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Resp: O gráfico evidência a oscilação da pressão osmótica sanguínea (concentração osmótica do fluido extracelular) e a pressão osmótica ambiente (concentração osmótica do meio externo - salinidade alta e a salinidade baixa), de três espécies de invertebrados marinhos. Onde a linha tracejada é uma linha que expressa igualdade entre as duas pressões osmóticas, conhecida como linha isosmótica, ao passo que as linhas sólidas demostram as respostas de cada um dos animais separadamente. Tendo o objetivo de identificar cada animal como regulador e ou conformador de acordo com a variabilidade da pressão osmótica ambiente. 1. Mexilhão – A pressão osmótica sanguínea do mexilhão modifica de acordo com a variação da pressão osmótica ambiente (salinidade alta ou salinidade baixa). Portanto o mexilhão ajusta sua concentração osmótica do fluido extracelular de acordo com concentração osmótica do meio externo. Sendo assim o mexilhão é um invertebrado marinho conformador estritos. 2. Camarão - A pressão osmótica sanguínea do camarão não se altera com a variação da pressão ambiente (salinidade da água do mar), mantendo assim sua pressão interna constante frente as instabilidades do meio externo. Portanto o camarão é um invertebrado marinho regulador. 3. Caranguejo-verde – A pressão osmótica sanguínea do camarão-verde permanece estável quando a pressão osmótica ambiente está baixa (baixa concentração de salinidade) sofrendo assim uma regulação e, quando as variações osmóticas seguem as alterações da pressão osmótica ambiente estando mais alta (alta concentração de salinidade), o caranguejo-verde sofre conformação se adequando assim ao meio externo. (A) Probabilidade de sobrevivência x Tipo de minimização do risco A prioridade das aves adultas tanto na América do Sul quanto na América do Norte é a continuidade da espécie. Para isso são definidas estratégias diferentes de sobrevivência, visto que as aves norte-americanas com a expectativa de vida mais curta e ninhadas mais numerosas devem optar por minimizar os riscos de morte de sua prole, já as aves sul-americanas com a expectativa de vida mais longa e ninhadas menos numerosas devem optar pela sua própria sobrevivência. Garantindo assim futuras gerações. (B) Taxa de alimentação pelos pais x Predador de ninho(filhotes) A taxa em que os pais trazem alimentos a seus filhotes caí mais nas aves da América do Norte do que na América do Sul, após apresentação do predador de filhotes, em consequência da constante ameaça de outras espécies que localizam os ninhos observando os pais quando saem e voltam em busca por alimento para a sua prole. (C) Taxa de alimentação pelos pais x Predador de adultos(aves adultas) A taxa em que os pais trazem alimentos as seus filhotes caí mais nas aves da América do Sul do que em aves da América Norte após apresentação do predador de aves adultas, em razão da presença frequente de predadores de grande porte que possam matá-la com facilidade. Não, pois fato do predador ser de ninho ou ser de adulto define como deverá ser a estratégia adotado pelo pais para adquirir a alimentação para si e para os filhote, garantido assim a continuação da espécie seja através da atual prole ou de futuras ninhadas Sim. Pois segundo os ornitólogos Cameron Ghalambor e Tom Martin os pais de aves necessitariam seguir as seguintes estratégias de cuidados parentais como: 1. Trabalhar o custo benefício de acordo com o tipo de predador: a. Predador de ninho (consome filhotes) b. Predador de adulto (consome a ave já adulta) 2. Trabalhar a taxa de mortalidade anual para os adultos reprodutivos. Sim, a taxa de sobrevivência de uma ave deve ser analisada em dois aspectos: 1. Em aves com baixa taxa de mortalidade dos adultos – os pais devem diminuírem o risco de morte, para assegurarem prole futuras. 2. Em aves reprodutivas com alta taxa de mortalidade anual – asseguram seus descentes se doando totalmente as cuidados parentais com os filhotes atuais, sendo assim estas aves se preocupam mais com segurança dos filhotes. As estratégias de cuidados parentais a serem tomadas pelas aves adultas são baseadas nas pressões exercidas pelos predadores, seja ele de ninho ou de adultos. Pois ao longo deste processo os responsáveis pela preservação da espécie, devem procurar o equilíbrio entre priorizar a ninhada ou priorizar a sua própria sobrevivência. A fisiologia das aves está diretamente relacionada as conquistas de melhores ajustes evolutivos através dos cuidados parentais provenientes dos custo e benefícios sobre a aptidão de zelar da prole. Os benefícios do cuidado parental resultam na garantia da sobrevivência dos filhotes. Porém os custos devem ser considerados, pois a prole assistida deixa sempre um déficit aos pais em prol dos ajuste evolutivos da espécie.