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Olá pessoal,
Nós Bárbara, Luciana e Renata estamos muito felizes
por estarem até aqui conosco, agradecemos a todos que
conseguiram interagir, que se interessaram pelo nosso
material, atividades do grupo, Ebook e o Livro Oficina
das Emoções, mas nosso principal objetivo é que as
atividades propostas, orientações, dicas e todo nosso
suporte tenha sido útil, e lhes tragam resultados.
Esperamos ter sido incentivo para que aqueles que não
realizam oficinas, possam dar o seu primeiro passo e ter
acesso a pequenos detalhes que fizeram com que nossas
Oficinas tenham tido sucesso, mas também apresentar
novas formas de exercitar a Educação Emocional seja
ela na prática individual ou em grupo.
Continuem nos seguindo, pois em breve apresentaremos
nossos novos projetos. Realizem oficinas on-line,
presencial quando for possível e nos marquem, ficaremos
muito felizes em acompanhar o sucesso de vocês!
Procurem se lembrar de continuar estudando, se
aprimorando sobre o assunto, pois toda a parte teórica
também será fundamental para que você domine as
práticas.
Travesseiro dos sonhos e pesadelos
Objetivo: Pode ser utilizada em várias situações: para
trabalhar medo de dormir, para trabalhar medo de
pesadelos e para abordar enfrentamento do medo. Ao
trabalhar os sonhos da criança, podem ser explorados
também vontades e desejos que a criança possa abordar
durante a fala dela.
Materiais:
- Desenho de dois travesseiros (podem ser retirados da
internet);
- Papel;
- Lápis e caneta;
Passos:
- Conversar sobre o porquê usamos o travesseiro e
sobre o que acontece quando dormimos;
- Depois conversar sobre os sonhos e pesadelos;
- Perguntar se já tiveram sonhos e pesadelos e explorar
os sentimentos e emoções que sentiram nessas
situações;
-Entregar o desenho de um dos travesseiros e pedir que
desenhem ou escrevam um pesadelo que tiveram e
explore os sentimentos envolvidos;
Travesseiro dos sonhos e pesadelos
(Continuação)
Passos:
- Em seguida, procure trabalhar de forma coletiva o 
porquê dos pesadelos, o que eles fazem quando tem 
pesadelos, o medo, o enfrentamento do medo;
- Na sequência, converse sobre sonhos bons e o que 
sentem, peça para que eles contem sobre algum sonho 
bom que tiveram;
- Entregue o outro travesseiro e peça que eles possam 
desenhar ou escrever um sonho que pudesse ter o 
poder de fazer com que eles esquecessem o pesadelo 
de tão legal que seria;
- No final, converse sobre como foi desenhar, o que
sentiram, como podem usar esse sonho como uma
estratégia de visualização sempre que sentirem medo ou
tiverem um pesadelo e combine com eles que esse
travesseiro dos sonhos possa ser colocado pendurado
ou em cima da cama ou ao lado para que possa lhes
auxiliar a enfrentar os medos durante à noite, caso
aconteçam.
Meditação estrela
Objetivo: Relaxamento
Além de aumentar a conexão com si mesmo, a
prática de respiração e meditação proporciona
melhora de concentração, memória, diminuição de
ansiedade e tranquilidade.
Descrição: Pedir para que as crianças fiquem
deitadas e imaginem uma estrelinha da cor que elas
queiram, depois vá conduzindo essa estrela por
diferentes partes do corpo, começando pela testa e
indo até os pés. A cada ponto que a estrelinha tocar,
a criança deverá sentir a região relaxada e molinha.
Para adolescentes e adultos, podemos nomear cada
parte do corpo e pedir que percebam as sensações
nas partes que estão sendo nomeadas.
A mesma atividade pode ser feita com adultos.
VOCÊ TIRA O CHAPÉU PARA ESTA EMOÇÃO?
Esta atividade foi desenvolvida para adultos, pais e profissionais
diversos. Porém pode ser aplicada a partir de 11 anos.
Materiais:
• Chapéis diversos (de acordo com o número de participantes).
• Música de reflexão
Passos
Cada participante ficará no centro e a sua
volta as cinco emoções básicas. As
emoções básicas podem ser coladas ao
chão com a cor e o nome de cada
emoção.
O chapéu iniciará na cabeça dos
participantes.
Pedir que fechem os olhos e comecem a
lembrar de toda a oficina, das situações
que geraram alegria, medo, raiva,
tristeza, nojo, amor e agora será a hora
de aceitar suas emoções, ressignificá-las
dentro de si e “tirar o chapéu”.
Após feito esta reflexão, com música ao
fundo, pedir que abram os olhos e
observem as emoções.
O condutor deve fazer as seguintes
perguntas: Você tira o chapéu para a
emoção do amor? Em quais momentos
este emoção esteve presente com você e
em você. Hoje, você tira o chapéu para
esta emoção em sua vida? Se a resposta
do participante for sim, ele vai tirar o
chapéu e colocar na emoção do amor. Se
a sua reposta for não, ele vai continuar
com o chapéu na cabeça.
Deve-se falar nas 6 emoções e observar
que os participantes nem sempre vão tirar
o chapéu, pois muitos terão conteúdos a
serem trabalhados em outras oficinas e
sessões de psicoterapia.
Desfecho: Finalizar a atividade levando a
reflexão. Acolher os participantes e dizer
que tudo bem não ter tirado o chapéu
para algumas ou ter tirado para todas. O
importante é saber que muito mais que
tirar o chapéu é aprender a respeitar
todas estas emoções que estão aí dentro
de cada um.
Dicas da Atividade “Você tira o chapéu
para esta emoção?”
1) Aplicar esta atividade ao término da Oficina, como
fechamento da Oficina, pois ela gera grandes reflexões e
aprendizados.
2) Se ao final da atividade, estiverem muito emotivos,
finalizar com brincadeiras, falas próprias que surgirem na
hora como: Viva todas as emoções! Ou... Vamos dar uma
grande salva de palmas para todas as emoções que
estão em nós. Agora, dê uma grande salva de palmas
para a emoção que está no outro. E assim finaliza a
atividade e a oficina.
3) Os chapéis utilizados durante esta atividade podem ser
aqueles pequenos de festa junina, ou boné (neste caso
podem ainda pedir que tragam de casa).
Minha vida é um flash!
Materiais:
Folha
Lápis e canetas coloridas
Fotografias caso os adolescentes prefiram
Materiais prévios: No primeiro dia do grupo, ao final da
sessão, entregar as folhas com as temáticas de sugestão
que serão trabalhadas e explique que se eles quiserem
achar algumas fotos e trazer para utilizar, poderão trazer,
mas que também poderão utilizar escrita ou desenho ou
recortes de revistas caso queiram trazer ou caso você tenha
revistas para ofertar no dia do encontro para recorte.
Sugestões do que pode estar nessa folha:
- Minha família:
- Meus amigos:
- Minha viagem favorita:
- Minha escola:
- O que mais gosto de fazer:
- O que menos gosto de fazer:
- Meu lugar favorito da vida:
- Meu hobby favorito:
- Sou bom em:
- Não sou muito bom em:
Minha vida é um flash!
(continuação)
Objetivos:
Atividade para ser usada para quebrar o gelo, como
apresentação e para promover momentos de diálogo e
conhecimento entre o grupo. Ideal para ser utilizada em
um segundo encontro (para que no primeiro, você possa
pedir que tragam as fotos, caso eles prefiram utilizar ao
invés de escrever ou desenhar). Realizar de preferência
logo no início da sessão, para que os adolescentes
possam interagir e para que outras atividades possam
fluir com mais leveza e conexão.
Passos:
- Retomar as folhas de papel que foram entregues no 
encontro anterior;
- Deixar os adolescentes livres para que possam produzir 
suas apresentações através de desenho, escrita ou fotos;
- Depois, fazer duplas para que conversem sobre a 
atividade;
- Na sequência, o adolescente apresenta para o grupo a 
atividade que o amigo desenvolveu;
A Casa das Emoções 
Objetivos: Realizar a psicoeducação das emoções de
forma lúdica e identificar como cada criança percebe a
emoção, além de proporcionar condições de que ela
verbalize o estado emocional do momento para que possa
ser trabalhado. O recomendado é que essa atividade não
seja realizada no momento de ir embora para casa, mas
sim no início do encontro, para que possa haver tempo das
emoções verbalizadas pelas crianças serem trabalhadas
durante o encontro.Materiais:
- Folhas;
- Lápis e canetas coloridas, enfeites se quiser, como
glitter, lantejoulas, cola colorida, etc.
Passos:
- Fazer a psicoeducação sobre as emoções básicas (com
os menores, utilizar apenas medo, raiva, alegria e
tristeza. Com os maiores, colocar o amor e o nojo
também);
A Casa das Emoções (continuação) 
Passos:
- Após realizar a psicoeducação e a explicação sobre a 
função das emoções e sobre a importância delas, 
entregar as folhas e pedir para que a criança possa 
desenhar como seriam as casas das emoções 
separadamente. Como seria a casa da alegria, da 
tristeza, etc...
- Em seguida, para encerrar, procurar trabalhar o porquê 
dos desenhos, o que eles colocaram de enfeites, 
etc...como se sentiram ao desenhar cada uma das 
emoções, etc.
- Por último, pedir para que eles escolham em qual casa 
eles estariam morando naquele momento e trabalhar 
com essa escolha, acolhendo.
- Ficar atento (a) para escolhas de tristeza, medo, raiva e 
procurar trabalhar o porquê dessas escolhas.
Para pais – Eu sou meu filho
Para essa atividade, não será necessário material se ela
for feita oralmente. Caso a proposta para a realização
seja escrita, será necessário papel e caneta;
Objetivo: Quebrar o gelo, apresentação dos filhos e
fazer com que os pais consigam se colocar no lugar dos
filhos, exercitando a empatia. Essa atividade também
permite ao facilitador da oficina a observação de como
os pais veem seus filhos, das dificuldades e desafios
que podem verbalizar.
Passos: 
- Realizar a sua apresentação como se você fosse o seu
filho;
- Se tiver mais que um, escolher um ou se estiver em
casal, cada um faz de um;
- Se estiverem em casal e tiverem apenas um filho,
podem realizar a apresentação em conjunto;
Para pais – Eu sou meu filho
(continuação)
- Exemplo: “Eu sou o Joãozinho, tenho 8 anos, adoro
futebol e andar de bicicleta no Condomínio, mas não gosto
de fazer tarefas da escola. Fico muito chateado nessas
horas, grito e perco muito a paciência. Adoro pescar e sou
bem agitado. Falo “não” toda hora e insisto muito para ter o
que eu quero. Não sou de desistir”;
- Após todos concluírem as apresentações, fazer uma
reflexão sobre como se sentiram e como foi o sentimento de
ter se colocado no lugar do filho;
-Encerrar com uma reflexão da importância da percepção
da realidade das situações sob a ótica do filho...porque será
que ele não gosta da tarefa? Porque ele insiste? Como os
pais estão agindo para fazer com que esses
comportamentos relatados aconteças ou deixem de existir?
-Atividade adaptada do Manual do Educador Parental em
Disciplina Positiva – Jane Nelsen/ Lynn Lott
Não importa o número de participantes na sua 
Oficina, que sejam dois, três, quatro, dez ou mais, 
“FAÇA SEMPRE O SEU MELHOR” 
independente do número de inscritos.
As melhores Oficinas não se restringem as 
quantidades de participantes e ou faturamento da 
mesma, as melhores oficinas são aquelas em que 
no final você tem a certeza de que fez o seu melhor, 
dentro da situação atual e com os recursos que 
teve.
1ª DICA
Os participantes, devem vir as oficinas com roupas 
e calçados confortáveis. Especialmente as 
crianças, pois durante as oficinas podem se sujar e 
roupas mais simples e confortáveis evitam 
desagrados posteriores de alguns pais.
2ª DICA
As oficinas infantis e para adolescentes devem ser 
finalizadas com uma devolutiva aos pais e/ou 
responsáveis. Sugerimos que seja feito de forma 
escrita, ou presencial, ou através de áudios. O 
importante é ter sempre um fechamento com os pais. 
Esta atitude gera conexão, respeito e empatia com os 
responsáveis
3ª DICA
Uma boa oficina, inicia-se com uma ótima divulgação. 
A grande dica é se organizar para divulgar, planejar, 
criar e executar, tudo isso antes da oficina acontecer.
Na divulgação para Oficinas com Adultos, pais e 
profissionais sempre apresente os ganhos de se fazer 
a oficina e os benefícios. 
4ª DICA
Tanto as crianças quanto os adolescentes costumam 
engajar melhor quando são envolvidos na 
combinação das propostas e das atividades. Sempre 
que for trabalhar algo diferente com eles e for 
possível a escolha, questione a forma que preferem 
e possibilite escolhas. Mesmo que não aja uma 
possibilidade de escolha, crie perguntas e questione 
algo como: “Está tudo bem para vocês se fizermos 
dessa forma? O que vocês acham? Pode ser assim?
5ª DICA
6ª DICA
Para realizar Oficinas das Emoções, ou Oficinas 
com temas específicos, não há regras. Porém faz 
se necessário ter planejamento, estruturação e 
muita criatividade.
1ª ORIENTAÇÃO
Para utilização de imagens (fotos e vídeos) durante
a oficina é necessário ter o consentimento dos
participantes por escrito e no caso de menor,
autorização de imagem assinada pelo responsável.
Orientamos que esta autorização de imagem seja
preenchida junto com a ficha de inscrição, pois
deixar para o dia da oficina, ou para última hora,
pode correr o risco de esquecimento e as imagens
então não poderão ser utilizadas nas mídias
sociais, ou terão que ser desfocadas.
2ª ORIENTAÇÃO
Para realizar Oficina das Emoções com crianças
orientamos que tenha, se possível, alguém de
apoio.
Você pode fazer parcerias com outros profissionais
da sua confiança, como pedagogos, psicólogos e
inclusive estagiários destas áreas.
Crianças demandam atenção e necessidades
básicas, especialmente Oficinas realizadas com
crianças de 4 a 6 anos.
Você que tiver um grande parceiro(a), irá se lembrar
desta dica na hora que pedirem pra ir ao banheiro,
beber água e afins, desta forma a Oficina continuará
sendo conduzida sem perder o foco e atendendo a
todos com respeito e atenção.
É importante que todas as oficinas
tenham começo, meio e fim. Atividades
iniciais como quebra-gelo e atividades
de relaxamento, meditação e/ou
respiração para término, são bons
exemplos para compreendermos parte
da estrutura de uma oficina.
3ª ORIENTAÇÃO
Todas as músicas utilizadas nas Oficinas auxiliam
as atividades. Orientamos que sempre tenham
disponíveis e de forma organizada algumas
músicas para este momento. Caso a oficina seja
para crianças, separem músicas para cada
emoção que tenha haver com as crianças. Se
forem adultos ou pais, podem usar algumas
músicas infantis, mas também investir em músicas
das emoções voltadas para os adultos.
Mesmo que você não utilize todas as músicas
durante a oficina, elas podem te auxiliar em várias
outras e as tendo de forma organizada, facilita este
tipo de material para as próximas oficinas.
4ª ORIENTAÇÃO
5ª ORIENTAÇÃO
Oficina terapêutica é diferente de psicoterapia.
Portanto, se algo aconteceu durante a oficina que
tenha lhe deixado preocupado ou pensativo sobre
alguma criança/ adolescente ou até mesmo adulto
participante, procure conversar no privado e dar
esta orientação para busca de auxílio terapêutico
para essa família ou mesmo para o adulto. Caso
você tenha vínculo com eles em outros locais de
trabalho, escolas, instituições, etc, é sempre
recomendado encaminhar para um profissional
externo.
Em oficinas com pais, por vezes, podem acontecer
alguns desconfortos entre os casais ou acusações
entre eles. Discussões podem ser comuns. É de
extrema importância que o facilitador mantenha o
controle da situação e não permita que o encontro
fuja do controle ou que situações de humilhação ou
exposições desnecessárias dos pais aconteçam.
Limite os comentários, interrompa se for necessário,
use o bom humor e se necessário, conduza o casal
para um ambiente mais tranquilo em um intervalo
ou ao final do encontro para trabalhar o que
trouxeram e se for necessário, sugerir algo mais
aprofundado, como uma terapia para o casal ou
individual.
6ª ORIENTAÇÃO
• Psicóloga Especialista em Terapia
Cognitivo Comportamental;
• Formação em Coach Life e Analista 
Comportamental pela Slac Coaching;
• Formação em Terapia Cognitiva 
Comportamental focada em crianças eadolescentes pelo CETCC;
• Facilitadora do Programa de Educação 
Emocional Positiva para crianças e adultos;
• Escritora e Autora Organizadora do livro:
“Oficina das Emoções - TEORIA E PRÁTICA”;
• Psicóloga formada há 12 anos;
• Professional Coach, formada pela Academia
Brasileira de Coaching;
• Facilitadora Licenciada do Programa de Educação 
Emocional Positiva para crianças
e adultos e do Programa Ciranda.
• Escritora e Autora Organizadora do livro:
“Oficina das Emoções - TEORIA E PRÁTICA”;
• Coautora dos livros: “Conversando sobre
Ansiedade” e “Saindo do Casulo”.
• Especialista em Psicoterapia Comportamental
e Cognitiva Infância e Adolescência;
• Especialista em Psicologia Clínica pelo
Conselho Federal de Psicologia;
• Educadora Parental em Disciplina Positiva, Primeira 
Infância e Sala de Aula pela PDA (Positive Discipline 
Association)/USA;
• Facilitadora do Programa Educação Emocional 
Positiva e do Programa Ciranda;
• Coautora dos livros: “Oficinas das Emoções TEORIA 
E PRÁTICA", "Relacionamentos Saudáveis - Como 
cultivar relações positivas
• para ser mais feliz”.
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https://www.instagram.com/renatalelapsicologa/

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