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Questões resolvidas

Beato (2000) apontou outros fatores que dificultam a construção dos sistemas de informação criminal no Brasil. Na visão do pesquisador, estes fatores são apresentados abaixo.
Assinale V para Verdadeiro ou F para Falso:
Afirma que há uma tradição sociológica, possivelmente advinda de uma extrapolação dos pressupostos da chamada “Sociologia Crítica”, que tende a problematizar sobremaneira dados estatísticos oficiais. Essa perspectiva, ideologicamente enviesada, faz com os dados oficiais sejam alvo de críticas antes mesmo de sua utilização mais básica.
Incapacidade de perceber a relação existente entre o trabalho finalístico realizado pelas unidades de justiça criminal e a utilidade da produção de estatísticas. À essa incapacidade perceptiva Beato (2000) chama de “descolamento”: como se os operadores das instituições não fossem capazes de perceber a conexão entre as atividades práticas que exercem e os dados que geram. A principal consequência disso é que a coleta e produção de dados é negligenciada.
A impossibilidade, técnica, de se reduzir a realidade (tal como é) em números. Todo o aparato técnico necessário para a descrição estatística de algo (métodos de coleta, definição de indicadores, modelos e conceitos) são resultado de processos contextuais, sociais, e, portanto, não refletem a realidade mesma, mas uma versão mensurável dela. Mesmo quando se norteiam os programas de monitoramento nas categorias penais, o autor ressalta o risco de se ignorar que mesmo a construção dessas categorias decorre de longos processos políticos.
Falta de departamentos de estatística e coleta de dados, escassez de tecnologia adequada e de profissionais devidamente capacitados em algumas Secretarias de Segurança brasileiras. Poucas secretarias de segurança pública pelo país dispõem de estrutura, tecnologia e servidores capacitados para coleta e processamento de informações estatísticas.

São consequências imediatas e indiretas do atraso na construção de sistemas de informação criminal no Brasil:
Escolha uma:
a. Impossibilidade de comparação consistente e confiável dos dados e informações criminais temporal e geograficamente, por ausência de método padronizado de coleta e tratamento de dados.
b. Isolamento de informações de interesse comum aos órgãos de segurança pública no combate ao crime.
c. Não percepção do fenômeno de segurança pública dentro de uma visão científica para atuação técnica, e não somente reativa.
d. Aumento da sensação de insegurança pelas populações nos centros urbanos e naturalização dos fenômenos da violência e criminalidade como elementos inevitáveis do convívio social.
e. Todas as alternativas estão corretas.

Acerca do registro das ocorrências e o envio dos dados, analise as assertivas e assinale V para Verdadeiro ou F para Falso:
O integrante que deixar de fornecer ou atualizar seus dados e informações no Sinesp poderá não receber recursos nem celebrar parcerias com a União para financiamento de programas, projetos ou ações de segurança pública e defesa social e do sistema prisional, na forma do regulamento.
Para Lima e Bueno (2018), do ponto de vista nacional, não há divergências metodológicas de coleta, tratamento e análise de dados no sistema criminal brasileiro. Esta padronização torna viável a mensuração de indicadores comparáveis entre estados e a elaboração de um diagnóstico nacional da criminalidade, inclusive nos crimes intencionais com resultado morte.
Para fins de registro das ocorrências no SINESP, “homicídios”, só devem ser consideradas ocorrências em que há: “Morte de alguém em que há indício de crime ou sinal de agressão externa, exceto 'Feminicídio', 'Lesão Corporal Seguida de Morte', 'Roubo Seguido de Morte (Latrocínio)' e crimes culposos;” (Art. 3º, inciso I, alínea a).
A Portaria Interministerial 229/2018 tem por objetivo unificar e padronizar as classificações e o envio de dados definidos pelos entes federados a serem implementados e fornecidos pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas - Sinesp.

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Questões resolvidas

Beato (2000) apontou outros fatores que dificultam a construção dos sistemas de informação criminal no Brasil. Na visão do pesquisador, estes fatores são apresentados abaixo.
Assinale V para Verdadeiro ou F para Falso:
Afirma que há uma tradição sociológica, possivelmente advinda de uma extrapolação dos pressupostos da chamada “Sociologia Crítica”, que tende a problematizar sobremaneira dados estatísticos oficiais. Essa perspectiva, ideologicamente enviesada, faz com os dados oficiais sejam alvo de críticas antes mesmo de sua utilização mais básica.
Incapacidade de perceber a relação existente entre o trabalho finalístico realizado pelas unidades de justiça criminal e a utilidade da produção de estatísticas. À essa incapacidade perceptiva Beato (2000) chama de “descolamento”: como se os operadores das instituições não fossem capazes de perceber a conexão entre as atividades práticas que exercem e os dados que geram. A principal consequência disso é que a coleta e produção de dados é negligenciada.
A impossibilidade, técnica, de se reduzir a realidade (tal como é) em números. Todo o aparato técnico necessário para a descrição estatística de algo (métodos de coleta, definição de indicadores, modelos e conceitos) são resultado de processos contextuais, sociais, e, portanto, não refletem a realidade mesma, mas uma versão mensurável dela. Mesmo quando se norteiam os programas de monitoramento nas categorias penais, o autor ressalta o risco de se ignorar que mesmo a construção dessas categorias decorre de longos processos políticos.
Falta de departamentos de estatística e coleta de dados, escassez de tecnologia adequada e de profissionais devidamente capacitados em algumas Secretarias de Segurança brasileiras. Poucas secretarias de segurança pública pelo país dispõem de estrutura, tecnologia e servidores capacitados para coleta e processamento de informações estatísticas.

São consequências imediatas e indiretas do atraso na construção de sistemas de informação criminal no Brasil:
Escolha uma:
a. Impossibilidade de comparação consistente e confiável dos dados e informações criminais temporal e geograficamente, por ausência de método padronizado de coleta e tratamento de dados.
b. Isolamento de informações de interesse comum aos órgãos de segurança pública no combate ao crime.
c. Não percepção do fenômeno de segurança pública dentro de uma visão científica para atuação técnica, e não somente reativa.
d. Aumento da sensação de insegurança pelas populações nos centros urbanos e naturalização dos fenômenos da violência e criminalidade como elementos inevitáveis do convívio social.
e. Todas as alternativas estão corretas.

Acerca do registro das ocorrências e o envio dos dados, analise as assertivas e assinale V para Verdadeiro ou F para Falso:
O integrante que deixar de fornecer ou atualizar seus dados e informações no Sinesp poderá não receber recursos nem celebrar parcerias com a União para financiamento de programas, projetos ou ações de segurança pública e defesa social e do sistema prisional, na forma do regulamento.
Para Lima e Bueno (2018), do ponto de vista nacional, não há divergências metodológicas de coleta, tratamento e análise de dados no sistema criminal brasileiro. Esta padronização torna viável a mensuração de indicadores comparáveis entre estados e a elaboração de um diagnóstico nacional da criminalidade, inclusive nos crimes intencionais com resultado morte.
Para fins de registro das ocorrências no SINESP, “homicídios”, só devem ser consideradas ocorrências em que há: “Morte de alguém em que há indício de crime ou sinal de agressão externa, exceto 'Feminicídio', 'Lesão Corporal Seguida de Morte', 'Roubo Seguido de Morte (Latrocínio)' e crimes culposos;” (Art. 3º, inciso I, alínea a).
A Portaria Interministerial 229/2018 tem por objetivo unificar e padronizar as classificações e o envio de dados definidos pelos entes federados a serem implementados e fornecidos pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas - Sinesp.

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Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Beato (2000) apontou outros fatores que dificultam a construção dos sistemas de informação
criminal no Brasil. Na visão do pesquisador, estes fatores são apresentados abaixo. Assinale V
para Verdadeiro ou F para Falso:
Afirma que há uma tradição sociológica, possivelmente advinda de uma
extrapolação dos pressupostos da chamada “Sociologia Crítica”, que
tende a problematizar sobremaneira dados estatísticos oficiais. Essa
perspectiva, ideologicamente enviesada, faz com os dados oficiais sejam
alvo de críticas antes mesmo de sua utilização mais básica.
Verdadeiro
Incapacidade de perceber a relação existente entre o trabalho finalístico
realizado pelas unidades de justiça criminal e a utilidade da produção de
estatísticas. À essa incapacidade perceptiva Beato (2000) chama de
“descolamento”: como se os operadores das instituições não fossem
capazes de perceber a conexão entre as atividades práticas que exercem
e os dados que geram. A principal consequência disso é que a coleta e
produção de dados é negligenciada.
Verdadeiro
A impossibilidade, técnica, de se reduzir a realidade (tal como é) em
números. Todo o aparato técnico necessário para a descrição estatística
de algo (métodos de coleta, definição de indicadores, modelos e
conceitos) são resultado de processos contextuais, sociais, e, portanto,
não refletem a realidade mesma, mas uma versão mensurável dela.
Mesmo quando se norteiam os programas de monitoramento nas
categorias penais, o autor ressalta o risco de se ignorar que mesmo a
construção dessas categorias decorre de longos processos políticos.
Verdadeiro
Falta de departamentos de estatística e coleta de dados, escassez de
tecnologia adequada e de profissionais devidamente capacitados em
algumas Secretarias de Segurança brasileiras. Poucas secretarias de
segurança pública pelo país dispõem de estrutura, tecnologia e
servidores capacitados para coleta e processamento de informações
estatísticas.
Verdadeiro
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Afirma que há uma tradição sociológica, possivelmente advinda de uma
extrapolação dos pressupostos da chamada “Sociologia Crítica”, que tende a problematizar
sobremaneira dados estatísticos oficiais. Essa perspectiva, ideologicamente enviesada, faz
com os dados oficiais sejam alvo de críticas antes mesmo de sua utilização mais básica. →
Verdadeiro, Incapacidade de perceber a relação existente entre o trabalho finalístico
realizado pelas unidades de justiça criminal e a utilidade da produção de estatísticas. À essa
incapacidade perceptiva Beato (2000) chama de “descolamento”: como se os operadores das
Questão 2
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
instituições não fossem capazes de perceber a conexão entre as atividades práticas que
exercem e os dados que geram. A principal consequência disso é que a coleta e produção de
dados é negligenciada. → Verdadeiro, A impossibilidade, técnica, de se reduzir a realidade
(tal como é) em números. Todo o aparato técnico necessário para a descrição estatística de
algo (métodos de coleta, definição de indicadores, modelos e conceitos) são resultado de
processos contextuais, sociais, e, portanto, não refletem a realidade mesma, mas uma versão
mensurável dela. Mesmo quando se norteiam os programas de monitoramento nas
categorias penais, o autor ressalta o risco de se ignorar que mesmo a construção dessas
categorias decorre de longos processos políticos. → Verdadeiro, Falta de departamentos de
estatística e coleta de dados, escassez de tecnologia adequada e de profissionais
devidamente capacitados em algumas Secretarias de Segurança brasileiras. Poucas
secretarias de segurança pública pelo país dispõem de estrutura, tecnologia e servidores
capacitados para coleta e processamento de informações estatísticas. → Verdadeiro.
São consequências imediatas e indiretas do atraso na construção de sistemas de informação
criminal no Brasil:
Escolha uma:
a. Impossibilidade de comparação consistente e confiável dos dados e informações
criminais temporal e geograficamente, por ausência de método padronizado de coleta e
tratamento de dados.
b. Isolamento de informações de interesse comum aos órgãos de segurança pública no
combate ao crime.
c. Não percepção do fenômeno de segurança pública dentro de uma visão científica
para atuação técnica, e não somente reativa.
d. Aumento da sensação de insegurança pelas populações nos centros urbanos e
naturalização dos fenômenos da violência e criminalidade como elementos inevitáveis do
convívio social.
e. Todas as alternativas estão corretas.  Parabéns! Você acertou.
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Todas as alternativas estão corretas..
Questão 3
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Acerca do registro das ocorrências e o envio dos dados, analise as assertivas e assinale V para
Verdadeiro ou F para Falso:
A Portaria Interministerial 229/2018 tem por objetivo unificar e
padronizar as classificações e o envio de dados definidos pelos entes
federados a serem implementados e fornecidos pelo Sistema Nacional de
Informações de Segurança Pública, Prisionais e de Rastreabilidade de
Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas -
Sinesp.
Verdadeiro
Para Lima e Bueno (2018), do ponto de vista nacional, não há
divergências metodológicas de coleta, tratamento e análise de dados no
sistema criminal brasileiro. Esta padronização torna viável a mensuração
de indicadores comparáveis entre estados e a elaboração de um
diagnóstico nacional da criminalidade, inclusive nos crimes intencionais
com resultado morte.
Falso
Para fins de registro das ocorrências no SINESP, “homicídios”, só devem
ser consideradas ocorrências em que há: “Morte de alguém em que há
indício de crime ou sinal de agressão externa, exceto "Feminicídio",
"Lesão Corporal Seguida de Morte", "Roubo Seguido de Morte
(Latrocínio)" e crimes culposos;” (Art. 3º, inciso I, alínea a).    
Verdadeiro
O integrante que deixar de fornecer ou atualizar seus dados e
informações no Sinesp poderá não receber recursos nem celebrar
parcerias com a União para financiamento de programas, projetos ou
ações de segurança pública e defesa social e do sistema prisional, na
forma do regulamento.
Verdadeiro
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: A Portaria Interministerial 229/2018 tem por objetivo unificar e
padronizar as classificações e o envio de dados definidos pelos entes federados a serem
implementados e fornecidos pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública,
Prisionais e de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de
Drogas - Sinesp. → Verdadeiro, Para Lima e Bueno (2018), do ponto de vista nacional, não há
divergências metodológicas de coleta, tratamento e análise de dados no sistema criminal
brasileiro. Esta padronização torna viável a mensuração de indicadores comparáveis entre
estados e a elaboração de um diagnóstico nacional da criminalidade, inclusive nos crimes
intencionais com resultado morte. → Falso, Para fins de registro das ocorrências no SINESP,
“homicídios”, só devem ser consideradas ocorrências em que há: “Morte de alguém em que
há indício de crime ou sinal de agressão externa, exceto "Feminicídio", "Lesão Corporal
Seguida de Morte", "Roubo Seguido de Morte (Latrocínio)" e crimes culposos;” (Art. 3º, inciso
I, alínea a).     → Verdadeiro, O integrante que deixar de fornecer ou atualizar seus dados e
informações no Sinesp poderá não receber recursos nem celebrar parcerias com a União para
financiamento de programas, projetos ou ações de segurança pública e defesa social e do
sistema prisional, na forma do regulamento. → Verdadeiro.
Questão 4
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Ao longo dos anos, alguns limites tecnológicos apareceram durante a implementação do
SINESPJC, assinale as alternativas que apresentam algumas destas dificuldades:
Dados agregados possibilitando o acesso a metadados. Incorreto
Alimentação manual por parte dos estados: como, à época de
implantação, alguns estados não possuíamsistema informatizado, o
SINESPJC fornecia campos de preenchimento manual de dados via web.
Correto
Presença de ferramenta automatizada de análise (Business Intelligence) o
que impedia a análise humana. Incorreto
Maior probabilidade de erros no envio de dados: pela ausência de
extração automatizada das informações e preenchimento manual, a
probabilidade de erro humano durante a digitação dos dados era
considerada alta.
Correto
Retrabalho de preenchimento para os estados que já possuíam sistemas
informatizados; Correto
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Dados agregados possibilitando o acesso a metadados. → Incorreto,
Alimentação manual por parte dos estados: como, à época de implantação, alguns estados
não possuíam sistema informatizado, o SINESPJC fornecia campos de preenchimento manual
de dados via web. → Correto, Presença de ferramenta automatizada de análise (Business
Intelligence) o que impedia a análise humana. → Incorreto, Maior probabilidade de erros no
envio de dados: pela ausência de extração automatizada das informações e preenchimento
manual, a probabilidade de erro humano durante a digitação dos dados era considerada alta.
→ Correto, Retrabalho de preenchimento para os estados que já possuíam sistemas
informatizados; → Correto.
Questão 5
Parcialmente correto
Atingiu 0,80 de 1,00
Cláudio Beato relacionou fatores que dificultam a construção dos sistemas de informação
criminal no Brasil. Assinale as alternativas indicadas pelo autor:
Descolamento entre as atividades práticas das organizações e os sistemas
de informações. Correto
Sistema militarizado das instituições policiais estaduais que tendem a
prejudicar o acesso às informações locais. Incorreto
A ausência de dados em âmbito internacional que sirvam como
referenciais para as atividades nacionais. Incorreto
Falta de departamentos de estatística e coleta de dados, escassez de
tecnologia adequada e de profissionais devidamente capacitados em
algumas Secretarias de Segurança brasileiras.
Correto
Presença de profissionais qualificados e aptos para produção de
conhecimento. Correto
Sua resposta está parcialmente correta.
Você selecionou corretamente 4.
A resposta correta é: 
Descolamento entre as atividades práticas das organizações e os sistemas de informações. →
Correto, Sistema militarizado das instituições policiais estaduais que tendem a prejudicar o
acesso às informações locais. → Incorreto, A ausência de dados em âmbito internacional que
sirvam como referenciais para as atividades nacionais. → Incorreto, 
Falta de departamentos de estatística e coleta de dados, escassez de tecnologia adequada e
de profissionais devidamente capacitados em algumas Secretarias de Segurança brasileiras.
→ Correto, Presença de profissionais qualificados e aptos para produção de conhecimento. →
Incorreto.

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