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CIRROSE – CLINICA MÉDICA Álcool e hepatite são as causas mais comuns. OBS: Durante a anamnese, devemos coletar informações precisas acerca da ingesta de álcool do paciente. OBS: Hepatite A geralmente não leva a hepatite. Hepatite B tem vacina. Hepatite C não tem vacina, mas tem tratamento. OBS: Hemocromatose = doença em que se acumula ferro nos tecidos. OBS: Pacientes que utilizam esses medicamentos devem ter a função hepática avaliada frequentemente Metildopa – hipotensor não muito mais utilizado. Amiodarona - coração Metotrexato - reumatismo Isoniazida - tuberculose Fenitoína - convulsão. Doenças que cursam com resistência aumentada a insulina – diabéticos, síndrome do ovário policístico aumentam a possibilidade de desenvolver cirrose. Causas menos comuns, Deficiência de alfa 1 antitripsina é detectada pelo teste do pezinho no SUS. OBS: Colúria relacionado a bilirrubina direta. OBS: Comprometimentos na função de excreção de bilirrubina conjugada do hepatócito fazem com que haja o aumento das frações direta e indireta (em menor porção). Procedimento para evitar o sangramento de varizes esofágicas Esclerose ou ligadura de varizes de esôfago. Pacientes com doenças crônicas já tendem a produzir citocinas que geram anemia. Além disso, nos cirróticos, com a hipertensão portal, o congestionamento de sangue no baço (sequestro de hemácias - hiperesplenia) faz com que se aumente a hemocaterese, intensificando a anemia. A amônia é um dos metabólitos acumulados que mais estão relacionados a encefalopatia hepática. O paciente pode ter encefalopatia por agravamento de sua doença hepática, como pode também por descompensação dessa doença, por desidratação, infecções ou por obstipação. Pacientes Hepatopatas devem utilizar laxantes para evitar encefalopatia por obstipação. Hepatopatas devem ter uma alimentação sem proteínas de origem animal, para evitar hiperamonemia/uremia. OBS: As bactérias gastrointestinais podem converter ferro de sangramentos em amônia, podendo fazer encefalopatia. OBS: Sempre questionar sobre o hábito intestinal de pacientes idosos com quadro de confusão mental. OBS: telangiectasias são mais visíveis no tórax. Eritema palmar/plantar provavelmente em consequência de processo de vasodilatação de microcirculação. OBS: Nefropatia por IgA pode acontecer, ao passo que o fígado disfuncional pode reduzir o clearence de IgA, levando ao seu acúmulo no organismo. IgA em excesso pode se acumular nos néfrons, causando nefropatia de IgA. O MELD leva muito em consideração o fato de o paciente ter insuficiência renal concomitantemente. A fila de transplante utiliza principalmente a escala MELD de classificação do paciente cirrótico. Child A: 5 a 6; Child B: 7 a 9 e Child C > = 10 O MELD foi criado para organizar a priorização dos pacientes na fila de transplante hepático. O MELD foi criado para estimar a probabilidade de morte na fila em 3 meses. Então quanto mais grave, deve ter priorização. Vai até 40, mas pode ser maior do que isso. Em alguns estados, o MELD fica baixo, mas em SP, está realmente próximo de 40 no momento do transplante.