Prévia do material em texto
UC4-2020-Anderson Brandão - Anatomofisiologia do Sistema Nervoso - Neurônios e Sinapses - Bomba de sódio e potássio - Potencial de repouso e de ação Eixo hipotálamo-hipofisário-tireóide - Feedback positivo e negativo - Anatomofisiologia do Sistema Respiratório - Efeito Bohr e Haldane - Regulação respiratória (s.n.) - Volumes e capacidades respiratórias - Hematose - Eritropoietina - Anatomofisiologia do Sistema Urinário - Formação da urina - Concentração da urina - Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona - Desequilíbrio hidroeletrolítico - Equilíbrio acidobásico - Anatomofisiologia do Sistema Cardíaco - Lei de Frank-Starling - Regulação da Pressão Arterial - ECG - Circulação e ciclo cardíaco - SNA e Sistema Cardiovascular - Anatomofisiologia do Sistema Digestório - Peristaltismos e Reflexos - Hormônios do TGI - Equilíbrio Hidroeletrolítico Anatomofisiologia do Sistema Nervoso DIVISÃO; Sistema Nervoso Central: Encéfalo: cérebro (comando), cerebelo (equilíbrio) e bulbo+ponte+mesencéfalo (tronco encefálico). Medula Espinhal: responsável por enviar ou receber as informações do corpo humano, é a ligação entre o SNC e o SNP. Sistema Nervoso Periférico: Função - ligar o SNC e o resto do corpo Nervos: responsáveis pela transmissão de impulsos nervosos (31 pares de nervos espinhais e 12 pares de nervos cranianos). Podem ser motores, sensitivos ou mistos. Gânglios nervosos: aglomerados de neurônios espalhados pelo corpo. SNP é dividido em: somático –Voluntario Autônomo –Involuntário Responsáveis pelo processamento e integração de informações, além de realizar os movimentos do corpo,esses impulsos podem ser motores (eferentes- sai do snc) ou sensitivos (aferentes- chega no snc) OBS: Meninges – tecido conjuntivo que protege o SNC, existem 3 (dura-máter, aracnoide e pia-máter).Entre essas meninges há um líquor, o liquido céfalo-raquidiano que é responsável por proteger os órgãos vitais contra choques mecânicos. SNPA Parassimpático: relaxamento - acetilcolina atua de forma oposta ao simpático e só é ativado quando o simpático está inibido. SNPAP “relaxa” o organismo, é ativado quando o organismo não se encontra em perigo ou stress. Atuação: S N Periférico Somático: composto por neurônios sensitivos (visão, audição, olfato e paladar) e neurônios motores (voluntários – músculo esquelético) S N Periférico Autônomo: composto por neurônios sensitivos ( receptores utônomos) e neurônios motores ( involuntário – musculo liso SNPA Divide-se em: SNPA Simpático: luta/fuga -noradrenalina atua preparando o corpo para reagir a situações de medo, stress, excitação, adequando o funcionamento de diversos sistemas internos para um estado de prontidão, o SNS ajusta o organismo para situações de perigo, esforço intenso, stress físico e psíquico. Atuação: UC4-2020-Anderson Brandão Sinapses Sinapse química: Sinapse elétrica: . Bomba de sódio e potássio- É um processo de transporte que bombeia os íons de sódio para fora e ao mesmo tempo, bombeia os íons de potássio para dentro da célula. - Existe em todas as células do corpo e é a responsável pela manutenção das concentrações de sódio e potássio através da membrana celular, bem como o estabelecimento do potencial negativo intracelular Funcionamento da bomba: - Presente na contração muscular e na condução dos impulsos nervosos. -Ação da enzima ATPase -Para cada 3 Na fora, 2 K dentro - Região de comunicação entre um neurônio e outro, um neurônio e um órgão alvo ou um neurônio e um musculo, onde agem os neurotransmissores, que transmitem os impulsos nervosos. - Como ocorrem: os impulsos nervosos são sinais elétricos que afetam os íons da membrana do neurônio,o estimulo ocorre através do potencial de ação (mudanças bruscas de cargas elétricas), dessa forma os neurotransmissores são transferidos e o potencial de ação se normaliza Acontece em todo o corpo Unidirecional Fenda sináptica Mais lenta Neurotransmissores: acetilcolina, noraepinefrina, glutamato,histamina, glicina, serotonina O potencial de ação leva um estímulo para os botões sinápticos, onde irão abrir os canais de sódio, assim as vesículas irão receber um sinal dos íons de sódio voltagem dependentes, as vesículas se movem para a membrana, liberando os neurotransmissores por exocitose. Os neurotransmissores são difundidos na fenda sináptica e se liga aos receptores, ativando a via de transdução do sinal. Excitatória: tem a função de despolarizar a membrana, ou seja, tornar o meio intracelular positivo. Inibitório: tem a função de hiperpolarizar a membrana, ou seja, tornar o meio extracelular negativo. Propagação bidirecional Mais rápida Junções comunicantes (GAP) Sinal elétrico Acontece no cérebro O neurônio pré-sináptico é interligado com o pós-sináptico através das junções comunicantes, que permitem o livre movimento de íons de uma célula para outra OBS: Neurotransmissores – moléculas liberadas por neurônios que exercem papel no sistema nervoso.os receptores são altamente específicos. Adrenalina: prepara o organismo para a luta ou fuga. Noradrenalina: prepara o organismo para a concentração Dopamina: gera prazer para o organismo. Serotonina: aumenta a memoria, compulsões e obsessões se em excesso. Acetilcolina: aumenta o aprendizado Endorfina: aumenta o estado de euforia. Glutamato: relacionado a memoria. 3 íons de sódio se fixam na parte interna da proteína carregadora, abrem canais de Na Função ATPásica é ativada Uma molécula de ATP é quebrada em ADP, havendo liberação de energia Energia altera a proteína Levando os ions sódio para o exterior 2 ions potássio ligam à proteína e abrem canais de K Fosfato é liberado Proteína retorna a conformação Potássio entra na célula Potencial de Repouso - Quando a bomba de Na e K está ativa (célula polarizada -90mV) - Célula em homeostase - Intra – Extra + Potencial de Ação - Ações rápidas do potencial de membrana que se propagam por toda a fibra nervosa, começando por uma alteração do potencial de repouso (-), para um potencial de membrana positivo (+), retornando depois ao negativo. - 3 fases: despolarização, repolarização e hiperpolarização UC4-2020-Anderson Brandão Eixo Hipotálamo-Hipófise-Tireóide Hipotálamo: produz hormônios como TRH, LHRH, CRH, GHRH, GnRH e dopamina que induzem a hipófise a produzir outros hormônios. Hipófise: Adenohipófise: produz hormônios Neurohipófise: armazena hormônios Eixo: o hipotálamo estimula a Adenohipófise a produzir TSH que por sua vez vai estimular a glândula tireoide a produzir T3 (tri-iodotironina) e T4 (tiroxina). Concentração de T3 e T4: hipertireoidismo (irritabilidade, aceleração do metabolismo, perda de peso). Concentração de T3 e T4: hipotireoidismo (deficiência do metabolismo, ganho de peso, letargia) Funções T3 e T4: efeito sob a atividade metabólica; sob o crescimento; sob a função muscular e o sono; efeito anti-inflamatório. TSH: hormônio estimulante da tireoide; induz a maior ou menor atividade da tireoide; age nas células produtoras de T3 e T4. Cortisol: produzido pela suprarrenal diretamente envolvido na resposta ao estresse. Três ações primarias: Estimula quebra de proteínas, gorduras e providencia a metabolização da glicose no fígado Ativa respostas do corpo mediante a situações de emergência (aumenta PA e açúcar no sangue) Feedback Anatomofisiologia do Sistema Respiratório Divisão: Fisiologia: Efeito Bohr e Haldane TSH -> Tireoide -> T3 e T4 ACTH -> Suprarrenal -> cortisol -> hormôniodo stress -> ciclo circadiano FSH/LH -> Gônadas -> esteroides sexuais GH -> ossos Prolactina -> mamas Ocitocina -> parto ADH -> rins Negativo: manter a homeostasia; estimulo contrario aquilo que levou o desequilíbrio, ou seja, o efeito final tem por objetivo inibir o efeito inicial, tenta corrigir. Ex: pressão elevada sofre feedback negativo que provoca a baixa da pressão e vice-versa. Positivo: mais conhecido como circulo vicioso, ou seja, o estimulo inicial causa mais estimulo; aumenta o estimulo que gera desequilíbrio. Ex: parto (ocitocina) Zona condutora: Nariz Cavidade nasal Faringe Laringe Traqueia Brônquios Bronquíolos Zona respiratória: Bronquíolos respiratórios Ductos alveolares Sacos alveolares Alvéolos pulmonares Sistema respiratório superior: Nariz Cavidade nasal Faringe Sistema respiratório inferior: Laringe Traqueia Brônquios Pulmões Possibilitar trocas gasosas Auxiliar na regulação do pH sanguíneo Olfação Fonação Filtragem, umedecimento e aquecimento do ar inspirado Efeito Bohr: capacidade da hemoglobina de perder afinidade com o O2 e ganhar afinidade com o CO2 Aumenta a concentração de CO2 Ambiente ácido -> acidose Aumenta a temperatura Efeito Haldane: a hemoglobina tende a perder afinidade com o CO2 e ganhar afinidade com o O2 Aumenta a concentração de O2 Ambiente básico -> alcalose UC4-2020-Anderson Brandão Regulação Respiratória Volumes e Capacidades Respiratórias Hematose - Processo de trocas gasosas que ocorre nos capilares sanguíneos dos alvéolos pulmonares através da difusão de gases: oxigênio e dióxido de carbono. - O processo de transporte dos gases é realizado pela hemoglobina O2: quase todo o oxigênio é transportado no sangue ligado a hemoglobina, presente em grande quantidade no interior das hemácias. 1 hemoglobina se combina com 4 moléculas de 02 -> oxiemoglobina CO2: apenas 23% é transportado ligado a hemoglobina -> carbohemoglobina Fatores que afetam a afinidade pela hemoglobina: Elevada concentração de CO2 Aumento da temperatura ph alto Aumento do BPG Função Respiratoria: Ventilação: ar da atmosfera aos alvéolos Perfusão: processo de chegada do sangue venoso, vindo do coração, nos alvéolos Difusão: o O2 do ar que esta nos alvéolos passa para o sangue, ao mesmo tempo que o CO2 dosangue passa para os alvéolos. Eritropoietina (EPO) Hormônio glicoprotéico Produzido nos rins Regula a eritropoiese Aumenta a captação de oxigênio -Nervosa: respiração controlada pelo SNC Voluntário/Comportamental: regulada pelo córtex Involuntário/Automático: controlada pelos centros respiratórios do bulbo - Química: mediada pelos quimiorreceptores respiratórios, que enviam impulsos nervosos para os centros respiratórios cerebrais. São sensíveis a alteração de pressão de CO2 e O2 e alterações do pH. - Mecânica: os receptores sensoriais pulmonares respondem a diferentes estímulos e envia impulsos nervosos para o centro respiratório do tronco cerebral via fibras aferentes vagais mielínicas e amielínicas. - Existem 4 volumes pulmonares: 1. Volume corrente: volume de ar inspirado e expirado em uma respiração normal. Valor normal: 500ml. 2. Volume de reserva expiratória: máximo volume extra de ar que pode ser expirado na expiração forçada, após a expiração corrente normal. Valor: 1100 ml. 3. Volume de reserva inspiratório: volume extra de are que pode ser inspirado além do volume corrente total. Valor: 3000 ml. 4. Volume residual: volume de ar que fica nos pulmões, após a expiração mais forçada. Valor: 1200ml. - A partir desses volumes, medem-se as capacidades: 1. Capacidade residual funcional (CRF): 2.300 ml (VRE+VR) 2. Capacidade inspiratória (CI): 3.500 ml (VRI+VC) 3. Capacidade vital (CV): 4.600 ml (VRI+VC+VRE) 4. Capacidade pulmonar total (CPT): 5.800 ml (VRI+VC+VRE+VR ou CV+VR) UC4-2020-Anderson Brandão Anatomofisiologia do Sistema Urinário Anatomia; Fisiologia; Regulação Respiratória . Volumes e capacidades respiratórias Hematose Rins: formação da urina Dividido em córtex, medula e pelve. Formado de tec conjuntivo e milhões de unidades filtradoras, os néfrons. Néfrons: unidade produtora da urina no rim Cortical: é o que se encontra totalmente no córtex Justamedular: se encontra no córtex e na medula Corpúsculo renal: cápsula glomerular (Bowman) eglomérulo (rede de capilares sanguíneos enovelados). Túbulo renal: túbulo contorcido proximal, alça de Henle, Túbulo contorcido distal, túbulo coletor. Regulação da composição iônica do sangue Manutenção da osmolaridade do sangue Regulação do volume sanguíneo Regulação da PA Regulação do pH sanguíneo Liberação de hormônios Regulação do nível de glicose no sangue Excreção de resíduos e substâncias estranhas Nervosa: respiração controlada pelo SNC Voluntário/Comportamental: regulada pelo córtex Involuntário/Automático: controlada pelos centros respiratórios do bulbo Química: mediada pelos quimiorreceptores respiratórios, que enviam impulsos nervosos para os centros respiratórios cerebrais. São sensíveis a alteração de pressão de CO2 e O2 e alterações do pH Mecânica: os receptores sensoriais pulmonares respondem a diferentes estímulos e envia impulsos nervosos para o centro respiratório do tronco cerebral via fibras aferentes vagais mielínicas e amielínicas Volumes: quantidade de ar que está entrando ou saindo de forma normal e anormal nos pulmões Volume corrente (VC): volume de ar inspirado e expirado em cada respiração normal. Volume de reserva inspiratória (VRI): volume extra que pode ser inspirado (forçado). Volume de reserva expiratória (VRE): volume extra que pode ser expirado (forçado). Volume residual (VR): volume de ar que fica nos pulmões depois de expiração forçada. Volume morto (VM): espaço do tubo respiratório que não ocorre trocas gasosas. Capacidades: combinação de dois ou mais volumes Capacidade inspiratória: quantidade total de ar que pode ser inspirado. CI = VC + VRI Capacidade residual funcional: quantidade de ar que permanece nos pulmões ao final de uma expiração normal. CRF = VRE + VR Capacidade vital: quantidade máxima que consegue inspirar e máxima que consegue expirar. CV = VRI + VRE Capacidade pulmonar total: volume máximo com o qual os pulmões podem se expandir. CPT = VC + VRI + VRE Processo de trocas gasosas que ocorre nos capilares sanguíneos dos alvéolos pulmonares através da difusão de gases: oxigênio e dióxido de carbono. O processo de transporte dos gases é realizado pela hemoglobina O2: quase todo o oxigênio é transportado no sangue ligado a hemoglobina, presente em grande quantidade no interior das hemácias. 1 hemoglobina se combina com 4 moléculas de 02 -> oxiemoglobina CO2: apenas 23% é transportado ligado a hemoglobina -> carbohemoglobina Fatores que afetam a afinidade pela hemoglobina: Elevada concentração de CO2 Aumento da temperatura ph alto Aumento do BPG Função Respiratoria: Ventilação: ar da atmosfera aos alvéolos Perfusão: processo de chegada do sangue venoso, vindo do coração, nos alvéolos Difusão: o O2 do ar que esta nos alvéolos passa para o sangue, ao mesmo tempo que o CO2 do sangue passa para os alvéolos. UC4-2020-Anderson Brandão Anatomofisiologia do Sistema Urinário Anatomia: Fisiologia: FORMAÇÃO DA URINA: VARIANTES DE CONCENTRAÇÃO DE URINA: Rins: formação da urina Dividido em córtex, medula e pelve. Formado de tec conjuntivo e milhões de unidades filtradoras, os néfrons. Néfrons: unidade produtora da urinano rim - Cortical: é o que se encontra totalmente no córtex - Justamedular: se encontra no córtex e na medula - Corpúsculo renal: cápsula glomerular (Bowman) e glomérulo (rede de capilares sanguíneos enovelados). - Túbulo renal: túbulo contorcido proximal, alça de Henle, Túbulo contorcido distal, túbulo coletor. Regulação da composição iônica do sangue Manutenção da osmolaridade do sangue Regulação do volume sanguíneo Regulação da PA Regulação do pH sanguíneo Liberação de hormônios Regulação do nível de glicose no sangue Excreção de resíduos e substâncias São 3 etapas: SECREÇÃO TUBULAR FILTRAÇÃO GLOMERULAR REABSORÇÃO TUBULAR: a água e a maior parte dos solutos do plasma sanguíneo atravessam a parede dos capilares glomerulares, onde são filtrados e passam para o interior da cápsula glomerular e, em seguida, para o túbulo renal. cápsula de Bowman conforme o liquido filtrado flui pelos túbulos renais e ductos coletores, as células tubulares reabsorvem aproximadamente 99% da água filtrada e muitos solutos úteis. A água e os solutos retornam ao sangue que flui pelos capilares peritublares e arteríolas retas. túbulo proximal conforme o líquido filtrado flui pelos túbulos renais e ductos coletores, as células dos túbulos renais e dos ductos secretam outros materiais – como escórias metabólicas, fármacos e excesso de íons –, para o líquido Os íons de amônia na urina são secretados no tubo proximal e os íons de hidrogênio e de potássio, no tubo distal. Sai muito potássio, pois a água é absorvida e o sódio a acompanha. Cuidado na administração de diurético. Alguns tratamentos de hipertensos são feitos com diuréticos, pois como aumenta a secreção de urina, diminui o volume sanguíneo e a pressão arterial. túbulo distal A UREIA, por não ser reabsorvida pelas paredes do néfron, é o principal constituinte da urina, que dá também um odor característico denominado Suis Generis. A cor da urina é variável podendo ser amarelo citrino em condições normais. O pigmento do xixi é a bilirrubina. Filtração + Secreção - Reabsorção =URINA (95% ÁGUA, 2% UREIA E 3% CREATININA E OUTRAS SUBSTÂNCIAS) URINA = FILTRAÇÃO – REABSOÇÃO + SECREÇÃO A Osmolaridadeé a concentração total de solutos no líquido extracelular (urina) e é indicado para avaliar o grau de hidratação do paciente. Osmolaridade = Urina concentrada Osmolaridade = Urina diluída - H₂O é perdida através: Pulmões (evaporação pelo ar expirado), Pele (suor), Rins (urina) e Intestino (fezes). - H₂O é ingerida através: comida, bebida e metabolismo (Glicose + O₂ CO₂ + H₂O + ATP). Concentração da urina - Controlada pelo ADH (hormônio antidiurético), que é produzido pelo hipotálamo e secretado pela neurohipófise, em resposta a diminuição do volume sanguíneo. - Fatores que inibem o ADH: álcool, frio e cafeína. - Urina concentrada: necessidade de eliminar resíduos metabólicos, como também sais que estão em excesso/saturação no organismo - Urina diluída: quando a relação de sais minerais é muito menor que de água UC4-2020-Anderson Brandão Sistema *Renina * Angiotensina *Aldosterona Desequilíbrio Hidroeletrolítico Desequilíbrio Hidroeletrolítico Equilíbrio acidobásico - Acido: moléculas capazes de liberar H+ - Base: moléculas capazes de receber H+ 3 mecanismos para manter o equilíbrio acidobásico: Principal função reestabelecer a queda da pressão arterial A renina (enzima) é sintetizada e armazenada em forma inativa chamada de pró renina nas células justaglomerulares. - Quando a pressão arterial cai (volume ou fluxo sanguíneo para os rins diminui), há liberação de renina pelas células justaglomerulares - Essa enzima age sobre outra proteína plasmática, o angiotensinogênio, liberando angiotensina I - A enzima convertedora de angiotensina (ECA) converte a angiotensina I em angiotensina II nos pulmões - A angiotensina II possui dois efeitos principais capazes de aumentar a PA: Promove a vasoconstrição Estimula a secreção de Aldosterona que aumenta a reabsorção dos íons de sódio e agua pelos rins, levando ao aumento do volume sanguíneo total, elevando a PA Renina -> angiotensinogênio -> angiotensina I -> ECA -> angiotensina II -> Aldosterona ADH (Hormônio Antidiurético) ou Vasopressina: é produzido pelo hipotálamo e secretado pela neurohipófise em resposta à desidratação ou à diminuição do volume sanguíneo, além de causar vasoconstrição, o que aumenta a pressão arterial. Hipertensão = ADH = Vasodilatação, Inibição: álcool, cafeína, frio, dor, estresse, nicotina, taurina (componente de energéticos). Aldosterona: é o principal mineralocorticoide (hormônio) produzido pela zona glomerulosa do córtex renal. É importante na homeostasia do sódio e potássio e na manutenção da pressão arterial e o volume de sangue - Quando os principais eletrólitos no corpo humano (sódio, potássio, cálcio, magnésio, entre outros) não estejam dentro das taxas fixas necessárias para que possam exercer normalmente suas funções. - Os rins que regulam a excreção de íons inorgânicos, fazendo com que a quantidade ingerida seja igual a excretada e assim não haja balanço negativo ou positivo de nenhum deles. - Sódio (Na+): Necessário para a condução de potenciais de ação em neurônios fibras musculares Maior quantidade nos líquidos extracelulares Hipernatremia: muito Na+ = menor retenção de líquidos, podendo causar edema Hiponatremia: menos Na+ = maior retenção de líquidos, causando desidratação - Potássio (K+): Regula a excitabilidade neuromuscular e a contratilidade muscular Ajuda a regular o pH dos líquidos corporais Hipercalemia: mais K+ = redução da corrente elétrica, podendo gerar parada cardíaca Hipocalemia: menos K + = menor fluxo de impulso, causando fadiga muscular, confusão mental - Cálcio (Ca2+): Integridade e estrutura das membranas celulares, condução adequada dos estímulos cardíacos, coagulação sanguínea e formação e crescimento ósseo Hipercalcemia: mais Ca2+ = redução da excitabilidade muscular Hipocalcemia: menos Ca2+ = aumento da excitabilidade neuronal - Magnésio (Mg2+): Atividades neuromusculares, transmissão sináptica, função miocárdica e secreção de paratormônio Hipermagnesemia: mais Mg2+ Hipomagnesemia: menos Mg2+ Sistema tampão: ação imediata, é o principal controle acido base. - Qualquer substancia capaz de ligar reversivelmente a íons de H+ - Evitam modificações rápidas de pH Sistema tampão do bicarbonato: quando o pH sanguíneo estiver em acidose, vai liberar uma base fraca, que é o bicarbonato; quando estiver em alcalose, vai liberar um ácido base, que é o acido carbônico Sistema tampão proteico: mais abundante no liquido intracelular e plasma Sistema tampão do fosfato: regulador do pH do cortisol Sistema respiratório: é rápido para fazer o controle, devido às trocas gasosas. É controlada pela dissociação de CO2 ou liberando o mesmo por hipoventilação (excesso de CO2) ou hiperventilação (excesso de O2) -> efeito Bohr e Haldane Sistema renal: é mais lenta, devido o processo de reabsorção do bicarbonato e depois dissociando H e CO2. Quando o meio estiver em acidose, excreta hidrogênio. Quando o meio estiver em alcalose, excreta bicarbonato. Alcalose metabólica: pH do sangue está elevado acima da faixa normal, devido a falta de H+ . Acidose metabólica: excesso de acidez no sangue, caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de carbonatos, acúmulo de H+. Alcalose respiratória: desequilíbrio causado por respiração alveolar aumentada,levando a uma concentração diminuída de CO2 arterial plasmático, acúmulo de O2 -> hiperventilação. Acidose respiratória: diminuição anormal do pH sanguíneo devido a ventilação diminuída dos alvéolos pulmonares, levando a uma concentração aumentada de CO2 arterial -> hipoventilação. UC4-2020-Anderson Brandão Anatomofisiologia do Sistema Cardíaco Função de: Reservatório / Propulsor / Processo de Perfusão Anatomia: Fisiologia: Propriedades do miocárdio: Circulação: Regulação da PA ECG (eletrocardiograma) Ciclo Cardíaco: - Localização: cavidade torácica, sob o esterno, por diante da coluna vertebral - Paredes: pericárdio, miocárdio e endocárdio. - Valvas: tricúspide, bicúspide, pulmonar e aórtica. - Artérias e veias coronárias: irrigam o coração - Sangue venoso: rico em CO2 - Sangue arterial: rico em O2 -Gerar e manter uma diferença de pressão interna ao longo do seu circuito -Conduzir e distribuir sangue aos tecidos -Promover trocas gasosas -Coletar o sangue vindo dos tecidos o Eletrofisiológicas Automatismo: capacidade de gerar seus próprios estímulos Condutibilidade: capacidade de condução de seus próprios estímulos, por meio dos feixes de his, nodo sinusal e fibras de purkinje Excitabilidade: capacidade que cada célula do coração tem de se excitar em resposta a um estímulo elétrico, mecânico ou químico o Mecânicas Contratilidade: capacidade de contração Relaxamento: capacidade de desativação da contração O coração é formado por 3 tipos de músculo cardíaco: músculo atrial , músculo ventricular Fibras musculares excitatórias , condutoras Lei de Frank-Starling- o mecanismo define que o coração possui uma capacidade intrínseca de se adaptar a volumes crescentes de afluxo sanguíneo, ou seja, quanto mais o miocárdio for distendido durante o enchimento, maior será a força de contração e maior será a quantidade de sangue bombeada para a aorta. Ou em outras palavras, dentro de limites fisiológicos o coração bombeia todo o sangue que a ele retorna pelas veias. Pequena circulação: bombeia o sangue do coração para os pulmões VD – ARTÉRIA PULMONAR – TRONCO PULMONARES – PULMÃO – VEIA PULMONAR – AE Grande circulação: bombeia sangue do coração para o corpo VE – AORTE – CORPO – VEIA CAVA – AD Barorreceptores: ativados pelo estiramento do miocárdio e aumento da PA por conta do volume sanguíneo. São ativados, e irão se comunicar com o nervo vago para que ative o SNP, liberando acetilcolina, diminuindo a frequência cardíaca e, consequentemente, a diminuição da PA. Quimiorreceptores: ativados pela diminuição de O2 ou pelo aumento de CO2, aumentando a frequência cardíaca para que haja maior bombeamento de sangue e a quantidade mínima de O2 seja transportada para os órgãos e tecidos. Aumenta a PA Bainbridge: ativado quando tem-se uma distensão do átrio direito devido o acúmulo de sangue venoso. Irá fazer o átrio direito contrair e evacuar o sangue venoso para apequena circulação, diminuindo a taxa de CO2. Aumento da PA. Atriais (renais): ativado pelo acúmulo sanguíneo nos átrios, irá distender as artérias pulmonares superiores e inferiores para que haja aumento do fluxo sanguíneo em direção aos rins, havendo inibição do ADH, fazendo com que urine muito, diminuindo o fluxo sanguíneo e, consequentemente, diminua a PA. - Onda P: despolarização dos ventrículos (sístole atrial) - Complexo QRS: despolarização dos ventrículos (sístole ventricular) - Onda T: despolarização dos ventrículos - Onda U: arritmias graves Diástole geral: relaxa toda a musculatura sanguínea, fazendo a distensão das câmaras, para que o sangue encha os átrios e passivamente passe o sangue para os ventrículos. Duração de 0,4 segundos. Sístole atrial (primeira bulha): contração dos átrios e passagem ativa do sangue para os ventrículos. Duração de 0,1 segundos. Sístole ventricular (segunda bulha): contração dos ventrículos, fechamento das válvulas tricúspide e bicúspide, abertura das valvas semilunares e saída do sangue para as artérias. Duração de 0,3 segundos UC4-2020-Anderson Brandão SNA e Sistema Cardiovascular Contração e excitação cardíaca O controle da atividade cardíaca se faz de forma; Anatomofisiologia do Sistema Digestório Anatomia: Canal alimentar: Órgãos acessórios: Função: Fisiologia digestiva: Carboidratos Lipídeos (gordura) Proteínas Peristaltismos e Reflexos do TGI Peristaltismo: Extrínseco: mecanismo que age externamente a um tecido, por meio de nervos ou hormônios (SNA). Simpático: aumento tanto da frequência cardíaca como também da força de contração, aumentando o débito cardíaco. Nervo: glosso faríngeo Parassimpático: redução da frequência cardíaca e da força de contração, reduzindo o débito cardíaco. Nervo: vago Intrínseco: exercidos por mecanismos locais dentro de um tecido. Mecanismo de Frank Starling: regulação do miocárdio de acordo com o volume sanguíneo, ou seja, quanto maior o volume de sangue que entra no coração, maior será a força de contração. Sistema excitocondutor: Nodo sinusal: onde é gerado o impulso rítmico normal, pois as fibras nessa região tem a capacidade de auto excitação, controlando a frequência dos batimentos de todo o coração. Nodo atrioventricular ou feixe de His: onde o impulso proveniente dos átrios é retardado antes de passar pelos ventrículos. Esse retardo fornece tempo para os átrios esvaziarem o excesso de sangue nos ventrículos, antes do início da contração ventricular. Fibras de Purkinje: conduzem o impulso cardíaco a todas as partes dos ventrículos. Boca Orofaringe Esôfago Estômago Intestino delgado Intestino grosso Ânus Dentes Língua Glândulas salivares Fígado Vesícula biliar Pâncreas Nutrição Manutenção da homeostase energética, hidroeletrolítica e imunológica. Boca: amilase salivar hidrolisa o amido Estômago: pH ácido inativa a amilase salivar Duodeno: ação da amilase pancreática e absorção Boca: não há digestão na boca Estômago: ação da lipase gástrica, porém, o pH extremamente ácido do estômago não possibilita sua ação integral, diminuindo sua ação enzimática Intestino: a chegada do bolo alimentar ácido induz a liberação do CCK, que permite a liberação da bile, que vai emulsificar a gordura para que a lipase pancreática possa agir quebrando os triglicerídeos. Estômago: onde se inicia, o HCl desnatura as proteínas. A pepsina transforma as proteínas em moléculas menores, hidrolisando as ligações peptídicas. Intestino delgado: sofrem a ação das enzimas produzidas pelo pâncreas (tripsina, quimotripsina, lastase,carboxipolipeptidase) Absorção Estômago: área de pouca absorção, absorve alguns fármacos, substâncias lipossolúveis e álcool Intestino delgado: possui vilosidades, microvilosidades que aumentam a superfície de contato e possibilitam maior absorção: Sódio; Osmose da água; Absorção de íons cloreto e bicarbonato; Absorção ativa de cálcio, ferro, potássio, magnésio e fosfato. Intestino grosso: absorção de água e íons, porém poucos nutrientes. Regulado pelo sistema nervoso entérico (SNE): plexo mioentérico (contração muscular) e meissner (secreções dos órgãos). Movimento propulsivo básico Primário: continuação da onda que começa na faringe, vai desde a faringe até o estômago em 8 a 10 segundos.Secundário: distensão do próprio esôfago pelo alimento retido, as ondas continuam até o completo esvaziamento Estimulantes: CCK, insulina, gastrina, motilina e serotonina Inibitórios: secretina, glucagon UC4-2020-Anderson Brandão Reflexos do TGI: Hormônios do TGI • Reflexos completamente integrados na parede intestinal do SNE: controla principalmente o peristaltismo. • Reflexos do intestino para os gânglios simpáticos pré-vertebrais e que voltam ao TGI: sinais que levam a informação de que um órgão está cheio, portanto o outro precisa esvaziar-se para receber o que está vindo, aumenta o peristaltismo. • Reflexos do intestino para a medula ou para o tronco cerebral e que voltam para o TGI: sinais enviados para a medula que estimulará a sensação de dor para que haja a defecação.