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1- OBJETIVO: Determinação da turbidez pelo método nefelométrico em amostra de água coletada na Praia da Costa – Av. Champagnat. - Os limites de turbidez para as diversas classes de águas naturais são impostos pela resolução CONAMA nº 357/2005. 2- MATERIAIS E REAGENTES: - Padrão Formazina 4.000 NTU; - Padrões secundários; - Turbidímetro; - Cubeta de vidro incolor; - Amostra da água do mar. - Água destilada 3- PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS: 3.1 - Amostragem: A amostra analisadas por este grupo correspondem ao ponto de coleta número 11. Este ponto se localiza na Avenida Champagnat, 213 – Praia da Costa, Vila Velha – ES. O local de coleta é caracterizado por apresentar menor movimentação de banhistas em relação aos outros pontos da praia, por apresentar aspectos agressivos do mar. Este local também possui menor concentração de lixo. A amostra foi armazenada em um recipiente resistente (polietileno), com a tampa do tipo auto-lacrável, permitindo assim uma maior confiabilidade na amostra, onde o frasco estava devidamente escrupulosamente limpo. 3.1.2 - Calibração do Turbidímetro: A calibração do turbidímetro foi realizada com uma cubeta na faixa de 10,0 NTU. A primeira faixa de calibração teve o valor fixo de < 0,10 NTU, as outras faixas 10, 100 e 1.000 NTU, que podem ter seus valores reduzidos em até 20% (8, 80 e 800 NTU) para utilização de padrões com outros valores. A alteração dos valores foi realizada através das teclas LIGA/LER para reduzir e CAL para aumentar os valores. Figuras 1 – Soluções utilizadas para a calibração do Turbidímetro. (Imagens de autoria própria) 3.1.3 - Processamento da amostra: Inicialmente, após a calibração do equipamento a amostra foi agitada para dispensar perfeitamente os sólidos e transferidas para a cubeta de vidro ambientada quase completamente sem nenhuma bolha de ar e tampada adequadamente. Após esse processo a cubeta foi inserida no lugar apropriado no turbidímetro e coberto com a tampa do banco óptico, onde o equipamento realizou a leitura diretamente em sete repetições, entre uma leitura e outra, a cubeta foi lavada com água destilada e, em seguida, com a amostra da água do mar, tendo o cuidado de enxugá-la pelo lado de fora com papel macio. 4- RESULTADOS E DISCUSSÃO: 4.1 Expressões dos resultados A turbidez é expressa por: U. N. T. = A (B+ C) C Onde: A = leitura B = ml água de diluição C = ml de amostra 4.1.2 O resultado é expresso em valores conforme a Tabela 1 a seguir: Tabela 1 - Expressão do Resultado (em UNT). 4.1.3 Os valores obtidos na leitura da turbidez pelo turbidímetro podem ser observados na tabela abaixo: Tabela 2 – Resultados obtidos pelo turbidímetro. Medição de Turbidez Replicata Leitura (NTU) 1 10,2 2 9,61 3 10,4 4 10,4 5 11,6 6 10,2 7 10,5 Média Aritmética 10,42 Desvio padrão 0,60 Verificou-se, através da média aritmética dos resultados, que o índice de turbidez de 10,46, esteve de acordo com a resolução da CONAMA nº 357/2005, sendo comparados com os dados da análise de águas doces, que informa a condição de até 100 UNT permitidos. Portanto, este valor encontra-se dentro das especificações. Entretanto, a turbidez trata-se de um parâmetro de água no qual está associado com a ausência de limpidez. A mesma é definida pela presença do material coloidal em suspensão – alguns exemplos seriam: organismos microscópicos, material orgânico ou inorgânico, silite, entre outros. As águas superficiais podem parecer ter cor devido ao material em suspensão. Esta coloração é dita aparente, porque é como o ser humano a vê mas é, na verdade, em parte o resultado da reflexão e dispensão da luz nas partículas em suspensão, responsáveis pela turbidez. A cor dita verdadeira ou real é causada por material dissolvido e colóide. As substâncias que mais frequentemente adicionam a cor a águas naturais são os ácidos húmicos. A diferenciação entre cor verdadeira e a cor aparente, é dada pelo tamanho das partículas, isto é, pode-se generalizar que partículas com diâmetro superior a 1,2 μm, causam turbidez e com diâmetro inferior, já as classes dos colóides e substâncias dissolvidas causam a cor verdadeira. (Jorge Macêdo 2.ed, 2006). Entretanto, a medida da dificuldade de um feixe de luz atravessar certa quantidade de água é chamada de Turbidez. Medida através do turbidímetro, comparando-se o espalhamento de um feixe de luz ao passar pela amostra com o espalhamento de um feixe de igual intensidade ao passar por uma suspensão padrão. Quanto maior o espalhamento maior será a turbidez. Os valores são expressos em Unidade Nefelométrica de Turbidez (UNT). A cor da água interfere negativamente na medida da turbidez devido à sua propriedade de absorver luz. O método nefelométrico é um método secundário, indireto. Baseia-se na leitura da intensidade da luz dispersa pela amostra em ângulo de 90° em a relação da luz incidente. Onde a luz irradiada colide com as partículas sólidas e é espalhada no meio líquido. Figura 2 – Método de radiação espalhada no turbidímetro. 4.2 - Aparelhagem: TURBIDÍMETRO MICROPROCESSADO DIGITAL MODELO DLT-WV O DLT-WV é um Turbidímetro microprocessador, usado para determinar a turbidez em água potável, efluentes, tratamento de água e processos; no campo ou laboratório. É um equipamento simples de ser usado. Todas as operações podem ser feitas através de apenas cinco teclas, com as seguintes características físicas: - Faixas de medição: 0,00 a 1000 NTU; 0 a 250 EBC; - Seleção automática por faixa de trabalho; - Principio de medição: NEFELOMÉTRICO; - Resposta frente a partículas maior que 0,1 microm; - Emissor em estado sólido (LED) 890 nm, Norma ISO-7027. 4.2.2 - Acessórios do Turbidímetro: - Prática maleta para transporte e uso do aparelho no campo; - 03 cubetas calibradas de vidro com tampa; - Padrões secundários: 1 frasco c/100 ml de Padrão Estabilizado < 0,10 NTU; 1 frasco c/100 ml de Padrão Estabilizado 10,0 NTU; 1 Padrão Estabilizado de 100 NTU e 1 Padrão Estabilizado de 1.000 NTU; - Padrão Formazina 4.000 NTU; - Tampa do banco ótico; - Bateria alcalina de 9 V; - Eliminador de bateria chaveado 85 a 265 V. Fonte: DEL LAB FIGURA 3 – Turbidímetro 4.2.3 – lnterferentes: - O presente método se aplica para determinação de turbidez a partir de zero. Não há limite superior, e para valores superiores a 40 unidades deverá ser feita a diluição da amostra. - Materiais flutuantes, óleos e graxas e partículas maiores que se sedimentam rapidamente interferem negativamente e devem ser excluídos da amostra. - Bolhas de ar, mesmo minúsculas, interferem positivamente e devem ser eliminadas antes da leitura. - Turbidez excessiva interfere negativamente, por isso, para valores superiores a 40 unidades, deve-se diluir a amostra. 4 – Referências: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (CONAMA). Resolução nº 357, de 17 de Março de 2005. Disponível em: < http://www.ifcs.ufrj.br/~aproximacao/abntnbr6023.pdf>. Acesso em: 12 de junho de 2018. Introdução a química ambiental – 2. Ed, atual. e r / 2006 – Livros 1 - OBJETIVO: Determinação da turbidez pelo método nefelométrico em amostra de água coletada na Praia da Costa – Av. Champagnat. - Os limites de turbidez para as diversas classes de águas naturais săo impostos pela resoluçăo CONAMA nş 357/2005. 2 - MATERIAIS E REAGENTES: - Padrão Formazina 4.000 NTU; - Padrões secundários ; - Turbidímetro ; - Cubeta de vidro incolor ; - Amostra da água do mar. - Água destilada 3 - PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS : 3.1 - Amostragem : A amostra analisadas por este grupo correspondem ao ponto de coleta número 11. Este ponto se localiza na Avenida Champagnat, 213 – Praia da Costa, Vila Velha – ES. O local de coleta é caracterizado por apresentar menor movimentação de banhistas em relação aos outros pontos da praia, por apresentar aspectos agressivos do mar. Este local também possui menor concentraçãode lixo. A amostra foi armazenada em um recipiente resistente (polietileno), com a tampa do tipo auto - lacrável, permitindo assim uma maior co nfiabilidade na amostra, onde o frasco estava devidamente escrupulosamente limpo. 3 .1 .2 - Calibração do Turbidímetro: A calibração do turbidímetro foi realizada com uma cubeta na faixa de 10,0 NTU. A primeira faixa de calibração teve o valor fixo de < 0,10 NTU, as outras faixas 10, 100 e 1.000 NTU , que podem ter seus valores reduzidos em até 20% (8, 80 e 800 NTU) para utilização de padrões com outros valores. A alteração dos valores foi realizada através das teclas LIGA/LER para reduzir e CAL para aume ntar os valores .