Prévia do material em texto
Prof. Victor Marcelino, Msc Página 1 TEORIA DA DEMANDA OU PROCURA A demanda é a quantidade de determinado bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir, num dado período de tempo. Assim a procura é um desejo, um plano. Representa o máximo que o consumidor pode aspirar a fim de satisfazer suas necessidades. Cada indivíduo terá uma curva de demanda individual determinada em função de sua renda e dos preços dos bens e serviços. A curva de demanda individual e a curva de demanda do mercado mostram uma relação inversa entre os preços dos bens e serviços e as quantidades demandadas pelos indivíduos. Ou seja, na medida em que o preço de um produto aumenta a tendência é de que haja uma diminuição na sua demanda. Isso porque a preços maiores os indivíduos terão sua capacidade de compras diminuída. Da mesma forma, se os preços dos bens e serviços diminuírem, a tendência é de que haja um aumento na sua demanda, isso porque a preços menores os indivíduos têm a sua capacidade de compra aumentada. A intensidade dessas variações, ou seja, o efeito que essas mudanças de preço provocam sobre a quantidade demandada dependerá naturalmente da natureza do produto. Os factores que influenciam a demanda por um bem são: gosto, preferência e hábitos dos consumidores; o nível e distribuição de renda do consumidor; preço de outros bens e por fim o preço do bem em questão. Os dois efeitos (renda e substituição) dão validade à Lei Geral da Demanda. Demanda: é a quantidade de um determinado bem que os consumidores estão aptos e dispostos a adquirir, em determinado período de tempo, aos diversos preços alternativos. Demanda – é o desejo, intenção, vontade de comprar e não sua realização ou compra propriamente dita (demanda = procura). Lei Geral da Demanda A quantidade demandada de um determinado bem é inversamente proporcional ao seu preço, tudo o mais permanecendo constante (ceteris paribus). O que quer dizer que: quanto mais se elevam os preços de um produto qualquer menores serão as quantidades desejadas a serem adquiridas e vice-versa (Preço Alto – Demanda Baixa). A Teoria económica denomina Lei Geral da Procura o comportamento dos consumidores, ao procurarem atender a suas necessidades, comprando mercadorias e pagando por elas determinados preços. Essa lei pode ser assim descrita: “A quantidade procurada de determinado bem varia na razão inversa da variação de seus respectivos preços, mantidas as demais influências constantes.” Prof. Victor Marcelino, Msc Página 2 Portanto, essa lei geral estabelece que maior quantidade de um produto deverá ser comprada a preços mais baixos do que a preços mais altos ou, ainda, toda vez que o preço diminuir, a quantidade procurada deve aumentar e, toda vez que o preço aumentar, a quantidade procurada deve diminuir. Fig. 1. Gráfico da Demanda As Influências sobre a Demanda O preço relativo de um bem é obtido por seis outros amplos determinantes das quantidades compradas pelos consumidores: (a) gostos e preferências; (b) renda e sua distribuição; (c) preços de bens relacionados; (d) número de compradores e sua idade; (e) expectativas sobre preços, rendas e disponibilidades futuras; e (f) impostos, subsídios e regulamentações governamentais. Gostos e preferências: As preferências das pessoas surgem de idiossincrasias individuais (por exemplo, se buscamos nossa adaptação ou diferenciação em relação à multidão) e das características dos bens referentes a estilo, qualidade e posição social. A maior parte dos anúncios publicitários tem por objetivo as preferências entre os bens sujeitas às fantasias dos consumidores, incluindo automóveis, roupas e música. "Abatimentos" nos preços de produtos consumidos na última moda e as numerosas imitações dos melhores programas de TV são evidências de que as empresas podem reagir rapidamente às atrações do momento. Renda e sua distribuição: A demanda por bens de alta qualidade tende a aumentar claramente se a renda crescer. Os bens cuja demanda é relacionada positivamente com a renda são bens normais. A maioria dos bens e serviços é constituída de bens normais. Bens normais incluem Quantidade Prof. Victor Marcelino, Msc Página 3 produtos de luxo que são especialmente sensíveis a mudanças na renda, o que inclui férias em hotéis, compras de jóias, entretenimentos ao vivo e iates. Por outro lado, quando a renda de uma família pobre aumenta, sua demanda reduz-se para alguns bens inferiores, tais como sabão em pedra, carros usados e certos tipos inferiores de feijão. Bens que não sofrem qualquer variação em relação as oscilações da renda são denominados bens de consumo saciado. Preços de bens relacionados: O preço de um bem é importante, mas os preços de bens relacionados também influenciam a demanda. Os bens em geral são fracos substitutos entre si. Genericamente, existem 2 tipologias de bens: bens complementares, que tendem a serem utilizados em conjunto devido a uma necessidade técnica ou até mesmo devido à tradição ou condicionamento do consumidor. Nesses casos, a elevação no preço de um produz uma redução na demanda do outro, e vice versa. Bens substitutos, são produtos concorrentes entre si, pois o consumo de um pode substituir, perfeita ou imperfeitamente, o consumo do outro. Há portanto uma relação inversa entre a demanda de um e a demanda de outro. Número de compradores e sua idade: O crescimento da população expande o número de compradores potenciais e, portanto, a demanda de mercado para a maior parte dos bens. A estrutura etária do público é também um factor importante. O aumento da expectativa média de vida tem aumentado a demanda por grupos de retiro e serviços médicos. Expectativas sobre Preços, Rendas ou Disponibilidades: Os consumidores que têm a expectativa de falta de produtos, ou de que o preço destes aumentará em futuro próximo, podem correr para comprar produtos não-perecíveis agora, aumentando assim a demanda corrente. Impostos, Subsídios e Regulamentações: O comportamento do agente coletivo público também desloca a demanda, mas as regulamentações e os impostos ou os subsídios, também influenciam a demanda. Da perspectiva de um comprador, a demanda é a relação entre a quantidade comprada e o preço pago. Os vendedores, entretanto, vêem a demanda como a relação entre a quantidade vendida e o preço recebido. “A demanda ou procura é a quantidade de um determinado bem ou serviço, que umconsumidor eventual está disposto a adquirir, por determinado preço e em determinado período de tempo, ceteris paribus.” Prof. Victor Marcelino, Msc Página 4 A quantidade procurada de determinado bem varia na razão inversa da variação de seus respectivos preços, mantidas as demais variáveis constantes. Quanto maior o preço, menor será a quantidade demandada e quanto menor o preço, maior será a quantidade demandada, por cada indivíduo. Existem outros fatores que também influenciam o indivíduo na demanda de por um bem: • o preço do bem; • a renda do consumidor; • o preço dos bens substitutos; • o preço dos bens complementares; • preferências do consumidor; • as expectativas do consumidor quanto aos preços no futuro A curva de demanda individual mostra a relação existente entre o preço de um bem e sua quantidade demandada, por parte de um indivíduo, durante um período de tempo determinado, ceteris paribus. A curva decrescente de demanda mostra que quanto maior o preço de um bem, menor a quantidade demandada, desse, ceteris paribus. De maneira semelhante, quanto mais baixo o preço do bem, maior a quantidade demandada. Efeito-substituição: é uma mudança no consumo que tem origem na mudança de preços relativos dos bens. Quando sobe o preço de um bem que você consome, esse bem se torna mais caro comparado a outros bens, induzindo você a consumir menos do bem que se tornou mais caro e mais dos outrosbens. Efeito-renda: é uma mudança no consumo que tem origem na mudança da renda real do consumidor. Quando aumenta o preço de um bem que você consome, sua renda real é reduzida porque você não consegue mais ter o mesmo nível de consumo. Pela mesma lógica, quando cai o preço de um bem que você consome, sua renda real aumenta. A curva de demanda de mercado Mostra a relação entre o preço do bem e a quantidade que todos os consumidores juntos estão dispostos a comprar desse problema. Prof. Victor Marcelino, Msc Página 5 TEORIA DA OFERTA Oferta é a quantidade de determinado bem ou serviço que os produtores desejam vender em um certo período de tempo. A oferta representa os planos dos produtores ou vendedores, em função dos preços de mercado, visto que a derivação da curva da oferta assinala as alterações nas quantidades de bens e serviços que os produtores desejarão vender a partir de um determinado preço de venda. Da mesma forma que para um vendedor individual, a oferta agregada tem uma relação direta com o preço. Isto é, a tendência é de que haja maiores quantidades ofertadas de produtos quanto maiores forem os preços de venda. Por outro lado a oferta tende a ser menor se os preços de venda forem também baixos.Em suma, a oferta representa a quantidade de bens e serviços que os produtores desejam vender no mercado, aos vários preços vigentes, os factores que influenciam a oferta de um bem são: os objectivos das pessoas físicas e ou jurídicas; o nível de avanço tecnológico; preços de outros bens; preços de insumos utilizados na produção e para finalizar o preço do bem em questão. As transações requerem tanto compradores como vendedores. Assim, a demanda é apenas um aspecto das decisões sobre os preços e as quantidades de bens transacionados; a oferta é o outro lado. Uma condição critica é que os produtores devem esperar ganhar pela venda de seus produtos ou se recusarão a incorrer em custos de produção. Torna-se crucial investigar algumas influências sobre as decisões das empresas de produzir e vender. A Lei Geral da Oferta As decisões dos produtores sobre as quantidades a serem vendidas geram a lei da oferta. A lei da oferta: Todo o resto mantido constante, maiores preços induzirão maior produção, levando os produtores a oferecer mais do produto durante um dado período, e vice-versa. A lei da oferta ocorre, em parte, porque maiores preços geram incentivos para expandir a produção. E, mais importante, as tentativas de expandir a produção submetem-se à lei dos rendimentos decrescentes; custos crescentes ocorrem quando os rendimentos diminuem, pois quanto mais dispendiosas forem as "doses" de recursos aplicadas, mais a produção poderá crescer, embora proporcionalmente menos. Quando isso acontece, maiores preços são necessários para induzirem produtores a produzir e vender seus bens. Influências Sobre A Oferta Assim como vários tipos de fatores influenciam a demanda, a oferta de mercado de um bem depende de diversas outras influências, além de seu próprio preço. Uma curva de oferta reflete a relação positiva entre o preço e a quantidade produzida de um bem em determinado período, mantendo constante: (a) a tecnologia; (b) os custos dos recursos; (c) os preços dos outros bens Prof. Victor Marcelino, Msc Página 6 produzidos; (d) as expectativas; (e) o número de vendedores no mercado; e (f) os impostos, subsídios e regulamentações governamentais. A curva de oferta desloca-se quando há mudanças em quaisquer dessas influências, que operam essencialmente alterando os custos de oportunidade de produzir e vender. Tecnologia, o estado actual do conhecimento tecnológico afecta directamente os custos da produção e por decorrência, o volume produzido. Portanto, avanços tecnológicos que permitam obter maior produtividade, estimulam o lucro e influenciam positivamente a oferta. Os custos dos recursos, o preço dos factores de produção (nível salarial, matéria-prima, juros), podem alterar a decisão de produzir, é de se esperar que a oferta do produto aumente caso seus custos de produção diminuam. Fig. 2. Gráfico da Oferta A curva de oferta individual mostra a relação entre o preço de um bem e a quantidade ofertada por todos os produtores juntos, ceteris paribus. A curva de oferta mostra como a quantidade oferecida aumenta junto com o preço, reflectindo o comportamento dos produtores. Resulta do princípio, que afirma que, os preços mais altos constituem um estímulo ao incremento das quantidades que os produtores estarão dispostos a oferecer no mercado. As empresas vendem bens aos consumidores (oferta). A oferta mostra a relação entre o preço e a quantidade do bem oferecido pela empresa, ceteris paribus. P re ço Quantidade Prof. Victor Marcelino, Msc Página 7 Quanto maior o preço de um bem, maior a quantidade ofertada, ceteris paribus. Da mesma forma, quanto menor o preço, menor a quantidade ofertada. A oferta de um bem depende de um conjunto de variáveis, são elas: • preço do bem; • custo dos insumos; • tecnologia disponível; • produtos concorrentes; • expectativa do produdor sobre os preços futuros; • impostos ou subsídios. Equilíbrio do mercado As forças opostas da demanda e da oferta tendem a cruzar-se em determinado ponto: preço e quantidade de equilíbrio. O ponto emerge naturalmente ou artificialmente, dependendo do mercado competitivo. Mercado é o ambiente em que compradores (demanda) e vendedores (oferta) realizam transações. Preço de equilíbrio: um preço ao qual a quantidade demandada é exatamente igual a quantidade ofertada. Não há pressão sobre os preços. Quantidade de equilíbrio: a quantidade correspondente ao preço de equilíbrio. O ponto em que há o cruzamento do desejo de vender com o desejo de comprar, portanto, não há qualquer pressão de alta ou de baixa no preço do produto, ceteris paribus. Em um gráfico do ponto de Equilíbrio, a escala de demanda demonstra a quantidade que os consumidores desejam adquirir a cada preço, e a escala de oferta indica a quantidade que os produtores ou vendedores estão dispostos a ofertar no mercado dados os preços. Prof. Victor Marcelino, Msc Página 8 Fig. 3. Gráfico do Equilíbrio do mercado EXCEÇÕES À LEI GERAL DA DEMANDA: Bens de Giffen: bens de pequeno valor e essenciais, consumidos pela classe de baixa renda. Havendo uma elevação em seus preços, seu consumo tende a aumentar, devido a serem ainda mais baratos que os demais bens, e como sobra ao consumidor menos renda, ele não poderá adquirir outros bens (mais caros) ele passa a consumir maiores quantidades do bem de Giffen. Ex.: pão, ovos. Bens de Veblen: bens de consumo ostentatório, o objetivo do consumidor (de alta renda) é o status do produto, quanto mais caros mais procurados. SUSTENTAÇÃO DA LEI GERAL DA DEMANDA: Efeito-renda: quando o preço do bem aumento, o consumidor fica mais pobre, irá reduzir o consumo do bem. Efeito-substituição: quando o preço do bem aumenta, o consumidor irá substituir o bem por outro similar ou sucedâneo. O Equilíbrio de Mercado ocorre quando a quantidade demandada de um bem é igual a quantidade ofertada. Nesse caso não existe pressão para mudança de preço. Excesso de demanda: o preço do bem está abaixo do preço de equilíbrio, ou seja os consumidores estão dispostos a consumir mais do que é ofertado pelas empresas. Essa situação fará o preço subir. Excesso de oferta: o preço do bem está acima do preço de equilíbrio, ou seja, a quantidade ofertada do bem é maior do que os consumidores desejam consumir desse bem. Prof. Victor Marcelino, Msc Página 9 Fig. 4. Excesso de oferta e Excassez O preço de equilíbrio Ao colocar-se consumidores e produtores com suas respectivas curvas de demanda e oferta em um mercado,pode-se analisar a interação entre eles. A curva de demanda e oferta isoladamente, não podem determinar até onde podem chegar os preços ou medir a compatibilidade entre produtores e consumidores. Assim, deve-se analisar conjuntamente as duas curvas procurando para cada preço a compatibilidade entre quantidade ofertada e demandada. Então, só no ponto de intersecção das curvas de demanda e oferta é que coincidem os planos dos demandantes e ofertantes e somente a um preço. Este é chamado preço de equilíbrio, e a quantidade demandada e ofertada denomina-se quantidade de equilíbrio. O preço de equilíbrio é aquele em que coincidem os planos dos demandantes ou consumidores e dos ofertantes ou produtores. A alteração do equilíbrio ocorre quando há um deslocamento da curva de demanda ou de oferta. Os deslocamentos da curva de demanda A curva de demanda mostra que a quantidade demandada de um bem muda em resposta ao preço, e apenas em relação ao preço. Quando uma curva de demanda é desenhada, as rendas e todos os outros fatores (com exceção do preço) que podem afetar a quantidade demandada tem de ser mantidos constantes, ceteris paribus. P re ço Excesso de oferta Excesso de procura ou Escassez Quantidade Prof. Victor Marcelino, Msc Página 10 Variáveis responsáveis pelo deslocamento da demanda 1. A renda: um aumento de renda leva a um aumento de consumo (demanda) de um bem, deslocando a curva de demanda para a direita. De maneira semelhante, um queda na renda deslocará a curva de demanda para a esquerda. Quando o aumento de renda faz com que o consumidor reduza o consumo de feijão e batata e aumente o consumo de carne (bem de valor mais elevado), o deslocamento da curva de demanda por batatas é para a esquerda, então este bem é inferior. “Bem inferior é aquele cuja quantidade demandada diminui quando aumenta a renda.” “Bem normal é aquele cuja quantidade demandada aumenta quando aumenta a renda.” “Bem de primeira necessidade é aquele que ao aumentar a renda, a quantidade demandada do bem aumenta em menor proporção. Ex.: leite “Bem de luxo é aquele que ao aumentar a renda, a quantidade demandada do bem aumenta em maior proporção. Ex.: Cd’s; automóveis esportivos. 2. Os preços dos bens relacionados: um aumento no preço de um bem pode causar um deslocamento na curva de demanda por outro bem. Ex. 1: O preço da gasolina sobe, os consumidores tem vontade de possuir menos carros. A curva de demanda por carros se deslocará para a esquerda a cada aumento da gasolina Os bens utilizados em combinação, de maneira que um aumento no preço de um delesleva a queda na demanda do outro se chama bens complementares. Ex. 2: maçãs e bananas são substitutos. Com uma elevação no preço das bananas, os consumidores seriam incentivados a substituí-las por maças. Um aumento no preço das bananas provoca um aumento na demanda por maças. Esta relação mostra a presença de bens substitutos. Outros exemplos: chá e café; manteiga e margarina; carne e galinha; óleo de soja e de milho, etc. Os bens são substitutos se o aumento do preço de um deles eleva a quantidade demandada do outro, qualquer que seja o preço. Ex.: carne bovina e suína; chá e café. Os bens são complementares se o aumento do preço de um deles reduz a quantidade demandada do outro. Prof. Victor Marcelino, Msc Página 11 2. Gostos: o tempo é responsável pela mudança de gostos. Os gostos e a demanda são bens voláteis para alguns produtos especialmente para as “manias”, “a moda”. Os deslocamentos da curva de oferta O mercado representa uma interação entre consumidores e produtores, onde os vendedores respondem à vontade dos consumidores. A finalidade da curva de oferta é mostrar de que maneira a quantidade ofertada muda em resposta ao preço, e apenas em resposta ao preço. Aqui novamente aparece a hipótese ceteris paribus. Variáveis responsáveis pelo deslocamento da oferta 1. O custo de insumos: quando o preço de fertilizantes sobe, os agricultores estarão menos dispostos a produzir milho ao mesmo preço. A curva de oferta se deslocará à esquerda. 2. A tecnologia: Com uma melhoria importante na tecnologia, o custo de produção diminuirá. Com um custo menor por unidade, os produtores estarão dispostos a produzir mais, a qualquer preço. A curva de oferta se deslocará para a direita. 3. Condições climáticas: este fator é especialmente importante para a produção agrícola. 4. Os preços dos bens relacionados: da mesma maneira que os bens podem sersubstitutos ou complementares, no consumo, também podem ser na produção. Ex. 1: o milho e a soja, são substitutos na produção. Um aumento no preço do milho, os agricultores reduzirão o plantio de soja e aumentarão o de milho. Ex. 2: Carne e couro são complementares, ou produtos conjuntos. Quando o abate de gado aumenta em resposta a uma demanda maior de carne, a produção de couro aumenta.