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Prótese total
Acrilização, 
instalação das próteses 
ajuste finais e
 reembasamento 
Prof. Marcos Vinícius S. Moraes
Téc. em Prótese Dentária
Grad. Centro Universitário do triângulo Uberlândia-MG
Especialista em implantodontia - FUNORTE
Mestrando e especializando em Prótese dentária SLM-Campinas-SP
Acrilização
Desinfecção
água e sabão
hipoclorito de sódio 1%
Acrilização
Fase laboratorial:
Selamento da prótese no modelo e inclusão na contra-mufla com gesso tipo II
Acrilização
Fase laboratorial:
Muralha de silicone ou boneca de gesso tipo III
Fase laboratorial:
Limpeza da cera e remoção do acrílico auto polimerizável
Fase laboratorial:
Caracterização e prensagem para cocção com acrílico termo polimerizável
instalação das próteses 
“No momento em que as próteses são instaladas todos os procedimentos anteriores envolvidos na sua confecção podem ser revisados e avaliados.”
Russi et al
instalação das próteses 
Cuidados prévios à instalação:
Pequenas arestas; 
cristas agudas;
nódulos de acrílico; 
resíduos de gesso deverão ser eliminados;
Também as bordas e a presença de áreas retentivas
instalação das próteses 
“Avaliação de freios, bridas e bordas da prótese.”
Zarb, Bolender (2004)
instalação das próteses 
“Avaliação do Perfil e da Dimensão Vertical.”
Erros laboratoriais podem alterar substancialmente a dimensão vertical, prejudicando a fonética, a estética, mastigação e o conforto. Se ocorrerem falhas, analisar onde, quais os motivos e possibilidade de ajustes.
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
“Avaliação da Relação Cêntrica.”
 Método prático de determinar se o fator oclusal está influenciando alguma falta de estabilidade e retenção é provar, pela pressão manual e individualmente estas propriedades em cada uma das próteses. A falta de estabilidade pode ser devido a problemas ocorridos durante moldagem e para verificar esse fator, parte-se então para os testes de retenção e estabilidade. 
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
“Avaliação da Oclusão.”
A harmonia oclusal é um fator importante e bastante significativo na interação das próteses totais e do sistema estomagnático. Negligências no ajuste oclusal, como um contato prematuro ou deslizante, podem refletir na estabilidade e na retenção das próteses, e, consequentemente, no 
desempenho da função mastigatória, no conforto e na preservação do rebordo residual. 
 Tamaki (1983)
instalação das próteses 
“Testes de Retenção, Estabilidade Suporte.”
Georgetti et al. (2000)
O sucesso das próteses totais relaciona-se, 
fundamentalmente, com o aproveitamento total da área basal, com a adaptação adequada das bases a essa área e das bordas ao fórnix, fornecendo, com isso um correto suporte e retenção a essas 
Próteses.
instalação das próteses 
Teste de Retenção:
Teste Retenção Vertical;
Teste Retenção Horizontal;
Teste Retenção Lateral;
Para frente e fora até cobrir o lábio inferior;
Para os lados, tocando a parte interna das comissuras labiais;
Pedir ao paciente para tocar com a ponta da língua a região das rugosidades palatinas.
Solicitar ao paciente para abrir a boca.
instalação das próteses 
“Teste Retenção Vertical”
Georgetti et al. (2000)
Tracionar os incisivos verticalmente. Se nessa operação a prótese deslocar-se é porque o selamento periférico da região gengivo-labial está deficiente.
instalação das próteses 
“Teste Retenção Horizontal”
Georgetti et al. (2000)
Tracionar os incisivos para frente. Se a prótese deslocar-se significa que há uma deficiência no selamento posterior.
instalação das próteses 
“Teste Retenção Lateral”
Georgetti et al. (2000)
Tracionar firmemente os molares, para vestibular de ambos os lados, alternadamente, verificando assim, o travamento lateral.
instalação das próteses 
“Para frente e fora até cobrir o lábio inferior”
Georgetti et al. (2000)
se houver deslocamento da prótese significa que há interferência do músculo palatoglosso – deve-se reduzir a borda posterior lingual.
instalação das próteses 
“Para os lados, tocando a parte interna das comissuras labiais”
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
“Pedir ao paciente para tocar com a ponta da língua a região das rugosidades palatinas”
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
“Solicitar ao paciente para abrir a boca”
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
Teste de estabilidade:
“É capacidade da prótese de não se deslocar horizontalmente.”
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
Teste de suporte:
“É a capacidade dos tecidos de suporte resistirem aos esforços de intrusão da prótese.”
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
Avaliação de áreas de compressão :
“É a capacidade dos tecidos de suporte resistirem aos esforços de intrusão da prótese.”
Georgetti et al. (2000)
instalação das próteses 
Avaliação de áreas de compressão :
“A detecção e o alívio das áreas de compressão que ocorrem entre a base da prótese e a fibromucosa são necessárias, pois a boa adaptação das próteses aos tecidos promove um maior conforto físico, psicológico e eficiente para a funcionalidade da prótese.”
Saizar (1972)
instalação das próteses 
Testes Fonéticos:
“a avaliação fonética consiste em exercitar o paciente na pronúncia, orientando-o quanto às corretas movimentações e localização da língua e dos lábios. O exercício fonético consta da pronúncia de palavras com fonemas dentais, labiais, linguais, guturais e com fonemas palatais.”
Tamaki (1983)
instalação das próteses 
Testes Estéticos:
“a estética de uma prótese baseia-se no posicionamento natural dos dentes e na reprodução natural da forma e da cor dos tecidos intra-orais, restaurando assim, esteticamente a aparência facial e a função, pois só assim a harmonia será estabelecida.”
Pound (1951)
ORIENTAÇÕES AOS PACIENTES
ORIENTAÇÕES AOS PACIENTES
 Alimentação e Mastigação
Fala
Pontos Dolorosos
Náuseas
Salivação
Uso Noturno
Higienização
Panzzini et al. (1972)
REAJUSTES POSTERIORES
primeiro Controle (24h)
Dores associadas a manifestações visíveis
Dores associadas a manifestações não visíveis
Segundo Controle (48h):
Terceiro Controle (72h)
Quarto Controle (7 dias):
Quinto Controle (14 dias):
Substituição das Próteses Totais
Panzzini et al. (1972)
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
Este tipo de reembasamento é realizado de acordo com a necessidade do paciente e apresenta vantagens e desvantagens8 , sendo algumas vantagens o controle sobre o material de moldagem e melhor acabamento e desvantagens o tempo e o envolvimento com um laboratório .
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
Reembasamento definitivo por adição imediato 
e 
Reembasamento temporário 
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
DEFINITIVO:
ADIÇÃO
SUBSTITUIÇÃO
MEDIATO
MEDIATO
IMEDIATO
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
(A) prótese total mal adaptada; (B) desgaste com auxilio de broca maxicut
DEFINITIVO:
ADIÇÃO
SUBSTITUIÇÃO
MEDIATO
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
DEFINITIVO:
ADIÇÃO
SUBSTITUIÇÃO
MEDIATO
A) prótese total com material reembasador antigo; (B) prótese total após remoção do material antigo; (C) aplicação de isolante próprio da marca
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
TEMPORÁRIO:
ADIÇÃO
IMEDIATO
 (A) prótese após presa do material; (B) acabamento com instrumental aquecido; (C) prótese finalizada.
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
(A) prótese total mal adaptada; (B) desgaste com auxilio de broca maxicut
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
(A) e (B) pasta zinco-eugenólica deve ser manipulada de acordo com as instruções do fabricante e ins erida na prótese; (C) prótese inserida na boca do paciente e este deve ser orientado a permanecer em oclusão
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
(A) Moldagem com pasta zinco-eugenólica; (B) e (C) adaptaçãoda cera utilidade plastificada sobre as regiões correspondentes às fóveas palatinas
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
(A), (B) e (C) prótese reembasada finalizada
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
TEMPORÁRIO:
ADIÇÃO
IMEDIATO
(A) e (B) manipulação do material reembasador de acordo com as instruções do fabricante; (C) Distribuição do material manipulado sobre a face interna da prótese
reembasamento
Panzzini et al. (1972)
TEMPORÁRIO:
ADIÇÃO
IMEDIATO
 (A) prótese após presa do material; (B) acabamento com instrumental aquecido; (C) prótese finalizada.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Narvai PC, Frazão P, Roncalli AG, Antunes JLF.
Cárie dentária no Brasil: declínio, iniqüidade e
ex-clusão social. Rev Panam Salud Publica.
2006;19(6):385–93.
2. Cunha VPP, Mar chini L. Prótese total contemporânea na reabilitação bucal. 1a ed. São Paulo: Ed. Santos; 2007.
3. Turano JC, Turano LM. Fundamentos de prótese
total. 8ª ed. São Paulo: Ed. Santos; 2007
4. Saizar, P. Prostodoncia Total. Buenos Aires: Mundi;1972
5. Brevilieri EA, Gordilho AC, Raposo CAM, Sanches MJ, Sanches ML. Reembasamento direto de prótese total com resina rígida. Rev Assoc Paul Cir Dent 2004;58(5):370-373.
6. Goiato MC, Guiotti AM, Ribeiro PP, Santos DM, Antenuc RMF, Materiais reembasados res: estudo da deformação inicial, permanente e porosidade. Cienc Odontol Brasil 2007. 10(3): 44-52.
7. Telles DM. Protése Total – Convencional. ed. 1/2011. São Paulo: Ed. Santos; 2011
8. Tamaki T. Dentaduras completes. 3 ed. São Paulo.São Paulo: Ed. Sarvier; 1979

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