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SISTEMA DE ENSINO
AFO
Lei n. 4.320/1964
Livro Eletrônico
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Sumário
Lei n. 4.320/1964 – Norma Geral de Direito Financeiro .......................................................... 3
1. Lei n. 4.320/1964 – Lei Geral de Finanças Públicas e Orçamento – Norma Geral 
de Direito Financeiro ...................................................................................................................... 4
1.1. Aspectos Introdutórios da Lei n. 4.320/1964 ..................................................................... 4
1.2. O Papel do Orçamento-Programa ........................................................................................ 6
1.3. Principais Dispositivos............................................................................................................ 9
Resumo ............................................................................................................................................44
Mapa Mental ..................................................................................................................................49
Questões Comentadas em Aula ................................................................................................. 50
Questões de Concurso ................................................................................................................. 53
Gabarito .......................................................................................................................................... 141
Referências Bibliográficas ........................................................................................................ 143
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
LEI N. 4.320/1964 – NORMA GERAL DE DIREITO 
FINANCEIRO
Olá, amigo(a) concurseiro(a)!
O nosso objetivo hoje nessa aula é revisar muitos assuntos estudados ao longo do curso 
por meio do estudo da Lei n. 4.320/1964.
Como disse Thomas Edison:
Gênio é 1% inspiração e 99% transpiração.
Então, vamos TRANSPIRAR.
Faça o seu melhor.
Seja imparável!
Boa aula.
Prof. Manuel Piñon
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
1. Lei n. 4.320/1964 – Lei GeraL de Finanças PúbLicas e OrçamentO – 
nOrma GeraL de direitO FinanceirO
1.1. asPectOs intrOdutóriOs da Lei n. 4.320/1964
Visualize na figura seguinte as principais normas relativas à nossa matéria:
Embora a CF/1988 faça a exigência de Lei Complementar para tratar de exercício finan-
ceiro e dos instrumentos do Plano Plurianual - PPA, da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e 
da Lei Orçamentária Anual – LOA etc., a Lei n. 4.320/1964, editada e publicada originalmente 
como lei ordinária, não foi revogada, mas sim recepcionada como se Lei Complementar fosse.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Constituição Federal
Lei Complementar de 
Finanças Públicas
LRF
LOALDOPPA
Em outras palavras, apesar de ser uma lei formalmente ordinária e materialmente comple-
mentar, a Lei n. 4.320/1964 somente poderá ser alterada, desde a vigência da atual Constitui-
ção, por uma lei complementar tanto quanto à forma e quanto à matéria.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
1.2. O PaPeL dO OrçamentO-PrOGrama
Um ponto relevante é que com o advento da Lei n. 4.320, de 17/03/1964, o orçamento-pro-
grama foi instituído no Brasil.
O orçamento-programa consiste em um método de orçamentação por meio do qual as 
despesas públicas são fixadas a partir da identificação das necessidades públicas sob a res-
ponsabilidade de certo nível de governo e da sua organização segundo níveis de prioridades 
e estruturas apropriadas de classificação da programação.
Seguindo a metodologia do orçamento-programa, as despesas públicas são discriminadas 
de modo a:
• dar ênfase aos fins (e não aos meios);
• indicar as ações em que o setor público gastará seus recursos;
• definir os responsáveis pela execução; e
• especificar os resultados esperados.
Lembre-se que as principais características desse modelo de orçamentação são:
• propiciar a integração ente o planejamento e o orçamento;
• realizar a quantificação dos objetivos e metas;
• basear as decisões em relações de insumo-produto e na pluralidade de alternativas pro-
gramáticas; e
• empregar instrumentos aperfeiçoados para a mensuração de resultados.
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AFO
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Secretaria de 
Educação
R$50 milhões
Qual a finalidade?
Função educação
Sub-função educação 
fundamental
Quais as ações
necessárias?
Programa de redução de 
analfabetismo
A ideia é que o orçamento programa destaque os objetivos, metas e prioridades do Gover-
no, servindo efetivamente como instrumento de planejamento, e, assim, os aspectos adminis-
trativo e econômico se sobreponham ao aspecto político.
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ORÇAMENTO
Integração 
Planejamento - Orçamento
Avaliação de Resultados
PRODUTO FINAL
Alternativas Programáticas
PROGRAMAS
Acompanhamento 
Físico-Financeiro
DESEMPENHO
Insumo - Produto
CUSTO
Quantificação de Metas 
& fixação de Objetivos
METAS & OBJETIVOS
Gerencia por Objetivos
ANÁLISE GERENCIAL
001. (CESPE/EBSERH/ANALISTA/2018) Acerca dos conceitos básicos de orçamento públi-
co, julgue o item a seguir.
O objetivo principal dos orçamentos públicos modernos é mostrar à sociedade a natureza do 
gasto governamental.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
A assertiva refere-se ao Orçamento Tradicional, aquele cujofoco é a fixação de despesas e a 
previsão de receitas, não havendo preocupação com o planejamento, sendo a sua ênfase os 
aspectos contábeis do orçamento e na natureza do gasto governamental, não havendo uma 
preocupação com os resultados obtidos com os programas de governo, sendo, portanto, uma 
peça meramente contábil-financeiro.
Já o Orçamento-Programa tem como marca principal a integração entre planejamento e orça-
mento, existindo uma preocupação com os resultados obtidos, no que tange à economicidade, 
eficiência, eficácia e efetividade dos gastos públicos. A estrutura do Orçamento-Programa é 
baseada em aspectos administrativos de planejamento, e não apenas em aspectos contábeis-
-financeiros.
Errado.
1.3. PrinciPais disPOsitivOs
O ideal é que você possa fazer a leitura “seca” da Lei n. 4.320/1964, já que muitas questões 
de prova cobram a sua literalidade e as bancas adoram fazer pegadinhas usando seus artigos.
Recomendo que sempre baixe as leis no site do Planalto: http://www.planalto.gov.br/cci-
vil_03/leis/l4320.htm.
De qualquer forma, vamos reproduzir os seus principais trechos, especialmente quando 
formos corrigir as questões.
Falando em Lei n. 4.320/1964, faz-se necessário mencionar rapidamente o Decreto n. 
93.872/1986 que dispõe sobre a unificação dos recursos de caixa do Tesouro Nacional, a Pro-
gramação Financeira, a Administração Financeira e outros aspectos relacionados, detalhando 
ainda mais a Lei n. 4.320/1964.
Vamos agora comentar os principais aspectos dessas importantes normas.
Para começar vemos logo em suas primeiras letras a importância conferida pela Norma à dis-
criminação da receita e da despesa, para evidenciarem detalhadamente a origem dos recursos 
(receitas) e a respectiva aplicação (despesas).
Nessa linha de pensamento, o orçamento deve ser elaborado com respeito aos princípios 
da unidade, da universalidade e da anualidade, que formam o velho UAU (estudados nos Prin-
cípios Orçamentários).
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
O artigo 2º da Lei n. 4.320/1964 ainda estabelece que o orçamento terá quadro demonstrativo 
da Receita e Despesa organizado pela Categoria Econômica.
Art. 2º A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a 
política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de 
unidade, universalidade e anualidade.
§ 1º Integrarão a Lei de Orçamento:
II – Quadro demonstrativo da Receita e Despesa segundo as Categorias Econômicas...
DICA:
Os Princípios Orçamentários (“UAU”) previstos no art. 2º da 
Lei n. 4.320/1964, não caem, eles “despencam” em prova e já 
foram objeto de muitas questões recorrentes nas provas de 
concursos.
Guarde:
Un
iv
er
sa
lid
ad
e
An
ua
lid
ad
e
Un
id
ad
eCada ente federativo (União, 
Estados, Municípios e DF) 
deverá incluir, na LOA, todas 
as despesas e receitas de 
todos os poderes, órgãos, 
entidades, fundos e fundações 
instituídas e mantidas pelo 
Poder Público.
O orçamento deve ser UNO, 
ou seja, cada dente gover-
namental deve elaborar um 
único orçamento.
O exercício financeiro coin-
cide com o ano civil – 1º de 
janeiro a 31de dezembro. 
É o período ao qual se refe-
rem a previsão das receitas 
e a fixação das despesas 
registrados na LOA.
O Princípio Orçamentário denominado de Anualidade ou Periodicidade deixa claro que a 
vigência do orçamento deve ser limitada a um ano. O seu embasamento legal é o artigo 2º da 
Lei n. 4.320/1964 combinado com o artigo 165, III, da CF/1988.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Princípios orçamentários
Princípio da anualidade ou 
periodicidade
O orçamento deve ser elaborado e autorizado para um 
período de um ano.
Deve ter vigência limitada a um exercício financeiro.
Válido, inclusive, para o PPA, pois precisa 
de uma LOA por ano.
Como no Brasil, o exercício financeiro coincide com o ano civil, conforme dispõe o artigo 
34 da Lei n. 4.320/1964, o exercício financeiro coincidirá com o ano civil, podemos concluir 
que esse Princípio está relacionado ao intervalo de tempo de 12 meses, de 1º de janeiro e 31 
de dezembro.
De acordo com o Princípio da Universalidade ou Totalização, o Orçamento deve conter 
todas as Receitas e todas as Despesas do ente público.
Princípios orçamentários
Princípio da
Universalidade
O orçamento deve conter todas as receitas e despesas refe-
rentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades 
da administração direta e indireta.
Não se aplica ao PPA, pois não contempla 
todas as despesas
Esse princípio se aplica à LOA
A fundamentação legal desse Princípio é feita com base nos artigos 2º, 3º e 4º da Lei 
n. 4.320/1964, combinados com o §5º do artigo 165 da CF/1988. Esse Princípio tem a fun-
ção de permitir que o parlamento tenha controle prévio sobre os gastos e receitas do ente 
em questão.
Veja como aparece na Lei n. 4.320/1964:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo e da 
administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o disposto 
no art. 2º.
002. (CESPE/TCE-PE/AUDITOR/2017) A respeito de orçamento público, julgue os itens a seguir.
Em observância ao princípio da universalidade orçamentária, devem estar reunidos no orça-
mento estadual todos os recursos que um estado-membro esteja autorizado a arrecadar e 
todas as dotações necessárias ao custeio de serviços públicos estaduais.
O Princípio da Universalidade é aquele que nos revela que o orçamento deve conter todas as 
receitas e despesas referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Ad-
ministração direta e indireta.
O Princípio da Universalidade tem seu espírito revelado nos artigos 3 e 4 da Lei n. 4.320/1964. 
Confira com grifos nossos:
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo e da 
administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o disposto 
no art. 2º.
Nessa pegada, se, na elaboração do Orçamento, o Princípio da Universalidade foi respeitado e 
contém realmente todas as receitas e despesas, o Poder Legislativo pode conhecer, em tese, 
todas as receitas e despesas do governo.
Certo.
O princípio da Especificação, Especialização ou Discriminação é no sentido de que todas 
as receitas e despesas devem ser especificadas, ou seja, não podem ser incluídos valores 
globais no Orçamento. O seu embasamento legal é feito por meio dos artigos 5º e 15º, §1º, da 
Lei n. 4.320/1964.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Princípios orçamentários
Princípio da
Especificação
A lei orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender 
indiferentemente as despesas de pessoal, material, serviços de tercei-
ros, transferências ou quaisquer outras (art. 5º Lei n. 4.320/1964
Tem que discriminar. Ex.: Educação 5 Bilhões, mas para qual área da educação?
Ou Especificação ou Discriminação
A ideia é que o orçamento precisa ser detalhado e especificado de modo suficiente para 
facilitar seu entendimento e acompanhamento, evitando a ação genérica, mal especificada, 
com demasiada flexibilidade.
Podemos, com base nesse Princípio, que existe vedação às autorizações de despe-
sas globais.
DICA:
Guarde a PALAVRA-CHAVE desse Princípio: DETALHAMENTO.
Em suma, o detalhamento em tela visa agregar maior transparência ao processo orçamen-
tário, possibilitando a fiscalização parlamentar, dos órgãos de controle e da sociedade, inibin-
do o excesso de flexibilidade na alocação dos recursos pelo Poder Executivo.
Adicionalmente, podemos dizer que ele também facilita o processo de padronização e ela-
boração dos orçamentos, bem como o processo de consolidação nacional das contas públicas.
TEMOS 2 EXCEÇÕES:
• Contrariando esse ditame, a reserva de contingência é uma dotação global, não espe-
cificamente destinada a determinado órgão, unidade orçamentária, programa ou cate-
goria econômica, cujos recursos são utilizados para atender passivos contingentes e 
outros riscos e eventos fiscais imprevistos. Nesse sentido, a reserva de contingência re-
presenta uma exceção ao princípio da especificação, especialização ou discriminação.
• A outra exceção ao referido princípio são os chamados Programas Especiais de Traba-
lho – PETs.
Veja o que diz o parágrafo único do artigo 20 da Lei n. 4.320/1964:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se 
subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações 
globais, classificadas entre as Despesas de Capital.
Como exemplo de PET, temos os programas de proteção à testemunha, pois caso fossem 
especificados no orçamento correriam o risco de perder sua eficiência pela perda do sigilo.
O princípio do Orçamento Bruto fala que todas as Receitas e todas as Despesas devem 
constar no Orçamento pelos seus totais sem qualquer tipo de dedução.
Princípios orçamentários
Princípio do
Orçamento Bruto
Todas as receitas e despesas constarão da lei de orçamento pelos 
totais, vedadas quaisquer deduções (Artigo 6º Lei n. 4.320/1964
Ex.: Pagamento de Pessoal – No orçamento deve constar o bruto e não o 
líquido que ele recebeu
A base legal é o artigo 6º da Lei n. 4.320/1964. Veja:
Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas 
quaisquer deduções.
Parte da Doutrina entende que o Princípio do Orçamento Bruto integra do Princípio da Uni-
versalidade de forma mais completa.
A ideia é impedir a inclusão no orçamento apenas do saldo positivo ou negativo resultante 
do confronto entre receitas e as despesas de determinado serviço.
Nessa pegada, se for fazer uma dedução de uma receita, o ente público não pode apenas 
registrar o valor líquido a ser arrecadado. Tanto a arrecadação bruta, quanto a respectiva dedu-
ção, devem ser explicitados no orçamento em tela.
Segundo o Princípio da Exclusividade ou da Pureza, na Lei do Orçamento não pode ter 
matéria estranha a previsão da Receita e da fixação da Despesa.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Princípios orçamentários
Princípio da
Exclusividade
A Lei Orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à 
previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na 
proibição a autorização para abertura de créditos suplementa-
res e contratação de operações de crédito, ainda que por ante-
cipação de receita, nos termos da lei. (art. 166, § 8º, CF).
O objetivo é limitar o conteúdo, só matéria orçamentária.
Veja o artigo 7º da Lei n. 4.320/1964:
Art. 7º A Lei de Orçamento poderá conter autorização ao Executivo para:
I – Abrir créditos suplementares até determinada importância obedecidas as disposições do artigo 
43;
II – Realizar em qualquer mês do exercício financeiro, operações de crédito por antecipação da re-
ceita, para atender a insuficiências de caixa.
§ 1º Em casos de deficit, a Lei de Orçamento indicará as fontes de recursos que o Poder Executivo 
fica autorizado a utilizar para atender a sua cobertura.
§ 2º O produto estimado de operações de crédito e de alienação de bens imóveis somente se inclui-
rá na receita quando umas e outras forem especificamente autorizadas pelo Poder Legislativo em 
forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las no exercício.
§ 3º A autorização legislativa a que se refere o parágrafo anterior, no tocante a operações de crédito, 
poderá constar da própria Lei de Orçamento.
Ressalte-se que o inciso II do artigo 7º da Lei 4.320/1964:
Art. 7º A Lei de Orçamento poderá conter autorização ao Executivo para:
II – Realizar em qualquer mês do exercício financeiro, operações de crédito por antecipação da re-
ceita, para atender a insuficiências de caixa. Teve sua aplicação prejudicada pelo artigo 38 da LRF, 
que deve prevalecer.
Guarde que a adoção desse Princípio visa garantir que Orçamento deve conter apenas ma-
téria orçamentária e financeira e não cuidar de assuntos estranhos.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Foi implantado como norma constitucional para impedir as distorções das famosas “cau-
das orçamentárias”. É bom deixar registrado que a LOA não poderá conter dispositivo criando 
tributos ou novos cargos na Administração Pública. Isso só pode ser feito por lei específica.
Já o Princípio da Unidade de Caixa ou da Unidade de Tesouraria visa obrigar os entes pú-
blicos a recolher os valores arrecadados em uma Conta Única, com a finalidade de facilitar a 
administração, o controle e a fiscalização da aplicação desses recursos.
Sua base legal é o artigo 16, § 3º, da CF/1988 combinada com o artigo 56 da Lei n. 
4.320/1964. Veja:
§ 3º As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central; as dos Estados, do 
Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele 
controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.
Art. 56. O recolhimento de todas as receitas far-se-á em estrita observância ao princípio de unidade 
de tesouraria, vedada qualquer fragmentação para criação de caixas especiais.
O foco aqui é que os recursos do governo sejam recolhidos em contaúnica facilitando a 
administração e o controle. O princípio da Unidade de Caixa ou Unidade de Tesouraria é veri-
ficado no estágio do recolhimento (último estágio de execução da receita), momento em que 
todo o montante que foi anteriormente arrecadado nos agentes arrecadadores é recolhido 
para uma conta única em cumprimento ao referido princípio.
DICA
Esse Princípio não deve ser confundido com o Princípio da Uni-
dade Orçamentária.
À nível federal, este princípio é obedecido pela criação da Conta Única do Tesouro Nacio-
nal. Esta conta é mantida no Banco Central do Brasil, operacionalizada pelo Banco do Brasil 
S.A. (seu agente financeiro) e administrada pela STN – Secretaria do Tesouro Nacional.
Em suma, a ideia é coibir a existência de caixas paralelos, fracionados.
Merece destaque o artigo 5º, que veda as dotações globais, a seguir transcrito:
Art. 5º. A Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente 
as despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressal-
vado o disposto no art. 20 e seu parágrafo único.
Também merece destaque o artigo 7º transcrito a seguir:
Art. 7º A Lei de Orçamento poderá conter autorização ao Executivo para:
I – Abrir créditos suplementares até determinada importância obedecidas às disposições do artigo 
43;
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
II – Realizar em qualquer mês do exercício financeiro, operações de crédito por antecipação da re-
ceita, para atender a insuficiências de caixa.
§ 1º Em casos de deficit, a Lei de Orçamento indicará as fontes de recursos que o Poder Executivo 
fica autorizado a utilizar para atender a sua cobertura.
Repare que o § 1º deixa claro que a elaboração do orçamento pode ser deficitária.
Repare que ele não vai além disto.
Repare que se há um orçamento equilibrado, mesmo que deficitário, compete à autoridade 
executá-lo na forma elaborada, com as alterações que normalmente ocorrem durante o exer-
cício financeiro.
A partir do artigo 9º até o 11º, a Lei n. 4.320/1964 trata da Receita Pública.
O conceito de receita pública em sentido amplo está presente no artigo 3º da Lei n. 
4.320/1964. Confira com grifos nossos:
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de crédito por antecipa-
ção da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo 
financeiros.
Na Lei n. 4.320/1964, em seu artigo 51, foi instituída a previsão da receita, além dos es-
tágios da execução da receita orçamentária que são o lançamento, a arrecadação e o re-
colhimento.
Ainda falando de receita pública, a Lei n. 4.320/1964, em seu artigo 51, institui a previsão 
da receita e, em seus artigos 52 e 53, a Lei n. 4.320/1964 define o lançamento como o segundo 
estágio da receita, representando o ato da repartição competente, que verifica a procedência 
do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
A Lei n. 4.320/1964, em seu art. 35, I, dispõe que pertencem ao exercício financeiro as 
receitas nele arrecadadas.
Art. 56. O recolhimento de todas as receitas far-se-á em estrita observância ao princípio de unidade 
de tesouraria, vedada qualquer fragmentação para criação de caixas especiais.
Classificação da Receitas Públicas pela Lei 4.320/1964:
Quanto ao aspecto contábil (classificação legal - artigo 11 da Lei n. 4.320/1964), as recei-
tas públicas dividem-se em:
Art. 11. A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Recei-
tas de Capital.
• As Receitas correntes são aquelas receitas públicas que se esgotam dentro do período 
anual, como os casos das receitas e impostos que se extinguem no decurso da execu-
ção orçamentária. Compreendem as receitas tributárias, patrimoniais, industriais, entre 
outras. São as receitas destinadas a cobrir as despesas orçamentárias que visam à ma-
nutenção das atividades governamentais.
Veja a letra da lei:
Art. 11. § 1º São Receitas Correntes as receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, agropecu-
ária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis 
em Despesas Correntes.
As Receitas de capital são aquelas receitas públicas que, em regra, não alteram o PL - Pa-
trimônio Líquido do Estado, como os produtos de empréstimo contraídos pelo Estado a longo 
prazo. Compreendem, assim, a constituição de dívidas, dentre outros. Apenas a receita de 
capital decorrente da alienação de bens e direitos, quando por valor diferente do seu custo é 
que afeta o PL.
Veja a letra da lei:
Art. 11. § 2º São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos 
de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, destinadas a atender despesas classificáveis em Des-
pesas de Capital e, ainda, o superavit do Orçamento Corrente.
003. (CESPE/FUB/TÉCNICO/2018) Com relação a orçamento público, julgue o próximo item.
Os recursos obtidos com a venda de bens imóveis de propriedade da União pertencem à cate-
goria econômica das receitas correntes.
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http://www.jusbrasil.com.br/topicos/11668634/artigo-11-da-lei-n-4320-de-17-de-marco-de-1964
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/109228/lei-de-normas-gerais-de-direito-financeiro-lei-4320-64
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988
http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10640588/artigo-11-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Guarde que a receita de alienação é receita de capital e não receita corrente. Confira § 2º do 
artigo 11 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de cons-
tituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras 
pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas 
de Capital e, ainda, o superavit do Orçamento Corrente.
Errado.
... ainda temos mais dois parágrafos no artigo 11 que tratam da Receita. Veja a letra da Lei.
§ 3º O superavit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e 
despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo n. 1, não constituirá item de 
receita orçamentária. (Redação dada pelo Decreto Lei n. 1.939, de 1982)
§ 4ºA classificação da receita obedecerá ao seguinte esquema: (Redação dada pelo Decreto Lei n. 
1.939, de 1982)
RECEITAS CORRENTES
RECEITA TRIBUTÁRIA
Impostos.
Taxas.
Contribuições de Melhoria.
RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES
RECEITA PATRIMONIAL
RECEITA AGROPECUÁRIA
RECEITA INDUSTRIAL
RECEITA DE SERVIÇOS
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
OUTRAS RECEITAS CORRENTES
RECEITAS DE CAPITAL
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
ALIENAÇÃO DE BENS
AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS
TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL
OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL
004. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) A respeito das receitas extraorçamentá-
rias, julgue o item.
As receitas agropecuárias e industriais são exemplos típicos de receitas extraorçamentárias.
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del1939.htm
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Na verdade, as receitas agropecuárias e industriais são exemplos típicos de receitas or-
çamentárias.
Lembre-se que as Receitas extraorçamentárias são aqueles ingressos de recursos que não 
pertencem ao Estado, atuando como mero depositário, diferentemente das receitas orçamen-
tárias, que pertencem ao Estado.
Veja o que diz o artigo da Lei n. 4.320/1964 com grifos nossos:
Art. 11. A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Recei-
tas de Capital.
§ 1º São Receitas Correntes as receitas tributária, de contribuições, patrimonial, agropecuária, in-
dustrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras 
pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em 
Despesas Correntes.
Errado.
Veja agora o artigo 9º da Lei n. 4.320/1964 com grifos nossos que conceitua tributo:
Art. 9º Tributo é a receita derivada instituída pelas entidades de direito público, compreendendo 
os impostos, as taxas e contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria 
financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou especificas exercidas 
por essas entidades.
A Lei n. 4.320/1964, entre os artigos 12º e 15º trata da Despesa Pública.
Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas:
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Transferências Correntes
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
§ 1º Classificam-se como Despesas de Custeio as dotações para manutenção de serviços ante-
riormente criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de bens 
imóveis.
§ 2º Classificam-se como Transferências Correntes as dotações para despesas as quais não cor-
responda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções 
destinadas a atender à manifestação de outras entidades de direito público ou privado.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Por sua vez, de acordo com o previsto o artigo 12 da Lei n. 4.320/1964, a estrutura de agru-
pamento está um pouco diferente da estrutura atual, mas não está errada, já que a estrutura 
atual está apenas um pouco mais detalhada.
Se numa eventual questão de prova o examinador pedir para você julgar a seguinte asser-
tiva: “de acordo com a Lei n. 4.320/1964, as despesas correntes têm como grupo despesas de 
custeio e transferências correntes”, você pode marcar a questão como correta.
A execução da despesa orçamentária pública transcorre em três estágios, que, conforme pre-
visto na Lei n. 4.320/1964 são: empenho, liquidação e pagamento. Entretanto, a doutrina 
majoritária inclui a Fixação da despesa como sendo um dos estágios. Assim, a fixação, etapa 
inerente ao Planejamento da Despesa, está presente na Doutrina e no MCASP – MANUAL DE 
CONTABILIDADE DO SETOR PÚBLICO, mas não na legislação vigente.
A Lei n. 4.320/1964, em seu art. 35, II, dispõe que pertencem ao exercício financeiro as 
despesas nele legalmente empenhadas.
Mas, e você, sabe o que é empenho?
O empenho é o primeiro estágio da despesa. Nos termos do disposto no art. 58 da Lei n. 
4.320/1964, o empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para 
o Estado obrigação de pagamento, pendente ou não de implemento de condição.
Vale dizer que o empenho não cria obrigação jurídica de pagar, mas destaca, das dotações 
orçamentárias destinadas à satisfação da despesa, a quantia necessária ao resgate do débito.
O empenho reserva parte dos créditos disponíveis. Dispositivo do art. 60 da Lei 4.320/1964 
veda a realização de despesa sem prévio empenho.
Em observância ao princípio do equilíbrio, a Lei 4.320/1964 determinou, em seu art. 59, 
que os empenhos não ultrapassem o limite dos créditos concedidos. Dessa forma, evita-se a 
criação de obrigação de pagamento além da capacidade do Estado.
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Lei n. 4.320/1964
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A liquidação é o segundo estágio da despesa e é caracterizada pela entrega dos bens e 
serviços contratados. Nos termos do disposto no art. 63 da Lei n. 4.320, de 17/03/1964, a li-
quidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base 
os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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O pagamento é o terceiro e último estágio da despesa. Dispositivo constante do artigo 
64 da Lei n. 4.320/1964 define: a ordem de pagamento é o despacho exarado por autoridade 
competente, determinando que a despesa seja paga.
A Lei n. 4.320/1964, em seu art. 12, institui a classificação das despesas segundo sua 
categoria econômica.
A classificação por categoria econômica é dividida em duas categorias: Despesa Corrente 
e Despesa de Capital.
As Despesas Correntes são as que não contribuem diretamente para a formação ou 
aquisição de um bem de capital. São, portanto, as que contribuem para a manutenção das 
atividades.
As Despesas de Capital, ao contrário, contribuem diretamente para a formação ou aquisi-
ção de um bem de capital, implicando em aumento patrimonial.
Despesas Correntes:
As Despesas Correntes são subdivididas em Despesas de Custeio e Transferências 
Correntes.
3. Despesas Correntes.
3.1. Despesas de Custeio.
3.2. Transferências Correntes.
Segundo o art. 12, § 1º, da Lei n. 4.320/1964, Despesas de Custeio são as destinadas à 
manutenção de serviços anteriormente criados, inclusive as destinadas a atender a obras de 
conservação e adaptação de bens imóveis.As Transferências Correntes, por outro lado, são as dotações para despesas às quais não 
corresponda contraprestação direta em bens ou serviços.
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Lei n. 4.320/1964
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Além dessas, classificam-se como correntes as contribuições e subvenções destinadas a 
atender à manutenção de outras entidades de direito público ou privado, neste caso, evidente-
mente, com contraprestação em bens ou serviços deficitários, mas de interesse público.
As transferências podem ser constitucionais, legais, decorrentes de convênios ou contra-
tos de repasse ou simplesmente decorrentes de autorizações orçamentárias.
As subvenções são transferências destinadas a cobrir despesas de custeio das entidades 
beneficiadas, distinguindo-se como subvenções sociais e econômicas.
As subvenções sociais são as que se destinem a instituições públicas ou privadas de cará-
ter assistencial ou cultural, sem finalidade lucrativa.
As subvenções econômicas são as que se destinem a empresas públicas ou privadas de 
caráter industrial, comercial, agrícola ou pastoril.
Fundamentalmente e nos limites das possibilidades financeiras a concessão de subven-
ções sociais visará a prestação de serviços essenciais de assistência social, médica e educa-
cional, sempre que a suplementação de recursos de origem privada aplicados a esses objeti-
vos, revelar-se mais econômica.
O valor das subvenções, sempre que possível, será calculado com base em unidades de 
serviços efetivamente prestados ou postos à disposição dos interessados obedecidos os pa-
drões mínimos de eficiência previamente fixados.
Somente à instituição cujas condições de funcionamento forem julgadas satisfatórias pe-
los órgãos oficiais de fiscalização serão concedidas subvenções.
A cobertura dos déficits de manutenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou 
não, far-se-á mediante subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas cor-
rentes do orçamento da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal.
Consideram-se, igualmente, como subvenções econômicas as dotações destinadas a co-
brir a diferença entre os preços de mercado e os preços de revenda, pelo Governo, de gêneros 
alimentícios ou outros materiais e as dotações destinadas ao pagamento de bonificações a 
produtores de determinados gêneros ou materiais.
005. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) De acordo com a Lei do Direito Financei-
ro — Lei Federal n. 4.320/1964 — e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) — Lei Complementar 
n. 101/2000 — e suas alterações, julgue o seguinte item.
A Lei do Direito Financeiro define subvenção econômica como uma despesa corrente destina-
da a empresa agrícola, pastoril, industrial ou comercial.
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Lei n. 4.320/1964
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De acordo com a Lei n. 4.320/1964, as subvenções são transferências correntes (que são des-
pesas correntes) e destinam-se a empresas públicas ou privadas de caráter industrial, comer-
cial, agrícola ou pastoril. Confira no art. 12 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 12.
(...)
§ 2º Classificam-se como Transferências Correntes as dotações para despesas as quais não cor-
responda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções 
destinadas a atender à manifestação de outras entidades de direito público ou privado.
§ 3º Consideram-se subvenções, para os efeitos desta lei, as transferências destinadas a cobrir 
despesas de custeio das entidades beneficiadas, distinguindo-se como:
I – subvenções sociais, as que se destinem a instituições públicas ou privadas de caráter assisten-
cial ou cultural, sem finalidade lucrativa;
II – subvenções econômicas, as que se destinem a empresas públicas ou privadas de caráter in-
dustrial, comercial, agrícola ou pastoril.
Certo.
A Lei de Orçamento não consignará ajuda financeira, a qualquer título, a empresa de fins 
lucrativos, salvo quando se tratar de subvenções cuja concessão tenha sido expressamente 
autorizada em lei especial.
Despesas de Capital:
As Despesas de Capital são subdivididas em Investimentos, Inversões Financeiras e Trans-
ferências de Capital.
4. Despesas de Capital.
4.1. Investimentos.
4.2. Inversões Financeiras.
4.3. Transferências de Capital.
Investimentos: são as dotações para o planejamento e a execução de obras, inclusive as 
destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à sua realização, bem como 
para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos e material 
permanente e constituição ou aumento do capital de empresas industriais ou agrícolas.
Classificam-se, também, como Investimentos, as Sentenças Judiciárias e Despesas de 
Exercícios Anteriores, quando expressamente se referirem a investimentos.
Inversões Financeiras: são as dotações destinadas à aquisição de imóveis, ou de bens de 
capital já em utilização, aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entida-
des de qualquer espécie, já constituídas, quando a operação não importe aumento do capital, e 
a constituição ou aumento do capital de entidades ou empresas que visem a objetivos comer-
ciais ou financeiros, inclusive operações bancárias ou de seguros.
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DICA:
A construção de um prédio, portanto, constitui investimento, 
enquanto a aquisição de um prédio já em utilização consiste 
em inversão financeira. A aquisição de um imóvel novo para 
ser utilizado especificamente no fim a que se destina o órgão 
público é classificada como investimento.
006. (CESPE/PREFEITURA-MANAUS/PROCURADOR/2018) Acerca da Lei n. 4.320/1964 e 
das receitas e despesas públicas, julgue o próximo item.
A dotação orçamentária inserida no orçamento do município que se destine à constituição de 
instituição bancária é classificada como investimento.
Na verdade, a Lei n. 4.320/1964 determina que a dotação para a constituição de instituição 
bancária seja classificada como inversão financeira. Confira com grifos nossos:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Art. 12. § 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização;
II – aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, 
já constituídas, quando a operação não importe aumento do capital;
III – constituição ou aumento do capital de entidades ou empresas que visem a objetivos comerciais 
ou financeiros, inclusive operações bancárias ou de seguros.
Errado.
Transferências de Capital: são as dotações para investimentos ou inversões financeirasque outras pessoas de direito público ou privado devam realizar, independentemente de con-
traprestação direta em bens ou serviços, constituindo essas transferências auxílios ou contri-
buições, segundo derivem diretamente da Lei de Orçamento ou de lei especial anterior, bem 
como as dotações para amortização da dívida pública.
007. (CESPE/FUB/TÉCNICO/2018) Com relação a orçamento público, julgue o próximo item.
Gastos com obras de conservação de bens imóveis são considerados inversões financeiras e 
devem ser classificados na categoria econômica das despesas correntes.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964, os gastos com obras de conservação de bens imóveis são 
considerados são despesas de custeio e não despesas com inversões financeiras (de capi-
tal), devendo ser classificados na categoria econômica das despesas correntes.
Errado.
Já o artigo 13 da Lei n. 4.320/1964 apresenta os elementos:
Art. 13. Observadas as categorias econômicas do art. 12, a discriminação ou especificação da des-
pesa por elementos, em cada unidade administrativa ou órgão de governo, obedecerá ao seguinte 
esquema:
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 DESPESAS CORRENTES
 Despesas de Custeio
- Pessoa Civil
- Pessoal Militar
- Material de Consumo
- Serviços de Terceiros
- Encargos Diversos
 Transferências Correntes
- Subvenções Sociais
- Subvenções Econômicas
- Inativos
- Pensionistas
- Salário Família e Abono Familiar
- Juros da Dívida Pública
-Contribuições de Previdência Social
-Diversas Transferências Correntes.
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
-Obras Públicas
-Serviços em Regime de Programação Especial
-Equipamentos e Instalações
-Material Permanente
-Participação em Constituição ou Aumento de Capital de 
Empresas ou Entidades Industriais ou Agrícolas
Inversões Financeiras
- Aquisição de Imóveis
- Participação em Constituição ou Aumento de Capital de 
Empresas ou Entidades Comerciais ou Financeiras
- Aquisição de Títulos Representativos de Capital de 
Empresa em Funcionamento
- Constituição de Fundos Rotativos
- Concessão de Empréstimos
- Diversas Inversões Financeiras
Transferências de Capital
- Amortização da Dívida Pública
- Auxílios para Obras Públicas
- Auxílios para Equipamentos e Instalações
- Auxílios para Inversões Financeiras
- Outras Contribuições.
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RESUMINDO, TEMOS:
Quanto à 
LEI N. 46320/1964
Transferências 
Correntes
Despesas de 
Custeio
Investimentos
Inversões 
Financeiras
Transferências 
de Capital
Despesas Correntes Despesas de Capital
O artigo 15 da Lei n. 4.320/1964, diz que a despesa na lei do orçamento será detalhada até 
o nível elemento e seu §2º traz o requisito para classificação de material permanente como 
duração superior a dois anos:
Art. 15. Na Lei de Orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos.
§ 1º Entende-se por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras 
e outros meios de que se serve a administração pública para consecução dos seus fins.
§ 2º Para efeito de classificação da despesa, considera-se material permanente o de duração su-
perior a dois anos.
Os artigos 16º e 17º, além do 12º, tratam do direito a receber subvenções sociais. Veja o 
que diz o artigo 17 na transcrição seguinte:
Art. 17. Somente à instituição cujas condições de funcionamento forem julgadas satisfatórias pelos 
órgãos oficiais de fiscalização serão concedidas subvenções.
Amigo(a), a Lei deixa claro que é dever de qualquer ente da Federação fiscalizar previamen-
te todas as instituições que pleiteiam esses recursos.
Vale destacar que o artigo em tela prevê fiscalização antes da elaboração do orçamento. 
Contudo, é da responsabilidade dos órgãos de fiscalização (Controle Interno e Externo) verifi-
car o ato do agente público que aprovou a entidade, como também a aplicação dos recursos 
na forma ajustada.
Já as subvenções econômicas são tratadas no artigo 12 e no 18. Veja o 18:
Art. 18. A cobertura dos deficits de manutenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou 
não, far-se-á mediante subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas correntes 
do orçamento da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964, os recursos públicos destinados a cobrir despesas de 
custeio de empresa pública de caráter agrícola ou pastoril é uma subvenção econômica, e não 
social como diz a assertiva.
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Lei n. 4.320/1964
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Veja o que diz o artigo 12, em seu parágrafo 3º:
§ 3º Consideram-se subvenções, para os efeitos desta lei, as transferências destinadas a cobrir 
despesas de custeio das entidades beneficiadas, distinguindo-se como:
I – subvenções sociais, as que se destinem a instituições públicas ou privadas de caráter assisten-
cial ou cultural, sem finalidade lucrativa;
II – subvenções econômicas, as que se destinem a empresas públicas ou privadas de caráter indus-
trial, comercial, agrícola ou pastoril.
O artigo 20 trata dos investimentos e dos PETs (Programas Especiais de Trabalho). Veja:
Art. 20. Os investimentos serão discriminados na Lei de Orçamento segundo os projetos de obras 
e de outras aplicações.
Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se 
subordinado às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeados por dotações glo-
bais, classificadas entre as Despesas de Capital.
Vale destacar que, no caput deste artigo, a Lei tratou de enfatizar que as obras a serem 
realizadas devem estar vinculadas a um projeto.
Acrescenta-se que outras aplicações, obviamente relacionadas às que mencionam, tam-
bém devem constar da dotação. Essas “outras aplicações” são despesas de custeio referentes 
aos investimentos que deverão começar a operar no exercício financeiro, para o qual se ela-
bora o orçamento com data e valores aproximados, para que possam constar do orçamento.
Por sua vez, o artigo 22 trata do conteúdo e forma da proposta orçamentária.
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Lei n. 4.320/1964
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De acordo com o artigo 22 da Lei n. 4.320/1964, no que diz respeito ao seu conteúdo, a 
proposta orçamentária que o Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional nos prazos 
estabelecidos nas Constituições e nas leis orgânicas dos municípios, será composta por:
• Mensagem, que conterá exposição circunstanciada da situação econômico-financeira, 
documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante, saldos de créditos es-
peciais, restos a pagar e outros compromissos financeiros exigíveis;exposição e justi-
ficação da política econômico-financeira do Governo; justificação da receita e despesa, 
particularmente no tocante ao orçamento de capital.
Importante registrar que essa mensagem presidencial é o instrumento de comunicação ofi-
cial entre o Presidente da República e o Poder Legislativo usado para encaminhar os projetos 
do PPA, da LDO e da LOA.
• Projeto de Lei de Orçamento.
• Tabelas explicativas sobre receitas e despesas de vários anos, em colunas distintas e 
para fins de comparação.
• Especificação dos programas especiais de trabalho custeados por dotações globais, 
em termos de metas visadas, decompostas em estimativa do custo das obras a realizar 
e dos serviços a prestar, acompanhadas de justificação econômica, financeira, social e 
administrativa.
Os artigos 23 a 26 tratam das previsões plurianuais e do 27 ao 31 em ao das previsões 
anuais, deixando para os artigos 32 e 33 regularem a elaboração da LOA e para os artigos 34 
ao 39 a regulação dos exercícios financeiros.
O artigo 35 da Lei n. 4.320/1964 cai muito em prova. Confira:
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:
I – as receitas nele arrecadadas;
II – as despesas nele legalmente empenhadas.
As receitas públicas devem ser registradas no exercício financeiro que ocorrer a arrecadação 
e as despesas no exercício que ocorra o empenho.
008. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) Com relação aos regimes contábeis or-
çamentário e patrimonial, julgue o item a seguir.
O reconhecimento da receita no regime contábil orçamentário ocorre no momento de sua arre-
cadação, em obediência ao regime de competência.
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A Lei n. 4.320/1964, que estatui normas de finanças e contabilidade pública, adotou o regime 
contábil orçamentário misto, em que as receitas públicas devem ser registradas no exercício 
financeiro que ocorrer a arrecadação e as despesas no exercício que ocorra o empenho.
Esse regime adota a competência para a despesa e o regime de caixa para as receitas. Confira 
com grifos nossos:
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:
I – as receitas nele arrecadadas;
II – as despesas nele legalmente empenhadas.
Errado.
O nosso Orçamento Público pode ser alterado desde que respeitando uma séria de regra-
mentos constitucionais e legais, como o inciso VI do artigo 167 da CF/1988 e os artigos 40 a 
46 da Lei n. 4.320/1964 que tratam dos créditos adicionais.
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TÍTULO V
Dos Créditos Adicionais
Art. 40. São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente 
dotadas na Lei de Orçamento.
Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:
I – suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;
II – especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;
III – extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção 
intestina ou calamidade pública.
Os Créditos Adicionais classificam-se em suplementares, especiais e extraordinárias.
Suplementares ExtraordináriosEspeciais
Créditos adicionais
Importante ter em mente que as emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos 
projetos que o modifiquem (créditos adicionais) somente podem ser aprovadas caso:
• I – sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias;
• II – indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação 
de despesa, excluídas as que incidam sobre:
−	 dotações para pessoal e seus encargos;
−	 serviço da dívida;
−	 transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e o Distrito Fe-
deral; ou
−	 III – sejam relacionadas:
−	 com a correção de erros e omissões; ou
−	 com os dispositivos do texto do projeto de lei.
O ato que abrir crédito adicional indicará a importância, a sua espécie e a classificação da 
despesa, até onde for possível.
CRÉDITOS SUPLEMENTARES E ESPECIAIS:
Os créditos suplementares são destinados ao reforço de dotação orçamentária existente.
De modo distinto, os créditos especiais são destinados a despesas para as quais não haja 
dotação orçamentária específica.
Tanto os créditos suplementares quanto os especiais serão autorizados por lei e abertos 
por decreto executivo.
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É vedada a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa 
e sem indicação dos recursos correspondentes.
A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos 
disponíveis para acorrer à despesa e será precedida de exposição justificativa.
Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:
I – o superavit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior, entendido com a 
diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos 
dos créditos adicionais transferidos e as operações de crédito a eles vinculadas;
II – os provenientes de excesso de arrecadação, entendido como o saldo positivo das diferenças 
acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a ten-
dência do exercício. Para o fim de apurar os recursos utilizáveis, provenientes de excesso de arre-
cadação, deduzir-se-á a importância dos créditos extraordinários abertos no exercício.
III – os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicio-
nais, autorizados em Lei;
IV – o produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao 
poder executivo realizá-las.
Os créditos adicionais terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados.
No caso dos créditos especiais e extraordinários, se o ato de autorização for promulgado 
nos últimos quatro meses daquele exercício, serão reabertos nos limites de seus saldos e 
incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.
CRÉDITOS EXTRAORDINÁRIOS:
Podemos conceituar os créditos extraordinários como sendo aqueles usados para des-
pesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de uma calamidade pública (como é o 
caso do COVID-19), de uma eventual comoção interna ou até mesmo de uma guerra.
O PULO DO GATO
Note uma pequena diferença entre as conceituações da CF/1988 e da Lei n. 4.320/1964:
Créditos Extraordinários
Os destinados a despesas urgen-
tes e imprevistas, em caso de 
guerra, comoção intestina ou cala-
midade pública.
(Lei n. 4.320: art. 41, III)
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Lei n. 4.320/1964
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Créditos Extraordinários
A aberturade crédito extraordinário 
somente será admitida para atender 
a despesas imprevisíveis e urgen-
tes, como as decorrentes de guerra, 
comoção interna ou calamidade pública, 
observando o disposto no art. 62.
(Constituição Federal de 1988. art. 167, § 3º)
Importante saber que despesas imprevisíveis não são despesas imprevistas, já que no 
caso das imprevistas elas, por uma falha humana, poderiam estar presentes na LOA, mas não 
o foram, diferentemente daquelas decorrentes de calamidade pública, de comoção interna ou 
de guerra, já que eventos como esses dificilmente seriam previstos de modo a que suas res-
pectivas despesas possam constar na LOA, como foi o caso do CORONAVÍRUS para o Orça-
mento de 2020.
A ideia do legislador, ao permitir a adoção de créditos extraordinários para atender às des-
pesas urgentes e imprevisíveis, foi viabilizar os recursos sem a necessidade de sua indicação 
prévia, como os demais créditos orçamentários.
Destaque ainda que a não obrigatoriedade da indicação do compensatória de cancela-
mento de créditos equivalentes em montante não contraria o princípio do equilíbrio orçamen-
tário, como disposto no artigo 62 da CF/1988, que autoriza a adoção das medidas provisó-
rias como instrumento a ser usado na abertura de créditos extraordinários. Sendo aplicáveis, 
nesse caso, além dos pressupostos de imprevisibilidade e urgência, também o de relevância.
DICA:
Guarde, portanto, que a abertura de créditos extraordinários 
por meio de medidas provisórias somente deve ser usado nas 
situações imprevisíveis, urgentes e relevantes.
Na União os Créditos Extraordinários são abertos por MP.
Nos Estados que dispuserem do instrumento de MP os Créditos Extraordinários também 
devem ser abertos por MP.
Para os Municípios e Estados que não dispuserem do instrumento de MP, os Créditos Ex-
traordinários são abertos diretamente por Decreto do Executivo.
Leve isso para a prova.
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Lei n. 4.320/1964
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O que acontece e gera essa confusão é que na Lei n. 4.320/1964, fala que os “Créditos 
Extraordinários devem ser abertos por Decreto do Executivo que deles dará conhecimento ao 
Poder Legislativo”, diferentemente dos créditos suplementares e especiais que são autoriza-
dos por lei e abertos por Decreto do Executivo.
Importante destacar que a lei de conversão não tem o condão de convalidar eventuais ví-
cios da respectiva medida provisória.
Guarde as principais características de cada modalidade de crédito adicional no dese-
nho a seguir:
Créditos
adicionais
Suplementares
Especiais
Extraordinários
Reforço de dotação, autorização le-
gislativa, indicar fonte de 
recursos.
Novas despesas, autorização le-
gislativa, indicar fonte de 
recursos.
Guerra, comoção e calamidade; 
autorização por medida provisória; não é 
preciso indicar a fonte de 
recursos.
Se autorizado nos últimos quatro me-
ses, pode ser reaberto no ano seguinte, 
no limite de seus saldos. 
009. (CESPE/COGE-CE/AUDITOR/2019/ADAPTADA) Com base nas regras do orçamento pú-
blico dispostas na Lei n. 4.320/1964, Julgue.
Os créditos adicionais suplementares são destinados a despesas para as quais não haja dota-
ção orçamentária específica.
Falsa, já que os créditos adicionais especiais são destinados a despesas para as quais não 
haja dotação orçamentária específica, conforme artigo 41 da Lei n. 4.320/1964.
Errado.
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Lei n. 4.320/1964
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Nos artigos 47 a 70 temos a regulação da execução do orçamento, desde a programação da 
despesa e sua realização até aspectos da receita.
010. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) A respeito da receita orçamentária, jul-
gue o item.
São classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, todas as receitas arre-
cadadas — incluídas as provenientes de operações de crédito, ainda que não previstas no orça-
mento —, as operações de crédito por antecipação da receita e as emissões de papel-moeda.
De início, vamos ver o que está disposto no artigo 57 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único do artigo 3º desta lei serão classificadas como 
receita orçamentária, sob as rubricas próprias, todas as receitas arrecadadas, inclusive as prove-
nientes de operações de crédito, ainda que não previstas no Orçamento.
Note agora que a assertiva não levou em consideração a ressalva feita no artigo 3º dessa nor-
ma. Confira com grifos nossos:
Art. 3º Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de crédito por 
antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e 
passivo financeiros.
Assim, podemos ver que a Lei n. 4.320/1964 excluiu as receitas citadas no parágrafo único do 
artigo 3º do conceito de receita orçamentária, e, entre elas, estão as operações de crédito por 
antecipação da receita e as emissões de papel-moeda.
Errado.
Vale destacar que, segundo o artigo 58 da a Lei n. 4.320/1964, toda despesa efetuada na 
Administração Pública, de qualquer dos entes federativos (União, estados, Distrito Federal e 
municípios) deve seguir três estágios: empenho, liquidação e pagamento.
011. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) Em relação à despesa orçamentária, jul-
gue o item.
O empenho do tipo global é utilizado para despesas contratuais ou outras de valor determina-
do, sujeitas a parcelamento.
Veja o que diz o artigo 60 da Lei n. 4.320/1964 reproduzido com grifos nossos:
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Lei n. 4.320/1964
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Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.
§ 1º Em casos especiais previstos na legislação específica será dispensada a emissão da nota de 
empenho.
§ 2º Será feito por estimativa o empenho da despesa cujo montante não se possa determinar.
§ 3º É permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento.
Certo.
012. (CESPE/PREFEITURA-BH/PROCURADOR/2017/ADAPTADA) No que tange à execução 
orçamentária,
É vedada a realização de despesa sem prévio empenho, admitindo-se, todavia, a sua realização 
por estimativa de despesas submetidas a parcelamento.
Na verdade, a Lei n. 4.320/1964 veda a realização de despesa sem prévio empenho. No caso 
das despesas sujeitas a parcelamento, elas devem ser realizadas por empenho global e não 
por estimativa. Confira na Lei n. 4.320/1964 com grifos nossos:
Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.
§ 1º Em casos especiais previstos na legislação específica será dispensada a emissão da nota de 
empenho.
§ 2º Será feito por estimativa o empenho da despesa cujo montante não se possa determinar.
§ 3º É permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento.
Errado.
013. (CESPE/EBSERH/ANALISTA/2018) Com relação a despesa pública, julgue o item 
subsequente.
As disponibilidades da dotação orçamentária correspondente, a determinadas despesas re-
gularmente empenhadas são reduzidas em montante equivalente ao da despesano momento 
do empenho.
Tenha em mente que o empenho não poderá exceder o limite dos créditos concedidos.
Assim, quando um empenho é emitido, gera-se um documento denominado “nota de empe-
nho”, o qual indica o valor da despesa e a dedução desta do saldo da dotação orçamentária 
correspondente. Confira no artigo 61 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 61. Para cada empenho será extraído um documento denominado “nota de empenho” que indi-
cará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a dedução desta do 
saldo da dotação própria.
Certo.
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Importante também conhecer o artigo 68 da Lei n. 4.320/1964 que trata do regime de 
adiantamento (suprimentos de fundos):
Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos em 
lei e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria 
para o fim de realizar despesas, que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
014. (CESPE/MPE-PI/ANALISTA/2018) De acordo com a Lei n. 4.320/1964, na administra-
ção pública, as despesas de pequeno vulto podem ser viabilizadas por meio de suprimentos 
de fundos.
Conforme essa lei, o suprimento de fundos consiste na entrega de numerário a servidor, sem-
pre precedida de empenho na dotação própria.
Conforme o exposto na assertiva no artigo 68 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos.
Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos em 
lei e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria 
para o fim de realizar despesas, que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
Certo.
Vamos agora conhecer os 2 conceitos de dívida pública presentes na Lei n. 4.320/1964, 
a norma geral das finanças públicas e dos orçamentos. É comum o examinador cobrar a sua 
literalidade. Confira com grifos nossos:
Dívida Flutuante:
Art. 92. A dívida flutuante compreende:
I – os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II – os serviços da dívida a pagar;
III – os depósitos;
IV – os débitos de tesouraria.
015. (CESPE/FUB/ANALISTA/2018) Com relação aos procedimentos relativos ao encerra-
mento do exercício financeiro, julgue o item subsecutivo.
Despesas inscritas em restos a pagar devem ser incluídas no montante da dívida fundada.
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Na verdade, os restos a pagar estão compreendidos na dívida flutuante, não na dívida funda-
da. Confira na Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 92. A dívida flutuante compreende:
I – os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II – os serviços da dívida a pagar;
III – os depósitos;
IV – os débitos de tesouraria.
Errado.
Dívida Fundada:
Art. 98. A dívida fundada compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses, 
contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financeiro de obras e serviços públicos.
Parágrafo único. A dívida fundada será escriturada com individuação e especificações que permi-
tam verificar, a qualquer momento, a posição dos empréstimos, bem como os respectivos serviços 
de amortização e juros.
Dessa forma, vemos que, quanto à duração, de acordo com a Lei n. 4.320/1964, a dívida pública 
subdivide-se em flutuante ou fundada. Já os conceitos detalhados no Decreto n. 93.872/1986 
são mais abrangentes. De acordo com esse dispositivo, a dívida flutuante compreende os 
compromissos exigíveis, cujo pagamento independe de autorização orçamentária, assim 
entendidos:
• Os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida.
• Os serviços da dívida.
• Os depósitos, inclusive consignações em folha.
• As operações de crédito por antecipação de receita.
• O papel-moeda ou moeda fiduciária.
Já em relação à dívida fundada ou consolidada, de acordo com o mencionado Decreto, 
ela compreende os compromissos de exigibilidade superior a 12 meses contraídos mediante 
emissão de títulos ou celebração de contratos para atender a desequilíbrio orçamentário, ou 
a financiamento de obras e serviços públicos, e que dependam de autorização legislativa para 
amortização ou resgate.
Dessa maneira, quanto ao prazo, de acordo com a Lei n. 4.320/1964, a dívida pública podes 
ser classificada em:
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Lei n. 4.320/1964
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• flutuante, ou seja, aquele empréstimo com pagamento em até doze meses, em conso-
nância com o artigo 92 da Lei n. 4.320/1964. Esse tipo de empréstimo é usado, normal-
mente, para suprir deficiências de caixa e custear despesas correntes (custeio da má-
quina pública), não sendo permitido captar esse tipo de empréstimo para a realização 
de investimentos.
• fundada ou consolidada, ou seja, aquela operação de crédito com prazo de resgate su-
perior a doze meses, em consonância com o artigo 98 da Lei n. 4.320/1964 e com o 
artigo 29, inciso I da LRF. Esse tipo de empréstimo é usado, normalmente, para amenizar 
desequilíbrio orçamentário ou financiar obras e serviços públicos.
Entre os artigos 71 e 74 são regulados os fundos especiais.
Os fundos especiais são constituídos por um grupo de receitas especificadas por lei, que 
se vinculam à realização de determinados objetivos ou serviços, sendo que a aplicação des-
ses recursos ocorre mediante dotação a ser consignada na Lei de Orçamento ou em créditos 
adicionais.
Um bom exemplo de fundo especial é Fundo do RGPS – Regime Geral de Previdência Social.
De acordo com o glossário do Senado Federal:
(...)os fundos são instrumentos orçamentários criados por lei para vinculação de recursos ou con-
junto de recursos destinados à implementação de programas, projetos ou atividades com objetivos 
devidamente caracterizados.
Os fundos podem ser de 2 tipos: de natureza contábil ou de natureza financeira. Guarde 
logo que eles são muito semelhantes, cabendo à respectiva lei que os instituir fazer a es-
pecificação.
Os fundos de natureza contábil são evidenciados em registros contábeis onde as disponi-
bilidades financeiras são destinadas a atender saques efetuados diretamente contra o caixa 
do Tesouro Nacional.
Os fundos de natureza financeira são constituídos por meio da movimentação de recur-
sos de caixa do Tesouro Nacional para depósitos em estabelecimentos oficiais de crédito, 
de acordo com o cronograma aprovado, para atender aos saques previstos em programação 
específica.
Não confundir os fundos especiais com os fundos de incentivos fiscais, aqueles que usam 
recursos oriundos de incentivos fiscais para aplicação em áreas específicas como o fundo 
relativo à parte do Imposto de Renda destinado a projetos para desenvolver o cinema nacional.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Do artigo 75 até o 110 são apresentadas as disposições relativas ao controle da execução 
orçamentária, incluindo o patrimônio público e os balanços.
O controle interno é aquele realizado pelo órgão no âmbito da própria Administração, do 
próprio Poder, dentro de sua estrutura. O controle externo é aquele realizado por uma institui-
ção independente e autônoma. Veja o dispositivo da Lei n. 4.320/1964:
Art. 75. O controle da execução orçamentária compreenderá:
I – a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, o 
nascimento ou a extinção de direitos e obrigações;
II – a fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por bens e valores públicos;
III – o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários e em termos de reali-
zação de obras e prestação de serviços.
016. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) Acerca do controle da atividade financei-
ra do Estado e do controle exercido pelos tribunais de contas, julgue o item.
Cabe ao Poder Legislativo o controle da execução orçamentária com fins de verificar a probi-
dade da administração pública e o legal emprego dos dinheiros públicos.
Confira no artigo 81 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 81. O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por objetivo verificar a 
probidade da administração, a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da 
Lei de Orçamento.
Certo.
O controle da execução orçamentária, previsto na Lei n. 4.320/1964, estabelece três tipos 
de controle orçamentário:
• o de legalidade dos atos (prévio, concomitante ou subsequente);
• da fidelidade funcional dos agentes públicos; e
• o cumprimento do programa orçamentário.
Veja agora os principais pontos da Lei n. 4.320/1964 acerca do controle interno:
−	 O Poder Executivo exercerá os três tipos de controle: legalidade, fidelidade funcional 
e cumprimento do programa de trabalho, sem prejuízo das atribuições do Tribunal de 
Contas ou órgão equivalente.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
−	 O órgão incumbido da elaboração da proposta orçamentária ou a outro indicado na 
legislação, caberá o controle estabelecido no cumprimento do programa de trabalho. 
Esse controle far-se-á, quando for o caso, em termos de unidades de medida, previa-
mente estabelecidos para cada atividade.
−	 No que diz respeito à verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária, 
guarde que ela deve ser prévia, concomitante e subsequente.
−	 No que diz respeito à prestação ou tomada de contas anual, quando instituída em lei, 
ou por fim de gestão, poderá haver, a qualquer tempo, levantamento, prestação ou 
tomada de contas de todos os responsáveis por bens ou valores públicos.
−	 É da competência dos serviços de contabilidade ou órgãos equivalentes verificar a 
exata observância os limites das cotas trimestrais atribuídas a cada unidade orça-
mentária, dentro do sistema que for instituído para esse fim.
Vamos aos principais pontos na Lei n. 4.320/1964 sobre o Controle Externo:
−	 O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por objetivo verifi-
car a probidade da administração, a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e 
o cumprimento da Lei de Orçamento.
−	 O Poder Executivo, anualmente, prestará contas ao Poder Legislativo, no prazo esta-
belecido nas Constituições ou nas Leis Orgânicas dos Municípios.
−	 As contas do Poder Executivo serão submetidas ao Poder Legislativo, com Parecer 
prévio do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
−	 Quando, no Município não houver Tribunal de Contas ou órgão equivalente, Câmara 
de Vereadores poderá designar peritos contadores para verificarem as contas do pre-
feito e sobre elas emitirem parecer.
Finalmente, temos os artigos 111 a 114 que tratam das disposições finais.
O ideal é que você possa ler esta Lei ao longo do curso e reler na semana da prova.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
RESUMO
Receitas Públicas na Lei 4.320/1964.
Classificação das Receitas Públicas pela Lei 4.320/1964.
Guarde a “estrutura” prevista nessa lei:
• RECEITAS CORRENTES.
• RECEITA TRIBUTÁRIA.
• Impostos.
• Taxas.
• Contribuições de Melhoria.
• RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES.
• RECEITA PATRIMONIAL.
• RECEITA AGROPECUÁRIA.
• RECEITA INDUSTRIAL.
• RECEITA DE SERVIÇOS.
• TRANSFERÊNCIAS CORRENTES.
• OUTRAS RECEITAS CORRENTES.
• RECEITAS DE CAPITAL.
• OPERAÇÕES DE CRÉDITO.
• ALIENAÇÃO DE BENS.
• AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS.
• TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL.
• OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL.
Guarde também o conceito das receitas correntes e de capital de acordo com a letra da Lei 
n. 4.320/1964:
Art. 11. A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Recei-
tas de Capital.
Art. 11. § 1º São Receitas Correntes as receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, agropecu-
ária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis 
em Despesas Correntes.
Art. 11. § 2º São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos 
de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, destinadas a atender despesas classificáveis em Des-
pesas de Capital e, ainda, o superavit do Orçamento Corrente.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Guarde que na Lei n. 4.320/1964, em seu artigo 51, foi instituída a previsão da receita, além 
dos estágios da execução da receita orçamentária que são o lançamento, a arrecadação e o 
recolhimento.
DESPESAS PÚBLICAS NA LEI N. 4.320/1964:
No que diz respeito às fases, estágios ou etapas da despesa, guarde que a execução da 
despesa orçamentária pública transcorre em três estágios, que conforme previsto na Lei n. 
4.320/1964 são: empenho, liquidação e pagamento. No entanto, a doutrina majoritária inclui 
a Fixação da despesa como sendo um dos estágios, integrando o Planejamento.
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
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Lei n. 4.320/1964AFO
Manuel Piñon
O empenho é o primeiro estágio da despesa. Nos termos do disposto no art. 58 da Lei n. 
4.320/1964, o empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para 
o Estado obrigação de pagamento, pendente ou não de implemento de condição. O empenho 
não cria obrigação jurídica de pagar, mas destaca, das dotações orçamentárias destinadas à 
satisfação da despesa, a quantia necessária ao resgate do débito.
A liquidação é o segundo estágio da despesa e é caracterizada pela entrega dos bens e 
serviços contratados. Nos termos do disposto no art. 63 da Lei n. 4.320, de 17/03/1964, a li-
quidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base 
os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
O pagamento é o terceiro e último estágio da despesa. Dispositivo constante do artigo 64 
da Lei 4.320/1964 define: a ordem de pagamento é o despacho exarado por autoridade com-
petente, determinando que a despesa seja paga.
A Lei n. 4.320/1964, em seu art. 15, estabelece o princípio da descriminação que exige 
que as despesas sejam discriminadas, no mínimo, por elementos. Em seguida, define ele-
mentos como:
(...)o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras e outros meios de que se 
serve a administração pública para a consecução dos seus fins.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Classificação da Despesa Pública da Lei n. 4.320/1964:
O artigo 2º da Lei n. 4.320/1964 estabelece que o orçamento terá quadro demonstrativo da 
Receita e Despesa organizado pela Categoria Econômica.
A despesa é classificada nas seguintes categorias econômicas:
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Transferências Correntes
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Esquema:
Quanto à 
LEI N. 46320/1964
Transferências 
Correntes
Despesas de 
Custeio
Investimentos
Inversões 
Financeiras
Transferências 
de Capital
Despesas Correntes Despesas de Capital
Dívida:
A Lei n. 4.320/1964 apresenta os conceitos de dívida flutuante e fundada. Vamos guardar 
a sua literalidade.
Dívida Flutuante:
Art. 92. A dívida flutuante compreende:
I – os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II – os serviços da dívida a pagar;
III – os depósitos;
IV – os débitos de tesouraria.
Dívida Fundada:
Art. 98. A dívida fundada compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses, 
contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financeiro de obras e serviços públicos.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Parágrafo único. A dívida fundada será escriturada com individuação e especificações que permi-
tam verificar, a qualquer momento, a posição dos empréstimos, bem como os respectivos serviços 
de amortização e juros.
Vamos agora fazer mais questões.
Agora é hora de praticar e fixar.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
MAPA MENTAL
Lei n. 4.320/1964:
Previsão Planejamento
Lançamento
Arrecadação
Recolhimento
Fases da Execução
Fases
Operações de Crédito
Alienação de Bens
Amortização de Empréstimos
Transferências de Capital
Outras Receitas de Capital
De Capital
Receita 
PúblicaDe Capital
Tributária
De Contribuições
Patrimonial
Agropecuária
Industrial
De Serviços
Transferências Correntes
Outras Receitas Correntes
Despesa 
Pública
Transferências Correntes
Despesas de Custeio
Corrente
De Capital
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Fases da execução
Empenho
Liquidação
Pagamento
Flutuante
Fundada
Dívida 
Pública
Lei n. 4.320/1964
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
QUESTÕES COMENTADAS EM AULA
001. (CESPE/EBSERH/ANALISTA/2018) Acerca dos conceitos básicos de orçamento públi-
co, julgue o item a seguir.
O objetivo principal dos orçamentos públicos modernos é mostrar à sociedade a natureza do 
gasto governamental.
002. (CESPE/TCE-PE/AUDITOR/2017) A respeito de orçamento público, julgue os 
itens a seguir.
Em observância ao princípio da universalidade orçamentária, devem estar reunidos no orça-
mento estadual todos os recursos que um estado-membro esteja autorizado a arrecadar e 
todas as dotações necessárias ao custeio de serviços públicos estaduais.
003. (CESPE/FUB/TÉCNICO/2018) Com relação a orçamento público, julgue o próximo item.
Os recursos obtidos com a venda de bens imóveis de propriedade da União pertencem à cate-
goria econômica das receitas correntes.
004. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) A respeito das receitas extraorçamentá-
rias, julgue o item.
As receitas agropecuárias e industriais são exemplos típicos de receitas extraorçamentárias.
005. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) De acordo com a Lei do Direito Financei-
ro — Lei Federal n. 4.320/1964 — e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) — Lei Complementar 
n. 101/2000 — e suas alterações, julgue o seguinte item.
A Lei do Direito Financeiro define subvenção econômica como uma despesa corrente destina-
da a empresa agrícola, pastoril, industrial ou comercial.
006. (CESPE/PREFEITURA-MANAUS/PROCURADOR/2018) Acerca da Lei n. 4.320/1964 e 
das receitas e despesas públicas, julgue o próximo item.
A dotação orçamentária inserida no orçamento do município que se destine à constituição de 
instituição bancária é classificada como investimento.
007. (CESPE/FUB/TÉCNICO/2018) Com relação a orçamento público, julgue o próximo item.
Gastos com obras de conservação de bens imóveis são considerados inversões financeiras e 
devem ser classificados na categoria econômica das despesas correntes.
008. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) Com relação aos regimes contábeis or-
çamentário e patrimonial, julgue o item a seguir.
O reconhecimento da receita no regime contábil orçamentário ocorre no momento de sua arre-
cadação, em obediência ao regime de competência.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
009. (CESPE/COGE-CE/AUDITOR/2019/ADAPTADA) Com base nas regras do orçamento pú-
blico dispostas na Lei n. 4.320/1964, Julgue.
Os créditos adicionais suplementares são destinados a despesas para as quais não haja dota-
ção orçamentária específica.
010. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) A respeito da receita orçamentária, jul-
gueo item.
São classificadas como receita orçamentária, sob as rubricas próprias, todas as receitas arre-
cadadas — incluídas as provenientes de operações de crédito, ainda que não previstas no orça-
mento —, as operações de crédito por antecipação da receita e as emissões de papel-moeda.
011. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) Em relação à despesa orçamentária, jul-
gue o item.
O empenho do tipo global é utilizado para despesas contratuais ou outras de valor determina-
do, sujeitas a parcelamento.
012. (CESPE/PREFEITURA-BH/PROCURADOR/2017/ADAPTADA) No que tange à execução 
orçamentária,
É vedada a realização de despesa sem prévio empenho, admitindo-se, todavia, a sua realização 
por estimativa de despesas submetidas a parcelamento.
013. (CESPE/EBSERH/ANALISTA/2018) Com relação a despesa pública, julgue o item 
subsequente.
As disponibilidades da dotação orçamentária correspondente, a determinadas despesas re-
gularmente empenhadas são reduzidas em montante equivalente ao da despesa no momento 
do empenho.
014. (CESPE/MPE-PI/ANALISTA/2018) De acordo com a Lei n. 4.320/1964, na administra-
ção pública, as despesas de pequeno vulto podem ser viabilizadas por meio de suprimentos 
de fundos.
Conforme essa lei, o suprimento de fundos consiste na entrega de numerário a servidor, sem-
pre precedida de empenho na dotação própria.
015. (CESPE/FUB/ANALISTA/2018) Com relação aos procedimentos relativos ao encerra-
mento do exercício financeiro, julgue o item subsecutivo.
Despesas inscritas em restos a pagar devem ser incluídas no montante da dívida fundada.
016. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018) Acerca do controle da atividade financei-
ra do Estado e do controle exercido pelos tribunais de contas, julgue o item.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
QUESTÕES DE CONCURSO
017. (CESPE/COGE-CE/AUDITOR/2019/ADAPTADA) Com base nas regras do orçamento pú-
blico dispostas na Lei n. 4.320/1964, julgue.
Empenhos não liquidados oriundos de créditos com vigência plurianual só serão inscritos em 
restos a pagar no último ano da vigência do crédito.
A resposta na literalidade do artigo 36 da Lei n. 4.320/1964. Confira com grifos nossos:
Art. 36. Parágrafo único. Os empenhos que sorvem a conta de créditos com vigência plurienal, que 
não tenham sido liquidados, só serão computados como Restos a Pagar no último ano de vigência 
do crédito.
Certo.
018. (CESPE/COGE-CE/AUDITOR/2019/ADAPTADA) Com base nas regras do orçamento pú-
blico dispostas na Lei n. 4.320/1964, julgue.
Despesa anulada será considerada como receita do mesmo exercício financeiro em que se 
efetivar, independentemente do momento em que a anulação ocorrer.
Falsa, já que quando a despesa for anulada no exercício temos a reversão da dotação. Por 
outro lado, se a anulação acontecer após o encerramento do exercício, deve ser considerada 
receita do ano em que se efetivar. Confira no artigo 38 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 38. Reverte à dotação a importância de despesa anulada no exercício; quando a anulação ocor-
rer após o encerramento deste considerar-se-á receita do ano em que se efetivar.
Errado.
019. (CESPE/COGE-PI/AUDITOR/2019) De acordo com a classificação econômica estabele-
cida na Lei n. 4.320/1964, assinale a opção correta.
a) As receitas patrimoniais são receitas correntes, e as de amortização de empréstimos e as 
de serviços são de capital.
b) As receitas patrimoniais e as de amortização de empréstimos são receitas de capital, e as 
de serviços são correntes.
c) As receitas de amortização de empréstimos e as patrimoniais são receitas correntes, e as 
de serviços são de capital.
d) As receitas patrimoniais e as de serviços são receitas de capital, e as de amortização de 
empréstimos são correntes.
e) As receitas de amortização de empréstimos são receitas de capital, e as patrimoniais e as 
de serviços são correntes.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Vamos rever o conceito de receitas correntes e de capital de acordo com a letra da Lei n. 
4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 11. A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Recei-
tas de Capital.
Art. 11. § 1º São Receitas Correntes as receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, agropecu-
ária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis 
em Despesas Correntes.
Art. 11. § 2º São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos 
de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, destinadas a atender despesas classificáveis em Des-
pesas de Capital e, ainda, o superavit do Orçamento Corrente.
Agora vamos apontar os erros das demais:
a) Errada. Já que Receitas de Serviços são Receitas Correntes.
b) Errada. Já que as Receitas Patrimoniais são Receitas Correntes.
c) Errada. Já que as receitas de amortização de empréstimos são Receitas de Capital e as 
Receitas de Serviços são Receitas Correntes.
d) Errada. Já que as Receitas de Serviços e Patrimoniais são Receitas Correntes e as receitas 
de amortização de empréstimos são Receitas de Capital.
Letra e.
020. (CESPE/PGE-PE/ASSISTENTE/2019) Em sentido amplo, receita pública consiste no 
recolhimento de bens aos cofres públicos. No que se refere à receita pública, julgue o item 
subsecutivo.
Os débitos oriundos de imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA), exigíveis 
pelo transcurso do prazo regular para pagamento, serão inscritos pela fazenda pública estadu-
al como dívida ativa não tributária.
Lembre-se daquela distinção da dívida ativa quanto à origem prevista na Lei n. 4.320/1964, 
com grifos nossos:
a. Dívida Ativa Tributária: é proveniente de obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais 
e multas.
b. Dívida Ativa Não Tributária: é proveniente dos demais créditos da Fazenda Pública, decorrentes de 
contratos em geral ou de outras obrigações legais.
Errado.
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http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10640588/artigo-11-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/155571402/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988
55 de 144www.grancursosonline.com.brLei n. 4.320/1964
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021. (CESPE/MPU/ANALISTA/2013) Em relação à política monetária e à gestão da dívida 
pública, julgue o item seguinte.
As emissões de papel moeda devem estar previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA) por im-
pactarem a dívida bruta do governo central.
Na verdade, a emissão de papel moeda é uma das exceções ao princípio orçamentário da uni-
versalidade, já que ela não gera receita orçamentária.
Veja o que nos diz o artigo 3º da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de crédito por antecipa-
ção da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo 
financeiros.
Errado.
022. (CESPE/MIN/ANALISTA/2013) Julgue o item subsecutivo, referente a receitas e despe-
sas públicas.
Os créditos da fazenda pública, de natureza tributária ou não tributária, serão reconhecidos 
como receita do exercício em que forem arrecadados, nas respectivas rubricas orçamentárias.
O examinador CESPE praticamente cobrou a literalidade do caput do artigo 39 da Lei n. 
4.320/1964. Veja:
Art. 39. Os créditos da Fazenda Pública, de natureza tributária ou não tributária, serão escriturados 
como receita do exercício em que forem arrecadados, nas respectivas rubricas orçamentárias.
Certo.
023. (CESPE/ANCINE/ANALISTA/2013) Julgue o item subsequente, conforme o disposto na 
Lei n. 4.320/1964.
As previsões para depreciação são computadas para efeito de apuração do saldo líquido das 
entidades autárquicas ou paraestatais, inclusive de previdência social ou investidas de delega-
ção para arrecadação de contribuições parafiscais da União, dos estados, dos municípios e do 
Distrito Federal.
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Lei n. 4.320/1964
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Vamos ler os artigos 107 e 108 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 107. As entidades autárquicas ou paraestatais, inclusive de previdência social ou investidas de 
delegação para arrecadação de contribuições parafiscais da União, dos Estados, dos Municípios 
e do Distrito Federal terão seus orçamentos aprovados por decreto do Poder Executivo, salvo se 
disposição legal expressa determinar que o sejam pelo Poder Legislativo. (Vide Decreto n. 60.745, 
de 1967)
Parágrafo único. Compreendem-se nesta disposição as empresas com autonomia financeira e ad-
ministrativa cujo capital pertencer, integralmente, ao Poder Público.
Art. 108. Os orçamentos das entidades referidas no artigo anterior vincular-se-ão ao orçamento da 
União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, pela inclusão:
I – como receita, salvo disposição legal em contrário, de saldo positivo previsto entre os totais das 
receitas e despesas;
II – como subvenção econômica, na receita do orçamento da beneficiária, salvo disposição legal em 
contrário, do saldo negativo previsto entre os totais das receitas e despesas.
§ 1º Os investimentos ou inversões financeiras da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito 
Federal, realizados por intermédio das entidades aludidas no artigo anterior, serão classificados 
como receita de capital destas e despesa de transferência de capital daqueles.
§ 2º As previsões para depreciação serão computadas para efeito de apuração do saldo líquido das 
mencionadas entidades.
Agora, note que o § 2º do artigo 108, que remete ao caput do artigo 107 da Lei n. 4.320/1964, 
confirma que o item está correto, já que as previsões para depreciação devem ser computadas 
para efeito de apuração do saldo líquido das entidades autárquicas ou paraestatais, inclusive 
de previdência social ou investidas de delegação para arrecadação de contribuições parafis-
cais da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.
Certo.
024. (CESPE/TCU/TFCE/2012) A administração pública prevê, em determinadas situações, a 
utilização de uma sistemática especial, denominada suprimento de fundos, para realizar des-
pesas que, por sua natureza ou urgência, não possam aguardar o processo normal da execu-
ção orçamentária. Quanto à concessão do suprimento de fundos, julgue o item seguinte.
É permitida a concessão de suprimento de fundos a servidor que seja declarado em alcance 
ou esteja respondendo a processo administrativo, desde que o objeto do inquérito não esteja 
relacionado à concessão de suprimentos de fundos anteriores.
Antes de responder essa questão, vamos fazer a leitura dos artigos 68 e 69 da Lei n. 4.320/1964 
com grifos nossos:
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Lei n. 4.320/1964
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Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos em 
lei e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria 
para o fim de realizar despesas, que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
Art. 69. Não se fará adiantamento a servidor em alcance nem a responsável por dois adiantamen-
tos.
Assim, um servidor em alcance, ou seja, aquele que tenha cometido apropriação indevida, ex-
travio, desvio ou falta verificada na prestação de contas, de dinheiro ou valores confiados à sua 
guarda, não pode receber valores a título de suprimento de fundos, contrariando a mensagem 
da assertiva.
Errado.
025. (CESPE/MPU/ANALISTA/2010) Acerca de princípios orçamentários, julgue o item 
subsequente.
A aplicação do princípio do orçamento bruto visa impedir a inclusão, no orçamento, de impor-
tâncias líquidas, isto é, a inclusão apenas do saldo positivo ou negativo resultante do confronto 
entre as receitas e as despesas de determinado serviço público.
O princípio do Orçamento Bruto fala que todas as Receitas e todas as Despesas devem constar 
no Orçamento pelos seus totais sem qualquer tipo de dedução. A sua base legal é o artigo 6º 
da Lei n. 4.320/1964. Veja:
Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas 
quaisquer deduções.
Parte da Doutrina entende que o Princípio do Orçamento Bruto integra do Princípio da Univer-
salidade de forma mais completa.
A ideia é impedir a inclusão no orçamento apenas do saldo positivo ou negativo resultante do 
confronto entre receitas e as despesas de determinado serviço.
Nessa pegada, se for fazer uma dedução de uma receita, o ente público não pode apenas regis-
trar o valor líquido a ser arrecadado. Tanto a arrecadação bruta, quanto a respectiva dedução, 
devem ser explicitados no orçamento em tela.
Certo.
026. (CESPE/MPU/ANALISTA/2010) Acerca da elaboração e do controle dos orçamentos e 
balanços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, julgue o item.
Todas as receitas devem ser recolhidas em estrita observância ao princípio de unidade de te-
souraria, vedada qualquer fragmentação para criação de caixas especiais.
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Lei n. 4.320/1964
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O Princípio da Unidade de Caixa ou da Unidade de Tesouraria visa obrigaros entes públicos a 
recolher os valores arrecadados em uma Conta Única, com a finalidade de facilitar a adminis-
tração, o controle e a fiscalização da aplicação desses recursos.
Sua base legal é o artigo 16, § 3º, da CF/1988 combinada com o artigo 56 da Lei n. 
4.320/1964. Veja:
§ 3º As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central; as dos Estados, do 
Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele 
controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.
Art. 56. O recolhimento de todas as receitas far-se-á em estrita observância ao princípio de unidade 
de tesouraria, vedada qualquer fragmentação para criação de caixas especiais.
O foco é que os recursos do governo sejam recolhidos em conta única facilitando a adminis-
tração e o controle.
Cuidado, pois esse Princípio não deve ser confundido com o Princípio da Unidade Orçamentária.
À nível federal, este princípio é obedecido pela criação da Conta Única do Tesouro Nacional. 
Esta conta é mantida no Banco Central do Brasil, operacionalizada pelo Banco do Brasil S.A. 
(seu agente financeiro) e administrada pela STN – Secretaria do Tesouro Nacional.
Em suma, a ideia é coibir a existência de caixas paralelos, fracionados.
Certo.
027. (CESPE/MPU/ANALISTA/2010) Acerca da elaboração e do controle dos orçamentos e 
balanços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, julgue o item.
O sumário geral da receita por fontes e das despesas por funções do governo deve seguir os 
princípios da unidade, universalidade e anualidade, integrando a Lei de Orçamento e o quadro 
demonstrativo do passivo orçamentário anual.
A resposta dessa questão está no artigo 2º, § 1º, I, da Lei n. 4.320/1964. Confira com gri-
fos nossos:
Art. 2º A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a 
política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de 
unidade universalidade e anualidade.
§ 1º Integrarão a Lei de Orçamento:
I – Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo;
Assim, o sumário geral da receita por fontes e das despesas por funções do governo deve 
integrar a LOA, mas, entretanto, não existe previsão entre seus quadros demonstrativos, para 
aquele relativo ao passivo orçamentário anual.
Errado.
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Lei n. 4.320/1964
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028. (CESPE/MPU/TÉCNICO/2010) Acerca dos conceitos e princípios orçamentários, julgue 
o item que se segue.
Conforme o princípio orçamentário da unidade, todas as receitas e despesas devem integrar o 
orçamento público.
O princípio da unidade orçamentária é aquele que diz que todas as Receitas e Despesas devem 
estar contidas em uma só Lei Orçamentária – LOA para cada ente federativo, ou seja, o orça-
mento deve ser “uno” (um só), de modo que cada ente da federação deve possuir apenas um 
ORÇAMENTO de maneira uniforme, não podendo haver mais de um orçamento para cada ente 
governamental.
Quem diz que todas as receitas e despesas devem integrar o orçamento público é o Princípio 
da Universalidade.
De acordo com o Princípio da Universalidade ou Totalização, o Orçamento deve conter todas 
as Receitas e todas as Despesas do ente público.
A fundamentação legal desse Princípio é feita com base nos artigos 2º, 3º e 4º da Lei n. 
4.320/1964, combinados com o §5º do artigo 165 da CF/1988. Veja como aparece na Lei n. 
4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo e da 
administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o disposto 
no art. 2º.
Errado.
029. (CESPE/MPU/TÉCNICO/2010) Acerca dos conceitos e princípios orçamentários, julgue 
o item que se segue.
Na administração pública federal, o exercício financeiro corresponde ao período compreendido 
entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de cada ano civil.
Aqui a resposta está na literalidade do artigo 34 da Lei n. 4.320/1964, valendo para todos os 
entes, ou seja, vale também para os entes municipais, distritais ou estaduais.
Art. 34. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil.
Certo.
030. (CESPE/MPU/TÉCNICO/2010) Considerando que o processo orçamentário deve obede-
cer a um conjunto de princípios consagrados na doutrina especializada, julgue o item seguinte.
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Lei n. 4.320/1964
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O princípio orçamentário da especificação ou especialização não está explicitado no texto da CF.
O princípio da Especificação, Especialização ou Discriminação é no sentido de que todas as 
receitas e despesas devem ser especificadas, ou seja, não podem ser incluídos valores globais 
no Orçamento. Realmente o seu embasamento legal não é a CF/1988, mas sim os artigos 5º e 
15º, §1º, da Lei n. 4.320/1964.
Certo.
031. (CESPE/TCE-PE/AUDITOR/2017) A respeito de orçamento público, julgue os 
itens a seguir.
Em observância ao princípio da universalidade orçamentária, devem estar reunidos no orça-
mento estadual todos os recursos que um estado-membro esteja autorizado a arrecadar e 
todas as dotações necessárias ao custeio de serviços públicos estaduais.
O Princípio da Universalidade é aquele que nos revela que o orçamento deve conter todas as 
receitas e despesas referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Ad-
ministração direta e indireta.
O Princípio da Universalidade tem seu espírito revelado nos artigos 3 e 4 da Lei n. 4.320/1964. 
Confira com grifos nossos:
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo e da 
administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o disposto 
no art. 2º.
Nessa pegada, se, na elaboração do Orçamento, o Princípio da Universalidade foi respeitado e 
contém realmente todas as receitas e despesas, o Poder Legislativo pode conhecer, em tese, 
todas as receitas e despesas do governo.
Certo.
032. (CESPE/TRE-PE/ANALISTA/2017) Julgue:
O parágrafo único do artigo 20 da Lei n. 4.320/1964, conforme o qual “os programas especiais 
de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordinadamente às normas ge-
rais de execução da despesa, poderão ser custeados por dotações globais, classificadas entre 
as despesas de capital”, constitui uma exceção ao princípio da especificação.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Vamos recordar o que diz o parágrafo único do artigo 20 da Lei n. 4.320/1964:
Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se 
subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações 
globais, classificadasentre as Despesas de Capital.
Certo.
033. (CESPE/TRE-PE/ANALISTA/2017/ADAPTADA) Julgue:
Os restos a pagar e os serviços da dívida são exemplos de dívida fundada.
Na verdade, os restos a pagar e os serviços da dívida são exemplos de dívida flutuante. Confira 
na Lei n. 4.320/1964:
Art. 92. A dívida flutuante compreende:
I – os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II – os serviços da dívida a pagar;
Errado.
034. (CESPE/TRT-8/ANALISTA/2016) JULGUE o item seguinte.
No orçamento-programa, as decisões orçamentárias estão diretamente relacionadas às ne-
cessidades financeiras dos entes da administração pública.
As decisões orçamentárias estão diretamente relacionadas às necessidades financeiras dos 
entes da administração pública para o Orçamento Tradicional e não no orçamento-programa, 
que foca em planejamento.
Errado.
035. (CESPE/TCE-SC/AUDITOR/2016) Julgue o item a seguir, relativo à implementação do 
orçamento público no Brasil.
A fixação da despesa, que compreende a adoção de medidas em determinada situação ideali-
zada, conforme os recursos disponíveis e as diretrizes e prioridades traçadas pelo governo, é 
um dos estágios da despesa pública previstos na legislação em vigor.
Assertiva errada, pois a banca colocou ao seu final a expressão “previstos na legislação em 
vigor”. E isso não é verdade.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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A execução da despesa orçamentária pública transcorre em três estágios, que conforme 
previsto na Lei n. 4.320/1964 são: empenho, liquidação e pagamento.
Errado.
036. (CESPE/TCE-PA/AUDITOR/2016) Com base nas normas gerais de direito financeiro para 
a elaboração e o controle dos orçamentos e balanços públicos, julgue o item seguinte.
O registro das receitas e despesas públicas deve ser feito no exercício financeiro em que ocor-
reram os respectivos fatos geradores.
Apenas a título de informação, o artigo 35 da Lei n. 4.320/1964 responde essa questão:
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:
I – as receitas nele arrecadadas;
II – as despesas nele legalmente empenhadas.
Dessa maneira, as receitas públicas devem ser registradas no exercício financeiro que ocorrer 
a arrecadação e as despesas no exercício que ocorra o empenho.
Certo.
037. (CESPE/FUB/ASSISTENTE/2016) Julgue o item a seguir, relativo ao orçamento público 
e à administração financeira dos entes estatais.
O método contábil das partidas dobradas não é utilizado no âmbito da administração pública 
porque a gestão financeira do Estado obedece a regras específicas definidas em lei, não se-
guindo os padrões contábeis do setor privado.
Na verdade, os lançamentos devem sim ser feitos pelo método das partidas dobradas (débi-
to=crédito) em contas que apresentem a mesma natureza de informação.
A Lei n. 4.320/1964, em seu artigo 86, manda que:
A escrituração sintética das operações financeiras e patrimoniais efetuar-se-á pelo método das par-
tidas dobradas.
Errado.
038. (CESPE/MPU/ANALISTA/2015) Julgue o item a seguir, relativo a políticas públicas e 
planejamento governamental.
Por meio do orçamento-programa é possível expressar, com maior veracidade, a responsabi-
lidade do governo para com a sociedade, visto que o orçamento deve indicar com clareza os 
objetivos da nação.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Desde a entrada em vigor da Lei n. 4.320/1964, o orçamento-programa vem sendo adotado no 
Brasil e a sua mola mestra é fixar as Despesas Públicas a partir da identificação das necessi-
dades públicas sob a responsabilidade de determinado nível de governo e da sua organização, 
de acordo com as suas prioridades.
A ideia é fazer com que o gasto público possa ser detalhado de modo a enfatizar a sua finalida-
de e seus os objetivos, identificando para cada gasto a respectiva a ação, definindo o responsá-
vel pela respectiva execução de cada ação, além de apresentar individualmente os resultados 
esperados para cada uma delas.
Certo.
039. (CESPE/MPU/ANALISTA/2015) À luz do disposto na Lei n. 4.320/1964, julgue o 
próximo item.
As despesas contratuais e outras sujeitas a parcelamento podem ser consignadas na lei orça-
mentária anual em dotações globais.
Assertiva contraria o princípio da Especificação, Especialização ou Discriminação que nos diz 
que todas as receitas e despesas devem ser especificadas, ou seja, não podem ser incluídos 
valores globais no Orçamento.
O seu embasamento legal é feito por meio dos artigos 5º e 15º, §1º, da Lei n. 4.320/1964. Va-
mos ver o artigo 5º com grifos nossos:
Art. 5º A Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente 
a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalva-
do o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único.
Vale informar que as mencionadas exceções previstas no artigo 20 da Lei n. 4.430/1964 refe-
rem-se aos programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não podem seguir ao pé 
da letra as normas gerais de execução da despesa, como os programas de proteção à teste-
munha que, em função do sigilo inerente, se tivessem especificação detalhada, perderiam sua 
finalidade.
Errado.
040. (CESPE/MPU/ANALISTA/2015) Acerca da elaboração da proposta orçamentária e da 
execução do orçamento, julgue o item subsecutivo, conforme disposições da Lei n. 4.320/1964.
Qualquer renda com vencimento determinado em lei, regulamento ou contrato é objeto de 
lançamento.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Em seus artigos 52 e 53, a Lei n. 4.320/1964 define o lançamento como o segundo estágio da 
receita, representando o ato da repartição competente, que verifica a procedência do crédito 
fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta.
Assim, no caso das receitas públicas de origem tributária, o lançamento deve observar o dis-
posto no art. 142 da Lei n. 5.172/1966 (Código Tributário Nacional) que o define como procedi-
mento privativo da autoridade administrativa tendente a verificar a ocorrência do fato gerador, 
determinar a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito pas-
sivo e, se for o caso, propor a aplicação da penalidade cabível.
Basicamente, em nosso Sistema Tributário Nacional temos três modalidades diferentes de 
lançamento tributário:
• Lançamento por declaração ou misto que é aquele concede a espontaneidade ao sujeito 
passivo para declarar corretamente. Assim, O próprio contribuinte apura o valor devido e 
presta à autoridade administrativa informações sobre matéria de fato, indispensáveis à 
sua efetivação, como nos casos dos Impostos de Importação e de Exportação.
• Lançamento por homologação ou autolançamento é aquele em que o pagamento e as 
informações prestadas pelo contribuinte são realizados sem qualquer exame prévio da 
autoridade administrativa, como nos casos do Imposto de Renda e do ICMS.
• Lançamento de ofício ou direto queé aquele usado para tributos que têm como fato 
gerador uma situação cujos dados constam dos cadastros de suas Secretarias de Fa-
zenda, de modo que basta à autoridade administrativa a consulta a aqueles registros 
para que se tenha às mãos dados fáticos necessários à realização do lançamento. Des-
ta forma, é efetuado pela Administração sem a participação do contribuinte, como nos 
casos do IPTU e do IPVA.
Finalmente, guarde que por força da Lei n. 4.320/1964, são objeto de lançamento as rendas 
com vencimento determinado em lei, regulamento ou contrato.
Certo.
041. (CESPE/TCE-PB/AUDITOR/2018) Acerca da despesa pública, assinale a opção correta.
a) As subvenções são transferências destinadas ao custeio de programas sociais e econômi-
cos previamente aprovados na lei orçamentária.
b) O prévio empenho é dispensável na medida em que a legislação admite o adiantamento de 
pagamento de despesas que não se subordinam ao processo normal de aplicação.
c) O empenho é o ato da autoridade competente que estabelece o cronograma de pagamento 
segundo a estimativa da despesa prevista na lei orçamentária.
d) A despesa de custeio engloba os gastos públicos com o pagamento dos juros e encargos 
da dívida pública e sua amortização.
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Lei n. 4.320/1964
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e) A liquidação da despesa pública é o pagamento mediante a apresentação de nota que cer-
tifica a prestação do serviço ou a entrega do produto.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964, consideram-se subvenções, para os efeitos desta lei, as 
transferências destinadas a cobrir despesas de custeio das entidades beneficiadas, distinguin-
do-se como:
I – subvenções sociais, as que se destinem a instituições públicas ou privadas de caráter assisten-
cial ou cultural, sem finalidade lucrativa;
II – subvenções econômicas, as que se destinem a empresas públicas ou privadas de caráter indus-
trial, comercial, agrícola ou pastoril.
b) Errada. Já que, na verdade, não é dispensável. O suprimento de fundos (adiantamento) nada 
mais é que um regime especial de execução da despesa orçamentária, mas que ainda assim 
deve cumprir os estágios da despesa pública: empenho, liquidação e pagamento, sendo, veda-
da, sem dúvida, a realização da despesa sem prévio empenho.
c) Errada. Já que a Lei 4.320/1964 assim determina:
Art. 58. O empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado 
obrigação de pagamento pendente “ou não” de implemento de condição.
d) Errada. Já que gasto com amortização da dívida pública é despesa de capital.
e) Errada. Já que liquidação não é pagamento.
Letra a.
042. (CESPE/FUB/ADMINISTRADOR/2018) Com relação aos procedimentos relativos ao en-
cerramento do exercício financeiro, julgue o item subsecutivo.
Se a inscrição de determinada despesa em restos a pagar prescrever, mas, por decisão judicial, 
a prescrição for interrompida, então a despesa correspondente deverá ser paga à conta de 
despesas de exercícios anteriores.
Guarde que Restos à Pagar, com prescrição interrompida, compõe as despesas de exercícios 
anteriores. Confira no artigo 37 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava 
crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época pró-
pria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos 
após o encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta de dotação específica 
consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possível, a ordem 
cronológica.
Certo.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
043. (CESPE/CGM-JOÃO-PESSOA/AUDITOR/2018-ADAPTADA) Julgue o item.
Contas de natureza patrimonial e de natureza orçamentária possuem atributo indicador do 
superavit financeiro, ou seja, atributo que indica se sua realização e(ou) o seu pagamento de-
pende ou não de autorização orçamentária.
Na verdade, a assertiva se equivoca ao dizer que as contas de natureza orçamentária também 
possuem atributo indicador do superavit financeiro, já que o atributo indicador do superavit 
financeiro é aplicável apenas às contas de natureza patrimonial.
Guarde que a classificação do ativo e do passivo em financeiro e permanente permite a apura-
ção do superavit financeiro no Balanço Patrimonial de acordo com a Lei n. 4.320/1964.
Errado.
044. (CESPE/PREF-MANAUS/PROCURADOR/2018) Acerca da Lei n.º 4.320/1964 e das re-
ceitas e despesas públicas, julgue o próximo item.
Obedecendo, sempre que possível, a ordem cronológica, o município poderá realizar despesa 
para pagar compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente, 
desde que o faça à conta de dotação específica consignada no orçamento discriminada por 
elementos.
A resposta está na literalidade do artigo 37 da Lei n. 4.320/1964. Confira com grifos nossos:
Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava 
crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época pró-
pria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos 
após o encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta de dotação espe-
cífica consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possível, a 
ordem cronológica.
Certo.
045. (CESPE/EMAP/ANALISTA/2018) Determinado estado da Federação apresentou, 
em 31/12/2017, os seguintes saldos orçamentários (em milhares de reais), referentes ao 
ano de 2017:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
receita arrecadada
receita prevista
despesa fixada
despesa empenhada
despesa paga
despesa liquidada
150.000
180.000
150.000
100.000
80.000
110.000
A partir dessa situação hipotética, julgue o próximo item, com base no disposto na Lei n. 
4.320/1964.
O resultado da execução orçamentária, em 31/12/2017, foi de R$ 50.000.
Em se tratando de Balanço Orçamentário, no que diz respeito ao Resultado da Execução Orça-
mentária - REO, devemos somar as Receitas Arrecadadas e diminuir das Despesas Empenha-
das, já que, a Lei n. 4.320/1964 determina a utilização de um regime misto.
Confira, com grifos nossos:
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:
I – as receitas nele arrecadadas;
II – as despesas nele legalmente empenhadas.
Calculando, temos:
• REO = Receitas Arrecadadas – Despesas Empenhadas.
• REO = R$ 150.000,00 – R$ 100.000,00.
• REO = R$ 50.000,00.
Certo.
046. (CESPE/TCE-MG/ANALISTA/2018) A tabela a seguir apresenta informações sobre a 
execução orçamentária e financeira divulgadas, em 2017, por um município, não tendo sido 
inscritas as despesas em restos a pagar ao final do exercício.
receitas arrecadadas valor (em mil reais)
Aluguéis 500
contribuições dos servidores ao RPPS 500
cota-parte do FPM 5.000
IPTU 14.500
ISS 9.000
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
receitas arrecadadas valor (em mil reais)
operações de crédito 6.000
Taxas 3.500
venda de imóvel 1.000
despesas empenhadas valor (em mil reais)
amortização de empréstimos 5.500
aquisição de ambulâncias 400
juros e encargos da dívida 1.500
material de consumo 8.000
obras e instalações 3.500
pessoal e encargos sociais – Poder 
Executivo
19.000
pessoal e encargos sociais – Poder 
Legislativo
1.800
Considerando-se somente as receitas e as despesas correntes da tabela, o resultado obtido foi:
a) deficitário em R$ 800.000.
b) superavitário em R$ 2.700.000.
c) superavitário em R$ 2.300.000.
d) superavitário em R$ 2.200.000.
e) deficitário em R$ 1.300.000.
Em se tratando de Balanço Orçamentário, no que diz respeito ao Resultado da Execução Or-
çamentária - REO, devemos somar as Receitas Arrecadadas e diminuir das Despesas Empe-
nhadas, já que, a Lei n. 4.320/1964 determina a utilização de um regime misto. Confira com 
grifos nossos:
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:
I – as receitas nele arrecadadas;
II – as despesas nele legalmente empenhadas”.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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O enunciado da questão manda considerarmos apenas as receitas e despesas correntes. 
Então temos:
Receitas Correntes:
Receita Patrimonial (aluguel) = 500,00.
Transferência corrente (FPM) = 5.000,00.
Tributária:
IPTU = 14.500,00.
ISS = 9.000,00.
Taxas = 3.500,00.
Contribuição ao RPPS = 500,00.
Total = R$ 33.000,00.
Despesas Correntes:
Juros e encargos da dívida = 1.500,00.
Material de Consumo = 8.000,00.
Pessoal Legislativo = 1.800,00.
Pessoal Executivo = 19.000,00.
Total = R$ 30.300,00.
Resultado = 33.000,00−30.300,00= + R$ 2.700,00.
Letra b.
047. (CESPE/TRE-TO/ANALISTA/2017) Após prever, para determinado período, um montan-
te de R$ 550.000 de receitas, um ente público fixou despesas no mesmo valor. Ao final do exer-
cício financeiro, o ente constatou que a realização das receitas havia superado em R$ 25.000 
a previsão inicial e que, relativamente às despesas, R$ 10.000 não haviam sido executados.
Com base na situação hipotética apresentada, o resultado da execução orçamentária 
consiste em:
a) deficit de R$ 25.000, decorrente do confronto da realização da receita com a execução 
de despesas.
b) superavit de R$ 35.000, decorrente do confronto da realização de receitas com a execução 
de despesas.
c) superavit de R$ 25.000, decorrente do confronto da realização de receitas com a previsão 
orçamentária.
d) superavit de R$ 25.000, decorrente do confronto da realização de receitas com a fixação 
de despesas.
e) deficit de R$ 10.000, decorrente do confronto da fixação de despesas com a execução or-
çamentária.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Vamos calcular o Resultado da Execução Orçamentária - REO, devemos somar as Receitas 
Arrecadadas e diminuir das Despesas Empenhadas, já que, a Lei n. 4.320/1964 determina a 
utilização de um regime misto. Confira com grifos nossos:
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:
I – as receitas nele arrecadadas;
II – as despesas nele legalmente empenhadas.
Note que foram previstas receitas de R$ 550.000,00, mas foram realizados R$ 25.000,00 a 
mais, ou seja, R$ 575.000,00.
As despesas fixadas foram R$ 550.000,00, mas não foram executados R$ 10.000,00, ou seja, 
só foram executados R$ 540.000,00.
Logo, o resultado da execução orçamentária foi um superavit de R$ 35.000,00.
Letra b.
048. (CESPE/PREFEITURA-BH/PROCURADOR/2017/ADAPTADA) No que tange à execução 
orçamentária,
Para a manutenção do equilíbrio entre a receita arrecadada e a despesa realizada, o Poder 
Executivo aprovará durante o exercício um quadro de cotas trimestrais da despesa que cada 
unidade orçamentária fica autorizada a utilizar.
Confira diretamente na Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 47. Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e com base nos limites nela 
fixados, o Poder Executivo aprovará um quadro de cotas trimestrais da despesa que cada unidade 
orçamentária fica autorizada a utilizar.
Art. 48. A fixação das cotas a que se refere o artigo anterior atenderá aos seguintes objetivos:
a) assegurar às unidades orçamentárias, em tempo útil a soma de recursos necessários e suficien-
tes a melhor execução do seu programa anual de trabalho;
b) manter, durante o exercício, na medida do possível o equilíbrio entre a receita arrecadada e a 
despesa realizada, de modo a reduzir ao mínimo eventuais insuficiências de tesouraria.
Certo.
049. (CESPE/PREFEITURA-BH/PROCURADOR/2017/ADAPTADA) No que tange à execução 
orçamentária,
O saldo positivo do fundo especial apurado em balanço será transferido para o exercício se-
guinte, sem vinculação prévia a nenhuma despesa ou categoria de programação.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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Na verdade, o saldo positivo deve ser transferido a crédito do mesmo fundo no exercício se-
guinte. Confira na Lei n. 4.320/1964 com grifos nossos:
Art. 73. Salvo determinação em contrário da lei que o instituiu, o saldo positivo do fundo especial 
apurado em balanço será transferido para o exercício seguinte, a crédito do mesmo fundo.
Errado.
050. (CESPE/PREFEITURA-BH/PROCURADOR/2017/ADAPTADA) No que tange à execução 
orçamentária,
Com fundamento na lei orçamentária, o Poder Executivo fixará cotas trimestrais de despesa 
para assegurar o equilíbrio da execução orçamentária, desconsiderando-se, para essa finalida-
de, os créditos adicionais aprovados pelo Poder Legislativo.
Na verdade, a programação leva em conta os créditos adicionais. Confira na Lei n. 4.320/1964, 
com grifos nossos:
Art. 49. A programação da despesa orçamentária, para feito do disposto no artigo anterior, levará 
em conta os créditos adicionais e as operações extraorçamentárias.
Errado.
051. (CESPE/MPE-CE/ANALISTA/2020) A LOA de 2020 prevê crédito para a construção de 
um presídio federal com custo total previsto de R$ 11 milhões. Os pagamentos serão realiza-
dos em parcelas durante a execução da obra, que será desenvolvida em dois anos, com expec-
tativa de conclusão para 2021, conforme previsto no PPA. Considerando a situação hipotética 
precedente, julgue o próximo item.
Caso os recursos previstos inicialmente sejam insuficientes e haja a necessidade de comple-
mentar a dotação inicial com mais R$ 1 milhão, será necessária a inclusão de crédito adicional 
extraordinário no montante de R$ 1 milhão.
Como os recursos previstos inicialmente foram insuficientes e existiu a necessidade de com-
plementar a dotação inicial, temos um caso de reforço de dotação orçamentária, devendo ser 
utilizado um crédito suplementar. O créditoextraordinário é aquele que deve ser usado em 
caso de guerra, calamidade pública ou de comoção interna.
Errado.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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052. (CESPE/SEFAZ-AL/AUDITOR/2020) Julgue o item a seguir, acerca de despesas públicas.
Os restos a pagar são as despesas empenhadas e não liquidadas até o dia 31 de dezembro do 
exercício financeiro.
Guarde que os restos a pagar são as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro 
do exercício financeiro. Confira na Lei n. 4.320/1964:
Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de 
dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.
Errado.
053. (CESPE/MPE-CE/ANALISTA/2020) Antes do encerramento de determinado exercício fi-
nanceiro, foi constatada a necessidade de reforço da dotação destinada a certa despesa que 
fora subestimada. Na tentativa de identificar possíveis fontes, verificou-se que:
R$ 10.000 de outra dotação não iriam ser utilizados;
a receita arrecadada ficaria R$ 250.000 abaixo do previsto;
a despesa realizada geraria uma economia de despesa de R$ 380.000;
o balanço patrimonial do exercício anterior apresentava superavit financeiro de R$ 100.000;
haviam sido reabertos créditos adicionais de R$ 50.000.
Com base nas informações precedentes e na Lei n. 4.320/1964, julgue o próximo item.
Nesse caso, é permitida a abertura de crédito suplementar no valor de até R$ 60.000.
As fontes de recursos para abertura de créditos adicionais especiais ou suplementares previs-
tas na Lei 4320/64 são (grifos nossos):
Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos dis-
poníveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.
I – o superavit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;
II – os provenientes de excesso de arrecadação;
III – os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicio-
nais, autorizados em Lei;
IV – o produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao po-
der executivo realizá-las.
§ 2º Entende-se por superavit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo 
financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de 
crédito a eles vinculadas.
Agora vamos avaliar os cinco itens do enunciado:
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• R$ 10.000 de outra dotação não iriam ser utilizados – repare que anulação de dotação 
parcial ou total é sim considerada uma fonte de recursos para abertura de crédito adi-
cional.
• a receita arrecadada ficaria R$ 250.000 abaixo do previsto – note que esse item apresen-
ta uma situação de insuficiência de arrecadação, não podendo, assim, ser usada como 
fonte.
• a despesa realizada geraria uma economia de despesa de R$ 380.000 – note que eco-
nomia de despesa não é considerada como fonte.
• o balanço patrimonial do exercício anterior apresentava superavit financeiro de R$ 
100.000 – note que temos superavit financeiro que é considerado uma fonte de recur-
sos para abertura de crédito adicional.
• haviam sido reabertos créditos adicionais de R$ 50.000 – na verdade, esse item deve ser 
deduzido das fontes de recursos existentes.
Assim, temos:
Limite para abertura de créditos suplementares = 10.000 + 100.000 − 50.000 = R$ 60.000,00.
Certo.
054. (VUNESP/CM-SERTÃOZINHO/CONTADOR/2019) A respeito da Receita Orçamentária, 
de que trata a Lei n. 4.320/1964, assinale a alternativa contendo as informações que preen-
chem, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.
“Nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que __________, nenhum será cobrado em 
cada exercício sem prévia ___________, ressalvados a tarifa aduaneira e o imposto lançado por 
motivo de guerra”. 
a) haja aprovação pelos poderes legislativo e judiciário... previsão em orçamento
b) tenha orçamento próprio... dotação orçamentária
c) haja previsão orçamentária... normatização
d) a lei o aprove... autorização dos poderes executivo e legislativo
e) a lei o estabeleça... autorização orçamentária
A resposta está na literalidade do artigo 51 da Lei n. 4.320/1964. Repare:
Art. 51. Nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça, nenhum será co-
brado em cada exercício sem prévia autorização orçamentária, ressalvados a tarifa aduaneira e o 
imposto lançado por motivo de guerra.
Letra e.
055. (VUNESP/CM-SERTÃOZINHO/TESOUREIRO/2019) A Lei n. 4.320 de 1964 estabelece 
que o controle da execução orçamentária terá por objetivo verificar a probidade da administra-
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
ção, a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da Lei de Orçamento. 
Este controle será feito pelo
a) Poder Judiciário, com auxílio de empresas de auditoria devidamente reconhecidas.
b) Tribunal de Contas, auxiliado pelo órgão executivo responsável pelo planejamento.
c) Poder Legislativo e pelo Poder Judiciário.
d) Poder Legislativo, com parecer prévio do Tribunal de Contas.
e) Poder Judiciário, com parecer prévio do Ministério Público.
A resposta está na literalidade dos artigos 81 e 82 da Lei n. 4.320/1964. Repare:
Art. 81. O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por objetivo verificar a 
probidade da administração, a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da 
Lei de Orçamento.
Art. 82. O Poder Executivo, anualmente, prestará contas ao Poder Legislativo, no prazo estabelecido 
nas Constituições ou nas Leis Orgânicas dos Municípios.
§ 1º As contas do Poder Executivo serão submetidas ao Poder Legislativo, com Parecer prévio do 
Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
Letra d.
056. (VUNESP/IPSM-SJC/ANALISTA/2019) Assinale a alternativa correta a respeito dos ba-
lanços propostos para refletir os resultados gerais do exercício na Lei n. 4.320/1964:
a) Demonstração do Resultado, demonstração de fluxo de caixa, demonstração das variações 
patrimoniais e demonstração do fluxo de caixa.
b) Balanço Orçamentário, Balanço Financeiro, Balanço Patrimonial, Demonstração das Varia-
ções Patrimoniais.
c) Balanço de Resultados, Balanço de Movimentação de Caixa, Balanço Patrimonial e Demons-
tração das Variações Patrimoniais.
d) Balanço Patrimonial, Balanço de Caixa, Demonstração das Variações Orçamentárias e Rela-
tório Resumido da Execução Orçamentária.
e) Demonstração das Mutações Patrimoniais, Fluxo de Caixa, Balanço Orçamentário e Balanço 
Financeiro.
Veja a resposta no artigo da Lei n. 4.320/1964 sobre as demonstrações contábeis obrigatórias:
Art. 101. Os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, no Balan-
ço Financeiro, no Balanço Patrimonial, na Demonstração das Variações Patrimoniais.
Letra b.
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AFO
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057. (VUNESP/CM-SERRANA/CONTADOR/2019) Em relação a execução orçamentária e seu 
controle, conforme as disposições da Lei n. 4.320/1964, assinale a alternativa correta.
a) É possível a realização de despesa sem prévio empenho, desde que suportada por crédito 
adicional devidamente autorizado.
b) Os limites de despesas fixados poderão ser quebrados mediante a utilização de compras 
com parcelamento.
c) A cobertura das despesas orçamentárias vinculadas a fundos especiais far-se-á através de 
empenho consignado na Lei de Orçamento.
d) É permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento.
e) O controle prévio da execução orçamentária compreenderá a verificação da probidade da 
administração, a guarda e legal emprego dos recursos públicos e o cumprimento da Lei de 
Orçamento.
Confira o empenho global previsto na Lei n. 4.320/1964:
Art. 60 § 3º É permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcela-
mento.
a) Errada. É uma vedação imposta pela Lei n. 4.320/1964. Confira o dispositivo:
Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.
b) Errada. O certo é usar o empenho global para as despesas sujeitas a parcelamento.
c) Errada. Contraria o previsto na Lei n. 4.320/1964:
Art. 72. A aplicação das receitas orçamentárias vinculadas a fundos especiais far-se-á através de 
dotação consignada na Lei de Orçamento ou em créditos adicionais.
e) Errada. Veja o conceito de controle da execução orçamentária, conforme Lei n. 4.320/1964:
Art. 81. O controle da execução orçamentária, pelo Poder Legislativo, terá por objetivo verificar a 
probidade da administração, a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos e o cumprimento da 
Lei de Orçamento.
Letra d.
058. (VUNESP/PREFEITURA DE ITAPEVI/ANALISTA/2019) Conforme disposto na Lei n. 
4.320/1964, no que se refere à execução orçamentária, o controle interno quanto à legalidade 
dos atos que resultem a arrecadação da despesa ou realização da despesa, o nascimento ou 
a extinção de direitos e obrigações; a fidelidade funcional dos agentes da administração, res-
ponsáveis por bens e valores públicos; o cumprimento do programa de trabalho expresso em 
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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termos monetários e em termos de realização de obras e prestação de serviços, é exercido 
diretamente pelo
a) Poder Legislativo.
b) Poder Executivo.
c) Ministério da Economia.
d) Conselho de Controle de Atividades Financeiras.
e) Banco Central do Brasil.
A resposta está na literalidade dos artigos 75 e 76 da Lei n. 4.320/1964. Repare:
Art. 75. O controle da execução orçamentária compreenderá:
I – a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, 
o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações;
II – a fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por bens e valores públicos;
III – o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários e em termos de rea-
lização de obras e prestação de serviços.
Art. 76. O Poder Executivo exercerá os três tipos de controle a que se refere o artigo 75, sem preju-
ízo das atribuições do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
Letra b.
059. (VUNESP/TJ-SP/ADMINISTRADOR/2019) Por ocasião da elaboração da proposta or-
çamentária, as receitas e despesas de capital serão objeto de um Quadro de Recursos e de 
Aplicação de Capital, aprovado por decreto do Poder Executivo, abrangendo, no mínimo,
a) o período de mandato do executivo.
b) um ano.
c) um triênio.
d) um semestre.
e) um biênio.
Confira na literalidade da Lei n. 4.320/1964:
Art. 23. As receitas e despesas de capital serão objeto de um Quadro de Recursos e de Aplicação de 
Capital, aprovado por decreto do Poder Executivo, abrangendo, no mínimo um triênio.
Letra c.
060. (VUNESP/TJ-SP/ADMINISTRADOR/2019) Os quadros – sumário geral da receita por 
fontes e da despesa por funções do Governo; demonstrativo da Receita e Despesa, segundo 
as Categorias Econômicas; discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação; e das 
dotações por órgãos do Governo e da Administração – farão parte integrante
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Lei n. 4.320/1964
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a) dos anexos do plano de resultado.
b) do orçamento quadrimestral por poder federativo.
c) da Lei de Orçamento.
d) dos relatórios de transparência.
e) da Lei de Diretrizes Financeiras e de Responsabilidade Fiscal.
Confira na literalidade da Lei n. 4.320/1964:
Art. 2º, § 1º Integrarão a Lei de Orçamento:
I – Sumário geral da receita por fontes e da despesa por funções do Governo;
II – Quadro demonstrativo da Receita e Despesa segundo as Categorias Econômicas, na forma do 
Anexo n. 1;
III – Quadro discriminativo da receita por fontes e respectiva legislação;
IV – Quadro das dotações por órgãos do Governo e da Administração.
Letra c.
061. (VUNESP/MPE-SP/CONTADOR/2019) São algumas das demonstrações contábeis do 
setor público, conforme a Lei n. 4.320/1964:
a) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido; Balanço Patrimonial; Demonstração 
do Resultado.
b) Demonstração do Fluxo de Caixa; Balanço Patrimonial; Demonstração das Variações Pa-
trimoniais.
c) Demonstração das Variações Patrimoniais; Demonstração do Resultado Econômico; Balan-
ço Orçamentário.
d) Balanço Financeiro; Balanço Orçamentário; Demonstração das Variações Patrimoniais.
e) Demonstração de Lucros e Perdas do Exercício; Demonstração de Superavit ou Deficit do 
Exercício; Balanço Patrimonial.
Veja o artigo da Lei n. 4.320/1964 sobre as demonstrações contábeis obrigatórias:
Art. 101. Os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, no Ba-
lanço Financeiro, no Balanço Patrimonial, na Demonstração das Variações Patrimoniais.
Letra d.
062. (VUNESP/UNIFAI/PROCURADOR/2019) Assinale a alternativa correta no que se refere 
a fundos especiais.
a) A aplicação das receitas orçamentárias vinculadas a fundos especiais far-se-á exclusiva-
mente através de dotação consignada na Lei de Orçamento.
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b) Constitui fundo especial o produto de receitas especificadas que por lei se vinculam à rea-
lização de determinados objetivos ou serviços, facultada a adoção de normas peculiares de 
aplicação.
c) O saldo positivo do fundo especial apurado em balanço não poderá ser transferido para o 
exercício seguinte, devendo ser creditado na conta de Receitas Correntes.
d) A lei que instituir fundo especial poderá determinar normas peculiares de controle minuden-
te de prestação e tomada de contas, podendo elidir a competência específica do Tribunal de 
Contas ou órgão equivalente.
e) São fundos especiais os créditos da Fazenda Pública de naturezanão tributária exigíveis 
pelo transcurso do prazo para pagamento, inscritos, na forma da legislação própria, como Dívi-
da Ativa, em registro próprio, após apurada a sua liquidez e certeza.
Confira a resposta na Lei n. 4.320/1964:
Art.  71. Constitui fundo especial o produto de receitas especificadas que por lei se vinculam à 
realização de determinados objetivos ou serviços, facultada a adoção de normas peculiares de 
aplicação.
a) Errada. Essa dotação também pode constar nos créditos adicionais, conforme artigo 72 da 
Lei n. 4.320/1964.
c) Errada. Regra é que o saldo positivo do fundo especial apurado em balanço seja transferido 
para o exercício seguinte, a crédito do mesmo fundo, conforme artigo 73 da Lei n. 4.320/1964.
d) Errada. Não poderá elidir a competência específica do Tribunal de contas, conforme artigo 
74 da Lei n. 4.320/1964.
e) Errada. Apresentou o conceito de Dívida Ativa, conforme artigo 39 da Lei n. 4.320/1964.
Letra b.
063. (VUNESP/UNIFAI/ENCARREGADO/2019) Em relação à receita e sua classificação, 
é correto afirmar que
a) são receitas de capital as receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, agropecuária, 
industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classifi-
cáveis em despesas de capital.
b) tributo é a receita derivada, instituída pelas entidades de direito publico, compreendendo os 
impostos, as taxas e contribuições nos termos da Constituição e das leis vigentes em matéria 
financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exerci-
das por essas entidades.
c) operações de crédito, alienação de bens e transferências correntes são classificadas como 
receitas correntes.
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d) são receitas correntes as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de 
constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos 
de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis 
em despesas correntes.
e) o superavit primário e nominal do orçamento corrente resultante do balanceamento dos 
totais das receitas e despesas correntes e de capital, constituirá item de receita orçamentária, 
constituindo as receitas correntes, desde que classificado como transferência de capital.
Confira como a Lei n. 4.320/1964 define o tributo:
Art. 9º Tributo é a receita derivada instituída pelas entidades de direito público, compreendendo 
os impostos, as taxas e contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria 
financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exercidas por 
essas entidades.
a) Errada. Misturou o conceito de Receitas de Capital e Receitas Correntes.
c) Errada. Receitas quanto à categoria econômica se dividem em corrente e de capital.
d) Errada. Tais itens são classificados como Receitas de Capital.
e) Errada. Superavit do orçamento corrente não é classificado como Receita Orçamentária, 
embora seja uma receita de Capital.
Letra b.
064. (VUNESP/UNIFAI/CONTROLADOR INTERNO/2019) A Prefeitura Municipal de Adaman-
tina decretou estado de calamidade pública em razão das fortes chuvas e ventos que atingiram 
a cidade, bloqueando os acessos ao Município e deixando grande número de pessoas desabri-
gadas. Nesse cenário, o Poder Executivo Municipal, para fazer frente as despesas decorrentes 
dessa situação, poderá abrir
a) créditos especiais, independentemente da existência de recursos disponíveis para correr a 
despesa, desde que exponha as justificativas.
b) créditos suplementares, condicionados à existência de autorização legislativa.
c) por meio de decreto, créditos extraordinários para fazer frente as despesas, devendo dar 
imediato conhecimento ao Poder Legislativo.
d) por meio de lei, crédito especial, condicionado à existência de recursos disponíveis para 
fazer frente a despesa.
e) créditos extraordinários, desde que existam recursos disponíveis para ocorrer a despesa e 
que exista prévia exposição de justificativa.
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Como temos uma situação de calamidade pública, deve ser aberto um crédito extraordinário 
por meio de decreto do Executivo, e deve ser dado imediato conhecimento ao Poder Legislati-
vo. Confira na Lei n. 4.320/1964:
Art. 44. Os créditos extraordinários serão abertos por decreto do Poder Executivo, que deles dará 
imediato conhecimento ao Poder Legislativo.
Letra c.
065. (VUNESP/CM-INDAIATUBA/PROCURADOR/2019) De acordo com a classificação da 
despesa pública, conforme disposto na Lei n. 4.320/1964, são despesas correntes as
a) despesas de custeio e os investimentos.
b) despesas de custeio e as transferências correntes.
c) inversões financeiras e os investimentos.
d) inversões financeiras e as transferências correntes.
e) as transferências de capital e as transferências correntes.
Veja a resposta na do artigo 12 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas:
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Transferências Correntes
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Letra b.
066. (VUNESP/CM-ORLÂNDIA/CONTADOR/2019) Assinale a alternativa que informa quais 
as operações desconsideradas pela Lei de Orçamentos, segundo a Lei n. 4.320/1964, art. 3º.
a) De crédito por antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas com-
pensatórias, no ativo e passivo financeiros.
b) As dotações globais destinadas a atender indiferentemente as despesas de pessoal.
c) De crédito por antecipação da receita, exclusivamente para atender a insuficiências de caixa.
d) De consolidação de cotas de receitas que uma entidade pública deva transferir a outra, in-
cluindo as despesas.
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e) De financiamento de crédito, por receitas correntes e de capital, bem como por despesas 
de capital.
A Vunesp, em outras palavras, questiona acerca das operações extraorçamentárias, ou seja, 
aquelas que devem ser excluídas da Lei de Orçamento (não necessitam de autorização do 
Parlamento para serem executadas), de acordo com a Lei n.  4.320/1964. Confira com gri-
fos nossos:
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de crédito por antecipa-
ção da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo 
financeiros.
Letra a.
067. (VUNESP/PREFEITURA DE ITAPEVI/TÉCNICO/2019) Ao analisar o resultado, como 
parte do procedimento de análise e conciliações, o contador de uma entidade pública verifica 
a necessidade de reclassificar uma despesa com salário-família e abono familiar contabilizada 
erroneamente.Baseado no plano de contas público contábil, bem como na classificação deter-
minada pela Lei n. 4.320/1964, assinale a alternativa que contém o grupo de despesa correto 
em que essa despesa pública deve ser classificada.
a) Transferências correntes.
b) Custeio.
c) Investimentos de pessoal.
d) De capital.
e) Subvenções sociais.
�A resposta está no artigo 13 da Lei n. 4.320/1964, que nos diz que as transferências correntes 
englobam as Subvenções Sociais, Subvenções Econômicas, gastos com Inativos, Pensionis-
tas, Salário-família e Abono Familiar, além de Juros da Dívida Pública, Contribuições de Previ-
dência Social e Diversas Transferências Correntes.
Letra a.
068. (VUNESP/PREFEITURA DE ITAPEVI/TÉCNICO/2019) A cobertura dos deficit de manu-
tenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou não, será realizada por meio de
a) subsídio de capital autorizado por comissão.
b) crédito por empréstimos ou por fundo perdido.
c) fundo de recursos creditórios.
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d) dívida fundada e abertura de crédito incluídas nas despesas extraorçamentárias.
e) subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas correntes.
A resposta está no artigo 18 da Lei n. 4.320/1964. Confira:
Art. 18. A cobertura dos deficit de manutenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou 
não, far-se-á mediante subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas correntes 
do orçamento da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal.
Parágrafo único. Consideram-se, igualmente, como subvenções econômicas:
a) as dotações destinadas a cobrir a diferença entre os preços de mercado e os preços de revenda, 
pelo Governo, de gêneros alimentícios ou outros materiais;
b) as dotações destinadas ao pagamento de bonificações a produtores de determinados gêneros 
ou materiais.
Letra e.
069. (VUNESP/CM-ORLÂNDIA/CONTADOR/2019) Assinale a alternativa correta.
a) Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas Constituições ou nas Leis Or-
gânicas dos Municípios, o Poder Legislativo considerará aprovada a Lei de Orçamento vigente.
b) Não serão admitidas emendas ao projeto de Lei de Orçamento para alterar a dotação solici-
tada para despesa de custeio, exceto se houver prova de inexatidão da proposta nesse ponto.
c) Pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas e as despesas nele legal-
mente gastas.
d) Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e com base nos limites nela fixa-
dos, o Poder Legislativo aprovará um quadro de cotas trimestrais da despesa que cada unida-
de orçamentária fica autorizada a utilizar.
e) Não serão admitidas emendas ao projeto de Lei de Orçamento que vise conceder dotação 
superior aos quantitativos previamente fixados em resolução do Poder Executivo para conces-
são de auxílios e subvenções.
A resposta da questão está no artigo 33 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 33. Não se admitirão emendas ao projeto de Lei de Orçamento que visem a:
a) alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, salvo quando provada, nesse ponto a inexa-
tidão da proposta;
a) Errada. Essa proposta poderá ser modificada pelo Parlamento, por meio de emendas. Tam-
bém não há impedimento de que essa proposta, ao ser aprovada, seja vetada pelo Presidente 
da República.
c) Errada. As despesas que pertencem ao exercício financeiro são as empenhadas.
d) Errada. Na verdade, quem aprova o quadro de cotas trimestrais é o Poder Executivo
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Lei n. 4.320/1964
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e) Errada. Na verdade, é resolução do Poder Legislativo.
Letra b.
070. (VUNESP/CM-INDAIATUBA/CONTROLADOR/2019) Do ponto de vista da Lei n. 
4.320/1964, o controle da execução orçamentária abrange
a) o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários apenas.
b) a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, 
o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações.
c) a fixação das receitas públicas do período.
d) a definição de normas para o controle interno, a verificação da legalidade dos atos de exe-
cução orçamentária, que se dará de forma subsequente, na prestação de contas ao Tribunal 
de Contas pertinente.
e) várias entidades, como agências reguladoras e supervisoras, entidades de auditoria, comis-
sões do poder legislativo, que são tidas como responsáveis pelo controle da execução orça-
mentária, conforme esta lei.
A resposta está no artigo 75, I, da Lei n. 4.320/1964:
Art. 75. O controle da execução orçamentária compreenderá:
I – a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, 
o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações;
Letra b.
071. (VUNESP/TJ-SP/ADMINISTRADOR/2019) A respeito das receitas públicas, assinale a 
alternativa correta.
a) São espécies de tributos as taxas, as multas de trânsito, os preços públicos, os impostos e 
as contribuições de melhoria.
b) São inexistentes no Brasil as chamadas “receitas inflacionárias”.
c) São exemplos de receitas correntes as receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, 
agropecuária e industrial.
d) Os tributos são considerados como receitas originárias, por decorrerem da exploração do 
potencial decorrente do patrimônio estatal primário.
e) São receitas de transferências de capital as dotações para contribuições e subvenções des-
tinadas a atender à manutenção de outras entidades de direito público ou privado.
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Lei n. 4.320/1964
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Confira na Lei n. 4.320/1964:
Art. 11, § 1º São Receitas Correntes as receitas tributária, de contribuições, patrimonial, agropecu-
ária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis 
em Despesas Correntes.
a) Errada. Multas de trânsito e os preços públicos não são tributos
b) Errada. Existem sim as chamadas “receitas inflacionárias”.
d) Errada. Tributos são receitas derivadas, obtidas por meio da soberania estatal.
e) Errada. A alternativa apresenta conceito de Transferências Correntes.
Letra c.
072. (VUNESP/TRANSERP/CONTADOR/2019) De acordo com a Lei n. 4.320 /1964, consti-
tuem a primeira e a última etapa da realização da receita orçamentária:
a) recolhimento e arrecadação.
b) previsão e recolhimento.
c) lançamento e recolhimento.
d) previsão e arrecadação.
e) arrecadação e destinação.
�A banca no enunciado considera apenas as etapas da realização da receita orçamentária, sem 
considerar a fase de planejamento. Lembre-se de que a primeira fase da realização é o Lan-
çamento da Receita e a última etapa da realização da receita orçamentária é o Recolhimento.
Letra c.
073. (VUNESP/PREFEITURA DE SJC/ANALISTA/2018) A Lei do Orçamento no 4.320/64, em 
seu parágrafo único do art. 3º, determina que todas as receitas, inclusive as de operações de 
crédito autorizadas em lei, são compreendidas por ela, com exceção das operaçõesde crédito
a) suplementares de qualquer importância e de qualquer origem.
b) resultantes de alienação de bens imóveis mesmo que forem especificamente autorizadas 
pelo Poder Legislativo.
c) advindas das receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, agropecuária e industrial.
d) por antecipação de receita, das emissões de papel-moeda e outras entradas compensató-
rias no ativo e passivo financeiros.
e) provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; e da 
conversão, em espécie, de bens e direitos; recursos recebidos de outras pessoas.
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Lei n. 4.320/1964
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Mais uma vez, resposta na literalidade da Lei n. 4.320/1964:
Art. 3º, Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de crédito por 
antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo 
e passivo financeiros.
Letra d.
074. (VUNESP/CM-OLÍMPIA/CONTADOR/2018) Conforme Lei n. 4.320/1964, art. 56, vedada 
qualquer fragmentação para criação de caixas especiais, o recolhimento de todas as receitas 
públicas será em estrita observância
a) às regras e ao critério de disponibilização de ativos e da cobrança.
b) à metodologia de arrecadação.
c) ao princípio de unidade de tesouraria.
d) ao princípio da transferência por arrecadação.
e) ao princípio da entidade arrecadadora.
�Temos a regra da Lei n. 4.320/1964 que, em seu artigo 56, veda qualquer fragmentação para 
criação de caixas especiais, devendo o recolhimento de todas as receitas públicas ser efetua-
do em estrita observância ao princípio da unidade de tesouraria.
Letra c.
075. (VUNESP/UNICAMP/ADMINISTRADOR/2019) Créditos adicionais são autorizações de 
despesas insuficientes ou não computadas, não previstas. Será(ão) fonte de recursos para 
atender aos créditos adicionais:
a) o excesso de arrecadação verificado entre receitas e despesas.
b) o superavit financeiro apurado no balanço financeiro.
c) as receitas extraorçamentárias.
d) a anulação parcial ou total de créditos orçamentários.
e) a alienação de ativos.
Vamos ver o que a Lei n. 4.320/1964 diz a esse respeito, como grifos nossos:
Art. 43, § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:
I – o superavit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;
II – os provenientes de excesso de arrecadação;
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Lei n. 4.320/1964
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III – os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicio-
nais, autorizados em Lei;
IV – o produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao po-
der executivo realizá-las.
§ 3º Entende-se por excesso de arrecadação, para os fins deste artigo, o saldo positivo das dife-
renças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, 
a tendência do exercício.
Letra d.
076. (VUNESP/PREFEITURA DE REGISTRO/CONTADOR/2018) A classificação institucional 
reflete a estrutura de alocação dos créditos orçamentários e está estruturada em dois níveis 
hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária. Isto posto, conforme o art. 14 da Lei 
n. 4.320/1964, a unidade orçamentária é constituída por
a) agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão consig-
nadas dotações próprias.
b) dotações orçamentárias de uma unidade administrativa.
c) programas de aplicação comum que permite a consolidação nacional dos gastos do se-
tor público.
d) agrupamento de Receitas Correntes, somente.
e) órgãos oficiais de fiscalização.
Resposta no artigo 14 da Lei n. 4.320/1964. Confira:
Art. 14. Constitui unidade orçamentária o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão 
ou repartição a que serão consignadas dotações próprias.
Letra a.
077. (VUNESP/PREFEITURA DE ANDRADINA/PROCURADOR/2017) No que se refere ao 
controle da execução orçamentária, dispõe a Lei n. 4.320/1964 que o Poder Executivo, em 
sede de controle interno, verificará a legalidade dos atos de execução orçamentária de forma
a) anterior, sucessiva e sintética.
b) prévia, concomitante e subsequente.
c) posterior, sucessiva e analítica.
d) concomitante, sucessiva e posterior.
e) subsequente, analítica e posterior.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Confira na literalidade da Lei n. 4.320/1964:
Art. 76. O Poder Executivo exercerá os três tipos de controle a que se refere o artigo 75, sem prejuízo 
das atribuições do Tribunal de Contas ou órgão equivalente.
Art. 77. A verificação da legalidade dos atos de execução orçamentária será prévia, concomitante 
e subsequente.
Letra b.
078. (VUNESP/CM-COTIA/CONTADOR/2017) O empenho de despesa é o ato emanado de 
autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de 
implemento de condição.
Baseado nessa premissa, é correto afirmar:
a) o empenho poderá ser realizado, mesmo acima do limite concedido, desde que aprovado 
recurso para o crédito adicional.
b) o empenho da despesa ocorrerá no momento da contratação do recurso e independe de 
crédito adicional.
c) o empenho poderá ser liquidado mediante apresentação da documentação fiscal pelo 
fornecedor.
d) o empenho pode ser ordinário, o que significa o pagamento parcelado.
e) o empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos.
Resposta no caput do artigo 59. Confira:
Art. 59 O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos.
a) Errada. Não pode (artigo 59 acima)
b) Errada. O empenho pode depender de crédito adicional, uma vez que não pode exceder o 
limite de crédito.
c) Errada. A nota fiscal é emitida quando realizado o pedido, a liquidação é feita quando o ser-
viço estiver entregue.
d) Errada. Para pagamentos parcelados, o empenho deve ser global.
Letra e.
079. (VUNESP/PREFEITURA DE PORTO FERREIRA/PROCURADOR/2017) É aplicável aos 
casos de despesas expressamente definidos em lei e consiste na entrega de numerário a ser-
vidor, sempre precedida de empenho na dotação própria para o fim de realizar despesas, que 
não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
Tal previsão, estabelecida na Lei n. 4.320/1964, refere-se
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Lei n. 4.320/1964
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a) aos créditos especiais.
b) aos restos a pagar.
c) à nota de empenho.
d) ao regime de adiantamento.
e) às transferências voluntárias.
Leia o artigo 68 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos em 
lei e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenhona dotação própria 
para o fim de realizar despesas, que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
Letra d.
080. (VUNESP/CRBIO-1/ADVOGADO/2017) De acordo com Lei Federal no 4.320/64, os cré-
ditos adicionais, quando destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária 
específica, classificam-se em
a) especiais.
b) suplementares.
c) complementares.
d) extraordinários.
e) excepcionais.
Podemos responder essa questão com base o artigo 41 da Lei n. 4.320/1964, que conceitua 
os 3 tipos de créditos adicionais. Confira:
Dos Créditos Adicionais
Art. 40. São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente 
dotadas na Lei de Orçamento.
Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:
I – suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;
II – especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;
III – extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção 
intestina ou calamidade pública.
Letra a.
081. (VUNESP/CM-PRADÓPOLIS/CONTADOR/2016) As dotações destinadas a aquisição 
de imóveis, ou de bens de capital já em utilização; a aquisição de títulos representativos do 
capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, já constituídas, quando a operação 
não importe aumento do capital; e a constituição ou o aumento do capital de entidades ou 
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Lei n. 4.320/1964
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empresas que visem a objetivos comerciais ou financeiros, inclusive operações bancárias ou 
de seguros, serão classificadas, segundo a Lei n.º 4.320/64, como
a) subvenções econômicas.
b) inversões financeiras.
c) investimentos temporários.
d) transferências financeiras.
e) inversões patrimoniais.
Questão que a Vunesp exigiu o conhecimento do § 5º do artigo 12 da Lei n. 4.320/1964. Con-
fira com grifos nossos:
§ 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização;
II – aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, 
já constituídas, quando a operação não importe aumento do capital;
III – constituição ou aumento do capital de entidades ou empresas que visem a objetivos comerciais 
ou financeiros, inclusive operações bancárias ou de seguros.
Letra b.
082. (VUNESP/PREFEITURA DE SERTÃOZINHO/PROCURADOR/2016) São despesas cor-
rentes, segundo a Lei Geral do Orçamento,
a) as de custeio.
b) os investimentos.
c) as inversões financeiras.
d) as transferências de capital.
e) as operações de crédito.
Questão que a Vunesp exigiu o conhecimento do caput do artigo 12 da Lei n. 4.320/1964. Confira:
Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas:
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Transferências Correntes
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Letra a.
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Lei n. 4.320/1964
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083. (VUNESP/AMLURB/ANALISTA/2016) Ao se verificar que todas as receitas e despesas 
orçamentárias constam na Lei do Orçamento, pode-se concluir que tal procedimento está em 
linha com o princípio orçamentário
a) do equilíbrio.
b) da unidade.
c) do valor bruto.
d) da universalidade.
e) da totalidade.
Todas as receitas e despesas orçamentárias devem constar na Lei do Orçamento, pelo Princí-
pio da universalidade. Veja o que diz o artigo 3º da Lei n. 4.320/1964:
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei.
Letra d.
084. (VUNESP/PREFEITURA DE SP/ANALISTA/2015) O ato emanado de autoridade com-
petente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de 
condição é definido legalmente como
a) subscrição pública.
b) garantia de pagamento.
c) empenho da despesa.
d) compromisso financeiro.
e) liquidação da despesa.
�A Vunesp cobrou a literalidade do artigo 58 da Lei n. 4.320/1964, que nos diz que o empenho 
de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de 
pagamento, pendente ou não de implemento de condição.
Letra c.
085. (VUNESP/PREFEITURA DE SJRP/PROCURADOR/2014) Determina a Lei n.º 4.320/64 
que a Lei de Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a 
política econômico-financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de
a) universalidade, efetividade e unidade.
b) unidade, universalidade e anualidade.
c) seletividade, universalidade e anualidade.
d) irretroatividade, unidade e seletividade.
e) universalidade, irretroatividade e anualidade.
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Vamos dar uma olhada no artigo 2º da Lei n. 4.320/1964:
Art. 2º A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a 
política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de 
unidade, universalidade e anualidade.
�O bom e velho UAU!
Letra b.
086. (CESPE/COGE-CE/AUDITOR/2019) De acordo com a classificação econômica estabele-
cida na Lei n.º 4.320/1964, assinale a opção correta.
a) As receitas patrimoniais são receitas correntes, e as de amortização de empréstimos e as 
de serviços são de capital.
b) As receitas patrimoniais e as de amortização de empréstimos são receitas de capital, e as 
de serviços são correntes.
c) As receitas de amortização de empréstimos e as patrimoniais são receitas correntes, e as 
de serviços são de capital.
d) As receitas patrimoniais e as de serviços são receitas de capital, e as de amortização de 
empréstimos são correntes.
e) As receitas de amortização de empréstimos são receitas de capital, e as patrimoniais e as 
de serviços são correntes.
Vamos ver o conceito de receitas correntes e de capital de acordo com a letra da Lei n. 
4.320/1964:
Art. 11. A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Recei-
tas de Capital.
§  1º São Receitas Correntes as receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, agropecuária, 
industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras 
pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em 
Despesas Correntes.
§ 2º São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de 
constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, destinadas a atender despesas classificáveis em Des-
pesas de Capital e, ainda, o superavit do Orçamento Corrente.
a) Errada. Receitas de Serviços são Receitas Correntes.
b) Errada. Receitas Patrimoniais são Receitas Correntes.
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Lei n. 4.320/1964
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c) Errada. As receitas de amortização de empréstimos são Receitas de Capital e as Receitas 
de Serviços são Receitas Correntes.
d) Errada. As  Receitas de Serviços e Patrimoniais são Receitas Correntes e as receitas de 
amortização de empréstimos são Receitas de Capital.
Letra e.
087. (CESPE/TCE-PB/AUDITOR/2018) Se determinado órgão público precisar adquirir equi-
pamentos novos necessários à execução de determinada obra, a  despesa correspondente 
será classificada como
a) subvenção econômica.
b) transferência de capital.
c) inversão financeira.
d) investimento.
e) subvenção social.
�Caro(a) aluno(a), a despesa correspondente à aquisição de equipamentos novos necessários 
à execução de determinada obra, deve ser classificada como investimento, pois se enquadra 
na definição legal desse tipo de gasto: “despesas com softwares e com o planejamento e a 
execução de obras, inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realiza-
ção destas últimas, e com a aquisição de instalações, equipamentos e material permanente”.
Letra d.
088. (CESPE/TCE-PB/AUDITOR/2018) Com relação aos princípios que regem a atividade fi-
nanceira do Estado, assinale a opção correta.
a) De acordo com o princípio da unidade, os programas e projetos devem ser estabelecidos em 
um único sistema ou método orçamentário, ainda que não haja unidade documental.
b) A vedação à inclusão das chamadas caudas orçamentárias na lei que fixa as receitas e des-
pesas decorre do princípio da universalidade.
c) Os programas de duração continuada devem constar do plano plurianual e são regidos pelo 
princípio da programação, embora, quanto à liberação de recursos, contemple a possibilidade 
de que a despesa não esteja antecipadamente prevista.
d) Segundo o princípio da não vinculação da receita derivada dos impostos, lei específica não 
poderá tratar de várias espécies de incentivos fiscais relativas a tributos diversos e ao mesmo 
tempo cuidar de matérias afins.
e) A anualidade orçamentária exige que o orçamento deva ser aprovado antes do início do 
exercício financeiro, evitando que a lei nova possa atingir fatos passados.
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�Na verdade, não é mais foco de preocupação para o Princípio da Unidade a questão da uni-
dade documental, sendo aceito tranquilamente o fato de que convivam harmonicamente o 
orçamento fiscal, de investimentos e da seguridade social, desde que elaborados via método 
orçamentário uniforme.
Letra a.
089. (CESPE/TCE-PB/AUDITOR/2018) Acerca da despesa pública, assinale a opção correta.
a) As subvenções são transferências destinadas ao custeio de programas sociais e econômi-
cos previamente aprovados na lei orçamentária.
b) O prévio empenho é dispensável na medida em que a legislação admite o adiantamento de 
pagamento de despesas que não se subordinam ao processo normal de aplicação.
c) O empenho é o ato da autoridade competente que estabelece o cronograma de pagamento 
segundo a estimativa da despesa prevista na lei orçamentária.
d) A despesa de custeio engloba os gastos públicos com o pagamento dos juros e encargos 
da dívida pública e sua amortização.
e) A liquidação da despesa pública é o pagamento mediante a apresentação de nota que cer-
tifica a prestação do serviço ou a entrega do produto.
a) Certa. Subvenções são aquelas transferências destinadas a cobrir despesas de custeio das 
entidades beneficiadas, distinguindo-se como em subvenções sociais, as que se destinem a 
instituições públicas ou privadas de caráter assistencial ou cultural, sem finalidade lucrativa, 
e subvenções econômicas, as que se destinem a empresas públicas ou privadas de caráter 
industrial, comercial, agrícola ou pastoril.
b) Errada. O prévio empenho não é dispensável, já que o suprimento de fundos é um regime 
especial de execução da despesa orçamentária que precisa cumprir os estágios da despesa 
pública: empenho, liquidação e pagamento, sendo, em regra, vedada a realização da despesa 
sem o empenho prévio.
c) Errada. O empenho é “um ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado 
obrigação de pagamento pendente “ou não” de implemento de condição”.
d) Errada. A amortização da dívida pública é uma despesa de capital.
e) Errada. Liquidação e pagamento são etapas distintas da execução da despesa.
Letra a.
090. (FCC/PREFEITURA DE RECIFE/ANALISTA/2019) De acordo com o princípio orçamentário
a) da publicidade, um ente público municipal deve publicar relatórios sobre sua gestão fiscal 
ao final de cada bimestre.
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b) da exclusividade, o exercício financeiro orçamentário de um ente público municipal deve 
coincidir com o ano civil.
c) da exclusividade, o Poder Executivo municipal deve fazer ou deixar de fazer somente aquilo 
que o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentária e a Lei Orçamentária Anual expressa-
mente autorizarem.
d) do orçamento bruto, um ente público municipal deve registrar receitas e despesas na Lei 
Orçamentária Anual pelo valor total e bruto, vedadas quaisquer deduções.
e) da especificação, a Lei Orçamentária Anual não conterá dispositivo estranho à previsão da 
receita e à fixação da despesa, exceto a autorização para a abertura de crédito suplementar.
De acordo com o Princípio do Orçamento Bruto, previsto no artigo 6º da Lei n. 4.320/1964, “To-
das as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quais-
quer deduções”.
a) Errada. Embora o princípio da publicidade estimule a publicação dos relatórios de gestão 
fiscal, estabelecidos pela LRF, os  referidos relatórios são quadrimestrais, e  não bimestrais 
como postou o examinador. Além disso, a LRF permite que em Municípios considerados pe-
quenos, que na LRF são aqueles com menos de 50.000 habitantes, tal publicidade possa ser 
feita semestralmente.
b) Errada. A questão acabou misturando nessa alternativa os princípios da anualidade e da 
exclusividade.
Pelo Princípio da anualidade, a previsão de receitas e a fixação de despesas registradas na 
LOA deve referir a um período determinado de tempo, delimitando o exercício financeiro orça-
mentário, que no Brasil atual, de acordo com o artigo 34 da Lei n. 4.320/1964, deve coincidir 
com o ano civil, ou seja, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.
Por seu turno, o Princípio da Exclusividade se refere ao conteúdo da LOA, que não pode conter 
dispositivos estranhos à previsão de receitas e à fixação de receitas, ressalvadas as exceções 
previstas na Constituição Federal: a autorização para abertura de crédito suplementar e a con-
tratação de operações de crédito, nos termos da lei.
c) Errada. A  questão acabou misturando nessa alternativa os princípios da legalidade e da 
exclusividade.
O Princípio da Exclusividade se refere ao conteúdo da LOA, que não pode conter dispositivos 
estranhos à previsão de receitas e à fixação de receitas, ressalvadas as exceções previstas na 
Constituição Federal: a autorizaçãopara abertura de crédito suplementar e a contratação de 
operações de crédito, nos termos da lei.
O da exclusividade, vimos na afirmativa “b”.
Enquanto o princípio da legalidade orçamentária possui o mesmo fundamento que o princí-
pio da Legalidade aplicado à Administração Pública: cabe ao Poder Público fazer ou deixar 
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de fazer somente aquilo que a lei expressamente autorizar, ou seja, subordina-se aos dita-
mes da lei.
e) Errada. A questão acabou misturando nessa alternativa os princípios da especificação e da 
exclusividade.
De acordo com o Princípio da especificação, também chamado de especialização ou discri-
minação, as  receitas e despesas devem ser discriminadas e detalhadas, de forma que os 
usuários das peças orçamentárias possam saber a origem dos recursos e identificar as suas 
destinações.
Letra d.
091. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) Suponha que o Chefe do Executivo do Estado do Ama-
zonas tenha encaminhado à Assembleia Legislativa projeto da lei orçamentária relativa ao 
exercício de 2018 e que o mesmo contenha, entre as dotações consignadas, uma de caráter 
global destinada a suportar possíveis majorações de custos em contratos de infraestrutura 
em curso. Considerando os preceitos constitucionais e legais que regem o orçamento público, 
bem como os princípios que o informam, tal circunstância afigura-se
a) adequada, eis que se alinha com o princípio do equilíbrio, na medida em que objetiva evitar 
deficit corrente.
b) inadequada, pois afronta o princípio da discriminação ou especialização, que veda o estabe-
lecimento de dotações inespecíficas.
c) inadequada, pois viola o princípio da anualidade ao inserir despesa cujo fato gerador perten-
ce a outro exercício.
d) adequada, pois respeita o princípio da unicidade, o qual determina que para cada despesa 
deve haver uma fonte de receita, ainda que genérica.
e) inadequada, pois afronta o princípio da anterioridade, segundo o qual as receitas só podem 
estar vinculadas a despesas já materializadas juridicamente.
Essa questão deve ser resolvida aplicando o disposto no artigo 5º da Lei n. 4.320/1964. Confira:
Art. 5º A Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente 
a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalva-
do o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único.
Assim, a proposta é inadequada já que ataca o princípio orçamentário da discriminação ou 
especialização ou especificação, consagrado no § 1º do artigo 15 e no artigo 15 da Lei n. 
4.320/1964. Confira:
Na lei de orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos; § 1º. Enten-
de-se por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras e outros 
meios de que se serve a Administração Pública para consecução dos seus fins”
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A lei de orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a des-
pesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalvado o 
disposto no art. 20 e seu parágrafo único.
Letra b.
092. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) Entre os princípios orçamentários podemos destacar 
o da especificação, também conhecido como da especialidade ou discriminação, o qual, entre 
outros efeitos, enseja a
a) proibição de dotações para despesas de pessoal sem a correspondente vinculação à dota-
ção de investimento a que está referenciada.
b) obrigatoriedade de fixar a receita para o exercício a que se refere sem estimativas fundadas 
em projeções econômicas.
c) vedação a autorizações de despesa genéricas, exigindo a discriminação, ao  menos, por 
elementos.
d) necessidade do claro estabelecimento, na Lei Orçamentária Anual, das metas fiscais para o 
quadriênio em curso.
e) vedação a previsão de receitas de caráter extraordinário, como alienação de ativos e opera-
ções de crédito.
Guarde que o princípio da especificação, previsto na Lei n. 4.320/1964, veda autorizações de 
despesas genéricas e exige a discriminação, ao menos, por elementos:
A lei de orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a des-
pesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalvado o 
disposto no art. 20 e seu parágrafo único.
Na lei de orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos;
§ 1º Entende-se por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras 
e outros meios de que se serve a Administração Pública para consecução dos seus fins.
Letra c.
093. (FCC/PREFEITURA DE SÃO LUÍS/AUDITOR/2018) De acordo com a Lei federal 
n. 4.320/1964, que estatui normas gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos 
orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, tributo é
a) toda receita originária, consistente de prestações pecuniárias compulsórias, em moeda ou 
cujo valor nela se possa exprimir, instituída em lei.
b) a receita derivada, instituída pelas entidades de direito público, compreendendo os impos-
tos, as taxas e contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria finan-
ceira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exercidas por 
essas entidades.
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c) toda prestação pecuniária compulsória, inclusive a prestação decorrente de sanção de ato 
ilícito não definitivamente julgado, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, institu-
ída em lei.
d) a receita derivada, instituída pelas entidades de direito público ou privado, em decorrência 
de parcerias público-privadas (PPP), para custear as despesas decorrentes dos contratos fir-
mados entre essas pessoas jurídicas.
e) a receita originária, instituída contratualmente, com base em lei, pelas entidades de direito 
público ou privado, em decorrência de parcerias público-privadas (PPP), para custear as despe-
sas decorrentes dos contratos firmados entre essas pessoas jurídicas e terceiros.
Na Lei n. 4.320/1964, em seu artigo 9º, há a definição de tributo. Confira:
Art. 9º Tributo é a receita derivada instituída pelas entidades de direito público, compreendendo 
os impostos, as taxas e contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria 
financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exercidas 
por essas entidades.
�Perceba que a letra B está totalmente em conformidade com tal norma.
Letra b.
094. (FCC/SEGEP-MA/ANALISTA/2018) Consoante a Lei n. 4.320/1964, a aquisição de imó-
veis pode ser classificada, conforme o caso, como
a) investimento ou inversão financeira.
b) transferência corrente ou transferência de capital.
c) investimento ou despesa de custeio.
d) inversão financeira ou despesa de custeio.
e) investimento ou transferência corrente.
De acordo com a literalidadedo artigo 12 da Lei n. 4.320/1964 a aquisição de imóveis novos, 
dentre eles os necessários para a realização de obras públicas, é classificada como investimen-
tos, enquanto a aquisição de imóveis usados é classificada como inversão financeira. Confira:
Art. 12. A despesa...
§ 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução de obras, 
inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas 
últimas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamen-
tos e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de 
caráter comercial ou financeiro.
§ 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização;
Letra a.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
095. (FCC/TRT-15ª/TÉCNICO/2018) Um servidor da área de orçamento procedeu da seguin-
te maneira:
I – Classificou como “despesa de capital” na categoria econômica “investimentos” a dota-
ção para aquisição de título representativo do capital de empresa já constituída, cuja 
operação não importa aumento de capital.
II – Classificou como “receita corrente” a conversão, em espécie, de bens e direitos.
III – Ao classificar dotação para “despesa com material permanente”, considerou-o como 
sendo aquele com duração superior a 2 anos.
IV – Classificou como “subvenção social” dotação para transferência destinada a cobrir des-
pesas de custeio de instituição pública de caráter cultural.
Está de acordo com a Lei n. 4.320/1964 o que consta APENAS de
a) III e IV.
b) I.
c) I e II.
d) IV.
e) II e III.
I – Errada. A classificação correta para o fato ocorrido é uma inversão financeira. Confira no 
artigo 12 da Lei n. 4.320/1964:
§ 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução de obras, 
inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últi-
mas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos 
e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter 
comercial ou financeiro.
§ 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização;
II – aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, 
já constituídas, quando a operação não importe aumento do capital;
III – constituição ou aumento do capital de entidades ou empresas que visem a objetivos comerciais 
ou financeiros, inclusive operações bancárias ou de seguros.
II – Errada. A alienação de bens e direitos públicos deve ser registrada como Receita de Capital, 
conforme disposto no artigo da Lei n. 4.320/1964:
§ 4º A classificação da receita obedecerá ao seguinte esquema:
RECEITAS CORRENTES
RECEITA TRIBUTÁRIA
Impostos.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Taxas.
Contribuições de Melhoria.
RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES
RECEITA PATRIMONIAL
RECEITA AGROPECUÁRIA
RECEITA INDUSTRIAL
RECEITA DE SERVIÇOS
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
OUTRAS RECEITAS CORRENTES
RECEITAS DE CAPITAL
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
ALIENAÇÃO DE BENS
AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS
TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL
OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL
III – Correta. É o que determina o artigo 14 da Lei n. 4.320/1964:
§ 2º Para efeito de classificação da despesa, considera-se material permanente o de duração supe-
rior a dois anos.
�IV – Correta. É o que determina o artigo 12 da Lei n. 4.320/1964.
Letra a.
096. (FCC/TRT-15ª/TÉCNICO/2018) Para responder à questão, considere a Lei n. 4.320/1964. 
Ao processamento da despesa pública, aos créditos adicionais e ao exercício financeiro, está 
fixado que
a) o pagamento de despesa anterior à sua regular liquidação tem como exceção legal a natu-
reza do objeto adquirido.
b) o empenho da despesa por estimativa é prática incompatível com o princípio da es-
pecificação.
c) o uso da diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro do exercício an-
terior, conjugando-se ainda os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de 
crédito a ele vinculadas, é admitido para a abertura de créditos adicionais suplementares e 
especiais.
d) a vedação à realização de despesas sem o prévio empenho é excetuada por lei para aquelas 
realizadas sob o regime de adiantamento (suprimento de fundos).
e) os créditos da Fazenda Pública, exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento, serão 
inscritos em registro próprio como dívida ativa, momento a partir do qual todos os créditos, 
não importando a origem, adquirem a natureza de dívida ativa tributária.
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Lei n. 4.320/1964
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Manuel Piñon
Essa questão exige o conhecimento dos conceitos de despesa pública conjugados com aque-
les relativos aos créditos adicionais ao orçamento.
Veja no artigo 43 da Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos, que a alternativa correta é a letra C:
A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis 
para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.
§ 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:
I – o superavit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;
II – os provenientes de excesso de arrecadação;
III – os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicio-
nais, autorizados em Lei;
IV – o produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao po-
der executivo realizá-las.
§ 2º Entende-se por superavit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo 
financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de 
crédito a eles vinculadas.
a) Errada. As despesas públicas apenas poderão ser pagas APÓS a regular liquidação, confor-
me dispõe a Lei n. 4.320/1964.
b) Errada. O empenho por estimativa é uma das 3 formas de empenho aceitas no ordenamento 
jurídico brasileiro.
d) Errada. Quando ocorre o suprimento de fundos a agente público, é obrigatório o prévio em-
penho da despesa com o adiantamento do numerário.
e) Errada. Os créditos da Fazenda Pública, inscritos em Dívida Ativa, serão distinguidos entre 
Tributários e Não Tributários, conforme exposto na Lei n. 4.320/1964.
Letra c.
097. (FCC/ALESE/ANALISTA/2018) Em janeiro de 2018, o ordenador de despesa de uma de-
terminada entidade pública realizou o empenho de despesa referente ao consumo de energia 
elétrica da entidade, cujo montante exato da despesa não foi possível ser determinado previa-
mente. De acordo com as determinações da Lei n. 4.320/1964 e com o Manual de Contabilida-
de Aplicada ao Setor Público, em janeiro de 2018, foi utilizado o empenho
a) global.
b) ordinário.
c) aproximado.
d) estimativo.
e) por projeção.
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Lei n. 4.320/1964
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Trata-se do empenho estimativo, já que não foi possível determinar previamente o montante da 
despesa. Veja na Lei n. 4.320/1964:
Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.
§ 1º Em casos especiais previstos na legislação específica será dispensada a emissão da nota de 
empenho.
§ 2º Será feito por estimativa o empenho da despesa cujo montante não se possa determinar.
§ 3º É permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento.
Letra d.
098. (FCC/ARTESP/ANALISTA/2017) As dotações destinadas à aquisição de imóveis já em 
utilização e à aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras classifi-
cam-se, respectivamente, como
a) Investimentos; Investimentos.
b) Investimentos; Inversões Financeiras.
c) Inversões Financeiras; Investimentos.
d) Transferências de Capital; Investimentos.
e) Inversões Financeiras; Inversões Financeiras.
A resposta dessa questão está nos § 4º e 5º do artigo 12 da Lei n. 4.320/1964. Confira com 
grifos nossos:
Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas
§ 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução de obras, 
inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últi-
mas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos 
e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter 
comercial ou financeiro.
§ 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização;
�Assim, podemos concluir que as dotações destinadas à aquisição de imóveis já em utilização 
e à aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras classificam-se, res-
pectivamente, como Inversões Financeiras e Investimentos.
Letra c.
099. (FCC/TST/ANALISTA/2017) Um contabilista da União promoveu a seguinte classifica-
ção de despesa pública:
DESPESAS DE CUSTEIO
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Manuel Piñon
− serviços de terceiros
− subvenções sociais
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
− inativos
− salário-família
DESPESAS DE CAPITAL
− juros da dívida pública
Conforme dita a Lei no 4.320/64, essa classificação está INCORRETA, uma vez que
a) serviços de terceiros e inativos são despesas de custeio.
b) subvenções sociais e juros da dívida pública são transferências correntes.
c) serviços de terceiros e juros da dívida pública são despesas de capital.
d) salário-família e inativos são despesas de custeio.
e) serviços de terceiros e inativos são transferências correntes.
A resposta dessa questão está na estrutura apresentada no artigo 13 da Lei n. 4.320/1964. 
Confira, já fazendo a correspondente indicação das alternativas.
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Pessoa Civil
Pessoal Militar
Material de Consumo
Serviços de Terceiros
Encargos Diversos
Transferências Correntes
Subvenções Sociais
Subvenções Econômicas
Inativos
Pensionistas
Salário-Família e Abono Familiar
Juros da Dívida Pública
Contribuições de Previdência Social
Diversas Transferências Correntes.
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Obras Públicas
Serviços em Regime de Programação Especial
Equipamentos e Instalações
Material Permanente
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Lei n. 4.320/1964
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Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades Industriais ou Agrí-
colas
Inversões Financeiras
Aquisição de Imóveis
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades Comerciais ou
Financeiras
Aquisição de Títulos Representativos de Capital de Empresa em Funcionamento
Constituição de Fundos Rotativos
Concessão de Empréstimos
Diversas Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Amortização da Dívida Pública
Auxílios para Obras Públicas
Auxílios para Equipamentos e Instalações
Auxílios para Inversões Financeiras
Outras Contribuições.
�Assim, como apresentado nos mencionados grifos, o erro da classificação apresentada pelo 
enunciado refere-se às subvenções sociais e juros da dívida pública são transferências corren-
tes.
Letra b.
100. (FCC/DPE-RS/ANALISTA/2017) Fazer com que o orçamento público considere todas 
as receitas e todas as despesas e que nenhuma instituição governamental fique afastada do 
orçamento caracteriza o princípio
a) do orçamento bruto.
b) da exclusividade.
c) do equilíbrio.
d) da transparência.
e) da universalidade.
�A questão apresentou no enunciado o conceito do princípio da universalidade, que determina 
que a LOA deve conter todas as receitas e despesas do Ente. Estabelecido, de forma expressa, 
pelo caput do art. 2º da Lei no 4.320/ 1964, recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. 165 
da Constituição Federal, determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as 
receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e 
mantidas pelo Poder Público.
Letra e.
101. (FCC/DPE-RS/ANALISTA/2017) Com relação à execução do orçamento público, as des-
pesas empenhadas e não pagas no exercício financeiro correspondem
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a) aos restos a pagar.
b) à dívida fundada.
c) à dívida mobiliária pública.
d) aos depósitos reconhecidos como dívida flutuante.
e) à dívida fundada inferior a 12 meses, necessitando de autorização legislativa.
O examinador refere-se aos restos a pagar, que foi conceituado pela Lei n. 4.320/1964 em seu 
artigo 36:
Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de 
dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.
Letra a.
102. (FCC/TRT-21ª/ANALISTA/2017) A Lei n. 4.320/1964, ao disciplinar o princípio orçamen-
tário da especificação, determina que a Lei de Orçamento não consignará dotações globais 
destinadas a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, 
transferências ou quaisquer outras. É exceção legal a essa regra a possibilidade de consigna-
ção de dotação global de despesas que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordina-
damente às normas gerais de execução. Essa possibilidade se refere a
a) programas especiais de trabalho.
b) juros da dívida pública.
c) contribuições de previdência social.
d) concessões de empréstimos.
e) auxílios para inversões financeiras.
Vamos ver a resposta da questão no artigo 20 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 20. Os investimentos serão discriminados na Lei de Orçamento segundo os projetos de obras 
e de outras aplicações.
Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que,por sua natureza, não possam cumprir-se 
subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações 
globais, classificadas entre as Despesas de Capital.
Letra a.
103. (FCC/TRF-5ª/ANALISTA/2017) Um Tribunal de Contas realizou auditoria em uma deter-
minada entidade pública em 2016 e constatou que a entidade adquiriu e utilizou combustível 
em sua frota de veículos em março de 2015, mas o empenho para a realização da referida 
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despesa aconteceu em abril de 2015, em desacordo com o que estabelece a Lei n. 4.320/1964. 
Neste caso, houve a verificação
a) concomitante da eficiência dos atos de execução orçamentária.
b) subsequente da eficiência dos atos de execução orçamentária.
c) prévia da legalidade dos atos de execução orçamentária.
d) concomitante da legalidade dos atos de execução orçamentária.
e) subsequente da legalidade dos atos de execução orçamentária.
�Considerando que a auditoria em tela tem como objeto os fatos de 2015, sendo realizada no 
ano seguinte, ou seja, em 2016, concluímos que foi uma verificação subsequente, e, como foi 
verificada a conformidade do procedimento com as disposições da Lei n. 4.320/1964, pode-
mos concluir que tratar-se de verificação de legalidade.
Letra e.
104. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) Em 09/01/2017, a repartição competente de uma 
determinada entidade pública estadual verificou a procedência de crédito referente a “Taxas 
pela Prestação de Serviços” e a pessoa que lhe era devedora e inscreveu o débito desta. Em 
20/02/2017, o devedor pagou a taxa em uma instituição financeira autorizada pela entidade e, 
em 24/02/2017, o valor total recebido pela instituição financeira foi transferido à conta especí-
fica do Tesouro Estadual. Assim, de acordo com as determinações do Manual de Contabilida-
de Aplicada ao Setor Público, a receita orçamentária classifica-se quanto à
a) origem em Receita de Contribuições, sendo que em 09/01/2017 ocorreu a inscrição da re-
ceita orçamentária.
b) origem em Receita de Contribuições, sendo que em 24/02/2017 ocorreu o recolhimento da 
receita orçamentária.
c) espécie em Taxas, sendo que em 09/01/2017 ocorreu o lançamento da receita orçamentária.
d) espécie em Impostos, sendo que em 20/02/2017 ocorreu a arrecadação da receita or-
çamentária.
e) espécie em Impostos, Taxas e Contribuições de Melhorias, sendo que em 24/02/2017 ocor-
reu a arrecadação da receita orçamentária.
Tenha em mente que a taxa de prestação de serviços é uma receita da categoria econômica 
corrente, origem tributária e espécie taxas, enquanto os 3 estágios da execução da receita são:
• Lançamento: etapa na qual é verificada a procedência do crédito, a pessoa devedora e 
ocorre a inscrição do débito;
• Arrecadação: entrega do recurso ao agente arrecadador pelo devedor;
• Recolhimento: transferência à conta única do Tesouro.
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Dessa forma, vemos que a espécie da receita é taxa e em 09/01/2017 ocorreu o lançamento 
da receita orçamentária, que é a etapa na qual é verificada a procedência do crédito, a pessoa 
devedora e ocorre a inscrição do débito.
a) Errado. A origem de receita é tributária e em 09/01/2017 ocorreu o lançamento da receita.
b) Errado. A origem de receita é tributária e em 24/02/2017 realmente ocorreu o recolhimento.
d) Errado. A espécie da receita é taxa e em 20/02/2017 realmente ocorreu a arrecadação 
da receita.
e) Errado. A espécie da receita é taxa e em 24/02/2017 ocorreu o recolhimento da receita.
Letra c.
105. (FCC/PREFEITURA DE SÃO LUÍS/AUDITOR/2018) De acordo com a Lei federal n. 
4.320/1964, que estatui normas gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos 
orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, tributo é
a) toda receita originária, consistente de prestações pecuniárias compulsórias, em moeda ou 
cujo valor nela se possa exprimir, instituída em lei.
b) a receita derivada, instituída pelas entidades de direito público, compreendendo os impos-
tos, as taxas e contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria finan-
ceira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exercidas por 
essas entidades.
c) toda prestação pecuniária compulsória, inclusive a prestação decorrente de sanção de ato ilí-
cito não definitivamente julgado, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, instituída em lei.
d) a receita derivada, instituída pelas entidades de direito público ou privado, em decorrência 
de parcerias público privadas (PPP), para custear as despesas decorrentes dos contratos fir-
mados entre essas pessoas jurídicas.
e) a receita originária, instituída contratualmente, com base em lei, pelas entidades de direito 
público ou privado, em decorrência de parcerias público privadas (PPP), para custear as despe-
sas decorrentes dos contratos firmados entre essas pessoas jurídicas e terceiros.
Na Lei n. 4.320/1964, em seu artigo 9º, temos a definição de tributo. Confira com grifos nossos:
Art. 9º Tributo é a receita derivada instituída pelas entidades de direito público, compreendendo 
os impostos, as taxas e contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria 
financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou especificas exercidas 
por essas entidades.
�Perceba que a letra B está totalmente em conformidade com tal norma.
Letra b.
106. (FCC/TRT-15ª/TÉCNICO/2018) Todo o processo do orçamento público está orientado 
por princípios sobre os quais é correto afirmar que:
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Lei n. 4.320/1964
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a) As deduções devem ser consideradas apenas para o balanceamento das transferências 
intragovernamentais por força do princípio do orçamento bruto.
b) A proibição à realização de despesas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais 
decorre do princípio da legalidade.
c) Segundo o princípio da discriminação, a lei de orçamento não consignará dotações globais 
destinadas a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, programas especiais 
de trabalho que não possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução de 
despesa, serviços de terceiros e transferências.
d) Pelo princípio da exclusividade, a lei de orçamento anual não conterá dispositivo estranho à 
previsão da receita e à fixação da despesa, excetuando-se, porém, a autorização para abertura 
de créditos suplementares e especiais.
e) Deverá existir um único orçamento para o ente da Federação por força do princípio da uni-
versalidade.
Basicamente, a ideia trazida pelo Princípio da Legalidade é o que caso seja realizada uma des-
pesa sem previsão na LOA ou em outra lei que a autorize, essa despesa é ilegal.
a) Errada. O Princípio do Orçamento Bruto manda que a LOA contenha todos os valores corres-
pondentes à previsão de receitas e fixação de despesas pelos seus valores brutos.
c) Errada. Existemas exceções previstas no artigo 5º da Lei n. 4.320/1964 que menciona o 
artigo 20 dessa mesma lei que ressalva os programas especiais de trabalho.
d) Errada. Os créditos especiais não se enquadram nessa situação.
e) Errada. Trata do princípio da unidade e não da universalidade.
Letra b.
107. (FCC/ALESE/ANALISTA/2018) Em se tratando dos princípios orçamentários, o 
Princípio da
a) legalidade dita que dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e 
a organização do plano plurianual é matéria reservada à Lei Ordinária.
b) exclusividade surgiu para garantir o emprego da técnica conhecida como cauda or-
çamentária.
c) universalidade institui que todas as receitas e todas as despesas devem constar da Lei de 
Orçamento.
d) não afetação estabelece que nenhuma receita pode ser associada a determinada despe-
sa ou fundo.
e) anterioridade preconiza que as receitas devem ocorrer antes das despesas.
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Podemos usar o MCASP - Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Pública, que menciona a 
Lei n. 4.320/1964, para confirmar o nosso entendimento acerca do princípio da universalida-
de, aquele que determina que todos as receitas e despesas devem constar na Lei Orçamentá-
ria. Confira o trecho abaixo extraído do referido:
Estabelecido, de forma expressa, pelo caput do art. 2º da Lei no 4.320/ 1964, recepcionado e norma-
tizado pelo § 5º do art. 165 da Constituição Federal, o princípio da universalidade determina que a 
LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, 
entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
a) Errada. Lembre-se que o princípio orçamentário da legalidade determina que o orçamento 
seja fixado por Lei.
b) Errada. O princípio da exclusividade tenta impedir aqueles “jabutis” ou “caudas orçamentárias”, 
aquelas matérias estranhas à orçamentária na LOA para aproveitar seu trâmite mais célere.
d) Errada. O princípio da não afetação é aquele que impede que as receitas de impostos sejam 
associadas a despesas ou fundos.
e) Errada. Na verdade, o princípio da anterioridade não é um princípio orçamentário, mas sim um 
princípio tributário que proíbe a cobrança de tributos no mesmo exercício da Lei que o instituiu.
Letra c.
108. (FCC/SEGEP-MA/ANALISTA/2018) Consoante a Lei n. 4.320/1964, a aquisição de imó-
veis pode ser classificada, conforme o caso, como
a) investimento ou inversão financeira.
b) transferência corrente ou transferência de capital.
c) investimento ou despesa de custeio.
d) inversão financeira ou despesa de custeio.
e) investimento ou transferência corrente.
De acordo com a literalidade do artigo 12 da Lei n. 4.320/1964 a aquisição de imóveis novos, 
dentre eles os necessários para a realização de obras públicas, é classificada como inves-
timentos, enquanto a aquisição de imóveis usados é classificada como inversão financeira. 
Confira com grifos nossos:
Art. 12, § 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução 
de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização 
destas últimas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equi-
pamentos e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam 
de caráter comercial ou financeiro.
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§ 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização;
Letra a.
109. (FCC/TCE-RS/AUDITOR/2018/ADAPTADA) Julgue:
A lei estabelece procedimento específico para realização da despesa pública, através do em-
penho, liquidação, ordem de pagamento e pagamento, determinando, também, que será extra-
ído, para cada empenho, um documento denominado “nota de desempenho”, que indicará o 
nome do credor, a representação e a importância da despesa, bem como a inclusão desta ao 
saldo da dotação própria.
�Na verdade, o erro considerado pela banca foi que a “ordem de pagamento” não é uma fase da 
despesa prevista na Lei n. 4.320/1964.
Errado.
110. (FCC/TRT-15ª/TÉCNICO/2018) Um servidor da área de orçamento procedeu da seguin-
te maneira:
I – Classificou como “despesa de capital” na categoria econômica “investimentos” a dota-
ção para aquisição de título representativo do capital de empresa já constituída, cuja 
operação não importa aumento de capital.
II – Classificou como “receita corrente” a conversão, em espécie, de bens e direitos.
III – Ao classificar dotação para “despesa com material permanente”, considerou-o como 
sendo aquele com duração superior a 2 anos.
IV – Classificou como “subvenção social” dotação para transferência destinada a cobrir des-
pesas de custeio de instituição pública de caráter cultural.
Está de acordo com a Lei n. 4.320/1964 o que consta APENAS de
a) III e IV.
b) I.
c) I e II.
d) IV.
e) II e III.
I – Errado. A classificação correta para o fato ocorrido é uma inversão financeira. Confira no 
artigo 12 da Lei n. 4.320/1964, cujo trecho reproduzimos abaixo com grifos nossos:
§ 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução de obras, 
inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últi-
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mas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos 
e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter 
comercial ou financeiro.
§ 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização;
II – aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie, 
já constituídas, quando a operação não importe aumento do capital;
III – constituição ou aumento do capital de entidades ou empresas que visem a objetivos comerciais 
ou financeiros, inclusive operações bancárias ou de seguros.
II – Errado. A alienação de bens e direitos públicos deve ser registrada como Receita de Capi-
tal, conforme disposto no artigo da Lei n. 4.320/1964, cujo trecho reproduzimos abaixo com 
grifos nossos:
§ 4º - A classificação da receita obedecerá ao seguinte esquema:
RECEITAS CORRENTES
RECEITA TRIBUTÁRIA
Impostos.
Taxas.
Contribuições de Melhoria.
RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES
RECEITA PATRIMONIAL
RECEITA AGROPECUÁRIA
RECEITA INDUSTRIAL
RECEITA DE SERVIÇOS
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
OUTRAS RECEITAS CORRENTES
RECEITAS DE CAPITAL
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
ALIENAÇÃO DE BENS
AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS
TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL
OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL
III – Certo. É o que determina o artigo 14 da Lei n. 4.320/1964, cujo trecho reproduzimos abaixo:
§ 2º Para efeito de classificação da despesa, considera-se material permanente o de duração supe-
rior a dois anos.
�IV – Certo. É o quedetermina o artigo 12 da Lei n. 4.320/1964.
Letra a.
111. (FCC/TRT-15ª/TÉCNICO/2018) Para responder à questão, considere a Lei n. 4.320/1964. 
Ao processamento da despesa pública, aos créditos adicionais e ao exercício financeiro, está 
fixado que
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a) o pagamento de despesa anterior à sua regular liquidação tem como exceção legal a natu-
reza do objeto adquirido.
b) o empenho da despesa por estimativa é prática incompatível com o princípio da es-
pecificação.
c) o uso da diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro do exercício 
anterior, conjugando-se ainda os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações 
de crédito a ele vinculadas, é admitido para a abertura de créditos adicionais suplementares 
e especiais.
d) a vedação à realização de despesas sem o prévio empenho é excetuada por lei para aquelas 
realizadas sob o regime de adiantamento (suprimento de fundos).
e) os créditos da Fazenda Pública, exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento, serão 
inscritos em registro próprio como dívida ativa, momento a partir do qual todos os créditos, 
não importando a origem, adquirem a natureza de dívida ativa tributária.
Essa questão exige o conhecimento dos conceitos de despesa pública conjugados com aque-
les relativos aos créditos adicionais ao orçamento. Veja no artigo 43 da Lei n. 4.320/1964, com 
grifos nossos, que a alternativa correta é a letra C:
A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis 
para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.
§ 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:
I – o superavit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;
II – os provenientes de excesso de arrecadação;
III – os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicio-
nais, autorizados em Lei;
IV – o produto de operações de credito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao po-
der executivo realizá-las.
§ 2º Entende-se por superavit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo 
financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de 
credito a eles vinculadas.
a) Errada. As despesas públicas apenas poderão ser pagas APÓS a regular liquidação, confor-
me dispõe a Lei n. 4.320/1964.
b) Errada. O empenho por estimativa é uma das 3 formas de empenho aceitas no ordenamento 
jurídico brasileiro.
d) Errada. Quando ocorre o suprimento de fundos a agente público, é obrigatório o prévio em-
penho da despesa com o adiantamento do numerário.
e) Errada. Os créditos da Fazenda Pública, inscritos em Dívida Ativa, serão distinguidos entre 
Tributários e Não Tributários, conforme exposto na Lei n. 4.320/1964.
Letra c.
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112. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) Considere as transações ocorridas no mês de setem-
bro de 2017 em uma determinada entidade pública estadual:
− Empenho de despesa referente à aquisição de material de consumo no valor de R$ 30.000,00. 
A despesa foi liquidada e paga em 04/10/2017 pelo valor do empenho.
− Empenho de despesa referente a serviços de terceiros − pessoa física, referente à manutenção 
dos elevadores da entidade, no valor de R$ 5.000,00. A despesa foi liquidada em 06/10/2017 e 
paga em 10/10/2017 pelo valor do empenho.
− Empenho e liquidação de despesa referente à amortização do principal da dívida pública 
interna no valor de R$ 650.000,00. A despesa foi paga em 02/10/2017 pelo valor do empenho.
− Empenho de despesa referente a juros da dívida pública mobiliária no valor de R$ 7.000.00. A 
despesa foi liquidada em 04/10/2017 e paga em 10/10/2017 pelo valor do empenho.
− Empenho de despesa referente à aquisição de um veículo novo no valor de R$ 70.000,00. A 
despesa foi liquidada em 03/11/2017 e paga em 10/11/2017 pelo valor do empenho.
− Empenho de despesa referente à ampliação do edifício-sede da entidade, com aumento 
dos benefícios econômicos do ativo, no valor de R$ 50.000,00. A despesa foi liquidada em 
02/10/2017 e paga em 13/11/2017.
− Devolução de depósito caução recebido no valor de R$ 40.000,00.
− Reconhecimento do ajuste de perdas com material de consumo no valor de R$ 9.000,00. O 
material de consumo foi adquirido em janeiro de 2017.
Com base nessas informações, o total da despesa corrente que impactou o resultado de exe-
cução orçamentária, conforme Lei no 4.320/1964, referente ao exercício financeiro de 2017 
foi, em reais,
a) 782.000,00.
b) 92.000,00.
c) 82.000,00.
d) 42.000,00.
e) 35.000,00.
De acordo com os ditames do artigo 35 da Lei n. 4.320/1964, o resultado da execução orçamen-
tária é considerado em função da despesa empenhada. Assim, daquelas transações elencadas 
pelo enunciado, ocorreram 3 empenhos de despesas correntes, somam R$ 42.000,00. Confira:
• empenho de despesa referente à aquisição de material de consumo no valor de R$ 
30.000,00;
• empenho de despesa referente a serviços de terceiros − pessoa física, referente à manu-
tenção dos elevadores da entidade, no valor de R$ 5.000,00;
• empenho de despesa referente a juros da dívida pública mobiliária no valor de R$ 
7.000.00.
Letra d.
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113. (FCC/ALESE/ANALISTA/2018) Em janeiro de 2018, o ordenador de despesa de uma de-
terminada entidade pública realizou o empenho de despesa referente ao consumo de energia 
elétrica da entidade, cujo montante exato da despesa não foi possível ser determinado previa-
mente. De acordo com as determinações da Lei n. 4.320/1964 e com o Manual de Contabilida-
de Aplicada ao Setor Público, em janeiro de 2018, foi utilizado o empenho
a) global.
b) ordinário.
c) aproximado.
d) estimativo.
e) por projeção.
Trata-se do empenho estimativo, já que não foi possível determinar previamente o montante da 
despesa. Veja na Lei n. 4.320/1964, com grifos nossos:
Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.
§ 1º Em casos especiais previstos na legislação específica será dispensada a emissão da nota de 
empenho.
§ 2º Será feito por estimativa o empenho da despesa cujo montante não se possa determinar.
§ 3º É permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento.
Letra d.
114. (FCC/SEGEP-MA/ANALISTA/2018) Atenção: Para responder à questão, considere as in-
formações abaixo, extraídas do sistema de contabilidade de uma entidade pública e referentes 
a transações ocorridas em janeiro de 2018:
− Arrecadação de receitas de aluguéis e arrendamentos no valor de R$ 65.000,00. Tais receitas 
são referentes a dezembro de 2017.
− Lançamento e arrecadação de taxas no valor de R$ 6.500,00.
− Empenho, liquidação e pagamento de despesa referente à aquisição de um veículo usado no 
valor de R$ 35.000,00.
− Reconhecimento da depreciação mensal dos veículos no valor de R$ 95.000,00.− Reconhecimento de ajustes de perdas de estoques no valor de R$ 19.000,00 em 31/01/2018.
− Liquidação e reconhecimento do direito relativo a um suprimento de fundos para custear 
despesas com passagens e locomoção no valor de R$ 850,00.
− Devolução de caução recebida no valor de R$ 10.000,00.
− Empenho e liquidação de despesa com material de consumo no valor de R$ 250.000,00. O 
material foi entregue pelo fornecedor em 09/01/2018 e a despesa foi paga, pelo valor total do 
empenho, em fevereiro de 2018.
− Empenho de despesa com a aquisição de um equipamento novo no valor de R$ 70.000,00. 
O equipamento foi entregue pelo fornecedor e colocado em uso em 31/01/2018, data em que 
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houve a liquidação da despesa. A despesa empenhada foi paga, pelo valor total do empenho, 
em fevereiro de 2018.
Com base nessas transações tomadas em conjunto e de acordo com a Lei no 4.320/1964, em 
janeiro de 2018, o total da despesa orçamentária realizada referente ao exercício financeiro de 
2018, classificada na categoria econômica Despesas de Capital, foi, em reais,
a) 105.000,00.
b) 70.000,00.
c) 364.000,00.
d) 355.000,00.
e) 35.000,00.
Dos itens relacionados, são despesas de capital somente os dois seguintes:
• empenho, liquidação e pagamento de despesa referente à aquisição de um veículo usa-
do no valor de R$ 35.000,00;
• empenho de despesa com a aquisição de um equipamento novo no valor de R$ 70.000,00. 
O equipamento foi entregue pelo fornecedor e colocado em uso em 31/01/2018, data 
em que houve a liquidação da despesa. A despesa empenhada foi paga, pelo valor total 
do empenho, em fevereiro de 2018.
�TOTAL = R$35.000,00 + R$ 70.000,00 = R$ 105.000,00
Letra a.
115. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) Em 31/12/2016, uma entidade pública anulou o empe-
nho, no valor de R$ 13.500,00, referente à despesa com a aquisição de material de consumo. 
Entretanto, em 03/01/2017, o fornecedor entregou o material conforme prazo contratado com 
a entidade pública. O material adquirido foi utilizado pela entidade pública em 16/01/2017. 
Nesse caso, em 03/01/2017, ocorreu
a) a liquidação de restos a pagar não processados.
b) o empenho de despesa no elemento de despesa Material de Consumo.
c) um fato modificativo que aumentou o passivo.
d) um fato permutativo que aumentou o ativo.
e) uma Despesa de Exercício Anterior que diminuiu a situação patrimonial líquida.
�Na verdade, a entrega do material gerou aumento do ativo (entrada do material), mas, em con-
trapartida, também aumentou o passivo (obrigação de pagamento), ou seja, o efeito no patri-
mônio líquido foi nulo, ou seja, ocorreu um fato permutativo.
Letra d.
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116. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) O ordenador de despesa de uma determinada entidade 
pública emitiu empenho em 02/12/2016 no valor de R$ 3.000,00 referente à aquisição de mate-
rial de consumo. Em 30/12/2016, o material adquirido foi entregue pelo fornecedor, no entanto, 
em decorrência de erros nos procedimentos internos da entidade, em 31/12/2016, o empenho 
no valor de R$ 3.000,00 foi cancelado, sendo que um novo empenho foi emitido, liquidado e 
pago em 03/01/2017. Assim, de acordo com as determinações do Manual de Contabilidade 
Aplicada ao Setor Público, a despesa referente ao empenho emitido em 03/01/2017 deve ser 
classificada no elemento de despesa
a) Material de Consumo.
b) Suprimento de Fundos.
c) Equipamentos e Material Permanente.
d) Despesa de Exercícios Anteriores.
e) Indenizações e Restituições.
�Perceba que, ao cancelar o empenho em 31/12/2016 e empenhar novamente em 03/01/2017, 
a despesa pertencerá ao exercício de 2017, porém o fato gerador ocorreu em 2016, devendo, 
assim, ser registrada como despesa de exercício anterior (2016).
Letra d.
117. (FCC/ARTESP/ANALISTA/2017) As dotações destinadas à aquisição de imóveis já em 
utilização e à aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras classifi-
cam-se, respectivamente, como
a) Investimentos; Investimentos.
b) Investimentos; Inversões Financeiras.
c) Inversões Financeiras; Investimentos.
d) Transferências de Capital; Investimentos.
e) Inversões Financeiras; Inversões Financeiras.
A resposta dessa questão está nos § 4º e 5º do artigo 12 da Lei n. 4.320/1964. Confira com gri-
fos nossos:
Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas
§ 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução de obras, 
inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últi-
mas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos 
e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter 
comercial ou financeiro.
§ 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:
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I – aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização”;
Assim, podemos concluir que as dotações destinadas à aquisição de imóveis já em utilização e à 
aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras classificam-se, respectiva-
mente, como Inversões Financeiras e Investimentos.
Letra c.
118. (FCC/TST/ANALISTA/2017) Um contabilista da União promoveu a seguinte classifica-
ção de despesa pública:
DESPESAS DE CUSTEIO
− serviços de terceiros
− subvenções sociais
TRANSFERÊNCIAS CORRENTES
− inativos
− salário-família
DESPESAS DE CAPITAL
− juros da dívida pública
Conforme dita a Lei no 4.320/64, essa classificação está INCORRETA, uma vez que
a) serviços de terceiros e inativos são despesas de custeio.
b) subvenções sociais e juros da dívida pública são transferências correntes.
c) serviços de terceiros e juros da dívida pública são despesas de capital.
d) salário-família e inativos são despesas de custeio.
e) serviços de terceiros e inativos são transferências correntes.
A resposta dessa questão está na estrutura apresentada no artigo 13 da Lei n. 4.320/1964. 
Confira com grifos nossos, já fazendo a correspondente indicação das alternativas.
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Pessoa Civil
Pessoal Militar
Material de Consumo
Serviços de Terceiros
Encargos Diversos
Transferências Correntes
Subvenções Sociais
Subvenções Econômicas
Inativos
Pensionistas
Salário Família e Abono Familiar
Juros da Dívida Pública
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Contribuições de Previdência Social
Diversas Transferências Correntes.
DESPESAS DE CAPITAL
Investimentos
Obras Públicas
Serviços em Regime de ProgramaçãoEspecial
Equipamentos e Instalações
Material Permanente
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades Industriais ou Agrí-
colas
Inversões Financeiras
Aquisição de Imóveis
Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades Comerciais ou
Financeiras
Aquisição de Títulos Representativos de Capital de Empresa em Funcionamento
Constituição de Fundos Rotativos
Concessão de Empréstimos
Diversas Inversões Financeiras
Transferências de Capital
Amortização da Dívida Pública
Auxílios para Obras Públicas
Auxílios para Equipamentos e Instalações
Auxílios para Inversões Financeiras
Outras Contribuições.
�Assim, como apresentado nos mencionados grifos, o erro da classificação apresentada pelo 
enunciado refere-se às subvenções sociais e juros da dívida pública são transferências correntes
Letra b.
119. (FCC/DPE-RS/ANALISTA/2017) Fazer com que o orçamento público considere todas 
as receitas e todas as despesas e que nenhuma instituição governamental fique afastada do 
orçamento caracteriza o princípio
a) do orçamento bruto.
b) da exclusividade.
c) do equilíbrio.
d) da transparência.
e) da universalidade.
�A FCC apresentou no enunciado o conceito do princípio da universalidade, que determina que 
a LOA deve conter todas as receitas e despesas do Ente. Estabelecido, de forma expressa, 
pelo caput do art. 2º da Lei no 4.320/ 1964, recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. 165 
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da Constituição Federal, determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as 
receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e 
mantidas pelo Poder Público.
Letra e.
120. (FCC/DPE-RS/ANALISTA/2017) Com relação à execução do orçamento público, as des-
pesas empenhadas e não pagas no exercício financeiro correspondem
a) aos restos a pagar.
b) à dívida fundada.
c) à dívida mobiliária pública.
d) aos depósitos reconhecidos como dívida flutuante.
e) à dívida fundada inferior a 12 meses, necessitando de autorização legislativa.
O examinador refere-se aos restos a pagar, que foi conceituado pela Lei n. 4.320/1964 em seu 
artigo 36:
Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de 
dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.
Letra a.
121. (FCC/TRT-21ª/ANALISTA/2017) A Lei n. 4.320/1964, ao disciplinar o princípio orçamen-
tário da especificação, determina que a Lei de Orçamento não consignará dotações globais 
destinadas a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, 
transferências ou quaisquer outras. É exceção legal a essa regra a possibilidade de consigna-
ção de dotação global de despesas que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordina-
damente às normas gerais de execução. Essa possibilidade se refere a
a) programas especiais de trabalho.
b) juros da dívida pública.
c) contribuições de previdência social.
d) concessões de empréstimos.
e) auxílios para inversões financeiras.
Vamos ver a resposta da questão no artigo 20 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 20. Os investimentos serão discriminados na Lei de Orçamento segundo os projetos de obras 
e de outras aplicações.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se 
subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações 
globais, classificadas entre as Despesas de Capital.
Letra a.
122. (FCC/TRF-5ª/ANALISTA/2017) Um Tribunal de Contas realizou auditoria em uma deter-
minada entidade pública em 2016 e constatou que a entidade adquiriu e utilizou combustível 
em sua frota de veículos em março de 2015, mas o empenho para a realização da referida 
despesa aconteceu em abril de 2015, em desacordo com o que estabelece a Lei n. 4.320/1964. 
Neste caso, houve a verificação
a) concomitante da eficiência dos atos de execução orçamentária.
b) subsequente da eficiência dos atos de execução orçamentária.
c) prévia da legalidade dos atos de execução orçamentária.
d) concomitante da legalidade dos atos de execução orçamentária.
e) subsequente da legalidade dos atos de execução orçamentária.
�Considerando que a auditoria em tela tem como objeto os fatos de 2015, sendo realizada no 
ano seguinte, ou seja, em 2016, concluímos que foi uma verificação subsequente, e, como foi 
verificada a conformidade do procedimento com as disposições da Lei n. 4.320/1964, pode-
mos concluir que tratar-se de verificação de legalidade.
Letra e.
123. (FCC/TRE-SP/ANALISTA/2017) Para responder à questão, considere as seguintes in-
formações relativamente à execução da Lei Orçamentária de determinado ente público, no 
exercício de 2016, segundo a Lei Federal n. 4.320/1964.
Receitas Arrecadadas (Valores em R$)
Cota-Parte do Fundo de Participação dos Estados 180.000
Transferência de Capital destinada à construção de hospitais públicos 160.000
Rendimentos de Aplicações Financeiras 45.000
Aluguel de Imóvel de Propriedade do ente público 15.000
Operações de Crédito de Longo Prazo 320.000
Alienação de Bens Imóveis 210.000
Cota-Parte do Imposto Sobre a Propriedade Territorial Rural 75.000
Indenizações e Restituições 25.000
Multas e Juros de Mora 10.000
Dívida Ativa do ICMS 110.000
Impostos e Taxas 95.000
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Despesas Empenhadas
Água, Luz e Telefone 35.000
Construção de Ginásio Poliesportivo 180.000
Manutenção de Veículos 55.000
Aquisição de um terreno destinado à construção de duas escolas públicas 240.000
Amortização de parcela de empréstimo de longo prazo 120.000
Juros e encargos da dívida de longo prazo 25.000
Aquisição de Material de Expediente 65.000
Folha de Pagamento dos servidores ativos 390.000
Informações Complementares:
• Não havendo dotação orçamentária específica, no mês de outubro de 2016, foi aberto 
um crédito adicional no valor de R$ 120.000, destinado à aquisição de dois veículos no-
vos, utilizando recursos por anulação parcial de dotação orçamentária.
• Do total das despesas correntes empenhadas no exercício de 2016 foi pago no próprio 
exercício o valor de R$ 480.000.
• O total das Receitas de Capital previstas na Lei Orçamentária para o exercício de 2016 
foi de R$ 650.000.
As receitas correntes arrecadadas somam, em R$,
a) 555.000.
b) 510.000.
c) 540.000.
d) 530.000.
e) 480.000.
Vamos classificar as receitas arrecadadas apresentadas pela tabela do enunciado.
Receitas correntes:
Cota-parte do Fundo de Participação dos Estados - 180.000
Rendimentos de Aplicações Financeiras - 45.000
Aluguel de Imóvel de Propriedade do ente público - 15.000
Cota-parte do Imposto Sobre a Propriedade Territorial Rural - 75.000
Indenizações e Restituições - 25.000
Multas e Juros de Mora - 10.000
Dívida Ativa do ICMS - 110.000
Impostos e Taxas - 95.000 - Corrente
Total de receitas correntes arrecadadas= 555.000
Receitas de capital:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Transferência de Capital destinada à const. Hosp. públicos - 160.000
Operações de Crédito de Longo Prazo - 320.000
Alienação de Bens Imóveis - 210.000
�Total de receitas correntes arrecadadas = 555.000
Letra a.
124. (FCC/TRT-11ª/ANALISTA/2017) O empenho em liquidação é o registro contábil de uma 
etapa intermediária entre os estágios de
a) empenho e liquidação.
b) inscrição em restos a pagar processados e pagamento.
c) liquidação e pagamento.
d) lançamento e arrecadação.
e) liquidação e reconhecimento no passivo exigível.
�De acordo com o entendimento da FCC, existe a fase empenho em liquidação, onde ocorre o 
registro contábil de uma etapa intermediária entre os estágios de empenho e liquidação.
Letra a.
125. (FCC/SEMPLAN TERESINA/ANALISTA/2016) Um Técnico de Nível Superior − Analista 
de Orçamento e Finanças Públicas foi incumbido de fazer uma análise da dívida da Prefeitura 
de Teresina registrada nos seus balanços. Foi verificada a existência de
I – restos apagar, excluídos os serviços da dívida.
II – serviços da dívida a pagar.
III – depósitos.
IV – débitos de tesouraria.
Nos termos da Lei n. 4.320/1964, os itens I, II, III e IV integram, correta e respectivamente, a
a) dívida flutuante, dívida flutuante, dívida flutuante e dívida flutuante.
b) dívida fundada, dívida flutuante, dívida flutuante e dívida flutuante.
c) dívida flutuante, dívida fundada, dívida flutuante e dívida flutuante.
d) dívida flutuante, dívida flutuante, dívida fundada e dívida flutuante.
e) dívida flutuante, dívida flutuante, dívida flutuante e dívida fundada.
A Lei n. 4.320/1964, em seu artigo 92, definiu a composição da dívida flutuante, e no artigo 98 
a composição da dívida fundada. Repare que grifei os trechos da norma onde aparecem os 
itens da questão:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Art. 92. A dívida flutuante compreende:
I – os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;
II – os serviços da dívida a pagar;
III – os depósitos;
IV – os débitos de tesouraria.
Art. 98. A dívida fundada compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses, 
contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financeiro de obras e serviços públicos.
Letra a.
126. (FCC/TRT-4ª/ANALISTA/2016) O patrimônio financeiro abrange
a) o caixa, a dívida fundada e os restos a pagar.
b) o caixa, os restos a pagar e os débitos de tesouraria.
c) os bancos, os créditos e os bens móveis.
d) o passivo real descoberto e o ativo real líquido.
e) o cancelamento e a encampação de dívidas passivas.
Vamos ver primeiro o artigo 105 da Lei n. 4.320/1964:
Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará:
I – O Ativo Financeiro;
II – O Ativo Permanente;
III – O Passivo Financeiro;
IV – O Passivo Permanente;
V – O Saldo Patrimonial;
VI – As Contas de Compensação.
§ 1º O Ativo Financeiro compreenderá os créditos e valores realizáveis independentemente de auto-
rização orçamentária e os valores numerários.
§ 2º O Ativo Permanente compreenderá os bens, créditos e valores, cuja mobilização ou alienação 
dependa de autorização legislativa.
§ 3º O Passivo Financeiro compreenderá as dívidas fundadas e outros pagamentos independa de 
autorização orçamentária.
§ 4º O Passivo Permanente compreenderá as dívidas fundadas e outras que dependam de autoriza-
ção legislativa para amortização ou resgate.
§ 5º Nas contas de compensação serão registrados os bens, valores, obrigações e situações não 
compreendidas nos parágrafos anteriores e que, imediata ou indiretamente, possam vir a afetar o 
patrimônio.
Bem, agora precisamos saber que o “patrimônio financeiro” envolve os Ativos e Passivos 
Financeiros.
Agora vamos ver a estrutura do Balanço Patrimonial, presente no Anexo 14 da Lei n. 4.320/1964:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
a) Errada. O caixa (Ativo Financeiro), a dívida fundada (Passivo Permanente) e os restos a pa-
gar (Passivo Financeiro).
b) Certa. O caixa (Ativo Financeiro), os restos a pagar (Passivo Financeiro) e os débitos de te-
souraria (Passivo Financeiro).
c) Errada. Os bancos (Ativo Financeiro), os créditos e os bens móveis (Ativo Permanente).
d) Errada O passivo real descoberto e o ativo real líquido (essas contas não pertencem ao Pa-
trimônio Financeiro ou não Financeiro).
e) Errada. O cancelamento e a encampação de dívidas passivas (essas contas fazem parte da 
Demonstração das Variações Patrimoniais e não do Balanço Patrimonial).
Letra b.
127. (FCC/TRT-23ª/ANALISTA/2016) A Lei n. 4.320/1964 rege a realização de despesas sob 
o regime de suprimento de fundos, também denominadas despesas
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
a) sem prévio empenho.
b) sob o regime de adiantamento.
c) não processadas.
d) extra orçamentárias.
e) indiretas.
A Doutrina considera sinônimas as expressões “despesas sob o regime de suprimento de fun-
dos” e despesas sob o regime de adiantamento”, já ambas se referem a um procedimento que 
consiste na entrega de recursos a um servidor, já existindo empenho em dotação própria, com 
o fito de atender a situações excepcionais que impliquem em pagamento em espécie.
a) Errada. Deve SIM existir prévio empenho.
c) Errada. As denominações “processada” e “não processada” referem-se a restos a pagar.
d) Errada. Suprimento de fundos é despesa orçamentária.
e) Errada. As despesas com de suprimento de fundos são diretas.
Letra b.
128. (FCC/TRF-3ª/ANALISTA/2016) Considere:
I – Despesa expressamente definida em lei.
II – Empenho prévio.
III – Dotação própria.
IV – Despesa que pode ser submetida ao processo normal de aplicação.
Nos termos da Lei n. 4.320/1964, é regra atinente ao suprimento de fundos o que consta em
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III apenas.
c) II e III, apenas.
d) I e IV, apenas.
e) II, III e IV, apenas.
A resposta dessa questão exige apenas o conhecimento da literalidade do artigo 68 da Lei n. 
4.320/1964. Confira com grifos nossos e com a indicação dos itens correspondentes:
Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos 
em lei (item I) e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho (item 
II) na dotação própria (item III) para o fim de realizar despesas, que não possam subordinar-se ao 
processo normal de aplicação(item IV)
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
Podemos ver que os itens I, II e III estão corretos, enquanto o IV erra pela falta da palavra “não”, já 
que o suprimento de fundos é para casos em que não possam subordinar-se ao processo normal 
de aplicação.
Letra b.
129. (FCC/AL-MS/CONTADOR/2016/ADAPTADA) De acordo com a Lei n. 4.320/1964, a exe-
cução da receita se dá em três estágios, os quais são:
a) o lançamento, a arrecadação e o recolhimento.
b) a aprovação, a arrecadação e a contabilização.
c) o lançamento, a arrecadação e a aplicação.
d) a aprovação, a arrecadação e o recolhimento.
e) o lançamento, o recebimento e a contabilização.
�De acordo com a Lei n. 4.320/1964, a execução da receita é composta por três estágios/eta-
pas: Lançamento, Arrecadação e Recolhimento.
Letra a.
130. (FCC/TRT-3ª/TÉCNICO/2015) Segundo a Lei Federal n. 4.320/1964, o ato emanado de 
autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento, pendente ou não de 
implemento de condição, refere-se
a) à liquidação da despesa.
b) ao empenho da despesa.
c) ao pagamento da despesa.
d) à autorização para realizar licitação.
e) à liquidação da receita.
O artigo 58 da Lei no 4.320/1964 nos diz que
O empenho de despesa é ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação 
de pagamento, pendente ou não de implemento de condição.
�Desta forma, o empenho é o ato que oficialmente reserva (destaca) um determinado montante 
de uma dotação orçamentária para fazer frente a uma despesa específica.
Letra b.
131. (FCC/CNPD/ANALISTA/2015) A Lei Orçamentária Anual − LOA do exercício de 2015 de 
um determinado ente federativo contém dotações orçamentárias suficientes para suportar 24 
meses de despesas com pessoal e encargos. Este procedimento
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
a) contraria o princípio orçamentário da unidade.
b) não atende o princípio orçamentário da universalidade.
c) não atende o princípio orçamentário da competência.
d) contraria o princípio orçamentário da anualidade.
e) está em consonância com o princípio orçamentário da oportunidade.
Tenha em mente que o Princípio da Anualidade ou Periodicidade determina que a vigência do 
orçamento deva ser limitada apenas a um exercício financeiro, que obrigatoriamente deverá 
ser coincidente com o ano civil.
�Nessa pegada, é vedada a aprovação de LOA com vigência superior a um ano. Assim, a alter-
nativa D contraria o princípio da anualidade.
Letra d.
132. (FCC/MPE-PB/ANALISTA/2015/ADAPTADA) É o ato da repartição competente que ve-
rifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito des-
ta. Trata-se
a) do planejamento.
b) do recolhimento.
c) do lançamento.
d) do registro.
e) da cobrança.
O enunciado dessa questão descreve a etapa da receita pública denominada lançamento da 
receita, que é descrito no artigo 53 da Lei n. 4.320/1964. Confira com grifos nossos:
Art. 53. O lançamento da receita é ato da repartição competente, que verifica a procedência do cré-
dito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta.
Letra c.
133. (FCC/SEFAZ-PI/ANALISTA/2015) Na elaboração e execução do orçamento, tanto a previ-
são como a arrecadação das receitas devem obedecer às fases previstas na Lei n. 4.320/1964. 
Nesses termos, o ato da repartição competente que verifica a procedência do crédito fiscal e a 
pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta é denominado
a) inscrição para o recolhimento.
b) programação.
c) preparação para o recolhimento.
d) previsão.
e) lançamento.
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AFO
Manuel Piñon
O enunciado dessa questão descreve a etapa da receita pública denominada lançamento da 
receita, que é descrito no artigo 53 da Lei n. 4.320/1964. Confira com grifos nossos:
Art. 53. O lançamento da receita é ato da repartição competente, que verifica a procedência do cré-
dito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta.
Entretanto, nem todas as receitas públicas são sujeitas ao lançamento. Normalmente, as recei-
tas não tributárias não passam por essa etapa. Assim, o artigo 52 dessa mesma Lei discorre 
acerca das receitas que são objeto de lançamento:
Art. 52. São objeto de lançamento os impostos diretos e quaisquer outras rendas com vencimento 
determinado em lei, regulamento ou contrato.
Letra e.
134. (FCC/TCE-AM/AUDITOR/2015) A Lei Federal n. 4.320 foi promulgada em 1964, vários 
anos antes, portanto, da promulgação do Código Tributário Nacional. Por sua vez, o ato de lan-
çamento definido na referida Lei é essencialmente diferente, tanto em forma, como em subs-
tância, do procedimento de lançamento definido no CTN. Sob a óptica do Direito Financeiro, e 
de acordo com o que estabelece a Lei Federal n. 4.320/1964, o lançamento da receita é
a) ato da repartição competente e tem por finalidade, verificar a procedência do crédito fiscal, 
verificar a pessoa que é devedora desse crédito e inscrever o débito desse devedor.
b) procedimento da repartição competente e tem por finalidade verificar a procedência do cré-
dito fiscal, verificar a existência de causas extintivas, suspensivas e excludentes desse crédito, 
e verificar a pessoa que é dele devedora.
c) ato do contribuinte ou da repartição competente e tem por finalidade verificar a procedência 
do crédito fiscal, verificar a existência de causas extintivas desse crédito e inscrever o débito 
desse devedor.
d) procedimento da repartição competente e tem por finalidade, apenas, verificar a pessoa que 
é devedora desse crédito e inscrever o débito desse devedor.
e) procedimento do contribuinte ou da repartição competente e tem por finalidade verificar a 
procedência do crédito fiscal, verificar a existência de causas extintivas, suspensivas e exclu-
dentes desse crédito e inscrever o débito desse devedor.
�A Lei n. 4.320/1964 em seu artigo 53 deixa claro que o lançamento da receita é ato da reparti-
ção competente, que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e 
inscreve o débito desta.
Letra a.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
135. (FCC/TCE-GO/ANALISTA/2015) As receitas orçamentárias arrecadadas pelo Estado são 
utilizadas como fontes de recursos em programas e ações cuja finalidade precípua é atender 
às necessidades públicas e demandas da sociedade. Nos termos da Lei Federal n. 4.320/1964, 
a realização das receitas tributárias se dá nos estágios
a) previsão, arrecadação e contabilização.
b) lançamento, arrecadação e recolhimento.
c) planejamento, previsão e arrecadação.
d) planejamento, previsão e recolhimento.
e) lançamento, arrecadação e contabilização.
De acordo com a Lei n. 4.320/1964, existem 4 Estágios da Receita Pública abaixo resumidos, 
mas o estágio 1, a previsão da receita, não participa efetivamente da sua realização, que so-
mente ocorre nosestágios seguintes: lançamento, arrecadação e recolhimento.
• Previsão: a receita não pode ser fixada, mas prevista, uma vez que não há certeza, ante-
cipadamente, do volume de ingressos financeiros ao longo do exercício;
• Lançamento: ato da repartição competente, que verifica a procedência do crédito fiscal 
e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta;
• Arrecadação: se dá no momento em que o contribuinte recolhe, ao agente arrecadador, 
o valor do seu débito;
• Recolhimento: acontece no momento em que o agente arrecadador repassa o produto 
arrecadado ao Tesouro Nacional, Estadual ou Municipal.
Letra b.
136. (FCC/TCM-GO/AUDITOR/2015) O Regime de Adiantamento expresso na Lei n. 
4.320/1964 poderá ser concedido
a) ao servidor, em situações excepcionais, visando honrar os gastos descobertos de dotação 
orçamentária.
b) somente aos servidores, devendo ser precedido de empenho em dotação própria.
c) a servidores e ocupantes de cargos comissionados, a fim de realizar despesas que subordi-
nam-se ao processo normal de aplicação, devendo ser precedido de empenho.
d) a servidores e ocupantes de cargos em comissão, a fim de realizar despesas que não subor-
dinam-se ao processo normal de aplicação, podendo ser dispensado o seu empenhamento.
e) ao ocupante de cargo em comissão, visando o pagamento de despesas consideradas emer-
genciais, para as quais não foram consignadas dotações próprias.
A resposta dessa questão tem como base o artigo 68 da Lei n. 4.320/1964. Confira:
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AFO
Manuel Piñon
Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos em 
lei e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria 
para o fim de realizar despesas, que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
a) Errada. Não diz que deve ser sempre precedida de empenho na dotação própria.
c) Errada. É para regime excepcional e não para regime normal de aplicação.
d) Errada. O empenho NÃO é dispensado.
e) Errada. Não diz que deve ser sempre precedida de empenho na dotação própria.
Letra b.
137. (FCC/SEFAZ-PI/ANALISTA/2015) O regime de adiantamento, também conhecido como 
suprimento de fundos, consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de pré-
vio empenho, para a realização de despesas que não podem se subordinar ao processo normal 
de aplicação. Nos termos da Lei n. 4.320/1964, o servidor estará impedido de receber nume-
rário para essa finalidade se
a) estiver em estágio probatório.
b) não ocupar cargo de chefia, assessoramento ou direção.
c) já for responsável por um outro adiantamento.
d) estiver em alcance.
e) não for responsável por fundo especial de despesa.
De acordo com o artigo 69 da Lei 4,320/64, não se fará adiantamento a servidor em alcance 
nem a responsável por dois adiantamentos.
�Assim, não existe qualquer restrição a servidor que estiver em estágio probatório, não ocupar 
cargo de chefia, assessoramento ou direção, já for responsável por APENAS um outro adianta-
mento ou não for responsável por fundo especial de despesa.
Letra d.
138. (FCC/TCE-CE/AUDITOR/2015) O adiantamento
I – é sempre precedido de empenho na dotação própria.
II – é aplicável a todos os casos de despesas não expressamente definidas em lei.
III – consiste na entrega de numerário a servidor para o fim de realizar despesas que não 
possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
IV – tem cabimento para aquisição de material e equipamento em situação que não carac-
teriza excepcionalidade.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I e II.
b) III e IV.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
c) I e III.
d) II e III.
e) II e IV.
Vamos analisar as assertivas, à luz do artigo 68 da LEI 4320/64 e marcar a alternativa cor-
respondente:
Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos em 
lei e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria 
para o fim de realizar despesas, que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
I – Certo. Está de acordo com o artigo 68 da Lei n. 4.320/1964 que afirma que deve ser “sempre 
precedida de empenho na dotação própria”.
II – Errado. Só é aplicável aos casos de despesas expressamente definidos em lei.
III – Certo. É um regime excepcional e é aplicável aos casos de despesas expressamente defi-
nidos em lei.
IV – Errado. É um regime excepcional e é aplicável aos casos de despesas expressamente de-
finidos em lei.
Como estão corretas as assertivas I e III, o GABARITO é C.
Letra c.
139. (FCC/PREFEITURA DE CUIABÁ/PROCURADOR/2014) Em relação à classificação da 
Receita Pública na Lei n. 4.320/1964, é correto afirmar:
a) São Receitas Correntes os recursos financeiros oriundos de operações de crédito.
b) São Receitas de Capital os recursos financeiros oriundos de Participações e Dividendos.
c) As receitas patrimonial, agropecuária e industrial são classificadas como Receitas de Capital.
d) Os recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas são classificados como Recei-
tas de Capital.
e) Os recursos financeiros oriundos da conversão, em espécie, de bens e direitos são classifi-
cados como Receitas Correntes.
São Receitas de Capital:
• as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívi-
das;
• da conversão em espécie, de bens e direitos;
• os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado destinados a 
atender despesas classificáveis em Despesas de Capital; e
• o superavit do Orçamento Corrente.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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�Nesse sentido, a alternativa D é a correta, pois os recursos financeiros oriundos de constitui-
ção de dívidas são realmente classificados como Receitas de Capital.
Letra d.
140. (FCC/TCE-GO/AUDITOR/2014) No primeiro ano de seu mandato, o Governador de de-
terminado Estado enviou à Assembleia Legislativa projeto de lei orçamentária para o período 
restante de seu mandato, ou seja, 3 anos. Consta, no artigo 18 do projeto, a criação de dez 
cargos de assessores de imprensa para o gabinete do Governador. Considerando os princípios 
orçamentários, o projeto encaminhado NÃO atende aos princípios
a) anualidade e universalidade.
b) exclusividade e moralidade.
c) anualidade e moralidade.
d) anualidade e exclusividade.
e) exclusividade e universalidade.
Observe que o projeto em tela não atende aos Princípios Orçamentários da Anualidade e Ex-
clusividade. Primeiramente enviar o projeto de lei orçamentária para o período restante de seu 
mandato, ou seja, 3 anos, à Assembleia Legislativa fere o Princípio Orçamentário da anualida-
de que estabelece que o orçamento seja anual e coincidindo com o calendário civil.
Atente também ao fato de que consta no artigo 18 do projeto, a criação de dez cargos de as-
sessores de imprensa para o gabinete do Governador, ferindo o princípio daexclusividade que 
estabelece que o orçamento só poderá dispor de assuntos relacionados à previsão da receita 
e à fixação da despesa.
�Guarde que o tema criação de cargos é assunto para ser tratado em lei específica e não na 
Lei Orçamentária.
Letra d.
141. (FCC/TCE-PR/ANALISTA/2011) A despesa com pessoal é classificada pela Lei no 
4.320/64 como despesa
a) derivada.
b) transferência corrente.
c) de capital.
d) de custeio.
e) de investimento.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
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�Segundo o art. 12, § 1º, da Lei n. 4.320/1964, as Despesas de Custeio são aquelas destinadas 
à manutenção de serviços anteriormente criados, inclusive as destinadas a atender a obras 
de conservação e adaptação de bens imóveis. Desse modo, em regra, a despesa de pessoal é 
classificada pela Lei no 4.320/64 como despesa de custeio.
Letra d.
142. (FCC/TRT-16ª/ANALISTA/2014) De acordo com a Constituição federal e a Lei no 
4.320/64, a elaboração e o controle do orçamento público no Brasil devem obedecer aos prin-
cípios fundamentais de
a) unidade, periodicidade e universalidade.
b) unidade, universalidade e exclusividade.
c) equilíbrio, exclusividade e discriminação.
d) universalidade, exclusividade e discriminação.
e) periodicidade, equilíbrio e afetação das receitas.
Essa questão cobrou os Princípios Orçamentários (“UAU”), entretanto, a FCC utilizou a nomen-
clatura Periodicidade para o Princípio da Anualidade que são sinônimos.
Fique ligado, já que os Princípios aparecem nas provas da FCC usando os seus sinônimos:
• Unidade = Totalidade;
• Anualidade = Periodicidade;
• Universalidade = Totalização.
Letra a.
143. (FCC/SEMPLAN TERESINA/ANALISTA/2016) Consoante prevê a Lei n. 4.320/1964, é 
regra afeta à despesa pública que
a) o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento 
somente se pendente de implemento de condição.
b) será sempre vedada a realização de despesa sem a emissão da nota de empenho.
c) é permitido o empenhamento global das despesas, mas não por estimativa.
d) o pagamento da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor.
e) o pagamento da despesa será efetuado por tesouraria ou pagadoria regularmente institu-
ídos por estabelecimentos bancários credenciados e, em casos excepcionais, por meio de 
adiantamento.
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Lei n. 4.320/1964
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O disposto na alternativa E reproduz a literalidade do artigo 65 da Lei n. 4.320/1964. Confira:
Art. 65. O pagamento da despesa será efetuado por tesouraria ou pagadoria regularmente instituí-
dos por estabelecimentos bancários credenciados e, em casos excepcionais, por meio de adianta-
mento.
Letra e.
144. (FCC/SEMPLAN TERESINA/ANALISTA/2016) No que se refere às regras estabelecidas 
na Lei n. 4.320/1964 para o exercício financeiro, tem-se que
a) pertencem ao exercício financeiro as receitas nele previstas e as despesas nele legal-
mente pagas.
b) os restos a pagar são despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguin-
do-se em tributários e não tributários.
c) os créditos da Fazenda Pública, de natureza tributária ou não tributária, serão escriturados 
como receita do exercício em que foram previstos.
d) os créditos da Fazenda Pública exigíveis serão inscritos como dívida ativa processada e não 
processada.
e) a importância de despesas anuladas no exercício deve ser revertida à respectiva dotação.
O disposto na alternativa E está de acordo com o artigo 38 da Lei 4320/64. Confira, com gri-
fos nossos:
Art. 38. Reverte à dotação a importância de despesa anulada no exercício: quando a anulação ocor-
rer após o encerramento deste considerar-se-á receita do ano em que se efetivar.
Letra e.
145. (FCC/SEMPLAN TERESINA/ANALISTA/2016) Nos termos da Lei n. 4.320/1964, a dis-
criminação da despesa nos orçamentos será feita, no mínimo,
a) pelo desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras e outros meios de 
que se serve a Administração pública para consecução dos seus fins.
b) pelo agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão 
consignadas dotações próprias.
c) por dotações a unidades administrativas subordinadas ao mesmo órgão.
d) por dotações para o planejamento e a execução de obras, inclusive as destinadas à aqui-
sição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas, bem como para os 
programas especiais de trabalho.
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Lei n. 4.320/1964
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e) por dotações para investimentos ou inversões financeiras que outras pessoas de direito 
público ou privado devam realizar, independentemente de contraprestação direta em bens 
ou serviços.
A resposta da questão está no § 1º do artigo 15 da Lei n. 4.320/1964. Confira:
Art. 15. Na Lei de Orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos. (Veto 
rejeitado no D.O. 05/05/1964)
§ 1º Entende-se por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras 
e outros meios de que se serve a administração pública para consecução dos seus fins.
§ 2º Para efeito de classificação da despesa, considera-se material permanente o de duração supe-
rior a dois anos.
Letra a.
146. (FCC/ARSETE/CONTADOR/2016) A Lei n. 4.320/1964 dispõe que programas especiais 
de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordinadamente às normas ge-
rais de execução de despesa poderão ser custeadas por dotações
a) globais, classificadas entre as despesas de custeio.
b) globais, classificadas entre as despesas de capital.
c) parciais, classificadas entre as despesas de capital.
d) globais, classificadas como adiantamentos.
e) parciais, classificadas como adiantamentos.
Guarde que os programas especiais de trabalho, que não possam cumprir as normas gerais 
devem ser custeados por dotação global entre as despesas de capital, conforme determina o 
parágrafo único do artigo 20 da Lei n. 4.320/1964. Confira, com grifos nossos:
Parágrafo único. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se 
subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações 
globais, classificadas entre as Despesas de Capital.
Letra b.
147. (FCC/ARSETE/CONTADOR/2016) Considere as seguintes informações extraídas do 
Subsistema de Informação Orçamentária de uma entidade pública referentes ao exercício fi-
nanceiro de 2015:
Receita Prevista...................... R$ 125.000.000,00
Excesso de Arrecadação.......... R$ 7.000.000,00
Despesa Liquidada................. R$ 98.000.000,00
Despesa Paga......................... R$ 75.000.000,00
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Lei n. 4.320/1964AFO
Manuel Piñon
Restos a Pagar não Processados inscritos em 31/12/2015 R$ 30.000.000,00.
De acordo com a Lei no 4.320/64, os valores da receita realizada e da despesa realizada em 
2015 foram, respectivamente, em reais,
a) 132.000.000,00 e 128.000.000,00
b) 132.000.000,00 e 98.000.000,00.
c) 118.000.000,00 e 128.000.000,00.
d) 125.000.000,00 e 105.000.000,00.
e) 125.000.000,00 e 98.000.000,00.
De acordo com o artigo 35 da Lei 4320/64, temos:
Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:
I – as receitas nele arrecadadas;
II – as despesas nele legalmente empenhadas.
Nessa toada, as receitas que pertencem ao exercício são as arrecadadas. Ora, no enunciado 
foi previsto uma arrecadação de 125 milhões para o exercício e ocorreu um excesso de arre-
cadação de 7 milhões. Logo, foram arrecadados 7 milhões a mais que o previsto, totalizando 
132 milhões arrecadados.
�Por seu turno, as despesas que pertencem ao exercício em que são as empenhadas. Ora, no 
enunciado soubemos que foram liquidados 98 milhões no exercício, como a liquidação é uma 
etapa posterior ao empenho, pode-se concluir que esse montante foi empenhado. Também 
foi informado que 30 milhões foram inscritos em restos a pagar não processados, despesas 
empenhadas, mas não liquidadas e pagas no exercício. Assim, o montante total de despesas 
empenhadas no exercício foi 98 + 30 milhões = 128 milhões.
Letra a.
148. (FCC/PREFEITURA DE RECIFE/ANALISTA/2019) De acordo com o princípio 
orçamentário
a) da publicidade, um ente público municipal deve publicar relatórios sobre sua gestão fiscal 
ao final de cada bimestre.
b) da exclusividade, o exercício financeiro orçamentário de um ente público municipal deve 
coincidir com o ano civil.
c) da exclusividade, o Poder Executivo municipal deve fazer ou deixar de fazer somente aquilo 
que o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentária e a Lei Orçamentária Anual expressa-
mente autorizarem.
d) do orçamento bruto, um ente público municipal deve registrar receitas e despesas na Lei 
Orçamentária Anual pelo valor total e bruto, vedadas quaisquer deduções.
e) da especificação, a Lei Orçamentária Anual não conterá dispositivo estranho à previsão da 
receita e à fixação da despesa, exceto a autorização para a abertura de crédito suplementar.
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De acordo com o Princípio do Orçamento Bruto, previsto no artigo 6º da Lei n. 4.320/1964:
Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quaisquer 
deduções.
a) Errada. Embora o princípio da publicidade estimule a publicação dos relatórios de gestão 
fiscal, estabelecidos pela LRF, os referidos relatórios são quadrimestrais, e não bimestrais 
como postou o examinador. Além disso, a LRF permite que em Municípios considerados pe-
quenos, que na LRF são aqueles com menos de 50.000 habitantes, tal publicidade possa ser 
feita semestralmente.
b) Errada. A FCC acabou misturando nessa alternativa os princípios da anualidade e da ex-
clusividade.
Pelo Princípio da anualidade, a previsão de receitas e a fixação de despesas registradas na 
LOA deve referir a um período determinado de tempo, delimitando o exercício financeiro orça-
mentário, que no Brasil atual, de acordo com o artigo 34 da Lei n. 4.320/1964, deve coincidir 
com o ano civil, ou seja, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.
Por seu turno, o Princípio da Exclusividade se refere ao conteúdo da LOA, que não pode conter 
dispositivos estranhos à previsão de receitas e à fixação de receitas, ressalvadas as exceções 
previstas na Constituição Federal: a autorização para abertura de crédito suplementar e a con-
tratação de operações de crédito, nos termos da lei.
c) Errada. A FCC acabou misturando nessa alternativa os princípios da legalidade e da ex-
clusividade.
O Princípio da Exclusividade se refere ao conteúdo da LOA, que não pode conter dispositivos 
estranhos à previsão de receitas e à fixação de receitas, ressalvadas as exceções previstas na 
Constituição Federal: a autorização para abertura de crédito suplementar e a contratação de 
operações de crédito, nos termos da lei.
O da exclusividade, vimos na afirmativa “b”.
Enquanto o princípio da legalidade orçamentária possui o mesmo fundamento que o princípio 
da Legalidade aplicado à Administração Pública: cabe ao Poder Público fazer ou deixar de fazer 
somente aquilo que a lei expressamente autorizar, ou seja, subordina-se aos ditames da lei.
e) Errada. A FCC acabou misturando nessa alternativa os princípios da especificação e da ex-
clusividade.
De acordo com o Princípio da especificação, também chamado de especialização ou dis-
criminação, as receitas e despesas devem ser discriminadas e detalhadas, de forma que 
os usuários das peças orçamentárias possam saber a origem dos recursos e identificar as 
suas destinações.
Letra d.
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149. (FCC/PREFEITURA DE RECIFE/ANALISTA/2019) Um ente público municipal recebeu, 
em 31/07/2018, um depósito caução no valor de R$ 68.000,00. Nesse ente público municipal 
e, nessa data, para a contabilização de
a) um ingresso extraorçamentário foi debitada uma conta de ativo permanente.
b) uma variação patrimonial aumentativa independente da execução orçamentária foi debitada 
uma conta de ativo financeiro.
c) um ingresso extraorçamentário foi creditada uma conta de passivo financeiro
d) uma variação patrimonial aumentativa independente da execução orçamentária foi credita-
da uma conta de resultado patrimonial.
e) um ingresso decorrente da execução orçamentária foi debitada uma conta de ativo 
financeiro.
Trata-se de um ingresso extraorçamentário, já que temos o lançamento de um ingresso orça-
mentário que debita uma conta no ativo financeiro e credita uma conta no passivo financeiro.
a) Errada. O débito foi em uma conta no ativo circulante.
b) Errada. Ingressos extraorçamentários geram variação apenas qualitativa, em função do au-
mento do ativo, quando da entrada de caixa, e do passivo financeiro, relativo à obrigação de 
devolver o mesmo valor.
d) Errada. Ingressos extraorçamentários geram variação apenas qualitativa, em função do au-
mento do ativo, quando da entrada de caixa, e do passivo financeiro, relativo à obrigação de 
devolver o mesmo valor.
e) Errada. É um ingresso independente da execução orçamentária.
Letra c.
150. (FCC/CLDF/CONSULTOR/2018) Todas as receitas e despesas orçamentárias de um fun-
do distrital devem ser, respectivamente, previstas e fixadas na Lei Orçamentária Anual do Dis-
trito Federal em atendimento ao princípio orçamentário da
a) competência.
b) exclusividade.
c) universalidade.
d) periodicidade.
e) eficiência.
�É o princípio da Universalidade que nos orienta para que todas as receitas e despesas orça-
mentárias de um fundo distrital sejam, respectivamente, previstas e fixadas na Lei Orçamentá-
ria Anual do Distrito Federal.
Letra c.
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Lei n. 4.320/1964
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151.(FCC/CLDF/CONSULTOR/2018) Suponha que haja uma reivindicação da população 
para que seja inserido um dispositivo na Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal referente 
ao exercício financeiro de 2019 que garanta a aplicação de, no mínimo, 15% da arrecadação do 
Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores − IPVA em ações de Assistência Social.
A reivindicação da população não poderá ser atendida porque fere os princípios orça-
mentários da
a) exclusividade e da não vinculação da receita de impostos.
b) universalidade e da não vinculação da receita de impostos.
c) unidade e da não afetação da receita de impostos.
d) totalidade e da exclusividade.
e) periodicidade e do orçamento bruto.
Como tivemos no caso em tela a inclusão na LOA de um dispositivo estranho à fixação das des-
pesas e previsão das receitas, podemos comprovar que foi ferido o princípio da Exclusividade.
�Além dessa irregularidade, esse PLOA vinculou no mínimo 15% da arrecadação do Imposto so-
bre a Propriedade de Veículos Automotores − IPVA em ações de Assistência Social, atacando, 
assim, o princípio orçamentário da Não vinculação (não afetação) da receita, segundo o qual 
todas as receitas orçamentárias decorrentes de impostos devem ser recolhidas ao caixa única 
do tesouro sem vinculação em termos de destinação.
Letra a.
152. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) Suponha que o Chefe do Executivo do Estado do Ama-
zonas tenha encaminhado à Assembleia Legislativa projeto da lei orçamentária relativa ao 
exercício de 2018 e que o mesmo contenha, entre as dotações consignadas, uma de caráter 
global destinada a suportar possíveis majorações de custos em contratos de infraestrutura 
em curso. Considerando os preceitos constitucionais e legais que regem o orçamento público, 
bem como os princípios que o informam, tal circunstância afigura-se
a) adequada, eis que se alinha com o princípio do equilíbrio, na medida em que objetiva evitar 
deficit corrente.
b) inadequada, pois afronta o princípio da discriminação ou especialização, que veda o estabe-
lecimento de dotações inespecíficas.
c) inadequada, pois viola o princípio da anualidade ao inserir despesa cujo fato gerador perten-
ce a outro exercício.
d) adequada, pois respeita o princípio da unicidade, o qual determina que para cada despesa 
deve haver uma fonte de receita, ainda que genérica.
e) inadequada, pois afronta o princípio da anterioridade, segundo o qual as receitas só podem 
estar vinculadas a despesas já materializadas juridicamente.
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Lei n. 4.320/1964
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Essa questão deve ser resolvida aplicando o disposto no artigo 5º da Lei n. 4.320/1964. Con-
fira com grifos nossos:
Art. 5º A Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente 
a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalva-
do o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único.
Assim, a proposta é inadequada já que ataca o princípio orçamentário da discriminação ou 
especialização ou especificação, consagrado no § 1º do artigo 15 e no artigo 15 da Lei no 
4.320/1964. Confira:
Na lei de orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos; § 1º. Enten-
de-se por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras e outros 
meios de que se serve a Administração Pública para consecução dos seus fins. A lei de orçamento 
não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a despesas de pessoal, 
material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalvado o disposto no art. 20 
e seu parágrafo único.
Letra b.
153. (FCC/DPE-AM/ANALISTA/2018) Entre os princípios orçamentários podemos destacar 
o da especificação, também conhecido como da especialidade ou discriminação, o qual, entre 
outros efeitos, enseja a
a) proibição de dotações para despesas de pessoal sem a correspondente vinculação à dota-
ção de investimento a que está referenciada.
b) obrigatoriedade de fixar a receita para o exercício a que se refere sem estimativas fundadas 
em projeções econômicas.
c) vedação a autorizações de despesa genéricas, exigindo a discriminação, ao menos, por 
elementos.
d) necessidade do claro estabelecimento, na Lei Orçamentária Anual, das metas fiscais para o 
quadriênio em curso.
e) vedação a previsão de receitas de caráter extraordinário, como alienação de ativos e opera-
ções de crédito.
Guarde que o princípio da especificação, previsto na Lei n. 4.320/1964, veda autorizações 
de despesas genéricas e exige a discriminação, ao menos, por elementos, conforme tre-
chos abaixo:
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
A lei de orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender indiferentemente a des-
pesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, ressalvado o 
disposto no art. 20 e seu parágrafo único.
Na lei de orçamento a discriminação da despesa far-se-á no mínimo por elementos; § 1º. Entende-se 
por elementos o desdobramento da despesa com pessoal, material, serviços, obras e outros meios 
de que se serve a Administração Pública para consecução dos seus fins.
Letra c.
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
GABARITO
1. E
2. C
3. E
4. E
5. C
6. E
7. E
8. E
9. E
10. E
11. C
12. E
13. C
14. C
15. E
16. C
17. C
18. E
19. e
20. E
21. E
22. C
23. C
24. E
25. C
26. C
27. E
28. E
29. C
30. C
31. C
32. C
33. E
34. E
35. E
36. C
37. E
38. C
39. E
40. C
41. a
42. C
43. E
44. C
45. C
46. b
47. b
48. C
49. E
50. E
51. E
52. E
53. C
54. e
55. d
56. b
57. d
58. b
59. c
60. c
61. d
62. b
63. b
64. c
65. b
66. a
67. a
68. e
69. b
70. b
71. c
72. c
73. d
74. c
75. d
76. a
77. b
78. e
79. d
80. a
81. b
82. a
83. d
84. c
85. b
86. e
87. d
88. a
89. a
90. d
91. b
92. c
93. b
94. a
95. a
96. c
97. d
98. c
99. b
100. e
101. a
102. a
103. e
104. c
105. b
106. b
107. c
108. a
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
109. E
110. a
111. c
112. d
113. d
114. a
115. d
116. d
117. c
118. b
119. e
120. a
121. a
122. e
123. a
124. a
125. b
126. b
127. b
128. b
129. a
130. b
131. d
132. c
133. e
134. a
135. b
136. b
137. d
138. c
139. d
140. d
141. d
142. a
143. e
144. e
145. a
146. b
147. a
148. d
149. c
150. c
151. a
152. b
153. c
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Lei n. 4.320/1964
AFO
Manuel Piñon
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 – Orçamento Público (AFO e LRF) – Editora Campus – Autor Augustinho Paludo.
2 – Direito Financeiro e Controle Externo – 10ª Edição – Editora Método – Autor Valdecir Pas-
coal.
3 – Orçamento Público – Editora Atlas – Autor James Giacomoni.
4 – Finanças Públicas – Editora Campus – Autor Sávio Nascimento.
5 – Administração Financeira e Orçamentária – 2ª Edição - Editora Juspodium – Autor Giovan-
ni Pacelli.
Caro(a) aluno(a),
Agora quero pedir um favor.
Avalie nossa aula, é rápido e fácil, deixe sugestões de melhoria.
Ficarei extremamente feliz com o feedback e trabalharei ainda mais para torná-la 
ainda melhor.
Tenho muito a aprender e você pode me ajudar nisso.
Pode ser?
Muito obrigado.
Acredite! Esse é o segredo!
Tenha fé que tudo vai dar certo!
Professor Manuel Piñon
manuelpinon@hotmail.com. Siga-me (profmanuelpinon) no Instagram e no Facebook. Te-
mos excelentes cards para revisão!
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Manuel Piñon
Atualmente, exerce o cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil e é Professor, voltado para a área 
de concursos públicos.
Foi aprovado nos seguintes concursos públicos:
1 – Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil – AFRFB 2009/2010;
2 – Analista de Finanças e Controle – AFC (hoje, Auditor Federal de Finanças e Controle) da Controladoria-
Geral da União – CGU (hoje, Ministério da Transparência) em 2008; e
3 – Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional – AFTN (Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil) em 1998.
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	Lei n. 4.320/1964 – Norma Geral de Direito Financeiro
	1. Lei n. 4.320/1964 – Lei Geral de Finanças Públicas e Orçamento – Norma Geral de Direito Financeiro
	1.1. Aspectos Introdutórios da Lei n. 4.320/1964
	1.2. O Papel do Orçamento-Programa
	1.3. Principais Dispositivos
	Resumo
	Mapa Mental
	Questões Comentadas em Aula
	Questões de Concurso
	Gabarito
	Referências Bibliográficas
	AVALIAR 5: 
	Página 144:

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