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HISTÓRIA DA ÁFRICA PRÉ-COLONIZAÇÃO Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0511_EX_A1_201802434411_V1 19/08/2019 Aluno(a): 2019.3 EAD Disciplina: CEL0511 - HISTÓRIA DA ÁFRICA PRÉ-COLONIZAÇÃO 1a Questão Leia o fragmento abaixo: A colonização tem difundido a civilização em países de uma evolução atrasada, tem subtraído muitas regiões à violência e à anarquia [...]; tem aumentado o bem-estar individual com novos produtos, que se tomaram de consumo corrente, dando lugar à criação de novas indústrias e a um grande desenvolvimento. Mello e Castro, José de Sousa H. (1919), Administração colonial. Coimbra: Minerva Central. A partir desse fragmento podemos relacionar a visão eurocêntrica sobre a África com o objetivo de modernizar a economia africana para resolver os graves problemas sociais geradas pela sua cultura atrasada pela industrialização. o reconhecimento que a civilização europeia trouxe para o continente africano anarquia e violência e a indústria traria paz e riquezas. a proposta de civilização de uma região atrasada, vista como se fosse uma única unidade e que o desenvolvimento do capitalismo poderia resolver o atraso africano. a ideia de laços de solidariedade a um continente empobrecido. a resposta aos movimentos de anarquia na África a partir de movimentos pacificadores europeus Respondido em 19/08/2019 20:15:34 Explicação: O texto tem um olhar eurocêntrico, analisa a África como um todo homgêneo, sem respeitar as diversidades. Além disso, há uma associação entre civilização e comércio ou desenvolvimento do capitalismo. 2a Questão ¿Eu tinha 19 anos. Minha colega de quarto americana ficou chocada comigo. Ela perguntou onde eu tinha aprendido a falar inglês tão bem e ficou confusa quando eu disse que, por acaso, a Nigéria tinha o inglês como sua língua oficial¿. ADICHIE, C. Os Perigos de uma História Única. A reação mencionada no texto esconde uma característica presente no imaginário do senso comum sobre a África. Sobre isto, assinale a alternativa correta. A confusão da colega de quarto, mencionada no texto, está ligada à valorização da multiplicidade de línguas nativas no continente africano. A reação da amiga americana é reflexo de uma visão nacionalista de que sua língua deveria ser restrita aos países anglófilos. A citação é expressiva dos perigos de uma história única, neste caso, daquela que os africanos contaram sobre si mesmos. A confusão relatada no texto refere-se à dificuldade em entender a adoção do inglês como língua oficial em um continente marcado por lutas fratricidas e guerras civis. O texto representa, de forma anedótica, o senso comum estereotipado acerca do continente africano. Respondido em 19/08/2019 20:17:39 3a Questão Sobre a diversidade do continente africano, assinale a alternativa incorreta: Entre os africanos a organização social e econômica girava em torno de vínculos de parentesco em famílias pequenas, uma vez que não tinham o hábito de geração de descendentes, devido a um rígido controle de natalidade. Essa diversidade, ao contrário do que se pensa comumente, não passou despercebida pelos colonizadores europeus do século XV. A percepção dos "modos de vida bem distintos dos seus" foi clara aos europeus logo no primeiro contato. O vínculo parental era a base da divisão social africana, como bem perceberam diferentes antropólogos que por lá pesquisaram entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Por meio dos aspectos linguísticos, étnicos e historiográficos, percebemos a diversidade extrema do continente africano, e concluímos que a partilha estabelecida pela Conferência de Berlim tratou-se de uma divisão arbitrária e imposta a uma população paulatinamente forçada a imaginar comunidades e criar identidades nacionais para uma realidade completamente desconexa da organização estatal europeia. A preservação da memória e a coabitação de diferentes povos em um mesmo território eram outras características fundadoras daquela complexa sociedade, que fazia conviver impérios poderosos, reinos consolidados e pequenas aldeias, nas quais a lei era a linhagem Respondido em 19/08/2019 20:18:07 Explicação: Entre os africanos a organização social e econômica girava em torno de vínculos de parentesco em famílias extensas, da coabitação de vários povos num mesmo território, da exploração tributária de um povo por outro 4a Questão Quando falamos de tradição em relação à história africana, referimo-nos à uma tradição tal que nenhuma tentativa de penetrar a história e o espírito dos povos africanos terá validade a menos que se apóie nessa herança de conhecimentos de toda espécie, pacientemente transmitidos de boca a ouvido, de mestre a discípulo, ao longo dos séculos. Esse trecho se refere à: História oral. Pesquisa arqueológica. Pesquisa sociológica. História escrita. Pesquisa antropológica. Respondido em 19/08/2019 20:18:49 Explicação: A resposta certa é a da letra a, ou seja, a História Oral, como pode ser verificado no texto em pdf disponível na tela 16 da aula 1. 5a Questão Com relação ao desconhecimento sobre a História da África, leia, com atenção, as afirmativas abaixo: I. Um dos grandes problemas encontrados pelos historiadores ocidentais para estudar a história da África devia-se ao fato de que a maior parte das sociedades do continente serem ágrafas, ou seja, elas não haviam desenvolvido a escrita. II. As sociedades africanas - bem como em outras regiões do mundo como partes da Ásia, América e Oceania, embora não houvessem desenvolvido a escrita e, portanto, não tivessem feito registros do seu passado, foram consideradas sociedades com história. III. Os primeiros historiadores do continente africano foram os Antropólogos, Arqueólogos e Lingüistas. Com o intuito de estudar manifestações culturais, vestígios materiais e a imensa pluralidade de línguas faladas na África, esses profissionais conseguiram resgatar muitos fatos e costumes dos povos africanos, chegando a estudar sociedades milenares. IV. Devido ao fato das sociedades do continente africanas serem ágrafas, só conhecemos a História da África a partir da segunda metade do século XX tendo ficado a história anterior a esse período perdida para sempre. Assinale, abaixo, a opção correspondente às afirmativas corretas. As afirmativas I, II e III estão corretas. As afirmativas I e III estão corretas. As afirmativas I, III e IV estão corretas. As afirmativas II, III e IV estão corretas. As afirmativas II e IV estão corretas. Respondido em 19/08/2019 20:20:13 Explicação: A resposta correta é a da opção e, isto é, as afirmativas I e III estão corretas, como pode ser confirmado na tela 13 da aula online 1. A afirmativa II não é verdadeira porque, como pode ser verificado na tela 13, até meados do século XX, os povos que viveram na África - bem como em outras regiões do mundo como partes da Ásia, América e Oceania - eram considerados desprovidos de história, porque não haviam feito registros escritos de seu passado. E, com relação à afirmativa IV, não é verdade que só conheçamos a História da África a partir da segunda metade do século XX e que a história anterior tenha sido perdida. Como pode ser verificado no texto da 13 da aula online 1, os primeiros historiadores do continente africano foram os antropólogos, arqueólogos e lingüistas (...) que conseguiram resgatar muitos fatos e costumes dos povos africanos, chegando a estudar sociedades milenares. 6a Questão Com relação aos estereótipos sobre o continente africano e às historias do personagem Tarzan, leia, com atenção, as afirmativas abaixo: I. Por diversas razões, a África de Tarzan continua presente até os dias de hoje. Um exemplodisso é o fato de muitas crianças em idade escolar avançada (e por vezes até adultos) não saberem precisar se a África é um país ou um continente. II. Os tempos da África de Tarzan ficaram definitivamente para trás. Hoje, é do conhecimento de todos que a África é um continente diversificado, com várias culturas e sociedades diferenciadas. III. Ainda que a África possua florestas densas e seja habitada por leões, macacos e elefantes, caracterizá-la unicamente como uma grande selva seria um erro ao mesmo tempo geográfico e histórico. Assinale, abaixo, a opção que contém as afirmativas corretas. As afirmativas I e II estão corretas. As afirmativas I e III estão corretas. Somente a afirmativa II está correta. As afirmativas II e III estão corretas. As afirmativas I, II e III estão corretas. Respondido em 19/08/2019 20:21:40 Explicação: A resposta correta é a opção c, isto é, as afirmativas I e III estão corretas. A afirmativa II não está correta porque, na verdade, a África de Tarzan continua presente nos dias de hoje, como nos ensina a afirmativa I. Ver telas 7 e 8 da aula online 1. 7a Questão Os berberes eram tribos nativas que viviam espalhadas por toda a África do Norte. Segundo o cronista muçulmano Ibn Khaldun (c. 1332-1395), os berberes eram quase totalmente nômades: ...gentes que vivem em tendas e que viajam no lombo do camelo, e se instalam nas alturas das montanhas (...) No deserto, a maioria da população mantém suas genealogias, porque, de todos os laços que servem para vincular um povo, o de sangue é o mais próximo e de maior força (...) Os povos que experimentam a influência desse sentimento preferem sempre a vida do deserto à das cidades... (IBN JALDÚN, 1997: 633). Acesso em: 15/05/2019. Sobre o trecho escrito pelo cronista islâmico, é CORRETO afirmar que: é uma fonte secundária, pois o que deve prevalecer nas pesquisas sobre a África são as fontes orais. é um texto que discrimina o povo berbere por se vincularem ao parentesco por sangue e preferirem o deserto à cidade. é uma fonte descritiva sem o uso de uma metodologia para explicar o povo citado. é um texto etnocêntrico. é uma fonte sem validade pois não foi feito por um africano. Respondido em 19/08/2019 20:23:21 Explicação: As fontes sobre a África de origem árabe não tinham como característica alguma metodologia de história, mas eram relatos ouvidos por terceiros, descrições de viajantes; não havia um papel de confronto com a relaidade local, o que não invalida a sua importância para a reconstituição de organizações e práticas sociais, mas elas, sozinhas, não podem responder por esse passado. 8a Questão O ensino de África deve partir de algumas baser importantes como: demonstrar que somos todos africanos e lá é o berço da humnaidade que a Africa é um grande e poderoso continente maltratado pela história que os Áfricanos e todos os negros são iguais e precisam se unir. que precisamos devolver a África para história, começando por afirmar que não existe uma ÁFrica. que a África era um continente bucólico, em que o homem vivia em seu estado natural até a chegada dos homens brancos Respondido em 19/08/2019 20:24:16 1a Questão O ensino de África deve partir de algumas baser importantes como: que a Africa é um grande e poderoso continente maltratado pela história que precisamos devolver a África para história, começando por afirmar que não existe uma ÁFrica. demonstrar que somos todos africanos e lá é o berço da humnaidade que os Áfricanos e todos os negros são iguais e precisam se unir. que a África era um continente bucólico, em que o homem vivia em seu estado natural até a chegada dos homens brancos Respondido em 12/11/2019 19:51:35 Gabarito Coment. 2a Questão A África possui uma característica natural que faz com que ela seja chamada "continente espelho". essa característica é: Além das florestas características da zona equatorial, seus outros cinco tipos de vegetação. A relação entre as diferentes vegetações com os diferentes climas, que cortam o continente de forma horizontal, ordenados a partir da linha do Equador. A aparência da água de seus rios e mares, muito cristalina. O tipo de solo, especialmente o do Deserto do Saara que reflete a luz solar provocando uma claridade muito grande durante o dia. O formato do continente que se espelha ao formato da América do Sul Respondido em 12/11/2019 19:52:00 3a Questão Vimos que, para reconstituir a História das sociedades africanas que não utilizaram a escrita, alguns profissionais, que não os historiadores, estudaram as manifestações culturais, os vestígios materiais e a imensa pluralidade de línguas faladas na África, conseguindo resgatar muitos fatos e costumes dos povos africanos, chegando a estudar sociedades milenares. Assinale, abaixo, três desses profissionais que contribuíram para esses estudos. Psicólogos, Arqueólogos e Lingüistas. Psicólogos, Pedagogos e Antropólogos. Sociólogos, Arqueólogos e Psicólogos. Antropólogos, Lingüistas e Pedagogos. Antropólogos, Arqueólogos e Lingüistas. Respondido em 12/11/2019 19:52:17 Explicação: A resposta certa é a da letra b, como pode ser verificado na 13 da aula online 1. 4a Questão No princípio, era o principal componente da cultura regional popular entre os brasileiros de origem africana, mas logo o Samba de Roda foi adotado pelos migrantes procedentes do Rio de Janeiro e influenciou a evolução do samba urbano, que se converteu em símbolo da identidade nacional brasileira no século XX. (...) Uma das características desse samba é que os participantes se reúnem em um círculo chamado roda. Geralmente, apenas as mulheres dançam. Uma por uma, elas vão se colocando no centro do círculo formado pelos outros dançarinos, que cantam e batem palmas ao seu redor. Essa coreografia frequentemente improvisada se baseia nos movimentos dos pés, das pernas e dos quadris. Um dos movimentos mais característicos é a famosa umbigada (movimento de umbigo), de origem banto, pelo qual a dançarina convida quem vai sucedê-la no centro do círculo. Existem outros detalhes específicos, como canções típicas, o passo de dança chamado miudinho, a utilização de instrumentos raspados e a viola machete, um tipo de viola pequena, originária de Portugal, e canções. http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/culture/world-heritage/intangible-cultural-heritage-list-brazil/samba-de-roda-do-reconcavo-baiano/ A partir das informações acima acerca dessa manifestação cultural, marque a alternativa correta. Esse é um exemplo de que não se pode falar de uma cultura pura, original, pois as práticas sociais são consequências das mais diversas interações e assimilações de povos, algo muito comum na África pré-colonial. Essa manifestação cultural não tem identidade africana pois é uma representação criada por escravos no Brasil, sem conexões com as práticas culturais do continente africano. Não há como falar de cultura de origem africana, como na referência à cultura dos bantos porque não há registro escrito que aponte se tal prática realmente existia entre os bantos. A prática cultural não pode ser identificada como de origem africana porque inclui elementos da cultura europeia, do grupo étnico que participou da dominação de negros para escravidão. O samba de roda no Recôncavo baiano não tem a sua importância como fonte histórica ou manifestação cultural por ser uma imitação de algo que já existia entre escravos e seus descendentes no Rio de Janeiro. Respondido em 12/11/2019 19:52:25 Explicação: A questão aborda o tema da cultura como um elemento que nos permite a dialogar com fontes históricas. O processo cultural é híbrido, sendo o africano um dos mais miscigenadosque temos. O ponto a ser destacado é que muito mais que "choque" de culturas, prevalece o de interação e assimilação culural, como práticas de matriz africana no Brasil resgatarem elementos originais da África. 5a Questão Por que sabemos tão pouco sobre a história da África? Segundo o antropólogo Kabengele Munanga, as razões são: Inexistência de historiadores na áfrica interessados em produzir e divulgar a história africana Falta efetiva de história e cultura no continente africano Falta de fontes para se estudar a história da África Ausência de interesse por parte dos africanos em divulgar sua história Preconceitos, ignorância e uma questão ideológica ligada ao interesse colonizador. Respondido em 12/11/2019 19:52:46 6a Questão O termo África Branca pode ser considerado: como uma boa forma de diferenciar a áfrica negra e islâmica equivocada pois apesar de islâmicas os grupos eram morenos, não brancos. equivocada pois o norte da África é negro e o sul é branco um dado aceito pela historiografia pois isola a África em duas partes equivocado, pois dá uma noção de unidades que não existem Respondido em 12/11/2019 19:52:55 Gabarito Coment. 7a Questão O filme "Tarzan", baseado no livro de mesmo nome escrito por Edgar Rice Burroughs, em 1912, contribui para a construção e difusão de uma imagem sobre o continente africano. Qual? A África das guerras A África Negra A África dos contrastes sociais. A África decadente A África Selvagem Respondido em 12/11/2019 19:53:12 8a Questão Quando falamos de tradição em relação à história africana, referimo-nos à uma tradição tal que nenhuma tentativa de penetrar a história e o espírito dos povos africanos terá validade a menos que se apóie nessa herança de conhecimentos de toda espécie, pacientemente transmitidos de boca a ouvido, de mestre a discípulo, ao longo dos séculos. Esse trecho se refere à: Pesquisa arqueológica. História escrita. Pesquisa antropológica. Pesquisa sociológica. História oral. Respondido em 12/11/2019 19:53:33 Explicação: A resposta certa é a da letra a, ou seja, a História Oral, como pode ser verificado no texto em pdf disponível na tela 16 da aula 1. 1a Questão QUAL FATOR GEOGRÁFICO POSSIBILITOU O DESENVOLVIMENTO DA CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA NA ANTIGUIDADE? A PRESENÇA DO DESERTO DO SAARA QUE FAVORECEU O ESTABELECIMENTO DE ALDEIAS NA REGIÃO. O CLIMA SUBTROPICAL E O ALTO ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO (ÍNDICE DE CHUVAS) O TERRITÓRIO EGÍPCIO, FAVORECENDO A AGRICULTURA NA REGIÃO. A EXISTÊNCIA DE UMA DENSA FLORESTA TROPICAL NO NORDESTE DO CONTINENTE AFRICANO. A EXISTÊNCIA DO RIO NILO QUE POSSIBILITOU A PRÁTICA DA AGRICULTURA EM SUAS MARGENS, A PESCA E O USO DE SUAS ÁGUAS PARA DIVERSAS FINALIDADES. A EXISTÊNCIA DE CIDADES QUE JÁ APRESENTAVAM UM CERTO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, FACILITANDO O CONTROLE DE DETERMINADOS FENÔMENOS DA NATUREZA. Respondido em 19/08/2019 20:26:50 2a Questão A respeito da organização econômica e social do Egito Antigo foi estabelecido de forma convencional o uso do conceito de modo de produção asiático, que, a despeito do Egito ser africano, foi considerado para a análise dessa sociedade. A respeito desse modo de produção, pode-se afirmar que a mão de obra mais comum era a de escravos, geralmente obtidos por compras em caravanas do deserto, como no caso dos hebreus. o líder era escolhido por um conselho de anciãos e ficava responsável pelo comércio marítimo, base da economia egípcia. as terras eram do Estado e a base da mão de obra era servil, formada por camponeses. que as terras pertenciam aos nomarcas e o comércio e a pecuária eram o sustento do Império. as terras eram dos nobres que usavam a mão de obra camponesa para construir seus palácios e templos. Respondido em 19/08/2019 20:28:29 Explicação: As terras do Egito eram do Estado, não havia a noção de propriedade privada. As grandes obras públicas usavam como mão de obra os camponeses, que por servidão coletiva, trabalhavam para o Estado na época das cheias do Nilo em troca do uso das terras estatais. 3a Questão Sobre o papel dos escribas no Egito Antigo, é possível afirmar: Os escribas dominavam o alfabeto persa. Para se tornar um escriba, bastava nascer em uma família nobre. Eram os responsáveis pelos cultos religiosos do Reino Por saberem ler e escrever, detinham o poder político nas cidades do Reino. Graças ao seu trabalho, hoje conhecemos um pouco da História do Egito. Respondido em 19/08/2019 20:28:48 Gabarito Coment. 4a Questão A principal atividade econômica do reino Kush era: Artesanato Criação de animais Agricultura Comércio Mineração Respondido em 19/08/2019 20:29:08 5a Questão Napata foi uma cidade, na margem oeste do rio Nilo, cerca de 400 km ao norte de Cartum, capital do atual Sudão. Sobre a civilização Núbia, marque a resposta INCORRETA: Os núbios nunca se relacionaram com a civilização egípcia, preferindo negociar com os he-breus e assírios. Em 750 a.C, Napata foi uma cidade desenvolvida, enquanto o Egito ainda estava sofrendo de instabilidade política. O Rei Kashta atacou o Alto Egito. Sua política foi seguida por seus suces-sores Piye e Shabaka (721-707 aC), que finalmente trouxe todo o Vale do Nilo para o controle cushita no segundo ano do seu reinado. Shabaka também lançou uma política de construção de monumentos, no Egito e Núbia. Em geral, os reis de Kush governaram o Alto Egito durante cerca de um século e todo o Egito por cerca de 57 anos; Em 1075 a.C, o Sumo Sacerdote de Amon em Tebas, capital do antigo Egito, tornou-se pode-roso o suficiente para limitar o poder do faraó somente sobre o Alto Egito. Este foi o início do Terceiro Período Intermediário (1075 a.C-664 a.C). A fragmentação do poder no Egito permitiu que os núbios recuperassem a autonomia. Eles fundaramum novo reino, Kush, centrado em Napata; Napata começou atingindo seu auge após Tantamani ter voltado da guerra contra os assí-rios. Sua economia era essencialmente baseada no ouro. O Egito era um aliado econômico importante. Em 660 aC, os Nubios começaram a explorar ouro, inaugurando o a Idade do Ferro Africana; Desde época das dinastias, os egípcios tinham sido interessados na Núbia, uma região muito rica em ouro. Os egípcios logo controlaram o comércio, de modo que o Egito se tornou uma potência imperialista na Núbia; Respondido em 19/08/2019 20:32:07 6a Questão "O Egito é uma dádiva do Nilo". Durantes séculos essa frase do grego Heródoto serviu como síntese para explicar a grandeza e opulência do primeiro grande império centralizado no mundo. Porém, no segunda metade do século passado os egiptólogos discordavam da relação de causa e efeito provocada pela frase. Isso deve-se ao problema de Heródoto não ter conhecido as terras mais ao sul do Egito, o Sudão, aonde encontraria povos mais adiantados quanto á centralização e obras púlbicas, independente de terem acesso ao Nilo. ao fato do Egito ter se formado a partir da expansão do império romano pelo Mediterrâneo; sendo assim, o Nilo só servia para a agricultura e uso da água para beber. à omissão de Heródoto quanto à importância do rio Níger para o comércio transaariano que os egípcios faziam com os povos ocidentais da África. ao fato que colocar o Egito como protagonista o viajante grego acabou por ocultar as obras e grandiosidades de povos como os dos Impérios de Gana, Mali e Songhai, também banhados pelo Nilo. ao fato do etnocentrismo de Heródoto não dar crédito que o povo egípcio conseguiudominar o Nilo, suas enchentes, suas estiagens, com obras que requeriam grande planejamento e que fizeram do Egito um império que fosse mais vistoso que o mundo helênico. Respondido em 19/08/2019 20:33:39 Explicação: A construção da frase de Heródoto acaba por dar ao Nilo um protagonismo para a constituição da grande civilização que foi o Egito Antigo. Porém, o Nilo não era só uma dádiva, um presente. Ele ao encher destruía habitações, pastos, moradia e matava pessoas. Os egípcios de forma paciente e com o uso de mecanismos racionais de observação e experimentação o domaram como se domaria um animal selvagem. Esse domínio proporcionou uma otimização do Nilo para as demandas egípcias, como armazenamento de água, fonte para a agricultura e uso de transportes. 7a Questão O Reino de Kush foi um dos mais promissores da África Antiga, tendo dominado o Egito em períodos importantes além de ser uma saída estratégica para o Oceano índico, ainda que com grandes disputas. Estamos nos referindo aos: Nagôs Songai Núbios Zimbábue Ganeses Respondido em 19/08/2019 20:29:40 8a Questão Sobre a sociedade egípcia antiga, é possível afirmar: I. O soberano do Egito era o faraó, uma espécie de Deus na terra. II. Os nobres cuidavam de assuntos administrativos, tributários e religiosos menores. III. Os soldados eram figuras importantes na história do Egito graças à interferência nos assuntos políticos e religiosos. IV. A principal força do Egito eram seus trabalhadores, escribas, artesãos, comerciantes e agricultores. AS afirmativas II e III estão corretas. AS afirmativas III e IV estão corretas As afirmativas I e IV estão corretas. As afirmativas I e III estão corretas. As afirmativas I e II estão corretas Respondido em 19/08/2019 20:34:08 1a Questão QUAL FATOR GEOGRÁFICO POSSIBILITOU O DESENVOLVIMENTO DA CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA NA ANTIGUIDADE? A PRESENÇA DO DESERTO DO SAARA QUE FAVORECEU O ESTABELECIMENTO DE ALDEIAS NA REGIÃO. A EXISTÊNCIA DE CIDADES QUE JÁ APRESENTAVAM UM CERTO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, FACILITANDO O CONTROLE DE DETERMINADOS FENÔMENOS DA NATUREZA. A EXISTÊNCIA DE UMA DENSA FLORESTA TROPICAL NO NORDESTE DO CONTINENTE AFRICANO. A EXISTÊNCIA DO RIO NILO QUE POSSIBILITOU A PRÁTICA DA AGRICULTURA EM SUAS MARGENS, A PESCA E O USO DE SUAS ÁGUAS PARA DIVERSAS FINALIDADES. O CLIMA SUBTROPICAL E O ALTO ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO (ÍNDICE DE CHUVAS) O TERRITÓRIO EGÍPCIO, FAVORECENDO A AGRICULTURA NA REGIÃO. Respondido em 12/11/2019 19:46:19 2a Questão Sobre a sociedade egípcia antiga, é possível afirmar: I. O soberano do Egito era o faraó, uma espécie de Deus na terra. II. Os nobres cuidavam de assuntos administrativos, tributários e religiosos menores. III. Os soldados eram figuras importantes na história do Egito graças à interferência nos assuntos políticos e religiosos. IV. A principal força do Egito eram seus trabalhadores, escribas, artesãos, comerciantes e agricultores. As afirmativas I e IV estão corretas. AS afirmativas II e III estão corretas. AS afirmativas III e IV estão corretas As afirmativas I e II estão corretas As afirmativas I e III estão corretas. Respondido em 12/11/2019 19:46:24 3a Questão O Reino da Núbia era uma região que compreendia parte de territórios dos atuais Sudão, Sudão do Sul, Etiópia e Egito e que teria sido ocupada por volta de 7000 AEC. Seu povo se estendia das margens do Nilo até o lago de Chade, na savana africana. Em tempos de paz, havia uma troca de mercadorias com o Egito. Enquanto esse fornecia cobre e pedras lapidadas, os sudaneses davam penas de aves, peles de animais, ovos, ouro, marfim, sendo que algumas dessas mercadorias vinham da África Subsaariana. A partir dessas informações e dos seus estudos, escolha a opção CORRETA sobre o Reino da Núbia. O Reino da Núbia era vizinho do Egito com quem vivia constantes guerras a ponto de ter sido destruído e dizimado pelos faraós. O Reino da Núbia tinha como predomínio de atividade econômica o uso de lapidação de pedras e o manejo de metais preciosos. O Reino da Núbia se destacava pelo seus métodos de aperfeiçoamento do uso do ferro. Através do comércio transaariano, o Reino da Núbia trazia informações sobre os povos da África subsaariana, com quem tinham relações comerciais. O Reino da Núbia teve um grande desenvolvimento econômico a partir do século XV pela relação que teve com os europeus no comércio de escravos pelo Oceano Atlântico. Respondido em 12/11/2019 19:46:30 Explicação: Um ponto que a Núbia foi importante para a história e para a geografia: graças às trocas comerciais e aos relatos dos núbios, viajantes, militares e comerciantes de origens diversas como persas, gregos e romanos souberam que existiam vários povos para além do Saara. A Núbia colocou a África Subsaariana ¿no mapa¿, ao menos, no mapa imaginário de povos não-africanos. 4a Questão Sobre o papel dos escribas no Egito Antigo, é possível afirmar: Por saberem ler e escrever, detinham o poder político nas cidades do Reino. Para se tornar um escriba, bastava nascer em uma família nobre. Graças ao seu trabalho, hoje conhecemos um pouco da História do Egito. Os escribas dominavam o alfabeto persa. Eram os responsáveis pelos cultos religiosos do Reino Respondido em 12/11/2019 19:46:35 Gabarito Coment. 5a Questão A principal atividade econômica do reino Kush era: Artesanato Criação de animais Agricultura Mineração Comércio Respondido em 12/11/2019 19:46:39 6a Questão O reino de Kush ou Cuxe foi um reino estabelecido em um trecho do Rio Nilo aonde hoje se situa o Sudão. O reino cuxita conseguiu sua proeminência a partir de uma determinada conjuntura ocorrida com seu vizinho, o Egito. Escolha a opção que sintetize a origem da ascensão do reino de Cuxe. Os assírios invadiram o Egito e tiraram o faraó do trono, o que fez o clero egícpio pedir auxílio para o rei de Cuxe que expulsou os invasores e foi aclamado como Faraó, dando início à dinastia dos faraós negros. O Egito sofreu um grande revés quando os romanos ocuparam o Cairo e dividiram o Império em Alto Egito e Baixo Egito, o que possibilitou uma invasão bem sucedida do Reino de Cuxe e o domínio sobre o vizinho. O Rio Nilo tem como caracetrística a sua instabilidade. O Egito passou por uma época de grandes cheias que devastaram sua produção agrícola e os cuxitas passaram a vender mercadorias e emprestar ouro para os egípcios, dominando-os economicamente. O Egito teve um problema interno quando um faraó decidiu pelo monoteísmo e a adoração ao deus Aton, o que dividiu o Egito em violentas guerras civis e permitiu ao reino de Cuxe uma invasão sem grandes perdas. O Egito começou a entrar em decadência após a fuga dos hebreus do Egito e o Faraó teve o seu poder questionado pelos sacerdotes. Respondido em 12/11/2019 19:46:43 Explicação: Quando os assírios, povo da Mesopotâmia que tinha como característica a grande habilidade militar invadiram o Egito, tiraram o faraó do trono. Os sacerdotes egípcios pediram auxílio para o rei Piye, de Cuxe, por conta das afinidades culturais e econômicas dos dois povos. O rei Piye acabou por ser aclamado como Faraó, o que dá início à dinastia conhecida como a dos faraós negros. 7a Questão Napata foi uma cidade, na margem oeste do rio Nilo, cerca de 400 km ao norte de Cartum, capital do atual Sudão. Sobre a civilização Núbia, marque a resposta INCORRETA: Em 750 a.C, Napata foi uma cidade desenvolvida, enquanto o Egito ainda estava sofrendo de instabilidade política. O Rei Kashta atacou o Alto Egito. Sua políticafoi seguida por seus suces-sores Piye e Shabaka (721-707 aC), que finalmente trouxe todo o Vale do Nilo para o controle cushita no segundo ano do seu reinado. Shabaka também lançou uma política de construção de monumentos, no Egito e Núbia. Em geral, os reis de Kush governaram o Alto Egito durante cerca de um século e todo o Egito por cerca de 57 anos; Desde época das dinastias, os egípcios tinham sido interessados na Núbia, uma região muito rica em ouro. Os egípcios logo controlaram o comércio, de modo que o Egito se tornou uma potência imperialista na Núbia; Napata começou atingindo seu auge após Tantamani ter voltado da guerra contra os assí-rios. Sua economia era essencialmente baseada no ouro. O Egito era um aliado econômico importante. Em 660 aC, os Nubios começaram a explorar ouro, inaugurando o a Idade do Ferro Africana; Os núbios nunca se relacionaram com a civilização egípcia, preferindo negociar com os he-breus e assírios. Em 1075 a.C, o Sumo Sacerdote de Amon em Tebas, capital do antigo Egito, tornou-se pode-roso o suficiente para limitar o poder do faraó somente sobre o Alto Egito. Este foi o início do Terceiro Período Intermediário (1075 a.C-664 a.C). A fragmentação do poder no Egito permitiu que os núbios recuperassem a autonomia. Eles fundaramum novo reino, Kush, centrado em Napata; Respondido em 12/11/2019 19:46:49 8a Questão "O Egito é uma dádiva do Nilo". Durantes séculos essa frase do grego Heródoto serviu como síntese para explicar a grandeza e opulência do primeiro grande império centralizado no mundo. Porém, no segunda metade do século passado os egiptólogos discordavam da relação de causa e efeito provocada pela frase. Isso deve-se ao fato do etnocentrismo de Heródoto não dar crédito que o povo egípcio conseguiu dominar o Nilo, suas enchentes, suas estiagens, com obras que requeriam grande planejamento e que fizeram do Egito um império que fosse mais vistoso que o mundo helênico. ao fato que colocar o Egito como protagonista o viajante grego acabou por ocultar as obras e grandiosidades de povos como os dos Impérios de Gana, Mali e Songhai, também banhados pelo Nilo. à omissão de Heródoto quanto à importância do rio Níger para o comércio transaariano que os egípcios faziam com os povos ocidentais da África. ao problema de Heródoto não ter conhecido as terras mais ao sul do Egito, o Sudão, aonde encontraria povos mais adiantados quanto á centralização e obras púlbicas, independente de terem acesso ao Nilo. ao fato do Egito ter se formado a partir da expansão do império romano pelo Mediterrâneo; sendo assim, o Nilo só servia para a agricultura e uso da água para beber. Respondido em 12/11/2019 19:46:54 Explicação: A construção da frase de Heródoto acaba por dar ao Nilo um protagonismo para a constituição da grande civilização que foi o Egito Antigo. Porém, o Nilo não era só uma dádiva, um presente. Ele ao encher destruía habitações, pastos, moradia e matava pessoas. Os egípcios de forma paciente e com o uso de mecanismos racionais de observação e experimentação o domaram como se domaria um animal selvagem. Esse domínio proporcionou uma otimização do Nilo para as demandas egípcias, como armazenamento de água, fonte para a agricultura e uso de transportes. 1a Questão A dificuldade do entendimento da expansão banta está relacionado em primeiro lugar aos motivos que geraram seu movimentos. Entre as principais linhas são: Grupos que saem do saara durante o período de seca e partem para as savanas para ocupar a região. Os grupos bantos partiram do norte em direção ao sul em uma violênta expansão militar. Não pode se afirmar que exista uma expansão banta, é um termo inventado pela historiografia para grupos que a linguística identifica como próximos, em especial pela linha religiosa hebraica. É complexo definir o grupo formador e sua origem, no entanto, eram grupos de caçadores e coletores que conseguem uma expansão graças ao desenvolvimentos tecnológicos do grupo. É difícil definir quem são os grupos bantos, mas são claramente ceramistas e tem a origem na África do sul. Respondido em 29/08/2019 20:10:33 2a Questão A religiosidade era uma das características definidoras das sociedades da África Subsaariana. Com relação as práticas religiosas das sociedades subsaarianas é correto afirmar que: Embora as sociedades da África Subsaariana fossem essencialmente monoteístas e acreditassem numa única divindade, cada uma venerava esse deus de maneira diversa. Até a chegada do cristianismo trazido pelos europeus todos os povos subsaarianos compartilhavam as mesmas três divindades: Ogum, Xangô e Oxumaré, aos quais cultuavam em grandes templos construídos no centro das comunidades. Embora cada comunidade acreditasse em um deus ou em deuses próprios, as formas por meio das quais os membros desses grupos entravam em contato com o divino era muito semelhante. Até se iniciar o contato com os muçulmanos, todos povos da África Subsaariana não só compartilhavam a crença nos mesmos deuses, como mantinham a prática regular de realizar sacrifícios humanos. Assim como os as sociedades do Norte da África, os povos subsaarianos viam seus reis como figuras divinas, descendentes em linha direta dos criadores do universo. Respondido em 29/08/2019 20:11:33 3a Questão Sobre a África subsaariana, antes do século XV, podemos afirmar: I. Era composta de sociedades sem escrita e, portanto, sem história; II. Era composta de diversas sociedades com organizações diferentes, indo desde aldeias de agricultores e criadores até verdadeiros impérios bem estruturados; III. A escravidão só passou a existir a partir da expansão marítima européia do século XV; IV. Houve um processo de islamização de vários reinos do Sudão, a partir do século VII, embora a maioria de suas populações permanecesse com suas religiões tradicionais. São corretas as opções: I e II III e IV I e IV II e IV I e III Respondido em 29/08/2019 20:13:11 4a Questão Podemos afirmar a respeito da Expansão Bantu que: I Ocorreu graças ao aumento populacional e ao desmatamento decorrentes da pesca farta e do cultivo de gêneros alimentícios. II Consistiu em dois grandes processos migratórios em busca de novas terras na região centro-sul do continente africano. III Foi um movimento migratório provocado por conflitos étnicos na região localizada ao norte do continente africano. IV Ocorreu em função da epidemia de doenças tropicais que assolou o território centro-oeste da África. As afirmativas I e II estão corretas Apenas a afirmativa IV está correta Apenas a afirmativa III está correta Apenas a afirmativa II está correta Apenas a afirmativa I está correta Respondido em 29/08/2019 20:15:11 Gabarito Coment. 5a Questão Uma das principais instituições das chamadas sociedades tradicionais africanas era a família, pois era ela que primeiro definia o pertencimento dos indivíduos no grupo. Acerca da noção de família na África Subsaariana, é correto afirmar que: A organização familiar africana era bastante semelhante ao modelo europeu. Ao filho primogênito cabia manter a linhagem ¿ e as posses ¿ do patriarca. Enquanto os outros filhos, ao se casar, saiam de casa e davam início a uma nova estrutura familiar totalmente independente. As famílias africanas eram relativamente pequenas, se comparadas com as famílias europeias, principalmente em função das alta mortalidade infantil decorrente do baixo desenvolvimento das técnicas de medicina. As famílias africanas, principalmente as mais ricas, procuravam manter suas posses através de casamentos consanguíneos, ou seja casavam irmãos com irmãs, o que também contribuía para o fortalecimento dos laços familiares. As famílias africanaseram extensas, formadas não só pela mãe, pai e seus filhos, mas também pelos avós, tios, sobrinhos, netos e primos que tinham um ancestral em comum. Somente eram considerados membros de uma mesma família, os descendentes em linha direta, ou seja; pais, filhos, netos e bisnetos, e mesmo assim a famílias eram muito numerosas em função da alta taxa de natalidade. Respondido em 29/08/2019 20:15:59 6a Questão Alberto da Costa e Silva ao discutir a expansão dos bantos, sinaliza que um dos grandes motivos de sua vitória foi o desenvolvimento tecnológico. As duas leituras principais neste sentido falam na: o desenvolvimento da metalurgia e da alvenaria, construindo reinos sólidos. A enxada, principal forma de agricultura e a picareta que permitiu grandes extrações de ouro. as armas de fogo, desenvolvidas primeiro na África e o uso de fogo como arma desenvolvido no sul da África força das armas e o desenvolvimento da escrita em tabletes de argila. força da organização das armas alcançado pelos bantos e as ferramentas destes grupos que permitiu o desenvolvimento agrícola. Respondido em 29/08/2019 20:16:44 7a Questão "A fala é considerada como a materialização ou exteriorização das vibrações das forças... Lá onde não existe a escrita ..., o homem está ligado à palavra que profere. Está comprometido por ela. Ele é a palavra, e a palavra encerra um testamento daquilo que ele é. A própria coesão da sociedade repousa no valor e no respeito pela palavra." (In: Hampaté Ba, A. História Geral da África, vol. I, capítulo 8) Em sociedades tradicionais africanas: O ancestral é uma referência grupal isolada e a tradição perde-se no tempo a cada nova geração. O conhecimento é a própria palavra, é ela que transmite os conhecimentos de uma geração para outra. Os mais novos detêm a liderança comunitária, onde as novas tecnologias exercem um papel preponderante. A palavra atribuída ao ancestral comum, ao mais velho, é sempre desconsiderada e sem valor nas relações sociais. A palavra só tem algum significado quando atrelada a relações sociais contratuais. Respondido em 29/08/2019 20:18:16 8a Questão Sabemos que o mercado enquanto instituição ou fenômeno social enseja sempre a informalidade, a ilegalidade ou a irregularidade. Embora seja o espaço por excelência das disputas e suas resoluções, isso não significa que ele proporcione sempre a justiça. Tendo em vista essa afirmação, assinale a alternativa incorreta: A escravidão não só faz parte da estrutura social da enorme maioria das sociedades antigas, mas também, em muitos casos, a base de suas economias e estabelecimento de status sociais internos e externos A escravidão na África significa uma instituição total e coesa, mas subdividida, especialmente, no que se refere aos motivos e às origens de cada tipo de escravidão. Homens e mulheres surgem como mercadorias - são os escravos. A escravidão nas sociedades, o que engloba a africana, relacionou-se ao processo de articulação política desses contextos, não apenas no que tange às colocações sociais de classes e categorias, mas no sentido em que, se entendemos (embora não precisemos aceitar) que a escravidão objetivava acumulação de propriedades e bens - conforme eram entendidos mercadologicamente os escravos - e se aceitamos a tese de que a propriedade dos bens sempre referendou as posições políticas, então é possível concluir que ter mais escravos significava a criação de imagem do fortalecimento político, da África antiga ao Brasil colonial. A escravidão entra no contexto africano pré-colonial como faceta da economia tradicional local, desenvolvido historicamente e do mesmo modo transformado pelas mudanças na realidade social do continente, bem como moldado pelas rupturas econômicas. Respondido em 29/08/2019 20:21:07 Explicação: Não é coerente afirmar que a escravidão na África significa uma instituição total e coesa, mas subdividida, especialmente, no que se refere aos motivos e às origens de cada tipo de escravidão. Geralmente, em sociedades cuja base econômica é a subsistência - e a África Pré-Colonial se encaixa nesse perfil - temos aspectos de relação social e status fundamentados no parentesco, situação na qual o escravo torna-se mais do que um estranho, alocado em um meio doméstico no qual não se desenvolveu socialmente nem economicamente 1a Questão A dificuldade do entendimento da expansão banta está relacionado em primeiro lugar aos motivos que geraram seu movimentos. Entre as principais linhas são: Não pode se afirmar que exista uma expansão banta, é um termo inventado pela historiografia para grupos que a linguística identifica como próximos, em especial pela linha religiosa hebraica. Os grupos bantos partiram do norte em direção ao sul em uma violênta expansão militar. É complexo definir o grupo formador e sua origem, no entanto, eram grupos de caçadores e coletores que conseguem uma expansão graças ao desenvolvimentos tecnológicos do grupo. É difícil definir quem são os grupos bantos, mas são claramente ceramistas e tem a origem na África do sul. Grupos que saem do saara durante o período de seca e partem para as savanas para ocupar a região. Respondido em 29/08/2019 20:22:01 2a Questão A religiosidade era uma das características definidoras das sociedades da África Subsaariana. Com relação as práticas religiosas das sociedades subsaarianas é correto afirmar que: Embora cada comunidade acreditasse em um deus ou em deuses próprios, as formas por meio das quais os membros desses grupos entravam em contato com o divino era muito semelhante. Assim como os as sociedades do Norte da África, os povos subsaarianos viam seus reis como figuras divinas, descendentes em linha direta dos criadores do universo. Até a chegada do cristianismo trazido pelos europeus todos os povos subsaarianos compartilhavam as mesmas três divindades: Ogum, Xangô e Oxumaré, aos quais cultuavam em grandes templos construídos no centro das comunidades. Embora as sociedades da África Subsaariana fossem essencialmente monoteístas e acreditassem numa única divindade, cada uma venerava esse deus de maneira diversa. Até se iniciar o contato com os muçulmanos, todos povos da África Subsaariana não só compartilhavam a crença nos mesmos deuses, como mantinham a prática regular de realizar sacrifícios humanos. Respondido em 29/08/2019 20:22:20 3a Questão Sobre a África subsaariana, antes do século XV, podemos afirmar: I. Era composta de sociedades sem escrita e, portanto, sem história; II. Era composta de diversas sociedades com organizações diferentes, indo desde aldeias de agricultores e criadores até verdadeiros impérios bem estruturados; III. A escravidão só passou a existir a partir da expansão marítima européia do século XV; IV. Houve um processo de islamização de vários reinos do Sudão, a partir do século VII, embora a maioria de suas populações permanecesse com suas religiões tradicionais. São corretas as opções: II e IV I e II I e III I e IV III e IV Respondido em 29/08/2019 20:22:37 4a Questão Podemos afirmar a respeito da Expansão Bantu que: I Ocorreu graças ao aumento populacional e ao desmatamento decorrentes da pesca farta e do cultivo de gêneros alimentícios. II Consistiu em dois grandes processos migratórios em busca de novas terras na região centro-sul do continente africano. III Foi um movimento migratório provocado por conflitos étnicos na região localizada ao norte do continente africano. IV Ocorreu em função da epidemia de doenças tropicais que assolou o território centro-oeste da África. Apenas a afirmativa II está correta Apenas a afirmativa I está correta Apenas a afirmativaIII está correta As afirmativas I e II estão corretas Apenas a afirmativa IV está correta Respondido em 29/08/2019 20:22:44 Gabarito Coment. 5a Questão Uma das principais instituições das chamadas sociedades tradicionais africanas era a família, pois era ela que primeiro definia o pertencimento dos indivíduos no grupo. Acerca da noção de família na África Subsaariana, é correto afirmar que: As famílias africanas eram extensas, formadas não só pela mãe, pai e seus filhos, mas também pelos avós, tios, sobrinhos, netos e primos que tinham um ancestral em comum. As famílias africanas, principalmente as mais ricas, procuravam manter suas posses através de casamentos consanguíneos, ou seja casavam irmãos com irmãs, o que também contribuía para o fortalecimento dos laços familiares. A organização familiar africana era bastante semelhante ao modelo europeu. Ao filho primogênito cabia manter a linhagem ¿ e as posses ¿ do patriarca. Enquanto os outros filhos, ao se casar, saiam de casa e davam início a uma nova estrutura familiar totalmente independente. As famílias africanas eram relativamente pequenas, se comparadas com as famílias europeias, principalmente em função das alta mortalidade infantil decorrente do baixo desenvolvimento das técnicas de medicina. Somente eram considerados membros de uma mesma família, os descendentes em linha direta, ou seja; pais, filhos, netos e bisnetos, e mesmo assim a famílias eram muito numerosas em função da alta taxa de natalidade. Respondido em 29/08/2019 20:23:00 6a Questão Alberto da Costa e Silva ao discutir a expansão dos bantos, sinaliza que um dos grandes motivos de sua vitória foi o desenvolvimento tecnológico. As duas leituras principais neste sentido falam na: força da organização das armas alcançado pelos bantos e as ferramentas destes grupos que permitiu o desenvolvimento agrícola. as armas de fogo, desenvolvidas primeiro na África e o uso de fogo como arma desenvolvido no sul da África força das armas e o desenvolvimento da escrita em tabletes de argila. o desenvolvimento da metalurgia e da alvenaria, construindo reinos sólidos. A enxada, principal forma de agricultura e a picareta que permitiu grandes extrações de ouro. Respondido em 29/08/2019 20:23:23 7a Questão "A fala é considerada como a materialização ou exteriorização das vibrações das forças... Lá onde não existe a escrita ..., o homem está ligado à palavra que profere. Está comprometido por ela. Ele é a palavra, e a palavra encerra um testamento daquilo que ele é. A própria coesão da sociedade repousa no valor e no respeito pela palavra." (In: Hampaté Ba, A. História Geral da África, vol. I, capítulo 8) Em sociedades tradicionais africanas: O conhecimento é a própria palavra, é ela que transmite os conhecimentos de uma geração para outra. A palavra só tem algum significado quando atrelada a relações sociais contratuais. O ancestral é uma referência grupal isolada e a tradição perde-se no tempo a cada nova geração. A palavra atribuída ao ancestral comum, ao mais velho, é sempre desconsiderada e sem valor nas relações sociais. Os mais novos detêm a liderança comunitária, onde as novas tecnologias exercem um papel preponderante. Respondido em 29/08/2019 20:23:39 8a Questão Sabemos que o mercado enquanto instituição ou fenômeno social enseja sempre a informalidade, a ilegalidade ou a irregularidade. Embora seja o espaço por excelência das disputas e suas resoluções, isso não significa que ele proporcione sempre a justiça. Tendo em vista essa afirmação, assinale a alternativa incorreta: A escravidão entra no contexto africano pré-colonial como faceta da economia tradicional local, desenvolvido historicamente e do mesmo modo transformado pelas mudanças na realidade social do continente, bem como moldado pelas rupturas econômicas. A escravidão não só faz parte da estrutura social da enorme maioria das sociedades antigas, mas também, em muitos casos, a base de suas economias e estabelecimento de status sociais internos e externos Homens e mulheres surgem como mercadorias - são os escravos. A escravidão na África significa uma instituição total e coesa, mas subdividida, especialmente, no que se refere aos motivos e às origens de cada tipo de escravidão. A escravidão nas sociedades, o que engloba a africana, relacionou-se ao processo de articulação política desses contextos, não apenas no que tange às colocações sociais de classes e categorias, mas no sentido em que, se entendemos (embora não precisemos aceitar) que a escravidão objetivava acumulação de propriedades e bens - conforme eram entendidos mercadologicamente os escravos - e se aceitamos a tese de que a propriedade dos bens sempre referendou as posições políticas, então é possível concluir que ter mais escravos significava a criação de imagem do fortalecimento político, da África antiga ao Brasil colonial. Respondido em 29/08/2019 20:23:57 Explicação: Não é coerente afirmar que a escravidão na África significa uma instituição total e coesa, mas subdividida, especialmente, no que se refere aos motivos e às origens de cada tipo de escravidão. Geralmente, em sociedades cuja base econômica é a subsistência - e a África Pré-Colonial se encaixa nesse perfil - temos aspectos de relação social e status fundamentados no parentesco, situação na qual o escravo torna-se mais do que um estranho, alocado em um meio doméstico no qual não se desenvolveu socialmente nem economicamente 1a Questão Um dos elementos religiosos que acabam por reforçar as rotas africanas de comérico foi: as Mesquitas que criaram espaços singulares de troca aos nômades a Sharia, que criou organização política em todas as regiões a peregrinação a Meca, que criou entrepostos e trocas culturais a Jihad pois a guerra santa cria novos reinos o Dhimi que fortaleceu numerários dos governos Respondido em 02/09/2019 20:16:50 Gabarito Coment. 2a Questão Graças à grande quantidade de ouro, Gana, também conhecido como o "país do ouro" chegou ao conhecimento dos europeus graças aos relatos feitos pelos muçulmanosárabes. Sobre a estrutura política do reino de Gana é correto afirmar que: O rei era a figura central, auxiliado por sacerdotes que lhes garantia o poder sobre a população graças aos poderes mágicos atribuídos a essas figuras, Era a nobreza que, junto com os sacerdotes, governavam o reino. O rei só era consultado em momentos de crise. O rei era apenas um fantoche, comandado pelos sacerdotes. O rei era a figura central, auxiliado por uma nobreza que o entendia como um ser divinizado. O rei era apenas um fantoche, comandado pelas famílias extensas que compunham a nobreza. Respondido em 02/09/2019 20:17:59 3a Questão A Rota Saariana pode ser definida como: uma rota comercial dominada por judeus desde os tempos do velho testamento um trajeto comercial que integrava norte e sul africano a Europa e Ásia um trajeto militar gengi e nagô em busca de escravos um trajeto em torno do Rio Nilo, única região em que era possível atravessar o Saara. um trajeto militar de expasão islâmica Respondido em 02/09/2019 20:18:38 4a Questão "As caravanas do Sudão ou do Níger trazem regularmente a Marrocos, a Túnis, sobretudo aos Montes da Barca ou ao Cairo, milhares de escravos negros arrancados aos países da África tropical ; os mercadores negros organizam terríveis razias, que despovoaram regiões inteiras do interior. Este tráfico muçulmano dos negros de África, prosseguindo durante séculos e, em certos casos até os mais recentes, desempenhou sem dúvida um papel primordial no despovoamento antigoda África." (In: HEERS, Jacques. O trabalho na Idade Média.) O texto descreve um episódio da história do Islã na Idade Média, quando: os árabes ultrapassaram os Pirineus e mantiveram o domínio sobre o reino Franco, até o final da Idade Média ocidental. atuaram no tráfico de escravos negros, dominaram a África do norte, atravessaram de Gi-braltar e invadiram a península Ibérica; Maomé começou a pregar a Guerra Santa no Cairo, como condição para a expansão da reli-gião de Alá, que garantia aos guerreiros uma vida celestial de pura espiritualidade a expansão árabe foi propiciada pelos lucros do comércio de escravos, que visava abastecer com mão-de-obra árabe as regiões da península Ibérica os reinos árabes floresceram no centro/sul do continente africano, nas regiões de florestas tropicais, berço do monoteísmo islâmico; Respondido em 02/09/2019 20:20:38 Gabarito Coment. 5a Questão A organização islâmica na África foi: difícil pois roma, que era a senhora do norte da África criou grande resistência rápida pelo atraso local cheia de idas e vindas, uma vez que as expedições não foram contínuas e os bérberes reagima constantemente fácil pois a religião islâmcia foi facilmente aceita difícil pois eram áreas de floresta e os árabes não estavam acostumados Respondido em 02/09/2019 20:20:59 6a Questão Audaghost A conquista da cidade de Audaghost representa o máximo esplendor do Reino de Gana. Observe a descrição dessa importante cidade africana, situada num oásis e importante entroncamento de rotas comerciais pelo Deserto do Saara: "O rei de Audaghost é o soberano dos berberes do Saara Ocidental e de vinte e três reis negros que lhe pagam tributo; seu império se estende sobre o equivalente a dois meses de viagem de norte a sul e de leste a oeste. Conta com um exército de cem mil guerreiros montados sobre camelos de raça. Possui muita importância como centro islâmico, pois é dotada de uma mesquita-catedral e de numerosas mesquitas menores. O bem estar desta povoação, a formigar de transações, rodeada de hortas, em que abundam os pepinos, as palmeiras e também uma grande quantidade de figueiras, estabelece uma cortina de proteção contra o calor do deserto A criação de carneiros e de bois é aí particularmente próspera. Por um simples mitkal (ouro em pó) podem-se comprar pelo menos dez carneiros. Encontra se muito mel que vem do país dos negros. As gentes vivem desafogadamente e possuem muitos bens. O seu mercado é sempre muito animado. A multidão é tão densa, o calor tão forte, que mal se ouve o que o vizinho diz. As compras são pagas em ouro em pó, pois não existe moeda de prata. Encontram-se belas construções e casas muito elegantes. A população é na maioria berbere. A comida preparada pelas mulheres é deliciosa, e as moças da terra têm uma beleza proverbial. " O reino africano de Gana era conhecido na língua soninque, povo dominante do país, como Uagadu, que significa "O País dos Rebanhos." Marque a alternativa abaixo, retirada do texto acima, que justifica o nome Uagadu: Conta com um exército de cem mil guerreiros montados sobre camelos de raça. A comida preparada pelas mulheres é deliciosa, e as moças da terra têm uma beleza proverbial. Nenhuma das frases justifica claramente o nome do reino, uma vez que o conteúdo é político não econômico. O rei de Audaghost é o soberano dos berberes do Saara Ocidental e de vinte e três reis negros que lhe pagam tributo. A criação de carneiros e de bois é aí particularmente próspera. Por um simples mitkal (ouro em pó) podem-se comprar pelo menos dez carneiros. Respondido em 02/09/2019 20:27:05 Gabarito Coment. 7a Questão "As primeiras informações a respeito do reino de Gana foram encontradas na obra do escritor árabe Al-Fazari, no século VIII. Esse autor relata que, no Marrocos, Gana já era conhecida como a terra do ouro desde o século VIII, por conta da existência de reservas desse metal e do comércio estabelecido com o Norte da África, que trocava, entre outros produtos, o ouro por sal." MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto, 2008. Com relação ao reino de Gana (séc VIII-XIII), assinale a alternativa INCORRETA: A maioria das informações sobre o reino de Gana advém de narrativas feitas por comerciantes e escritores árabes daquele período. O reino de Gana conseguiu desenvolver grande independência econômica com relação aos outros territórios africanos, dada a sua enorme produção de ouro, possibilitando, inclusive, a diminuição de importações de produtos de outras regiões. O reino de Gana beneficiou-se com o comércio transsaariano e a produção de ouro possibilitou, durante muito tempo, a manutenção de uma relação comercial superavitária com outras regiões. O reino de Gana entra em declínio no ano de 1240 e, em seguida, foi dominado e anexado pelo Império do Mali. O território do reino de Gana localizava-se na região ocidental do continente africano, entre o deserto do Saara e os rios Níger e Senegal. Respondido em 02/09/2019 20:22:26 Explicação: O reino de Gana, mesmo com seu desenvolvimento econômico, era dependente da importação de escravos e de produtos manufaturados produzidos em outras regiões da África. Gabarito Coment. 8a Questão Quando tratamos de rota saariana precisamos entender que é: É o domínio europeu criando uma importante rota de escravos mais rápida e eficiente no norte na África. é necessário entender que é uma rota comercial poderosa e que estão inseridos Europa, África, Oriente e Américas. é necessário entender que é conjugação das práticas sociais africanas, seu comércio e trocas, com as trocas de mercadores nômades e a inserção dos centros islâmicos. o domínio pleno do Islão não África é o domínio do islão levando bens para todo o mundo, apesar que naquele momento o saara era na verdade uma grande floresta, passando pela desertificação só muito posteriormente. Respondido em 02/09/2019 20:23:54 Gabarito Coment. 1a Questão Audaghost A conquista da cidade de Audaghost representa o máximo esplendor do Reino de Gana. Observe a descrição dessa importante cidade africana, situada num oásis e importante entroncamento de rotas comerciais pelo Deserto do Saara: "O rei de Audaghost é o soberano dos berberes do Saara Ocidental e de vinte e três reis negros que lhe pagam tributo; seu império se estende sobre o equivalente a dois meses de viagem de norte a sul e de leste a oeste. Conta com um exército de cem mil guerreiros montados sobre camelos de raça. Possui muita importância como centro islâmico, pois é dotada de uma mesquita-catedral e de numerosas mesquitas menores. O bem estar desta povoação, a formigar de transações, rodeada de hortas, em que abundam os pepinos, as palmeiras e também uma grande quantidade de figueiras, estabelece uma cortina de proteção contra o calor do deserto A criação de carneiros e de bois é aí particularmente próspera. Por um simples mitkal (ouro em pó) podem-se comprar pelo menos dez carneiros. Encontra se muito mel que vem do país dos negros. As gentes vivem desafogadamente e possuem muitos bens. O seu mercado é sempre muito animado. A multidão é tão densa, o calor tão forte, que mal se ouve o que o vizinho diz. As compras são pagas em ouro em pó, pois não existe moeda de prata. Encontram-se belas construções e casas muito elegantes. A população é na maioria berbere. A comida preparada pelas mulheres é deliciosa, e as moças da terra têm uma beleza proverbial. " O reino africano de Gana era conhecido na língua soninque, povo dominante do país, como Uagadu, que significa "O País dos Rebanhos." Marque a alternativa abaixo, retirada do texto acima, que justifica o nome Uagadu: Nenhuma das frases justifica claramente o nome do reino,uma vez que o conteúdo é político não econômico. Conta com um exército de cem mil guerreiros montados sobre camelos de raça. A criação de carneiros e de bois é aí particularmente próspera. Por um simples mitkal (ouro em pó) podem-se comprar pelo menos dez carneiros. O rei de Audaghost é o soberano dos berberes do Saara Ocidental e de vinte e três reis negros que lhe pagam tributo. A comida preparada pelas mulheres é deliciosa, e as moças da terra têm uma beleza proverbial. Respondido em 12/11/2019 19:30:54 Gabarito Coment. 2a Questão A Rota Saariana pode ser definida como: um trajeto em torno do Rio Nilo, única região em que era possível atravessar o Saara. uma rota comercial dominada por judeus desde os tempos do velho testamento um trajeto militar gengi e nagô em busca de escravos um trajeto militar de expasão islâmica um trajeto comercial que integrava norte e sul africano a Europa e Ásia Respondido em 12/11/2019 19:31:32 3a Questão "As caravanas do Sudão ou do Níger trazem regularmente a Marrocos, a Túnis, sobretudo aos Montes da Barca ou ao Cairo, milhares de escravos negros arrancados aos países da África tropical ; os mercadores negros organizam terríveis razias, que despovoaram regiões inteiras do interior. Este tráfico muçulmano dos negros de África, prosseguindo durante séculos e, em certos casos até os mais recentes, desempenhou sem dúvida um papel primordial no despovoamento antigo da África." (In: HEERS, Jacques. O trabalho na Idade Média.) O texto descreve um episódio da história do Islã na Idade Média, quando: os reinos árabes floresceram no centro/sul do continente africano, nas regiões de florestas tropicais, berço do monoteísmo islâmico; os árabes ultrapassaram os Pirineus e mantiveram o domínio sobre o reino Franco, até o final da Idade Média ocidental. Maomé começou a pregar a Guerra Santa no Cairo, como condição para a expansão da reli-gião de Alá, que garantia aos guerreiros uma vida celestial de pura espiritualidade a expansão árabe foi propiciada pelos lucros do comércio de escravos, que visava abastecer com mão-de-obra árabe as regiões da península Ibérica atuaram no tráfico de escravos negros, dominaram a África do norte, atravessaram de Gi-braltar e invadiram a península Ibérica; Respondido em 12/11/2019 19:35:44 Gabarito Coment. 4a Questão Sobre a islamização no continente africano, é possível afirmar: I. Com os grandes reinos e cidades, as relações dos muçulmanos se iniciaram por meio do contato direto com os chefes do poder. II. o comércio foi a porta de entrada do islamismo nas cidades de Ifé e Benin. III. A realeza do Império Mali se converteu ao islamismo e sob o governo de Mansa Musa inúmeras mesquitas e escolas muçulmanas foram construídas em todo o império. As afirmativas II e III estão corretas. As afirmativas I e II estão corretas. As afirmativas I e III estão corretas. Nenhuma das afirmativas estão corretas. AS afirmativas I, II e III estão corretas. Respondido em 12/11/2019 19:34:45 5a Questão As principais riquezas do reino africano de Gana são: O óleo de palma, a noz de cola e o ébano. A prata, o mercúrio e a pimenta. Os escravos. O ouro, o sal e o controle do comércio transaariano (do Deserto do Saara). Ouro, prata e diamantes. Respondido em 12/11/2019 19:34:12 6a Questão Quando tratamos de rota saariana precisamos entender que é: é necessário entender que é uma rota comercial poderosa e que estão inseridos Europa, África, Oriente e Américas. é necessário entender que é conjugação das práticas sociais africanas, seu comércio e trocas, com as trocas de mercadores nômades e a inserção dos centros islâmicos. é o domínio do islão levando bens para todo o mundo, apesar que naquele momento o saara era na verdade uma grande floresta, passando pela desertificação só muito posteriormente. o domínio pleno do Islão não África É o domínio europeu criando uma importante rota de escravos mais rápida e eficiente no norte na África. Respondido em 12/11/2019 19:33:45 Gabarito Coment. 7a Questão "As primeiras informações a respeito do reino de Gana foram encontradas na obra do escritor árabe Al-Fazari, no século VIII. Esse autor relata que, no Marrocos, Gana já era conhecida como a terra do ouro desde o século VIII, por conta da existência de reservas desse metal e do comércio estabelecido com o Norte da África, que trocava, entre outros produtos, o ouro por sal." MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto, 2008. Com relação ao reino de Gana (séc VIII-XIII), assinale a alternativa INCORRETA: A maioria das informações sobre o reino de Gana advém de narrativas feitas por comerciantes e escritores árabes daquele período. O reino de Gana entra em declínio no ano de 1240 e, em seguida, foi dominado e anexado pelo Império do Mali. O território do reino de Gana localizava-se na região ocidental do continente africano, entre o deserto do Saara e os rios Níger e Senegal. O reino de Gana beneficiou-se com o comércio transsaariano e a produção de ouro possibilitou, durante muito tempo, a manutenção de uma relação comercial superavitária com outras regiões. O reino de Gana conseguiu desenvolver grande independência econômica com relação aos outros territórios africanos, dada a sua enorme produção de ouro, possibilitando, inclusive, a diminuição de importações de produtos de outras regiões. Respondido em 12/11/2019 19:32:53 Explicação: O reino de Gana, mesmo com seu desenvolvimento econômico, era dependente da importação de escravos e de produtos manufaturados produzidos em outras regiões da África. Gabarito Coment. 8a Questão A expansão Almorávida foi marcada pela: Pela violência com os Cristãos. Pela disposição de buscarem ouro como fundamento de sua economia. Pela intensidade do discurso religioso. Pela aceitação das religiões Africanas. Pela intensidade da conversão ao Judaísmo. Respondido em 12/11/2019 19:32:05 1a Questão Os iorubás, também conhecidos como yoruba, são um dos maiores grupo étno-linguísticos da África Ocidental, composto por 30 milhões de pessoas em toda a região. Qual é a resposta INCORRETA? Milhares de iorubas escravizados foram desembarcados no Brasil, fecundando a cultura e a história do nosso país. Uma explicação plausível sobre a gênese do povo ioruba seria as diver-sas migrações através das regiões entre o Lago Chade e o Níger. As lendas contam que Ilé-Ifé teria sido o próprio berço da humanidade. Ali Todos os povos e reinos descenderiam do deus-rei Odudua, fundador da cidade sagrada. Outra lenda diz que Odudua seria o condutor de uma gente vinda do Leste. A maioria dos iorubás vive em grande parte no sudoeste da Nigéria; também há comunida-des de iorubás significativas no Benin, Togo, Serra Leoa, Cuba e Brasil. Os iorubás são o princi-pal grupo étnico nos estados de Ekiti, Kwara, Lagos, Ogun, Ongo, Osun, e Oyo. Um número considerável de iorubas vive na República do Benin, ainda podendo ser encontradas pequenas comunidades no campo, em Togo, Serra Leoa, Brasil e Cuba. Constituem o menor grupo étnico na Nigéria, com aproximadamente 21% da sua população total. As comunidades iorubas que se desenvolveram principalmente no sudeste da atual Nigéria constituíram um dos grandes centros civilizatórios da Guiné e chegaram a influenciar outras civilizações da região, como o reino de Benin. Respondido em 09/09/2019 20:13:11 2a Questão O imperador do Mali, Mansa Musa, ficou mundialmente conhecido no século XIV, pois: Foi o imperador do Malique fez a peregrinação à Meca de forma faustosa, levando consigo milhares de escravos e toneladas de ouro. Foi o primeiro imperador da África Subsaariana a fazer a peregrinação à Meca. Foi o imperador do Mali que fez a peregrinação à Meca de forma humilde, tendo, inclusive, que fazer um impréstimo com um importante mercador de Alexandria (atual Cairo). Foi o primeiro imperador da África Subsaariana a se converter ao islamismo. Foi o único imperador do Mali a recusar a islamização. Respondido em 09/09/2019 20:13:42 3a Questão "A coisa mais importante é a família. Após a família é a linhagem ou grande família. Após a linhagem é o clã ou grande conjunto de linhagens. E só depois vem o Estado, seja a cidade-estado, seja o Império, seja o Reino. [...] curiosamente, elas também tinham um deus. E o deus encarnava no chefe." [Alberto da Costa e Silva] Alberto da Costa e Silva oferece uma explicação sem a qual não é possível compreender a história do continente africano. Na passagem acima se refere especificamente a: Estruturação sócio-econômica dos diferentes grupos sociais espalhados pelo continente africano, depois da chegada dos europeus, fundamentada no poder dos líderes políticos que também detinham o poder divino, como o Reino do Congo. Organização social e política, extremamente hierárquica, dos diferentes povos africanos, antes da colonização europeia, na qual o chefe político também exercia o poder religioso, como o Império Monomopata. Organização social e política das diferentes sociedades africanas, após a chegada dos europeus ao continente, na qual o poder político tendia a ser mais forte nas estruturas familiares, a exemplo das cidades-estado do Índico. Estruturação econômica das diferentes sociedades africanas, antes da colonização europeia, baseada nas atividades voltadas para subsistência distribuídas entre os diferentes membros das famílias, a exemplo do Império Songhai. Sistematização cultural das sociedades africana, antes da colonização europeia, fundamentada na transmissão oral dos saberes e fazeres entre os membros das famílias de geração para geração. Respondido em 09/09/2019 20:15:10 Gabarito Coment. 4a Questão A dignidade de Mansa Musa impressionou muito. Embora falasse bem o árabe, só comunicava por intermédio de um intérprete. Mas esta dignidade foi posta a dura prova quando lhe pediram que se prostasse perante o sultão do cairo. Recusou energicamente: "Como poderia fazer uma coisa dessas?", exclamou. KI-ZERBO, A História da África Negra, p. 171. Sobre a religisiosidade do Império do Mali à época de Mansa Musa é correto afirmar que: Toda a população mantinha-se animista, daí a recusa do Imperador ao encontrar o sultão do Cairo. Somente o Mansa Musa converteu-se ao islamismo após o contato com o sultão do Cairo. Parte da nobreza converteu-se ao islamismo, mas, a maior parte da população manteve sua crença no cristianismo ortodóxo. Parte da nobreza converteu-se ao islamismo, mas, a maior parte da população manteve suas práticas tradicionais. Toda população havia se convertido ao islamismo. Respondido em 09/09/2019 20:16:14 5a Questão Sobre o Império Songhai, é correto afirmar: O rei da Dinastia Za Aliamen converteu-se ao cristianismo, entretanto, a maioria da população continuou a praticar sua antiga religião, o islamismo. Localizava-se às margens de rio Nilo, no Nordeste africano. Dividia-se em três grandes grupos sociais: os agricultores, os militares e os comerciantes. O comércio e a vida na cidade foram uma das principais características do Império Songhai. Sua principal atividade econômica era a agricultura. Respondido em 09/09/2019 20:16:54 Gabarito Coment. 6a Questão "O chefe gozava do monopólio das pepitas de ouro. O quadro principail da vida era, com efeito, a grande família que dispunha de um campo comunitário não longe das ladeias, anunciadas a distância por imensos embondeiros plantados no dia da fundação." KI-ZERBO. HIstória da África Negra, pp. 165-166. Sobre a estrutura ecoômica do Império do Mali é correto afirmar que: A estrutura econômica estava pautada na produção agrícola em larga escala. A estrutura econômica estava pautada na produção agrícola familiar, ainda que a extração de ouro tivesse importância. A estrutura econômica estava pautada na extração de ouro. A estrutura econômica estava pautada na produção agrícola familiar, ainda que a criação de gado tivesse importância. A estrutura econômica estava pautada no comércio transaariano. Respondido em 09/09/2019 20:17:56 7a Questão O Império Mali foi um estado da África Ocidental, perto do rio Níger, que dominou esta região nos séculos XIII e XIV. Sobre tal reino, qual é a alternativa INCORRETA: o império alcançou o auge no início do século XIV, durante o governo de Mansa Musa, que se converteu ao Islão. Em sua peregrinação a Meca, esse soberano fez-se acompanhar de uma comitiva com 15 mil servos, cem camelos e expressiva quantidade de ouro de três impérios consecutivos, este foi o mais extenso territorialmente, comparado com o de Songhai e do Gana O império controlava as rotas comerciais transaarianas da costa sul ao norte. Os principais produtos comercializados eram: ouro, sal, peixe, cobre, escravos, couro de animais, noz de cola e cavalos o Império Mali sucumbiu finalmente ante o assalto combinado das tribos tuaregues do Norte e dos Mossinos, do Sul, durante os anos de 1400. dominou a região do Maghreb, até serem derrotados pelos cruzados em 756, por Pepino, o Breve Respondido em 09/09/2019 20:19:42 Gabarito Coment. 1a Questão Os iorubás, também conhecidos como yoruba, são um dos maiores grupo étno-linguísticos da África Ocidental, composto por 30 milhões de pessoas em toda a região. Qual é a resposta INCORRETA? As comunidades iorubas que se desenvolveram principalmente no sudeste da atual Nigéria constituíram um dos grandes centros civilizatórios da Guiné e chegaram a influenciar outras civilizações da região, como o reino de Benin. As lendas contam que Ilé-Ifé teria sido o próprio berço da humanidade. Ali Todos os povos e reinos descenderiam do deus-rei Odudua, fundador da cidade sagrada. Outra lenda diz que Odudua seria o condutor de uma gente vinda do Leste. Milhares de iorubas escravizados foram desembarcados no Brasil, fecundando a cultura e a história do nosso país. Uma explicação plausível sobre a gênese do povo ioruba seria as diver-sas migrações através das regiões entre o Lago Chade e o Níger. Constituem o menor grupo étnico na Nigéria, com aproximadamente 21% da sua população total. A maioria dos iorubás vive em grande parte no sudoeste da Nigéria; também há comunida-des de iorubás significativas no Benin, Togo, Serra Leoa, Cuba e Brasil. Os iorubás são o princi-pal grupo étnico nos estados de Ekiti, Kwara, Lagos, Ogun, Ongo, Osun, e Oyo. Um número considerável de iorubas vive na República do Benin, ainda podendo ser encontradas pequenas comunidades no campo, em Togo, Serra Leoa, Brasil e Cuba. Respondido em 09/09/2019 20:20:38 2a Questão O imperador do Mali, Mansa Musa, ficou mundialmente conhecido no século XIV, pois: Foi o imperador do Mali que fez a peregrinação à Meca de forma humilde, tendo, inclusive, que fazer um impréstimo com um importante mercador de Alexandria (atual Cairo). Foi o primeiro imperador da África Subsaariana a fazer a peregrinação à Meca. Foi o primeiro imperador da África Subsaariana a se converter ao islamismo. Foi o imperador do Mali que fez a peregrinação à Meca de forma faustosa, levando consigo milhares de escravos e toneladas de ouro. Foi o único imperador do Mali a recusar a islamização. Respondidoem 09/09/2019 20:20:55 3a Questão "A coisa mais importante é a família. Após a família é a linhagem ou grande família. Após a linhagem é o clã ou grande conjunto de linhagens. E só depois vem o Estado, seja a cidade-estado, seja o Império, seja o Reino. [...] curiosamente, elas também tinham um deus. E o deus encarnava no chefe." [Alberto da Costa e Silva] Alberto da Costa e Silva oferece uma explicação sem a qual não é possível compreender a história do continente africano. Na passagem acima se refere especificamente a: Organização social e política das diferentes sociedades africanas, após a chegada dos europeus ao continente, na qual o poder político tendia a ser mais forte nas estruturas familiares, a exemplo das cidades-estado do Índico. Sistematização cultural das sociedades africana, antes da colonização europeia, fundamentada na transmissão oral dos saberes e fazeres entre os membros das famílias de geração para geração. Estruturação econômica das diferentes sociedades africanas, antes da colonização europeia, baseada nas atividades voltadas para subsistência distribuídas entre os diferentes membros das famílias, a exemplo do Império Songhai. Organização social e política, extremamente hierárquica, dos diferentes povos africanos, antes da colonização europeia, na qual o chefe político também exercia o poder religioso, como o Império Monomopata. Estruturação sócio-econômica dos diferentes grupos sociais espalhados pelo continente africano, depois da chegada dos europeus, fundamentada no poder dos líderes políticos que também detinham o poder divino, como o Reino do Congo. Respondido em 09/09/2019 20:21:29 Gabarito Coment. 4a Questão A dignidade de Mansa Musa impressionou muito. Embora falasse bem o árabe, só comunicava por intermédio de um intérprete. Mas esta dignidade foi posta a dura prova quando lhe pediram que se prostasse perante o sultão do cairo. Recusou energicamente: "Como poderia fazer uma coisa dessas?", exclamou. KI-ZERBO, A História da África Negra, p. 171. Sobre a religisiosidade do Império do Mali à época de Mansa Musa é correto afirmar que: Somente o Mansa Musa converteu-se ao islamismo após o contato com o sultão do Cairo. Parte da nobreza converteu-se ao islamismo, mas, a maior parte da população manteve suas práticas tradicionais. Parte da nobreza converteu-se ao islamismo, mas, a maior parte da população manteve sua crença no cristianismo ortodóxo. Toda a população mantinha-se animista, daí a recusa do Imperador ao encontrar o sultão do Cairo. Toda população havia se convertido ao islamismo. Respondido em 09/09/2019 20:21:54 5a Questão Sobre o Império Songhai, é correto afirmar: O rei da Dinastia Za Aliamen converteu-se ao cristianismo, entretanto, a maioria da população continuou a praticar sua antiga religião, o islamismo. O comércio e a vida na cidade foram uma das principais características do Império Songhai. Sua principal atividade econômica era a agricultura. Localizava-se às margens de rio Nilo, no Nordeste africano. Dividia-se em três grandes grupos sociais: os agricultores, os militares e os comerciantes. Respondido em 09/09/2019 20:22:12 Gabarito Coment. 6a Questão "O chefe gozava do monopólio das pepitas de ouro. O quadro principail da vida era, com efeito, a grande família que dispunha de um campo comunitário não longe das ladeias, anunciadas a distância por imensos embondeiros plantados no dia da fundação." KI-ZERBO. HIstória da África Negra, pp. 165-166. Sobre a estrutura ecoômica do Império do Mali é correto afirmar que: A estrutura econômica estava pautada na extração de ouro. A estrutura econômica estava pautada na produção agrícola familiar, ainda que a criação de gado tivesse importância. A estrutura econômica estava pautada na produção agrícola familiar, ainda que a extração de ouro tivesse importância. A estrutura econômica estava pautada no comércio transaariano. A estrutura econômica estava pautada na produção agrícola em larga escala. Respondido em 09/09/2019 20:22:29 7a Questão O Império Mali foi um estado da África Ocidental, perto do rio Níger, que dominou esta região nos séculos XIII e XIV. Sobre tal reino, qual é a alternativa INCORRETA: dominou a região do Maghreb, até serem derrotados pelos cruzados em 756, por Pepino, o Breve de três impérios consecutivos, este foi o mais extenso territorialmente, comparado com o de Songhai e do Gana O império controlava as rotas comerciais transaarianas da costa sul ao norte. Os principais produtos comercializados eram: ouro, sal, peixe, cobre, escravos, couro de animais, noz de cola e cavalos o império alcançou o auge no início do século XIV, durante o governo de Mansa Musa, que se converteu ao Islão. Em sua peregrinação a Meca, esse soberano fez-se acompanhar de uma comitiva com 15 mil servos, cem camelos e expressiva quantidade de ouro o Império Mali sucumbiu finalmente ante o assalto combinado das tribos tuaregues do Norte e dos Mossinos, do Sul, durante os anos de 1400. Respondido em 09/09/2019 20:22:38 1a Questão Uma das formas de se perceber a influência política e religiosa de Ifé junto a Benim é perceptível no fato de: Benim pagar tributos religiosos a Ifé com base no mito de origem no umbigo do mundo e descendência em Ododua. Benim submeter seus chefes políticos à escolha do soberano de Ifé Os soberanos de Ifé escolhiam os chefes políticos, que também eram os chefes religiosos, do Benim entre seus familiares diretos. O soberano de Benim possuía apenas poder simbólico, sendo o poder político e religioso exercido apenas pelo soberano de Ifé. Somente o chefe político e divino de Ifé ter poderes em Benim podendo cobrar impostos e liderar exércitos. Respondido em 11/09/2019 20:07:15 2a Questão Sobre a organização social e econômica do Benin é possível afirmar: O Sal era usado como moeda no sistema monetário do Benin. A agricultura fértil se apresentava como base da economia. A produção do amendoim, do melão, do dendê e dos feijões ficava a cargo dos homens e das crianças. Abaixo do Obá havia uma nobreza responsável pelo controle das finanças. As mulheres, maioria da população, eram responsáveis pelo cultivo do inhame, base da alimentação do Obá. Respondido em 11/09/2019 20:07:43 3a Questão "Ifé e Benim tornaram-se célebres em todo o mundo pela descoberta de obras-primas de bronze (latão) ou de terracota (...) Tratam-se de terracotas ou de latões produzidos pela técnica de cera perdida" KI-ZERBO. História da África Tradicional, p. 208. A grande notoriedade das obras de arte encontradas em Ifé e no Benim devem-se: À técnica de cera perdida, utilizada apenas nessa parte do continente. Ao sentido atribuído a essas obras que, estavam mito preocupadas em fazer um retatro fidedigno da figura representada. Aos materiais utilizados na construção dessas obras de arte, inexistentes no restante do continente africano. Todas as alternatinas anteriores À herança grego-romana dos artístias iorubás. Respondido em 11/09/2019 20:09:03 Gabarito Coment. 4a Questão "Tida como o centro espiritual dos iorubás, Ifé talvez tenha, durante muito tempo, recebido tributo e homenagem de vários outros estados cujas dinastias reclamavam a descendência de Odudua e mantinham possivelmente certa forma de vassalagem em relação ao 'Oni'". COSTA E SILVA, Alberto da. "A enxada e a lança". p. 482 Oni de Ifé era um representante de Odudua junto às cidades-estado dele descentendes. Além de seu poder religioso, assumia a responsabilidade de: I - escolher todos os líderes das cidades-estadotidas como "descendentes de Odudua". II - Receber tributos religiosos das cidades-estado. III - Controlar a agricultura e o comércio de Ifé. Apenas a afirmativa I está correta Todas as afirmativas estão corretas Apenas a afirmativa II está correta Apenas as afirmativas II, e III estão corretas Apenas a afirmativa III está correta Respondido em 11/09/2019 20:09:58 5a Questão De acordo com o mito de origem, a cidade-estado de Ifé era sagrada para os povos iorubás porque: Aquela localização havia sido escolhida por Ododua para o início do mundo. Aquela localização marcava a vitória dos iorubás sobre os povos circunvizinhos. Aquela localização demarcava uma área muito irrigada por diversos rios, o que facilitaria a vida humana, Aquela localização demarcava o local inicial da islamização dos iorubás. Aquela localização havia sido o local de nascimento do mais importante rei iorubá. Respondido em 11/09/2019 20:10:27 6a Questão Um dos aspectos que pode ser destacado como ponto de articulação entre Benin e Ifé é: A economia de Benin era dependente das atividades comerciais de Ifé. A economia de Ifé era dependente das atividades agrícolas de Benin O Poder político e militar era o mesmo nas duas cidades-estado Benin fez parte do território de Ifé. A unidade política do Benin consolidou-se sob o governo de um Obá legitimado pelo Oni de Ifé. Respondido em 11/09/2019 20:11:03 1a Questão Uma das formas de se perceber a influência política e religiosa de Ifé junto a Benim é perceptível no fato de: Os soberanos de Ifé escolhiam os chefes políticos, que também eram os chefes religiosos, do Benim entre seus familiares diretos. Benim submeter seus chefes políticos à escolha do soberano de Ifé Benim pagar tributos religiosos a Ifé com base no mito de origem no umbigo do mundo e descendência em Ododua. O soberano de Benim possuía apenas poder simbólico, sendo o poder político e religioso exercido apenas pelo soberano de Ifé. Somente o chefe político e divino de Ifé ter poderes em Benim podendo cobrar impostos e liderar exércitos. Respondido em 11/09/2019 20:11:53 2a Questão Sobre a organização social e econômica do Benin é possível afirmar: A produção do amendoim, do melão, do dendê e dos feijões ficava a cargo dos homens e das crianças. O Sal era usado como moeda no sistema monetário do Benin. As mulheres, maioria da população, eram responsáveis pelo cultivo do inhame, base da alimentação do Obá. A agricultura fértil se apresentava como base da economia. Abaixo do Obá havia uma nobreza responsável pelo controle das finanças. Respondido em 11/09/2019 20:12:06 3a Questão "Ifé e Benim tornaram-se célebres em todo o mundo pela descoberta de obras-primas de bronze (latão) ou de terracota (...) Tratam-se de terracotas ou de latões produzidos pela técnica de cera perdida" KI-ZERBO. História da África Tradicional, p. 208. A grande notoriedade das obras de arte encontradas em Ifé e no Benim devem-se: À herança grego-romana dos artístias iorubás. Todas as alternatinas anteriores Aos materiais utilizados na construção dessas obras de arte, inexistentes no restante do continente africano. Ao sentido atribuído a essas obras que, estavam mito preocupadas em fazer um retatro fidedigno da figura representada. À técnica de cera perdida, utilizada apenas nessa parte do continente. Respondido em 11/09/2019 20:12:21 Gabarito Coment. 4a Questão "Tida como o centro espiritual dos iorubás, Ifé talvez tenha, durante muito tempo, recebido tributo e homenagem de vários outros estados cujas dinastias reclamavam a descendência de Odudua e mantinham possivelmente certa forma de vassalagem em relação ao 'Oni'". COSTA E SILVA, Alberto da. "A enxada e a lança". p. 482 Oni de Ifé era um representante de Odudua junto às cidades-estado dele descentendes. Além de seu poder religioso, assumia a responsabilidade de: I - escolher todos os líderes das cidades-estado tidas como "descendentes de Odudua". II - Receber tributos religiosos das cidades-estado. III - Controlar a agricultura e o comércio de Ifé. Apenas as afirmativas II, e III estão corretas Apenas a afirmativa II está correta Todas as afirmativas estão corretas Apenas a afirmativa I está correta Apenas a afirmativa III está correta Respondido em 11/09/2019 20:12:34 5a Questão De acordo com o mito de origem, a cidade-estado de Ifé era sagrada para os povos iorubás porque: Aquela localização demarcava o local inicial da islamização dos iorubás. Aquela localização havia sido o local de nascimento do mais importante rei iorubá. Aquela localização demarcava uma área muito irrigada por diversos rios, o que facilitaria a vida humana, Aquela localização havia sido escolhida por Ododua para o início do mundo. Aquela localização marcava a vitória dos iorubás sobre os povos circunvizinhos. Respondido em 11/09/2019 20:12:53 6a Questão Um dos aspectos que pode ser destacado como ponto de articulação entre Benin e Ifé é: Benin fez parte do território de Ifé. A economia de Benin era dependente das atividades comerciais de Ifé. A economia de Ifé era dependente das atividades agrícolas de Benin A unidade política do Benin consolidou-se sob o governo de um Obá legitimado pelo Oni de Ifé. O Poder político e militar era o mesmo nas duas cidades-estado Respondido em 11/09/2019 20:13:10 1a Questão Segundo Luca Caregnato, "O rei tinha uma função de destaque social no reino [...]" A respeito do manicongo, pode-se afirmar que: Representava o poder divino dos deuses tradicionais africanos, sem ter nenhuma ingerência nos assuntos políticos do reino. Exercia forte poder político e religioso sobre o Reino. Seu poder foi conquistado através de campanhas militares Seu poder era restrito à riqueza e ao prestígio junto à sociedad Detinha um poder apenas simbólico, uma vez que o poder político era exercido pelas lideranças regionais. Respondido em 12/11/2019 18:54:17 2a Questão "Acreditava-se que apenas os chefes das "Candas"e o "Manicongo"detinha o poder sobrenatural conhecido como "cariapemba". Para não correr o risco de Perder o trono, o Manicongo": [Material didático Estácio online] Mantinha as doze tradicionais Candas sob seu poderio militar Concentrava os recursos dos impostos em suas mãos para criar relação de dependência das Candas em relação seu poder central . Mantinha uma esposa em cada uma das Candas garantindo vínculos pessoais e às vezes familiares com seus chefes Manipulava a cariapemba a seu favor no sentido de perpetuar seu poder por vias religiosas. Permitia a liberdade religiosa entre as diferentes Candas de modo a manter o controle mediante a cobrança de impostos. Respondido em 12/11/2019 18:55:07 3a Questão Sobre a aristocracia do Reino do Congo, é possível destacar: I- Habitava nas "Lubatas", tradicionais comunidades de aldeia. II- Era detentora de tudo o que produzia. III- Era grande proprietária de escravos. As afirmativas I, II e III estão corretas As afirmativas I, II e III estão incorretas Apenas as afirmativas I e III estão corretas Apenas as afirmativas II e III estão corretas Apenas as afirmativas I e II estão corretas Respondido em 12/11/2019 18:55:28 4a Questão É possível afirmar que a organização social do Congo teve como principais características: I- Os povos de origem "bantu" entre suas primeiras populações. II- A poligamiacomo prática social e estruturadora das famílias. III- As famílias extensas e de linhagens como base da organização social do Reino. Apenas a afirmativa III está correta Apenas a afirmativa I está correta Todas as afirmativas estão equivocadas. Apenas a afirmativa II está correta Todas as afirmativas estão corretas Respondido em 12/11/2019 18:56:01 5a Questão Assinale a alternativa correta. Na costa do Atlântico, um grande reino se tornaria uma das sociedades mais conhecidas da África, sobretudo depois da conversão de sua realeza ao cristianismo a partir dos últimos anos do século XV. A afirmação anterior se refere ao: Reino da Núbia Reino do Congo Reino de Angola Reino de Gana Reino do Mali Respondido em 12/11/2019 18:56:20 Explicação: A conversão do Rei do Congo é um dos episódios mais relevantes da história africana do século XV Gabarito Coment. 6a Questão Assinale a alternativa correta Dentre as possíveis razões para a decadência do Reino do Congo à partir do século XVII, podemos citar: A conversão do Rei do Congo ao islamismo e sua submissão ao Sultão do Mali. O esgotamento das reservas de nzimbo: as conchas do litoral atlântico utilizadas como moedas no reino do congo. A guerra entre os congoleses e os zulus, estimulada pelos europeus interessados nas jazidas de ouro do Transvaal. A conversão do manicongo ao cristianismo, ainda no século XV, e a criação do comércio de africanos escravizados para as Américas A disputa pelo poder político entre o manicongo e os feiticeiros, que além dos poderes sobrenaturais também eram ferreiros. Respondido em 12/11/2019 18:56:58 7a Questão Podemos caracterizar as "Lubatas"como: Cidades onde se concentravam as atividades comerciais para os povoados vizinhos, base da economia do Reino. Áreas rurais habitadas principalmente por camponeses e artesãos cuja produção devia ser entregue aos governadores de província. Regiões mineradoras controladas pelo Manicongo que cobrava impostos pela sua exploração Áreas urbanas voltadas para o comércio de subsistência de produtos agrícolas e artesanais Comunidades de aldeia com maior poder político e econômico voltadas para o comércio. Respondido em 12/11/2019 18:57:18 1a Questão Segundo Luca Caregnato, "O rei tinha uma função de destaque social no reino [...]" A respeito do manicongo, pode-se afirmar que: Representava o poder divino dos deuses tradicionais africanos, sem ter nenhuma ingerência nos assuntos políticos do reino. Seu poder era restrito à riqueza e ao prestígio junto à sociedad Detinha um poder apenas simbólico, uma vez que o poder político era exercido pelas lideranças regionais. Exercia forte poder político e religioso sobre o Reino. Seu poder foi conquistado através de campanhas militares Respondido em 12/11/2019 18:57:57 2a Questão "Acreditava-se que apenas os chefes das "Candas"e o "Manicongo"detinha o poder sobrenatural conhecido como "cariapemba". Para não correr o risco de Perder o trono, o Manicongo": [Material didático Estácio online] Mantinha uma esposa em cada uma das Candas garantindo vínculos pessoais e às vezes familiares com seus chefes Permitia a liberdade religiosa entre as diferentes Candas de modo a manter o controle mediante a cobrança de impostos. Manipulava a cariapemba a seu favor no sentido de perpetuar seu poder por vias religiosas. Mantinha as doze tradicionais Candas sob seu poderio militar Concentrava os recursos dos impostos em suas mãos para criar relação de dependência das Candas em relação seu poder central . Respondido em 12/11/2019 18:58:11 3a Questão Sobre a aristocracia do Reino do Congo, é possível destacar: I- Habitava nas "Lubatas", tradicionais comunidades de aldeia. II- Era detentora de tudo o que produzia. III- Era grande proprietária de escravos. As afirmativas I, II e III estão corretas Apenas as afirmativas I e III estão corretas Apenas as afirmativas I e II estão corretas As afirmativas I, II e III estão incorretas Apenas as afirmativas II e III estão corretas Respondido em 12/11/2019 18:58:37 4a Questão É possível afirmar que a organização social do Congo teve como principais características: I- Os povos de origem "bantu" entre suas primeiras populações. II- A poligamia como prática social e estruturadora das famílias. III- As famílias extensas e de linhagens como base da organização social do Reino. Todas as afirmativas estão corretas Apenas a afirmativa III está correta Apenas a afirmativa II está correta Apenas a afirmativa I está correta Todas as afirmativas estão equivocadas. Respondido em 12/11/2019 18:58:50 5a Questão Assinale a alternativa correta. Na costa do Atlântico, um grande reino se tornaria uma das sociedades mais conhecidas da África, sobretudo depois da conversão de sua realeza ao cristianismo a partir dos últimos anos do século XV. A afirmação anterior se refere ao: Reino da Núbia Reino de Angola Reino do Congo Reino do Mali Reino de Gana Respondido em 12/11/2019 18:58:56 Explicação: A conversão do Rei do Congo é um dos episódios mais relevantes da história africana do século XV Gabarito Coment. 6a Questão Assinale a alternativa correta Dentre as possíveis razões para a decadência do Reino do Congo à partir do século XVII, podemos citar: A conversão do Rei do Congo ao islamismo e sua submissão ao Sultão do Mali. A guerra entre os congoleses e os zulus, estimulada pelos europeus interessados nas jazidas de ouro do Transvaal. A conversão do manicongo ao cristianismo, ainda no século XV, e a criação do comércio de africanos escravizados para as Américas A disputa pelo poder político entre o manicongo e os feiticeiros, que além dos poderes sobrenaturais também eram ferreiros. O esgotamento das reservas de nzimbo: as conchas do litoral atlântico utilizadas como moedas no reino do congo. Respondido em 12/11/2019 18:59:04 7a Questão Podemos caracterizar as "Lubatas"como: Regiões mineradoras controladas pelo Manicongo que cobrava impostos pela sua exploração Cidades onde se concentravam as atividades comerciais para os povoados vizinhos, base da economia do Reino. Áreas urbanas voltadas para o comércio de subsistência de produtos agrícolas e artesanais Comunidades de aldeia com maior poder político e econômico voltadas para o comércio. Áreas rurais habitadas principalmente por camponeses e artesãos cuja produção devia ser entregue aos governadores de província. Respondido em 12/11/2019 18:59:19 1a Questão Sobre a decadência dos Xonas, no Zimbábue, no século XV, podemos elencar entre os motivos: I. O crescimento descontrolado da população. II. A seca de alguns rios próximos. III. O aparecimento da mosca tsé tsé. Apenas as afirmativas I e II estão corretas. Nenhuma das afirmativas estão corretas. Apenas as afirmativas II e III estão corretas. As afirmativas I, II e III estão corretas. Apenas as afirmativas I e III estão corretas. Respondido em 12/11/2019 18:46:24 Gabarito Coment. 2a Questão " Os barcos iam e voltavam de acordo com as monções: de dezmebro a fins de fevereiro, no inverno, elas sopravam em direção norte-nordeste; e de abril a setembro, deslocam-se no rumo inverso, partindo do sul-sudoeste. Mais para baixo, as viagens ao Extremo Oriente e a África eram ajudadas pela corrente sul-equatorial, que percorre uma grande elipse no centro do Índico." COSTAe SILVA, A. A Enxada e a Lança, p. 307. Sobre a economia desenvolvida pelas cidades do litorial Índico até meados do século XVI, é correto afirmar que: Tais cidades eram verdadeiros entrepostos na venda de africanos escravizados para o mundo Asiático. Tais cidades eram a porta de entrada do Império Monomotapa para o comércio feito com o Oceano Índico. Tais cidades eram verdeiros entrepostos comerciais do comércio realizado no Oceano Índico. Embora estrategicamente localizadas, a principal atividade econômica dessas cidades era a agricultura de subsistência. Tais cidades eram dependentes do comércio feito entre o lado ocidental do continente a outra regiões banhadas pelo Oceano Índico. Respondido em 12/11/2019 18:47:26 Gabarito Coment. 3a Questão " No interior da Rodéia actual, na savana escalvada da Maxonalândia, semeada de afloramentos de grantito peneplanados, perto de Forte Vitória, levanta-se um conjunto de ruínas monumentais: é o grande zimbábwe. Como efeito, a palavra Zimbabwe significa " a grande casa de pedra" (...) e a região pulula de ruínas deste gênero." KI-ZERBO. História da África Negra, p. 239. Sobre os Zimbábues é correto afirmar que: Os Zimbábues eram templos religiosos, utilizados para os sacrifícios cometidos pelos xonas. Até hoje não há indícios que comprovem o real sentido dos zimbábues. Os Zimbábues eram os palácios dos imperadores xonas. Os Zimbábues serviam para separar e protejer as aldeias xonas. Os Zimbábues serviam para separar a área rural e a área urbana do Império Monomotapa Respondido em 12/11/2019 18:49:16 Gabarito Coment. 4a Questão A base econômica do Império Monomotapa era: Mineração Cobrança de tributos Agricultura e criação de gado. Todas as respostas estão corretas. Comércio Respondido em 12/11/2019 18:47:47 Gabarito Coment. 5a Questão Sobre as cidades do Índico, é possível afirmar: Eram lugares onde imperava o desenvolvimento do comércio, especialmente o marítimo, sem espaço para as demais atividades econômicas. Eram cidades que desenvolviam diferentes atividades econômicas e lugar de trocas culturais. Por serem litorâneas, viviam exclusivamente das atividades ligadas ao mar, como a pesca e a navegação. Tinha população muito fiel às tradições locais, não recebendo bem as contribuições culturais dos forasteiros. Viviam exclusivamente da agricultura e da pecuária. Respondido em 12/11/2019 18:49:52 Gabarito Coment. 6a Questão Sobre o impacto da descoberta do ouro no Grande Zimbábue, é possível afirmar: Contribuiu para a decadência do Grande Zimbábue. Incrementou o comércio com a Costa Oriental Africana. Ampliou as relações comerciais entre a África e a Europa. Intensificou as atividades rurais ligada à agricultural e à criação de animais. Foi responsável pela diminuição do território Xona. Respondido em 12/11/2019 18:50:13 7a Questão Sobre o Império Monomotapa, podemos afirmar: O rei monomotapa aparecia em público com roupas de seda bordadas a ouro, além de inúmeros braceletes e colares. O controle das minas auríferas ficava nas mãos do Conselho que assessorava o monomotapa. A corte monomotapa fixava sua morada na capital do Império. A sociedade era formada por diferentes cidades cujos habitantes viviam exclusivamente do comércio. A figura central do Império era o rei que acumulava poderes políticos e divinos. Respondido em 12/11/2019 18:50:42 Gabarito Coment. 1a Questão Sobre a decadência dos Xonas, no Zimbábue, no século XV, podemos elencar entre os motivos: I. O crescimento descontrolado da população. II. A seca de alguns rios próximos. III. O aparecimento da mosca tsé tsé. Nenhuma das afirmativas estão corretas. Apenas as afirmativas II e III estão corretas. Apenas as afirmativas I e II estão corretas. Apenas as afirmativas I e III estão corretas. As afirmativas I, II e III estão corretas. Respondido em 12/11/2019 18:51:24 Gabarito Coment. 2a Questão " Os barcos iam e voltavam de acordo com as monções: de dezmebro a fins de fevereiro, no inverno, elas sopravam em direção norte-nordeste; e de abril a setembro, deslocam-se no rumo inverso, partindo do sul-sudoeste. Mais para baixo, as viagens ao Extremo Oriente e a África eram ajudadas pela corrente sul-equatorial, que percorre uma grande elipse no centro do Índico." COSTA e SILVA, A. A Enxada e a Lança, p. 307. Sobre a economia desenvolvida pelas cidades do litorial Índico até meados do século XVI, é correto afirmar que: Tais cidades eram verdadeiros entrepostos na venda de africanos escravizados para o mundo Asiático. Tais cidades eram dependentes do comércio feito entre o lado ocidental do continente a outra regiões banhadas pelo Oceano Índico. Tais cidades eram verdeiros entrepostos comerciais do comércio realizado no Oceano Índico. Embora estrategicamente localizadas, a principal atividade econômica dessas cidades era a agricultura de subsistência. Tais cidades eram a porta de entrada do Império Monomotapa para o comércio feito com o Oceano Índico. Respondido em 12/11/2019 18:51:57 Gabarito Coment. 3a Questão " No interior da Rodéia actual, na savana escalvada da Maxonalândia, semeada de afloramentos de grantito peneplanados, perto de Forte Vitória, levanta-se um conjunto de ruínas monumentais: é o grande zimbábwe. Como efeito, a palavra Zimbabwe significa " a grande casa de pedra" (...) e a região pulula de ruínas deste gênero." KI-ZERBO. História da África Negra, p. 239. Sobre os Zimbábues é correto afirmar que: Os Zimbábues serviam para separar e protejer as aldeias xonas. Os Zimbábues serviam para separar a área rural e a área urbana do Império Monomotapa Os Zimbábues eram templos religiosos, utilizados para os sacrifícios cometidos pelos xonas. Os Zimbábues eram os palácios dos imperadores xonas. Até hoje não há indícios que comprovem o real sentido dos zimbábues. Respondido em 12/11/2019 18:52:17 Gabarito Coment. 4a Questão A base econômica do Império Monomotapa era: Todas as respostas estão corretas. Cobrança de tributos Mineração Comércio Agricultura e criação de gado. Respondido em 12/11/2019 18:52:27 Gabarito Coment. 5a Questão Sobre as cidades do Índico, é possível afirmar: Eram lugares onde imperava o desenvolvimento do comércio, especialmente o marítimo, sem espaço para as demais atividades econômicas. Por serem litorâneas, viviam exclusivamente das atividades ligadas ao mar, como a pesca e a navegação. Tinha população muito fiel às tradições locais, não recebendo bem as contribuições culturais dos forasteiros. Eram cidades que desenvolviam diferentes atividades econômicas e lugar de trocas culturais. Viviam exclusivamente da agricultura e da pecuária. Respondido em 12/11/2019 18:52:42 Gabarito Coment. 6a Questão Sobre o impacto da descoberta do ouro no Grande Zimbábue, é possível afirmar: Contribuiu para a decadência do Grande Zimbábue. Intensificou as atividades rurais ligada à agricultural e à criação de animais. Foi responsável pela diminuição do território Xona. Incrementou o comércio com a Costa Oriental Africana. Ampliou as relações comerciais entre a África e a Europa. Respondido em 12/11/2019 18:52:56 7a Questão Sobre o Império Monomotapa, podemos afirmar: A corte monomotapa fixava sua morada na capital do Império. A figura central do Império era o rei queacumulava poderes políticos e divinos. O rei monomotapa aparecia em público com roupas de seda bordadas a ouro, além de inúmeros braceletes e colares. A sociedade era formada por diferentes cidades cujos habitantes viviam exclusivamente do comércio. O controle das minas auríferas ficava nas mãos do Conselho que assessorava o monomotapa. Respondido em 12/11/2019 18:53:21 Gabarito Coment. 1a Questão Assinale a alternativa correta A Partir do século XV, navegadores europeus começaram a explorar as costas da África Ocidental. O pioneirismo dessas explorações coube aos: Genoveses, que construíram fortalezas nas costas da Eritréia, em 1405. Franceses, que estabeleceram entrepostos comerciais no Senegal em 1406. Ingleses, que estabeleceram feitorias nas costas de Serra Leoa em 1433. Espanhóis, que ocuparam as Ilhas Canárias e Cabo Verde em 1419. Portugueses, que conquistaram Ceuta em 1415. Respondido em 12/11/2019 18:37:33 2a Questão (...) O assunto sobre os intercâmbios é vasto e complexo, e sugere inúmeros temas de pesquisa. Por outro lado, sua importância (...) prende-se ao fato de que ele ajuda a concretizar não só a idéia de unidade histórica como o dinamismo cultural do continente africano, apresentando intercâmbios entre diversas organizações políticas de complexidade e extensão variáveis (...), afastam a idéia de um continente cindido em duas partes incomunicáveis, ao mesmo tempo em que superam a idéia da homogeneização da África subsaariana (...). Apontam, também, a articulação entre colonialismo e racismo, aliás, par dicotômico constante na história da humanidade. Nota: cindido = separado, dividido. (Leila Leite Hernandez. A África na sala de aula, visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005, p. 42 e 44) Segundo a autora, o estudo sobre os intercâmbios na África subsaariana, embora seja vasto e complexo, deixa à mostra as raízes do movimento político-ideológico do pan-africanismo, cujos desdobramentos fazem-se ainda presentes em todos países do continente africano. dos diferentes tipos de escravidão desenvolvidos no continente africano a partir do empobrecimento das classes de mercadores no século XIV. da ideia de que, antes da chegada dos portugueses, existia na África povos que viviam em ¿tribos¿ ou ¿etnias¿ em estágio Cultural civilizado. da existência de uma África branca com características mais próximas das ocidentais e uma África negra, separadas pelo deserto do Saara. das justificativas para a arbitrariedade e opressão presentes nas relações estabelecidas entre ocidentais e africanos desde o século XV. Respondido em 12/11/2019 18:39:47 Gabarito Coment. 3a Questão Em meados do século XVIII a região do Golfo da Guiné, na África Ocidental, estava sendo sacudida pelo intenso movimento expansionista do Reino do Daomé. As cidades costeiras, como Uidá, e do interior, como Abeokuta, caíam uma após a outra nas mãos dos governantes daomeanos. Motivados pelo aumento do comércio negreiro com o Atlântico e pelo enfraquecimento de outros reinos da região, como Oyo, a expansão militar-comercial do Daomé mudaria a configuração étnica do tráfico e, de certa forma, permitiria, conjugada a outros elementos, a redefinição dos critérios identitários de alguns grupos da própria região. De acordo com parte da historiografia especializada1 na história da região seria neste momento que apareceriam os primeiros indícios da construção de uma identidade em comum entre os iorubás. É evidente que muitas das características comuns às populações da área florestal do Golfo da Guiné, que se estende da margem leste do rio Ogum até a margem oeste do rio Níger, como as práticas materiais ligadas à agricultura e ao comércio, às formas de organização política, social e lingüística, à legitimação de dinastias, às tradições históricas ou cosmológicas, eram compartilhadas há muito tempo por vários grupos ou reinos da área. Porém, o ato de se reconhecer e serem reconhecidos como iorubás, passou a ser uma ação percebida somente a partir do final do século XVIII. Ao longo do século XIX, a presença britânica - comercial, missionária e política - na região acabou por potencializar tal referência. Para outros historiadores (Matory, 1994a e Verger, 1997a e b) a relação com as sociedades islamizadas da região das savanas como os haússas ou as de Kanem-Bornu, poderia também ter reforçado tal diferenciação identitária. (A invenção dos Iorubás - Anderson Oliva) Podemos afirmar que: As identidades africanas foram transformadas pela presença dos europeus, em que grupos diversos buscavam em sua tradição ancestral formas de se integrar aos novos colonizadores, buscando melhores posições sociais. As identidades africanas foram pouco afetadas pela presença dos europeus, em que grupos diversos buscavam em sua tradição ancestral formas de resistir a senhores aliados a eurpeus e aos mercadores da costa. As identidades africanas foram transformadas pela presença dos árabes, em que grupos diversos buscavam em sua tradição ancestral formas de resistir a senhores aliados aos califas do norte e seu sistema escravista. As identidades africanas foram transformadas pela presença dos europeus, em que grupos diversos buscavam em sua tradição ancestral formas de resistir a senhores aliados a eurpeus e aos mercadores da costa. As identidades africanas ficaram inalteradas pela presença dos europeus, em que grupos diversos e espalhados em suas tribos eram pouco impactados pela presença européia. Respondido em 12/11/2019 18:42:20 Gabarito Coment. 4a Questão "Na África, antes da chegada dos Europeus], o escravo já existia como elemento de troca. Mas o escravo doméstico africano não tinha nada a ver com o que o que era exportado para o Atlântico. Nas aldeias africanas não se vendiam os próprios cidadãos, membros da comunidade. No Congo, por exemplo, até o século XVII, todos os escravos que saíam eram de outras regiões. Existia, portanto, um processo de escravidão doméstica, em que na segunda, terceira geração, o escravo era assimilado à família. Quando veio o mercado mundial e a demanda negeira, o processo se degradou de tal forma que se vendiam até os próprios filhos." (Entrevista com Luiz Felipe de Alencastro, Revista Teoria e Debate, nº 32, julho, agosto e setembro de 1996) A leitura do texto permite compreender que: embora a escravidão já existisse, a chegada dos europeus fez com que aumentasse o número de escravos na África, principalmente com a expansão do tráfico negreiro para as colônias européias na América. com a chegada dos europeus ao continente africano, a demanda por escravos decresceu devido aos argumentos religiosos utilizados pelos invasores contra a escravidão. a escravidão sempre era feita dentro das próprias sociedades, com pessoas escravizando membros da própria família como forma de enriquecimento. A escravidão nunca foi um fator socioeconômico preponderante nas sociedades africanas, que praticamente não utilizavam esse sistema de trabalho. a prática da escravidão foi iniciada somente com a chegada dos europeus no continente africano, que utilizavam os africanos como mão-de-obra barata. Respondido em 12/11/2019 18:43:22 5a Questão "Em certo sentido, a especificidade da África Atlântica decorre de seu contato tardio com os europeus. Tal regionalização originou-se da expansão ultramarina européia, em áreas compreendidas entre a Alta Guiné - ou mais precisamente, Senegâmbia - e Angola." (Del Priore, M. e Venâncio, R. P. Ancestrais: uma introdução à História da África Atlântica. R.J.: Elsevier, 2004) No que se refere à expansão marítima e comercial portuguesa na África podemos afirmar, COM EXCEÇÃO DE: as bulas papais Dum diversas (1452), Romanus Pontifex (1455), Inter caetera (1456) apoiaram a exploraçãomarítima portuguesa no litoral africano e conferiram legitimidade religiosa ao domínio dos povos que viviam fora da cristandade; apesar da busca do ouro não ser a única razão para a expansão portuguesa em África, os portugueses obtiveram vantagens comerciais ao desviar o comércio transaariano de ouro através das feitorias de Arguim e da região da Senegâmbia; as freqüentes viagens das caravelas pelo litoral e a construção das feitorias viabilizaram o comércio de escravos em costas africanas, o que tornou esta atividade uma fonte de financiamento da expansão lusa em direção ao sul do continente; a exploração do tráfico negreiro no litoral africano pelos portugueses foi viabilizado graças ao envolvimento de chefes tribais que forneciam os cativos em troca de mercadorias. a expansão da cultura da cana-de-açúcar, sob regime de plantation no interior das terras africanas, tornou possível o financiamento das expedições marítimas em direção às Índias; Respondido em 12/11/2019 18:44:37 Gabarito Coment. 6a Questão Sobre a chegada dos portugueses ao continente africano, é correto afirmar: Acabou por intensificar e ampliar o comércio de escravos já existente no continente africano. Foi motivada, principalmente, pelo interesse no comércio de cativos para as Américas. Foi marcada pela imediata submissão dos povos africanos que viviam na costa do continente. Foi pacífica, com o estabelecimento de relações comerciais e através da conversão religiosa de líderes africanos. Não teve nenhum impedimento, por parte dos africanos, para o acesso às minas de ouro e outras riquezas cobiçadas. Respondido em 12/11/2019 18:45:15 Gabarito Coment. 1a Questão Com relação à escravidão africana e às transformações ocorridas a partir do século XVI, é correto afirmar que: a escravidão africana coexistiu no mesmo grau observado na chamada escravidão moderna ou contemporânea. a escravidão africana se insere numa reorganização do modo de produção e, por isso passa a ser pautada pela demanda das área de produção de gêneros tropicais. Nenhuma das alternativas acima está correta. A demanda do continente europeu por escravos africanos gerou o maior impacto proporcional, quando comparado com o impacto gerado por outros continentes. Todas as alternativas acima estão corretas. Respondido em 11/11/2019 20:19:49 2a Questão No século XVIII, o conhecimento sobre a África aumentava à medida que aumentavam os contatos com o continente, e nisso as obras das etapas anteriores muito ajudaram. Contudo, com o advento do Iluminismo e do Renascimento os povos não europeus não se tornavam dignos de serem estudados. Uma névoa eurocentrica encobre o restante do mundo, agora o outro não mais se qualificava como objeto de estudo, teorias de superioridade racial, ou afirmações de que os negros constituíam uma raça avessa à cultura e inteligência, ou afirmações de que a África não tinha um passado a ser estudado antes da chegada dos europeus, ou discussões sobre o tráfico negreiro, fizeram com que a imagem do continente se negativasse, tais perspectivas elevavam barreiras dicotômicas irreparáveis. Para tal imagem Hegel em muito contribuiu indiretamente, como nos mostra Fage: "A África não é um continente histórico, ela não demonstra nem mudança nem desenvolvimento". A ideia proposta expõe uma linha que discute muito a relação de África e História durante os século XVIII e XIX. Este movimento foi conhecido como a criação de um modelo chamado: África Eterna África do atraso África Sub-saariana África o continente perdido. África negra Respondido em 11/11/2019 20:20:25 Explicação: Conceito que mitificava a África e seus povos, colocando-os à parte da história. 3a Questão "Nada mais temos a dizer da Ásia e Europa. Passemos então à África. Quase só podemos falar de suas costas, porque o interior nos é desconhecido. As costas da Barbária, onde está implantada a religião maometana, já não são povoadas quanto no tempo dos romanos, pelas razões que acima te expus. Quanto às da Guiné, devem ter sido terrivelmente dizimadas nestes duzentos anos em que seus régulos ou chefes de aldeia têm vendido seus súditos aos príncipes da Europa para que os transportem a suas colônias da América. O curioso é que essa mesma América, que todos os anos recebe novos habitantes, também está deserta ao retirar proveito algum da contínua sangria da África. Os escravos, deportados para um clima distinto do seu, morrem aos milhares. Os trabalhos nas minas, onde estão constantemente ocupados tanto os nativos da América quanto os estrangeiros, as exalações malignas que dali saem, o azougue que continuamente se utiliza, tudo isso os extermina de maneira implacável. Nada pode ser tão extravagante quanto impor a morte a um número incontável de homens a fim, de retirar ouro e prata das entranhas da terra: dos metais absolutamente inúteis e que, se constituem riqueza, é apenas porque foram escolhidos para representá-la." (Montesquieu. Cartas Persas. São Paulo: Editora Paulicéia, 1991. p.193) Montesquieu, importante pensador iluminista, em sua obra "As Cartas Persas", publicada em 1721, faz uma contundente crítica das práticas escravistas nas colônias européias na América. Com base no documento, assinale a opção que melhor traduz o contexto histórico descrito pelo autor: a colonização européia na América se encontrava em colapso à medida que se aprofundava a exploração de ouro e prata no continente latino-americano; o colapso do tráfico negreiro no Atlântico implicou em um avanço das redes mercantis negreiras no Mar Mediterrâneo, abastecidas por traficantes árabes que monopolizavam o comércio na região; a escravidão negra foi um dos pilares da colonização européia na América, sendo viabilizada pela ação de mercadores europeus, associados aos reinos africanos comprometidos com o tráfico negreiro; iniciou-se a utilização da mão-de-obra indígena na América à medida que ocorre um decréscimo demográfico na África após um longo período de escravidão no continente; houve uma crise do sistema colonial europeu, uma vez que o tráfico negreiro declinou no século XVIII em razão da acentuada queda demográfica no continente africano. Respondido em 11/11/2019 20:22:06 4a Questão "Quando alguém mencionava, no Brasil dos séculos XVIII e XIX, um africano, o mais provável é que estivesse a falar de um escravo, pois nessa condição amargava a maioria dos homens e mulheres que, vindos da África, aqui viviam. Mas podia também referir-se a um liberto, ou seja, a um ex-escravo. Ou a um emancipado, isto é, um negro retirado de um navio surpreendido no tráfico clandestino. Ou, o que era mais raro, a um homem livre que jamais sofrera o cativeiro. Escravos, libertos, emancipados ou livres, poucos estranhariam as paisagens brasileiras, porque muitas vezes semelhantes às que tinham deixado na África e que se haviam tornado ainda mais parecidas, graças à circulação entre o Índico e o Atlântico de numerosas espécies vegetais, como a mandioca, o milho, o inhame, o quiabo, o coco, a manga, o ananás, o tamarindo, o tabaco, a maconha, o caju e a jaca. Por isso, vir da África para o Brasil era como atravessar um largo rio." (SILVA, Alberto da Costa e. Um Rio chamado Atlântico. A África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: UFRJ Editora / Nova Fronteira, 2003. P. 157) O autor do texto acima, o embaixador e historiador Alberto da Costa e Silva, é um dos principais estudiosos, em nosso país, da história e das culturas do continente africano. Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta sobre o trecho acima destacado: e acordo com o autor, era possível um africano livre em terras brasileiras, sem jamais ter sofrido o cativeiro. Contudo, esta era uma condição rara, que ocorriasomente em áreas coloniais portuguesas onde existiam plantations, extensas áreas de monocultura cuja finalidade era a produção de gêneros tropicais para a exportação; o autor apresenta as possibilidades de ¿ser africano¿ na América Portuguesa. Entre elas, a condição de liberto era a mais comum, tendo em vista que a riqueza gerada pela mineração, ao longo do século XVIII, proporcionou aos africanos escravizados maiores chances de adquirirem a alforria; s emancipados eram os africanos que, escravizados na África, eram libertados durante a travessia do oceano Atlântico por militares ingleses da Royal Navy ¿ a Marinha Real Inglesa ¿ que, respaldados pelo Slave Trade Suppression ou Aberdeen Act, apreendiam os negreiros, navios que transportavam cativos do continente africano para o Brasil; a afirmação de Alberto da Costa e Silva, ¿vir da África para o Brasil era como atravessar um largo rio¿, pode ser compreendida como uma metáfora sobre as intensas relações culturais entre o Brasil e a costa atlântica africana, vínculos estes que se dissiparam com o fim do tráfico negreiro intercontinental, determinado pela Lei Eusébio de Queirós, aprovada pelo Parlamento brasileiro em 1850; egundo Costa e Silva, as intensas trocas culturais entre Brasil e África, forjadas no bojo do tráfico negreiro e do comércio colonial português, alteraram as respectivas paisagens daquelas duas regiões: hábitos, tradições, alimentos e vegetais influenciaram um e outro lugar, tornandoos semelhantes. No caso específico dos alimentos e vegetais, essa troca possibilitou a criação de um tipo de agricultura familiar, em pequenas propriedades, que produziam víveres para o mercado interno da América Portuguesa. Respondido em 11/11/2019 20:22:42 Gabarito Coment. 5a Questão Sobre o tráfico de escravos é correto afirmar: Foi iniciado pelos europeus após chegada ao continente africano, no século XV. Embora não fosse muito lucrativo, foi uma forma de compensar a falta de acesso dos europeus às minas de ouro e às riquezas naturais do continente. Envolvia uma rede de agentes, entre os quais, mercadores e membros das elites africanas que muito lucravam com o comércio de cativos. Tinha, entre as suas condições, a guerra santa, ou seja, o africano que resistisse à conversão ao catolicismo, tornava-se escravo e era comercializado. Era praticado entre portugueses e muçulmanos apenas, ampliando-se posteriormente para o Atlântico, Mediterrâneo e Índico. Respondido em 11/11/2019 20:23:11 6a Questão Vossas Altezas devem ficar satisfeitas, pois em breve terão feito deles cristãos e lhes terão instruído nos bons costumes de seu reino. (Cristóvão Colombo, 1492.) Porém o melhor fruto, que dela [da terra] se pode tirar, me parece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza nela deve lançar. (Pero Vaz de Caminha, 1500.) Levar a luz e a civilização aos lugares escuros do mundo. (Um inglês referindo-se à África, 1897.) Analisando-se os textos, é correto afirmar que o ¿fardo do homem branco¿ serviu para legitimar a partilha da África na Conferência de Berlim, como já servira na colonização da América no século XVI, desprezando-se os povos autóctones em ambos os casos. a idéia de que os europeus tinham o dever de civilizar os povos africanos e asiáticos implicou o abandono da postura eurocêntrica anteriormente adotada na conquista e colonização da América. a expansão colonial européia na América, África e Ásia, respectivamente nos séculos XVI e XIX, apoiava-se em teorias racistas, corroborando o evolucionismo e a inferioridade do outro. o traço fundamental do colonialismo do século XIX assemelhava-se ao ideal de evangelização cristã presente no século XVI: africanos e indígenas deveriam ser catequizados. enquanto no século XVI a catequese justificava a colonização da América, no XIX, os europeus usavam a missão civilizadora, levando o ¿progresso¿, mas não integrando os povos dominados. Respondido em 11/11/2019 20:24:05 Gabarito Coment. 7a Questão "Nós conquistamos a África pelas armas¿temos direito de nos glorificarmos, pois após ter destruído a pirataria no Mediterrâneo, cuja existência no século XIX é uma vergonha para a Europa inteira, agora temos outra missão não menos meritória, de fazer penetrar a civilização num continente que ficou para trás." (Da influência civilizadora das ciências aplicadas às artes e às indústrias. Revue Scientifique, 1889) A partir da citação acima e de seus conhecimentos acerca do tema, examine as afirmativas abaixo. I. A idéia de levar a civilização aos povos considerados bárbaros estava presente no discurso dos que defendiam a política imperialista. II. Aquela não era a primeira vez que o continente africano era alvo dos interesses europeus. III. Uma das preocupações dos países, como a França, que participavam da expansão imperialista, era justificar a ocupação dos territórios apresentando os melhoramentos materiais que beneficiariam as populações nativas. IV. Para os editores da Revue Scientifique (Revista Científica), civilizar consistia em retirar o continente africano da condição de atraso em relação à Europa. Somente as afirmativas II e IV estão corretas. Somente a afirmativa IV está correta. Somente as afirmativas I, II e III estão corretas. Somente as afirmativas I e III estão corretas. Todas as afirmativas estão corretas. Respondido em 11/11/2019 20:24:18 Gabarito Coment. 8a Questão Sobre escravidão africana observe os enunciados abaixo: I. Inicialmente, a comercialização ocorreu na Europa, onde a demanda não era grande, e o negro foi utili-zado nas plantações do sul de Portugal, nas Minas da Espanha e nos serviços domésticos em geral, inclusive na França e na Inglaterra. II. Os escravos de ganho trabalhavam com relativa autonomia em relação ao seu proprietário, isto é traba-lhavam em diversas funções remuneradas: transportes de cargas e de pessoas, vendedores ambulantes, dentre outras funções. Assim procediam escravos que já traziam esta formação do território africano. III. Não há registro de resistência no território africano a implementação do sistema europeu. Marque a opção correta: I III I e II I, II e III II e III Respondido em 11/11/2019 20:24:29 Explicação: Os escravos de ganho configuravam um fenômeno exclusivamente da escravidão Atlântica, enquanto pressupor a inexistência de resistência à escravidão seria um grave equívoco.