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Discentes: Bianca Borges, Juliane Reis, Tainá Lima, Tainá Santos e Tassyara Guerra. Docente: Luiz César Paulillo. Disciplina: Genética Humana. DISTROFIA MUSCULAR DO TIPO FÁCIO-ESCÁPULO-UMERAL Epidemiologia: A Distrofia Muscular do Tipo Fácio-Escápulo-Umeral é uma doença rara familiar; a prevalência é de cerca de 1 em 20.000 indivíduos, embora esta seja provavelmente uma subestimação, já que a doença permanece muitas vezes sem diagnóstico. É a 3ª forma mais frequente de miopatia. Quadro Clínico: Habitualmente tem seu início na adolescência, e é compatível com uma longevidade normal; pode se tornar estacionária a qualquer estágio e não encurta a expectativa de vida do paciente. O início ocorre entre os 3 e 44 anos, com fraqueza dos músculos da face, cujo envolvimento pode ser assimétrico e subclínico. Os principais sinais clínicos são fraqueza facial bilateral, dificuldade em protrair os lábios e fechar os olhos, e comprometimento dos músculos da cintura escapular (ombros e braços), de maneira assimétrica, causando dificuldades para elevar os braços e fazendo com que as escápulas se tornem salientes (escápulas aladas). Etiologia: O gene responsável pela Distrofia Muscular do Tipo Fácio- Escápulo-Umeral é autossômico dominante e está localizado no cromossomo 4 (região 4q35) A Distrofia Muscular do Tipo Fácio-Escápulo-Umeral é uma doença genética, mas o mecanismo molecular subjacente permanece incerto, apesar dos avanços significativos na identificação de vários dos genes envolvidos ( FRG1 , ANT1 e DUX4 ), levando à sugestão de que a FSHD resulta de alterações na diferenciação celular. A transmissão é autossômica dominante. A alteração genética foi localizada no braço curto do cromossoma 4 (4q35). Diagnóstico: O diagnóstico molecular baseia-se na detecção de uma deleção na região repetitiva D4Z4 em 4q35, sendo o resultado do teste molecular considerado positivo se o número de repetições for inferior a 10/11. No entanto, esta anomalia não foi detectada em 5% dos doentes com diagnóstico clínico de Distrofia Muscular do Tipo Fácio- Escápulo-Umeral. Tratamento: O tratamento é sintomático, visando a prevenção da rigidez articular e da dor, recorrendo à mobilização passiva e administração de antálgicos. Nos casos graves pode ser necessário o suporte ventilatório. O tratamento cirúrgico envolve a fixação da escápula, o que pode levar a uma melhoria na amplitude de movimento dos braços. Referências: https://www.orpha.net/consor/cgi- bin/Disease_Search.php?lng=PT&data_id=62&MISSING%20CONTENT=Distrofia- muscular-facio-escapulo- umeral&search=Disease_Search_Simple&title=Distrofia-muscular-facio- escapulo-umeral http://genoma.ib.usp.br/pt-br/servicos/consultas-e-testes- geneticos/doencas-atendidas/distrofia-muscular-do-tipo-facio-escapulo- umeral http://www.distrofiamuscular.net/outras.htm https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/fisioterapia/distrofia- muscular-facio-escapulo-umeral-uma-breve-revisao/41840# https://www.orpha.net/consor/cgi-bin/Disease_Search.php?lng=PT&data_id=62&MISSING%20CONTENT=Distrofia-muscular-facio-escapulo-umeral&search=Disease_Search_Simple&title=Distrofia-muscular-facio-escapulo-umeral http://genoma.ib.usp.br/pt-br/servicos/consultas-e-testes-geneticos/doencas-atendidas/distrofia-muscular-do-tipo-facio-escapulo-umeral http://www.distrofiamuscular.net/outras.htm https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/fisioterapia/distrofia-muscular-facio-escapulo-umeral-uma-breve-revisao/41840