Prévia do material em texto
Anna Beatriz de Moraes - MED 104 SEGMENTAÇÃO DO TÓRAX Posição anatômica, definida desde 1985. Segmentação Anatômica ● Anterior ou ventral: parte da frente do corpo/estrutura ● Posterior ou dorsal: parte de trás do corpo/estrutura ● Lateral: está mais para “fora” ● Medial: está mais para “dentro” ● Externo - Interno: geralmente usado em vísceras ocas, também pode ser análogos à lateral/medial ● Cranial ou Superior: parte de cima do corpo ● Caudal ou Inferior: parte de baixo do corpo ● Proximal/Distal: referência usada preferencialmente para membros Todos esses são termos de comparação, são usados em conjunto com algum acidente anatômico como ponto de referência ★ Limites do tórax ○ Limites superior: clavícula e borda superior do esterno (aquela voltinha que temos no final do pescoço) ○ Limites inferior: apêndice xifóide (parte final do esterno) e cartilagens da 7° à 12° costela) ○ Limite posterior: não existe descrição de até onde vai, portanto consideramos toda o dorso como tórax ○ Tórax anterior e posterior: a sua transição se dá por meio de uma linha imaginária que passa pela linha média da região axilar ○ Hemitórax anterior: toda a região anterior do tórax, que se divide em hemitórax direito e hemitórax esquerdo ○ Longilíneo, normolíneo e brevilíneo: tem a ver com o ângulo da cartilagem da 7° até a 12° costela. Quando esse ângulo é muito fechado (paciente mais alongado), classificamos o paciente como longilíneo. Quando esse ângulo é de 90°, o paciente tem conformação normolínea. Quando esse ângulo é mais aberto, classificamos como brevilínea. ■ Essa classificação é importante porque o diafragma acompanha esse ângulo entre as costelas, logo, o coração também acompanhará essa angulação: ficará mais em pé ou deitado. Anna Beatriz de Moraes - MED 104 1 - temos o osso esterno e as suas bordas laterais, logo, essa é a região esternal 2 - borda superior do esterno, logo, essa é a região supra esternal 3 - temos as delimitações das clavículas 4 - linha imaginária em torno da 3° costela que delimita a região mamária, logo o que está acima dela é a região supra mamária direita e esquerda 5 - região mamária traçada por duas linhas imaginárias 6 - linha imaginária que delimita a região mamária, logo o que está abaixo dela é a região infra mamária direita e esquerda 9 - região supra escapular direita/esquerda 10 - região lateral/externa da escápula direita/ esquerda 11 - região medial/interna da escápula direita/esquerda 12 - infra escapular LV - linha imaginária da coluna vertebral, divide em hemitórax direito para um lado e hemitórax esquerdo para o outro LEC - linha imaginária no meio da escápula, chamada linha hemiclavicular LIMITES DA MAMA Limite superior: 2° costela Limite inferior: 6° costela Limite lateral: linha axilar mediana Limite medial: linha esternal mediana Anna Beatriz de Moraes - MED 104 QUADRANTES MAMÁRIOS ● São divididos por uma linha horizontal e outra vertical, traçadas a partir da papila mamária. ● Os quadrantes são classificados em superior, inferior, lateral e medial. Quando há lesão em algum ponto, diremos, por exemplo: lesão no quadrante inferior medial da mama direita. ÓRGÃOS TORÁCICOS Superficiais: pele, mamas (papila + glândula), linfonodos, ossos, músculos da cintura escapular Internos: pulmão, coração, timo, grandes vasos, fígado, estômago DEFORMAÇÕES TORÁCICAS Tórax globoso Cifose: torácica ou em tonel: quando curvatura acentuada tórax tem o da coluna vertebral mesmo tamanho lateral para frente e para trás Peito de pomba: protrusão do osso esterno Peito escavado: retração do osso esterno