Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Navegue nesta página:
· PCO2 desejada = HCO3 medido x 40 24
· Acidose metabólica
· Alcalose Metabólica
· VM desejado = VM atual x PCO2 atual PCO2 desejada
· FR desejada = FR atual x PCO2 atual PCO2 desejada
· PO2 = 109 - (0,43 x idade) 4
· 3. Cálculo da Diferença Alvéolo-arterial de O2
· D (A – a) O2 = 2,5 + (0,21 x idade em anos).
· 4. Relação PaO2 / FiO2: Valores acima de 300 mmHg
	
AJUSTE GASOMÉTRICO DO PACIENTE EM VENTILAÇÃO MECÂNICA
1. Reajuste do volume-minuto (VM): Para o cálculo de uma PCO2 desejada, a que corrigirá o desequilíbrio ácido-básico respiratório do paciente em ventilação mecânica, lança-se mão da seguinte relação:
PCO2 desejada = HCO3 medido x 40
 24
HCO3 medido (lembrando que essa gasometria foi colhida 20 minutos após a instituição da ventilação mecânica) representa o estado anterior à alteração do componente respiratório do equilíbrio ácido-básico, já que o bicarbonato leva dias para compensar uma alteração aguda da PCO2.
Se a gasometria arterial nos mostrar uma Acidose metabólica como distúrbio primário, a fórmula da PCO2 desejada é:
PCO2 desejada = (HCO3 x 1,5) + 8. (± 2)
Isto porque se usássemos a fórmula anterior poderíamos causar uma hipercompensação, através de uma alcalose respiratória iatrogênica (diminuição muito grande da PCO2). A correção da acidose através da correção da causa básica é que deve ser o objetivo.
Se a gasometria arterial nos mostrar uma Alcalose Metabólica como distúrbio primário, a fórmula da PCO2 desejada é:
PCO2 desejada = (0,9 x HCO3) +9. (± 2)
Para obtenção mecânica da PCO2 desejada, altera-se o VM de acordo com a necessidade. O VM desejado para alcançar a PCO2 desejada é calculado a partir da seguinte fórmula:
VM desejado = VM atual x PCO2 atual
 PCO2 desejada
Uma vez estabelecido o valor do VM que será utilizado, altera-se este através de ajustes ou na FR ou no VC (já que VM = VC x FR). Para elevar o VM deve-se elevar a FR e para diminuí-lo usar o VC, sempre com a finalidade de ventilar com menores pressões e menores volumes.(Em determinadas situações clínicas a diminuição do VC não pode ser compensada pelo aumento da FR, havendo hipoventilação alveolar (hipoventilação alveolar controlada ou expansão pulmonar mínima) e hipercapnia permissiva (deliberada).
Resumo:
 PCO2 desejada < PCO2 atual (quero diminuir PCO2) - ajuste na FR;
 PCO2 desejada > PCO2 atual (quero aumentar PCO2) - ajuste no VC;
FR desejada = FR atual x PCO2 atual
 PCO2 desejada
VC desejado = VC atual x PCO2 atual
 PCO2 desejada.
2. Reajuste da FIO2: A PO2 é uma variável decorrente da FIO2 e da Ventilação Alveolar (VA); como a VA é dependente do VM, que também determina a PCO2 e o equilíbrio ácido-básico, o ajuste da oxigenação se faz às custas de ajustes na FiO2 ou de mudanças no modo ventilatório (PEEP ou da inversão da relação I/E). Só devemos usar o O2 a 100% nos primeiros 20 a 30 minutos de ventilação ( O2 a altas pressões é lesivo ao pulmão). Devemos então diminuir a FIO2 ao menor valor que nos assegure uma SaO2 maior que 90% ou uma PaO2 maior ou igual a 60 mmHg. Se isto não for possível, utilizamos PEEP (começando com o valor de 5 cm H2O). Lembrando que a PO2 normal varia com a idade, de acordo com a fórmula:
PO2 = 109 - (0,43 x idade)  4.
Quando não for possível a oximetria de pulso, para acertar a FiO2 necessária para manter a SatO2 desejada usamos a seguinte fórmula:
FiO2 necessária = PaO2 desejada x FiO2 conhecida
 PaO2 conhecida
Se não for possível manter a PaO2 desejada ou pelo menos em valores igual ou acima de 60 mmHg com FiO2 < 0,6, utilizamos PEEP (começando com valor de 5 cm de H2O).
3. Cálculo da Diferença Alvéolo-arterial de O2: Feitas para se conhecer o mecanismo responsável pela hipóxia. Se houver aumento da D (A – a) O2 ( > 350 mmHg), é sinal de IRA tipo I (déficit de oxigenação); se for normal, é sinal de IRA tipo II (déficit de ventilação). O índice varia com a idade:
D (A – a) O2 = 2,5 + (0,21 x idade em anos).
PAO2 = (760 – 47) x FiO2 – PaCO2 / QR mmHg, em pacientes respirando O2 a 100% ( FiO2 = 1), com o valor de QR estipulado em 0,8, a equação é:
PAO2 = 713 – PaCO2
 0,8
Subtraindo o valor encontrado do valor da PaO2 medida pela gasometria, teremos o resultado da D (A-a)O2.
4. Relação PaO2 / FiO2: Valores acima de 300 mmHg indicam boa oxigenação pulmonar e shunt pulmonar < 10%. Valores abaixo indicam déficit de oxigenação. Valor normal aceitável: entre 350 e 450.
https://pt.slideshare.net/flaviasmatos/gasometria-arterial-34410787

Mais conteúdos dessa disciplina