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Parasito em 5 minutos: Trypanosoma evansi (equinos)
Disciplina: Parasitologia
Professora: Juliana de Souza Pinto Pieroni
Curso: Medicina Veterinária – 3°P
Acadêmicos: Nadir dos Santos Filho, Thiago Azevedo Lima e Wytalo Almeida Santos
Transmissão e patogenia
As tripanossomíases são afecções causadas pela infestação dos mamíferos por protozoários do gênero tripanossoma, infestando a corrente sanguínea do animal pelos protozoários levando a diversos sintomas.
Transmissão: É transmitido de forma mecânica pela picada de insetos hematófagos das famílias Tabanidae e Stomoxidae e por morcegos hematófagos (Nas Américas, o T. evansi adaptou-se também aos morcegos hematófagos, o Desmodus rotundus, sendo fonte da infecção por, no máximo, um mês).
Vetores
Stomoxys calcitrans
Tabanidae
(Mutucas)
Patogenia: O Trypanosoma evansi produz várias alterações nos eritrócitos dos cavalos. Estas alterações patológicas incluem formas bizarras nos eritrócitos.
Ciclo Biológico: Membros do gênero Trypanosoma são parasitas de dois hospedeiros. Um destes, um animal vertebrado é o hospedeiro final, enquanto diversos invertebrados hematófagos representam os hospedeiros intermediários ou vetores, os quais transmitem a infecção para novos hospedeiros vertebrados.
Sinais Clínicos
Os sinais clínicos da doença incluem: febre intermitente, anemia, conjuntivite, edema de membros e partes ventrais do corpo, perda de pelos, emagrecimento progressivo, inapetência e, ocasionalmente, hemorragias na câmara anterior do olho. Nos estágios mais crônicos da doença os animais tornam-se fracos, apresentam-se com palidez de mucosas, ocasionalmente ictéricos, linfadenomegalia superficial e incoordenação motora com paralisia dos membros posteriores.
Tratamento
Existem drogas tripanocidas disponíveis para o tratamento dos animais acometidos como acetazato de diminazeno, cloreto de isometamídio, quinapiramina, suramina ou cimelarsanmas. Porém a escolha pelo tratamento ou não, dependerá do nível de acometimento dos animais e das condições econômicas do pecuarista. Sabe-se que a tripanossomíase pode ser endêmica e seu controle é extremamente complexo, devido ao envolvimento de diferentes hospedeiros animais em seu ciclo, principalmente os silvestres, que não podem ser controlados ou monitorados.
Profilaxia
Durante décadas, vários métodos de controle tais como desmatamento, uso de machos estéreis e armadilhas impregnadas com inseticidas para o controle dos vetores, pulverização de inseticidas nos animais, na vegetação, uso de inseticidas pour on e quimioprofilaxia foram testados na África.
Porém, atualmente apenas a quimioprofilaxia e o controle dos vetores com drogas pour on e armadilhas impregnadas com inseticidas continuam sendo usadas.

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