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Aula 01 - Controladoria

Aula sobre Controladoria: apresenta origem histórica ligada à Revolução Industrial, definições e conceitos (incluindo relação com Ciência Contábil), papel da controladoria e do controller, fatores de surgimento, objetivos de aprendizagem e seções de estudo; material adaptado de livros.

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1ºAula
Controladoria
Caros(as) alunos(as), iniciamos nossos estudos sobre 
“Controladoria”, abordando sua origem, seus conceitos e suas teorias, 
que lhes dará uma visão geral da história e do por que da sua existência 
e crescimento ao longo dos anos. A Controladoria tem sido um grande 
aliado dos gestores de empresas de todos os portes, fornecendo-lhes 
ferramentas essenciais para a tomada de decisão. 
Esse material foi preparado de forma a facilitar o entendimento 
sobre controladoria. Caso tenham dúvidas sobre os assuntos no decorrer 
deste estudo, anotem, acessem a plataforma e utilizem as ferramentas 
“quadro de avisos” ou “fórum” para interagir com seus colegas de curso 
e com seu professor. Sua participação é muito importante e estamos 
preparados para tirar as dúvidas que venham a surgir.
Aula retirada, resumida e adaptada dos livros Controladoria 
- Teoria e Prática, de Sandra Figueiredo e Paulo César Caggiano; 
Fundamentos de Controladoria, de Paulo Schmidt e José Luiz dos 
Santos; Controladoria Básica, de Clóvis Luís Padoveze; Controladoria 
Aplicada aos Pequenos Negócios, de Luiz Carlos de Souza e 
Controladoria como Instrumento de Gestão, de Carlos Ubiratan da 
Costa Schier.
É muito importante que leiam e se posicionem criticamente em 
relação aos objetivos de aprendizagem e às Seções de estudo da Aula 1.
Tenham uma boa aula!
Bons estudos!
Objetivos de aprendizagem
Ao término desta aula, vocês serão capazes de:
• conhecer a origem da controladoria;
• identificar a controladoria como órgão de gestão empresarial;
• entender conceitos da contabilidade e controladoria;
• conhecer o papel da controladoria;
• conhecer o papel do Controller.
Controladoria 6
1 - Origem da Controladoria;
2 - Controladoria: órgão da gestão empresarial;
3 - Papel da Controladoria.
Seções de estudo
Conceito
De acordo com Schmidt e Santos (2006), a origem da controladoria 
está ligada ao processo de evolução dos meios sociais e de produção 
que ocorreram com o advento da Revolução Industrial. Quatro fatores 
podem ser considerados como sendo os principais propulsores de 
sua origem:
Conceito
Na visão de Schmidt e Santos (2006), 
a Controladoria pode ser defi nida, então, como a unidade administrativa 
responsável pela utilização de todo o conjunto da Ciência Contábil 
dentro da empresa. Considerando que a Ciência Contábil é a ciência do 
controle em todos os aspectos temporais - passado, presente, futuro, e, 
como ciência social, exige a comunicação de informação.
2 – Controladoria: Órgão de Gestão 
Empresarial
1 – Origem da Controladoria
1. aumento em tamanho e complexidade das organizações;
2. globalização física das empresas;
3. crescimento nas relações governamentais com o negócio 
das companhias;
4. aumento no número de fontes de capital.
O primeiro fator que é o aumento das organizações 
em tamanho e complexidade, talvez seja um dos que mais 
tenham impacto no modelo de gestão das organizações do 
final do século XIX e início do século XX, especialmente nas 
atividades dos executivos financeiros. 
As grandes corporações dos países mais desenvolvidos 
passaram por uma remodelação estrutural em função do novo 
processo industrial que adveio da substituição da produção 
manufaturada, com forte participação de mão de obra direta, 
com pouca complexidade organizacional, para o início de um 
processo industrial mecanizado, com produção em maior 
escala e consequente aumento físico das organizações. A 
natureza dos negócios mudou com a Revolução Industrial.
Segundo Mossimamm, Alves e Fisch 1993,
“a controladoria consiste em um corpo de doutrinas e conhecimentos 
relativos à gestão econômica.
Pode ser visualizada sob dois enfoques:
a) como um órgão administrativo com missão, funções 
e princípios norteadores definidos no modelo de gestão e 
sistema empresa;
b) como uma área do conhecimento humano, com 
fundamentos, conceitos, princípios e métodos oriundos de 
outras ciências.
Sob esse enfoque, a Controladoria pode ser conceituada 
como o conjunto de princípios, procedimentos e métodos 
oriundos das ciências da Administração, Economia, 
Psicologia, Estatística e, principalmente, da Contabilidade, 
que se ocupa da gestão econômica das empresas, com a 
finalidade de orientá-las para a eficácia.
Na visão de diversos autores, a Controladoria é uma ciência 
autônoma e não se confunde com a Contabilidade ou com 
qualquer outra especialidade, apesar de utilizar pesadamente 
seus instrumentais, mais especificamente o Contábil.
De acordo com os autores aqui citados, a Controladoria 
pode ser entendida como a Ciência Contábil evoluída. Como 
em todas as ciências, há o alargamento do campo de atuação. 
Esse alargamento do campo de abrangência da Contabilidade 
a faz ser mais bem representada semanticamente pela 
denominação de Controladoria. 
 À Controladoria cabe a responsabilidade de implantar, 
desenvolver, aplicar e coordenar todo o ferramental da 
Ciência Contábil dentro da empresa, nas suas mais diversas 
necessidades.
A Controladoria é a utilização da Ciência Contábil em toda 
a sua plenitude, e de algumas outras Ciências, complementando 
e completando o teor em si do segmento controlável.
Você Sabia?
A missão da controladoria é zelar pela continuidade da empresa, 
assegurando a otimização do resultado global.
Tranquilo até aqui? Vamos continuar?
De acordo com Figueiredo e Caggiano (2008), o órgão 
administrativo Controladoria tem por finalidade garantir 
informações adequadas ao processo decisório, colaborando 
com os gestores na busca da eficácia gerencial.
Embora o delineamento da função, do órgão e da posição 
do executivo possa variar de uma empresa para outra, existe um 
conceito que é comumente observado quanto ao executivo: o 
controller é o chefe da contabilidade, aquele que supervisiona 
e mantém os arquivos financeiros formais da empresa, embora 
suas funções não tenham que se restringir apenas às funções 
contábeis e o que mais se espera é que ele amplie sua atuação 
no desenvolvimento da contabilidade em aplicações gerenciais.
 Uma revisão da literatura e da prática empresarial, ao longo dos anos, 
como tem sugerido Figueiredo e Caggiano (2008), tem indicado que as 
responsabilidades e as atividades básicas podem ser caracterizadas da 
seguinte forma:
1. Planejamento: estabelecer e manter um plano 
integrado para as operações consistentes com os objetivos e 
as metas da companhia, a curto prazo e a longo prazo, que 
deve ser analisado e revisado constantemente, comunicado aos 
vários níveis de gerência por meio de um apropriado sistema 
de comunicação.
2. Controle: desenvolver e revisar constantemente os 
padrões de avaliação de desempenho para que sirvam como 
guias de orientação aos outros gestores no desempenho de 
suas funções, assegurando que o resultado real das atividades 
esteja em conformidade com os padrões estabelecidos.
7
Você Sabia?
Para Kanitz (1976, p. 5), “os primeiros controladores foram recrutados 
entre os homens responsáveis pelo departamento de contabilidade 
ou então pelo departamento fi nanceiro da empresa”
3. Informação: preparar, analisar e interpretar os 
resultados financeiros para serem utilizados pelos gestores 
no processo de tomada de decisão, avaliar os dados, tendo 
como referência os objetivos das unidades e da companhia; 
preparar as informações para uso externo para que atendam 
às exigências do governo, aos interesses dos acionistas, das 
instituições financeiras, dos clientes e do público em geral.
4. Contabilidade: delinear, estabelecer e manter o 
sistema de contabilidade geral e de custos em todos os níveis 
da empresa, inclusive em todas as divisões, mantendo registros 
de todas as transações financeiras nos livros contábeis de 
acordo com os princípios de contabilidade e com finalidades 
de controle interno. Preparar as demonstrações financeiras 
externas de acordo com as exigências do governo.
5. Outras funções: administrar e supervisionar cada uma 
das atividades que impactam o desempenho empresarial, como 
impostosfederais, estaduais e municipais, envolvendo-se até mesmo 
com negociações com as autoridades fiscais, quando necessário.
Manter relacionamento adequado com os auditores 
internos e externos; estabelecer planos de seguro; desenvolver 
e manter sistemas e procedimentos de registro.
Ramo de Conhecimento da Controladoria
No processo de interação da empresa com os diversos 
agentes, começa a surgir uma série de fenômenos econômicos, 
sociais, políticos, educacionais, tecnológicos e regulatórios, 
fazendo com que as necessidades da empresa na busca 
de sua eficácia transcendam os conceitos oferecidos para 
administração, contabilidade e economia. 
Dessa forma, tornou-se necessário, para dar explicações e 
fornecer uma compreensão a esses fenômenos, a definição de 
um modelo conceitual teórico de um ramo de conhecimento 
denominado Controladoria. 
Controladoria e Contabilidade
Tendo em vista a grande interação com a Contabilidade 
e a pouca informação sobre Controladoria como ciência, 
passamos, primeiramente, a apresentar a Contabilidade como 
ciência, onde existem diversos estudos, artigos e obras sobre o 
assunto Controladoria.
Padoveze (2004) conta que as pesquisas sobre 
Contabilidade como ciência levam-nos à escola de pensamento 
contábil italiana, já que a escola americana não se preocupa 
profundamente com o assunto.
O propósito da informação é possibilitar que uma 
organização alcance seus objetivos pelo uso eficiente de seus 
outros recursos, isto é, homens, materiais, máquinas e outros 
ativos e dinheiro. Como a informação é também um recurso, 
a sua teoria considera os problemas de seu uso eficiente. Esse 
uso, como recurso, é considerado o confronto entre os custos 
associados com a produção da informação, contra os benefícios 
derivados de sua utilização.
De acordo com Schmidt e Santos (2006) e Padoveze 
(2004), entende-se, com isso, que unindo esses conceitos, 
podemos entender a Controladoria como ciência e como a 
forma de acontecer a verdadeira função contábil. Utilizando-
se de tais considerações, Padoveze (2004) afirma, ainda, que 
a Controladoria é uma ciência, visto apresentar as seguintes 
características:
1. ter objeto de estudo próprio; os eventos econômicos e 
as mutações patrimoniais;
2. utilizar-se de métodos racionais; identificação, 
mensuração, registro de partidas dobradas, comunicação;
3. estabelecer relações entre os elementos patrimoniais, 
válidas em todos os espaços e tempos;
4. apresentar-se em constante evolução;
5. ser o conhecimento contábil regido por leis, normas e 
princípios; teorias contábeis;
6. seus conteúdos evidenciarem generalidade; os mesmos 
eventos econômicos reproduzidos nas mesmas condições 
provocam os mesmos efeitos;
7. ter caráter preditivo; através dos modelos de decisão;
8. estar relacionada com os demais ramos do conhecimento 
científico;
9. a construção lógica do pensamento, ser o fundamento 
das ideias e estas ensejarem os conteúdos das doutrinas;
10. apresentar o caráter de certeza na afirmação de seus 
enunciados: “comprovados por evidências posteriores”.
3 – Papel da Controladoria
Para Figueiredo e Caggiano (2008) e Schmidt e Santos 
(2006), o papel inicial da controladoria era muito simples: 
a equipe da controladoria tinha como principal função o 
processamento das transações que apoiavam as operações do 
negócio. Isso exigia uma grande equipe burocrática gerenciada 
por um pequeno corpo de pessoas treinadas em técnicas para 
processamento de transações.
Nesse ambiente, a imagem estereotipada de um controller 
introvertido debruçado sobre a calculadora e uma pilha de 
papéis era bastante pertinente.
Essa escolha deveu-se a vários fatores, mas especialmente 
ao fato de que os contadores e os administradores financeiros 
possuíam uma visão ampla da entidade, tornando-os aptos a 
exercer as atividades iniciais da controladoria.
Essa função burocrática sofreu grandes mudanças 
nas últimas décadas, especialmente em função dos avanços 
tecnológicos, da globalização econômica, do avanço no 
nível de concorrência e de uma nova visão das funções 
de gerenciamento nas organizações, em que a criação de 
valor para o negócio passa a ser uma das principais metas 
organizacionais. Contudo, para o entendimento das funções 
da controladoria é fundamental que se tenha presente o que é 
uma organização dentro do contexto sistêmico.
Conhecimentos Necessários ao Controller
O entendimento sistêmico pode ser traduzido como a 
necessidade que o controller possui de conhecer o mercado 
em que a empresa compete, identificando todas as variáveis 
macroeconômicas que podem, direta ou indiretamente, 
impactar o processo decisório dos gestores.
O profissional da área de controladoria deverá possuir 
várias qualificações para poder exercer as várias atividades 
Controladoria 8
demandadas do mercado. As principais qualificações são as 
seguintes:
1. possuir profundo conhecimento de contabilidade e 
finanças;
2. entender os princípios de planejamento, de organização 
e de controle;
3. entender os principais conceitos de tecnologia de 
informação;
4. conhecimento geral do mercado em que a entidade 
compete, incluindo forças políticas, econômicas e sociais 
(visão sistêmica);
5. conhecimento completo da entidade, incluindo 
tecnologia, produtos, processos, políticas, objetivos, história, 
organização, crenças e valores, missão, etc.;
6. habilidade de gerenciar pessoas e conflitos 
organizacionais;
7. habilidade para entendimento e comunicação com 
todos os níveis da administração, entendendo os problemas 
funcionais relacionados com engenharia, produção, relações 
industriais, marketing, etc.;
8. habilidade para expressar suas ideias claramente de 
forma escrita ou através de apresentações informativas;
9. habilidade para motivar outras pessoas para novas 
ações na busca dos objetivos definidos.
Para Figueiredo e Caggiano (2008), o controller precisa 
conhecer e entender o funcionamento da cadeia de valores 
em que a organização está inserida, para que ele tenha 
capacidade de gerar informações para os gestores sobre os 
principais fornecedores de recursos materiais, humanos, 
financeiros, tecnológicos, informacionais, etc., bem como 
sobre os principais consumidores dos produtos e serviços 
dessa organização.
A cadeia de valor pode ser definida como o conjunto 
de atividades criadoras de valor, desde as fontes de matérias-
primas básicas, passando por fornecedores de componentes 
e até o produto final entregue nas mãos do consumidor, ou 
seja, é um enfoque externo à empresa.
A não adoção dessa visão de cadeia de valor, segundo 
Schmidt e Santos (2006), pode levar a empresa a adotar 
algumas falhas de compreensão da gestão, especialmente de 
custos.
A análise dos custos sem essa visão de cadeia de 
valor começa muito tarde e termina muito cedo, pois, 
tradicionalmente, são considerados como despesas os custos 
não diretamente associados com a produção, que ocorrem 
durante as fases de desenvolvimento do produto e suporte 
logístico do ciclo de vida. Portanto:
a) não inclui a análise do custeio do ciclo de vida do 
produto;
b) não dá atenção aos custos pós-vendas;
c) não analisa a fase de projeto do produto;
d) não analisa o ambiente da empresa.
Assim, essa visão geral e global de empresa é fundamental 
para que o gestor tenha uma visão sistêmica, podendo definir 
mais claramente a rentabilidade do produto em longo prazo, 
quantificando o impacto de custos da alternativa escolhida 
durante a fase de engenharia e desenho, além de poder atribuir 
custos de tecnologia para os produtos que a utilizam, evitando 
rateios subjetivos.
A partir dessa necessidade primária, identifica-se uma 
dificuldade na atuação do controller que é a obrigação de 
conhecer com grande profundidade o mercado em que a 
organização está inserida. Para isso, segundo Souza (2008), só 
existe uma possibilidade: o controller deve estar atuando ou 
já atuou nesse mercado. Seria muito difícil para um controller 
adquirir essa capacidade sem atuar diretamenteno ambiente 
sistêmico em que a empresa está inserida.
Além de ter essa visão exógena à empresa, é necessário 
que o controller tenha um grande conhecimento sobre os vários 
subsistemas que compõem a organização, considerando que 
ele será o responsável pela geração de informações para os 
vários gestores desses subsistemas. 
Esse fator gera a necessidade de o controller conhecer 
com profundidade as necessidades informacionais dos vários 
gestores desses subsistemas. Portanto, para que a controladoria 
possa cumprir seu papel de gerar informações para os gestores, 
será necessário um completo conhecimento do processo de 
decisão de cada gestor antes da geração de informações. 
Para Refl etir
De acordo com Figueiredo e Caggiano (2008), esse conhecimento 
somente será possível se o controller estiver presente durante um 
período razoável de tempo, acompanhando os processos decisórios ou 
fazendo parte integrante desses processos.
De acordo com Figueiredo e Caggiano (2008), Schmidt 
e Santos (2006) e Padoveze (2004), essa necessidade pode 
ser um grande limitador na contratação de um controller, pois 
um profissional de fora da organização levará tempo para 
conhecer as necessidades informacionais dos vários gestores, 
considerando que ele já possui conhecimento do mercado em 
que a organização atua. Se nem essa característica o controller 
possuir, será mais uma dificuldade a ser ultrapassada para o 
exercício pleno de suas atividades.
Além do conhecimento endógeno e do conhecimento 
exógeno da organização, o controller deverá gerenciar o processo 
de reporte.
Dê informações para os vários usuários externos à 
organização, tais como: acionistas, bolsa de valores, instituições 
financeiras, fornecedores, governo, fundos de investimentos, 
sindicatos, etc. Esse processo de reporte de informações para 
os usuários externos é tão importante quanto o processo de 
reporte de informações para os usuários internos. O controller 
deverá gerenciar o reporte de informações a partir dos 
interesses dos controladores da organização.
Retomando a aula
Parece que estamos indo bem. Então, para encerrar 
esta aula, vamos recordar:
1 - Origem da Controladoria
Entendemos a importância da controladoria no contexto 
9
FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo César. 
Controladoria: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos. Fundamentos 
da Controladoria. Coleção Resumo de Contabilidade; V 17. São 
Paulo: Atlas, 2006.
Vale a pena
Vale a pena ler
www.cfc.org.br
http://www.crcsp.org.br
Vale a pena assistir
mundial, onde a controladoria está profundamente envolvida 
com a busca da eficácia organizacional. A Controladoria pode 
ser definida, então, como a unidade administrativa responsável 
pela utilização de todo o conjunto da Ciência Contábil dentro 
da empresa.
2 – Controladoria: órgão da gestão empresarial
A controladoria tem um papel de controle e para isso temos 
que ter as características básicas as quais são: Planejamento, 
Controle, Informação, Contabilidade e outras funções
3 – Papel da Controladoria
O papel da controladoria como órgão administrativo 
é zelar pelo bom desempenho da empresa e administrar as 
sinergias existentes entre as áreas, em busca de maior grau de 
eficácia empresarial.
Obs.: Se ao fi nal desta aula tiverem dúvidas, vocês poderão saná-las 
através das ferramentas “fórum” ou “quadro de avisos” e “chat”. Ou ainda 
poderão enviar para o e-mail areal@unigran.br.
Minhas anotações

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