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Disciplina: Petrologia Ígnea Profs: Marcela e Yuri Roteiro para descrição de Rochas ígneas Origem da palavra: do latim ígnis = fogo Correspondem às rochas geradas a partir do resfriamento de um material rochoso fundido gerado a grandes profundidades, chamado de magma. As rochas ígneas ou magmáticas são classificadas basicamente em dois grupos: - Intrusivas/plutônica: gerados a partir da cristalização no interior da Terra. As rochas pertencentes a este grupo são constituídas por minerais que são visíveis a olho nu. - Extrusivas/vulcânica: gerados a partir da cristalização em superfície. Isto ocorre porque o magma chega a superfície através de vulcões, fraturas, fissuras e falhas. Os minerais que constituem as rochas deste grupo geralmente só são visíveis em microscópio. Os principais minerais que constituem este grupo são os silicatos, em parte porque o silício é muito abundante e em parte porque vários minerais silicatados fundem-se nas altas T e P. Texturas ígneas: Granulação tamanho Fina ≤ 2 mm Média 2 -5 mm Grossa 5 – 2 cm Muito grossa ≥ 2 cm 2 Classificação das rochas ígneas: Rochas plutônicas: Equigranular e inequigranular 3 Rochas vulcânicas: Índice de cor (M): - Leucocrática ou félsica - Mesocrática - Melanocrática ou máfica - Ultramelanocrática ou ultramáfica 4 Roteiro de descrição macroscópica de rochas ígneas: 1 – Cor: a. Indicar a cor predominante de acordo com os minerais presentes. b. Índice de cor (M): 2 - Características gerais: 1. Textura: afanítica, fanerítica ou porfirítica? 2. É equigranular ou inequigranular? 3. Granulação. Se for porfirítica: diferencie matriz e fenocristais. 4. Presença de outros tipos de textura: 3 – Mineralogia - Agrupar os minerais em: - Minerais essenciais: aqueles cuja presença está envolvida na definição da classificação da rocha. Representados pelos silicatos. - Minerais acessórios: aqueles cuja presença ou ausência não interfere na caracterização da rocha. Ocorrem em quantidades inferiores a 10% e nem sempre são vistos em amostra de mão. - Minerais secundários: resultantes da alteração ou reconstrução dos minerais primários. Geralmente visíveis em microscópio. 4- Classificação no diagrama QAFP 5 Referências Bibliográficas: Banco de Dados da UNESP. Disponível em http://www.rc.unesp.br/museudpm. Acessado em08 de agosto de 2013 às 17h. Dana, J. 1974. Manual de Mineralogia. Editora da Universidade de São Paulo. Meyer, A.P. 2012. Apostila de Mineralogia Macroscópica. IFES/Campus Cachoeiro de Itapemirim. Motoki, A. Classificação de rochas ígneas. Disponível em http://motoki5.tripod.com/Ign/Ign2004_3.pdf. Acessado em 08 de agosto de 2013 às 13h. PRESS, F., SIEVER, R., GROTZINGER, J. & JORDAN, T. H. 2006. Para Entender a Terra. Porto Alegre, Bookman, 656 p. Sgarbi, G.N.C. 2007. Petrologia macroscópica das rochas ígneas, sedimentares e metamórficas. Belo Horizonte, Editora UFMG, 559 p. TEIXEIRA, W., TOLEDO, M. C. M., FAIRCHILD, T. R., TAIOLI, F. 2000. Decifrando a Terra. São Paulo, Oficina de Textos, 558 p. WICANDER, R. 2009. Fundamentos de Geologia. São Paulo, Cengage Learning, 508 p.