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Tarefa 7 – Henrique Leivas Teixeira A partir da leitura do capítulo “Psicanálise” (BOCK, 2008) responda as seguintes questões: 1. Quais são os ensinamentos que a interpretação dos sonhos nos propicia? Utilizem o texto complementar como referência para essa discussão. (p. 56) Pelo que vimos os sonhos são naturais e fazem parte da nossa vida, há pessoas que dizem ter recebido sonhos premonitórios em forma de aviso, outras sonham com situações das quais vivenciaram, coisas boas ou ruins. Alguns sonhos servem de alerta, então acreditamos que esses são alguns dos ensinamentos contidos nos sonhos. Não se devem assemelhar os sonhos aos sons desregulados que saem de um instrumento musical atingido pelo golpe de alguma força externa, e não tocado pela mão de um instrumentista; eles não são destituídos de sentido, não são absurdos; não… implicam que uma parcela de nossa reserva de representações esteja adormecida enquanto outra começa a despertar. Pelo contrário, são fenômenos psíquicos de inteira validade – realizações de desejos; podem ser inseridos na cadeia dos atos mentais inteligíveis da vigília; são produzidos por uma atividade mental altamente complexa. 2. Com os subsídios do texto, discutam e justifiquem a epígrafe do capítulo: “Se fosse preciso concentrar numa palavra a descoberta freudiana, essa palavra seria incontestavelmente inconsciente”. “Conjunto dos conteúdos não presentes no campo atual da consciência”, Freud deduziu que em algum lugar da nossa mente se origina uma espécie de ordem nas emoções dos indivíduos, e foi no sonho, uma das manifestações do inconsciente que Freud por meio da sua interpretação conseguiu chegar na descoberta do inconsciente. A maior descoberta Sigmund Freud. Nos mostra o pensamento do escritor referente ao estado da pessoa, do que ela transmite e passa. Do inconsciente vem o inexplicável até ali, nos dá criatividade e curiosidade, faz-se necessário explorar o outro pra saber o que há em si. 3. Discutam a frase: “O que João diz de Pedro diz mais de João do que de Pedro”. A frase quer dizer que as pessoas projetam alguma coisa indesejável de si mesma em outra pessoa e não percebe que esse fato diz a respeito dela mesma. Ou seja, quando estamos falando de alguma coisa malvista de alguém, na verdade estamos falando sobre nós mesmos. 4. Pesquisem e discutam textos de psicanalistas cujos objetos de análise são fenômenos sociais atuais ou fatos do cotidiano. Estes textos têm sido publicados com frequência em jornais de circulação nacional (Folha de S. Paulo, por exemplo). Dois psicanalistas têm se destacado nessa produção e divulgação: Jurandir Freire Costa e Contardo Calligaris.