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1
HARDWARE 
CLASSIFICAÇÃO DOS COMPUTADORES 
 
GRANDE PORTE: Um mainframe é um computador de 
grande porte, dedicado normalmente ao processamento de 
um volume grande de informações. Os mainframes são 
capazes de oferecer serviços de processamento a milhares de 
usuários através de milhares de terminais conectados 
diretamente ou através de uma rede. 
 
PEQUENO PORTE 
COMPUTADOR PESSOAL: Um computador pessoal é um 
computador de pequeno porte e baixo custo, que se destina 
ao uso pessoal ou para uso de um pequeno grupo de 
indivíduos. A expressão "computador pessoal" (ou sua 
abreviação em inglês PC, de "Personal Computer") é utilizada 
para denominar computadores de mesa (desktops), laptops ou 
Tablet PCs executando vários Sistemas Operacionais em 
várias arquiteturas. Os Sistemas Operacionais predominantes 
são Microsoft Windows, Mac OS e Linux e as principais 
arquiteturas são as baseadas nos processadores x86, x64 e 
PowerPC. 
 
2) NOTEBOOK: Um laptop (no Brasil, e também chamado de 
notebook) ou computador portátil (em Portugal, abreviado 
frequentemente de portátil) é um computador portátil, leve, 
designado para poder ser transportado e utilizado em 
diferentes lugares com facilidade. 
 
3) PDAs ou Handhelds ou Assistente Pessoal Digita Ou l, é 
um computador de dimensões reduzidas (cerca de A6), 
dotado de grande capacidade computacional, cumprindo as 
funções de agenda e sistema informático de escritório 
elementar, com possibilidade de interconexão com um 
computador pessoal e uma rede informática sem fios - wi-fi - 
para acesso a correio electrónico e internet. 
PROCESSOS BÁSICOS 
TIPOS DE GABINETES 
QUANTO A SUA FORMA 
Mini-torre: É usado na 
posição vertical (torre). É o 
modelo mais usado. Uma das 
desvantagens é o espaço 
ocupado em sua mesa, a 
outra é que tem pouco espaço 
para colocar outras placas e 
periféricos. Utiliza fonte de 
alimentação padrão ATX. 
Pode possuir 2,3 ou 4 Baias 
para alocação de dispositívos 
de leitura ( CD/ DVD/BLU-
RAY) 
 
Torre: Possui as mesmas 
características do mini-torre, 
mas tem uma altura maior e mais espaço para instalação de 
novos periféricos. Muito usado em servidores de rede e com 
placas que requerem uma melhor refrigeração. Utiliza fonte de 
alimentação padrão ATX. 
 
SFF: É o acronimo de Small Form Factor, ou seja, um 
gabinete de tamanho reduzido que pode ser utilizado na 
horizontal e na vertical, mas não pode ser considerado um 
mini torre nem gabinete (deitado). Utiliza fonte de alimentação 
padrão SFX. 
 
TIPOS DE FONTES ALIMENTAÇÃO 
 
Na visualização de uma fonte AT e uma Fonte ATX, 
verificamos a diferença entre elas, pela primeira possuir 
um chicote que leva à uma chave liga-desliga, e a 
segunda (atx) não possuir esse dispositivo, fazendo então 
a ligação eletrônica, por meio de acionamento do Circuito 
de Stand by 
 
FONTE AT: AT é a sigla para Advanced Tecnology. Seu uso 
foi constante de 1983 até 1996. Possui pouco espaço interno, 
dificultando a circulação do ar e causando danos à placa mãe. 
Desligamento Manual. 
 
ATX é a sigla para 
Advanced Tecnology 
Extendend. 
Pelo nome, é possível 
notar que trata-se do 
padrão AT melhorado. 
Entre as principais 
características do ATX, 
estão o maior espaço 
interno, proporcio 
nando um ventilação 
adequada, conectores 
de teclado e mouse no 
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2
formato PS/2 (tratam-se de conectores menores e mais fáceis 
de encaixar), conectores serial e paralelo ligados diretamente 
na placa-mãe, sem a necessidade de cabos, melhor 
posicionamento do processador, evitando que o mesmo 
impeça a instalação de placas de expansão por falta de 
espaço. 
 
PINOS DA 
FONTE ATX 1 
 
 
 
 
 
 
TIPOS DE PLACA MAE: Uma Placa mãe pode ser ONBORD, 
ou seja, boa tarde os componentes conectados a ela tais 
como: 
- PLACA DE REDE 
- PLACA DE SOM 
- PLACA DE VÍDEO 
Pode também ser OFFBOARD sem componentes conectados. 
Vale lembrar que PLACA MAE ATX é porque conecta apenas 
FONTE ATX e PLACA MAE AT somente fontes do tipo AT. 
 
MEMÓRIAS 
MEMÓRIA: É um dispositivo capaz de armazenar 
informações de forma codificada. Existem três tecnologias 
de memória utilizadas para armazenamento de dado: 
 
TIPOS DE MEMORIAS 
1. Memórias Semicondutoras: As informações são gravas 
em CHIPS geralmente sem ausência de energia. 
2. RAM, ROM, EPROM, CACHE, FLASH, ENTRE OUTRAS. 
 
3. Memórias Magnéticas: Armazenam as informações 
magneticamente através de um pequeno imã. Exemplo, HD, 
DISQUETE, FITA MAGNETICA. 
 
4. Memórias Ópticas: são as que utilizam faixes de luz para 
realizar a gravação nas mídias. Todos os discos que usam 
laser para a leitura dedadossão memórias ópticas. Ex.: 
CD,DVD, Blu- Ray. 
 
PERMANENTE E VOLÁTIL: São aquelas que guardam todas 
as informações mesmo quando não estiverem a receber 
alimentação. Como exemplos, citam-se as memórias 
conhecidas por ROM e FLASH, bem como os dispositivos de 
armazenamento em massa, disco rígido, CDs e disquetes. 
 
CLASSIFICAÇÃO DAS MEMÓRIAS 
Podemos distinguir os vários tipos de memórias: 
 
1. Memórias primárias ou principal também chamadas de 
memória real, são memórias que o processador pode 
endereçar diretamente, sem as quais o computador não pode 
funcionar. Nesta categoria insere-se a memória RAM (volátil), 
memória ROM (não volátil), registradores e memórias cache. 
 
2. Memórias secundárias: memórias que não podem ser 
endereçadas diretamente, a informação precisa ser carregada 
em memória primária antes de poder ser tratada pelo 
processador. Não são estritamente necessárias para a 
operação do computador. São geralmente não-voláteis, 
permitindo guardar os dados permanentemente. Incluem-se, 
nesta categoria, os discos rígidos, CDs, DVDs e disquetes. 
MEMÓRIA ROM 
MEMÓRIA ROM – Read Only Memory: A memória ROM 
(acrónimo para a expressão inglesa Read-Only Memory) é um 
tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as 
suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez 
e após isso não podem ser alteradas ou apagadas. Nela fica 
armazenado o programa que tem como responsabilidade 
iniciar o computador chamado de BIOS. 
TIPOS DE ROM 
MEMÓRIA PROM: Resumo rápido: (Programmable Read-
Only Memory) podem ser escritas com dispositivos especiais 
mas não podem mais ser apagadas, a gravação pode ser pela 
fabrica ou usuário somente uma única vez sem retorno. 
MEMÓRIA EPROM: Uma EPROM, ou erasable 
programmable read-only memory, é um tipo de chip de 
memória de computador que mantém seus dados quando a 
energia é desligada. Poder ser gravada e apagada, mas 
somente com luz ultravioleta. 
MEMÓRIA EEPROM: Ao contrário de uma EPROM, uma 
EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes, 
eletricamente. Pode ser lida um número ilimitado de vezes, 
mas só pode ser apagada e programada um número limitado 
de vezes, que variam entre as 100.000 e 1 milhão. 
MEMÓRIA FLASH FEPROM é uma variação moderna da 
EEPROM, são memórias rápidas, conseguem gravar muita 
informação em pouco espaço. Delas original o conhecido 
PENDRIVE. 
BIOS: em computação Basic Input/Output System (Sistema 
Básico de Entrada/Saída). O BIOS é o firmware (programa) 
executado por um computador IBM PC quando ligado, é ele 
que detecta e apresenta para os softwares os hardwares que 
o computador possui. O BIOS é armazenado num chip ROM 
(Read-Only Memory) Função do BIOS é o carregamento do 
sistema operacional e dar inicializaçao a todo o hardware ( 
POST ) buscando informaçõesda memória CMOS para 
inicializar os dispositivos. 
 
MEMÓRIA RAM 
MEMÓRIA RAM: Memória de acesso aleatório (do inglês 
Random Access Memory, frequentemente abreviado para 
RAM) é um tipo de memória que permite a leitura e a escrita, 
utilizada como memória primária em sistemas eletrônicos 
digitais. Algumas memórias RAM necessitam que os seus 
dados sejam frequentemente refrescados (atualizados), 
podendo então ser designadas por DRAM (Dynamic RAM) ou 
RAM Dinâmica. Por oposição, aquelas que não necessitam 
de refrescamento são normalmente designadas por SRAM 
(Static RAM) ou RAM Estática. 
TIPOS DE RAM 
 
SRAM – Static RAM (Memória Estática): (Static Random 
Access Memory, que significa memória estática de acesso 
aleatório em Português) é um tipo de memória de acesso 
aleatório que mantém os dados armazenados desde que seja 
mantida sua alimentação. 
 
DRAM – RAM Dinâmica: é um tipo de memória de acesso 
direto DRAMs possuem a vantagem de terem custo muito 
menore densidade de bits muito maior, possibilitando em um 
mesmoespaço armazenar muito mais bits (o que em parte 
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explica o menor custo). Precisam ser alimentadas 
periodicamente sem intervalos. 
TIPOS DE MEMÓRIAS 
 
MEMÓRIA EDO-RAM: MEMÓRIA SIMM: 
MEMÓRIA DIMM - Dual Inline Memory Module: 
MEMÓRIA DDR: 
MEMÓRIA DDR2: A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução 
ao antigo padrão DDR SDRAM 
 
MEMÓRIA DDR3: A memória DDR3 SDRAM, Taxa Dupla de 
Transferência Nível Três de Memória Síncrona Dinâmica de 
Acesso Aleatório), também conhecida como DDR3, é um 
padrão para memórias RAM que está sendo desenvolvida 
para ser a sucessora das memórias DDR2 SDRAM. 
 
 
 
CMOS 
 
No jargão dos computadores, é comum usar o termo "CMOS" 
para se referir a uma determinada área de memória, onde 
ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e 
a configuração inicial do computador, além do relógio e 
calendário. Como a memória e o relógio precisam ser 
preservados mesmo com o computador desligado, são 
alimentados por uma pequena bateria de lítio. 
 
MEMÓRIA CACHE: Na área da computação, cache é um 
dispositivo de acesso rápido, interno a um sistema, que serve 
de intermediário entre um operador de um processo e o 
dispositivo de armazenamento ao qual esse operador acede. 
 A vantagem principal na utilização de uma cache consiste em 
evitar o acesso ao dispositivo de armazenamento - que pode 
ser demorado -, armazenando os dados em meios de acesso 
mais rápidos. A cachê fica localizada dentro do processador, 
sendo indispensável para deixar o processamento mais 
rápido. Sendo assim, usa-se a cache para armazenar apenas 
as informações mais frequentemente usadas. Nas unidades 
de disco também conhecidas como disco rígido ou Hard Drive 
(HD), também existem chips de cache nas placas eletrónicas 
que os acompanham. Como exemplo, a unidade Samsung de 
160 GB tem 8 MBytes de cache. 
 
 
 
NÍVEIS DE CACHE 
CACHE L1: Uma pequena porção de memória estática 
presente dentro do processador. A partir do Intel 486, 
começou a se colocar a L1 no próprio chip [processador]. 
Geralmente tem entre 16KB e 512KB. 
 
CACHE L2: Possuindo o Cache L1 um tamanho reduzido e 
não apresentando uma solução ideal, foi desenvolvido o 
cache 
L2, que contém muito mais memória que o cache L1.Ela é 
mais um caminho para que a informação requisitada não 
tenha que ser procurada na lenta memória principal. 
 
Cachê L3 
 
Terceiro nível de cache de memória. Inicialmente utilizado 
pelo AMD K6-III (por apresentar o cache L2 integrado ao seu 
núcleo) utilizava o cache externo presente na placa-mãe como 
uma memória de cache adicional. Ainda é um tipo de cache 
raro devido a complexidade dos processadores atuais, com 
suas áreas chegando a milhões de transístores por 
micrómetros ou picómetros de área. Ela será muito útil, é 
possível a necessidade futura de níveis ainda mais elevados 
de cache, como L4 e assim por diante 
 
 
 
MEMÓRIA VIRTUAl: 
 
Se faltar ao seu computador a quantidade de RAM (memória 
de acesso aleatório) necessária para executar um programa 
ou uma operação, o Windows usa a memória virtual para 
compensar. A memória virtual combina a RAM do computador 
com espaço temporário no disco rígido. Quando a RAM fica 
insuficiente, a memória virtual move os dados da RAM para 
um espaço chamado arquivo de paginação. Isso libera a RAM 
para concluir seu trabalho. 
 
 
MEMÓRIA SECUNDÁRIA 
(Dispositivos de Armazenamento de Dados): 
Memórias que não podem ser endereçadas diretamente, a 
informação precisa ser carregada em memória primária antes 
de poder ser tratada pelo processador. Não são estritamente 
necessárias para a operação do computador. São geralmente 
não-voláteis, permitindo guardar os dados permanentemente. 
Incluem-se, nesta categoria, os discos rígidos, CDs, DVDs e 
disquetes. 
 
DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO 
1. Disquetes e Discos Rígidos; 2. Blu-Ray 
3. Drives de CD-ROM, CDs, Gravadores e DVDs; 
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4
4. Zip Drive; 5. Pen Drive; 
6. Cartões de Memória; 7. Fita DAT e DLT. 
DISQUETE: O em inglês é floppy-disk, significando disco 
flexível. Pode ter o tamanho de 3,5 polegadas com 
capacidade de armazenamento de 720 KB (DD=Double 
Density) até 2,88 MB (ED=Extra Density), embora o mais 
comum atualmente seja 1,44 MB (HD=High Density). 
 
DISCO RÍGIDO: ou disco duro, no Brasil popularmente 
também HD ou HDD (do inglês hard disk/hard disk drive; o 
termo "winchester" há muito já caiu em desuso), é a parte do 
computador onde são armazenadas as informações, ou seja, 
é a "memória permanente" propriamente dita (não confundir 
com "memória RAM"). É caracterizado como memória física, 
não-volátil, que é aquela na qual as informações não são 
perdidas quando o computador é desligado. Existem vários 
tipos de discos rígidos diferentes: 
IDE/ATA, Serial_ATA, SCSI, Fibre channel, SAS. 
 
CAPACIDADES DOS HD’S : 2TB ( Terabytes ) 
Para que o sistema operacional seja capaz de gravar e ler 
dados no disco rígido, é preciso que antes sejam criadas 
estruturas que permitam gravar os dados de maneira 
organizada, para que eles possam ser encontrados mais 
tarde. Este processo é chamado de formatação. Existem dois 
tipos de formatação vamos lá. 
 
FORMATAÇÃO FÍSICA. A 
formatação física é feita 
na fábrica ao final do 
processo de fabricação, 
que consiste em dividir o 
disco virgem em trilhas, 
setores, cilindros e isola 
os badblocks (danos no 
HD). 
 
FORMATAÇÃO LÓGICA: 
Uma formatação lógica apaga todos os dados do disco rígido, 
inclusive o sistema operacional. No processo de formatação 
física são criadas as TRILHAS, SETORES E CLUSTERS para 
preparar o disco na gravação de dados: 
 
TRILHAS E SETORES: As trilhas são círculos que começam 
no centro do disco e vão até a sua borda, como se estivesse 
um dentro do outro. Essas trilhas são numeradas da borda 
para o centro, isto é, a trilha que fica mais próxima da 
extremidade do disco é denominada trilha 0, a trilha que vem 
em seguida é chamada trilha 1, e assim por diante, até 
chegar à trilha mais próxima do centro. Cada trilha é dividida 
em trechos regulares chamados de setor. Cada setor possui 
uma determinada capacidade de armazenamento 
(geralmente, 512 bytes) 
 
CLUSTER: Um cluster (também chamado de agrupamento) é 
a menor parte reconhecida pelo sistema operacional, e 
pode ser formado por váriossetores. Um arquivo com um 
número de bytes maior que o tamanho do cluster, ao ser 
gravado no disco, é distribuído em vários clusters. Um 
Cluster não pode pertencer a mais de 1 arquivo. Mas 1 
Arquivo pode estar em vários Clusters. 
 
SISTEMA DE ARQUIVOS 
Um sistema de arquivos é um conjunto de estruturas lógicas e 
de rotinas, que permitem ao sistema operacional controlar o 
acesso ao disco rígido. Diferentes sistemas operacionais 
usam diferentes sistemas de arquivos. No mundo Windows, 
temos apenas três sistemas de arquivos: FAT16, FAT32 e 
NTFS. 
 
FAT16: O sistema FAT (ou FAT16) consegue trabalhar com 
65536 clusters. E claro, com sistemas operacionais de 16bits. 
Limite máximo de tamanho para uma partição em FAT16 é de 
2 GB (correspondente a 2 elevado a 16). Sendo que permite 
no máximo ficheiros com até 8 caracteres no nome + 
extensão. 
FAT 32 suporta partições de até 32 GB. Outra limitação do 
FAT 32 está no tamanho máximo dos arquivos que não pode 
ultrapassar 4 GB menos 1 byte. Permite no entanto ficheiros 
com no Maximo 255 caracteres no nome. 
Essas duas limitações, especialmente a última, motivaram a 
Microsoft a desenvolver o formato NTFS que permite partições 
muito maiores e tamanhos de arquivo mais adequado ao uso 
de mídia e sistemas maiores. 
NTFS: O NTFS (New Technology File System) é o sistema de 
arquivos da Microsoft utilizado em todas as versões do 
sistema operacional . 
 
CARACTERÍSTICAS DO NTFS – ISSO É IMPORTANTE! 
1. Introdução de um sistema de journaling, que permite ao 
sistema operacional se recuperar rapidamente de problemas 
sem precisar verificar a integridade do sistema de arquivos. 
2. Permissões (com sistema de ACLs), que possibilitam um 
grande controle de acesso dos utilizadores aos arquivos. 
3. Compressão de arquivos (quando configurado). 
4. Encriptação transparente de arquivos. 
• Quotas, que permitem que os administradores de sistemas 
definam a quantidade de espaço em disco que cada utilizador 
pode utilizar. 
• Disco de no mínimo 1TB de estaco por partição. 
• Sistema de permissões em usuários e arquivos. 
Convenções de nomenclatura NTFS: Os nomes de ficheiros 
e diretórios podem ter até 255 caracteres, incluindo as 
extensões. 
Os nomes preservar caso, mas não são sensíveis a 
maiúsculas e minúsculas. NTFS torna não distinção de nomes 
de ficheiros com base no caso. Os nomes podem conter 
quaisquer caracteres, excepto para o seguintes: 
? " / \ < > * | : 
HPFS: é o sistema de arquivos utilizado pelo OS/2 da IBM, 
com recursos que se aproximam muito dos permitidos pelo 
NTFS como nome de arquivos com até 254 caracteres 
incluindo espaços, partições de até 512 GB e unidades de 
alocação de 512 bytes. Embora muito eficiente, este 
sistema de arquivos caiu em desuso juntamente com o 
OS/2, sendo suportado atualmente somente pelo Linux. 
 
SETOR DE BOOT: Neste setor ficam os arquivos do sistemas 
de arquivos e partições. Fica localizada na Trilha 0 (SETOR 
01) do disco, e é responsável pela inicializaçao do sistema 
operacional. 
DISCOS OPTICOS 
DRIVES DE CDROM E CDs: Sistema óptico de leitura em 
CDs já existe há um bom tempo nos Pcs. A Leitura é feita 
por um feixe laser (uma linha que parte de um centro 
luminoso) que incide sobre uma superfície reflexiva. A 
tecnologia utilizada na leitura dos CD-ROMs foi baseada 
em CDs de áudio. 
VELOCIDADE: Os CDs de áudio utilizavam uma 
velocidade chamada mono ou básica, que é a velocidade 
de 1X com taxa de transferência de 150KB/s’,perfeitamente 
suficiente para áudio, porém, para transferência de dados 
é insuficiente. A solução é o aumento da velocidade: 2X, 
3X. Atualmente encontramos drives com velocidades de 
52X ou 56X. 
ESPAÇO DE ARMAZENAMENTO: Até o ano de 2005, os 
CD-ROMs possuíam a capacidade para 650 MB. Logo 
foram substituídos pelos de 700 MB ou 80 minutos de 
áudio. 
 
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TIPOS DE CD’S 
 
1) CD-ROM foi desenvolvido em 1985 e traduz-se 
aproximadamente em língua portuguesa para Disco Compacto 
- Memória Apenas para Leitura. 
 
2) CD-R (do inglês Compact Disc - Recordable) é um disco 
fino (1,2mm) de policarbonato usado principalmente para 
gravar músicas ou dados. Permite gravar os dados uma única 
vez na mesma área, e várias vezes até o espaço do disco. 
Não permite apagar os arquivos já gravados. 
 
3) (CD-RW -Disco Compacto Regravável) é um disco óptico 
regravável. Conhecido como CD-Erasable. Permite Gravar e 
Regravar várias vezes até o espaço do disco, permite 
gravação parcial, mas não o seu apagamento parcial. 
Estabelecido pela IEEE 1000 Gravações. 
• DVD’S: (abreviação de Digital Video Disc ou Digital 
Versatile Disc, em português, Disco Digital de Vídeo ou 
Disco Digital Versátil). Contém capacidade de armazenar 
4,7 GB de dados, enquanto que um CD armazena em média 
de 700 MB. 
• Os chamados DVDs de dual-layer (dupla camada) podem 
armazenar até 8,5 GB. Apesar da capacidade nominal do 
DVD 
comum gravável, é possível apenas gravar 4.484 MB de 
informações, e com o tamanho máximo de cada arquivo de 1 
GB numa gravação normal. 
Tipos de DVD: DVDs graváveis permitem somente uma 
gravação, não sendo possível excluir nada depois, 
acrescentar dados é possível se o disco não for finalizado 
(Disk At Once), enquanto que os DVDs regraváveis permitem 
apagar e regravar dados. 
1. DVD-R: somente permite uma gravação e pode ser lido 
pela maioria de leitores de DVDs; 
2. DVD+R: somente permite uma gravação, pode ser lido pela 
maioria de leitores de DVDs e é lido mais rapidamente para 
backup; 
3. DVD+R DL (dual-layer): semelhante ao DVD+R, mas que 
permite a gravação em dupla camada, aumentando a sua 
capacidade de armazenamento. 
 
BLU-RAY E HD DVD: também conhecido como BD (de Blu 
ray Disc) é um formato de 
disco óptico da nova geração 
de 12 cm de diâmetro (igual 
ao CD e ao DVD ) para vídeo 
de alta definição e 
armazenamento de dados de 
alta densidade. 
 É o sucessor do DVD e 
capaz de armazenar filmes 
até 1080p Full HD de até 4 
horas sem perdas. Requer 
obviamente uma TV de alta 
definição (Plasma ou LCD) 
para exibir todo seu potencial 
e justificar a troca do DVD. 
Sua capacidade varia de 25GB (camada simples) a 50GB 
(camada dupla) Gigabytes. O disco Blu-Ray faz uso de um 
laser de cor azul-violeta. 
• PADRÕES DE BLU-RAY: O BD-RE (formatoregravável) 
padrão já está disponível, assim como os formatos BD-R 
(gravável) e o BD-ROM, como parte da versão 2.0 das 
especificações do Blu-ray. 
• Em 19 de Maio de 2005, TDK anunciou um protótipo de 
disco Blu-ray de quatro camadas (100 GB). Outros discos Blu-
ray com capacidades de 200 GB (oito camadas) estão 
também em desenvolvimento. 
Recentemente a TDK anunciou ter criado um disco Blu-ray 
experimental capaz de armazenar até 200 GB de informação 
em um único lado (3 camadas de 33.3 GB 
 
 
PEN DRIVE 
MEMÓRIA USB FLASH DRIVE, 
também designado como Pen Drive, 
uma ligação USB tipo A permiti ndo 
a sua conexão a uma porta USB de 
um computador. 
1. As capacidades atuais, de 
armazenamento, são 64 MB a 100 
GB. A velocidade de transferência de dados pode variar 
dependendo do tipo de entrada: 
CARTÕES DE MEMÓRIA: ou cartão de memória flash é um 
dispositivo de armazenamento de dados com memória flash 
utilizado em videogames, câmeras digitais, telefones 
celulares, palms/PDAs, MP3 players, 
computadores e outros aparelhos 
eletrônicos. Podem ser regravados 
várias vezes, não necessitam de 
eletricidade para manter os dados 
armazenados, são portáteis e 
suportam condições de uso e 
armazenamento mais rigorosos que outros dispositivos 
baseados em peçasmóveis. Capacidades até 10GB. 
 
FITAS MAGNÉTICAS: (ou banda magnética) é uma mídia 
de armazenamento não-volátil que consiste em uma fita 
plástica coberta de material magnetizável. 
 
 
TIPOS DE FITAS MAGNETICAS 
1. DAT – ( DIGITAL AUDIO TAPE ) Cassete de gravação 
digital apresentado pela Sony, Digital Audio Tape, nos finais 
dos anos 80 em concorrência com o formato DCC da Philips. 
Devido ao elevado preço dos equipamentos e das cassetes, 
foram utilizadas quase exclusivamente nos meios. 
2. DLT (acrônimo para Digital Line Tape) é um tipo de fita 
magnética desenvolvido pela Digital Equipment Corporation 
em dezembro de 1984 (atualmente Hewlett-Packard). Um 
variante com alta capacidade de armazenamento é chamada 
de Super DLT (SDLT). Uma versão mais barata foi 
inicialmente fabricada pela Benchmark Storage Innovations. A 
Quantum adquiriu a Benchmark em 2002. As fitas 
magnéticas armazenam cerca de 400GB de espaço 
 
PROCESSADOR 
Bem este dispensa apresentação, é o responsável pelas 
operações de processamento de dados do computador, nele 
encontramos os componentes que o auxiliam no processo tais 
como: ULA – Unidade lógica aritmética 
 UC – Unidade de Controle 
 
REGISTRADOR: Armazenamento do que esta sendo 
processado. 
CACHE: Armazenamento dos dados mais utilizados pelo 
processador. Nos computadores de mesa (desktop) encontra-
se alocado dentro do gabinete juntamente com a placa-mãe e 
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outros elementos de hardware. Os processadores trabalham 
apenas com linguagem de máquina (lógica booleana). 
Realizam as seguintes tarefas: - Busca e execução de 
instruções existentes na memória. Os programas e os dados 
que ficam gravados no disco (disco rígido ou disquetes), são 
transferidos para a memória. Uma vez estando na memória, o 
processador pode executar os programas e processar os 
dados. 
 
Unidade de Controle UC 
Responsável pela busca e controle das operações que 
serão realizadas pelo Processador. A unidade de controle 
executa três ações básicas intrínsecas e pré-programadas 
pelo próprio fabricante do processador, são elas: busca 
(fetch), decodificação e execução. 
 
Unidade Lógica e Aritmética – ULA 
A Unidade lógica e aritmética (ULA) ou em inglês 
Arithmetic Logic Unit (ALU) é a unidade central do 
processador (Central Processing Unit, ou simplesmente CPU), 
que realmente executa as operações aritméticas e lógicas. 
REGISTRADORES: memória de pequena capacidade porém 
muito rápida, contida no CPU, utilizada no armazenamento 
temporário durante o processamento. Os registradores estão 
no topo da hierarquia de memória, sendo assim são o meio 
mais rápido e caro de se armazenar um dado. 
 
 
 
 
Fabricantes de CPU: Atualmente existem dois grandes 
fabricantes de CPU que brigam pelo mercado de 
microprocessadores. São as empresas Intel e AMD. 
AMD (Advanced Micro Devices): fabricante dos 
processadores Sempron, Athlon 64 2, Turion; 
Intel (Integrated Electronics): fabricante dos processadores 
Celeron, Pentium 4, Core 2 Duo, Centrino Duo. 
Processadores Dual Core ( MULTIPLOS – CORES) 
Multinúcleo (múltiplos núcleos) consiste em colocar dois ou 
mais núcleos (cores) no interior de um único encapsulamento 
(um único chip). 
 A Intel lançou vários modelos MULTI-CORES dentre eles 
temos: 
COREDUO: Dois Núcleos e 1 cache 
CORE2DUO: Dois Núcleos e 2 chaces. 
CORE2QUAD: Quatro Núcleos e 2 caches 
CORE 2 EXTREME DUAL QUAD: Quatro Núcleos e 2 
Caches, com velocidades de clock de 2,93 GHz, 4 MB de 
cache L2 compartilhado, um barramento frontal de 1066 
MHz. 
CORE7: Considerado o melhor 
processador da Intel possui 8 
Núcleos de processamento + 3 
Caches L1, L2 e L3. 
 Velocidades principais de 3,06 
GHz, 2,93 GHz e 2,66 GHz: 
• 8 threads de processamento com a tecnologia Intel® HT 
• 8 MB de Cache inteligente Intel® 
• 3 canais de memória DDR3 1066 MHz 
A Intel não contente ainda lançou : 
ICORE3: 2 Núcleos e 3 Caches ( L1,L2,L3) + Tecnologia HT 
HT ( Virtualizaçao dos núcleos excelente para aplicações 
multitarefas) 
ICORE5: 4 Núcleos + 1 Cache L3 
 
CARACTERÍSTICAS DO ICORE7 5 e 3: 
Todos possuiem barramento de memória FSB embutidos no 
próprio chip, deixando o CHIPSET NORTE livre para outras 
tarefas. Trabalham unicamente com memórias RAM DDR3 e 
Barramentos PCI XPRESS 
Velocidade da CPU – Clock – O clock é um dispositivo, 
localizado na placa mãe, que gera pulsos elétricos 
síncronos em um determinado intervalo de tempo (sinal de 
clock). A quantidade de vezes que este pulso se repete em 
um segundo define a freqüência de clock. 
A freqüência do clock de um processador é medida em 
Hertz (Hz), que significa o número de pulsos elétricos gerados 
em um segundo de tempo. 
Overclocking: O Overclock é uma técnica que permite 
aumentar a freqüência do processador fazendo com que ele 
funcione mais rapidamente. Através dele, podemos fazer com 
que um processador Celeron de 300 mhz trabalhe a 450 mhz 
Esse processo consegue, com segurança, aumentos até 
30% na freqüência original de fábrica. 
 
CHIPSET 
 
 
 
 
C 
H 
I 
P 
S 
E 
T 
 
 
 
 
 
 
O 
chips
et é 
um dos principais componentes lógicos de uma placa-mãe, 
dividindo-se entre "ponte norte" (northbridge, controlador de 
memória, alta velocidade) e "ponte sul" (southbridge, 
controlador de periféricos, baixa velocidade). 
 A ponte norte faz a comunicação do processador com as 
memórias, e em alguns casos com os barramentos de alta 
velocidade AGP e PCI Express. Já a ponte sul, abriga os 
controladores de HDs (ATA/IDE e SATA), portas USB, 
paralela, PS/2, serial, os barramentos PCI e ISA, que já não é 
usado mais em placas-mãe modernas. 
Então resumindo: Quem controla os dados da placa mãe nos 
barramentos? CHIPSET e são divididos em dois ( NORTE E 
SUL) Sendo o NORTE cuidando dos componentes mais 
rápidos e SUL dos mais lentos. Certo? Qualquer coisa toma 
um vinho!. 
 
 
ULA 
UC 
REGISTRADOR 
CACHE L1 
FAMÍLIA MULTI-CORE – Dual Core 
ULA 
NÚCLEO 1 
OU CORE 
NÚCLEO 2 
OU CORE 
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FSB OU BARRAMENTO FRONTAL 
É o caminho de comunicação do processador com o chipset 
da placa-mãe, mais especificamente o circuito ponte norte. É 
mais conhecido em português como "barramento externo". 
BARRAMENTOS 
Vamos lá.. Barramentos são caminhos feitos de silício que 
permitem que os dados sejam transmitidos entre os 
dispositivos das placas mãe, e como já vimos os chipsets que 
fazem esta gerencia. São divididos em Barramentos 
INTERNOS E EXTERNOS: 
Esses fios estão divididos em três conjuntos: 
• via de dados: onde trafegam os dados; 
• via de endereços: onde trafegam os endereços; 
• via de controle: sinais de controle que sincronizam as duas 
anteriores. 
Pense que o barramento é um fio de cabelo e dentro deste fio, 
3 divisões como mostra a figura abaixo: 
Em concurso público geralmente eles pedem o nome do 
barramento e quais dispositivos eles conectam, e dependendo 
da prova suas velocidades. Então ficamos assim: 
 
BARRAMENTOS INTERNOS PARA AS PLACAS 
ISA: Placas diversas ( videos, som, redes etc) – Velocidade 
16mb/s 
PCI: Conecta dispositivos diversos placas de rede, som, 
video, memória) 132mb/s. Veio com a tecnologia PLUG-AND-
PLAY. 
PLUG AND PLAY: Reconhecimento automático do 
dispositivo. 
AGP: Conecta somente placas de vídeo ( atenção!) com 
velocidades de 2,5GB/S nas melhores. 
LEMBRE-SE: Se o barramento é AGPa placa de vídeo 
também deve ser AGP! Não podemos conectar PLACA DE 
VÍDEO PCI em barramentos AGP. 
PCI EXPRESS: Veio para substituir os barramentos PCI E 
AGP ao mesmo tempo por trabalhar com várias taxas de 
velocidades. 
PCI EXPRESS X16 por exemplo conecta placas de vídeos a 
uma velocidade de 4GB por segundo. 
PCI EXPRESS X1, X2. : Conecta todo tipo de placa com 
velocidades entre 250 e 500 mb/s. 
BARRAMENTOS PARA DISCOS 
IDE/ATA/PATA: Barramento antigo com taxas de velocidade 
de 133mb/s com transmissões paralelas e permite a conexão 
de: 
HD – CD – DVD – 
DISQUETES 
SCSI: Barramento 
lançado nos anos 90 
utiliza uma controladora 
de disco com velocidades em torno de 320MB/S, permite 
conectar: 
IMPRESSORAS, SCANNERS, HD, CD, DVD E 
DISQUETES 
SATA: Barramento mais novo, e mais rápido permite taxas 
de 150mb/s e 300mb/s com transferências seriais. Não 
necessita de JUMPERS para identificar HD SLAVE DE 
MASTER , não possui interferências nas transmissões como 
nos antigos IDE e ainda possui a tecnologia ( hot-swap: troca 
do hd mesmo com o computador ligado) . É UM 
ESPETÁCULO! 
Mas professor o que é JUMPER? Vamos lá. 
 
JUMPERS 
Os jumpers são pequenas peças plásticas, internamente 
metalizadas para permitir a passagem de c orrente elétrica, 
que são encaixadas em contatos metálicos encontrados na 
placa mãe ou em vários outros tipos de placas. Os jumpers 
permitem a passagem de corrente elétrica entre dois pinos, 
funcionando como um interruptor. Alternativas na posição de 
encaixe dos jumpers, permitem programar vários recursos da 
placa mãe, como a voltagem, tipo e velocidade do 
processador e memória usados, além de outros recursos. 
Então como vimos os jumpers são pecinhas pequenas que 
servem para controlar a quantidade de energia que vai para 
um determinado dispositivo. Nunca presenciei este assunto 
em concursos mais como tudo é possível melhor comentar. 
 
BARRAMENTOS EXTERNOS – PORTAS DE 
COMUNICAÇÃO. 
Já vimos que os barramentos sao os meios de comunicação 
com os dispositivos, fora do micro também temos dispositivos 
os PERIFÉRICOS EXTERNOS e eles também precisam 
conversar com o processador através de barramentos. Estes 
barramentos utilizam PORTAS para a conexão dos periféricos 
e sao estes: 
 
PORTA SERIAL: A interface serial 
ou porta serial, também conhecida 
como RS-232 é uma porta de 
comunicação utilizada para 
conectar modems, mouses (ratos), 
algumas impressoras, scanners e 
outros equipamentos de hardware. 
É uma conexão antiga e já esta 
entrando em desuso. Utiliza 
Conectores DB25 e DB9 ( 9 Pinos ) . Não é Plug And Play. 
 
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PORTA PARALELA: A porta paralela é uma interface de 
comunicação entre um computador e um periférico. São vários 
os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar 
e receber dados para o computador (exemplos: scanners, 
câmeras de vídeo, unidade de disco removível entre outros). 
Nao é Plug And Play 
 
 
PS/2: Os conectores PS2 são usados até hoje em PCs 
modernos desafiando a praticidade do USB. Conectam 
MOUSE E TECLADO utilizam conectores MINI DIM e não 
possuem a tecnologia PLUG AND PLAY. 
 
 
USB: UNIVERSAL SERIAL BUS 
Universal Serial Bus (USB) é um tipo de conexão "PLUG 
AND PLAY" que permite a conexão de periféricos sem a 
necessidade de desligar o computador. Transmite dados de 
forma serial nos barramentos. 
Permite a conexão de vários periféricos, com taxas de 
velocidades entre 480 a 4,8Gb/s. A porta USB conecta 127 
dispositivos ao mesmo tempo usando adaptador e possui 3 
versões: 1.0 – 2.0 E 3.0. 
 
USB 1.0 portas transmitem a apenas 12 megabits, o que é 
pouco para HDs, pendrives, drives de CD, placas wireless e 
outros periféricos rápidos. "Full-Speed" 
USB 2.0 – A velocidade foi ampliada para 480 megabits, 
suficiente até mesmo para os HDs mais rápidos. "High-
Speed" 
USB 3.0 - 4.8 gigabits de banda (10 vezes mais rápido que o 
2.0 utilizando apenas cabos de cobre. Os 4.8 gigabits do USB 
3.0 são chamados de "SuperSpeed", 
 
 
 
 
TIPOS DE USB 
Existem quatro tipos de conectores USB, o USB tipo A, que é 
o mais comum, usado por pendrives e topo tipo de dispositivo 
conectado ao PC, o USB tipo B, que é o conector "quadrado" 
usado em impressoras e outros periféricos, além do USB mini 
5P e o USB mini 4P, dois formatos menores, que são 
utilizados por câmeras, mp3 players, palmtops e outros 
gadgets. 
 
 
 
 
 
 
FIREWIRE: é uma interface serial para computadores 
pessoais e aparelhos digitais de áudio e vídeo que oferece 
comunicações de alta velocidade e serviços de dados em 
tempo real. Dispositivo Plug And Play com transmissoes 
seriais. Permite trabalhar com 63 dispositivos simultaneos e 
400MB/S e 800mb/s FireWire 2 nova versão, permitindo 
45watts de potencias nas portas. 
 
 
 
 
 
 
HDMI 
 
Este sistema é totalmente digital, e pode ser usado, por 
exemplo, para conectar um aparelho de reprodução de Blu-
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Ray, um vídeogame ou até mesmo um reprodutor de DVD a 
uma televisão que possua a mesma entrada. Os resultados 
serão belíssimas imagens de alta qualidade e definição, num 
padrão bem superior do que quando da utilização de um 
sistema analógico de conexão. 
 
 
 
CONECTOR HDMI 
 
 
PERIFÉRICOS EXTERNOS 
 
DISPOSITIVOS DE ENTRADA DE DADOS: São dispositivos 
responsáveis pela interpretação de dados que 
são enviados para a memória, onde serão codificados, 
processados e registrados, formando informações de saída. 
Principais Dispositivos de Entrada de Dados são: 
 
1. Mouse; 2. Teclado; 3. Scanner; 4. Mesa digitalizadora. 
MOUSE: O rato ou mouse é um periférico de entrada que 
historicamente se juntou ao teclado como auxiliar no processo 
de entrada de dados, especialmente em programas com 
interface gráfica. O rato ou mouse tem como função 
movimentar o cursor (apontador) pelo ecrã (português 
europeu) ou tela (português brasileiro) do computador. 
 
TIPOS DE MOUSE 
1. Mecânico: Possui uma esfera 
que rola e ativa os 
sensoresmecânicos. Foi o 
primeiro modelo lançado. 
2. Óptico-Mecânico: Similar ao 
mecânico só que utiliza sensores 
óticos para detectar os 
movimentos. 
3. Óptico: Possui tecnologia qu e permite maior controle e 
precisão durante a operação, graças a um sensor óptico 
que substitui a tradicional "esfera" que passível a acúmulo 
de resíduos, possui uma resolução de 400 dpi. Mouses deste 
tipo também temos o TrackBall e Toutchpad. 
 
TRACKBALL: é um dispositivo de cursor(e ponteiro), como o 
mouse (como usado no Brasil) ou rato (como usado em 
Portugal). Diferentemente do mouse tradicional (que deve ser 
movido sobre um mousepad ou tapete), o trackball 
permanece imóvel enquanto o usuário manipula uma grande 
esfera localizada em sua parte superior para mover o cursor 
na tela ou ecrã do computador. Muitos usuários referem-se à 
maior facilidade no uso do trackball e na menor incidência de 
dores nos pulsos em relação ao rato tradicional. 
TOUCHPAD: é um dispositivo sensível ao toque utilizada em 
portáteis (para substituir o mouse) e é também encontrado em 
modelos recentes do iPod. O touchpad é um dispositivo que 
utiliza células sensíveis a pressão. 
DIGITALIZADOR: (ou scanner, scâner, escâner) é um 
periférico de entrada responsável por digitalizar imagens, fotos 
e textos impressos para o computador, um processo inverso 
ao da impressora. Ele faz varreduras na imagem física 
gerando impulsos elétricosatravés de um captador de 
reflexos. 
 
DISPOSITIVOS DE SAÍDA DE DADOS: Dispositivos de 
Saída de Dados são responsáveis pela interpretação de 
dados digitais provenientes CPU e memória, ou seja, 
equipamentos que recebem, eletronicamente os dados já 
processados pela CPU e os enviam diretamente para os 
dispositivos de saída: Os principais Dispositivos de Saída são: 
 
• Monitores e Placa de Vídeo; • Impressora; • Spekears. 
MONITOR: O monitor é considerado o principal dispositivo 
de saída de dados de um computador. Possui 
características que definem sua qualidade como tamanho 
da tela, taxa de atualização e tecnologia de fabricação, 
além das características vistas anteriormente (resolução, 
quantidade de cores, dot pitch). 
 
TAXA DE ATUALIZAÇÃO: Quantidade de vezes que o a 
imagem é referida por segundo. Geralmente esta taxa esta em 
HZ, sendo os padrões atualmente de 70 a 85hz. 
 
 
MONITORES TRC / CRT 
CRT (Cathodic Ray Tube), em inglês, sigla de (Tubo de raios 
catódicos) é o monitor "tradicional", em que a tela é 
repetidamente atingida por um feixe de elétrons, que atuam 
no material fosforescente que a reveste, assim formando as 
imagens. Este tipo de monitor tem como principais vantagens: 
1. Sua longa vida útil; 2. Baixo custo de fabricação; 
3. Grande banda dinâmica de cores e contrastes; e 
4. Grande versatilidade (uma vez que pode funcionar em 
diversas resoluções, sem que ocorram grandes distorções na 
imagem). 
 
As maiores desvantagens deste tipo de monitor são: 
a. Suas dimensões (um monitor CRT de 20 polegadas pode 
ter até 50cm de profundidade e pesar mais de 20kg); 
b. O consumo elevado de energia; 
c. Seu efeito de cintilação (flicker); e 
d. A possibilidade de emitir radiação que 
está fora do espectro luminoso (raios x), 
danosa à saúde no caso de longos 
períodos de exposição. Este último 
problema é mais freqüentemente 
constatado em monitores e televisores 
antigos e desregulados, já que 
atualmente a composição do vidro que 
reveste a tela dos monitores detém a emissão dessas 
radiações. 
MONITORES LCD 
LCD (Liquid Cristal Display, em inglês, sigla de tela de cristal 
líquido) é um tipo mais moderno de monitor. Nele, a tela é 
composta por cristais que são polarizados para gerar as 
cores. 
DADOS IMPORTANTES 
 PIXEL: Menor unidade de vídeo cuja corou intensidade do 
brilho pode ser controlado. 
RESOLUÇÃO: Resolução é simplesmente a quantidade de 
pixels que uma tela pode apresentar. 800x 600 – 1024 x 768 
etc.. Quanto maior a quantidade de pixels melhor a resolução. 
DOT PITCH: Outro parâmetro que determina a qualidade de 
uma imagem, e que na maioria das vezes não é levado em 
conta. O Dot Pich é a distância entre pontos na tela. A tela do 
monitor é formada por minúsculos pontos (os pixels) em 
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três cores: vermelha, verde e azul (RGB – Red, Green, 
Blue), formando assim uma tríade (Agrupamento de três 
pontos) Quanto menor a distância, ou seja, quanto menor o 
Dot Pitch ou o Grille Pitch, maior será a resolução. formando 
assim uma tríade (Agrupamento de três pontos )Quanto 
menor a distância, ou seja, quanto menor o Dot Pitch ou o 
Grille Pitch, maior será a resolução. 
BARRAMENTO: Atualmente os barramentos utilizados são: 
PCI, AGP e PCI express. O AGP e o PCI Express são as 
melhores placas (Barramento) que temos atualmente. 
 
IMPRESSORAS: Uma impressora ou dispositivo de 
impressão é um periférico que, quando conectado a um 
dispositivo de saída, imprimindo textos, gráficos ou qualquer 
outro resultado de uma aplicação. As impressoras podem ser 
encontradas em duas classes: 
1) IMPRESSORAS DE IMPACTO: é uma impressora que 
recorre principalmente a processos mecânicos para imprimir 
em papel. Pode ser de três tipos: matricial (ou de 
agulhas),margarida e Impressora de Linha. É uma das 
tecnologias mais antigas de impressão. 
2) IMPRESSORAS 
MATRICIAIS: Uma 
impressora matricial ou 
impressora de agulhas é 
um tipo de impressora de 
impacto, cuja cabeça é 
composta por uma ou mais 
linhas verticais de agulhas, 
que ao colidirem com uma 
fita impregnada com tinta (semelhante a papel químico), 
imprimem um ponto por agulha JATO DE TINTA. 
IMPRESSORA JATO DE TINTA: utiliza sistemas dotados de 
uma cabeça de impressão ou cabeçote com centenas de 
orifícios que despejam milhares de gotículas de tinta por 
segundo, comandados por um programa que determina 
quantas gotas e onde deverão ser lançadas as gotículas e a 
mistura de tintas. 
 IMPRESSORA A LASER: é um 
tipo de impressora que produz 
resultados de grande qualidade 
para quem quer desenho gráfico ou 
texto, ultilizando a tecnologia do 
laser. Esta impressora utiliza o raio 
laser modulado para a impressão e 
envia a informação para um tambor, através de raios laser.. 
Em seguida, é aplicada no tambor, citado acima, um pó 
ultrafino chamado de TONER, que adere apenas às zonas 
sensibilizadas. Quando o tambor passa sobre a folha de 
papel, o pó é transferido para sua superfície, formando as 
letras e imagens da página, que passa por um aquecedor 
chamado de FUSOR, o qual queima o Toner fixando-o na 
página. 
IMPRESSORA TÉRMICA: (ou 
impressora térmica direta) 
produz uma imagem impressa 
aquecendo seletivamente papel 
termocrômico ou papel térmico, 
como é mais conhecido, 
quando a cabeça de impressão 
térmica passa sobre o papel. 
PLOTTERS: Usada para 
impressão de banners,cartazes, 
Outdoors. Possuem vários tipos de impressões: 
- LASER - TINTA - TERMICA. 
 
DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAIDA: I/OI/O é um sigla 
para Input/Output, em português E/S ou Entrada/Saída. 
Geralmente em concursos eles pedem uma classificaçao dos 
dispositivos em E/S veja uma pequena lista : 
- MONITOR: Saida - IMPRESSORA: Saida 
- IMPRESSORA MULTIFUNCIONAL: Entrada e Saida 
- HD EXTERNO: Entrada e Saida - WEBCAM: Entrada 
- TECLADO: Entrada - MOUSE: Entrada 
E assim por diante... 
Galera esta é a apostila de hardware atualizada, espero que 
tenham gostado do conteúdo, tentei comentar nela os 
principais tópicos dos concursos em relação a matéria 
HARDWARE. Caso tenha alguma dúvida poderá consultar 
nas fontes: www.clubedohardware.com.br 
 http://www.infowester.com/ 
 Obrigado, 
Prof.Washington 
 _________________________________________________ 
CONCEITOS DE SOFTWARE 
§ Software, logiciário ou programa de computador é uma 
sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, 
na manipulação, redirecionamento ou modificação de um 
dado/informação ou acontecimento. 
§ Software também é o nome dado ao comportamento exibido 
por essa seqüência de instruções quando executada em um 
computador ou máquina semelhante. 
§ Tecnicamente, Software também é o nome dado ao 
conjunto de produtos desenvolvidos durante o Processo de 
Software, o que inclui não só o programa de computador 
propriamente dito, mas também manuais, especificações, 
planos de teste, etc. 
§ TIPOS DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR: Qualquer 
computador moderno tem uma variedade de programas que 
fazem diversas tarefas. Eles podem ser classificados em duas 
grandes categorias: 
§ SOFTWARE DE SISTEMA: que incluiu o firmware (O BIOS 
dos computadores pessoais, por exemplo), drivers de 
dispositivos, o sistema operacional e tipicamente uma 
interface gráfica que, em conjunto, permitem ao usuário 
interagir com o computador e seus periféricos. 
§ SOFTWARE APLICATIVO: que permite ao usuário fazer 
uma ou mais tarefas específicas. Aplicativos podem ter uma 
abrangência de uso de larga escala, muitas vezes em âmbito 
mundial; nestes casos, osprogramas tendem a ser mais 
robustos e mais padronizados. Programas escritos para um 
pequeno mercado têm um nível de padronização menor. 
§ UTILITÁRIOS: são programas utilizados para suprir 
deficiências dos sistemas operacionais. Sua utilização 
normalmente depende de licenças pagas, no caso da 
plataforma windows, mas existem vários utilitários livres. 
Podemos incluir nos utilitários programas para: compactação 
de dados, aumento de desempenho de máquinas, overclock, 
limpeza de discos rígidos, acesso à internet, partilha de 
conexões, etc. 
§ UMA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO: é um método 
padronizado para expressar instruções para um computador. 
É um conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas para 
definir um programa de computador. Uma linguagem permite 
que um programador especifique precisamente sobre quais 
dados um computador vai atuar, como estes dados serão 
armazenados ou transmitidos e quais ações devem ser 
tomadas sob várias circunstâncias. O conjunto de palavras 
(tokens), compostos de acordo com essas regras, constituem 
o código fonte de um software. Esse código fonte é depois 
traduzido para código de máquina, que é executado pelo 
processador. 
 
QUANTO AO GRAU DE CLASSIFICAÇÃO 
 
O computador só entende uma linguagem conhecida como 
código binário ou código máquina, consistente em zeros e 
uns. Ou seja, só utiliza 0 e 1 para codificar qualquer ação. 
As linguagens mais próximas à arquitetura hardware se 
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denominam linguagens de baixo nível e as que se encontram 
mais próximas aos programadores e usuários se denominam 
linguagens de alto nível. 
 
Linguagens de baixo nível 
 
São linguagens totalmente dependentes da máquina, ou seja, 
que o programa que se realiza com este tipo de linguagem 
não pode ser migrado ou utilizado em outras máquinas. 
 
Ao estar praticamente desenhado a medida do hardware, 
aproveitam ao máximo as características do mesmo. 
 
Dentro deste grupo se encontram: 
• A linguagem máquina: esta linguagem ordena à 
máquina as operações fundamentais para seu 
funcionamento. Consiste na combinação de 0's e 1's 
para formar as ordens entendíveis pelo hardware da 
máquina. 
Esta linguagem é muito mais rápida que as 
linguagens de alto nível. 
A desvantagem é que são bastante difíceis de 
manejar e usar, além de ter códigos fonte 
enormes onde encontrar uma falha é quase 
impossível. 
• 
• A linguagem Assembler é um derivado da 
linguagem máquina e está formada por abreviaturas 
de letras e números chamados mnemotécnicos. Com 
o aparecimento desta linguagem se criaram os 
programas tradutores para poder passar os 
programas escritos em linguagem assembler a 
linguagem máquina. Como vantagem com respeito 
ao código máquina é que os códigos fontes eram 
mais curtos e os programas criados ocupavam 
menos memória. As desvantagens desta linguagem 
continuam sendo praticamente as mesmas que as da 
linguagem assembler, acrescentando a dificuldade 
de ter que aprender uma nova linguagem difícil de 
provar e manter. 
 
Linguagens de alto nível 
 
São aquelas que se encontram mais próximas à linguagem 
natural que à linguagem máquina. 
 
Trata-se de linguagens independentes da arquitetura do 
computador. Sendo assim, à princípio, um programa escrito 
em uma linguagem de alto nível, pode ser migrado de uma 
máquina a outra sem nenhum tipo de problema. 
 
Estas linguagens permitem ao programador se esquecer 
completamente do funcionamento interno da máquina/s para a 
que está desenhando o programa. Somente necessita de um 
tradutor que entenda o código fonte como as características 
da máquina. 
 
 
Costumam usar tipos de dados para a programação e existem 
linguagens de propósito geral (qualquer tipo de aplicação) e 
de propósito específico (como FORTRAN para trabalhos 
científicos). 
 
QUANTO A SUA DISTRIBUIÇÃO 
 
§ LICENÇAS: Todo o software é publicado sob uma licença. 
Essa licença define (e até restringe) qual a forma que se pode 
utilizar o software (números de licenças, modificações,etc). 
Exemplos de licenças: 
 
§ LICENÇA DE SOFTWARE LIVRE: Todo e qualquer 
programa de computador cuja licença de direito de autor 
conceda ao utilizados as seguintes 4 liberdades... 
1) A liberdade de executar o programa, para qualquer 
propósito (liberdade no. 0) 
2) A liberdade de estudar como o programa funciona, 
e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade no. 1). 
Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta 
liberdade. 
3) A liberdade de redistribuir cópias de modo que 
você possa ajudar ao seu próximo (liberdade no. 2). 
4) A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar 
os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade 
se beneficie (liberdade no. 3). Acesso ao código-fonte é um 
pré-requisito para esta liberdade. 
 
 
SOFTWARE LIVRE OU FREEWARE 
 É qualquer programa de computador cuja utilização não 
implica no pagamento de licenças de uso ou royalties. Apesar 
de ser chamado de free (do inglês livre), este software não é 
necessariamente software livre, pode não ter código aberto e 
pode acompanhar licenças restritivas, limitando o uso 
comercial, a redistribuição não autorizada, a modificação não 
autorizada ou outros tipos de restrições. O freeware 
diferencia-se do shareware em que o usuário deve pagar para 
acessar a funcionalidade completa ou tem um tempo limitado 
de uso gratuito. 
§ SHAREWARE / DEMO: é um programa de computador 
disponibilizado gratuitamente, porém com algum tipo de 
limitação. Sharewares geralente possuem funcionalidades 
limitadas e/ou tempo de uso gratuito do software limitado, 
após o fim do qual o usuário é requisitado a pagar para 
acessar a funcionalidade completa ou poder continuar 
utilizando o programa. Um shareware está protegido por 
direitos autorais. Esse tipo de distribuição tem como objetivo 
comum divulgar o software, como os usuários podem testá-lo 
antes da aquisição. Por um determinado tempo TRIAL ou com 
alguma limitação nas funcionalidades do sistema: 
Exemplos: NORTON ANTI VIRUS MICROSOFT OFFICE 
KYPERSKY ANTI-VIRUS CONVERSORES DE MÚSICAS E 
PDF’S, etc. 
SISTEMA OPERACIONAL OU BÁSICO: Um sistema 
operativo (português europeu) ou sistema operacional 
(português brasileiro)é um programa ou um conjunto de 
programas cuja função é servir de interface entre um 
computador e o usuário. Um sistema operacional possui as 
seguintes funções: 1) gerenciamento de processos; 
 2) gerenciamento de memória; 
 3) sistema de arquivos; 
 4) entrada e saída de dados. 
Exemplo: Windows, Linux, OS/2 , UNIX 
 
 
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MICROSOFT WINDOWS XP 
 
 
PRINCIPAIS VERSÕES 
Windows, 3.1 – Windows 95 – Windows 98 – Windows 
98SE – Windows Millenium – Windows ME – Windows XP.. 
 
 
O WINDOWS XP possui algumas características que 
devemos levar em conta para o concurso, pois é quase certo 
que se toque neste assunto: 
 
• AMBIENTE GRÁFICO: Significa que ele é baseado em 
imagens, e não em textos, os comandos não são dados pelo 
teclado, decorando-se palavras chaves e linguagens de 
comando, como era feito na época do DOS, utilizamos o 
mouse para “clicar” nos locais que desejamos. 
 
• MULTITAREFA PREEMPTIVA: Ser Multitarefa significaque 
ele possui a capacidade de executar várias tarefas ao mesmo 
tempo, graças a uma utilização inteligentedos recursos do 
Microprocessador. Por exemplo, é possível mandar um 
documento imprimir enquanto se altera um outro, o que não 
era possível no MS-DOS. 
 
• A característica “preemptiva” significa que as Operações 
não acontecem exatamente ao mesmo tempo, mas cada 
programa requisita seu direito de executar uma tarefa, 
cabendo ao Windows decidir se autoriza ou não. Ou seja, o 
windows gerencia o tempo de utilização do processador, 
dividindo-o, inteligentemente, entre os programas. 
• 32 BITS: Significa que o Windows se comunica com os 
barramentos e a placa mãe enviando e recebendo 32 bits de 
dados por vez. O DOS (antecessor do Windows) era um 
Sistema Operacional de 16 bits. 
 
• PLUG N’PLAY: Este termo em inglês significa Conecte e 
Use, e designa uma “filosofia” criada há alguns anos por 
várias empresas da área de informática (tanto hardware como 
software). 
• Abaixo segue uma cópia da tela inicial do Windows, 
aproveito para destacar os componentes mais comuns deste 
ambiente, que chamamos de área de trabalho ou desktop. 
• O Windows XP veio com uma gama de recursos muito 
maior do que os sistemas anteriores, incluindo: 
1. Sequências rápidas de iniciação e hibernação; 
2. A capacidade do sistema operacional desconectar um 
dispositivo externo sem a necessidade de reiniciar o 
computador. 
3. Uma nova interface de uso mais fácil, incluindo ferramentas 
para desenvolver temas de escritórios. 
4. Uma habilidade de alternância de contas de usuários, na 
qual quem está logado pode alternar em outra conta sem 
fechar os arquivos abertos. 
 
5. O Clear Type é um mecanismo para dar realce e sombras 
a um texto, é especificamente adotado para monitores de 
LCD. 
6. A funcionalidade da Assistência Remota, com a permissão 
de usuários se conectarem ao seu XP pela rede de internet e 
acessar seus arquivos e imprimi-los, executar aplicações e 
outros. 
SUPORTE PARA REDE DSL E WIRELESS 
SUPORTE E SERVICE PACKS: A Microsoft ocasionalmente 
lançou service packs para estas versões do Windows para 
corrigir problemas e adicionar novos recursos. Em Concursos 
é interessante saber os seus nomes SP1 (service Pack 1) SP2 
E SP3 sendo o ultimo lançado, Contendo várias melhorias e 
inclusão de novos aplicativos. 
 
BARRA DE TAREFAS: A barra de tarefas está localizada na 
parte inferior da tela, e tem como finalidade mostrar e 
controlar os aplicativos que estão abertos, dando-lhe 
opções de organização das janelas dos programas e 
permitir alternar entre as mesmas. Cada programa aberto 
possui um botão em que você pode clicar para abri-l 
imediatamente. Quando abrimos várias janelas de um mesmo 
programa, muitas vezes o Windows XP agrupa estas janelas 
na nossa barra de tarefas para facilitar o manuseio. Nestes 
casos, basta dar um clique sobre o programa localizado na 
barra de tarefas que ele irá mostrar todas as opções 
abertas e selecionar a opção com outro clique. 
 
BARRA DE INICIALIZAÇÃO 
 Nela estão os atalhos aos ícones dos programas mais 
utilizados, com isso você poderá ter acesso aos programas 
sem a necessidade de minimizar as janelas abertas ou utilizar 
o menu iniciar. Portanto a Barra de Inicialização é apenas um 
ATALHO RAPIDO! 
ÁREA DE NOTIFICAÇÃO 
 
Nela estao os programas que estao residentes na memória 
RAM, e são os programas executados automaticamente 
quando o sistema é inicializado. 
 
BARRA DE FERRAMENTAS DA BARRA DE TAREFAS 
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 Ao contrário de que se imagina a barra de tarefas possui 
uma barra de ferramentas e nela temos: 
ENDEREÇO: Para exibir a barra de endereços do INTERNET 
EXPLORER 
WINDOWS MEDIA PLAYER: para ativar os controles do 
media player na barra de tarefas 
LINKS: Ativa os links dos favoritos 
BARRA DE IDIOMAS: Permite mudar o idioma do teclado. 
ÁREA DE TRABALHO: Permite acesso aos itens da área de 
trabalho. 
INICIALIZAÇAO RAPIDA: ativa a barra de inicialização na 
barra de tarefas. 
 
BARRA DE FERRAMENTAS E MENU INICIAR 
Para abrir a janela abaixo clique com botão direito do mouse 
em cima da barra de tarefas e escolha opção PROPRIE-
DADES. Vamos analisar os itens para concursos. 
 
§BLOQUEAR A BARRA DE TAREFAS: Normalmente a 
barra de tarefas pode ser movida para qualquer uma das 
quatro extremidades da tela (inferior, superior, esquerda e 
direita). Também pode ser redimensionada. Podemos ainda 
regular o tamanho ocupado por cada uma das suas partes. 
Todas essas operações são feitas com o mouse, arrastando e 
soltando a barra de tarefas e suas divisões. Quando 
marcamos a opção “Bloquear barra de tarefas”, seus aspecto 
permenecerá fixo, evitando alterações acidentais. 
 
§OCULTAR AUTOMATICAMENTE A BARRA DE TAREFAS: 
Corresponde ao comando “Auto ocultar”, encontrado em 
versões anteriores do Windows. Ao ser ativado, faz com que 
as janelas possam ocupar a tela inteira, e a barra de tarefas é 
oculta, porém volta a aparecer quando movemos o mouse 
para a extremidade da tela. Ocultar a barra de tarefas é uma 
opção útil quando queremos aproveitar ao máximo as 
dimensões da tela, melhorando o uso em monitores com telas 
pequenas ou em baixas resoluções (por exemplo, 14” em 
640x480). 
§ MANTER A BARRA DE TAREFAS SOBRE OUTRAS 
JANELAS: Evita que janelas do Windows “escondam” a barra 
de tarefas. 
§ AGRUPAR BOTÕES SEMELHANTES DA BARRA DE 
TAREFAS: Faz com que janelas semelhantes sejam 
representadas por botões consecutivos. Por exemplo, se 
tivermos abertos vários arquivos com o Microsoft Word, todos 
eles aparecerão próximos, facilitando sua localização. Esta 
opção é útil para quem costuma trabalhar com muitas janelas 
abertas. 
MOSTRAR A BARRA “INICIALIZAÇÃO RÁPIDA”: Esta é 
uma área da barra de tarefas que foi introduzida a partir do 
Windows 98. Nela podemos colocar ícones para programas, 
comandos e arquivos mais usados. Esta barra fica 
normalmente à direita do botão Iniciar, e nela encontramos 
ícones para o Internet Explorer, Media Player e o comando 
“Mostrar área de trabalho”, que provoca a minimização de 
todas as janelas. 
DICA: Clicando na área de Inicialização rápida com o botão 
direito do mouse, será apresentado um menu, no qual 
encontraremos entre outras, as opções Ícones pequenos e 
Ícones grandes. 
 
MENU INICIAR 
No menu iniciar do WINDOWS XP aparecem os 6 
últimosprogramas mais utilizados, assim como acima os 
ícones do navegador padrão e do correio eletrônico padrão, e 
mais acimana barra de título do menu iniciar verificamos 
PROF.WASHINGTON que é o nome do usuário. 
 
Veja as descrições das opções contidas no menu iniciar: 
• PROGRAMAS: Reúne os ícones dos atalhos para todos os 
programas instalados no seu computador, Os ícones podem 
estar diretamente dentro da opção PROGRAMAS, ou dentro 
de um dos grupos que o subdividem (exemplo: Acessórios, 
que contém outras opções). 
 
O MENU INICIAR POSSUI POR PADRAO UMA LISTA DE 6 
PROGRAMAS MAIS FREQUENTES UTILIZADOS SENDO 
NO MAXIMO 30 . 
 
POSSUI TAMBEM UMA LISTA DE 2 PROGRAMAS FIXOS 
SENDO ELES O INTERNET EXPLORER E CORREIO 
ELETRONICO. 
 
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•DOCUMENTOS: Será apresentada uma listagem dos últimos 
15 documentos que foram trabalhados no computador. 
Os ícones existentes aqui não são os ícones dos verdadeiros 
documentos, mas sim, atalho para eles. 
 
•CONFIGURAÇÕES:Apresenta opções referentes aos ajustes 
do computador, é dentro desta opção que o Painel de 
Controle, que é a grande central de controle do 
Windows. 
•LOCALIZAR:Perdeu um arquivo que não sabe onde salvou? 
Quer encontrá-lo ou encontrar um computador na rede? Esta 
opção nos dá todos os subsídios para encontrar qualquer 
informação em nosso micro (mas se ela existir, lógico). 
MENU PESQUISAR: A ferramenta Localizar permite 
encontrar um arquivo por alguns critérios: Nome do Arquivo, 
Data da última Modificação do arquivo, Data da Criação, Data 
do último acesso, Tipo do Arquivo, Texto inserido no mesmo e 
até mesmo tamanho (em Bytes) do arquivo. 
 
Vamos falar também do comando DESLIGAR do menu 
Iniciar. Ao clicar nele são apresentados 3 opções são 
elas: 
 
DESLIGANDO O COMPUTADOR: Além de desligar o 
computador, na caixa de diálogo Desligar o computador 
ainda encontramos mais duas opções Em espera e Reiniciar. 
Grave esta tela na cabeça geralmente em concursos eles 
pedem essa sequência: Clicando em Reiniciar, seu 
computador será desligado e automaticamente ligado 
novamente. 
EM ESPERA: é utilizado principalmente para economizar 
energia, sendo que você pode retornar imediatamente ao 
trabalho sem precisar aguardar até que o computador seja 
reiniciado. O modo em espera não armazena informações 
que não foram previamente salvas; elas são armazenas na 
memória do computador, por isso, se houver corte de energia, 
as informações serão perdidas. 
• HIBERNAR: Permite que o sistema armazene todas as 
aplicações abertas em disco, e desligue o computador. ISSO 
MESMO! O micro é desligado. Todos os dados da memória 
RAM são dispejados em disco. Com isso você tem economia 
de energia e seus programas e trabalhos salvos, para quando 
retornar o sistema tudo voltará a ser aberto no mesmo estado 
anterior. 
• LOGON: é você entrar no windows com seu usuário 
• LOGOFF: Permite que você desconecte do seu usuário 
voltando a tela inicial dos usuários. 
• LOGIN: Nome do usuário 
 
Opções de busca de arquivos no 
LOCALIZAR 
 
 
Você poderá buscar por: 
NOMES DOS ARQUIVOS: Você poderá usar caracteres 
curingas para localização de nomes de arquivos, aqueles que 
não podemos usar em nomes de arquivos veja: 
• Podemos localizar arquivos usando caracteres 
especiais: 
• . -> Localiza por extensão 
• *.* -> Localiza todos os arquivos 
• M* -> Localiza todos os arquivos que começam 
com a letra M. 
• M -> Localiza todos os arquivos que terminam 
com a letra M. 
• ????M.* Localiza todos os arquivos que possuem 
5 caracteres sendo o ultimo com a letra M. 
 
O SINAL ? Significa todos os caracteres. 
 
 
• EXTENSOES: Nome da extensão ou *.jpg 
 
• TAMANHOS, 
 
• DATAS DE MODIFICAÇÃO E CRIAÇAO, 
 
• ATRIBUTOS 
• ( Ocultos, Mortos e Somente Leitura) e também por 
seu 
 
• CONTEÚDO. 
 
 
 
Professor o que é ATRIBUTO? 
Todo arquivo possui características que definem seu estado 
atual, estas características chamamos de atributos 
e são elas: 
 
SOMENTE LEITURA: Acesso somente para ler não podendo 
ser modificado. 
 
OCULTO: O arquivo existe mais você não pode ver. 
 
MORTO: Arquivo de backup. 
 
Bem, também é interessante que você grave os tipos de 
extensões que o Windows possui pois isso é solicitado em 
concurso vamos a elas: 
.arj - um dos formatos de compressão mais antigos, ainda que 
hoje em dia não seja muito usado. O programa Unarj 
descomprime esses arquivos. 
.asf - arquivo de áudio ou vídeo executável com o Windows 
Media Player. 
.asp - Active Server Pages. Formato de páginas Web, 
capazes de gerar conteúdo de forma dinâmica. 
.avi - arquivo de vídeo. É o formato dos arquivos DivX. 
Windows Media Player, Real Player One e The Playa são os 
mais usados para vê-los. 
.bmp - arquivo de imagem, pode ser aberto em qualquer 
visualizador ou editor de imagens. Sua desvantagem é o 
grande tamanho dos arquivos em relação a outros formatos 
otimizados. Provém do ambiente Windows. 
.back - cópia de segurança. Alguns programas, quando 
realizam modificações em arquivos do sistema, costumam 
guardar uma cópia do original com essa extensão. 
.bat - é uma das extensões que junto a .com e .exe indica que 
esse é um arquivo executável em Windows. Costuma 
executar comandos de DOS. 
.bin - pode ser um arquivo binário, de uso interno para 
algumas aplicações e portanto sem possibilidade de 
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manipulação direta, ou de uma imagem de CD, mas nesse 
caso deve ir unida a outro arquivo com o mesmo nome mas 
com a extensão .cue. 
.cab - formato de arquivo comprimido. Para ver o conteúdo, é 
preciso usar um programa compressor/descompressor. 
.cdi - imagem de CD gerada por DiscJuggler. 
.cfg - tipo de arquivo que geralmente serve de apoio a outra 
aplicação. Normalmente se escrevem nele as preferências 
que o usuário seleciona por default (padrão). 
.com - arquivo executável em ambiente DOS. 
.dat - arquivo de dados. Normalmente armazenainformações 
usadas de forma interna por um programa do qual depende. 
Costuma ser modificado com qualquer editor de texto. 
.dll - este tipo de arquivo é conhecido como biblioteca. 
Costuma ser utilizado pelo sistema operacional de forma 
interna, para, por exemplo, permitir a comunicação entre um 
modem e o computador (driver). 
.doc - arquivo de texto capaz de armazenar dados referentes 
ao formato do texto que contém. Para editá-lo é preciso ter o 
Microsoft Word ou a ferramenta de sistema Wordpad (bloco 
de notas), entre outros editores de texto. 
.exe - arquivo executável. Qualquer programa que queiramos 
instalar em nosso computador terá essa extensão. Fazendo 
clique duplo sobre um arquivo com esta extensão iniciamos 
um processo de instalação ou um programa. 
.fla - arquivo do Macromedia Flash. 
.gif - arquivo de imagem comprimido. Editável com qualquer 
software de edição de imagem. 
.html - Hiper Text Markup Language. Formato no qual se 
programam as páginas Web. É capaz de dar formato a texto, 
acrescentar vínculos a outras páginas, chamar imagens, sons 
e outros complementos. Editável com um editor de textos ou 
software específico. 
.hlp - arquivo de ajuda que vem com os programas. 
.ini - guardam dados sobre a configuração de algum 
programa. 
.ico - arquivo de ícone do Windows. 
.jpg - arquivo de imagem comprimido, pode ser editado em 
qualquer editor de imagens. 
.js - arquivo que contém programação em JavaScript,utilizado 
em geral pelos navegadores e editável com qualquer editor de 
texto. 
.log - arquivo de texto que registra toda a atividade de um 
programa desde que o mesmo é aberto. 
.lnk - acesso direto a uma aplicação em Windows. Provém da 
palavra link (conexão). 
.mdb - arquivo de base de dados geralmente gerada pelo 
Microsoft Access. 
.mid - arquivo de áudio relacionado com a tecnologia midi. 
.mp3 - formato de áudio que aceita compressão em vários 
níveis. O reprodutor mais famoso para estes arquivos é o 
Winamp, ainda que também se possa utilizar o Windows 
Media Player. 
.mpg - arquivo de vídeo comprimido, visível em quase 
qualquer reprodutor, por exemplo, o Real One ou o Windows 
Media Player. É o formato para gravar filmes em formato VCD. 
.mov - arquivo de vídeo que pode ser transmitido pela Internet 
graças à tecnologia Apple Quicktime. 
.ole - arquivo que aplica uma tecnologia própria da Microsoft 
para atualizar informação entre suas aplicações 
.pdf - documento eletrônico visível com o programa Adobe 
Acrobat Reader e que conserva as mesmas propriedadesde 
quando foi desenhado para sua publicação impressa. Os 
manuais online de muitos programas estão nesse formato. 
.pic - arquivo de imagem editável em qualquer editor de 
imagens. 
.png - arquivo de imagem pensado para a Web que se 
resolução. 
.tmp - arquivos temporários. Se não estão sendo utilizados 
por algum processo do sistema, o normal é que possam sereliminados sem nenhum problema. 
.vob - arquivos de vídeo de alta qualidade, é usado para 
armazenar filmes em DVD. 
.wab - arquivos nos quais o Microsoft Outlook guarda o 
caderno de endereços. 
.wav - arquivo de áudio sem compressão. Os sons produzidos 
pelo Windows costumam estar gravados neste formato. 
.wri - arquivo de texto com formato gerado pelo editor de texto 
do sistema, o WordPad. 
.zip - talvez seja o formato de compressão mais utilizado. 
O programa mais popular para comprimir e descomprimir este 
arquivos é o WinZip. abre com praticamente todos os 
programas de imagens. 
.ppt - arquivo do software de apresentações PowerPoint, da 
Microsoft. 
.rar - formato de compressão de dados muito popular e .rtf -
Rich Text Format, ou formato de texto enriquecido. Permite 
guardar os formatos de texto mais característicos. Pode ser 
gerado e editado no WordPad e outros. 
.reg - arquivo que guarda informação relativa ao Registro do 
Windows. Costumam conter dados relativos a algum 
programa instalado no sistema. 
.scr - extensão dos protetores de tela que funcionam em 
Windows e que costumam encontrar-se na pasta em que está 
instalado o sistema. 
.swf - Shockwave Flash. Formato muito utilizado e facilmente 
encontrado na Web. Permite sites ricos em animação e som, 
gerando pequenas aplicações interativas. Para poder vê-los, é 
preciso ter instalado o plugin da Macromedia. 
.txt - arquivo de texto que se abre com qualquer editor de 
texto. 
.ttf - True Type Font. Arquivo de fontes. Os tipos de letras 
(fontes)instalados no sistema utilizam principalmente esta 
extensão. 
.tif - arquivo de imagem sem compressão. Costuma ser usado 
para o armazenamento de imagens em alta que pode ser 
manipulado pelo Winrar, entre outros. 
.tmp - arquivos temporários. Se não estão sendo utilizados 
por algum processo do sistema, o normal é que possam ser 
eliminados sem nenhum problema. 
.vob - arquivos de vídeo de alta qualidade, é usado para 
armazenar filmes em DVD. 
.wab - arquivos nos quais o Microsoft Outlook guarda o 
caderno de endereços. 
.wav - arquivo de áudio sem compressão. Os sons produzidos 
pelo Windows costumam estar gravados neste formato. 
.wri - arquivo de texto com formato gerado pelo editor de texto 
do sistema, o WordPad. 
.zip - talvez seja o formato de compressão mais utilizado. O 
programa mais popular para comprimir e descomprimir este 
arquivos é o WinZip. 
 
 
ACESSÓRIOS DO WINDOWS 
O Menu Acessórios podemos dizer que estão todos os 
programas que mais utilizaremos dentre os que acompanham 
o Windows XP. São estes recursos como: programa de 
desenho, digitalização, processadores de texto, 
calculadora, criação de uma doméstica, entre outros. 
 
BLOCO DE NOTAS: O bloco de notas é um editor de 
texto muito simples, isto quer dizer que é bastante 
limitado. Serve praticamente para editar textos do tipo 
“.txt”, isto é, os arquivos deste tipo possuem pouca 
sofisticação. Como ele mesmo propõe, deve ser utilizado 
para pequenas anotações. Na janela do programa, se 
clicarmos nas barras de menus, teremos uma série de opções 
que poderemos utilizar para cada programa em específico. 
 
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OBS: No bloco de notas é possivel FORMATAR usando 
Negrito e Itálico, 
também podemos 
definir cores e tipos 
de fontes. Os 
arquivos salvos no 
bloco de notas 
recebem a 
extensão .TXT 
 
 
 
 
CALCULADORA 
Calculadora científica 
A calculadora do Windows funciona como uma calculadora 
normal, sendo que existem dois tipos: a Padrão e a Científica. 
Para usá-las, basta clicar sobre os botões, o ponteiro funciona 
como o seu dedo sobre a calculadora normal. Se desejar, o 
teclado numérico pode facilitar esta operação. Você também 
poderá escolher o modo calculadora científica através do 
menu Exibir. Na calculadora Padrão podemos fazer os 
cálculos de SOMA, MULTIPLICAÇÃO, SUBTRAÇÃO, 
DIVISÃO, RAIZ QUADRADA BOTAO (SQRT) E INVERSO 
DE UM NÚMERO. 
 
Ja na calculadora científica podemos fazer vários outros 
cálculos como por exemplo: Seno, Coseno, Tangente, 
Logaritmo, Cálculos Decimais, Héxadecimais, Octadecimais, 
Bínários. 
 
• WORDPAD: O programa WordPad, diferente do Bloco 
de Notas por ser apenas um editor de textos, é 
considerado um editor de texto não muito poderoso, mas 
que praticamente atenderá a maioria das necessidades 
para edição de um documento simples. Quase todos os 
seus recursos estão disponíveis na barra de ferramentas, 
o que facilitará muito o trabalho. ARQUIVOS SALVOS 
RECEBEM EXTENSÃO .RTF 
 
• ACESSIBILIDADE: Com a intenção de facilitar o uso 
do computador para todas as pessoas, o Windows XP 
oferece alguns recursos onde pessoas com necessidades 
especiais podem ter a mesma oportunidade de acesso aos 
diversos programas baseados em computador. 
• Em Lente de aumento, o usuário poderá ter, na parte 
superior do vídeo, a ampliação da região onde o ponteiro 
do mouse está no momento (opção Seguir o cursos do 
mouse). 
• Teclado Virtual: O usuário poderá ter um teclado completo 
a sua disposição para pode digitar utilizando o mouse. 
 
WINDOWS EXPLORER 
Eu considero o principal aplicativo do Windows para 
concursos públicos, em várias bancas é o que mais é 
solicitado então vamos as suas características 
 § PAINEL DE PASTAS: No lado esquerdo, vê-se um painel, 
com todas as pastas do computador, organizado na forma de 
“árvore”, com a hierarquia bem definida, vê-se, por exemplo, 
que a pasta arquivos de programas está dentro da Unidade C: 
(ícone do disco, com o nome C:\). No painel direito (o maior) 
vê-se o conteúdo da pasta que estiver selecionada, no caso, 
a pasta Meus Documentos. Para acessar o Windows Explorer, 
acione Iniciar / Programas / Windows Explorer. 
§ COPIANDO UM ARQUIVO: Para copiar um arquivo, 
selecione-o no painel do conteúdo e arraste-o para a pasta de 
destino com a tecla CTRL pressionada. Você verá que o 
mouse será substituído por uma seta com um sinal de + 
(adição) durante o arrasto. Depois do processo, haverá duas 
cópias do arquivo, uma na pasta de origem e outra na pasta 
de destino. 
§ MOVENDO UM ARQUIVO: De maneira análoga à anterior, 
clique e arraste o arquivo desejado, mas pressione a tecla 
SHIFT, o arquivo deixará o local de origem e ficará no local de 
destino. 
ATENÇÃO – arrastar um arquivo entre unidades 
diferentes: significa copiar o arquivo 
– arrastar um arquivo entre pastas da mesma unidade: 
significa mover o arquivo. Ainda podemos utilizar, para mover 
e copiar arquivos e pastas, três comandos presentes no 
Windows Explorer: 
Menu 
Comando 
tecla de atalho 
 
Ferramenta 
 
Função 
Menu 
Editar / 
Comando 
Recortar 
Tecla de 
Atalho: 
CTRL+X 
 
Inicia o processo para 
MOVER um ou mais 
arquivos selecionados. 
Basta selecionar o(s) 
arquivo(s) e então acionar 
este comando. 
Menu Editar 
/ Comando 
Copiar 
Tecla de 
Atalho:CTRL+C 
 
 
Inicia o processo para 
COPIAR um ou mais 
arquivos selecionados. É 
acionado da 
mesma maneira que o 
comando Recortar. 
 
Obs.: Esses três comandos funcionam em conjunto, ou seja, 
o comando COPIAR não irá, efetivamente, realizar nada se 
você não acionar o comando COLAR. Da mesma forma, só se 
executa o comando de MOVER um arquivo se você acionar 
RECORTAR e depois, na pasta certa, acionar o comando 
COLAR. Ou seja, para que você memorize bem, e não caia 
em armadilhas das provas, a seqüência é a seguinte: 
 
1) Selecione o objeto que se deseja mover ou copiar; 
 
2) Acione o comando Recortar ou o comando Copiar 
(dependendo do seu objetivo); 
 
3) Selecioneo local de destino (ou seja, o diretório para onde 
o objeto – ou cópia – vai); 
 
4) Finalmente, acione o comando Colar 
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§ PASTAS: é um nome que o Windows deu para melhor 
organizarmos e dividirmos nossos arquivos de forma 
organizada, fazendo uma analogia aos arquivos físicos de 
uma empresa (arquivos de gaveta, fichários etc). Podemos 
notar isto até pelos ícones, uma vez que as pastas no 
Windows aparecem até com ícones que nos lembram 
realmente estas pastas. 
§ RENOMEANDO UM ARQUIVO: 
4) Pressionar F2 no teclado; 
5) Acionar a opção Renomear no menu resultante do botão 
direito do mouse. 
6) Digite o novo nome do objeto; 
7) Confirme a operação (ou pressionando ENTER, ou clicando 
com o mouse em qualquer local da janela); 
 Ainda na tela do explorer, podemos verificar se uma pasta 
possui subpastas, basta que ela se apresente, na árvore com 
um sinal de MAIS ou com um sinal de MENOS em sua 
ramificação. Caso a pasta não apresente estes sinais, ela não 
possui pastas dentro dela (podendo possuir arquivos). 
 
Veja que as pastas INTELIGENCIA, IW E JOÃO possuem 
sinais, e, portanto, possuem pastas dentro. APOSTILA e 
FLAS não possuem subpastas, mas não podemos afirmar que 
elas estão vazias, pois pode haver arquivos dentro das estão 
guardados ou em nosso disco rígido ou em uma unidade 
removível, ou seja, os disquetes, CDs. DVDs, pen drives etc. 
 
COMPARTILHAMENTOS E 
PROPRIEDADES DO DISCO 
No Explorer é possível exibir as propriedades das unidades de 
discos, basta apenas clicar com o botão direito do mouse na 
unidade C: e clicar na opção PROPRIEDADES. Ou escolher 
menu ARQUIVO, PROPRIEDADES. Na janela propriedades 
podemos definir e visualizar várias opções tais como: 
 
TAMANHO DO ESPAÇO EM DISCO 
 
LIMPEZA DE DISCO: Permite apagar arquivos temporários e 
compactar arquivos antigos. 
 
COTAS DE DISCO: para você definir espaço em disco 
necessário para cada usuário 
 
SCANDISK: Para você habilitar a opção de corrigir erros no 
disco, você encontra esta opção na aba FERRAMENTAS; 
VERIFICAR ERROS. 
 
DESFRAGMENTADOR DE DISCO: Para você reorganizar os 
arquivos no seu disco rígido. Também encontramos esta 
opção em acessórios Ferramentas de Sistemas. 
 
COMPARTILHAMENTO: Aqui você poderá compartilhar a 
unidade de disco para que outros usuários na rede possam 
acessá-la. 
 
 
No Windows é possível compartilhar uma unidade clicando 
com o botão direito e escolhendo Compartilhamento e 
segurança e também PASTAS. 
 
MAS ATENÇÃO, PEGADINHA DE CONCURSO: 
NÃO PODEMOS COMPARTILHAR UM ARQUIVO! 
 
No Explorer também podemos formatar unidades, basta clicar 
com o botão direito do mouse e escolha FORMATAR ... 
 
LIXEIRA DO WINDOWS 
§ PROPRIEDADES DAS 
LIXEIRAS PROPRIEDADE DA 
LIXEIRA: Configurar as unidades 
de disco independentemente 
uma da outra, marcando esta 
opção o usuário poderá 
configurar seus discos conforme 
necessidade. Observe que neste 
caso há duas partições a C: e F: 
 
ENTAO SE TEMOS DOIS HD´S 
TEMOS ENTAO 2 LIXEIRAS. 
 
§ PARA RESTAURAR UM ARQUIVO EXCLUÍDO: Para 
restaurar um Arquivo, basta selecioná-lo e clicar em: à 
Restaurar no menu Arquivo. Automaticamente ao apagar 
um arquivo/pasta, o sistema pergunta se deseja apagar 
realmente aquele arquivo ou pasta. Obs.: O usuário pode 
habilitar para que o sistema não faça esta pergunta e apague 
diretamente. 
 
Para fazer isto basta marcar ou desmarcar a opção “Exibir 
caixa de diálogo de confirmação de exclusão” seu Arquivo 
será restaurado no local de origem. Se desejar conferir as 
propriedades de um arquivo, basta clicar duas vezes sobre ele 
na Janela da Lixeira. 
 
Utilize a opção Restaurar para trazer seus arquivos de volta. 
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Você também pode recuperar os Arquivos excluídos 
simplesmente arrastando-os da Lixeira para outras Pastas ou 
para a Área de Trabalho. 
 
A Lixeira não recupera Pastas, porque não as remove para 
a Lixeira quando excluídas, apenas seus Arquivos. Para 
recuperar os Arquivos de uma Pasta excluída acidentalmente, 
por exemplo, basta clicar em Local Original que os Arquivos 
da Pasta aparecerão juntos. Selecione um ou todos, que a 
Pasta será recuperada junto com o Arquivo. 
 
CUIDADO AO EXCLUIR ARQUIVOS EM DISQUETES E EM 
SERVIDORES DE REDE. A LIXEIRA NÃO OS RECUPERA! 
 
Tenha atenção com o uso de aplicativos 32 bits. Alguns tem a 
propriedade de excluir Arquivos em suas caixas de listagem 
de Arquivos. Porém, a mesma propriedade pode ou não 
ativar a propriedade da Lixeira. - O usuário tem a opção 
também de que quando os arquivos forem apagados, não 
serem removidos para a lixeira e sim serem deletados 
diretamente, para isto basta marcar a opção “Não remover os 
arquivos para a lixeira”.... O tamanho máximo de espaço da 
lixeira em relação ao disco que se trabalha, também pode ser 
alterado. 
 
A configuração básica é 10%, porém o usuário poderá colocar 
5% ou 25%, ou conforme necessidade. Para configurar esta 
opção basta ir à barra deslizante e colocar o valor adequado. 
 
 
PAINEL DE CONTROLE 
 É o programa que acompanha o Windows e permite ajustar 
todas as configurações do sistema operacional, desde ajustar 
a hora do computador, até coisas mais técnicas como ajustar 
o endereço virtual das interrupções utilizadas pela porta do 
MOUSE, definir papeis de parede, proteções de tela, 
configurar Hardware e Software e muito mais, abaixo a tela 
principal. O painel de controle é, na verdade, uma janela que 
possui vários ícones, e cada um desses ícones é responsável 
por um ajuste diferente no Windows (ver figura): 
§ ADICIONAR NOVO HARDWARE: Permite instalar com 
facilidade novos dispositivos no nosso computador, utiliza-se 
da praticidade do Plug n’ Play (visto antes). Adicionar e 
Remover programas. É a maneira mais segura de se 
desinstalar ou instalar programas do nosso computador. Há 
pessoas que, quando não querem mais um programa, acham 
que é o suficiente excluí-los do disco rígido – ledo engano. 
Deve-se desinstalá-los, e a maneira mais segura é por aqui. 
Nesta opção também podemos instalar/remover componentes 
do Windows e criar um Disco de Inicialização (Disquete que 
contém os arquivos necessários para a inicialização de um 
computador, também chamado DISCO DE BOOT). 
§CONFIGURAÇÕES REGIONAIS: Ajusta algumas 
configurações da região onde o Windows se localiza. Como 
tipo da moeda, símbolo da mesma, número de casas decimais 
utilizadas, formato da data e da hora, entre outras... 
§ DATA/HORA: Permite alterar o relógio e o calendário 
internos do computador, bem como informá-lo se este deve ou 
não entrar em horário de verão automático. 
§ MOUSE: Ajusta configurações referentes ao Ponteiro do 
computador, sua velocidade, se ele tem rastro ou não, se o 
duplo clique será rápido ou mais lento, pode-se até escolher 
um formato diferente para o dito cujo. 
§ TECLADO: Permite ajustar as configurações do teclado, 
como a velocidade de repetição das teclas, o idioma utilizado 
e o LAYOUT (disposição) das teclas. 
§ VÍDEO: Permite alterar as configurações da exibição do 
Windows, como as cores dos componentes do Sistema, o 
papel de parede, a proteção de tela e até a qualidade da 
imagem, e configurações mais técnicas a respeito da placa de 
vídeo e do monitor. 
§ IMPRESSORAS: Guarda uma listagem de todas as 
impressoras instaladas no micro, pode-se adicionar novas, 
excluir as existentes, configurá-las, decidir quem vaiser a 
impressora padrão e até mesmo cancelar documentos que 
estejam esperando na fila para serem impressos. 
§ OPÇÕES DE INTERNET: Permite o acesso às 
configurações da Internet no computador, esta janela pode ser 
acessada dentro do programa Internet Explorer, no menu 
Ferramentas. 
§ OPÇÕES DE PASTAS: Este comando também pode ser 
obtido a partir de qualquer janela do Windows, com o 
comando Ferramentas / Opções de pasta. Será exibido um 
quadro com quatro guias (figura 11). A guia Geral traz 
algumas opções sobre a apresentação e o uso de janelas: 
 
§ ARQUIVOS OFF-LINE: A guia Arquivos off-line permite que 
façamos a cópia de arquivos de um outro computador para 
edição em off-line. Podemos por exemplo copiar arquivos de 
um computador para um notebook e levar este notebook para 
casa ou viagem. Ao conectarmos novamente os dois 
computadores, comandamos uma sincronização desses 
arquivos, efetivando as alterações nas suas origens. Este 
recurso é similar ao Meu Porta Arquivos, encontrado em 
versões anteriores do Windows. 
 
§ CONEXÕES DE REDE: Este comando exibe os ícones das 
conexões de rede local e da Internet. Encontramos ainda um 
comando para criar nova conexão. As conexões de rede local 
são criadas automaticamente quando é feita a instalação da 
placa de rede. As conexões dial-up (modem e linha telefônica) 
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são criadas manualmente. 
§ É preciso indicar várias informações, como o nome do 
provedor, o telefone, o nome do usuário e a senha. Aplicando 
um clique duplo nesses ícones é feita a discagem e a conexão 
com a Internet. Note entretanto que o Menu Iniciar do 
Windows XP permite apresentar os ícones das conexões, e 
desta forma podemos chegar a eles mais rapidamente, sem 
usar a pasta de conexões. 
§ CONTAS DE USUÁRIOS: Com este comando um usuário 
administrador pode criar ou alterar novas contas. Um usuário 
limitado pode apenas alterar sua senha. 
 
O administrador poderá criar contas, apagar arquivos, criar 
arquivos, configurar, desinstalar e ter total controle sobre as 
outras contas e arquivos. 
 
 Já o usuário não poderá ter estes acessos apenas criar 
arquivos e configurar algumas opções e instalar apenas 
alguns programas, assim como mudar as configurações de 
ambiente. 
§ ADICIONAR HARDWARE: Você pode usar Adicionar 
hardware para detectar e configurar dispositivos conectados 
ao seu computador, como impressoras, modems, discos 
rígidos unidades de CD-ROM, controlad ores de jogo, 
adaptadores de rede, teclados e adaptadores de vídeo. 
§ ADICIONAR OU REMOVER PROGRAMAS: 
Você pode usar Adicionar ou remover programas para 
gerenciar programas no seu computador. Essa opção permite 
que você adicione um novo programa ou altere ou remova um 
programa existente. Através dessa ferramenta você pode 
adicionar ou remover componentes do Windows, como jogos, 
aplicativos do Windows, configurações de Internet, e outras 
coisas. 
 
§ ATUALIZAÇÕES AUTOMÁTICAS: Essa ferramenta é 
utilizada para configurar a atualização do sistema operacional 
Windows, ativando a atualização automática você pode 
programar uma data específica para estar fazendo verificação 
de atualizações para o Sistema Operacional, como pode estar 
sendo feita a verificação sempre que você estiver conectado 
na Internet, você também pode configurar a forma de 
Download, se fará Download automático, ou se somente 
irá avisar se há atualizações disponíveis. Observe a 
imagem à esquerda e veja como funciona a ferramenta. 
Normalmente deixe selecionado a opção Automática e 
selecione pelo menos uma vez por semana, para que o 
Windows XP, esteja sempre atualizado, e mais protegido 
contra ataques de Hackers, e vírus da Internet. 
 
§ CENTRAL DE SEGURANÇA: Exibe status da Segurança 
do seu computador. Anti-vírus instalado ou não, se está 
funcionando corretamente, se está atualizado. A Central de 
Segurança ajuda a gerenciar as configurações de segurança 
do Windows. Para ajudar a proteger o seu computador, 
certifique-se de que os três elementos básicos de segurança 
estão ATIVADOS. Se as configurações de segurança não 
estiverem ATIVADAS, siga as recomendações. Para voltar à 
Central de Segurança mais tarde, abra o Painel de Controle. 
A Figura a direita mostra como é exibida as opções na tela 
para você. 
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§ CONFIGURAÇÃO DE REDE SEM FIO: Esta ferramenta o 
ajuda a configurar uma rede sem fio com segurança na qual 
todos os seus computadores e dispositivos se conectam por 
um ponto de acesso sem fio (isto se chama rede de Infra-
Estrutura sem fio). 
§ FALA: Essa ferramenta configura o dispositivo de fala e 
texto de seu computador, caso estejam instalados. Você pode 
configurar a velocidade de pronuncia e algumas outras 
opções de conversação. 
§ FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS: Essa opção 
fornece diversas opções de acessibilidade do Windows, tais 
como velocidade de animação do menu inciar, e outras 
também, tome cuidado ao mexer nessa ferramenta, aqui você 
pode desconfigurar muita coisa do Windows, causando até 
mesmo o travamento do computador, mas se tiver algum guia 
ou tiver conhecimentos mais avançados sobre o Sistema 
Operacional Windows XP, explore essa ferramenta, você pode 
melhorar muito o desempenho do computador através dela. 
FIREWALL DO WINDOWS: ferramenta 
configura o sistema de defesa do seu 
computador, em conex ões da Internet. 
O Firewall do Windows, ajuda a proteger 
seu computador evitando que pessoas 
desconhecidas acessem seu computador ou 
pela Internet, ou por uma Rede local. 
Permite o bloqueio de determinados 
programas assim como portas de comunicação. 
§ FONTES: Aqui você encontra todas as fontes (estilos de 
letras) instaladas no seu computador, podendo adicionar ou 
remover algumas se desejar. Prefira utilizar um programa para 
administração de fontes para poder visualizar as fontes antes 
de apagá-las, normalmente o administrador de fontes já tem a 
opção. 
§ OPÇÕES DE ENERGIA: Se você é uma pessoa que está 
sempre se ausentando à frente do 
computador, então aqui pode estar 
uma ferramenta muito ú til para você, 
pois você pode configurar o 
computador para desligar o monitor 
automaticamente após alguns minutos 
ocioso, ou até mesmo configurar para 
desativar o computador por completo, caso o tempo de 
ausência for muito grande. Aqui podemos definir ESTADO EM 
ESPERA assim como DESLIGAMENTO DO MONITOR, ou 
dos DISCOS RÍGIDOS e também o estado HIBERNAR. 
 § TAREFAS AGENDADAS: Essa ferramenta é muito 
utilizada no caso de adicionar alguma ferramenta para ser 
executada em segundo plano, ou para não esquecer de que 
em tais dias devo verificar meu computador com o anti-vírus, 
ou até mesmo para abrir algum aplicativo em certo horário 
programado. Muito útil para agendar execução automática de 
Anti-vírus e manter o computador protegido. 
 
FERRAMENTAS DE SISTEMA 
É o nome de uma pasta que contém um conjunto de utilitários 
do windows localizados em INICIAR / PROGRAMAS / 
ACESSÓRIOS. Neste grupo podemos encontrar: 
§ SCANDISK: Varre os discos magnéticos (Disquetes e 
HDs) em busca de erros lógicos ou físicos em setores. Se 
existir um erro lógico que possa ser corrigido, o Scandisk o 
faz, mas se existe um erro físico, ou mesmo um lógico que 
não possa ser corrigido, o Scandisk marca o setor como 
defeituoso, para que o Sistema Operacional não mais grave 
nada neste setor. 
§ DESFRAGMENTADOR:Como o nome já diz, ele reagrupa 
os fragmentos de arquivos gravados no disco, unindo-os em 
linha para que eles possam ser lidos com mais rapidez pelo 
sistema de leitura do disco rígido. Quando um arquivo é 
gravado no disco, ele utiliza normalmente vários setores, e 
estes setores nem sempre estão muito próximos, forçando o 
disco a girar várias vezes para poder ler o arquivo. O 
desfragmentador corrige isso, juntando os setores de um 
mesmo arquivo para que o disco não precise girar várias 
vezes. 
§ BACKUPS: O utilitário de backup oferece suporte a cinco 
métodos para backup de dados no computador ou na rede. 
Os tipos de backups são: 
§ BACKUP DE CÓPIA: Um backup de cópia copia todos os 
arquivos selecionados, mas não os marca como arquivos que 
passaram por backup (ou seja, o atributo de arquivo não é 
desmarcado). A cópia é útil caso você queira fazer backup de 
arquivos entre os backups normal e incremental, pois ela não 
afeta essas outras operações de backup. 
§ BACKUP DIÁRIO: Um backup diário copia todos os 
arquivos selecionados que foram modificados no dia de 
execução do backup diário. Os arquivos não são marcados 
como arquivos que passaram por backup (o atributo de 
arquivo não é desmarcado). 
§ BACKUP DIFERENCIAL: Um backup diferencial copia 
arquivos criados ou alterados desde o último backup normal 
ouincremental. Não marca os arquivos como arquivos que 
passaram por backup (o atributo de arquivo não é 
desmarcado). Se você estiver executando uma combinação 
dos backups normal e diferencial, a restauração de arquivos e 
pastas exigirá o último backup normal e o último backup 
diferencial. 
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§ BACKUP INCREMENTAL: Um backup incremental copia 
somente os arquivos criados ou alterados desde o último 
backup normal ou incremental. e os marca como arquivos que 
passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado). 
Se você utilizar uma combinação dos backups normal e 
incremental, precisará do último conjunto de backup normal e 
de todos os conjuntos de backups incrementais para restaurar 
os dados. 
§ BACKUP NORMAL: Um backup normal copia todos os 
arquivos selecionados e os marca como arquivos que 
passaram por backup (ou seja, o atributo de arquivo é 
desmarcado). Com backups normais, você só precisa da 
cópia mais recente do arquivo ou da fita de backup para 
restaurar todos os arquivos. Geralmente, o backup normal é 
executado quando você cria um conjunto de backup pela 
primeira vez. O backup dos dados que utiliza uma 
combinação de backups normal e incremental exige menos 
espaço de armazenamento e é o método mais rápido. No 
entanto, a recuperação de arquivos pode ser difícil e lenta 
porque o conjunto de backup pode estar armazenado em 
vários discos ou fitas. O backup dos dados que utiliza uma 
combinação dos backups normal e diferencial é mais longo, 
principalmente s e os dados forem alterados com freqüência, 
mas facilita a restauração de dados, porque o conjunto de 
backup geralmente é armazenado apenas em alguns discos 
ou fitas. 
 
RESTAURAÇÃO DO SISTEMA 
 
Permite que você crie pontos de restauração ( backup dos 
arquivos de sistema) automáticamente ou manualmente, para 
que você possa desfazer alterações feitas na maquina que 
esteja causando problemas. Se a prova perguntar se a 
restauração é feita de forma manual apenas, errado!, ela 
também é feita de forma automática. Lembrando que ela não 
afeta os arquivos de documentos tais como arquivos de 
textos, planilhas, slides, imagens, favoritos enfim nada que 
você tenha na máquina. Apenas restaura as .DLLs e arquivos 
de configuração .SYS. 
 
MICROSOFT WORD 
“2002/2003 e XP” 
 
BARRA DE MENUS: Contém todos os comandos utilizados 
no Word listados em sua forma de texto. Em cada menu 
daqueles(Arquivo, Editar, Exibir, etc...) existem várias outras 
opções. No menu ARQUIVO, por exemplo, existem as 
opçõesSALVAR, ABRIR, NOVO, IMPRIMIR, SAIR, 
CONFIGURAR PÁGINA, etc. Para acessar um menu sem 
usar o Mouse, basta pressionar a tecla correspondente à letra 
sublinhada enquanto segura a tecla ALT (no teclado). 
 
1) Por exemplo, para acessar o Menu Arquivo sem usar o 
mouse, deve-se pressionar ALT+A. 
 
2) BARRAS DE FERRAMENTAS: São coleções de botões 
que executam comandos do programa. Os comandos contidos 
nestas barras não são novos, são os mesmo comandos 
existentes nas barras de menu, apenas são mais rápidos de 
acessar. Cada linha horizontal cheia de botões é uma barra 
de ferramentas, temos lá em cima as barras Padrão e 
Formatação, e na parte inferior da tela, a barra Desenho. 
 
3) PÁGINA DE TRABALHO: É a parte do Word onde nós 
digitamos nosso texto, é bem parecida com uma página 
mesmo, e suas dimensões são idênticas às de uma página 
normal (dependendo do tamanho que se tenha escolhido no 
menu Arquivo, na opção configurar página). Quando a página 
chega ao fim, o Word automaticamente cria uma nova página 
e a apresenta na tela (mostrado a seguir): 
 
4) BARRAS DE ROLAGEM: Existem duas: horizontal 
(localizada na parte inferior da tela) e vertical (localizada na 
mesma). Servem para “rolar” a visualização do documento. 
Por exemplo, estamos digitando a página 16 e queremos 
voltar para ver o conteúdo da página 10, é só clicar e arrastar 
a barra vertical para voltar lá. 
5) BARRA DE SATUS: Apresenta as informações pertinentes 
ao documento naquele instante, como página atual, linha e 
coluna onde o cursor está, entre outras informações(Pagina 
seguinte). 
 
Atenção: mais do que simplesmente memorizar alguns 
comandos do programa Word, para responder questões 
práticas (como as do CESPE/UnB), precisamos conhecer as 
técnicas para movimentação do cursor e seleção de texto num 
documento deste programa. Mover o cursor (oficialmente 
conhecido como “Ponto de Inserção”, que é aquela barrinha 
fina que fica piscando, esperando pelas coisas que vamos 
digitar...) requer apenas o conhecimento em algumas teclas 
do computador. Acompanhe, a partir da figura, uma 
explicação fácil sobre as várias teclas de que seu computador 
dispõe para mover o cursor: 
§ Para selecionar um trecho de texto com o teclado- basta 
movimentar o cursor com a tecla SHIFT pressionada. Por 
exemplo, se o usuário segurar a tecla SHIFT e pressionar a 
Salvar e Salvar Como são idênticos na primeira gravação 
de um arquivo. 
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tecla HOME (SHIFT+HOME), o Word irá selecionar desde a 
posição atual do cursor até o início da linha atual (usando a 
característica da tecla HOME de saltar ao início da linha). 
§ Ainda podemos selecionar todo o texto do documento 
através do comando SELECIONAR TUDO, no menu EDITAR. 
O comando equivalente pode ser executado através da 
combinação de teclas CTRL+T. Lembre-se que a função do 
movimento permanece a mesma, só vai acrescentar o fato de 
se estar selecionando (porque o SHIFT está pressionado). 
§ Para selecionar um trecho de texto com o mouse - há 
algumas maneiras de selecionar um texto com o mouse, entre 
elas podemos destacar as seguintes. 
 
MENUS DO WORD 
No menu arquivo temos: 
NOVO: Permite abrir documentos em branco, ao clicar em 
novo será aberta uma janela (PAINEL DE TAREFAS) 
solicitando ao usuário qual modelo de documento em braço 
deseja. 
SALVAR: Salva o documento no disco. 
SALVAR COMO: Permite o salvamento e a criação de novos 
arquivos. 
 
 
SALVAR COMO PAGINA WEB: Salva o documento como 
uma pagina de internet extensão. HTML 
PESQUISAR: Permite localizar 
arquivos nos discoe palavras no 
dicionário de sinônimos. 
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CONFIGURAR PÁGINA: Esta é uma opção bem solicitada 
em concursos, permite configurar a página de várias maneiras 
tais como MARGENS, TIPO DE PAPEL, ORIENTAÇOES, 
CABEÇALHOS E RODAPÉS, MARGENS ESPELHOS E 
MEDIANIZ. 
 
Vamos conhecer alguns recursos interessantes para 
Concursos 
 
ABA MARGENS 
MARGENS: (Superior, inferior, direita e esquerda) 
MEDIANIZ: (distância da borda do papel à margem 
esquerda). Utilizada para encadernação. Padrão 0cm. 
LAYOUT: Nesta aba podemos definir a configuração do 
Cabeçalho e Rodapé, tal como: 
CABEÇALHOS E RODAPÉS: Diferentes para páginas pares 
e impares e Diferente na primeira Página. 
ORIENTAÇÃO: Retrato ou Paisagem 
PAPEL: Define os tipos de papeis para o Word (A4 - A2 - A3 
- A5 - B5 - ENVELOPE - CARTA - TABLÓIDE - OFÍCIO). 
Sendo que o papel A4 é o padrão do Word. Nesta janela 
também é possível quebrar seções de paginas automáticas, 
ou seja definir configurações específicas para cada página. 
Bastando apenas marcar a opção VISUALIZAÇÃO: 
MARGEM ESPELHO: Usada quando se deseja configurar as 
margens do documento para impressao FRENTE E VERSO. 
Sempre que usarmos esta opção, toda configuração de 
margem na pagina da FRENTE ( IMPAR ) será o INVERSO 
no VERSO ( PAR) . Ex: se você definiu 4cm de margem 
esquerda na pagina impar, então você terá 4cm de margem 
direita na PAR. 
 
IMPRIMIR 
Sobre o imprimir 
temos alguns itens 
a serem estudados 
veja a janela: 
INTERVALO DE PÁGINA: Permite que você imprima 
definindo as paginas que deseja sendo que o “-“indica 
(INTERVALO) o”;” indica “E”. Ainda é possível imprimir 
somente a 
seleção de 
um texto. 
Nesta 
opção você 
poderá 
escolher se 
deseja 
imprimir 
todas as 
páginas do 
intervalo 
ou 
somente 
as 
IMPARES 
OU 
PARES. 
IMPRIMIR 
PARA ARQUIVO: Permite que você gere um arquivo com 
extensão .PRN com as mesmas estruturas do arquivo .DOC 
ou seja do jeito que você deixou seu documento será gerado 
este arquivo que só pode ser lido por uma impressora. 
VISUALIZAR IMPRESSÃO: Nesta opção você visualiza 
corretamente como ira sair na impressão. Sem mistérios até 
agora, NÉ? 
PROPRIEDADES: Nesta opção o usuário poderá visualizar as 
propriedades do arquivo tais como: 
- Nome do autor do documento: 
- Data de Modificação e Criação - Tamanho do arquivo 
- Estatísticas sobre o documento: Total de paginas, linhas, 
parágrafos e caracteres. 
- Tempo total de edição do arquivo. 
* Em Formato RTF * Em HTML. 
LOCALIZAR: Permite localizar caracteres no texto. 
SUBSTITUIR: Substitui a palavra ou caractere encontrado. 
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OPÇÕES DE 
PESQUISA: Aqui 
você pode escolher 
as seguintes opções 
para a localização e 
substituição. 
 
DIFERENCIAR 
MAIÚSCULAS E 
MINÚSCULAS: Só localiza maiúsculas ou minúsculas. 
PALAVRAS INTEIRAS: Localiza somente palavras inteiras 
USAR CARACTERES CURINGAS: Os caracteres Curingas 
não esqueçam que são caracteres reservados pelo windows 
para fazer pesquisas, referenciar letras, caracteres, textos etc. 
ABAIXO os caracteres curingas disponíveis e sua utilidade 
para a localização: 
VÍNCULOS: Permite que o usuário visualize as imagens 
vinculadas ao documento. Você pode, por exemplo, quebrar o 
vínculo de uma imagem com o documento. 
ÁREA DE TRANSFERENCIA (CTRL C 2X): Permite 
visualizar os itens COPIADOS E RECORTADOS do 
documento que esta na memória RAM. Total de objetos na 
área é de 24. 
MENU EXIBIR 
No menu exibir o WORD disponibiliza 5 modos de exibição: 
NORMAL – WEB – IMPRESSÃO – TÓPICOS E LEITURA 
 
Podemos ver o Word de várias maneiras, alterando o seu 
modo de exibição. Esta alteração da forma de ver o programa 
não afetará o documento impresso, pois apenas mudará a 
forma como a área de trabalho do Word se apresenta, os 
modos possíveis são: 
NORMAL: Apresenta a tela do Word toda branca, sem 
margens do papel e sem mostrar duas páginas quando 
passamos de uma para outra, em vez disso, apenas 
apresenta uma linha tracejada para informar que a página 
chegou ao fim. 
LAYOUT DE IMPRESSÃO: Apresenta o Word como se fosse 
uma página. É o modo mais interessante de se trabalhar, 
apresenta o documento exatamente como ele vai ser 
impresso (com margens, cabeçalhos, rodapés, numeração de 
página, etc. que os outros modos não apresentam). 
LAYOUT DA WEB: Permite visualizar o documento do 
Word como se ele fosse uma Home Page. Este modo de 
visualização só é interessante quando o documento tem como 
objetivo a INTERNET, se o documento for para qualquer outra 
finalidade, este modo de visualização não serve. 
ESTRUTURA DE TÓPICOS: Altera o modo de visualização 
do Word para que mostre apenas os tópicos (títulos), não 
apresentando o “grosso” do conteúdo. É perfeito para Livros, 
Apostilas, ou documentações muito extensas, pode-se 
“navegar” pelo documento, achar o tópico que se quer alterar 
e ler seu conteúdo. 
PAINEL DE TAREFAS: Permite a visualização do painel 
localizado a direita da tela do word, onde são apresentadas 
varias funções dependendo do comando escolhido. Tecla de 
atalho CTRL + F1 
BARRA DE FERRAMENTAS: Nesta opção o usuário poderá 
escolher quais barras de ferramentas deseja mostrar. 
Lembre-se é Menu Exibir, Barra de Ferramentas e não Menu 
Ferramentas.. 
ESTRUTURA DO DOCUMENTO: Permite que o usuário 
visualize somente os TÍTULOS OU SUBTÍTULOS do 
documento, o word leva em consideração a formatação da 
fonte e seu tamanho. 
CABEÇALHO E RODAPÉ: Bem aqui vamos detalhar mais 
um pouco porque é sempre pedido. Cabeçalho e Rodapé 
permitem que você repita em todas as páginas, ou somente 
nas Pares, ou Impares, uma mensagem no topo ou base da 
pagina. Você pode inserir Cabeçalhos e Rodapés diferentes 
para as paginas pares e impares, só na primeira pagina. 
Da esquerda para direita vamos aos itens: 
INSERIR AUTOTEXTO: Permite inserir textos automáticos 
no cabeçalho e rodapé. 
INSERIR NÚMERO DE PÁGINA: Insere uma numeração de 
pagina na pagina atual. 
INSERIR NÚMERO DE PÁGINAS: Insere a quantidade 
páginas do documento no cabeçalho. 
FORMATAR NÚMERO DE PÁGINA: Permite que você possa 
definir o tipo de numeração desejada. 
INSERIR DATA: Permite inserir a data atual abreviada no 
cabeçalho. 
INSERIR HORA: Permite inserir a hora atual no cabeçalho. 
CONFIGURAR A PÁGINA: Pois é, no cabeçalho e rodapé 
podemos configurar a pagina do documento, aquela mesma 
do menu arquivo. Então pelo cabeçalho e rodapé. 
OCULTAR TEXTO DO DOCUMENTO 
VINCULAR AO ANTERIOR OU MESMO QUE A SEÇÃO 
ANTERIOR: Permite vincular o rodapé de uma seção a outra 
seção do documento. 
- ALTERNAR ENTRE CABEÇALHO E RODAPE 
- CABEÇALHO ANTERIOR - CABEÇALHO 
POSTERIOR 
- FECHAR 
ATENÇÃO MEMORIZE ESTAS OPÇOES, POIS 
SAO BEM SOLICITADAS. 
Agora continuando a lista de opções do menu exibir ainda 
temos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESTAS INFORMAÇÕES SOBRE O QUE É 
MOSTRADO E O QUE NÃO É MOSTRADO, SÃO 
SOLICITADAS EM CONCURSOS. 
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MARCAÇÃO: Permite Ativar/ Desativar a exibição de 
Comentários no documento. 
ZOOM: Permite definir os tipos de zooms que o Word possui, 
sendo eles: 
NÍVEIS DE ZOOM: são as porcentagens de zooms que o 
Word possui,sendo 10% o mínimo, 500% o máximo e 75% 
padrão. Os Zooms pré-definidos que sempre caem em 
concursos são: 
1) Largura da página 2) Largura do Texto 3) Página Inteira 
VÁRIAS PÁGINAS: onde você pode escolher a quantidade 
de páginas que deseja exibir. 
 
MENU EXIBIR 
Vamos abordar alguns pontos mais importantes para 
concursos, ok? Vamos lá! 
 
QUEBRA DE PÁGINAS: Nesta opção você pode definir os 
vários tipos de quebras que o Word possui. Lembrando que 
QUEBRA DE SEÇÃO ou somente QUEBRA, são meios de se 
quebrar partes da pagina ou 
documento a fim de se criar 
configurações diferentes 
chamadas de SEÇOES no 
documento sendo que: 
QUEBRA DE PÁGINA: 
Configurações de páginas 
diferentes. 
QUEBRA DE SEÇÃO 
CONTÍNUA: Linhas do texto 
ligadas e dependentes (UM 
PARÁGRAFO) por exemplo. 
QUEBRA DE TEXTO: 
Quando colocamos um texto 
ao redor de uma imagem ou caixa de texto, chamamos de 
quebra de texto 
QUEBRA DE COLUNAS: Quando transferimos textos de uma 
coluna para outra. 
Continuando temos .... 
AUTO TEXTO: Aqui você poderá inserir um texto automático 
no documento. Tais como assinaturas etc. Você pode 
inclusive criar seu próprio texto e adicionar em uma das 
opções pré-definidas do autotexto. 
COMENTÁRIOS: Permite que você insira comentários em 
determinados textos selecionados como a figura abaixo: 
 
LEMBRE-SE: sempre que for imprimir um documento o 
comentário também será impresso. 
PARA DESATIVAR A EXIBIÇÃO em tela do comentário 
basta apenas ir no menu EXIBIR ; MARCAÇÃO. 
A EXCLUSÃO DE UM COMENTÁRIO só é possível clicando 
como botão direito nele e escolhendo a opção EXCLUIR 
COMENTÁRIO / OU CLICANDO NA CAIXA DE 
FERRAMENTAS “REVISÃO “ escolhendo excluir 
comentários. 
 
DIAGRAMA: Permite que o usuário insira organogramas pré-
definidos no texto. Dando possibilidade de alteração conforme 
o desejado. 
ARQUIVO: Permite inserir o conteúdo de um arquivo de texto 
dentro do documento ativo. 
HIPERLINK: Permite inserir links em palavras ou partes de 
textos para: Ł Um site Ł Email Ł Arquivo 
Tecla de atalho CTRL+K 
 
 
 
 
EFEITOS DE TEXTO: Nesta opção o usuário encontra alguns 
efeitos adicionais como as animações abaixo 
 
ESPAÇAMENTO ENTRE CARACTERES Permite dar 
espaços entre as letras do texto definindo sua largura. Sendo 
os 
espaçament
os (Normal, 
Condensad
o e 
Expandido) 
e a opção 
Kerning 
muito 
utilizada 
para definir 
o 
espaçamento correto e uniforme entre os diversos tipos de 
fontes. (Apenas True Types) 
 
FORMATAR PARÁGRAFO 
Nesta opção temos: 
ALINHAMENTOS: (esquerda, direita, centralizado e 
justificado) 
RECUOS: Aqui é 
definido um recuo de 
margem esquerda e 
direita. Toma cuidado 
nas provas, pois muitas 
dizem que só existem 
recuos à esquerda. 
ESPECIAL: Recuo da 
primeira Linha. 
ESPAÇAMENTOS: Antes e Depois (para espaçamento da 
linha atual para as linhas acima e abaixo. 
 
ENTRE LINHAS: 
Nesta opção você 
poderá definir os 
tipos: 
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 a) Pelo Menos: você escolhe o tamanho do espaçamento 
b) 1,5 (1 e meio) 
c) Duplo 
d) Exatamente 
e) Múltiplos 
ABA QUEBRAS DE PÁGINAS E LINHAS 
CONTROLE DE LINHAS ÓRFÃS/VIÚVAS: Permite que a 
borda evite imprimir a última linha de uma pagina sozinha 
(ORFÃ) e a primeira linha de uma página (VIÚVA). Esta opção 
é definida automaticamente pelo Word. 
É CONSIDERADA UMA QUEBRA DE LINHA 
AUTOMÁTICA! 
§ MATER LINHAS JUNTAS: Manter as linhas de um 
parágrafo juntas em uma página ou em uma coluna 
§ MANTER COM O PRÓXIMO: Manter os parágrafos juntos 
em uma página ou em uma coluna quebra de pagina antes do 
parágrafo selecionado e depois. 
§ QUEBRA DE PÁGINA ANTES: Permite inserir uma quebra 
de página antes do parágrafo selecionado. 
 
MARCADORES E NUMERAÇÃO: Permite que você insira 
marcadores e numeração no documento, sendo inserido 
sempre no início de cada parágrafo. As opções são: 
� TIPOS DE MARCADORES, onde você pode inclusive 
escolher vários desenhos para marcadores clicando em 
PERSONALIZAR. 
 
� NUMERADA: para numerações em parágrafos de vários 
tipos. 
� VÁRIOS NÍVEIS: Numeração com níveis como o abaixo: 
� COLUNAS: Nesta opção você poderá inserir colunas em 
um parágrafo. O máximo de colunas de um parágrafo é de 13. 
ainda você tem opção de colocar LINHAS ENTRE 
COLUNAS. 
� NOTA: Toda vez que inserimos colunas, também temos 
uma quebra de seção contínua. 
� TABULAÇÃO: Nesta opção você poderá definir as 
configurações para a tabulação no texto. 
� MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS: Permite definir os 
vários tipos de Maiúsculas e Minúsculas no documento, 
abaixo uma tela com as opções. Para o concurso serial bom 
você decorar os tipos que seguem: 
 
� AUTO FORMATAÇÃO: Aqui o Word irá aplicar os 
recursos de auto formatação disponíveis. Tais como a janela 
abaixo apresenta: 
 
� Estilos e títulos predefinidos 
� Estilos de Lista (auto numeração dos parágrafos em 
forma de lista) 
� Lista com marcadores Automáticos 
� Outros estilos de Parágrafos 
Ainda temos: 
� Aspas Normais por Ingleses 
� Ordinais por sobrescrito 
� Frações por caracteres fracionários 
� Hífens por – 
� Negrito e Itálico por 
formatação real 
� Internet e caminhos de 
rede por Hiperlinks. 
 
Todas estas formatações 
acima serão aplicadas 
automaticamente no 
documento em AUTO 
FORMATAÇÃO. 
���� requisitado também nas 
provas, esta opção permite 
que se definia formatações 
prontas no Word. Na verdade 
quando se digita um 
documento e vai formatando 
com negritos, itálicos, 
hiperlinks, fontes etc, o Word 
vai armazenando estas 
opções de formatação em 
uma lista. Clicando em 
Estilos a lista será 
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apresentada do lado direito da tela. 
REVELAR FORMATAÇÃO: Como o próprio nome diz, revela 
a formatação utilizada no texto selecionado, se nenhum texto 
estiver selecionado ele revela do documento. 
ESTILOS E FORMATAÇÃO: Este é um assunto muito 
solicitado em concursos. Este recurso permite criar estilos de 
formatações que você aplicou no documento separadamente 
em uma lista na lateral direita ( Painel de Tarefas) com isso 
você poderá aplicar em qualquer parte do documento estas 
formatações. Você poderá: 
� Modificar os estilos 
� Criar estilos 
� Excluir estilos 
� Editar os estilos 
� Aplicar vários formatos em um mesmo etilo. 
 
MENU FERRAMENTAS 
No menu ferramentas 
temos algumas 
opções solicitadas em 
concursos, vamos 
comentar algumas as 
mais importantes 
temos: 
ORTOGRAFIA E 
GRAMÁTICA: 
Permite a verificação 
da ortografia no 
documento, as 
opções que são 
verificadas são: 
a) REGÊNCIA: 
Porque quem vai, vai 
a algum lugar. 
b) 
CONCORDÂNCIA 
c) ORTOGRAFIA 
Lembrando que é 
possível ainda 
adicionar palavras 
ao dicionário, 
excluir, editar. Ainda 
é possível adicionar idiomas. Tecla de atalho F7 
CONTAR PALAVRAS: Permite contar não somente palavras 
mais todas as opções abaixo do texto selecionado. 
Lembre-se tem concursos que jogam para você errar, eles 
podem afirmar que o contar palavras não inclui notas de 
rodapé ou fim, e como vimos inclui. 
Também vale salientar que se nenhum texto estiver 
selecionado ele conta do documento inteiro. 
 
� AUTO RESUMO Excelente recurso do Word, que 
permite resumir um documento, analisando seus tópicos 
principais, títulos, itens em destaque. As opções de auto 
resumo esta na tela abaixo. Seria interessante gravar as 
opções de auto resumo abaixo: 
 
� CONTROLAR ALTERAÇÕES: Nesta opção podemos 
controlar as alterações que estão sendo feitasno documento. 
Palavras digitadas serão marcadas em vermelho. E 
modificações de formatação e texto, tais como fontes, 
exclusão e movimentação é gerado um COMENTÁRIO 
AUTOMÁTICO no documento. 
���� Tecla de atalho CTRL + SHIFT + E 
� PROTEGER DOCUMENTO: Permite definir senha de 
proteção para o documento do word. 
� CARTAS E CORRESPONDÊNCIA: Aqui você poderá 
definir as seguintes opções: 
 
� ASSISTENCIA DE MALA DIRETA: Aqui você poderá 
criar malas direta no Word. Em concursos podem pedir em 
que menu e métodos de importações de dados. 
a) A mala direta permite que você possa fazer um documento 
e enviar para várias pessoas Personalizando os dados. 
b) Você poderá importar os dados (nomes das pessoas por 
exemplo ) ou cadastrar. 
c) A mala direta permite importar dados de arquivos (Excel, 
Texto simples (txt), Banco de dados (Access), Power Point e 
Outlook). 
d) Além da mala direta podemos fazer Envelopes e etiquetas. 
� MACROS: Este é um tipo de assunto também solicitado 
nos principais concursos. Macro na verdade é um ação criada 
por você usuário, para automatizar o documento. 
Ex.: se você desejar criar uma macro para fazer sozinha uma 
tabela, com 5 colunas e 5 linhas, formatada e preenchida com 
valores e mesclada. Basta criar uma única vez gravando 
através do comando gravar macro e pronto. 
���� Sempre que desejar ativar a macro basta chamá-la ou por 
teclas de atalho ou por botões. 
As opções são: 
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GRAVAR NOVA MACRO: Clicando aqui será aberta uma 
caixa de diálogo onde você poderá atribuir um nome, uma 
tecla de atalho e um botão na barra de ferramenta para sua 
macro. 
� MACROS: Lista com as macros criadas. 
� SEGURANÇA...: Define o nível de segurança da macro 
criada. Macros são arquivos sensíveis e podem pegar vírus 
com facilidade por isso devemos sempre definir nível de 
segurança ALTO, Assim o Word só irá abrir documentos que 
tenham macros criadas pelo próprio Word no computador do 
usuário. Macros externas por exemplo serão desativadas. 
 
� OPÇÕES 
DE AUTO 
CORREÇÃO: 
Aqui você 
poderá definir os 
itens que devem 
ser corrigidos 
automaticamente durante a edição do documento. Se a prova 
perguntar se o Word corrige durante a edição a resposta é 
sim, através do AUTO CORREÇÃO: Dentre as opções de 
auto-correção temos as abas 
� AUTOCORREÇÃO: Onde você poderá especificar quais 
textos poderão ser substituídos durante a edição, alem claro 
dos já pré definidos como mostra a imagem acima. 
� AUTO FORMATAÇÃO AO DIGITAR: Durante a edição 
o Word irá formatando determinados setores do documento 
com base na lista abaixo. Decore estes itens, pois geralmente 
pedem em concursos: 
Dentre as opções 
que são formatadas 
automaticamente 
temos: 
� ASPAS 
NORMAIS POR 
ASPAS INGLESAS 
� ORDINAIS 
POR 
SOBRESCRITO 
� HÍFENS POR 
TRAÇOS 
� NEGRITO E 
ITALICO POR 
FORMATAÇÃO 
REAL: Sendo que 
nesta opção o 
usuário poderá 
digitar * Asterisco 
antes e depois da 
palavra * negrito * e 
pronto, ela ficara em 
negrito o mesmo 
acontece com itálico 
_ itálico_ traços 
antes e depois fica em itálico. 
1) Internet e caminhos de redes por hiperlinks 
2) e vários outros conforme a tela acima... 
MENU TABELAS 
Aqui você tem varias opções para trabalhar com tabelas tais 
como: 
� INSERIR: Permite inserir uma tabela no documento. 
Será aberta caixa de dialogo para que você possa escolher a 
quantidade de linhas e colunas para o texto 
� EXCLUIR: Permite excluir linhas, colunas e células no 
documento. 
� SELECIONAR: Permite a seleção de linhas, colunas e 
células no documento. 
� MESCLAR CÉLULAS: Tira linhas e colunas de uma 
área selecionada na tabela 
� DIVIDIR CÉLULAS: Permite dividir uma célula da tabela 
adicionando colunas. 
� DIVIDIR TABELA: Divide uma tabela a partir da posição 
do ponto de inserção. 
� AUTO-FORMATAÇÃO: Permite definir cores 
predefinidas para a sua tabela no Word. 
� CONVERTER TEXTO EM TABELA OU TABELA EM 
TEXTO: Isso sempre cai em concursos, então se pedirem se 
é possível sim totalmente. 
���� Na verdade um texto selecionado, o Word irá verificar qual 
caractere que você definiu para que ele possa dividir em 
tabelas. Ao lado, a caixa de dialogo desta opção: 
EU – IREI – PASSAR – NO – CONCURSO 
Abrindo a tela fica: 
 
Aqui você define o numero de colunas e linhas, e logo abaixo 
você poderá definir em SEPARAR TEXTO EM: o tipo de 
caractere que você quer usar para que o Word coloque as 
COLUNAS. No nosso caso acima do texto, iremos escolher o 
– Traço. Ai fica assim: 
EU IREI PASSAR NO CONCURSO 
 
� CLASSIFICAÇÃO: Aqui você poderá classificar dados 
da tabela em ordem crescente ou decrescente. 
� FORMULAS: Ao contrario que pensamos, o Word possui 
sim suas formulas, basicamente as mesmas do Excel. 
Podemos fazer cálculos de SOMA, MEDIA, MAIOR 
NUMERO, MENOR NUMERO, VALORES INTEIROS, E 
MUITO MAIS... 
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PARA 
FAZER 
CÁLCU-
LOS EM 
TABE-
LAS DO 
WORD: 
 
 
 
 
 
 
 
 
Primeiro você coloca os valores nas células, posiciona o 
curso na célula que deseja que saia o resultado. 
Depois Clique em TABELA e escolha FÓRMULA. E será 
apresentada a tela abaixo já com a fÓrmula de soma: 
SUM(ABOVE) predefinida como padrão. Você poderá mudar 
conforme seu objetivo. 
� ALGUMAS FÓRMULAS: 
 
 
 
MICROSOFT EXCEL 
Excel é o mais fácil e poderoso programa de cálculos que 
existe. A “cara” do Excel está apresentada a seguir, bem 
como, as explicações mais básicas de seus componentes: 
 
 
1) BARRAS DE MENUS E BARRAS DE FERRAMENTAS: 
Têm as mesmas funções no Word, os comandos dos menus 
Arquivo e Editar são basicamente os mesmos, algumas 
ferramentas também. Todos os comandos do Excel estão 
aqui. 
2) BARRA DE FÓRMULAS: O que se escreve em qualquer 
parte do Excel, é apresentado ao mesmo tempo nesta barra 
em branco. Se em algum lugar do Excel existir um valor 
numérico obtido por uma fórmula, esta barra mostrará a 
fórmula que estiver por trás do número 
3) BARRA DE ENDEREÇO: Apresenta o endereço da célula 
onde nos encontramos naquele momento. O endereço pode 
ser o padrão do Excel, como F79, ou podemos renomeá-lo, 
por exemplo, para TOTAL, ou qualquer outra coisa. 
4) ÁREA DE TRABALHO DO EXCEL: A área de trabalho do 
Excel tem algumas particularidades que devemos 
compreender: O Excel não se parece com uma página. Ele é 
formado por 256 colunas (da A até a IV) e 65536 linhas 
(numeradas). O encontro de uma linha com uma coluna forma 
uma célula, que é o local onde escrevemos os dados no 
Excel. Por exemplo,o encontro da coluna B com a linha 4 
forma a célula denominada B4. O encontro da coluna GF com 
a linha 7845 forma a célula GF7845. Para escrever numa 
célula basta Clicar nela e começar a digitar, se confirmarmos 
com ENTER, conteúdo fica na célula, se cancelarmos com 
ESC, o conteúdo não chega a entrar na célula. 
5) GUIAS DAS PLANILHAS: O Arquivo do Excel é chamado 
PASTA DE TRABALHO, isso significa que quando você salva 
um documento no excel, este é chamado de Pasta de 
Trabalho. Um arquivo do Excel pode possuir várias planilhas. 
Cada planilha possui 256 colunas e 65536 linhas 
independentes das outras planilhas. Inicialmente o Excel 
possui 3 planilhas, que podem ser renomeadas e podemos 
também acrescentar mais planilhas (Menu IInserir / Planilha). 
Podemos excluir uma planilha que não desejemos mais no 
Menu Editar, opção Excluir Planilha. 
6) BARRAS DE ROLAGEM: Como não é possível colocar 
todas as 256 colunas e 65536 linhas numa tela só, podemos 
utilizar as barras de rolagem para visualizar as partesda 
planilha que porventura estiverem sendo escondidas. 
ALÇA DE 
PREENCHIMENTO 
Verifique na figura, com a média já pronta que a Célula Ativa 
possui um quadradinho preto em sua extremidade inferior 
direita. Ele aparece em todas as células que selecionamos e 
se chama ALÇA DE PREENCHIMENTO. Depois que construir 
a fórmula que deseja copiar, arraste-a 38 por essa Alça até 
atingir a linha desejada (ou coluna, pois podemos arrastar 
lateralmente também). Arrastando em linha a alça fará a cópia 
em linha, podendo ser uma cópia idêntica ou uma sequência 
lógica, dependendo do conteúdo da célula. Sendo possível 
copiar fórmulas também. Esse recurso de copiar fórmulas não 
é possível somente com o uso da Alça de Preenchimento, 
também podemos realizá-lo com Copiar (CTL+C) e colar 
(CTRL+V), ou arrastando o conteúdo da célula com o CTRL 
pressionado (que significa COPIAR). 
Obs: Se usar CTRL+X (recortar) para depois colar, a fórmula 
presente na célula não se alterará, ou seja, continuará 
apontando para as referências para as quais estava 
apontando antes, isso serve para arrastar o conteúdo da 
célula sem o CTRL também. 
� // FIXAR UMA CÉLULA: Se quiser Fixar uma referência 
antes de copiar uma fórmula, para que ela não seja atualizada 
com o movimento, basta colocar $ (cifrão) antes da 
componente que deseja fixar (ou seja, se quer fixar a coluna 
da célula A4, escreva $A4, se quer fixar a linha, escreva A$4, 
se quer fixar Coluna e linha, escreva $A$4) Ex.: se copiarmos 
a fórmula =B4+C4 para duas linhas abaixo, ela vai se tornar 
=B6+C6, mas se a escrevermos =B4+C$4, ao copiarmos 
para duas linhas abaixo, ela se tornará =B6+C$4 (espero que 
tenha entendido que o 4 não variou por conta do cifrão). 
NOTA: se a Alça de Preenchimento for usada em palavras, 
elas se repetem, a menos que as palavras existam num 
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conjunto de listas (seqüências) que o Excel possui. Por 
exemplo, se você digitar SEG e arrastar a alça, o Excel criará 
TER, QUA, QUI, etc... O mesmo acontece com Textos 
seguidos de números ALUNO1, ALUNO2, etc... 
 
FÓRMULAS E FUNÇÕES NO EXCEL – 
COMO AUTOMATIZÁ-LO 
No Excel podemos fazer uso de cálculos para que o próprio 
programe calcule por nós, existem basicamente dois tipos de 
cálculos: As fórmulas e as funções, ambas devem ser escritas 
com o sinal de = (igual) precedendo-as para serem entendidas 
como cálculos. Pode-se ver que a célula ativa (no caso, E11) 
está apresentando o valor 160, mas seu verdadeiro conteúdo 
está sendo mostrado na Barra de Fórmulas (=E4+E5), que é a 
fórmula que Soma o valor que está a célula E4 com o valor da 
E5. Ou seja, quando preenchemos uma célula com um 
cálculo, este implica no aparecimento do resultado, mas a 
fórmula ainda pode ser vista com a ajuda da Barra de 
Fórmulas. Não é comum construir fórmulas deste tipo: 
=12+140, pois esta fórmula está somando dois valores fixos, 
portanto, seu resultado sempre será fixo (152, no caso). A 
maneira mais usada (e ideal) de se utilizar cálculos é usando 
referências de outras células (como no caso anterior, que se 
falou em E4 e E5). Portanto, os cálculos no Excel, sejam 
fórmulas ou funções (que iremos ver posteriormente), são 
utilizados para automatizar a planilha de cálculos, desde que 
se utilize referência de outras células, onde estão localizados 
os dados a serem calculados. 
Fórmulas são os cálculos no Excel que parecem com 
expressões matemáticas, e que utilizam apenas operadores 
matemáticos e referências de células ou valores. Em suma, 
quando o cálculo possuir apenas números e sinais 
matemáticos, é uma fórmula. 
Exemplos de fórmulas: 
=E1+12 =C1*C2 =A1*(3-B1)/(2-F40) 
=A1+A2 =J17*2%-E1*3% 
 
ENDEREÇOS ABSOLUTOS E RELATIVOS 
Os endereços de células podem ser divididos em 2 tipos. Os 
endereços relativos como o nome diz são referenciados pela 
posição da célula dentro da planilha. Quando copiados para 
outras células estes endereços mudam para manter relação 
com sua posição original. 
=A2 – Relativo pois irá mudar se arrastarmos pela alça de 
preenchimento. 
=A$4 – Se arrastarmos pela alça só mudaria a cola A pois a 
linha 4 esta fixa. 
FUNÇÕES: São comandos que existem somente no Excel, 
para executarmos equações matemáticas complexas, ou 
equações de comparação, referência, condição, contagem, e 
até mesmo, operações com texto. 
Existem 227 funções diferentes, para as mais diferentes 
áreas de utilização de cálculos, como engenharia, matemática 
geral e financeira, trigonometria, geometria, estatística, 
contabilidade, e funções gerais como as que trabalham 
exclusivamente com hora e data, com texto e com referências 
condicionais. 
 
 
 
 
ITENS DE MENU DO EXCEL 
MENU FERRAMENTAS 
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Neste menu as opções mais importantes são: 
� PROTEGER: 
Permite definir 
senha e bloquear 
células na planilha 
� SOLVER: 
Permite atingir 
metas com mais de 
1 célula na planilha. 
Abaixo a tela do 
solver onde 
deveremos informar 
� a célula da meta 
e as células que irão 
alternar para que a 
meta seja atingida. 
� ATINGIR 
META: Permite 
atingir uma meta, 
semelhante ao 
solver, mas apenas 
com 1 célula. 
AUDITORIA DE 
FÓRMULAS: As 
vezes você se 
depara com uma 
planilha e não sabe 
da onde surgiram 
determinadas 
informações. Entra 
em ação a 
AUDITORIA, é uma pesquisa para se saber se determinadas 
células possuem ligações com outras e seus resultados, 
temos: 
1) # RASTREAR PRECEDENTES: Rastreia as células que 
originaram um determinado valor. 
2) # RASTREAR DEPENDENTES: Mostra se uma célula esta 
dependendo de outra na planilha 
3) # RASTREAR ERROS: Se existe uma mensagem de erro, 
ele mostra o porque do erro na planilha. 
� SUPLEMENTOS: São programas adicionais que você 
pode inserir no excel, tente decorar os programas abaixo, 
seus nomes são solicitados em concurso: 
• OPÇÕES DE AUTO SOMA: Em concurso sempre 
pedem algo envolvendo auto soma vale lembrar que: 
a) Se uma coluna estiver selecionada e for clicado em auto 
soma, o total da coluna será apresentado na próxima célula 
em branco. 
b) Se a célula ativa estiver abaixo de uma coluna com valores 
numéricos, o auto soma irá analisar de baixo para cima 
verificando se existe uma sequência numérica e então somar 
utilizando a função de soma =SOMA(). 
c) Se uma coluna estiver selecionada junto com uma linha, a 
auto soma irá retornar o total da coluna abaixo desta, e o total 
da linha no final desta. 
d) Se duas ou mais colunas estiverem selecionadas Auto 
Soma retorna o total destas colunas abaixo das mesmas. 
 
MENU FORMATAR 
CÉLULAS: permite mudar o 
formato das células tais 
como MOEDA – CONTÁBIL 
– NÚMERO – FRAÇÃO e 
outras opções. Também é 
possível definir 
alinhamentos, fontes, 
bordas e ainda proteger a 
célula. Veja a janela do 
formatar células a seguir: 
 
 
FORMATAÇÃO CONDICIONAL: Permite formatar uma ou 
um conjunto de células com base em condições lógicas. Ex 
Você deseja formatar na cor vermelha todos os valores abaixo 
de 0 e em azul os valores acima de 0 a tela ficaria assim: 
 
 
MENU DADOS 
CLASSIFICAR: Permite classificar uma ou um conjunto de 
colunas em ordem crescente e decrescente. 
FILTRAR: Permite criar um filtro automático nas colunas da 
planilha. Ele automaticamente cria um índice analisando o 
conteúdo da coluna para que o usuário possa escolher qual 
informação deseja mostrar: 
 
 
EXEMPLO DE FILTRO 
 
SITUAÇAO 01 
 
SITUAÇAO 02 
Lembrando que em concursos 
públicos não precisa você 
sabercomo fazer e sim onde 
esta o comando, e quais suas 
características. Mas se desejar 
fazer o comando abra o Excel 
e faça um filtro automático, 
talvez unindo a prática com a 
teoria você irá memorizar 
melhor para a prova. 
FORMULÁRIO: Permite lançar 
dados na planilha em uma 
única janela de formulário, ajuda a evitar trabalhar com as 
barras de rolagem. 
IMPORTAR DADOS EXTERNOS: Importa dados de outras 
fontes tais como Páginas web, arquivos XML, arquivos de 
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textos, banco de dados ACCESS e VISUAL BASIC ao clicar 
você terá a seguinte aba de opções: 
 
Lembrando que se a prova perguntar se os dados importados 
poderão ser atualizados em tempo real isso é verdadeiro ok? 
ASSISTENTE DE FUNÇÃO 
As funções podem ser digitadas: 
- directamente na folha de cálculo 
- ou através do Assistente de Funções que dá acesso à 
listagem das funções, ajudando também a construir a 
invocação da função. 
 
 
BARRA DE FERRAMENTAS 
(prestar atenção somente nos botões do próprio excel) 
 
Botão Novo - cria uma nova pasta de trabalho, com 
base no modelo padrão. 
 
Botão Abrir - abre uma pasta de trabalho existente. 
 
Botão Salvar - salva a pasta de trabalho. 
 
Botão Imprimir - imprime a planilha ativa na pasta de 
trabalho ou os itens selecionados. 
 
Botão Visualizar - visualiza o documento a ser 
impresso. 
 
Botão Verificar Ortografia - verifica os erros de 
ortografia existentes na planilha. 
 
Botão Recortar - recorta a área selecionada para a 
Área de Transferência. 
 
Botão Copiar - copia a área selecionada para a Área 
de Transferência. 
 
Botão Colar - cola a seleção da Área de 
Transferência para a área indicada. 
 
Botão Pincel - copia a formatação de um objeto ou 
texto selecionado. 
 
Botão Desfazer - desfaz a última ação. 
 
Botão Refazer - refaz a última ação. 
 
Botão Inserir Hyperlink - Insere ou edita o hyperlink 
especificado. 
 
Botão Barra de Ferramentas da Web - exibe ou oculta 
a barra de ferramentas da Web. 
 
Botão AutoSoma - Adiciona números 
automaticamente com a função Soma. 
 
Botão Colar Função - Insere ou edita funções. 
 
Botão Classificação Crescente - Classifica os itens 
selecionados em ordem crescente. 
 
Botão Classificação Decrescente - Classifica os itens 
selecionados em ordem decrescente. 
 
Botão Assistente de Gráfico - Orienta passo a passo 
a criação de um gráfico. 
 
Botão Mapa - cria um mapa com base nos dados 
selecionados. 
 
Botão Desenho - Exibe ou oculta a barra de 
ferramentas Desenho. 
Botão Zoom - Reduz ou amplia a exibição do 
documento ativo. 
 
Botão Assistente do Office - O Assistente do Office 
pode responder às suas perguntas, oferecer dicas e 
fornecer Ajuda para uma variedade de recursos. 
Tamanho - Altera o tamanho da fonte. 
 
Efeito Negrito - Ativa ou desativa o efeito negrito. 
 
Efeito Itálico - Ativa ou desativa o efeito itálico. 
 
Efeito Sublinhado - Ativa ou desativa o efeito 
sublinhado. 
 
Alinhamento a esquerda - Alinha o conteúdo da célula 
à esquerda. 
 
Alinhamento Centralizado - Centraliza o conteúdo da 
célula de acordo com a região selecionada. 
 
Alinhamento à direita - Alinha o conteúdo da célula à 
direita. 
 
Mesclar e Centralizar - Centraliza o conteúdo da 
célula de acordo com a região selecionada ou mescla 
células. 
 
Estilo de Moeda - Aplica formato monetário às células 
selecionadas. 
 
Estilo de Porcentagem - Aplica formato de 
porcentagem às células selecionadas. 
 
Separador de Milhares - Aplica o formato separador 
de milhar às células selecionadas. 
 
Aumentar Casas Decimais - Aumenta o número de 
casas decimais das células selecionadas. 
 
Diminuir Casas Decimais - Diminui o número de 
casas decimais das células selecionadas. 
 
Diminui recuo - possibilita diminuir ou remover o 
recuo. 
 
 
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35 
Espero que tenham gostado a nova apostila tentei abordar os 
principais assuntos do Excel e suas funções. 
Prof. Washington. 
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MICROSOFT OFFICE 2007 
Considerações Iniciais 
Embora ainda muito recente (um ano desde seu lançamento), 
a suíte Microsoft Office 2007 já é um grande sucesso! Isso se 
deve, primeiramente, aos inúmeros recursos novos que trouxe 
em comparação com seus antecessores. O Microsoft Office 
2007 ainda não teve “chance” de acontecer em muitos 
concursos, mas isso vai mudar logo logo! Algumas provas já o 
contemplaram e esse número só tende a crescer daqui pra 
frente! Lembre-se de que esse material foi criado para 
“familiarizar” você, caro concurseiro, com esta nova versão do 
Office e, portanto, requer que você saiba (ou pelo menos 
conheça) uma versão anterior do programa (pois muitas 
comparações serão feitas).Conhecendo o Microsoft Office 
2007:O Microsoft Office 2007 é um conjunto de programas 
(ou suíte de programas) de escritório desenvolvido pela 
Microsoft. O Microsoft Office é composto basicamente por: 
Microsoft Word 2007: Este programa, carro-chefe do 
conjunto, é responsável pela edição de textos 
profissionais,como cartas, apostilas (como essa aqui), livros e 
muito mais! A seguir, uma imagem do Word: 
Este programa é muito cobrado em várias provas (em suas 
versões anteriores, pelo menos) e espera-se que obtenha o 
mesmo sucesso na versão 2007! Portanto, é algo que deve, 
realmente, ser estudado, caro leitor! E aquela máxima de que 
é necessário decorar as teclas de atalho continua valendo 
para essa versão (e eu diria que é especialmente porque os 
menus sumiram!). 
Microsoft Excel 2007: Este programa bastante conhecido é 
usado para criar e editar planilhas (tabelas) de cálculos para 
vários fins. Nas provas de concurso vindouras, sobre essa 
versão, acredito ser, ainda, muito importante saber trabalhar 
com as fórmulas e funções, bem como o uso da alça de 
preenchimento (veremos tudo isso adiante). Por enquanto, dê 
uma olhada no Excel 2007! 
O Excel foi, provavelmente, o programa que mais recursos e 
modificações ganhou do grupo todo! Está simplesmente 
fantástico! 
Microsoft PowerPoint 2007 
 Falou em apresentações de slides, pensou em PowerPoint! A 
versão 2007 ganhou poucos recursos em relação a seus 
antecessores, mas ainda assim continua sendo o melhor de 
todos os programas desta categoria. Este programa, parte 
integrante apenas das versões mais completas (leia-se 
“caras”) do conjunto, serve para criar e gerenciar pequenos 
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bancos de dados (como cadastro de clientes, controle de 
estoque e coisas assim). 
 
Microsoft Outlook 2007 
Este programa é uma central completa de comunicação e 
informação, permitindo que os usuários gerenciem e-mails, 
reuniões,contatos, tarefas a fazer e calendário numa única 
aplicação. É um programa bastante completo e, sem dúvidas, 
muito útil. Algumas pessoas têm “ressalvas” quanto ao uso 
deste programa como aplicativo de email por ser muito 
“pesado”. 
 
 
Há, ainda, outros programas no pacote Microsoft Office 2007, 
como programas para edição de equações matemáticas (o 
Microsoft Equation Editor), mas que serão abordados mais 
adiante. Antes de Iniciar nossos estudos sobre os programas 
que formam o Office 2007 em si, vamos conhecer as 
principais mudanças neste programa, especialmente no que 
diz respeito à interface (ou seja, a “cara” do programa). 
A Nova “Cara” do Office 2007 
Se você, caro leitor, está acostumado com o “jeito” antigo de 
ser do Office, baseando seus comandos em Menus 
organizados na parte superior da janela do programa, aqui vai 
uma dica interessante e assustadora: Não há mais menus! 
Os programas do Office 2007 (com exceção do Outlook, que 
ainda apresenta menus) foram todos reformulados para 
apresentar uma nova e surpreendente interface. Preste 
atenção neste pequeno pedaço de interface do programa 
Microsoft Word 2007! 
Os componentes mais importantes desta interface são: 
Ferramentas (ou Botões): são, como antigamente, os diversos 
ícones que representam os comandos que podemos executar 
no programa. Negrito, Itálico, Sublinhado, Colar, Copiar e 
Recortar são alguns deles. 
 
Grupos: são conjuntos de ferramentas reunidas por tarefas 
específicas. Por exemplo, o grupo Fonte (mostrado na figura a 
seguir) reúne as ferramentas relacionadas com a formatação 
de fontes (letras). 
 
Guias (ou Abas): são o equivalente aos “menus” de 
antigamente. Mas os nomes e os comandos não são os 
mesmos! Nem a localização dos comandos... É sério! Significa 
que dois comandos que antes eram encontrados no menu 
Exibir podem estar em guias diferentes agora... Segundo os 
designers do Office, essa nova “arrumação” dos comandos 
em guias e grupos é mais eficiente, permitindo que se 
encontrem os comandos com muito mais facilidade! A esse 
local onde se encontram todas as guias, dá�se o nome de 
Faixa de Opções (e não mais Barra de Ferramentas). Abaixo 
é mostrada a faixa de opções do Word 2007 com a guia 
Inserir (que não é exatamente o antigo menu “Inserir”) aberta 
e mostrando seus grupos. 
 
A guia Inserir aberta: Portanto, caro leitor, acho interessante 
(especialmente para a Fundação Carlos Chagas e outras 
bancas que – ainda – não se utilizam de imagens nas provas) 
que se decorem as Guias /Grupos de cada comando presente 
nos programas do Office2007. (é... eu sei... mas é o jeito!) 
Não se esqueça! Se o Cespe (ou qualquer outra banca) 
quiser se referir a essa “barra de ferramentas” que fica na 
parte superior da 
janela de qualquer 
programa do Office, 
vai chamá-la de 
Faixa de Opções! 
Além disso, na parte 
de baixo de cada 
grupo, onde 
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inclusive aparece seu nome, há um pequeno ícone (não em 
todos os grupos) que permite a abertura de uma janela com 
mais opções que aquelas presentes no grupo de comandos. 
Verifique a imagem: 
O Ícone que abre a Caixa de Diálogo Opções de Fonte (antigo 
“Formatar/Fonte”). Agora que já fomos apresentados à nova 
cara do Microsoft Office, vamos começar o estudo dos 
principais recursos do Microsoft Word 2007, o mais famoso 
programa do conjunto. 
O Botão Office: Outra grande novidade 
na versão 2007 é o botão Office, que 
substitui, com louvor, o Menu Arquivo das 
versões anteriores. Neste menu, pode-se 
abrir, salvar, fechar, imprimir e enviar o 
documento a vários destinatários. Também é possível fechar o 
aplicativo (o Word, ou Excel, por exemplo). O botão Office é 
aquele botão redondo e grande que fica na extremidade 
superior esquerda da janela do programa (com a logomarca 
do Office). 
 
 
A Barra de Ferramentas de Acesso Rápido 
Esta barra, que se localiza bem ao lado do Botão Office, 
permite acesso imediato aos mais comuns comandos 
administrativos, como Salvar, Desfazer e Refazer (que são, 
inclusive, os 
três 
inicialmente 
disponíveis); 
 
A Barra de 
Acesso 
Rápido 
Um clique 
na setinha 
que fica no 
lado direito 
desta barra 
permite a 
personaliza
ção 
(inclusão 
ou 
exclusão 
de qualquer 
ferramenta) 
da Barra. 
 
 
Microsoft Word 2007 
Vamos conhecer algumas das principais guias (e seus 
respectivos grupos) do programa Microsoft Office Word 2007. 
Guia Início: A guia início contém os mais comuns comandos 
do programa. Seria comparada à barra de ferramentas 
“Formatação”, com algumas pitadas da barra “Padrão” do 
programa na sua versa anterior: 
 
Grupo Área de Transferência: Este grupo 
de comandos contém os principais recursos 
para recortar/copiar e colar objetos. 
Segue a lista dos comandos existentes 
neste grupo: 
 
Colar: insere, no texto, o último objeto (ou trecho de texto) 
que havia sido copiado ou recortado recentemente. 
Tecla de Atalho: CTRL+V: Na setinha que se encontra 
abaixo deste comando, há outras opções para a 
colagem. 
Recortar: envia o objeto (ou trecho de 
texto) selecionado para a área de 
transferência. 
Tecla de Atalho: CTRL+X 
Copiar: envia uma cópia do objeto (ou 
trecho de texto) seleciona para a área de 
transferência; 
Tecla de Atalho: CTRL+C 
Pincel: copia o formato de fonte (cores, 
tipo, tamanho) e parágrafo (estilos, 
alinhamento, afastamento de linha, recuo) de 
um trecho de texto para outro trecho. 
Tecla de Atalho: CTRL+SHIFT+C (e depois, para aplicar: 
CTRL+SHIFT+V) Na parte inferior deste grupo, encontra-se a 
setinha que abrirá o 
Painel da Área de 
Transferência do Office 
2007, como vistos ao 
lado: 
Setinha do grupo Área de Transferência 
No Word 2003 (versão anterior), era possível abrir a área de 
transferência com a tecla CTRL+C, CTRL+C (pressionar duas 
vezes o CTRL+C seguidamente), mas isso não funciona aqui 
no Word 2007! 
Grupo Fonte: Os 
comandos contidos 
neste grupo dizem 
respeito às operações 
realizáveis às letras 
(fontes), como efeitos 
de negrito, itálico etc. 
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Tipo da Fonte: este controle 
permite escolher o tipo da fonte 
(letra) que será aplicado ao texto 
selecionado. 
Tamanho da Fonte: determina (selecionando 
em uma lista) o tamanho (em pontos) que a 
fonte (letra) vai ter. 
Aumentar Fonte e Diminuir Fonte: 
esses dois botões fazem o mesmo que o 
controle anterior, só que apenas usando 
cliques (cada clique faz o aumento – ou 
diminuição – da fonte em alguns pontos); Teclas de Atalho: 
CTRL+> (aumentar) e CTRL+< (diminuir). 
Limpar Formatação: este comando retira todos 
os efeitos de formatação de um trecho 
selecionado (negrito, tamanho, cores), 
deixando�o no estilo Normal. 
Negrito, Itálico e Sublinhado: 
estes três comandos (muito 
conhecidos, por sinal) aplicam 
efeitos distintos no trecho 
selecionado. Teclas de Atalho: CTRL+N (Negrito); CTRL+I 
(Itálico); CTRL+S (Sublinhado) Note que há uma setinha ao 
lado do sublinhado: é a indicação que se pode escolher mais 
de um tipo de sublinhado! 
Tachado: este comando faz o trecho 
selecionado ser cortado por uma linha, como 
mostrado nestas palavras. 
 
Subscrito e Sobrescrito: estes dois 
comandos formatam o texto para aparecerem 
da seguinte maneira: H2O (2 está subscrito); 
42=16 (agora o 2 está sobrescrito); 
Teclas de Atalho: CTRL+= (subscrito); CTRL+SHIFT+= 
(sobrescrito) 
Maiúsculas e Minúsculas: este comando altera 
o texto selecionado para: TODAS EM 
MAIÚSCULAS; todas em minúsculas,Somente 
A Primeira Letra De Cada Palavra Em 
Maiúsculas; aLTERNAR mAIÚSCULAS/mINÚSCUL etc. 
Tecla de Atalho: SHIFT+F3 
 Realce (Marca-Texto): este comando cria um 
efeito semelhante ao de um Marca Texto 
(aquelas canetas hidrográficas com cores 
“discretas”), como se pode ver aqui. 
Cor da Fonte: este comando permite alterar a 
cor das letras do texto. Veja como fica neste 
trecho (ele está em negrito também!). 
No final do grupo fonte, há a setinha que permite abrir a janela 
de Opções da Fonte (antigo Formatar /Fonte) 
Janela das Opções da Fonte 
Grupo Parágrafo 
Como o nome já diz, este grupo de comandos diz respeito às 
operações que podem ser realizadas com parágrafos inteiros, 
como alinhamento, recuos etc. 
 
Guia Início Grupo Parágrafo 
Para começo de conversa, a setinha que fica no canto inferior 
direito (ao lado no nome do grupo) serve para abrir a janela de 
opções de parágrafo (antiga “Formatar/Parágrafo”) – todos os 
mesmos comandos de antigamente estão nesta janela, como 
alinhamentos, recuos, espaçamentos de linhas e de 
parágrafos, linhas órfãs e viúvas etc. 
Vamos aos botões do grupo 
Marcadores: liga ou desliga os marcadores (sí 
mbolos que indicam o início de um parágrafo no 
texto); a setinha à direita permite escolher as 
opções de marcadores. 
Numeração: liga ou desliga a numeração 
(indicação numérica 
no início de cada parágrafo); a setinha à direita 
permite escolher opções de numeração (tipo, 
tamanho etc.); 
 Lista de Vários Níveis: liga ou desliga 
a numeração de vários níveis 
(numeração de tópicos/subtópicos); no 
vamente, a setinha à direita permite que se 
configurem mais opções deste recurso. 
Diminuir Recuo e Aumentar Recuo: estas 
ferramentas alte ram o recuo do parágrafo 
selecionado (recuo é o afastamento do texto 
em relação à margem da página). Teclas de 
Atalho: CTRL+M (aumentar recuo) e CTRL+SHIFT+M 
(diminuir recuo); 
Classificar: abre uma janela que permite ordenar 
os parágrafos do texto (ou linha de uma tabela) de 
acordo com os critérios de ordem alfabética (para 
texto) ou numérica (tanto na ordem crescente como 
decrescente); 
Mostrar Tudo: este botão permite que o usuário 
veja (ou oculte novamente) os caracteres 
não�imprimíveis (como ENTER, TAB, 
ESPAÇOS e QUEBRAS DE PÁGINA, entre 
outros); Este recurso pode ser ligado ou desligado por esse 
botão; 
Alinhamento de Parágrafo: 
permite alinhar o parágrafo 
selecionado: à esquerda; 
centralizado; à direita; ou justificado. Teclas de Atalho: 
CTRL+Q (alinhar à esquerda); CTRL+E (centralizar); CTRL+J 
(justificar); aparentemente,nesta verão do Word, não há tecla 
de atalho para o alinhamento à direita; 
Espaçamento entre Linhas: determina quanto 
(em pontos) uma linha do parágrafo estará 
distante da seguinte; a setinha à direita permite 
que se abra a janela de opções do parágrafo 
(antiga “formatar/parágrafo”) para mais opções; Teclas de 
Atalho: CTRL+1 (ajustar para espaçamento 
simples); CTRL+2 (ajustar para espaçamento 
duplo); CTRL+5 (ajusta para espaçamento 1,5) 
Sombreamento: serve para colorir o pl ano de 
fundo de um trecho de texto (dar cor à área 
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que fica atrás de um trecho de texto); 
Bordas: permite inserir (ou retirar) bordas 
(linhas) ao redor do trecho selecionado. A 
setinha à direita permite a escolha do tipo e 
espessura, bem como a localização das bordas 
a serem inseridas/retiradas. 
Grupo Estilo 
O Grupo Estilo permite que se apliquem, rapidamente, estilos 
de texto e de parágrafo ao documento. Estilos são conjuntos 
de definições de formato que se podem aplicar várias vezes 
num documento, como por exemplo, o estilo “Título” que pode 
ser configurado para ser: Fonte Arial, Tamanho 18, Negrito, 
Itálico, Vermelho. Uma vez indicando esta definição, sempre 
que se aplicar o estilo “Título” a um trecho, ele ficará 
exatamente deste jeito. 
Guia Início – Grupo Estilo 
Uma das principais novidades no Office 2007 pode ser vista 
neste grupo: “aponte e veja”. Não é necessário aplicar um 
efeito para saber como ele ficará no texto, basta colocar o 
ponteiro do mouse sobre o estilo desejado e o texto 
selecionado ficará exatamente naquele formato... Se você 
retirar o mouse do estilo, o trecho de texto automaticamente 
voltará à sua normalidade. Além de aplicar estilos pré-
configurados, podem�se criar novos estilos ou alterar os já 
existentes. Além disso, é possível determinar, através do 
botão Alterar Estilos, os conjuntos de cores e fontes para um 
grupo de estilos (assim, pode�se alterar completamente a 
“cara” do documento com apenas alguns cliques); Outra coisa 
para a qual os estilos são muito importantes é a classificação 
do documento em tópicos e sub�tópicos, criando uma 
verdadeira “estrutura” no documento que será de vital 
importância para a criação de índices automáticos (como 
sumários); 
Grupo Edição 
Este grupinho quase imperceptível à direita 
da Guia Início contém comandos que antes 
existiam no menu Editar (nas versões 
anteriores do Word). Vamos dar uma 
olhada nos três comandos deste grupo... 
Localizar: abre a caixa de diálogo 
Localizar, que permite encontrar trechos no 
documento inteiro. Atalho: CTRL+L 
Substituir: abre a mesma caixa de diálogo do comando 
acima, só que na guia substituir, que permite, além de 
encontrar trechos, substituí-los por outros trechos. Atalho: 
CTRL+U 
 
Selecionar: permite três coisas distintas... 
Selecionar Tudo: seleciona o texto todo (CTRL+T); 
Selecionar Objetos: transforma o mouse em uma seta 
branca que somente seleciona objetos (como figuras e 
autoformas) e não consegue selecionar texto. Um clique 
novamente nesta ferramenta a desliga, permitindo selecionar 
texto novamente; Selecionar texto com formatação 
semelhante: seleciona todos os trechos de texto do 
documento que apresentam o mesmo formato (estilo, tipo de 
fonte, cor da fonte) que o texto que está atualmente 
selecionado. 
Guia Inserir: A guia Inserir possui alguma semelhança com o 
menu Inserir de versões anteriores. Estão reunidos, nessa 
guia, os comandos que permitem inserir (colocar) objetos 
e/ou recursos no documento. 
Vamos aos seus grupos 
Grupo Páginas: Este grupo possui apenas 3 comandos bem 
simples: 
Folha de Rosto: permite inserir, automaticamente, uma 
“capa” para o documento (sim, uma “folha de rosto”) que será 
colocada como página 1, empurrando as demais páginas para 
números seguintes. É fantástico como é simples, caro leitor! 
Página em Branco: insere uma 
página em branco no local onde o 
ponto de inserção estiver. Caso o 
ponto de inserção esteja no meio da 
página 5, por exemplo, será criada 
uma página 6 (totalmente em branco) 
e todo o texto que estiver após o 
ponto de inserção irá para a página 7. 
Quebra de Página: insere um caractere especial chamado 
Quebra de Página, que empurra todo o texto que estiver 
depois do cursor para a próxima página. A tecla de atalho é 
CTRL+ENTER. 
Grupo Tabelas: Esse é muito simples, pois tem apenas uma 
única ferramenta! Através deste grupo/botão, 
Pode-se inserir uma tabela no documento 
(isso era possível, nas versões anteriores, 
por meio de “Tabela / Inserir / Tabela”. A 
setinha na parte inferior do botão, abre-se 
um menu com opções como Desenhar 
Tabela, Inserir Tabela e Inserir Planilha do 
Excel (sim, essa opção está aqui!). 
Se a banca examinadora do seu concurso 
perguntar se é possível inserir uma planilha do Excel no 
documento atual por meio desse botão, diga que SIM! 
Grupo 
Ilustrações 
Inserir imagens 
de vários tipos no 
documento é com 
esse grupo! 
Imagem: esse 
botão permite que 
se insira no documento uma imagem gravada na forma de um 
arquivo em seu computador (com as extensões JPG, GIF, 
WMF, BMP, PNG entre outras). 
Clip-Art:esse botão dá acesso à galeria de 
clip�arts (figuras que já vêm acompanhando o 
Office 2007). Se houver acesso à Internet no 
momento da execução do comando em 
questão, o Word permitirá acesso as galerias 
on-line (no site office 2007). 
Formas: permite a 
inserção de formas 
geométricas simples, 
como círculos, setas, 
retângulos, balões etc. As formas poderão ser alteradas 
em uma série de características, como cor, tamanho, 
efeitos 3D, entre outros. 
SmartArt: uma novidade no 
Office 2007. Esse recurso 
permite que se desenhem, 
no documento, gráficos, 
esquemas e diagramas 
visuais onde se podem 
inserir textos especiais. Em 
apenas alguns cliques, o 
esquema abaixo foi 
construído... 
Gráfico: Essa 
ferramenta abre a 
janela que permite a 
inserção de gráficos 
com o auxílio do Excel 
(sim, na versão 2007, 
não só os gráficos 
ficaram melhores, mas 
as séries de dados são alteradas no Excel). 
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GRUPOS LINKS 
Hiperlink: cria um vínculo (apontador) para qualquer 
recurso acessível (páginas da Internet, outros documentos 
do Word, outros arquivos de 
diversos tipos, endereços e email 
etc.). Por exemplo, você verá (ao 
ler esse documento na sua tela, 
pois depois de impresso não 
funciona, ehehehe) que o trecho 
“clique aqui” é um hiperlink (um 
vínculo para o site 
www.euvoupassar.com.br). Indicador: cria um “nome” para 
um ponto específico num documento. Quando o usuário 
cria um indicador, aquele ponto onde o indicador foi criado 
recebe um nome, que servirá para identificar aquele local 
específico num hiperlink. Ou seja, quando se cria um 
indicador, pode-se apontar para aquele indicador usando 
um hiperlink. 
Referência Cruzada: cria um vínculo (um hiperlink) entre 
partes de um documento, como por exemplo: num texto 
que se refira a uma figura “veja mais como mostrado no 
gráfico 3.2”. Um clique na referência cruzada levará ao 
gráfico em questão (normalmente a Ref. Cruzada é 
criada como um hiperlink – ou seja, fazendo a ligação 
automática com um clique, mas ela pode ser criada sem 
esse recurso, apenas com o trecho de texto apontando 
para o alvo certo – como em qualquer livro de papel). 
GRUPO CABEÇALHO E 
RODAPE 
Como o nome já diz, 
esse grupo apresenta 
ferramentas que manipulam 
cabeçalhos e rodapés nos 
documentos. 
Cabeçalho: essa ferramenta 
insere conteúdo no cabeçalho do documento (a área de 
cima da página). Tudo o que você inserir nessa área 
especial será apresentado em todas as páginas de uma 
mesma seção (e possivelmente, em todas as páginas do 
documento inteiro); 
Rodapé: idêntico ao cabeçalho (só que na parte inferior 
da página), o rodapé repete�se em todas as páginas de 
uma mesma seção (ou do documento inteiro, se o 
usuário assim quiser). Ao clicar nos botões mostrados 
acima, é possível inserir cabeçalhos e rodapés 
automáticos (sugeridos pelo Word, que lhe mostrará 
inúmeros tipos e format os), bem como editar seu próprio 
cabeçalho e/ou seu próprio rodapé personalizado. 
Número de Página: insere um número automático para 
as páginas do documento, colocando tal informação na 
posição que o usuário determinar (ao clicar no botão, o 
Word lhe perguntará qual é o formato e a posição do 
número em si); 
Grupo Texto 
Esse grupo 
trabalha com uma 
série de 
ferramentas que 
vão permitir a 
inserção de recursos de texto no documento em questão. 
 
Caixa de Texto: insere uma 
caixa de texto, que é uma 
“moldura” dentro de quem 
se pode escrever texto. 
Esse recurso pode ser visto 
ao lado! 
Partes Rápidas: insere 
conteúdo de texto 
reutilizável (será possível 
inserir várias vezes os mesmos conteúdos), como as 
propriedades do documento (assunto, autor, empresa, 
telefone etc.) e campos automáticos (são áreas de 
conteúdo mutável, alterável pelo próprio Word, como 
número da página, data atual, hora atual, índices...) 
WordArt: insere um texto decorativo 
(cheio de frescuras)... Veja um 
exemplo abaixo: 
Letra Capitular: insere uma letra 
maiúscula grande no início do parágrafo, para dar-lhe, talvez, 
a aparência jornalística... Veja no texto abaixo (que, por sinal, 
não deve ser considerado porque não faz parte desta apostila 
em si). No menu Inserir, as galerias incluem itens que são 
projetados para corresponder à aparência geral do 
documento. Você pode usar essas galerias para inserir 
tabelas, cabeçalhos, rodapés, listas, folhas de rosto e outros 
blocos de construção do documento. Quando você cria 
imagens, gráficos ou diagramas, esses elementos também 
são coordenados com a aparência atual do documento. Você 
pode alterar facilmente a formatação do texto selecionado no 
documento escolhendo uma aparência para o texto 
selecionado na galeria Estilos... 
Linha de Assinatura: no mínimo inusitada, essa ferramenta 
cria automaticamente uma “linha” para o leitor poder assinar. 
(sim... uma fina linha preta para dar espaço para uma 
assinatura). Veja a seguir: 
X 
Prof. Was 
_____________________________________ 
Mas calma... Não é tão simples assim! Essa assinatura não 
será feita “no papel” e sim no próprio documento, por meio de 
assinatura digital (será necessário apresentar uma credencial 
digital). É um processo muito interessante: o autor cria o 
documento (vamos supor que o autor seja o proprietário de 
um imóvel e que o documento é o contrato de locação do 
mesmo) o leitor (que será o locatário, claro) lê o documento, 
confirma que está tudo OK e, usando seu certificado digital, 
assina o documento, salvando-o pela última vez. 
Essa cópia do arquivo será devolvida ao autor para que este a 
guarde como um contrato em papel devidamente assinado e 
com firma reconhecida. Sim! Assinatura digital tornou�se 
muito mais simples no Office 2007! 
Data e Hora: insere a data e a hora atuais. É possível 
escolher diversos formatos de data e hora como: sexta-feira, 
11 de janeiro de 2008; 11/1/2008 16:00:59; 11/1/2008; 
jan�08; 
Objeto: insere objetos no documento. Objeto é qualquer 
recurso (textos, fotos, imagens, músicas, sons, 
vídeos, planilhas, slides etc.) que o Windows 
consegue entender. É possível colocar 
basicamente qualquer tipo de coisa no Word. 
Segue um ícone que representa um som WAV 
(sim, um som!).Basta dar duplo clique neste 
ícone para ouvir o som associado a ele (funciona 
perfeitamente no arquivo DOCX do Word, ok?) ( ) 
Grupo Símbolos: Este grupo permite 
inserir... 
 Equação: uma fórmula matemática 
com todos os recursos visuais 
possíveis (frações, raízes, expoentes, 
matrizes, índices, somatórios, 
derivadas e integrais). Esse recurso, 
que é manipulado pelo programa 
Microsoft Equation Editor, está mais 
integrado ao Word 2007, facilitando muito mais a vida de 
quem tem que construir essas assustadoras equações (não é, 
Prof. Sérgio Carvalho?). A seguir, um exemplo de equação 
construída no Microsoft Word 2007 e inserida por meio deste 
botão. 
Símbolo: 
insere 
símbolos. 
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Símbolos são caracteres especiais existentes nos tipos de 
fonte instalados no Windows e normalmente não acessíveis 
pelo teclado diretamente. Um símbolo como β 0u como € 
pode ser inserido em qualquerparte do texto... 
Guia Layout da Página 
A guia Layout da Página reúne os comandos relacionados 
com as configurações do documento em relação à página, 
como margens, cor de fundo, entre 
outros... 
Grupo Temas 
O Grupo Temas reúne comandos 
relacionados ao ajuste de Temas no 
documento. Um tema é um conjunto 
de definições de formatos para 
textos e formas no documento. A 
partir da utilização de um tema, pode-se mudar 
completamente a “cara” do documento, incluindo tipos de 
letras, cores, efeitos de formas (como 3D e sombra), em 
apenas alguns cliques. Há vários temas pré�definidos no 
Word 2007 e o usuário ainda poderá criar seus próprios 
temas! 
Grupo Configurar Página: Este grupo reúne ferramentas 
relacionadas com o formato da página em si. É basicamente o 
mesmo que consegue o comando Arquivo/Configurar Página 
das versões anteriores do Word. Inclusive, a setinha na parte 
inferior deste grupo abre a própria janela para Configurar 
Página. 
Guia Layout da Página – Grupo Configurar Página 
Margens: configura as margens da página de acordo com 
alguns modelos pré-determinados, como Estreita, Espelhada, 
Moderada, entre outras... além disso, permite-se que o 
usuário configure manualmente tais margens. 
Orientação: permite escolher entre escrever na página em pé 
(retrato) ou deitada (paisagem). 
Tamanho: configura o tamanho da página (A4, A3, Carta, 
Ofício etc.); 
Colunas: apresenta opções para formatar o texto em colunas 
(essa opção era encontrada, nas versões anteriores do Word, 
no menu Formatar / Colunas); 
Quebras: insere quebras manuais (de página, de coluna ou 
de seção) no texto. Uma quebra é uma interrupção forçada no 
fluxo do texto, fazendo “saltar” o cursor para o início do 
próximo objeto quebrado (próxima página, por exemplo, numa 
quebra de página). Esse recurso era encontrado, nas versões 
anteriores, no menu Inserir. 
Números de Linha: permite exibir ou ocultar números que 
identificam as linhas do documento (esses números ficam à 
esquerda da página, como os que você está vendo agora. É 
possível deixar que os números sejam contínuos (contados 
desde o início do documento) ou que se reiniciem página a 
página (ou seção a seção). 
Atenção! O efeito de números de linhas aqui é fictício, pois só 
dá para exibir os números das linhas no documento inteiro (e 
não em apenas parte dele!). Eu coloquei esses números aí à 
esquerda com a ajuda de uma caixa de texto para representar 
como ficaria (visualmente) o efeito dos números de linhas. 
Hifenização (ou Infernização, como eu carinhosamente 
chamo): é um recurso útil, mas problemático, de separação de 
sílabas. Normalmente não o utilizamos porque, nas versões 
anteriores do programa Word, ele não era instalado por 
padrão. Esse recurso permite que, ao invés de jogar uma 
palavra inteira para a próxima linha quando ela não cabe 
(esse é o comportamento do Word, como você bem sabe), o 
Word faça a separação silábica (como você pode perceber 
neste parágrafo!). A infernização (ops, Hifenização) pode ser 
automática (ligada o tempo todo, no documento todo, 
enquanto se digita) ou manual (aplicada ao texto 
selecionado). Na hifenização manual, o Word notará que uma 
palavra pode ser 
hifenizada e sugerirá qual 
a melhor disposição para 
ela no texto (ou seja, em 
qual sílaba ocorrerá a 
colocação do hífen). O 
recurso de hifenização é 
usado para o layout (organização visual) dos textos 
jornalísticos. 
Grupo Plano de Fundo da Página 
Este grupo de comandos permite alterar as configurações 
visuais do fundo da página, como: 
Marca D’água: insere um texto (ou figura) bem transparente 
atrás do texto do documento (em todas as páginas do 
documento); 
Cor da página: parece absurdo que essa opção exista, 
especialmente se pensarmos em “imprimir” o documento! Mas 
é possível, sim, escolher uma outra cor para o “papel” no 
Word (esse recurso é particularmente útil quando se utiliza o 
Word para criar páginas da Web!). 
Bordas da Página: esse recurso, que nas versões anteriores 
era encontrado em Formatar / Bordas e Sombreamento, serve 
para criar uma borda ao redor das páginas do documento 
(mais ou menos como as que você vê aqui... a diferença é 
que as bordas deste documento foram feitas manualmente 
utilizando-se a ferramenta de linha (autoformas). 
Grupo Parágrafo 
Este grupo de ferramentas traz recursos encontrados na 
antiga janela de Formatar / Parágrafo – Preste Atenção a isso: 
a setinha que se apresenta neste grupo abre a mesma janela 
que a setinha do Grupo Parágrafo da Guia Início! 
Recuar: controle de recuo. Esse recurso permite definir os 
recuos à esquerda e à direita do texto. 
Espaçamento: determina os espaços que serão dados antes 
e depois do parágrafo (não é espaçamento entre linhas! É 
espaçamento antes do parágrafo e depois dele). 
Grupo Organizar 
Neste grupo são colocadas as ferramentas que trabalham 
com os objetos do documento (são considerados objetos 
fotos, organogramas, gráficos, autoformas, wordart entre 
outros). Portanto, as ferramentas deste grupo só ficam 
disponíveis (habilitadas para uso) se algum objeto estiver 
selecionado (se um texto estiver selecionado, não há 
habilitação destas ferramentas); 
Posição: permite determinar em que posição, em relação à 
página, o objeto selecionado ficará (superior, inferior, meio, 
direita, esquerda etc.). É uma ferramenta muito simples de 
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usar e em apenas um único clique, o objeto será posicionado 
no local devido. 
Trazer para a Frente: coloca o objeto selecionado à frente 
dos demais objetos da página (este comando só funciona 
com autoformas – ele permite que se envie o objeto 
selecionado à frente dos demais – de todos – ou, se quiser, 
apenas à frente de um específico). Enviar para Trás: coloca o 
objeto selecionado atrás de todos os demais objetos do 
documento (essa ferramenta só é usada se uma autoforma 
estiver selecionada � essa ferramenta também permite que o 
objeto seja jogado para trás de outro objeto específico); 
Quebra Automática de Texto: determina como uma figura 
(imagem qualquer) vai se comportar em relação ao texto que 
a rodeia. É possível fazer com que o texto simplesmente 
circunde o objeto (escolhendo a opção Quadrado) ou fazer 
com que o objeto fique atrás do texto. 
Alinhar: permite organizar os objetos entre si, alinhados por 
sua linha de base ou por sua linha superior. Ainda é possível 
alinhá-las pelos seus centros ou à esquerda /à direita. Note 
que não é o alinhamento do texto em relação à página, e sim 
dos objetos (fotos, imagens, autoformas) em relação aos 
demais objetos ou em relação à página. 
Agrupar: reúne vários objetos em grupos, para que possam 
ser manipulados (mover, aumentar, diminuir etc.) sempre 
juntos. 
Girar: permite que os objetos selecionados sejam girados 
(rotacionados) ao redor de um ponto específico. Essa 
ferramenta permite, inclusive, determinar esse ponto fixo ao 
redor do qual o objeto vai girar. 
Guia Referências: Traz todos os recursos necessários aos 
dados que serão usados como referência no texto, como 
sumários, bibliografias, referências cruzadas e notas de 
rodapé. 
 
Grupo sumário: Este grupo apresenta recursos relativos à 
criação de sumários (índices de conteúdo). É possível criar 
sumários automáticos desde que se tenha definida uma 
estrutura de estilos de tópicos (Título 1, Título 2, Título 3 etc.). 
Depois de pronta a estrutura e devidamente aplicada aos 
capítulos do documento, 
basta acionar o botão 
Sumário para escolher e 
aplicar o estilo desejado de 
sumário. O Botão 
Atualizar Sumário permite 
que o Word reflita no 
sumário (modificando�o) qualquer alteração feita no 
documento (como mudança de páginas, e alteração nos 
textos dos títulos paraos quais o sumário aponta). 
Grupo Notas de Rodapé 
 Este conjunto de ferramentas é usado para configurar e 
aplicar as notas de rodapé (aparecem na base da página) ou 
notas de fim (aparecem no final do documento). A setinha no 
canto inferior direito abre uma janela de configuração de notas 
de rodapé e de fim. É possível inserir uma nota de rodapé na 
página em questão através do Botão Inserir Nota de Rodapé. 
Essa nota é um pequeno comentário que aparecerá no final 
da página onde a indicação da nota estará presente. A nota é 
indicada, no texto, por meio de um pequeno número como o 
que se pode 
ver aqui1. (é 
quase 
imperceptíve
l, não?) 
O Botão 
Inserir Nota de Fim serve para, digamos, inserir uma nota de 
fim!(É nada! Mesmo?!? Nem desconfiava, ein?) – uma nota de 
fim é um comentário que será colocado, pelo Word, no final do 
documento inteiro. O botão Próxima Nota de Rodapé faz o 
Word remeter�se para a próxima (ou anterior) Nota existente 
no texto (apesar do nome, ele faz a busca entre as notas de 
rodapé e as de fim). 
Grupo Citações e Bibliografia 
Eita negócio interessante (para quem cria apostilas, livros e/ou 
trabalhos de faculdade e dissertações)! Com as ferramentas 
presentes neste grupo, é possível gerenciar as fontes 
bibliográficas usadas para o seu texto, bem como inseri-las da 
maneira 
adequada 
no texto 
(seguindo 
vários 
padrões 
mundiais de 
bibliografia). Em primeiro lugar, usa-se o botão Gerenciar 
Fontes Bibliográficas para determinar, num banco de dados 
interno ao documento, quais são as fontes de bibliografia 
consultadas para a redação do documento. Depois, é possível 
determinar citações (no botão de mesmo nome) e inseri-las 
em pontos específicos do documento.“Este é um exemplo de 
texto que pode ter sido retirado de algum livro... E o pequeno 
texto que vem depois do fechamento das aspas é uma citação 
automática” (João Antonio, 2006) Através do botão 
Bibliografia, será construída, de forma automática (como o 
sumário), uma bibliografia no final do documento. Esse 
recurso só poderá ser usado se houver fontes bibliográficas 
devidamente inseridas e configuradas pelo botão Gerenciar 
Fontes Bibliográficas. Eis um exemplo de registro da 
bibliografia criada pelo Word: Antonio, João (2006). 
Informática Para Concursos - 3aEdição. Rio de Janeiro - RJ: 
Campus/Elsevier. É massa, não?! 
Grupo Legendas 
Este grupo 
reúne 
ferramentas 
relacionadas à 
gerência das 
legendas das 
figuras e 
tabelas (pequenos textos que acompanham as figuras e 
tabelas, normalmente abaixo delas). As legendas das figuras 
neste documento foram criadas com esse recurso. 
Ainda é possível, por meio do botão Inserir Índice de 
Ilustrações, criar um índice para as figuras no documento 
(figuras que possuem legendas, claro). O botão Referência 
Cruzada permite inserir, num determinado trecho do texto, um 
link (vínculo) com outra parte do documento, como “como 
visto na figura 10.1”... é automático e muito simples. Caso a 
posição da figura mude no decorrer do texto, essa referência 
será automaticamente atualizada. 
Grupo Índice 
 Permite inserir índices remissivos (índices que apontam para 
as palavras que aparecem no texto). Esse grupo não permite 
a criação de índices analíticos (sumários) nem índices de 
ilustrações (figuras). Os 
índices remissivo, analítico 
(sumário) e de ilustrações 
eram encontrados todos em 
uma única janela nas 
versões anteriores do Word: 
Inserir / Referência / Índice. 
Guia Correspondências 
Todas as ferramentas desta guia são relacionadas a mala-
direta, etiquetas de endereçamento e preenchimento de 
envelopes de correspondência. 
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Envelopes: permite a criação de envelopes (o Word editará 
um documento com o tamanho exato de um envelope) – é 
necessário, porém, que a impressora tenha suporte a 
envelopes para que o negócio funcione. 
Etiquetas: permite a criação de um documento de etiquetas 
(ideal para trabalhar com aquelas etiquetas auto adesivas 
vendidas em páginas). As demais ferramentas referem�se ao 
recurso de Mala Direta, através do qual se pode preencher 
uma série de documentos quase idênticos, que variam apenas 
em alguns pontos (como uma mesma carta que será enviada 
a várias pessoas, modificando, de uma para a outra, apenas o 
nome do destinatário, por exemplo); 
Guia Revisão 
Como o nome já diz, essa guia reúne, em grupos, os 
comandos relacionados com o processo de revisão e correção 
do texto, como a correção ortográfica e gramatical, a tradução 
(sim... tradução!), os dicionários de sinônimos, os 
comentários, o controle de alterações, entre outros... 
Grupo Revisão do Texto 
 As ferramentas principais de revisão do texto encontram-se 
aqui. 
Ortografia e Gramática 
Mesmo recurso amplamente conhecido de versões anteriores 
do Word. Vasculha o texto à procura de erros gramaticais 
(marcados em verde) e ortográficos (em vermelho). Assim 
como nas versões anteriores, esse comando é acessado pela 
tecla de atalho F7. 
Pesquisar: abre o painel Pesquisar (que aparece à direita da 
página do documento) para que se possa encontrar materiais 
acerca do trecho desejado. O trecho é pesquisado em vários 
materiais de referência, como dicionários, livros on�line, 
serviços de tradução na Internet etc. 
Dicionário de Sinônimos: sugere sinônimos para as palavras 
selecionadas. 
Traduzir: Traduz o trecho selecionado para outro idioma (não 
confie! Nem sempre funciona 100%!). 
Dica de Tela de Tradução: Liga/desliga um recurso que 
sugere, automaticamente, uma tradução para um idioma para 
toda palavra sobre a qual o usuário parar o cursor. 
Definir Idioma: define, para um trecho de texto, qual é o 
idioma que se está usando para que o Word proceda à forma 
adequada de correção ortográfica e gramatical. 
Contar Palavras: conta as palavras, caracteres, linhas, 
parágrafos e páginas de um trecho selecionado. Se nada 
estiver selecionado, a contagem leva em consideração o texto 
todo do documento. 
Grupo Comentários 
Este grupo trabalha com (como 
direi?) comentários! Comentários 
são lembretes que o usuário 
pode anexar a um documento 
(estes lembretes ficarão escritos 
em “quadros” lateralmente dispostos na página). Para que 
serve um comentário? Simples! Para co-autor de um livro... 
Coisas do tipo “isso aqui é assim mesmo?” ou “lembre-se de 
pesquisar a bibliografia”. 
Grupo Controle 
 As ferramentas 
contidas aqui 
tratam das 
configurações do 
recurso conhecido como Controle de Alterações (localizado, 
nas versões anteriores, no menu Ferramentas). Através dos 
recursos presentes aqui, o usuário pode configurar para, por 
exemplo, quando alguma alteração for feita no documento, ela 
ficar demonstrada no próprio documento, como textos 
adicionados serem colocados em vermelho e sublinhado, ou 
textos excluídos serem colocados em azul e tachado. 
Grupo Alterações 
Permite navegar entre as alterações do texto e aceitá-las ou 
rejeitá-las. Esse grupo de 
ferramentas está intimamente 
ligado ao grupo controle, 
mostrado acima. Através dos 
botões Aceitar e Rejeitar, é 
possível acatar (ou não) uma 
determinada alteração no trecho 
selecionado ou até mesmo 
todas as alterações do documento (clicando no botão 
adequado, abre�se um menu com a opção de “aceitar todas” 
ou “rejeitar todas”). 
Grupo Comparar 
Esse grupo oferece a capacidade de comparar dois 
documentos do Word, gerando, ao final do processo, um 
terceiro apresentando as diferenças entre eles como meras 
alterações. O botão 
que faz isso, é claro, 
é o botão Comparar. 
Dentro dele, ainda é 
possível acionar o 
comando Combinar, 
que funde dois 
documentos do 
Word, em um terceiro, contendo todo o conteúdo dos dois 
documentos mesclados num único (sem demonstrações de 
alterações).O botão Mostrar Documentos de Origem serve 
para exibir quais foram os dois documentos que deram origem 
àquele documento comparado (ou combinado) que se está 
visualizando naquele momento! 
Guia Exibição 
Essa guia conta com comandos que eram (nas versões 
anteriores do Word), em sua maioria, localizados no menu 
Exibir, como é o caso do Zoom e dos Modos de Exibição do 
documento. Há também alguns comandos de outros locais, 
como Macro (antigamente no menu Ferramentas) e recursos 
usados em Janelas (em versões anteriores, no menu Janela). 
 
Grupo Modos de Exibição de Documento 
Esse grupo permite alternar entre os possíveis modos de 
exibiç
ão do 
docum
ento 
que 
está 
sendo 
editado. Esses modos de exibição apenas modificam a forma 
como o documento é visto, e não seu conteúdo em si. As 
opções de exibição de documento são as seguintes: 
 Layout de Impressão: é o formato mais usado, em que 
vemos a página em branco na nossa frente (inclusive vemos 
as margens do papel, o cabeçalho e o rodapé). Não é 
possível ver o cabeçalho e o rodapé de outra maneira! 
Leitura em Tela Inteira: é o formato mais indicado para quem 
quer ler o documento na tela do computador. O documento é 
apresentado em telas divididas como um livro no monitor. Dá 
até para “passar” as páginas como se faz num livro. 
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Layout da Web: melhor maneira de visualizar o documento, 
se ele estiver sendo desenvolvido para a Internet (ou seja, se 
você estiver fazendo uma página da Web com o Word). 
Estrutura de Tópicos: permite que se visualize o documento 
resumido, dividido e organizado por sua estrutura de tópicos 
(títulos) de modo que se possa facilmente passar de um nível 
para outro sem ter que passar por uma quantidade absurda 
de texto. 
Rascunho: antiga exibição Normal (nas versões anteriores do 
Word). Esse modo de exibição mostra o documento sem 
margens ou páginas. A tela inteira fica branca e a divisão 
entre as páginas é mostrada como uma linha tracejada. As 
figuras do documento, por padrão, não são mostradas (isso 
não acontecia nas versões anteriores). Também é possível 
conseguir alterar os modos de exibição do Word clicando-se 
nos botões adequados na barra de status do Word (na parte 
inferior do programa) – na extremidade direita da barra de 
status. 
Em ordem, 
são eles: 
Layout de 
Impressão, 
Leitura em 
Tela Cheia, Layout da Web,Tópicos e Rascunho (ou seja, eles 
têm a mesma organização dos botões do Grupo). 
Grupo Mostrar/Ocultar 
 Esse grupo, composto apenas de check boxes, ou caixas de 
verificação (é esse o nome dado a esses “quadradinhos” onde 
podemos clicar para aparecer o sinal de “visto” ou “check”), 
permite definir o que será mostrado na interface do Word e o 
que não será. Vários componentes podem ser exibidos ou 
ocultados (quando o “quadrado” está marcado, é sinal de que 
aquele recurso vai ser mostrado... acho que você já havia 
entendido isso, 
não é 
mesmo?!) 
Régua: permite 
mostrar/ocultar 
as réguas 
horizontal e vertical do documento (aquelas que aparecem 
acima e à esquerda do documento, respectivamente). 
Linhas de Grade: diz respeito às linhas que delimitam a 
estrutura de uma tabela. Se você não aplicar nenhuma 
formatação de bordas numa tabela, mesmo assim, ela 
aparecerá no documento da tela, em linhas cinza muito 
tênues... São as linhas de grade! Se você escolher não exibi-
las (como na figura acima), a tabela inteira parecerá invisível! 
Mapa do Documento: exibe/oculta uma lista dos tópicos do 
documento que aparecerá num painel aberto à esquerda do 
documento. Com esse painel aberto, é possível navegar (ir e 
vir) pelo documento facilmente usando a sua estrutura de 
títulos (tópicos) – só funciona bem se os títulos dos capítulos 
tiverem sido formatados com estilos hierárquicos. 
Miniaturas: recurso novo! Exibe, no mesmo painel esquerdo, 
uma miniatura de cada página do documento que se está 
editando. 
Barra de Mensagens: exibe ou oculta a barra demensagens, 
que é um painel que se abre abaixo da faixa de opções (a 
barra de ferramentas) para informar sobre acontecimentos e 
detalhes importantes do funcionamento do Word, exigindo, 
muitas vezes, a resposta do usuário. 
 
Grupo zoom 
Esse é um dos mais fáceis, pois diz respeito apenas ao zoom, 
que é a aproximação do documento em relação aos olhos do 
usuário. O Zoom pode aproximar (aumentando seu valor em 
%) ou afastar (diminuindo seu valor) o documento do usuário. 
É possível, também, escolher entre valores que permitam a 
visualização de mais de uma página simultaneamente. 
 
O Zoom também pode ser conseguido em sua barra 
deslizante, na extremidade inferior direita da janela do Word 
(barra de status – extremidade direita). 
Grupo Janela 
Esse grupo traz uma série de ferramentas relacionadas ao 
trato com várias janelas simultaneamente. Um documento 
poderá ser visto por várias janelas ao mesmo tempo (como 
um – eca! – Big Brother)... São várias janelas visualizando o 
mesmo documento ou pode ser uma única janela dividida em 
dois painéis (é o que faz o comando Dividir, o mesmo que 
fazia nas versões anteriores). 
 
 
Grupo Macros 
 Permite a manipulação de Macros. Macro é o 
nome dado a um pequeno programa (conjunto de 
comandos listados em ordem seqüencial) usado 
para automatizar tarefas no Word. Uma macro 
pode fazer desde formatação automática (como 
aplicação de vários efeitos simultaneamente) até 
a construção inteira de documentos, tabelas, 
índices etc. Este recurso era encontrado, nas 
versões anteriores do Word, no menu Ferramentas. 
Mais Guias (as Guias Interativas) 
 Apesar de termos visto basicamente todas as guias e grupos 
presentes na faixa de opções (lembre�se de que esse é o 
novo nome desta barra de ferramentas) no Word 2007, é bom 
que você saiba, caro aluno, que há mais guias, que só 
aparecem em determinados casos: essas são as Guias 
Interativas (elas só aparecem se o contexto selecionado 
assim necessitar). Essas guias aparecem na Faixa de Opções 
(na extremidade direita) e só ficam ativas e visíveis enquanto 
o objeto certo (aquele a que ela está relacionada) estiver 
selecionado. 
Guia Ferramentas de Imagem 
 Esta guia aparece quando uma imagem é selecionada (tome-
se por imagem um arquivo fotográfico inserido no documento 
do Word). Entram no conceito de imagem os arquivos com 
extensões JPG, GIF, TIFF, BMP, PNG, EMF, WMF e mais 
alguns... Essa “guia”, na verdade, não é apresentada no 
mesmo nível das outras guias da faixa de opções. O título 
“Ferramentas de Imagem” aparece na barra de título e, abaixo 
dele, vem uma única guia chamada formatar. 
 
Nesta guia, é possível realizar operações com figuras 
(imagens importadas para o Word), como determinar brilho, 
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contraste, bordas especiais (como molduras de foto, por 
exemplo), cortar a imagem, determinar a posição em relação 
ao texto, entre outras coisas. 
Guia Ferramentas de Desenho 
Esta guia só se torna disponível quando um desenho estiver 
selecionado (tome-se por desenho uma autoforma, ou 
qualquer figura vetorial que possa ser entendida e editada 
como uma autoforma); 
 
Nesta guia, podemos inserir novas autoformas, alterar 
sombra, inclinação 3D, organizar (enviar para trás, enviar 
para frente), girar, agrupar e desagrupar autoformas e objetos 
afins. 
Guia Ferramentas de Tabela 
Precisa dizer alguma coisa? Esta guia contém as ferramentas 
de manipulação de tabelas e, claro, só aparece quando 
alguma tabela estiver selecionada(ou quando o cursor estiver 
localizado em alguma célula da tabela). Há duas guias (ou 
sub�guias, se preferir) em Ferramentas de Tabela: Design e 
Layout. A guia Ferramentas de Tabela, em suas duas 
sub�guias, contém os comandos que antes (em versões 
anteriores) eram encontrados no menu Tabela. 
 A guia Design (mostrada acima) é responsável pelos efeitos 
visuais da tabela (cores, linhas de borda etc.) – caso queira 
“enfeitar” a tabela, é aqui! 
 
A Guia Layout traz comandos referentes à estrutura da 
tabela, como opções para excluir linhas e/ou colunas, mesclar 
células, distribuir colunas ou linhas, classificar (ordem 
crescente ou decrescente), converter tabela em texto, aplicar 
fórmulas etc. 
Guia Ferramentas de Equação 
Como o nome já diz, essa guia apresenta recursos 
valiosíssimos para a edição de equações criadas pelo Word 
2007! Esta guia aparece quando alguma equação é 
selecionada (ou seja, quando o usuário dá um clique em 
qualquer lugar numa equação presente no documento). 
 
O mais importante é lembrar que, ao contrário das versões 
anteriores, no Word 2007, as equações são editadas pelo 
próprio Word! Ou seja, não é necessário nenhum programa 
adicional para modificar as equações, como se fazia 
anteriormente (nas versões antigas do Word, as equações 
eram manipuladas pelo programa Microsoft Equation Editor). 
Portanto, qualquer equação existente dentro do documento do 
Word será manipulado (editada) diretamente pelo Word, 
bastando, para isso, que o usuário dê apenas um único clique 
em qualquer parte da equação que deseja alterar. 
Ferramentas de Cabeçalho e Rodapé 
 Essa guia aparece quando o usuário aplica duplo clique no 
cabeçalho ou no rodapé (essa ação permite que o usuário 
edite-os). A guia Ferramentas de Cabeçalho e Rodapé 
apresenta uma série de opções que podem inserir data/hora, 
números de páginas e outros recursos na parte superior (ou 
na inferior) das páginas do documento. 
 
Para voltar à área normal de texto, basta aplicar duplo clique 
em qualquer lugar na área de texto do documento (ou seja, 
fora das áreas do cabeçalho e do rodapé) ou simplesmente 
clicar no botão vermelho do X à direita da faixa de opções. 
Outros Macetes... (Boa Sorte!) 
 A Minibarra de Ferramentas 
 O Office 2007 trouxe um recurso muito interessante que 
promete aumentar bastante a velocidade com a qual os 
usuários realizam operações nos aplicativos do pacote: a 
Minibarra de Ferramentas (é... eu achei um nome ridículo, 
mas fazer o quê, né?). Como essa “novidade” funciona? 
Simples: selecione um trecho qualquer de texto no Word e, 
em seguida, aponte o mouse para esse trecho selecionado. 
Você vai notar a presença 
de uma “barra de 
ferramentas” translúcida 
próxima a seu mouse. Isso 
é possível de ver na 
imagem ao lado. 
Minibarra translúcida 
quando o mouse é 
colocado no trecho 
Selecionado. Quando o 
mouse é movido em 
direção à minibarra, ela 
se torna opaca e acessível, permitindo que os comandos nela 
contidos possam ser usados. Quando o mouse está na própria 
minibarra, ela se torna opaca e utilizável Os comandos 
contidos na minibarra são os mais comuns possíveis, como 
Tipo e Tamanho da Fonte, Pincel, Negrito, Itálico, Alinhamento 
de texto, Realce, cor do texto e recuos. 
Ocultando a Faixa de Opções 
A Faixa de Opções (barra de guias e grupos que fica na parte 
superior da janela dos aplicativos no Office 2007) pode ser 
muito fácil de usar, mas em alguns casos pode ser incômoda 
por usar um espaço grande da janela. É possível ocultar a 
faixa de opções de um jeito muito fácil: aplique um duplo 
clique na guia que estiver aberta no momento. Isso fará a 
faixa inteira ser “minimizada”, mostrando apenas as guias 
(ocultando os grupos). Nesse estado, quando se dá um clique 
numa das guias, seus grupos são mostrados 
momentaneamente, para depois serem recolhidos se outro 
clique for dado. 
 
Para retornar a faixa de opções ao seu estado original (ou 
seja, sempre visível), basta aplicar duplo clique novamente em 
qualquer uma das guias. 
Teclas de Atalho com ALT 
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Uma das coisas que mais preocupa a todos os concursandos 
é, simplesmente, a quantidade excessiva de teclas de atalho 
que os programas possuem e, infelizmente, as bancas 
exigem! Combinações de teclas como CTRL+B (Salvar) e 
CTRL+N (Negrito) continuam as mesmas em todas as 
versões do Word (incluindo a 2007 que estamos estudando). 
Mas há uma coisinha que mudou radicalmente das versões 
antigas do Word para a atual: as teclas de atalho que usam a 
tecla ALT. 
Nos Word (e Excel) anteriores, a tecla ALT servia para 
acessar os menus... Mas como não há mais menus sua 
função mudou radicalmente! Quando o usuário aciona a tecla 
ALT, surgem “dicas de tela” para as guias da faixa de opções, 
como as que veremos a seguir: 
 
Note as letras e números que representam as guias da 
faixa de opções 
 
Uma vez tendo escolhido uma das guias, basta acionar, no 
teclado, a letra ou número correspondente... Vamos imaginar 
que o usuário tenha acionado, no teclado, a tecla C, para 
acessar a guia Início. O Word automaticamente atualizará a 
faixa de opções, apresentando as dicas de tela para os 
comandos presentes apenas nesta guia: 
 
Dicas de tela associadas aos comandos da Guia Início 
Sinceramente, é o tipo de coisa que o Cespe/UnB adoraria 
perguntar (mostrando a foto, claro!)... Ninguém será obrigado 
a decorar todas as combinações dessas letras e números, ok? 
(bom, pelo menos eu espero... seria covardia!) Note que 
alguns comandos apresentam duas letras (ou números) em 
sua dica de atalho... Isso significa que, para acessar a 
ferramenta pincel, partindo do texto normal, o usuário deverá 
acionar, seqüencialmente, as teclas ALT, C, F, P... Por quê? 
ALT – para habilitar o acesso à faixa de opções. 
C – para acessar a guia Início. 
F, P – para acionar o comando Pincel. 
Não é para acioná-las DE UMA VEZ SÓ! É uma atrás da 
outra! 
Legal, não? (é... eu sei que não parece...) 
O Novo Formato dos Arquivos do Word 
 Os arquivos do Word 2007 são bem diferentes dos arquivos 
das versões anteriores. São tão diferentes que nem sequer 
conseguem ser abertos por programas anteriores! São tão 
diferentes que até mesmo a extensão deles foi mudada (o que 
não aconteceu nunca na história do Word!). Em todas as 
versões anteriores do Word, os arquivos eram reconhecidos 
pela extensão .DOC (desde as primeiras versões, sempre foi 
assim!). No Word 2007, os arquivos desenvolvidos por esse 
programa são reconhecidos pela extensão. DOCX. Seu 
formato interno mudou radicalmente, impedindo que versões 
anteriores do Word consigam lê-lo! Internamente, os arquivos 
do Office 2007 são baseados na linguagem XML. Isso os 
torna, na maioria dos casos, até menores (em bytes) que seus 
equivalentes em versões antigas do programa. 
Microsoft Excel 
Considerações Iniciais Sobre o Excel 
Seguindo os passos do Word, o Excel 2007 está muito melhor 
que o anterior. E a quantidade de mudanças neste programa 
foi realmente muito grande! O Excel 2007 está simplesmente 
incomparável! Além de conhecermos, como no Word, as guias 
e grupos da faixa de opções, seremos apresentados a alguns 
novos recursos de interface que tanto melhoraram a 
utilização do Excel! Acompanhe-me, caro leitor... 
A Interface do Excel 2007 
Com exceção da faixa de opções (na parte de cima do 
aplicativo) e da barra de status (na parte de baixo), o restante 
da “cara” do Excel continua exatamente do mesmo jeito que 
nas versões anteriores. A forma de trabalhar com o programa 
e as fórmulas e funções também não mudaram muito, mas há 
excelentes recursos novos a serem conhecidos, 
especialmente porque farão parte, logo logo, das questões de 
prova (especialmente essasdo Cespe/UnB). 
 
A “cara” do Excel 2007 
Como fiz no Word, vou listar as guias presentes no Excel, 
dando ênfase, claro, às mais importantes e, 
conseqüentemente, mais prováveis de aparecer na prova. 
Os Limites do Microsoft Excel 2007 
 Uma das coisas que mudou das versões anteriores para esta 
é o quanto o Excel consegue “agüentar”d e dados em suas 
planilhas... Vamos aos números: 
Colunas: os Antigos Excel assumiam sua estrutura de 
planilhas como tendo 256 colunas (nomeadas por uma letra 
ou duas) que iam da coluna A até a coluna IV (letra “I” seguida 
da letra “V” e não o número romano 4!). O Excel 2007 conta 
com, nada menos que, 65.536 colunas, que são nomeadas 
por letras também! Vai da coluna A até a coluna XFD (sim, 
depois de ZZ começa AAA)... 
Linhas: nas versões anteriores, eram “somente” 65.536 linhas 
numeradas (óbvio que da linha 1 até a linha 65536). Hoje, o 
Excel 2007 nos oferece 1.048.576 linhas!! Sim, mais de um 
milhão de linhas à nossa disposição! Incrível, não? Se é para 
decorar (o que não acho necessário, apesar de já ter visto 
questões sobre isso antes), aqui vai... 65536 = 216 e 
1.048.576 = 220... Sei que pode não ajudar, mas é o melhor 
que eu pude fazer! 
Células: como cada célula é o encontro de uma linha com 
uma coluna, é correto afirmar que o Excel 2007 oferece, em 
cada planilha, o equivalente a 65.536 × 1.048.576 células... 
Isso é equivalente a 68.719.476.736 (mais de 68 bilhões) de 
células. Para você lembrar mais facilmente: 216 × 220 = 
216+20 = 236 = 68.719.476.736 
Mas vamos às guias, que é melhor... 
Guia Início 
Assim como no Word, a guia início traz os comandos mais 
comuns para o usuário do Excel reunidos em grupos que 
estão associados a tarefas diversas. 
 
Grupo Área de Transferência 
Idêntico ao grupo homônimo do Word, não 
há muito que acrescentar aqui. As 
ferramentas aqui existentes possuem as 
mesmas funções e as mesmas teclas de 
atalho que suas versões no Word. A pequena setinha que 
acompanha o nome do grupo também aponta para o mesmo 
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canto (o painel da Área de Transferência do Office, a ser 
aberto à esquerda da janela do Excel). 
Grupo Fonte 
Quase idêntico ao grupo fonte do Word (a diferença está em 
algumas ferramentas a menos). Os botões e caixas de 
listagem que aqui residem têm as mesmas funções que 
apresentam no Word, portanto, também não há necessidade 
de aprofundar mais sobre o assunto. A principal “adição”que o 
grupo fonte do Excel apresenta está em duas ferramentas que 
existem no Word, mas em grupos diferentes. 
Bordas: permite inserir, configurar, alterar ou 
retirar bordas ao redor da(s) célula(s) 
selecionada(s). Esse comando não é bem 
relacionado com Fonte, mas aqui no Excel, colocaram-no no 
grupo Fonte. 
Cor do Preenchimento: este comando altera a cor do fundo 
da(s) célula(s) selecionada(s). Também não é 
muito relacionado com configuração de fontes, 
mas, Deus sabe o porquê, foi colocado aqui no 
grupo Fonte. 
Grupo Alinhamento 
 Muito semelhante ao grupo parágrafo, do 
Word, esse conjunto de comandos altera a 
forma como o texto flui dentro das células da 
planilha. Os três primeiros comandos são 
relacionados ao alinhamento vertical do 
texto em relação à célula: alinhar acima (faz 
o texto ficar na parte de cima de uma célula), 
alinhar ao centro vertical e alinhar abaixo 
(alinha o texto na parte inferior da célula – e é o que está 
selecionado no exemplo). 
 O último botão da primeira linha Chama-se 
Quebrar Texto Automaticamente. Ele serve para 
fazer um texto se apresentar com mais de uma 
linha de texto dentro da mesma célula – o que 
normalmente não é o que acontece quando o texto fica maior 
que a célula (ele 
simplesmente se “esparrama” 
por cima da célula seguinte). 
Um clique neste botão faz 
ligar o efeito. Outro clique o 
desliga. 
Os próximos botões tratam do alinhamento horizontal do texto: 
são justamente as ferramentas de 
alinhamento que nós conhecemos: 
alinhar à esquerda, centralizar e alinhar 
à direita (não existe justificar no Excel). 
Ainda temos o botão Mesclar e Centralizar, que 
mescla (funde) várias células em apenas uma 
única e põe o conteúdo desta célula resultante 
centralizado. É um comando com efeito estético, para permitir 
arranjos de células mais complexos. A setinha que 
acompanha o botão na direita permite que o usuário realize 
outras tarefas como desfazer as células mescladas 
anteriormente. 
 O Excel também 
apresenta as 
ferramentas diminuir 
(botão à esquerda) e 
aumentar o recuo (botão seguinte). Recuo, no caso do Excel, 
é o afastamento do texto de uma célula em relação à margem 
daquela mesma célula. Veja ao lado. 
E, por fim, e bem menos importante, a 
ferramenta Orientação. Essa ferramenta, que, 
sinceramente, eu nunca usei para nada, serve 
para ajustar o texto de forma inclinada, criando 
um efeito visual de gosto duvidoso na planilha. Ao lado do 
botão, há uma 
setinha que, 
quando clicada, 
abre um menu de opções variadas de inclinação e orientação 
do texto da célula. Alguns destes efeitos podem ser vistos na 
figura. 
Assim como no grupo fonte, a setinha que se localiza na parte 
inferior do grupo Alinhamento abre a janela de Formatação de 
Células, diretamente na guia alinhamento. Essa janela de 
Formatação de Células já era muito comum, com todas essas 
opções, nas versões antigas do Excel. 
Grupo Número 
Esse grupo é bastante simples e trata da formatação de 
células que contêm números. As ferramentas que 
basicamente são encontradas aqui são: Formato do Número 
(uma caixa de listagem que normalmente mostra “Geral”), 
Formato de Número de Contabilização (antigo “estilo de 
moeda”), Estilo de Porcentagem, Separador de Milhares e os 
botões para Aumentar casas decimais e Diminuir casas 
decimais. 
Veja o que 
acontece 
quando se 
formata 
números 
com alguns 
deles: 
 
Há mais algumas coisas a citar: dentro do botão de formato 
de contabilização (eita nome grande! Eu preferia “estilo de 
moeda”), há opções de escolher Real, Dólar ou Euro! Dentro 
do Formato do número (onde há “Geral”), há uma série de 
opções, como formato de fração, data, hora (sim, Data e hora 
são números) entre outros. A setinha inferior do grupo acessa 
a janela de Formatação de Células na guia Número (muito 
comum nas versões anteriores do Excel – onde era acessada 
através de Formatar / Células). 
Grupo Estilo 
Composto de algumas ferramentas muito interessantes, esse 
grupo permite a formatação rápida da planilha (ou de parte 
dela) em apenas alguns cliques (ou seja, sem muita 
dificuldade). Formatação Condicional: estabelece critérios de 
formatos que a célula vai apresentar de acordo com o 
conteúdo que ela possui. Como, por 
exemplo, as letras ficarem em azul, 
caso o valor da célula seja maior ou 
igual a 7 e vermelhas no caso de o 
valor da célula ser menor que 7 
(sete). Mas tem mais ainda: a 
formatação condicional tem, nessa 
nova versão do Excel, alguns 
recursos extras, como a classificação 
de uma faixa de valores e a definição 
de cores, estilos e ícones, 
associados a esses valores... Veja 
um exemplo ao lado. 
Dá para classificar uma lista de valores como Otimo, Bom, 
Regular, Ruim ou Péssimo rapidamente, representando-o por 
cores e/ou ícones que demonstrem sua relação com os 
demais. O Excel classificará a faixa de valores pelos seus 
pontos SUPERIOR, INFERIOR e MÉDIO automaticamente 
(no exemplo, “10” é o mais verde, e “2” é o mais vermelho!) 
Formatar Como Tabela: automaticamente aplica efeitos de 
tabela num intervalo de células selecionado. A partir de agora 
o Excel inteiro tratará aquela área como uma entidade única 
(chamada 
“tabela X”, 
onde “X” é um 
número 
automático 
dado pelo 
Excel). Além de 
haver certa 
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estética na tabela (permitindo que se a formate de maneira 
rápida e fácil), a realização de cálculos na tabela é muito mais 
simples e a referência às colunas da mesma também. Note 
uma tabela formatada na figura abaixo. Note que os 
cabeçalhos da tabela já se apresentam com as setinhas de 
autofiltro (para permitir apre-sentar facilmen-te apenas alguns 
dados de acordo com o critério especificado). Além disso, é 
possível solicitar a soma de uma coluna inteira de um trecho 
formatado como tabela usando a seguinte técnica... Em 
primeiro lugar, imagine que se quer calcular a média 
aritmética das médias da turma... Ou seja, calcular qual é a 
média das médias. Ora, as médias encontram-se na coluna 
intitulada “Média”, não é? Mas teríamos, nas versões 
anteriores do Excel de saber quais são aquelas células que 
começam no 5,7 do aluno Fulano e terminam no 1,0 do 
Robano (vamos supor que sejam as células F4 até F9)... O 
Excel calcularia a média usando: =MÉDIA(F4:F9) Mas, como 
uma “colher de chá” (recurso para facilitar nossa vida), o Excel 
novo requer que saibamos apenas o nome da tabela e o 
nome (título) mostrado na coluna, permitindo fazer isso: 
=MÉDIA(Tabela1[Média]) Tudo bem, tudo bem... a gente teve 
de escrever (digitar) mais coisa, mas que fica mais fácil se 
lembrar de para onde apontar, fica sim! Tem que admitir! 
Então é só usar Nome_da_tabela[Nome_da_Coluna] para 
apontar para a coluna inteira de uma tabela formatada no 
Excel. 
Estilos de Células: esse comando é muito simples e apenas 
permite o uso de estilos de formatação pré-configurados no 
Excel. Há várias opções, desde células azuis com letras 
brancas até células com formatos de números específicos e 
cores berrantes... Ao clicar neste botão, o usuário abrirá uma 
lista de opções variada desses estilos! 
Grupo Células 
Permite alterar a disposição das células na 
planilha, com a inclusão de linhas, colunas e 
células individuais! Lembre�se de decorar 
também os formatos dos botões (os 
desenhos nos ícones) porque é possível 
que as fotos da prova não contemplem os 
nomes das ferramentas! Além de incluir, 
excluir e formatar células (alterando-lhes as características), é 
possível realizar esses procedimentos com as planilhas em si! 
Ou seja, é por meio deste grupo que se inserem e excluem 
planilhas, além de mudar seus nomes e outras características. 
O comando Inserir permite inserir linhas, colunas, células 
individuais e até mesmo planilhas.O comando Excluir permite 
apagar linhas, colunas, células individuais e planilhas, 
também. O comando Formatar é o mais abrangente: permite 
configurar altura da linha, largura da coluna, utilizar o 
AutoAjuste de linha e coluna (que adéquam seus tamanhos 
ao conteúdo que apresentam), ocultar e reexibir colunas, 
linhas e células entre outros. 
Grupo Edição 
Contém uma gama grande de 
comandos para os mais variados fins 
de edição (modificação) da planilha. 
São comandos tão variados que não 
dá para estabelecer um padrão entre 
eles... É decorar que estão aqui mesmo! 
Soma: o primeiro botão, com símbolo de somatório, que era 
chamado, nas outras versões do Excel, de Autosoma, agora 
se chama simplesmente Soma. Ele é usado da mesma 
maneira que nas versões anteriores, ou seja, basta clicar nele 
enquanto uma célula estiver selecionada para ele criar uma 
função soma automática naquela célula apontando para todas 
as células acima dela que contém números em seqüência 
ininterrupta. 
O botão soma também permite o acesso a 
outras funções (na verdade, a todas as 
funções do Excel), como Média, Máximo e 
Mínimo. Basta, para acessá-las, clicar na 
setinha à direita do próprio botão! 
Preencher: esse botão atua de forma semelhante à alça de 
preenchimento (aquele pequeno quadradinho que se localiza 
no canto inferior direito da célula selecionada), ou seja, 
permite que o usuário preencha facilmente as células 
adjacentes à que estiver selecionada com valores 
relacionados ao valor da célula original. Como construir uma 
seqüência de números com razão aritmética constante (uma 
progressão aritmética) apenas tendo 
construído os dois primeiros valores dela. A 
setinha ao lado do botão permite escolher se o 
ato de preenchimento será feito somente com 
os valores, somente com a formatação ou com ambos (as 
células derivadas copiarão o formato e/ou o valor da célula 
original). 
Limpar: esse botão é muito simples e apenas permite que se 
exclua, de uma célula, seu conteúdo, ou sua formatação (ou 
ambos, se o usuário assim preferir). Apenas lembre-se de que 
esse botão não exclui a célula em si (retirando�a da estrutura 
da planilha) e sim o conteúdo da célula (o que tem dentro 
dela). 
 Classificar e Filtrar: esse comando oferece 
ao usuário recursos para classificar (organizar 
em ordem) e filtrar (exibir apenas os dados 
que se deseja, de acordo com um critério) os 
dados de uma planilha. Esse comando abre uma série de 
opções quando o clicamos. Exibir os dados de uma coluna em 
ordem alfabética é, por exemplo, algo que fazemos por meio 
deste comando. 
Localizar e Selecionar: permite encontrar e 
trocar automaticamente trechos de texto (e 
número) na planilha do Excel. Ao clicar na 
ferramenta, surgem várias opções na forma 
de um menu. Essas opções incluem a 
localização de fórmulas, funções, células que 
contêm formatação condicional, células com validação etc. 
Dentro desta ferramenta também é possível trabalhar com o 
comando selecionar, que tem a mesma função que apresenta 
no Word: permitir que o usuário selecione objetos que não 
fazem parte das células, como figuras, autoformas, smartart e 
afins. 
Guia Inserir 
 Todos os comandos e grupos desta guia dizem respeito ao 
ato de inserir algum conteúdo na planilha do Excel! Suas 
ferramentas são muito semelhantes, em alguns casos, às do 
Word. 
 
Grupo Tabela 
Permite inserir tabelas normais e tabelas dinâmicas (uma 
incrível ferramenta para consolidação e organização de 
dados); 
Tabela Dinâmica: é um recurso que reúne 
(e resume), em uma única tabela (mais fácil 
de ler e analisar), uma quantidade absurda 
de dados que possam estar arrumados de 
forma displicente, despretensiosa na 
planilha. As tabelas dinâmicas são muito boas para analisar 
dados resumidamente. Esta ferramenta também permite criar 
gráficos dinâmicos, que são “a forma visual” de uma tabela 
dinâmica. 
Tabela: define uma área da planilha como uma tabela (uma 
entidade única) para fácil seleção e referencia posterior (é 
basicamente o mesmo que a formatação de tabela vista 
anteriormente). 
Grupo Ilustrações 
 Apresenta os mesmos recursos vistos no 
Word, com exceção do Gráfico (que, no 
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Excel, ganhou um grupo separado). Neste grupo podemos 
inserir Imagens, Formas, SmartArts e Cliparts. Como isso tudo 
já foi visto anteriormente no Word, não há necessidade de 
abordar esse conteúdo novamente. 
Grupo Gráfico 
 Esse sim merece respeito! Para o Excel, os Gráficos são 
coisas mais sérias, fazem parte do programa! É 
incontestavelmente parte do di a 
dia de qualquer um que trabalhe 
com planilhas eletrônicas. Neste 
grupo, há comandos para inserir 
diversos tipos de gráficos, como 
pizzas, linhas, colunas etc. Não é necessário dizer qual 
ferramenta desenha qual tipo de gráfico, não é mesmo? Entre 
os “Outros Gráficos”, encontram-se: radar, bolhas, rosca, 
superfície e ações. Um clique na setinha na parte de baixo 
deste grupo abrirá a janela que antigamente era acessada por 
meiode Inserir / Gráfico. 
Grupo Hiperlink 
Esse “exercito de um homem só” contém apenas um 
único comando que serve, justamente, para inserir 
um hiperlink na célula selecionada. Isso faz o objeto 
selecionado se transformar num atalho para 
qualquer objeto acessível no computador ou em 
qualquer local da Internet. Do mesmo jeito como no Word, sua 
tecla de atalho é CTRL+K. 
Grupo Texto 
Esse grupo de ferramentas 
permite a inserção de 
vários recursos de texto na 
planilha. Alguns desses 
recursos já foram vistos no 
Word, portanto não precisarão ser aprendidos também aqui no 
Excel. Lembrem�se sempre, porém, de memorizar os 
DESENHOS dos botões, e não somente os seus nomes! Pode 
ser que uma questão sacana qualquer peça que você 
reconheça o botão pelo desenho, e não pelo nome que o 
acompanha! Para esse grupo, gostaria de fazer uma ressalva 
apenas para a opção Cabeçalho e Rodapé, que, no Word, 
está separada em dois botões diferentes: no Excel, quando se 
solicita a inserção de cabeçalho e rodapé, a planilha em 
questão passa a ser visualizada de um jeito diferente: como 
se fosse uma página, com direito a ver as duas áreas 
recém�inseridas (é o modo Layout da Página do Excel). 
 
Note que há três partes no cabeçalho da planilha! Três partes 
independentes, pois o que você escreve em qualquer uma 
delas não influencia, em absoluto, qualquer outra. 
Guia Layout da Página 
 Essa guia contém especificações de como a planilha será 
impressa e algumas outras opções de formatação de objetos 
e planilhas. 
 
Grupo Temas 
Idêntico ao Word, esse grupo trata da 
manipulação de temas (conjuntos de 
formatações diversas). Com apenas alguns 
cliques, é possível organizar o uso de estilos, 
cores e fontes pré-definidos para serem 
usados ao longo da edição da planilha em questão. Como é 
igualzinho ao grupo homônimo do Word, não é necessário 
aprofundar o nome e a função de cada botão deste grupo... 
Mas lembre-se de decorá-los, OK? 
Grupo 
Configurar 
Página 
Este grupo 
contém uma 
série de 
ferramentas 
que dizem respeito à impressão da planilha. 
Margens: define as margens da página que será impressa. 
Orientação: define se a impressão se dará em Retrato ou 
Paisagem; 
Tamanho: determina o tamanho da página que será usada 
(se A4, Carta, Ofício etc.); 
Área de Impressão: marca uma área específica da planilha 
para ser impressa (o usuário tem que selecionar as células 
antes de acionar o comando em si); 
Quebras: determina onde ocorrerão as quebras de páginas 
(indicações de que uma página terminou e de que começará 
outra). Esse comando é particularmente importante porque, na 
área de trabalho normal do Excel, não há definições de 
páginas, e sim, uma coletânea grande de linhas e colunas... e 
muitas vezes o local onde o Excel divide as páginas é 
incômodo e indesejado, obrigando o usuário a forçar a quebra 
inserindo esses caracteres especiais em posições 
estratégicas. 
Plano de Fundo: permite colocar uma imagem fotográfica 
(como um arquivo JPG) como plano de fundo da planilha... 
Fica uma “coisa linda”. 
Imprimir Títulos: configura quais linhas e/ou colunas da 
planilha se repetirão em todas as páginas (caso a planilha em 
questão seja grande demais para ser impressa em uma 
página única). Esse recurso é útil para que, ao ler uma 
página que não seja a primeira, se possa reconhecer a que 
colunas e/ou linhas aqueles dados pertencem. Por exemplo, a 
linha 1 de uma planilha poderá se repetir em todas as páginas 
(se o usuário configurar assim) para que, mesmo lá na página 
40, seja possível visualizar o conteúdo da linha 1 (onde, 
suponhamos, tenha ficado o título da tabela ou os títulos das 
colunas). Um clique na setinha que fica na extremidade 
inferior direita deste grupo abrirá a janela de Configurar 
Página, diretamente na primeira guia: a guia Página. 
Grupo Dimensionar para Ajustar 
 Este grupo contém ferramentas para 
auxiliar no ajuste de uma planilha, de 
modo que ela caiba exatamente no 
número de páginas que o usuário 
deseja (inclusive se ele quiser que ela 
caiba em uma página só!). Esse 
grupo permite que se defina o número de páginas desejado 
(largura x altura) e/ou o percentual de redução da planilha 
(80% do tamanho natural, por exemplo). 
Um clique na setinha deste grupo também aciona a janela de 
Configurar Página, diretamente na guia Página. 
Grupo Opções de Planilha 
 Esse grupo interessante permite que se exibam e/ou 
imprimam dois componentes comuns à estrutura da planilha 
do Excel: as linhas de grade e os títulos da planilha 
(antigamente chamados 
de cabeçalhos de linha e 
coluna). 
Linhas de Grade: são 
aquelas linhas cinza-claro 
que delimitam as células. 
As linhas de grade, por 
padrão, podem ser vistas 
(exibidas na tela), mas 
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não impressas (você pode mudar isso habilitando a marcação 
“Imprimir” para esses objetos). 
Títulos: são os indicadores de colunas (A, B, C, D...) e linhas 
(1, 2, 3, 4...). Assim como as linhas de grade, eles podem ser 
normalmente vistos, mas não impressos (novamente, você 
pode mudar isso!). Um clique na setinha que se apresenta na 
parte de baixo deste grupo acionará a janela de Configurar 
Página, na guia Planilha. 
Grupo Organizar 
Realiza várias operações com os objetos que não 
fazem parte da planilha diretamente, como figuras, 
imagens, formas, smartart e gráficos. Dentre as 
operações possíveis estão: agrupar, desagrupar, 
girar, enviar pra frente ou para trás uns dos outros. 
Como é um grupo semelhante ao visto no Word, não 
é necessário mostrar muita coisa, a não ser, um lembrete que 
é bem adequado. Nem todos os grupos podem aparecer, no 
seu Word ou mesmo na prova do Cespe, do jeito como estão 
aqui nesta apostila. A prova disso é o próprio grupo Organizar, 
que, em sua versão mais “completa”, seria assim: 
Essa diferença acontece porque quando a largura da janela 
do Excel não permite a apresentação do grupo inteiro, ele se 
“contrai” para apresentar-se em sua forma reduzida. Ou seja, 
essa “redução” acontece com todos os grupos de todas as 
guias da faixa de opções (isso acontece, também, com os 
outros programas do Office 2007). Aproveitando que ela é a 
próxima, veja a guia Fórmulas em uma apresentação um tanto 
reduzida, para, depois, vê-la mais completa... 
Guia Fórmulas 
Como o nome já diz, esta é a guia responsável por tudo aquilo 
que se refere a fórmulas no Excel. 
Grupo Biblioteca de Funções 
 Através deste grupo é possível inserir funções na planilha. 
Essas funções são divididas por categorias e basta que se 
saiba em que categoria repousa uma função para usá-la por 
meio da ferramenta específica. 
 
Note que neste grupo, 
o comando volta a se 
chamar Autosoma... 
Dá pra entender? 
Grupo Nomes Definidos 
Esse grupo atua na definição, manutenção e utilização de 
nomes (apelidos) para as células e intervalos de células na 
planilha. Nomes são localizadores únicos (só pode haver um 
nome por pasta de trabalho), ou seja, em cada arquivo do 
Excel só se pode colocar um nome específico em uma célula 
ou intervalo. É através deste recurso que se pode chamar as 
células A10:G10 de “Total” ou “somatório”, se o usuário assim 
desejar. 
Rml: Reúne vários comandos para facilitar a análise e 
correção de 
fórmulas já 
escritas na 
planilha. 
Entre os 
seus 
recursos, 
encontram-se a exibição de setas precedentes e 
dependentes, a avaliação das fórmulas e a verificação de 
erros nas fórmulas da planilha. 
Rastrear Precedentes: ao selecionar uma célula que contém 
uma fórmula e clicar neste botão, serão mostradas setas azuis 
que indicam de quais células a fórmula selecionada é 
dependente. Ou seja, as setas mostram as células cujos 
valores (se alterados) influenciam a fórmula atual. 
Rastrear Dependentes:ao selecionar uma célula qualquer e 
clicar neste botão, serão mostradas setas azuis que apontam 
para todas as células que contêm fórmulas dependentes 
desta célula em questão. Ou seja, as setas apontam para as 
fórmulas que são influenciadas pela célula atualmente 
selecionada. 
Remover Setas: “acaba com a festa das setas”... Caso as 
setas já estejam enchendo o saco na tela e você queira se 
livrar delas, é só acionar esta ferramenta. Aliás, ela dá opção 
de escolher quais setas serão retiradas, se só as 
dependentes, só as precedentes ou ambas... 
Mostrar Fórmulas: faz com que as fórmulas apareçam na 
planilha, ao invés de seus resultados (que é o que 
normalmente acontece); Em suma, todas as células da 
planilha que contêm fórmulas vão deixar de apresentar os 
resultados delas (como de costume) para apresentar as 
próprias fórmulas. 
Verificação de Erros: analisa a planilha toda à procura de 
erros nas fórmulas (erros como referências circulares). 
Avaliar Fórmula: analisa minuciosamente (item por item) uma 
fórmula contida em uma célula. 
Janela de Inspeção: abre uma janela para monitorar os 
valores de determinadas células à medida que a planilha vai 
sendo modificada. Por mais que se mova a 
planilha, a janela de inspeção sempre se 
mostrará à frente da planilha, visualizando 
aquelas células que o usuário quer sempre 
monitorar. 
Grupo Cálculo 
Este grupo simples determina como o Excel 
vai lidar com cálculos (se automaticamente, como é padrão do 
programa, ou se manualmente). Em suma, é possível 
determinar que o Excel não irá realizar os cálculos 
automaticamente (sempre que se muda um valor numa célula, 
as células que contêm fórmulas que dependem destas vão 
mudar seu resultado) ou se manualmente (as fórmulas só 
mudarão seus resultados se o usuário acionar um comando 
para o cálculo). 
Guia Dados 
Esta guia oferece recursos para o usuário manipular dados 
nas planilhas, como obtê-los de fonte externa, organizá-los na 
planilha e realizar procedimentos de busca e substituição 
neles. 
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Grupo Obter Dados Externos 
 Este pequeno conjunto 
de ferramentas permite 
que o usuário insira 
dados externos (vindos 
de outros arquivos – 
inclusive de outros 
formatos) na planilha em questão. Com os comandos 
pertencentes a esse grupo, dá para inserir dados vindos do 
Access, de Arquivos de Texto, de páginas da Web, entre 
outros. 
Grupo Conexões 
 Este grupo traz vários recursos 
ligados à configuração das 
conexões com bases de dados 
(ligações de bancos de dados 
pré-definidas). Com esse 
recurso, é mais fácil acessar 
dados em várias fontes externas 
e manter tais conexões abertas e atualizadas, mesmo que se 
mudem os conteúdos das fontes (como arquivos de bancos de 
dados do Access ou de outro banco qualquer). 
Grupo Classificar e 
Filtrar 
 Aqui sim... Este é o 
verdadeiro e completo 
grupo para classificar 
dados (organizá�los em 
ordem crescente ou 
decrescente) e filtrá-los (exibir apenas os dados que 
satisfaçam a um determinado critério especificado pelo 
usuário). É muito semelhante ao comando básico que se viu 
no grupo Edição da guia Início. 
Grupo 
Ferramentas 
de Dados 
“Vixe Maria...” 
– aqui tem 
muita coisa! É 
um grupo 
recheado de opções que devemos estudar bem... Vamos 
detalhadamente a cada uma delas... A maioria destes 
comandos já estava presente em versões anteriores do 
Microsoft Excel (alguns no menu Dados, outros no menu 
Ferramentas)... 
Texto para Colunas: segmenta o texto de uma única célula 
em várias células. Ou seja, analisa o texto presente em uma 
única célula e, de acordo com a presença de algum caractere 
separador (ponto�evírgula, espaço, vírgula etc.), separa 
aquele texto, dispondo-o em várias células (lateralmente 
dispostas) da planilha. 
Remover Duplicatas: analisa uma seqüência de células e 
remove, caso encontre, valores duplicados (deixa na 
seqüência final apenas uma ocorrência de cada dado). 
Validação de Dados: estabelece valores aceitáveis para as 
células. Quando o usuário usa esse comando, ele determina 
quais são os valores de dados que aquelas células aceitam (e 
quais não aceitam), determinando, inclusive, quais 
mensagens serão enviadas ao usuário caso ele tente 
desrespeitar os limites da célula. 
Consolidar: Combina valores que existem em vários 
intervalos de células formando um novo intervalo de células 
com a consolidação (soma, média, valor máximo ou mínimo) 
daqueles valores. Ou seja, se houver várias colunas de 
valores de, por exemplo, várias filiais de uma empresa, é 
possível consolidar os dados destas colunas em uma única 
coluna, mostrando, por exemplo, a soma das colunas 
originais. 
Testes de Hipóteses: conta com algumas ferramentas para 
testar e descobrir valores específicos numa planilha de acordo 
com um valor que se deseja atingir. 
Gerenciador de Cenários: permite que o usuário guarde 
valores específicos em células específicas (por exemplo, 
guardar o valor 230 na célula B8) e somente usar este “trunfo” 
quando for necessário avaliar como a planilha ficaria neste 
caso. O gerenciador de cenários consegue guardar vários 
valores em várias células predefinidas e, quando o usuário 
quiser “analisar” a hipótese de haver 230 em B8, por exemplo, 
é só solicitar a visualização daquele cenário. 
Atingir Meta: permite que o usuário defina que valor deseja 
para uma célula (que contém necessariamente uma fórmula) 
de modo que isso faça o Excel procurar qual o valor correto 
deverá existir em uma célula da qual a fórmula em questão 
depende. 
Grupo Estrutura de 
Tópicos 
Esse conjunto de comandos 
possui opções suficientes 
para agrupar linhas e/ou 
colunas do Excel como 
tópicos, de modo que 
possam ser facilmente recolhidas ou expandidas (como os 
subníveis de pastas do Windows Explorer). Além disso, é 
possível facilmente adicionar subtotais a esses tópicos, 
facilitando a análise e consolidação dos dados exibidos em 
níveis específicos. 
Guia Revisão 
Muito semelhante à guia homônima do Word, esta guia 
contém grupos de comandos relacionados com as últimas 
etapas de edição da planilha, como a correção ortográfica e 
os comentários. Muitos dos comandos já foram vistos no 
Word, portanto, não precisam ser detalhadamente vistos no 
Excel. 
 
Grupo Revisão de Texto 
Conta com comandos de 
revisão de texto (não 
diga!), como verificação 
ortográfica (no Excel, ela 
não é gramatical), 
dicionário de sinônimos 
(que permite encontrar 
sinônimos para as palavras que escrevemos na planilha) e 
tradução (pesquisa na Web pela tradução de palavras e 
pequenos trechos de texto). 
Grupo Comentários 
Insere, exclui e modifica comentários nas planilhas do Excel. 
Assim como no Word, comentários são lembretes dos autores 
da planilha uns para os outros (ou para si mesmos) que 
aparecem quando o mouse pousa sobre a célula que contém 
o comentário. 
Grupo Alterações 
 Este sim 
possui 
uma 
gama 
enorme 
de 
comandos que vamos analisar bem! Vamos aos comandos 
do grupo Alterações: 
Proteger Planilha: impede a alteração nos valores das 
células da planilha em questão (pode ser configurada para 
utilizar uma senha – e somente através do uso desta senha se 
poderá desproteger tal planilha); 
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Proteger Pasta de Trabalho: protege a pasta de trabalho 
inteira (o arquivo do Excel todo, com todas as suas planilhas), 
impedindo a modificação da estrutura da pasta de trabalho 
(como a criação de novas planilhas e a exclusão de planilhasexistentes). 
Compartilhar Pasta de Trabalho: permite o acesso àquela 
pasta de trabalho para pessoas específicas (a serem 
determinadas na hora da execução do comando); 
Proteger e Compartilhar Pasta de Trabalho: define senha 
para impedir alteração por pessoas não autorizadas ao 
mesmo tempo que permite o acesso a determinados usuários 
escolhidos na hora da execução do comando. 
Permitir que os Usuários Editem Intervalos: exibe e altera 
uma lista de usuários que poderão editar a planilha em 
questão – este comando só funciona se o Excel estiver sendo 
usado em ambiente corporativo, numa rede comandada por 
um servidor com Windows Server (essa rede é chamada de 
“Domínio Windows”). 
Controlar Alterações: o mesmo comando que existe no 
Word que permite que qualquer alteração na planilha seja 
mostrada descaradamente para os demais usuários (como 
letras em vermelho e azul para inclusões e exclusões 
respectivamente). 
Guia Exibição 
Finalmente, a última! A guia exibição, assim como sua 
homônima no Word, trata dos comandos que alteram a forma 
de ver a planilha do Excel, como o Zoom, por exemplo. 
Grupo Modos de Exibição de Pasta de Trabalho 
Esse grupo conta com comandos que alteram a forma como a 
pasta de trabalho (e a planilha em si) são visualizadas na tela. 
Normal: apresenta a planilha n o modo de visualização 
padrão do Excel (ou seja, apenas as linhas, colunas, títulos, 
barra de fórmula e faixa de opções); 
Layout de Página: apresenta a planilha da forma como ela 
vai ser impressa (mostrando as margens da página, o 
cabeçalho e o rodapé, além de mostrar, também, a passagem 
de uma página para outra); 
Visualização da Quebra de Página: permite que sejam 
apresentadas na tela linhas tracejadas que indicam 
exatamente onde se dará a mudança de uma página para 
outra (no modo Normal, claro, visto que no modo Layout de 
Página já dá pra ver naturalmente isso); 
Modos de Exibição Personalizados: permite que o usuário 
determine a forma de exibir a planilha, configurando várias 
opções de visualização para uso posterior. 
Tela Inteira: oculta a faixa de opções e a barra de fórmulas da 
tela, mostrando apenas os títulos e as linhas e colunas da 
planilha. Para sair desse modo, pressiona�se a tecla ESC. 
Grupo Mostrar/Ocultar 
Permite que o usuário 
escolha quais 
componentes da tela do 
Excel serão mostrados e 
quais não serão. Nem é 
necessário explicar que 
ao clicar num controle para marcá-lo, significa que se está 
querendo exibir aquele componente específico e ao se 
desmarcar tal controle, se está definindo que se deseja não 
mostrá-lo na tela. 
Régua: uma régua vertical apresentada apenas no modo 
Layout de Página; 
Linhas de Grade: as linhas que separam as células 
(mostrando os limites das linhas e colunas); 
Barra de Mensagens: a barra que aparece de vez em 
quando abaixo da faixa de opções para dar certas mensagens 
ao usuário; 
Barra de Fórmulas: a barra grande e branca que aparece 
acima dos títulos das colunas para permitir que o usuário veja 
e digite as fórmulas e demais conteúdos das células. 
Títulos: os cabeçalhos das linhas (1, 2, 3, 4...) e das colunas 
(A, B, C, D...) que aparecem, respectivamente, à esquerda 
das linhas e acima das colunas da planilha para dar “nomes”a 
elas. 
Grupo Zoom 
 Este grupo apresenta diversos 
comandos relacionados com o 
Zoom (aproximação ou afastamento 
da planilha em relação ao usuário); 
Da mesma forma que no Word, este recurso de zoom poderá 
ser acessado por meio de uma barra deslizante no canto 
inferior direito da tela do Excel. Apenas um detalhe a respeito 
do comando Zoom na Seleção. Quando você o aciona, o 
Excel ajusta o zoom para visualizar de forma completa as 
células que estão selecionadas no momento da execução do 
comando. 
Grupo 
Janela 
 Este grupo 
traz diversos 
comandos 
relacionados à exibição dos recursos em janelas no programa. 
Muitos dos comandos aqui são idênticos aos do Word. 
Nova Janela: cria uma nova janela do programa Excel 
visualizando a mesma planilha! 
Organizar tudo: permite que se organizem (na tela) as 
janelas abertas do Excel. 
Congelar Painéis: trava quaisquer linhas acima e quaisquer 
colunas à esquerda da célula selecionada para que fiquem 
paradas enquanto o restante da tela pode rolar normalmente. 
Isso permite que, mesmo visualizando uma área muito lá 
embaixo na planilha, ainda seja possível visualizar o 
cabeçalho da planilha (as primeiras linhas dela). 
Dividir: divide a janela da planilha em alguns painéis 
totalmente independentes (todos podem sofrer a ação da 
rolagem independentemente); 
Ocultar: torna invisível uma janela em que se está 
trabalhando (caso a tela esteja cheia demais); 
Reexibir: esse comando está desabilitado na foto. Ele só será 
habilitado se alguma janela for ocultada. Seu trabalho é, 
adivinha só... Mostrar novamente a janela que foi ocultada... 
Há três botõezinhos desabilitados que aparecem em cima, 
uns dos outros... Eles são usado apenas quando há, pelo 
menos, duas janelas ativas da mesma pasta de trabalho (ou 
seja, quando o usuário aciona do comando Nova Janela), 
vamos vê-los em ordem: 
Exibir Lado a Lado: organiza as janelas abertas para ficarem 
sendo mostradas todas ao mesmo tempo (na melhor 
organização visual possível na tela); 
Rolagem Sincronizada: define que a barra de rolagem vai 
influenciar simultaneamente o movimento de todas as janelas 
abertas lado a lado (esse comando só estará habilitado se a 
opção lado a lado foi acionada). Ou seja, se este comando 
estiver ligado, haverá apenas uma barra de rolagem que 
controlará as duas janelas ao mesmo tempo. 
Redefinir Posição da Janela: é o último botão dos três 
verticalmente dispostos (abaixo de todos) e serve para 
desfazer todas as alterações feitas na posição das janelas 
que estão sendo exibidas. Novamente, esse botão só será 
habilitado em caso de haver mais de uma janela aberta no 
Excel. Os dois últimos botões grandes deste grupo são: 
Salvar Área de Trabalho: salva (na forma de um arquivo com 
extensão .XLW) a área de trabalho atual do Excel. Ou seja, 
salva a posição exata de todas as janelas atualmente abertas 
no Excel. Quando este arquivo for aberto de novo, todas as 
janelas abertas atualmente no Excel (incluindo as pastas de 
trabalho que estão sendo usadas) voltarão a ficar dispostas 
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do mesmo jeito que estavam quando a área de trabalho do 
Excel foi salva! 
Alternar Janelas: permite alternar (trocar) entre janelas 
abertas. É mais ou menos o que faz a combinação ALT+TAB, 
mas somente entre as janelas abertas do Excel. 
Grupo Macro 
 Este grupo, assim como no Word, trabalha com Macros, que 
são pequenos programas usados para automatizar tar efas no 
Office. No Excel, as macros são particularmente 
importantes, porque é possível automatizar cálculos 
e até mesmo criar uma série defunções específicas 
para certos usos que não acompanham o programa 
originalmente. 
Fazendo Cálculos no Excel 
Bem, uma das coisas que com certeza será palco 
de perguntas na sua prova é a forma de fazer cálculos no 
Microsoft Excel 2007... E, para a felicidade geral, ela continua 
a mesma das versões anteriores. Os cálculos no Excel são 
iniciados com o sinal de = (igual), ou + (mais), ou – (menos) 
ou @ (arroba). Esses sinais devem ser escritos antes de 
qualquer expressão que se deseja que o excel entenda como 
sendo um cálculo, como por exemplo: 25+56+A7*3 é apenas 
um texto para o Excel, mas... =25+56+A7*3 é considerado 
uma fórmula, e será respondida corretamente pelo Excel. 
Assim como esse detalhe que eu mostrei e fiz questão de 
mencionar, muitos outros “recursos” do Excel permanecem os 
mesmos das versões anteriores, tornando mais fácil a 
realização da prova por parte daquelesque já conhecem o 
Excel anterior. 
E Por Onde Mais Estudar? 
Caro aluno, esse material foi criado para comparar o Office 
2007, essa infeliz novidade exigida pelo Cespe para o 
concurso do TST com suas versões anteriores (o Office 2003, 
especialmente). Para que se entenda bem esse material, 
como já foi dito, é necessário que se leia (ou que já se 
conheça) previamente alguma versão anterior do programa. 
Meu livro (Informática para Concursos – 3ª Edicao – Ed. 
Campus/Elsevier) trata bem do Word e do Excel na versão 
2003, por isso é o material indicado para que se tenha a base 
nestes dois assuntos e, com isso, se possa aproveitar 
plenamente este material. 
Considerações Finais 
É isso... Espero que o material tenha sido de grande ajuda 
para você, caro concurseiro. Espero que a prova não traga 
muitas questões malucas, mas ao mesmo tempo espero que, 
se elas vierem, esse material seja de grande ajuda para você 
nessa luta (e nas demais que você vier a enfrentar em sua 
jornada rumo a um cargo público). 
 
REDES DE 
COMPUTADORES 
Uma rede de computadores 
consiste de 2 ou mais 
computadores e outros 
dispositivos conectados entre si 
de modo a poderem compartilhar seus serviços, que podem 
ser: dados, impressoras, mensagens (e-mails), etc. A Internet 
é um amplo sistema de comunicação que conecta muitas 
redes de computadores. 
CLASSIFICAÇÃO DAS REDES QUANTO À EXTENSÃO 
FÍSICA: 
PAN: Rede Particular, computador pessoal. 
LAN (REDE LOCAL): Uma rede que liga computadores 
próximos (normalmente em um mesmo prédio ou, no máximo, 
entre prédios próximos) e podem ser ligados por cabos 
apropriados (chamados cabos de rede). Ex: Redes de 
computadores das empresas em geral. 
MAN: Rede Ligando cidades. 
WAN (REDE EXTENSA): Redes que se estendem além das 
proximidades físicas dos computadores. Como, por exemplo, 
redes ligadas por conexão telefônica, por satélite, ondas de 
rádio, etc. (Ex: A Internet, as redes dos bancos, como a do 
Banco do Brasil). 
TOPOLOGIAS DAS REDES DE COMPUTADORES: Ao 
longo da historia das redes, varias topologias foram 
experimentadas, com maior ou menor sucesso. Os três tipos 
abaixo são esquemas básicos empregados na conexão dos 
computadores. Os outros são variantes deles: 
ANEL: Todos os computadores são conectados em um anel. 
É a topologia das redes Token Ring, popularizadas pela IBM 
nos anos 80. Hoje, esse modelo é mais utilizado em sistemas 
de automação industrial. Ela utiliza protocolo TOKEN RING 
que sinaliza qual estação deverá receber a informação. Não é 
uma rede viável devido a falta de privacidade, e também é 
uma rede muito lenta. Utilizava cabos coaxiais. Token ring é 
um protocolo de redes que opera na camada física (ligação de 
dados) e de enlace do modelo OSI dependendo de sua 
aplicação. Usa um símbolo (em inglês, token), que consiste 
numa trama de três bytes, que circula numa topologia em anel 
em que as estações devem aguardar a sua recepção para 
transmitir. A transmissão dá-se durante uma pequena janela 
de tempo, e apenas por quem 
detém o token. 
BARRAMENTO: Os computadores 
são conectados num sistema linear 
de cabeamento em seqüência. 
Esse arranjo era usado nas 
primeiras gerações de redes Ethernet. Está sendo lentamente 
abandonado. 
ESTRELA: Todas as conexões 
partem de um ponto central 
(concentrador), normalmente um hub 
ou switch. É o modelo mais utilizado 
atualmente. 
MISTA OU HIBRIDA: ocorre quando 
temos vários tipos 
de topologias 
formando uma única 
rede. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MEIOS DE TRANSMISSÃO DE REDE 
CABOS: Em matéria de cabos, os mais utilizados são os 
cabos de par trançado, os cabos coaxiais e cabos de fibra 
óptica. Cada categoria tem suas próprias vantagens e 
limitações, sendo mais adequado para um tipo específico 
de rede. Para concursos públicos devemos decorar os cabos, 
suas características, velocidades e distancias dependendo do 
concurso. 
OS CABOS COAXIAIS: O cabo 
coaxial foi um dos primeiros tipos de 
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cabos usados em rede. Ele possui um fio que transmite os 
dados, uma camada de resina, uma malha que funciona como 
blindagem contra interferências eletromagnético e envolto por 
uma camada de PVC. Velocidade: 10Mbps 
Padrão: 10base2 (185 Mts) e 10base5 ( 500mts) 
OS CABOS DE PAR TRANÇADO: O par trançado é o tipo de 
cabo mais usado atualmente. Existem basicamente dois tipos 
de cabo par trançado: sem blindagem, também chamado de 
UTP e com blindagem, também chamado STP. A diferença 
entre eles é justamente a 
existê
ncia 
de 
uma 
malha 
em 
volta 
do 
cabo protegendo-o contra interferências eletromagnéticas. O 
par trançado mais popular é o sem blindagem. Esse tipo de 
cabo utiliza um conector chamado RJ-45. a maioria das redes 
hoje em dia utiliza esse sistema de cabeamento. 
OS CABOS DE FIBRA ÓPTICA (FDDI): A grande vantagem 
da fibra ótica não é nem o fato de ser uma mídia rápida, mas 
sim o fato de ela ser totalmente imune a interferências 
eletromagnéticas. Na instalação de redes em ambientes com 
muita interferência (como em uma indústria, por exemplo), a 
melhor solução é a utilização de fibra ótica. A fibra ótica, sob 
o aspecto construtivo, é similar ao cabo coaxial sendo que o 
núcleo e a casca são feitos de sílica dopada (uma espécie de 
vidro) ou até mesmo plástico, da espessura de um fio de 
cabelo. No núcleo é injetado um sinal de luz proveniente de 
um LED ou laser, modulado pelo sinal transmitido, que 
percorre a fibra se refletindo na casca. 
ESTRUTURA DO CABO – Solicitado em concursos de nível 
superior. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REDES SEM FIO 
Uma rede sem fio se refere a uma rede de computadores sem 
a necessidade do uso de cabos – sejam eles telefônicos, 
coaxiais ou ópticos – por meio de equipamentos que usam 
radiofrequência (comunicação via ondas de rádio) ou 
comunicação via infravermelho, como em dispositivos 
compatíveis com IrDA. 
CLASSIFICAÇÃO DE REDES SEM FIO: Basta apenas 
colocar a letra W antes. Então ficaria assim: WPAN – WLAN – 
WMAN – WWAN. 
AD-HOC: Rede de 
computadores Ad-hoc é 
aquela na qual todos os 
terminais funcionam como 
roteadores, 
encaminhando de forma 
comunitária as 
comunicações advindas de 
seus terminais vizinhos. Um dos protocolos usados para redes 
Ad-hoc sem fio é o OLSR No modo Ad-Hoc o usuário se 
comunica diretamente com outro(s). Pensado para conexões 
pontuais, só recentemente este modelo passou a prover 
mecanismos robustos de segurança, por conta do fechamento 
de padrões mais modernos (802.11i). 
WI-FI: Wi-Fi é um conjunto de especificações para redes 
locais sem fio (WLAN - Wireless Local Area Network) baseada 
no padrão IEEE 802.11. O nome Wi-Fi é tido como uma 
abreviatura do termo inglês "Wireless Fidelity", essas redes 
não exigem o uso de cabos, já que efetuam a transmissão de 
dados através de radiofreqüência. 
 
DADOS DA REDE WI-FI: Velocidades: 11mb/s – 54mb/s – 
104mb/s – 300mb/s Padrões: 802.11a/b/g/n 
Hotspot: É toda rede WI-FI com acesso liberado ou seja sem 
senha, também chamada de rede pública sem fio, usada em 
bares, restaurantes, cafés e aeroportos. 
WI-MAX: As redes WiMAX funcionam de maneira semelhante 
à das redes Bluetooth. As transmissões de dados podem 
chegar aos 1Gbps a uma distância de até 50Km (radial),com 
estudos científicos para se chegar a 10Gbps. O 
funcionamento é parecido com o do Bluetooth e o Wi-Fi (no 
ponto de 
vista de ser 
transmissão 
e recepção 
de ondas de 
rádio), 
usado para 
comunicaçã
o entre 
pequenos 
dispositivos 
de uso 
pessoal, como PDAs, telefones celulares (telemóveis) de nova 
geração, computadores portáteis, mas também é utilizado 
para a comunicação de periféricos, como impressoras, 
scanners, etc. 
Velocidadesde 1gb a 10gb/s 
Distancia: Até 50km 
Atenção: decore os ISOS estabelecidos pois pede isso em 
concursos ok? 
 
DISPOSITIVOS DE REDE 
REPETIDORES: Em informática, repetidor é um 
equipamento utilizado para interligação de redes idênticas, 
pois eles 
amplificam e 
regeneram 
eletricamente 
os sinais 
transmitidos no 
meio físico. 
HUB ou 
Concentrador, é a parte central de conexão de uma rede. 
Muito usado no começo das redes decomputadores ele é o 
dispositivo ativo que concentra a ligação entre diversos 
computadores que estão em uma Rede de área local ou LAN. 
O HUB apenas concentra os cabos das estações é como se 
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fosse um barramento, pois retransmite os dados para todos 
os nós da rede. HUBS Funcionam em BROADCAST, ou seja, 
transmite a informação para todos na rede. 
HUBS não conseguem ler os quadros que passam na rede, 
portanto não conseguem encaminhar a informação apenas 
para a maquina que dever recebê-la. É uma tristeza mesmo 
futura foca. Existem vários tipos de HUBS, vejamos: 
PASSIVOS: O termo “Hub” é um 
termo muito genérico usado para 
definir qualquer tipo de 
dispositivo concentrador. 
Concentradores de cabos que 
não possuem qualquer tipo de 
alimentação elétrica são 
chamados hubs passivos 
funcionando como um espelho, 
refletindo os sinais recebidos para todas as estações a ele 
conectadas. Como ele apenas distribui o sinal, sem fazer 
qualquer tipo de amplificação, o comprimento total dos dois 
trechos de cabo entre um micro e outro, passando pelo hub, 
não pode exceder os 100 metros permitidos pelos cabos de 
par trançado. 
ATIVOS: São hubs que regeneram os sinais que recebem de 
suas portas antes de enviá-los para todas as portas. 
Funcionando como repetidores. Na maioria das vezes, quando 
falamos somente “hub” estamos nos referindo a esse tipo de 
hub. 
INTELIGENTES: São hubs que permitem qualquer tipo de 
monitoramento. Este tipo de monitoramento, que é feito via 
software capaz de detectar e se preciso desconectar da rede 
estações com problemas que prejudiquem o tráfego ou 
mesmo derrube a rede inteira; detectar pontos de 
congestionamento na rede, fazendo o possível para 
normalizar o tráfego; detectar e impedir tentativas de invasão 
ou acesso não autorizado à rede entre outras funções, que 
variam de acordo com a fabricante e o modelo do Hub. 
EMPILHÁVEIS: Esse tipo de hub permite a ampliação do seu 
número de portas. 
CASCATEAMENTO: Existe a 
possibilidade de conectar dois 
ou mais hubs entre si. Quase 
todos os hubs possuem uma 
porta chamada “Up Link” que se destina justamente a esta 
conexão. Basta ligar as portas Up Link de ambos os hubs, 
usando um cabo de rede normal para que os hubs passem a 
se enxergar. 
EMPILHAMENTO: Essa conexão 
especial faz com que os hubs sejam 
considerados pela rede um só hub e 
não hubs separados, eliminando 
problemas de lentidão na rede ao 
contrário dos HUBS CASCATEADOS. 
O empilhamento só funciona com hubs da mesma marca. A 
interligação através de porta especifica com o cabo de 
empilhamento (stack) tem velocidade de transmissão maior 
que a velocidade das portas. 
BRIDGES (Pontes): A ponte é um repetidor Inteligente. Ela 
tem a capacidade de 
ler e analisar os 
quadros de dados 
que estão circulando 
na rede. Com isso ela 
consegue ler os 
campos de 
endereçamentos 
MAC do quadro de dados. Fazendo com que a ponte não 
replique para outros segmentos dados que tenham como 
destino o mesmo segmento de origem. Outro papel que a 
ponte em principio poderia ter é o de interligar redes que 
possuem arquiteturas diferentes. 
TIPOS DE BRIDGES 
Tradutor: Permite interligar duas redes com arquiteturas 
diferentes 
Segmentador: Permite ligar a mesma rede impedindo 
BROADCAST na rede, ou seja transmissão de dados para 
todas as estações enviando somente para quem tem que 
receber pois consegue ler os endereços MACS . 
SWITCHES: O switch é um hub que, em 
vez de ser um repetidor é uma ponte. 
Com isso, em vez dele replicar os dados 
recebidos para todas as suas portas, ele 
envia os dados somente para o micro que 
requisitou os dados através da análise da 
Camada de link de dados onde possui o endereço MAC da 
placa de rede do micro, dando a idéia assim de que o switch é 
um hub Inteligente. Existem duas arquiteturas básicas de 
Switches de rede: "cut-through" e "store-and-forward": 
1) CUT-THROUGH: apenas examina o endereço de destino 
antes de reencaminhar o pacote. 
2) STORE-AND-FORWARD: aceita e analisa o pacote inteiro 
antes de o reencaminhar. Este método permite detectar 
alguns erros, evitando a sua propagação pela rede. Hoje em 
dia, existem diversos tipos de 
Switches híbridos que misturam 
ambas as arquiteturas. 
ROTEADORES: Roteadores são 
pontes que operam na camada de 
Rede do modelo OSI (camada três), 
essa camada é produzida não pelos componentes físicos da 
rede (Endereço MAC das placas de rede, que são valores 
físicos e fixos), mais sim pelo protocolo mais usado hoje em 
dia, o TCP/IP, o protocolo IP é o responsável por criar o 
conteúdo dessa camada. Isso Significa que os roteadores não 
analisam os quadros físicos que estão sendo transmitidos, 
mas sim os datagramas produzidos pelo protocolo que no 
caso é o TCP/IP, os roteadores são capazes de ler e analisar 
os datagramas IP contidos nos quadros transmitidos pela 
rede. O papel fundamental do roteador é poder escolher um 
caminho para o datagrama chegar até seu destino. Na figura 
seguinte é 
mostrado um 
exemplo de uso 
de roteadores. 
Como você pode 
perceber, há 
dois caminhos 
para o micro da 
“rede 1” mandar 
dados para o 
micro da “rede 
6”, através da 
“rede 2” ou através da “rede 4”. 
Os roteadores podem decidir qual caminho tomar através de 
dois critérios: o caminho mais curto (que seria através da 
“rede 4”) ou o caminho mais descongestionado (que não 
podemos determinar nesse exemplo; se o caminho do 
roteador da “rede 4” estiver congestionado, o caminho do 
roteador da “rede 2”, apesar de mais longo, pode acabar 
sendo mais rápido). Os roteadores podem decidir qual 
caminho tomar através de dois critérios: o caminho mais curto 
(que seria através da “rede 4”) ou o caminho mais 
descongestionado (que não podemos determinar nesse 
exemplo; se o caminho do roteador da “rede 4” estiver 
congestionado, o caminho do roteador da “rede 2”, apesar de 
mais longo, pode 
acabar sendo 
mais rápido). 
 
 
 
 
 
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CAMADA DO MODELO OSI 
Esta divisão abaixo de vez em quando é solicitada em 
concursos de nível superior, é uma divisão feita pelo ITU 
(International Telecommunications Union) para dividir a rede 
em 7 camadas afim de ajudar no entendimento dos protocolos 
e onde eles trabalham e quais as fases que um PACOTE 
passa até a informação chegar ao usuário. Sendo claro a 
camada FÍSICA o início da viagem do pacote até seu fim 
camada APLICAÇAO. Decore a camada e sua função. 
Isso ai 
galera, 
agora 
vamos 
abordar o 
assunto 
INTERNET. 
... E os 
protocolos 
vamos 
conhecer 
lá!. 
 
 
 
 
 
CONCEITOS DE 
INTERNET / 
INTRANET E 
EXTRANET/ 
PROTOCOLOS E 
SERVIÇOS. 
Projeto militar dos EUA, em 1969 o departamento de defesa 
norte americando (DoD), por meio da ARPA (Advanced 
Research Projects Agency), iniciou um desenvolvimento de 
uma rede de computadores para manter a comunicação, entre 
os principais centros militares de comando e controle, que 
pudessem sobreviver a um possível holocausto nuclear. 
INTERNET: Conjunto de redes de computadoresligadas por 
meio de roteadores e com comunicação baseada na pilha 
TCP/IP. Nasceu em 1970 como um “projeto de 
comunicações”do departamento de defesa dos EEUU. Conta 
com cerca de 1 bilhão de computadores atualmente. Possui 
Backbones - “espinhas dorsais, que são áreas de alta 
velocidade, interligando grandes empresas de 
telecomunicações – em várias partes do mundo; Aqui no 
Brasil, existem no mínimo dois deles: o Backbone comercial, 
mantido pela Embratel e o Backbone da RNP (Rede Nacional 
de Pesquisa e Ensino) uma rede acadêmica mantida pelo 
Governo Federal. Conforme figura abaixo: 
As linhas vermelhas e mais grossas são os backbones de alta 
capacidade e velocidade nos principais centros do país. 
CONECTAR-SE À INTERNET: Para se conectar à estrutura 
da Internet, é necessário conectar-se à estrutura de uma das 
redes que a formam. Normalmente, fazemos isso por meio da 
rede de uma empresa conhecida como PROVEDOR DE 
ACESSO ou simplesmente PROVEDOR. 
���� Lembre-se: Provedor é uma empresa. 
DIAL-UP ( Linha Telefônica); ADSL (Velox, Speedy etc.); 
CABO (TV a cabo) LAN (via rede local) 
DIAL-UP: Transmissão de dados através da linha telefônica 
convencional.Utiliza um modem convencional (modem V.90 – 
modem telefônico). Atinge, no máximo, 56 kbps. 
ADSL: Asymetric Digital Subscriber Line (Linha de 
Assinante Assimétrica Digital). Transmite sinais de natureza 
digital (oriundos de um computador) através da estrutura física 
de uma linha telefônica, mas sem ocupar a linha em si. 
Os sinais são transmitidos junto com os sinais da linha em si, 
mas sem afetá-los. Velocidade de 64Kbps a 10Mbps. As 
Velocidades normalmente comercializadas são: 256Kbps, 
512Kbps, 1024Kbps (1Mbps) e 2Mbps. É necessário ter um 
modem ADSL ligado ao computador. O modem ADSL é um 
equipamento normalmente externo, ligado ao micro pela porta 
USB ou pela placa de rede ethernet (RJ – 45). Velocidade 
máxima atual: 100mb/s 
INTERNET A CABO: Transmite sinais de natureza digital 
(oriundos de um computador) através da estrutura física da TV 
a cabo em paralelo com os sinais da TV em si, mas sem 
afetá-los. Velocidades podem chegar à 100Mbps. Usa-se um 
Cable Modem ligado externamente ao computador. 
INTERNET VIA LAN: É uma forma de ligar vários 
computadores, em uma LAN, a uma única conexão com a 
Internet, que poderá ser ADSL, Cabo ou mesmo Dial Up. Liga-
se a LAN a um roteador e este permanece ligado ao provedor 
de aceso, que fornecerá apenas um endereço IP para a rede 
toda (o roteador recebe esse IP). 
WI-FI (802.11) 
1) MODO INFRAESTRUTURA: as estações estão interligadas 
por meio de um concentrador (o ponto de acesso Access 
Point); 
2) MODO AD-HOC: as estações estão interligadas 
diretamente, sem a presença de um concentrador. 
PADRÕES WI-FI (802.11) 
802.11b: 11Mbps; 2,4 GHz; 802.11g: 54Mbps; 2,4 GHz; 
802.11a: 54Mbps; 5GHz; 
802.11n: 104Mbps a 300mb/s; 2,4GHAz e 5GHz. 
WEP (Wired Equivalent Privacy): Privacidade equivalente à 
de uma rede com fios. Protocolo de criptografia usado nas 
redes Wi-Fi. É mais simples e já é considerado facilmente 
quebrável. WEP usa chaves simétricas de 40 ou 104 bits 
(respectivamente 10 ou 26 dígitos hexadecimais). 
WPA (Wi-Fi Protected Access) Acesso Wi-Fi protegido. 
Protocolo de criptografia mais seguro que o WEP. Criado por 
causa das diversas falhas descobertas no WEP. Usado e 
recomendado para as redes atuais. Esse produto usa chaves 
de 256 bits. 
HOTSPOT: Ponto público para o acesso a redes WI-FI, 
normalmente é uma rede aberta (sem criptografia). Em regra é 
ligado à Internet. É comum encontrá-los em restaurantes, 
hotéis, aeroportos, centros de convenções, shopping, etc. 
WEB (WWW): Serviço que permite a apresentação de 
informações em documentos hipermídia chamados páginas. A 
Web é um grande sistema de informações interligadas por 
meio de hipertexto. A Web é formada por milhões de 
computadores e aplicações que fornecem as páginas (os 
servidores Web ou servidores de páginas); 
PÁGINA DA WEB: ou simplesmente página, é um arquivo 
(um documento) que contém informações apresentadas em 
um formato conhecido como Hipermídia. As páginas são 
criadas em uma linguagem chamada HTML e podem 
apresentar textos, figuras, sons e vídeos (ou seja, multimídia). 
Hipermídia é a junção dos termos Hipertexto e Multimídia. 
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Hipertexto descreve um ambiente de texto onde se podem 
criar “vínculos” automáticos entre documentos. Hipertexto é, 
em poucas palavras, “texto com links”. Os hyperlinks (ou links) 
são vínculos, ligações onde exatamente aparece a “mãozinha” 
do mouse. 
Site é página? 
SITE: Website ou Sítio da Web é apenas uma pasta. Um 
diretório localizado em algum computador servidor de páginas. 
Essa pasta contém os arquivos das páginas (textos, fotos, 
vídeos etc.), portanto, as páginas estão dentro dos sites. 
E Home-Page? 
HOME-PAGE é apenas a primeira página de um site. É a 
“página padrão” de um site, é a página que aparecerá caso 
seja digitado no endereço do site sem especificar outra 
página. Se você digitar http://www.qualquersite.com.br e uma 
página aparecer para você, essa é a Home-Page daquele site. 
SERVIDOR WEB: Servidor Web ou servidor de páginas é o 
programa, instalado no “computador servidor”, que fornecerá 
as páginas aos usuários que as solicitarem. 
IIS (INTERNET INFORMATION SERVER): da Microsoft: 
Funciona em computadores com Windows Server. 
APACHE: Servidor Gratuito, funciona em computadores com 
Linux. 
CLIENTE WEB: Cliente Web ou navegador (Browser) é o 
programa, instalado nos computadores dos usuários, que vai 
ler e interpretar as mensagens (páginas) enviadas pelos 
servidores. O Browser é quem lê e interpreta o código HTML 
(as páginas são feitas com essa linguagem). Internet 
Explores, Mozilla, Firefos, Opera e Netscape Navigator são 
alguns browser comuns. 
HTML: ou Hipertext Markup Language – Linguagem de 
Marcação de Hipertexto) é a linguagem usada para criar 
páginas da Web.Todo browser “entende” HTML. Há outras 
linguagens usadas em conjunt com o HTML, como o 
Javascript, Vbscript e Flash. Todas essas são linguagens 
client-side, pois são interpretadas pelo Browser. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PÁGINAS ESTÁTICAS X DINÂMICAS 
PÁGINA ESTÁTICA: quando é criada unicamente por 
linguagens client-side, pois será totalmente interpretada pelo 
navegador (browser). Uma página estática já está 
previamente construída e armazenada no servidor, que só tem 
o trabalho de enviá-la ao cliente quando ela é solicitada. 
PÁGINA DINÂMICA: quando é criada com algum traço de 
linguagem de servidor (linguagem server-side). Uma página 
dinâmica não está pronta para ser entregue ao cliente, em vez 
disso, tem que ser “processada”pelo servidor para que seu 
código server-side seja interpretado depois traduzido em 
HTML puro que será enviado ao browser. 
URL: Um usuário para acessar informações na web especifica 
o Uniform Resource Locator (URL) no navegador. Um URL é 
um identificador único que define o caminho para um arquivo 
em um computador conectado à internet. Exemplo de URL: 
http://www.terra.com.br 
COOKIES: Algumas páginas dinâmicas criam pequenos 
arquivos de texto em nossos micros (clientes), para nos 
identificar em nossos próximos acessos àquela mesma 
página. Esses 
arquivos guardam 
informações que 
permitem à página 
nos reconhecer e 
apresentar 
conteúdo 
específico para a 
nossa preferência. 
Cookies não são 
vírus, nem podem 
trazer vírus, são arquivos de texto. 
SERVIDOR PROXY: Proxy é uma aplicação (programa) que 
faz o processo de intermediar as comunicações entre as 
estações de uma rede LAN e a Internet. Em vez de fazer 
requisições diretamente à Internet, os micros da rede fazem-
nas ao Proxy, que se encarrega de repassá-laao servidor na 
Internet. Como todos os micros “falam” com a Internet pelo 
Proxy, ele assume a posição de Gateway da rede. 
CACHE DA INTERNET: Armazenamento, em disco, das 
páginas e arquivos que foram acessados mais recentemente 
pela rede. O Proxy guarda, em seu disco, as páginas 
acessadas que passaram por ele. Cada micro tem sua própria 
Cache da Internet: a pasta “Temporary internet Files” - 
Arquivos temporários da internet). 
MAIS SOBRE SERVIDOR PROXY:Usando o Proxy, é 
possível: diminuir o uso desnecessário da conexão com o 
provedor, porque uma mesma página não precisará ser 
trazida da internet se já havia sido trazida antes; Auditar e 
monitorar o que os funcionários andam acessando na Internet; 
Proibir o acesso a certos sites. 
INTRANET: Uma intranet é uma “rede corporativa”que utiliza 
as mesmas tecnologias, protocolos e aplicativos usados na 
internet. É uma aplicação, baseada na idéia da Web, para 
acesso corporativo.Tudo isso para dizer: “é um site restrito 
aos funcionários de uma instituição”. Sim, é um site com 
páginas em HTML. Intranet é um “quadro de avisos”apenas. 
Duas características determinam uma intranet, uma delas é 
técnica a outra é organizacional. Tem que aparecer com a 
Web, ou seja, tem que usar HTML, servidores de páginas, 
browsers (ou seja, tem que ser um site). Tem que ser restrito 
aos funcionários. 
EXTRANET: Ligação entre as Intranets de duas (ou mais) 
empresas parceiras. Na verdade é um site também, ou seja, 
um conjunto de páginas HTML que precisam estar 
hospedadas em sites num servidor Web e, claro, ser 
acessadas via Browser. É restrita aos funcionários de 
empresas parceiras (fornecedores, distribuidores, franquias 
etc.) 
VPN – VIRTUAL PRIVATE NETWORK (Rede privada 
virtual): Consiste em transmitir dados privados por meio da 
estrutura física de uma rede pública, como a internet. A base 
de um VPN é o uso de protocolos especiais, chamados 
protocolos de tunelamento (formam um “túnel”) como o PPTP. 
As VPN também usam criptografia para estabelecer conexões 
privadas (o tunelamento se baseia nisso). Normalmente 
usadas para interligar as redes de filiais de uma empresa pela 
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Internet, de modo que os dados trocados entre elas não sejam 
entendidos pela Internet em si. 
VOIP – VOZ SOBRE IP: Conceito relacionado com a 
utilização da internet (que se comunica por meio de pacotes 
IP) para o transporte de sinais de Voz (como a telefonia). 
Exemplos de VOIP são os programas que permitem 
conversas por voz, como o Skype. Já vários “telefones” no 
mercado que não usam “linhas”, mas se comunicam com a 
Internet para usar VOIP como meio de comunicação. 
PROTOCOLOS: Protocolos são conjuntos de regras de 
comunicação que devem ser compartilhadas por todos os 
componentes que desejam se comunicar. Dois ou mais 
computadores em rede precisam “falar” os mesmos 
protocolos. 
MODELOS DE CAMADAS: Definições normatizadas para as 
redes de computadores. Esquema usado para explicar as 
redes, visando à intercomunicação entre elas. 
MODELO TCP/IP: Criado antes do modelo OSI, descreve 
como funciona a 
Internet. Possui 5 
camadas. Não usa as 
camadas de 
apresentação nem de 
sessão (as funções de 
ambas foram assumidas 
pela camada de 
aplicação). Alguns descrevem como tendo 4 camadas (unem 
física e enlace numa só.) 
Já falamos disso na apostila de redes mais vamos falar de 
novo até você decorar rs. 
 
CAMADA FÍSICA: Descreve os dispositivos responsáveis por 
realizar a conexão física entre as estações. Essa camada é 
responsável pela transmissão das informações em sua forma 
bruta: sinais elétricos ou luminosos (ou seja, essa camada 
transmite os sinais ou bits entre as estações). Os cabos e 
conectores de rede, os hubs e os repetidores pertencem a ela. 
CAMADA DE ENLACE: Nesta camada estão os 
componentes (físicos e lógicos) que têm a função de permitir 
que os computadores entendam as comunicações entre eles 
numa única rede. Nessa camada, estão as placas de rede, 
pontes, swtches, os protocolos CSMA/CD, Token Ring, 
CSMA/CA. O enderço MAC é interpretado por equipamentos 
nessa camada. 
CAMADA DE REDE: Essa camada é responsável pela 
ligação entre os computadores em uma estrutura complexa, 
formada por várias redes. Nessa camada está o Roteador e 
alguns protocolos importantes como o IP. Aqui, lê-se o 
endereço IP (endereço lógico). Nessa camada, as 
informações transportadas são chamadas pacotes ou 
datagramas. 
CAMADA DE TRANSPORTE: Essa camada é responsável 
pelo controle da saída (origem) e chegada (destino) das 
informações. Dizemos que se preocupa, apenas, com a 
comunicação fim-a-fim. Não há equipamentos nessa camada, 
apenas alguns protocolos, como o TCP (na Internet). Nessa 
camada, damos o nome de segmentos aos “pedaços”da 
informação. 
CAMADA DE APLICAÇÃO (O Que você vê!): Responsável 
por “se comunicar” com o usuário e receber, dele, as 
mensagens a serem transmitidas pela estrutura da rede. Aqui 
são descritos protocolos como o HTTP, POP, SMTP e outros. 
O Gateway também é descrito como pertencente a essa 
camada. Aqui as informações são tratadas como mensagens. 
MODELO TCP/IP: Independentemente de se usar 4 ou 5 
camadas, uma coisa é certa: o Modelo TCP/IP só se preocupa 
com as três camadas superiores. O Modelo TCP/IP é a base 
de descrição dos protocolos do conjunto TCPIP, e, por isso, 
só descreve os componentes das camadas de Inter-Redes, 
Transporte e Aplicação. 
Por não descrever (exigir) nada para as camadas mais baixas 
do modelo, o TCP/IP “não se importa” com a estrutura física 
da rede. 
PROTOCOLO IMAP: Internet Message Access Protocol 
(Protocolo de Acesso a Mensagens na Internet); Permite o 
acesso às mensagens e pastas diretamente no servidor de 
correio. Através do IMAP, as mensagens não são trazidas ao 
micro do usuário, mas permanecem no servidor e de lá são 
apagadas, lidas, movidas etc. Porta Padrão: 143; 
PROTOCOLO FTP: File Transfer Protocol (Protocolo de 
Transferência de Arquivos); Permite a cópia de arquivos entre 
computadores, bem como a manipulação de pastas e arquivos 
(renomear, criar, copiar, mover, excluir) diretamente no 
servidor. Usa as portas padrão 20 e 21. 
COMO OCORRE A TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS: A 
transferência de arquivos dá-se entre um computador 
chamado "cliente" (aquele que solicita a conexão para a 
transferência de dados) e um servidor (aquele que recebe a 
solicitação de transferência). O utilizador, através de software 
específico, pode selecionar quais arquivos enviar ao servidor. 
Para existir uma conexão ao servidor, o utilizador informa um 
nome de utilizador (ou username, em inglês) e uma senha 
(password), bem como o nome correto do servidor ou seu 
endereço IP. Se os dados foram informados corretamente, a 
conexão pode ser estabelecida, utilizando-se um "canal" de 
comunicação, chamado de porta (port). Tais portas são 
conexões no qual é possível trocar dados. 
Há ainda a possibilidade de se realizar uma conexão 
ANONIMA com o servidor. 
DOWNLOAD: Transferência de arquivos Servidor x Cliente 
UPLOAD: Transferência de arquivos Cliente x Servidor. 
PROTOCOLO P2P: O P2P, Peer-to-Peer (do inglês: Ponto-a-
Ponto), rede linear, rede distribuída ou rede não hierárquica é 
uma topologia de redes caracterizada pela descentralização 
das funções na rede, onde cada terminal realiza tanto funções 
de servidor quanto de cliente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DHCP (Protocolo de Configuração Dinâmica de Estações): 
Este protocolo fornece os endereços IP dinâmicos aos 
computadores que se conectam à Internet. 
PROTOCOLO IRC - Internet Relay Chat (IRC) é um 
protocolo de comunicação bastante utilizado na Internet. Ele é 
utilizado basicamente como bate-papo (chat) e troca de 
arquivos, permitindo a conversa em grupo ouprivada. Foi 
documentado formalmente pela primeira vez em 1993, com a 
RFC 1459.Muito popular no fim dos anos 90, o IRC decaiu e 
foi substituido por mensageiros instantâneos como o MSN e 
sites de relacionamento como o Orkut. As maiores redes de 
IRC atuais são para fins específicos como troca de arquivos e 
suporte técnico. 
PROTOCOLO DNS - Domain Name Service (Serviço de 
Nomes de Domínios): Esse protocolo (ou serviço) permite a 
associação de nomes amigáveis (nomes de domínio) aos 
endereços IP dos computadores, permitindo localizá-los por 
MODELO TCP/IP (5 CAMADAS) 
5 – Aplicação 
4 – Transporte 
3 – Redes (Inter-Redes) 
2 – Enlace (Interface de Rede) 
1 – Física 
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seus nomes ao invés de seus endereços IP; É um sistema 
hierárquico e distribuído (veremos o porquê...) 
PROTOCOLO DNS: O DNS usa o UDP como protocolo de 
transporte (por isso, algumas vezes, recebemos a mensagem 
Servidor não encontrado, porque os pacotes se “perdem”);Não 
existe apenas um único servidor de Nomes na Internet: são 
vários! Cada provedor tem o seu! Por isso é que chamamos o 
serviço de Distribuído! 
DOMÍNIOS: Por que o DNS é hierárquico? Porque há 
estrutura de níveis em um endereço do tipo teste.com.br 
1º Nível: br (domínio geográfico) 
2º Nível: com (tipo da instituição) 
3º Nível: teste (nome da instituição) 
PODE HAVER MAIS NÍVEIS, mas serão de responsabilidade 
da instituição; Um computador cujo nome termina em .br não 
está, necessariamente, localizado dentro do território 
nacional, mas está sujeito às regras e normas do registro de 
domínios do Brasil! Uma empresa que registrou seu “nome” 
na Internet (3º nível), poderá usar seu domínio como uma 
espécie de “sobrenome” para seus computadores e 
subdomínios. 
PROTOCOLO ARP - Address Resolution Protocol (Protocolo 
de Resolução de Endereços): Serve para descobrir o 
endereço MAC de uma placa de rede, partindo-se do 
endereço IP equivalente; Quando um computador precisa se 
comunicar numa única estrutura de rede, não usa o IP , usa o 
endereço MAC. Quando um micro possui o endereço IP do 
destinatário e este está na mesma rede que ele, é necessário 
saber seu MAC. O micro de origem “grita” (em broadcast) para 
os demais, perguntando qual deles é o “dono” do endereço IP 
perguntado. O micro que possui aquele IP responderá com 
seu MAC. 
PROTCOLO ICMP - Internet Message Control Protocol 
(Protocolo de Controle de Mensagenna Internet): Serve para 
trocar mensagens entre os dispositivos da rede para a 
manutenção do funcionamento da rede;Os dispositivos 
compartilham dados de status (como bom funcionamento ou 
falha) e mensagens de erro. Alguns comandos (no prompt de 
comando – ou DOS, se preferir) que usam o protocolo ICMP: 
1) PING: testar o tempo de resposta de uma máquina; 
2)TRACERT: traçar a rota até uma máquina de destino (todos 
os roteadores até lá responderão as requisições); 
PROTOCOLO TELNET - Este protocolo permite que uma 
estação na rede (um micro) realize um acesso interativo 
(controle remoto) a um servidor como se fosse um terminal 
deste servidor. Tudo o que for digitado no micro cliente será 
recebido e processador pelo servido, que devolverá o 
resultado ao monitor do “terminal”. 
PROTOCOLO SSH: Faz a mesma coisa que o TELNET com 
segurança de criptografia habilitada. 
PROTOCOLO SNMP - Simple Network Management Protocol 
(Protocolo Simples de Gerência de Rede): Usado para 
monitorar e gerenciar uma rede de computadores; Usa-se o 
SNMP para verificar o status dos dispositivos da rede, bem 
como desligá-los, reiniciá-los ou fazer manutenções à 
distância. 
PROTOCOLO NNTP - Network News Transfer Protocol 
(Protocolo de Transferência de Notícias na Rede): Usado no 
(arcaico) serviço de Newsgroups (Grupos de Notícias). Um 
serviço que hoje ganhou uma versão Web conhecida como 
Fórum de Discussão (sim, os fóruns!) Usa a porta 119; 
PROTOCOLO NAT - Network Address Translation (Tradução 
de Endereços de Rede): É um protocolo, localizado no 
Gateway da rede (o roteador, normalmente) que permite que 
vários computadores, com endereços IP válidos internamente, 
possam acessar a Internet por meio de um único endereço IP 
válido nela (esse endereço será do roteador); abaixo um 
exemplo de NAT Rodando na Rede, verificamos que mesmo 
os computadores tendo seus próprios IP’S todos são 
transformados em um somente 200.38.197.64 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROTOCOLO BIT TORRENT: BitTorrent é um protocolo de 
processamento rápido que permite ao utilizador fazer 
download (descarga) de arquivos indexados em websites. 
Essa rede introduziu o conceito "partilhe o que já 
descarregou" maximizando muito o desempenho e 
possibilitando downloads rápidos e imediatos. 
PROTOCOLO RARP: O RARP permite que o dispositivo faça 
uma solicitação para saber seu endereço IP. Os dispositivos 
que usam o RARP exigem que haja um servidor RARP 
presente na rede para responder às solicitações RARP. Os 
protocolos ARP e RARP encontram-se na camada de nível 
três (rede) do modelo OSI e na camada de nível dois (Internet) 
do modelo TCP/IP. 
TUNELAMENTO OU VPN – PROTOCOLO IPSec: Protocolo 
de Segurança IP (IP Security Protocol, mais conhecido pela 
sua sigla, IPSec) é uma extensão do protocolo IP que visa a 
ser o método padrão para o fornecimento de privacidade do 
usuário, integridade dos dados (garantindo que o mesmo 
conteúdo que chegou ao seu destino seja a mesma da 
origem) e autenticidade das informações ou identity spoofing 
(garantia de que uma pessoa é quem diz ser), quando se 
transferem informações através de redes IP pela internet. 
USADO NAS REDES VPN – REDE VIRTUAL PRIVADA! 
CORREIO ELETRONICO OUTLOOK EXPRESS. 
E-MAIL (CORREIO ELETRÔNICO): O E-mail é o sistema que 
permite que cada usuário da Rede possua uma “caixa-postal”, 
um espaço reservado em algum computador para receber 
mensagens eletrônicas enviadas por outros usuários que 
também possuem suas próprias caixas. Cada caixa postal é 
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localizada por uma URL única no mundo. O formato da URL 
da caixa postal segue uma convenção determinada há muito 
(na verdade, bem próximo à própria criação da Internet): 
usuário@domínio define a sintaxe de uma URL de caixa 
postal de correio eletrônico na Internet. O símbolo @ 
(chamado de “arroba” no Brasil), tem seu verdadeiro nome 
americano de “at” que significa “em”, então na verdade, o 
endereço de qualquer correio eletrônico significa “usuário em 
domínio” ou, traduzindo menos literalmente, “usuário nesse 
domínio”. 
Por exemplo: wasfloripa@hotmail.com significa que sou o 
usuário wasfloripa pertencente ao domínio hotmail.com. Os 
programas clientes de Correio Eletrônico mais conhecidos 
são: Outlook Express, Internet Mail, Eudora, Netscape 
Messenger, Notes, etc. Um programa cliente qualquer deve 
ser perfeitamente configurado para poder receber e enviar as 
mensagens. Devemos indicar-lhe a URL ou o IP dos 
servidores POP e SMTP. POP significa Post Office Protocol e 
identifica o servidor que recebe as mensagens que nos 
enviam. SMTP, ou Simple Mail Transfer Protocol identifica o 
servidor que envia nossas mensagens para fora. Essas 
informações variam em cada provedor. No nosso caso, o 
programa que será utilizado no curso é o OUTLOOK 
EXPRESS, da Microsoft. É importante saber que para se 
utilizar o Outlook Express para buscar e enviar mensagens 
eletrônicas, deve-se primeiro dispor de uma caixa postal em 
algum provedor, sem a caixa postal, o Outlook não poderá 
enviar mensagens e tambémnão terá de onde recebê-las. 
Para acessar o Microsoft Outlook, clique no botão INICIAR, vá 
à opção PROGRAMAS e acione o ícone OUTLOOK 
EXPRESS.Conheça alguns componentes do programa: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1) PAINEL DAS PASTAS: Possui algumas pastas 
(compartimentos) onde podemos guardar as mensagens 
recebidas, caso queiramos criar uma pasta, como por 
exemplo, a pasta AMIGOS, para guardar os e-mails recebidos 
por pessoas mais próximas, basta acionar ARQUIVO / NOVA 
PASTA. Algumas pastas são especiais, como a caixa de 
entrada que guarda os e-mails recém recebidos. Explicações 
mais detalhadas a seguir. 
2) PAINEL DAS MENSAGENS: Mostra uma listagem das 
mensagens presentes na pasta selecionada (no caso da foto, 
a Caixa de Entrada possui seis mensagens). Quando a 
mensagem está selecionada, seu conteúdo aparece no painel 
do conteúdo. Quando uma mensagem apresenta um CLIP 
(ícone) significa que esta mensagem trouxe um arquivo 
anexado (atachado). No caso das mensagens da foto, além 
das mensagens propriamente ditas, recebi arquivos, que 
posso desanexar e abrir normalmente em algum aplicativo. 
3) PAINEL DO CONTEÚDO: Mostra o conteúdo escrito na 
mensagem selecionada. O botão grande do CLIP na 
extremidade superior direita serve para ver os arquivos 
anexos, ou mesmo, desanexá-los. 
PAINEL DOS CONTATOS: Apresenta uma lista das pessoas 
que estão cadastradas no seu livro de endereços (um banco 
de dados que contém as informações das pessoas com quem 
você troca mensagens) O Outlook Express apresenta algumas 
pastas especiais, que o acompanham desde a instalação 
(outras podem ser criadas com o decorrer do uso). Essas 
pastas especiais são: 
CAIXA DE ENTRADA: Nesta pasta ficam 
as mensagens que recebemos. INBOX em 
inglês. 
CAIXA DE SAÍDA (OUTBOX): Onde ficam 
as mensagens que tiveram seu pedido de 
envio solicitada. Ou podemos definir que 
ficam os emails que foram enviados ou 
que ainda estão sendo enviados. 
ITENS ENVIADOS (SENT): Guarda 
cópias das mensagens que já foram 
definitivamente enviadas, isso garante que 
tenhamos uma cópia de tudo o que mandamos, para 
conferência posterior. 
ITENS EXCLUÍDOS (TRASH): É a famosa LIXEIRA. Quando 
tentamos apagar alguma mensagem, esta vai para a lixeira do 
programa, e de lá poderá ser expurgada definitivamente. A 
barra de ferramentas do programa é muito simples de 
entender, vamos a ela: RASCUNHOS: Onde ficam as 
mensagens salvas pelo usuário. O Outlook não salva as 
mensagens automaticamente em rascunhos. Isso pode ser 
pegadinha de concurso! 
CONFIGURANDO O OUTLOOK EXPRESS – CONTA DE 
EMAIL 
A configuração de uma conta de e-mail é bastante 
simples. Se você encontrar um problema entre em 
contato com o seu provedor de serviços de Internet (ISP-
Internet Service Provider) ou o administrador de sistema 
da LAN(Local Area Network). 
As informações são as seguintes: •O e-mail; 
•O servidor POP3 (servidor de mensagens recebidas); 
•O servidor SMTP (servidor de mensagens enviadas). 
Para configurar o e-mail, clicar no menu ferramentas / 
Contas...; e preencher as opções solicitadas. 
REGRA DE MENSAGEM 
O Outlook Express pode ajudá-lo a processar grandes 
volumes de emails de entrada com mais eficiência, 
podendo criar regras para classificar automaticamente as 
mensagens de entrada em pastas diferentes, realçar 
determinadas mensagens em cores, responder a 
mensagens específicas ou encaminhá-las automaticamente 
e muito mais. Para criar uma regra clicar menu Ferramentas / 
Regras para mensagens / email 
 
DIFERENÇAS ENTRE AS CAIXAS PARA..., CC... E CCO... 
PARA: Destinatário principal da mensagem. 
 ______________________________________________________________________________________ INFORMATICA 
__________________________________________________________________________________________________________________________ 
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61 
 CC: Destinatário (Com cópia / Cópia carbono) Uma cópia 
da mensagem é enviada ao destinatário. O “nome” fica 
visível para outros destinatários da mensagem. 
 CCO: Destinatário (Com cópia oculta / Cópia carbono 
oculta) Uma cópia da mensagem é enviada ao 
destinatário e o nome deste NÃO fica visível para outros 
destinatários da mensagem. 
Pergunta de concurso: Se Paulo que é oculto responder 
uma mensagem clicando em RESPONDER A TODOS, todos 
os destinatários receberam a mensagem de Paulo. 
Certíssimo! 
RESPONDENDO O EMAIL 
A resposta de um email pode acontecer de 3 maneiras. 
RESPONDER: Responde a mensagem diretamente ao 
remetente da mensagem(Para:). O destinatário de cópia e 
cópia oculta não recebe a mensagem. 
RESPONDER A TODOS: Responde a mensagem ao 
remetente da mensagem e a quem recebeu a 
cópia(Para: e Cc:). O destinatário oculto não recebe 
a resposta. 
ENCAMINHAR: Prepara a mensagem para envio 
onde o remetente deve informar o email do destinatário. 
PRIORIDADE DA MENSAGEM 
Ao enviar uma nova mensagem ou uma resposta a uma 
mensagem, você poderá atribuir uma prioridade a ela, 
para que o destinatário saiba se precisará lê-la 
imediatamente (alta prioridade) ou quando tiver tempo 
(baixa prioridade).A prioridade de uma mensagem pode ser 
alterada usando o menu Mensagem / Definir prioridade: 
ALTA: É posicionada no topo da lista da caixa de saída. 
Uma mensagem de alta prioridade exibe um ponto de 
exclamação. 
NORMAL: É posicionada na área intermediária da lista da 
caixa de saída. 
BAIXA: É posicionada na base da lista da caixa de 
saída. A baixa prioridade é indicada por uma seta 
para baixo. 
Botão Prioridade 
SINALIZAR MENSAGEM 
Ao receber uma mensagem, pode-se 
sinalizá-la para uma referência futura. Para 
sinalizar, clicar no menu Mensagem / 
Sinalizar mensagem. O processo insere uma bandeira 
vermelha a esquerda da mensagem. Você pode classificar 
todas as mensagens sinalizadas e agrupá-las clicando no 
ícone do sinalizador exibido no cabeçalho da coluna do 
sinalizador. 
LISTA DE SINALIZADORES DO OUTLOOK 
NOVO MEMO (NOVA MENSA-GEM): Abre a janela para 
criação de uma nova mensagem e posterior envio. 
RESPON-DER AO REMETENTE: Clique neste botão caso 
queira responder ao Remetente da mensagem selecionada no 
painel das mensagens. 
RESPONDER A TODOS: Clique neste botão para responder 
a todas as pessoas que receberam a mensagem a ser 
respondida (caso o remetente a tenha mandado para mais 
alguém além de você). 
ENCAMINHAR: Reenvia uma mensagem de correio para um 
outro destinatário. 
IMPRIMIR: Imprime a mensagem selecionada. 
EXCLUIR: Envia a mensagem selecionada para a pasta 
ITENS EXCLUÍDOS. Caso a pasta já seja esta, a mensagem 
é apagada definitivamente. 
ENVIAR/ RECEBER: Envia todas as mensagens que 
estiverem na Caixa de Saída e solicita o recebimento de todas 
as mensagens que estiverem na caixa postal no servidor. 
ENDEREÇOS: Apresenta uma listagem dos endereços que 
estão cadastrados no seu Livro de Endereços (um pequeno 
programa que guarda num banco de dados os seus amigos 
organizadamente). Para enviar uma mensagem para alguém 
que não esteja em sua lista de contatos, execute um clique no 
botão NOVA MENSAGEM, na tela principal do Outlook. Caso 
o destinatário da mensagem esteja em sua lista de contatos, 
basta acionar um duplo clique no nome correspondente na 
listagem, de qualquer maneira, a tela apresentada será como 
Principais características do Outlook Express 
Suporte aos protocolos SMTP ( Simple Mail Transfer 
Protocol), POP3 ( Post Office Protocol 3) e IMAP ( Internet 
Mail Access Protocol); Suporte a grupos de notícias e 
diretórios através dos protocolos LDAP (Lightweight Directory 
Access Protocol), MHTML (Multipurpose Internet Mail 
Extension Hypertext Markup Language), HTML (Hypertext 
Markup Language), S/MIME (Secure/Multipurpose Internet 
Mail Extensions – Criptografia de mensagens) e NNTP 
(NetworkNews Transfer Protocol); Ferramentas de migração 
que importam automaticamente suas configurações, entradas 
do catálogo de endereços e mensagens existentes de outros 
softwares, tais como Eudora, Netscape e Microsoft Exchange 
Server; Permite a personalização de mensagens eletrônicas 
através da utilização de planos de fundo e imagens diferentes, 
tornando-as semelhantes a papéis de carta. 
ENTIDADES DO OUTLOOK 
A criação de identidades é 
uma forma de várias 
pessoas usarem o Outlook 
Express e o catálogo de 
endereços no mesmo 
computador de forma 
independente.Clicar no menu 
Arquivo / Identidades / 
 ______________________________________________________________________________________ INFORMATICA 
__________________________________________________________________________________________________________________________ 
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62 
Gerenciar identidades... ou Adicionar nova identidade... 
TELA INTERNET EXPLORER 8.0 
 
CARACTERISTICAS: Memorize estas informações. 
1)Ele é mais veloz:Navegar na web ficou mais rápido do que 
nunca, graças às melhorias no desempenho que reduzem o 
tempo necessário para a realização de tarefas. Por exemplo, a 
barra de endereços mais intuitiva. 
2) Mais fácil de utilizar: Você não precisa abrir uma nova 
janela para encontrar informações, como dicas de trânsito. 
Basta usar os novos Aceleradores para tornar essa tarefa 
mais fácil. 
3) Maior segurança: O que quer que você faça, com o filtro 
do SmartScreen, você estará mais seguro. Você tem 
instantaneamente uma proteção melhor contra software mal-
intencionado que possa comprometer sua privacidade ou sua 
identidade. 
4)Mantenha-se sempre atualizado: Sejam notícias, cotações 
da bolsa ou itens em leilão, agora você pode acompanhar 
sites atualizados frequentemente com os Web Slices. 
 
5)Acesso a qualquer site sem problemas: Acesse sites 
facilmente, mesmo que eles tenham sido desenvolvidos para 
um navegador mais antigo, clicando no botão do Modo de 
Exibição de Compatibilidade. 
 6)Recupere-se rápidinho de travamentos: O site fez uma 
guia travar? Não se preocupe, a sessão de seu navegador é 
estável, graças aos novos recursos de isolamento de guias e 
recuperação de travamentos. 
 7)Navegação com privacidade: A Navegação InPrivate 
oferece a opção de impedir que o navegador armazene o 
histórico de navegação, os cookies, os nomes de usuário e as 
senhas. 
8)Personalização: Personalize seu navegador, escolhendo 
complementos úteis e fáceis de usar para o Internet Explorer 8 
na Galeria de Complementos. 
 
Barra de Ferramentas 
FAVORITOS: Tecla de 
atalho CTRL+D para 
adicionar, permite 
visualizar os sites nos favoritos e 
também permite também que se 
visualize: 
FEEDS: 
HISTÓRICO: 
FAVORITOS: 
 
É possível que a banca pergunte 
se é possível, através dos 
favoritos, acessar os históricos 
então como você vê sim. 
 
Continuando com as barras de ferramentas do I.E.8.0 
 
BOTÕES NA 
SEQUÊNCIA 
Pagina Inicial: Para ir a 
pagina definida como 
inicial. 
Feeds/Rss: Define grupos 
de notícias. Olhe o botão 
do feeds, pois pede em 
provas. 
Imprimir: Ao clicar envia 
diretamente para a 
impressora a pagina atual 
CTRL + P. 
Página: neste item, temos: 
Nova Janela: abre uma nova sessão do internet explorer com 
tecla de atalho CTRL+N 
 Enviar Página por Email: Envia o link da pagina utilizando 
seu correio eletrônico padrão. 
Editar Com o Word: A página é enviada para o Word onde 
você poderá editar os links e textos. 
Zoom: Define um zoom na pagina de até 1000% 
Tamanho da Fonte: Permite definir tamanhos de fontes 
(muito pequeno, pequeno, médio, grande, muito grande) 
EXIBIR CÓDIGO FONTE: Exibe o código HTML da página. 
 
FERRAMENTAS 
No botão 
ferramentas 
temos: 
1) Excluir 
Histórico de 
Navegação: Se a 
prova perguntar é 
aqui que 
excluímos os 
cookies, 
formulários, 
senhas, historio 
de sites visitados. 
2) Navegação 
InPrivate: A Navegação InPrivate oferece a opção de impedir 
que o navegador armazene o histórico de navegação, os 
cookies, os nomes de usuário e as senhas. 
>> ATENÇÃO NAVEGAÇÃO INPRIVATE É RECURSO 
NOVO PODEM PEDIR EM CONCURSO! 
3) Reabrir última sessão do navegador: Abre novamente a 
sua última sessão ou seja, se você entrou no GOOGLE E 
UOL e por algum motivo travou e fechou, ao entrar ele 
recupera estas abas e abre novamente. 
4) Filtragem InPrivate: A Filtragem InPrivate funciona 
analisando o conteúdo das páginas que você visita e, caso a 
Filtragem InPrivate perceba o mesmo conteúdo sendo usado 
em vários sites, dará a você a opção de permitir ou bloquear 
esse conteúdo. 
2) Bloqueador de Pop Ups: Bloqueia aquelas janelas de 
propagandas. 
3) Filtro de SMARTSCREEN: Filtro do SmartScreen é um 
recurso no Internet Explorer que ajuda a detectar sites de 
phishing. O Filtro do SmartScreen também pode ajudar a 
protegê-lo da instalação de softwares mal-intencionados ou 
malwares, que são programas que manifestam 
comportamento ilegal, viral, fraudulento ou mal-intencionado. 
Caiu em provas este ano de 2010 este assunto então 
vamos analisar bem e estudar este recurso. 
 
4) Gerenciar Complementos: Instala e desinstala programas 
(plugins) para melhorar e implementar novas funcionalidades 
ao navegador como por exemplo (FLASHPLAYER) 
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63 
5) Trabalhar Off: Permite a abertura das paginas mesmo não 
estando conectado a web 
6) Windows Update: Permite atualizar e corrigir erros no 
navegador 
7) Opções da Internet: Permite abrir as opções de 
configuração do internet Explorer. Vamos ver alguns itens: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Home Page: Permite que você defina vários sites como 
página inicial, ao contrário dos navegadores anteriores. 
 
Histórico de Navegação: Permite excluir todo o histórico das 
navegações tais como ( Cookies, Formulários, Senhas, 
Usuários, Historio de páginas visitadas, Preferências em 
sites e Filtros InPrivate cadastrados) 
 
Pesquisa: 
Permite 
que você 
defina o 
provedor 
padrão de 
busca, no 
caso do IE 
8.0 é o BING. Mas você poderá mudar. 
Guias: Permite 
que você 
defina como as 
guias serão 
abertas, se na 
mesma janela 
ou em janelas 
diferentes e 
varias outras 
opções. 
Coloquei a 
janela abaixo 
tente 
memorizar o 
que pode ser 
habilitado 
nesta opção de 
Guias, 
dependendo 
da banca ela 
poderá solicitar: 
Opções de Segurança do Internet Explorer 8.0 
 
ABA SEGURANÇA 
A guia Segurança do Internet Explorer é usada para 
configurar e alterar as opções que podem ajudar a proteger o 
computador contra conteúdo online potencialmente perigoso. 
O Internet Explorer atribui todos os sites a uma das quatro 
zonas de segurança: Internet, intranet local, sites confiáveis 
ou sites restritos. A zona à qual um site é atribuído especifica 
as configurações de segurança que são usadas para este site. 
 
Zona Descrição 
 
 
Internet 
O nível de segurança definido para a zona de 
Internet aplica-se a todos os sites por padrão. O 
nível de segurança para esta zona é definido 
como Médio Alto (mas você pode alterá-lo para 
Médio ou Alto). Os únicos sites para os quais 
essa configuração de segurança não é usada são 
aqueles na zona da intranet Local ou sites que 
você inseriu especificamente em zonas do site 
Confiáveis ou Restritas. 
 
 
Intranet 
local 
O nível de segurança definido para a zona da 
intranet Local aplica-se a sites e conteúdo que 
estão armazenados em uma rede corporativa ou 
comercial. O nível de segurança para a zona da 
intranet Local é definido como Médio (mas você 
pode alterá-lo para qualquer nível). 
 
 
Sites 
confiáveis 
O nível de segurança definido para Sites 
confiáveis aplica-se a sites que você indicou 
especificamente como os que você confia quenão danificarão o seu computador ou as suas 
informações. O nível de segurança para Sites 
confiáveis é definido como Médio (mas você pode 
alterá-lo para qualquer nível). 
 
 
Sites 
restritos 
O nível de segurança para Sites restritos aplica-
se a sites que podem danificar o seu computador 
ou as suas informações. A adição de sites à zona 
Restrita não os bloqueia, mas impede que eles 
usem scripts ou qualquer conteúdo ativo. O nível 
de segurança para Sites restritos é definido como 
Alto e não pode ser alterado. 
ABA PRIVACIDADE 
É importante saber como suas informações particulares são 
usadas durante a navegação na Web, para ajudar a impedir 
anúncios direcionados, fraude e roubo de identidade. 
 
 
A aba 
privacida-
de possui os 
recursos de 
bloqueios de 
Cookies. 
 
Também é 
possível 
Bloquear 
Pop-Ups e 
configura-
ção da 
navegação 
InPrivate. 
 
 
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64 
 
 
 
ABA CONTEÚDO 
A Internet 
é um 
grande 
recurso 
para as 
crianças, 
oferecen
do um 
mundo 
de 
informa-
ções e 
experiên-
cias. 
Entretanto, ela pode expô-las a informações que podem não 
ser apropriadas para a idade. 
 
 
 
O Supervisor de Conteúdo permite que você controle os 
tipos de conteúdo da Internet que podem ser exibidos no 
computador. Em língua mais popular é aqui que você bloqueia 
sites por URL ou palavras chaves. Também conhecido como 
controle dos pais. Clique em habilitar e será apresentada a 
seguinte tela: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Clique em Sites aprova-dos, clique nesta opção e cadastre os 
sites aprovas e reprovados: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Basta apenas digitar a URL do site e clicar em SEMPRE OU 
NUNCA acessar este site. Como o exemplo acima. 
Clicando na Guia Geral será apresentada a seguinte tela: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Você poderá configurar se os usuários poderão ver sites não 
classificados, se vai ser pedido senha para liberação de um 
determinado site e opção para criação da senha do 
supervisor. 
No botão Segurança da barra de ferramentas temos 
 
Excluir Histórico 
de Navegação: 
Abre 
automaticamente a 
janela de históricos 
para exclusão 
rápida. Memorize 
as teclas de 
atalhos!. 
 
Navegação 
InPrivate: Permite 
habilitar a 
navegação privada 
conforme já foi comentado. 
Filtragem InPrivate: `Permite que você defina quais 
provedores poderão ter acesso aos conteúdos mais visitados 
ou suas preferências. A tela apresentada segue abaixo, 
memorize os dados: 
Filtro de SmartScreen: Permite verificar sites 
potencialmente inseguros contendo códigos maliciosos 
como MALWARE e outros. 
 
ABAS: É, quem tem/teve a nova barra do MSN não há grande 
diferença até porque é simplesmente idêntico. 
 
 
 
 
1 – Abrir a guia dos 
Favoritos 
2 – Adicionar uma nova aba 
3 – Alternar entre as abas 
1 2 3 4 
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65 
� Clicando na setinha, abre-se um menu contendo todas as 
abas 
� Clicando no ícone abre-se uma página mostrando todas as 
abas e suas respectivas páginas 
4 – Abas: note que a que está em destaque é a que está 
sendo mostrada 
5 – Fechar aba, este botão fecha a aba ativa mas ele só se 
localiza na aba que está aberta 
ATALHOS DO INTERNET EXPLORER 8. 
Galera infelizmente você deve decorar os atalhos, pois são 
solicitados em várias bancas. A única banca que não solicita 
tantos atalhos é CESPE/UNB. As outras... ai o bicho pega! 
Vamos lá. 
A tabela a seguir descreve os atalhos usados para exibir 
e explorar páginas da Web. 
 
Para 
 
Pressione 
Exibir a Ajuda F1 
Alternar entre os modos de exibição tela 
inteira e normal da janela do navegador 
F11 
Avançar pelos itens de uma página da Web, a 
barra de endereços ou a barra Favoritos 
TAB 
Mover-se para frente entre os itens de uma 
página da Web, a barra de endereços e a 
barra Favoritos 
SHIFT+TA
B 
Iniciar a Navegação por Cursor F7 
Ir para a home page ALT+HOM
E 
 
Ir para a próxima página 
ALT+SETA 
PARA A 
DIREITA 
 
 
Ir para a página anterior 
ALT+SETA 
PARA A 
ESQUERD
A ou 
BACKSPA
CE 
Exibir o menu de atalho de um link SHIFT+F10 
Mover-se para frente entre molduras e 
elementos do navegador (só funciona se a 
navegação com guias estiver desabilitada) 
 
CTRL+TA
B ou F6 
Voltar ao início de um documento SETA 
PARA 
CIMA 
Ir para o final de um documento SETA 
PARA 
BAIXO 
Voltar ao início de um documento em 
incrementos maiores 
PAGE UP 
Ir para o fim de um documento em 
incrementos maiores 
PAGE 
DOWN 
Mover-se para o início de um documento HOME 
Mover-se para o fim de um documento END 
Localizar nesta página CTRL+F 
Atualizar a página da Web atual F5 
Atualizar a página da Web atual, mesmo que 
os carimbos de data/hora da versão da Web e 
da versão armazenada localmente sejam 
iguais 
CTRL+F5 
Parar o download de uma página ESC 
Abrir um novo site ou página CTRL+O 
Abrir uma nova janela CTRL+N 
Abrir uma nova janela de Navegação 
InPrivate 
CTRL+ALT
+P 
Duplicar Guia (abrir a guia atual em uma nova 
guia) 
CTRL+K 
Fechar a janela atual (se apenas uma guia 
estiver aberta) 
CTRL+W 
Salvar a página atual CTRL+S 
Imprimir a página atual ou a moldura ativa CTRL+P 
Ativar um link selecionado ENTER 
Abrir os favoritos CTRL+I 
Abrir o histórico CTRL+H 
Abrir feeds CTRL+J 
Abrir o menu Página ALT+P 
Abrir o menu Ferramentas ALT+E 
Exibir o menu Ajuda ALT+U 
 
Teclas de atalho para guias 
Para Pressione 
Abrir feeds CTRL+J 
Abrir o menu Página ALT+P 
Abrir o menu Ferramentas ALT+E 
Alternar entre guias CTRL+TAB ou 
CTRL+SHIFT+TAB 
Fechar a guia atual (ou a janela atual, 
se a navegação com guias estiver 
desabilitada) 
CTRL+W 
Abrir uma nova guia em primeiro 
plano usando a barra de endereços 
ALT+ENTER 
Alternar para um número de guia 
específico 
CTRL+n (onde n é 
um número entre 
1 e 8) 
Alternar para a última guia CTRL+9 
Fechar outras guias CTRL+ALT+F4 
Ativar ou desativar Guias Rápidas 
(modo de exibição de miniaturas) 
CTRL+Q 
 
A tabela a seguir descreve os atalhos usados para 
controle de zoom. 
 
Para 
 
Pressione 
Aumentar o zoom (+ 10%) CTRL+SINAL DE ADIÇÃO 
Diminuir o zoom (- 10%) CTRL+SINAL DE 
SUBTRAÇÃO 
Ajustar nível de zoom em 
100% 
CTRL+0 
 
A tabela a seguir descreve os atalhos usados para 
pesquisar. 
 
Para 
 
Pressione 
Ir para a caixa Pesquisar CTRL+E 
Abrir a solicitação de pesquisa 
em uma nova guia 
ALT+ENTER 
Abrir o menu do provedor de 
pesquisa 
CTRL+SETA PARA 
BAIXO 
 
A tabela a seguir descreve os atalhos usados na barra de 
endereços. 
 
Para 
 
Pressione 
Selecionar o texto na barra de endereços ALT+D 
Exibir uma lista de endereços digitados F4 
Na barra de endereços, mover o cursor 
para a esquerda para a próxima 
interrupção lógica no endereço (ponto ou 
barra) 
CTRL+SETA 
PARA A 
ESQUERDA 
Na barra de endereços, mover o cursor 
para a direita para a próxima interrupção 
lógica no endereço (ponto ou barra) 
CTRL+SETA 
PARA A 
DIREITA 
Na barra de endereços, mover o cursor 
para a esquerda para a próxima 
interrupção lógica no endereço (ponto ou 
barra) 
CTRL+SETA 
PARA A 
ESQUERDA 
Na barra de endereços, mover o cursor 
para a direita para a próxima interrupção 
lógica no endereço (ponto ou barra) 
CTRL+SETA 
PARA A 
DIREITA 
 ______________________________________________________________________________________ INFORMATICA 
__________________________________________________________________________________________________________________________ 
www.clicaulas.com.br (48) 3225-5779 
66 
Adicionar "www." ao início e ".com" ao 
final dotexto digitado na barra de 
endereços 
CTRL+ENTER 
Mover-se para frente na lista de 
correspondências do recurso 
Preenchimento Automático 
SETA PARA 
CIMA 
Mover-se para trás na lista de 
correspondências do recurso 
Preenchimento Automático 
SETA PARA 
BAIXO 
 
A tabela a seguir descreve os atalhos usados para 
trabalhar com feeds, histórico e favoritos. 
Para Pressione 
Adicionar a página atual aos favoritos 
(ou se inscrever no feed quando 
estiver na visualização de feeds) 
CTRL+D 
Excluir histórico de navegação CTRL+SHIFT+DEL 
Abrir uma janela de Navegação 
InPrivate 
CTRL+SHIFT+P 
Abrir a caixa de diálogo Organizar 
Favoritos 
CTRL+B 
Mover o item selecionado para cima 
na lista de favoritos da caixa de 
diálogo Organizar Favoritos 
ALT+SETA PARA 
CIMA 
Mover o item selecionado para baixo 
na lista de favoritos da caixa de 
diálogo Organizar Favoritos 
ALT+SETA PARA 
BAIXO 
Abrir a Central de favoritos e exibir 
os seus favoritos 
ALT+C 
Abrir a Central de favoritos e exibir o 
seu histórico 
CTRL+H 
Abrir a Central de Favoritos e exibir 
os feeds 
CTRL+J 
Abrir e encaixar Central de Favoritos 
e exibir os feeds 
CTRL+SHIFT+J 
Abrir o menu Adicionar a Favoritos 
(ou abrir Inscrever-se no feed 
quando estiver na visualização de 
feeds) 
ALT+Z 
Abrir o menu Favoritos na barra de 
menus 
ALT+A 
Exibir todos os feeds (quando estiver 
no modo de exibição de feeds) 
ALT+I 
Marcar um feed como lido (quando 
estiver no modo de exibição de 
feeds) 
ALT+M 
Colocar o cursor na caixa Pesquisar 
no modo de exibição de feeds 
ALT+S 
 
SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 
 
PRINCÍPIOS DA 
SEGURANÇA 
 
No final do ano de 2000, O 
Departamento de Defesa dos E.U.A 
estabeleceram uma norma mundial 
criando princípios para a segurança de dados na rede . A 
norma internacional de Segurança da Informação "ISO/IEC-
17799:2000", a qual já possui uma versão aplicada aos 
países de língua portuguesa, denominada "NBR ISO/IEC-
17799" 
C.I.D.A 
Atenção concurseiro! Memorize os princípios e o que eles 
fazem pois isso pede muito em concursos. 
PRINCÍPIOS DA SEGURANÇA: Segurança da Informação 
está relacionada com proteção de um conjunto de dados, no 
sentido de preservar o valor que possuem para um indivíduo 
ou uma organização. São características básicas da 
segurança da informação os atributos de confidencialidade, 
integridade , disponibilidade e autenticidade formando a sigla 
CIDA. 
1) CONFIDENCIALIDADE: Garantia de que uma informação 
não foi acessada ( LIDA ) por pessoas não autorizadas. Ex: 
alguém ler o conteúdo de um email que você enviou. 
2) INTEGRIDADE: Garantia de que uma informação não foi 
alterada no seu trajeto ou armazenamento. Ex: Alguém 
entrou na sua conta do ORKUT e modificou as 
informações. 
3) DISPONIBILIDADE: Garantia de que um sistema de 
informações estará sempre disponível. Ex: Você deixou para o 
último dia para fazer sua Declaração de IR, e várias outras 
pessoas também deixaram par ao último dia causando uma 
negação de serviço pois o servidor não irá suportar tantas 
requisições e irá sair do ar. Ou seja o serviço não estava 
disponível. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PARA GARANTIR QUE ESTES PRINCÍPIOS 
FUNCIONEM SÃO DISPONIBILIZADOS RECURSOS 
DE SEGURAÇA VAMOS A ELES. 
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Preste atenção, pois em concursos ele pedem o princípio 
e o recurso que o garante. 
MECANISMOS DE CRIPTOGRAFIA: Permitem a 
transformação reversível da informação de forma a torná-la 
ininteligível a terceiros. Utiliza-se para tal, algoritmos 
determinados e uma chave secreta para, a partir de um 
conjunto de dados não criptografados, produzir uma 
sequência de dados criptografados. A operação inversa é a 
decifração. 
ASSINATURA DIGITAL: Um conjunto de dados 
criptografados, associados a um documento do qual são 
função, garantindo a integridade do documento associado, 
mas não a sua confidencialidade. 
HASH: Verifica a integridade, pois resume uma mensagem 
maior em algo menor transformando em bits e analisando 
estes bits durante o trajeto. Se a quantidade de bits aumentar 
ou diminuir então houve uma perda da integridade. Muito 
usado em email, criptografias e transações bancárias. 
MECANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL: Atesta a 
validade de um documento. 
HONEYPOT: É o nome dado a um software, cuja função é 
detectar ou de impedir a ação de um cracker, de um 
spammer, ou de qualquer agente externo estranho ao 
sistema, enganando-o, fazendo-o pensar que esteja de fato 
explorando uma vulnerabilidade daquele sistema. 
RAID: Espelhamento de disco, usado para espelhar os 
arquivos de um disco para outro garantindo a disponibilidade 
das informações. 
BACKUP: Usado para salvaguarda dos dados, garantindo a 
disponibilidade das informações. 
BIOMETRIA: Leitura das digitais, voz e íris garantindo a 
autenticidade. 
SERVIDORES RESERVAS: Servidores que entram em ação 
quando o principal cai, garantindo a disponibilidade. 
 
CRIPTOGRAFIAS 
CRIPTOGRAFIA: (Do Grego kryptós, "escondido", e gráphein, 
"escrita") é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a 
informação pode ser transformada da sua forma original para 
outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por 
seu destinatário (detentor da "chave secreta"), o que a torna 
difícil de ser lida por alguém não autorizado. 
Assim sendo, só o receptor da mensagem pode ler a 
informação com facilidade. Nos dias atuais, onde grande parte 
dos dados é digital, sendo representados por bits, o processo 
de criptografia é basicamente feito por algoritmos que fazem o 
embaralhamento dos bits desses dados a partir de uma 
determinada chave ou par de chaves, dependendo do sistema 
criptográfico escolhido. 
ALGORITMO: Seqüência lógicas para o embaralhamento dos 
bits de uma mensagem transformando em linguagem binária. 
Os algoritmos utilizam códigos matemáticos para realizar esta 
função. 
CHAVE CRIPTOGRAFADA: Uma chave é um pedaço de 
informação que controla a operação de um algoritmo de 
criptografia. Na codificação, uma chave especifica a 
transformação do texto puro em texto cifrado, ou vice-versa, 
durante a decodificação. Chaves são também usadas em 
outros algoritmos criptográficos, tais como esquemas de 
assinatura digital e funções hash (também conhecidas como 
MAC), algumas vezes para autenticação. 
CRIPTOGRAFIA SIMÉTRICA: Os algoritmos de chave-
simétrica (também chamados de Sistemas de Chaves 
Simétricas, criptografia de chave única, ou criptografia de 
chave secreta) são uma classe de algoritmos para a 
criptografia, que usam chaves criptográficas relacionadas para 
a decifração e a encriptação. A chave de encriptação é 
relacionada insignificativamente à chave de decifração, que 
podem ser idênticos ou tem uma simples transformação entre 
as duas chaves. As chaves, na prática, representam um 
segredo, compartilhado entre duas ou mais partes, que pode 
ser usado para manter um canal confidencial de informação. 
Usa-se uma única chave, compartilhada por ambos 
interlocutores, na premissa de que esta é conhecida apenas 
por eles. 
TIPOS DE ALGORÍTIMOS PARA SIMÉTRICA: 
 
CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA: A criptografia de chave 
pública ou criptografia assimétrica é um método de criptografia 
que utiliza um par de chaves: uma chave pública e uma chave 
privada. A chave pública é distribuída livremente para todos os 
correspondentes via e-mail ou outras formas, enquanto a 
chave privada deve ser conhecida apenas pelo seu dono. 
Num algoritmo de criptografia assimétrica, uma mensagem 
cifrada (encriptada é um termo incorrecto) com a chave 
pública pode somente ser decifrada pela sua chave privada 
correspondente. 
Os algoritmos de chave pública podem ser utilizados para 
Para confidencialidade, a chave pública é usada para cifrar 
mensagens,com isso apenas o dono da chave privada 
pode decifrá-la. Para autenticidade, a chave privada é 
usada para cifrar mensagens, com isso garante-se que 
apenas o dono da chave privada poderia ter cifrado a 
mensagem que foi decifrada com a 'chave pública'. 
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autenticidade e confidencialidade 
PASSO 1: Alice envia sua chave pública para Bob 
 
 
 
 
 
 
PASSO 2: Bob cifra a 
mensagem com a chave 
pública de Alice e envia 
para Alice, que recebe e 
decifra o texto utilizando 
sua chave privada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Atualmente as criptografias mais usadas, utilizam os 
algorItmos 3DES E RSA sendo muito usados em 
Programas de Email, Browsers ou sites seguros SSL. 
 
ATENÇAO ATENÇAO! 
COM CRIPTOGRAFIA GARANTIMOS A 
CONFIDENCIALIZADE , PRIVACIDADE E TAMBÉM A 
AUTENTICIDADE ( se usarmos criptografia assimétrica) 
ALGORITMO S/ MIME FUNCIONALIDADE: S/MIME fornece 
serviços de segurança criptográfica para aplicações como o e-
mail: integridade,autenticação e não repúdio da origem, a 
privacidade e a segurança dos dados. S/MIME é um padrão 
de criptografia criada para usuários do Windows utilizar para 
envio de emails usando OUTLOOK EXPRESS. 
SENHAS 
Uma senha (password) na Internet, ou em qualquer sistema 
computacional, serve para autenticar o usuário, ou seja, é 
utilizada no processo de verificação da identidade do usuário, 
assegurando que este é realmente quem diz ser. Se uma 
outra pessoa tem acesso a sua senha, ela poderá utilizá-la 
para se passar por você na Internet. Alguns dos motivos pelos 
quais uma pessoa poderia utilizar sua senha são: 
• ler e enviar e-mails em seu nome; 
• obter informações sensíveis dos dados 
armazenados em seu computador, tais como 
números de cartões de crédito; 
• esconder sua real identidade e então desferir 
ataques contra computadores de terceiros. 
Portanto, a senha merece consideração especial, afinal ela é 
de sua inteira responsabilidade. 
O que não se deve usar na elaboração de uma senha? 
• Jamais utilizar dados pessoais e datas pessoais 
• Trocar a senha regularmente 
• Usar caracteres especiais / %& ! 
• Mínimo de 6 a 8 caracteres 
• Usar palavras secretas que somente você saiba a 
resposta na recuperação. 
• Não usar telefones 
• Não usar numero da placa do veículo 
• CPF E RG jamais. 
• Misturar letras e números 
• Não fazer a senha usando somente números ou 
somente letras. 
Memorize estas informações acima são solicitadas em 
concursos. 
ASSINATURA DIGITAL 
Em criptografia, a assinatura digital é um método de 
autenticação de informação digital tipicamente tratada como 
análoga à assinatura física em papel. Embora existam 
analogias, existem diferenças importantes. 
 A utilização da assinatura digital providencia a prova inegável 
de que uma mensagem veio do emissor. 
PARA VERIFICAR ESTE REQUISITO, UMA ASSINATURA 
DIGITAL DEVE TER AS SEGUINTES PROPRIEDADES: 
AUTENTICIDADE: o receptor deve poder confirmar que a 
assinatura foi feita pelo emissor; 
INTEGRIDADE: qualquer alteração da mensagem faz com 
que a assinatura não corresponda mais ao documento; 
NÃO REPÚDIO OU IRRETRATABILIDADE: o emissor não 
pode negar a autenticidade da mensagem. 
ATENÇAO ATENÇAO! 
COM ASSINATURA DIGITAL GARANTIMOS A 
INTEGRIDADE, AUTENTICIDADE E NÃO REPÚDIO. 
CERTIFICADOS DIGITAIS 
CERTIFICADO DIGITAL: O certificado digital é um arquivo 
eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, 
utilizados para comprovar sua identidade. Exemplos 
semelhantes a um certificado são o RG, CPF e carteira de 
habilitação de uma pessoa. 
Cada um deles contém um conjunto de informações que 
identificam a pessoa e alguma autoridade (para estes 
exemplos, órgãos públicos) garantindo sua validade. Algumas 
das principais informações encontradas em um certificado 
digital são: 
1) dados que identificam o dono (nome, número de 
identificação, estado, etc) 
2) nome da Autoridade Certificadora (AC) que emitiu o 
certificado 
3) o número de série do certificado 
4) o período de validade do certificado 
5) a assinatura digital da AC 
O objetivo da assinatura digital no certificado é indicar que 
uma outra entidade (a Autoridade Certificadora) garante a 
veracidade das informações nele contidas. 
 
AUTORIDADE CERTIFICADORA: Autoridade Certificadora 
(AC) é a entidade responsável por emitir certificados digitais. 
Estes certificados podem ser emitidos para diversos tipos 
de entidades, tais como: pessoa, computador, 
departamento de uma instituição, instituição, etc. Os 
certificados digitais possuem uma forma de assinatura 
eletrônica da AC que o emitiu. Graças à sua idoneidade, a AC 
é normalmente reconhecida por todos como confiável, 
fazendo o papel de "Cartório Eletrônico". 
Alguns exemplos típicos do uso de certificados digitais 
são: 
1) quando você acessa um site com conexão segura, como 
por exemplo o acesso à sua conta bancária pela Internet, é 
possível checar se o site apresentado é realmente da 
instituição que diz ser, através da verificação de seu 
certificado digital; (ferramentas / opções da internet / conteúdo 
/ certificados) 
2) quando você consulta seu banco pela Internet, este tem 
que assegurar-se de sua identidade antes de fornecer 
informações sobre a conta; 
3) quando você envia um e-mail importante, seu aplicativo de 
e-mail pode utilizar seu certificado para assinar 
"digitalmente" a mensagem, de modo a assegurar ao 
destinatário que o e-mail é seu e que não foi adulterado entre 
o envio e o recebimento. 
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ATENÇAO ATENÇAO! 
COM CERTIFICAÇÃO DIGITAL GARANTIMOS A 
INTEGRIDADE, AUTENTICIDADE , NÃO REPÚDIO, 
CONFIDENCIALIDADE, PRIVACIDADE E CONFIABILIDADE. 
OUTROS RECURSOS DE SEGURANÇA 
FIREWALL: Firewall é o 
nome dado ao dispositivo 
de uma rede de 
computadores que tem por 
objetivo aplicar uma 
política de segurança a 
um determinado ponto de 
controle da rede. 
Sua função consiste em regular o tráfego de dados entre 
redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de 
acessos nocivos ou não autorizados de uma rede para outra. 
IDS: Sistema de detecção de intrusos ou simplesmente 
IDS (em inglês: Intrusion detection system) refere-se a 
meios técnicos de descobrir em uma rede quando esta está 
tendo acessos não autorizados que podem indicar a ação 
hacker ou até mesmo funcionários mal intencionados. 
OUTROS MÉTODOS 
HONEYPOT: É o nome dado a um software, cuja função é 
detectar ou de impedir a ação de um cracker, de um 
spammer, ou de qualquer agente externo estranho ao 
sistema, enganando-o, fazendo-o pensar que esteja de fato 
explorando uma vulnerabilidade daquele sistema. 
ZONA DMZ DMZ é 
a área de rede que 
permanece entre a 
rede interna de uma 
organização e uma 
rede externa, em 
geral a internet. 
Comumente, uma 
DMZ contêm 
equipamentos 
apropriados para o 
acesso à internet, 
como servidores 
para web (HTTP), servidores de transferência de arquivos 
(FTP), servidores para e-mail (SMTP) e servidores DNS. 
BACKUP: Em informática, cópia de segurança é a cópia de 
dados dum dispositivo de armazenamento a outro para que 
possam ser restaurados em caso da perda dos dados 
originais, o que pode envolver apagamentos acidentais ou 
corrupção de dados. 
Meios difundidos de cópias de segurança incluem CD-ROM, 
DVD, disco rígido externo, fitas magnéticas e a cópia de 
segurança externa (online). Esta, transporta os dados por uma 
rede como a Internet para outro ambiente, geralmente paraequipamentos mais sofisticados, de grande porte e alta 
segurança. 
TIPOS DE CÓPIA DE SEGURANÇA 
Cópia de segurança copiar: Uma cópia de segurança de tipo 
cópia copia todos os ficheiros seleccionados, mas não marca 
cada um deles como tendo sido efetuada a respectiva cópia 
de segurança (por outras palavras, o atributo de arquivo não é 
limpo). 
Cópia de segurança diária: Uma cópia de segurança deste 
tipo copia todos os ficheiros selecionados que tenham sido 
modificados no dia em que a cópia de segurança diária é 
efetuada. 
Cópia de segurança diferencial: Uma cópia de segurança 
diferencial copia os ficheiros criados ou alterados desde a 
última cópia de segurança normal ou incremental. Os ficheiros 
não são marcados como tendo sido incluídos numa cópia de 
segurança (por outras palavras, o atributo de arquivo não é 
limpo). 
ATENÇÃO DICA DE CONCURSO! 
Se for usar uma combinação de cópias de segurança normal e 
diferencial, o restauro de ficheiros e pastas requer que tenha 
as últimas cópias de segurança normal e diferencial efetuada. 
ISSO PORQUE ELE ACUMULA NO MESMO ARQUIVO OS 
MODIFICAÇÕES REALIZADAS. 
Cópia de segurança incremental: Uma cópia de segurança 
incremental copia apenas os ficheiros que foram criados ou 
alterados desde a última cópia de segurança normal ou 
incremental. 
ATENÇAO DICA CONCURSO! Se utilizar uma combinação 
de cópias de segurança normal e incremental, terá de ter o 
último o conjunto de cópias de segurança normal e todos os 
conjuntos de cópias de segurança incrementais para restaurar 
os dados. PORQUE ELA GERA EM ARQUIVOS 
SEPARADOS AS MODIFICAÇOES. 
Cópia de segurança normal: Uma cópia de segurança 
normal copia todos os ficheiros selecionado e marca cada um 
deles como tendo incluído numa cópia de segurança (por 
outras palavras, o atributo de arquivo é limpo). A cópia de 
segurança normal copia o arquivo completo sendo mais 
demorada e necessita de uma quantidade de mídias muito 
maior. Memorize a tabela abaixo pois tem provas que 
perguntam quais backups marcam os arquivos como 
MORTO. 
 
 
RAID – ESPELHAMENTO DE DISCO 
Permite criar um espelho entre os HD’s as informações 
gravadas em 1 HD serão automaticamente gravadas nos HD 
subseqüentes.Existem vários tipos de Raid: Raid0 – Raid1 – 
Raid2 – Raid3 – Raid4 – Raid5. 
Em concursos somente estas informações já são 
suficientes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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As intrusões (invasões) podem ocorrer através de dois 
métodos: trashing e engenharia social que veremos mais 
adiante e ataques técnicos. A seguir os tipos de ataques 
técnicos mais empregados em uma invasão. 
ATAQUE FÍSICO: O ataque físico ocorre quando 
equipamentos, softwares e mídias são roubadas, resultando 
na quebra de sigilo de várias informações confidenciais da 
instituição atacada. 
ATAQUES LÓGICOS: São programas maliciosos usados 
para danificar, roubar, modificar ou excluir arquivos, 
programas e informações do sistema. 
TIPOS DE MALWARE 
Código malicioso 
ou Malware 
(Malicious 
Software) é um 
termo genérico 
que abrange 
todos os tipos de 
programa 
especificamente 
desenvolvidos 
para executar 
ações maliciosas 
em um 
computador. Na 
literatura de segurança o termo malware também é conhecido 
por "software malicioso". 
VÍRUS: É um programa que pode infectar outros e modificá-
los. Para realizar a infecção, o vírus embute uma cópia de si 
mesmo em um programa ou arquivo, que quando executado 
também executa o vírus, dando continuidade ao processo de 
infecção. Normalmente o vírus tem controle total sobre o 
computador, podendo fazer de tudo, desde mostrar uma 
mensagem de "feliz aniversário", até alterar ou destruir 
programas e arquivos do disco. Precisam de hospedeiro, 
auto envia e auto replica-se. 
TIPOS DE VÍRUS SÃO: 
1) VÍRUS PARASITA OU DE SISTEMA: forma tradicional e 
mais conhecida de vírus.O vírus parasita se auto agrega a 
arquivos executáveis e replica-se quando o programa 
infectado e executado; 
2) VÍRUS RESIDENTE NA MEMÓRIA: instala-se na memória 
principal como parte de um programa legítimo. A partir desse 
ponto, o vírus infecta todo programa que executa; 
3) VÍRUS DE SETOR DE BOOT: infecta a MBR do disco 
(Master Boot Record) e se espalha quando o sistema é 
iniciado a partir do disco que contém o vírus; 
4) VÍRUS INVISÍVEL: forma de vírus projetada para enganar o 
antivírus (aquele que faz compressão do programa alvo); 
5) VÍRUS POLIMÓRFICO: o vírus que realiza mutações a 
cada infecção. As cópias são equivalentes em funcionalidade, 
mas possuem padrões de bits diferentes. 
6) VÍRUS DE MACRO: Infectam-se e espalham-se por meio 
de linguagens de macro existentes nos documentos 
compatíveis com o Microsoft Office. 
3) VÍRUS DE SCRIPTS: são os vírus que exploram as 
linguagens de script e que são executados automaticamente 
pelos softwares de leitura de e-mails, por exemplo. 
 
CAVALO DE TRÓIA / TROJAN: Cavalo de Tróia (Trojan 
Horse) é um programa que além de executar funções para as 
quais foi aparentemente projetado, também executa 
outras funções normalmente maliciosas e sem o 
conhecimento do usuário. Algumas das funções maliciosas 
que podem ser executadas por um cavalo de tróia são: 
1) alteração ou destruição de arquivos; 
2) furto de senhas e outras informações sensíveis, como 
números de cartões de crédito; 
3) inclusão de backdoors, para permitir que um atacante 
tenha total controle sobre o computador. 
LEIA ISSO! Pegadinha de concurso! 
Por definição, o cavalo de tróia distingue-se de vírus e worm, 
por não se replicar, infectar outros arquivos, ou propagar 
cópias de si mesmo automaticamente. Normalmente um 
cavalo de tróia consiste de um único arquivo que necessita ser 
explicitamente executado. 
As formas de ataque são: 
PHISHING: Mensagens amigas ou de fontes confiáveis: 
CARTÃO VIRTUAL VOXCARDS FOTO TORPEDO 
INTIMAÇÕES ATUALIZAÇÃO DO ITOKEN DO 
BANCO 
SEU CPF PODE SER CANCELADO CLIQUE E ATUALIZE. 
CARTA DE AMOR: Lembra destas fotos? 
 
PHARMING: Sites falsos, o Pharming trocadilho de SÍTIO que 
é a mesma coisa que Site. Faz um redirecionamento do DNS. 
Você digita WWW.BRADESCO.COM.BR ele direciona para 
um site falso e pede que você faça o recadastramento. 
HOAX: Notícias Falsas 
SNIFFER: Captura informações ( quadros ) de redes que 
passam pela máquina do atacante. Basta apenas instalar e se 
aproximar de uma rede e capturar os quadros, 
decriptografando e mostrando ao atacante os dados.Muito 
usado hoje para captura de senhas das redes Wirelles. 
 
SPYWARE 
Spyware consiste num 
programa automático de 
computador, que recolhe 
informações sobre o usuário, 
sobre os seus costumes na 
Internet e transmite essa 
informação a uma entidade 
externa na Internet, sem o seu 
conhecimento nem o seu 
consentimento.Diferem dos 
cavalos de Tróia por não terem 
como objetivo que o sistema do usuário seja dominado, seja 
manipulado, por uma entidade externa, por um cracker.Os 
spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que 
desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar seus 
costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, 
estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de seus 
programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a 
sua remoção. 
Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam 
roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam 
dados bancários, montam e enviam registros das atividades 
do usuário, roubam determinados arquivos ou outros 
documentos pessoais. 
Basicamente existem dois tipos de spyware: 
- KEYLOGGER: Captura tudo que a vítima digita utilizando o 
teclado. Gravando em um arquivo de texto as informaçoes 
coletadas e transferindo-as para o atacante. 
- SCREENLOGGER:Captura a tela da vítima ou até mesmo a 
posiçao do ponteiro tirando uma foto no momento do click, 
usado para capturar senhas dos teclados virtuais. 
ADWARE 
 Os adwares são conhecidos por trazerem para a tela do 
usuário algum tipo de propaganda.Falando em termos 
populares é um pop-up com vírus! 
WORM(VERME): Worm é um programa capaz de se propagar 
automaticamente através de redes, enviando cópias de si 
mesmo de computador para computador. 
Diferente do vírus, os Worms espalham-se rápida e 
automaticamente, sem a necessidade de uma interação com o 
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usuário, como acontece com os vírus Geralmente o Worm tem 
como conseqüência os mesmos danos gerados por um vírus, 
como por exemplo a infecção de programas e arquivos ou 
a destruição de informações. 
ATENÇAO RESUMINDO: WORMS NÃO PRECISAM DE 
HOSPEDEIRO, AUTO ENVIA E AUTO REPLICA-SE. 
Os Worms atuais estão cada vez mais inteligentes. Muitos 
deles são programados para não utilizar recursos demasiados 
do computador ou executar atividades fáceis de detectar 
(ex: desligar o computador). 
BOTS E BOTNETS: De modo similar ao worm, o bot é um 
programa capaz se propagar automaticamente, explorando 
vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de 
softwares instalados em um computador. Adicionalmente ao 
worm, dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor, 
permitindo que o bot seja controlado remotamente. 
BOTNETS: são redes formadas por computadores infectados 
com bots. Estas redes podem ser compostas por centenas 
ou milhares de computadores. Um invasor que tenha controle 
sobre uma botnet pode utilizá-la para aumentar a potência 
de seus ataques, por exemplo, para enviar centenas de 
milhares de e-mails de phishing ou spam, desferir ataques de 
negação de serviço, etc. 
BACKDOORS: Backdoor (também conhecido por Porta dos 
fundos) é uma falha de segurança que pode existir em um 
programa de computador ou sistema operacional, que pode 
permitir a invasão do sistema por um cracker para que ele 
possa obter um total controle da máquina. 
Muitos crackers utilizam-se de um Backdoor para instalar 
vírus de computador ou outros programas maliciosos, 
conhecidos como malware. 
1) instalação através de um cavalo de tróia; 
2) inclusão como conseqüência da instalação e má 
configuração de um programa de administração remota. 
ROOTKITS: Um invasor, ao realizar uma invasão, pode 
utilizar mecanismos para esconder e assegurar a sua 
presença no computador comprometido. 
Dentre eles, podem ser citados: 
1) programas para esconder atividades e informações 
deixadas pelo invasor (normalmente presentes em todos os 
rootkits), tais como arquivos, diretórios, processos, conexões 
de rede, etc; 
2) backdoors para assegurar o acesso futuro do invasor 
ao computador comprometido (presentes na maioria dos 
rootkits); 
3) programas para remoção de evidências em arquivos de 
logs; 
4) sniffers, para capturar informações na rede onde o 
computador está localizado, como por exemplo senhas 
queestejam trafegando em claro, ou seja, sem qualquer 
método de criptografia; 
5) scanners, para mapear potenciais vulnerabilidades em 
outros computadores; 
6) outros tipos de malware, como cavalos de tróia, 
keyloggers, ferramentas de ataque de negação de serviço, etc 
 
COMPUTADORES ZUMBIS 
Computador zumbi é um termo 
empregado para classificar 
computadores utilizados para envio 
de spam e ataque a sites, sem que o 
dono do computador saiba de tal 
atividade. Para que isso aconteça, o 
invasor precisa instalar um programa 
no computador-alvo, normalmente 
através de e-mails, redes ponto-a-ponto (peer-to-peer), ou 
mesmo através de sites com links onde o invasor disfarça o 
programa para que o usuário não saiba de que se trata. Após 
a instalação do programa, o invasor passa a utilizar esse 
computador (juntamente com todos os outros computadores 
infectados) para enviar e-mails em série (spam) com diversas 
finalidades, ou mesmo para atacar sites, com intuito de criar 
danos ao site ou deixá-lo lento. 
Hoje existem redes BOTNETS ZUMBIS imagina o estrago que 
faz isso na internet!.Para fechar vamos falar de 
RANSONWARE. 
RANSONWARE 
Ransomware é um tipo de malware. Refere-se aos cavalos 
de tróia que cobram resgate. Um exemplo é o Arhiveus-A, que 
compacta arquivos no micro da vítima num pacote 
criptografado. 
Depois informa que os documentos só serão recuperados 
se a vítima fizer compras em três farmácias online. Então 
recebe uma senha de 30 dígitos para reaver os arquivos. 
 
 
CONCEITO DE 
BANCO DE 
DADOS 
Banco de Dados é, na verdade, 
uma forma de armazenar 
informações estruturadamente 
utilizando-se de campos para 
melhor dividir e encontrar 
esses dados. No conceito de Banco de Dados estão 
inseridas as estruturas que permitem o armazenamento e os 
processos que localizam e manipulam os dados. 
Tabela: Estrutura bidimensional formada por linhas e 
colunas, para armazenar os dados. Hoje em dia, um 
Banco de Dados é formado por várias tabelas. 
Campo: Divisão das tabelas, cada campo permite 
armazenar um tipo específico de informação. 
Normalmente, os campos são apresentados como as colunas. 
Registro: É o nome dado a uma informação completa da 
tabela. É a linha da tabela. 
Campos, como eles podem ser? 
Um campo é uma divisão da tabela, portanto, um local para 
recebimento de um tipo de dado individual. Um campo aceita 
apenas um tipo de dado definido em sua estrutura. 
Número: armazena apenas valores numéricos, é usado para 
informações que possam passar por operações aritméticas; 
Texto: o campo aceita caracteres alfanuméricos, é 
necessário definir a quantidade de caracteres que o 
campo vai aceitar. Os SGBDs(Sistema Gerenciador de 
Bancos de Dados) são aplicativos (programas) que 
permitem criar, alterar, e excluir componentes da estrutura 
dos Bancos de Dados, bem como inserir, alterar e excluir 
dados nestes. Os SGBDs mais utilizados hoje em dia é o 
Access (desenvolvido pela Microsoft), que é muito 
utilizado para bancos de dados pessoais e menos robustos. 
Já o SQL Server e Oracle, são utilizados em projetos com 
grande volume de dados grandes empresas). Os bancos de 
dados desses programas são conhecidos como Bancos de 
Dados Relacionais, pois são formados por várias tabelas 
que se relacionam entre si. Portanto, podemos 
chamá-los de SGBDR (Sistemas Gerenciadores de 
Bancos de Dados Relacionais). 
BANCO DE DADOS RELACIONAL 
São bancos de dados formados por várias tabelas que estão 
relacionadas entre si por alguns campos comuns. 
Chave Primária: É um campo de uma tabela que recebe 
uma “patente” especial. A informação contida neste campo 
não pode se repetir em dois registros diferentes nem pode ter 
valor Nulo (vazio). 
Relacionamentos: Relacionamentos são as ligações 
entre campos de tabelas diferentes em um BD 
Relacional. 
Chave Estrangeira: É um campo de uma tabela usado 
para ligar(relacionar) duas tabelas distintas, evitando a 
redundância dos dados nessa tabela. 
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Tipos de Relacionamento 
Um-para-muitos: É a relação entre a chave primária de 
uma tabela (A) e um campo comum em outra tabela (B),ou 
seja, um registro na tabela (A) pode ter 
muitos registros coincidentes a tabela(B), mas um 
registro na tabela (B) tem (e tem que ter) só 
um registro coincidente na tabela (A). 
Muitos-para-muitos: um registro na tabela (A) pode ter 
muitos registros coincidentes na tabela (B,) e um registro 
na tabela (B) pode ter muitos registros coincidentes na 
tabela (A). Esse tipo de relacionamento só é possível 
definindo-se uma terceira tabela (denominada tabela de 
união). 
 
SQL - LINGUAGEM DE CONSULTA ESTRUTURADA 
É um conjunto de instruções que permitem ao usuário 
manipular os dados armazenados nas tabelas e a própria 
estrutura do Banco. A linguagem de consulta mais usada 
atualmente, em qualquer que seja o SGBD, é o SQL 
(Structured Query Language – ou Linguagem de Consulta 
Estruturada). 
FUNÇÕES DO SQL 
O SQL possui funções próprias que calculam valores 
agrupando mais de uma linha. Pode ser a contagem de 
linhas (registros) ou um cálculo com um campo numérico da 
tabela. 
AVG(): calcula a média de uma coluna de dados numéricos. 
Qual é a média de débitos dos alunos da cidade "01" Select 
avg(debito) from alunos where cidade = "01" COUNT(): conta 
o número de itens selecionado em uma coluna. Quantos 
alunos do sexo feminino estudam o curso "02" select count(*) 
from alunos where sexo = "F" and curso = "02" 
MIN() : determina o menor valor de Item_Selecionado em 
uma coluna. Qual é o menor e o maior débito dos alunos do 
turno matutino select min(debito), max(debito) from alunos 
where turno = "M" 
MAX() : determina o maior valor de Item_Selecionado em 
uma coluna. SUM() : totaliza uma coluna de dados 
numéricos. Exemplos: Qual é a soma e quantos alunos 
devem acima de R$ 100,00 select sum(debito), count(*) from 
alunos where debito > 100 
Há dois tipos de instruções no SQL 
•DML (Linguagem de Manipulação de Dados) que permitem 
inserções, alterações e exclusões nos registros, e as 
instruções. 
•DDL (Linguagem de Definição de Dados) que permitem 
alterações na estrutura do Banco, como a criação de tabelas e 
campos, a alteração e a exclusão dos mesmos. 
As principais instruções DML da Linguagem SQL são 
SELECT, INSERT INTO, UPDATE, DELETE. As principais 
instruções DDL são CREATE, ALTER e DROP. 
PROCEDIMENTO ARMAZENADO (STORE PROCEDURE- 
SP) 
São rotinas armazenadas, normalmente, dentro do banco 
de dados, com funções especificas. São utilizadas quando 
há a necessidade de se executar um procedimento grande e 
pesado. 
Objetivos 
•Assegurar as restrições de integridade 
•Melhorar a segurança no acesso aos dados 
•Melhorar o desempenho das aplicações 
•Reduzir o volume de dados trafegados na rede 
•Melhorar a manutenção do software 
GATILHO (TRIGGER) 
Procedimento disparado automaticamente pelo SGBD em 
resposta a um evento específico do banco de dados 
Semelhante a um procedimento armazenado(Store 
Procedure), mas tem a sua execução disparada pelo 
SGBD quando ocorre um evento préestabelecido. O 
evento é associado à tentativa de execução de 
operações sobre uma tabela (inclusão, exclusão e alteração) 
BANCOS DE DADOS NAS EMPRESAS 
Data Warehouse: Bancos de dados enormes, que 
armazenam informações de todos os setores de uma 
empresa para dar suporte à tomada de decisões 
estratégicas. Exemplo: Os sistemas que armazenam 
dados de clientes, fornecedores, produtos, entradas, 
saídas, perdas, pessoal, contabilidade de uma 
empresa (todos juntos em um único banco). 
Data Mart: Bancos de dados que armazenam informações 
normalmente de um determinado setor da empresa. Serve, 
como o DW, para auxiliar na tomada de decisões vitais 
para a empresa, mas não resume dados de várias fontes 
ou setores. 
Data Mining: Algo como “Mineração de Dados”, definem 
as ações realizadas, no Banco de Dados, para 
detectar relacionamentos entre as informações 
armazenadas. Um exemplo: em redes varejistas, 
programas que identificam clientes com interessas comuns. 
OLAP: Significa “Processo Analítico On-line” e descreve 
uma ferramenta, usada pelos usuários finais, capaz de 
extrair dados de um Data Warehouse e analisá-los. A 
consulta ao DW é interativa, permitindo aos usuários 
verificarem o “porquê” dos resultados obtidos. 
Bussiness Intelligence: Ou “Inteligência de Negócios” é 
dos conceitos mais “na crista da onda” hoje em dia no 
que concerne a Gestão Empresarial. A inteligência resulta 
da coleta de dados, transformação desses dados em 
informação útil e, por fim a análise dessas 
informações contextualizadas para que sejam aplicadas 
a processos decisivos e gerem vantagens competitivas. 
Em suma, BI descreve uma série de componentes, técnicas 
erecursos para o armazenamento de dados e a sua utilização 
em prol da estratégia de negócios. 
SGBD’S CORPORATIVOS 
O Access é um excelente Gerenciador de Bancos de 
Dados, mas é indicado para aplicações de pequeno 
porte. Para o gerenciamento de grandes volumes de dados, 
recomenda-se a utilização de um SGBDR mais robusto. Os 
dois nomes mais conhecidos são o Oracle, da Oracle 
Corp., SQL Server da Microsoft e o MySQL (SGBD 
Gratuito para ambientes Linux e Windows). O Oracle é o 
SGBDR preferido pela maioria das empresas, sua licença 
de uso é muito cara, mas ele está presente em grande 
parte dos sistemas de armazenamento de grandes volumes 
de dados. O SQL Server, da Microsoft é o principal 
concorrente do Oracle. Sua facilidade de uso e 
configuração são suas principais vantagens (mas continuo 
dizendo que a maioria prefere o Oracle). 
 
BR.OFFICE 3.2 
BrOffice – É um pacote (suíte) de ferramentas voltadas à 
GALERINHA ESTES NOMES DE BANCO DE DADOS 
TEM QUE DECORAR POIS TAMBÉM É SOLICITADO 
EM EDITAIS QUE PEDEM CONCEITOS DE BANCO DE 
DADOS. 
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produtividade de atividades de escritório. Possui grande 
similaridade com o programa StarOffice1 em sua versão 
8.0, o qual pode ser considerado seu “irmão”. Trata-se de 
um tipo de desenvolvimento com a filosofia de programas 
em código aberto, cuja sua distribuição do programa 
executável e de seu código-fonte é livre e não gratuita 
como muitos acreditam. Na atual versão, o programa 
é composto por um extenso conjunto de ferramentas 
(componentes), tais como: processador de texto, planilha 
de cálculos, editor de apresentações, editor de desenhos 
vetoriais, gerenciador de banco de dados e um editor de 
fórmulas matemáticas. 
BrOffice X Microsoft Office 
O programa BrOffice.org é concorrente direto do 
programa Microsoft Office onde seus recursos ficam 
entre a versão Profissional e Standard do produto da 
empresa Microsoft. Se formos compararmos com 
BrOffice.org x Microsoft Office Professional, 
encontraremos uma similaridade direta em relação aos seus 
recursos ou seja, são mais próximos entre si. 
Tabela de Comparação 
Aplicativo Office BrOffice.Org MS – Office prof 
Processador de Textos Writer Word 
Planilha de cálculo Calc Excel 
Editor de apresentação Impress Power Point 
Editor de HTML Writer/Web Publisher 
Banco de dados Base Acess 
Editor de fórmulas 
matemáticas 
 
Match 
 
----- 
Editor de desenho vetorial Draw ---- 
Gerenciador pessoal ---- Outlook 
Obs: Quanto a compatibilidade de leitura de arquivos. O 
BrOffice.org consegue ler os arquivos gerados no 
Microsoft Office(o inverso não acontece). Caso você 
edite um arquivo em Microsoft Office, será possível a leitura 
e gravação no BrOffice. 
Para adquirir o BrOffice, basta baixa-lo 
no site http://www.broffice.org/ 
 
Iniciaremos nossos estudos com o Writer que é uma 
ferramenta de processamento de textos existentes no 
pacote de aplicaivos BrOffice.org. Com essa ferramenta é 
possível escrever cartas, relatórios, apostilas, livros, teses, 
monografias entre outros 
documentos. O programa 
Writer é um “Processador 
de Textos” e não um 
“Editor de textos” onde um 
Editor é uma ferramenta de 
cunho bastante simples que 
permite ler, gravar e 
manipular um texto 
(recortar, copiar e colar) 
sem formatá-lo normalmente 
usada por profissionais da 
área de desenvolvimento. 
Ambos os programas são de 
propriedade da empresa Sun 
Microsystems e muito 
similares entre si. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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O BrOffice.org (irmão gêmeo do programa OpenOffice.org) 
é a versão brasileira de código aberto enquanto o 
StarOffice, a versão comercial. Basicamente, é o mesmo 
produto.A diferença está no fato de o StarOffice possuir 
algumas ferramentas a mais que são fornecidas por 
terceiros. Por esta razão, é vendido a partir de US$ 69,95 
Todo o conjunto de ferramentas é baseado na filosofia de 
código aberto, por isso não é vendido. Fonte: 
Guia Prático de Aplicação – José Augusto N. G. Mazano, 1ª 
Ed. – Editora Érica. 2006. 
Veja na tela o Writer 
 
 
 
 
 
 
 
Digitação de Textos: A digitação no BrOffice.org ocorre de 
forma idêntica a qualquer outro processador de textos. Após 
digitar um parágrafo será pressionado ENTER da mesma 
forma do Word, os acentos sempre serão digitados 
anteriormente a 
uma letra e assim 
sucessivamente. 
 
Apagando 
Caracteres: Toda 
exclusão de 
caracteres é 
realizada com as 
teclas 
apresentadas na 
figura. 
 
Posicionamento de Cursor: As teclas a seguir são usadas 
para posicionar o cursor em um 
determinado local do texto 
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Selecionan-
do textos: 
Veja as 
teclas que 
são 
utilizadas 
para 
selecionar 
um texto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Copiar e 
Colar: Seguem as mesmas normas utilizadas no Word. 
Veja as opções: 
a) Selecionar o texto que deseja copiar – Posiocionar 
o cursor no local desejado – Editar 
– Copiar, Clicar no local desejado Botão Colar. 
b) Arrastando com o mouse, mantendo a tecla CTRL 
pressionada e liberando em seguida o mouse sobre outro 
local do texto, posteriormente a tecla CTRL. 
c) Botão Direito sobre o texto selecionado – Copiar. 
Clicar no local desejado – Botão Direito novamente – 
Colar. 
d) Utilizando os Botões da barra de ferramentas padrão, 
selecionando o texto, Botão Copiar – clicar no local 
desejado e Botão Colar. 
 
Teclas de Atalho do Writer. 
 <Nome> <Linha de endereço 1> e Repita os passos para 
os outros Campos. Caso necessite de visualizar os campos. 
Clique em Exibir – Visualizar Fonte de Dados. 
Teclas de Atalho do Writer 
 As teclas de atalho são mostradas do lado direito das listas 
de menus, ao lado do comando de menu correspondente. 
 
Posicionamento 
do cursor 
 
 
Ativa o botão em foco na caixa 
de diálogo 
Tecla enter 
 
 
Esc 
 
Termina a ação ou fecha a caixa de 
diálogo. Se estiver na ajuda do 
BrOffice.org: sobe um nível 
 
Tab 
 
 Avança o foco para a próxima 
seção ou o próximo elemento 
de uma caixa de diálogo. 
Shift + Tab 
 
Desloca o foco para o elemento ou 
a seção anterior em uma caixa 
de diálogo. 
Page Up Mover página da tela para cima 
Shift + Page Up Mover página da tela para cima com a 
seleção. 
Page Down 
 
Mover uma página da tela para baixo 
Shift + Page Down Mover uma página da tela para baixo 
com a seleção 
Ctrl + tab Quando posicionado no início de um 
cabeçalho, 
 
Seta para 
esquerda 
 Mover uma linha para cima. Ir para 
Mover o cursor uma palavra para 
esquerda, uma palavra de cada vez. Ir 
para o início da palavra. Mover o 
cursor com a seleção para a esquerda. 
Seta para a 
direita 
Move o cursor uma seta para direita. 
Ctrl + Shift +Seta 
para 
esquerda 
 
Seleciona uma palavra à esquerda 
Shift + seta para 
direita 
Seleciona um caractere à direita 
Ctrl + Seta para 
direita 
 
Seleciona uma palavra à direita 
Seta para cima 
 
Mover o cursor uma linha para cima 
Trabalhar com arquivos 
Ctrl + O 
 
Abre um documento 
 
Ctrl + S Salva o documento atual 
Ctrl + N Cria um novo documento 
Shift+Ctrl+N 
 
Abre a caixa de diálogo 
 Modelos e documentos 
Ctrl + P P Imprime um documento 
Ctrl + Q Sai do aplicativo 
Teclas de edição 
de textos 
 
 
Remove os elementos selecionados. Ctrl + X 
Ctrl + C Copia os itens selecionados 
Ctrl + V 
 
Cola o conteúdo da área de 
transferência 
Ctrl + Shift + v 
 
Abre a caixa de diálogo 
Colar especial. 
Ctrl + A Seleciona tudo 
Ctrl + Z Desfaz a última ação 
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Ctrl + Y Refaz a última ação 
Ctrl + F 
 
Chama a caixa de diálogo 
Localizar e substituir. 
Ctrl + Shift + F 
 
Busca o termo de pesquisa inserido 
pela última vez. 
Ctrl+Shift+J 
 
Alterna a exibição entre o modo de 
tela inteira e o modo normal 
Efeitos 
O atributo Itálico é aplicado na área 
selecionada. Se o cursor estiver 
posicionado em uma palavra, essa 
palavra também ficará em itálico. 
 
 
Ctrl + I 
 
 
 
Ctrl + 
 
O atributo Negrito é aplicado à área 
selecionada. Se o cursor estiver 
posicionado sobre uma palavra, tal 
palavra também será colocada em 
negrito. 
 
Ctrl + U O 
 
Ctrl + U O atributo Sublinhado será 
aplicado à área selecionada. Se o 
cursor estiver posicionado em uma 
palavra, esta também será sublinhada 
Teclas de Funções 
Teclas de atalho Efeito 
 
F1 
 
 Inicia a Ajuda do BrOffice.org 
Na Ajuda do BrOffice.org: vai para a 
página de ajuda principal. 
Shift + F1 Ajuda de contexto 
 
Shift + F2 
 
Ativa o recurso Dicas adicionais para 
o comando, ícone ou controle 
atualmente selecionado. 
trl + F4 Fecha o documento atual 
Alt + F4 
 
Fecha o BrOffice.org e seus 
documentos 
F6 
 
Permite ao usuário navegar entre as 
partes da tela do Word. 
Shift + F6 Define o foco na subjanela anterior. 
F10 
 
F10 Ativa o primeiro menu (menu 
Arquivo) 
Shift + F10 
 
Abre o menu de contexto o, mesmo 
que o botão direito do mouse). 
Ctrl + F11 Abre o catálogo de estilos 
 
 
Novo – permite criar um novo; Veja os ícones 
apresentados pela opção Novo do Menu Arquivo que 
permite criar um Novo documento do BrOffice.org. Neste 
caso a mesma apresenta várias opções. 
 
 
 
 
Contém comandos que se aplicam a todo o documento. 
Menu Arquivo - Contém comandos que se aplicam a 
todo o documento como criar um novodocumento, salvar 
exportar entre outras opções. 
Novo - Cria um novo documento do BrOffice.org. 
Abrir - Abre ou importa um arquivo. 
Documentos recentes - Lista os arquivos abertos mais 
recentemente. Para abrir um arquivo da lista, clique no 
nome dele. 
Assistentes - Guia você na criação de cartas comerciais 
pessoais, fax, agendas, apresentações etc. 
Fechar - Feche o documento atual sem sair do programa. 
Salvar - Salva o documento atual. 
Salvar como - Salva o documento atual em outro local 
ou com um nome de arquivo ou tipo de arquivo diferente. 
Salvar tudo - Salva todos os documentos abertos do 
BrOffice.org. Este comando só estará disponível se dois 
ou mais arquivos tiverem sido modificados. 
Recarregar - Substitui o documento atual pela última 
versão salva. 
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Versões - Salva e organiza várias versões do documento 
atual no mesmo arquivo. Você também pode abrir, excluir 
e comparar versões anteriores. 
Exportar - Salva o documento atual com outro nome em um 
local que você especifica. 
Exportar como PDF - Salva o arquivo atual no formato 
PDF (Portable Document Format). É possível ver e 
imprimir um arquivo PDF em qualquer plataforma sem 
perder a formatação original, desde que haja um software 
compatível instalado. 
 
Enviar - Envia uma cópia do documento atual para 
diferentes aplicativos. 
Assinaturas digitais - Esta caixa de diálogo adiciona e 
remove assinaturas digitais do documento. Você também 
pode usá-la para exibir certificados. 
Propriedades - Exibe as propriedades do arquivo atual, 
inclusive estatísticas, como contagem de palavras e a data 
da criação do arquivo. 
Modelos - Permite organizar e editar os modelos, 
bemcomo salvar o arquivo atual como um modelo. 
Visualização de página - Exibe uma visualização da 
página impressa ou fecha a visualização. 
Imprimir - Imprime o documento atual, a seleção ou 
as páginas que você especificar. Você também pode 
definir as opções de impressão para o documento atual. 
Configurações da impressora - Selecione a impressora 
padrão para o documento atual. 
Sair - Fecha todos os programas do BrOffice.org e solicita 
que você salve suas alterações. 
 
 
Este menu contém comandos para a edição do conteúdo 
de um documento 
Desfazer - Reverte o último comando ou a última entrada 
digitada. Para selecionar o comando que você deseja 
reverter, clique na seta ao lado do ícone Desfazer na 
barra Padrão. 
Repetir - Repete o último comando. 
Cortar - Remove e copia a seleção para a área de 
transferência. 
Copiar - Copia a seleção para a área de transferência. 
Colar - Insere o conteúdo da área de transferência na posição 
do cursor e substitui o texto ou os objetos selecionados. 
Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato. 
Colar especial - Insere o conteúdo da área de transferência 
no arquivo atual em um formato que você pode 
especificar. 
Selecionar texto - Você pode ativar um cursor de seleção 
em um texto somente leitura ou na Ajuda. Escolha 
Editar - Selecionar texto ou abra o menu de contexto de um 
documento somente leitura e escolha Selecionar texto.O 
cursor de seleção não fica intermitente. 
Selecionar tudo - Seleciona todo o conteúdo do arquivo, 
quadro ou objeto de texto atual. 
Alterações - Lista os comandos que estão disponíveis 
para rastrear as alterações em seu arquivo. 
Comparar documento - Compara o documento atual com um 
documento que você seleciona. 
Localizar e substituir - Procura ou substitui textos ou 
formatos no documento atual. 
Navegador - Mostra ou oculta o Navegador. Você pode 
usá-lo para acessar rapidamente diferentes partes do 
documento e para inserir elementos do documento atual ou 
de outros documentos abertos bem como para organizar 
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documentos mestre. Para editar um item do Navegador, clique 
com o botão direito do mouse no item e, em seguida, escolha 
um comando do menu de contexto. Se preferir, você pode 
encaixar o Navegador na borda do espaço de trabalho. 
AutoTexto - Cria, edita ou insere AutoTexto. Você pode 
armazenar texto formatado, texto com figuras, tabelas e 
campos como AutoTexto. Para inserir AutoTexto rapidamente, 
digite o atalho do AutoTexto no documento e pressione 
F3. 
Trocar banco de dados - Altera a fonte de dados do 
documento atual. Para exibir corretamente o conteúdo dos 
campos inseridos, o banco de dados que foi substituído 
deve conter nomes de campos idênticos. 
Campos - Abre um caixa de diálogo na qual você pode 
editar as propriedades de um campo. Clique antes de um 
campo e selecione este comando. Na caixa de diálogo, 
você pode usar as setas para ir para o próximo campo 
ou voltar para o anterior. 
Notas de rodapé - Edita a âncora de nota de rodapé ou 
de nota de fim selecionada. Clique antes ou depois da nota 
de rodapé ou da nota de fim e, em seguida, escolha este 
comando. Entrada de índice - Edita a entrada de índice 
selecionada. Clique antes da entrada de índice ou na 
própria entrada e, em seguida, escolha este comando. 
Entrada bibliográfica - Edita a entrada bibliográfica 
selecionada. 
Hyperlink - Abre uma caixa de diálogo que permite que 
você crie e edite hyperlinks. 
Links - Permite a edição das propriedades de cada link 
no documento atual, incluindo o caminho para o arquivo 
de origem. Este comando não estará disponível se 
odocumento atual não contiver links para outros arquivos. 
Plug-in - Permite a edição de plug-ins no seu arquivo. 
Escolha este comando para ativar ou desativar este recurso. 
Quando ativado, aparecerá uma marca de seleção ao 
lado do comando, e você verá comandos para editar o 
plug-in em seu menu de contexto. Quando desativado, 
você verá comandos para controlar o plug-in no menu de 
contexto. 
Mapa de imagem - Permite que você anexe URLs a áreas 
específicas, denominadas pontos de acesso, em uma 
figura ou em um grupo de figuras. Um Mapa de Imagem 
é um grupo com um ou mais pontos de acesso. 
Objeto - Permite editar um objeto selecionado no arquivo, 
inserido com o comando Inserir - Objeto. 
Layout de impressão - Exibe a forma que terá o documento 
quando este for impresso. 
Layout da Web - Exibe o documento como seria visualizado 
em um navegador da Web. Esse recurso é útil ao criar 
documentos HTML. 
Fonte HTML - Exibe o texto de origem (fonte) do documento 
HTML atual. Para exibir a fonte HTML de um novo 
documento, é necessário primeiro salvar o novo 
documento como um documento HTML. 
 
Barras de ferramentas - Abre um submenu para mostrar 
e ocultar barras de ferramentas. Uma barra de ferramentas 
contém ícones e opções que permitem acessar rapidamente 
os comandos do BrOffice.org. 
Barra de status - Mostra ou oculta a barra de status na 
borda inferior da janela. 
Status do método de entrada - Mostra ou oculta a janela de 
status do IME (Input Method Engine). 
Régua - Mostra ou oculta a régua horizontal, que você 
pode usar paraajustar margens de página, marcas de 
tabulação, recuos, bordas, células da tabela e para 
dispor objetos na página. Para mostrar a régua vertical, 
escolha Ferramentas - Opções - BrOffice.org Writer - 
Exibir e, em seguida, marque a caixa de seleção 
Régua vertical na área Régua. 
Limites do texto - Mostra ou oculta os limites da área 
imprimível da página. As linhas de limite não são impressas. 
Sombreamentos de campos – Mostra ou oculta os 
sombreamentos de campos no documento, incluindo espaços 
incondicionais, hífens personalizados, índices e notas de 
rodapé. 
Nomes de campos - Alterna a exibição entre o nome e o 
conteúdo do campo. A presença de uma marca de seleção 
indica que os nomes dos campos são exibidos e a 
ausência dessa marca indica que o conteúdo é 
exibido. O conteúdo de alguns campos não pode ser exibido. 
Caracteres não-imprimíveis - Mostra os caracteres não-
imprimíveis no texto, como marcas de parágrafo, quebras de 
linha, paradas de tabulação e espaços. 
Parágrafos ocultos - Mostra ou oculta parágrafos ocultos. 
Esta opção afeta somente a exibição de parágrafos ocultos. 
Ela não afeta a impressão desses parágrafos. 
Fontes de dados - Lista os bancos de dados registrados 
para o BrOffice.org e permite que você gerencie o 
conteúdo deles. 
Tela inteira - Exibe ou oculta os menus e as barras de 
ferramentas no Writer ou no Calc. Para sair do modo 
de tela inteira, clique no botão Ativar/Desativar tela inteira. 
Zoom - Reduz ou amplia a exibição de tela do BrOffice.org. 
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Menu Exibir - Este menu contém comandos para controlar a 
exibição do documento na tela. 
 
Menu Inserir - Este menu contém todos os comandos 
necessários para inserir novos elementos em um documento, 
como, por exemplo, seções, notas de rodapé, notas, 
caracteres especiais, figuras e objetos de outros aplicativos. 
 
Quebra manual - Insere uma quebra manual de linha, de 
coluna ou de página na posição atual em que se encontra 
o cursor. 
Campos - Insere um campo na posição atual do cursor. O 
submenu lista os tipos de campos mais comuns. Para 
exibir todos os campos disponíveis, escolha Outro. 
Caractere especial - Insere os caracteres especiais a 
partir das fontes instaladas. 
Marca de formatação - Abre um submenu para inserir 
marcas especiais de formatação. 
Seção - Insere uma seção de texto no mesmo local em 
que o cursor está posicionado no documento. Também 
é possível selecionar um bloco de texto e, em seguida, 
escolher esse comando para criar uma seção. Use as 
seções para inserir blocos de texto de outros documentos, 
para aplicar layouts de colunas personalizados ou para 
proteger ou ocultar os blocos de texto quando uma 
condição for atendida. 
Hyperlink - Abre uma caixa de diálogo que permite que 
você crie e edite hyperlinks. 
Cabeçalho - Adiciona ou remove um cabeçalho do estilo de 
página que você selecionar no submenu. O cabeçalho é 
adicionado a todas as páginas que usam o mesmo 
estilo de página. Em um novo documento, é listado apenas o 
estilo de página "Padrão". Outros estilos de páginas serão 
adicionados à lista depois que você aplicá-los ao documento. 
Rodapé - Adiciona ou remove um rodapé do estilo de 
página selecionado no submenu. O rodapé é adicionado 
a todas as páginas que usam o mesmo estilo. Em um novo 
documento, somente o estilo de página "Padrão" é 
listado. 
Outros estilos serão adicionados à lista depois que forem 
aplicados ao documento. 
Nota de rodapé - Insere uma nota de 
rodapé ou uma nota de fim no 
documento. A âncora para a nota será 
inserida na posição atual do cursor. 
Você pode escolher entre numeração 
automática ou um símbolo personalizado. 
Legenda - Adiciona uma legenda 
numerada à figura, tabela, quadro, quadro 
de texto ou objeto de desenho selecionado. 
Você também pode acessar este comando 
clicando com o botão direito do mouse 
no item ao qual deseja adicionar a 
legenda. 
Marcador - Insere um marcador na posição 
do cursor. Você pode então utilizar o 
Navegador para, posteriormente, ir 
rápido até o local destacado. Em um 
documento HTML, os marcadores são 
convertidos em âncoras para as quais 
você pode ir rapidamente através de um 
hyperlink. 
Referência cruzada - Esta é a posição em 
que você insere as referências ou os 
campos referidos no documento atual. As 
referências são os campos referidos no 
mesmo documento ou em subdocumentos 
de um documento mestre. 
Nota - Insere uma nota na posição atual 
do cursor. Para exibir ou editar o conteúdo 
de uma nota, selecione-a e escolha este 
comando. 
Script - Insere um script na posição atual 
do cursor em um documento HTML ou de 
texto. 
Índices e índices gerais - Abre um menu 
para inserir entradas de índice e inserir 
índices e tabelas. 
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Envelope - Cria um envelope. Nas três páginas de guias, 
você pode especificar o destinatário e o remetente, a posição 
e o formato dos dois endereços e o tamanho e a 
orientação do envelope. 
Quadro - Insere um quadro que você pode usar para 
criar um layout com uma ou mais colunas de texto e 
objetos. 
Tabela - Insere uma tabela no documento. Você 
também pode clicar na seta, arrastar o mouse para 
selecionar o número de linhas e colunas a serem 
incluídas na tabela e, em seguida, clicar na última célula. 
Linha horizontal - Insere uma linha horizontal na posição 
atual do cursor. 
Figura - Selecione a origem da figura que deseja inserir. 
Objetos - Insere um objeto em seu documento. Para filmes 
e sons, use Inserir - Filme e som. 
Quadro flutuante - Insere um quadro flutuante no documento 
atual. Os quadros flutuantes são usados em documentos 
HTML para exibir o conteúdo de outro arquivo. Não 
hásuporte para quadros flutuantes no Netscape Navigator 4.x. 
Filme e som - Insere um arquivo de vídeo ou de som no 
documento. 
Arquivo - Insere um arquivo de texto na posição atual 
do cursor. 
 
Fontes, parágrafos, colunas, capitalização (maiúsculas e 
minúsculas, entre outros efeitos. Veja a tela de formatação de 
caracteres. A opção Caracteres permite alterar a Fonte, 
Efeitos de Fonte, posição da fonte (sobrescrito, subscrito, 
rotação, entre outros recursos), aplicar hiperlinks e plano de 
fundo em seu texto. 
Contém comandos para formatar o layout e o conteúdo de 
documentos. 
Formatação padrão - Remove formatação direta da seleção. 
Caractere - Muda a fonte e a formatação de fonte dos 
caracteres selecionados. 
 
 
Posição – Subscrito, Normal e Sobrescrito, Rotação, 
Espaçamento, bem como elevar e rebaixar a posição de uma 
fonte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Hiperlink – Ligar palavras, frases, URL´sde websites, 
figuras, sons e vídeos. 
 
 
 
 
Marcadores e numeração - Adiciona marcadores ou 
numeração ao parágrafo atual e permite que você edite o 
formato da numeração ou dos marcadores. 
Página - Especifique os estilos de formatação e o layout do 
estilo de página atual como Layout Retrato e Paisagem, 
incluindo margens da página, cabeçalhos, rodapés e o 
plano de fundo da página. 
Alterar capitalização - Altera o uso de maiúsculas e 
minúsculas nos caracteres selecionados ou, se o cursor 
estiver em uma palavra, altera o uso de maiúsculas e 
minúsculas de todos os caracteres nela. 
Colunas - Especifica o número de colunas e o layout de 
coluna para um estilo de página, quadro ou seção. 
 
Seções - Altera as propriedades das seções definidas no 
documento. Para inserir uma seção, selecione o texto ou 
clique no documento e, em seguida, escolha Inserir - 
Seção. 
Estilos e formatação - Use a janela Estilos e formatação 
para aplicar, criar, editar, adicionar e remover estilos de 
formatação. Clique duas vezes para aplicar o estilo. 
AutoFormatação - Formata automaticamente o arquivo de 
acordo com as opções definidas em Ferramentas - 
AutoCorreção. 
Ancorar - Define as opções de ancoramento para o 
objeto selecionado. 
Quebra Automática - Define as opções de quebra 
automática de texto para figuras, objetos e quadros. 
Alinhamento (objetos) - Alinha os objetos selecionados, um 
em relação ao outro. 
Alinhamento (objetos de texto) - Define as opções de 
alinhamento para a seleção atual. 
Dispor - Altera a ordem de empilhamento do(s) objeto(s) 
selecionado(s). 
Inverter - Inverte o objeto selecionado, horizontalmente ou 
verticalmente. 
Grupo - Agrupa os objetos selecionados de forma que 
possam ser movidos ou formatados como um único objeto. 
Objeto - Abre um submenu para editar propriedades do objeto 
selecionado. 
Quadro - Insere um quadro que você pode usar para criar um 
layout com uma ou mais colunas de texto e objetos. 
Figura - Formata o tamanho, a posição e outras propriedades 
da figura selecionada. 
Menu Tabela 
Mostra todos os comandos para inserir e para editar uma 
tabela em um documento de texto. Inserir Tabela... - Insere 
uma nova tabela. 
Colunas - Insere colunas. Linhas - Insere linhas. 
Excluir Tabela - Exclui a tabela atual. 
Colunas - Exclui as colunas selecionadas. 
Linhas - Exclui as linhas selecionadas. 
Selecionar Tabela - Seleciona a tabela atual. 
Coluna - Seleciona a coluna atual. 
Linha - Seleciona a linha atual. Célula - Seleciona a célula 
atual. 
Mesclar células - Combina o conteúdo das células 
selecionadas da tabela em uma única célula. 
Dividir células - Divide a célula ou o grupo de células, 
horizontalmente ou verticalmente, no número de células que 
você inserir. 
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Mesclar tabelas - Combina duas tabelas consecutivas em 
uma única tabela. As tabelas devem estar lado a lado, e 
não separadas por um parágrafo vazio. 
Dividir tabela - Divide a tabela atual em duas tabelas 
separadas na posição do cursor. Você também pode 
clicar com o botão direito do mouse em uma célula da 
tabela para acessar este comando. 
 
AutoFormatação de tabela - Aplica automaticamente 
formatos à tabela atual, incluindo fontes, sombreamento e 
bordas. 
Auto-Ajustar Largura da coluna - Abre a caixa de diálogo 
Largura da coluna, na qual você pode alterar a largura 
de uma coluna. 
Largura de coluna ideal - Ajusta automaticamente a 
largura das colunas para coincidir com o conteúdo das 
células. A alteração da largura de uma coluna não afeta a 
largura das outras colunas na tabela. A largura da tabela 
não pode exceder a largura da página. 
Distribuir colunas uniformemente - Ajusta a largura das 
colunas selecionadas para corresponder à maior largura 
de coluna da seleção. A largura total da tabela não 
pode exceder a largura da página. 
Altura da linha - Abre a caixa de diálogo Altura da linha, 
na qual você pode alterar a altura de uma linha. 
Altura de linha ideal - Ajusta automaticamente a altura das 
linhas para que corresponda ao conteúdo das células. Esta 
é a definição padrão para novas tabelas. 
Distribuir linhas uniformemente - 
Ajusta a altura das linhas selecionadas 
de acordo com a altura da linha mais 
alta na seleção. 
Permitir quebra de linha em páginas e 
colunas - Permite uma quebra de 
página na linha atual. 
Repetir linhas de título - Repete os 
cabeçalhos das tabelas nas páginas 
subseqüentes quando a tabela se 
estende por uma ou mais páginas. 
Converter Texto em tabela - Abre uma 
caixa de diálogo em que você pode 
converter em tabela o texto selecionado. 
Tabela em texto - Abre uma caixa de 
diálogo em que você pode converter a 
tabela atual em texto. 
Classificar - Faz a classificação 
alfabética e numérica dos parágrafos 
selecionados. Você pode definir até 
três chaves de classificação e 
combinar chaves de classificação 
alfanuméricas e numéricas. 
Fórmula - Abre a Barra de fórmulas 
para inserir ou editar uma fórmula. 
Formato numérico - Abre uma caixa 
de diálogo na qual você pode 
especificar o formato de números na 
tabela. 
Bordas da tabela - Mostra ou oculta as bordas em torno 
das células da tabela. As bordas só são visíveis na tela e 
não são impressas. 
Propriedades da tabela - Especifica as propriedades da 
tabela selecionada, como, por exemplo, nome, 
alinhamento, espaçamento, largura da coluna, bordas e 
plano de fundo. 
 
 
Menu Ferramentas do Writer - Contém ferramentas 
de ortografia, uma galeria de objetos gráficos que você 
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pode adicionar aos documentos, além de ferramentas para a 
configuração de menus e de preferências de programas. 
 
Verificação ortográfica - Verifica a ortografia manualmente 
de todas as palavras com erros ortográficos contidas no texto. 
Idioma - Abre um submenu em que você pode escolher 
comandos específicos do idioma. 
Contagem de palavras - Conta as palavras e caracteres 
da seleção atual e do documento inteiro. 
AutoCorreção - Define as opções para a substituição 
automática de texto à medida que você digita. 
Numeração da estrutura de tópicos - Especifica o formato 
de número e a hierarquia para a numeração de capítulos 
no documento atual. 
Numeração de linhas – Adiciona, remove e formata números 
de linha no documento atual. Para desativar a Numeração 
de linhas numeração de linhas em um parágrafo, clique 
no parágrafo, escolha Formatar - Parágrafo, clique na 
guia Numeração e, em seguida, desmarque a caixa de 
seleção Incluir este parágrafo na numeração de linhas 
Notas de rodapé - Especifica as configurações de exibição 
de notas de rodapé e notas de fim. 
Galeria - Abre a Galeria, onde você poderá selecionar figuras 
e sons para inserir em seu documento. 
Banco de dados bibliográfico - Insira, exclua, edite e 
organize arquivos no banco de dados bibliográfico. 
Assistente de Mala Direta - Inicia o Assistente de Mala 
Direta para criar cartas - modelo ou enviarmensagens de 
e- mail a vários destinatários. 
Classificar - Faz a classificação alfabética e numérica dos 
parágrafos selecionados. Você pode definir até três 
chaves de classificação e combinar chaves de classificação 
alfanuméricas e numéricas. 
Calcular - Calcula a fórmula selecionada e copia o resultado 
para a área de transferência. 
Atualizar - Atualiza os itens do documento atual com 
conteúdo dinâmico, como campos e índices. 
Media Player - Abre a janela do Media Player, em que 
você pode visualizar arquivos de filme e som e inseri-los no 
documento atual. 
Macros - Permite gravar, organizar e 
editar macros. Caso o usuário crie 
uma macro para executar uma tarefa 
qualquer, o mesmo deverá parar a 
gravação clicando o botão abaixo. Após este procedimento 
salvar a referida macro digitando um nome para a mesma. 
Gerenciador de extensão - O Gerenciador de extensão 
adiciona, remove, desativa, ativa, atualiza e exporta extensões 
do BrOffice.org. 
Configurações do filtro XML - Abre a caixa de diálogo 
Configurações do filtro XML, onde você pode criar, editar, 
excluir e testar filtros para importar e exportar arquivos XML. 
Personalizar - Personaliza menus, teclas de atalho, barras 
de ferramentas e atribuições de macros do BrOffice.org para 
eventos. 
Opções - Este comando abre uma caixa de diálogo para 
configuração personalizada do programa. Veja a figura 
abaixo: 
 
 
Menu Janela do Writer - Contém comandos para 
manipulação e exibição de janelas de documentos. 
 
Nova janela - Abre uma nova janela que exibe os conteúdos 
da janela atual. Você pode agora ver diferentes partes 
do mesmo documento ao mesmo tempo. 
Fechar - Fecha a janela atual. Escolha Janela - Fechar ou 
pressione Ctrl+F4 Na visualização de página dos 
programas BrOffice.org Writer e Calc, você pode fechar a 
janela atual por meio de um clique no botão FECHAR 
VISUALIZAÇÃO 
Lista de documentos - Lista os documentos abertos no 
momento atual. Selecione o nome de um documento ma 
lista para alternar para esse documento. 
 
Ajuda - O menu da Ajuda permite iniciar e controlar o 
sistema de Ajuda de BrOffice.org. Ajuda do BrOffice.org 
 Ajuda do BrOfiice.org - Abre a página principal da Ajuda do 
BrOffice.org do aplicativo atual. Você pode percorrer as 
páginas da Ajuda e procurar por termos do índice ou por 
outro texto. 
O que é isto? - Ativa as dicas de ajuda adicionais 
sobre o ponteiro do mouse até o próximo clique. 
Suporte - Mostra informações de como obter 
suporte. 
Registro - Conecta ao site do BrOffice.org na Web, onde 
você pode registrar sua cópia BrOffice.org. 
Verificar se há atualizações - Ative uma conexão com a 
Internet para o BrOffice.org. Se precisar de um proxy, marque 
as configurações de proxy do BrOffice.org 
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Proxy em Ferramentas - Opções - Internet. Em seguida 
selecione Verificar se há atualizações para comprovar 
se está disponível uma nova versão do conjunto de Office. 
Comprar BrOffice.org - Esse comando de menu estará 
visível na versão de avaliação do BrOffice.org. Selecione-o 
para abrir o Assistente de Compras do BrOffice.org. – 
Sobre Exibe informações gerais do programa, como o 
número da versão e os direitos autorais. 
Teclas de Atalho do Writer. 
Menu Arquivo 
CTRL + N -
_________________________________________ 
CTRL + O - _______________________________________ 
CTRL + S - _______________________________________ 
CTRL + SHIFT + S - _______________________________ 
CTRL + P - Arquivo - _______________________________ 
CTRL + W - Arquivo - _______________________________ 
CTRL+ Q - Arquivo - ________________________________ 
Menu Editar 
CTRL + Z - _______________________________________ 
CTRL + Y - ______________________________________ 
CTRL + X - ______________________________________ 
CTRL + C - ______________________________________ 
CTRL + V - _______________________________________ 
CTRL + A – ______________________________________ 
CTRL+SHIFT+V – _________________________________ 
CTRL + F - ________________________________________ 
F5 - _____________________________________________ 
CTRL + F3 - ______________________________________ 
Menu Inserir 
CTRL + K - ______________________________________ 
Teclas de Alinhamento 
F11 - ____________________________________________ 
CTRL + L - _______________________________________ 
CTRL + R - _______________________________________ 
CTRL + E – _______________________________________ 
CTRL + J - ________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Barra de Menus 
 
 
Menu Ajuda 
F1 - ____________________________________ SHIFT + 
F1 _______________________________________________ 
 
Por padrão, o BrOffice.org carrega e salva os arquivos no 
formato de arquivo OpenDocument. O formato de arquivo 
do Open Document é um formato de arquivo XML 
padronizado pela OASIS (Organization for the Advancement 
of Structured Information Standards). Nomes de formatos de 
arquivo do OpenDocument O BrOffice.org 2.0 usa os 
seguintes formatos de arquivo: 
Formato do documento Extensão 
de arquivo 
Texto do Open Document *.odt 
Modelo de texto do Open Document *.ott 
Documento mestre do Open Document *.odm 
Documento HTML HTML *.oth 
Modelo de documento HTML *.ods 
Modelo de planilha do Open Document *.ots 
Desenho do Open Document *.odg 
Modelo de desenho do Open Document *.otg 
Apresentação do Open Document *.odp 
Modelo de apresentação do Open Document *.otp 
Fórmula do Open Document *.odf 
Banco de dados do OpenDocument *.odb 
 
O formato HTML não é um formato OpenDocument. 
PLANILHA CALC 
Planilha de Cálculo CALC do pacote BrOffice.org 
Ferramenta que possibilita criar tabelas de valores para 
acompanhamentos matemáticos, financeiros e estatísticos. 
Tela Principal. 
 
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Tipos de Cursores 
Cursor de Seleção + Cursor de Alça de 
Preenchimento 
 
Cursor que permite copiar o conteúdo de uma célula 
para outra pressionando CTRL. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Operadores Matemáticos 
Esses operadores retornam resultados numéricos. 
 
OPERADORES COMPARATIVOS 
Esses operadores retornam Verdadeiro ou Falso. 
 
Operadores de texto 
O operador combina seções de texto com o texto por inteiro. 
 
Operadores de referência 
Esses operadores vinculam intervalos de células. 
 
 
Obs 1.: Na fórmula =10/2*5 – Com relação a “/” e “*” O Calc 
fará o que vier primeiro dos dois operadores. O resultado da 
referida fórmula acima será 25. 
Obs 2.: Caso o usuário pressione o botão Formato de 
Númerico: Porcentagem sobre um determinado número, o 
Calc multiplica esse número por 100, coloca o sinal de “%” e 
ainda duas casas decimais nesse número. 
 
As fórmulas somente poderão iniciar com o sinal de “=” 
Caso o usuário deseja fazer o cálculo-10-2,o mesmo deverá 
digitar =-10-2. 
 Obs 3.: Selecionando 3 células sendo A1=Janeiro, 
A2=Fevereiro e A3=Março e clicar no botão mesclar e 
centralizar. O Calc pedirá uma confirmação para juntar ou não 
o conteúdo de todas as células em uma só. 
 
 
Obs 4.: Continua valendo as mesmas opções utilizadas para 
somar valores 
 
 
Obs 5.: Totalizando resultados de Planilhas 
 =Planilha2.D6+Planilha3.D6 – Somará os valores que estão 
na planilha2 que está na célula D6 mais o valor que está na 
D6 da planilha3. 
Obs 6.: Para obter o resultado de uma soma de uma célula 
que está em uma pasta diferente ex.: TESTE.ODS na célula 
D6 com um valor que está em outra pasta como TESTE2.ODS 
na planilha3 na célula D6. A referida fórmula ficará com a 
seguinte sintaxe: ='file:///C:/Documents and Settings/Marco 
Antônio/Meusdocumentos/ teste.ods'# 
 
 $Planilha2.D6+'file:///C:/Documents and Settings/Marco 
Antônio/Meus documentos/ teste.ods'# 
 
$Planilha3. D6. A referida fórmula deverá ser digitada 
totalmente sem espaços. 
 
Funções 
SOMA – Permite somar um intervalo de células. 
Ex: =SOMA(A1:A10) 
Média – Retorna a média artmética de um intervalo de células 
selecionadas. Ex: =MÉDIA(A1:A10) ou =(A1+A2+A3)/3 
Mínimo – Retorna o menor valor de um intervalo de valores. 
 =MÍNIMO(A1:A10) 
MED – Retorna o número do meio de um conjunto de valores. 
 
Para realizar as operações siga os passos abaixo: 
1° selecione o intervalo entre valores 
2° Coloque os números encontrados nesse intervalo em 
Ordem Numérica 
3° Verifique a quantidade de números desse intervalo, caso 
seja “par”, descubra os dois do meio e faça a média aritméica 
desse intervalo. Caso dê “impar”, o número do meio será a 
resposta. 
 
SE – Retorna valor verdadeiro, se após a análise do teste 
lógico o resultado for verdadeiro, retorna o resultado da parte 
falsa desse comando, caso após a análise do teste lógico o 
mesmo encontre um valor falso. 
Sintaxe: =SE(teste_lógico;” Verdadeiro ”;” Falso ”) Ex: Se a 
média proposta por uma instituição escolar for estabelecida 
como: O aluno só será aprovado, caso o mesmo tenha média 
=> igual ou maior que 7,5, caso contrário o Calc retornará 
Reprovado. 
E – Verifica o estado de duas opções ao mesmo tempo e 
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retornará Verdadeiro quando as duas ipóteses do teste lógico 
for verdadeiras, caso uma das mesmas não for verdadeira o 
Calc retornara falso. 
V e V = V V e F = F F e F = F 
 
 
OU – Retorna valores verdadeiro caso uma das ipóteses for 
verdadeira. Na planilha abaixo o CALC retornará “Fará o 
Cálculo” porque bastou uma das hipóteses estar verdadeira. 
V ou V = V V ou F = V F ou F = F 
 
=HOJE() - Retorna a hora atual na célula desejada. 
 
=AGORA() - Retorna a data e a hora na célula desejada 
 
Assistente de Função – Permite ao usuário utilizar as n's 
funções disponíveis pela CALC 
 
Gráficos – Permite ao usuário a confecção de um gráfico de 
acordo com as células desejadas. 
 
Passo 1. Selecione as células desejadas e arraste o mouse 
pela área desejada da planilha. Caso deseje selecionar 
apenas a coluna A e a coluna E pressione CTRL quando 
estiver selecionando. 
 
 
 
 
 
Passo 2. Escolha o modelo do gráfico. 
 
Passo 3 – Ecolha a variante ou seja, se o cálculo será 
realizado sobre o eixo X ou Y. 
 
 
 
Passo 4 – Digite um título para o gráfico e para os eixos se 
desejar e clique sobre o botão Criar. 
 
 
 
Gráfico finalizado 
 
 
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 SISTEMA OPERACIONAL LINUX 
 
Introdução 
 Um Sistema Operacional é um 
programa que tem por função 
controlar os recursos do computador 
e servir de interface entre ele e o 
usuário. Essa definição é mostrada 
em qualquer livro que fale a respeito 
desse tipo de software. Um sistema 
operacional é, portanto, um programa que tem a obrigação de 
controlar a máquina, permitindo-nos comandá-la através de 
ordens pré-definidas. Sem um sistema operacional, por 
exemplo, não seria possível usar uma planilha eletrônica, um 
editor de textos ou mesmo acessar à Internet. Quando 
pensamos em sistema operacional, nos vem à mente, 
imediatamente, o Microsoft® Windows®, utilizado na grande 
maioria dos computadores pessoais do planeta. Não há como 
contestar a presença hegemônica da gigante de Bill Gates 
em nossas vidas computacionais, mas é bom que se saiba 
que o Windows não é o único sistema operacional que 
podemos utilizar nos nossos micros. 
 
O Advento de um novo sistema há alguns anos tem tirado o 
sono dos executivos da Microsoft, não somente por mostrar-
se, em muitos aspectos, melhor que seu concorrente, 
como bem mais barato! Esse novo sistema chama-se Linux. 
Surgimento do Linux 
Em 1991, segundo reza a lenda, o então estudante finlandês 
Linus Torvalds resolveu desenvolver um sistema operacional 
que se assemelhasse ao UNIX (que ele usava na 
universidade de Helsinque) porque esse sistema não era 
compatível com o seu PC doméstico. E nesse esforço, surgiu 
o Linux, que, naquela época, ainda não tinha esse nome. 
 Explicando: O UNIX é um sistema operacional muito 
robusto, usado em computadores de grande porte nas 
empresas e universidades. O UNIX foi desenvolvido, 
inicialmente, em 
1969, na 
Universidade de 
Berkeley, na 
Califórnia. A 
grande maioria 
dos cursos de 
computação das 
universidades do 
mundo utiliza o 
UNIX em seus 
servidores, por 
isso o estudo de Torvalds se baseava nesse ambiente. 
Até os dias de hoje, o aprendizado e a utilização do UNIX é 
privilégio de alguns poucos mortais que se aprofundam no 
estudo da computação e têm acesso a computadores de 
grande porte, onde esse sistema pode ser instalado. Mas o 
Linux trouxe essa utilização para níveis mais cotidianos, 
permitindo que qualquer um que possua um PC comum 
possa ter acesso ao universo dos sistemas UNIX-Like (termo 
que significa “semelhantes ao UNIX”). Linus havia criado um 
sistema parecido com o UNIX e concorrente do MINIX (um 
outro sistema UNIX-Like, criado por um conhecido professor 
americano e autor de diversos livros: Andrew Tanenbaum), 
mas que só funcionava na máquina dele, em casa (afinal, ele 
o havia projetado com base no processador e na arquitetura 
de seu micro caseiro). Linus escreveu uma mensagem numa 
lista de discussão na Internet (que, na época, não havia sido 
descoberta comercialmente em muitos países, incluindo o 
Brasil) encorajando os outros programadores e usuários do 
UNIX a ajudá-lo na tarefa de criar um sistema operacional 
semelhante para micros domésticos que superasse, em 
muitos aspectos, o MINIX (até então, uma das pouquíssimas 
opções de sistema UNIX-Like para PCs). Para pôr em prática 
seu desejo de ter um sistema semelhante ao UNIX que 
funcione nos PCs, Linus enviou, aos interessados, o código-
fonte do seu sistema, para que os outros programadores 
pudessem entender e modificar o seu projeto. 
 Em tempo: Código-Fonte é o nome dado ao conjunto de 
instruções escritas pelo programador em uma linguagem 
compreensível para ele (e, normalmente, para mais 
ninguém!). 
O projeto de Linus foi escrito na linguagem C, que é bastante 
poderosa e versátil, sendo a preferida pelos programadores 
que desenvolvem softwares básicos (aqueles que falam 
diretamente com a máquina). O código-fonte não é o 
programa pronto para ser executado, em vez disso, é a 
“receita” de como o programa foi criado e do que ele vai 
fazer. Para que o código-fonte se transforme no arquivoque 
será executado pelo computador, é necessário um processo 
de tradução que reescreva o programa na linguagem 
que o computador entende, também chamada de linguagem 
de máquina, esse processo de tradução é chamado 
compilação. 
Pois é, quando Linus Torvalds distribuiu o código-fonte de 
seu programa, ele tornou possível para outros 
programadoresfazer alterações em seu sistema, permitindo 
que muitos se tornassem os co-desenvolvedores do Linux, 
nome, aliás, que só seria dado ao sistema alguns anos 
depois, em homenagem ao seu pai original. O Linux original 
possuía poucos recursos visuais e de aplicativos, mas era o 
suficiente para Linus entender que ele poderia melhorar e 
atingir níveis de usabilidade altos. Ou seja, o negócio ainda 
não prestava, mas ia melhorar e um dia prestaria para alguma 
coisa! Só para você ter uma idéia do que Linus criou e o que 
ele fazia na época, segue uma foto. O Linux era um sistema 
basicamente textual, como o DOS, e cujos comandos eram 
semelhantes aos comandos do UNIX (claro, por ser UNIX-
like). 
Os Direitos Sobre o Linux 
 O Linux é um sistema operacional, como já foi dito, e, por 
isso, tem a função de controlar o computador e permitir que o 
usuário dê comandos a ele. Isso não é privilégio do Linux, 
visto que outros programas fazem exatamente o mesmo, 
como o conhecido Windows, da Microsoft. Entre outras 
características diferentes entre eles, podemos citar uma que 
tornou o Linux algo muito interessante e digno de atenção: o 
Linux é um software livre. Isso significa que aqueles que 
adquirem o Linux têm certos direitos em relação a ele que os 
usuários do Windows não possuem em relação ao sistema da 
Microsoft. 
Mas, o que é ser “software livre”? 
Para explicar esse termo, recorremos ao conceito de um 
software comercial como o Windows: para usar o Windows em 
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um computador, o usuário tem que ter pago uma taxa a título 
de “direito autoral” pelo programa, chamada de licença de 
uso. A licença de uso do Windows é paga por cada 
computador onde o programa esteja instalado na empresa. 
Além disso, não será permitida a cópia do CD original do 
programa para a instalação em outro computador sem o 
pagamento de uma nova licença. Então, se um usuário 
comprar o Windows em uma loja e resolver instalá-lo em 
mais de um computador, estará cometendo crime de pirataria 
de software, ou desrespeito às leis de copyright que regem os 
programas comerciais como o Windows. No Linux, a coisa 
muda de figura radicalmente. Os desenvolvedores do Linux, 
incluindo seu criador, Linus Torvalds, classificaram o Linux 
numa licença chamada GPL (General Public License – 
Licença Pública Geral), da FSF (Free Software Foundation – 
Fundação do Software Livre). A FSF é uma instituição 
supostamente sem fins lucrativos que desenvolveu uma 
“legislação específica” para todos os programadores que 
quisessem que seus projetos fizessem parte do mundo dos 
programas sem rigidez de copyright. Como Assim? Simples: 
Se você é um programador e criou um software que deseja 
vender para explorar seu valor financeiro, exigindo 
pagamento da licença a todos os usuários, vá em frente, não 
é com a FSF! Mas, se você desenvolveu um programa para 
ser distribuído por aí, para quem quiser usar, abrindo mão da 
licença de uso, a FSF criou a GPL para você! Na GPL, 4 
direitos são garantidos aos usuários dos programas regidos 
por ela (os chamados Softwares Livres): 
1. Um Software Livre poderá ser usado para qualquer 
finalidade; 
2. Um Software Livre poderá ser estudado plenamente (para 
isso, é necessário possuir o código-fonte do programa); 
3. Um Software Livre poderá ser alterado em sua totalidade 
(para isso, é necessário possuir o código-fonte do programa); 
4. Um Software Livre poderá ser distribuído (copiado) 
livremente, sem a exigência de pagamento de licença de uso 
em nenhum dos casos... Para os desenvolvedores 
(programadores) é muito interessante que a GPL determine 
que o código-fonte do programa seja liberado (ou aberto, 
como chamamos). O Linux e os demais programas regidos 
pela GPL são Open-Source (código aberto – ou seja, têm seu 
código-fonte necessariamente acessível a todos). Para nós, 
usuários comuns, a característica mais importante dos 
programas regidos pela GPL é o seu custo, que, devido a não 
obrigação de pagamento de licença (atrelada à idéia de 
copyright), torna a implantação do Linux e de outros softwares 
livres nas empresas algo financeiramente convidativo. 
Então, que se saiba: O Linux é um Software Livre! 
 Então, entenda que, devido às diversas vantagens que um 
software livre tem em relação aos tradicionais programas 
pagos (como custos, possibilidade de modificação do 
programa), a mudança de ares na informática de empresas 
públicas e privadas, saindo do quase onipresente 
Windowspara o onisciente Linux, é inevitável. 
Cada vez mais, e isso é sensível, os até então clientes da 
Microsoft estão se entregando aos prazeres (e desafios) de 
utilizar o sistema do pingüin (alusão ao Linux porque seu 
“mascote” ou “logomarca” é um simpático exemplar desta ave, 
chamado Tux). 
A Comunidade Linux – Criadores de Pingüin 
Lembra dos programadores com quem Linus Torvalds entrou 
em contato para ajudá-lo na tarefa de alimentar o Linux de 
conteúdo e funcionalidade a fim de fazê-lo crescer? Pois é, 
eles também cresceram em número! Atualmente, cerca de 
10.000 pessoas no mundo todo dão sua contribuição valiosa 
para a manutenção e evolução do Linux, seja criando 
novos aplicativos e drivers, seja melhorando o 
funcionamento do próprio sistema (que é trabalho dos 
programadores) ou até mesmo traduzindo as interfaces para 
que o Linux se apresente disponível nos mais variados 
idiomas (portanto, qualquer poliglota pode fazer parte desse 
grupo, não precisa conhecer a linguagem C).Esta, leitor, é a 
Comunidade Linux, que é formada pelos mais diversos 
profissionais que desejam, simplesmente, em seus tempos 
livres, colocar mais um tijolo no já muito firme alicerce do 
ambiente Linux, a fim, talvez, de que um dia o sistema de 
Linus (e de todos eles) possa desbancar o Windows. 
 
Agora vamos às comparações (é inevitável também): No 
sistema Windows, qualquer mudança é feita pela 
detentora do código-fonte, a Microsoft, que disponibiliza a 
atualização em seu site “Windows Update”. Quanto ao 
Linux, qualquer usuário conhecedor de C pode mudar 
alguma coisa que não ache satisfatória no sistema, 
permitindo melhorias imediatas sem a dependência de uma 
suposta fabricante. Isso, é claro, porque o usuário é o detentor 
do código-fonte! Certas mudanças ficam restritas ao 
computador do usuário que as fez, mas algumas são enviadas 
à comunidade, que avalia a relevância da mudança e julga se 
ela pode ser ou não adicionada na próxima versão do Linux. 
O objetivo da Comunidade não é somente criar coisas novas 
(embora faça isso também), mas, também, modificar 
constantemente o centro do sistema Linux, o seu Kernel. 
O Kernel do Linux – A Alma do Sistema 
Todo sistema operacional é complexo e formado por 
diversos programas menores, responsáveis por funções 
distintas e bem específicas. O Kernel é o centro do sistema 
operacional, que entra em contato direto com a CPU e os 
demais componentes de hardware do computador, sendo, 
portanto, a parte mais importante do sistema. Se o Kernel é 
mal feito, o sistema operacional nunca funcionará direito, 
travando constantemente, e executando operações que ele 
mesmo não permitiria (lembra de algum exemplo?). Mas, se o 
Kernel é bem construído, existem garantias de que o sistema 
se comportará sempre da

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