncias horizontais e a altura dos aparelhos em cima do tripé em relação ao solo.
	No segundo vídeo da aula um nos é apresentado uma Estação Total, ela possui um sistema diferente do teodolito para a medição de distâncias, utilizando um prisma refletor, este equipamento é capaz de medir distâncias horizontais, ângulos horizontais e verticais, diferenças de nível entre outras coisas.
		Na aula de número dois, diz-se que para começar, é preciso ter um referencial. Normalmente é usado o Norte Magnético como referencial, encontrado através da bússola. Pode-se utilizar uma bússola simples, um aplicativo de celular, e até uma bússola declinatória para maior precisão. Para o uso correto, é necessário fixar a bússola no equipamento, destravar sua agulha, e apontar a sua luneta exatamente para o norte magnético. Feito isso, é só travar o equipamento e fazer a refinação da localização. Posteriormente, o equipamento deve ser zerado. Com isso, a bússola já pode ser retirada do equipamento, travada e guardada. Para adquirir o azimute, o equipamento deve ser girado no sentido horário até o ponto de vante, onde a estaca será colocada. Esse ângulo do norte magnético até o vante será o azimute. O bastão deve ficar totalmente verticalizado, porém isso pode não acontecer devido ação do vento, e de como o bastão está apoiado no solo. Por isso, é melhor que vise os pontos mais ao pé da baliza, para evitar maiores erros no ângulo. Por fim, é só medir o ângulo do azimute. 
		Com a evolução do tempo, criou- se o tripé de alumínio para instalar os aparelhos no terreno. Também é utilizado a baliza para identificar os pontos de interesse do terreno e a mira graduada que é uma régua onde vai ter a leitura dos valores correspondentes. 
Os aparelhos mostrados foi o nível ótico e o Teodolito eletrônico. Todos os dois são guardados em um molde de isopor para a proteção deles, tem um sache para tirar umidade, uma capa de chuva e um fio de prumo. 
Para a instalação do tripé é necessário soltar as travas para direcionar o mesmo até a altura necessária e para o ajuste dele em terrenos irregulares. Depois é necessário fechar as travas novamente para deixar fixado, abrindo o tripé e deixando o mais plano possível. O tripé é bom deixá-lo na altura do queixo para um melhor manuseio.
Figura 1 - Tripé
Logo após ter colocado o tripé, coloca assim a base nivelante do Teodolito em contato com o pino do tripé por meio de parafuso de fixação, atentando-se aos parafusos calantes no meio da rosca para que assim o aparelho fique paralelo com o plano do terreno. Para esse nivelamento é utilizado os níveis de bolha, sendo o tubular mais preciso. Tem se a calagem, que é quando a bolha tubular fica paralela com 2 parafusos, ajustando pra dentro ou pra fora até conseguir colocar a bolha entre os dois traços e girando a 90°. Para conseguir deixar tudo nivelado, falta mexer o parafuso observando a luneta até que a bolha pare no meio dos dois traços maiores. 
Após fazer isso, é importante girar o aparelho pra ver se realmente está nivelado, ou seja, que o prumo esteja coincidindo com o ponto. Se não estiver, é necessário fazer o procedimento novamente. 
O outro procedimento para a nivelação altera em um único ponto, em que ao invés de girar 90°, vai posicionar o nível tubular nas 3 faces do triângulo paralelamente e para cada uma vai fazendo o mesmo procedimento como já falado. Quando estiver mostrando que está nivelado, quer dizer que o eixo principal é perpendicular ao terreno e que pode começar a fazer as medidas.
O Teodolito eletrônico é composto por bateria, pelo eixo principal pra captar o movimento de Rotação, o eixo da luneta que capita o movimento de cima pra baixo e o eixo ótico que é uma linha imaginária passando por dentro da luneta, sendo todos perpendiculares entre si. Também é composto pelo visor digital, pelos comandos físicos do aparelho, pelos botões travando ou não o movimento e pelo botão que é responsável pelo ajuste no alvo (ajuste fino), sempre se atentando de na hora de usar, destravar para não estragar.
Figura 2 – Teodolito Óptico Mecânico
Na luneta, é importante diferenciar o anel maior que dá o foco para visualização do solo ao anel menor que é o ajuste do fio para que o ponto do meio coincida com o centro de referência do solo. Ligando o aparelho na posição certa, é necessário rodar, obtendo assim o ângulo zenital e o ângulo horizontal em graus. Clicando no shift tem a opção de mostrar o ângulo em grado, de aumentar o brilho do visor, entre outros que não é tão necessário.
No teodolito, para encontrarmos as estações é necessário das visadas utilizando a poligonal como referência e para os retículos, é importante observar uma superfície clara para conseguir focar com nitidez aos objetos.
O teodolito é muito interessante pois ele tem opções que mostram o ângulo zenital quando o ângulo horizontal está igual a 0 e por conseguir mostrar a elevação em números e se é positivo ou negativo somente pela inclinação da luneta. Por meio dele também se encontra o azimute e a deflexão.
Figura 3 - Teodolito
O nível ótico mecânico é constituído pelos 3 parafusos calantes, um sistema de lente, a ocular para as pessoas conseguirem enxergar, botões de foco e de leitura das miras e botões responsáveis pelo ajuste fino horizontal (nesse caso n tem movimento vertical). É importante olhar a mira antes de olhar pelo ocular para encontrar um alvo mais correto. Além disso, o nível ótico tem o anel graduado, sendo mais fácil para estipular um ângulo.
Para o nível ótico é necessário instalar o tripé considerando tudo o que já foi falado e o procedimento é bem parecido:
Encaixa o pino do tripé no aparelho e o aperta mantendoo fixo.
O objetivo também é colocar a bolha dentro do círculo entre dois parafusos para nivelar e depois em mais um outro eixo para deixar totalmente nivelado. Caso não tenha ficado no meio, é necessário reajustar até estiver bom para realizar as medidas. 
É importante que tanto o teodolito, tanto o nível ótico seja guardado de forma correta para que não estrague.
Conclusão:
Referente aos vídeos da aula um, nos foi apresentado os diversos materiais utilizados nas aulas práticas da disciplina de Topografia Básica, e uma breve explicação sobre a funcionalidade de cada instrumento, deixando claro suas funções e atributos.
Com a aula dois, é possível concluir que para melhor obtenção dos dados corretos, lembrar de zerar o equipamento, apontar a bússola para o norte magnético, tentar deixar o bastão o mais vertical possível, e sempre girar o equipamento para o sentido horário para obter o azimute. Assim, serão obtidos dados com menores erros possíveis.
Conclui-se pela aula três que é necessário manter a segurança desses objetos para não estragar e que nos dois casos, é muito difícil encontrar o nivelamento da primeira vez. Portanto é necessário paciência para conseguir obter os valores corretos.
É concluído também que o teodolito é o que dá maior precisão para os valores encontrados e que ele tem mais opção, como medir ângulos tanto horizontais quanto verticais, até mudar de graus para grado, considerando que o nível ótico, é mais simples e tem maior precisão em posição horizontal.

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