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FORMULÁRIO DE CONCRETO II 
 
 
 
 
 
QUESTAO 1- DETERMINAR A DEFORMAÇÃO E 
ABERTURA DE FISSURAS NA SEÇÃO. PARA 
CONBINAÇÃO QUASE PERMANENTE (CQP) E 
FREQUENTE DE AÇÕES (CF). 
MOMENTO RESISTENTE 
1º Combinações Quase Permanentes (CQP) 
(KN/m) 
𝜓2 = Fator de redução para CQP (simultaneidade) 
Fg,k= Ações (pp + Revest.)(KN/m) 
Fq,k= Sobrecarga (KN/m) 
*Fazer DMF. 
 
2º Combinações Frequentes (CF) 
(KN/m) 
𝜓1 = Fator de redução para CF (simultaneidade) 
Fg,k= Ações (pp + Revest.)(KN/m) 
Fq,k= Sobrecarga (KN/m) 
*Fazer DMF. MOMENTOS ATUANTES = MA 
3º Calculo do momento de Fissuração 
 
Utilizar Fck em Mpa -> C25 = 25Mpa 
Ic=cm4 
Fctm=sai em Mpa – converter para KN/cm² 
 Mr= KN.cm – Transformar para KN/m 
MOMENTO RESISTENTE = MR 
 
 MOMENTOS ATUANTES-VERIFICAÇÃO MOMENTOS 
 
*Usar maior momento do CQP e do CF e comparar 
com o Mr. Se os momentos CQP e Cf forem maior que 
Mr, é Estadio II (a viga encontra-se fissurada), se os 
dois forem menores que Mr é Estadio I. 
 
*Desenhar a viga com suas dimensões, calcular a área 
das barras de ferro (ex:5ø16mm, faz a conversão, 
acha a área e multiplica pelo numero de barra). 
*As= área multiplicada pelo numero de barra. 
*d= Altura Util (dado no exercício). 
*A’s=normalmente não tem. 
*d’=normalmente não tem. 
 
4º Homogeneização da seção Transversal 
 
Es=Modulo de Elasticidade do aço (Mpa) (210GPA) 
αi=Se o resultado for maior que 1,0 utilizar o min. 
αe=Coeficiente do agregado. (BASALTO 1,2) 
Eci = (Mpa) 
Ecs= (Mpa) 
Fck=C25, usar 25. 
 
Seção fissurada (Estadio II) 
 
Xll=cm 
Iii=cm4 
 
5º Verificação das deformações excessivas em vigas 
segundo a nbr 6118/2014 (CQP) – Calculo dos 
Deslocamentos 
fi=cm, fF=(m) 
Fi=flecha inicial. (TABELA) (E*I= Ecs*Ieq) 
αf=flecha deferida ou de longa duração. 
*Verificar na tabela qual é a formula de fi. 
6º Calculo do momento de inercia efetivo ou 
equivalente 
Ieq,v.(PARA MOMENTO POSITIVO - CQP)- cm4 
 
Ieq,2. (PARA MOMENTO NEGATIVO – CQP)- cm4 
 
 
av=distancia x descoberto através do momento e 
formula de bhaskara. 
a2=av-distancia total. 
L=comprimento total 
Ieq=cm4 
*verificação da flecha – item 5º 
 
7º Flechas Diferidas No Tempo Em Vigas Segundo A 
Nbr 6118 
 
*αf=∆€ 
Fmax=L/250 (m) 
*comparar fmax com fF – item 5º 
 
8º Verificação de abertura de fissura – Estimativa de 
abertura de fissura (CF) 
 
ꞇsi=KN/cm² 
Esi=Es x 100 
Wk=cm 
 
 
Acri=b*h1, Asi=Numero de barras inferior * A. barra. 
C=cobrimento,øt=diamentro estribo cm, ø diamento 
barra cm, ev=espacamento vertical cm. 
*FAZER H1, WK1 – H2, WK2. 
*VERIFICAR NA NORMA EXIGENCIAS RELATIVAS A 
FISSURAÇÃO – CAAI. 
* VER SE A VIGA ESTA OU NÃO COMPROMETIDA. 
 
 
*DIMENSIONAR OS PILARES P1 E P5 (METODO DO 
PILAR PADRAO COM CURVATURA APROXIMADA), P6 E 
P8 (METODO DO PILAR PADRAO COM RIGIDEZ K 
APROXIMADA) DO SEGUNDO PAVIMENTO, SENDO OS 
MESMOS CONSIDERADOS COMO BI-ROTULADAS. 
1º Dados do exercício 
C30 fck=30Mpa -> fcd=3,0/1,4 (KN/cm²) 
C= cobrimento 
Aço CA-50 -> fyd=50/1,15 (KN/cm²) 
Brita 19mm 
 
Fck=3,0, Ac=cm² 
 
2ºP1(METODO DO PILAR PADRAO COM CURVATURA 
APROXIMADA) – PILAR DE CANTO 
Nd=Nk*yc*yn (KN) 
M1AXd=Mk,x*yc 
M1AYd=Mk,x*yc 
Ley=lex=L 
*Calcular Ac. 
Area mínima = 360 cm² 
*desenhar secao do pilar com hx (menor vao) e hy 
(maior vao). 
e1x= M1AXd/ Nd (cm) 
e1y= M1AYd/ Nd (cm) 
 
 
 
 
M1,B=M1,A=M1Axd 
 
Λx<λ1x (pilar curto – desconsidera efeito local de 2º 
ordem) 
*Fazer para Y. 
PILAR PADRAO COM CURVATURA APROXIMADA 
 
M1d,A=M1Axd 
 
Md,tot=M1Axd 
 
Ac=Area (bxh) 
 (fazer para x e y) 
As>Asmin OK 
W= achar no abaco, utilizar o U maior. 
d’/hx = d’/hy = (C+øt+ø/2)/h 
 PILAR DE EXTREMIDADE 
Altura do Pilar. (comprimento flambarem: L 280 cm) 
Gpp=Yc*b*h*L (KN) 
Nk=Via+Vib+V2+gpp 
M1ady=M1bdy=0 
M1adx=M1adx*Yc 
Λx=3,46*lex/hx 
Eix=Miak/Nk 
35< λ<90 PILAR ROBUSTO, DESCONSIDERA EFEITO DE 
FLANBAGEM. 
 
 
 
 
 
 
CONVERSOES 
1MPA – 0,001GPA 
KN/CM PARA KN/M -> /100 
MPA PARA KN/CM² -> /10 
 
1mm – 0,001m 
1cm – 10mm

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