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Capitulo 3 
Demonstrações Contábeis 
A 
Serem 
Analisadas
Livro: Análise da Demonstrações Financeiras
José Carlos Marion
FACULDADE INTERAMERICANA DE PORTO VELHO
Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
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FACULDADE INTERAMERICANA DE PORTO VELHO
Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
O Capitulo (José Carlos Marion)
 Leitura Introdutória;
 Balanço Patrimonial;
 Algumas considerações sobre o Balanço Patrimonial – Lei 11.638/07
 Novas alterações
 Demonstração do Resultado do Exercício;
 Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados;
 Demonstração dos Fluxos de Caixa;
 Modelo Indireto
 Modelo Direto 	 
 Demonstração do Valor Adicionado;
 Demonstração das Origens e Aplicação de Recursos;
Parte prática.
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FACULDADE INTERAMERICANA DE PORTO VELHO
Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial 
Será trabalhado, durante o capítulo, um exemplo didático da empresa Casa das Lingeries Ltda.
	BALANÇO PATRIMONIAL (Antes da MP 449/08 Lei 11.941/09)					
	Casa das Lingeries Ltda.					
	ATIVO 	31-12-X4	31-12X5	PASSIVO	31-12-X4	31-12X5
	Circulante	 	 	Circulante	 	 
	 Caixa	 40.000 	 10.000 	 Fornecedores	 200.000 	 220.000 
	 Duplicatas a Receber	 150.000 	 220.000 	 Salários a Pagar	 30.000 	 40.000 
	 Estoques	 390.000 	 420.000 	 Impostos a Pagar	 60.000 	 6.000 
	 	 580.000 	 650.000 	 Dividendos a Pagar	 50.000 	 14.000 
	 	 	 	 	 340.000 	 280.000 
	Realizável a Longo Prazo	 	 	Exigível a Longo Prazo	 	 
	 Empréstimos a Coligadas	 50.000 	 40.000 	 Financiamentos	 100.000 	 150.000 
	 	 	 	 	 	 
	Permanente	 	 	Resultado de Exercícios Futuros	 - 	 - 
	 Investimentos	 60.000 	 50.000 	 	 	 
	 Imobilizado	 70.000 	 60.000 	Patrimônio Líquido	 	 
	 Diferido	 30.000 	 30.000 	 Capital 	 300.000 	 340.000 
	 	 160.000 	 140.000 	 Lucros Acumulados	 50.000 	 60.000 
	 	 	 	 	 350.000 	 400.000 
	Total	 790.000 	 830.000 	Total	 790.000 	 830.000 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial
Algumas considerações sobre o Balanço Patrimonial até a Lei nº 11.638/07 que alterou a Lei 6.404/76 das Sociedades por Ações
 DC nº 2.627 de 1940 – primeiro modelo de lei das Sociedades Anônimas (próximo dos moldes europeus, dava mais ênfase aos donos da empresa, não tinha preocupação com a transparência contábil);
 Lei 6.404/76 – modelo de lei das Sociedades por Ações (mais próximo do modelo norte-americano);
 Lei 11.638/07 – modelo internacional de lei societária (reposicionamento das práticas e comportamentos tradicionais dos profissionais de Contabilidade) - visa conduzir a Contabilidade brasileira às Normas Internacionais de Contabilidade.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial
Lei 11.638/07 – principais mudança:
 Criação do grupo Intangível no Ativo Permanente, Ajuste a Valor Presente, Prêmio na emissão de Debêntures a Apropriar, etc.;
 Permanente divido em Investimentos, Imobilizado , Intangível e Diferido;
 Excluí do Imobilizado os bens não corpóreos (marcas e patentes) e inclui bens que não sejam propriedade da empresa ou exercidos com essa finalidade. Incorpora os bens decorrentes de operações que transfiram à entidade os benefícios, os riscos e o controle desses bens (Leasing Financeiro);
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial
Lei 11.638/07 – principais mudança:
 Saem do Patrimônio Líquido a Reserva de Reavaliação, de Prêmio de Emissão de Debêntures e por Doações e Subvenções para Investimentos e entra no lugar Ajuste de Avaliação Patrimonial (ativos e passivos);
 PL composto de Capital Social, Reservas de Capital, Ajuste de Avaliação Patrimonial, Reservas de Lucros, Ações em Tesouraria e Prejuízos Acumulados (sai Lucros Acumulados – o lucro precisa ser destinado).
A Lei mostra uma tendência forte de convergência da Contabilidade Brasileira para os Padrões Internacionais de Contabilidade (International Financial Reporting Standards - IFRS) – IASB.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial
Lei 11.638/07 – principais mudança:
 A Lei trouxe também conceitos como “Fair Value”, ou “Valor Justo” – a avaliação dada a ativos e passivos em certas circunstâncias, pelo valor de mercado.
 Mesmo com as mudanças prevalece a prática contábil principal que é avaliação a preço de custo (cisão , fusão, incorporação, etc. ???).
 Outro conceito a ser estudado é a “Redução ao Valor Recuperável de Ativos” (Impairment Test), conhecido como teste de recuperabilidade.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
	BALANÇO PATRIMONIAL (11.638/07 Antes da MP 449/08 Lei 11.941/09)					
	Casa das Lingeries Ltda.					
	ATIVO 	31-12-X4	31-12X5	PASSIVO	31-12-X4	31-12X5
	Circulante	 	 	Circulante	 	 
	 Caixa	 40.000 	 10.000 	 Fornecedores	 200.000 	 220.000 
	 Duplicatas a Receber	 150.000 	 220.000 	 Salários a Pagar	 30.000 	 40.000 
	 Estoques	 390.000 	 420.000 	 Impostos a Pagar	 60.000 	 6.000 
	 	 580.000 	 650.000 	 Dividendos a Pagar	 50.000 	 14.000 
	 	 	 	 	 340.000 	 280.000 
	Realizável a Longo Prazo	 	 	Exigível a Longo Prazo	 	 
	 Empréstimos a Coligadas	 50.000 	 40.000 	 Financiamentos	 100.000 	 150.000 
	 	 	 	 	 	 
	Permanente	 	 	Resultado de Exercícios Futuros	 - 	 - 
	 Investimentos	 60.000 	 50.000 	 	 	 
	 Imobilizado	 70.000 	 60.000 	Patrimônio Líquido	 	 
	 Diferido	 25.000 	 25.000 	 Capital 	 300.000 	 340.000 
	  Intangível	 5.000 	 5.000 	 Lucros Acumulados	 50.000 	 60.000 
	 	 160.000	140.000	 	 350.000 	 400.000 
	Total	 790.000 	 830.000 	Total	 790.000 	 830.000 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial
Lei 11.941/09 (MP 449/08) – principais mudança:
 As sociedades anônimas e empresas de grande porte devem efetuar, com base na natureza de suas operações, a apresentação de Ativos e Passivos Circulantes e Não Circulantes em separado no próprio balanço.
Obs.1: Importante para empresas que fornecem bens ou serviços dentro de ciclo operacional claramente identificável.
Obs. 2 – para Instituições Financeiras é mais importante a ordem de liquidez.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial
Lei 11.941/09 (MP 449/08) – 
Um ativo deve ser classificado como Circulante quando:
a) Se espera que seja realizado, ou mantido para venda, negociação ou consumo dentro dos 12 meses seguintes à data do balanço; ou
É um ativo em dinheiro ou equivalente, cuja utilização não está restrita.
	Todos os outros ativos, que devem incluir os créditos com entidades ligadas e administradores que não constituírem negócios usuais na exploração do objeto da entidade, devem ser classificados como não circulantes. Exemplo?
	
Empréstimos a Coligadas/Controladas.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial
Lei 11.941/09 (MP 449/08) – 
Grupo Ativo Não Circulante
 Realizável a Longo Prazo;
 Investimentos;
 Imobilizado;
 Intangível.
Ativos que possuem realização mais longa.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço PatrimonialLei 11.941/09 (MP 449/08) – 
Grupo Passivo Não Circulante
 Exigível a Longo Prazo;
Desaparece o subgrupo Resultado de Exercícios Futuros.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Balanço Patrimonial 
	BALANÇO PATRIMONIAL (Após a Lei 11.941/09)					
	Casa das Lingeries Ltda.					
	ATIVO 	31-12-X4	31-12X5	PASSIVO	31-12-X4	31-12X5
	Circulante	 	 	Circulante	 	 
	 Caixa	 40.000 	 10.000 	 Fornecedores	 200.000 	 220.000 
	 Duplicatas a Receber	 150.000 	 220.000 	 Salários a Pagar	 30.000 	 40.000 
	 Estoques	 390.000 	 420.000 	 Impostos a Pagar	 60.000 	 6.000 
	 	 580.000 	 650.000 	 Dividendos a Pagar	 50.000 	 14.000 
	 	 	 	 	 340.000 	 280.000 
	Não Circulante	 	 	Não Circulante	 	 
	 Realizável a Longo Prazo	 	 	 Exigível a Longo Prazo (Financiamentos)	 	 
	 Empréstimos a Coligadas	 50.000 	 40.000 	 Financiamentos	 100.000 	 150.000 
	 Investimentos	 60.000 	 50.000 	 	 	 
	 Imobilizado	 70.000 	 60.000 	Patrimônio Líquido	 	 
	 Intangível	 30.000 	 30.000 	 Capital 	 300.000 	 340.000 
	 	 210.000 	 180.000 	 Reservas de Lucros	 50.000 	 60.000 
	 	 	 	 	 350.000 	 400.000 
	Total	 790.000 	 830.000 	Total	 790.000 	 830.000 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração do Resultado do Exercício
	DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO					
	Casa das Lingeries Ltda. - Exercício de 20X5					
						
	Receita Líquida	 	 	 	 800.000 	 
	 					 
	(-) Custo das Mercadorias Vendidas				 (650.000)	 
	 					 
	Lucro Bruto				 150.000 	 
	 					 
	(-) Despesas Operacionais					 
	 					 
	 Vendas				 (30.000)	 
	 					 
	 Administrativas (inclui depreciação 10.000)				 (70.000)	 
	 					 
	 Financeiras 30.000 (-) Receitas Financeiras				 (20.000)	 
	 					 
	Lucro Operacional				 30.000 	 
	 					 
	(-) Imposto de Renda e Contribuição Social				 (6.000)	 
	 					 
	Lucro Líquido				 24.000 	 
	 	 	 	 	 	 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração do Resultado do Exercício
Algumas críticas normalmente feitas nesse modelo de DRE
 Falta de destaque de grupo chamado de “itens extraordinários”, não recorrentes (Ex. efeitos resultantes de desapropriações, sinistros, grandes desmobilizações, reestruturação ou execução de dívidas etc.);
 Despesas e Receitas Financeiras são tratadas em diversos países no grupo Não Operacional.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados
Por apresentar maior riqueza de informações, o ideal seria substituir pela Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (obrigatória para as companhias abertas).
	DEMONSTRAÇÃO DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS				
	Casa das Lingeries Ltda. - Exercício de 20X5				
					
	 Lucros Acumulados em 31/12/X4		 	 	 50.000 
	 				 
	 (+) Lucro Líquido em 31/12/X5				 24.000 
	 				 
	 Saldo à disposição dos Sócios				 74.000 
	 				 
	 (-) Dividendos				 (14.000)
	 				 
	 Lucros Acumulados em 31/12/X5		 	 	 60.000 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração dos Fluxos de Caixa – Modelo Indireto
 Evidencia as modificações ocorridas no saldo de disponibilidades (caixa e equivalentes de caixa) em determinado período.
 Obrigatória para companhias abertas e as de grande porte (Lei 11.638/07);
 Substitui a DOAR;
 Não obrigatória para companhias fechadas com PL, na data do balanço, inferior a 2 milhões de reais.
 As práticas internacionais dispõem que essa demonstração seja segregada em três tipos de fluxos de caixa: 
 Atividades Operacionais;
 Atividades de Financiamento; e
 Atividades de Investimentos 	
 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração dos Fluxos de Caixa – Modelo Indireto
Como regra geral, temos:
Os aumentos no Ativo Circulante provocam uso de dinheiro (caixa); as reduções do Ativo Circulante produzem caixa (origem de caixa);
Os aumentos do Passivo Circulante evitam saída de mais dinheiro, aumentando o caixa; as reduções do Passivo Circulante significam que o pagamento foi feito, reduzindo o caixa (uso de caixa);
Para calcular as variações líquidas, basta subtrair o saldo anterior do saldo atual das contas do Circulante (Ativo ou Passivo).
 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração dos Fluxos de Caixa – Modelo Indireto
	DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA					
	Casa das Lingeries Ltda. - Exercício de 20X5					
						
	a) Atividades Operacionais	 	 	 	 	 
	 Lucro Líquido			 	 	 24.000 
	 (+) Despesas Econômicas (não afetam i caixa:			 	 	 
	 Depreciação			 	 	 10.000 
	 			 	 	 34.000 
	 Ajuste por mudança no Capital de Giro			 	 	 
	 Duplicatas a Receber - aumento (reduz o caixa)				 (70.000)	 
	 Estoques de Lingeries - aumento (reduz o caixa)				 (30.000)	 
	 			 	 (100.000)	 
	 Passivo Circulante			 	 	 
	 Fornecedores - aumento (melhora o caixa)			 	 20.000 	 
	 Salários a Pagar - aumento (melhora o caixa)			 	 10.000 	 
	 Impostos a Recolher - redução (piora o caixa)			 	 (54.000)	 
	 			 	 (24.000)	 (124.000)
	 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais			 	 	 (90.000)
	 			 	 	 
	b) Atividades de Investimento			 	 	 
	 Não houve variação do Imobilizado			 	 - 	 
	 Venda de Ações de Coligadas			 	 10.000 	 
	 Recebimento de Empresas Coligadas			 	 10.000 	 
	 			 	 20.000 	 20.000 
	c) Atividades de Financiamentos			 	 	 
	 Novos Financiamentos			 	 50.000 	 
	 Aumento de Capital em dinheiro			 	 40.000 	 
	 Dividendos			 	 (50.000)	 
	 			 	 40.000 	 40.000 
	 Redução de Caixa no ano			 	 	 (30.000)
	 			 	 	 
	Saldo Inicial de Caixa	 	 	 	 	 40.000 
	Saldo Final de Caixa	 	 	 	 10.000 	 10.000 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração dos Fluxos de Caixa – Modelo Direto
	DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Modelo Direto					
	Casa das Lingeries Ltda. - Exercício de 20X5					
	 	 	 	 	 	 
	 Saldo Inicial em 31/12/X4			 	 	 40.000 
	 			 	 	 
	 Entradas			 	 	 
	 Receita Operacional Recebida			 	 730.000 	 
	 Receitas Financeiras			 	 10.000 	 
	 Recebimento de Coligadas			 	 10.000 	 
	 Vendas de Investimentos			 	 10.000 	 
	 Novos Financiamentos			 	 50.000 	 
	 Aumento de Capital em $			 	 40.000 	 850.000 
	 			 	 	 
	 Saídas			 	 	 
	 Compras Pagas			 	 (660.000)	 
	 Despesas de Vendas Pagas			 	 (30.000)	 
	 Despesas Administrativas			 	 (50.000)	 
	 Despesas Financeiras			 	 (30.000)	 
	 Imposto de Renda			 	 (60.000)	 
	 Dividendos Pagos			 	 (50.000)	 (880.000)
	 	 	 	 	 	 
	 Saldo Final em 31/12/X5	 	 	 	 	 10.000 
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Demonstração dos Fluxos de Caixa – Modelo Internacional
	DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Modelo Internacional					
	Casa das Lingeries Ltda. - Exercício de 20X5					
						
	a) Operações	 	 	 	 	 
	 Receita Recebida			 	 730.000 	 
	 (-) Caixa Despendido nas Compras			 	 (660.000)	 70.000 
	 (-) Despesas Operacionais PagasVendas			 	 (30.000)	 
	 Administrativas			 	 (50.000)	 
	 Despesas Antecipadas			 	 - 	 (80.000)
	 Caixa Gerado no Negócio			 	 	 (10.000)
	 			 	 	 
	b) Outras Receitas e Despesas			 	 	 
	 (+) Receitas Financeiras Recebidas			 	 10.000 	 
	 (-) Despesas Financeiras Pagas			 	 (30.000)	 (20.000)
	 Caixa Líquido após as Operações Financeiras			 	 	 (30.000)
	 (-) Imposto de Renda Pago			 	 (60.000)	 (60.000)
	 Caixa Líquido após Imposto de Renda			 	 	 (90.000)
	 			 	 	 
	c) Atividades de Investimento			 	 	 
	 Não houve variação do Imobilizado			 	 - 	 
	 Venda de Ações de Coligadas			 	 10.000 	 
	 Recebimento de Ações de Coligadas			 	 10.000 	 20.000 
	 			 	 	 
	d) Atividade de Financiamento			 	 	 
	 (+) Novos Financiamentos			 	 50.000 	 
	 (+) Aumento de Capital em Dinheiro			 	 40.000 	 
	 (-) Dividendos			 	 (50.000)	 40.000 
	 Redução do Caixa no Ano	 	 	 	 	 (30.000)
	Saldo Inicial do Caixa	 	 	 	 	 40.000 
	Saldo Final do Caixa	 	 	 	 	 10.000 
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração do Valor Adicionado – DVA
 A Lei 11.638/07 introduziu para todas as companhias abertas a aobrigação da elaboração e divulgação da DVA.
 Evidencia os componentes geradores do valor adicionado e a sua distribuição (Empregados, Financiadores, Governo e Acionistas
 É bastante útil do pondo de vista macroeconômico, uma vez que, conceitualmente, o somatório dos valores adicionados de um país, na verdade, seu Produto Interno Bruto.
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração do Valor Adicionado – DVA
	DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO					
	Casa das Lingeries Ltda. - Exercício de 20X5					
						
	 Receita Operacional 	 	 	 	 	 800.000 
	 (-) Custo da Mercadoria Vendida (Compras)				 	 (650.000)
	 Valor Adicionado Bruto gerado nas Operações				 	 150.000 
	 (-) Depreciação				 	 (10.000)
	 Valor Adicionado Liquido				 	 140.000 
	 (+) Receita Financeira				 	 10.000 
	 Valor Adicionado				 	 150.000 
	 				 	 
	 Distribuição do Valor Adicionado				 	 
	 Empregados				 	 (90.000)
	 Juros				 	 (30.000)
	 Dividendos				 	 (14.000)
	 Impostos				 	 (6.000)
	 Lucro Reinvestido	 	 	 	 	 (10.000)
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Disc.: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS – Prof.: Paulo Sena
Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos - DOAR
	DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS - DOAR						
	Casa das Lingeries Ltda. - Exercício de 20X5						
							
	 ORIGENS	 	 	 	 	 	
	 Lucro do Exercício (20X5)				 	 24.000 	
	 (+) Depreciação				 	 10.000 	
	 				 	 34.000 	
	 				 	 	
	 Recebimento de Coligadas (empréstimos + alienações)				 	 20.000 	
	 Novos Financiamentos				 	 50.000 	
	 Aumento do Capital 				 	 40.000 	
	 TOTAL DAS ORIGENS				 	 144.000 	
	 				 	 	
	 APLICAÇÕES				 	 	
	 Dividendos				 	 (14.000)	
	 Excesso de origem/aplicação				 	 130.000 	
	 	 	 	 	 	 	
	CCL = AC - PC	 	 	 	 	 	
	CCL X4 = 580.000 - 340.000				 	 240.000 	
	CCL X5 = 650.000 - 280.000				 	 370.000 	
	Acréscimo no CCL	 	 	 	 	 130.000 	
FIM
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