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CONSTRUÇÃO CIVIL III PISOS EM EDIFICAÇÕES Contrapisos de regularização Contrapisos internos, executados sobre lajes ou bases de concreto armado. Finalidades: • Regularizar a base, tornando-a mais plana; • Criar desníveis entre ambientes; • Formar caimentos necessários para ralos; • Embutir instalações; • Melhorar o isolamento térmico e acústico; • Barreira estanque à água..... Embutir instalações Criar desníveis Caimento para impermeabilização Regularizar a base Contrapisos de regularização Grande variabilidade nas tecnologias de execução de contrapisos nas diversas regiões do Brasil. Variam: • Traços e consumos de cimento: • Variam de 185 a 650 kg de cimento/m3 • Argamassas utilizando ou não saibro. • Consistência da argamassa: • Argamassas secas (tipo “farofa”); • Argamassas pastosas; • Argamassas autonivelantes. Contrapisos de regularização Com argamassa “seca”: Há regiões que usualmente os contrapisos são feitos com argamassa “seca” (do tipo "farofa"), energicamente apiloada contra a base. A espessura pode variar em função do tipo de: • Contrapiso prescrito: aderido, semi-aderido ou flutuante; • Dos desníveis finais pretendidos para o piso; • Do nivelamento da laje suporte do contrapiso. Contrapisos de regularização Com argamassa “seca”: Contrapisos de regularização Com argamassa pastosa: • Maior consumo de cimento que as argamassas secas; • Melhor aderência ao substrato; • Possibilita contrapisos com menos de 2cm de espessura; • Dificuldades na execução de desníveis. Contrapisos de regularização Com argamassa pastosa: • Massa do piso com maior resistência mecânica; • Possível transporte por bombeamento; • Custo maior do material. Contrapisos de regularização Com argamassa autonivelante • Argamassa bombeável de alta fluidez; • Dispensa desempeno; Nivelamento por simples agitação; • Espessuras de 2 a 10cm. • Em desníveis é necessário o uso de barreiras e posterior arremate. Contrapisos de regularização Nivelamentos ruins da laje suporte leva a espessuras do contrapiso altas, indicando o desperdício de argamassa. Nivela-se o plano de uma laje a partir do ponto mais alto, nas regiões baixas o contrapiso será espesso. Para reduzir as perdas de material é preciso pensar na geometria do contrapiso antes de executá-lo, evitando espessuras muito elevadas. Contrapisos de regularização Espessuras de 2 a 8 cm são os limites mínimos e máximos para os contrapisos. Espessuras menores não proporcionam a resistência mecânica mínima ao contrapiso. Alturas maiores requerem enchimentos com concreto ou tijolos para minimizar a espessura do contrapiso. 2,0 cm 3,4 cm 8,0 cm Contrapisos de regularização Classificação conforme a espessuras: • Aderido: e = ± 2,0 cm • Não aderido: e = ± 3,5 cm • Flutuante: e = ± 6,0 cm Nos pisos aderidos é interessante fazer uma ponte de aderência com o substrato, através de aditivos poliméricos não emulsionáveis. Os contrapisos flutuantes usualmente necessitam de armaduras para absorver as tensões de retração. Contrapisos de regularização O projeto geométrico do contrapiso deve indicar: • Os níveis finais dos revestimentos do piso; • As camadas de fixação desses revestimentos; • O contra-piso propriamente dito e a laje. É necessário conhecer previamente a especificação dos revestimentos de piso, (cerâmicas, carpete, tábuas, ...), características que definem as espessuras exigidas de contra-piso. Contrapisos de regularização Detalhes arquitetônicos podem minimizam o espessamento do contrapiso. (ex. a existência de desníveis entre ambientes). Contrapisos de regularização Redes de instalações complementares (água, eletricidade, lógica, gás, telefone, ...) que passem pelo piso poderão provocar o espessamento do contrapiso. Cruzamento de tubulações Cruzamento de tubulações Contrapisos de regularização O projeto da estrutura deve ser pensado visando economizar no contrapiso. Avaliar o nível da laje em todos os ambientes antes de executar o contra-piso. Contrapisos de regularização Pensar em soluções para eventuais problemas detectados, por exemplo: • Eventuais "calombos" localizados (remoção ?); • Posicionamento das tubulações a serem embutidas no contrapiso; As características do contrapiso tem fundamental importância na durabilidade do revestimento nele instalado. Contrapisos de regularização A execução deve ser programada para evitar desperdício de materiais: • Cuidar do recebimento, estocagem, movimentação e dosagem do cimento e areia; • Deve haver um rígido controle de qualidade na produção do contrapiso; • Contrapisos mal aderidos ou mal compactados podem gerar necessidade de demolição e retrabalho. Contrapisos de regularização Características e propriedades que devem ser observadas em sua execução: • Aspereza - função da granulometria da areia utilizada; • Poucas Ondulações - método de desempeno e habilidade e capricho do profissional; • Resistência mecânica - materiais utilizados e de suas dosagens (traço da argamassa de cimento e areia); Contrapisos de regularização Características e propriedades que devem ser observadas em sua execução: • Capacidade de absorver as movimentações naturais da estrutura. • Quantidade de água da mistura - A água deve ser a estritamente necessária, nem mais nem menos; • Etapas de execução - a argamassa deve ser espalhada em pequenas camadas (2 a 3 cm), devidamente adensadas; Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 1. Limpeza da base. Retirar todos os restos de argamassa, entulho ou qualquer material aderido limpando completamente a base. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 2. Nivelamento. Fazer a transferência de nível com nível de mangueira ou laser, a partir do nível de referência. Nível laser Mangueira de nível Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 3. Definição dos níveis e caimentos. Marcar as alturas do contrapiso com o auxílio de uma trena e nível de mangueira ou laser. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 4. Executar as taliscas. Nestes pontos jogar uma mistura de água e adesivo e polvilhar cimento sobre a mistura. Colocar a argamassa, nivelar e colocar a talisca (um pedaço de cerâmica ou madeira). Com uma trena, conforme o projeto, conferir a altura do nível do contra-piso. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 5. Conferindo as taliscas. Com um fio esticado, conferir a altura das taliscas. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 6. Preparação da ponte de ligação contrapiso/substrato. Aplicar sobre toda a base a mistura de aditivo e água. O aditivo polimérico melhora a aderência do contrapiso com o substrato. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 6. Preparação da ponte de ligação contrapiso/substrato. Pasta de cimento com aditivo aplicada sobre o substrato para melhorar a aderência. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 7. Polvilhamento de cimento. Polvilhar cimento (0,5 kg/m2) sobre toda a base e, com o auxílio do vassourão, escovar a área. Serve para ponte de ligação contrapiso/substrato Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 8.Preenchimento do piso com argamassa. Espalhar a “farofa” do contrapiso preenchendo os intervalos entre as taliscas, espalhando a argamassa em movimentos contínuos, para não secar rápido demais. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 9.Compactação da argamassa Compactar a argamassa com um soquete de madeira. Esse processo deve ser feito até que a argamassa de contrapiso chegue no nível marcado com o fio. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 10. Definindo faixas de piso. Após compactar a argamassa, apoiando a régua de alumínio nas taliscas, definir faixas de piso. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 11. Sarrafeamento da argamassa. Sarrafear a argamassa, com movimentode vai-e-vem preenchendo os intervalos das faixas definidas pelas taliscas. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 12. Sarrafeamento da argamassa. Sarrafear a sobra até que a superfície alcance o nível das faixas em todos os lados da área do contrapiso. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 13. Preenchendo falhas. Nas falhas e pequenos buracos, colocar um pouco de argamassa e nivelar a superfície até ficar totalmente lisa. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 14. Acabamento com “cimento queimado”. Polvilhamento de cimento sobre a superfície sarrafeada previamente ao desempeno com madeira para acabamento final. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa seca: 15. Alisamento final. Desempenar a massa, alisando e dando o acabamento final no trabalho com o auxílio de uma desempenadeira de madeira (ou de alumínio, se necessário). Contrapisos de regularização Execução, com argamassa pastosa: 6. Aplicação da argamassa pastosa. Aplicar a argamassa sobre a base do piso. Rede de água quente para aquecimento. ATÉ ESTA ETAPA OS SERVIÇOS SÃO IGUAIS Contrapisos de regularização Execução, com argamassa pastosa: 7. Nivelamento da argamassa pastosa. Nivelar a argamassa com réguas seguindo os gabaritos de níveis definidos pelas taliscas. Contrapisos de regularização Execução, com argamassa pastosa: 8. Acabamento da argamassa pastosa. Fazer o acabamento superficial manualmente com rodo e madeira. Contrapisos de regularização Argamassa industrializada: (seca) Propriedades asseguradas pelo fabricante; Cuidados na obra só com a quantidade de água; Contrapisos de regularização Argamassa pré-misturada: (seca) Mistura de cimento e areia; Consumos de cimento 200 a 350 kg/m³; Menor custo por m³. Contrapiso autonivelante (industrializado) Produto industrial (qualidade controlada), em sacos ou granel. É uma argamassa bombeável de alta fluidez, para aplicação em ambientes internos. Apresenta baixíssima retração, não necessita juntas de dilatação para áreas < 60m². Espessuras de 2 a 10cm em uma única aplicação. Permite o assentamento de rev. cerâmico após 7 dias. Tempo de utilização após mistura: 30 minutos Liberação trafego em 24 horas Dispensa lixamento e desempeno Contrapiso autonivelante (industrializado) Não suporta transito de veículos . Não é viável a aplicação sobre substratos de elevada porosidade. Bombeado através de mangueira flexível de 3”. (6m³/hora) Argamassadeira conjugada com bomba Bico de aplicação Contrapiso autonivelante (industrializado) Juntas de dilatação de isopor nos encontros com as elevações Sequência da aplicação: 1. Limpar material aderido à superfície do substrato; 2. Lavar utilizando máquina de alta pressão; 3. Retirar excesso de água; 4. Executar barreiras nos vãos de porta para referência de nível e contenção do material; 5. Fixar as juntas de dilatação entre o contrapiso as elevações; Contrapiso autonivelante (industrializado) Sequência da aplicação: 6. Criar pontos de referência para o nivelamento (tripés com regulagem de altura); 7. Aplicação da argamassa com o bico do mangote, seguindo um conjunto de linhas paralelas; Plano de aplicação Tripé para nivelamento Contrapiso autonivelante (industrializado) Ferramenta para criação de ondas e barreira em porta para conter a argamassa Sequência da aplicação: 8. Com a ferramenta para criação de ondas efetuar o nivelamento final do piso. Contrapiso autonivelante (industrializado) Produtividade : +-100 m²/h (equipe 5 pessoas); Custo mão-de-obra: +-40% da MO dos pisos secos; Transporte vertical e horizontal por bombeamento; Acabamento final similar ao queimado/polido; Resistência ao arrancamento superior ao do piso seco.. Pisos em Acabamento final Ferramenta para criação de ondas Traços de argamassa de contrapiso, quantidades de cimento: Apenas camada de regularização: Argamassas com propriedades impermeabilizantes: Trabalha-se de 250 a 450 kg de cimento/m³ de argamassa. Quanto mais fina a areia, maior o consumo de cimento, em função da maior superfície específica dos grãos. (Aditivos de elastômeros, estearatos e outros hidrofugantes), Consumo de cimento será da ordem de 600 kg/m³. PISOS EM EDIFICAÇÕES (Contrapisos de regularização) PATOLOGIAS Fissuras de retração generalizada na camada superficial: Patologia muito frequente, a origem mais provável é o excesso de água na pasta de acabamento superficial. Prejudica a estanqueidade, e se não houver revestimento podem ocorrer destacamentos de placas. PISOS EM EDIFICAÇÕES (Contrapisos de regularização) PATOLOGIAS Fissuras de retração em toda a espessura do contrapiso: Problemas de aderência do contrapiso/substrato. Provável carência de compactação, excesso de cimento e água. Inutilizável até como base para revestimentos. PISOS EM EDIFICAÇÕES (Contrapisos de regularização) PATOLOGIAS Desagregação do contrapiso: Uma massa de piso com estrutura ruim, carência de compactação, carência de cimento, o contrapiso fica inutilizável. PISOS EM EDIFICAÇÕES Contrapisos de regularização FUNDAMENTAL PARA UM BOM CONTRAPISO Produção racional de um contrapiso: c. Definição da argamassa; Dosagem racional da argamassa; Consumo de cimento e traço; Tráfego; Cargas atuantes; Espessura; Tipos de pisos e acabamentos sobre o contrapiso; Necessidade de estanqueidade; PISOS EM EDIFICAÇÕES Contrapisos de regularização FUNDAMENTAL PARA UM BOM CONTRAPISO Produção racional de um contrapiso: d. Estabelecimento dos procedimentos de execução; Argamassa bem compactada; Superfície reforçada; Superfície com a aspereza adequada; Permitir aderência de revestimentos; Acabamento final não muito escorregadio; Desempenadeira de açoDesempenadeira de madeira PISOS EM EDIFICAÇÕES Contrapisos de regularização FUNDAMENTAL PARA UM BOM CONTRAPISO Produção racional de um contrapiso: e. Estabelecimento dos procedimentos de controle; Acabamentos; Arremates em desníveis e arestas; Caimentos – nível, “bolinha de gude”; Compacidade do contrapiso; Mede o diâmetro da marca Ensaio p/ verificar a compacidade do piso PISOS EM EDIFICAÇÕES Método tradicional = Uso de contrapisos: • Laje bruta + contrapiso de regularização; Lajes com pouco cuidado de nivelamento; Desnivelamentos significativos (vários cm); Necessita do contrapiso para regularização; Maior consumo de material; Aumento de serviços (+ homens hora); Aumento de cronograma; Sobrecargas não previstas. PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: Requisitos NBR 15.575/13 – Desempenho de Edifícios Critério e Nível de Pressão Sonora de impacto Padronizado Ponderado L’ nT, w , para ensaios de campo Elemento L’nT, w ,(dB) ISSO 717-2 Nível de Desempenho Laje, ou outro elemento portante, com ou sem contrapiso, sem tratamento acústico < 80 Mínimo Laje, ou outro elemento portante, com ou sem contrapiso, com tratamento acústico 55 a 65 Intermediário < 55 Superior PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: Requisitos NBR 15.575/13 – Desempenho de Edifícios Isolamento de ruído aéreo dos pisos entre unidades habitacionais: O sistema laje + contrapiso + piso de acabamento deve atenuar a passagem de som aéreo resultante de ruídos de fala, TV, conversa, música, impacto (caminhamento, queda de objetos etc.). O valor mínimo exigido pela NBR 15.575, corresponde a valores de ensaios realizados em lajes de concreto maciço, com 10 a 12 cm de espessura, sem acabamento. PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: Ensaios acústicos em lajes/pisos: Ensaios tem mostrado que lajes pouco espessas e já acabadas (laje zero) tem apresentado dificuldades em atender as exigências da NBR 15.575. PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: O sistema de atenuador auxiliar ao piso na redução da transmissão de ruídos mais utilizado consistebasicamente na colocação de um material resiliente entre a estrutura e o contrapiso. Com esta técnica é possível minimizar a espessura da laje, solução interessante em unidades habitacionais quando os vãos não muito grandes não exigem espessuras de 12 cm. O elemento resiliente deve isolar completamente o conjunto contrapiso e acabamento do assoalho, não permitindo contato com a estrutura. PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: Para atender a NBR 15575-3/13 Para atender a NBR 15575-3/13 PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: Manta de polietileno Para atender a NBR 15575-3/13 PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: Manta de polietileno Manta acústica utilizada como isolante acústico sob o contrapiso, na construção de edifícios. É uma espuma protegida por capas de filme de polietileno para evitar o puncionamento. PISOS EM EDIFICAÇÕES Isolamento acústico de pisos: Cada m² é feito com 5,8 garrafas PET de 2 litros. Manta acústica elástica de PET reciclado: Composta por fibras recicladas de garrafas PET. Para redução de ruídos, conforme a NBR 15.575. PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada: Minimiza ou elimina a necessidade do contrapiso Características: Nivelamento preciso; Planejamento executivo cuidadoso; Acabamento adequado que permita minimizar muito ou eliminar a necessidade do contrapiso; Logística precisa Concreto apropriado; Equipamento específico; Pessoal treinado. PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada: Minimiza ou elimina a necessidade do contrapiso É um método construtivo: Necessita de projeto específico; Critérios de controle bem definido; Tolerâncias de execução rigorosas; Execução com: Equipamento específico e Pessoal treinado (especializado). PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada: Minimiza ou elimina a necessidade do contrapiso Objetivos: Lajes com precisão geométrica; o Níveis; o Caimentos; Rugosidade superficial otimizada; o Conforme o acabamento posterior; Incremento da produtividade de: o Execução de vedações; o Execução de revestimentos; Redução de cargas e consumo de material. PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada: Minimiza ou elimina a necessidade do contrapiso Aulas USP PCC-2436 – Tecnologia da Construção de Edifícios II Nivelada Piso “Zero” Divide-se em dois tipos, segundo o grau de regularidade superficial: Nivelada; Nivelada e acabada (piso “Zero”); PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada - NIVELADA: Características: Executada com tolerância rigorosa de nivelamento; Minimiza a necessidade de contrapisos; Espessuras mínimas (< 2 cm). Utiliza-se contrapisos com argamassa pastosa (não a seca). PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada - NIVELADA: Características: Definição e confecção de gabaritos de níveis; Nivelamento do concreto com réguas seguindo os gabaritos de níveis; Acabamento superficial manual com rodo e madeira; (J. A. Freitas Jr) PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada – NIVELADA E ACABADA PISO “ZERO”: Características: Executada com tolerância rigorosa de nivelamento; Planicidade e rugosidade superficial que: Dispensa camadas de acabamento; Permite a aplicação direta de revestimentos; o Cerâmica, porcelanato; o Carpetes, pisos vinílicos; o Laminados de madeira; o Pinturas e revestimentos; o Lapidações. PISOS EM EDIFICAÇÕES Laje racionalizada – NIVELADA E ACABADA PISO “ZERO”: Características: Necessita de ferramentas e equipamentos específicos para acabamento superficial, conforme a necessidade; Régua vibratória