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Eng. Carlos Jairoce,MSc
Universidade Lúrio
Faculdade de Ciências Agrárias
Departamento de Produção e Protecção Vegetal
AULA 4.1 Métodos de controlo da praga 
Psilídeo-de-concha .
MANEIO DE PRAGAS E DOENÇAS FLORESTAIS
Monitoramento do psilideo-de-concha com cartoes adesivos
Controlo da praga
Controlo quimíco:
-Os insecticidas recomendados para o
controle dessa praga são os sistêmicos
-Possível mas não há produtos registrados
oficialmente (2011)
Acetamiprid (excepção).
- Custos podem ser altos e tem impactos
ambientais (apicultura)
- Restrições severas pelos sistemas de
certificação florestal (FSC)
Resistência de plantas:
-Melhor método, mas depende de
estudos de longo prazo.
Controlo biológico:
- Uso de insecticidas biológicos (fungos
entomopatogênicos)
- Controle biológico classico-parasitóide
de ninfas Psyllaephagus bliteus (Hym.:
Encyrtidae).
- Predador nativo: Atopozelus opsimus
(Hemiptera: Reduviidae).
Fungos entomopatogênicos
• Espécies potenciais:
– Beauveria bassiana
– Lecanicillium lecanii
Predador nativo
• Atopozelus opsimus (Hemiptera: Reduviidae)
Ninfas de G. brimblecombei
viva e consumida por A.
Opsimus
Adulto de A. opsimus
predando adulto do psilideo-
de-concha. Capacidade de
predação: de 8,7 ninfas e/ou
adultos/dia.
Ciclo total: 120 dias para
fêmeas e 92 dias para
machos.
Adulto de A. opsimus predando adulto do psilideo-
de-concha
Ninfa de Glycaspis brimblecombei parasitada
dentro da concha
Ninfas de Glycaspis brimblecombei parasitadas fora da 
concha
Ninfa de G. brimblecombei parasitada e parasitóide 
recém emergido
FABI (Tree Protection Cooperative 
Programme) 
University of South 
Africa 
Recomenda o controle biológico como os
únicos meios eficazes

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