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Farmacologia Farmacologia 
HomeopáticaHomeopática
FUNEC – Unidade CENTEC
Curso Técnico em Farmácia – PRONATEC
Disciplina: Homeopatia
HomeopáticaHomeopática
Farm. Aline Alves Fortunato do Carmo
Novembro 2014
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
Filosófico
• Força vital
Científico
• Experimentação• Força vital
responsável pela
manutenção da
saúde
• Experimentação
e rigorosa
análise de
pesquisas
patogenéticas e
clínicas.
�Apoiado em experimentos
científicos, Hahnemann constatou
que as drogas administradas a
indivíduos sadios provocavam
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
indivíduos sadios provocavam
duas fases distintas e
sucessivas de sintomas, as quais
ele denominou de efeitos
primário e secundário.
�“Toda força que atua sobre a vida,
todo medicamento, afeta em maior
ou menor escala, a força vital,
causando certa alteração no estado
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
causando certa alteração no estado
de saúde do homem por um
período maior ou menor. A isto se
chama ação primária...”
�“Nossa força vital se esforça para
opor sua própria energia a esta
ação. Tal ação oposta faz parte da
nossa força de conservação,
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
nossa força de conservação,
constituindo uma atividade
automática dela, chamada ação
secundária ou reação.”
�Efeito ou ação primária:
é a modificação de maior
ou menor duração
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
ou menor duração
provocada por toda
substância na saúde do
indivíduo.
�Efeito secundário ou
reação secundária: é a
reação do próprio
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
reação do próprio
organismo ao estímulo que
o altera.
�A partir da absorção da droga, o
efeito primário é
imediatamente sentido. Este
representa a propriedade da
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
representa a propriedade da
substância de alterar o meio
interno; é a consequência direta
(química) da droga no organismo,
capaz de causar os sintomas
primários.
�Na tentativa de restabelecer o
equilíbrio perdido, o organismo
lança mão do efeito
secundário; é a consequência da
reação homeostática do
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
reação homeostática do
organismo, capaz de
proporcionar efeitos
secundários (reacionais),
opostos aos sintomas primários
com a finalidade de neutralizá-los.
�A farmacologia clássica permite
esclarecer os mecanismos de
ação das drogas responsáveis
pelos efeitos primário e
secundário.
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
secundário.
�Efeito primário: Interação da
droga com seu receptor,
alterando as funções orgânicas,
estimulando-as(agonista) ou
inibindo-as(antagonista).
�Efeito secundário (também
denominado efeito rebote ou
reação paradoxal): representa
a hiperatividade ou
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
a hiperatividade ou
supersensibilidade aos agonistas e
antagonistas de receptores após
a diminuição do nível crônico de
estimulação do receptor pelo
fármaco.
�O efeito secundário é
responsável pela dessensibilização
dos receptores provocando o
fenômeno de tolerância as
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
fenômeno de tolerância as
drogas. Nesse caso, o efeito que
acompanha a exposição continua
da droga fica reduzido ou até
totalmente anulado.
�Droga é qualquer substância
capaz de promover alterações
somáticas e funcionais nos
organismos vivos.
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
�As drogas podem ser utilizadas
terapeuticamente de duas
maneiras:
1. Lei dos contrários.
2. Lei dos semelhantes.
�A Droga é capaz de despertar
dois efeitos no organismo:
1. Primário (drogal)
2. Secundário (reação
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
2. Secundário (reação
orgânica)
� Sendo o secundário oposto
ao primário para neutralizá-
lo.
Adrenalina (epinefrina)
Ação primária e reação secundária: Ação primária e reação secundária: 
• Vasoconstrição
• Aumento da pressão 
sanguínea
• Aumento dos 
batimentos cardíacos
Efeito primárioEfeito primário
batimentos cardíacos
• Vasodilatação
• Redução da pressão 
sanguínea
• Redução dos batimentos 
cardíacos
Efeito secundárioEfeito secundário
(Acetilcolina 
produzida pelo 
acionamento de 
mecanismos 
homeostáticos) 
�Esse mecanismo,
conhecido como
feedback, compensa os
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
feedback, compensa os
estresses para manter o
equilíbrio orgânico
(homeostase).
�A ação primária é imediatamente
sentida nas doses elevadas.
�Quando a droga atinge baixo
limiar sanguíneo ou é eliminada, a
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
limiar sanguíneo ou é eliminada, a
reação secundária (efeito rebote)
se manifesta. Sua intensidade em
geral é maior e de sentido
contrário oposto ao da ação
primária que a droga produz.
Cafeína
Ação primária e reação secundária: Ação primária e reação secundária: 
• Estimulante
• Alerta
Efeito Efeito 
primárioprimário
• Desânimo 
• Sonolência
Efeito Efeito 
secundáriosecundário
�Quanto mais o indivíduo ficar
estimulado pela ingestão de
cafeína, mais sonolento ele ficará
quando a cafeína não exercer
mais sua ação direta e primária
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
mais sua ação direta e primária
no organismo.
�Para manter o estado de vigília, o
indivíduo tem que ingerir mais
cafeína = círculo vicioso.
Ópio
Ação primária e reação secundária: Ação primária e reação secundária: 
• Diminuição da atividade 
nervosa
• Abolição da dor
• Sonolência
• Estado particular de sono
Efeito Efeito 
primárioprimário
• Estado particular de sono
• Irritabilidade excessiva
• Dores espasmódicas
• Insônia
• Super excitação mental
Efeito Efeito 
secundáriosecundário
�Este quadro secundário é
muito desagradável e leva o
indivíduo à ingestão de novas
doses.
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
�Para o organismo antagonizar
os efeitos produzidos pela
ação primária, tem de agir
mais fortemente por meio de
seus efeitos secundários.
�Para manter os sintomas
primários, que proporcionam
“bem-estar” passageiro, o
indivíduo vai aumentando
Ação primária e reação secundária Ação primária e reação secundária 
indivíduo vai aumentando
gradativamente a dose
(tolerância) até que uma dose
fortíssima (overdose), de caráter
letal, promova a inibição dos
centros nervosos = coma / óbito
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
�Ex.: Paciente apresentando
indisposição, sonolência, fadiga e
bradicardia.
�Receberá uma droga produtora�Receberá uma droga produtora
de efeitos estimulantes, primários,
para neutralizar esses sintomas.
Enquanto a droga permanecer
alta no sangue, o paciente se
sentirá “curado”.
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
�Entretanto, para retornar a
homeostase inicial, o
organismo reagirá ao estímulo
que a droga provocou,que a droga provocou,
produzindo efeitos opostos,
depressores, secundários.
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
�Quando essa droga for
eliminada do organismo, o
paciente voltará a sentir
aqueles sintomas, porém maisaqueles sintomas, porém mais
fortes, pois o organismo
produziu efeitos depressores
contra a ação estimulante que
a droga proporcionou em sei
efeito primário.
�Para evitar esse efeito rebote
(ação secundária) e manter a
concentração sanguínea da
droga em patamar suficiente
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
para produzir o efeito
estimulante (ação primária), o
paciente receberá,
periodicamente, novas doses
da droga.
�Hahnemann combateu o
método dos contrários por
julgá-lo prejudicialaos
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
julgá-lo prejudicial aos
doentes.
�Após uma pequena pausa na
utilização dos medicamentos a
doença piora.
�Isso porque o efeito primário,
produzido pelo medicamento
paliativo, induz à manifestação
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
paliativo, induz à manifestação
de um efeito secundário no
organismo semelhante a
doença
�Nos livros clássicos de
farmacologia encontramos
vários exemplos de
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
vários exemplos de
intensificação dos sintomas da
doença após descontinuação
ou suspensão abrupta de
medicamentos.
� Bloqueadores β-
adrenérgicos (atenolol,
propranolol, timolol):
utilizados para arritmia
ventricular.
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
ventricular.
� Efeito rebote: batimentos
cardíacos rápidos ou
irregulares / taquicardia
ventricular.
�Dopamina: utilizada para
hipotensão aguda. Efeito
rebote: hipotensão arterial.
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
�Barbitúricos: utilizados para
ansiedade, tensão e apreensão.
Efeito rebote: ansiedade,
nervosismo, inquietude.
�Benzodiazepínicos: utilizados
para crise convulsiva. Efeito
rebote: convulsões.
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
�Haloperidol: utilizado para
distúrbios psicóticos. Efeito
rebote: exacerbação dos
sintomas psicóticos.
�Codeína: utilizada para dor.
Efeito rebote: dores
generalizadas.
Farmacologia dos contráriosFarmacologia dos contrários
�Buclisina: utilizada na
prevenção de náuseas e
vômitos. Efeito rebote:
náuseas e vômitos.
Farmacologia dos semelhantesFarmacologia dos semelhantes
�Para Hahnemann, o
verdadeiro e sólido
método de curamétodo de cura
está no emprego da
lei dos semelhantes.
Farmacologia dos semelhantesFarmacologia dos semelhantes
�Com a administração de uma
droga capaz de provocar no
homem sadio sintomas
semelhantes aos que se deseja
curar no doente, o organismo, porcurar no doente, o organismo, por
meio da reação secundária, reagirá
contra a doença artificial
provocada pela droga, semelhante à
doença natural, eliminando-a e
promovendo o equilíbrio orgânico.
Farmacologia dos semelhantesFarmacologia dos semelhantes
�Ex.: Um paciente apresentando
indisposição, sonolência, fadiga e
bradicardia.
�Seguindo a lei dos semelhantes�Seguindo a lei dos semelhantes
ele receberá uma droga que
produzirá efeitos depressores
primários, exatamente para
estimular o organismo a reagir
contra esses sintomas.
Farmacologia dos semelhantesFarmacologia dos semelhantes
�Enquanto a concentração da
droga permanecer alta* no
sangue, o paciente se sentirá
muito pior, pela soma dosmuito pior, pela soma dos
sintomas naturais relacionados
à doença com os sintomas
artificiais provocados pela
droga.
Farmacologia dos semelhantesFarmacologia dos semelhantes
�Entretanto, para manter
a homeostase, o
organismo reagirá a
depressão que a drogadepressão que a droga
provocou, produzindo
efeitos estimulantes
secundários.
Farmacologia dos semelhantesFarmacologia dos semelhantes
�Quando a droga depressora
for eliminada, o paciente se
sentirá melhor, pois o
organismo produziu efeitosorganismo produziu efeitos
estimulantes contra a ação
depressora que a droga
proporcionou em seu efeito
primário.
Farmacologia dos semelhantesFarmacologia dos semelhantes
�No início de sua carreira
como homeopata, Hahnemann
não utilizava medicamentos
diluídos e potencializados.diluídos e potencializados.
�Ele empregava drogas em
concentrações elevadas, o que
ocasionava a referida
agravação inicial dos sintomas.
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
�Para evitar a agravação dos
sintomas, a homeopatia emprega
medicamentos diluídos e
potencializados por meio dopotencializados por meio do
processo de dinamização.
�Dessa forma, é rara a ocorrência
de sintomas primários
perceptíveis, a não ser em
indivíduos suscetíveis.
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
�Com a diluição da droga,
a agravação é controlada;
e com a potencialização,e com a potencialização,
a reação orgânica é
estimulada ainda mais no
sentido da cura.
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
�O medicamento dinamizado,
semelhante a enfermidade
potencializada, faz o efeito
primário passar despercebido,primário passar despercebido,
a não ser nos indivíduos
suscetíveis; entretanto,
desperta o feito secundário
do organismo.
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
�A concentração de um
medicamento homeopático é
proporcional a 100E-n molar,
sendo n o grau de dinamização
(diluições sucessivas, seguidas de(diluições sucessivas, seguidas de
agitações).
�O limite de Avogadro é superado
quando n > 12, ou seja, a partir
de uma diluição 100E-12 não há
mais moléculas da droga original.
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
�Desse modo, a ação do
medicamento homeopático
não depende da presença de
moléculas da droga.moléculas da droga.
�Todavia existe uma
“informação”, um tipo de
energia, uma vez que todos os
organismos vivos reagem a ela.
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
�A energia produzida
pelas agitações deve ser
a responsável pela
transferência dastransferência das
informações
medicamentosas as
soluções.
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
�Atualmente existem duas
linhas de pesquisa que
tentam explicar o
fenômeno das ultradiluiçõesfenômeno das ultradiluições
homeopáticas:
1. Hipótese molecular.
2. Hipótese não molecular
A energia medicamentosaA energia medicamentosa
� Hipótese molecular: os
medicamentos homeopáticos causam
alterações estruturais nas moléculas
dos solventes (tamanho e ângulo).
� Hipótese não molecular: baseia-� Hipótese não molecular: baseia-
se na ideia de que a informação
contida em uma substância exerce
papel de significante biológico capaz
de gerar modificações fisiológicas,
após sua interpretação pelo
organismo.
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�O medicamento
homeopático pode ser
administrado pelas
mucosas, pela epidermemucosas, pela epiderme
e pelas vias aéreas
superiores e inferiores.
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�“Além da língua, boca e
estômago, que mais comumente
são afetados pela ingestão do
medicamento, o nariz e osmedicamento, o nariz e os
órgãos respiratórios são
especialmente sensíveis ao efeito
do medicamento sob forma
líquida, mediante olfação e
inalação pela boca(...)”
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�“Porém, toda a pele do
restante do nosso corpo
recoberta com sua epiderme
está sujeita à ação deestá sujeita à ação de
soluções medicamentosas,
sobretudo se a fricção foi
associada simultaneamente à
ingestão. (Hahnemann)”
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�O método mais
empregado pelos
homeopatas, pela
tradição, com relativatradição, com relativa
ausência de danos locais
e conveniência para o
paciente, é a oral*.
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�Entretanto, os
medicamentos
homeopáticos não dever
ser engolidos, masser engolidos, mas
deixados na boca para
que sejam absorvidos
pela mucosa bucal.
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�Essa mucosa absorve
muito bem os
medicamentos
homeopáticos e evitahomeopáticos e evita
que estes recebam
influências do estômago
e do fígado.
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�A absorção dessa
via é rápida e
segura, sendo a açãosegura, sendo a ação
medicamentosa
transmitida por
todo organismo.
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introdução e de eliminação
�O medicamento
homeopático não age pela
droga presente nas suas
diferentes formas
farmacêuticas, mas por meiofarmacêuticas, mas por meio
da “informação” que veicula,
fazendo o organismo reagir
de acordo com a qualidade
dessa informação.
Vias de introdução e de eliminaçãoVias de introduçãoe de eliminação
�Portanto, ele não se
acumula no organismo,
nem é eliminado comonem é eliminado como
ocorre com os
medicamentos
alopáticos.
PosologiaPosologia
�Para a medicina alopática, a
dose útil de cada droga está
diretamente relacionadadiretamente relacionada
com sua quantidade. Nesse
caso, prevalecem os efeitos
primários, químicos e
cumulativos.
PosologiaPosologia
�A escolha da potência
depende do caso clínico,
apesar do simillimumapesar do simillimum
atuar em todas as
dinamizações, em menor
ou maior profundidade.
PosologiaPosologia
�O primeiro passo para uma
prescrição homeopática
correta é buscar o
simillimum, por meio dasimillimum, por meio da
correlação da totalidade
somática do paciente com
o quadro patogenético
produzido por uma droga.
PosologiaPosologia
�O passo seguinte é encontrar a
potência, frequência de
administração e doses adequadas,
capazes de despertar a
reatividade orgânica em um nívelreatividade orgânica em um nível
ótimo de ação.
�Essa escolha depende da doença,
do doente (vitalidade, idade, sexo,
etc.), do medicamento e de
outros fatores.
Exercícios de Exercícios de fixação fixação 
1. Quais são as fases distintas e sucessivas de sintomas
identificadas por Hahnemann? Explique cada uma.
2. Qual a prática empregada pela alopatia para evitar a
ocorrência do efeito secundário provocado pelos
medicamentos?
3. Qual a técnica empregada pela homeopatia para evitar a
ocorrência do efeito primário causado pelosocorrência do efeito primário causado pelos
medicamentos?
4. Cite as duas linhas de pesquisa que explicam o fenômeno
das ultradiluições homeopáticas. Explique-as.
5. Quais as possíveis vias de administração dos medicamentos
homeopáticos? Qual a principal utilizada?
6. Os medicamentos homeopáticos administrados por via oral
devem ser engolidos? Explique o motivo.
7. Descreva os passos da prescrição homeopática.

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