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Cosmetologia Material Teórico Responsável pelo Conteúdo: Prof.ª Dr.ª Grazielle Prado Alexandre Revisão Textual: Prof.ª Dr.ª Selma Aparecida Cesarin Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias • Mecanismos Naturais de Hidratação; • Mecanismos Cosméticos para Hidratar a Pele; • Envelhecimento Cutâneo: Aspectos Naturais e Fisiológicos, Intrínsecos e Extrínsecos; Radical Livre e Princípios Ativos no Tratamento do Envelhecimento; • Princípios Ativos para Acne; • Princípios Ativos para Estrias. • Conhecer os mecanismos de hidratação da pele e como mantê-la hidratada; • Aplicar o conhecimento dos principais princípios ativos utilizados no tratamento do envelhecimento, na acne e nas estrias, para a escolha dos produtos cosméticos. OBJETIVO DE APRENDIZADO Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias Orientações de estudo Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua formação acadêmica e atuação profissional, siga algumas recomendações básicas: Assim: Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e horário fixos como seu “momento do estudo”; Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo; No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados; Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus- são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e de aprendizagem. Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Determine um horário fixo para estudar. Aproveite as indicações de Material Complementar. Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma Não se esqueça de se alimentar e de se manter hidratado. Aproveite as Conserve seu material e local de estudos sempre organizados. Procure manter contato com seus colegas e tutores para trocar ideias! Isso amplia a aprendizagem. Seja original! Nunca plagie trabalhos. UNIDADE Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias Mecanismos Naturais de Hidratação A pele apresenta como uma de suas funções a defesa de nosso corpo contra as adversidades do meio externo, contribuindo para a manutenção da homeostasia do organismo (COSTA, 2009). A parte da pele mais afetada é o estrato córneo (localizado na camada epidér- mica), composto por corneócitos que apresentam mecanismos para tentar manter a hidratação da pele (VYUMVUHORE et al., 2013). Sabe-se que alterações na barreira cutânea podem causar variações na perda transepidérmica de água e no pH da pele. O conteúdo de água e a proteção da sua função de barreira são fatores essenciais para a saúde e para a manutenção da aparência da pele (MELLO; CAMPOS, 2016). Quando a perda de água do estrato córneo é maior que sua reposição, a pele apresenta desidratação e diminuição da elasticidade. Quando a pele fica seca e pruriginosa, é um alerta do organismo de que os elementos protetores dela não estão sendo suficientes, e ela sinaliza (REBELLO, 2009). Importante! Alguns fatores ambientais, como baixa umidade, vento e doenças de pele, são con- dições que contribuem com a desidratação da pele (VYUMVUHORE et. al., 2013). Importante! A pele hidratada apresenta suavidade ao toque, maciez e uniformidade; já a pele desidratada apresenta-se áspera, com perda da suavidade, opaca e, às vezes, descamativa (Figura 1). O comprometimento da função da barreira córnea eleva a perda de água através da pele, chamada de Transepidermal Water Loss (TWEL), o que promove liberação de citoquinas, que induz a um processo inflamatório e eczema (RIBEIRO, 2010). Figura 1 – Pele desidratada Fonte: iStock/Getty Images 8 9 Sabe-se que a ação do estrato córneo contribui para prevenir que ocorra uma evaporação descontrolada de água das camadas da pele, que é refletida pelo pa- râmetro TEWL, ou seja, quando a pele apresenta TEWL baixa é, característica de uma pele intacta e saudável; enquanto uma TEWL alta é indicativa de que a função de barreira da pele é menos eficiente (MELLO; CAMPOS, 2016). A hidratação vem de dentro para fora da pele; assim, temos mecanismos naturais de hidratação fisiológicos como os expostos a seguir. Fator natural de hidratação e lipídeos intercelulares A pele tem mecanismos que minimizam a excessiva perda de água pela produção de lipídios intracelulares e pelo fator de hidratação natural de hidratação (NMF, sigla em inglês para Natural Moisturizing Factor) (MELLO; CAMPOS, 2016). Importante! A água que está presente na epiderme não é sufi ciente para a hidratação epidérmica; sendo assim, faz-se necessária a ação de fatores para a sua retenção, que impedem a evaporação da água para o meio externo. Assim, temos duas estruturas que desempe- nham esse papel, o NMF e os lipídeos intercelulares (COSTA, 2009). Em Síntese O fator natural de hidratação e os lipídeos intercorneocitários estão presentes na camada córnea numa proporção de 30%. O NMF é formado pela degradação de proteínas intercelulares, que estão presen- tes nos grânulos de querato-hialina dos queratinócitos da camada granular associado à Ureia, à PCA-Na, ao Cálcio, ao Magnésio, ao Lactato, aos Aminoácidos etc. Os lipídeos intercelulares são originados dos queratinócitos nucleados e dispos- tos na camada córnea (Figura 2) e apresentam estruturas bipolares (com “cabeças” hidrofílicas e “caudas” hidrofóbicas) que desempenham ação no controle da per- meabilidade e o movimento intercelular da água (RIBERIO, 2010; COSTA, 2009). melanócito ep id er m e de rm e estrato córneo estrato granloso estrato espinhoso estrato basal Figura 2 – Camadas da pele Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images 9 UNIDADE Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias Canais de aquaporinas Os canais de aquaporinas são proteínas que aumentam a permeabilidade da bicamada lipídica da membrana celular à água (FERREIRA, 2014). É uma família de 12 proteínas transmembranares que formam canais de água que transportam água, sendo que a exposição excessiva ao Sol ou o envelhecimento causam sua redução; assim, sua diminuição reflete em alterações cutâneas e perda de hidratação da pele (RIBEIRO, 2010). Em 2003, Peter Agre recebeu o Prêmio Nobel de Química pela descoberta desses canais (FERREIRA, 2014).Ex pl or Manifestações clínicas da pele desidratada: • Prurido; • Queimação; • Sensação de estiramento; • Descamação; • Perda de flexibilidade; • Aspereza; • Possível vermelhidão (RIBEIRO, 2010). Mecanismos Cosméticos para Hidratar a Pele Cosméticos hidratantes visam a deixar a pele macia e suave, minimizando a desidratação e normalizando a homeostasia dela (REBELLO, 2016). Temos, assim, os seguintes mecanismos cosméticos de hidratação da pele: • Oclusão: contém componentes que formam uma barreira lipofílica, ou seja, um filme lipofílico sobre a camada córnea (Figura 3) que evita a evaporação de água da pele. Dessa forma, temos diminuição da perda de água transepidermal por um mecanismo de oclusão favorecido por óleos vegetais (óleo de abacate, de amêndoas), minerais (parafina, esqualeno, vaselina, óleo mineral) e gorduras animais(lanolina) (RIBEIRO, 2010; REBELLO, 2016). 10 11 • Umectação: retêm água na pele pela formação de um filme hidrofílico sobre a superfície, sendo que a maioria das substâncias não permeia a camada córnea devido ao seu peso molecular alto. Temos como representantes dessa ação: Gli- cerina, Ureia, Sorbitol e Propilenoglicol (RIBEIRO, 2010; REBELLO, 2016); Figura 3 – Óleo sobre a pele como forma de hidratação Fonte: iStock/Getty Images • Hidratação ativa: os ativos que conseguem permear a camada córnea e re- ter água em toda sua extensão são denominados ativos de hidratação ativa (RIBEIRO, 2010). Temos o ácido hialurônico de alto e baixo peso molecular, conforme visto na Figura 4. O ácido hialurônico de alto peso molecular fica na superfície da pele (umectação) e o de baixo peso molecular permeia a pele, promovendo hidratação mais profunda, uma hidratação ativa. Figura 4 – Ácido Hialurônico de alto e baixo peso molecular Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images 11 UNIDADE Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias Temos, também, os aminoácidos da seda, o Sulfato de condroitina, a Vitamina A, a Trehalose, o PCA-NA, Pentaglucan®, a Arginina, o NMF (Fator Natural de Hidratação) etc. (RIBEIRO, 2010; REBELLO, 2016). Escolha de Hidratantes para Biotipo de Pele A seguir, estão os produtos cosméticos para hidratação e o tipo de pele, com sugestões correlacionando veículo e hidratação pele. Quadro 1 – Sugestões correlacionando veículo e hidratação pele Pele oleosa/mista Pele seca Pele normal Hidratação Gel, sérum hidratante com fator de hidratação* Creme com óleo de abacate e germe de trigo* Creme com esqualeno*, PCA-Na* Fonte: adaptado de Rebello, 2016 *As substâncias descritas são apenas ilustrativas, para demonstrar a importância de utilizar o veículo correto ao biotipo de pele. Envelhecimento Cutâneo: Aspectos Naturais e Fisiológicos, Intrínsecos e Extrínsecos; Radical Livre e Princípios Ativos no Tratamento do Envelhecimento O envelhecimento cronológico cutâneo, ou envelhecimento intrínseco (envelhe- cimento programado pelo nosso organismo), ocorre devido à modificação do ma- terial genético e à proliferação celular, que decresce, gerando perda de elasticidade e da capacidade de regular o metabolismo; ademais, a replicação do tecido se torna menos eficiente (HIRATA et al., 2004). O envelhecimento extrínseco, ou externo, é condicionado devido a influências externas como radiação ultravioleta, cigarro, álcool etc. (STEINER; ADDOR, 2014). Oxidações químicas e enzimáticas que geram a formação de radicais livres ace- leram o envelhecimento intrínseco, gerando estresse oxidativo, cujo maior dano é a peroxidação dos ácidos graxos da camada lipídica, levando à morte celular. A pele possui seu próprio mecanismo de defesa; entretanto, a capacidade pro- tetora desse mecanismo diminui com o envelhecimento e compostos extrínsecos podem reforçar a proteção natural, como os antioxidantes, que combatem a ação danosa dos radicais livres, não deixando que ocorra dano celular à pele, visando assim, à prevenção do envelhecimento precoce cutâneo (HIRATA et. al., 2004). 12 13 Os antioxidantes neutralizam a ação danosa dos radicais livres; dentre eles, temos diversas vitaminas e minerais que têm esta função (STEINER; ADDOR, 2014). Uma vez instalados os sinais do envelhecimento (Figura 5), a Cosmetologia pre- tende melhorar a pele retardando e minimizando o aparecimento dos sinais do envelhecimento dela. Tais produtos devem conter substâncias com função antioxi- dante, hidratante, clareadora de manchas e que melhorem o metabolismo dérmico e epidérmico, com o objetivo de atenuar as rugas e as linhas de expressão (RIBEI- RO, 2010). Figura 5 – Sinais do envelhecimento na pele Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images No Quadro 2, temos os principais princípios ativos aplicados para atuar no envelhecimento da pele. Quadro 2 – Princípios ativos aplicados para atuar no envelhecimento da pele Princípio ativo Mecanismo de ação Lipossomas de Coenzima Q 10 Antioxidante Ácido alfa-lipóico Antioxidante Ácido ferúlico Antioxidante Vitamina C Antioxidante, estimula a síntese de colágeno e clareia a pele Chá-verde Antioxidante Gingko-biloba Antioxidante, estimula proliferação fibroblasto Licopeno Antioxidante Resveratrol Antioxidante Vitamina E Antioxidante Luteína Antioxidante Selênio Antioxidante Magnésio Antioxidante, hidratante e evita flacidez Retinoides Estimula produção dos fibroblastos, aumenta produção de glicosaminoglicanos e de colágeno 13 UNIDADE Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias Princípio ativo Mecanismo de ação D-pantenol (ou pró-vitamina B5) Acelera a regeneração celular Niancinamida Estimula a síntese de ceramidas, aumenta a produção de colágeno, melhora as manchas, melhora a circulação cutânea, é anti-inflamatória Betaglucan Antioxidante, reduz irritação cutânea, hidratação. Carnosina Antiglicante DMAE Aumenta o tônus da pele Fonte: adaptado de Steiner; Addor, 2014, Rebello, 2016 e Ribeiro, 2010 Fatores de Crescimento Fatores de crescimento são proteínas produzidas pelas células do nosso organis- mo, responsáveis pela “Comunicação Celular”. Atualmente, temos na Cosmiatria os Fatores de crescimento bioidênticos, que trazem inúmeros benefícios à pele. Veja a Tabela 3 (PhamaSpecial). Quadro 3 – Fatores de crescimento bioidênticos Princípio ativo Mecanismo de ação EGF (Fator de Crescimento Epidermal) Ação re-epitelizante, estimula a diferenciação de queratinócitos bFGF (Fator de Crescimento Fibroblástico Básico) Aumenta a síntese de matriz extracelular de boa qualidade, especialmente, as glicosaminoglicanas TGFß3 (Fator de Crescimento Transformador) Estímulo da produção de matriz extracelular IGF (Fator de Crescimento Insulínico) Acelera a remodelação do tecido na formação de tecido de granulação saudável, preventivo de queloides TGP-2 PEPTÍDEO® Despigmentante potente, considerado despigmentante bioidêntico Fonte: adaptado de PhamaSpecial Princípios Ativos para Acne A acne (Figura 6) é uma disfunção es- tética de alta prevalência, especialmente, em adolescentes e adultos jovens, acome- te homens e mulheres, mas, geralmente, os homens são afetados pelas formas mais graves. Ocorre devido a uma alteração na unidade pilossebácea, na qual temos um excesso de produção de sebo, com hiper- queratinização da pele e proliferação do Propioni bacterium acnes (BRENNER et al., 2006; RIBEIRO, 2010). Figura 6 – Sinais da acne na pele Fonte: iStock/Getty Images 14 15 Os princípios ativos aplicados ao tratamento da acne estão expostos no Quadro 4. Quadro 4 – Princípios ativos aplicados ao tratamento da acne Princípio ativo Mecanismo de ação Peróxido de benzoíla Queratolítico e antibacteriano Ácido salicílico Queratolítico Enxofre Queratolítico Calêndula Antibacteriana, anti-inflamatória e antioxidante Óleo de melalêuca Antibacteriana, anti-inflamatória Alfa-bisabolol Cicatrizante, anti-inflamatória Aloe vera Cicatrizante, anti-inflamatória Niancinamida Estimula síntese de ceramidas, aumenta a produção de colágeno, melhora as manchas, melhora a circulação cutânea, é anti-inflamatória, reduz oleosidade. Zinco Antibacteriana, anti-inflamatória, reduz oleosidade. Vitamina B6 Reduz oleosidade Ácido glicirrízico Anti-inflamatório Azuleno Anti-inflamatório Hamamelis Anti-inflamatório Gluconolactona Anti-inflamatório Fonte: adaptado de Rebello, 2016, Ribeiro, 2010 e Costa, 2012 Princípios Ativos para Estrias Estrias são definidas como alterações cutâneas (Figura 7) que acometem tanto homens, quanto mulheres (sendo mais frequentes em mulheres). Ocorrem devido a uma alteração na derme, por causa de uma distensão da pele, além dos limites de sua capacidade, no lugar em que as fibras de colágeno e elastina se desarranjam e no qual houve o rompimento; assim, uma alteração perceptível na pele. Inicialmente, são avermelhadase, com a evolução, tornam-se esbranquiçadas (RIBEIRO, 2010; MOREIRA; GIUSTI, 2013). Figura 7 – Pele com estrias Fonte: iStock/Getty Images 15 UNIDADE Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias Os ativos aplicados ao tratamento das estrias visam a estimular a produção de colágeno e de componentes da matriz extracelular na derme, além de prevenir a formação de novas estrias (COSTA, 2012). Na Quadro 5, vemos os princípios ativos aplicado a estrias. Quadro 5 – Princípios ativos aplicado a estrias Princípio ativo Mecanismo de ação Aloe vera Cicatrizante, anti-inflamatória Bromelina Esfoliação, renovação celular Centelha asiática Estímulo à atividade do fibroblasto, com aumento do colágeno Óleo de amêndoas doces, óleo de oliva, óleo de abacate, óleo de rosa mosqueta, óleo de buriti Recuperação e manutenção da hidratação, visando à recuperação e à manutenção da hidratação Ureia Recuperação e manutenção da hidratação, visando à recuperação e à manutenção da hidratação Ceramidas Recuperação e manutenção da hidratação, visando à recuperação e à manutenção da hidratação Hidrolisado de proteínas Recuperação e manutenção da hidratação, visando à recuperação e à manutenção da hidratação Ácido hialurônico Recuperação e manutenção da hidratação, visando à recuperação e à manutenção da hidratação Ácido glicólico Melhora da textura da pele D-pantenol (ou pró-vitamina B5) Acelera a regeneração celular Extrato de papaína Esfoliante, anti-inflamatório Extrato de trigo Antioxidante, age na re-epitelização cutânea e ativa a síntese dos fibroblastos Panax ginseng Aumenta a circulação; cicatrizante Vitamina C Estimula a produção de colágeno Retinoides Estimula a produção dos fibroblastos, aumenta a produção de glicosaminoglicanos e de colágeno Fonte: adaptado de Rebello, 2016, Ribeiro, 2010 e Costa, 2012 16 17 Material Complementar Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Livros Revista de Ciência Elementar FERREIRA, S. Aquaporinas. Revista de Ciência Elementar, Portugal, v. 2, n. 2, p. 1-2, 2014; Guia de Produtos Cosméticos REBELLO, T. F. S. Guia de produtos cosméticos. São Paulo: SENAC, 2016; Cosmetics&Toiletries MELO, M. O.; CAMPOS, P. M. B. G. M. Função de Barreira da Pele e pH Cutâneo, Cosmetics&Toiletries, Ribeirão Preto, v. 28, mai-jun, p. 34-38, 2016; Envelhecimento Cutâneo STEINER, D.; ADDOR, F. Envelhecimento cutâneo. Rio de Janeiro: AC Farmacêu- tica, 2014. 17 UNIDADE Mecanismo de Hidratação da Pele e Princípios Ativos no Envelhecimento, na Acne e nas Estrias Referências BRENNER, F. M. et al. Acne: Um tratamento para cada paciente, Rev. Ciênc. Méd., Campinas, v. 15, n. 3, p. 257-266, 2006. COSTA, A. Hidratação cutânea, RBM, São Paulo, n. 9, v. 66, p. 15-21, abr. 2009. COSTA, A. D. Tratado internacional de cosmecêuticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. FERREIRA, S. Aquaporinas, Revista de Ciência Elementar, Portugal, v. 2, n. 2, p. 1-2, 2014. HIRATA, L. L; SATO, M. E. O; SANTOS, C. A. M. Radicais Livres e o Envelhecimento Cutâneo, Acta Farm. Bonaerense; Paraná, v. 23, n 3, p. 418-426,2004. MELO, M. O.; CAMPOS, P. M. B. G. M. Função de Barreira da Pele e pH Cutâneo, Cosmetics&Toiletries, Ribeirão Preto, v. 28, maio-jun., p. 34-8, 2016. MOREIRA, J. A. R; GIUST, H. H. K. D. A Fisioterapia Dermato-funcional no tratamento de estrias: Revisão Da Literatura, Revista Científica da UNIARARAS, Araras, v. 1, n. 2, p. 22-32, 2013. PHARMASPECIAL. Fatores de Crescimento e Peptídeos Bioidênticos® – Terapia Combinada. Informe técnico. Disponível em: <http://www.pharmaspecial.com. br/media/produtos/95_lit_fatores_de_crescimento_e_peptideos_bioidenticos_-_ terapia_combinada_com_protocolos.pdf>. Acesso em: 19 ago. 2018. REBELLO, T. F. S. Guia de produtos cosméticos. São Paulo: SENAC, 2016. RIBEIRO, C.; FERRARI, M. Cosmetologia aplicada à dermoestética. São Paulo: Pharmabooks, 2010. STEINER, D.; ADDOR, F. Envelhecimento cutâneo. Rio de Janeiro: AC Farmacêutica, 2014. STEINER, D. et al. Tratamento do melasma: uma revisão sistemática. Surgical & Cosmetic Dermatology, São Paulo, v. 1, n. 2, p.87-94, 2009. VYUMVUHORE R. A. et al. Vibrational spectroscopy coupled to classical least square analysis, a new approach for determination of skin moisturizing agents’ mechanisms, Skin Research and Technology, v. 20, n. 3, p. 282-292, 2013. 18