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CURSO DE PEDAGOGIA
 
SARA CARDOSO DOS SANTOS
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR EM PEDAGOGIA II – ENSINO FUNDAMENTAL
Canoas
2019
SARA CARDOSO DOS SANTOS
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR PEDAGOGIA II – ENSINO FUNDAMENTAL
Relatório de Estágio apresentado para a disciplina de Estágio Curricular em Pedagogia – Educação Infantil no curso de Pedagogia.
Orientador: profª. Ma. Lilian Amaral da Silvia Souza
Tutor Eletrônico: Lidiane Severino dos Santos
Tutor de Sala: Silviane Costa
Canoas
2019
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	3
CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO	4
DIÁRIOS DE OBSERVAÇÃO DE CAMPO	6
ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE	8
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA	9
PLANOS DE AULA PARA REGÊNCIA	11
DIÁRIOS DAS REGÊNCIAS	17
CONSIDERAÇÕES FINAIS	18
REFERÊNCIAS .....................................................................................................................19
INTRODUÇÃO
 O estágio foi realizado na EMEF Planalto Canoense, situada na rua Dr. Sezefredo Azambuja Vieira, número 61, no bairro Olaria na cidade de canoas. 
É através do estágio que se tem a oportunidade de colocar em prática todo o  aprendizado teórico que foi dado ao longo do curso até este momento, onde se pode refletir sobre as práticas e onde é necessário aprimoramento, pois vivemos em constante processo de  aperfeiçoamento. É também  um grande momento de autoconhecimento perante a futura profissão, onde se pôde praticar valores morais, éticos e culturais. Desta forma, o estágio coloca-se não somente como a aplicação da teoria, mas como uma oportunidade para os acadêmicos de construção da práxis pedagógica, oferecendo maiores condições que auxiliarão na elaboração de propostas  consistentes  e de acordo com a realidade para a ação do futuro pedagogo. 
A escola gentilmente cedeu uma turma de 3° ano, alunos muito participativos e dedicados ás atividades propostas, cada nova aprendizagem era uma realização, o local é organizado e bem amplo podendo desenvolver as atividades motoras. A turma estava cursando a segunda metade do seu ano letivo, estavam bastante habituados com a professora enturmados aos colegas, assim podendo-se trabalhar com bastante tranquilidade continuando com os conhecimentos básicos de Matemática e Português e também das demais matérias.
Foi um desafio, pois, ainda não havia experiência na área estagiada, mas muito enriquecedor, onde se pode agregar novos conhecimentos e contribuir para que as crianças obtivessem novos saberes.
CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO
A apresentação na Escola Municipal Planalto Canoense foi realizada com acolhimento pela sua coordenadora e professores. Eles costumam dar oportunidade a todos os estagiários que procuram essa instituição de ensino.
O estágio no Ensino Fundamental, tendo como orientadora a Professora, foi realizado numa instituição pública de ensino, que atende crianças e adolescentes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental. 
Cada aluno é considerado um sujeito ativo que constrói o seu conhecimento por meio das interações e que pode ser um agente de transformação social. A instituição conta com uma ótima infraestrutura salas de aula amplas e adequadas à faixa etária; quadras esportivas; ampla área verde; biblioteca; banheiros masculinos e femininos. 
Há um ambiente de afetividade e respeito entre todos, que proporciona às crianças acolhimento e segurança ao se sentirem amadas e respeitadas. As salas são organizadas em espaços diversificados e flexíveis, pois permitem modificações no decorrer do ano, essa organização propicia espaço de convivência, oportunidades para que assumam pequenas responsabilidades, tomem decisões, discutam seus pontos de vista, façam escolhas, expressem seus pensamentos através de diversas linguagens. As atividades realizadas pelas crianças ficam em exposição, fazendo parte também da organização da sala. 
Esses espaços favorecem o desenvolvimento da autonomia da criança ao escolherem o espaço desejado para realizarem suas atividades em pequenos grupos ou individualmente. Elas têm a oportunidade de criar, imaginar, fantasiar, brincar de diferentes maneiras, contribuindo para o desenvolvimento da imaginação, representação, linguagem e socialização. Também descentraliza a figura do professor, onde a criança é a figura principal na ação pedagógica. 
A rotina diária da sala de aula é estabelecida pela professora no começo da aula, na roda de conversa, onde são mostradas às crianças as atividades que serão realizadas no dia, proporcionando às crianças uma certa autonomia e organização, pois estão conscientes das atividades que vão realizar no dia. 
A organização das atividades no Ensino Fundamental é em forma de projetos, atividades diversificadas e atividades permanentes. Os “espaços de aprendizagem” são utilizados como suporte para o desenvolvimento dos projetos, das atividades diversificadas e das atividades permanentes. 
As atividades são desafiadoras, significativas e integradas, proporcionam às crianças investigarem a realidade observando, explorando, fazendo perguntas, criando hipóteses, experimentando possibilidades e partilhando ideias e sentimentos. 
DIÁRIOS DE OBSERVAÇÃO DE CAMPO
No primeiro dia de observação a Escola disponibilizou que fossem observadas várias turmas do ensino fundamental, observou-se uma turma em cada dia. 
Durante a obrservação na turma do 1° ano, constatou-se que as crianças possuem uma grande dependência da professora e que esta deve ter atenção redobrada pois eles a solicitam constantemente, e também porque eles ainda estão naquela fase de aprender brincando, muitos ainda não sabem pegar um lapís, escrever seu nome, ou até mesmo identificar as letras. 
A turma é composta de 22 alunos com faixa etária entre 6 e 7 anos, a sala é composta por 22 clases e cadeiras, um armário onde é guardado alguns materiais pedagógicos, uma mesa de professor com cadeira e um quadro negro. 
A turma tem apenas uma professora titular. Deslocam-se em fila por todos os lugares e por vezes alguns alunos choram solicitando a presença dos pais.
Iniciando o segundo dia de observação no 2° ano, nesta turma os alunos já estão mais adaptados aquela rotina de sala de aula, já não fazem charminho pedindo os pais e gostam de estar sempre juntos da professora, tendo ela como as principal referência. A turma gosta muito de usar caneta em suas atividades, a professora para incentivá-los estão bem afobados para a aprendizagem de ler, escrever e somar. O segubdo ano é composto de 16 alunos com faixa etária entre 7 e 8 anos, a sala é composta por 17 clases e cadeiras, um armario onde é guardado alguns materiais pedagógicos, este é padrão em todas as salas de aula, uma mesa de professor com cadeira e um quadro negro. A turma também conta com uma professora titular. 
Iniciando o terceiro dia de observação na turma do 3° ano éque é composta por 29 alunos de faixa etária de 8 a 9 anos, a turma conta com uma professora titular e uma professora que faz o acompanhamento de um aluno com necessidades especiais, aluno este que ocupa vaga de inclusão e é muito bem tratado por todos os seus colegas e professores. 
A sala contém sala tens 29 mesas e cadeiras para realização de suas atividades, conta com um ambiente aconchegante, variado, exploratório, acolhedor e insigante, os alunos já tem noções em matematica, já praticam um leitura clara, e sua concentração sempre na professora.
Nota-se muito envolvimento e didcação das professoras em relação aos alunos.
A rotina desta turma já mais intensa eles possuem teabalhos e te,as de cas além provas que são realizadas trimestralmente.
 Realizando a observação no 4° ano em seu quarto dia a professora estagiária começa definir em que turma pretende realizar o seu estágio, visto que a escola lhe deu total abertura para escolher a turma que melhor se identificasse.
 A turma do 4º ano é composta por 20 alunos, com faixa etária de 9 a 10 anos, a sala contem 24 mesas e cadeiras, umarmário onde a professora guarda os matérias pedagógicos, contem alguns jogos, a turma 3 professoras que se dividem por área a fim de abranger todas matérias e conteúdos que a turma deve ter ao longo do ano.
 Nessa idade as turmas já se tornam mais agitadas, pois é a fase onde já começam as conversas de grupo e o professor já não se torna tão atrativo, a concentração se torna menor e os resultados já não são como o professor espera. Há necessidade do professor estar antenados e falando na linguagem do aluno para que ele se torne atrativo e ganhe a confiaça e atenção de seus alunos é uma turma bem desafiadora.
No último dia de observação a turma a ser observada foi o 5° ano não muito diferente do 4° ano, composta de 23 alunos, contendo 23 mesas e cadeiras, a mesa do professor e o quadro negro, conta com uma professora titular, onde a mesma tenta modificar o modelo de aprendizagem para preender mais a atenção e o intresse dos mesmos, separando e cortando as conversar paralelas durante as aulas. Ainda possui professores de Educação Física, PLL E PPA.
ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE
A professora titular é formada em Magistério, graduada em Artes Visuais e pós-graduada em Orientação Educacional, Supervisão Educacional e Mídias na Educação. O plano de estudo que integra pela escola, PPP, Regimento Escolar e agora a BNCC. É organizada uma rotina diária observando as atividades que serão introduzidas e o tempo de trabalho com cada uma delas. Até o ano passado a escola tinha encontros no Pacto Nacional pela idade certa, sendo que, este ano passou a ter o Dia D abrangendo atividades comuns a todas as séries. 
Os professores recebem pouco incentivo de cursos de formação por parte do estado, grande parte dos cursos de formação é custeada por recursos próprios dos professores. O processo de avaliação adotado nos anos iniciais é o parecer descritivo. 
A interação entre os alunos não é boa, necessitando constantemente do olhar da professora para que a convivência seja mais harmoniosa. Alguns pais são ausentes na vida escolar do aluno, demonstrando total desinteresse em participar das reuniões de conselho agendadas e entrega das avaliações para acompanhar o desenvolvimento do aluno. 
Alfabetizar os alunos com uma séria disfunção na aprendizagem é um grande desafio, sendo que em alguns momentos a escola tem que suprir a falta dos familiares. 
A titular trabalhar temáticas como: Leitura de Mundo, Meio Ambiente, Literatura com Monteiro Lobato, Histórias Matemáticas, O Planeta, Os Animais, Amizade e Sentimentos. São desenvolvidos trabalhos utilizando sucatas, revistas para recortes, dicionário, projetor, material de uso comum, filme entre outros.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
No planejamento geral do Ensino Fundamental, existem os projetos anuais, os projetos sociais (natal solidário, odontologia, projetos ambientais...), o plano de formação continuada dos profissionais da escola, plano de avaliação institucional e calendário escolar. 
A proposta prevê a organização do tempo e espaço, de modo a possibilitar atividades criativas e enriquecedoras. A escola deve viabilizar uma experiência ímpar na vida do educando para que ele desenvolva o gosto pela leitura.
Visto que aprender a ler é questão de prática contínua. O presente estudo por questões metodológicas está organizado em cinco subtítulos. No primeiro texto encontra-se um enfoque sobre a contribuição da escola no desenvolvimento da leitura: a escola como espaço privilegiado de trabalho, com o conhecimento precisa disponibilizar meios que incentive o aluno ter o hábito pela leitura (OLIVEIRA et al., 2011). A escola precisa implementar uma biblioteca com variados gêneros literários para que o aluno se interesse tanto pela leitura como pela a pesquisa, favorecendo a ampliação dos conhecimentos imaginário levando o aluno a refletir (COSTA, HILLESHEIM, 2004).
Sobre o conceito da leitura, o ato de ler não se restringe apenas ao gesto mecânico de decifração de sinais e sim ao um gesto que envolve vários aspectos no qual o leitor realiza um trabalho ativo da construção de significativos (CASTANHO, 2007). Portanto a leitura deve ter uma prática constante tanto na sala de aula quanto fora dela, seu foco principal e a formação do leitor. Lois (2010) defende que a prática da leitura deve ser como um ritual, atividade que abre “caminhos” e diferentes formas de ver o mundo, de fantasiar e a partir daí o professor assume o papel de facilitador da aprendizagem da leitura.
Mata, Monteiro e Peixoto (2009) defendem que a prática da leitura nos anos iniciais remete a outras aprendizagens, outros conteúdos, valores culturais que o aluno precisa aprender no início de sua escolaridade. 
Em relação à prática do professor no incentivo á leitura, por ser considerada uma temática fundamental e objeto de estudo deste trabalho, apesar de ser um assunto extenso e complexo, pude dar um enfoque geral com base nas explicações dos estudiosos, a exemplo de Morais e Leite (2012) quando afirmam que os alunos chegam ao 3º ano do Ensino Fundamental apresentando dificuldades em leitura e escrita de pequenas palavras. Diante desta problemática, é necessário que o professor e a escola elaborem propostas de ensino que venham a superar essas dificuldades dos alunos. Santos (2004) também compartilham dessa ideia deixando claro que o professor ao planejar suas atividades para os alunos precisa diversificar os recursos de leitura.
Segundo Rosa, Brainer e Cavalcante (2012), a inclusão da ludicidade na prática do professor é um bom motivo para despertar o interesse dos alunos pela as atividades e no desenvolvimento cognitivo, associados ao pensamento e a linguagem.
Nas palavras de Martins (1994) e Bambuger (1975), o sucesso ou insucesso dos alunos nas questões de leitura está direcionada á prática do professor e ainda afirmam que o professor seja o mediador de situações para que atinja sua aprendizagem de forma mais ampla. 
Mediante todas essas constatações e estudos optou-se por fazer o estágio de Ensino Fundamental em uma turma de terceiro ano que apresentou desfasagem no hábito da leitura sobre a temática da literária, a fim de contribuir e ajudar a sanar esta defasagem. 
PLANOS DE AULA PARA REGÊNCIA
PLANO DE AULA 01
OBJETIVOS
· O aluno sentir-se acolhido e bem-vindo ao ambiente escolar;
· Conhecer e interagir-se com seus colegas e professor.
· Conhecer a história do Pinóquio.
CONTEÚDO
· Apresentação da professora e dos alunos, 
· Dinâmica do nome;
· Hora do conto;
· Brincadeira de roda.
METODOLOGIA
· O propósito será quebrar o gelo entre alunos e professores, apresentando uma mensagem de boas – vindas para sentirem acolhidos e ao final entregar uma lembrança. 
RECURSOS
· Avental ; 
· Crachás;
· Cartões e lembrancinhas.
AVALIAÇÃO
Observação e registro do professor quanto á adaptação ao ambiente e participação nas atividades.
PLANO DE AULA 02
OBJETIVOS
· Reconhecimento e memória;
· Desenvolver a atenção;
· Ler histórias em quadrinhos; 
CONTEÚDO
· Retomada da dinâmica, 
· Historia de uma criança cadeirante, criada no ato da aula.
METODOLOGIA
· Desenhar seus colegas da sala e juntamente escrever o nome de três deles, criar histórias em quadrinhos com os nomes dos colegas.
· Debate sobre como devemos tratar as pessoas com necessidades especiais e quantas na escola possuem essas necessidades.
RECURSOS
· Folha A4;
· Lápis de cor e de escrever, 
· Borracha
AVALIAÇÃO
A avaliação foi feita a partir da observação da participação do aluno, se o mesmo interagiu com seus colegas durante a dinâmica do dia anterior, e o quanto é importante a inclusão das pessoas com necessidades especiais.
PLANO AULA 03
OBJETIVOS
· Construção da amizade;
· Histórias Matemáticas 
· Desenvolver a criatividade;
CONTEÚDO
· Roda de conversa; 
· Confecção de mascaras; 
· Matemática;
METODOLOGIA
· Iremos trabalhar a amizade, explicar a questão do “bullying”
· Construir uma história sobre tudo que foi trabalhado.
· RECURSOS
· Folha A4;
· Lápis de cor,
· Tesoura,
· Elástico; 
· Musicas, 
· Lanches.AVALIAÇÃO
A avaliação foi feita a partir da observação do aluno, se o mesmo atingiu ou não os objetivos desejados. Os mesmo mostraram um grande interesse entre atividade proposta utilizando suas criatividades e imaginações na confecção de suas mascaras. 
PLANO DE AULA 04
OBJETIVOS
· Trabalhar o auto retrato;
· Circuito de brincadeiras;
· Ler um poema para o amigo.
CONTEÚDO
· Português;
· Oralidade; 
· Construção de um poema
· Educação física.
METODOLOGIA
· Roda de conversa,
· Atividade dirigida, 
· Debate e leitura; 
RECURSOS
· Folha A4;
· Lápis;
· Borracha;
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da participação continua durante a atividade dirigida, se os mesmos lembram-se dos conteúdos anteriormente ensinados.
PLANO DE AULA 05
OBJETIVOS
· Trabalhar a quantidade;
· Conhecer a história de Emília e o sítio do pica-pau amarelo.
· Criar uma nova receita para Dona Benta.
CONTEÚDO
· Atividade dirigida (pinte da mesma cor os objetos e o numero que corresponde á sua quantidade).
· Demonstração no mural da quantidade de cada número; 
· Criatividade na construção da receita.
METODOLOGIA
· Concentração, 
· Explicar o que é e como são os números;
· Leitura da história da Emília.]
· Confecção da receita.
 
RECURSOS
· Folha A4 com desenhos e números; 
· Lápis de cor;
· Ingredientes para um bolo.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da participação continua durante a explicação e atividade aplicada. 
PLANO DE AULA 06
OBJETIVOS
· Motricidade ampla e fina;
· Trabalhar em grupo;
· Releitura da história da Emília.
· Reciclagem;
CONTEÚDO
· Porta Lápis
METODOLOGIA
· Cuidados com os seus materiais, 
· Atividade coletiva;
· Valorização da reciclagem;
· Criar um personagem da história de sucata.
RECURSOS
· Lata de milho ou ervilha;
· Papel color set preto; 
· Copia do rosto do personagem.
· Lápis de cor.
· Cola.
· Tesoura
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da participação, interesse e cuidado na hora de montar seu porta lápis. Avaliando sua motricidade ampla e fina. 
DIÁRIOS DAS REGÊNCIAS
Durante a primeira regência a turma obteve resultados positivos, sendo bem participativa, expontâneos, mostrando bastane interesse, comprometidos com seu desenvolvimento durante a atividade prosposta, tanto em grupo como individual. Foram tabalhando bem a apresentação e sairam contando aos pais sobre nossa dinâmica. Participaram da hora do conto cada um leu um trecho.
No dia seguinte a experiência não foi diferente todos bem atentos as suas atividades, trabalhamos em grupo relembrando os nomes dos colegas, reconhecimento das letras, construção da história sobre os colegas e conversamos sobre a inclusão das pessoas especiais, mostrando seus cuidados e afesto aos colegas que necessitam dos mesmos, e também sobre o bullying.
Na terceira regência tivemos mais resultados como esperado, assim como uma diversão confeccionamos máscaras e realizamos um baile, a dedicação, cuidado e imaginação na hora de criar suas mascarás mostrou suas habilidades artisticas, podendo trabalhar suas motricidades. Mesmo a aula sendo mais agitada obtivemos ótimos resultados. Depois conversamos sobre o que eles gostariam de esconder atrás da máscara, o ambiente ficou mais sério, mas os alunos se sentiram á vontade para expor seus sentimentos e seus medos.
Durante a quarta tivemos uma aula mais agitada, estavam elétricos, começamos pelos circuito de brincadeiras, construiram poemas conforme pedia na atividade proposta e com o auxilio do mural de letras colocaram sua idade, realizaram perfeitamente, mostrando bem seu conhecimento e a memória fotográfica.
Na quinta regência voltamos trabalhar os números, conforme a atividade proposta tivemos alguns desafios onde volamos ao inicio e explicamos como era feito, durante a realização os alunos contaram com meu suporte para a realização da atividade conforme o esperado. Aprenderam sobre a história da Emília. Relembramos a história e sanou as duvidas de alguns alunos. 
No último dia trabalhamos a arte, confeccionando um porta lápis, durante essa atividade percebi o quanto são abilidosos no manuseio de tesoura e com os lápis, mostrando bem seu lado perfeccionista e cuidadoso. Realizaram com perfeição. Também construíram um personagem do sítio do Pica-pau amarelo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A experiência no Estágio Supervisionado em Ensino Fundamental realizado na EMEF Planalto Canoense foi gratificante e importante, de maneira que contribuiu muito com o que já havia aprendido durante a faculdade de pedagogia, podendo colocar em pratica todo conhecimento, despertando mais o interesse em aprender mais, inovando e criando, ocupando um lugar de um agente de transformações junto às crianças. Vindo a somar com a experiência anterior na Educação Infantil. Lembrando que trabalhamos com seres sociais que nascem completos, com capacidades afetivas, emocionais cognitivas, necessitando de todo afeto e dinamicidade para desenvolver seu conhecimento e habilidades.
Vale ressaltar que o estágio contribuiu bastante para minha formação enquanto aluna e educadora. Mediante a prática procurei desempenhar o papel de uma educadora, que busca formar cidadãos críticos e conscientes na sociedade.
Podendo concluir o quanto foi importante essa experiência com as crianças, o afeto e carinho deles comigo, a dedicação ao fazer a atividade proposta, mostraram alegria e satisfação das aulas aplicadas, alegria ao me receberam. Notando que consegui passar o desejado, obtendo resultados magníficos. 
Compreende-se que para atuar é necessário não somente gostar, mas também uma formação consistente e uma reflexão constante sobre nossas práticas, procurando sempre inovar, além disso, precisamos está aberto a indagações, à curiosidade, e estarmos sempre atualizados, estudando e pesquisando.
Sendo assim nós futuros professores somos o elemento fundamental nesse processo, onde estaremos construindo a identidade e despertando a capacidade, interesse. Esse mundo é surpreendente. Ao mesmo tempo em que ensinamos estamos aprendendo. A partir dos estudos realizados sobre o incentivo à leitura, conclui que o professor antes mesmo de iniciar a sua prática pedagógica, deve compreender que quanto mais cedo o aluno entrar em contato com o mundo da leitura, melhor será sua aprendizagem no processo educacional, pois os debates sobre esse tema exige o despertar da consciência com habilidade, coragem, dedicação e compromisso. É necessário transformar nossas salas de aula em espaços de vida, de construção de conhecimento, alegria e esperança.
REFERÊNCIAS
BAMBURGER, R. Como incentivar o hábito de leitura. Tradução Otávio Mendes Cajado, Revista de tradução Lenice Bueno da Silva. 1ª ed. São Paulo: Cultrix Ltda, 1975.
BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: alfabetização em foco: projetos didáticos e sequências didáticas em diálogo com os diferentes componentes curriculares. Ano 03, unidade 06 / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Brasília: MEC, SEB, 2012.
CASTANHO, M. G. B. O ensino da leitura nas escolas do 2º ciclo em Portugal: o contributo das bibliotecas públicas e escolares. Departamento de Ciências da Educação, Ponta Delgada. n.9, p.1-10, 2007.
COSTA, A. L.; HILLESHEIM, A. I. A. Atividades de incentivo a leitura na escola básica padre João Alfredo Rohr. Revista Eletrônica de Extensão, Florianópolis, v.1, n.0, p.1-9, Mai. 2004.
LOIS, L. Teoria e prática da formação do leitor: leitura e literatura na sala de aula/ Lena Lois, Porto Alegre: Artmed. 2010.
MORAIS, A. G.; LEITE, T. M. S. B. R. Direitos de aprendizagem, heterogeneidade dos aprendizes e atendimento à diversidade, no final do ciclo de alfabetização: diagnosticando e organizando as crianças na sala de aula. In: BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: a heterogeneidade em sala de aula e a diversificação das atividades. Brasília: MEC, SEB, 
SANTOS, R. M. C. Leitura nabiblioteca escolar: um estudo de caso no colégio Salesiano São José/RN. Natal: UFRN, 2004.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros Curriculares nacionais. Língua Portuguesa. Brasília, MEC/SEF, 1997.
SOARES, M. B. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2006.

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