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UFR Disciplina: Ciência dos Materiais 1°Semestre de 2019 Professora: Dra. Vanessa Motta Chad E-mail: vanessamotta@ufmt.br CORROSÃO ➢Corrosão ✓ Potenciais de eletrodo ✓ A série galvânica ✓ Passivação ✓ Formas de corrosão ✓ Prevenção da corrosão Ford Sedan Deluxe 1936 – carroceria feita de aço inoxidável carroceria feita de aço carbono comum DEFINIÇÃO ➢ Corrosão: Perda deteriorativa de um metal como resultado de reações de dissolução no ambiente. ➢ Portanto, a corrosão pode ser definida como sendo o ataque destrutivo e não intencional de um metal, esse ataque é eletroquímico e geralmente tem seu início na superfície do metal. Envolve tanto reações de redução como reações de oxidação. → Processo eletroquímico: reação química em que existe uma transferência de elétrons de um componente químico para outro. ▪ Um processo corrosivo consiste na ocorrência simultânea de pelo menos uma reação anódica (oxidação) e de pelo menos uma reação catódica (redução). ➢ Oxidação: A remoção de um ou mais elétrons de um átomo. → Oxidação: perda dos elétrons de valência dos átomos de um metal. ▪ Exemplo: o metal hipotético M, que possui n elétrons de valência, pode experimentar um processo de oxidação de acordo com a reação: −+ +→ neMM n M se torna um íon positivamente carregado (n+), que nesse processo perde os seus n elétrons de valência; e- é usado para simbolizar um elétron. ▪ Exemplos de reações de oxidação −+ −+ +→ +→ 3eAlAl 2eFeFe 3 2 ➢ Reação anódica ou de oxidação: → Anodo: O local onde ocorre a reação de oxidação. Perde elétrons. ▪ Na reação de oxidação exemplificada: →O Fe perde 2 elétrons de valência; →O Al perde 3 elétrons de valência. DEFINIÇÃO A ferrugem é o resultado da oxidação do ferro. → Redução: Os elétrons gerados na reação anódica são totalmente absorvidos pela reação catódica, sendo transferidos para o componente químico, tornando-se parte integrante dele. → Um metal pode ser totalmente reduzido a partir de um estado metálico iônico para um estado neutro, de acordo com a reação: → Catodo: O local onde ocorre a reação de redução. Ganha elétrons ➢ Reação catódica ou de redução: MneMn →+ −+ ▪ Exemplo de reação de redução: 2 H2e2H →+ −+ DEFINIÇÃO → Alguns metais sofrem corrosão em soluções ácidas, que têm concentrações elevadas de íons de hidrogênio (H+), esses íons são reduzidos e o gás hidrogênio (H2) é liberado. DEFINIÇÃO ➢ Acidentes (perda de vidas ou invalidez): queda de pontes e aviões. ➢ Insalubridade: causada por vazamentos de produtos tóxicos (por exemplo, gás). ➢ Economia popular: produtos de consumo de durabilidade comprometida pela deterioração. ➢ Econômico: elevados custos pela substituição de materiais e equipamentos. ➢ Degradação de monumentos históricos: consequência do meio ambiente (poluição atmosférica). PROBLEMAS RELACIONADOS À CORROSÃO Monumentos históricos: A estátua da liberdade, com 46 metros de altura e pesando 225 toneladas, foi presenteada pelos franceses ao Estados Unidos em junho de 1884. A estátua foi feita com placas de cobre fixadas sobre um esqueleto de ferro. A superfície externa da estátua, assim como ocorre em outras estruturas de cobre, é protegida por uma fina camada formada azul-esverdeada denominada de pátina. Ao ser expostos as intempéries do ambiente o Cu(s) forma a pátina que nada mais é que o carbonato básico de cobre, CuCO3.Cu(OH)2. A pátina protegeria a estátua do ambiente se não fosse o esqueleto de ferro. Quando o cobre entra em contato com o ferro começa ai um processo de corrosão que prejudica a durabilidade da estrutura da estátua da liberdade. Para proteger desse processo os franceses usaram camadas de amianto para evitar o contato com os dois metais. Infelizmente, com o tempo o amianto se desfez e com a entrada da água de chuva na estátua o ferro começou a oxidar. Em sua última restauração vigas de aços inox e isolantes à base de teflon foram utilizados para evitar o problema. Curiosidade: ➢ Custos diretos → Custos corretivos ▪ Reparos ▪ Reposição de material → Custos preventivos ▪ Revestimentos (pintura) ▪ Material resistente à corrosão ▪ Proteção catódica ▪ Desumidificação de depósito/armazém ➢ Custos indiretos ▪ Interrupção de produção ▪ Perda de materiais ▪ Perda de eficiência do equipamento/produto ▪ Contaminação de produtos PROBLEMAS RELACIONADOS À CORROSÃO → DeLorean: revestimento de aço inoxidável. → Audi A8: Estrutura de liga de alumínio ➢ Exemplo de automóveis fabricados com materiais resistentes à corrosão. EXEMPLO ➢ Um dos motivos do custo desses automóveis ser elevado é o material utilizado em sua fabricação. Filme: De Volta Para o Futuro Propaganda do Audi A2, Dinamarca. 2 semanas 1 mês POTENCIAIS DE ELETRODO ➢ Par galvânico: dois metais em um eletrólito líquido, onde um metal se torna um anodo e sofre corrosão, enquanto o outro atua como um catodo e sofre redução. → Eletrólito: solução capaz de conduzir corrente elétrica pelo movimento de íons positivos (cátions) ou negativos (ânions). ▪ A concentração de soluções líquidas é expressa com frequência em termos de molaridade, M, que é o número de moles de soluto por milhão de milímetros cúbicos (106 mm3, ou 1000 cm3) de solução. Mol: a quantidade de uma substância que corresponde a 6,023x1023 átomos. → No par galvânico ferro e zinco, o zinco é o anodo e sofre corrosão (perde elétrons), o ferro é o catodo e sofre redução (ganha elétrons). → Os íons de ferro (Fe2+) irão se depositar na forma de ferro metálico sobre o eletrodo de ferro. A SÉRIE GALVÂNICA ➢ A série galvânica consiste nas reatividades relativas dos metais e das suas ligas em meio à água do mar. Progressivamente mais inerte (Catódico) Progressivamente mais ativo (Anódico) Platina Ouro Grafita Titânio Prata Aço inoxidável 306 (passivo) Aço inoxidável 304 (passivo) Inconel (80Ni-13Cr-7Fe) (passivo) Níquel (passivo) Monel (70Ni-30Cu) Ligas cobre-níquel Bronzes (ligas Cu-Sn) Cobre Latões (ligas Cu-Zn) Inconel (ativo) Estanho Chumbo Aço inoxidável 306 (ativo) Aço inoxidável 304 (ativo) Ferro fundido Ferro e aço Ligas de alumínio Cádmio Alumínio comercialmente puro Zinco Magnésio e suas ligas ➢ As ligas próximas ao topo da lista são catódicas e não reativas; ➢ As ligas na parte de baixo são as mais anódicas PASSIVAÇÃO ➢ Passivação: A perda de reatividade química, sob condições ambientais específicas, apresentada por alguns metais e ligas. → A reação de passivação conduz à formação de uma fina película passiva de um composto (geralmente óxido e com espessura da ordem de 4 nm) na superfície do metal. ▪ Película passiva: película contínua e aderente, que protege o metal contra a corrosão. ▪ A película passiva pode ser destruída, mas se regenera rapidamente. → Exemplos: ▪ O alumínio tem uma elevada resistência à corrosão devido à presença na sua superfície de uma película passiva de Al2O3. ▪ Para o aço ser considerado inoxidável, ele deve possuir teor de Cr maior de 12% em peso. O aço inoxidável deve sua resistência à corrosão à película passiva de Cr2O3 que se forma na sua superfície. FORMAS DE CORROSÃO ➢ As formas mais comuns de corrosão são: → Ataque uniforme → Corrosão galvânica → Corrosão em frestas → Corrosão por pites → Corrosão intergranular → Lixívia seletiva → Erosão-corrosão → Corrosão sob tensão Corrosão Uniforme Galvâni -ca Em Frestas Por Pites Inter- granular Lixívia Seletiva Erosão- Corrosão Sob Tensão ATAQUE UNIFORME Ataque uniforme em um tubo enterrado ➢ Ataque uniforme: As reações de oxidação e de redução ocorrem aleatoriamente na superfície exposta da peça, o que resulta em superfícies com o mesmo grau de corrosão. Tanque de combustível subterrâneo abandonado num campo. Rotor de bomba submersa. ATAQUE UNIFORME ATAQUE UNIFORME ➢Prevenção: ➢Utilizar materiais apropriados para o meio de aplicação; ➢Revestimentos; ➢Proteção catódica. ➢ Pode ser prevista atravésde um teste durante a fase de projetos. ATAQUE UNIFORME CORROSÃO GALVÂNICA ➢ Corrosão galvânica: Ocorre quando dois metais de composições químicas diferentes e em contato mútuo são expostos a um eletrólito. ➢ Nesse meio específico, o metal menos nobre (o mais reativo) sofrerá corrosão, e o metal mais nobre (menos reativo) será protegido contra ela. Progressivamente mais inerte (Catódico) Progressivamente mais ativo (Anódico) Platina Ouro Grafita Titânio Prata Aço inoxidável 306 (passivo) Aço inoxidável 304 (passivo) Inconel (80Ni-13Cr-7Fe) (passivo) Níquel (passivo) Monel (70Ni-30Cu) Ligas cobre-níquel Bronzes (ligas Cu-Sn) Cobre Latões (ligas Cu-Zn) Inconel (ativo) Estanho Chumbo Aço inoxidável 306 (ativo) Aço inoxidável 304 (ativo) Ferro fundido Ferro e aço Ligas de alumínio Cádmio Alumínio comercialmente puro Zinco Magnésio e suas ligas CORROSÃO GALVÂNICA Corrosão por par galvânico em trocador de calor (cobre e aço). Progressivamente mais inerte (Catódico) Progressivamente mais ativo (Anódico) Platina Ouro Grafita Titânio Prata Aço inoxidável 306 (passivo) Aço inoxidável 304 (passivo) Inconel (80Ni-13Cr-7Fe) (passivo) Níquel (passivo) Monel (70Ni-30Cu) Ligas cobre-níquel Bronzes (ligas Cu-Sn) Cobre Latões (ligas Cu-Zn) Inconel (ativo) Estanho Chumbo Aço inoxidável 306 (ativo) Aço inoxidável 304 (ativo) Ferro fundido Ferro e aço Ligas de alumínio Cádmio Alumínio comercialmente puro Zinco Magnésio e suas ligas Tubulação de aço com cobre. Couraça de magnésio que foi fundida ao redor de um núcleo de aço. CORROSÃO GALVÂNICA *Prevenção: *Selecionar metais próximos na série galvânica; *Utilizar metal de sacrifício, anódico em relação a ambos metais; * Isolamento elétrico entre os metais; *Aumentar a área do anodo em relação ao metal mais nobre; *Evitar que o fluxo do fluído aconteça do metal catódico para o anódico. CORROSÃO GALVÂNICA CORROSÃO EM FRESTAS Corrosão em frestas: Uma forma de corrosão que ocorre no interior de frestas estreitas e sob depósitos de sujeira ou produto, isto é, em regiões onde existe uma carência localizada de oxigênio na região. Corrosão por fresta em rosca. Ilustração esquemática do mecanismo de corrosão em fendas entre duas lâminas que foram rebitadas. Sobre essa lâmina, que foi imersa em água do mar, houve a formação de corrosão em frestas em regiões que foram cobertas por arruelas. ➢ Os elétrons dessa reação eletroquímica são conduzidos através do metal para regiões externas adjacentes, onde eles são consumidos em reações de redução. A tela de proteção encostada na peça acumulou água e proporcionou a corrosão por frestas. CORROSÃO EM FRESTAS Corrosão em frestas nas regiões que foram cobertas por arruelas. • Prevenção: • Utilizar juntas soldadas ao invés de rebites ou parafusos; • Remover os depósitos acumulados; • Durante a fase de projetos, evitar frestas que possam estagnar o fluxo de solução. CORROSÃO EM FRESTAS CORROSÃO POR PITES Corrosão por pites: Corrosão localizada na qual pequenos volumes de metal são retirados de certas áreas da superfície por corrosão, produzindo crateras ou buracos que podem culminar na completa perfuração da parede de um tubo ou vaso. → Um pite pode ser iniciado por um defeito de superfície localizado, como um risco ou uma pequena variação de composição. CORROSÃO POR PITES Corrosão por pite em aço inoxidável. <- Eixo de bomba de água. • Prevenção: • Evitar solução estagnada; • Uso de anodo de sacrifício; • Uso de material resistente. CORROSÃO POR PITES CORROSÃO INTERGRANULAR ➢ Corrosão intergranular: ocorre nos contornos de grão. Por causa deste tipo de corrosão, um material pode se desintegrar pelo desprendimento dos grãos. ➢ Nos aços inoxidáveis a corrosão intergranular é causada pela precipitação de carbonetos de cromo nos contornos de grão, o que provoca empobrecimento em cromo nas regiões vizinhas, o que é conhecido como sensitização. Com o teor de cromo atingindo teores inferiores a 12%, a passividade dessas regiões fica comprometida, e o aço sofre dissolução seletiva. → Pode ocorrer quando o material é aquecido em temperaturas entre 500 e 800°C por períodos de tempo suficientemente longos. CORROSÃO INTERGRANULAR Assento de mola de uma suspenção de carro Peça de aço inoxidável Aço inoxidável ferrítico CORROSÃO INTERGRANULAR • Prevenção: • Realizar tratamento térmico visando dissolução do precipitado; • Adicionar elementos de liga que evitem/diminuem a diferença de potencial entre o grão e a segunda fase/precipitado. LIXÍVIA SELETIVA ➢ Lixívia seletiva: ocorre quando um elemento ou constituinte é removido preferencialmente como consequência de processos de corrosão. ➢ O exemplo mais comum de lixívia seletiva é a remoção do zinco no latão (liga Cu-Zn). → Característica: devido à remoção do zinco, o latão muda de uma coloração amarelada, para uma coloração avermelhada. LIXÍVIA SELETIVA • Prevenção: • Usar liga mais resistente; • Periodicamente remover depósitos e películas de óxido da superfície; • Evitar estagnação de corrosivos; • Usar proteção catódica. EROSÃO-CORROSÃO ➢ Erosão-corrosão: surge da ação combinada de um ataque químico e da abrasão mecânica, ou desgaste, como consequência do movimento de um fluido. ➢ A erosão-corrosão é encontrada com frequência em tubulações, principalmente em dobras, curvas e mudanças bruscas no diâmetro da tubulação, que são posições onde o fluido muda de direção e onde o escoamento se torna repentinamente turbulento. EROSÃO-CORROSÃO Erosão-corrosão de um tubo de bronze com fluxo de água do mar. Erosão-corrosão de uma bomba de água de ferro fundido. Erosão-corrosão em um tubo de cobre. EROSÃO-CORROSÃO • Prevenção: • Modificação do projeto, diminuindo/eliminando a turbulência; • Utilizar materiais mais resistentes; • Remover particulados e bolhas da solução. CORROSÃO SOB TENSÃO ➢ Corrosão sob tensão: provoca formação de trincas que podem levar à ruptura do material. ➢ Causada pela ação simultânea de: → Tensões de tração; → Meio corrosivo. Trincas devido à corrosão sob tensão no latão. Corrosão sob tensão de uma barra de aço que ficou imersa em água do mar. Abraçadeira de bronze fraturada por corrosão sob tensão. Fratura intergranular causada por corrosão sob tensão de uma liga de cobre. CORROSÃO SOB TENSÃO CORROSÃO SOB TENSÃO • Prevenção: • Diminuir a magnitude da tensão aplicada; • Tratamento térmico para reduzir tensões internas; • Purificação do meio. OUTROS MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA CORROSÃO ➢ Modificações de Projeto → Evitar pilhas galvânicas; → Evitar frestas (substituir juntas rebitadas por juntas soldadas); → Prever acesso fácil a áreas que devem ser inspecionadas periodicamente; → Evitar mudança brusca de seção em tubulações a fim de evitar a ocorrência de corrosão-erosão. ➢ Métodos baseados no metal → Seleção de materiais, na medida do possível, de acordo com o meio corrosivo ▪ Importante: Nem sempre é economicamente viável empregar o material que proporciona a condição ótima de resistência à corrosão, algumas vezes, uma outra liga e/ou alguma outra medida precisa ser empregada, como por exemplo, a utilização de recobrimento superficial. ▪ Exemplo: O titânio é muito resistente à oxidação quando em contato com a água salgada, mas devido ao alto custo é inviável construir uma ponte com este material. ➢ Revestimentos protetores → São barreiras físicas à corrosão, são aplicados sobre a superfície do material na forma de películas e de revestimentos. → É essencial que o revestimento mantenha um alto grau de adesão à superfície. ▪ Exemplo: revestimentos metálicos, revestimentos orgânicos. → Revestimentos metálicos ▪ Galvanização: a peça de aço é mergulhada em banho de zinco (exemplo: aço galvanizado). ▪ Aspersão térmica (metalização): o material metálico que será usado como revestimento é fundido eprojetado sob a forma de finíssimas partículas sobre o material a ser protegido. OUTROS MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA CORROSÃO → Revestimentos orgânicos (Tintas) → Vantagens: ▪ Facilidade de aplicação ▪ Facilidade de manutenção ▪ Relação custo/benefício atraente ▪ Boa estética → Processos de aplicação: ▪ Imersão ▪ Aspersão por meio de pistola ▪ Trincha ▪ Rolo Corrosão sob revestimento OUTROS MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA CORROSÃO → Proteção catódica ➢ Se for inevitável, um par galvânico poderá ser utilizado como prevenção da corrosão. ➢ Emprego de um par galvânico: o metal a ser protegido é conectado eletricamente a um outro metal que é mais reativo naquele ambiente específico. Este último metal se oxidará, mediante cessão de elétrons, protegendo o primeiro metal contra a corrosão. Nível do solo Tubo de aço Anodo de Magnésio Aterro Elétrons Fio de cobre revestido Ambiente de terra Progressivamente mais inerte (Catódico) Progressivamente mais ativo (Anódico) Platina Ouro Grafita Titânio Prata Aço inoxidável 306 (passivo) Aço inoxidável 304 (passivo) Inconel (80Ni-13Cr-7Fe) (passivo) Níquel (passivo) Monel (70Ni-30Cu) Ligas cobre-níquel Bronzes (ligas Cu-Sn) Cobre Latões (ligas Cu-Zn) Inconel (ativo) Estanho Chumbo Aço inoxidável 306 (ativo) Aço inoxidável 304 (ativo) Ferro fundido Ferro e aço Ligas de alumínio Cádmio Alumínio comercialmente puro Zinco Magnésio e suas ligas OUTROS MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA CORROSÃO