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PESQUISA DOCUMENTAL 
 
 
Rosinaldo Duarte Rodrigues 
Professor: Fernando Junior Lima da Silva 
Centro universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI 
Licenciatura em Matemática (MAD0365) – Seminário Interdisciplinar I 
24/06/2017 
 
 
RESUMO 
 
Os estudos de uma pesquisa se caracterizam como aqueles que buscam compreender um fenômeno em 
seu ambiente natural, onde esses ocorrem e do qual fazem parte. Este trabalho visa contribuir com o 
debate no âmbito da pesquisa a partir da discussão sobre o que é pesquisa documental como 
procedimento para a compreensão da realidade social e produção de conhecimento por meio da análise 
de variados tipos de documentos. Apresentam-se conceitos, características e peculiaridades do método, 
indicando etapas, fontes existentes para a coleta e técnica de análise. Por fim, são apresentadas algumas 
vantagens e desvantagens sobre o uso da pesquisa documental. 
 
 
Palavras – Chave: Pesquisa Documental; Abordagem Qualitativa; Análise Documental. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1 INTRODUÇÃO 
 
A Pesquisa Documental é aquela que busca a compreensão do seu ambiente natural, onde o 
mesmo ocorre ou se encontram. Este tipo de pesquisa é um recurso visto como complemento à produção 
de dados na prática de pesquisa. Utilizando-se de documentos como ferramenta para reforçar o 
entendimento dos relatos em um contexto histórico que possibilita comparações entre as interpretações 
do observador com o que de fato se expõe nos documentos relacionados. 
 
A pesquisa documental é indispensável, visto que a maior parte das fontes escritas quase sempre 
é a base do trabalho de investigação; é aquela realizada a partir de documentos antigos ou 
contemporâneos, considerados autênticos. Ela é realizada em fontes como tabelas estatísticas, 
pareceres, fotografias, atas, relatórios, obras como (pintura, escultura, desenho, etc.), notas, 
diários, projetos de lei, ofícios, discursos, mapas, testamentos, inventários, depoimentos orais e 
escritos, certidões, correspondências, documentos informativos arquivados em repartições 
públicas, associações, igrejas, hospitais, sindicatos (SANTOS, 2000). 
 
Podemos dizer que uma pesquisa documental se constitui de uma técnica de qualificação, seja 
ela complementando informações obtidas por outras técnicas ou não. Na maioria das vezes o pesquisador 
encontra dificuldades no que diz respeito à obtenção de informações concretas e verídicas, no entanto 
precisa ele estar preparado para lidar com problemas que podem surgir no decorrer de sua pesquisa. Deve 
o pesquisador contar com apoio de pessoas que conviveram com o que está se pesquisando. O diálogo 
com outrem mais gabaritado sobre o assunto estudado se faz necessário para obtenção de experiência 
vivida. Lembremos que o acervo teórico existente sobre a temática em questão, pode não preencher as 
lacunas existente devido à complexidade de uma pesquisa. Além disso, o pesquisador deve levar em 
conta também as condições estruturais para uma boa investigação, atentando para a definição por uma 
investigação minuciosa dos fatos relacionados com a natureza e seus objetos. Segundo Tim May (2004) 
apresenta outras perspectivas que elevam a pesquisa documental como um método que possui seus 
próprios méritos e potencialidades ainda pouco reconhecidas. 
Como nos sugere May, há outras possíveis respostas para esse fenômeno: a influência 
positivista e a pesquisa histórica, ambas estando distantes das Ciências Sociais, onde o mesmo enfatiza 
que a pesquisa documental é considerada um método. 
Outra justificativa para o uso de documentos em pesquisa é que se permite com isso acrescentar 
a dimensão do tempo à compreensão do social. Está análise favorece a observação do processo de 
evolução de indivíduos, grupos, conceitos, conhecimentos, comportamentos, mentalidades, práticas, 
entre outros. 
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No campo da pesquisa a definição por um método de investigação nos mostra que a escolha 
deve estar diretamente relacionada com os objetos de pesquisa juntamente com as condições estruturais. 
No âmbito da abordagem qualitativa, diversos métodos são utilizados de forma a se aproximar da 
realidade, sendo o método da pesquisa documental aquele que busca compreendê-la de forma indireta 
por meio de análise dos inúmeros tipos de documentos produzidos pelo homem. Algumas características 
são peculiares deste método, descrevendo suas principais técnicas de obtenção das informações. Por isso, 
se faz necessária uma aproximação a alguns elementos conceituais, o diálogo com a teoria. 
Destaca-se também o uso da análise documental que utiliza, em sua essência: documentos que 
não sofreram tratamento analítico. O desafio a esta técnica de pesquisa é a capacidade que o pesquisador 
tem de selecionar, tratar e interpretar as informações, tendo a compreensão e interação com sua fonte. 
Quando isso acontece há um incremento de detalhes à pesquisa e os dados coletados tornam-se mais 
significativos. O documento a ser utilizado na pesquisa dependerá do objeto de estudo, do problema a 
que se busca uma resposta. Neste sentido, ao pesquisador cabe a tarefa de encontrar, selecionar e analisar 
os documentos que servirão de base aos seus estudos. 
 
 
2 ASPECTOS GERAIS 
 
Como desenvolver um trabalho acadêmico com documentos? Primeiramente temos que 
reconhecer que sempre encontraremos dificuldades neste tipo de pesquisa, por não ser uma categoria 
conhecida dificilmente será considerada como método de investigação na área das ciências naturais. 
Nesse sentido poderemos ter algumas definições como: pesquisa documental, método documental, 
técnica documental e análise documental. Vejamos como alguns autores se expressam sobre estas 
definições: 
 
Para, (CAULLEY apud LÜDKE e ANDRE, 1986:38) “A análise documental busca identificar 
informações factuais nos documentos a partir de questões e hipóteses de interesse”; entretanto 
(CELLARD, 2008: 298); nos fala que: “Uma pessoa que deseja empreender uma pesquisa 
documental deve, com o objetivo de constituir um corpus satisfatório, esgotar todas as pistas 
capazes de lhe fornecer informações interessantes”; entretanto (HELDER, 2006:1-2) nos relata a 
seguinte afirmação “A técnica documental vale-se de documentos originais, que ainda não 
receberam tratamento analítico por nenhum autor. [...] é uma das técnicas decisivas para a 
pesquisa em ciências sociais e humanas”. 
 
Ao mesclarmos esses termos abordados quando elaborarmos trabalhos acadêmicos como a 
pesquisa documental, poderá ser utilizado métodos de análise documental, os quais possibilitarão o uso 
desse procedimento metodológico. 
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A pesquisa documental assemelha-se muito com a pesquisa bibliográfica. Ambas adotam o 
mesmo procedimento na coleta de dados. A diferença está, essencialmente, no tipo de fonte que cada 
uma utiliza. Enquanto a pesquisa documental utiliza fontes primárias, a pesquisa bibliográfica utiliza 
fontes secundárias. 
Vamos apresentar algumas diferenças entre fontes primarias e secundaria. 
Fontes Primarias Fontes Secundaria 
 Documentos Oficiais 
 Publicações Parlamentares 
 Publicações Administrativas 
 Documentos Jurídicos 
 Documentos Particulares 
 Fontes estatísticas 
 Iconografia 
 Fotografias 
 Canções folclóricas 
 Estatuas 
 Cartas 
 Autobiografias 
 Diários 
 Livros 
 Boletins 
 Jornais 
 Monografias, teses e dissertações 
 Artigos em fonte de papel e meios 
eletrônicos 
 Revistas 
 Material cartográficos 
 Anais de congressos 
 Relatórios de pesquisa 
 Publicações avulsas 
Quadro 1 Exemplos de fontes primárias e secundárias. 
 
A pesquisa documental pode apresentar algumas vantagens e limitações. Gil (2002, p. 46) 
aponta as seguintes vantagens: 
a) Os documentos consistem em fonte rica e estável de dados; 
b) Baixo custo; 
c) Não exige contato com os sujeitos da pesquisa. 
Com uma revisão literáriamais aprofundada podemos mostrar que os tipos de documentos mais 
usados e utilizados para uma pesquisa documental são: 
 Primários: são os produzidos por testemunhas diretas, com maior proximidade do 
tempo e espaço do evento; 
 Secundários: são produzidos após o fato e por alguém que não o testemunhou e os 
mesmo são utilizados para acrescentar informações no contexto social; 
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 Terciários: são usados para localizar outras referências como índice, Resumo e 
Bibliografias; 
 Público e privados: geralmente são documentos produzidos pelo governo. Vários 
destes podem ser restritos e; 
 Solicitados e Não-Solicitados: São documentos produzidos visando um tipo de 
pesquisa como relatórios, estatísticas e de uso pessoal. 
As críticas mais frequentes à pesquisa documental referem-se à subjetividade no conteúdo 
registrado e a não representatividade. Ao analisar documentos de uma pesquisa, o pesquisador procura 
extrair o máximo de informações, usando técnicas como: manuseio, etapas, organizações de 
informações, elaboração de sínteses e etc. para pesquisar precisamos de métodos e técnicas que nos 
levem criteriosamente a resolver problemas. 
A pesquisa documental como método de investigação, não nos traz uma única concepção de 
pesquisa, podemos utilizá-la tanto em abordagens de natureza positiva, quanto nas de caráter 
compreensivo com um olhar mais crítico. Essa característica toma corpo de acordo com o referencial 
teórico que nutre o pensamento do pesquisador, pois não só os documentos escolhidos, mas a análise 
destes deve responder às questões da pesquisa, exigindo uma capacidade reflexiva e criativa não só na 
forma como na compreensão do problema e nas relações que consegue estabelecer entre este e seu 
contexto, no modo como elabora suas conclusões e como as comunica. Todo este percurso está marcado 
pela concepção epistemológica a qual se filia o investigador. 
Diferentes dos métodos de abordagem, os métodos de procedimentos são menos abstratos; são 
etapas da investigação. Assim, os métodos de procedimento, também chamados de específicos ou 
discretos, estão relacionados com os procedimentos técnicos a serem seguidos pelo pesquisador dentro 
de determinada área de conhecimento. Os métodos escolhidos determinarão os procedimentos a serem 
utilizados, tanto na coleta de dados quanto nas informações e análise. 
De acordo com Gil (2008, p. 15), 
[...] Estes métodos têm por objetivo proporcionar ao investigador os meios técnicos para garantir 
a objetividade e a precisão no estudo dos fatos sociais. Mais especificamente, visam fornecer a 
orientação necessária à realização da pesquisa, sobretudo no referente à obtenção, processamento 
e validação dos dados pertinentes à problemática que está sendo investigada. 
 
Podemos identificar vários métodos de pesquisa. Nem sempre um método é adotado 
exclusivamente em uma investigação. Com frequência, dois ou mais métodos são combinados, pois nem 
sempre um único é suficiente para orientar todos os procedimentos a serem desenvolvidos ao longo da 
investigação. 
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Para que o pesquisador possa ter acesso e efetuar uma leitura destes documentos é preciso que o 
mesmo tenha um bom relacionamento com o ambiente social, político e econômico, além de seu 
imaginário, suposições e intenções. Não podemos esquecer que antes de qualquer coisa, documentos são 
materiais produzidos por pessoas, portanto, não são artefatos neutros que registram a realidade com 
independência. 
Para que uma pesquisa, seja elaborada de forma com que o leitor a compreenda, precisa-se de 
alguns critérios para avaliar as evidencias a partir das fontes documentais, tais como: 
 Autenticidade do documento: se o mesmo é ou não genuíno (observar versões 
diferentes do mesmo documento; inconsistências internas em termos de estilo; conteúdo; 
caligrafia); 
 Credibilidade: evidência sincera e não distorcida; 
 Representatividade: se o documento é “típico” segundo os interesses do 
pesquisador e; 
 Significado: clareza do documento para o analista - “o que ele é? O que ele nos 
diz? ” 
Deste modo podemos utilizar em sua essência os documentos que não sofreram tratamento 
analítico, ou seja, que não foram analisados ou sistematizados. O desafio a esta técnica de pesquisa é a 
capacidade que o pesquisador tem de selecionar, tratar e interpretar a informação, visando compreender a 
interação com sua fonte. Quando isso ocorre, há um incremento de detalhes à pesquisa, e os dados 
coletados tornam-se mais significativos. O documento a ser utilizado na pesquisa dependerá do objeto de 
estudo, do problema a que se busca uma resposta. Neste sentido, ao pesquisador cabe a tarefa de 
encontrar, selecionar e analisar os documentos que servirão de base aos seus estudos. 
O levantamento de dados feito por fontes variadas é imprescindível em qualquer pesquisa, seja 
ela de natureza documental ou não, nesta fase se coletam informações prévias sobre o campo de 
interesse. Sendo assim podemos afirmar que seria o primeiro a se fazer em uma pesquisa, tanto na 
pesquisa documental quanto em outra forma de pesquisa. 
Além da escolha de quais documentos pretende utilizar, o pesquisador, precisa da construção de 
um corpus, ou seja, a definição da amostra representativa de todos os documentos de um tipo que se 
deseja investigar. Nesta fase podemos efetuar uma garimpagem e ter uma definição de quais o 
documento poderemos analisar para o problema proposto, assim como foco que iremos fixar na pesquisa. 
O estudo dos documentos é compreendido por etapas que vão desde a escolha e coleta dos documentos 
até a sua análise. 
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Ao processo de análise, depois de se obter um conjunto de informações e categorias, poderão ser 
incluídas as seguintes estratégias: aprofundamento, ligação e ampliação baseado naquilo que foi 
adquirido ao longo da pesquisa, neste sentido o pesquisador volta a examinar o material no intuito de 
aprofundar seus conhecimentos em relação aos assuntos abordados, descobrir novos ângulos e 
aprofundar a sua visão. 
A etapa final consistirá num novo julgamento das categorias quanto à sua abrangência e 
delimitação. Ludke e André nos dão a seguinte orientação: 
 
Quando não há mais documentos para analisar, quando a exploração de novas fontes leva à 
redundância de informação ou a um acréscimo muito pequeno, em vista do esforço despendido, e 
quando há um sentido de integração na informação já obtida, é um bom sinal para concluir o 
estudo (Ludke e André (1986: 44). 
 
A pesquisa documental é decisiva porque a maior parte das fontes escritas – ou não – é a base da 
investigação. Apresenta-se como um método de escolha visando ter o acesso às fontes pertinentes, que 
fazem parte integrante do processo de investigação. Por esse motivo deve-se muito à História e, 
sobretudo aos seus métodos críticos de investigação sobre fontes escritas. 
Isso por que a investigação histórica ao pretender estabelecer sínteses sistemáticas dos 
acontecimentos históricos serviu, sobretudo, às ciências sociais, no sentido da reconstrução crítica de 
dados que permitam a conclusão enfim possibilitando que a partir de dados passados fazer alguma ação 
para o futuro e o mais importante é compreender seus antecedentes na reconstrução das vivencias 
Portanto, a pesquisa documental, bem como outros tipos de pesquisa, propõe-se a produzir 
novos conhecimentos, e conhecer a forma como estes têm sido desenvolvidos. Ao apresentar esse 
panorama metodológico queremos provocar a reflexão para a utilização de documentos como método 
investigativo. 
Por fim, expõem-se algumas vantagens e limitações expressas nos textos analisados percebeu-se 
que há grande vantagem na adoção do método da pesquisa documental, pois consiste no fato de se 
apropriar, por meio de documentos uma parte da História que não existi nos livros. 
Quando optarmos pela pesquisa documental precisamos nos atentar para alguns aspectos. 
Embora osdocumentos sejam fontes ricas, apresentando certa durabilidade para que os mesmos possam 
ser utilizados, vale lembrar de algumas críticas. Uma delas recai sobre o tema da “representatividade’, 
isto é, a quantidade de documentos necessários para que se possa fazer uma pesquisa a partir das 
informações contidas nos documentos analisados. Outra também bastante recorrente incide sobre a 
“subjetividade dos documentos’, pois sendo de construção humana seria possível assegurar a fidelidade 
dos dados nele contido? Gil (1991, p. 53), quando adverte que “pesquisas elaboradas a partir de 
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documentos são importantes não porque respondem definitivamente a um problema, mas porque 
proporcionam melhor visão desse problema. Isso nos parece pertinente na busca do conhecimento 
quando feito por um processo sempre aproximativo, nunca definitivo, absoluto. 
 
 
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
A pesquisa documental é um procedimento de fontes escritas, que são quase sempre usadas 
como base do trabalho de investigação e depende dos objetos e dos objetivos como base para o estudo, 
podendo caracterizá-lo como o principal caminho para uma pesquisa, construindo assim um instrumento 
metodológico e complementar para uma boa investigação dos fatos apresentados nos documentos a 
serem analisados. 
Apresenta-se como um método de escolha e de verificação de dados; visando o acesso às fontes 
e, sobretudo aos seus métodos críticos sobre o que está escrito. Isso por que a investigação procura 
estabelecer sínteses sistemáticas dos acontecimentos históricos, sobretudo, às ciências sociais. 
Ainda em relação a esse problema, convém lembrar que algumas pesquisas elaboradas com base 
em documentos são importantes não porque respondem definitivamente a um problema, mas porque 
proporcionam melhor visão acerca do mesmo ou, então, hipóteses que conduzem a sua verificação por 
outros meios. 
Portanto, a pesquisa documental, bem como outros tipos de pesquisa, propõe-se a produzir 
novos conhecimentos, criar novas formas de compreender os fenômenos e de conhecer como estes têm 
sido desenvolvidos. Ao apresentar esse panorama metodológico queremos provocar a reflexão dos que 
utilizam documentos como método investigativo. Acreditamos que neste trabalho utilizamos elementos 
essenciais para que se busque o conhecimento no campo da pesquisa documental. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
 
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em: https://www.portaleducacao.com.br. Acesso em 21 de abril de 2017. 
 
CORSETTI, Berenice. Análise documental no contexto da metodologia qualitativa. UNI revista, vol.1, 
n°1:32-46(janeiro2006).Disponívelem:<http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/ART%2005%20BCors
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GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Disponível em: 
<http://proceedings.ciaiq.org/index.php/ciaiq2015/article/view/252/248>. Acesso em 21 de maio de 
2017. 
 
LÜDKE, M.; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo, EPU, 
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http://www.trabalhosfeitos.com/

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