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UC4-2020-Anderson Brandão 
 - Anatomofisiologia do Sistema Nervoso 
 - Neurônios e Sinapses 
 - Bomba de sódio e potássio 
 - Potencial de repouso e de ação 
 Eixo hipotálamo-hipofisário-tireóide 
 - Feedback positivo e negativo 
 - Anatomofisiologia do Sistema Respiratório 
 - Efeito Bohr e Haldane 
 - Regulação respiratória (s.n.) 
 - Volumes e capacidades respiratórias 
 - Hematose 
 - Eritropoietina 
 - Anatomofisiologia do Sistema Urinário 
 - Formação da urina 
 - Concentração da urina 
 - Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona 
 - Desequilíbrio hidroeletrolítico 
 - Equilíbrio acidobásico 
 - Anatomofisiologia do Sistema Cardíaco 
 - Lei de Frank-Starling 
 - Regulação da Pressão Arterial 
 - ECG 
 - Circulação e ciclo cardíaco 
 - SNA e Sistema Cardiovascular 
 - Anatomofisiologia do Sistema Digestório 
 - Peristaltismos e Reflexos 
 - Hormônios do TGI 
 - Equilíbrio Hidroeletrolítico 
 
 
Anatomofisiologia do Sistema Nervoso 
DIVISÃO; 
Sistema Nervoso Central: 
 Encéfalo: cérebro (comando), cerebelo (equilíbrio) e 
bulbo+ponte+mesencéfalo (tronco encefálico). 
 
Medula Espinhal: responsável por enviar ou receber 
 as informações do corpo humano, é a ligação entre o 
SNC e o SNP. 
 
 
 
 
Sistema Nervoso Periférico: 
Função - ligar o SNC e o resto do corpo 
Nervos: responsáveis pela transmissão de impulsos nervosos (31 pares de nervos espinhais e 12 pares de 
nervos cranianos). Podem ser motores, sensitivos ou mistos. 
Gânglios nervosos: aglomerados de neurônios espalhados pelo corpo. 
SNP é dividido em: 
somático –Voluntario 
 
 
Autônomo –Involuntário 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Responsáveis pelo processamento e integração 
de informações, além de realizar os movimentos 
do corpo,esses impulsos podem ser motores 
(eferentes- sai do snc) ou sensitivos (aferentes- 
chega no snc) 
OBS: Meninges – tecido conjuntivo que protege o SNC, existem 3 (dura-máter, 
aracnoide e pia-máter).Entre essas meninges há um líquor, o liquido céfalo-raquidiano 
que é responsável por proteger os órgãos vitais contra choques mecânicos. 
SNPA Parassimpático: relaxamento - acetilcolina 
atua de forma oposta ao simpático e só é ativado 
quando o simpático está inibido. SNPAP “relaxa” o 
organismo, é ativado quando o organismo não se 
encontra em perigo ou stress. Atuação: 
 
S N Periférico Somático: composto por neurônios sensitivos (visão, audição, olfato e paladar) 
e neurônios motores (voluntários – músculo esquelético) 
S N Periférico Autônomo: composto por neurônios sensitivos ( receptores utônomos) e 
neurônios motores ( involuntário – musculo liso SNPA Divide-se em: 
SNPA Simpático: luta/fuga -noradrenalina 
atua preparando o corpo para reagir a situações de 
medo, stress, excitação, adequando o 
funcionamento de diversos sistemas internos para 
um estado de prontidão, o SNS ajusta o organismo 
para situações de perigo, esforço intenso, stress 
físico e psíquico. Atuação: 
 
UC4-2020-Anderson Brandão 
 
 
Sinapses 
 
 
 
 
Sinapse química: 
 
 
 
 
 
 
 
Sinapse elétrica: 
 
. 
 
 
 
 
 
 
Bomba de sódio e potássio- É um processo de transporte que bombeia os íons de sódio para fora e ao mesmo 
tempo, bombeia os íons de potássio para dentro da célula. 
- Existe em todas as células do corpo e é a responsável pela manutenção das concentrações de sódio e potássio 
através da membrana celular, bem como o estabelecimento do potencial negativo intracelular 
Funcionamento da bomba: 
- Presente na contração muscular 
 e na condução dos impulsos 
nervosos. 
-Ação da enzima ATPase 
-Para cada 3 Na fora, 2 K dentro 
 
 
 
 
 
- Região de comunicação entre um neurônio e outro, um neurônio e um órgão alvo ou um neurônio e 
um musculo, onde agem os neurotransmissores, que transmitem os impulsos nervosos. 
- Como ocorrem: os impulsos nervosos são sinais elétricos que afetam os íons da membrana do 
neurônio,o estimulo ocorre através do potencial de ação (mudanças bruscas de cargas elétricas), 
dessa forma os neurotransmissores são transferidos e o potencial de ação se normaliza 
 
 Acontece em todo o corpo 
 Unidirecional 
 Fenda sináptica 
 Mais lenta 
 Neurotransmissores: acetilcolina, noraepinefrina, 
glutamato,histamina, glicina, serotonina 
O potencial de ação leva um estímulo para os botões sinápticos, 
onde irão abrir os canais de sódio, assim as vesículas irão receber 
um sinal dos íons de sódio voltagem dependentes, as vesículas se 
movem para a membrana, liberando os neurotransmissores por 
exocitose. Os neurotransmissores são difundidos na fenda 
sináptica e se liga aos receptores, ativando a via de transdução 
do sinal. 
 Excitatória: tem a função de 
despolarizar a membrana, ou seja, 
tornar o meio intracelular positivo. 
 Inibitório: tem a função de 
hiperpolarizar a membrana, ou seja, 
tornar o meio extracelular negativo. 
 Propagação bidirecional 
 Mais rápida 
 Junções comunicantes (GAP) 
 Sinal elétrico 
 Acontece no cérebro 
 O neurônio pré-sináptico é interligado com o 
pós-sináptico através das junções 
comunicantes, que permitem o livre 
movimento de íons de uma célula para outra 
OBS: Neurotransmissores – moléculas liberadas por neurônios que 
exercem papel no sistema nervoso.os receptores são altamente 
específicos. 
Adrenalina: prepara o organismo para a luta ou fuga. 
Noradrenalina: prepara o organismo para a concentração 
Dopamina: gera prazer para o organismo. 
Serotonina: aumenta a memoria, compulsões e obsessões se em excesso. 
Acetilcolina: aumenta o aprendizado 
Endorfina: aumenta o estado de euforia. 
Glutamato: relacionado a memoria. 
 3 íons de sódio se fixam na parte interna da proteína carregadora, 
abrem canais de Na 
 Função ATPásica é ativada 
 Uma molécula de ATP é quebrada em ADP, havendo liberação de 
energia 
 Energia altera a proteína 
 Levando os ions sódio para o exterior 
 2 ions potássio ligam à proteína e abrem canais de K 
 Fosfato é liberado 
 Proteína retorna a conformação 
 Potássio entra na célula 
Potencial de Repouso 
- Quando a bomba de Na e K está 
ativa (célula polarizada -90mV) 
- Célula em homeostase 
- Intra – Extra + 
Potencial de Ação 
- Ações rápidas do potencial de membrana que se propagam por toda a fibra nervosa, começando por uma alteração do 
potencial de repouso (-), para um potencial de membrana positivo (+), retornando depois ao negativo. 
- 3 fases: despolarização, repolarização e hiperpolarização 
UC4-2020-Anderson Brandão 
Eixo Hipotálamo-Hipófise-Tireóide 
Hipotálamo: produz hormônios como TRH, LHRH, CRH, GHRH, GnRH e dopamina que induzem a hipófise a produzir 
outros hormônios. 
Hipófise: 
Adenohipófise: produz hormônios Neurohipófise: armazena hormônios 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eixo: o hipotálamo estimula a Adenohipófise a 
produzir TSH que por sua vez vai estimular a glândula 
tireoide a produzir T3 (tri-iodotironina) e T4 
(tiroxina). 
Concentração de T3 e T4: hipertireoidismo 
(irritabilidade, aceleração do metabolismo, perda de 
peso). 
 Concentração de T3 e T4: hipotireoidismo 
(deficiência do metabolismo, ganho de peso, letargia) 
 Funções T3 e T4: efeito sob a atividade metabólica; 
sob o crescimento; sob a função muscular e o sono; 
efeito anti-inflamatório. 
 TSH: hormônio estimulante da tireoide; induz a 
maior ou menor atividade da tireoide; age nas células 
produtoras de T3 e T4. 
 Cortisol: produzido pela suprarrenal diretamente 
envolvido na resposta ao estresse. Três ações 
primarias: 
 Estimula quebra de proteínas, gorduras e providencia 
a metabolização da glicose no fígado 
 Ativa respostas do corpo mediante a situações de 
emergência (aumenta PA e açúcar no sangue) 
 
 
Feedback 
 
 
 
 
Anatomofisiologia do Sistema Respiratório 
Divisão: Fisiologia: 
 
 
 
 
 
 
 Efeito Bohr e Haldane 
 
 
 
 
 
 
 
 
 TSH -> Tireoide -> T3 e T4 
 ACTH -> Suprarrenal -> cortisol -> hormôniodo stress -> ciclo circadiano 
 FSH/LH -> Gônadas -> esteroides sexuais 
 GH -> ossos 
 Prolactina -> mamas 
 Ocitocina -> parto 
 ADH -> rins 
 
 Negativo: manter a homeostasia; estimulo contrario aquilo que levou o desequilíbrio, ou seja, o 
efeito final tem por objetivo inibir o efeito inicial, tenta corrigir. Ex: pressão elevada sofre feedback 
negativo que provoca a baixa da pressão e vice-versa. 
 Positivo: mais conhecido como circulo vicioso, ou seja, o estimulo inicial causa mais estimulo; 
aumenta o estimulo que gera desequilíbrio. Ex: parto (ocitocina) 
 Zona condutora: 
 Nariz 
Cavidade nasal 
 Faringe 
 Laringe 
 Traqueia 
 Brônquios 
 Bronquíolos 
 Zona respiratória: 
 Bronquíolos 
respiratórios 
Ductos alveolares 
 Sacos alveolares 
 Alvéolos pulmonares 
Sistema 
respiratório 
superior: 
 Nariz 
Cavidade nasal 
 Faringe 
 Sistema 
respiratório 
inferior: 
Laringe 
 Traqueia 
 Brônquios 
 Pulmões 
 
 Possibilitar trocas gasosas 
 Auxiliar na regulação do pH sanguíneo 
 Olfação 
 Fonação 
 Filtragem, umedecimento e aquecimento do ar inspirado 
Efeito Bohr: capacidade da hemoglobina de perder afinidade com o O2 e 
ganhar afinidade com o CO2 
Aumenta a concentração de CO2 
Ambiente ácido -> acidose 
Aumenta a temperatura 
Efeito Haldane: a hemoglobina tende a perder afinidade com o CO2 e 
ganhar afinidade com o O2 
 Aumenta a concentração de O2 
Ambiente básico -> alcalose 
UC4-2020-Anderson Brandão 
Regulação Respiratória 
 
 
 
 
 
 
Volumes e Capacidades Respiratórias 
 
 
 
 
 
 
 
 Hematose 
- Processo de trocas gasosas que ocorre nos capilares sanguíneos dos alvéolos pulmonares através da 
difusão de gases: oxigênio e dióxido de carbono. 
- O processo de transporte dos gases é realizado pela hemoglobina 
 O2: quase todo o oxigênio é transportado no sangue ligado a hemoglobina, presente em grande quantidade 
no interior das hemácias. 
1 hemoglobina se combina com 4 moléculas de 02 -> oxiemoglobina 
CO2: apenas 23% é transportado ligado a hemoglobina -> carbohemoglobina 
 Fatores que afetam a afinidade pela hemoglobina: 
 Elevada concentração de CO2 
Aumento da temperatura 
 ph alto 
 Aumento do BPG 
 Função Respiratoria: 
Ventilação: ar da atmosfera aos alvéolos 
Perfusão: processo de chegada do sangue venoso, vindo do coração, nos alvéolos 
Difusão: o O2 do ar que esta nos alvéolos passa para o sangue, ao mesmo tempo que o CO2 dosangue passa 
para os alvéolos. 
 Eritropoietina (EPO) 
 Hormônio glicoprotéico 
Produzido nos rins 
Regula a eritropoiese 
Aumenta a captação de oxigênio 
 
-Nervosa: respiração controlada pelo SNC 
Voluntário/Comportamental: regulada pelo córtex 
 Involuntário/Automático: controlada pelos centros respiratórios do bulbo 
- Química: mediada pelos quimiorreceptores respiratórios, que enviam impulsos nervosos para os centros 
respiratórios cerebrais. São sensíveis a alteração de pressão de CO2 e O2 e alterações do pH. 
- Mecânica: os receptores sensoriais pulmonares respondem a diferentes estímulos e envia impulsos 
nervosos para o centro respiratório do tronco cerebral via fibras aferentes vagais mielínicas e amielínicas. 
- Existem 4 volumes pulmonares: 
1. Volume corrente: volume de ar inspirado e expirado em uma respiração 
normal. Valor normal: 500ml. 
2. Volume de reserva expiratória: máximo volume extra de ar que pode ser 
expirado na expiração forçada, após a expiração corrente normal. Valor: 
1100 ml. 
3. Volume de reserva inspiratório: volume extra de are que pode ser 
inspirado além do volume corrente total. Valor: 3000 ml. 
4. Volume residual: volume de ar que fica nos pulmões, após a expiração 
mais forçada. Valor: 1200ml. 
- A partir desses volumes, medem-se as capacidades: 
1. Capacidade residual funcional (CRF): 2.300 ml 
(VRE+VR) 
2. Capacidade inspiratória (CI): 3.500 ml (VRI+VC) 
3. Capacidade vital (CV): 4.600 ml (VRI+VC+VRE) 
4. Capacidade pulmonar total (CPT): 5.800 ml 
(VRI+VC+VRE+VR ou CV+VR) 
 
UC4-2020-Anderson Brandão 
Anatomofisiologia do Sistema Urinário 
Anatomia; Fisiologia; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Regulação Respiratória 
. 
 
 
Volumes e capacidades respiratórias 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Hematose 
 
 
 
 
 
 
 
Rins: formação da urina 
Dividido em córtex, medula e pelve. 
 Formado de tec conjuntivo e milhões de unidades 
filtradoras, os néfrons. 
Néfrons: unidade produtora da urina no rim 
 Cortical: é o que se encontra totalmente no córtex 
 Justamedular: se encontra no córtex e na medula 
Corpúsculo renal: cápsula glomerular (Bowman) 
eglomérulo (rede de capilares sanguíneos 
enovelados). 
Túbulo renal: túbulo contorcido proximal, alça de 
Henle, Túbulo contorcido distal, túbulo coletor. 
Regulação da composição iônica do sangue 
Manutenção da osmolaridade do sangue 
Regulação do volume sanguíneo 
Regulação da PA 
Regulação do pH sanguíneo 
Liberação de hormônios 
Regulação do nível de glicose no sangue 
Excreção de resíduos e substâncias estranhas 
Nervosa: respiração controlada pelo SNC 
Voluntário/Comportamental: regulada pelo córtex 
Involuntário/Automático: controlada pelos centros respiratórios do bulbo 
Química: mediada pelos quimiorreceptores respiratórios, que enviam impulsos 
nervosos para os centros respiratórios cerebrais. São sensíveis a alteração de 
pressão de CO2 e O2 e alterações do pH 
Mecânica: os receptores sensoriais pulmonares respondem a diferentes 
estímulos e envia impulsos nervosos para o centro respiratório do tronco 
cerebral via fibras aferentes vagais mielínicas e amielínicas 
Volumes: quantidade de ar que está entrando ou saindo de forma normal e anormal nos pulmões 
Volume corrente (VC): volume de ar inspirado e expirado em cada respiração normal. 
Volume de reserva inspiratória (VRI): volume extra que pode ser inspirado (forçado). 
Volume de reserva expiratória (VRE): volume extra que pode ser expirado (forçado). 
Volume residual (VR): volume de ar que fica nos pulmões depois de expiração forçada. 
Volume morto (VM): espaço do tubo respiratório que não ocorre trocas gasosas. 
Capacidades: combinação de dois ou mais volumes 
Capacidade inspiratória: quantidade total de ar que pode ser inspirado. 
CI = VC + VRI 
Capacidade residual funcional: quantidade de ar que permanece nos pulmões ao final de uma expiração normal. 
CRF = VRE + VR 
Capacidade vital: quantidade máxima que consegue inspirar e máxima que consegue expirar. 
CV = VRI + VRE 
Capacidade pulmonar total: volume máximo com o qual os pulmões podem se expandir. 
CPT = VC + VRI + VRE 
 Processo de trocas gasosas que ocorre nos capilares sanguíneos dos alvéolos pulmonares através da difusão de gases: oxigênio e 
dióxido de carbono. 
O processo de transporte dos gases é realizado pela hemoglobina 
O2: quase todo o oxigênio é transportado no sangue ligado a hemoglobina, presente em grande quantidade no interior das hemácias. 
1 hemoglobina se combina com 4 moléculas de 02 -> oxiemoglobina 
CO2: apenas 23% é transportado ligado a hemoglobina -> carbohemoglobina 
Fatores que afetam a afinidade pela hemoglobina: 
Elevada concentração de CO2 
Aumento da temperatura 
ph alto 
Aumento do BPG 
Função Respiratoria: 
Ventilação: ar da atmosfera aos alvéolos 
Perfusão: processo de chegada do sangue venoso, vindo do coração, nos alvéolos 
Difusão: o O2 do ar que esta nos alvéolos passa para o sangue, ao mesmo tempo que o CO2 do sangue passa para os alvéolos. 
UC4-2020-Anderson Brandão 
Anatomofisiologia do Sistema Urinário 
 
 
Anatomia: 
 
 
 
Fisiologia: FORMAÇÃO DA URINA: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VARIANTES DE 
CONCENTRAÇÃO 
DE URINA: 
 
 
 
 
 
 
 
Rins: formação da urina 
Dividido em córtex, medula e pelve. 
Formado de tec conjuntivo e milhões de unidades filtradoras, os néfrons. 
Néfrons: unidade produtora da urinano rim 
- Cortical: é o que se encontra totalmente no córtex 
- Justamedular: se encontra no córtex e na medula 
- Corpúsculo renal: cápsula glomerular (Bowman) e glomérulo (rede de capilares sanguíneos 
enovelados). 
- Túbulo renal: túbulo contorcido proximal, alça de Henle, Túbulo contorcido distal, túbulo coletor. 
 
 Regulação da composição iônica do sangue 
 Manutenção da osmolaridade do sangue 
 Regulação do volume sanguíneo 
 Regulação da PA 
 Regulação do pH sanguíneo 
 Liberação de hormônios 
 Regulação do nível de glicose no sangue 
 Excreção de resíduos e substâncias 
São 3 etapas: SECREÇÃO TUBULAR 
FILTRAÇÃO GLOMERULAR 
 
 
 
 
 
REABSORÇÃO TUBULAR: 
a água e a maior parte dos solutos do 
plasma sanguíneo atravessam a parede 
dos capilares glomerulares, onde são 
filtrados e passam para o interior da 
cápsula glomerular e, em seguida, para 
o túbulo renal. cápsula de Bowman 
conforme o liquido filtrado flui pelos 
túbulos renais e ductos coletores, as 
células tubulares reabsorvem 
aproximadamente 99% da água filtrada 
e muitos solutos úteis. A água e os 
solutos retornam ao sangue que flui 
pelos capilares peritublares e arteríolas 
retas. túbulo proximal 
conforme o líquido filtrado 
flui pelos túbulos renais e 
ductos coletores, as células 
dos túbulos renais e dos 
ductos secretam outros 
materiais – como escórias 
metabólicas, fármacos e 
excesso de íons –, para o 
líquido Os íons de amônia 
na urina são secretados no 
tubo proximal e os íons de 
hidrogênio e de potássio, no 
tubo distal. Sai muito 
potássio, pois a água é 
absorvida e o sódio a 
acompanha. Cuidado na 
administração de diurético. 
Alguns tratamentos de 
hipertensos são feitos com 
diuréticos, pois como 
aumenta a secreção de urina, 
diminui o volume sanguíneo 
e a pressão arterial. túbulo 
distal 
A UREIA, por não ser reabsorvida pelas paredes do 
néfron, é o principal constituinte da urina, que dá 
também um odor característico denominado Suis 
Generis. A cor da urina é variável podendo ser 
amarelo citrino em condições normais. O pigmento 
do xixi é a bilirrubina. 
Filtração + Secreção - Reabsorção =URINA (95% 
ÁGUA, 2% UREIA E 3% CREATININA E OUTRAS 
SUBSTÂNCIAS) 
 URINA = FILTRAÇÃO – REABSOÇÃO + SECREÇÃO 
 
A Osmolaridadeé a concentração total de solutos no líquido extracelular (urina) e é indicado para 
avaliar o grau de hidratação do paciente. 
 Osmolaridade = Urina concentrada 
 Osmolaridade = Urina diluída 
- H₂O é perdida através: Pulmões (evaporação pelo ar expirado), Pele (suor), Rins (urina) e 
Intestino (fezes). 
- H₂O é ingerida através: comida, bebida e metabolismo (Glicose + O₂  CO₂ + H₂O + ATP). 
 
Concentração da urina 
- Controlada pelo ADH (hormônio antidiurético), que é produzido pelo hipotálamo e secretado pela neurohipófise, em 
resposta a diminuição do volume sanguíneo. 
- Fatores que inibem o ADH: álcool, frio e cafeína. 
- Urina concentrada: necessidade de eliminar resíduos metabólicos, como também sais que estão em excesso/saturação 
no organismo - Urina diluída: quando a relação de sais minerais é muito menor que de água 
 
UC4-2020-Anderson Brandão 
 
 
 
 
Sistema 
*Renina 
* Angiotensina 
*Aldosterona 
 
 
 
 
 
 Desequilíbrio Hidroeletrolítico Desequilíbrio Hidroeletrolítico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Equilíbrio acidobásico 
 
- Acido: moléculas capazes de liberar H+ 
- Base: moléculas capazes de receber H+ 
3 mecanismos para manter o equilíbrio acidobásico: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Principal função reestabelecer a queda da pressão arterial 
A renina (enzima) é sintetizada e armazenada em forma inativa chamada de pró renina nas células 
justaglomerulares. 
- Quando a pressão arterial cai (volume ou fluxo sanguíneo para os rins diminui), há liberação de renina pelas 
células justaglomerulares 
- Essa enzima age sobre outra proteína plasmática, o angiotensinogênio, liberando angiotensina I 
- A enzima convertedora de angiotensina (ECA) converte a angiotensina I em angiotensina II nos pulmões 
- A angiotensina II possui dois efeitos principais capazes de aumentar a PA: 
 Promove a vasoconstrição 
 Estimula a secreção de Aldosterona que aumenta a reabsorção dos íons de sódio e agua pelos rins, 
levando ao aumento do volume sanguíneo total, elevando a PA 
Renina -> angiotensinogênio -> angiotensina I -> ECA -> angiotensina II -> Aldosterona 
ADH (Hormônio Antidiurético) ou Vasopressina: é produzido pelo hipotálamo 
e secretado pela neurohipófise em resposta à desidratação ou à diminuição 
do volume sanguíneo, além de causar vasoconstrição, o que aumenta a 
pressão arterial. Hipertensão = ADH = Vasodilatação, Inibição: álcool, 
cafeína, frio, dor, estresse, nicotina, taurina (componente de energéticos). 
Aldosterona: é o principal mineralocorticoide (hormônio) produzido pela 
zona glomerulosa do córtex renal. É importante na homeostasia do sódio e 
potássio e na manutenção da pressão arterial e o volume de sangue 
- Quando os principais eletrólitos no corpo humano (sódio, 
potássio, cálcio, magnésio, entre outros) não estejam dentro das 
taxas fixas necessárias para que possam exercer normalmente 
suas funções. 
- Os rins que regulam a excreção de íons inorgânicos, fazendo 
com que a quantidade ingerida seja igual a excretada e assim 
não haja balanço negativo ou positivo de nenhum deles. 
- Sódio (Na+): 
 Necessário para a condução de potenciais de ação em neurônios fibras 
musculares 
 Maior quantidade nos líquidos extracelulares 
 Hipernatremia: muito Na+ = menor retenção de líquidos, podendo 
causar edema 
 Hiponatremia: menos Na+ = maior retenção de líquidos, causando 
desidratação 
- Potássio (K+): 
 Regula a excitabilidade neuromuscular e a contratilidade muscular 
 Ajuda a regular o pH dos líquidos corporais 
 Hipercalemia: mais K+ = redução da corrente elétrica, podendo gerar 
parada cardíaca 
 Hipocalemia: menos K + = menor fluxo de impulso, causando fadiga 
muscular, confusão mental 
- Cálcio (Ca2+): 
Integridade e estrutura das membranas celulares, condução 
adequada dos estímulos cardíacos, coagulação sanguínea e formação 
e crescimento ósseo 
 Hipercalcemia: mais Ca2+ = redução da excitabilidade muscular 
 Hipocalcemia: menos Ca2+ = aumento da excitabilidade neuronal 
- Magnésio (Mg2+): 
Atividades neuromusculares, transmissão sináptica, função 
miocárdica e secreção de paratormônio 
 Hipermagnesemia: mais Mg2+ 
 Hipomagnesemia: menos Mg2+ 
 
Sistema tampão: ação imediata, é o principal controle acido base. 
- Qualquer substancia capaz de ligar reversivelmente a íons de H+ 
- Evitam modificações rápidas de pH 
Sistema tampão do bicarbonato: quando o pH sanguíneo estiver 
em acidose, vai liberar uma base fraca, que é o bicarbonato; 
quando estiver em alcalose, vai liberar um ácido base, que é o 
acido carbônico 
Sistema tampão proteico: mais abundante no liquido intracelular e 
plasma 
 Sistema tampão do fosfato: regulador do pH do cortisol 
 Sistema respiratório: é rápido para fazer o controle, devido às 
trocas gasosas. É controlada pela dissociação de CO2 ou liberando o 
mesmo por hipoventilação (excesso de CO2) ou hiperventilação 
(excesso de O2) -> efeito Bohr e Haldane 
Sistema renal: é mais lenta, devido o processo de reabsorção do 
bicarbonato e depois dissociando H e CO2. Quando o meio estiver 
em acidose, excreta hidrogênio. Quando o meio estiver em 
alcalose, excreta bicarbonato. 
 
Alcalose metabólica: pH do sangue está elevado acima da faixa 
normal, devido a falta de H+ . 
Acidose metabólica: excesso de acidez no sangue, caracterizada 
por uma concentração anormalmente baixa de carbonatos, 
acúmulo de H+. 
Alcalose respiratória: desequilíbrio causado por respiração 
alveolar aumentada,levando a uma concentração diminuída de 
CO2 arterial plasmático, acúmulo de O2 -> hiperventilação. 
Acidose respiratória: diminuição anormal do pH sanguíneo 
devido a ventilação diminuída dos alvéolos pulmonares, levando 
a uma concentração aumentada de CO2 arterial -> 
hipoventilação. 
 
UC4-2020-Anderson Brandão 
Anatomofisiologia do Sistema Cardíaco 
Função de: Reservatório / Propulsor / Processo de Perfusão 
 
 
 
 
 Anatomia: 
 Fisiologia: 
 
 
 
 
Propriedades do miocárdio: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Circulação: 
 
 
 
Regulação da PA 
 
 
 
 
 
 
ECG (eletrocardiograma) Ciclo Cardíaco: 
 
 
 
 
 
- Localização: cavidade torácica, sob o esterno, 
por diante da coluna vertebral 
- Paredes: pericárdio, miocárdio e endocárdio. 
- Valvas: tricúspide, bicúspide, pulmonar e 
aórtica. 
- Artérias e veias coronárias: irrigam o coração 
- Sangue venoso: rico em CO2 
- Sangue arterial: rico em O2 
 
-Gerar e manter uma diferença de pressão 
interna ao longo do seu circuito 
 -Conduzir e distribuir sangue aos tecidos 
-Promover trocas gasosas 
-Coletar o sangue vindo dos tecidos 
 
o Eletrofisiológicas 
 Automatismo: capacidade de gerar seus próprios estímulos 
 Condutibilidade: capacidade de condução de seus próprios estímulos, por 
meio dos feixes de his, nodo sinusal e fibras de purkinje 
 Excitabilidade: capacidade que cada célula do coração tem de se excitar em 
resposta a um estímulo elétrico, mecânico ou químico 
o Mecânicas 
Contratilidade: capacidade de 
contração 
Relaxamento: capacidade de 
desativação da contração 
O coração é formado por 3 tipos de 
músculo cardíaco: 
músculo atrial , músculo ventricular 
Fibras musculares 
excitatórias , condutoras 
Lei de Frank-Starling- o mecanismo define que o coração possui uma capacidade intrínseca de se adaptar a 
volumes crescentes de afluxo sanguíneo, ou seja, quanto mais o miocárdio for distendido durante o 
enchimento, maior será a força de contração e maior será a quantidade de sangue bombeada para a aorta. Ou 
em outras palavras, dentro de limites fisiológicos o coração bombeia todo o sangue que a ele retorna pelas 
veias. 
 
Pequena circulação: bombeia o sangue do coração para os pulmões 
VD – ARTÉRIA PULMONAR – TRONCO PULMONARES – PULMÃO – VEIA PULMONAR – AE 
Grande circulação: bombeia sangue do coração para o corpo 
VE – AORTE – CORPO – VEIA CAVA – AD 
Barorreceptores: ativados pelo estiramento do miocárdio e aumento da PA por conta do volume sanguíneo. 
São ativados, e irão se comunicar com o nervo vago para que ative o SNP, liberando acetilcolina, diminuindo a 
frequência cardíaca e, consequentemente, a diminuição da PA. 
Quimiorreceptores: ativados pela diminuição de O2 ou pelo 
aumento de CO2, aumentando a frequência cardíaca para 
que haja maior bombeamento de sangue e a quantidade 
mínima de O2 seja transportada para os órgãos e tecidos. 
Aumenta a PA 
Bainbridge: ativado quando tem-se uma distensão do átrio direito 
devido o acúmulo de sangue venoso. Irá fazer o átrio direito contrair e 
evacuar o sangue venoso para apequena circulação, diminuindo a taxa 
de CO2. Aumento da PA. 
 
Atriais (renais): ativado pelo acúmulo sanguíneo nos átrios, irá distender as artérias pulmonares superiores e inferiores para que haja 
aumento do fluxo sanguíneo em direção aos rins, havendo inibição do ADH, fazendo com que urine muito, diminuindo o fluxo sanguíneo 
e, consequentemente, diminua a PA. 
- Onda P: despolarização dos 
ventrículos (sístole atrial) 
- Complexo QRS: despolarização 
dos ventrículos (sístole 
ventricular) 
- Onda T: despolarização dos 
ventrículos 
- Onda U: arritmias graves 
 
 
 
Diástole geral: relaxa toda a musculatura sanguínea, 
fazendo a distensão das câmaras, para que o sangue encha 
os átrios e passivamente passe o sangue para os ventrículos. 
Duração de 0,4 segundos. 
Sístole atrial (primeira bulha): contração dos átrios e 
passagem ativa do sangue para os ventrículos. Duração de 
0,1 segundos. 
Sístole ventricular (segunda bulha): contração dos 
ventrículos, fechamento das válvulas tricúspide e bicúspide, 
abertura das valvas semilunares e saída do sangue para as 
artérias. Duração de 0,3 segundos 
 
UC4-2020-Anderson Brandão 
SNA e Sistema Cardiovascular 
Contração e excitação cardíaca 
 O controle da atividade cardíaca 
se faz de forma; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anatomofisiologia do Sistema Digestório 
Anatomia: 
Canal alimentar: Órgãos acessórios: Função: 
 
 
 
 
 
 
 
Fisiologia digestiva: 
Carboidratos Lipídeos (gordura) Proteínas 
 
 
 
 
 
 
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Peristaltismos e Reflexos do TGI 
 
 
 
Peristaltismo: 
 
 
 
Extrínseco: mecanismo que age externamente a um tecido, 
por meio de nervos ou hormônios (SNA). 
 Simpático: aumento tanto da frequência cardíaca como 
também da força de contração, aumentando o débito 
cardíaco. 
Nervo: glosso faríngeo 
Parassimpático: redução da frequência cardíaca e da força de 
contração, reduzindo o débito cardíaco. Nervo: vago 
Intrínseco: exercidos por mecanismos locais dentro de um tecido. 
Mecanismo de Frank Starling: regulação do miocárdio de acordo 
com o volume sanguíneo, ou seja, quanto maior o volume de sangue 
que entra no coração, maior será a força de contração. 
 Sistema excitocondutor: 
 Nodo sinusal: onde é gerado o impulso rítmico normal, pois as fibras 
nessa região tem a capacidade de auto excitação, controlando a 
frequência dos batimentos de todo o coração. 
 Nodo atrioventricular ou feixe de His: onde o impulso proveniente 
dos átrios é retardado antes de passar pelos ventrículos. Esse 
retardo fornece tempo para os átrios esvaziarem o excesso de 
sangue nos ventrículos, antes do início da contração ventricular. 
Fibras de Purkinje: conduzem o impulso cardíaco a todas as partes 
dos ventrículos. 
Boca 
Orofaringe 
Esôfago 
Estômago 
Intestino delgado 
Intestino grosso 
Ânus 
Dentes 
Língua 
Glândulas salivares 
Fígado 
Vesícula biliar 
Pâncreas 
 
Nutrição 
Manutenção da 
homeostase 
energética, 
hidroeletrolítica e 
imunológica. 
 
 Boca: amilase salivar 
hidrolisa o amido 
Estômago: pH ácido 
inativa a amilase 
salivar 
 Duodeno: ação da 
amilase pancreática e 
absorção 
 
 Boca: não há digestão na boca 
Estômago: ação da lipase gástrica, porém, o pH 
extremamente ácido do estômago não possibilita 
sua ação integral, diminuindo sua ação enzimática 
Intestino: a chegada do bolo alimentar ácido 
induz a liberação do CCK, que permite a liberação 
da bile, que vai emulsificar a gordura para que a 
lipase pancreática possa agir quebrando os 
triglicerídeos. 
 
Estômago: onde se inicia, o HCl desnatura 
as proteínas. A pepsina transforma as 
proteínas em moléculas menores, 
hidrolisando as ligações peptídicas. 
Intestino delgado: sofrem a ação das 
enzimas produzidas pelo pâncreas (tripsina, 
quimotripsina, lastase,carboxipolipeptidase) 
 
Absorção 
Estômago: área de pouca absorção, absorve alguns fármacos, substâncias lipossolúveis e álcool 
Intestino delgado: possui vilosidades, microvilosidades que aumentam a superfície de contato e possibilitam maior 
absorção: Sódio; Osmose da água; Absorção de íons cloreto e bicarbonato; Absorção ativa de cálcio, ferro, potássio, 
magnésio e fosfato. 
Intestino grosso: absorção de água e íons, porém poucos nutrientes. 
Regulado pelo sistema nervoso entérico (SNE): plexo mioentérico (contração muscular) e meissner 
(secreções dos órgãos). 
Movimento propulsivo básico 
Primário: continuação da onda que começa na faringe, vai desde a faringe até o estômago em 8 a 10 
segundos.Secundário: distensão do próprio esôfago pelo alimento retido, as ondas continuam até o completo 
esvaziamento 
Estimulantes: CCK, insulina, gastrina, motilina e serotonina 
Inibitórios: secretina, glucagon 
UC4-2020-Anderson Brandão 
Reflexos do TGI: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Hormônios do TGI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Reflexos completamente integrados na parede intestinal do SNE: 
controla principalmente o peristaltismo. 
• Reflexos do intestino para os gânglios simpáticos pré-vertebrais e 
que voltam ao TGI: sinais que levam a informação de que um órgão 
está cheio, portanto o outro precisa esvaziar-se para receber o que 
está vindo, aumenta o peristaltismo. 
• Reflexos do intestino para a medula ou para o tronco cerebral e 
que voltam para o TGI: sinais enviados para a medula que estimulará 
a sensação de dor para que haja a defecação.

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