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ELEMENTOS DE IMAGEM PARA 
A COMPREENSÃO DA 
ANATOMIA DA CAIXA TORÁCICA
CESMAC 2016-1
•Arcabouço ósteo-cartilagíneo 
•Recoberto por músculos e pele 
•Delimitam uma cavidade 
Recordando o ano 
anterior
Densidades radiográficas básicas
• Existem 5 densidades radiográficas basicas cujo 
conhecimento é fundamental para analisar os 
diferentes tecidos e a provável natureza de um 
achado anormal
AR GORDURA FLUIDOS 
TECIDOS MOLES
METAL 
MEIOS DE 
CONTRASTE
OSSO 
Mais escuro Mais claro
ESCALA DE CINZA
5 Densidades radiograficas básicas
1. Ar 
2. Gordura 
3. Fluidos/tecidos moles 
4. Osso 
5. Metal/ Meio de Contraste 
Entre o AR (preto) e a densidade dos metais e dos contrastes radiográficos (branco) 
há uma escala de tons de cinza que contemplam práticamente todos os tecidos 
normais e patológicos 
 
AR GORDURA FLUIDOS 
TECIDOS MOLES
METAL 
CONTRASTE
OSSO 
• As imagens seguintes são exemplos de como 
são úteis as densidades radiográficas básicas 
na prática
AR GORDURA FLUIDOS 
TECIDOS MOLES
METAL 
CONTRASTE
OSSO 
No tórax temos várias densidades radiográficas entre os extremos AR e OSSO e a radiografia deve permitir 
que possamos distinguir : pele, gordura subcutânea, tecidos moles,diafragma, figado, musculos intercostais, 
coração, sangue dentro de vasos e das câmaras cardíacas, etc… A Radiografia simples (sem utilização de 
meios de contraste) pode demonstrar muitas estruturas devido à contrastação natural entre elas. 
• A traquéia cheia de 
ar fica escura e 
contrasta com os 
tecidos moles do 
mediastino…
Tórax de criança - é possível ver a traquéia cheia de ar 
Quase sempre os tecidos moles tem densidade muito semelhante e não nos é possivel distinguir por 
exemplo, as estruturas mediastinais. 
Porisso poderemos necessitar de outros métodos de diagnóstico através de imagens para demonstrar certas 
estruturas. 
Acima vocês podem ver com nitidez a àrvore brônquica através de TC com Reformação no plano coronal. 
(a seta assinala uma variação anatômica que neste momento não tem importância para vocês). 
Por favor, estudem o NORMAL.
http://w-radiology.com/chest_ct.php
Acessem este atlas de anatomia gratuito. Voces encontrarão uma série 
de cortes tomográficos computadorizados axiais do mediastino, após 
injeção endovenosa de contraste iodado. Todas as estruturas estão 
assinaladas por setas e identificadas.
https://www.imaios.com/en/e-Anatomy/Thorax-Abdomen-
Pelvis/Thorax-CT
Este outro link leva ao IMAIOS que mostra as estruturas do tórax no 
plano axial (não fornece gratuitamente as legendas)
http://w-radiology.com/chest_ct.php
https://www.imaios.com/en/e-Anatomy/Thorax-Abdomen-Pelvis/Thorax-CT
12
Grande cálculo intravesical (cálcio = osso)
Esta pessoa tem uma massa endurecida na região pélvica
METAL 
MEIO DE CONTRASTE
OSSOS DO METATARSO
14
*
Tumoração intraóssea com densidade de gordura no calcâneo = LIPOMA INTRAÓSSEO 
(ACHADO INCIDENTAL)
A pessoa sofreu um trauma e fez a radiografia.
AR GORDURA FLUIDOS 
TECIDOS MOLES
METAL 
CONTRASTE
OSSO 
CALCIO
15
Lipoma intramuscular (tumor de gordura) da musculatura da coxa
RX 
simples
da coxa
TC - corte transversal - perna de um 
outro paciente 
Lesão com densidade 
de gordura 
deslocando os 
músculos
A gordura na radiografia tende a ficar cinza 
escuro e na Tomografia Computadorizada 
(TC) fica preta.
A pessoa sabe que tem esta tumoração há muitos anos. Recentemente caiu, bateu essa região e foi ao 
médico avaliar. 
18
Tumoração intratorácica?
19
Não. Tumoração superficial na parede do tórax.
20
Lesão pleural com 
densidade de “tecidos 
moles” (densidade 
semelhante ao 
diafragma, 
coração,músculos)
AR GORDURA FLUIDOS 
TECIDOS MOLES
METAL 
CONTRASTE
OSSO 
CALCIO
DIR
ESQ
21
Esta pessoa palpa um “caroço” na axila direita 
Compare com a axila esquerda
Lipoma (tumor benigno de tecido adiposo) da axila direita
AR GORDURA FLUIDOS 
TECIDOS MOLES
METAL 
CONTRASTE
OSSO 
CALCIO
22
1.O pulmão 
contém vasos, 
bronquios, tecido 
conjiuntivo, 
linfáticos…. 
o pulmão não é 
uma cavidade 
cheia de ar
2.Neste hemitórax 
vemos apenas ar. 
Compare com o lado 
esquerdo. 
 3.O pulmão está 
colapsado, sem ar 
no seu interior, 
porisso fica branco 
como o coração.
4.Aqui há um nível hidro-
aéreo. Tem liquido 
coletado dentro do 
espaço entre as pleuras 
visceral e parietal, 
formando um NÍVEL com 
o ar.
À Direita temos um pneumotorax - estado patologico no qual um pertuito na pleura faz com que 
entre ar entre os folhetos parietais e viscerais da pleura. Não se preocupe com doenças por 
enquanto…é apenas para exemplificar. 
Parte óssea
COSTELAS 
ESTERNO 
COLUNA
COSTELAS
Costelas
• 12 pares 
• Extremidade anterior cartilaginosa
• Articulam-se ao esterno e coluna
• 7 verdadeiras - cart.própria
• 3 falsas - cart.comum
• 2 flutuantes - não se ligam ao esterno
vista posterior
vista anterior
COSTELAS 
PARTE ÓSSEA ESTERNO
COSTELAS 
PARTE CARTILAGINOSA
NÃO VISÍVEL EM RADIOGRAFIAS
COLUNA
• Para visibilizar as costelas devemos fazer radiografias 
frontais e oblíquas 
• O lado que encosta no suporte dá o nome à obliqua 
• Radiografias não mostra a cartilagem - voces já sabem disso
Costelas normais
1.ATENÇÃO 
O pontilhado em 
vermelho mostra a 
extremidade 
anterior da costela. 
que não é 
visibilizada na 
radiografia porque 
CARTILAGEM não é 
demonstrada neste 
método, ok? 
2. O pontilhado azul mostra a 
porção posterior da costela, a qual 
se articula com a vértebra 
Diafragma
Diafragma
2.Aqui, calcificações das CARTILAGENS costais, 
visibilizadas em pessoas idosas
1.Aqui os arcos costais dos 
jovens cuja extremidade 
anterior CARTILAGINOSA 
não é visibilizada
CALCIFICAÇÕES 
CONDROCOSTAIS
Extremidade anterior das costelas Extremidades posteriores das costelas
EXTREMIDADE 
ANTERIOR 
(CARTILAGINOSA) 
DAS COSTELAS 
NÃO VISIBILIZADAS 
NAS 
RADIOGRAFIAS
EXTREMIDADE 
POSTERIOR DA 
COSTELA (ÓSSEA) 
Tórax infantil = procure identificar a porção anterior e posterior das costelas
Como identificar a 
primeira costela torácica?
O processo 
transverso 
 da 1a vértebra 
torácica (T1) dirige-
se para cima 
(pontilhado azul)
o processo 
transverso da 7a. 
vértebra cervical-
C7- (pontilhado 
vermelho) dirige-se 
horizontalmente A costela cervical 
(pontilhado verde) 
em geral é 
rudimentar, muito 
diferente de uma 
costela torácica
Costela cervical
• Costela acessoria originando-se da 7a 
vertebra cervical 
• 0.5% da população 
• Em geral assintomatica 
• Pode comprimir a artéria subclávia ou 
o plexo braquial (sindrome do 
desfiladeiro torácico)
Variação anatomica
Para identificar uma costela cervical: 
A. O processo transverso da 1a 
vertebra torácica (T1) dirige-se 
CRANIALMENTE (para cima) 
B. O processo transverso da 7a. 
vértebra cervical (C7) tende a 
ser horizontal
• A TC SEMPRE faz cortes 
no plano axial.
Tomografia Computadorizada 
(TC)
Para iniciar o exame, fazemos uma radiografia digital , sobre ela são planejados os 
cortes axiais
• A seguir veja o vídeo que demonstra com, a 
partir das imagens axiais da TC, podemos 
reformar as imagens em multiplos planos 
(coronal, sagital, oblíquo) 
• O interessante está entre 20 e 50 segundos 
mais ou menos.
https://www.youtube.com/watch?v=GSJHohSjXd0
Tomografia Computadorizada
• Plano axial 
• Reformações em multiplos planos (coronal, 
sagital,oblíquo) 
• Reformação 3D
Plano axial
https://www.youtube.com/watch?v=Efx4nX1JsRc
VÍDEO DEMONSTRANDO REFORMAÇÃO 3D DOS VASOS INTRAABDOMINAIS COM 
SEUS PRINCIPAIS RECURSOS.
https://www.youtube.com/watch?v=Efx4nX1JsRc
https://www.youtube.com/watch?v=1tfUc3Jkjs8
REFORMAÇÃO 3D DA CAIXA TORÁCICA COM UM SOFTWARE QUE PODEMOS 
UTILIZAR EM COMPUTADOR PESSOAL 
https://www.youtube.com/watch?v=1tfUc3Jkjs8
Mecanismo de "fole"
Inspiração
Uma Radiografia de tórax em inspiração deve mostrar 8-10 
costelas posteriores (extremidade posterior das costelas)
Pulmões normalmenteaerados, espaços intercostais 
simétricos
1ª costela
Processo transverso de T1 dirige-se para cima
Processo transverso de C7 é horizontal ou dirige-se para baixo
C7
T1
Inspiração (contamos 11 costelas posteriores) Expiração (contamos 8 costelas posteriores)
Observe estas radiografias PA do mesmo paciente em inspiração e expiração. 
Conte as costelas como exercício.
NORMALMENTE QUEREMOS RADIOGRAFIAS DE TÓRAX COM INSPIRAÇÃO ADEQUADA
• No próximo slide vamos ver uma situação na 
qual queremos uma radiografia EXPIRADA, ou 
seja, na qual pedimos ao paciente pra EXALAR, 
eleiminar o ar dos pulmões…. 
Pneumotórax
• entrada de ar entre os folhetos 
pleurais visceral e parietal. 
• o pulmão tenderá a colapsar.
Radiograficamente o pneumotórax vai 
ser identificado como uma area com 
densidade de ar, separada do pulmão 
por uma linha que destacamos acima 
com pontilhado branco.
Modificamos a radiografia 
anterior para que o 
pneumotórax fique mais 
evidente para voces. 
Imaginamos que todos 
voces identificaram, não?
Pneumotórax fica mais evidente com 
a expiração
Nesta radiografia fica dificil 
identificar com certeza o 
pneumotórax
Nesta radiografia em expiração , o pulmão com 
menos ar fica esbranquiçado e contrasta melhor 
com o pneumotórax
• Agora veremos um aspecto importante do 
mecanismo de fole, os pulmões hiperinsuflados. 
• Pulmões insuflam-se além do normal em 
situações patológicas nas quais o individuo não 
exala completamente o ar inspirado.
Pulmões normais para comparação
Sinais radiográficos de hiperinsuflação:
1. Aumento da transparência pulmonar 
2. Coração "em gota" 
3. Retificação das cúpulas frenicas
Pulmão hiperinsuflado
Compare com o tórax patológico:
1. A transparencia pulmonar 
2. A silhueta cardiaca 
3. As cúpulas frênicas
Pulmões hiperinsuflados
1. Aumento do diametro anteroposterior do tórax 
2. Aumento do espaço retroesternal 
3. Cúpulas frênicas retificadas
Normal para comparação:
1. DIAMETRO ANTEROPOSTERIOR DO TÓRAX 
2. ESPAÇO RETRO ESTERNAL 
3. CÚPULAS FRÊNICAS 
Vejam agora esta situação:
1. O pulmão direito está todo branco. 
2. Os espaços entre as costelas do 
lado direito está reduzido se 
compararmos ao esquerdo. 
3. A traquéia está desviada para a 
direita. 
4. Difícil identificar o coração. 
5. O HEMITÓRAX Esquerdo está mais 
expandido que o direito. 
Ocorreu uma ATELECTASIA do pulmão 
direito. 
Por algum motivo que agora não vem ao 
caso, o pulmao direito deixou de receber 
AR e porisso colapsou. Sem ar, os 
alvéolos colapsam e o pulmão “murcha”.
Esterno
Esterno
• Muito dificil de ser visibilizado em radiografias 
convencionais (as belas imagens, em geral vem 
de serviços especializados) 
• O melhor método para estudar o esterno é a 
Tomografia Computadorizada com reformações no 
plano coronal
 Radiografia frontal (PA) do esterno
A radiografia frontal não demonstra bem o esterno devido à sua pouca esessura, baixa densidade 
mineral e à superposição de estruturas 
A oblíqua anterior direita, considerada ideal para visibilizar bem o esterno, é muito difícil de ser 
realizada.
Raramente uma 
radiografia obliqua 
anterior direita mostra o 
esterno 
Esse foi o unico 
exemplo que 
encontrei….
O perfil precisa ser 
modificado para melhor 
visibilização do esterno
Radiografia Lateral do esterno
Perfil de esterno
Anatomia radiográfica
CLAVICULAS
MANÚBRIO
ANGULO ESTERNAL 
ART.MANUBRIO-ESTERNAL
CORPO
XIFÓIDE
A partir da radiografia anterior (recortada), identifique as estruturas
• Voce percebeu que não é fácil, né? 
• Porisso vários autores criaram sua forma pessoal de 
radiografar o esterno….
Uma dessa técnicas é o Perfil de esterno com raios horizontais, utilizando o 
“snake" (estrutura articulada, feita de 2 camadas de PVC revestindo fina lâmina de chumbo 
Esse método que utiliza material articulado para se amoldar à curvatura do 
esterno. O chumbo absorve a radiação secundária melhorando muito a 
qualidade da imagem. 
http://www.wikiradiography.net/page/Using+the+Lead+Snake+to+Reduce+Scatter+Radiation
http://www.wikiradiography.net/page/Using+the+Lead+Snake+to+Reduce+Scatter+Radiation
Variações anatômicas 
do esterno
Tomografia Computadorizada
• É o melhor método para avaliação da anatomia 
do esterno, bem como de patologias. 
• Como sempre são feitos cortes nos planos 
axiais com reformação posterior em multiplos 
planos.
CORTES AXIAIS
REFORMAÇÕES 
PLANO CORONAL
TC - reformação coronal
Observe a extremidade cartilaginosa dos arcos costais articulando-se com o corpo do esterno. A 
densidade da cartilagem na TC é semelhante ao tecido muscular.
C=claviculas 
M=manubrio 
B=corpo 
X = Xifóide 
setas=mamárias internas 
2nd Rib = segunda costela 
1=sternocleido 
2=subclávio 
3=peitoral maior 
4=esternohioideo 
5=esternotireoideo 
6=origem do transverso do tórax 
7=reto abdominal 
8=fibras do diafragma e 
transverso 
do tórax 
Vermelho = inserções musculares anteriores
Lilás= inserções musculares posteriores
Angulo esternal 
Desenvolvimento embrionário
A. 2 barras de tecido 
mesenquimal que se 
fundem no sentido caudal 
B. Após a fusão divide-se 
em 6 segmentos
Núcleos secundários de ossificação do esterno
Aparecem primeiro no 
manúbrio e progridem 
caudalmente
Fusão dos núcleos de crescimento
Só une-se nos idosos
Entre a puberdade e 25 anos
Logo após a puberdade
Parcialmente cartilaginoso 
mesmo nos idosos
Masculino - 16 anos
http://pubs.rsna.org/doi/full/10.1148/rg.293055136
Anomalias de fusão 
Variantes anatômicas 
sem importância clínica.
Forame esternal (seta preta) 
- cuidado nas punções de 
esterno e acupuntura
http://pubs.rsna.org/doi/full/10.1148/rg.293055136
Fios metálicos de esternorrafia
Fios metálicos de esternorrafia e clips cirúrgicos
Coluna torácica
Coluna torácica
• 12 vértebras - segmento mais longo. 
• Vértebras articulam-se entre si e com as 
costelas. 
• Abriga a medula espinhal
Anatomia básica 
da vértebra torácica
http://www.innerbody.com/image_skelfov/ligm29_new.html
PROCESSO E FACETA
ARTICULAR SUPERIOR
PROCESSO 
TRANSVERSO
PROCESSO 
TRANSVERSO
E FACETA PARA O 
TUBÉRCULO COSTAL
PROCESSO 
ESPINHOSO
FACETA COSTAL
INFERIOR PARA
A CABEÇA DA 
COSTELA
INCISURA
INFERIOR
(FORAME 
NEURAL)
FACETA COSTAL
SUPERIOR PARA
A CABEÇA DA 
COSTELA
CORPO 
VERTEBRAL
http://www.innerbody.com/image_skelfov/ligm29_new.html
PROCESSO 
ESPINHOSO
FACETA PARA 
O TUBERCULO 
DA COSTELA
PROCESSO
TRANSVERSO
CORPO
VERTEBRAL
TUBÉRCULO
COSTAL 
COSTELA
LIGAMENTOS
COLO DA COSTELA
CABEÇA DA COSTELA
FACETA SUPERIOR PARA
A CABEÇA DA COSTELA
LÂMINA
PROCESSO 
TRANSVERSO
PROCESSO 
ESPINHOSO
PROCESSO 
TRANSVERSO
PROCESSO ARTICULAR
SUPERIOR
FACETA COSTAL
TRANSVERSA 
PARA
O TUBERCULO 
COSTAL
DISCO 
INTERVERTEBRAL
CORPO
VERTEBRAL
PROCESSO ARTICULAR
INFERIOR
CORPO
FACETAS
ARTICULARES
DISCO
RAÍZ
NERVOSA
Ligamentos/Discos 
• Longitudinais 
anterior e 
posterior 
• Amarelo 
• Interespinhoso
LIGAMENTO LONGITUDINAL ANTERIOR
LIGAMENTO LONGITUDINAL POSTERIOR
LIGAMENTO INTERESPINHOSO
LIGAMENTO AMARELO
LIGAMENTO SUPRAESPINHOSO
LIGAMENTO ONGITUDINAL ANTERIOR
LIGAMENTO COSTOTRANSVERSO
LIGAMENTO INTERTRANSVERSO
COSTELA
PROCESSO TRANSVERSO
Anatomia Radiologica
Pedículo
Processo espinhoso 
Clavícula
Processo 
transverso
6
1
2
3
4
5
1a Costela
Clavícula
Bifurcação da 
traquéia
Disco intervertebral
Corpo vertebral
Pedículo
6a Costela posterior
Processo transverso
Comparando com TC
Disco intervertebral
Corpo vertebral
Forame intervertebral
12a Costela
Corpo de L1
CORPO
COSTELA
PR.TRANSVERSOLAMINA
ART.COSTOVERTEBRAL
ART.COSTOTRANSVERSA
CORPO
CANAL MEDULAR
FACETA PARA O 
TUBÉRCULO COSTAL
CORPO
DISCO 
INTERVERTEBRAL
FACETAS PARA 
A CABEÇA 
DA COSTELAPROCESSO 
ESPINHOSO
FORAME 
INTERVERTEBRAL
LAMINA PR.TRANSVERSO
*1
2
3
4
5
Tomografia computadorizada (TC) , corte axial, de uma vértebra dorsal: (*)= canal medular (note 
que não é possível individualizar a medula – o conteúdo do canal raquiano tem densidade 
semelhante aos tecidos musculares). 1= pedículo; 2=processo transverso, 3=corpo vertebral; 
4=lâmina; 5=processo espinhoso. Setas=articulações costovertebral e costotransversa. 
Curvatura toracolombar
Tres regiões biomecanicas
T1-T8 
Relativamente rigida (caixa torácica) 
Cifose 
Mais sujeita a lesões em flexão
T9-L2 
Transição: imóvel - móvel 
Transição: cifose - lordose 
Região mais susceptivel a lesões
L3 ao Sacro 
Móvel, lordose 
Predominam lesões de sobrecarga
Funções da coluna
• Principal componente do esqueleto axial. 
• Eixo parcialmente rigido permitindo flexibilidade. 
• Papel importante: 
• postura 
• sustentação do peso do corpo 
• locomoção 
• proteção da medula espinhal e raízes nervosas
E para estudar a 
medula?
Dois métodos 
• Invasivo: Mielo Tomografia Computadorizada 
• Não invasivo: Ressonância Magnética
PUNÇÃO LOMBAR 
PROCESSO ESPINHOSO
AGULHA DE PUNÇÃO
LÍQUIDO 
CAUDA 
EQUINA 
VERTEBRA L3
VERTEBRA L4
Injeção subaracnóide de contraste iodado hidrossoluvel
Mielo TC
RM 
• Não necessita injeção intratecal de contraste. 
• cortes ponderados em T2 demonstram medula 
com alta sensibilidade - contrasta com o liquor 
que fica branco
RM
Não foi injetado contraste 
Mielo RM 
Imagem fortemente poderada em T2 
Mostra apenas os liquidos

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