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1)DESENVOLVIMENTO DA PELE -Possui duas camadas, a epiderme é um tecido epitelial superficial dividido em camadas originado do ectoderma de superfície, inicialmente com uma camada de células sobrejacente ao mesoderma, e a derme que é uma camada profunda formada de tecido conjuntivo que se origina do mesênquima (TC primário), além da camada basal existe uma camada de células superficial que se origina da descamação da basal e forma a periderme/epitríquio pele com 4 ou 5 semanas. 2)EPIDERME *Letra D no 4° mês intrauterino -A camada inicial de células se prolifera e forma uma camada de epitélio estratificado, a periderme, e uma camada basal. As células da periderme sofrem contínua queratinização e (desprendimento de cutícula, a camada externa e fina), e elas são substituídas por células oriundas da camada basal (cél tronco) essas células descamadas formam o vérnix caseoso, uma substância branca gordurosa que recobre a pele do feto e a protege de exposição constante ao líquido amniótico (urina, sais biliares e células mortas). Obs.: periderme semelhante a camada córnea final -Todas as camadas ectodérmicas surgem a partir da multiplicação da camada basal, se diferenciando ao longo da gravidez. Ao final do período embrionário, cél da crista neural migram e se inserem na camada basal- na junção dermoepidérmica especificamente- como melanoblastos para virar melanócitos e começar processo de pigmentação. A diferenciação de melanoblastos em melanócitos envolve a formação de grânulos de pigmentos. -A proliferação de células no estrato germinativo também forma as cristas epidérmicas que se estendem no mesênquima, aparecem cerca de 10 semanas e estão estabelecidas em torno da 17ª-19ª semana. As cristas das mãos aparecem aproximadamente uma semana antes das cristas dos pés. Obs.: As cristas epidérmicas produzem sulcos na superfície das palmas e solas, determinado geneticamente (impressão digital). -Doenças de queratinização: ictiose (queratinização excessiva) e feto arlequim (pele espessa, sulcada e quebradiça- traço recessivo) DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA TEGUMENTAR pag545 Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Nota com 4 a 5 semanas, descamação da basal Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce 2)DERME - Derivada do mesênquima e tem 3 fontes: mesoderma da placa lateral (camada somática, fornece cél para derme dos membros e da parede corporal); mesoderma paraxial (cél para a derme do dorso- derivado dos dermátomos e somitos) e cél da crista neural (derme da face e do pescoço). -Com 11 semanas, as células mesenquimais começam a produzir fibras colágenas e elásticas de TC- diferenciação das dermes em papilar (TC frouxo) e reticular (TC denso não modelado). A derme se projeta na epiderme, formando papilas dérmicas, que se interdigitam com as cristas epidérmicas. Alças capilares de vasos sanguíneos se desenvolvem em algumas dessas papilas e fornecem nutrição para a epiderme; terminações nervosas sensoriais formam-se em outras papilas. Os vasos sanguíneos na derme se diferenciam do mesênquima (vasculogênese). Conforme a pele se desenvolve, novos capilares crescem a partir dos vasos primordiais (angiogênese). Esses vasos semelhantes a capilares foram observados na derme no final da 5ª semana. Ao final do 1° trimestre, a organização vascular principal da derme fetal está estabelecida. 3)GLÂNDULAS DA PELE -São derivadas da epiderme/ectoderma e se desenvolvem na derme. São elas: GL. SEBÁCEAS: -Maioria se desenvolve como brotos laterais das bainhas epidérmicas das raízes dos folículos pilosos em desenvolvimento, se multiplicam e formam a glândula alveolar com ducto associado ao folículo, as células centrais dos alvéolos se rompem para formar a secreção oleosa holócrina (sebo- junto com descamação das cél peridérmicas formam o vérnix caseoso). -As glândulas independentes dos folículos se desenvolvem de brotos diretamente da epiderme GL. SUDORÍPARA APÓCRINA: -Desenvolvem-se de invaginações do mesmo estrato germinativo da epiderme que também dão origem aos folículos pilosos, seus ductos se abrem na porção superior dos folículos, acima das aberturas das glândulas sebáceas. Funcionam a partir da puberdade, pois sua distribuição é restrita as axilas, regiões púbica e perianal e aureolas mamarias. PROVA! Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce GL. SUDORÍPARA ÉCRINA/MERÓCRINAS: -Se desenvolvem como invaginações epidérmicas/brotos celulares no mesênquima subjacente e vão se enovelando, pré programadas para diferenciação. As células centrais se degeneram para formar luz do ducto e as células periféricas da parte secretora diferenciam-se em células mioepiteliais secretoras que lançam prolongamentos que auxiliam na liberação e controle do suor. (funcionamento começa logo após o nascimento) 4)PELOS -Início do desenvolvimento entre a 9ª e a 12ª semanas, entretanto, são visíveis pela 20ª semana. As células epiteliais do bulbo piloso (vem de broto) constituem a matriz germinativa que produz o pelo, nessa raiz, as células se proliferam e são empurradas para superfície dando origem ao eixo do pelo, onde se tornam queratinizadas para formas as hastes. O bulbo piloso sofre uma invaginação e forma a papila do pelo mesenquimal, preenchida com vasos sanguíneos e melanócitos (semelhante a papila dérmica). As células periféricas dos folículos pilosos em desenvolvimento formam as bainhas epiteliais das raízes. -Músculo eretor do pelo se origina das células do próprio mesênquima que cercam o pelo, formado de fibras musculares lisas. Os primeiros pelos são chamados de lanugos, são delicados e levemente pigmentados que serão substituídos no período perinatal e na puberdade no caso das regiões axilares e púbicas (pelos terminais), ajudam a manter a vérnix sobre a pele. 5)UNHAS -Começam o desenvolvimento nas pontas dos dedos em torno de 10 semanas (pós separação dos dedos por volta da 8ª semana), sendo que as unhas das mãos se desenvolvem 1 mês/4 semanas mais rápido que as unhas dos pés. Iniciando com os campos das unhas migrando para a superfície dorsal das falanges terminais, onde cresce a placa de queratina, cercados lateralmente por pregas da epiderme chamadas pregas ungueais. -As células da prega ungueal proximal crescem sobre o campo da unha e tornam-se queratinizadas formando a prega ungueal, após isso, é recoberta por uma camada de pele chamada eponíquio que degenera posteriormente permanecente como cutícula. - Unhas das mãos atingem pontas dos dedos com 32 semanas e unhas dos pés com 36 semanas. Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria EduardaRealce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce 1)VISÃO GERAL -Para falar do desenvolvimento do esqueleto, inicia-se na gastrulação, envolve movimentos celulares da linha primitiva que geram os folhetos germinativos e logo o desenvolvimento dos sistemas. A partir da formação do mesoderma axial/central, temos a origem da notocorda (vem do nó primitivo em direção a região cefálica por ação das proteínas) importante para o esqueleto axial (eixo do corpo do embrião- origem da coluna, como um derivado). Envolve expressão gênica como sonic hedgehog (proteínas geradas a partir da expressão envolvidas no desenv.). Outros tipos de mesodermas: intermediário (sistema urogenital), lateral (somato- e esplancnopleuras e coração) e extraembrionário (âmnio e córion) DESENVOLVIMENTO DO ESQUELETO AXIAL E APENDICULAR pag420 Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce -Somitogênese é a formação de blocos de mesoderma paraxial chamados somitos ao redor da notocorda que formam alguns ossos do esqueleto axial, vertebras, músculos e derme. Obs.: neurulação ocorrem em paralelo no ectoderma. -Somitos surgem por separação sequencial de blocos que posteriormente se localizam ao redor do tubo neural, acima da notocorda. Concluindo, o sistema musculo- esquelético inicia-se a partir da formação dos somitos, originados do mesoderma paraxial. -Cada somito se diferencia em 2 partes: ventromedial-esclerótomo (forma vertebras e costelas/ ossos, se desintegra ao redor do tubo neural) e dorsolateral-dermomiótomos (miótomos originam mioblastos que se diferenciam em fibras musculares e dermátomo origina fibroblastos que se diferencia em derme na região dorsal do corpo). As estruturas craniofacias (ossos e tecido conjuntivo) são originadas de um mesênquima/ectomesênquimica derivado das cristas neurais. -As vertebras, costelas e ossos dos membros, passam pelo processo de ossificação endocondral (1° molde cartilaginoso substituído por tecido ósseo), o crânio tem endocondral e intramembranosa dependendo da região. -Genes Hox que determinam o plano corporal, evolutivamente conservados devido terem uma sequência de nucleotídeos chamado de HOMEOBOX que se expressam gerando uma proteína participante de inúmeros processos. A expressão desses genes começa quando aparece o mesoderma pré-somítico e prossegue até a formação da cartilagem das primeiras vertebras e seus formatos, logo, responsável pelo desenvolvimento do esqueleto. Mio= musculo Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce 2)DESENVOLVIMENTO DO ESQUELETO AXIAL -Constituído pelo crânio (ectomesênquimica), coluna vertebral, costelas (somitos) e esterno. Durante a 4 semana, as células do esclerótomos circundam o tubo neural e a notocorda ao passarem por um processo de migração, a partir disso, formam o molde das vertebras. Os somitos são divididos em faixas de tecidos (somitômeros: faixas teciduais diferenciadas) -Esclerótomos tem três faces: dorsal (arcos vertebrais, inicialmente arco neural) ventral (corpo das vertebras) e ventrolateral (processos costais que formam as costelas na região torácica). *Desenv. da Coluna Vertebral -No estágio pré-cartilaginoso, as células dos esclerótomos encontram-se em 3 regiões: ao redor da notocorda, do tubo neural e na parede corporal. Em 4 semanas, os esclerótomos aparecem como condensações de células ao redor da notocorda que se organizam de 2 formas, células densamente agrupadas- estão caudalmente formam primórdio do disco intervertebral ao migrarem imediatamente cranial ao encontro das 2 camadas, as densamente que não migraram se juntam com as frouxas caudalmente e formam o corpo das vertebras (centrum mesenquimal), também existem as células frouxamente agrupadas- cranialmente. A notocorda no corpo da vertebra degenera, permanecendo apenas no centro do disco intervertebral como núcleo pulposo do disco. Obs.: cartilagens são importantes pois permitem que as vertebras se adaptem ao crescimento do próprio tubo neural e do eixo corporal e acomodar bem a medula. No estágio cartilaginoso, durante a 6ª semana, centros de condrificação aparecem em cada vértebra mesenquimal e vão crescendo até toda a vertebra ser cartilaginosa, ou seja, o Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce processo de condrificação é mantido até a coluna cartilaginosa ser formada. No estágio ósseo, é quando aparecem os centros de ossificação no corpo da vertebra, tornando-se evidente durante a 8ª semana. A ossificação de uma vertebra típica inicia-se durante o período embrionário e geralmente termina aos 25 anos, assim, ao nascimento cada vertebra consiste em partes ósseas conectadas a cartilagens para adaptação ao crescimento, as metades ósseas do arco vertebral se funde durante os 5 primeiros anos de vida. -As articulações neurocentrais cartilaginosas permitem eu arcos cresçam e acomodem a medula espinhal, as articulações desaparecem quando os arcos se unem ao centrum até os 6 anos. Após a puberdade, aparecem 5 centros de ossificação secundários nas vertebras 1 para extremidade do processo espinhoso, 1 para cada processotransverso e 2 epífises anulares no corpo vertebral (superior e inferior). Obs.: Síndrome de Klippel-Feil: conhecida como síndrome do pescoço curto, caracterizada por baixa implantação do couro cabeludo e movimentos restritos do pescoço devido ausência de alguns corpos vertebrais cervicais; outra deformidade é a escoliose congênita decorrente do desenv. anormal das vertebral, em geral, presentes antes de nascer; deformidade do desenv. do esterno temos o tórax escavado (esterno e caixa torácica não se desenvolvem por completo) e tórax carinado (proeminência do esterno, peito de pomba congênito) que são opostos um do outro; cauda vestigial é uma falha no desenv ao não ter regressão. *Desenvolvimento das Costelas -Ocorre a partir dos processos costais mesenquimais das vertebras torácicas, que se tornam cartilaginosos no período embrionário e ossificam-se durante o período fetal. Temos 7 pares de costelas verdadeiras conectadas ao esterno por suas cartilagens, 3 pares falsos conectados ao esterno por cartilagem de outras costelas e outros 2 pares de costelas flutuantes pois não se conectam ao esterno. *Desenvolvimento do Esterno -Se da a partir do mesoderma lateral. *Desenvolvimento do Crânio -A partir do ectomesênquima ao redor do encéfalo em desenvolvimento, é dividido em neurocrânio (revestimento protetor para o encéfalo) e viscerocrânio (esqueleto da face), ambos têm parte por ossificação intramembranosa, sem molde de cartilagem, ossificação diretamente do mesênquima (membranoso) e ossificação endocondral em que passa por um molde de cartilagem hialina futuramente substituída (cartilaginoso). -Neurocrânio cartilaginoso: ossos da base do crânio (occipital, corpo do esfenoide, etmoide, petrosa e mastoidea do osso temporal). Neurocrânio membranoso: ossos que formam a calvaria, ossos chatos/achatados, durante a vida fetal são separados por membranas de tecido conjuntivo denso que formam as articulações fibrosas (suturas). -Viscerocrânio cartilaginoso: ossos derivados dos arcos faríngeos (martelo, bigorna, estribo, processo estiloide do osso temporal e osso hioide). Viscerocrânio membranoso: ossos temporal, maxilar, zigomático e mandíbula. -O crânio do neonato é grande em relação ao resto do esqueleto, face pequena comparada a calvaria e tamanho reduzido na maxila, ausência virtual dos seios paranasais e no subdesenvolvimento dos ossos faciais. Contudo, o encéfalo e a calvaria conseguem crescer Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce devido a presença das suturas fibrosas, tendo aumento mais acentuado nos 2 primeiros anos (calvaria se expande para acompanhar crescimento do encéfalo). Obs.: acrânia, má formação em que a calvaria esta ausente e com vários defeitos na coluna do feto, associado a anencefalia ocorre quando o crânio e o tubo neural não se fecham durante a 4 semana falha na formação da calvaria 3)DESENVOLVIMENTO DO ESQUELETO APENDICULAR -É formado pelas cinturas peitoral e pélvica e pelos ossos dos membros (cobertos por ectoderma e a crista ectodérmica apical CEA que serve para sinalização do ponto de crescimento do membro), formados por ossificação endocondral durante a 6ª semana, os moldes ósseos mesenquimais sofrem condrificação e formam os moldes ósseos de cartilagem hialina. -Ossificação endocondral se dá por centro primários de ossificação no meio dos ossos contendo osteoblastos para substituir a cartilagem hialina, enquanto vasos adentram esse espaço, e posteriormente, um centro secundário de ossificação nas epífises. Cartilagem permanece no disco epifisário, que permite que o osso cresça, e a cartilagem articular. Inicia nos ossos longos na 8 semana, por 12 semanas os centros primários aparecem nos ossos dos membros. Clavículas são os primeiros ossos a iniciar a ossificação, seguidas pelo fêmur. Os centros secundários dos ossos do joelho são os primeiros a aparecer no útero, já os do fêmur e tíbia aparecem no último mês de gestação, os dos outros ossos aparecem após o nascimento. -Obs.: acondroplasia- membros curvados e curtos devido distúrbios na ossificação endocondral dos discos da cartilagem epifisária, falha no desenv. de cartilagem, frequência aumenta com a idade paterna, é um encurtamento ósseo e não afeta crescimento em espessura. 1)Sistema Muscular -Desenvolve-se a partir do mesoderma, da região dos miótomos dos somitos, formando o dermatomiótomo, com exceção dos músculos da íris, que se desenvolvem a partir do neuroectoderma. As células musculares embrionárias se chamam mioblastos e se originam do miótomo dos somitos que se estende ventralmente durante a evolução. 2)Desenvolvimento do Músculo Esquelético - A partir de células precursoras miogênicas que migram para os brotos dos membros, de onde se desenvolvem os músculos esqueleticos dos membros (sincício com cél multinucleadas, devido fusão de muitas células precursoras p originar fibras musculares). Essas células se originam a partir dos dermatomiótomos; -A miogênese se inicia com o alongamento dos núcleos e dos corpos celulares das células mesenquimais (p forma a característica de fibras alongadas) ao se diferenciar em mioblastos. DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA MUSCULAR E MEMBROS pag453 Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce -As células musculares primordiais se fundem, formando estruturas alongadas, multinucleadas e cilíndricas, os miotubos (fibras musc. jovens). Logo, o crescimento muscular é resultado da fusão continua de vários mioblastos e miotubos. -Em seguida, desenvolvem-se os miofilamentos, que são as estruturas que formam os sarcômeros, no citoplasma dosmioblastos. Miofibrilas e outras organelas vão se desenvolvendo devido junção de miofilamentos. Os fibroblastos ao redor formam as capas de TC (perimísio e epimísio), o endomísio é formado por fibras reticulares, por ser mais delicado. -Os tendões são derivados a partir de células soltas do esclerótomo que ficam próximas aos miótomos, nos limites anterior e posterior dos somitos, que começam a expressar o fator de transcrição SCLERAXIS regular o desenv dos tendões- formados por TC denso modelado. *Miótomos -Cada miótomo parte de um somito que se ramifica em uma divisão epiaxial dorsal (músculos segmentares dos principais eixos corporais, os extensores do pescoço e da coluna vertebral) e uma divisão hipoaxial ventral (músculos escalenos, pré-vertebral, geniohioideo, infrahioides, flexores da coluna, quadrado lombar, mm. dos membros, intercostais, abdominais, do diafragma pélvico, estriados do ânus e órgãos sexuais). -Somitômeros formam músculos esqueléticos voltados para região cefálica, origina músculos craniofaciais. -Músculos dos arcos faríngeos (estruturas localizadas na cabeça e pescoço): todos os músculos voluntários da cabeça são derivados do mesoderma paraxial (tanto de somitômeros como de somitos), mm. da língua, dos olhos (exceto da íris- vem de neuroectoderma/ ectoderma do cálice óptico) e a musculatura visceral associada aos arcos faríngeos. Os padrões para formação muscular na cabeça são direcionados por elementos de TC derivados da crista neural, controlando desenv. do musculo. Os músculos dos arcos faríngeos também formam mm. da mastigação e da expressão facial assim como os da faringe laringe e soa inervados pelos nervos dos arcos faríngeos. FIBRA= CÉLULA MUSCU LAR Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce -Músculos oculares: se diferenciam de miótomos pré-óticos (a frente das orelhas) em mioblastos, esses mioblastos formam os músculos extrínsecos dos olhos. -Músculos da língua: advém dos mioblastos dos miótomos occipitais (somitos 2-5, pós-óticos), os quais são inervados pelo nervo hipoglosso. -Músculos dos membros: derivam a partir de migração de mioblastos que vao se situar ao redor dos ossos em desenvolvimento, divididos em extensores e flexores de acordo c localização. RESUMINDO DESENV. DOS MM. ESQUELÉTICOS: é a partir dos miótomos que derivam dos somitos, dividido em hipoaxial e epiaxial que derivam em músculos próximos, músculos dos arcos faríngeos também deixam derivados na cabeça e pescoço. Obs.: Anomalias Congênitas *Sequência de Poland: musculo peitoral menor e parte do peitoral maior ausentes no hemitórax do paciente, geralmente com o deslocamento ou ausência do mamilo e da aréola *Síndrome do abdome em ameixa seca: distensão abdominal devido atrofia da parede muscular abdominal. 3)Desenvolvimento dos Membros -Passam por um estagio inicial de desenvolvimento a partir do surgimento de brotos dos membros, por volta da 4ª semana, como elevações da região ventrolateral da parede do corpo. O aparecimento dos membros superiores precede 1 ou 2 dias antes dos membros inferiores, inicialmente no formado de nadadeiras que posteriormente sofrem um achatamento formando uma placa e daí formam-se os dedos. Cada membro se desenvolve no sentido proximodistal em seus 3 componentes: estilópode (forma úmero e fêmur), zeugópode (rádio/ulna e tíbia/fíbula) e autópode (carpos, metacarpos, dedos/tarsos, metatarsos) -Conforme o membro cresce, as células do mesênquima (mais distantes da influência da crista ectodérmica apical) começam a se diferenciar em cartilagem e músculos. O broto do membro será preenchido por mesênquima e cercado pelo ectoderma de superfície (com uma região mais espessa chamada de crista ectodérmica apical que sinaliza o crescimento do membro proporcional ao corpo). -As células mesenquimais formam a zona de atividade de polarização, a região em que há divisão das células p crescimento do membro, a partir do controle do comprimento do membro no eixo anteroposterior. Região de controle de extensão do membro e formação dos dedos. Obs.: mesênquima cartilagem ossos (ossificação endocondral) -A extremidade distal dos brotos dos membros torna- se achatada, formando as placas das mãos e dos pés, em torno da 5ª semana. Já na 6ª semana começa a surgir os raios digitais/ brotos dos dedos devido condensação do tecido mesenquimal-áreas de morte celular, e na 7ª semana tem a formação dos brotos dos dedos do pé tem e o início a separação dos dedos, tendo fim da separação na 8ª semana. Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce -Na ponta de cada raio digital, uma parte da crista induz o desenvolvimento dos primórdios mesenquimais dos ossos, as falanges dos dedos. Regiões intermediarias sofrem apoptose, separando então os dedos, formando as fendas entre os raios digitais. Obs.: mãos ou pés fendidos- ectrodactilia (ausência de 1 dedo) ou sindractilia (dedos fundidos). Dígitos supra numéricos- dominante. -BROTOS DOS MEMBROS SUPERIORES: desenv. em direção oposta aos segmentos cervicais caudais. BROTOS DOS MEMBROS INFERIORES: desenv. em direção oposta aos segmentos sacrais superiores e lombares. -Destaque para posição do membro no inicio do desenv., pois sofrem giros que levam cotovelos p região posterior e joelhos p região anterior, inicialmente estão lateralmente. Mesma coisa com o polegar, inicia p dentro e termina p fora. Os giros conferem amplitude de movimento. -Nos estágios finais do desenvolvimento, o mesênquima dos brotos dos membros origina os ossos, ligamentos e vasos sanguíneos, seguindo a sequência: -Os membros superiores giram 90° lateralmente, posicionando o cotovelo na região dorsal e os músculos extensores se acomodam na região lateral e posterior do membro. -Os membros inferiores giram 90° medialmente, posicionando o joelho e os músculos extensores na região anterior. -A inervação cutânea dos nervos(distribuídos em faixas segmentares) se dá por axônios motores que penetram nos brotos dos membros durante a 5ª semana, e crescem no interior das massas musculares dorsais e ventrais. E pelos axônios sensoriais que penetram nos membros após os axônios motores, usando-os como orientação. Suprimento sanguíneo parte das artérias intersegmentares que suprem os somitos. -Dermátomos: áreas de pele supridas por um único nervo espinal e seu gânglio espinal; acompanham a rotação do membro Link: https://www.youtube.com/watch?v=t1UoVWa8RLA&ab_channel=andr%C3%A9Vaz. Anomalias: amelia- ausência de um membro; meromelia- ausência parcial. https://www.youtube.com/watch?v=t1UoVWa8RLA&ab_channel=andr%C3%A9Vaz Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce Maria Eduarda Realce