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Disc.: DIREITO ADMINISTRATIVO I Aluno(a): Matríc.: Acertos: 0,3 de 0,5 (Finaliz.) 1a Questão (Ref.:201605725348) Pontos: 0,0 / 0,1 A Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro (SPF/RJ) é um órgão público do Departamento de Polícia Federal que, por sua vez, faz parte da estrutura do Ministério da Justiça do Governo Federal. Quando a SPF/RJ decide processar uma empresa terceirizada local que lhe prestava serviços, quem figurará como autor da ação? A própria SPF/RJ O Departamento de Polícia Federal O Ministério da Justiça O Estado do Rio de Janeiro O Governo Federal Respondido em 21/04/2020 00:09:58 Compare com a sua resposta: Os dois institutos enquadram-se no conceito de mecanismos de autotutela. Porém diferenciam-se pelo fato de que a revogação ocorre por motivos de oportunidade e conveniência administrativa, enquanto a anulação ocorre em caso de ilegalidade. Quem revoga ato administrativo é a própria administração pública, enquanto a anulação também poderá ser operada pelo Poder Judiciário. Enquanto os efeitos da revogação são efeitos ex-nunc os efeitos da anulação são ex-tunc. 2a Questão (Ref.:201605725333) Pontos: 0,0 / 0,1 A criação e a extinção de órgãos públicos são ajustes realizados para a organização e funcionamento da administração pública. Para que tais ações sejam materializadas pelo evidente interesse da Administração, a Constituição de 1988 reserva a autoridade específica e por simetria a iniciativa privativa para deflagrar o processo legislativo sobre a matéria. Julgue que agente(s) possui (em) competência legal para motivar o referido ato: I. Presidente da Câmara federal II. Presidente do Senado federal III. Presidente da República IV. Demais chefes do poder executivo V. Presidente do Supremo Tribunal Federal Diante das alternativas acima É CORRETO afirmar como verdadeira: As alternativas III e IV. As alternativas II e IV. As alternativas I e IV. A alternativa II. A alternativa I. Respondido em 21/04/2020 00:11:57 Compare com a sua resposta: A resposta é positiva, seja para os atos vinculados ou discricionários. A espécie de ato administrativo não altera os princípios norteadores de toda a Administração Pública (Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência). O art. 70 da CRFB é até mais abrangente, envolvendo no dever de prestar contas toda e qualquer pessoa que Art. 70 da CRFB de 1988. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder. Parágrafo único. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998). 3a Questão (Ref.:201605725501) Pontos: 0,1 / 0,1 Com relação às agências reguladoras, assinale a opção correta. Por ser um ato político, a nomeação dos dirigentes da agências reguladora é de livre nomeação e exoneração, sob pena de ferir a livre independência dos Poderes, prevista no art. 2° da nossa Constituição. O quadro de pessoal das agências reguladoras é vinculado ao regime celetista, conforme expressa disposição legal. Segundo jurisprudência do STF, a subordinação da nomeação dos dirigentes das agências reguladoras à prévia aprovação do Poder Legislativo não implica violação à separação e à independência dos poderes. Comentários: A Investidura dos Membros Diretores: No que tange a forma de investidura, as Agências Reguladoras possuem normalmente em sua direção um Conselho Diretor, compondo um órgão Colegiado, cujos dirigentes são indicados pelo Poder Executivo e aprovados pelo Poder Legislativo, com mandato fixo que lhes assegura uma autonomia decisional, não sendo demissíveis ou exoneráveis ao nuto do Chefe do Poder Executivo. As agências reguladoras são órgãos da administração pública cuja finalidade é fiscalizar e controlar determinada atividade. A CF criou, por meio de norma inserida em seu texto, duas das atuais agências reguladoras, quais sejam a ANATEL e a ANEEL. Respondido em 21/04/2020 00:13:32 Compare com a sua resposta: Gabarito comentado: A. Não é possível a delegação, no caso proposto, pois é entendimento corrente que o poder de polícia só pode ser delegado a pessoas jurídicas de direito público, e não a pessoas jurídicas de direito privado. Nesse sentido já decidiu o STF (ADIn 1.717-6). Admite-se a delegação de atos meramente preparatórios ao exercício do poder de polícia, mas não as funções de legislação e aplicação de sanção. B. Sim. Por se tratar de pessoa jurídica de direito público, dotada do ius imperii estatal, é possível a outorga do poder de polícia a autarquia. 4a Questão (Ref.:201605725276) Pontos: 0,1 / 0,1 Considere os seguintes atos e condutas relativas à atividade estatal: I. Avocação de uma competência do subordinado pelo superior hierárquico. II. Distribuição interna de competências no interior de uma pessoa jurídica. III. Distribuição de competências de uma pessoa jurídica para outra pessoa física ou jurídica. Ocorre a denominada descentralização administrativa no(s) ato(s) ou conduta(s) descrita(s) no(s) item(ns): I, apenas. Nenhum dos itens. III, apenas. II e III, apenas. I, II e III. Respondido em 21/04/2020 00:16:56 Compare com a sua resposta: A executoriedade é a prerrogativa que detém a Administração Pública de executar os atos administrativos sem a necessidade de ordem judicial. A executoriedade provém da lei ou da situação de emergência. As exceções são a cobrança de tributos, a cobrança de multas, a desapropriação, e a servidão administrativa. 5a Questão (Ref.:201605725278) Pontos: 0,1 / 0,1 No que tange aos princípios que informam o Direito Administrativo Brasileiro e aos atos administrativos, é correto afirmar: Conforme expressa indicação constitucional, o princípio da eficiência é absoluto no Direito Administrativo Brasileiro, de modo que os processos e procedimento de controle devem ser afastados sempre que gerarem aumento de gastos para a Administração Pública. A Administração Pública pode revogar seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou anulá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial. O acordo de designações reciprocas, a despeito de ser prática socialmente reprovada, não chega a constituir violação aos princípios da moralidade, impessoalidade, eficiência e isonomia. Constatado que um ato administrativo é ilegal, por vício originário ou superveniente, sua retirada do mundo jurídico é medida que deve ser operada imediatamente, porque o princípio da legalidade administrativo veda a aplicação do princípio da segurança jurídica para convalidar o ato inválido ou mesmo para estabilizá-lo. A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. Respondido em 21/04/2020 00:25:36 Compare com a sua resposta: A AP só pode agir de acordo com o que a lei determina, enquanto o particular pode fazer tudo o que a lei não proíbe.