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Universidade Tuiuti do Paraná
Edivânia Patrício
Emily Ane Bassan
 
Experiência de Modelagem de Comportamento
Curitiba
2019
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Edivânia Patrício
Emily Ane Bassan
Experiência de Modelagem de Comportamento
Trabalho apresentado à disciplina de Análise Experimental do Comportamento, do Curso de Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná, para obtenção da nota parcial do segundo bimestre. 
Professora: Maria da Graça Saldenha Padilha
Curitiba
2019
Resumo
O experimento tem como sujeito um gato do tipo frajola de 2 meses, sexo masculino, atendendo pelo nome “Frajola”. Objetiva-se que o sujeito aprenda a localizar sob três copos a localização de uma bolinha escondida pelos experimentadores e o assinale com a pata. Para tal, serão utilizados 3 copos plásticos, uma bolinha pequena de borracha e um biscoito para gatos que fará o papel de reforçador.
Experiência de Modelagem de Comportamento
O condicionamento operante se trata de um comportamento que é aderido pelo individuo à partir de suas consequências e se trata da forma de condicionamento que mais se manifesta no ser humano (Hösel, 2015); é usual que nessa forma de condicionamento, a consequência ao comportamento aderido não tenha conexão com o comportamento, sendo este mantido por conta do sucesso que gerou previamente. Este sucesso prévio não é necessariamente do próprio indivíduo que apresenta o comportamento, podendo ser um costume ou tradição adquiridos socialmente (Skinner, 1981). O comportamento terá maior probabilidade de se repetir se a ele for apresentado um reforçador, e é indiferente ao indivíduo a razão da aparição das contingências reforçadoras para que haja essa repetição; esse comportamento então passa a integrar o repertório do indivíduo, apesar de não ter origem instintiva, como ocorre no condicionamento pavloviano (Skinner, 1991. Matos, Machado, Ferrara, Silva, Hunziker, Andery, Sério & Figueiredo, 1987).
Além disso, este comportamento não necessariamente será adaptativo, podendo ser mantido sem que o indivíduo conheça a razão pela qual o faz, ou atribua uma razão de natureza equivocada; o condicionamento operante não apenas pode não relacionar-se a condicionamentos adaptativos como pode também chegar a substituí-los (Skinner, 1981. Matos et al, 1987). O indivíduo pode, por exemplo, demonstrar-se supersticioso por conta de consequências que não têm real conexão com o comportamento, pois não se considera o todo dos acontecimentos e ações ligados à consequência, apenas o comportamento mais próximo desta. Dessa forma, trata-se de uma realidade criada pela interpretação do indivíduo, e não de fato ter uma resposta adequada ao ambiente ou a um aspecto estável deste (Micheleto & Sério, 1993). O comportamento supersticioso acaba por incorrer porque um reforço não relacionado ao estímulo e comportamento se apresenta, estimulando o indivíduo a repetir o comportamento (Skinner, 1991).
Mas deve-se levar em consideração que o condicionamento operante teve um papel importante na evolução da humanidade, representando ele mesmo um sinal de evolução, uma vez que segue como ferramenta para a adaptabilidade do ser humano quando ocorrem mudanças em seu ambiente ou para novos ambientes. Isso ocorre porque as contingências novas geradas afetarão de forma diferente o sujeito, que será estimulado a mudar seu comportamento usual de modo a adaptar-se adequadamente; essa variação é importante porque algumas contingências não são estáveis, assim, não permanecerão presentes tempo suficiente para uma adaptação da espécie, apenas do indivíduo (Matos et al, 1987. Melo, 2008). Dá-se também importante destaque na questão de que o condicionamento operante não precisa opor-se às contingências que servem à seleção natural: Podem, estas duas modalidades de condicionamento, trabalharem juntas (Skinner,1981).
Esse comportamento se dá por meio de seleção por consequência, o indivíduo o mantém pelas consequências que o comportamento gera à fim de obter mais vezes a consequência que observou na primeira vez – ou primeiras vezes – que o efetuou (Laurenti, 2004). É então importante considerar que o condicionamento operante é um comportamento voluntário que se manifesta porque uma resposta continuou a ser reforçada – trata-se de uma forma de aprendizagem por experiência. Essa forma de condicionamento indica que algo está sendo feito sobre, ou seja, a pessoa está se comportando com a consciência de estar fazendo-o (Antunes, 2002. Barbosa, Cruz, Silva, Lourenço & Santos, 2006). O reforço ou punição que mantém o comportamento, sejam de natureza negativa ou positiva, recebidos após o comportamento, estimula sua repetição ou emissão de novo comportamento: o indivíduo aprende a comportar-se ante o estímulo prévio que eliciou seu comportamento de modo que considere mais reforçador positivamente (Antunes, 2002. Hösel, 2015).
Aqui encontra-se a modelagem do comportamento – a modelagem se trata do processo de aprendizagem que se dá por meio do condicionamento operante (Skinner, 1991). Se a modelagem for considerada como fenômeno resultado da repetição de estímulos que eliciam sempre as mesmas respostas, é possível coloca-la como a instalação de um padrão comportamental que repete os mesmos fatores básicos de reforço, estímulo eliciador e resposta para que o comportamento esperado seja eliciado (Laurenti, 2004). Essa regularidade seria a responsável por manter o condicionamento operante ativo, ou seja, a responsável por aumentar sua possibilidade de ocorrência, sendo possível a modelagem do comportamento (Laurenti, 2004). Esta resposta não irá necessariamente estabilizar-se a condições sempre idênticas, ela pode generalizar-se a contingências semelhantes à original e instalar-se de acordo com a funcionalidade sobre as novas contingências (Melo, 2008).
O fator mais importante na modelagem é o reforço que se apresenta ou que se oferece ao indivíduo, que torna a resposta mais provável de se repetir (Skinner, 1991). Para que o comportamento operante seja instalado, é importante um longo processo de condicionamento operando, “modelando” o indivíduo e fazendo a manutenção do comportamento desejado; para isso há o reforçador que terá importante papel na instalação do comportamento (Skinner, 2003). É esperado que a probabilidade de repetição do comportamento se reduza uma vez que os reforçadores sejam retirados. Entre as possíveis consequências da retirada dos reforços é a extinção do comportamento instalado (Vasconcelos, 2014).
Em meio experimental, faz-se um preciso planejamento dos reforçadores que serão aplicados no sujeito e qual o exato comportamento esperado; o experimentadores têm uma resposta-alvo predeterminada e objetivam alcança-la por meio de aproximações sucessivas e reforçamento seletivo – reforçam o comportamento do sujeito apenas quando o comportamento adequado ao estudo é eliciado (Vasconcelos, 2014). Assim, os experimentadores buscam a perpetuação de um comportamento adequado ao experimento e a extinção de comportamentos que não se adequem à resposta-alvo, sendo mais provável o alcance do objetivo com a aplicação em sujeito individual. Uma vez que por condicionamento operante se modele o sujeito e este já tenha um mínimo repertório anterior, torna-se possível aumentar a complexidade dos comportamentos desejados (Vasconcelos, 2014. Melo, 2008). Um exemplo destes experimentos é o experimento do gato de Thorndike, que colocou um gato em privação de alimento dentro de uma gaiola; sua resposta-alvo era de que o animal conseguisse abrir a tranca da gaiola para alimentar-se. Em alguns dias o animal extinguiu os comportamentos inadequados e passou a alcançar a resposta-alvo sem dificuldades ou tentativas de emitir outras respostas (Barbosa, Cruz, Silva, Lourenço & Santos, 2006).
Para o sucesso das instalação de um comportamento, é necessário que haja um contínuo reforçamento, podendo o processo levar muitos dias para ocorrer. Assim, é necessário manter uma conexão sempre entre a resposta-alvo e o reforçador, além de, paraque o processo seja bem sucedido, este deve ser efetuado em pequenas partes, começando de operações simples até poder chegar ao máximo da complexidade pretendida. Para tal, é necessário tornar todo o processo em um conjunto de pequenas unidades a serem apreendidas pelo sujeito uma de cada vez (Skinner, 2003) .
Método
Sujeito: O sujeito no qual foi aplicada a modelagem de comportamento se trata de um gato com cerca de dois meses, de raça frajola, atendendo pelo nome Frajola, macho.
Materiais: Três copos não transparentes, uma bolinha e um reforçador (biscoito felino).
Procedimentos: Primeiro coloca-se o reforço escondido sob o copo, que, ao lado de mais dois copos sem nada embaixo, tem seu lugar modificado à fim de não conservar a posição original. O objetivo deste primeiro passo é que o animal derrube o copo para alcançar o reforço, tendo observado os experimentadores derrubarem os copos anteriormente e visto o reforçador ser escondido sob o objeto. Quando não realizar o procedimento, terá sua pata guiada até o copo correto, terá o exemplo do comportamento das experimentadoras sobre o objeto ou será repetido o processo de ocultação do reforço à sua frente. O objetivo deste primeiro passo é que o gato por si mesmo encontre o reforço sob o copo.
Posteriormente o reforçador deve ser substituído pela bolinha e, ao efetuar o movimento de tocar o copo com a pata, o animal receberia o reforço, que estaria com o experimentador e não sob o copo. O objetivo final é que o sujeito instale o comportamento de encontrar o objeto sob os copos, emitindo a resposta-alvo de tocar ou bater sobre a superfície do copo sob o qual está escondido o objeto.
Resultados
Foram realizadas cinco sessões de cerca de uma hora cada; as sessões foram realizadas por duas experimentadoras, Edivânia Patricio e Emily Bassan, sendo a primeira a tutora do gato e responsável por interagir e estimular o animal e a segunda responsável pelas filmagens e suporte. As sessões foram realizadas na moradia de Edivânia Patricio, ambiente do sujeito participante da experiência de modelagem.
Dia 1 – 9 de novembro de 2019
No primeiro dia foi efetuada uma sessão de cerca de 1 hora e 20 minutos com o sujeito que abrangeu nove tentativas. Primeiro foi apresentado o reforçador ao felino, que pôde neste primeiro momento recebê-lo da mão da experimentadora. Em seguida, o reforçador foi escondido sob um de três copos sem movê-lo do lugar e sem esconder a ação do animal, deixando-o parado ao lado dos outros dois copols. Desde o primeiro momento o sujeito já buscava mais do reforço.
Nas primeiras cinco tentativas o animal não conseguiu identificar que o reforço estava sob os copos, tentando ir até as experimentadoras para obter mais nas três primeiras vezes e farejando ao redor dos copos nas outras duas, sendo necessário levar o animal mais uma vez à posição original. Na sexta vez, o animal mordeu uma das experimentadoras tentando obter o reforçador, sendo interrompido o experimento por 10 minutos após o ocorrido.
Na sétima e oitava tentativa, as experimentadoras deixaram parte do reforçador exposto para fora de copo, de modo que o animal pudesse localizá-lo mais facilmente. Com esse facilitador, o felino localizou o reforçador e, com a pata esquerda tentou puxar o copo, sem êxito, na sétima tentativa, mas derrubando-o na oitava e alcançando o reforçador.
Na nona tentativa, o felino empurrou com o focinho o copo sem que fosse necessário deixar parte do petisco fora, tentando derrubá-lo; as experimentadoras retiraram o copo e permitiram que acessasse o reforçador.
Dia 2 – 10 de novembro de 2019
No segundo dia foi efetuada uma sessão de cerca de 1 hora com o sujeito que abrangeu sete tentativas. Logo no princípio o reforçador foi escondido sob um de três copos, sem esconder a ação do animal. Sendo cedido um pouco do reforçador ao animal para estimular a busca por mais. 
Na primeira tentativa, o animal novamente ficou farejando ao redor dos copos tentando localizar o reforçador. O sujeito encontrou resquícios dos reforçador no chão e ficou lambendo e o experimento teve de ser reiniciado.
Na segunda e terceira tentativa, novamente parte do reforçador foi deixada exposta para que o animal o localiza-se; em ambas as tentativas o sujeito não obteve sucesso em alcançar o reforçador, tentando empurrar o copo com o focinho, conseguindo consumir apenas o tanto já exposto.
Na quarta tentativa, após sete minutos aguardando resposta do gato, que apenas farejava ao redor dos copos, a experimentadora responsável por interagir e estimular o sujeito, bateu com os dedos sobre o copo, empurrando-o de modo que o animal visse o reforçador sob o objeto. O processo foi repetido cinco vezes antes de passar para a quinta tentativa.
Na quinta tentativa, à princípio o sujeito tentou se afastar, buscando com as experimentadoras mais do reforçador, sendo necessário levar o animal mais uma vez à posição original. A experimentadora mostrou ao animal mais uma vez o reforço escondido sob o copo e bateu três vezes sobre o mesmo. Dessa forma, o felino empurrou o copo para o lado, sem derrubá-lo, sendo cedido a ele o reforçador estimular novas ocorrências dessa resposta aproximada.
Na sexta tentativa, o sujeito retomou a resposta de farejar o ambiente ao redor dos copos; após observar a experimentadora batendo mais três vezes sobre o copo, mais uma vez, o sujeito bateu na lateral do objeto, sendo ajudado pela experimentadora a derrubar o copo, podendo mais uma vez assim alcançar o reforçador.
Na sétima tentativa, o animal mais uma vez se afastou dos copos, sendo necessário recolocá-lo na posição original. Em seguida, a experimentadora bateu mais uma vez três vezes sobre o copo; o sujeito, em reposta, empurrou com a pata o copo. Não conseguindo derrubá-lo, farejou ao seu redor, e o empurrou com o focinho; foi afastado do copo e mais uma vez a experimentadora bateu três vezes sobre o copo. Em resposta o sujeito bate uma vez no copo com a pata direita e torna a empurrá-lo com o focinho. Mais uma vez foi afastado e, pela terceira vez, a experimentadora bateu três vezes no copo; dessa vez, o animal bateu quatro vezes na lateral do objeto, recebendo o reforçador das experimentadoras.
Dia 3 –16 de novembro de 2019
No terceiro dia foi efetuada uma sessão de cerca de 1 hora e 50 minutos com o sujeito que abrangeu 12 tentativas. Logo no princípio o reforçador foi escondido sob um de três copos, sem esconder a ação do animal. Foi cedido um pouco do reforçador ao animal para estimular a busca por mais.
Na primeira tentativa o sujeito imediatamente começou a farejar ao redor dos copos; A experimentadora bateu no copo acidentalmente tirando-o do lugar, dando acesso ao reforçador para o sujeito.
Na segunda tentativa a examinadora bateu cinco vez sobre o copo; o sujeito farejou ao redor dos copos e começou a lamber o chão. Depois afastou-se dos copos e essa tentativa teve de ser encerrada para reorganizar o ambiente. Na terceira tentativa, após a experimentadora mostrar novamente o alimento sendo escondido sob o copo ao sujeito e bater duas vezes, o felino empurrou com o focinho o copo, não conseguindo derrubá-lo e mais uma vez afastou-se dos copos.
Na quarta tentativa o sujeito foi mais uma vez apresentado ao petisco colocado sob o copo e a experimentadora bateu três vezes sobre o copo onde estava o reforçador. O sujeito a imitou batendo uma vez com a pata esquerda na lateral do copo, recebendo o reforçador das experimentadoras para instalar a resposta de bater a pata. Nas tentativas quinta, sexta, sétima e oitava estabeleceu-se processo idêntico, alterando a pata e a quantidade de vezes que o sujeito bateu na lateral do copo, sendo na quinta uma batida com a pata direita, na sexta duas batidas com a pata esquerda, na sétima duas batidas com a pata esquerda – tendo a primeira não acertado o copo, apenas ido na direção – e na oitava uma batida com a pata direita. Em todas estas tentativas a recompensa foi dada pelas examinadoras.
Na nona tentativa o sujeito mais uma vez bateu no copo com a pata direita, todavia,no copo no qual não estava o reforçador; as examinadoras mais uma vez mostraram o reforço sob o copo e deram início à décima tentativa. Na décima tentativa, após apresentado mais uma vez ao reforçador, o sujeito bateu três vezes na lateral do copo derrubando-o e consumindo o reforçador.
A décima primeira tentativa se deu após uma pausa de 10 minutos; as examinadoras apresentaram o reforçador e colocaram sobre ele o copo; o sujeito bateu na lateral do copo e recebeu o reforçador. Na décima segunda tentativa o mesmo resultado da décima primeira tentativa ocorreu.
Dia 4 – 17 de novembro de 2019
No quarto dia foi efetuada uma sessão de cerca de 1 hora e 10 minutos com o sujeito que abrangeu 7 tentativas. Logo no princípio o reforçador foi escondido sob um de três copos, sem esconder a ação do animal. 
Na primeira tentativa a examinadora bateu três vezes sobre o copo sob o qual estava o petisco. O animal então bateu duas vezes com a bata esquerda no copo, recebendo o reforçador. Na segunda tentativa a examinadora repetiu a ação, recebendo do sujeito resposta similar à anterior, cedendo o reforçador ante a resposta.
Na terceira tentativa, esperou-se que o sujeito batesse no copo; após farejar ao redor do copo sob o qual estava o reforçador por dois minutos, o sujeito bateu duas vezes na base da lateral do copo, movendo-o do lugar. A experimentadora bateu no topo do copo três vezes e o animal respondeu batendo mais alto na lateral, recebendo então o reforçador. 
Na quarta tentativa, mais uma vez aguardou-se que o sujeito batesse sozinho no copo. Ele farejou ao redor dos objetos e empurrou com a pata direita o copo ao lado daquele sob o qual estava escondido o reforço. A experimentadora levantou o copo e mostrou que não havia na embaixo; depois levantou o do lado revelando o reforço. O sujeito tentou alcançar o reforçador antes que a experimentadora baixasse o copo, batendo com o focinho no objeto. Na quinta tentativa o sujeito empurrou o copo com o focinho e foi afastado; a experimentadora bateu três vezes sobre o copo e aguardou-se a resposta. O animal observou o objeto por cerca de 1 minuto e bateu devagar na lateral do copo, recebendo então o reforçador.
Na sexta tentativa logo após ser exibido o reforço ao sujeito ele bateu duas vezes na lateral do copo com a pata direita, recebendo o reforçador. Para dar início à sétima tentativa fez-se uma curta pausa de 10 minutos. Na sétima tentativa o sujeito não emitiu a resposta esperada durante mais de três minutos, emitindo comportamento de farejar e afastando-se dos objetos, portanto a experimentadora bateu três vezes no copo para estimulá-lo. Após as batidas, o sujeito se reaproximou dos objetos e bateu com a pata na lateral, recebendo o reforço.
Dia 5 – 23 de novembro de 2019
No quinto dia foi efetuada uma sessão de cerca de 1 hora com o sujeito que abrangeu oito tentativas. Logo no princípio o reforçador foi escondido sob um de três copos, sem esconder a ação do animal. Em seguida, os copos foram movidos de lugar de maneira a não conservarem a posição original.
Na primeira tentativa o sujeito farejou ao redor do copo sob o qual o reforço se encontrava. Ao notar a insistência nessa resposta por mais de cinco minutos, a experimentadora bateu três vezes sobre o copo; o sujeito continuou emitindo a mesma resposta. A experimentadora então bateu mais uma vez e, novamente, a resposta do animal continuou a mesma. 
Na segunda tentativa, a experimentadora ergueu o copo revelando a localização do reforço. Em resposta o sujeito empurrou o copo com o focinho para longe dos outros dois copos, mas não emitiu a resposta-alvo e nem nenhuma aproximação.
Para a terceira tentativa as examinadoras reorganizaram os copos em suas posições originais; mais uma vez a experimentadora bateu três vezes sobre o copo. Dessa vez a resposta do animal foi bater duas vezes na lateral do copo novamente o empurrando para longe dos outros dois. O animal recebeu o reforçador.
Na quarta tentativa tentou-se mais uma vez esconder o reforçador e modificar o posicionamento dos copos. O sujeito bateu com a pata num copo sob o qual não tinha nada derrubando-o, seguindo-o em seguida.
Na quinta tentativa a experimentadora bateu três vezes sobre o copo e, em resposta, O sujeito bateu três vezes na lateral do copo. O sujeito recebeu o reforçador.
Na sexta tentativa, sem que a examinadora assinalasse o copo batendo sobre ele o animal empurrou o copo correto com o focinho, movendo-o. Os objetos e o animal foram então recolocados na posição original para dar início a uma nova tentativa. A sétima tentativa teve resultados idênticos.
Na oitava tentativa mais uma vez tentou-se assinalar o copo batendo sobre ele; o animal então bateu na lateral do copo com a pata direita em resposta, recebendo assim o reforço.
Discussão
No primeiro momento o sujeito gato mostrou resistência sobre os comando do seu experimentador, pois, não havia o reforçadr a princípio, Quando foi ultilizados os comandos de bater sobre o copo e mostrar onde estava o reforçador, o sujeito tentava tirar o objeto com a cabeça, pois embaixo do copo havia o reforço para o sujeito, não houve ainda a modelagem, foram nescessárias algumas etapas para fazer com que ele bata com a pata e mostre onde está o reforço ( wiskas ou a bolinha). Nós comandos de bater com a mão e chamar a atenção do sujeito, ele não respondia a princípio. Depois de longos comandos, o sujeito consegue bater e derrubar onde está o reforçador, assim mostra que o comportamento foi reforçado por diversas etapas. Na modelagem os animais aprendem junto com o outro, pois ele observam o modelos e tem seu reforçador. No caso do sujeito gato foi de bater no copo, e em seguida o sujeito tinha que bater o de estava o reforçador. Método da modelagem: temos um comportamento pre requisito, temos uma resposta terminal desejada, determinando qual a resposta que queremos. O sujeito tinha que fazer o mesmo comando que o experimentador, a princípio mostrar onde está o reforçador. Partimos do comportamento que já existe, e partiremos a o resultado final. Exemplo: ensinamos por partes, onde foi ensinados os comandos, no final do experimemto foi pedido para que ele mostre o reforçador, quando ele mostra o reforçados, e dado para ele o wiskas. Foi apresentado o reforçador apos a resposta. E por fim foi concluída a modelagem do sujeito. modelagem se trata do processo de aprendizagem que se dá por meio do condicionamento operante (Skinner, 1991).
Referências
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Escritores da Liberdade (2007). [filme]. USA: Richard LaGravenese (diretor).
Gouveia-Pereira, M.; Pedro, I.; Amaral, V.; Alves-Martins, M. & Peixoto, F. (2000). Dinâmicas grupais na adolescência. Análise Psicológica: 2 (XVIII), p. 191-201. Recuperado de: http://www.scielo.mec.pt/pdf/aps/v18n2/v18n2a05.pdf. 
Guimarães, S. P. & Campos, P. H. F. (2007). Norma Social Violenta: Um Estudo da Representação Social da Violência em Adolescentes. Psicologia: Reflexão e Crítica: 20 (2), p. 188-196. Recuperado de: http://www.scielo.br/pdf/prc/v20n2/a03v20n2. 
Ramalho, C. (2011). O que é Dinâmica de Grupo?. In: Ramalho, C.. Psicodrama e Dinâmica de Grupo. São Paulo: Iglu.
Rodrigues, A. (2012). Quais são as características e os fenômenos típicos dos grupos sociais? In: Rodrigues, A.. Psicologia Social para Principiantes: Estudo da interação humana. São Paulo: Editora Vozes.
http://www.usp.br/rbtcc/index.php/RBTCC/article/view/150/133
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X1993000200003
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http://www.itcrcampinas.com.br/pdf/skinner/lado_operante.pdf
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