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O termo manicômio surge a partir do século XIX e designa mais especificamente o hospital psiquiátrico, já com a função de dar um atendimento médico sistemático e especializado.
 A prática de retirar os doentes mentais do convívio social para colocá-los em um lugar específico surge em um determinado período histórico. Segundo Michel Foucault, em A história da loucura na idade clássica, ela tem origem na cultura árabe, datando o primeiro hospício conhecido do século VII. 
Os primeiros hospícios europeus são criados no século XV, quando da ocupação árabe da Espanha. Na Itália eles datam do mesmo período, e surgem em Florença, Pádua e Bérgamo. 
Diversos depoimentos de Esquirol, um importante estudioso destas instituições no século XIX 
"Eles são mais mal tratados que os criminosos; eu os vi nus, ou vestidos de trapos, estirados no chão, defendidos da umidade do pavimento apenas por um pouco de palha. Eu os vi privados de ar para respirar, de água para matar a sede, e das coisas indispensáveis à vida. Eu os vi entregues às mãos de verdadeiros carcereiros, abandonados à vigilância brutal destes. Eu os vi em ambientes estreitos, sujos, com falta de ar, de luz, acorrentados em lugares nos quais se hesitaria até em guardar bestas ferozes, que os governos, por luxo e com grandes despesas, mantêm nas capitais." (Esquirol, 1818, apud Ugolotti, 1949) 
Instituições de sequestro (Foucault...), Instituiçoes Totais (Goffman, 1983) 
“Lá suas roupas eram arrancadas, seus cabelos raspados e, seus nomes, apagados. Nus no corpo e na identidade, a humanidade sequestrada, homens, mulheres e até mesmo crianças viravam “Ignorados de Tal; (…)comiam ratos e fezes, bebiam esgoto ou urina, dormiam sobre capim, eram espancados e violentados até a morte”
A partir do século XVIII já se tinha notícia de que a Santa Casa da Bahia reservava acomodações para doentes mentais e que esses espaços eram conhecidos como “casinha de doudos”.
A capital do Império, o Rio de Janeiro, era palco em suas ruas de muitos pedintes, bêbados, prostitutas e alienados. Isso causava ás autoridades especial preocupação e a Sociedade de Medicina na época via a necessidade de se tomarem medidas higiênicas em relação a esta população marginalizada. 
Os doentes de famílias abastadas eram escondidos em casa pela família. 
No entanto os pobres, ou viviam perambulando pelas ruas, ou eram encarceradas na cadeia pública em condições não condizentes com suas necessidades. Além disso, os pacientes do interior não tinham senão a capital onde buscar tratamento. 
 O intuito era evitar que estes fossem com frequência recolhidos à cadeia pública ou às enfermarias da Santa Casa de Misericórdia, onde recebiam um leito para dormir provisoriamente. Em ambos locais, os loucos eram encarcerados em cubículos pequenos em condições desumanas, insalubres; podiam ficar todo o tempo amarrados, eram agredidos na hora da contenção. Diante do quadro dantesco foram surgindo defensores da criação de um manicômio na Corte. 
A Academia Imperial de Medicina almejava o tratamento da classe desamparada dos “loucos”. Desta forma começou a se cogitar a necessidade da criação de um manicômio para tal fim.
 Em 1841 foi promulgado o Decreto n. 82/1841 para a fundação do Hospício de Alienados D Pedro II, no Rio de Janeiro. O mesmo foi inaugurado em 1852 e renomeado mais tarde Hospício Nacional de Alienados. 
Assim, o Brasil se tornou o primeiro país da América Latina a fundar um grande manicômio com base no alienismo francês, o qual manteve a tradição asilar de abrigar desviantes de todos os tipos, regidos sob a égide das mais diversas intervenções e arbitrariedades.
Hospício do Juqueri
O Hospício do Juqueri fundado em 1898, foi construído fora da zona urbana, sendo seu projeto arquitetônico de autoria de Ramos de Azevedo. Em 1898 já funcionavam as colônias agrícolas; e suas dependências foram várias vezes ampliadas ao longo do tempo, sendo anexados o pavilhão para “crianças anormais”, o laboratório histoquímico e o Manicômio Judiciário. Segundo Cunha, a produção do hospício demonstrava que:
“o interesse se desdobra a partir de quadros nosológicos já configurados e volta-se para a identificação das formas particulares das ‘doenças’ naquela sociedade particular, como decorrência de uma herança genética onde amalgamavam-se imigrantes, escravos e todo tipo de sangue degenerado: o impacto do crescimento urbano no crescimento da sífilis, deflagradora de um tipo determinado de patologia mental (...); a loucura associada às caracteristicas raciais e o significado disto em sua apresentação na sociedade miscigenada do país; a correspondência entre loucura e crime; a relação entre as formas de doença mental e os padrões culturais ‘atrasados’ como (...) as religiões ‘primitivas’ dos negros e dos pobres” (1986, p. 77).
O Juquery representou em São Paulo o pensamento psiquiátrico hegemônico no Brasil, nessa época. Sua prática articulou-se às necessidades trazidas pelo processo de industrialização que se acelerava na cidade e teve uma dimensão política que era a de “conferir legitimidade à exclusão de indivíduos ou setores sociais não enquadráveis nos dispositivos penais; permitir a guarda (...) e a regeneração ou disciplinarização de ind/ resistentes às disciplinas do trabalho, da família e da vida urbana (...)” (Cunha, 1986, p. 80).
Ao alienismo veio somar-se, mais tarde, o organicismo, que trazia a concepção de loucura como organicamente determinada.
O pensamento psiquiátrico brasileiro da época tinha como principal característica o ecletismo, que conjugava o alienismo clássico, especialmente de Pinel e Tuke, com o organicismo, em particular numa de suas vertentes, a teoria da degenerescência, fortemente calcada na concepção da determinação hereditária da loucura.
A teoria da degenerescência propunha ações que extra­polavam os muros asilares, propondo a higienização e a discipli­na­rização da sociedade. Considerava ainda a existência de uma hierarquia racial, estando no ápice a raça ariana e na base a raça negra; muitos teóricos acreditavam ser os negros mais propensos à degeneração por sua inferioridade biológica.
No Brasil, essas duas correntes juntam-se numa só experiência, em que a exclusão do “louco” deveria ser compartilhada com a prevenção “social” da loucura.
Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro, criado em 1918
Colônia produziu extensa contribuição à Psicologia por meio de seu fértil laboratório, criado em 1923, e depois transformado em Instituto de Psicologia, subordinado ao Ministério de Educação e Saúde Pública, em 1932. Em 1937 foi incorporado à Universidade do Brasil.
“atualmente todo Instituto destinado ao estudo, cura e profilaxia das moléstias mentais deve ter, como auxiliar indispensável, um laboratório de psicologia, a cargo de um psicólogo profissional. Este torna-se, então, valioso colaborador do médico, para eficiência de tal Instituto”.
O laboratório, que contava com sofisticados equipamentos vindos de Paris e Leipzig, “funcionava como instituição auxiliar médica; como auxiliar das necessidades sociais e práticas; como núcleo de pesquisas científicas; como centro didático para formação de psicólogos”. (Penna, 1985, p. 30). Isso demonstra um imenso avanço em direção ao reconhecimento da autonomia científica e prática da Psicologia no Brasil. Explicita-com clareza, que a Psicologia é vista como campo próprio de conhecimento e ação, ao mesmo tempo em que é reconhecida sua íntima relação com a Psiquiatria.
Do ponto de vista da produção do laboratório, além da quantidade de pesquisas e ensaios, três elementos apresentam-se como particularmente significativos: a preocupação com a formação de psicólogos e a difusão do conhecimento psicológico; o trabalho clínico e a aplicação da Psicologia a questões relativas ao trabalho (no que se refere à utilização de testes para fins de seleção e orientação profissional). 
A partir daí, a Psicologia penetrano interior do processo produtivo, com um caráter estritamente técnico-científico, por meio da intervenção direta nos processos seletivos e no estabelecimento de contingências e normas nas relações de produção, com base no saber psicológico.
Foi no interior do manicômio, que surgiu a enfermagem brasileira. Sua origem não objetivou melhorar a assistência aos internos, mas vigiar, controlar e puni-los por seus atos. 
 
A medicação era pouca, quase não tinha e a que existia era fraca, para os casos em que o paciente estava muito agitado, se administrava 1 ml na veia de Sonifen e em cinco minutos ele estava dormindo... O cardiazol também era administrado bem rápido via endovenosa, o paciente entrava em convulsão. Essa terapia dava resultado. Nos casos de pacientes superagitados, era uma beleza
A psicofarmacologia teve início em 1952, quando os pesquisadores franceses Jean Delay e Pierre G. Deniker obtiveram sucesso no tratamento das pessoas com transtornos mentais com uma nova substância, a clorpromazina. Eles identificaram que ela reduzia a agitação psicomotora, as alucinações e os delírios. Essa ação foi denominada de neurolepsia, e os novos medicamentos com esse emprego passaram a ser chamados neurolépticos. 
Assim, psicofármarcos como clorpromazina (Amplictil®), levomepromazina (Neozine®) e haloperidol (Haldol®), passaram a ser empregados vastamente. 
Praxiterapia. No Brasil, ela foi oficializada em 1890 por meio do Decreto n. 206-A, que aprovou instruções para a assistência médica legal de alienados. 
Essa atividade se destinava aos "alienados indigentes", capazes de trabalhar na agricultura e indústrias nas colônias. Estes locais foram criados principalmente para solucionar os problemas de superlotação de pobres e miseráveis no Hospício Nacional de Alienados. No entanto, havia também o interesse terapêutico em proporcionar tratamento baseado no trabalho, especialmente em atividades de agropecuária e produção artesanal
Os internos desempenhavam tarefas laborais, como a horticultura e criação de galináceos e suínos, sob a orientação dos funcionários. Essa prática possibilitava uma ocupação aos pacientes, conferindo uma ação terapêutica. Entretanto, foi muito empregada até a década de 1980 como um instrumento de exploração de trabalho.
A terapia por choque insulínico foi descoberta pelo neuropsiquiatra polonês Manfred Sakel e, comunicada, oficialmente em 1933. A introdução da insulinoterapia na psiquiatria se deu quando Sakel, ao causar convulsões com uma dose excessiva de insulina, descobriu acidentalmente que esse tratamento era eficaz para pacientes com psicoses, como a esquizofrenia. O uso da insulinoterapia foi utilizada no Brasil até o início de 1970.
Aplicávamos 10 unidades de insulina subcutânea às cinco horas da manhã e somávamos 10 unidades a cada dia até que a pessoa fazia o pré-coma. No dia seguinte ao pré-coma, aumentávamos mais 10 unidades de insulina e o paciente entrava em coma. Era comum o médico prescrever 30 comas de insulina e o eletrochoque em coma
Eletroconvulsoterapia (ECT) foi administrada pela primeira vez em Roma, em 1938, por Ugo Cerletti e Lucio Bini. Nos anos 60 e 70 sua popularidade declinou e isso pode ser associado ao advento dos psicofármacos mais efetivos e a crescente movimentação contrária a esse procedimento ocasionada pelo seu uso indevido com o objetivo de punir, controlar ou ameaçar os pacientes.
Era um aparelho em que colocávamos uma carga elétrica pesada e molhávamos duas bonequinhas com uma água de sal para elas atuarem como transmissoras de eletricidade. Amarrávamos o paciente em uma cama, colocávamos uma borracha na sua boca para ele não morder a língua, reuníamos duas ou três pessoas para não deixar o paciente se debater, para que não se machucasse. Encostavam-se as duas bonequinhas de uma só vez na fronte do paciente, uma de cada lado, apertava um botão e ele convulsionava na hora... Em alguns casos, o eletrochoque ajudava um pouco, tirava o paciente do delírio, diminuía a agitação, algumas pessoas melhoraram com isso. 
Cubículo ou cela forte, consistiam em pequenas salas, individuais, fechadas, com portas de material reforçado, que continham uma ou duas aberturas, na parte superior para o profissional observar a pessoa no interior do cubículo e na parte inferior para entregar as refeições. Em todos esses espaços restritivos havia um lugar para que os indivíduos fizessem as eliminações fisiológicas e se deitasse.
Havia os cubículos onde os pacientes eram jogados. Era uma cela. Quando o paciente ficava agitado, era colocado nesse lugar, qualquer coisinha era cubículo. Lá tinha somente uma patente e um colchão de capim no chão, quando tinha. Era escuro, tinha uma janelinha lá em cima. A comida era jogada por uma portinhola.
Esses recintos também serviram para que alguns funcionários os usassem como um castigo para os pacientes. Não existia um tempo de permanência estabelecido para a reclusão, podia ser de 2 a 3 horas, até vários dias. 
A camisa de força ou colete de força foi introduzida por Pinel, no século XIX, e substituiu as correntes, algemas e celas fortes utilizadas nos manicômios. Esse recurso foi considerado uma forma de contenção física menos dolorosa, mais transitória e menos excludente que os dispositivos que existiam naquela época.
Lençol de contenção , também denominado de jacaré, foi utilizado até 1990. 
O colete era colocado em pacientes que se autoagrediam, eles ficavam apenas com os braços amarrados, conseguiam andar, só que era perigoso porque podia cair, a enfermagem precisava ficar atenta. 
Já o lençol de contenção continha a pessoa na cama. O paciente ficava deitado, vestíamos nele uma lona com braçadeiras de couro e fivela que prendiam as pernas e os braços no leito... logo que o médico a sedava, o lençol de contenção era retirado. 
Liga Brasileira de Higiene Mental
A Liga Brasileira de Higiene Mental foi fundada em 1923.
Essa concepção contribuiu para uma interpretação racista da sociedade brasileira, que tendia a atribuir os problemas sócio-econômicos às questões raciais, especialmente à presença de “raças inferiores”, numa explícita referência aos negros que, junto com o clima quente, eram responsabilizados pelo atraso do país. Essas idéias desembocaram na defesa do “embran­queci­mento da raça brasileira” e, posteriormente, na busca da “pureza racial”.
A Liga reconhecia a Psicologia como ciência afim à Psiquiatria e estimulava sua produção. Nesse sentido, foi criado um laboratório de Psicologia
“A higiene mental nas oficinas e nas profissões em geral é um fator de grande prosperidade para a indústria, porque assegura um melhor rendimento. Ela pode ser realizada pela orientação profissional e pela seleção psicológica dos operários, tendo por efeito:
1º) a eliminação nas oficinas de certas classes de profissionais psicopatas que constituem um peso morto e um grave prejuízo para a coletividade;
2º) colocar os indivíduos em seus devidos lugares, de acordo com as aptidões mentais, condições que favorecem o êxito do trabalho” (Castro Filho, apud Cunha, 1986, p. 189).
Essas ideias buscavam na Psicologia não apenas fundamentação teórica e corpo de técnicas úteis às suas finalidades de higienização social do trabalho e da família, como também prenunciavam um outro tipo de prática que se aproximava da prática clínica da Psicologia no momento subseqüente, pelas denominadas “clínicas de higiene mental”, cuja finalidade era de origem profilática e, portanto, voltada para o indivíduo “normal”.
A doença mental era por ele concebida como situação existencial, resultante da dinâmica do processo psicológico, considerando o sujeito como agente desse processo e admitindo os fatores sociais como co-determinantes. Opunha-se esta visão ao orga­nicismo, que via a doença mental como causada pela constituição orgânico-genética do sujeito, e que era antes determinante que determinada pelas condições sociais. 
O Movimento Psiquiátrico de Recife
Ulysses Pernambucano
 em 1924, foi diretor do Hospital de DoençasNervosas e Mentais de Recife, aboliu os calabouços e as camisas-de-força, implantou a praxiterapia, criou o Pavilhão de Observações, o Laboratório de Análises e o Pavilhão de Hidroterapia, tendo também criado o sistema de “internato acadêmico” para os jovens médicos estagiarem.
Pernambucano participação fundamental na implantação da “Assistência a Psicopatas de Pernambuco”, assim composta: serviços para doentes mentais não alienados, com ambulatório e hospital aberto; serviços para doentes mentais alienados, com hospital para doentes agudos e colônia para doentes crônicos; Manicômio Judiciário; Serviço de Higiene Mental, com Serviço de Prevenção das Doenças Mentais e Instituto de Psicologia. 
Medicina Legal, Psiquiatria Forense e Criminologia
Em meados do ano de 1876, publicou-se o Tratado Antropológico Experimental do Homem Delinquente, do italiano Cesare Lombroso. Com a divulgação deste estudo empírico, propagou-se, a nível internacional, a chamada Teoria do Criminoso Nato, que, a partir de certas características físicas encontradas em alguns indivíduos, sobretudo mestiços, atestaria sua pré-disposição à vida criminosa.
A concepção psiquiátrica vigente na época, como já visto, pretendia abarcar as questões sociais e sobre elas exercer seu controle, com vistas ao estabelecimento da ordem no espaço urbano.
É por esse motivo que o combate ao alcoolismo, jogo, prostituição e crime ganharam terreno no interior da Psiquiatria, que procurou articular doença mental e criminalidade, com base na teoria da dege­ne­rescência.
Em meados do ano de 1876, publicou-se o Tratado Antropológico Experimental do Homem Delinquente, do italiano Cesare Lombroso. Com a divulgação deste estudo empírico, propagou-se, a nível internacional, a chamada Teoria do Criminoso Nato, que, a partir de certas características físicas encontradas em alguns indivíduos, sobretudo mestiços, atestaria sua pré-disposição à vida criminosa.
No caso do criminoso nato, este se caracteriza, do ponto de vista físico, pelas seguintes características: crânio pequeno, grande órbita ocular, testa inclinada, protuberância na parte inferior traseira da cabeça. Do ponto de vista psicológico, é insensível, impulsivo e não sente remorso
Pode-se dizer, em termos gerais, que a Medicina Legal, a Psiquiatria Forense e a Criminologia demonstram a importância da Psicologia como uma de suas ciências auxiliares e, nesse sentido, contribuíram para seu desenvolvimento.
Entretanto, apesar do reconhecimento, a Psicologia permanecia como instância pertinente à Psiquiatria; pode-se dizer que, se de um lado, a Psicologia desenvolveu-se no interior dessas áreas, por outro lado, só indiretamente essas aplicações contribuíram para o processo de auto-nomização da prática psicológica, tanto que só recentemente a Psicologia e o psicólogo têm sido reconhecidos no âmbito do poder judiciário.
 A evolução do pensamento psicológico no interior da Medicina até o século XIX preparou o terreno para que o conhecimento e a prática da Psicologia se desenvolvessem a tal ponto que fizeram delinear-se com maior clareza seus contornos, tendo assim contribuído para a penetração da Psicologia científica e sua definição como campo autônomo de conhecimento e ação, o que veio a se concretizar nas décadas iniciais do século XX. As Teses de Doutoramento das Faculdades de Medicina também foram importantes.
Referências
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REVISTAS
BARATA, Rita. Cem anos de endemias e epidemias. Revista Ciência & Saúde Coletiva, v. 5 nº.2, 2000.
FONSECA, Cristina. Trabalhando em saúde pública pelo interior do Brasil: lembranças de uma geração de sanitaristas (1930-1970). Revista Ciência & Saúde Coletiva, v. 5, nº.2, 2000.
LIMA, Nísia. Pouca saúde, muita saúde, os males do Brasil...Discurso médico-sanitário e interpretações do País. Revista Ciência & Saúde Coletiva, v.5, n.2, 2000.
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