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AULA
21
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CONTINUAÇÃO...
Olá, meus amigos. Como estão?! Prazer revê-los novamente em mais uma
aula.
Nosso tema é Análise de Balanço (ou Análise das Demonstrações
Contábeis OU Análise das Demonstrações Financeiras).
Prezados, não é difícil. Mas tem que decorar as fórmulas.
A ESAF costuma cobrar os índices de Liquidez e Endividamento. Esses,
têm que saber na ponta da língua.
O plantão de dúvidas do site Estratégia Concursos está funcionando.
Vamos utilizá-lo!
Vamos aos estudos!
Um abraço.
Gabriel Rabelo/Luciano Rosa.
1 – INTRODUÇÃO
Alterações na Lei 6404 / 76
A contabilidade Brasileira passou por profundas alterações, através de um
processo de convergência às normas internacionais.
Vamos analisar abaixo as alterações que afetam a análise das
demonstrações contábeis.
Antiga estrutura do balanço patrimonial
Ativo Passivo
1. Ativo circulante 1. Passivo circulante
2. Ativo realizável a longo prazo 2. Passivo exigível a longo prazo
3. Ativo permanente 3. Resultado de exercícios futuros
3.1 Investimentos 4. Patrimônio líquido
3.2 Imobilizado
3.3 Diferido
Esta estrutura foi alterada, como veremos adiante.
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Ativo Real - são os elementos do ativo que efetivamente representam
moeda ou que nela possam ser convertidos. Normalmente, é o ativo total
menos as despesas antecipadas e diferidas, uma vez que essas, em regra,
não são conversíveis em dinheiro.
Bens de Renda - são os ativos destinados a atividades não usuais da
empresa que podem gerar renda. É o caso dos imóveis destinados à
locação e das participações no capital de outras sociedades.
Bens de Venda – são os ativos destinados à comercialização. É o caso
das matérias-primas, dos produtos em elaboração, dos produtos acabados
e das mercadorias.
Bens Numerários – são as disponibilidades financeiras (meios de
pagamento), como, por exemplo, dinheiro em tesouraria, depósitos
bancários de livre movimentação, aplicações de liquidez imediata, cheques
em cobrança.
Capital Aplicado - é o ativo total.
Capital a Realizar – é a parte do capital social subscrito que os sócios
ainda não realizaram.
Capital Autorizado – no caso das sociedades anônimas, é um limite
previsto no estatuto para novas subscrições de capital sem a necessidade
de alteração estatutária. É uma autorização prévia para novas subscrições
de capital dentro de certo limite.
Capital Circulante ou Capital De Giro : é o ativo circulante, vale dizer,
os bens e direitos realizáveis a curto prazo.
Capital Circulante Líquido ou Capital De Giro Líquido: é a diferença
entre o ativo circulante e o passivo circulante. (CCL = AC – PC)
Capital Circulante Próprio ou Capital De Giro Próprio: é a diferença
positiva entre o ativo circulante e o passivo circulante.
Capital de Terceiros ou Capital Alheio – o mesmo que recursos de
terceiros. É o passivo exigível. No balanço patrimonial, corresponde à
soma do passivo circulante (dívidas de curto prazo) com o passivo exigível
a longo prazo (dívidas de longo prazo).
Capital Fixo – é o ativo permanente. Para alguns autores, porém, o
capital fixo é formado apenas pelo ativo imobilizado.
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Capital Imobilizado: é o ativo permanente imobilizado, quer dizer, são
os bens de uso de valor relevante e, cumulativamente, vida útil superior a
1 ano.
Capital Nominal ou Capital Declarado – é o capital social fixado no
estatuto ou contrato social. Também é conhecido como capital social ou
capital social subscrito.
Capital Próprio - o mesmo que recursos próprios. É representado pelo
patrimônio líquido.
Capital Realizado – é a parte do capital social subscrito que os sócios já
realizaram, em dinheiro, outros bens ou créditos. É calculado pela
diferença entre o capital subscrito e o capital social a realizar: Capital
Realizado = Capital Subscrito – Capital a Realizar.
Capital Social ou Capital Social Subscrito – é o capital social fixado no
estatuto ou contrato social. Os sócios devem subscrever (assumir o
compromisso de realizar) todas as ações ou cotas em que se divide o
capital social, ainda que seja realizada apenas uma parte do capital
subscrito.
Capital Total à Disposição - é a soma do capital próprio com o capital
de terceiros.
Créditos de Financiamento – são as contas a receber, os
adiantamentos concedidos e os valores a compensar decorrentes das
operações estranhas às atividades da empresa. É o caso dos empréstimos
a diretores e dos adiantamentos a acionistas.
Créditos de Funcionamento - são as contas a receber, os
adiantamentos concedidos e os valores a compensar decorrentes das
atividades usuais da entidade. É o caso das duplicatas a receber por
vendas a prazo de mercadorias, dos adiantamentos a fornecedores de
mercadoria, do ICMS e IPI a recuperar.
Passivo Fictício – expressão utilizada para indicar o valor registrado no
passivo exigível que não corresponde efetivamente a uma obrigação.
Exemplo: um valor registrado como empréstimo bancário quando de fato
não existiu o empréstimo.
Passivo Não Exigível: é o Patrimônio Líquido. O passivo não exigível são
os recursos do passivo total que não representam obrigações efetivas.
Passivo Real: é o passivo total menos o patrimônio líquido. Corresponde
ao passivo exigível, representando as obrigações efetivas da empresa.
Patrimônio Bruto: é o ativo total.
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Subscrição – ato pelo qual os sócios assumem o compromisso de realizar
determinado valor a título de capital social. A subscrição pode ser relativa
a compromisso de realização do capital social ou a aumento do capital.
1.3 – OBJETIVO DA ANÁLISE DE BALANÇOS.
A principal finalidade da Contabilidade (incluindo a Análise de Balanços) é
fornecer informações úteis para os seus usuários. Vamos supor, prezado
concurseiro, que você, após obter a aprovação, resolva aplicar parte do
salário em ações. Ações de boas e sólidas empresas. Você seleciona
algumas empresas, pega as demonstrações contábeis e ... e aí?
A empresa A conseguiu um lucro anual de R$ 100.000.000,00 e a
empresa B obteve apenas R$ 50.000.000,00 de lucro.
Maravilha, a empresa A tem mais lucro, não é?
Só que as vendas líquidas da empresa A foram de 1 bilhão, e as vendas
da empresa B foram de 200 milhões.
Por outro lado, a dívida de curto prazo (o Passivo Circulante) da empresa
A é de 400 milhões, e a da empresa B, de 350 milhões.
O ativo circulante, por outro lado, é respectivamente de 380 e 360
milhões. Você quer uma empresa sólida, que não quebre. Mas qual delas
é mais sólida?
Em qual você investiria?
Bem, não podemos analisar e extrair informações úteis só comparando os
números “secos”. Precisamos de uma técnica mais sofisticada. E é aí que 
entra a Análise de Balanços (também chamada de Análise Econômico-
Financeira, Análise das Demonstrações Contábeis ou Análise das
Demonstrações Financeiras).
Na análise, comparamos informações principalmente do Balanço
Patrimonial e da Demonstração dos Resultados na elaboração de índices.
O estudo dos índices mostra como está a situação de uma empresa; para
duas ou mais empresas, qual está em situação melhor; e a comparação
com os índices do mercado mostra como está a situação da empresa com
relação ao segmento em que ela atua.
Com as informações acima, podemos, por exemplo, calcular a Margem de
Lucro: Lucro Líquido dividido pelas vendas líquidas.
Empresa A = 100.000.000 / 1.000.000.000 = 0,1 = 10%
Empresa B = 50.000.000 / 200.000.000 = 0,25 = 25%
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Podemos também calcular o Índice de liquidez corrente: Ativo circulante
dividido pelo passivo circulante:
Empresa A = 380.000.000 / 400.000.000 = 0,95
Empresa B = 360.000.000 / 350.000.000 = 1,03
Analisando apenas esses dois índices, a empresa B está em melhor
posição.
Mas, naturalmente, a Análise Econômico-financeira usa vários índices,
abordando a Situação Financeira (liquidez), Estrutura de capital
(endividamento), Situação Econômica (rentabilidade) e nível de atividade
(índices de rotaçãode Estoques, fornecedores, etc).
Podemos, de forma resumida, dizer que o objetivo da Análise de Balanço é
extrair informações e elaborar índices que sejam úteis na análise da
empresa e na tomada de decisão.
Muito bem. Vamos começar pelos índices de liquidez.
2 - ÍNDICES DE LIQUIDEZ (ÍNDICES FINANCEIROS)
Os índices (ou quocientes, ou indicadores) de liquidez indicam a
capacidade da empresa de pagar suas dívidas. Envolvem principalmente
as contas do balanço (ativo circulante e ativo realizável a longo prazo, em
comparação com o passivo exigível a curto e a longo prazo).
Esses índices são utilizados, entre outros usuários, pelos credores da
empresa (bancos, fornecedores, etc), para avaliar o risco de inadimplência
de créditos já concedidos ou a conceder.
Os quocientes de liquidez devem ser analisados em conjunto com outros
grupos de quocientes. Os índices de rentabilidade e de atividade têm, ao
longo dos anos, muita influência sobre os índices de liquidez. Assim, uma
situação de pouca liquidez pode ser revertida com alguns anos de lucro
alto ou melhoria nos índices de rotação.
São índices do tipo “quanto maior, melhor”. Mas alguns autores alertam
que, em alguns casos, um alto índice de liquidez pode significar má gestão
financeira, como a manutenção desnecessária de disponibilidades, excesso
de estoques, prazos longos de contas a receber, etc.
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Indica a capacidade de a empresa pagar suas dívidas de curto e longo
prazo, usando todos os seus recursos, inclusive Investimentos
Permanentes, Imobilizado e Intangível.
Um índice inferior a 1 indica a existência de Passivo a Descoberto.
Na apuração dos índices de liquidez, devem ser eliminados os valores que
não serão realizados, ou seja, que não se converterão em dinheiro. É o
caso das Despesas Antecipadas e do extinto grupo Ativo Diferido. Esse
conceito corresponde ao Ativo Real.
Ativo Real = ativo total – despesas antecipadas - diferido
Exemplo:
Ativo circulante 3.000
Ativo não circulante 7.000
Passivo circulante 2.500
Passivo não circulante 1.800
SG: (3.000 + 7.000)/(2.500 + 1.800) = 2,33 ou 233%.
3 – ALAVANCAGEM FINANCEIRA
O conceito de alavancagem financeira consiste em aumentar o retorno
para o acionista, nos casos em que a rentabilidade da empresa seja maior
que o custo de empréstimos de terceiros.
Vamos a um exemplo simples. Suponha que você encontrou uma
aplicação segura e que rende 3% ao mês. Você já aplicou tudo o que
podia nesse investimento. Aí, você descobre que o seu velho e querido tio
possui uma boa grana aplicada na caderneta de poupança, rendendo
0,6%, às vezes 0,7% ao mês. Nesta situação, você pode pegar dinheiro
emprestado com o seu tio, pagar-lhe juros da poupança (ou até um pouco
mais) e ficar com o rendimento excedente.
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Caso a empresa consiga aumentar suas atividades, através de capital de
terceiros (empréstimos), mantendo a mesma margem de lucro, a
atratividade de tal operação vai depender do custo do empréstimo.
Situação 1: Empréstimo de $10.000 ao custo de 10%:
Juros de 10% sobre empréstimo
Ativo 20.000
Passivo 10.000
PL 10.000
Lucro antes Juros 4000
Despesa de juros
-
1000
Lucro após juros 3000
RSPL = LL / PL  3000 / 10000 = 0,3 ou 30%.
O Retorno sobre o PL aumentou para 30%. Isto ocorreu porque a
rentabilidade da empresa (20%) é maior que o custo do empréstimo
(10%).
GAF: (LL/PL) / [(LL+DF)/A] = (3.000/10.000)/(3.000+1.000)/20.000 =
0,3/0,2 = 1,5.
Como o Grau de Alavancagem Financeira (GAF) é maior que 1, é
interessante a empresa captar empréstimos.
Situação 2: Empréstimo de $10.000 ao custo de 20%
Juros de 20% sobre empréstimo
Ativo 20.000
Passivo 10.000
PL 10.000
Lucro antes Juros 4000
despesa de juros -2000
Lucro após juros 2000
RSPL: LL/PL  2.000/10.000 = 0,2 ou 20%.
O Retorno sobre o PL permaneceu o mesmo, como era de se esperar, uma
vez que o custo do empréstimo é igual à rentabilidade da empresa.
GAF: (LL/PL) / [(LL+DF)/A]  (2.000/10.000) / [(2.000 + 2.000)/20.000]
GAF: 0,2/0,2  1,0.
Como o GAF é igual a 1, a captação de novos empréstimos é indiferente,
não afeta o retorno para o acionista.
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Situação 3: Empréstimo de $10.000 ao custo de 30%
Juros de 30% sobre empréstimo
Ativo
20.000
Passivo 10.000
PL 10.000
Lucro antes Juros 4000
Despesa de juros -3000
Lucro após juros 1000
RSPL = LL / PL  1000 / 10000 = 0,1 ou 10%
O Retorno sobre o PL diminuiu, pois o custo do empréstimo (30%) é maior
que a rentabilidade da empresa (20%).
GAF: (LL/PL) / [(LL+DF)/A]  (1.000/10.000) / [(1.000 + 3.000)/20.000]
GAF: 0,5.
Como o GAF é menor que 1, a captação de novos empréstimos diminui o
retorno para o acionista.
Vamos ver a seguir como este assunto tem sido cobrado em concursos.
(NCE/BNDES/Contador/2005) Com base nos dados abaixo
calcule o grau de alavancagem financeira da Empresa X.
Descrição Valor ($)
Ativo Operacional 100.000
Patrimônio Líquido 60.000
Lucro Antes das Despesas Financeiras 20.000
Lucro Líquido 15.000
(A) 2,20;
(B) 1,25;
(C) 0,45;
(D) 0,80;
(E) 1,00.
Comentários
GAF: (LL/PL) / [(LL + DF)/A]
GAF: (15.000/60.000) / [(15.000 + 5.000)/100.000]
GAF: 0,25/0,20 = 1,25
Gabarito  B
Mais uma:
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(CESPE/Auditor Federal de Controle Externo/TCU/2015) A
alavancagem financeira positiva ocorre quando o custo de capital de
terceiros é menor que o retorno sobre o ativo operacional, o que gera
ganhos adicionais ao acionista.
Comentários: O conceito de alavancagem financeira consiste em
aumentar o retorno para o acionista, nos casos em que a rentabilidade da
empresa seja maior que o custo de empréstimos de terceiros.
Gabarito  Certo
4 – ECONOMIC VALUE ADED – EVA (LUCRO RESIDUAL).
O conceito do Economic Value Added – EVA ( Valor Econômico Agregado)
refere-se ao reconhecimento do custo de oportunidade do Capital
Próprio para a apuração do resultado da empresa.
O Custo de Oportunidade pode ser definido como
a melhor alternativa disponível com o mesmo nível de risco. É o valor que
a empresa ganharia se escolhesse outra alternativa para investimento.
O Custo de Oportunidade deve ser considerado para a decisão de abrir ou
não uma empresa, ou de prosseguir com a operação de uma empresa, de
uma linha de produto, etc.
Se o retorno de um determinado investimento é menor que o Custo de
Oportunidade, é melhor desistir do investimento e aplica na melhor
alternativa disponível.
Por exemplo, se uma fábrica consegue um retorno de 8% ao ano sobre o
valor investido (ativo), e há aplicações no mercado financeiro, com o
mesmo nível de risco ou menor, com taxas de 15% ao ano, então é
melhor vender os ativos e investir no mercado financeiro.
Em outras palavras: o retorno do investimento deve ser no mínimo igual
ao custo de oportunidade, para que o investimento seja atraente.
Já caiu em prova:
(CESPE/Analista/Contabilidade/CNJ/2013) O retorno sobre o
patrimônio líquido deve ser sempre comparado à taxa de retorno mínimo
exigido pelo acionista. Por conseguinte, para tornar-se atraente, o
investimento deve oferecer uma rentabilidade pelo menos igual ao custo
de oportunidade. Gabarito  Correto.
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Continuando...quando apuramos contabilmente o lucro, o Capital de
Terceiros (empréstimos, financiamentos) é remunerado, através dos juros
e encargos financeiros.
Mas o Capital dos Acionistas, não. Portanto, o “lucro contábil” apurado 
pode não estar cobrindo a remuneração que os acionistas poderiam obter
em outra aplicação.
Vejamos um exemplo: Vamos supor que alguém invista 100.000 na
criação de uma empresa. Se investisse no mercado financeiro, a taxa de
retorno seria de 15% ao ano. Se o lucro anual da empresa for de 5.000
(5% sobre o investimento), do ponto de vista do investidor, não haveria
lucro Haveria um prejuízo de 10.000, que é a diferença entre o que ele
poderia ganhar numa aplicação alternativa e o que ele efetivamente
ganhou.
Assim, aplicando conceitualmente o EVA, só haverialucro após a
cobertura de todos os custos, inclusive o custo do Capital Próprio.
O Economic Value Added (EVA®) é uma medida desenvolvida e
registrada pela empresa de consultoria norte-americana Stern & Stewart
& Co. (EUA) em 1992 e que recupera a ideia do lucro econômico.
Conforme Ehrbar (1999:2) vice-presidente sênior da Stern Stewart & Co:
“Aritmeticamente, é o lucro operacional após o pagamento de impostos 
menos o encargo sobre o capital, apropriado tanto para endividamento
quanto o capital acionário. É o valor pelo qual o lucro excede ou deixa de
alcançar o custo do capital utilizado para realizar aquele lucro. É o que os
economistas denominam lucro residual, que significa exatamente aquilo
que implica: é o resíduo que sobra depois de todos os custos terem sido
cobertos. Economistas também se referem a isto como lucro econômico
ou aluguel econômico. Nós o chamamos de EVA, valor econômico
adicionado.”
Citado por Maria Elena Gava Ddedo Alves e Gustavo Licks, em “EVA® 
ECONOMIC VALUE ADDED — TEORIA E PRÁTICA“.
Portanto, EVA é o lucro residual após a apropriação do custo do capital
próprio. (A remuneração do capital de terceiros já aparece na DRE, na
forma de despesas financeiras e juros).
Vale ressaltar que, para os economistas, a posição de equilíbrio num
determinado mercado é o ponto em que o lucro é zero, ou seja, não há
lucro residual ou excedente. Mas os economistas consideram a
remuneração do capital, para a apuração do lucro.
Como se percebe, não há nenhuma grande novidade no conceito do EVA.
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O cálculo pode ser realizado da seguinte forma:
EVA = NOPAT – (C% * TC)
Onde:
NOPAT = Resultado Operacional Líquido depois dos Impostos (Net
Operating Profit
After Taxes);
C% = Custo percentual do capital total (próprio e de terceiros);
TC = Capital total investido
Esta fórmula foi desenvolvida para os padrões Americanos. Como as
Demonstrações Contábeis Brasileiras já consideram as despesas
financeiras, o cálculo ficaria assim:
EVA = LOLAI – (CCP% * PL)
LOLAI = Lucro Operacional líquido após os impostos;
CCP% = custo do capital próprio (em percentagem): e
PL = Patrimônio Líquido.
Obs1. Podemos substituir a expressão LOLAI pelo Lucro Líquido.
EVA = LL – (CCP% x PL)
Considerando a DRE abaixo:
Demonstração do Resultado
(DRE) 31/12/XX
Vendas Brutas 650.000
(-) Impostos -162.500
(=) Vendas Líquidas 487.500
(-) CMV -285.000
(=) Lucro Bruto 202.500
(-) Despesas
De Vendas -25.000
Administrativas -18.000
Depreciação -32.000
Amortização -15.000
Financeiras -45.000
(=) Lucro Operacional Antes
IR CSLL 67.500
(-) IR e CSLL -16.700
(=) Lucro Líquido 50.800
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Se o PL for de R$ 200.000,00 e o custo de oportunidade do capital próprio
de 15 %, teríamos :
EVA = LL – (CCP% x PL) => 50.800 – (15% x 200000) => EVA = 20.800
Corresponde ao Lucro Residual, ou seja, o que sobrou após considerar o
custo do capital próprio.
5. – EBITDA.
Ebitda é a sigla de “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and 
Amortization”, que traduzido para o português significa “Lucro Antes de 
Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações” – LAJIDA. (Usaremos
indistintamente as duas siglas).
As Exaustões também devem ser consideradas, juntamente com as
Depreciações e Amortizações. Quanto aos impostos, são excluídos apenas
os impostos sobre o lucro.
A finalidade do Ebitda é demonstrar o potencial de geração operacional de
caixa que uma empresa é capaz de produzir, antes de considerar o custo
de qualquer empréstimo ou financiamento. Não é o fluxo de caixa
efetivamente gerado ou consumido no período, pois não considera as
variações nas contas de ativo e passivo. Em outras palavras, parte das
vendas pode não ter sido ainda recebida, e parte das comprar ainda não
ter sido paga.
Se todas as operações fossem à vista, o Lajida representaria o valor do
caixa produzido pelos ativos, antes das receitas e despesas financeiras
(juros) e dos impostos sobre o lucro.
Exemplo:
Demonstração do Resultado
(DRE) 31/12/XX
Vendas Brutas 650.000
(-) Impostos -162.500
(=) Vendas Líquidas 487.500
(-) CMV -285.000
(=) Lucro Bruto 202.500
(-) Despesas
De Vendas -25.000
Administrativas -18.000
Depreciação -32.000
Amortização -15.000
Financeiras -45.000
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(=) Lucro Operacional Antes
IR CSLL 67.500
(-) IR e CSLL -16.700
(=) Lucro Líquido 50.800
A partir da DRE acima, podemos calcular o EBITDA da seguinte forma:
Lucro Operacional Antes IR e CSLL: 67.500
(+) Despesas Financeiras 45.000
(+) Amortização 15.000
(+) Depreciação 32.000
(=) EBITDA 159.500
Outra forma de cálculo, partindo do Lucro Líquido:
Lucro Líquido 50.800
(+) IR e CSLL 16.700
(+) Despesas Financeiras 45.000
(+) Amortização 15.000
(+) Depreciação 32.000
(=) EBITDA 159.500
Este é um assunto ainda pouco explorado pelas bancas examinadoras.
Apresentamos abaixo duas questões de concursos anteriores:
(FCC/Analista de Controle
Externo/TCE/AM/2009) Nos procedimentos para a
determinação do Ebitda, são efetuados ajustes no
valor do lucro
A) líquido do exercício, adicionando-lhe o resultado líquido não-
operacional e o valor das depreciações e amortizações.
B) operacional do exercício deduzido deste as provisões e participações
que não se configuram como despesas, exceto as provisões tributárias.
C) depois da provisão do imposto de renda e contribuições,
acrescentando-lhe o resultado líquido financeiro, se este for positivo.
D) operacional, adicionando-lhe o valor das depreciações, amortizações e
despesas financeiras.
E) antes do imposto de renda e das contribuições, acrescentando-lhe o
resultado não-operacional somente se este for negativo.
Cobrou praticamente a definição de Ebitda.
Gabarito  D.
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(CESGRANRIO/Técnico em Regulação/ANP/2008) Dados parciais,
em reais, extraídos do Balancete de verificação da Empresa Gâmbia &
Filhos Ltda:
Custo das Mercadorias Vendidas 734.400,00
Despesa de Depreciação e Amortização 110.160,00
Despesas Administrativas 257.040,00
Despesas de Vendas 244.800,00
Despesas Financeiras 183.600,00
Imposto de Renda e Contribuição Social 85.680,00
Receita de Venda 1.713.600,00
Exclusivamente com base nos dados acima, o valor do EBITDA (Earning
Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization), em reais, é:
A) 183.600,00
B) 342.720,00
C) 477.360,00
D) 501.840,00
E) 979.200,00
Para resolver este exercício, precisamos montar a DRE :
Receita de Venda 1.713.600,00
(-) Custo das Mercadorias Vendidas -734.400,00
( ) Lucro Bruto 979.200,00
(-) Despesa de Depreciação e
Amortização -110.160,00
( ) Despesas Administrativas 257.040,00
(-) Despesas de Vendas -244.800,00
(-) Despesas Financeiras -183.600,00
Lucro Operacional 183.600,00
(-) Imposto de Renda e
Contribuição Social -85.680,00
Lucro Líquido 97.920,00
Ebitda :
Lucro Operacional 183.600
(+) Despesas Financeiras 183.600
(+) Despesas de Depreciação e Amortização 110.160
EBITDA 477.360
Gabarito  C.
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Giro do ativo total: VL/ATM = 487.599/[(300.000 + 400.000)]/2 = 1,393.
7.3 – RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO OU RETORNO SOBRE O
ATIVO OU RETORNO SOBRE O CAPITAL EMPREGADO (OBS:
“RETORNO” PODE SER SUBSTITUÍDO POR “RENTABILIDADE”.)
Também conhecido como “Índice Du-Pont”, trata-se de um dos mais
importantes quocientes para análise de balanços.
Retorno sobre Capital Empregado (RCE) = Margem Líquida x Giro
do Ativo Total
Como:
Margem líquida: Lucro líquido/Vendas líquidas; e
Giro do ativo: Vendas líquidas/Ativo médio.
Façamos uma demonstração:
Margem líquida x Giro do ativo
Lucro líquido x Vendas líquidas  Lucro líquido
Vendas líquidas Ativo médio Ativo médio
Aplicando ao exemplo acima:
RCE = Margem líquida x Giro do Ativo => 10,42% x 1,393 = 14,5 %
RCE = Lucro líquido/Ativo médio = 50.800/([300.000+400.000]/2)
RCE = 0,145 ou 14,5%.
Os dois cálculos conduzem ao mesmo resultado. Mas é importante
detalhar a taxa de retorno em seus dois componentes para facilitar a
identificação das causasque podem ter levado a empresa a um
desempenho melhor ou pior que o planejado.
Se o problema estiver na Margem, por exemplo, a empresa pode
concentrar esforços para melhorá-la. Da mesma forma, um problema no
Giro pode ser combatido com diminuição de estoques e clientes
(diminuindo o ativo).
Observação: Podemos calcular também o Retorno Operacional sobre o
Ativo, substituindo a Margem Líquida pela Margem Operacional.
7.4 – RETORNO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) OU
RETORNO SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO
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Administrativa -3000 100 -3200 107 -3100 103
Financeiras -2500 100 -2400 96 -2800 112
(=) Lucro Operacional 10500 100 11000 105 10600 101
(-) IR e CSLL -2625 100 -2750 105 -2650 101
(=) Lucro Líquido 7875 100 8250 105 7950 101
A análise horizontal pode ser do tipo “base fixa” ou “base móvel”. 
Na “base fixa”, todos os percentuais se referem ao primeiro ano.
Exemplo:
Análise Horizontal X1 $ % X2 $ % X3 $ %
Receita Líquida 40000 100 42800 107 45200 113
X3 = 45200 / 40000 = 1,13 = 113%
Na “base móvel”, o percentual se refere ao ano anterior:
Análise Horizontal X1 $ % X2 $ % X3 $ %
Receita Líquida 40000 100 42800 107 45200 106
X3 = 45200 / 42800 = 1,06 = 106%.
Se a questão não mencionar nada, considere que é “base fixa”.
8.2 -ANÁLISE VERTICAL
Indica a estrutura das demonstrações contábeis, através de coeficientes
de participações, bem como a sua evolução no tempo.
No balanço Patrimonial, os coeficientes são calculados em função do total
do Ativo e total do Passivo + PL. Na Demonstração do Resultado, usa-se a
Receita Líquida como base (Índice 100).
Exemplo : Considerando-se a DRE abaixo, podemos calcular os índices de
Análise Vertical da seguinte forma :
R$ A.V. %
Vendas líquidas 2.000 100
(-) CMV 1.200 60
(=) Lucro Bruto 800 40
(-) Despesas 500 25
(=) Lucro líquido 300 15
Todos os coeficientes foram obtidos dividindo-se o valor de cada item
pelas Vendas Líquidas.
Abaixo, um exemplo de Análise Vertical:
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DRE X1 X2 X3
Receita Líquida 40000 42800 45200
(-) CMV
-
22000
-
24100
-
26300
(=) Lucro Bruto 18000 18700 18900
A receita líquida, o CMV e o lucro bruto aumentaram, em valores
absolutos. Mas, quando efetuamos a Análise Horizontal :
Análise Horizontal X1 $ % X2 $ % X3 $ %
Receita Líquida 40000 100 42800 107 45200 113
(-) CMV
-
22000 100
-
24100 110
-
26300 120
(=) Lucro Bruto 18000 100 18700 104 18900 105
Percebemos que o CMV está aumentando num ritmo maior que a Receita
Líquida. Se esta tendência permanecer, o Lucro Bruto será cada vez
menor, o que poderá levar a empresa a ter prejuízos.
Esta tendência de aumento maior do CMV é confirmada pela Análise
Vertical :
Análise Vertical X 1 $ % X2 $ % X3 $ %
Receita Líquida 40000 100,0 42800 100,0 45200 100,0
(-) CMV 22000 55,0 24100 56,3 26300 58,2
(=) Lucro Bruto 18000 45,0 18700 43,7 18900 41,8
O CMV passou de 55,0 % da Receita Líquida, no primeiro ano, para 56,3
% no segundo e depois aumentou novamente, para 58,2 % da Receita
Líquida, o que confirma a tendência de aumento do CMV maior que o
aumento da Receita Líquida.
Podemos observar, também, a diminuição do índice referente ao Lucro
Bruto.
Vejamos como este assunto é cobrado:
(FCC/Auditor/Infraero/2009) Considere os seguintes itens do Ativo
Circulante de uma entidade, expressos em R$, relativos ao Balanço
Patrimonial encerrado em 31/12/2008:
31/12/2008 31/12/2007
Disponível 100.000,00 125.000,00
Clientes 300.000,00 270.000,00
Estoques 256.000,00 300.000,00
Impostos a Recuperar 70.000,00 80.000,00
Despesas do Exercício Seguinte 24.000,00 25.000,00
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10 - QUESTÕES COMENTADAS
1. (ESAF/AFRFB/2009) A seguir, são apresentados dados do balanço
patrimonial da empresa Comercial Analisada S.A., simplificados para
facilidade de cálculos:
Caixa R$ 10.000,00
Duplicatas a Receber (a longo prazo) R$ 8.000,00
Duplicatas a Pagar R$ 13.000,00
Bancos c/ Movimento R$ 22.000,00
Títulos a Pagar (a longo prazo) R$ 9.000,00
Capital Social R$ 60.000,00
Mercadorias R$ 30.000,00
Financiamentos Bancários R$ 31.000,00
Contas a Receber R$ 15.000,00
Reservas de Lucros R$ 7.000,00
Elaborando a análise das demonstrações financeiras dessa empresa, o
Contador encontrará os seguintes elementos:
a) Liquidez Seca = 1,07.
b) Liquidez Corrente = 1,45.
c) Liquidez Imediata = 1,75.
d) Liquidez Geral = 0,71.
e) Grau de Endividamento = 0,57.
Comentários:
Façamos os cálculos dos grupos patrimoniais.
Caixa R$
10.000,00
(+) Bancos c/ Movimento R$ 22.000,00
(=) Disponibilidades R$ 32.000,00
(+) Contas a Receber R$ 15.000,00
(=) AC (Exceto Estoques) R$ 47.000,00
(+) Estoques R$ 30.000,00
(=) Total do Ativo Circulante R$ 77.000,00
(+) Duplicatas a Receber a longo prazo R$ 8.000,00
(=) AC + ANC/RLP R$ 85.000,00
Duplicatas a Pagar R$ 13.000,00
(+) Financiamentos Bancários R$ 31.000,00
(=) Passivo Circulante R$ 44.000,00
(+) Títulos a Pagar (a longo prazo) R$ 9.000,00
(=) Total do Exig. PC + PNC - ELP R$ 53.000,00
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Capital Social R$ 60.000,00
(+) Reservas de Lucros R$ 7.000,00
(=) Total do Patrimônio Líquido R$ 67.000,00
Como não foram citadas as contas do AP, podemos determinar o valor do
AT a partir da Equação Patrimonial, considerando que o balanço esteja
fechado:
PC + PELP R$ 53.000,00
(=) PL R$ 67.000,00
(=) Passivo Total R$ 120.000,00
= AT
Portanto, ANC – Permanente = 120.000 – 85.000 = 35.000
Calculando os índices:
a) Liquidez seca: (AC – Estoques)/PC
Liquidez seca: 47.000/44.000 = 1,0681.
Para a ESAF, este valor é igual a 1,07, pois foi este o gabarito apontado
pela banca.
b) Liquidez corrente: AC/PC
Liquidez corrente: 77.000/44.000 = 1,75.
Item, portanto, incorreto.
c) Liquidez imediata: Disponibilidades/Passivo circulante
Liquidez imediata: 32.000/44.000 = 0,72.
Item incorreto.
d) Liquidez geral: (AC + ANC RLP)/(PC + PNC – Receita diferida)
Liquidez geral: 85.000/53.000 = 1,60.
Item incorreto.
e) Grau de endividamento: Passivo exigível/PL
Endividamento: 53.000/67.000 = 0,79.
Item, por fim, incorreto.
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Gabarito  A.
2. (ESAF/SEFAZ-CE/AFRE/2007) Se o estoque de mercadorias médio de
uma empresa é R$ 50.000, seu índice de liquidez seca é 0,60, seu Ativo
Circulante é R$ 350.000 e o Passivo Exigível a Longo Prazo é R$ 800.000,
pode-se dizer que o valor do Capital de Terceiros dessa empresa é de
a) R$ 1.300.000
b) R$ 1.200.000
c) R$ 1.100.000
d) R$ 1.000.000
e) R$ 900.000
Comentários
A questão informa o seguinte:
Estoque médio 50.000;
Índice de Liquidez Seca 0,60;
AC 350.000;
PELP 800.000
ILS: (AC – Estoques)/Passivo circulante
0,60 = 350.000 – 50.000/Passivo Circulante
Passivo Circulante: 300.000/0,6 = 500.000
Capital de Terceiros = PC + PELP  800.000 + 500.000 = 1.300.000
Gabarito  A.
3. (SEFAZ-PA ESAF 2002 FTE) - O índice que mede a capacidade da
empresa de saldar todos os seus compromissos é denominado:
a) liquidez geral
b) rentabilidade operacional
c) alavancagem financeira
d) retorno do passivo
e) nível de endividamento
Comentários
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Questão um pouco mais trabalhosa da ESAF. Vamos lá:
AC/PC = 0,44 => AC = 0,44 x PC
Não há valores considerados de longo prazo:
Solvência = Ativo Total/(PC + PELP) = (AC + ARLP + AP)/(PC + PELP)
Solvência = (AC + 380.000)/PC = 1,2 = AC + 380.000 = 1,2 x PC (II)
Igualando as duas equações:
0,44 x PC + 380.000 = 1,2 x PC  PC = 500.000
AC = 0,44 x PC = 220.000
Ativo Total = AC + AP = 380.000 + 220.000 = 600.000
PC + PL = 600.000 => PL = 100.000
Capital Social = 60.000
Podemos concluir, por fim, que:
Reservas e Lucros Acumulados = 100.000 - 60.000 = 40.000
Gabarito  B.
5. (CGU/ESAF/2006/AFC) A empresa Comércio Operacional S/A apresenta
os seguintes valores, em 31/12/2005:
Contas Saldos
Bancos conta Movimento R$100.000,00
Fornecedores R$170.000,00
Mercadorias em Estoque R$180.000,00
Impostos a Recolher R$ 30.000,00
Títulos a Receber R$300.000,00
Títulos a PagarR$210.000,00
Investimentos R$ 80.000,00
Capital Social R$300.000,00
Ativo Imobilizado R$220.000,00
Reservas de Lucro R$ 75.000,00
Lucros Acumulados R$ 45.000,00
Observações:
1 - Dos títulos a pagar, R$ 25.000,00 venceram em 2005, R$ 115.000,00
vencerão em 2006 e R$70.000,00 vencerão em 2007;
2 - Dos títulos a receber, R$ 45.000,00 venceram em 2005, R$
195.000,00 vencerão em 2006 e R$ 60.000,00 vencerão em 2007;
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3 - dos títulos a vencer em 2006, R$ 50.000,00 acham-se descontados
em bancos.
A análise contábil do balanço patrimonial originário das contas e saldos
evidencia um quociente de liquidez seca ou acid test de:
a) 1,38.
b) 1,15.
c) 1,00.
d) 0,87.
e) 0,85.
Comentários
Bancos conta Movimento R$100.000,00
Fornecedores R$170.000,00
Impostos a Recolher R$ 30.000,00
Títulos a Receber R$300.000,00
Títulos a Pagar R$210.000,00
Essas são as contas que vamos usar para calcular a liquidez seca.
Temos ainda as seguintes informações adicionais:
1 - dos títulos a pagar, R$ 25.000,00 venceram em 2005, R$
115.000,00 vencerão em 2006 e R$70.000,00 vencerão em 2007;
Assim, devemos reduzir o saldo de títulos a pagar em 70.000, que
vencerão em 2007 e são do longo prazo:
Títulos a Pagar R$210.000,00 – R$ 70.000 = R$ 140.000
2 - dos títulos a receber, R$ 45.000,00 venceram em 2005, R$
195.000,00 vencerão em 2006 e R$ 60.000,00 vencerão em 2007;
A mesma coisa com os títulos a receber:
Títulos a Receber R$300.000,00 – R$ 60.000 = R$ 240.000
3 - dos títulos a vencer em 2006, R$ 50.000,00 acham-se
descontados em bancos.
Quando descontamos as duplicatas (títulos), o lançamento é:
D – Banco
C – Duplicatas descontadas
Como a questão já informa o saldo de banco e também que os títulos
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acham-se descontados (ou seja, já estão, já foram descontados), falta
apenas acrescentar a conta títulos descontados, que era retificadora do
ativo:
Dessa forma, o cálculo fica assim:
Bancos conta Movimento R$100.000,00
Fornecedores R$170.000,00
Impostos a Recolher R$ 30.000,00
Títulos a Receber R$240.000,00
Títulos descontados (R$ 50.000,00)
Títulos a Pagar R$140.000,00
Total 290.000,00 340.000,00
Liquidez seca: 290.000 / 340.000 = 0,85
Observação: à época da questão, a conta duplicatas descontadas era
contabilizada no ativo, como retificadora da conta duplicatas a receber.
Atualmente, a conta duplicatas descontadas deve ser classificada no
passivo.
Gabarito  E.
6. (CGU/ESAF/2006/AFC) A firma Special Comércio S/A é titular das
contas abaixo relacionadas, apresentadas no livro Razão, em 31 de
dezembro de 2005 antes da apuração do resultado do exercício:
Caixa R$ 100,00
Contas a Receber R$ 3.680,00
Mercadorias R$ 400,00
Fornecedores R$ 5.160,00
Máquinas e Equipamentos R$ 1.500,00
Depreciação Acumulada R$ 280,00
Terrenos R$ 3.400,00
Empréstimos longo prazo R$ 2.400,00
Capital Social R$ 1.260,00
Lucros Acumulados R$ 100,00
Vendas de Mercadorias R$19.600,00
Despesas Administrativas e Gerais R$ 2.000,00
Despesas Comerciais R$ 1.800,00
Depreciação R$ 120,00
Despesas Financeiras R$ 800,00
Compras de Mercadorias R$15.000,00
Observações:
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1- o estoque final foi avaliado em R$1.400,00;
2- considerar o ano comercial;
3- desconsiderar quaisquer implicações de ordem fiscal ou tributária;
4- o débito inicial de clientes era de R$1.120,00 e o crédito de
fornecedores era de R$ 2.840,00;
5- no período, a empresa operou a prazo 3/4 do movimento de vendas e
2/3 do movimento de compras.
A análise contábil a que foi submetida a empresa, no período, evidenciou
quociente de
a) lucratividade de 5%.
b) endividamento de 52,65%.
c) solvência de 77,14%.
d) rotação no pagamento das dívidas de 187 dias.
e) liquidez geral de 68,52%.
Comentários
Vamos lá, precisávamos conhecer os índices citados nas alternativas, os
quais já foram tratados no curso:
Lucratividade (L)  LL/PL
Endividamento (E)  PE/AT
Solvência (S)  AT/PE
Rotação (R)  360 x (Média CPg /CPr)
Liquidez Geral (LG)  (AC + ARLP) / PE
Continuemos, montemos a DRE:
CMV = EI + CO – EF
CMV = 400 + 15.000 – 1.400 = 14.000
Vendas 19.600
CMV (14.000)
Lucro Bruto 5.600
Desp. Operacionais. (4.720)
Lucro Líquido do Exercício 880
Montemos agora o Balanço:
Ativo Circulante:
Caixa 100
Contas a Receber 3.680
Mercadorias 1.400
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Total AC 5.180
Ativo Não Circulante - Imobilizado
Máquinas e Equipamentos 1.500
Depreciação Acumulada (280)
Terrenos 3.400
Total AI 4.620
Total Ativo 9.800
Passivo Circulante:
Fornecedores 5.160
Total PC 5.160
Passivo Não Circulante
Empréstimos Longo Prazo 2.400
Total PNC 2.400
Patrimônio Líquido:
Capital Social 1.260
Lucros Acumulados 980
Total PL 2.240
Total Passivo 9.800
Compras a prazo  2/3 x 15.000 = 10.000
Cálculo dos índices:
Lucratividade (L)  LL/PL  880/2.240 = 39,28%
Endividamento (E)  PE/AT  7.560/9.800 = 77,14%
Solvência (S)  AT/PE  9.800/7.560 = 129,63%
Rotação (R)  360 x (Média CPg /CPr)  360 x [(5.160 +
2.840)/2]/10.000 = 144 dias
Liquidez Geral (LG)  (AC + ARLP) / PE  5.180/7.560 = 68,52%
Gabarito  E.
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7. (SEFAZ-MG ESAF 2005 AFRE) As demonstrações financeiras da Cia.
Abaptiste Comercial foram elaboradas com base nas contas e saldos
abaixo:
Caixa e Bancos R$ 200,00
Mercadorias R$ 620,00
Clientes R$ 400,00
Móveis e Máquinas R$2.000,00
Depreciação Acumulada R$ 180,00
Títulos a Receber a LP R$ 200,00
Fornecedores R$1.150,00
Contas a Pagar R$ 250,00
Empréstimos a Longo Prazo R$ 430,00
Capital Social R$1.400,00
Lucros Acumulados R$ 100,00
Vendas de Mercadorias R$5.120,00
Compras de Mercadorias R$3.160,00
Despesas Administrativas R$1.370,00
Despesas Financeiras R$ 500,00
Encargos de Depreciação R$ 180,00
Observações:
1. Desconsiderar quaisquer implicações fiscais ou tributárias.
2. O estoque final de mercadorias está avaliado em R$780,00.
Promovendo-se a análise das demonstrações financeiras elaboradas com
base nas informações supra, certamente, encontraremos um quociente
percentual de Liquidez Corrente ou Comum equivalente a
a) 43%
b) 70%
c) 86%
d) 87%
e) 99%
Comentários
A questão está solicitando o índice de Liquidez Corrente ou Comum que é
calculado pela seguinte fórmula:
Liquidez Corrente = Ativo Circulante/Passivo Circulante.
O saldo da conta Mercadoria que vai para o balanço é o estoque final,
portanto, R$ 780,00.
Classificação das Contas:
Ativo Circulante.
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Caixa e Bancos 200,00
Mercadorias (EF) 780,00
Clientes 400,00
Total Ativo Circulante 1.380,00.
Passivo Circulante
Fornecedores 1.150,00
Contas a Pagar 250,00
Total do Passivo circulante 1.400,00
Liquidez Corrente = 1.380,00/1.400,00 = 0,9857
Nessa situação empresa está com Capital Circulante Líquido Negativo, pois
a fórmula é CCL= AP - PC.
A empresa com esse índice não tem condições de saldar suas dívidas a
curto prazo, pois para cada real R$ 1,00 de dívida, ela possui apenas R$
R$ 0,99.
Gabarito  E.
8. (ESAF/SUSEP/Analista Controle e Fiscalização/2010) A nossa empresa
iniciou o processo de análise financeira de seu patrimônio, referente ao
exercício de 2008, executando os cálculos de alguns quocientes
necessários, a partir dos seguintes dados:
Resultado de Exercícios Futuros 5.200,00
Lucro Líquido do Exercício 7.400,00
Patrimônio Líquido 52.800,00
Exigibilidades de curto prazo 50.000,00
Exigibilidades de longo prazo 12.000,00
Disponibilidades 25.000,00
Estoque de bens 10.000,00
Créditos de curto prazo 31.000,00
Créditos de longo prazo 8.000,00
Pelo exame procedido, verificou-se não haver nenhuma possibilidade de
que os resultados de exercícios futuros tenham sua devolução exigida,
portanto, não se transformarão em dívidas.
O procedimento de análise daí decorrente resultará em um quociente de
liquidez corrente de
A) 0,50.
B) 1,25.
C) 1,32.
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Composição do Endividamento 160/PE = 80% 150/PE =
40%
Passivo Exigível 200 375Passivo Não Circulante 200 – 160 = 40 375-150 =
225
Grau endividamento: Passivo Exigível / PL
Grau Endividamento: 200/PL = 200% 375 / PL =
150%
PL 100 250
Retorno sobre PL = LL / PL LL / 100 = 20% LL / 250 =
18%
Lucro Líquido 20 45
Análise das alternativas:
A) a empresa AA possui maior montante de recursos de terceiros.
Alternativa INCORRETA. O Passivo Exigível de AA é 200; o de BB, 375.
(B) a maior parte das dívidas da empresa BB vence no longo
prazo.
Alternativa CORRETA. PC = 150 e PÑC = 225
(C) o lucro líquido da empresa AA é maior do que o lucro líquido da
empresa BB.
Alternativa INCORRETA. LL de AA = 20; LL de BB = 45
(D) o passivo circulante da empresa AA é menor do que o passivo
circulante da empresa BB.
Alternativa INCORRETA. PC de AA = 160; PC de BB = 150
(E) o patrimônio líquido da empresa BB é menor do que o
patrimônio líquido da empresa AA.
Alternativa INCORRETA. PL de AA = 100; PL de BB = 250
Gabarito  B.
23. (TRE RN./Analista Judiciário – Contabilidade/FCC/2005) Para obter um
índice de liquidez seca de 1,25, a empresa Omega Ltda que possui Passivo
Circulante de R$ 130 000,00 e Ativo Circulante de R$ 195.000,00, deverá
ter estoques
(A) de longo prazo de R$ 35 200,00.
(B) totais em curto prazo de R$ 32 500,00.
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ET
Exigível total
Exigível total + PL
O empréstimo será contabilizado assim:
D – Disponibilidades (ativo)
C – Empréstimo a pagar (passivo)
Assim, temos: (chamando o valor do empréstimo de X)
300 + X
80% = ----------------
500 + X
Sinceramente, acho que a maneira mais rápida de se resolver é
substituindo o valor de X pelos valores apontados nas respostas. Dessa
forma, descobrimos que X = 500:
300 + X 300 + 500 800
80% = ----------------  ----------------  --------- = 80%
500 + X 500 + 500 1000
Mas também podemos resolver assim:
300 + X
80% = ----------------  80% x (500 + X) = 300 + X
500 + X
(400 + 80% X) = (300 + X  (400 – 300) = (X – 0,8 X)
100 = 0,20 X  X = 100 / 0,20  X = 500
Gabarito  C
25. (ESAF/SEFAZ-PI/ICMS/2001) A firma Mercadinho do Bairro ME
apresenta em31 de dezembro o seguinte patrimônio:
Ativo Circulante R$ 400.000,00
Disponibilidades R$ 80.000,00
Estoques R$ 220.000,00
Créditos R$ 100.000,00
Ativo Permanente R$ 600.000,00
Passivo Circulante R$ 500.000,00
Patrimônio Líquido R$ 500.000,00
Capital Social R$ 100.000,00
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Patrimônio líquido
Capital 5.000
Reserva legal 200
Reserva de lucros 300
Total 5.500
Item d, portanto, incorreto.
Analisemos, por fim, a letra e.
Índice de participação do capital próprio: PL/Ativo total
Índice de participação do capital próprio: 5.500/9.000
Índice de participação do capital próprio: 61%.
Item, portanto, incorreto.
Ativo total
Clientes 4.000
Disponibilidades 800
Estoques 1.200
PDD -200
Veículos 2.900
(-) Depreciação acumulada -700
Edificações 1.000
Total do ativo 9.000
Gabarito  C.
Com base no Balanço Patrimonial a seguir, responder às questões 27 e
28.
BALANÇO PATRIMONIAL R$
ATIVO 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIOLÍQUIDO 2012 2011
Circulante 22.500 19.500 Circulante 11.500 4.600
Disponibilidades 12.000 10.000 Fornecedores 2.500 1.000
Aplicações Financeiras 2.500 3.500 Duplicatas Descontadas 3.800 3.000
Estoques 8.000 6.000 Financiamentos 5.200 600
Não Circulante 26.500 21.300 Não Circulante 12.000 12.000
Realizável a Longo Prazo 13.000 11.000 Debêntures 12.000 12.000
Investimento 2.000 1.500
Imobilizado 8.000 6.500 Patrimônio Líquido 15.500 14.200
Intangível 3.500 2.300 Capital Social 12.000 12.000
Reserva de Lucros 3.500 2.200
TOTAL DO ATIVO 49.000 40.800 TOTAL DO PASSIVO 49.000
40.800
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27- (ESAF/MTUR/Contador/2014) O índice de liquidez corrente de 2011 é
a) 1,07
b) 1,92
c) 1,96
d) 2,19
e) 4,24
Comentário:
O índice de liquidez corrente (LC) é:
Liquidez Corrente = Ativo Circulante / Passivo Circulante
Liquidez Corrente = 19.500 / 4.600 = 4,24
Gabarito  E
28- (ESAF/MTUR/Contador/2014) O índice de participação do capital de
terceiros em relação ao Capital Próprio, em 2012 é
a) 1,19
b) 0,92
c) 1,52
d) 1,84
e) 0,63
Comentário:
Capital de terceiros = Passivo exigível = Passivo circulante + passivo não
circulante
Capital de terceiros = 11.500 + 12.000 = 23.500
Capital Próprio = Patrimônio Liquido = 15.500
Participação de terceiros / capital próprio= 23.500/15.500 = 1,52
Gabarito  C
(ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Dados para a
resolução das questões de n. 29 a 31.
Dos registros contábeis da Cia. Corporativa, relativos aos exercícios
2010/2012, foram extraídos os valores abaixo:
Itens 2010 2011 2012
Ativo Circulante 10.000 18.000 24.000
Ativo Não Circulante 50.000 62.000 76.000
Disponibilidade 500 200 750
Estoques 2.500 3.000 4.000
Lucro Líquido 8.000 6.000 4.000
Passivo Circulante 16.000 20.000 30.000
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Passivo Não Circulante 24.000 35.000 44.000
Patrimônio Líquido 20.000 25.000 26.000
Vendas Líquidas 102.000 95.000 98.000
29. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Com base nos
dados fornecidos, pode-se afirmar que:
A) a empresa em 2011 tem o giro do ativo de 0,74.
B) o menor índice de solvência da empresa é identificado no exercício de
2010.
C) no exercício de 2011, a empresa tem a sua menor margem líquida.
D) a participação do patrimônio líquido em 2011 é de 1,35.
E) o maior grau de endividamento da empresa é identificado no período
de 2012.
Comentário:
Vamos analisar as alternativas:
A) Giro do Ativo = Vendas Líquidas / Ativo Total Médio = 0,74
ERRADA. Não precisa fazer a conta. Veja que as Vendas Líquidas de 2011
são de 95.000. O Ativo Total (Ativo Circulante + Ativo Não Circulante) de
2011 é de 18.000 + 62.000 = 80.000, e o Ativo Total de 2010 é de
10.000 + 50.000 = 60.000. Como as Vendas Líquidas são maiores que o
total do ativo, a conta vai dar 1,XXX, e não 0,74.
Mas vamos calcular assim mesmo:
Ativo Total Médio: (60.000 + 80.000) /2 = 70.000
Giro do Ativo = 95.000 / 70.000 = 1,357
(repare que, se o candidato inverter o índice, chegará à resposta: 70.000
/ 95.000 = 0,736 =~ 0,74)
B) Índice de Solvência = Ativo total / Passivo Exigível OU
(Ativo Circulante + Ativo Não Circulante) / (Passivo Circulante + Passivo
não Circulante).
Vamos calcular o Índice de Solvência:
2010: (10.000 + 50.000) / (16.000 + 24.000) = 1,50
2011: (18.000 + 62.000) / (20.000 + 35.000) = 1,45
2012: (24.000 + 76.000) / (30.000 + 44.000) = 1,35
Alternativa ERRADA, o menor índice de solvência é o de 2012.
C) Margem líquida = Lucro líquido / vendas líquidas
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2010 = 8.000 / 102.000 = 0,08
2011 = 6.000 / 95.000 = 0,06
2012 = 4.000 / 98.000 = 0,04
Alternativa ERRADA, a menor margem líquida é a do ano de 2012.
D) Participação do PL: PL / Passivo exigível + PL
2011 = 25.000 / (20.000 + 35.000 + 25.000) = 0,312
ERRADA.
E) Grau de Endividamento = Passivo Exigível / PL
2010 = (16.000 + 24.000) / 20.000 = 2,00
2011 = (20.000 + 35.000)/ 25.000 = 2,20
2012 = (30.000 + 44.000) / 26.000 = 2,85
CERTA.
Gabarito  E
30. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Com relação à
liquidez da empresa, pode-se afirmar que:
A) o índice de liquidez seca em 2010 é 0,67.
b) o menor índice de liquidez imediata é o de 2011.
C) o valor do índice de liquidez corrente de 2012 é 0,63.
D) em 2011 o índice de liquidez imediata da empresa é 0,47.
E) a empresa tem o seu maior índice de liquidez seca em 2010.
Comentário:
A) ERRADA.
Liquidez seca = (Ativo Circulante – estoque) / Passivo Circulante
2010 = (10.000 – 2.500) / 16.000 = 0,47
B) Liquidez imediata = disponibilidades / Passivo Circulante
2010 = 500 / 16.000 = 0,031
2011 = 200 / 20.000 =0,010
2012 = 750 / 30.000 = 0,025
Alternativa Correta.
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C) Liquidez Corrente = Ativo Circulante / Passivo Circulante
2012 = 24.000 / 30.000 = 0,80  alternativa ERRADA
D) Já calculamos na letra B. Alternativa ERRADA, a liquidez imediata de
2011 é de 0,01.
2011 = 200 / 20.000 =0,01E) Liquidez seca = (Ativo Circulante – estoque) / Passivo Circulante
2010 = (10.000 – 2.500) / 16.000 = 0,47
2011 = (18.000 – 3.000) / 20.000 = 0,75
2012 = (24.000 – 4.000) / 30.000 = 0,66
ERRADA, o maior índice de liquidez seca é o de 2011.
Gabarito  B
31. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Analisando a
Rentabilidade dos ativos, pode-se afirmar que:
A) o Giro dos ativos em 2012 é 1,70.
B) o retorno dos ativos é crescente ao longo do período.
C) a menor rentabilidade dos ativos verifica-se em 2011.
D) a rentabilidade do ativo em 2010 foi de 0,133.
E) o período com maior retorno do ativo foi o de 2012.
Comentário:
A) Giro do Ativo = Vendas Líquidas / Ativo Total Médio
2012 = 98.000 / ((18.000+62.000+24.000+76.000)/2) = 1,09
Alternativa ERRADA.
B) Retorno dos Ativos = Lucro Líquido / Ativo Médio
Não precisa calcular, basta observar que o Lucro Líquido á decrescente e o
Ativo Total é crescente. Portanto, o retorno dos Ativos será decrescente.
C) Rentabilidade dos ativos = retorno dos ativos
A fórmula é = Lucro Líquido / Ativo Médio. Mas pode ser usado Lucro
Líquido / Ativo Total, se não for possível calcular o Ativo Médio.
Ativo Médio = (Ativo Inicial + Ativo Final) / 2
Ativo Médio 2010 = 60.000 (não tem o ativo do ano anterior para
calcular).
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Ativo Médio 2011 = (60.000 + 80.000) / 2 = 70.000
Ativo Médio 2012 = (100.000 + 80.000) / 2 = 90.000
Rentabilidade dos ativos:
2010 = 8.000 / 60.000 = 0,133
2011 = 6.000 / 70.000 = 0,086
2012 = 4.000 / 90.000 = 0,044
Alternativa ERRADA, a menor rentabilidade dos ativos foi em 2012.
D) a rentabilidade do ativo em 2010 foi de 0,133. Alternativa CORRETA, já
calculamos na letra C.
E) Errada, o período com maior retorno dos ativos foi 2010.
Gabarito  D
32. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Ao se proceder à
análise das demonstrações contábeis de uma determinada empresa,
verificou-se que:
I. a participação de recursos de terceiros correspondia a 25% do
Patrimônio Líquido.
II. o Ativo Circulante correspondia a 20% do Ativo Total.
III. o Passivo Circulante correspondia a 50% do Passivo Total da empresa.
Considerando-se as informações acima, podemos afirmar que o índice de
Liquidez Corrente da empresa era de:
a) 1,0.
b) 1,5.
c) 2,0.
d) 2,5.
e) 1,8.
Comentário:
Os recursos de terceiros correspondem ao Passivo Exigível. Assim, temos:
Passivo = 25% PL
A forma mais rápida e fácil para resolver esse tipo de questão é atribuir
valores. Assim, vamos supor que o PL seja de $100. Nesse caso, o Passivo
será de $ 25.
Passivo 25
PL 100
Total 125
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A Ativo Circulante corresponde a 20% do Ativo Total. Segundo a equação
fundamental da contabilidade:
Ativo = Passivo + PL
Ativo = 125
Ativo Circulante = 20% x 125 = 25.
O Passivo Circulante corresponde a 50% do Passivo Total da empresa.
A banca considerou que “Passivo Total” é o Passivo Exigível, ou seja, o 
Passivo Circulante mais o Passivo não Circulante.
Passivo total = 25
Passivo Circulante = 25 / 2 = 12,5
Índice de Liquidez Corrente = Ativo Circulante / Passivo Circulante
ILC = 25 / 12,5 = 2,0
Gabarito  C.
33. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Analise as
proposições abaixo no que se refere ao cálculo do grau de imobilização do
Patrimônio Líquido.
I. Quanto maior o índice, maior é o Capital de Giro da empresa.
II. É calculado multiplicando-se a razão entre o Ativo Circulante, como
numerador, e o Capital de Terceiros (como denominador), multiplicando-
se o resultado por 100 (cem).
III. Indica quanto em recursos a empresa destinou ao Ativo não
Circulante, em comparação com o Patrimônio Líquido.
Assinale a opção correta.
a) I e II estão corretas.
b) Apenas a III está correta.
c) I e III estão corretas.
d) Apenas a II está correta.
e) Todas as proposições estão erradas
Comentários:
Pelas normas atuais de Contabilidade, grau de imobilização do Patrimônio
Líquido pode ser obtido da seguinte maneira:
(ANC-RLP)/PL, ou seja, Ativo Não Circulante – Realizável a Longo prazo
dividido pelo Patrimônio Líquido. Vamos às assertivas:
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I- Errado, pois é exatamente o oposto. Quanto maior for o grau de
imobilização do PL, menor tende a ser o Capital de Giro da empresa.
II - Errado, visto que, conforme explicação sabemos que esse índice é
calculado pela expressão: (ANC-RLP)/PL
III – A Banca considerou correta esta assertiva, no gabarito preliminar.
Em nosso entendimento, cabe recurso para alteração de gabarito nessa
assertiva. O índice revela o percentual do ativo destinado ao chamado
“Ativo Permanente”, obtido através do Ativo Não Circulante subtraído do 
grupo Ativo Realizável a Longo Prazo, ou ainda, “Investimentos 
permanentes + Imobilizado + Intangível”. Não é a totalidade do grupo 
não circulante que é contemplada pelo índice.
Assim, sugerimos recurso para alterar o Gabarito de B para E, sendo que
a banca acatou o recurso.
Gabarito Preliminar  B.
Gabarito Definitivo  E.
34. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Entre as formas
adotadas para a análise das demonstrações financeiras, a denominada
"Análise Vertical" permite identificar a importância de cada conta contábil
em relação às outras contas e dentro da demonstração analisada. Quando
da realização de uma análise vertical das contas do Ativo e do Passivo de
uma determinada empresa de serviços, verificou-se o que se segue:
I. Os estoques de material de consumo representavam 15% do total do
Ativo.
II. O total de Caixa e Equivalentes de Caixa correspondia a apenas 3% do
valor total do Ativo.
III. O Ativo Circulante, desconsiderando-se os estoques, correspondia a
apenas 5% do valor total do Ativo.
IV. O Passivo Circulante totalizava 20% do total do Passivo.
V. O Patrimônio Líquido representava 25% do total do capital de terceiros.
Em relação às informações oferecidas, é correto afirmar que a Liquidez
Seca de empresa corresponde a:
a) zero.
b) 1/10.
c) 1/5.
d) 1/3.
e) 2/9.
Comentário:
O índice de Liquidez Seca é:
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(Ativo Circulante – estoque) / Passivo circulante
Vamos calcular. O modo mais rápido é atribuir valor. Nesse caso, vamos
supor que o Ativo Total seja $100.
“III. O Ativo Circulante, desconsiderando-se os estoques, correspondia a
apenas 5% do valor total do Ativo. “
Portanto, Ativo circulante menos estoque = $100 x 5% = $5,00
Vejamos agora o Passivo.
“IV. O Passivo Circulante totalizava 20% do total do Passivo. “
A ESAF chama de “Total do Passivo” o Passivo Exigível, ou seja, o Passivo
Circulante mais o Passivo não circulante.
Passivo Circulante 20% + Passivo não circulante 80% = total Passivo
“V. O Patrimônio Líquido representava 25% do total do capital de 
terceiros. “
O capital de terceiros é o Passivo Exigível. Portanto:
PC 20% + PÑC 80% + PL 25% = 125%
Pela equação fundamental da contabilidade, temos:
Ativo = Passivo + PL
$100 = 125% do Passivo Exigível
Passivo Exigível = $100 / 125% = $80
Passivo circulante = $80 x 20% = $16
Índice de liquidez seca = $5 / $16 = 1/3 (arredondando)
Gabarito  D
35. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Dada uma
situação hipotética: uma Instrução Normativa, em vigor, expedida pelo
Ministério do Planejamento prevê, em seu art. 44, a exigência de Capital
Circulante Líquido (ou Capital de Giro) mínimo de 16,66%, do valor
estimado para contratação, tendo por base o balanço patrimonial e as
demonstrações contábeis do último exercício social, para a contratação de
empresas prestadoras de serviços, no âmbito do Sistema Integrado de
Administração de Serviços Gerais (SIASG).
Uma empresa do setor de serviços que desejava concorrer a um
determinado certame apresentava como índice de Liquidez Corrente o
valor de 2 (dois) à data informada na Instrução Normativa citada.
Considerando que o valor do Passivo Circulante da citada empresa era
para aquela data R$ 200.000,00, é correto afirmar que esta empresa:
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a) possuía um Capital de Giro de R$ 150.000,00.b) não poderia participar de licitações com valor estimado para
contratação superior a R$ 600.000,00.
c) possuía um Ativo Circulante no valor de R$ 300.000,00.
d) não poderia participar de licitações com valor estimado global para
contratação superior a R$ 1.400.000,00.
e) possuía um Ativo Circulante no valor de R$ 350.000,00
Comentários:
Temos que:
Liquidez Corrente=AC/PC=2
AC/200.000=2; AC=400.000
Capital Circulante Líquido(CCL)=AC-PC.
400.000-200.000=200.000
Vamos analisar as assertivas.
a) Errado, pois vimos que o CCL é de R$ 200.000
b) Se a licitação for com valor estimado para contratação superior a R$
600.000,00, o CCL mínimo exigido é de 600.000*16,67=100.000, e,
desse modo, a empresa poderia participar. Item errado.
c) Conforme calculamos, o Ativo Circulante é de R$400.000, e não R$
300.000.
d) Se a licitação for com valor estimado para contratação superior a R$
1.400.000,00, o CCL mínimo exigido é de 1.400.000.000 x 16,67=
233.333, e, desse modo, a empresa poderia não pode participar. Item
correto.
e) Conforme calculamos, o Ativo Circulante é de R$400.000, e não R$
300.000 ou 350.000
Gabarito  D.
36. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) A utilização de
"Indicadores Operacionais", resultante do acompanhamento de processos
de uma determinada instituição ou empresa, apresenta-se como forma
complementar de avaliação em relação aos indicadores puramente
financeiros, de origem contábil. Indique, entre as opções abaixo, aquela
que não se encontra entre as principais características dos Indicadores
Operacionais.
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a) São de grande relevância como ferramentas gerenciais, permitindo
oportunidades de melhoria na gestão que não seriam facilmente
visualizáveis por meio de demonstrações de natureza contábil.
b) Sua definição é grandemente beneficiada pela realização do
mapeamento de processos de maior interesse da instituição, em especial
daqueles que envolvem o relacionamento desta com partes
relacionadas exteriores.
c) Possuem natureza rígida, uma vez definidos, pois há o risco de perda
de comparabilidade com indicadores desusados.
d) Permitem a absorção de outros indicadores em utilização mesmo de
ramos de atividades diferentes, decorrentes de sua plasticidade na
adequação à realidade institucional a que se pretende vincular.
e) Não possuem limites definidos por leis e normativos, pelo que podem
ser adaptados a processos já estabelecidos, como a outros que venham a
ser criados.
Comentário:
A análise dos demonstrativos contábeis apresenta também a limitação de
não utilizar quantidades físicas, juntamente com os valores. As medidas
de eficiência e produtividade (os “Indicadores Operacionais”) muitas vezes 
utilizam apenas dados físicos. Por exemplo, nas Indústrias Químicas há o
índice Horas-Homem por Tonelada, que relaciona o total de horas de
trabalho necessárias para produzir uma tonelada de produto. Os bancos
americanos costumam publicar relações entre volume de depósitos e
número de empregados, entre valor dos empréstimos concedidos e
número de mutuários, etc., estabelecendo padrões comparativos de
eficiência. Assim, constata-se que, em média, um banco de certo porte
não deveria ter mais que X funcionários por $ milhão de depósitos, e
assim por diante. Os Indicadores Operacionais são informação gerencial,
para complementar o acompanhamento e análise das operações.
A alternativa incorreta é a C:
c) Possuem natureza rígida, uma vez definidos, pois há o risco de perda
de comparabilidade com indicadores desusados.
Por serem informação gerencial, não possuem natureza rígida, pelo
contrario, podem ser alterados sempre que a administração julgar
necessário.
Gabarito  C
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11 - QUESTÕES DESTA AULA
1. (ESAF/AFRFB/2009) A seguir, são apresentados dados do balanço
patrimonial da empresa Comercial Analisada S.A., simplificados para
facilidade de cálculos:
Caixa R$ 10.000,00
Duplicatas a Receber (a longo prazo) R$ 8.000,00
Duplicatas a Pagar R$ 13.000,00
Bancos c/ Movimento R$ 22.000,00
Títulos a Pagar (a longo prazo) R$ 9.000,00
Capital Social R$ 60.000,00
Mercadorias R$ 30.000,00
Financiamentos Bancários R$ 31.000,00
Contas a Receber R$ 15.000,00
Reservas de Lucros R$ 7.000,00
Elaborando a análise das demonstrações financeiras dessa empresa, o
Contador encontrará os seguintes elementos:
a) Liquidez Seca = 1,07.
b) Liquidez Corrente = 1,45.
c) Liquidez Imediata = 1,75.
d) Liquidez Geral = 0,71.
e) Grau de Endividamento = 0,57.
2. (ESAF/SEFAZ-CE/AFRE/2007) Se o estoque de mercadorias médio de
uma empresa é R$ 50.000, seu índice de liquidez seca é 0,60, seu Ativo
Circulante é R$ 350.000 e o Passivo Exigível a Longo Prazo é R$ 800.000,
pode-se dizer que o valor do Capital de Terceiros dessa empresa é de
a) R$ 1.300.000
b) R$ 1.200.000
c) R$ 1.100.000
d) R$ 1.000.000
e) R$ 900.000
3. (SEFAZ-PA ESAF 2002 FTE) - O índice que mede a capacidade da
empresa de saldar todos os seus compromissos é denominado:
a) liquidez geral
b) rentabilidade operacional
c) alavancagem financeira
d) retorno do passivo
e) nível de endividamento
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4. (ESAF/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2001) A empresa S/A Ursa Menor, ao
fim do exercício social de 2001, apresenta as seguintes informações:
- rentabilidade do capital social de R$ 2,20 por ação;
- quociente de solvência de 1,20;
- índice de liquidez corrente ou comum de 0,44;
- capital fixo ou permanente de R$ 380.000,00;
- capital registrado na Junta Comercial de R$ 60.000,00;
- não há resultados de exercícios futuros;
- não há valores considerados de longo prazo.
O uso das informações acima, naquilo que for cabível, conduz à conclusão
de que, no exercício considerado, as demonstrações contábeis dessa
empresa evidenciam
a) ativo circulante no valor de 44% do ativo total
b) reservas e lucros acumulados no valor de R$ 40.000,00
c) capital próprio no valor de R$ 60.000,00
d) total de capitais aplicados no valor de R$ 100.000,00
e) total de receitas no valor de R$ 132.000,00
5. (CGU/ESAF/2006/AFC) A empresa Comércio Operacional S/A apresenta
os seguintes valores, em 31/12/2005:
Contas Saldos
Bancos conta Movimento R$100.000,00
Fornecedores R$170.000,00
Mercadorias em Estoque R$180.000,00
Impostos a Recolher R$ 30.000,00
Títulos a Receber R$300.000,00
Títulos a Pagar R$210.000,00
Investimentos R$ 80.000,00
Capital Social R$300.000,00
Ativo Imobilizado R$220.000,00
Reservas de Lucro R$ 75.000,00
Lucros Acumulados R$ 45.000,00
Observações:
1 - Dos títulos a pagar, R$ 25.000,00 venceram em 2005, R$ 115.000,00
vencerão em 2006 e R$70.000,00 vencerão em 2007;
2 - Dos títulos a receber, R$ 45.000,00 venceram em 2005, R$
195.000,00 vencerão em 2006 e R$ 60.000,00 vencerão em 2007;
3 - dos títulos a vencer em 2006, R$ 50.000,00 acham-se descontados
em bancos.
A análise contábil do balanço patrimonial originário das contas e saldos
evidencia um quociente de liquidez seca ou acid test de:
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a) 1,38.
b) 1,15.
c) 1,00.
d) 0,87.
e) 0,85.
6. (CGU/ESAF/2006/AFC) A firma Special Comércio S/A é titular das
contas abaixo relacionadas, apresentadas no livro Razão, em 31 de
dezembro de 2005 antes da apuração do resultado do exercício:
Caixa R$ 100,00
Contas a Receber R$ 3.680,00
Mercadorias R$ 400,00
Fornecedores R$ 5.160,00
Máquinas e Equipamentos R$ 1.500,00
Depreciação Acumulada R$ 280,00
Terrenos R$ 3.400,00
Empréstimos longo prazo R$ 2.400,00
Capital Social R$ 1.260,00
Lucros Acumulados R$ 100,00
Vendas de Mercadorias R$19.600,00
Despesas Administrativas e Gerais R$ 2.000,00
Despesas Comerciais R$ 1.800,00
Depreciação R$ 120,00
Despesas Financeiras R$ 800,00
Compras de Mercadorias R$15.000,00
Observações:
1- o estoque final foi avaliado em R$1.400,00;
2- considerar o ano comercial;
3- desconsiderar quaisquer implicações de ordem fiscal ou tributária;
4- o débito inicial de clientes era de R$1.120,00 e o crédito de
fornecedores era de R$ 2.840,00;
5- no período, a empresa operou a prazo 3/4 do movimentode vendas e
2/3 do movimento de compras.
A análise contábil a que foi submetida a empresa, no período, evidenciou
quociente de
a) lucratividade de 5%.
b) endividamento de 52,65%.
c) solvência de 77,14%.
d) rotação no pagamento das dívidas de 187 dias.
e) liquidez geral de 68,52%.
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7. (SEFAZ-MG ESAF 2005 AFRE) As demonstrações financeiras da Cia.
Abaptiste Comercial foram elaboradas com base nas contas e saldos
abaixo:
Caixa e Bancos R$ 200,00
Mercadorias R$ 620,00
Clientes R$ 400,00
Móveis e Máquinas R$2.000,00
Depreciação Acumulada R$ 180,00
Títulos a Receber a LP R$ 200,00
Fornecedores R$1.150,00
Contas a Pagar R$ 250,00
Empréstimos a Longo Prazo R$ 430,00
Capital Social R$1.400,00
Lucros Acumulados R$ 100,00
Vendas de Mercadorias R$5.120,00
Compras de Mercadorias R$3.160,00
Despesas Administrativas R$1.370,00
Despesas Financeiras R$ 500,00
Encargos de Depreciação R$ 180,00
Observações:
1. Desconsiderar quaisquer implicações fiscais ou tributárias.
2. O estoque final de mercadorias está avaliado em R$780,00.
Promovendo-se a análise das demonstrações financeiras elaboradas com
base nas informações supra, certamente, encontraremos um quociente
percentual de Liquidez Corrente ou Comum equivalente a
a) 43%
b) 70%
c) 86%
d) 87%
e) 99%
8. (ESAF/SUSEP/Analista Controle e Fiscalização/2010) A nossa empresa
iniciou o processo de análise financeira de seu patrimônio, referente ao
exercício de 2008, executando os cálculos de alguns quocientes
necessários, a partir dos seguintes dados:
Resultado de Exercícios Futuros 5.200,00
Lucro Líquido do Exercício 7.400,00
Patrimônio Líquido 52.800,00
Exigibilidades de curto prazo 50.000,00
Exigibilidades de longo prazo 12.000,00
Disponibilidades 25.000,00
Estoque de bens 10.000,00
Créditos de curto prazo 31.000,00
Créditos de longo prazo 8.000,00
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Pelo exame procedido, verificou-se não haver nenhuma possibilidade de
que os resultados de exercícios futuros tenham sua devolução exigida,
portanto, não se transformarão em dívidas.
O procedimento de análise daí decorrente resultará em um quociente de
liquidez corrente de
A) 0,50.
B) 1,25.
C) 1,32.
D) 1,12.
E) 1,19.
9. (TCE GO/Analista de Controle Externo/Contabilidade/ FCC/2009)
Sabendo-se que o ativo circulante da empresa MPM é igual a R$ 240,00, a
liquidez corrente é igual a 1, a participação de capitais de terceiros (grau
de endividamento) é igual a 300% e a composição do endividamento é
igual a 80%, o patrimônio líquido é igual a, em reais,
(A) 80
(B) 100
(C) 200
(D) 300
(E) 400
10. (ARCE/Analista de Regulação/Contador/FCC/ 2006) Considerando que
a empresa Líquida S.A. apresentou os seguintes dados parciais em 2005:
Ativo Total R$ 1.500.000,00
Capital de Terceiros R$ 800.000,00
Ativo Permanente R$ 500.000,00
É correto afirmar que
(A) o índice de liquidez corrente é de 0,85.
(B) o índice de imobilizações é de 0,90.
(C) o índice de liquidez geral é de 1,25.
(D) o grau de endividamento é de 80%.
(E) a rentabilidade no período é de 5,5 %.
Instruções: Para responder às questões de números 11 a 13, utilize as
informações a seguir, e somente elas, relativas a dados extraídos do
Balanço Patrimonial e da Demonstração de Resultado de 31/12/2006 da
Cia. Comercial Monte Azul.
Ativo Circulante 450.000,00
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Passivo Circulante 360.000,00
Estoque de Mercadorias 234.000,00
Duplicatas a Receber 126.000,00
Ativo Realizável a Longo Prazo 96.000,00
Ativo Permanente 174.000,00
Passivo Exigível a Longo Prazo 114.000,00
Lucro Líquido do Exercício 49.200,00
Custo das Mercadorias Vendidas 273.000,00
Lucro Bruto 197.000,00
11. (ANS/FCC/2007/Analista em Regulação/ Esp. Ciências Contábeis, Adm
e Econ.) O índice de liquidez seca da companhia em 31/12/2006
correspondia a
(A) 50%.
(B) 60%.
(C) 90%.
(D) 115%.
(E) 125%.
12. (ANS/FCC/2007/Analista em Regulação) O índice de endividamento
geral da companhia, definido como a proporção dos ativos totais da
empresa que são financiados por terceiros, na mesma data mencionada:
(A) era maior que 120%.
(B) estava situado no intervalo entre 90% e 120%.
(C) era de 86,7%.
(D) era menor que 70%.
(E) era menor que 40%.
13. (ANS/FCC/2007/Analista em Regulação) A taxa de rentabilidade sobre
o patrimônio líquido da companhia no exercício de 2006 foi de
(A) 10%.
(B) 15%.
(C) 20%.
(D) 25%.
(E) 30%.
14. (TRE PI/Analista Judiciário/Contabilidade/FCC/2009) A liquidez
corrente da empresa A é igual a 2, a participação de capitais de terceiros
(grau de endividamento) é igual a 200%, a composição do endividamento
é igual a 60% e o patrimônio líquido é igual a R$ 300,00. O total do ativo
circulante é igual a, em R$,
(A) 200,00
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17. (TRT 11a./Analista Judiciário/Contabilidade/FCC/ 2005) Margem
líquida da empresa:
(A) 0,24
(B) 0,46
(C) 0,64
(D) 0,34
(E) 0,30
18. (TRT 11a./Analista Judiciário/Contabilidade/FCC/ 2005) Giro do ativo
total:
(A) 0,127
(B) 0,289
(C) 0,301
(D) 0,304
(E) 0,644
Atenção: Com base nos dados da tabela a seguir, responda as questões
de números 19 a 21.
Contas Saldo (em R$)
Disponibilidades 100.000
Aplicações financeiras de Curto Prazo 52.000
Veículos 123.000
Intangível 13.000
Empréstimos adquiridos de Longo Prazo 140.000
Fornecedores 130.000
Empréstimos de Curto Prazo (concedidos) 80.000
Clientes 128.000
Capital Social 200.000
Reserva de Lucros 120.000
Salários a Pagar 38.000
Dividendos a Pagar 12.000
Depósitos Judiciais de Longo Prazo 120.000
19. (TJ SE/Analista Judiciário – Contabilidade/FCC/2009) O cociente de
Liquidez Corrente é
(A) 0,50
(B) 1,00
(C) 1,50
(D) 2,00
(E) 2,50
20. (TJ SE/Analista Judiciário – Contabilidade/FCC/2009) O cociente de
Liquidez Geral é
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(A) 0,50
(B) 1,00
(C) 1,50
(D) 2,00
(E) 2,50
21. (TJ SE/Analista Judiciário – Contabilidade/FCC/2009) O grau de
endividamento é
(A) 0,50
(B) 1,00
(C) 1,50
(D) 2,00
(E) 2,50
22. (TRT 3a./Analista Judiciário/Contabilidade/FCC/2009) Considere os
indicadores financeiros da empresas AA e BB, no quadro a seguir.
Informação Empresa AA
Empresa BB
Liquidez corrente 1,5 2,0
Grau de endividamento (part. de capitais de terceiros) 200%
150%
Composição do endividamento 80% 40%
Retorno sobre o Patrimônio Líquido 20%
18%
Ativo circulante 240 300
Com base nessas informações, é correto afirmar que:
(A) a empresa AA possui maior montante de recursos de terceiros.
(B) a maior parte das dívidas da empresa BB vence no longo prazo.
(C) o lucro líquido da empresa AA é maior do que o lucro líquido da
empresa BB.
(D) o passivo circulante da empresa AA é menor do que o passivo
circulante da empresa BB.
(E) o patrimônio líquido da empresa BB é menor do que o patrimônio
líquido da empresa AA.
23. (TRE RN./Analista Judiciário – Contabilidade/FCC/2005) Para obter um
índice de liquidez seca de 1,25, a empresa Omega Ltda que possui Passivo
Circulante de R$ 130 000,00 e Ativo Circulante de R$ 195.000,00, deverá
ter estoques
(A) de longo prazo de R$ 35 200,00.
(B) totais em curto prazo de R$ 32 500,00.
(C) de curto prazo no valor de R$ 35 500,00.
(D) totais em curto e longo prazo de R$ 32 500,00.
(E) de curto e longo prazo no valor de R$ 35 200,00.
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24. (ESAF/SEFAZ – PA/ICMS/2002) A Cia. Aurora, querendo expandir seus
negócios, apresenta uma proposta de financiamento ao Banco ABC S/A no
valor de 1.200. Por decisão da diretoria de financiamento dessa instituição
financeira só serão concedidos empréstimos até o limite máximo de 80%
de endividamento de seus clientes. A empresa não tem nenhuma
possibilidade de alterar a sua riqueza própria, e seu patrimônio tem a
seguinte composição:
Ativo 500 Passivo 300
Patrimônio Líquido 200
Total 500 Total 500
Nestas condições, indique qual o valor máximo de empréstimo que a
diretoria do Banco poderá conceder a esse cliente.
A) 100
B) 300
C) 500
D) 700
E) 1.000
25. (ESAF/SEFAZ-PI/ICMS/2001) A firma Mercadinho do Bairro ME
apresenta em31 de dezembroo seguinte patrimônio:
Ativo Circulante R$ 400.000,00
Disponibilidades R$ 80.000,00
Estoques R$ 220.000,00
Créditos R$ 100.000,00
Ativo Permanente R$ 600.000,00
Passivo Circulante R$ 500.000,00
Patrimônio Líquido R$ 500.000,00
Capital Social R$ 100.000,00
Lucros Acumulados R$ 20.000,00
O balanço patrimonial foi assim publicado, mas, na análise de balanços
mandada proceder pela Direção da entidade, foi simulada a seguinte
indagação: Se a empresa tivesse vendido a totalidade de seus estoques a
preço de custo, sendo 50% a vista e 50% a prazo de 60 dias, poderíamos
afirmar, com certeza absoluta, que
A) a liquidez imediata teria sido mantida em 16%
B) a liquidez imediata teria aumentado para 56%
C) a liquidez seca (acid test) teria sido mantida em 36%
D) a liquidez corrente teria sido mantida em 80%
E) a liquidez seca (acid test) teria aumentado para 60%
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26. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2012) Ao encerrar o período
contábil de 2010, a Cia. Harmonia identifica em suas demonstrações finais
os seguintes saldos nas contas abaixo:
Com base nos saldos fornecidos, pode-se afirmar que:
a) o índice de liquidez seca é 1,45.
b) no período, o giro dos estoques foi 8 vezes.
c) o índice de liquidez corrente é 1,66.
d) o nível de endividamento da empresa é de 60%.
e) a participação do capital próprio é de 40%.
Com base no Balanço Patrimonial a seguir, responder às questões 27 e
28.
BALANÇO PATRIMONIAL R$
ATIVO 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIOLÍQUIDO 2012 2011
Circulante 22.500 19.500 Circulante 11.500 4.600
Disponibilidades 12.000 10.000 Fornecedores 2.500 1.000
Aplicações Financeiras 2.500 3.500 Duplicatas Descontadas 3.800 3.000
Estoques 8.000 6.000 Financiamentos 5.200 600
Não Circulante 26.500 21.300 Não Circulante 12.000 12.000
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Realizável a Longo Prazo 13.000 11.000 Debêntures 12.000 12.000
Investimento 2.000 1.500
Imobilizado 8.000 6.500 Patrimônio Líquido 15.500 14.200
Intangível 3.500 2.300 Capital Social 12.000 12.000
Reserva de Lucros 3.500 2.200
TOTAL DO ATIVO 49.000 40.800 TOTAL DO PASSIVO 49.000
40.800
27- (ESAF/MTUR/Contador/2014) O índice de liquidez corrente de 2011 é
a) 1,07
b) 1,92
c) 1,96
d) 2,19
e) 4,24
28- (ESAF/MTUR/Contador/2014) O índice de participação do capital de
terceiros em relação ao Capital Próprio, em 2012 é
a) 1,19
b) 0,92
c) 1,52
d) 1,84
e) 0,63
(ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Dados para a
resolução das questões de n. 29 a 31.
Dos registros contábeis da Cia. Corporativa, relativos aos exercícios
2010/2012, foram extraídos os valores abaixo:
Itens 2010 2011 2012
Ativo Circulante 10.000 18.000 24.000
Ativo Não Circulante 50.000 62.000 76.000
Disponibilidade 500 200 750
Estoques 2.500 3.000 4.000
Lucro Líquido 8.000 6.000 4.000
Passivo Circulante 16.000 20.000 30.000
Passivo Não Circulante 24.000 35.000 44.000
Patrimônio Líquido 20.000 25.000 26.000
Vendas Líquidas 102.000 95.000 98.000
29. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Com base nos
dados fornecidos, pode-se afirmar que:
A) a empresa em 2011 tem o giro do ativo de 0,74.
B) o menor índice de solvência da empresa é identificado no exercício de
2010.
C) no exercício de 2011, a empresa tem a sua menor margem líquida.
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D) a participação do patrimônio líquido em 2011 é de 1,35.
E) o maior grau de endividamento da empresa é identificado no período
de 2012.
30. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Com relação à
liquidez da empresa, pode-se afirmar que:
A) o índice de liquidez seca em 2010 é 0,67.
b) o menor índice de liquidez imediata é o de 2011.
C) o valor do índice de liquidez corrente de 2012 é 0,63.
D) em 2011 o índice de liquidez imediata da empresa é 0,47.
E) a empresa tem o seu maior índice de liquidez seca em 2010.
31. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Analisando a
Rentabilidade dos ativos, pode-se afirmar que:
A) o Giro dos ativos em 2012 é 1,70.
B) o retorno dos ativos é crescente ao longo do período.
C) a menor rentabilidade dos ativos verifica-se em 2011.
D) a rentabilidade do ativo em 2010 foi de 0,133.
E) o período com maior retorno do ativo foi o de 2012.
32. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Ao se proceder à
análise das demonstrações contábeis de uma determinada empresa,
verificou-se que:
I. a participação de recursos de terceiros correspondia a 25% do
Patrimônio Líquido.
II. o Ativo Circulante correspondia a 20% do Ativo Total.
III. o Passivo Circulante correspondia a 50% do Passivo Total da empresa.
Considerando-se as informações acima, podemos afirmar que o índice de
Liquidez Corrente da empresa era de:
a) 1,0.
b) 1,5.
c) 2,0.
d) 2,5.
e) 1,8.
33. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Analise as
proposições abaixo no que se refere ao cálculo do grau de imobilização do
Patrimônio Líquido.
I. Quanto maior o índice, maior é o Capital de Giro da empresa.
II. É calculado multiplicando-se a razão entre o Ativo Circulante, como
numerador, e o Capital de Terceiros (como denominador), multiplicando-
se o resultado por 100 (cem).
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III. Indica quanto em recursos a empresa destinou ao Ativo não
Circulante, em comparação com o Patrimônio Líquido.
Assinale a opção correta.
a) I e II estão corretas.
b) Apenas a III está correta.
c) I e III estão corretas.
d) Apenas a II está correta.
e) Todas as proposições estão erradas
34. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Entre as formas
adotadas para a análise das demonstrações financeiras, a denominada
"Análise Vertical" permite identificar a importância de cada conta contábil
em relação às outras contas e dentro da demonstração analisada. Quando
da realização de uma análise vertical das contas do Ativo e do Passivo de
uma determinada empresa de serviços, verificou-se o que se segue:
I. Os estoques de material de consumo representavam 15% do total do
Ativo.
II. O total de Caixa e Equivalentes de Caixa correspondia a apenas 3% do
valor total do Ativo.
III. O Ativo Circulante, desconsiderando-se os estoques, correspondia a
apenas 5% do valor total do Ativo.
IV. O Passivo Circulante totalizava 20% do total do Passivo.
V. O Patrimônio Líquido representava 25% do total do capital de terceiros.
Em relação às informações oferecidas, é correto afirmar que a Liquidez
Seca de empresa corresponde a:
a) zero.
b) 1/10.
c) 1/5.
d) 1/3.
e) 2/9.
35. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Dada uma
situação hipotética: uma Instrução Normativa, em vigor, expedida pelo
Ministério do Planejamento prevê, em seu art. 44, a exigência de Capital
Circulante Líquido (ou Capital de Giro) mínimo de 16,66%, do valor
estimado para contratação, tendo por base o balanço patrimonial e as
demonstrações contábeis do último exercício social, para a contratação de
empresas prestadoras de serviços, no âmbito do Sistema Integrado de
Administração de Serviços Gerais (SIASG).
AULA
21
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Uma empresa do setor de serviços que desejava concorrer a um
determinado certame apresentava como índice de Liquidez Corrente o
valor de 2 (dois) à data informada na Instrução Normativa citada.
Considerando que o valor do Passivo Circulante da citada empresa era
para aquela data R$ 200.000,00, é correto afirmar que esta empresa:
a) possuía um Capital de Giro de R$ 150.000,00.
b) não poderia participar de licitações com valor estimado para
contratação superior a R$ 600.000,00.
c) possuía um Ativo Circulante no valor de R$ 300.000,00.
d) não poderia participar de licitações com valor estimado global para
contratação superior a R$ 1.400.000,00.
e) possuía um Ativo Circulante no valor de R$ 350.000,00
36. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) A utilização de
"Indicadores Operacionais", resultante do acompanhamento de processos
de uma determinada instituição ou empresa, apresenta-se como forma
complementar de avaliação em relação aos indicadores puramente
financeiros, de origem contábil. Indique, entre as opções abaixo, aquela
que nãose encontra entre as principais características dos Indicadores
Operacionais.
a) São de grande relevância como ferramentas gerenciais, permitindo
oportunidades de melhoria na gestão que não seriam facilmente
visualizáveis por meio de demonstrações de natureza contábil.
b) Sua definição é grandemente beneficiada pela realização do
mapeamento de processos de maior interesse da instituição, em especial
daqueles que envolvem o relacionamento desta com partes
relacionadas exteriores.
c) Possuem natureza rígida, uma vez definidos, pois há o risco de perda
de comparabilidade com indicadores desusados.
d) Permitem a absorção de outros indicadores em utilização mesmo de
ramos de atividades diferentes, decorrentes de sua plasticidade na
adequação à realidade institucional a que se pretende vincular.
e) Não possuem limites definidos por leis e normativos, pelo que podem
ser adaptados a processos já estabelecidos, como a outros que venham a
ser criados.

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