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Embriologia do Pâncreas Gabriela Wosniak Cavaletti Embriologia Surge entre os mesentérios, pelos brotos pancreáticos (vem do intestino anterior). Constituído de evaginações do endoderma ventral e dorsal do intestino anterior primitivo próximo à junção com o intestino médio. - Maior porção – broto pancreático dorsal (1º, 25º sem). - Menor porção – broto pancreático ventral O ventral se desenvolve perto da entrada do ducto biliar no duodeno. Quando esse sofre rotação à direita, leva o broto ventral junto com o ducto biliar. Este se posiciona posterior ao broto dorsal e depois se funde a ele. Com essa fusão, os ductos de anastomosam. O ventral forma – processo uncinado e cabeça do pâncreas. Com a rotação do estômago (5º sem), duodeno e mesentério ventral, o pâncreas se posiciona na parede abdominal dorsal. O ducto pancreático se forma a partir do ducto do broto ventral e da parte distal do ducto do broto dorsal. Tecido conjuntivo e septo interlobular se originam do mesoderma esplâncnico circundante. - Secreção insulina: 10º sem. Anomalias - Pâncreas anular: O pâncreas ventral se divide e forma um anel de tecido pancreático ao redor do duodeno, resultando ocasionalmente em estenose duodenal. Às vezes, constringe o duodeno e pode causar obstrução completa. Rotação incompleta da porção ventral. - Pâncreas divisum: Os brotos não se fundem. Entre 6º e 8º sem). - Pâncreas ectópico Presença de tecidos do pâncreas fora desse órgão. É mais comum que esse tecido seja encontrado no estômago, no entanto, também pode se localizar no esôfago, duodeno, vias biliares e até mesmo no intestino delgado, condição mais rara. Observações: - O ducto pancreático principal (de Wirsung) é formado pela porção distal do ducto pancreático dorsal e por todo o ducto pancreático ventral. - No terceiro mês da vida fetal, as ilhotas pancreáticas (de Langerhans) se desenvolvem a partir do tecido pancreático parenquimatoso e se dispersam ao longo de todo o pâncreas.