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Toxoplasma gondii, sérios danos aos fetos, felídeos são os únicos hospedeiros, a transmissão ocorre pela ingestão de oocistos contidas nas fezes dos gatos, através da ingestão de carne crua ou mal cozida (infectadas), ou por via transplacentária. Sinais clínicos raros, em gatos (órgãos mais afetados são os pulmões e os olhos), enquanto nos cães (manifestação neurológica). Diagnostico: ELISA. Tratamento: Clindamicina, prednisona (uveite) e primetamina associada com sulfadiazina Hospedeiros definitivos – ingerem tecidos de animais infectados (taquizoitos ou bradizoitos) – parede do cisto digerida no estômago do gato – no epitélio intestinal inicia um ciclo esquizogônico e gametogônico (intestino delgado) – produção de oocistos – só são eliminados em 2 ou 3 semanas Fase aguda: Penetram na parede intestinal – sangue e linfa – estágio de multiplicação (taquizoito) – célula rompe e novas células se infectam Bradizoitos: forma latente, multiplicação sobre controle, se a imunidade cair pode levar a fase aguda Gatos com uveite: 75% soropositivos Primetamina com a sulfadiazina é toxico para gatos Coccidiosis Hemerias: coquicideos, transmitidos pelas fezes Filo: Apicomplexa Parte anterior que forma o complexo apical (colocar o corpo inteiro da célula sem que aja rompimento da célula) reprodução assexuada, tem uma fase sexuada Se reproduzem no intestino Cryptosporidium parvum Zoonose Contaminação fecal – oral pelo contato direto com pessoas ou animais reservatórios Ingestão de alimentos ou águas contaminadas Cloro ETA não é suficiente para eliminar o parasito Merogonia: formas masculinas e femininas Morfologia Patogenia: Síndrome da má absorção - Imunocompetentes: diarreia aquosa transitória (10 dias), anorexia - Imunodeficientes: diarreia aquosa, desequilíbrio eletrolítico, má absorção, emagrecimento acentuado e mortalidade elevada Tratamento: não há tratamento curativo, só experimental, lactato de halofuginone, paromomicina, decoquinato Profilaxia: separar animais com diarreia, limpeza das instalações Oocisto: uma camada, segunda camada espessa e dentro 4 esporozoitos (camada se rompe e acaba entrando na mucosa) Patogenia: síndrome da má absorção Microvilosidades intestinais: cryptosporidium parvum se liga nelas Emeria parasitos de Aves Eimeriose ou Coccidiose Doença parasitaria, E. Acervulina (duodeno) E. Maximo (jejuno) E. Tenella (ceco) E. Gametogenesse: a partir de gameta @estude_veterinaria Toxoplasmose e Coccidiose Ciclo biológico: 4-7 dias, pré patente, período patente Produção assexuada – sexuada (gametomenia) - fecundam gametocito – oocistos Pré patente: antes de aparecer sintomas (ingestão dos oocistos até a eliminação) Autolimitante: se o parasita se instala, o hospedeiro não pegara uma segunda vez (somente 1 vez) Cama Autoclavada: serragem Eimeriose bovina Tratamento: toltrazurila, toltrazuriç (5 e 30 dias) Macrogameta: masculino Microgameta: feminina Desenteria: muco + sangue Toxosplamose Toxoplasma gondii Homeotérmicos: mantém a temperatura constante Zoonose Gametonia: células masculinas e femininas (só ocorre no felino), produz oocisto Roedor: pode atingir o cérebro Hospedeiro definitivo: gametomelia, felino Esporonomia: outros animais Pode vir direto, ou pela água e o alimento Reprodução assexuada: no tecido (humanos e bovinos) Taquizoítos: aguda, atinge sangue e tecido Bradizoítos: fase crônica, tecido Fagocitadas: libera taquisoidas – fagocitada por macrófago Fase crônica: imunodepressivo Oocisto: parede dupla bastante resistente, forma infectante encontrada no ambiente a partir das fezes de felinos, dois esporocistos com 4 esporozoítos cada Patogenia: Transmissão congênita, retinocoroidite (pode ficar cego) Transmissão • Fecal Oral: oocistos- contaminação água e alimentos • Carnivorismo: cistos – carne crua e embutidos frescais Congênita: taquizoítas – transplacentária e contaminação pelo sangue