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PDA PERSISTÊNCIA DO DUCTO ARTERIOSO Adrielly Rocha, Cibelle Silva, Nathalia Ribeiro. Coração/Anatomia ▪ Divisão: 4 cavidades (AD,VD, AE,VE); ▪ Localização: Atrás do esterno e entre os pulmões; ▪ Função: Bombear o sangue; ▪ Formato: Cone invertido; ▪ Paredes compostas por três túnicas: endocárdio, miocárdio e epicárdio e pericárdio - reveste o coração externamente; Circulação normal • AD: recebe sangue, onde desembocam 3 veias: veia cava superior, veia cava inferior e seio coronário. • VD: Sai artéria pulmonar, que leva sangue aos pulmões. Circulação normal ▪ AE: Recebe sangue vindo dos pulmões por meio de quatro veias pulmonares. ▪ VE: Recebe sangue do AE da onde parte a AO que é responsável por levar sangue para o restante do corpo, exceto os pulmões. Circulação normal Impulso do coração ▪ Sístole e diástole ▪ SISTEMA DE PURKINJE Coração com PDA PERSISTÊNCIA DO DUCTO ATRIAL PDA-introdução • Defeito cardíaco congênito; • Falha no fechamento do canal que liga a artéria pulmonar a aorta no período do nascimento; • Parte do sangue do lado esquerdo do coração alcança o pulmão; PDA • Tipos: Persistência do ducto arterioso clássica (P.D.A.c); Persistência do ducto arterioso reverso (P.D.A.r), • Consequência do PDA no coração; Epidemiologia • Raças puras; • Fêmeas; • Fatores genéticos; Anatomia e fisiologia: ducto arterioso • Bifurcação da artéria pulmonar principal; • Composto de músculo liso e fibras elásticas; • Essencial na circulação fetal; Circulação fetal ou patológica/neonatal: • sangue oxigenado da placenta veia cava caudal AD, forame oval AE tronco braquicefálico e artéria subclávia irriga a cabeça e membros torácicos; • O sangue regressa ao AD por meio da veia cava cranial válvula tricúspide VD e ao tronco pulmonar aorta pelo ducto arterioso; • Período fetal 5 a 8% de sangue pela artéria pulmonar para os pulmões; Circulação fetal ou patológica/neonatal: Oclusão do ducto arterioso • O músculo do ducto contrai pelo aumento da tensão de oxigênio arterial fechando o vaso em minutos a horas. • Degeneração muscular não inflamatória em 48h a um mês, fibras elásticas adventícias remanescentes compõem o ligamento arterioso; • Diminuição da prostaglandina e metabolização pulmonar aumenta; • Diminuição da pressão na artéria pulmonar e interrupção do fluxo da direita para a esquerda estimula a oclusão. Fisiopatologia • Os alvéolos pulmonares do feto ficam preenchidos de líquido alveolar; impede a passagem de sangue para os pulmões; • Com a pressão da artéria pulmonar maior que a pressão sistêmica o sangue passa para o ducto arterioso da direita para a esquerda; • A PDA ocorre pois as células elásticas presentes impedem as células do músculo liso de ocluir completamente esse vaso; Sinais Clínicos: • Gatos demoram para apresentar sinais; • 65% dos animais morrem com ICC em até um ano de vida; • Desvio da esquerda para direita: assintomáticos, edema pulmonar, variando de acordo com o grau do fluxo; • Direita para esquerda: síncopes e colapso dos membros pélvicos durante exercício, incoordenação e convulsões; Exame físico • Esquerda para direita: sopro contínuo na região axilar esquerda, mucosas rosadas, a menos que haja um edema pulmonar causado pela ICC esquerda; • Direita para esquerda é possível não ter sopro, o animal apresenta cianose diferencial; Diagnóstico: • Auscultação; • Radiografia; • Eletrocardiografia; • Ecodopplercardiografia, exames laboratoriais, cateterismo e angiografia. Tratamento: • Correção cirúrgica, medicamentos que inibem a produção de prostaglandina, não apresentam resultados; • A reparação do PDA da esquerda para direita: ligadura do ducto, oclusão percutânea; vantagem e desvantagem, Ineficiente em grandes PDAs. • Em PDAs de direita para esquerda a cirurgia é contra indicada podendo levar á morte, tratamento: flebotomia ou hidroxiuréia; Prognóstico: • O ideal é operar antes dos 6 meses; • A função miocárdica pode continuar baixa ou melhorar lentamente; • ICC avançada o prognóstico é desfavorável, mesmo com correção cirúrgica; • Correção do PDA por oclusão percutânea, resolução completa em 50 a 60% dos casos; • PDA com shunt da direita para esquerda: a sobrevivência: 2 a 5 anos - vida tranquila e o hematócrito abaixo de 65%. Relato de Caso ▪ Hospital Veterinário "Governador Laudo Natel“; ▪ 16 de setembro de 2015; ▪ Canino, macho, com 37 dias de vida, raça Spitz Alemão, 0,7kg de peso vivo; ▪ Suspeita de PDA ou estenose aórtica, depois de ter realizado a auscultação da cavidade torácica. ▪ Animal estava ativo, em normorexia, sem queixa de cansaço, síncope, cianose e tosse; e discussão ▪ Exames físico e complementares (radiografia, eletrocardiograma e ecodopplercardiograma); ▪ o modo Doppler permitiu confirmar o diagnóstico de PDA clássica; ▪ Sem aumento do ventrículo esquerdo, onda R dentro da normalidade, talvez pelo diagnóstico ter sido realizado precocemente; • Tratamento recomendado: oclusão do ducto, mas o animal é muito jovem e de baixo peso corporal, está estável e assintomático, a correção cirúrgica foi adiada, para quando animal estiver com uma idade avançada, minimizando o risco; • Conduta terapêutica para a estabilização foi medicamentosa, utilizando furosemida e o maleato de enalapril. OBRIGADO! COSTA , NARIANE GAVAZZA. ABORDAGEM CLÍNICA DA PERSISTÊNCIA DO DUCTO ARTERIOSO EM UM FILHOTE CANINO DA RAÇA SPITZ ALEMÃO: RELATO DE CASO. PDA, [S. l.], p. 1-52, 5 fev. 2016. Disponível em: http://www.repositoriodigital.ufrb.edu.br/bitstream/123456789/1105/1/Nariane%20Gavazza_%20A BORDAGEM%20CLINICA%20DA%20PERSISTENCIA%20DO%20DUCTO%20ARTERIOSO%20EM%20UM %20FILHOTE%20CANINO%20DA%20RA%C3%87A%20SPIT.pdf. Acesso em: 14 maio 2020. PDA. In: PDA. [S. l.], 5 fev. 2016. Disponível em: https://www.conhecer.org.br/enciclop/2012b/ciencias%20agrarias/persistencia.pdf. Acesso em: 12 maio 2020. Coração humano. [S. l.], 5 fev. 2016. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/coracao- humano.htm. Acesso em: 18 maio 2020. PDA. [S. l.], 5 fev. 2016. Disponível em: https://www.infoescola.com/doencas/persistencia-do-ducto- arterioso/. Acesso em: 18 maio 2020.