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Depois de celebrar contrato administrativo de obra com a empresa Reformas Ltda., com vistas à reforma do prédio da Prefeitura, o Município de Pedrinhas impôs à contratada um acréscimo ao objeto do contrato. Sabendo-se que o Poder Público pode alterar unilateralmente cláusulas regulamentares de serviço, a alteração imposta:
Teria que limitar-se a 25% do valor inicial do contrato.
Poderia, no máximo, atingir a 100% do valor do contrato.
Não teria limitação, desde que houvesse revisão de preço.
Não poderia exigir acréscimo de obras, mas só de serviços.
Poderia corresponder a 50% do valor ajustado no contrato.

A respeito dos contratos administrativos, assinale a opção correta.
A administração pode alterar de forma unilateral, os contratos que celebrar. No entanto, no que se refere à alteração quantitativa, a lei estabelece, como limite para os acréscimos e supressões nas obras, serviços ou compras, o percentual de 50% em relação ao valor original do contrato.
Os contratos administrativos diferenciam-se dos demais contratos privados no que se refere às chamadas cláusulas exorbitantes, como a cláusula que autoriza à administração impor penalidades administrativas.
Como os contratos administrativos também se submetem ao princípio da formalidade, eles devem ser obrigatoriamente escritos.
O ato que exige a participação de mais de um órgão, cada um deles com manifestação de vontade autônoma, é um ato composto.
A administração pode rescindir o contrato, de forma unilateral, na ocorrência de caso fortuito ou força maior, não ficando obrigada ao pagamento de qualquer indenização.

Ao efetivar a rescisão administrativa por interesse público, a Administração poderá fixar o valor da indenização cabível, verificado por meio de operações contábeis. Nessa situação, o contratado:
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá recorrer às vias judiciais adequadas, pleiteando unicamente a justa reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do contrato;
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá recorrer às vias judiciais adequadas, pleiteando a reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do contrato, acrescida de lucros cessantes, após esgotada a discussão no âmbito do recursos administrativo.
Poderá se opor a medida, por depender da manifestação do Poder Judiciário.
poderá opor-se à medida quanto ao seu mérito, desde que recorra às vias judiciais adequadas;
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá, antes de recorrer às vias judiciais adequadas, pleiteando justa reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do contrato, esgotar as vias administrativas;

Não pode incidir sobre bens públicos direito real de garantia. A característica que reflete esta vedação é denominada:
imprescritibilidade;
desafetação.
inalienabilidade;
afetação;
impossibilidade de oneração;

(37º EXAME DA OAB) Referentemente aos contratos administrativos, assinale a opção correta:
As cláusulas exorbitantes possibilitam à administração pública alterar unilateralmente o contrato administrativo, exceto no que se refere à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro.
A modificação da finalidade da empresa contratada pela administração para prestação de serviços implica automática rescisão do contrato administrativo.
O princípio da continuidade do serviço público impede que o contratado suspenda, sob a alegação de falta de pagamento, o serviço que presta à administração pública.
Todas as respostas anteriores estão erradas.
A presença da administração pública na relação contratual é suficiente para se qualificarem avenças no contrato administrativo.

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Questões resolvidas

Depois de celebrar contrato administrativo de obra com a empresa Reformas Ltda., com vistas à reforma do prédio da Prefeitura, o Município de Pedrinhas impôs à contratada um acréscimo ao objeto do contrato. Sabendo-se que o Poder Público pode alterar unilateralmente cláusulas regulamentares de serviço, a alteração imposta:
Teria que limitar-se a 25% do valor inicial do contrato.
Poderia, no máximo, atingir a 100% do valor do contrato.
Não teria limitação, desde que houvesse revisão de preço.
Não poderia exigir acréscimo de obras, mas só de serviços.
Poderia corresponder a 50% do valor ajustado no contrato.

A respeito dos contratos administrativos, assinale a opção correta.
A administração pode alterar de forma unilateral, os contratos que celebrar. No entanto, no que se refere à alteração quantitativa, a lei estabelece, como limite para os acréscimos e supressões nas obras, serviços ou compras, o percentual de 50% em relação ao valor original do contrato.
Os contratos administrativos diferenciam-se dos demais contratos privados no que se refere às chamadas cláusulas exorbitantes, como a cláusula que autoriza à administração impor penalidades administrativas.
Como os contratos administrativos também se submetem ao princípio da formalidade, eles devem ser obrigatoriamente escritos.
O ato que exige a participação de mais de um órgão, cada um deles com manifestação de vontade autônoma, é um ato composto.
A administração pode rescindir o contrato, de forma unilateral, na ocorrência de caso fortuito ou força maior, não ficando obrigada ao pagamento de qualquer indenização.

Ao efetivar a rescisão administrativa por interesse público, a Administração poderá fixar o valor da indenização cabível, verificado por meio de operações contábeis. Nessa situação, o contratado:
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá recorrer às vias judiciais adequadas, pleiteando unicamente a justa reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do contrato;
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá recorrer às vias judiciais adequadas, pleiteando a reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do contrato, acrescida de lucros cessantes, após esgotada a discussão no âmbito do recursos administrativo.
Poderá se opor a medida, por depender da manifestação do Poder Judiciário.
poderá opor-se à medida quanto ao seu mérito, desde que recorra às vias judiciais adequadas;
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá, antes de recorrer às vias judiciais adequadas, pleiteando justa reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do contrato, esgotar as vias administrativas;

Não pode incidir sobre bens públicos direito real de garantia. A característica que reflete esta vedação é denominada:
imprescritibilidade;
desafetação.
inalienabilidade;
afetação;
impossibilidade de oneração;

(37º EXAME DA OAB) Referentemente aos contratos administrativos, assinale a opção correta:
As cláusulas exorbitantes possibilitam à administração pública alterar unilateralmente o contrato administrativo, exceto no que se refere à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro.
A modificação da finalidade da empresa contratada pela administração para prestação de serviços implica automática rescisão do contrato administrativo.
O princípio da continuidade do serviço público impede que o contratado suspenda, sob a alegação de falta de pagamento, o serviço que presta à administração pública.
Todas as respostas anteriores estão erradas.
A presença da administração pública na relação contratual é suficiente para se qualificarem avenças no contrato administrativo.

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23/05/2020 Estácio: Alunos
simulado.estacio.br/alunos/ 1/3
 
 
Disc.: DIREITO ADMINISTRATIVO I 
Aluno(a): ROSANE SPINDLER Matríc.: 201801236305
Acertos: 0,5 de 0,5 22/05/2020 (Finaliz.)
 
 
Acerto: 0,1 / 0,1
 
Depois de celebrar contrato administrativo de obra com a empresa Reformas Ltda., com vistas à reforma do prédio
da Prefeitura, o Município de Pedrinhas impôs à contratada um acréscimo ao objeto do contrato. Sabendo-se que o
Poder Público pode alterar unilateralmente cláusulas regulamentares de serviço, a alteração imposta:
Teria que limitar-se a 25% do valor inicial do contrato.
Poderia, no máximo, atingir a 100% do valor do contrato.
Não teria limitação, desde que houvesse revisão de preço.
Não poderia exigir acréscimo de obras, mas só de serviços.
 Poderia corresponder a 50% do valor ajustado no contrato. Comentários O contratado fica obrigado a
aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que se fizerem , do valor inicial
atualizado do contrato, , no caso particular de reforma de edifício ou de equipamento, até o limite de 50%
(cinqüenta por cento) para os seus acréscimos.
Respondido em 22/05/2020 18:25:53
 
 
Compare com a sua resposta: Resposta Sugerida: 1- O Ato é ilegal, pois se trata de obrigação de dar dinheiro, não
tendo o ato autoexecutoriiedade, devendo, portanto, o Poder Público se valer da via legal para a cobraço do seu
crédito, ou seja, lança-lo na dívida ativa e promover a execução fiscal através do judiciário para garantir os
princípios do devido processo legal, contraditório e ampla defesa. 2- Caso o ato fosse legítimo, não haveria qualquer
impedimento para o uso da força para garantir a execução do ato, até porque, os atos oriundos do poder de polícia
gozam do atributo da coercibilidade, levando-se em consideração, ainda, a proporcionalidade do uso da força para se
coibir excessos.
 
Acerto: 0,1 / 0,1
 
A respeito dos contratos administrativos, assinale a opção correta.
A administração pode alterar de forma unilateral, os contratos que celebrar. No entanto, no que se refere à
alteração quantitativa, a lei estabelece, como limite para os acréscimos e supressões nas obras, serviços ou
compras, o percentual de 50% em relação ao valor original do contrato.
 Os contratos administrativos diferenciam-se dos demais contratos privados no que se refere às chamadas
cláusulas exorbitantes, como a cláusula que autoriza à administração impor penalidades administrativas.
Como os contratos administrativos também se submetem ao princípio da formalidade, eles devem ser
obrigatoriamente escritos.
O ato que exige a participação de mais de um órgão, cada um deles com manifestação de vontade
autônoma, é um ato composto.
A administração pode rescindir o contrato, de forma unilateral, na ocorrência de caso fortuito ou força maior,
não ficando obrigada ao pagamento de qualquer indenização.
Respondido em 22/05/2020 18:28:03
 
 
 Questão1
 Questão2
http://simulado.estacio.br/alunos/inicio.asp
javascript:voltar();
23/05/2020 Estácio: Alunos
simulado.estacio.br/alunos/ 2/3
Compare com a sua resposta: Resposta Sugerida: 1- O Ato é ilegal, pois se trata de obrigação de dar dinheiro, não
tendo o ato autoexecutoriiedade, devendo, portanto, o Poder Público se valer da via legal para a cobraço do seu
crédito, ou seja, lança-lo na dívida ativa e promover a execução fiscal através do judiciário para garantir os
princípios do devido processo legal, contraditório e ampla defesa. 2- Caso o ato fosse legítimo, não haveria qualquer
impedimento para o uso da força para garantir a execução do ato, até porque, os atos oriundos do poder de polícia
gozam do atributo da coercibilidade, levando-se em consideração, ainda, a proporcionalidade do uso da força para se
coibir excessos.
 
Acerto: 0,1 / 0,1
 
Ao efetivar a rescisão administrativa por interesse público, a Administração poderá fixar o valor da indenização
cabível, verificado por meio de operações contábeis. Nessa situação, o contratado:
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá recorrer às vias
judiciais adequadas, pleiteando a reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do contrato,
acrescida de lucros cessantes, após esgotada a discussão no âmbito do recursos administrativo.
não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá, antes de recorrer
às vias judiciais adequadas, pleiteando justa reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção do
contrato, esgotar as vias administrativas;
Poderá se opor a medida, por depender da manifestação do Poder Judiciário.
 não poderá opor-se à medida, mas, não concordando com o valor da indenização, deverá recorrer às vias
judiciais adequadas, pleiteando unicamente a justa reparação dos danos sofridos com a antecipada extinção
do contrato;
poderá opor-se à medida quanto ao seu mérito, desde que recorra às vias judiciais adequadas;
Respondido em 22/05/2020 18:34:03
 
 
Compare com a sua resposta: Resposta Sugerida: O procedimento é inteiramente legal, desde que observados os
princípios aplicáveis. A Administração pode, discricionariamente, revogar licitação concluída, desde que ainda não
tenha ocorrido a adjudicação, desfazendo seus efeitos por critérios de ordem administrativa ou razões de interesse
público, os quais precisam ser claramente detalhados e justificados no despacho motivado da revogação. Além disso,
as alegadas razões de interesse público devem originar-se de fato superveniente devidamente comprovado,
pertinente e suficiente para conduzir à revogação (Lei nº. 8.666/93, art. 49). O vencedor da licitação tem mera
expectativa de direito (à adjudicação), não, ainda, direito subjetivo à execução do objeto da licitação (prestação de
serviço, realização de obra ou fornecimento de material).
 
Acerto: 0,1 / 0,1
 
Não pode incidir sobre bens públicos direito real de garantia. A característica que reflete esta vedação é denominada:
imprescritibilidade;
desafetação.
inalienabilidade;
afetação;
 impossibilidade de oneração;
Respondido em 22/05/2020 19:00:09
 
 
Compare com a sua resposta: ERRADO
 
Acerto: 0,1 / 0,1
 
(37º EXAME DA OAB) Referentemente aos contratos administrativos, assinale a opção correta:
 As cláusulas exorbitantes possibilitam à administração pública alterar unilateralmente o contrato
administrativo, exceto no que se refere à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro.
A modificação da finalidade da empresa contratada pela administração para prestação de serviços implica
automática rescisão do contrato administrativo
 O princípio da continuidade do serviço público impede que o contratado suspenda, sob a alegação de falta
de pagamento, o serviço que presta à administração pública.
Todas as respostas anteriores estão erradas.
A presença da administração pública na relação contratual é suficiente para se qualificarem avenças no
contrato administrativo.
 Questão3
 Questão4
 Questão5
23/05/2020 Estácio: Alunos
simulado.estacio.br/alunos/ 3/3
Respondido em 22/05/2020 18:32:40
 
 
Compare com a sua resposta: O examinando deve indicar que, conforme previsão constante do Art. 17, I, ¿e¿, da
Lei nº 8.666/1993, é dispensada a licitação para a venda de um bem imóvel a outro órgão ou entidade da
administração pública, de qualquer esfera de governo. Portanto, não é necessária a licitação. B) O examinando deve
indicar que é possível a locação com dispensa de licitação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades
precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o
preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia, conforme previsão expressa do Art. 24, X,
da Lei nº 8.666/1993.
 
 
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