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Prévia do material em texto

Técnicas e protocolos RM 
de corpo (neuro, abdomen 
e tórax) 
 
 
 
Sandra Raquel Lermen Polita 
 
Tecnóloga em Radiologia _ ULBRA 
Especialista em Ciências Radiológicas – UFRGS 
Mestre em Ciências da Saúde _ UFRGS 
CONTRASTE é uma diferenciação ou 
melhor uma diferença de sinal de tecidos 
adjacentes. 
 
T2 T1 DP/FLAIR FLUXO 
EXISTEM OUTROS TIPOS DE PONDERAÇÃO 
 DIFUSÃO, PERFUSÃO, ETC… 
DIFUSÃO 
PERFUSÃO (CBV) ESPECTROSCOPIA 
VOLUMÉTRICA 
 (CISS) 
VOLUMÉTRICA 
 (MPR) 
TRACTOGRAFIA 
 GORDURA 
 HEMORRAGIA SUB-
AGUDA 
 IMPREGNAÇÃO DO 
GADOLINEO 
 HEMANGIOMA 
 MIELINIZAÇÃO 
 
 CALCIFICAÇÃO 
 FLUXO 
 ÁGUA (LIQUOR) 
 CISTO 
 OSSO CORTICAL 
 FIBROSE 
 
 
 
 ÁGUA LIVRE 
 
 FLUXO 
 CALCIFICACÃO 
 MIELINIZAÇÃO 
 OSSO CORTICAL 
 FIBROSE 
Crânio 
 
 
 Bobina para cabeça 
(em quadratura ou 
arranjo de fase) 
 
 Acolchoamento ou 
faixas para 
imobilização 
 
 Tampões para 
ouvidos 
 
 
 Decúbito dorsal na mesa de exame, com a 
cabeça dentro da bobina. 
 
 A cabeça é posicionada de forma que linha 
interpupilar fique paralela à mesa de exame e a 
cabeça permaneça reta. 
 
 A luz do alinhamento longitudinal passa pela 
linha média, e a luz horizontal, pelo násio 
 
 São utilizados acolchoamento de espuma para 
imobilizar o paciente. 
 
 
 PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR 
• T2 TSE SAG 
• DIFUSÃO 
• FLAIR AXI 
• T2 TSE AXI 
• T1 TSE AXI 
• FLAIR COR 
• T1 TSE AXI C/C 
• SAG MPR C/C 
 
 
 
 SEQUENCIAS ADICIONAIS 
 
• SWI AXI 
• PERFUSÃO 
• IR HIPOCAMPO 
• T2 TSE COR HIPOCAMPO 
• T1 TSE SAG/COR COM 
CONTRASTE 
 
Bobina de superfície pequena para globo e 
órbita. 
 
Bobina de quadratura ou de arranjo de fase 
para ápice orbitário, quiasma e vias ópticas 
intracranianos. 
 
Faixas de acolchoamentos de espuma para 
imobilização. 
 
Tampões nos ouvidos 
 
 
Decúbito dorsal na mesa de exame. 
Exame de rotina bilateral comparativo, 
quando usar bobina de superfície, estas 
são colocadas em cada órbita sem que 
encoste no paciente. 
Orientar o paciente para que fique com o 
olhar fixo, com os olhos fechados. Assim 
reduzindo artefatos de movimento. 
 
 
Remover qualquer maquiagem do olho. 
 
O paciente é posicionado de forma que a 
luz de alinhamento longitudinal fique na 
linha média e a luz de alinhamento 
horizontal passe através das órbitas. 
 
Usar espumas para imobilização. 
 
 
 PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR 
• T2 TSE SAG CRÂNIO 
• T2 FS TSE COR 3mm 
• T1 TSE COR 3mm 
• T1 TSE AXI 2,5mm 
• T1 FS TSE AXI 2,5mm 
• T2 FS TSE AXI 2,5mm 
• SPACE AXI 
• T1 FS TSE COR 3mm C/C 
• T1 FS TSE AXI 2,5mm C/C 
 
Bobina de cabeça (de quadratura ou 
arranjo de fase). 
 
Acolchoamento e faixas de imobilização. 
 
Tampões auditivos. 
 
 
Decúbito dorsal na mesa de exame com 
a cabeça dentro da bobina. 
 
O paciente é posicionado de forma que a 
luz de alinhamento longitudinal fique na 
linha média e a luz de alinhamento 
horizontal passe pelo násio. 
 
Usar espumas para imobilização. 
 
 
PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR 
• T2 TSE SAGITAL CRANIO 
• DIFUSAO COR 
• T2 FS TSE COR 2mm 
• T2 TSE AXI 2mm 
• T1 FS TSE AXI 
• CISS AXIAL (VOLUMETRICA) 
• T1 TSE FS AXI GADO 
• T1 TSE FS COR GADO 
 
Bobina de cabeça (quadratura ou arranjo 
de fase) 
 
Acolchoamento e faixas para 
imobilização. 
 
Tampões de ouvido. 
 
 
Decúbito dorsal na mesa de exame com 
a cabeça dentro da bobina. 
 
A cabeça é posicionada de forma que a 
luz de alinhamento longitudinal fique na 
linha média e a luz de alinhamento 
horizontal, no násion. 
 
Usar espumas para imobilização. 
 
PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• Localizador 
• T2 TSE AXIAL (CRANIO) 
• T1 TSE SAGITAL 
• T1 TSE CORONAL 
• T2 TSE CORONAL 
• T1 CORONAL DINAMICO 
• T1 TSE SAGITAL GADOLINIO 
• T1 TSE CORONAL GADOLINIO 
 
 
EM RM DE CRÂNIO EM GERAL É 
INJETADO CONTRASTE DE ROTINA. 
 
SÓ NÃO INJETA SE FOR SOLICITADO 
SEM O USO DO MEIO DE CONTRASTE 
OU O PACIENTE TIVER ALGUMA 
RESTRIÇÃO. 
 
CERVICAL 
DORSAL 
LOMBAR 
 
 Bobina para região cervical /bobina volumétrica de 
pescoço/bobina espinhal em arranjo de fase. 
 
 Acolchoamentos e tiras para imobilização. 
 
 
 Tampões para ouvidos. 
 
 Deitado em decúbito dorsal na mesa de exame, com a 
bobina de pescoço colocada sob a região cervical ou 
em torno dela. 
 
 A bobina deve ter uma extensão que cubra desde a 
base do crânio até as articulações esternoclaviculares. 
 
 O paciente é posicionado de forma que a luz de 
alinhamento longitudinal fique situada na linha média e 
a luz de alinhamento horizontal passe pelo ióide. 
 
 A cabeça fica imobilizada com acolchoamento de 
espuma e faixa de contenção. 
 
 
 
 PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR 
• T1 TSE COR 
• T2 TSE SAG 
• T1 TSE SAG 
• T2 FS TSE SAG 
• T2 TSE AXI 
• T2 GRE AXI 
 
 
 
 
 
 SEQUENCIAS ADICIONAIS 
 
• T1 FS TSE SA/AXI COM CONTRASTE 
 
• T2 HASTE FS COR MYELO 
• T2 HASTE FS SAG MYELO 
• T1 TSE AXI 
Dificuldade em posicionar: 
 
Deformidade = Apoio sob ombros 
 
trauma 
compressão medular = cuidado ao 
transferir 
tumores 
 
Mínimo movimento possível. 
 
 
 
NÃO É ROTINA PARA DOENÇA 
DISCAL/DEGENERATIVA 
 
EM CASO DE TUMOR É MUITO 
IMPORTANTE 
 
PÓS OPERATÓRIO 
 
 
 Bobina espinhal posterior/ bobina espinhal em arranjo 
de fase. 
 
 Tampões para ouvidos. 
 
 
 
 Paciente em decúbito dorsal na mesa de exame, com a 
bobina localizada desde a parte superior dos ombros até 
margem costal inferior. 
 
 Luz de alinhamento longitudinal situa-se na linha média 
e a luz de alinhamento horizontal passe pelo centro da 
bobina. 
 
 
 PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR CERVICAL 
• T2 TSE SAG CERVICAL (PARA 
CONTAGEM) 
• LOCALIZADOR 
• T1 TSE COR 
• T2 TSE SAG 
• T1 TSE SAG 
• T2 FS TSE SAG 
• T2 TSE AXI 
 
 
 
 ADICIONAIS: 
 
• T1 TSE AXI 
• STIR SAG 
• T1 FS TSE SAG/AXI COM 
CONTRASTE 
 
 
 Não é administrado de rotina em doenças discais. 
 
 Contraste usado em suspeita de tumores, também 
podemos usar em processos infecciosos e placas ativas de 
EM. 
 
C7 – T7 T6 – L1 
 
 
 Bobina de coluna posterior/ bobina de coluna em arranjo 
de fase. 
 
 Acolchoamento de espuma para elevar os joelhos. 
 
 Tampões de ouvido. 
 
 
 Paciente em decúbito dorsal na mesa de exame, com 
joelhos elevados em um acolchoamento de espuma, para 
retificar a curvatura lombar e permitir que a coluna fique 
mais próxima ‘a bobina. 
 
 Área de estudo deve incluir desde o apêndice xifóide até 
a parte inferior do sacro. 
 
 Luz de alinhamento longitudinal na linha média e 
luzhorizontal passa em L3. 
 
 
 
 PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR 
• STIR COR 
• T2 TSE SAG 
• T1 TSE SAG 
• T2 FS TSE SAG 
• T2 TSE AXI DISCOS 
• T2 TSE AXI BLOCO 
• T1 TSE AXI BLOCO 
 
 
 
 ADICIONAIS 
 
• T1 FS TSE SAG/AXI COM 
CONTRASTE 
• T2 HASTE FS COR MYELO 
• T2 HASTE FS SAG MYELO 
 
 Dor intensa, principalmente quando apresentam hérnia 
de disco. Deixar o paciente o mais confortável possível, 
com os joelhos levemente flexionados e apoiados por 
suporte. 
 
 Pequenos acolchoamentos colocados sob a lombar 
costumam aliviar a ciática e outros tipos de dor lombar. 
 
 
 O contraste é usado para diferenciar hérnias discais de 
tecido cicatricial na avaliação pós-operatória da 
coluna. 
 
 O tecido cicatricial é contrastado imediatamente após 
a injeção, mas o material do disco não. 
 
 Também é valioso na identificação de lesões suspeitas 
no cone medular. 
 
 
 
REGIÃO CERVICAL 
TÓRAX 
CORAÇÃO 
ABDOME 
PELVE 
2014 
EQUIPAMENTO 
 
• Bobina para pescoço anterior/ bobina volumétrica 
de pescoço nos comprometimentos de gânglios 
cervicais. 
• Bobina de cabeça (em quadratura ou arranjo de 
fase) para região faríngea e base do crânio.• Faixas e acolchoamento para imobilização. 
• Tampões de ouvido. 
 
 Paciente em decúbito dorsal na mesa de exame, 
bobina volumétrica de pescoço ou anterior é 
colocada em torno ou à frente do pescoço do 
paciente. 
 Deve-se incluir a base do crânio. A cabeça do 
paciente é retificada, pois em geral isso também 
retifica o pescoço. 
 O paciente é posicionado de forma que a luz de 
alinhamento longitudinal passe pela linha média e a 
luz de alinhamento horizontal passe através do 
ângulo da mandíbula. Nas imagens dos gânglios 
cervicais, a luz de alinhamento vertical deve ficar a 
meio caminho entre as superfícies anterior e 
posterior do pescoço. 
 
PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR 
• T1 TSE SAG 
• STIR COR 
• T2 TSE AXI 
• STIR AXI 
• T1 TSE AXI 
• T1 FS TSE AXI 
• T1 FS TSE AXI C/C 
• T1 FS TSE COR C/C 
 
SEQUENCIAS ADICIONAIS 
 
• Para tumores orais: incluir os gânglios 
cervicais no plano axial e coronal. 
• Para tumores nasofaríngeos: incluir o seio 
esfenoidal no plano sagital e axial. 
• Para tumores orofaríngeos: incluir o espaço 
parafaríngeo, a base da fossa craniana média e o 
triângulo anterior do pescoço nos planos axial e 
coronal. 
 
CONSIDERAÇÕES DO PACIENTE 
 
•Alguns pacientes com patologia oral e faríngea 
produzem saliva abundante e têm dificuldade 
para engolir. Podendo ocorrer engasgos ou 
artefato de deglutição. Tente acalmar e 
tranquilizar antes do exame. 
 
•Em circunstâncias extremas considere a 
possibilidade de fazer o exame de decúbito 
ventral. 
 
 
Dificilmente está indicado, mas pode ter 
utilidade para definir a extensão ou 
natureza de uma lesão. 
 
À critério do médico radiologista 
 
Pós operatório 
 
EQUIPAMENTO 
 
•Bobina corporal/ bobina de volume. 
•Dispositivos de CR. 
•Derivação de gating de ECG. 
•Tampões de ouvido. 
POSICIONAMENTO DO PACIENTE 
 
•O paciente fica em decúbito dorsal na mesa de exame 
com os dispositivos de CR as derivações de gating de 
ECG ligadas a ele. 
• Posicionado de forma que a luz de alinhamento 
longitudinal situa-se na linha média e a luz de 
alinhamento horizontal passe ao nível da quarta 
vértebra torácica ou dos mamilos. 
•O paciente pode ser introduzido com os pés primeiro 
no magneto se o traçado do ECG não for satisfatório. 
 
 
 PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR 
• T2 FS AXI TRIGADO 
• T2 TE 160 AXI TRIGADO 
• DIFUSAO AXI 
• LOC APNÉIA 
• T2 HASTE COR 
• IN-OUT FASE AXI 
• T1 VIBE FS AXI DINÂMICO 
• T1 VIBE FS COR C/C 
• T1 VIBE FS AXI C/C 
 
 
 
 
 SEQUÊNCIAS ADICIONAIS 
 
• GRE sagital T1 
• Perfusão pulmonar 
 
 
 
Respiratórios, cardíacos e fluxo 
sanguíneo. 
 
 
 
Realçar massas pulmonares, mediastinais 
ou hilares. 
Pode ajudar a aumentar a visibilidade de 
regiões com patologia em áreas com 
contraste intrínseco baixo e destacar 
inflamações pleurais. 
Também na visualização dos vasos 
torácicos. 
 
EQUIPAMENTO 
 
• Bobina corporal/ bobina de volume. 
• Dispositivos de CR. 
• Derivações de gating por ECG. 
• Tampões de ouvido. 
 
 POSICIONAMENTO 
DO PACIENTE 
 
• Decúbito dorsal na mesa 
de exame, com os 
dispositivos de CR e as 
derivações de gatting por 
ECG conectados a ele. 
• Luz alinhamento 
horizontal passa a nível 
de T4 ou mamilos. 
 
PROTOCOLO SUGERIDO 
 
• GRE/SE T1 coronal – localizador 
• SE T1 axial. 
• SE T1 sagital/oblíqua – visualizar aorta 
ascendente e descendente. 
• GRE coerente T2* cine multifase ou SE T1 
oblíqua – avaliar função cardíaca. 
• GRE coerente T2* cine axial. 
 
 
 
É administrado como rotina. 
EQUIPAMENTO 
 
• Bobina corporal/bobina volumétrica. 
• Dispositivo de CR (respiratory compensation - 
trigger). 
• Tampões de ouvido. 
• Derivações para gating se necessário. 
PREPARO 
 
• Jejum de 6 horas, evitando movimentos 
peristálticos. 
• Antiespasmótico. (Buscopan) 
• Evitar acúmulo de líquidos. 
POSICIONAMENTO DO PACIENTE 
 
• Decúbito dorsal na mesa de exame, com 
dispositivo de CR firmemente ligados a ele. 
• Luz de alinhamento longitudinal = linha média. 
• Luz de alinhamento horizontal = terceira v 
lombar ou margem costal inferior. 
 
*Os rins costumam estar localizados cerca 
de quatro dedos abaixo do apêndice 
xifóide. 
ABDOMEN TOTAL 
 PROTOCOLO SUGERIDO 
 
 
• LOCALIZADOR 
• T2 FS AXI TRIGADO 
• T2 TSE AXI TRIGADO 
• DIFUSAO AXI 
• LOCALIZADOR APNÉIA 
• T2 HASTE COR 
• IN/OUT PHASE AXI 
• T1 VIBE FS AXI 
 
 
 
 
 
 
 
• T1 VIBE FS ARTERIAL AXI 
• T1 VIBE FS PORTAL AXI 
• T1 VIBE FS VENOSA AXI 
• T1 VIBE FS COR 
• T1 VIBE FS TARDIA AXI 
 
 PROTOCOLO SUGERIDO – ABT 
 
• LOCALIZADOR PELVE 
• T2 TSE SAG 
• T1 FS TSE SAG 
• T2 TSE AXI 
• T2 FS TSE AXI 
• T2 TSE COR 
• T1 TSE AXI 
• DIFUSAO AXI 
• T1 FS VIBE AXI 
 
 
• LOCALIZADOR ABS 
• T2 FS AXI TRIGADO 
• DIFUSAO AXI TRIGADA 
• LOCALIZADOR APNEIA ABS 
• T2 HASTE AXI TE 160 
• T2 HASTE COR 
• T2 HASTE INTERMEDIARIO AXI 
• IN/OUT PHASE AXI 
• T1 VIBE FS AXI 
• T1 VIBE FS ARTERIAL AXI 
• T1 VIBE FS PORTAL AXI 
• T1 VIBE FS VENOSA AXI 
• T1 VIBE FS COR 
• T1 VIBE FS AXI PELVE 
• T1 VIBE FS TARDIA AXI 
 
 
 
 
Costuma ser útil para demonstrar 
metástases hepáticas. 
A varredura deverá ser iniciada 1 hora 
após a injeção. 
Uso de imagens contrastadas e dinâmicas 
para visualizar circulação hepática e 
sistema biliar. 
Atualmente, vem sendo investigado o uso 
de contraste orais e retais. 
Entero RM 
COLANGIO RM 
EQUIPAMENTO 
 
• Bobina corporal/bobina volumétrica. 
• Tampões de ouvido. 
 
POSICIONAMENTO 
 
• Paciente em decubito dorsal, o objetivo é 
colocar a região de estudo no centro do campo 
magnético 
• Pés ou cabeça entram primeiro em relação ao 
centro do campo magnético 
• Luz de posicionamento sagital acompanhando a 
linha média 
• Luz de posicionamento axial acompanhando o 
centro da bobina 
 PROTOCOLO 
SUGERIDO 
 
• LOCALIZADOR PELVE 
• T2 TSE SAG 
• T1 FS TSE SAG 
• T2 TSE AXI 
• T2 FS TSE AXI 
• T2 TSE COR 
• T1 TSE AXI 
• DIFUSAO AXI 
• T1 FS AXI 
• T1 VIBE FS AXI APNÉIA 
 
 
 
 
 
• T1 FS TSE AXI C/C 
• T1 FS TSE COR C/C 
• T1 VIBE FS AXI APNÉIA 
C/C 
 
 
 
 
É IMPORTANTE A UTILIZAÇÃO DO 
CONTRASTE PARA VISUALIZAÇÃO DE 
PATOLOGIAS DA PELVE FEMININA E 
MASCULINA 
GEL VAGINAL E RETAL

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