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Contabilidade Geral e Avançada - Aula 5

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Curso: Contabilidade 
Teoria e Questões comentadas 
Prof. Feliphe Araújo 
 
 
Prof. Feliphe Araújo 1 de 138 
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Aula 05 
Curso: Contabilidade 
Professor: Feliphe Araújo 
 
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Curso: Contabilidade 
Teoria e Questões comentadas 
Prof. Feliphe Araújo 
 
Prof. Feliphe Araújo 2 de 138 
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1. Introdução ................................................................................ 3 
2. Ativo Imobilizado ..................................................................... 4 
2.1 Reconhecimento do Imobilizado........................................................................................ 5 
2.2 Custos iniciais do Ativo Imobilizado ................................................................................... 6 
2.3 Tratamento de reparo e conservação de bens do Ativo .................................................... 8 
2.4 Avaliação do Ativo Imobilizado ........................................................................................ 11 
3. Depreciação, Amortização e Exaustão .................................... 12 
3.1 Depreciação ...................................................................................................................... 14 
3.1.1 Métodos de Depreciação ......................................................................................... 18 
3.1.2 Depreciação Acelerada ............................................................................................. 21 
3.1.3 Depreciação de bens usados .................................................................................... 22 
3.2 Amortização ..................................................................................................................... 23 
3.3 Exaustão ........................................................................................................................... 24 
3.4 Mudança de Estimativa de Vida Útil ................................................................................ 27 
4. Resumo da Aula ...................................................................... 34 
5. Questões comentadas ............................................................. 40 
VUNESP ........................................................................................................................................ 40 
CESPE ............................................................................................................................................ 68 
FCC ................................................................................................................................................ 78 
FGV ............................................................................................................................................... 98 
Outras Bancas ............................................................................................................................. 107 
6. Lista de Exercícios ................................................................ 111 
7. Gabarito ............................................................................... 138 
 
 
Aula 05 – Ativo Imobilizado (CPC 27). Tratamento das Depreciações, 
amortização e exaustão, conceitos, determinação da vida útil, forma 
de cálculo e registros. 
 
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Curso: Contabilidade 
Teoria e Questões comentadas 
Prof. Feliphe Araújo 
 
Prof. Feliphe Araújo 3 de 138 
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1. Introdução 
Olá queridos alunos, tudo bem? 
Sejam bem-vindos à quinta aula do nosso curso 
Estamos avançando bem e a cada dia subimos um degrau rumo à sua 
aprovação. Hoje, vamos tratar sobre alguns tópicos que estão diretamente 
ligados a assuntos da aula passada, ou seja, relacionados aos ativos. 
 Hoje, entre outros, vamos tratar de assuntos de muita importância, pois 
sempre estão presentes nas provas de concursos: ativo imobilizado e 
depreciação. 
 Qualquer dúvida e/ou esclarecimentos, estarei à disposição no Fórum. 
Não deixe de nos procurar, tirando suas dúvidas, e nos ajudando a aprimorar o 
nosso curso. 
Como de praxe, colocamos uma lista de exercícios ao final da aula para 
aqueles que queiram tentar resolver as questões, antes de ver os comentários. 
Treinar é preciso. 
Conte comigo e Firmeza nos Estudo (FÉ)! 
Vamos começar a nossa aula! 
Um forte abraço, Feliphe Araújo. 
 
 
 
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2. Ativo Imobilizado 
Segundo o art. 179, IV, da Lei 6.404/76, são classificados no ativo 
imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à 
manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com 
essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à 
companhia os benefícios, riscos e controle desses bens. 
De acordo com o CPC 27 (Ativo Imobilizado), que está em perfeita 
consonância com a Lei das S.A., ativo imobilizado é o item tangível que: 
(a) é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias ou 
serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos; e 
(b) se espera que sejam usados durante mais do que um período. 
Em outras palavras, os itens classificados no ativo imobilizado precisam 
ter as seguintes características: bens tangíveis (existência física), utilizados 
pela entidade na manutenção das suas atividades e vida útil maior que 
um ano. 
Exemplos de bens classificados no ativo imobilizado: as edificações, 
os terrenos utilizados pela empresa, os veículos, as máquinas e equipamentos, 
os móveis e utensílios, o estoque de peças e partes de reposição, as benfeitorias 
em propriedades de terceiros (quando o custo for pago pela empresa locatária). 
 
Um item tangível que seja utilizado por menos de um ano deve ser 
considerado despesa do período. 
Meus alunos, devemos lembrar que alguns dos bens acima poderão ter 
diferentes classificações, dependendo da finalidade utilizada pela empresa. 
Por exemplo, se uma entidade tem como atividade compra e venda de 
máquina, esta será classificada no ativo circulante, conta estoque de 
mercadorias. Se a máquina for utilizada pela empresa para 
desenvolvimento de suas atividades, por exemplo, produção de produtos 
para revenda, a máquina será classificada no ativo imobilizado. Por fim, se 
a máquina for adquirida para ser alugada com a finalidade de obter rendimentos 
(desde que a empresa não tenha como atividade o aluguel de máquinas), a 
máquina será classificada no Ativo Investimento. 
Quanto às benfeitorias em propriedades de terceiros, que são 
benfeitorias ou construções realizadas em imóveis locados, a regra é que sejam 
classificados no ativo imobilizado da empresa locatária. Por isso, se a 
questão não mencionar nadae tiver em uma lista de contas, a conta 
benfeitorias em propriedades (ou imóveis) de terceiros, classifique-a 
como ativo imobilizado. 
Porém, se as benfeitorias forem gastos pequenos, como a pintura de 
um imóvel, a contabilização será feita diretamente como despesa no 
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resultado da empresa locatária, caso ela tenha pago tal despesa. Por fim, caso 
haja hipótese de reembolso pelo locador ao locatário das benfeitorias 
realizadas, a empresa locatária do bem registará os valores como direitos a 
receber no ativo circulante ou no ativo não circulante realizável a longo prazo. 
Sobre o termo “aluguel para outros”, é necessária uma explicação. Só é 
considerado ativo imobilizado os bens tangíveis alugados que estejam 
diretamente ligados à atividade operacional da entidade. Por exemplo, um 
edifício alugado para os funcionários ou para alguma empresa do grupo, como 
está servindo aos interesses do negócio, deve ser classificado como ativo 
imobilizado. Ainda, os veículos de empresas de locação de veículos são 
exemplos de imobilizados alugados. 
Porém, se a empresa possui um terreno que é alugado a terceiros e o 
objetivo é obter renda, este bem deve ser classificado como Ativo Investimento. 
Esquematizando: 
 
 
2.1 Reconhecimento do Imobilizado 
O custo de um item de ativo imobilizado deve ser reconhecido como 
ativo se, e apenas se: 
(a) for provável que futuros benefícios econômicos associados ao item 
fluirão para a entidade; e 
(b) o custo do item puder ser mensurado confiavelmente. 
 
Sobressalentes, peças de reposição, ferramentas e equipamentos de uso 
interno são classificados como ativo imobilizado quando a entidade espera 
usá-los por mais de um período. Da mesma forma, se puderem ser utilizados 
somente em conexão com itens do ativo imobilizado, também são contabilizados 
como ativo imobilizado. 
A entidade avalia segundo esse princípio de reconhecimento todos os seus 
custos de ativos imobilizados no momento em que eles são incorridos. Esses 
custos incluem custos incorridos inicialmente para adquirir ou construir um item 
do ativo imobilizado e os custos incorridos posteriormente para renová-lo, 
substituir suas partes, ou dar manutenção ao mesmo. 
Bens destinados 
para aluguel
quando estiver vinculado a 
ativo complementar na 
produção ou no 
fornecimento de bens ou 
serviços 
Ativo Não Circulante 
Imobilizado
quando estiver vinculado a 
um investimento em si 
mesmo, com o objetivo de 
obter renda
Ativo Não Circulante 
Investimento
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2.2 Custos iniciais do Ativo Imobilizado 
O custo de um item do ativo imobilizado compreende: 
(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os descontos 
comerciais e abatimentos; 
(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no 
local e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e 
de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido 
ou como consequência de usá-lo durante determinado período para finalidades 
diferentes da produção de estoque durante esse período. 
 
Exemplos de custos diretamente atribuíveis ao imobilizado: 
(a) custos de benefícios aos empregados (tal como definidos no 
Pronunciamento Técnico CPC 33 – Benefícios a Empregados) decorrentes 
diretamente da construção ou aquisição de item do ativo imobilizado; 
(b) custos de preparação do local; 
(c) custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); 
(d) custos de instalação e montagem; 
(e) custos com testes para verificar se o ativo está funcionando 
corretamente, após dedução* das receitas líquidas provenientes da venda de 
qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição (tais 
como amostras produzidas quando se testa o equipamento); e 
(f) honorários profissionais. 
 
 
* Vamos supor que a empresa “X” comprou uma máquina para fazer picolés. 
Antes de entrar em produção, a empresa gastou R$ 1.000,00 com teste para 
verificar se a máquina estava realmente funcionando como deveria. Durante 
os testes, foram fabricados 10 picolés e constataram que a máquina está 
pronta para produção. A empresa vendeu por R$ 8,00 (já líquido de 
comissões) cada picolé. 
Assim, o valor que deve ser incluído no custo do imobilizado não é R$ 
1.000,00, mas R$ 920,00 (1.000 – 10 picolés x R$ 8,00), que é o valor dos 
custos com testes para verificar se o ativo está funcionando 
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corretamente, após deduções das receitas líquidas provenientes das vendas 
de qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição. 
 
Exemplos que não são custos atribuíveis ao ativo imobilizado: 
(a) custos de abertura de nova instalação; 
(b) custos incorridos na introdução de novo produto ou serviço (incluindo 
propaganda e atividades promocionais); 
(c) custos da transferência das atividades para novo local ou para 
nova categoria de clientes (incluindo custos de treinamento); e 
(d) custos administrativos e outros custos indiretos. 
 
O reconhecimento dos custos no valor contábil de um item do ativo 
imobilizado cessa quando o item está no local e nas condições operacionais 
pretendidas pela administração. 
Portanto, os custos incorridos no uso ou na transferência ou reinstalação 
de um item não são incluídos no seu valor contábil, como, por exemplo, os 
seguintes custos: 
(a) custos incorridos durante o período em que o ativo capaz de operar 
nas condições operacionais pretendidas pela administração não é utilizado ou 
está sendo operado a uma capacidade inferior à sua capacidade total; 
(b) prejuízos operacionais iniciais, tais como os incorridos enquanto a 
demanda pelos produtos do ativo é estabelecida; e 
(c) custos de realocação ou reorganização de parte ou de todas as 
operações da entidade. 
 
 (FGV/Auditor Fiscal de Tributos Estaduais - SEFIN 
RO/2018) Uma sociedade empresária precisava comprar computadores para 
seus funcionários, de modo a expandir seus negócios. Para isso, ela contratou 
um especialista para indicar qual seria o melhor modelo. Por esse serviço pagou 
R$ 2.000. 
Após definido o modelo, ela comprou os computadores, cujo preço era R$ 
200.000. Como a compra era grande, conseguiu um desconto de 10% sobre o 
valor. 
O frete para receber os computadores foi de R$1.000. Além disso, para receber 
os computadores em segurança, contratou um seguro no valor de R$ 500. 
Quando os computadores chegaram à sociedade empresária, ela gastou R$ 
10.000, com um programa antivírus anual, e, R$ 12.000, com os programas 
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básicos essenciais para o funcionamento. Além disso, ofereceu um treinamento 
para seus funcionários, que custou R$ 5.000. 
Depois de concluído o treinamento, a sociedade empresária ofereceu uma festa 
para promover a expansão, na qual gastou R$ 20.000. Além disso, gastou R$ 
14.000 em publicidade, com base na compra dos novos computadores. 
A partir das informações acima, assinale a opção que indica o acréscimo no ativo 
da empresa com a compra dos computadores. 
(A) R$ 181.000. 
(B) R$ 193.500. 
(C) R$ 198.500. 
(D) R$ 208.500. 
(E) R$ 210.500. 
Resolução: 
O custo do Imobilizado será de: 
Valor de Aquisição ........................................ 200.000,00 
(-) Desconto Incondicional ............................ (20.000,00) = 10% x 200.000 
+ Frete .......................................................... 1.000,00 
+ Seguro do Transporte ...................................... 500,00 
+ Custo de Programas Básicos p/ funcionamento 12.000,00 
= Custo Total ....................................... R$ 193.500,00 
 
O serviço pago ao especialista e o custo do antivírus não foram 
contabilizados, pois não se referem a custo diretamente atribuíveis para 
colocar o ativo no local e condição necessárias para ser capaz de funcionar da 
forma pretendida pela administração, ou seja, não são considerados como 
ativo imobilizado pelo CPC 27. 
Ainda, os custos com treinamento, para promover a expansão e os 
gastos com publicidade são despesas para a empresa. 
Gabarito: B. 
 
2.3 Tratamento de reparo e conservação de bens do Ativo 
Após o registro inicial, o imobilizado pode ter custos subsequentes. 
Estes são gastos com a manutenção do ativo, que não necessariamente irão 
se traduzir em despesas do exercício. A entidade fica sujeita a assumir gastos 
com a manutenção de ativos, a fim de aumentar a vida útil do bem ou mantê-
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los em pleno funcionamento. Doutrinariamente, dividimos tais gastos em duas 
categorias: gastos de capital ou gastos do período. 
 
. 
Alguns itens do ativo imobilizado podem requerer paradas programadas, 
como por exemplo, um forno que requer novo revestimento após um número 
específico de horas de uso; ou as paredes internas de um edifício, que 
necessitam de substituição em intervalos regulares. Nesses casos, a entidade 
reconhece no valor contábil de um item do ativo imobilizado o custo da peça 
reposta desse item quando o custo é incorrido se os critérios de reconhecimento 
forem atendidos. 
Uma condição para continuar a operar um item do ativo imobilizado (por 
exemplo, uma aeronave) pode ser a realização regular de inspeções importantes 
em busca de falhas, independentemente das peças desse item serem ou não 
substituídas. Quando cada inspeção importante for efetuada, o seu custo é 
reconhecido no valor contábil do item do ativo imobilizado como uma 
substituição se os critérios de reconhecimento forem satisfeitos. 
Para demonstrar, vamos supor que um equipamento, cujo valor original 
seja de R$ 10.000,00, apresente um problema em sua estrutura, exigindo 
reparo imediato. O serviço de reforço da estrutura foi orçado em R$ 2.000,00. 
Quando a entidade efetuar tal reparo, o lançamento a ser realizado para 
registro deverá ser: 
Lançamento para registro dos gastos de capital: 
Equipamento (ativo imobilizado) 
Caixa .............................. 2.000,00 
 
O saldo final bruto do ativo imobilizado ficará em R$ 12.000,00 (antes da 
incidência da depreciação e de eventuais perdas para ajuste ao valor 
recuperável). 
Vamos ver agora os gastos do período. 
Gastos de 
capital
são os gastos relacionados ao ativo imobilizado que irão 
beneficiá-lo por mais de um exercício social 
deverão ser adicionados ao custo do ativo, desde que 
atendam as condições de reconhecimento de um ativo
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De acordo com o CPC 27 – Ativo imobilizado, a entidade não reconhece 
no valor contábil de um item do ativo imobilizado os custos da manutenção 
periódica do item. Pelo contrário, esses custos são reconhecidos no resultado 
quando incorridos. Os custos da manutenção periódica são principalmente os 
custos de mão-de-obra e de produtos consumíveis, e podem incluir o custo de 
pequenas peças. A finalidade desses gastos é muitas vezes descrita como sendo 
para “reparo e manutenção” de item do ativo imobilizado. 
Conforme evidencia o Manual de Contabilidade Societária do FIPECAFI, 
na prática a distinção entre gastos do período e gastos de capital pode não 
ser das tarefas mais fáceis. Portanto, é bastante importante a atenção a 
princípios bem estabelecidos. Em geral, as empresas adotam o critério de 
materialidade e relevância dos gastos para enquadrá-los como de capital ou do 
período. Itens de baixo valor, como peças de reposição e insumos utilizados 
para a realização de reparos podem ser classificados como gastos do período. 
Quando, por outro lado, os dispêndios são relevantes, ou quando 
envolvem a adição de novas peças que trazem novas funcionalidades ao 
equipamento, os gastos relacionados à aquisição e instalação destas peças são 
adicionados ao custo do imobilizado. 
Segundo o CPC 27, os gastos efetuados com sobressalentes, peças de 
reposição, ferramentas e equipamentos de uso interno que a entidade adquire 
são classificados como ativo imobilizado quando a entidade espera utilizá-los 
por mais de um período (portanto, não se prestam à venda, mas para uso sobre 
o ativo imobilizado). Do mesmo modo, se estes elementos somente puderem 
ser utilizados em conexão com itens do ativo imobilizado, eles também deverão 
ser contabilizados como ativo imobilizado. 
Em provas, normalmente a conta Peças e Conjunto de Reposição é 
apresentada como de ativo imobilizado, mesmo sem indicação do tempo pelo 
qual a entidade espera utilizá-la. Além disso, quando os estoques de peças e 
conjunto de reposição estiverem vinculados a outros itens de imobilizado (como, 
peças de máquinas ou de veículos) de maneira evidente, ela também deverá 
ser classificada no ativo imobilizado. 
Gastos do 
período
são os gastos de "manutenção e reparo", necessários 
para manter o imobilizado em condições operacionais, mas 
que se limitam a um único exercício.
não deverão ser adicionados ao custo do ativo 
esses custos são reconhecidos no resultado quandoincorridos
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Estoques e peças para reposição não devem ser depreciados, exceto se 
estiverem disponíveis para uso (no local e em condição de funcionamento na 
forma pretendida pela administração). 
Esquematizando: 
Custos Gastos Reconhecimento 
Manutenção e 
reparos 
Gastos do período São reconhecidos no resultado 
quando incorridos 
Peças e reposição ou 
paradas programadas 
Gastos de capital São reconhecidas no valor 
contábil do ativo imobilizado 
 
 (ESAF/AFRFB/2012) Os gastos com a aquisição de Peças e 
Materiais de Consumo e Manutenção de itens do imobilizado e o de Peças e 
Conjunto para Reposição em Máquinas e Equipamentos são classificados: 
a) ambos como Ativo Circulante. 
b) Despesas Operacionais e Estoques. 
c) Conta de Resultado e Imobilizado. 
d) ambos como Imobilizado. 
e) Imobilizado e estoques. 
Resolução: 
Custos Reconhecimento 
Manutenção e reparos São reconhecidos no resultado quando incorridos 
Peças e reposição ou 
paradas programadas 
São reconhecidas no valor contábil do ativo imobilizado 
Os sobressalentes, peças de reposição, ferramentas e equipamentos de uso 
interno devem ser agregados ao custo do ativo imobilizado quando a empresa 
espera utilizá-los por mais de um exercício. 
Classificação: 
Gastos com a aquisição de Peças e Materiais de Consumo e Manutenção de itens 
do imobilizado: conta de resultado. 
Gastos com a aquisição de Peças e Conjunto para Reposição em Máquinas 
e Equipamentos: imobilizado. 
Gabarito: Letra C. 
 
2.4 Avaliação do Ativo Imobilizado 
De acordo com a Lei 6404/76, art. 183: 
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Art. 183. No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo 
os seguintes critérios: 
(.........................) 
V - Os direitos classificados no imobilizado, pelo custo de aquisição, 
deduzido do saldo da respectiva conta de depreciação, amortização ou 
exaustão; 
(.........................) 
§ 2º A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e 
intangível será registrada periodicamente nas contas de: 
a) depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que 
têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, 
ação da natureza ou obsolescência; 
b) amortização, quando corresponder à perda do valor do capital 
aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e 
quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto 
sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado; 
c) exaustão, quando corresponder à perda do valor, decorrente da sua 
exploração, de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, 
ou bens aplicados nessa exploração. 
 
Explicando, o imobilizado deve ser registrado inicialmente pelo seu custo 
de aquisição. Uma vez registrado, o ativo imobilizado que estiver disponível 
para uso, ou seja, em condição de funcionamento na forma pretendida pela 
administração, deverá ser depreciado. 
A conta de Depreciação Acumulada registra o total das despesas de 
depreciação incorridas ao longo da vida útil do bem, sendo conta retificadora 
de ativo imobilizado. 
Além do reconhecimento das despesas de depreciação, a entidade deverá 
realizar, periodicamente, teste de recuperabilidade (Impairment) para seus 
ativos imobilizados, com o objetivo de verificar se o valor contábil destes 
ativos está superior ao valor recuperável de uso ou alienação (iremos ver 
este tópico em aula futura). 
Vamos agora estudar depreciação, amortização e exaustão. 
 
3. Depreciação, Amortização e Exaustão 
Inicialmente, esclareço que esse tópico está muito ligado também ao 
ativo intangível, por isso, este ativo será abordado de uma forma bem geral, 
pois iremos detalhá-lo em aula futura. 
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Segundo o artigo 179, IV e VI, da Lei 6.404/76, classificam-se, 
respectivamente, no Ativo Imobilizado e no Ativo Intangível: 
 
 
Regra geral, os bens e direitos de natureza permanente, cuja vida útil 
(bens) ou prazo de exercício (direitos) seja superior a um ano, sujeitam-se 
a depreciação, amortização ou exaustão, conforme o caso. 
Não precisam ser classificados no ativo imobilizado e intangível, os 
quais serão debitados diretamente ao resultado do exercício, como custo ou 
despesa operacional, os bens e direitos: 
 Cujo valor unitário não supere o limite de R$ 1.200,00 fixado na 
legislação tributária, mesmo que o prazo de vida útil seja superior 
a um ano; (Decreto-Lei nº 1.598/77) 
 Cujos elementos patrimoniais de vida útil ou prazo de exercício 
inferior a um ano; 
 Os bens locados ou sujeitos a arrendamento mercantil (leasing) 
operacional; 
 
De acordo com o § 2º, art. 183, da Lei 6.404/76, a diminuição do valor 
dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada 
periodicamente nas contas de: 
Ativo Imobilizado
• classificam-se os direitos que
tenham por objeto bens corpóreos
destinados à manutenção das
atividades da companhia ou da
empresa ou exercidos com essa
finalidade, inclusive os decorrentes
de operações que transfiram à
companhia os benefícios, riscos e
controle desses bens.
Ativo Intangível
• classificam-se os direitos que
tenham por objeto bens
incorpóreos destinados à
manutenção da companhia ou
exercidos com essa finalidade,
inclusive o fundo de comércio
adquirido.
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3.1 Depreciação 
A depreciação representa a diminuição do valor dos bens corpóreos 
(tangíveis ou materiais) que integram o ativo imobilizado, em decorrência de 
desgaste ou perda de utilidade pelo uso, ação da natureza ou obsolescência. 
O Ativo Imobilizado é formado pelo conjunto de bens e direitos 
necessários à manutenção à atividade da empresa. São considerados bens de 
consumo durável, pois não são utilizados uma única vez. 
Depreciar significa “perder ou reduzir valor”. Vamos ver isso na prática. 
Por exemplo, quando compramos um carro zero, sabemos que, ao longo do 
tempo, ele terá perdido valor, pois ele não será mais zero, mas “usado”. Esta 
perda de valor é a depreciação. 
A depreciação é o procedimento que consiste em considerar despesaou custo do período uma parte do valor do bem registrado pela empresa. Ela 
também pode ser considerada como uma parcela que se retira do lucro com o 
fim específico de formar uma provisão que permita substituir o bem depreciado 
sem a necessidade de recorrer a capitais de terceiros. 
São exemplos de bens classificados no Ativo Imobilizado e, portanto, 
estão sujeitos a depreciação: edificações, veículos, máquinas e 
equipamentos, móveis e utensílios, computadores etc. 
Por exemplo, se uma empresa adquire um veículo à vista no valor de R$ 
10.000,00, inicialmente, a empresa registrará o veículo como um bem, no ativo 
imobilizado e não como uma despesa. Lançamento: 
D - Veículos (Ativo Imobilizado) 
C - Caixa (Ativo Circulante) ........................ 10.000,00 
 
DEPRECIAÇÃO
▪ quando corresponder à perda do valor dos 
direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a 
desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da 
natureza ou obsolescência;
AMORTIZAÇÃO
▪ quando corresponder à perda do valor do capital 
aplicado na aquisição de direitos da propriedade 
industrial ou comercial e quaisquer outros com 
existência ou exercício de duração limitada, ou 
cujo objeto sejam bens de utilização por prazo 
legal ou contratualmente limitado;
EXAUSTÃO
▪ quando corresponder à perda do valor, 
decorrente da sua exploração, de direitos cujo 
objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou 
bens aplicados nessa exploração.
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Depois, quando do efetivo funcionamento do veículo, a empresa 
registrará uma despesa de depreciação, ao longo da vida útil do bem. Essa 
despesa diminuirá o lucro da empresa, refletindo em uma menor parcela de 
impostos que incidem sobre o lucro a pagar. Vamos supor uma despesa de 
depreciação no primeiro ano de R$ 2.000,00. Lançamento: 
D - Despesas de Depreciação (Resultado) 
C - Depreciação Acumulada (Redutora do Ativo) ............. 2.000,00 
 
 Como vocês podem ver, a despesa de depreciação não pressupõe a 
redução do valor original da conta veículo. Essa redução é contabilizada na 
conta Depreciação Acumulada, retificadora de ativo, integrante do grupo 
patrimonial ao qual pertence o bem depreciado. 
Segue o registro do bem com a depreciação acumulada respectiva no 
balanço patrimonial: 
ATIVO 
Veículo 10.000,00 
(-) Depreciação acumulada (2.000,00) 
Total = 8.000,00 
 
A depreciação será calculada pela aplicação da taxa de depreciação, 
fixada em função da vida útil do bem, sobre o valor dos bens objeto de 
depreciação. 
A vida útil de um bem é o período de tempo no qual a entidade espera 
utilizar um ativo ou o número de unidades de produção ou de unidades 
semelhantes que a entidade espera obter pela utilização do ativo. 
A taxa de depreciação corresponde a um percentual fixado em função 
do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem, na 
produção de seus rendimentos. 
Contabilmente, a depreciação deve ser calculada conforme a 
melhor estimativa técnica disponível. 
Exemplo: Se a Empresa Aprovados S/A adquire duas máquinas e estima 
que uma terá vida útil de 10 anos e o outra terá vida útil de 8 anos, deve 
depreciá-las conforme esta estimativa. 
No entanto, a Receita Federal do Brasil aceita apenas determinados 
prazos para cálculo da depreciação. Assim, as diferenças porventura 
existentes, entre a melhor estimativa e o critério determinado pelo fisco na vida 
útil do bem, devem ser ajustadas, para efeito de Imposto de Renda. 
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Para concursos, devemos usar o que informa a questão, ainda que 
diferente do critério fiscal. Se não mencionar vida útil, usamos a taxa de 
depreciação que o fisco determina, conforme tabela abaixo: 
Bens (contas) Taxa anual Prazo (vida útil) 
Edifícios, construções e benfeitorias 4% 25 anos 
Máquinas, equipamentos e instalações 10% 10 anos 
Móveis e Utensílios 10% 10 anos 
Computadores e periféricos 20% 5 anos 
Veículos 20% 5 anos 
 
Não é admitido o registro de quota de depreciação em relação aos 
seguintes bens: 
a. Terrenos, salvo em relação aos melhoramentos, benfeitorias e 
construções; 
b. Prédios ou construções não alugados e nem utilizados na produção de 
bens ou serviços destinados a manter a atividade da empresa; 
c. Bens que aumentam de valor com o tempo como as antiguidades e as 
obras de arte; 
d. Bens para os quais sejam registradas quotas de amortização ou 
exaustão. 
 
Conceitos importante que você deve levar para sua prova: 
1) Valor original: É o valor pelo qual o bem é inicialmente registrado na 
contabilidade da entidade. Está intrinsecamente relacionado ao princípio do 
registro pelo valor original. Normalmente, equivale ao custo de aquisição dos 
veículos, máquinas, imóveis, etc. O valor original não deve ser alterado para 
registro da depreciação. Iremos utilizar a conta retificadora de ativo 
“Depreciação Acumulada” para isso. 
2) Valor contábil: é o montante pelo qual o ativo está registrado na 
contabilidade, líquido da respectiva depreciação, amortização ou exaustão 
acumulada e das perdas estimadas por redução ao valor recuperável. Por 
exemplo, um veículo adquirido por R$ 10.000,00 e que já tenha acumulado 
despesas de depreciação de R$ 2.000,00, terá como valor contábil o montante 
de R$ 8.000,00. 
Valor original registrado no Balanço Patrimonial ...................... 10.000 
(-) Depreciação, Amortização ou Exaustão Acumulada ............. (2.000) 
(-) Perdas Estimadas por Redução ao Valor Recuperável .................. 0 
= Valor Contábil ................................................................ 8.000 
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3) Valor residual: Valor residual é o montante líquido que a entidade 
espera, com razoável segurança, obter por um ativo no fim de sua vida útil, 
deduzidos os custos esperados para sua venda. Esse valor não deve ser 
depreciado. 
4) O valor depreciável é o montante que a entidade deverá utilizar 
como base de cálculo para lançamento das despesas de depreciação. Valor 
depreciável é o custo de um ativo ou outro valor que substitua o custo, 
menos o seu valor residual. Por exemplo, um veículo adquirido por R$ 
10.000,00 tem vida útil de 5 anos e valor residual de 10% (1.000,00). Assim, 
o valor depreciável é igual a R$ 9.000,00 (10.000 – 1.000). 
Valor do Custo de Aquisição ............................. 10.000 
(-) Valor Residual ........................................... (1.000) 
= Valor depreciável ...................................... 9.000 
 
5) A depreciação de um ativo se inicia quando este está disponível para 
uso, ou seja, quandoestá no local e em condição de funcionamento na forma 
pretendida pela administração. Porém, se na questão não constar a data de 
início de utilização, para fins de cálculo da depreciação, você considera que a 
empresa começou a utilizar o bem na data da compra. 
6) Quando um bem for adquirido e colocado em uso durante o ano, sua 
taxa de depreciação deverá ser proporcional ao número de meses durante 
o qual for utilizado. 
Considera-se como mês integral a fração do mês no qual o bem foi posto em 
utilização, mesmo que tenha sido de apenas um dia. Ou seja, se o bem for 
utilizado um dia no mês (início da utilização no último dia do mês), o correto é 
depreciar esse mês também. Portanto, não importa se o bem começou a ser 
utilizado no início ou no final do mês de junho, para fins de cálculo, considera-
se a depreciação do mês de junho. 
Porém, a FCC entende de uma maneira diferente. Por exemplo, um bem que 
for adquirido e iniciar sua utilização em 31/12/2014, quantos meses deveriam 
ser depreciados até 31/12/2015? 
Com base no nosso estudo, o correto seria depreciar 13 meses (1 mês de 2014 
(31/12/2014) + 12 meses de 2015). Porém, a FCC considera o prazo cheio, ou 
seja, no exemplo dado, a FCC depreciaria 12 meses, pois entende que foi um 
ano. 
7) Lançamento de aquisição de um bem depreciável à vista: 
D - Veículos (Ativo Imobilizado) 
C - Caixa (Ativo Circulante) 
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8) Lançamento de registro da depreciação no período: 
D - Despesas de Depreciação (Resultado) 
C - Depreciação Acumulada (Redutora do Ativo) 
 
9) Quando a depreciação acumulada de um bem chegar a 100% não 
haverá mais o cálculo nem a contabilização de depreciação. O bem permanece 
na contabilidade pelo valor original e a conta Depreciação Acumulada terá valor 
idêntico, até ser baixado. 
10) Lançamento de baixa de bem totalmente depreciado: 
D - Depreciação Acumulada (Redutora do Ativo) 
C - Veículos (Ativo Imobilizado) 
 
11) Os gastos incorridos com reparos, conservação ou substituição de 
partes ou peças de bens do ativo imobilizado, de que resulte aumento da vida 
útil superior a um ano, devem ser incorporados ao valor do bem para 
fins de depreciação do novo valor contábil. 
 
 (CESPE/AGE – Contabilidade - SEDF/2017) A depreciação 
de um ativo somente deve ser contabilizada a partir do momento em que o ativo 
estiver efetivamente em uso. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, ou seja, 
quando está no local e em condição de funcionamento na forma pretendida pela 
administração. 
Portanto, o item está errado, porque afirmou a efetividade do uso para 
depreciação de uma ativo, quando precisa apenas estar disponível para uso. 
Gabarito: Errado. 
 
3.1.1 Métodos de Depreciação 
Vejamos alguns dos métodos utilizados para cálculo da depreciação. 
 
a) Método linear ou da linha reta (método das quotas constantes) 
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É o método mais recorrente em provas e o mais utilizado pelas 
bancas. Se a questão não mencionar o método de depreciação, você irá 
utilizar o linear. Provavelmente, uma questão sobre depreciação será cobrada 
na sua prova. 
A depreciação é calculada dividindo-se os 100% (cem por cento) do 
bem ou do seu valor pelo tempo de vida útil estimada. 
Geralmente, é determinada de forma anual. Se quiser encontrar a taxa 
mensal, basta dividir a taxa anual por 12 meses. Normalmente, para efeito de 
cálculo de depreciação, não consideramos a fração diária de depreciação e sim 
no mínimo a fração mensal. 
Exemplo: Um veículo adquirido por R$ 10.000,00 com tempo de vida útil 
estimado de 5 anos possui taxa de depreciação anual de: 
 Taxa de depreciação anual = 100%/5 anos = 20% ao ano. 
 Despesa de depreciação anual = 20% X 10.000 = R$ 2.000,00. 
 ou 
 Despesa de depreciação anual = 10.000/5 anos = R$ 2.000,00. 
 
b) Método da soma dos dígitos ou método de Cole 
 É determinada somando-se os dígitos correspondentes à vida útil do bem 
e dividindo cada algarismo pela soma. Se, por exemplo, um bem tiver a vida 
útil de 5 anos, bastaríamos somar os dígitos 5 + 4 + 3 + 2 + 1 = 15 e 
estabelecermos a proporcionalidade de cada dígito em relação à soma dos 
mesmos, obtendo-se assim a taxa anual de depreciação. 
Esse método pode ser calculado da forma crescente ou decrescente. 
 Suponha que o valor a ser depreciado será de R$ 4.500,00. Pelo método 
da soma dos dígitos, na forma crescente, temos que: 
Taxas crescentes 
Ano Fração Depreciação anual 
1 (1/15) X 4.500 R$ 300,00 
2 (2/15) X 4.500 R$ 600,00 
3 (3/15) X 4.500 R$ 900.00 
4 (4/15) X 4.500 R$ 1.200,00 
5 (5/15) X 4.500 R$ 1.500,00 
Total R$ 4.500,00 
 
Considerando o mesmo exemplo acima, pelo método da soma dos dígitos, 
na forma decrescente, temos que: 
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Taxas decrescentes 
Ano Fração Depreciação anual 
1 (5/15) X 4.500 R$ 1.500,00 
2 (4/15) X 4.500 R$ 1.200,00 
3 (3/15) X 4.500 R$ 900.00 
4 (2/15) X 4.500 R$ 600,00 
5 (1/15) X 4.500 R$ 300,00 
Total R$ 4.500,00 
 
c) Método das horas de trabalho 
Este método consiste em estimar o número de horas de trabalho 
durante o tempo de vida útil previsto para o bem. 
A cota de depreciação será obtida dividindo-se o número de horas 
trabalhadas no período pelo número de horas de trabalho estimado durante a 
vida útil do bem. Este método é próprio das empresas industriais. 
Exemplo: Máquina com vida útil de 10.000 horas. Trabalhou 1.000 horas em 
X1. Valor da máquina = R$ 50.000,00. 
Taxa de depreciação: 1.000 / 10.000 = 0,10 ou 10%. 
Depreciação em X1 = 50.000 x 10% = R$ 5.000,00 
 
d) Métodos das unidades produzidas 
Também é utilizado por empresas industriais, e consiste em 
estimar o número total de unidades que devem ser produzidas pelo bem 
ao longo de sua vida útil. 
A cota de depreciação de cada período será obtida dividindo-se o número 
de unidades produzidas no período pelo número de unidades estimadas a serem 
produzidas ao longo de sua vida útil. 
Exemplo: uma máquina custou R$ 50.000 e com capacidade de produção 
total, ao longo de toda a sua vida útil, de 500.000 de unidades. No ano de X1, 
foram produzidas 100.000 unidades. Portanto, a depreciação em X1 será: 
Taxa de depreciação = (100.000/500.000) = 0,20 ou 20%. 
Valor da depreciação em X1: 50.000 x 20% = R$ 10.000,00. 
 
É hora de praticar! 
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 (CFC/Bacharel em Ciências Contábeis - Exame de 
Suficiência/2016.2) Uma Sociedade Empresária adota o Método de 
Depreciação Linear, de acordo com a NBC TG 27 (R3) – ATIVO IMOBILIZADO. 
As características do Ativo Imobilizado da empresa estão apresentadas a seguir: 
 Valor de compra R$1.600.000,00 
 Vida útil 20 anos 
 Valor residual R$160.000,00 
Considerando-se os dados apresentados, a depreciação acumulada e o valor 
contábil do Ativo Imobilizado ao final do quinto ano de disponibilidade para uso 
são, respectivamente: 
a) R$360.000,00 e R$1.240.000,00. 
b) R$360.000,00 e R$1.600.000,00. 
c) R$400.000,00 e R$1.200.000,00. 
d) R$400.000,00 e R$1.600.000,00. 
Resolução: 
Questão clássica de depreciação que pede para calcularmos as seguintes 
informações: 
 Depreciação acumulada 
 Valor contábil do ativo 
Valor depreciável= Valor de aquisição – valor residual 
Valor depreciável =R$ 1.600.000 – R$ 160.000 = R$ 1.440.000 
Depreciação Anual = Valor depreciável / prazo da vida útil do bem 
Depreciação Anual = R$ 1.440.000 / 20 anos = R$ 72.000/ano 
Depreciação Acumulada= R$ 72.000 * 5 anos = R$ 360.000,00 
Valor Contábil =R$ 1.600.000 – R$ 360.000 = R$ 1.240.000,00 
Com isso, o gabarito é a letra A. 
Método turbo para resolução no dia da prova: 
Depreciação acumulada = (1.600.000 – 160.000) x 5 anos = R$ 360.000 
 20 anos 
Valor Contábil = 1.600.000 – 360.000 = R$ 1.240.000 
Gabarito: A 
 
3.1.2 Depreciação Acelerada 
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A depreciação acelerada consiste em atribuir coeficientes multiplicadores 
em função do número de horas diárias de operação do bem sujeito ao desgaste 
pelo uso. Somente é adotada no caso de bens móveis. 
Coeficientes adotados: 
I. Coeficiente 1,0 para um turno de oito horas de operação; 
II. Coeficiente 1,5 para 2 turnos de oito horas de operação (16 horas); 
III. Coeficiente 2,0 para 3 turnos de oito horas de operação (24 horas); 
 
Exemplo: Uma máquina registrada no balanço de 19X0 por R$ 10.000,00, 
e que trabalhou 3 turnos diários durante o exercício de 19X1. Calcular a 
depreciação a ser registrada no balanço de 19X1. 
Por trabalhar 3 turnos - implica usar o coeficiente 2,0 sobre a taxa anual 
de depreciação do bem, assim: 
Depreciação Acelerada = (2,0 x 10%) x 10.000,00 = R$ 2.000,00 
 
3.1.3 Depreciação de bens usados 
A depreciação de bens adquiridos usados possui uma regra diferente de 
cálculo dos bens novos. 
Segundo o Regulamento do Imposto de Renda, o prazo de depreciação 
será o maior dentre os seguintes: 
a. metade do prazo de vida útil do bem novo; 
b. restante do prazo de vida útil do bem, considerado este em 
relação à primeira instalação ou utilização desse bem. 
 
Exemplo: Aquisição de duas máquinas usadas, a primeira com dois anos 
de uso e a segunda com 8 anos de uso. O tempo de vida útil normal da máquina, 
quando nova, é de 10 anos. 
Máquina 1: Vida útil restante: 10 anos – 2 anos = 8 anos 
Metade da vida útil do bem novo: 10 anos/2 = 5 anos 
No caso 1, a máquina será depreciada em 8 anos. 
Máquina 2: Vida útil restante: 10 anos – 8 anos = 2 anos 
Metade da vida útil do bem novo: 10 anos/2 = 5 anos 
No caso 2, a máquina será depreciada em 5 anos. 
 
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3.2 Amortização 
A amortização representa a diminuição do valor de bens intangíveis, ou 
em outras palavras, a recuperação econômica do capital aplicado nesses bens. 
 
 
São bens classificados no Ativo não Circulante, subgrupo 
Intangível: Marcas e Patentes, direitos autorais, autorizações ou concessões, 
ponto Comercial, fundo de Comércio, Benfeitorias em prédios de terceiros (Ativo 
Imobilizado), desenvolvimento de produtos etc. 
Normalmente, os bens do Ativo Intangível são amortizados. Excetua-se 
alguns itens do Imobilizado, como a Benfeitoria em Propriedade de 
terceiros, que pode ser depreciada ou amortizada. 
Esquematizando: 
 
 
Por exemplo, se uma entidade X aluga um imóvel por 30 anos, sendo 
realizado benfeitorias de valores relevantes classificados no ativo imobilizado. 
Se a vida útil do imóvel for de 25 anos, as benfeitorias em propriedades de 
terceiros serão depreciadas no prazo de 25 anos, pois o prazo do contrato 
de aluguel é maior que a vida útil do bem. 
 Ao contrário, se uma entidade X aluga um imóvel por 20 anos, sendo 
realizado benfeitorias de valores relevantes classificados no ativo imobilizado. 
Se a vida útil do imóvel for de 25 anos, as benfeitorias em propriedades de 
terceiros serão amortizadas no prazo de 20 anos, pois o prazo do contrato 
de aluguel é menor que a vida útil do bem. 
OBSERVAÇÃO: O montante acumulado da amortização não poderá 
ultrapassar o custo de aquisição do bem ou direito, corrigido monetariamente. 
AMORTIZAÇÃO
▪ quando corresponder à perda do valor do capital 
aplicado na aquisição de direitos da propriedade 
industrial ou comercial e quaisquer outros com 
existência ou exercício de duração limitada, ou 
cujo objeto sejam bens de utilização por prazo 
legal ou contratualmente limitado;
Benfeitoria em 
Propriedade de 
Terceiros
Prazo do Contrato de 
aluguel > Vida útil do bem
Depreciação com 
base na vida útil do 
bem
Prazo do Contrato de 
aluguel < Vida útil do bem
Amortização com 
base no prazo do 
contrato
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O Pronunciamento CPC 04 – Ativo Intangível - define vida útil como o 
período de tempo no qual a entidade espera utilizar um ativo; ou o número de 
unidades de produção ou de unidades semelhantes que a entidade espera obter 
pela utilização do ativo. Se o item a ser amortizado tiver um valor residual, o 
mesmo deve ser abatido do valor que será amortizado. 
A contabilização de ativo intangível baseia-se na sua vida útil. Um ativo 
intangível com vida útil definida deve ser amortizado, enquanto a de um 
ativo intangível com vida útil indefinida não deve ser amortizado. 
 
 
A amortização deve ser iniciada a partir do momento em que o ativo 
estiver disponível para uso, ou seja, quando se encontrar no local e nas 
condições necessárias para que possa funcionar da maneira pretendida pela 
administração. 
A amortização deve cessar na data em que o ativo é classificado como 
mantido para venda ou na data em que ele é baixado, o que ocorrer primeiro. 
O método de amortização utilizado refleteo padrão de consumo pela 
entidade dos benefícios econômicos futuros. Se não for possível determinar esse 
padrão com confiabilidade, deve ser utilizado o método linear. 
O processo de amortizar é o mesmo que depreciar. 
Exemplo: Marcas e Patentes = R$ 1.000.000,00 
Prazo de utilização = 10 anos 
Taxa Anual = 100%/10 anos = 10% a.a. 
Amortização Anual = 10% x 1.000.000,00 = 100.000,00 
Contabilização: 
Despesa de Amortização 
a Amortização Acumulada ......................... 100.000,00 
 
3.3 Exaustão 
Corresponde à perda de valor decorrente da exploração de recursos 
minerais ou florestais ou de bens aplicados nessa exploração. 
Exaurir, segundo o dicionário, significa “gastar”, “esgotar inteiramente”. 
Ativo 
Intangível
vida útil definida
deve ser 
amortizado
vida útil 
indefinida
não deve ser 
amortizado
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Observação: A exaustão pode ser aplicada em bens do Ativo Imobilizado (Ex: 
florestas próprias), ou no Intangível (concessões obtidas - exploração de 
recursos minerais). 
Os recursos florestais podem ser destinados ao corte (ex.: seringueira) 
ou à produção de frutos (ex.: plantação de manga e abacaxi). Quando as 
florestas forem próprias, os recursos florestais destinados ao corte 
serão exauridos. Já os recursos florestais próprios destinados a 
produção de frutos serão depreciados. 
No caso dos recursos minerais, somente se sujeitam à exaustão as minas 
que estiverem sob o regime de concessão, ou seja, prazo contratual superior 
ao prazo de esgotamento dos recursos minerais ou prazo indeterminado de 
exploração dos recursos minerais. 
Quando o prazo contratual for inferior ao prazo de esgotamento dos 
recursos minerais, deve ser aplicada a taxa de amortização, uma vez que são 
minas arrendadas (propriedade de terceiros). 
Normalmente, a exaustão é calculada com base na possança do recurso 
mineral ou florestal. Mas, se o prazo de exploração for insuficiente para 
esgotar os recursos, a exaustão deve ser calculada em função do prazo de 
concessão. 
Possança, na contabilidade, é o tamanho (ou capacidade) de um recurso 
mineral, medida em toneladas ou metros cúbicos. 
Lembrar que o processo de exaustão é idêntico ao de depreciar e 
amortizar, diferenciando-se dos bens a que se aplicam. 
Não estão sujeitos à exaustão os recursos minerais inesgotáveis ou de 
exaustão indeterminada, como as fontes de água mineral. 
Exemplo: 
Custo de Obtenção dos Direitos de Lavra = R$ 100.000,00 
Reserva Potencial de Exploração (possança) conhecida = 20.000.000 t 
Minério extraído por ano = 2.400.000 toneladas 
 
Taxa de exaustão = 2.400.000 X 100 = 12% 
 20.000.000 
Despesa de Exaustão = 12% x 100.000,00 = R$ 12.000,00 
Lançamento: 
Despesa de Exaustão 
a Exaustão Acumulada .................... 12.000,00 
 
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 (ESAF/AFRE-MG/2005) A mina Etereal, após a aquisição e 
instalação, custará R$ 300.000,00 aos cofres da nossa empresa, mas tinha 
capacidade estimada em 500 mil metros cúbicos de minério e foi instalada com 
capacidade de exploração em 8 anos, mantendo-se o residual de proteção de 
20% da capacidade produtiva. Ao fim do 5º ano de exploração bem-sucedida, 
a mina foi alienada por R$ 200.000,00, com quitação em vinte duplicatas 
mensais. Analisando essas informações, assinale a única alternativa que não é 
verdadeira: 
a) A exploração anual será de 50 mil m³ de minério. 
b) A taxa de exaustão será de 10% do custo total por ano. 
c) A taxa de exaustão será de 12,5% ao ano. 
d) Ao fim do 5º ano, a exaustão acumulada será de 50% do custo da mina. 
e) O custo a ser baixado no ato da venda será de R$ 90.000,00. 
Resolução: 
Dados da questão: 
- Custo de aquisição das jazidas = R$ 300.000,00 
- Capacidade estimada de minério na jazida = 500.000 m³ 
- Valor residual da mina = 20% = R$ 60.000,00 ou 100 mil m³ 
- Valor exaurível da Mina (BC da exaustão) = custo de aquisição – valor residual 
Valor exaurível da Mina = 300.000 – 60.000 = R$ 240.000,00 
- Capacidade de exploração em m³ = 400 mil m³ 
- Capacidade de exploração em anos = 8 anos 
- Taxa de exaustão anual da mina = 100% / 8 = 12,5% 
Vamos analisar cada alternativa: 
a) correta. Se a mina tem capacidade exaurível de 400.000 m³ em 8 anos, 
então, a exploração anual da mina será de 400.000 m³/8 = 50.000 m³/ano. 
b) correta. A taxa de exaustão anual da mina será de 12,5% da parcela 
exaurível, logo, 240.000 x 12,5% = R$ 30.000,00. Este valor representa, 
justamente, 10% do custo total de mina, que foi R$ 300.000,00. 
c) correta. A taxa de exaustão é a taxa que será aplicada sobre o valor exaurível 
durante a vida útil. Taxa de exaustão anual da mina = 100% / 8 = 12,5%. 
d) correta. A despesa de exaustão da mina é de R$ 30.000,00 ao ano. Ao final 
de 5 anos, a exaustão acumulada será de R$ 150.000,00 (5 x 30.000). Este 
valor equivale a 50% do custo de aquisição da mina (50% x 300.000). 
e) incorreta. O custo a ser baixado no ato da venda será o valor contábil da 
mina de R$ 150.000 e não de R$ 50.000,00. O valor contábil é dado pela 
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diferença entre o custo de aquisição (300.000) e a exaustão acumulada 
(150.000). O tópico sobre baixa de bens do ativo imobilizado será visto em aula 
futura. 
Gabarito: Letra E. 
 
3.4 Mudança de Estimativa de Vida Útil 
De acordo com o CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa 
e Retificação de Erro, a mudança na estimativa contábil decorre de uma nova 
informação ou inovações que resultar em ajustes nos saldos contábeis de ativo 
ou de passivo, ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativo, 
avaliados com base em informações disponíveis e confiáveis a época da 
mensuração. 
Ao longo da utilização de seus ativos, a companhia pode perceber que a 
vida útil estimada para alguns de seus bens precisa ser revista. Este fato afetará 
o cálculo da depreciação, da amortização ou da exaustão. 
A mudança na vida útil ou no padrão esperado de consumo de um ativo 
não trará qualquer impacto sobre o valor original do bem. Do mesmo modo, a 
depreciação acumulada até o período de revisão da estimativa de vida útil 
será mantida. A diferença fica por conta da vida útil restante e da base de 
cálculo das despesas de depreciação. 
Caros alunos, a regra é que o valor depreciável é igual ao custo de 
aquisição do ativo (ou valor original) menos o valor residual. Porém, quando a 
vida útil ou o valor residual do ativo forem reestimados, o valor do custo 
de aquisição é substituído por outro valor, chamado muitas vezes de valor 
contábil revisado.Este valor é o valor contábil do bem registrado no balanço do 
ano anterior ao ano em que a empresa vai efetuar o cálculo da depreciação. 
Sabemos que o valor contábil é igual ao custo de aquisição menos a 
depreciação acumulada e as perdas por “impairment”. 
Por exemplo, vamos supor que a empresa Aprovados S/A adquira um 
veículo ao custo de R$ 20.000,00 em primeiro de janeiro de 2012 e, na ocasião, 
fica estimado que a vida útil do imobilizado é de 5 anos. Em primeiro de janeiro 
de 2015, a empresa decide proceder à revisão da vida útil do veículo. Laudo 
emitido por técnicos especializados dão conta de que o ativo possui, a partir da 
data da avaliação, mais 4 anos de vida útil. Qual é o valor: 
a) da despesa de depreciação do veículo no ano de 2015? 
b) do valor contábil do veículo no ano de 2015? 
 
Primeiro, descobriremos o valor contábil do veículo na data da 
reestimativa, ou seja, em primeiro de janeiro de 2015. 
Custo de aquisição do veículo em 01/01/2006 = R$ 20.000,00 
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Vida útil em 2012 = 5 anos 
Taxa de depreciação anual = 100%/5 anos = 20% a.a. 
Cálculo das despesas de depreciação de 2012 a 2014: 
Despesa de depreciação em 2012 = 20% x 20.000 = R$ 4.000,00 
Despesa de depreciação em 2013 = 20% x 20.000 = R$ 4.000,00 
Despesa de depreciação em 2014 = 20% x 20.000 = R$ 4.000,00 
= saldo total de depreciação acumulada até 2008 = R$ 12.000,00 
 
Custo de aquisição do veículo ................. 20.000 
(-) Depreciação acumulada .................. (12.000) 
= Saldo contábil em 31/12/2014 …............ 8.000 
 
A nova base de cálculo da depreciação do bem, após a reestimativa da 
vida útil, será o valor contábil à época deste fato, deduzido de eventuais 
valores residuais (se houver). 
Em janeiro de 2015, foi realizada uma reestimativa da vida útil do veículo, 
que será utilizado por mais quatro anos. Então temos: 
O valor contábil revisado do ativo é igual ao valor contábil que está 
registrado no balanço fechado no final do ano anterior (31/12/2014). Portanto, 
o valor contábil revisado do ativo em, 31/12/2014, é igual a 8.000,00 (20.000 
– 12.000). 
Vida útil em 2015 = 4 anos 
Taxa de depreciação anual = 100%/4 anos = 25% a.a. 
Depreciação em 2015 = (custo de aquisição – depreciação acumulada) x 
taxa de depreciação 
Depreciação em 2015 = 8.000 x 25% = R$ 2.000,00 
Custo de aquisição do veículo ....... 20.000 
(-) Depreciação acumulada ......... (14.000) = (12.000 + 2.000) 
= Saldo contábil em 31/12/2015 .... 6.000 
 
Agora, podemos responder as perguntas da questão: 
a) despesa de depreciação em 2015 = R$ 2.000,00. 
b) valor contábil do veículo em 2015 = R$ 6.000,00. 
Meus caros, em nosso exemplo, o bem não possuía valor residual. Porém, 
ainda que o tivesse, o valor depreciável do bem, após a reestimativa da vida 
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útil, seria o valor contábil na data da reestimativa deduzido do valor residual 
identificado (que pode ser o mesmo ou outro, também revisto pela companhia). 
Esclarecemos que não alteramos o valor original do ativo. Mexemos na 
nova avaliação de vida útil (ou no valor residual, se for o caso) e no valor 
depreciável do bem após a reestimativa. 
 
O valor depreciável só será alterado quando: 
 A vida útil for reestimada; 
 O valor residual for reestimado; ou 
 Ocorrer perda por desvalorização ou reversão de perdas (assunto 
estudado em aula futura). 
 
 (FCC/SEFAZ – SP/2013) A Cia. Metais adquiriu, em 
30/06/2011, uma mina de minério de ferro por R$ 270.000,00. A estimativa 
inicial era de que seriam extraídas 270.000 toneladas desse minério. Durante 
2011, foram extraídas 50.000 toneladas. No início de 2012, os técnicos 
encontraram um novo veio de minério e reestimaram que ainda existiam 
250.000 toneladas para serem extraídas. Durante 2012, foram extraídas mais 
20.000 toneladas. 
Com base nestas informações, o valor da despesa de exaustão referente aos 
anos de 2011 e 2012 foram, respectivamente, em milhares de reais, 
a) 50.000 e 17.600. 
b) 50.000 e 21.600. 
c) 45.000 e 21.600. 
d) 50.000 e 18.000. 
e) 45.000 e 18.000. 
Resolução: 
Cálculo da exaustão em 2011: 
Custo de aquisição da mina em 30/06/2011 = R$ 270.000,00 
Capacidade (possança) estimada inicial da mina = 270.000 toneladas (T) 
Extração em 2011 = 50.000 T 
Exaustão em 2011 = Extração em 2011 x custo de aquisição 
 Possança em 2011 
 
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Exaustão em 2011 = 50.000 T x 270.000 = R$ 50.000,00 
 270.000 T 
Registro da exaustão em 31/12/2011: 
Exaustão 
a Exaustão Acumulada ............................ 50.000,00 
 
Cálculo da exaustão em 2012: 
Custo de aquisição da mina em 30/06/2011 = R$ 270.000,00 
Exaustão acumulada em 2011 = R$ 50.000,00 
Capacidade (possança) da mina em 2012 após reestimativa = 250.000 T 
Extração em 2012 = 20.000 T 
Exaustão = Extração em 2012 x (custo– exaustão acumulada 2011) 
 Possança em 2012 
Exaustão em 2012 = 20.000 T x (270.000 – 50.000) = R$ 17.600,00 
 250.000 T 
Gabarito: Letra A. 
 
 (FCC/Analista Judiciário - Contabilidade – TRE 
PR/2017) No dia 02/01/2013 uma empresa adquiriu um equipamento de 
produção pelo valor de R$ 30.000.000,00 e efetuou o pagamento à vista. A vida 
útil definida pela empresa para o equipamento foi 12 anos e a vida útil para fins 
fiscais é 10 anos. A despesa de depreciação é calculada em função do tempo 
decorrido e no início do prazo de utilização a empresa estimou o valor residual 
para venda do equipamento no final da vida útil em R$ 3.000.000,00. No início 
do ano de 2016 foi identificado que o valor residual no final da vida útil estimada 
originalmente pela empresa foi reduzido para R$ 2.550.000,00, em decorrência 
de mudanças no mercado secundário para este tipo de equipamento. O valor 
contábil que deveria ser evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para 
este equipamento era, em reais, 
(A) 20.950.000,00. 
(B) 21.000.000,00. 
(C) 19.200.000,00. 
(D) 20.000.000,00. 
(E) 18.000.000,00. 
Resolução: 
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www.exponencialconcursos.com.brUma informação importante é compreender que a vida útil utilizada é a definida 
pela entidade e não a vida útil para fins fiscais. Cuidado, pois as bancas vão 
tentar confundir vocês com essa informação. A vida útil fiscal é utilizada para 
cálculo da depreciação que serve para dedução da base de cálculos dos tributos 
sobre lucro. 
Método turbo para resolução no dia da prova: 
1. Cálculo do valor contábil do equipamento em 31/12/2015 (antes da 
reavaliação do valor residual): 
Tempo utilizado (TU) = 3 anos (02/01/2013 à 31/12/2015) 
Depreciação acumulada em 31/12/15 = (Custo – Valor residual) x TU 
 Vida útil em anos 
Depreciação acumulada em 31/12/15 = (30.000.000 – 3.000.000) x 3 
 12 anos 
Depreciação acumulada em 31/12/15 = R$ 6.750.000,00 
 
1.1. Valor Contábil apresentado no balanço patrimonial em 31/12/2015: 
Custo de aquisição do equipamento ............. 30.000.000,00 
(-) Depreciação acumulada ........................ (6.750.000,00) 
= Valor contábil do equipamento …............. 23.250.000,00 
 
2. Cálculo do valor contábil do equipamento em 31/12/2016 (depois da 
reavaliação do valor residual): 
Pessoal, o valor contábil revisado do ativo é igual ao valor contábil que está 
registrado no balanço fechado no final do ano anterior (31/12/2015). Portanto, 
o valor contábil revisado do ativo em, 31/12/2015, é igual a 23.250.000,00. 
Valor residual reestimado = R$ 2.550.000,00 
Vida útil remanescente = 9 anos (12 anos – 3 anos) 
 
Despesa de Depreciação em 31/12/16 = (23.250.000 – 2.550.000) 
 9 anos 
Despesa de Depreciação em 31/12/16 = R$ 2.300.000,00 
 
Custo de aquisição já depreciado ................ 23.250.000,00 
(-) Depreciação em 2016 .......................... (2.300.000,00) 
= Valor contábil do equipamento …............ 20.950.000,00 
Gabarito: A. 
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Até 2007/2008, a contabilidade tinha por objetivo atender, principalmente, às 
exigências do Fisco Federal, Estadual ou Municipal. Por isso, a Contabilidade 
utilizava como base para seus registros as regras definidas pela Receita 
Federal. No caso do assunto depreciação, utilizava os prazos de vida útil 
definidos pela Receita Federal, bem como a depreciação acelerada. 
Porém, com a entrada em vigor das Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, 
que tiveram como objetivo a convergência da Contabilidade Brasileira às 
Normas Internacionais de Contabilidade, as exigências dos fiscos passaram 
a ser atendidas por livros ou registros auxiliares. A Contabilidade, neste 
caso, terá que seguir as Normas Contábeis. 
Segundo Lei nº 6.404, artigo 177: 
§2º A companhia observará exclusivamente em livros ou registros 
auxiliares, sem qualquer modificação da escrituração mercantil e 
das demonstrações reguladas nesta Lei, as disposições da lei tributária, 
ou de legislação especial sobre a atividade que constitui seu objeto, que 
prescrevam, conduzam ou incentivem a utilização de métodos ou critérios 
contábeis diferentes ou determinem registros, lançamentos ou ajustes ou a 
elaboração de outras demonstrações financeiras. (Redação dada pela Lei 
nº 11.941, de 2009) 
 
A vida útil para fins fiscais é utilizada para cálculo da despesa de 
depreciação que será deduzida no cálculo do imposto de renda. Além disso, a 
depreciação acelerada é um benefício dado pelo Governo àquelas empresas 
que utilizam suas máquinas em frequência maior do que o período normal de 
8 horas. Com isso, elas podem lançar como despesa de depreciação um valor 
maior, resultando em um menor lucro, pagando menos tributos sobre o lucro. 
Este cálculo é feito no livro fiscal para apuração do Lucro Real, que servirá 
de base para cálculo do imposto de renda e da contribuição social sobre o 
lucro líquido. Por isso, a vida útil para fins fiscais e a depreciação 
acelerada são exigências do Fisco. 
Para a Contabilidade, a depreciação deve ser calculada conforme 
a melhor estimativa técnica disponível. Ou seja, é o período de tempo 
que a empresa espera utilizar aquele bem. Neste caso, a vida útil utilizada é 
aquela definida pela empresa de acordo com a utilização prevista. 
Para cálculo do imposto de renda, que será feita em livro auxiliar, a empresa 
utiliza a depreciação acelerada e a vida útil para fins fiscais. 
Para concursos, devemos usar o que informa a questão, ainda que 
diferente do critério fiscal. Somente usamos as regras fiscais, incluindo a 
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depreciação acelerada, se não for mencionado a vida útil econômica do bem 
ou se a questão perguntar o valor de acordo com as Normas Fiscais (pode ser 
utilizado nas provas da Receita Federal). 
 
 
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4. Resumo da Aula 
1 – Ativo Imobilizado 
 
O custo de um item do ativo imobilizado compreende: 
(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os descontos 
comerciais e abatimentos; 
(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no 
local e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e 
de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido 
ou como consequência de usá-lo durante determinado período para finalidades 
diferentes da produção de estoque durante esse período. 
 
Exemplos de custos diretamente atribuíveis ao imobilizado: 
(a) custos de benefícios aos empregados (tal como definidos no 
Pronunciamento Técnico CPC 33 – Benefícios a Empregados) decorrentes 
diretamente da construção ou aquisição de item do ativo imobilizado; 
(b) custos de preparação do local; 
(c) custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); 
(d) custos de instalação e montagem; 
(e) custos com testes para verificar se o ativo está funcionando 
corretamente, após dedução das receitas líquidas provenientes da venda de 
qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição (tais 
como amostras produzidas quando se testa o equipamento); e 
(f) honorários profissionais. 
 
Classificação 
das contas no 
ativo
Imobilizado
os direitos que tenham por objeto bens 
corpóreos destinados à manutenção das 
atividades da companhia ouda empresa 
ou exercidos com essa finalidade, 
inclusive os decorrentes de operações 
que transfiram à companhia os 
benefícios, riscos e controle desses bens;
Intangível
os direitos que tenham por objeto bens 
incorpóreos destinados à manutenção da 
companhia ou exercidos com essa 
finalidade, inclusive o fundo de comércio 
adquirido.
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Exemplos que não são custos atribuíveis ao ativo imobilizado: 
(a) custos de abertura de nova instalação; 
(b) custos incorridos na introdução de novo produto ou serviço (incluindo 
propaganda e atividades promocionais); 
(c) custos da transferência das atividades para novo local ou para 
nova categoria de clientes (incluindo custos de treinamento); e 
(d) custos administrativos e outros custos indiretos. 
 
 
 
. 
 
 
Custos Gastos Reconhecimento 
Manutenção e 
reparos 
Gastos do período São reconhecidos no resultado 
quando incorridos 
Peças e reposição ou 
paradas programadas 
Gastos de capital São reconhecidas no valor 
contábil do ativo imobilizado 
 
Gastos de 
capital
são os gastos relacionados ao ativo imobilizado que irão 
beneficiá-lo por mais de um exercício social 
deverão ser adicionados ao custo do ativo, desde que 
atendam as condições de reconhecimento de um ativo
Gastos do 
período
são os gastos de "manutenção e reparo", necessários 
para manter o imobilizado em condições operacionais, mas 
que se limitam a um único exercício.
não deverão ser adicionados ao custo do ativo 
esses custos são reconhecidos no resultado quando 
incorridos
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2 – Depreciação, Amortização e Exaustão 
Não precisam ser classificados no ativo imobilizado, os quais serão 
debitados diretamente ao resultado do exercício, como custo ou despesa 
operacional, os bens e direitos: 
 cujo valor unitário não supere o limite de R$ 1.200,00 fixado na legislação 
tributária, mesmo que o prazo de vida útil seja superior a um ano; 
 os elementos patrimoniais de vida útil ou prazo de exercício inferior a um 
ano; 
 os bens locados ou sujeitos a arrendamento mercantil (leasing) 
operacional; 
 
A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível 
será registrada periodicamente nas contas de: 
 
 
Bens destinados 
para aluguel
quando estiver vinculado a 
ativo complementar na 
produção ou no fornecimento 
de bens ou serviços 
Ativo Não Circulante 
Imobilizado
quando estiver vinculado a 
um investimento em si 
mesmo, com o objetivo de 
obter renda
Ativo Não Circulante 
Investimento
DEPRECIAÇÃO
▪ quando corresponder à perda do valor dos 
direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a 
desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da 
natureza ou obsolescência;
AMORTIZAÇÃO
▪ quando corresponder à perda do valor do capital 
aplicado na aquisição de direitos da propriedade 
industrial ou comercial e quaisquer outros com 
existência ou exercício de duração limitada, ou 
cujo objeto sejam bens de utilização por prazo 
legal ou contratualmente limitado;
EXAUSTÃO
▪ quando corresponder à perda do valor, 
decorrente da sua exploração, de direitos cujo 
objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou 
bens aplicados nessa exploração.
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Para concursos, devemos usar o que informa a questão, ainda que 
diferente do critério fiscal. Se não mencionar vida útil, usamos a taxa de 
depreciação que o fisco determina, conforme tabela abaixo: 
Bens (contas) Taxa anual Prazo (vida útil) 
Edifícios, construções e benfeitorias 4% 25 anos 
Máquinas, equipamentos e instalações 10% 10 anos 
Móveis e Utensílios 10% 10 anos 
Computadores e periféricos 20% 5 anos 
Veículos 20% 5 anos 
 
Conceitos importante que você deve levar para sua prova: 
1) Valor original: É o valor pelo qual o bem é inicialmente registrado na 
contabilidade da entidade. Está intrinsecamente relacionado ao princípio do 
registro pelo valor original. Normalmente, equivale ao custo de aquisição dos 
veículos, máquinas, imóveis, etc. O valor original não deve ser alterado para 
registro da depreciação. Iremos utilizar a conta retificadora de ativo 
“Depreciação Acumulada” para isso. 
2) Valor contábil: é o montante pelo qual o ativo está registrado na 
contabilidade, líquido da respectiva depreciação, amortização ou exaustão 
acumulada e das perdas estimadas por redução ao valor recuperável. Por 
exemplo, um veículo adquirido por R$ 10.000,00 e que já tenha acumulado 
despesas de depreciação de R$ 2.000,00, terá como valor contábil o montante 
de R$ 8.000,00. 
Valor original registrado no Balanço Patrimonial ...................... 10.000 
(-) Depreciação, Amortização ou Exaustão Acumulada ............. (2.000) 
(-) Perdas Estimadas por Redução ao Valor Recuperável .................. 0 
= Valor Contábil ................................................................ 8.000 
 
3) Valor residual: Valor residual é o montante líquido que a entidade 
espera, com razoável segurança, obter por um ativo no fim de sua vida útil, 
deduzidos os custos esperados para sua venda. Esse valor não deve ser 
depreciado. 
4) O valor depreciável é o montante que a entidade deverá utilizar 
como base de cálculo para lançamento das despesas de depreciação. Valor 
depreciável é o custo de um ativo ou outro valor que substitua o custo, 
menos o seu valor residual. Por exemplo, um veículo adquirido por R$ 
10.000,00 tem vida útil de 5 anos e valor residual de 10% (1.000,00). Assim, 
o valor depreciável é igual a R$ 9.000,00 (10.000 – 1.000). 
 
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Valor do Custo de Aquisição ............................. 10.000 
(-) Valor Residual ........................................... (1.000) 
= Valor depreciável ...................................... 9.000 
 
5) A depreciação de um ativo se inicia quando este está disponível para 
uso, ou seja, quando está no local e em condição de funcionamento na forma 
pretendida pela administração. Porém, se na questão não constar a data de 
início de utilização, para fins de cálculo da depreciação, você considera que a 
empresa começou a utilizar o bem na data da compra. 
6) Quando um bem for adquiridoe colocado em uso durante o ano, sua 
taxa de depreciação deverá ser proporcional ao número de meses durante 
o qual for utilizado. 
Considera-se como mês integral a fração do mês no qual o bem foi posto em 
utilização, mesmo que tenha sido de apenas um dia. Ou seja, se o bem for 
utilizado um dia no mês (início da utilização no último dia do mês), o correto é 
depreciar esse mês também. Portanto, não importa se o bem começou a ser 
utilizado no início ou no final do mês de junho, para fins de cálculo, considera-
se a depreciação do mês de junho. 
7) Lançamento de aquisição de um bem depreciável à vista: 
D - Veículos (Ativo Imobilizado) 
C - Caixa (Ativo Circulante) 
 
8) Lançamento de registro da depreciação no período: 
D - Despesas de Depreciação (Resultado) 
C - Depreciação Acumulada (Redutora do Ativo) 
9) Quando a depreciação acumulada de um bem chegar a 100% não 
haverá mais o cálculo nem a contabilização de depreciação. O bem permanece 
na contabilidade pelo valor original e a conta Depreciação Acumulada terá valor 
idêntico, até ser baixado. 
 
 
 
Ativo 
Intangível
vida útil definida
deve ser 
amortizado
vida útil 
indefinida
não deve ser 
amortizado
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Métodos de depreciação: 
a) Método linear ou das quotas constantes): É o método mais 
recorrente em provas. Se a questão não mencionar o método de 
depreciação, você irá utilizar o linear. A depreciação é determinada 
dividindo-se os 100% (cem por cento) do bem ou do seu valor pelo tempo 
de vida útil estimada. 
b) Método da soma dos dígitos ou método de Cole; 
c) Método das horas de trabalho; 
d) Métodos das unidades produzidas; 
 
Coeficientes adotados na depreciação acelerada: 
I. Coeficiente 1,0 para um turno de oito horas de operação; 
II. Coeficiente 1,5 para 2 turnos de oito horas de operação (16 horas); 
III. Coeficiente 2,0 para 3 turnos de oito horas de operação (24 horas); 
 
O prazo de depreciação de bens usados será o maior dentre os seguintes: 
a. metade do prazo de vida útil do bem novo; 
b. restante do prazo de vida útil do bem, considerado este em 
relação à primeira instalação ou utilização desse bem. 
 
Vamos agora treinar o seu aprendizado por meio de exercícios de 
concursos anteriores. Em seguida temos as questões comentadas. Se você 
preferir responder antes de olhar os comentários, vá direto para a lista de 
exercícios e depois retorne para verificar os comentários das questões. 
Qualquer dúvida e/ou esclarecimentos, estarei à disposição no Fórum. 
Não deixe de nos procurar, tirando suas dúvidas, e nos ajudando a aprimorar o 
nosso curso. Conte comigo e Firmeza nos Estudo (FÉ)! 
Feliphe Araújo 
Recursos 
minerais
Exaustão
prazo contratual superior ao 
prazo de esgotamento
prazo indeterminado de 
exploração
Amortização
prazo contratual inferior ao 
prazo de esgotamento
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5. Questões comentadas 
VUNESP 
01. (VUNESP/Pref. Registro/Contador/2018) Em conformidade com o CPC 
27, é correto afirmar que as demonstrações contábeis devem divulgar, para 
cada classe de ativo imobilizado, 
a) os critérios de mensuração utilizados para determinar o valor contábil bruto. 
b) a diferença entre o valor de custo e o valor justo do ativo imobilizado. 
c) o valor dos gastos reconhecidos no valor contábil de um item do ativo 
imobilizado durante a sua compra. 
d) as provisões para perdas do ativo imobilizado e exercícios anteriores 
reconhecidas no resultado atual. 
e) as variações cambiais, somente passivas, quando o ativo imobilizado for 
importado de um país com moeda forte. 
Resolução: 
Questão literal sobre o CPC 27: 
As demonstrações contábeis devem divulgar, para cada classe de ativo 
imobilizado: 
a) Os critérios de mensuração utilizados para determinar o valor contábil 
bruto; (alternativa A) 
b) Os métodos de depreciação utilizados; 
c) As vidas úteis ou as taxas de depreciação utilizadas; 
d) O valor contábil bruto e a depreciação acumulada (mais as perdas por 
redução ao valor recuperável acumuladas) no início e no final do período; 
e) A conciliação do valor contábil no início e no final do período, 
demonstrando: 
a. Adições; 
b. Ativos classificados como mantidos para venda e outras baixas; 
c. Aquisições por meio de combinações de negócios; 
d. Aumentos ou reduções decorrentes de reavaliações e perda por 
redução ao valor recuperável de ativos reconhecidas ou revertidas 
diretamente no patrimônio líquido; 
e. Provisões para perdas de ativos, reconhecidas no resultado do 
período; 
f. Reversão de perda por redução ao valor recuperável de ativos, 
apropriada ao resultado do período; 
g. Depreciações; 
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h. Variações cambiais líquidas geradas pela conversão das 
demonstrações contábeis da moeda funcional para a moeda de 
apresentação, incluindo a conversão de uma operação estrangeira 
para a moeda de apresentação da entidade; e 
i. Outras alterações. 
Gabarito 1: A. 
 
02. (VUNESP /CM Itatiba/ Contador/ 2015) No que tange ao ativo 
imobilizado, o valor presente dos fluxos de caixa que a entidade espera obter 
com o uso contínuo de um ativo e com a alienação ao final da sua vida útil, ou 
mesmo incorrer na liquidação de um passivo, refere-se ao valor 
a) justo do bem. 
b) realizável do bem. 
c) de impairment. 
d) específico do bem para a entidade. 
e) da unidade geradora de caixa. 
Resolução: 
Nesta questão, a VUNESP cobrou uma das definições presentes no CPC 27: 
Valor específico para a entidade (valor em uso) é o valor presente dos 
fluxos de caixa que a entidade espera (i) obter com o uso contínuo de um 
ativo e com a alienação ao final da sua vida útil ou (ii) incorrer para a liquidação 
de um passivo. 
Gabarito 2: D. 
 
03. (VUNESP/TJ SP/Contador/2011) De acordo com as Normas Brasileiras 
de Contabilidade e pronunciamentos técnicos, ativos imobilizados são ativos 
tangíveis que 
a) são mantidos para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços, 
para aluguel a terceiros ou para fins administrativos e que se espera que sejam 
utilizados durante mais do que um período. 
b) são destinados à venda, têm natureza permanente e expectativa de gerar 
resultados. 
c) podem ser depreciáveis, possuem valor acima de R$ 326,00 e geram 
resultados. 
d) possuem natureza permanente, apenas, e são destinados à manutenção da 
receita ou despesa não operacional, quando alienados. 
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e) podem também se complementar com os intangíveis, bem como serem 
amortizáveis, depreciáveis ou sofrerem exaustão. 
Resolução: 
Recordando o art. 179, IV, da Lei 6.404/76, são classificados no ativo 
imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à 
manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com 
essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à 
companhia os benefícios, riscos e controle desses bens. 
De acordo com o CPC 27, Ativo Imobilizado é o item tangível que: 
 é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias 
ou serviços, para aluguel a outros, ou para fins administrativos; 
e 
 se espera utilizar por mais de um período. 
 
Gabarito 3: A. 
 
04. (VUNESP /PAULIPREV/Contador/2018) Uma empresa necessita 
projetar o valor da depreciação de um bem que planeja adquirir, de forma a ter 
conhecimento da equalização de seu resultado. Para tanto, apresentou ao 
contador as seguintes informações: 
• Empilhadeira automática de Origem Alemã 
• Data de entrada do bem em funcionamento: 1º de fevereiro de 2018 
• Valor do Bem: R$ 1.200.000,00 
• Valor do Imposto a ser compensado: 10% do valor bem 
• As obras cíveis para colocação do bem em funcionamento montam a R$ 
120.000,00 
• Valor do Frete: 3% do valor do bem, pago pelo comprador 
• Valor de realização (residual) do bem, determinado em laudo técnico: R$ 
75.000,00 
• Vida útil econômica do bem: 12 anos 
• Depreciação: Linear 
Com base nessas informações, o contador calculou corretamente que o valor da 
depreciação acumulada na data base de 31 de dezembro de 2018 será de 
•tangível
•uso da entidade; ou aluguel a outros; 
ou fins administrativos
•uso por mais de um perído
Ativo 
Imobilizado
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a) R$ 79.520,83. 
b) R$ 80.625,00. 
c) R$ 88.687,50. 
d) R$ 93.750,00. 
e) R$ 94.416,67. 
Resolução: 
O examinador solicita o valor da depreciação acumulada em 2018. 
De acordo com o CPC 27, os ativos imobilizados devem ser mensurados pelo 
seu custo, o qual compreende: 
a) Seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os 
descontos comerciais e abatimentos; 
b) Quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local 
e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
c) A estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e 
de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é 
adquirido ou como consequência de usá-lo durante determinado período 
para finalidades diferentes da produção de estoque durante esse período. 
São exemplos de custos diretamente atribuíveis: 
 Custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); 
 Custos de instalação e montagem; 
Preço de aquisição = R$ 1.200.000 
(-) Tributos recuperáveis = R$ (120.000) 
+ obras para colocação do bem em funcionamento = 120.000 
+ frete = R$ 36.000 
= Custo de aquisição = R$ 1.236.000 
Valor residual = R$ 75.000 
Valor depreciável = 1.236.000 – 75.000 = R$ 1.161.000 
Vida útil: 12 anos (144 meses) 
O bem entrou utilização no dia 01/02/18 
Depreciação anual = 1.161.000 / 12 = 96.750 
Depreciação mensal = 96750 / 12 = 8.062,5 
Depreciação de 11 meses = 8.062,5 x 11 = R$ 88.687,5 
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Gabarito 4: C. 
 
05. (VUNESP /Pref. Nova Odessa/Contador/2018) Uma indústria sediada 
em São Paulo importou uma máquina para sua produção industrial. Incorreu 
nos seguintes gastos, em reais: 
• Preço da máquina colocada no porto de Santos, sem impostos 2.300.000,00 
• Impostos pagos não recuperáveis 400.000,00 
• Taxas de armazenagem e alfandegárias no porto 120.000,00 
• Despesas com frete da máquina até a fábrica 30.000,00 
• Gastos com instalação da máquina 40.000,00 
A máquina foi colocada em funcionamento em primeiro de maio do exercício 
corrente. Seu valor residual foi estimado em 250.000,00 pelo departamento de 
engenharia da fábrica. O mesmo departamento estimou sua vida útil em 10 
anos. 
O valor da despesa de depreciação que deve ser lançado no final do exercício 
corrente corresponde, em R$, a: 
a) 220.000,00 
b) 214.500,00 
c) 176.000,00 
d) 174.000,00 
e) 173.333,33 
Resolução: 
A questão solicita o valor da despesa com depreciação no ano. 
De acordo com o CPC 27, os ativos imobilizados devem ser mensurados pelo 
seu custo, o qual compreende: 
a) Seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os 
descontos comerciais e abatimentos; 
b) Quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local 
e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
c) A estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e 
de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é 
adquirido ou como consequência de usá-lo durante determinado período 
para finalidades diferentes da produção de estoque durante esse período. 
São exemplos de custos diretamente atribuíveis: 
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 Custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); 
 Custos de instalação e montagem; 
Preço de aquisição: R$ 2.300.000 
+ impostos não recuperáveis R$ 400.000 
+ Taxas de armazenagem e alfandegárias no porto R$ 120.000,00 
+ Frete R$ 30.000 
+ Gastos com instalação R$ 40.000 
Custo de aquisição = R$ 2.890.000 
Valor residual = R$ 250.000 
Valor depreciável = 2.890.000 – 250.000 = 2.640.000 
Vida útil = 10 anos (120 meses) 
Depreciação anual = 2.640.000 / 10 = 264.000 
O bem começou a operar em 01/04 (8 meses de depreciação ou 2/3 de um 
ano). 
Depreciação de 8 meses = 264.000 x 2/3 = R$ 176.000 
Gabarito 5: C. 
 
06. (VUNESP/CM Campo Limpo /Controlador Interno/2018) A Cia. 
Mirassol adquiriu uma máquina para suas atividades industriais em 15.06.2017 
pagando à vista R$ 1.240.000,00 ao seu fornecedor. O valor dos impostos pagos 
recuperáveis foi de R$ 300.000,00. Os gastos com a instalaçãoda máquina 
montaram a R$ 160.000,00. Os engenheiros da companhia avaliaram a vida útil 
da máquina em 10 anos e seu valor residual, nulo. A máquina foi colocada em 
atividade fabril pela entidade em 01.07.2017. O valor que a companhia deverá 
lançar como despesa de depreciação de 2017 relativa a esse ativo corresponde, 
em R$, a: 
a) 55.000,00. 
b) 64.166,66. 
c) 70.000,00. 
d) 81.166,66. 
e) 91.666,66. 
Resolução: 
Preço de aquisição: R$ 1.240.000 
(-) impostos recuperáveis: R$ 300.000 
+ gasto com instalação: R$ 160.000 
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= Custo de aquisição R$ 1.100.000 
Valor residual = 0 
Valor depreciável = 1.100.000 
Vida útil: 10 anos 
Depreciação anual = 1.100.000 / 10 = 110.000 
Depreciação semestral = 110.000 / 2 = R$ 55.000 
Gabarito 6: A. 
 
Com base nas informações descritas a seguir, acerca da aquisição de um ativo 
fixo para a empresa Faço Tudo S.A., responda às próximas duas questões. 
 Bem adquirido: equipamento de corte de aço a laser. 
 Custo de aquisição do bem: R$ 1.500.000,00; 
 Impostos: ICMS (dentro do Estado) recuperável é de 18% do valor do 
bem; 
 PIS e COFINS: não há incidência; 
 Frete e seguro por conta do comprador: 5% do valor do bem; 
 Mão de obra interna do comprador para colocar a máquina em 
funcionamento: R$ 24.500,00; 
 A vida útil calculada para o bem foi de 20 anos (utilizar apenas uma casa 
após a vírgula, para cálculo da depreciação); 
 O valor residual do bem: 10% do valor bruto do equipamento; 
 Data da entrada em operação da máquina: 25 de janeiro de 2015. 
07. (VUNESP / Câmara Municipal de Marília - Contador / 2016) O valor 
do bem a ser contabilizado por ocasião da compra é 
a) R$ 1.234.500. 
b) R$ 1.289.200. 
c) R$ 1.310.100. 
d) R$ 1.329.500. 
e) R$ 1.339.300. 
Resolução: 
De acordo com o CPC 27, o custo de um item do ativo imobilizado 
compreende: 
(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os 
descontos comerciais e abatimentos; 
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(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no 
local e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do 
item e de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido 
ou como consequência de usá-lo durante determinado período para finalidades 
diferentes da produção de estoque durante esse período. 
 
Exemplos de custos diretamente atribuíveis ao imobilizado: 
(a) custos de benefícios aos empregados (tal como definidos no 
Pronunciamento Técnico CPC 33 – Benefícios a Empregados) decorrentes 
diretamente da construção ou aquisição de item do ativo imobilizado; 
(b) custos de preparação do local; 
(c) custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); 
(d) custos de instalação e montagem; 
(e) custos com testes para verificar se o ativo está funcionando 
corretamente, após dedução das receitas líquidas provenientes da venda de 
qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição (tais 
como amostras produzidas quando se testa o equipamento); e 
(f) honorários profissionais. 
 
Preço de aquisição: 1.500.000 
ICMS a recuperar (270.000) >> (1.500.000 x 18%) 
+ frete 75.000 >> (1.500.000 x 5%) 
+ mão de obra interna 24.500 
Custo do ativo imobilizado = R$ 1.329.500 
Gabarito 7: D. 
 
08. (VUNESP / Câmara Municipal de Marília - Contador / 2016) Calcule 
o valor do encargo de depreciação pelo método linear, a ser reconhecido no 
resultado do exercício em 31 de dezembro de 2015. 
a) R$ 52.045,30. 
b) R$ 54.060,42. 
c) R$ 54.160,44. 
d) R$ 55.101,20. 
e) R$ 55.200,50. 
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Resolução: 
Inicialmente, vamos identificar os dados importantes para o cálculo da despesa 
com depreciação do ativo: 
 Custo de Aquisição do bem (CA) = R$ 1.329.500,00 
 Valor Residual (V.Res.): 10% do valor bruto do equipamento = R$ 
150.000,00 
 Vida Útil (VU) = 20 anos 
 Método de quotas constantes 
 Tempo de depreciação: 25/01/15 a 31/12/15 
Identificados os dados do enunciado, vamos calcular a Taxa de Depreciação 
(Depr.) do bem, com base no tempo de vida útil: 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
𝐶𝐴 − 𝑉. 𝑅𝑒𝑠.
𝑉𝑈
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
1.329.500 − 150.000
20
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
1.179.500
20
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝐴𝑛𝑜 = 𝑅$ 58.975,00 / 𝑎𝑛𝑜 
 
Observem que não temos alternativa correta, apesar de ser o correto, pois 
sabemos que se considera como mês integral a fração do mês no qual o bem 
foi posto em utilização, mesmo que tenha sido de apenas um dia. 
Diante disso, como a data de operação foi dia 25/01, devemos depreciar o mês 
de janeiro também. 
Assim, a questão deveria ter sido anulada. 
 
Porém, a banca VUNESP tem um entendimento diferente. Quando o bem entrar 
em operação no final do mês (percebe-se que depois do dia 15), a depreciação 
ocorre a partir do mês seguinte. Com isso, no caso da questão, devemos 
depreciar somente 11 meses (fevereiro a dezembro). 
Vamos calcular: 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑀𝑒𝑠 =
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝐴𝑛𝑜
12
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑀𝑒𝑠 =
58.975
12
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑀𝑒𝑠 = 𝑅$ 4.914,58 / 𝑚𝑒𝑠 
Como o tempo de depreciação de 11 meses, o valor da Depreciação Acumulada 
no período foi de R$ 54.060,38. 
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Gabarito 8: B. 
 
09. (VUNESP /PRODEST/Técnico Organizacional - 
Administrativa/2014) Utilize o texto seguinte para responder à questão. 
A depreciação de um bem é a perda de seu valor, decorrente de uso, 
deterioração ou obsolescência tecnológica. 
Considere um bem com custo inicial de R$ 650.000,00 (seiscentos e cinquenta 
mil reais), vida útil de 5 (cinco) anos e valor residual igual a R$ 50.000,00 
(cinquenta mil reais). 
Considerando o uso do método da soma dos dígitos, assinale a alternativa que 
menciona o valor da depreciação acumulada no quarto ano, para o bem descrito. 
a) R$ 200.000,00. 
b) R$ 360.000,00. 
c) R$ 560.000,00. 
d) R$ 600.000,00. 
e) R$ 80.000,00. 
Resolução: 
A questãosolicita o valor da depreciação acumulada no quarto ano, pela soma 
dos dígitos. Em regra, utilizamos a soma dos dígitos decrescente. 
Custo de aquisição: R$ 650.000 
Valor residual: R$ 50.000 
Valor depreciável = 600.000 
Em regra, caso o examinador não mencione se estamos diante do método da 
soma dos dígitos decrescente ou crescente, considere que estamos diante da 
soma de dígitos decrescente. 
Soma dos dígitos decrescente 
Ano 1 600.000 x (5/1+2+3+4+5) 
Depreciação = 200.000. Depreciação acumulada = 200.000 
Ano 2 600.000 x (4/15) 
Depreciação = 160.000. Depreciação acumulada = 360.000 
Ano 3 600.000 x (3/15) 
Depreciação = 120.000. Depreciação acumulada = 480.000 
Ano 4 600.000 x (2/15) 
Depreciação = 80.000. Depreciação acumulada = 560.000 
Gabarito 9: C. 
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10. (VUNESP /PRODEST/Técnico Organizacional - 
Administrativa/2014) Utilize o texto seguinte para responder à questão. 
A depreciação de um bem é a perda de seu valor, decorrente de uso, 
deterioração ou obsolescência tecnológica. 
Considere um bem com custo inicial de R$ 650.000,00 (seiscentos e cinquenta 
mil reais), vida útil de 5 (cinco) anos e valor residual igual a R$ 50.000,00 
(cinquenta mil reais). 
Assinale a alternativa que apresenta a depreciação anual e a acumulada no 
quarto ano, respectivamente, calculadas pelo método da depreciação linear. 
a) R$ 130.000,00 e R$ 420.000,00. 
b) R$ 130.000,00 e R$ 390.000,00. 
c) R$ 104.000,00 e R$ 416.000,00. 
d) R$ 120.000,00 e R$ 480.000,00. 
e) R$ 120.000,00 e R$ 530.000,00. 
Resolução: 
Custo de aquisição: R$ 650.000 
Valor residual: R$ 50.000 
Valor depreciável = 650.000 – 50.000 = R$ 600.000 
Vida útil: 5 anos 
Depreciação anual = 600.000 / 5 = R$ 120.000 
Depreciação dos 4 anos = 120.000 x 4 = R$ 480.000 
Gabarito 10: D. 
 
11. (VUNESP / Câmara Municipal de Cotia - Contador / 2017) Com base 
nas informações descritas a seguir, relativamente à aquisição em janeiro de 
2017, de um equipamento para uso em operações industriais, responda à 
questão. 
 Valor do bem adquirido por meio do financiamento do BNDES – R$ 
550.000,00; 
 O valor da obra civil para se colocar a máquina em funcionamento foi de 
R$ 35.000,00; 
 A vida útil calculada para o bem foi de 16 anos; 
 O valor residual do bem total contabilizado foi calculado em 5% do valor 
do bem adquirido; 
 O valor do ICMS recuperável foi de 17% do valor do bem; 
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 O valor do frete foi de 10% do valor líquido do bem. 
O valor, em Reais, do custo a ser contabilizado do bem, o valor depreciável e a 
taxa de depreciação serão, respectivamente: 
a) R$ 456.500,00, R$ 429.000,00 e 10%. 
b) R$ 550.000,00, R$ 380.000,00 e 8,5%. 
c) R$ 537.150,00, R$ 509.650,00 e 6,25%. 
d) R$ 630.650,00, R$ 603.150,00 e 10%. 
e) R$ 630.650,00, R$ 603.150,00 e 6,25%. 
Resolução: 
Primeiramente, devemos determinar o valor pelo qual o equipamento foi 
inicialmente reconhecido no ativo da entidade. De acordo com as normas 
contábeis, o reconhecimento dos custos no valor contábil de um item do Ativo 
Imobilizado cessa quando o item está no local e nas condições operacionais 
pretendidas pela administração, o que compreende: 
a) Seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os 
descontos comerciais e abatimentos; 
b) Quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local 
e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
c) A estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e 
de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é 
adquirido ou como consequência de usá-lo durante determinado período 
para finalidades diferentes da produção de estoque durante esse período. 
Desta feita, a seguinte apuração do valor de custo da máquina: 
Valor de aquisição R$ 550.000,00 
(–) ICMS recuperável (17%) (R$ 93.500,00) 
(=) Valor líquido do bem R$ 456.500,00 
(+) Obra para colocar a máquina em funcionamento R$ 35.000,00 
(+) Frete (456.500 * 10%) R$ 45.650,00 
(=) Custo de Aquisição do Imobilizado R$ 537.150,00 
Portanto, nossa resposta é a letra C. Contudo, vamos apurar as demais 
variáveis, para confirmar a resposta. 
O Valor Depreciável (V.Depr.) é dado pela diferença entre o Custo de Aquisição 
do bem (CA) e seu Valor Residual (V.Res.), que neste caso é de R$ 27.500,00 
(550.000 * 0,05). Assim, temos: 
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𝑉. 𝐷𝑒𝑝𝑟. = 𝐶𝐴 − 𝑉. 𝑅𝑒𝑠. 
𝑉. 𝐷𝑒𝑝𝑟. = 537.150 − 27.500 
𝑽. 𝑫𝒆𝒑𝒓. = 𝑹$ 𝟓𝟎𝟗. 𝟔𝟓𝟎, 𝟎𝟎 
Por fim, a Taxa de Depreciação (%Depr.) corresponde ao percentual que será 
aplicado ao Valor Depreciável a cada período, a fim de calcular o valor da 
despesa de depreciação, sendo ele calculado dividindo-se 100% pela Vida Útil 
(VU). Vejamos: 
%𝐷𝑒𝑝𝑟. =
100%
𝑉𝑈
 
%𝐷𝑒𝑝𝑟. =
100%
16
 
%𝑫𝒆𝒑𝒓. = 𝟔, 𝟐𝟓% 
Gabarito 11: C. 
 
12. (VUNESP / UNIFESP - Contador / 2016) Em abril de 2015, a Cia. ABC 
adquiriu e colocou em funcionamento imediato um equipamento por R$ 
640.000,00, que faz parte de um projeto de investimento da empresa. 
Esse equipamento tem uma vida útil prevista de 12 anos e um valor residual 
estimado em R$ 40.000,00. De acordo com as normas brasileiras de 
contabilidade, o valor que a companhia deve lançar como depreciação do 
referido equipamento, relativo ao exercício de 2015, corresponde, em R$, a: 
a) 37.500,00 
b) 41.320,27 
c) 45.000,00 
d) 50.000,00 
e) 53.333,33 
Resolução: 
Extraindo-se os dados do enunciado, temos: 
 Custo de Aquisição do bem (CA) = R$ 640.000,00 
 Vida Útil (VU) = 12 anos 
 Valor Residual (V.Res.) = R$ 40.000,00 
 Método de quotas constantes 
 Tempo de depreciação: abr/15 a dez/15 = 9 meses 
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Calculando a Taxa de Depreciação (Depr.) do bem para o período, temos: 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
𝐶𝐴 − 𝑉. 𝑅𝑒𝑠.
𝑉𝑈
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
640.000 − 40.000
12
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
600.000
12
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝐴𝑛𝑜 = 𝑅$ 50.000,00 /𝑎𝑛𝑜 
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑃𝑒𝑟𝑖𝑜𝑑𝑜 =
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝐴𝑛𝑜
12
∗ 9 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑃𝑒𝑟𝑖𝑜𝑑𝑜 =
50.000
12
∗ 9 
𝑫𝒆𝒑𝒓.𝑷𝒆𝒓𝒊𝒐𝒅𝒐 = 𝑹$ 𝟑𝟕. 𝟓𝟎𝟎, 𝟎𝟎 
Gabarito 12: A. 
 
13. (VUNESP / Câmara Municipal de Guaratinguetá - Contador / 2016 - 
Adaptada) Determinada empresa industrial adquiriu uma máquina de injeção 
de plásticos em junho de 2005, colocando-a em funcionamento no mês 
subsequente. Sabendo-se que 
 a vida útil do bem foi estipulada em 18 anos; 
 o valor de aquisição do bem foi de R$ 1.200.000,00, já líquido de todos 
os impostos; 
 a depreciação é contabilizada no final do mês; 
 o valor de realização do bem foi estipulado em 10% do valor de compra; 
Pode-se afirmar que o valor contábil da máquina, em Reais, em 30 de junho de 
2015, é de 
a) 360.000,00. 
b) 480.000,00. 
c) 600.000,00. 
d) 670.000,00. 
e) 700.000,00. 
Resolução: 
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Extraindo-se os dados do enunciado da questão, temos: 
 Custo de Aquisição do bem (CA) = R$ 1.200.000,00 
 Vida Útil (VU) = 18 anos 
 Valor Residual (V.Res.) = R$ 120.000,00 (10% da aquisição) 
 Método de quotas constantes 
 Tempo de depreciação: 01/07/05 a 30/06/15 = 10 anos 
Inicialmente, vamos calcular a Taxa de Depreciação (Depr.) do bem, com base 
no tempo de vida útil: 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
𝐶𝐴 − 𝑉. 𝑅𝑒𝑠.
𝑉𝑈
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
1.200.000 − 120.000
18
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
1.080.000
18
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. = 𝑅$ 60.000,00 
Como o tempo de depreciação foi de 10 anos, o valor da Depreciação Acumulada 
no período foi de R$ 600.000,00 (60.000 * 10). 
Por fim, calculando o Valor Contábil da máquina em 30 de junho de 2015, 
temos: 
𝑉. 𝐶𝑜𝑛𝑡. = 𝐶𝐴 − 𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. 
𝑉. 𝐶𝑜𝑛𝑡. = 1.200.000 − 600.000 
𝑽. 𝑪𝒐𝒏𝒕. = 𝑹$ 𝟔𝟎𝟎. 𝟎𝟎𝟎, 𝟎𝟎 
Gabarito 13: C. 
 
14. (VUNESP / Câmara Municipal de Registro - Contador / 2016) Uma 
empresa adquiriu uma máquina para sua produção no dia 01 de março de 2015 
no valor de R$ 150.000,00. Os engenheiros avaliaram sua vida útil em vinte 
anos e também determinaram que, ao final dessa vida útil estimada, seu valor 
residual será de 15% do custo de aquisição. A organização utiliza-se do método 
linear para cálculo da depreciação. Não existem créditos tributários, 
modificações no bem, na vida útil e tampouco no valor residual. Isto posto, no 
final de 2015, o valor líquido desse ativo correspondeu a 
a) 120.000,50. 
b) 133.504,50. 
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c) 137.500,00. 
d) 144.687,50. 
e) 146.687,50. 
Resolução: 
Extraindo-se os dados do enunciado da questão, temos: 
 Custo de Aquisição do bem (CA) = R$ 150.000,00 
 Vida Útil (VU) = 20 anos 
 Valor Residual (V.Res.) = R$ 22.500,00 (15% da aquisição) 
 Método de quotas constantes 
 Tempo de depreciação: 01/03/15 a 31/12/15 = 10 meses 
Inicialmente, vamos calcular a Taxa de Depreciação (Depr.) do bem, com base 
no tempo de vida útil: 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
𝐶𝐴 − 𝑉. 𝑅𝑒𝑠.
𝑉𝑈
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
150.000 − 22.500
20
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
127.500
20
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. = 𝑅$ 6.375,00 / 𝑎𝑛𝑜 
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑀𝑒𝑠 =
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝐴𝑛𝑜
12
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑀𝑒𝑠 =
6.375
12
 
𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑀𝑒𝑠 = 𝑅$ 531,25 / 𝑚𝑒𝑠 
Multiplicando a taxa de depreciação pelo período em que o bem esteve em uso 
na empresa, temos a Depreciação Acumulada (Depr.Ac.). Vejamos: 
𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. = 𝐷𝑒𝑝𝑟.𝑀𝑒𝑠∗ 10 
𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. = 531,25 ∗ 10 
𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. = 𝑅$ 5.312,50 
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Por fim, calculando o Valor Contábil do bem no final de 2015, temos: 
𝑉. 𝐶𝑜𝑛𝑡. = 𝐶𝐴 − 𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. 
𝑉. 𝐶𝑜𝑛𝑡. = 150.000 − 5.312,50 
𝑽. 𝑪𝒐𝒏𝒕. = 𝑹$ 𝟏𝟒𝟒. 𝟔𝟖𝟕, 𝟓𝟎 
Gabarito 14: D. 
 
15. (VUNESP / Prefeitura de São José dos Campos - SP / Auditor 
Tributário Municipal – Gestão Tributária / 2015) A Cia. Industrial América 
do Norte adquiriu uma máquina para utilização em suas atividades industriais 
por R$ 2.700.000,00. O referido imobilizado foi colocado em uso pela companhia 
no mês de abril de 2010. A vida útil da máquina, prevista pelo departamento de 
engenharia da companhia, foi de 20 anos, com um valor residual estimado em 
R$ 300.000,00. Os valores da depreciação foram revistos ao longo do tempo e 
a vida útil e o valor residual foram mantidos como corretos. O valor contábil da 
máquina no Balanço Patrimonial da companhia, levantado em 31.12.2014, 
correspondia, em R$, a 
a) 1.800.000,00. 
b) 1.860.000,00. 
c) 2.058.750,00. 
d) 2.130.000,00. 
e) 2.025.000,00. 
Resolução: 
Extraindo-se os dados do enunciado da questão, temos: 
 Custo de Aquisição do bem (CA) = R$ 2.700.000,00 
 Vida Útil (VU) = 20 anos 
 Valor Residual (V.Res.) = R$ 300.000,00 
 Método de quotas constantes 
 Tempo de depreciação: abr/2010 a dez/2014 = 4 anos e 9 meses (4,75 
anos) 
Inicialmente, vamos calcular a Taxa de Depreciação (Depr.) do bem, com 
base no tempo de vida útil: 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
𝐶𝐴 − 𝑉. 𝑅𝑒𝑠.
𝑉𝑈
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. =
2.700.000 − 300.000
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𝐷𝑒𝑝𝑟. =
2.400.000
20
 
𝐷𝑒𝑝𝑟. = 𝑅$ 120.000,00 / 𝑎𝑛𝑜 
Multiplicando a taxa de depreciação anual pelo período em que o bem 
esteve em uso na empresa, temos a Depreciação Acumulada (Depr.Ac.). 
Vejamos: 
𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. = 𝐷𝑒𝑝𝑟.𝐴𝑛𝑜∗ 4,75 
𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. = 120.000 ∗ 4,75 
𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. = 𝑅$ 570.000,00 
Por fim, calculando o Valor Contábil do bem no final de 2015, temos: 
𝑉. 𝐶𝑜𝑛𝑡. = 𝐶𝐴 − 𝐷𝑒𝑝𝑟. 𝐴𝑐. 
𝑉. 𝐶𝑜𝑛𝑡. = 2.700.000 − 570.000 
𝑽. 𝑪𝒐𝒏𝒕. = 𝑹$ 𝟐. 𝟏𝟑𝟎. 𝟎𝟎𝟎, 𝟎 
Gabarito 15: D. 
 
16. (VUNESP / SAEG / Analista de Serviços Administrativos - Contábil / 
Financeiro / 2015) Com relação a um bem cuja taxa de depreciação é de 10% 
ao ano, é correto afirmar que após 48 meses de uso, considerando valor residual 
zero, faltará depreciar o bem em 
a) 40,0%. 
b) 50,0%. 
c) 60,0%. 
d) 70,0%. 
e) 80,0%. 
Resolução: 
A questão apresenta um bem que possui taxa de depreciação é de 10% ao ano, 
isto é, ele irá levar 10 anos para ser totalmente depreciado. Considerando 
passados 48 meses de uso, o que equivale a 4 anos (depreciou 40% do 
bem), concluímos que falta ainda depreciar 60% do valor do bem. 
Gabarito 16: C. 
 
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17. (VUNESP/CM Pirassununga/Contador/2016) A depreciação do ativo 
deve cessar quando 
a) o ativo for classificado como mantido para venda. 
b) o ativo estiver ocioso. 
c) o ativo não puder gerar mais valor. 
d) a vida útil do ativo estiver próxima do seu término. 
e) o valor em uso for menor que o valor contábil registrado. 
Resolução: 
A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, 
ou seja, quando está no local e em condição de funcionamento na forma 
pretendida pela administração. A depreciação de um ativo deve cessar na 
data em que o ativo é classificado como mantido para venda ou, ainda, 
na data em que o ativo é baixado, o que ocorrer primeiro. Portanto, a 
depreciação não cessa quando o ativo se torna ocioso ou é retirado do uso 
normal, a não ser que o ativo esteja totalmente depreciado. 
Dessa forma, nosso gabarito é alternativa A. 
Vamos falar um pouco sobre o ativo não circulante mantido para venda 
O CPC 31 trata do ativo não circulante mantido para venda e operação 
descontinuada. 
O objetivo do CPC é estabelecer a contabilização de ativos não circulantes 
mantidos para venda (colocados à venda) e a apresentação e a divulgação de 
operações descontinuadas 
Em particular, o Pronunciamento exige que os ativos que satisfazem aos 
critérios de classificação como mantidos para venda sejam: 
(a) mensurados pelo menor entre o valor contábil até então registrado e 
o valor justo menos as despesas de venda, e que a depreciação ou a 
amortização desses ativos cesse; 
(b) apresentados separadamente no balanço patrimonial e que os 
resultados das operações descontinuadas sejam apresentados 
separadamente na demonstração do resultado. 
A entidade deve classificar um ativo não circulante como mantido para 
venda se o seu valor contábil vai ser recuperado, principalmente, por meio de 
transação de venda em vez do uso contínuo. 
Para que esse seja o caso, o ativo ou o grupo de ativos mantido para venda 
deve estar disponível para venda imediata em suas condições atuais, sujeito 
apenas aos termos que sejam habituais e costumeiros para venda de tais ativos 
mantidos para venda. Com isso, a sua venda deve ser altamente provável. 
A entidade não deve depreciar (ou amortizar) o ativo não circulante enquanto 
estiver classificado como mantido para venda ou enquanto fizer parte de grupo 
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de ativos classificado como mantido para venda. Os juros e os outros gastos 
atribuíveis aos passivos de grupo de ativos classificado como mantido para 
venda devem continuar a ser reconhecidos. 
 
Gabarito 17: A. 
 
18. (VUNESP/Pref. SP/Planejamento e Desenvolvimento 
Organizacional - Ciências Contábeis/2015) O método de depreciação deve 
refletir o padrão em que os benefícios econômicos futuros ou potencial de 
serviços do ativo devem ser consumidos pela entidade. O método de 
depreciação que se utiliza de taxa de depreciação constante durante a vida útil 
do ativo, caso o seu valor residual não se altere, é: 
a) cotas constantes. 
b) soma dos dígitos. 
c) produção em escala. 
d) taxa variável. 
e) unidades produzidas. 
Resolução: 
Pelo método das cotas constantes, a depreciação é calculada dividindo-se o 
valor depreciável pelo tempo de vida útil do bem. Esse método é o mais simples 
dos três. 
Gabarito 18: A. 
 
19. (VUNESP /Pref. SBC/Contabilidade/2018) Uma empresa apresentou 
ao seu contador as seguintes informações de um ativo imobilizado qualquer, 
que foi adquirido recentemente: 
Data da compra do bem: 1º de janeiro de 2018 
Data do início do seu funcionamento: 28 de fevereiro de 2018 
Valor do ativo: R$ 180.000,00 
Valor do frete pago pelo vendedor: R$ 3.600,00 
Valor do ICMS a ser destacado do valor do bem para recuperação: R$ 21.600,00 
Despesas incorridas pela empresa para colocar o bem em funcionamento: R$ 
15.900,00 
Ativo não circulante 
mantido para venda
Não deve ser depreciado ou amortizado
Está sujeito ao teste de recuperabilidade
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Segundo os engenheiros da empresa, a vida útil estimada em anos do bem será 
de: 10 anos 
O valor de realização desse bem ao final será de R$ 28.000,00 
Com base nessas informações o contador deverá informar hipoteticamente qual 
o valor da depreciação acumulada em 31 de dezembro de 2018, como segue: 
NOTA: utilize do critério de arredondamento para chegar no resultado, 
desprezando portanto os centavos finais na resposta. 
a) R$ 11.292,00 
b) R$ 12.192,00 
c) R$ 13.200,00 
d) R$ 14.525,00 
e) R$ 15.000,00 
Resolução: 
Preço de aquisição = 180.000 
(-) Icms a recuperar = 21.600 
+ despesa p/ colocar o bem em funcionamento = 15.900 
Custo de aquisição = R$ 174.300 
Valor residual = 28.000 
Valor depreciável = 146.300 
Vida útil = 10 anos 
Depreciação anual = 146.300 / 10 = 14.630 
Quando for final do mês, a VUNESP considera a depreciar do mês seguinte. 
Logo, a depreciação deve ser de 10 meses (março a dezembro). 
Depreciação acumulada = (14.630 / 12) x 10 = R$ 12.192 
Obs.: O frete pago pelo vendedor não é custo do bem 
Gabarito 19: B. 
 
20. (VUNESP /CM Indaiatuba/Técnico em Contabilidade/2018) Uma 
empresa adquiriu um determinado bem industrial para o seu ativo imobilizado, 
com as seguintes características: 
• Tipo de ativo: Prensa Hidráulica 
• Data da compra: 1º de janeiro de 2017 
• Valor do Bem: R$ 400.000,00, líquido de impostos 
• Valor residual do bem para sua realização R$ 20.000,00 
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• Vida útil estabelecida para o bem 16 anos 
Com base nessas informações, assinale a alternativa que indica corretamente o 
valor em Reais da prensa em 31 de dezembro de 2017: 
a) 346.750,00. 
b) 356.250,00. 
c) 375.000,00. 
d) 375.350,00. 
e) 376.250,00. 
Resolução: 
A questão solicita o valor contábil do bem em 31/12/17. 
Custo de aquisição = 400.000 
Valor residual = 20.000 
Valor depreciável = 380.000 
Vida útil = 16 anos 
Depreciação anual = 380.000 / 16 = R$ 23.750 
Valor contábil = 400.000 – 23.750 = R$ 376.250 
Gabarito 20: E. 
 
21. (VUNESP /CM Guaratinguetá/Contador/2016) Determinada empresa 
industrial adquiriu uma máquina de injeção de plásticos em junho de 2005,colocando-a em funcionamento no mês subsequente. Sabendo-se que a vida 
útil do bem foi estipulada em 18 anos; o valor de aquisição do bem foi de R$ 
1.200.000,00, já líquido de todos os impostos; a depreciação é contabilizada no 
final do mês; o valor de realização do bem foi estipulado em 10% do valor de 
compra; pode-se afirmar que o valor residual da máquina, em Reais, em 30 de 
junho de 2015, é de 
a) 360.000,00. 
b) 480.000,00. 
c) 600.000,00. 
d) 670.000,00. 
e) 700.000,00. 
Resolução: 
Essa questão é muitoooooooo malfeita. 
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Conforme o enunciado, o examinador solicita o valor residual. Entretanto, o 
próprio examinador informa o valor do valor residual, que é de R$ 
120.000 (10% do custo de aquisição). Não tendo essa alternativa. 
Na verdade, da mesma forma que as questões anteriores, o examinador 
queria realmente saber o valor contábil do bem (é complicado tentar 
adivinhar o que o examinador quer, rsrsrsrs) 
Custo de aquisição = R$ 1.200.000 
Valor residual = R$ 120.000 
Valor depreciável = 1.080.000 
Vida útil = 18 anos 
Depreciação anual = 1.080.000 / 18 = R$ 60.000 
Depreciação acumulada (10 anos) = 60.000 x 10 = 600.000 
Valor contábil = 1.200.000 – 600.000 = R$ 600.000 
Gabarito 21: C. 
 
22. (VUNESP/CM Pradópolis/Contador/2016) De acordo com os preceitos 
contábeis sobre o imobilizado, é correto afirmar que 
a) a entidade pode escolher depreciar separadamente os componentes de 
um item que não tenham custo significativo em relação ao custo total do item. 
b) a despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no resultado, 
a menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo, nesse caso, deve ser 
reconhecida em resultados abrangentes. 
c) o valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma linear de acordo 
com sua taxa de depreciação. Uma vez estipulada, uma taxa de depreciação 
não poderá ser alterada a apropriação linear. 
d) a depreciação é reconhecida mesmo que o valor justo do ativo não exceda o 
seu valor de realização e desde que o valor residual do ativo não exceda o seu 
valor justo. 
e) a depreciação do ativo se inicia quando este for faturado para a empresa, o 
que significa de sua propriedade, de forma que haja um sincronismo entre a 
despesa de depreciação e a data de sua aquisição, uma vez que o bem é 
considerado como uma unidade geradora de caixa desde sua aquisição. 
Resolução: 
a) Certa. a entidade pode escolher depreciar separadamente os componentes 
de um item que não tenham custo significativo em relação ao custo total do 
item. 
Cada componente de um item do ativo imobilizado com custo significativo 
em relação ao custo total do item deve ser depreciado separadamente. 
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A entidade pode escolher depreciar separadamente os componentes de 
um item que não tenham custo significativo em relação ao custo total do 
item. 
b) Errada. a despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no 
resultado, a menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo, nesse 
caso, deve ser reconhecida em resultados abrangentes. 
A despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no resultado a 
menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo 
A depreciação do período deve ser normalmente reconhecida no resultado. No 
entanto, por vezes os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo são 
absorvidos para a produção de outros ativos. Nesses casos, a depreciação faz 
parte do custo de outro ativo, devendo ser incluída no seu valor contábil 
c) Errada. o valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma linear 
de acordo com sua taxa de depreciação. Uma vez estipulada, uma taxa de 
depreciação não poderá ser alterada a apropriação linear. 
O método de depreciação aplicado a um ativo deve ser revisado pelo menos 
ao final de cada exercício e, se houver alteração significativa no padrão 
de consumo previsto, o método de depreciação deve ser alterado para 
refletir essa mudança. Tal mudança deve ser registrada como mudança na 
estimativa contábil. 
d) Errada. a depreciação é reconhecida mesmo que o valor justo do ativo não 
exceda o seu valor de realização e desde que o valor residual do ativo não 
exceda o seu valor justo. 
A depreciação é reconhecida mesmo que o valor justo do ativo exceda o 
seu valor contábil, desde que o valor residual do ativo não exceda o seu 
valor contábil. A reparação e a manutenção de um ativo não evitam a 
necessidade de depreciá-lo. 
e) Errada. a depreciação do ativo se inicia quando este for faturado para a 
empresa, o que significa de sua propriedade, de forma que haja um sincronismo 
entre a despesa de depreciação e a data de sua aquisição, uma vez que o bem 
é considerado como uma unidade geradora de caixa desde sua aquisição. 
A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, 
ou seja, quando está no local e em condição de funcionamento na forma 
pretendida pela administração. 
Gabarito 22: A. 
 
23. (VUNESP /Pref SP/Planejamento e Desenvolvimento 
Organizacional - Ciências Contábeis/2015) A depreciação é feita para 
elementos patrimoniais tangíveis e tem múltiplas causas da redução do valor – 
o uso, a ação da natureza e obsolescência. 
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Assinale a alternativa que indica quando deve ser iniciada a depreciação de bem 
patrimonial. 
a) Depois que for feito recebimento definitivo pelo setor de patrimônio. 
b) Na liquidação do bem. 
c) Depois que o bem consumir metade da sua vida útil. 
d) Quando o bem se tornar disponível para o uso. 
e) Na aquisição do bem. 
Resolução: 
A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, 
ou seja, quando está no local e em condição de funcionamento na forma 
pretendida pela administração. A depreciação de um ativo deve cessar na 
data em que o ativo é classificado como mantido para venda ou, ainda, 
na data em que o ativo é baixado, o que ocorrer primeiro. 
Gabarito 23: D. 
 
24. (VUNESP/Pref SP/Planejamento e Desenvolvimento Organizacional 
- Ciências Contábeis/2015) Em função de suas características, alguns itens 
do ativo não devem ser depreciados. Como exemplos de bens que não estão 
sujeitos a depreciação pode-se citar: 
a) bens adquiridos em doação. 
b) bens de terceiro em poder da entidade. 
c) semoventes. 
d) terrenos e bens de natureza cultural. 
e) móveis de fabricação própria. 
Resolução: 
Há bens que não estão sujeitos à depreciação, a saber: 
 Terrenos, salvo em relação a benfeitorias e construções (calçadas, 
murros, etc.); 
 Bens que aumentam devalor com o tempo, como antiguidades e 
obras de arte; 
 Bens para os quais sejam registradas quotas de amortização ou 
exaustão; 
 Bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente 
relacionados à produção ou comercialização de bens e serviços. 
Gabarito 24: D. 
 
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25. (VUNESP /CM Descalvado/Contador/2015) Uma empresa adquiriu, no 
dia 02 de fevereiro de 2014, um veículo cuja vida útil foi estimada em cinco 
anos. A contabilização correspondeu a R$ 85.000,00. Ao final de sua vida útil 
estimada, o valor de realização corresponderá a R$ 25.000,00. O método 
utilizado para o cálculo da depreciação é o linear. Não existem modificações no 
veículo, na vida útil e tampouco no valor de realização. No final de 2014, o valor 
líquido do veículo será correspondente a R$ 
a) 25.000,00. 
b) 60.000,00. 
c) 68.000,00. 
d) 73.000,00. 
e) 74.000,00. 
Resolução: 
Valor contábil = R$ 85.000 
Valor residual = R$ 25.000 
Valor depreciável = 60.000 
Vida útil: 5 anos 
Depreciação anual = 60.000 / 5 = 12.000 
No caso desta questão, o examinador da VUNESP depreciou o mês de fevereiro 
também, pois foi no início do mês. A depreciação é de fevereiro a dezembro. 
Depreciação em 2014 (11 meses) = 11.000 
Valor contábil no final de 2014 = 85.000 – 11.000 = R$ 74.000,00 
Gabarito 25: E. 
 
26. (VUNESP/CM Itatiba/Contador/ 2015) A empresa Fabrica Tudo Ltda. 
adquiriu uma máquina para a sua linha de produção, em 20 de março de 2015, 
e necessita contabilizá-la no grupo do ativo imobilizado. 
Para tanto, o contador dispõe das seguintes informações: 
Bem: Máquina de injeção de alta pressão. 
Valor do bem: R$ 245.500,00. 
Valor do ICMS recuperável: 12% do valor do bem. 
Frete e seguro: R$ 13.500,00 – Modalidade de entrega do vendedor é FOB 
(disponível para retirada). 
Obra civil para colocar a máquina em funcionamento: de R$ 24.500,00. 
Vida útil calculada para o bem: 15 anos (utilizando-se apenas uma casa após a 
vírgula, para cálculo da depreciação). 
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Valor residual do bem: calculado em 2% do valor do equipamento. 
Considerando os dados apresentados e o fato de a máquina ter entrado em 
operação em 26 de março de 2015, assinale a alternativa que indica, correta e 
respectivamente, o valor, em reais, do bem a ser contabilizado e da projeção 
da despesa de depreciação até 31 de dezembro de 2015, dispensando centavos 
e arredondamento. 
a) 240.540,00 e 11.840,00. 
b) 254.040,00 e 21.170,00. 
c) 254.040,00 e 12.518,00. 
d) 249.130,00 e 14.183,00. 
e) 235.630,00 e 13.090,00. 
Resolução: 
Nessa questão temos um problema. 
Cálculo da forma correta: 
Preço de aquisição: R$ 245.500 
(-) ICMS recuperável = (29.460) 
+ preparação do local = 24.500 
+ frete e seguro = 13.500 (Frete FOB é pago pelo comprador) 
Custo de aquisição = R$ 254.040 
Valor residual = 2% x 254.040 = R$ 5.080,8 
Valor depreciável = 254.040 – 5.080,8 = R$ 248.959,20 
Vida útil = 15 anos 
Depreciação anual =248.959,20/ 15 = 16.597,28 
Depreciação mensal = 16.597,28 / 12 = 1.383,11 
Depreciação em 2015 = 1.383,11 * 10 = R$ 13.831,07 
Observem que não temos resposta. 
 
A banca examinadora realizou o seguinte cálculo: 
Preço de aquisição: R$ 245.500 
(-) ICMS recuperável = (29.460) 
+ preparação do local = 24.500 
+ frete e seguro = 13.500 
Custo de aquisição = R$ 240.540 
Valor residual = 2% x 240.540 = R$ 4.810,8 
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Valor depreciável = 240.540 – 4.810,8 = R$ 235.729,2 
Vida útil = 15 anos 
Depreciação anual =235.729,2/ 15 = 15.715,28 
Depreciação em 2015 = (15.715,28 / 365) * 275 = 11.840,27 
A banca queria saber a depreciação por dia hehehehe. 
Dessa forma, chegamos ao gabarito da questão, que foi a alternativa A. 
Perceba que esse cálculo está errado ao retirar o frete/seguro do custo de 
aquisição. 
Gabarito 26: A. 
 
27. VUNESP /CM SC/Contador/2013) A Empresa Já Era Ltda. adquiriu em 
1 de julho de 2012 um veículo que será incorporado ao seu ativo imobilizado. 
Sabe-se que o bem custou para a empresa o valor líquido de R$ 80.000,00 e 
que seu valor de realização será de R$ 10.000,00, ao final de sua vida útil. 
Sabe-se ainda que a empresa adota para efeitos societários, a depreciação de 
acordo com a vida útil estabelecida para os bens, que neste caso é de 3 anos. 
Considerando essas informações, qual o valor em R$ da depreciação acumulada 
desse bem em específico em 31 de dezembro de 2012, para efeitos societários? 
a) 7.000 
b) 8.000 
c) 11.666 
d) 12.666 
e) 13.200 
Resolução: 
Custo de aquisição = R$ 80.000 
Valor residual = R$ 10.000 
Valor depreciável = R$ 70.000 
Vida útil 3 anos. 
Depreciação anual = 70.000 / 3 = R$ 23.333,33 
Depreciação semestral = 23.333,33 / 2 = 11.666,66 
Gabarito 27: C. 
 
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CESPE 
28. (CESPE/Agente de Polícia Federal/2018) Determinada sociedade 
comercial realizou, no período corrente, a transação apresentada a seguir. 
 Apropriou a terceira cota anual cheia de depreciação de um veículo, 
originalmente adquirido por R$ 60.000, com vida útil estimada em 5 anos. 
A empresa tem como política considerar um valor residual de 10% para 
todos os seus bens. O método de depreciação empregado é o da soma 
dos dígitos dos anos. 
A depreciação do veículo gerou um crédito de R$ 10.800 na conta de 
depreciação acumulada. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
O valor depreciável é de R$ 54.000 (R$ 60.000 – 10% de 60.000). 
A soma dos dígitos dos anos é 15 (1 + 2 + 3 + 4 + 5). 
No 3º ano, a quota de depreciação é de R$ 54.000 x 3/15. 
Depreciação do 3º ano = 54.000 / 5 = R$ 10.800,00. 
Gabarito 28: Certo. 
 
29. (CESPE/Contabilidade – TRE - PE/2017) Com base na NBC TG 27 (ativo 
imobilizado), assinale a opção correta, em relação à depreciação, ao valor 
depreciável e ao período de depreciação. 
a) Os normativos contábeis não permitem que o valor residual de um ativo 
imobilizado seja aumentado depois de estabelecido. 
b) A obsolescência técnica proveniente de mudanças ou as melhorias na 
produção não são consideradas na determinação de vida útil de um ativo. 
c) O valor depreciável de um ativoimobilizado deve ser apropriado de forma 
eventual ao longo de sua vida útil. 
d) A depreciação de um ativo imobilizado deve ser interrompida caso ele seja 
classificado como ativo mantido para venda. 
e) O valor depreciável dos ativos imobilizados é determinado pelo seu valor 
histórico, antes da dedução de seu valor residual. 
Resolução: 
O examinador cobrou os dispositivos do CPC 27 – Ativo Imobilizado, que foi 
aprovado pelo Conselho Federal de Contabilidade por meio NBC TG 27. 
Vamos analisar cada alternativa: 
a) incorreta. Segundo o item 54 do CPC 27, temos que: 
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54. O valor residual de um ativo pode aumentar. A despesa de depreciação 
será zero enquanto o valor residual subsequente for igual ou superior ao seu 
valor contábil. 
b) incorreta. CPC 27: 
56. Os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo são consumidos pela 
entidade principalmente por meio do seu uso. Porém, outros fatores, tais 
como obsolescência técnica ou comercial e desgaste normal enquanto o 
ativo permanece ocioso, muitas vezes dão origem à diminuição dos benefícios 
econômicos que poderiam ter sido obtidos do ativo. Consequentemente, todos 
os seguintes fatores são considerados na determinação da vida útil de um 
ativo: 
(a) uso esperado do ativo que é avaliado com base na capacidade ou produção 
física esperadas do ativo; 
(b) desgaste físico normal esperado, que depende de fatores operacionais tais 
como o número de turnos durante os quais o ativo será usado, o programa de 
reparos e manutenção e o cuidado e a manutenção do ativo enquanto estiver 
ocioso; 
(c) obsolescência técnica ou comercial proveniente de mudanças ou 
melhorias na produção, ou de mudança na demanda do mercado para o 
produto ou serviço derivado do ativo. Reduções futuras esperadas no preço de 
venda de item que foi produzido usando um ativo podem indicar expectativa de 
obsolescência técnica ou comercial do bem, que, por sua vez, pode refletir uma 
redução dos benefícios econômicos futuros incorporados no ativo; (Alterada pela 
Revisão CPC 08) 
(d) limites legais ou semelhantes no uso do ativo, tais como as datas de término 
dos contratos de arrendamento mercantil relativos ao ativo. 
Portanto, a obsolescência técnica proveniente de mudanças ou as melhorias na 
produção são consideradas na determinação de vida útil de um ativo. 
c) incorreta. Meus amigos, a depreciação não é realizada de forma eventual 
(ocorrendo algumas vezes), mas sim de maneira regular (frequente) durante a 
vida útil estimada do bem. 
CPC 27: 
50. O valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma sistemática 
ao longo da sua vida útil estimada. 
d) correta. Perfeito. O ativo imobilizado deixa de ser depreciado a partir do 
momento que a empresa o classifica como mantido para venda. 
CPC 27: 
55. A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, ou 
seja, quando está no local e em condição de funcionamento na forma pretendida 
pela administração. A depreciação de um ativo deve cessar na data em 
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que o ativo é classificado como mantido para venda (ou incluído em um 
grupo de ativos classificado como mantido para venda de acordo com o 
Pronunciamento Técnico CPC 31 – Ativo-Não Circulante Mantido para 
Venda e Operação Descontinuada) ou, ainda, na data em que o ativo é 
baixado, o que ocorrer primeiro. Portanto, a depreciação não cessa quando 
o ativo se torna ocioso ou é retirado do uso normal, a não ser que o ativo esteja 
totalmente depreciado. No entanto, de acordo com os métodos de depreciação 
pelo uso, a despesa de depreciação pode ser zero enquanto não houver 
produção. 
e) incorreta. Sabemos que o valor depreciável é determinado pelo seu custo (ou 
outro valor que substitua o custo), após a dedução de seu valor residual. 
CPC 27: 
53. O valor depreciável de um ativo é determinado após a dedução de seu valor 
residual. Na prática, o valor residual de um ativo frequentemente não é 
significativo e por isso imaterial para o cálculo do valor depreciável. 
Gabarito 29: D. 
 
30. (CESPE/Consultor Legislativo – Câmara dos Deputados/2014) Os 
bens tangíveis sofrem depreciação a partir do momento em que são postos em 
condições de uso, processo esse que cessa quando esses bens são retirados 
definitivamente de uso ou quando sua obsolescência é constatada. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
A primeira parte da questão está correta, pois afirma que “os bens tangíveis 
sofrem depreciação a partir do momento em que são postos em condições de 
uso”. 
Porém, a segunda parte está incorreta, pois “a depreciação não cessa quando 
o ativo se torna ocioso ou é retirado do uso normal, a não ser que o ativo esteja 
totalmente depreciado”. 
Gabarito 30: Errado. 
 
31. (CESPE/Analista - Contabilidade - FUNPRESP-EXE/2016) Uma 
entidade cujas atividades sejam exercidas em dois ou mais turnos de trabalho 
poderá desconsiderar essa informação ao estabelecer a vida útil de suas 
máquinas, para fins de contabilização da depreciação de seu imobilizado, visto 
que a legislação do imposto de renda determina os percentuais fixos para cada 
tipo de ativo. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
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Meus amigos, são considerados na determinação da vida útil de um ativo, 
entre outros fatores, o desgaste físico normal esperado, que depende de 
fatores operacionais tais como o número de turnos durante os quais o 
ativo será usado, o programa de reparos e manutenção e o cuidado e a 
manutenção do ativo enquanto estiver ocioso. 
Portanto, o item está incorreto. 
Cuidado, pois a apuração contábil (entra na contabilidade) da depreciação 
pode ser diferente da apuração fiscal (utilizada para cálculo do lucro real, 
que é a base de cálculo do imposto de renda). Em alguns casos, pode até ser 
igual, quando a empresa já considera várias informações para determinação da 
vida útil do bem. 
Concluindo, para apuração contábil, a empresa deve considerar para 
determinação da vida útil o número de turnos durante os quais o ativo será 
usado. Neste caso, a vida útil já estará “líquida” dessa informação. 
No caso da apuração fiscal, primeiro, utiliza as taxas de depreciação definidas 
pela Receita Federal. Depois, aplica-se os coeficientes da depreciação acelerada. 
Gabarito 31: Errado. 
 
32. (CESPE/Auditor - Fiscalização - Ciências Atuariais – TCE - PA/2016) 
A depreciação contábil impacta negativamente o resultado da empresa e tem 
como contrapartida o reconhecimento de um passivo no balanço patrimonial. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução:Lançamento de registro da depreciação contábil: 
D - Despesas de Depreciação (Resultado) 
C – Depreciação Acumulada (Redutora do Ativo) 
 
Portanto, a depreciação contábil impacta negativamente o resultado da empresa 
e tem como contrapartida o registro de uma conta retificadora do ativo no 
balanço patrimonial. 
Gabarito 32: Errado. 
 
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A partir da tabela precedente, que demonstra o balancete de verificação de uma 
entidade contábil no final de determinado exercício, julgue os próximos dois 
itens. 
33. (CESPE/Auditor – Contabilidade – TCE - PA/2016) A conta 
depreciação acumulada de imobilizado, cujo saldo é aumentado por 
lançamentos a crédito, tendo como contrapartida uma conta de despesa de 
depreciação, é retificadora do ativo imobilizado. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
Exatamente. Lançamento de registro da depreciação contábil: 
D - Despesas de Depreciação (Resultado) 
C – Depreciação Acumulada (Redutora do Ativo Imobilizado) 
 
A conta depreciação acumulada é retificadora do ativo imobilizado, portanto, 
possui saldo credor. O lançamento dessa conta tem como contrapartida uma 
conta de despesa de depreciação. 
Gabarito 33: Certo. 
 
34. (CESPE/Auditor - Fiscalização - Ciências Atuariais – TCE - PA/2016) 
Os recursos aplicados na aquisição de direitos da propriedade industrial ou 
comercial estão sujeitos à amortização, que representa perda de valor dos 
referidos ativos. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
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Segundo a Lei nº 6.404/76, art. 183, § 2o: 
§ 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível 
será registrada periodicamente nas contas de: 
b) amortização, quando corresponder à perda do valor do capital aplicado 
na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e 
quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto 
sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado; 
Gabarito 34: Certo. 
 
35. (CESPE/Contador - FUB/2015) Determinado bem imobilizado foi 
adquirido ao custo de R$ 100.000, sendo sua vida útil estimada em dez anos, 
sem valor residual. Em 2014, após oito anos de uso, foram realizados gastos de 
R$ 1.000 para manutenção e reparos nesse imobilizado. Nessa situação, o valor 
líquido desse imobilizado, no final de 2014, é igual a R$ 20.000. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
1. Cálculo da depreciação anual com base no tempo de vida útil: 
Depreciação anual = Valor depreciável / Vida útil 
Depreciação anual = 100.000 / 10 anos = R$ 10.000 por ano 
 
2. Agora, vamos calcular a depreciação acumulada até a data da análise, ou 
seja, após 8 anos de uso, mediante a multiplicação do valor da depreciação 
anual pelo período em que o bem esteve em uso na empresa: 
Depreciação Acumulada =Depreciação anual x 8 anos 
Depreciação Acumulada = 10.000 x 8 = R$ 80.000,00 
Por fim, calculamos o Valor Contábil do imobilizado na data da análise: 
Valor Contábil = Custo de aquisição – depreciação acumulada - perdas 
Valor Contábil = 100.000 – 80.000 = R$ 20.000,00 
 
De acordo com o CPC 27 – Ativo imobilizado, a entidade não reconhece no valor 
contábil de um item do ativo imobilizado os custos da manutenção periódica do 
item. Pelo contrário, esses custos são reconhecidos no resultado quando 
incorridos. Os custos da manutenção periódica são principalmente os custos de 
mão-de-obra e de produtos consumíveis, e podem incluir o custo de pequenas 
peças. A finalidade desses gastos é muitas vezes descrita como sendo para 
“reparo e manutenção” de item do ativo imobilizado. 
Esquematização: 
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Custos Gastos Reconhecimento 
Manutenção e 
reparos 
Gastos do período São reconhecidos no resultado 
quando incorridos 
Peças e reposição ou 
paradas programadas 
Gastos de capital São reconhecidas no valor 
contábil do ativo imobilizado 
 
Portanto, os gastos de R$ 1.000 para manutenção e reparos no imobilizado 
devem ser classificados, no período em que foram incorridos, como despesa. 
Gabarito 35: Certo. 
 
36. (CESPE/AJ - Contabilidade - CNJ/2013) Uma entidade não deve 
reconhecer os custos da manutenção periódica de um item do ativo imobilizado 
no valor contábil desse item. Pelo contrário, quando incorridos, esses custos são 
reconhecidos no resultado. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
Método turbo para resolução no dia da prova: 
Os custos para manutenção e reparos no imobilizado devem ser classificados, 
no período em que foram incorridos, como despesa no resultado. 
Gabarito 36: Certo. 
 
37. (CESPE/Analista Executivo - Ciências Contábeis – SEGER - ES/2013) 
Com relação ao tratamento contábil estabelecido pelo Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis (CPC) para os ativos imobilizados, assinale a opção 
correta. 
a) No caso de aquisição a prazo de um item do ativo imobilizado, o seu custo 
deve ser calculado com base no equivalente ao preço à vista na data do 
reconhecimento. 
b) A reparação e a manutenção de um ativo evitam a necessidade de depreciá-
lo. 
c) O método linear é o único método aceito para fins de apropriação do valor 
depreciável de um ativo ao longo de sua vida útil. 
d) O valor residual não exerce influência na determinação do valor depreciável 
de um ativo. 
e) Os custos de manutenção periódica de um ativo imobilizado são reconhecidos 
no valor contábil desse ativo. 
Resolução: 
Vamos analisar as alternativas: 
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a) correta. Quando um bem do imobilizado é adquirido a prazo, o seu custo 
deve ser calculado com base no equivalente ao preço à vista na data do 
reconhecimento para atendimento ao ajuste a valor presente. 
b) incorreta. A reparação e a manutenção de um ativo não evitam a necessidade 
de depreciá-lo, pois são coisas distintas. 
c) incorreta. Segundo o CPC 27, vários métodos de depreciação podem ser 
utilizados para apropriar de forma sistemática o valor depreciável de um 
ativo ao longo da sua vida útil. Tais métodos incluem o método da linha 
reta, o método dos saldos decrescentes e o método de unidades 
produzidas. A depreciação pelo métodolinear resulta em despesa constante 
durante a vida útil do ativo, caso o seu valor residual não se altere. O método 
dos saldos decrescentes resulta em despesa decrescente durante a vida útil. O 
método de unidades produzidas resulta em despesa baseada no uso ou 
produção esperados. A entidade seleciona o método que melhor reflita o 
padrão do consumo dos benefícios econômicos futuros esperados 
incorporados no ativo. 
d) incorreta. O valor residual exerce influência na determinação do valor 
depreciável de um ativo, uma vez que o valor depreciável é resultado da 
diferença entre o custo de aquisição ou outro valor que substitua o custo e o 
valor residual. 
e) incorreta. Os custos para manutenção e reparos no imobilizado devem ser 
classificados, no período em que foram incorridos, como despesa no resultado. 
Gabarito 37: A. 
 
38. (CESPE/Contador - CADE/2014) O ativo imobilizado pode, 
eventualmente, incluir bens incorpóreos. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
É uma questão que gera muita dúvida nos alunos. 
A princípio, a regra é que sejam classificados no ativo imobilizado apenas os 
bens corpóreos (materiais ou tangíveis). 
 
Porém, segundo o CPC 04 – Ativo Intangível, alguns ativos intangíveis podem 
estar contidos em elementos que possuem substância física, como um disco 
(como no caso de software), documentação jurídica (no caso de licença ou 
patente) ou em um filme. Para saber se um ativo que contém elementos 
intangíveis e tangíveis deve ser tratado como ativo imobilizado de acordo 
com o Pronunciamento Técnico CPC 27 – Ativo Imobilizado ou como ativo 
intangível, nos termos do presente Pronunciamento, a entidade avalia qual 
elemento é mais significativo. 
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Por exemplo, um software de uma máquina-ferramenta controlada por 
computador que não funciona sem esse software específico é parte integrante 
do referido equipamento, devendo ser tratado como ativo imobilizado. O 
mesmo se aplica ao sistema operacional de um computador. Quando o 
software não é parte integrante do respectivo hardware, ele deve ser tratado 
como ativo intangível. 
Portanto, com base no explicado acima, a assertiva estaria correta. Na 
minha visão, esta seria a resposta, tendo em vista o disposto no CPC 
04. 
 
Porém, o examinador pode ter interpretado de outra maneira e, por isto, 
considerou a questão errada. 
Vamos ver como seria esse posicionamento. 
Quando um bem corpóreo não funciona sem um item incorpóreo, este deve ser 
considerado parte integrante do bem tangível, o que leva a classificá-lo 
totalmente como ativo imobilizado. 
O exemplo clássico é um computador (bem corpóreo) que vem com Windows 
(bem incorpóreo). 
Assim, no ativo imobilizado, não aparece dois itens, o computador e o software, 
mas sim um valor total do computador que inclui as partes corpórea e 
incorpórea. 
Com isso, será classificado no ativo imobilizado somente o computador (item 
tangível) que, no seu custo total, está incluído o custo do software (parte 
intangível), pois este é parte integrante dos elementos que possuem substância 
física. 
Neste caso, não há bem incorpóreo classificado no ativo imobilizado, mas sim 
um bem corpóreo (computador), que contém implicitamente no seu custo o 
valor de um bem sem substância física, o software. 
Este pode sido o entendimento do examinador, o que levou a considerar a 
questão como incorreta. 
Porém, tomem muito cuidado, pois o CESPE pode mudar a sua interpretação. 
Gabarito 38: Errado. 
 
39. (CESPE/Contador - SUFRAMA/2014) A depreciação de um imobilizado 
calculada pelo método da soma dos dígitos apresenta despesas anuais de 
depreciação crescentes ao longo do tempo. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
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O método da soma dos dígitos pode ser calculado de forma crescente ou 
decrescente. Assim, podemos ter duas situações: 
a) Método dos saldos crescentes: apresenta despesas anuais de depreciação 
crescentes ao longo do tempo. 
b) Método dos saldos decrescentes: apresenta despesas anuais de depreciação 
decrescentes ao longo do tempo. 
 
Portanto, o item está incorreto. 
De acordo com o CPC 27, vários métodos de depreciação podem ser utilizados 
para apropriar de forma sistemática o valor depreciável de um ativo ao longo 
da sua vida útil. Tais métodos incluem o método da linha reta, o método dos 
saldos decrescentes e o método de unidades produzidas. 
Ou seja, é importante destacar que as normas contábeis só admitem a utilização 
do método da soma dos dígitos na modalidade decrescente. 
Vamos exemplificar como forma de revisão: 
Suponha que uma empresa tenha um bem a ser depreciado cujo valor de custo 
seja de R$ 5.000,00. O valor residual do bem é de R$ 500,00. A sua vida útil é 
de 5 anos. 
Valor depreciável = 5.000 – 4.500 = R$ 500,00 
Soma dos dígitos 5 + 4 + 3 + 2 + 1 = 15 
Pelo método da soma dos dígitos, na forma crescente, temos que: 
Taxas crescentes 
Ano Fração Depreciação anual 
1 (1/15) X 4.500 R$ 300,00 
2 (2/15) X 4.500 R$ 600,00 
3 (3/15) X 4.500 R$ 900.00 
4 (4/15) X 4.500 R$ 1.200,00 
5 (5/15) X 4.500 R$ 1.500,00 
Total R$ 4.500,00 
 
Considerando o mesmo exemplo acima, pelo método da soma dos dígitos, 
na forma decrescente, temos que: 
Taxas decrescentes 
Ano Fração Depreciação anual 
1 (5/15) X 4.500 R$ 1.500,00 
2 (4/15) X 4.500 R$ 1.200,00 
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3 (3/15) X 4.500 R$ 900.00 
4 (2/15) X 4.500 R$ 600,00 
5 (1/15) X 4.500 R$ 300,00 
Total R$ 4.500,00 
 
Gabarito 39: Errado. 
 
40. (CESPE/Analista - MPU/2015) A redução do valor residual de um ativo 
imobilizado proporcionará aumento da cota de depreciação mensal desse ativo, 
caso sua vida útil seja mantida inalterada. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
Resolução: 
A cota ou taxa de depreciação mensal é calculada da seguinte maneira: 
Cota de depreciação mensal = Valor Depreciável* 
 Vida útil em anos 
* Valor depreciável = Custo de aquisição – valor residual 
 
Pessoal, considerando o mesmo custo de aquisição de um bem, ao diminuir o 
valor residual, teremos um aumento do valor da cota mensal de depreciação, 
desde que a vida útil não seja alterada. 
Vamos ver um exemplo na prática: 
Ativo = R$ 13.000,00; Vida útil = 5 anos; 
1. Valor Residual = 2.200,00 
Cota de depreciação mensal = 13.000 – 2.200 = 10.800 = R$ 180,00 
 5 x 12 60 
2. Valor Residual = 1.000,00 
Cota de depreciação mensal = 13.000 – 1.000 = 12.000 = R$ 200,005 x 12 60 
Portanto, confirmamos o gabarito como correto. 
Gabarito 40: Certo. 
 
FCC 
41. (FCC/Julgador Administrativo Tributário – SEFAZ - PE/2015) A Cia. 
Ferro & Aço adquiriu, em 31/12/2012, um equipamento por R$ 600.000,00, à 
vista. Na data de aquisição, a vida útil estimada desse equipamento foi 10 anos 
e o valor residual estimado em R$ 40.000,00. Em 01/01/2014, a Cia. reavaliou 
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que a vida útil remanescente era 6 anos e o valor residual reestimado era R$ 
34.000,00. 
Com base nestas informações e sabendo-se que a empresa adota o método das 
quotas constantes para o cálculo da depreciação, o valor contábil apresentado 
no Balanço Patrimonial da Cia. Ferro & Aço, em 31/12/2014, foi, em reais, 
a) 600.000,00. 
b) 425.000,00. 
c) 440.000,00. 
d) 420.000,00. 
e) 459.000,00. 
Resolução: 
Meus alunos, primeiro, vou responder de forma detalhada para revisarmos o 
assunto. Depois, faço a resolução por meio de um método turbo, ou seja, 
método de resolução para o dia da prova, presumindo que você já sabe a base 
para responder. 
Vamos calcular o valor da depreciação até 31/12/2013 para encontrarmos o 
valor contábil da máquina nesta mesma data. 
1. Cálculo do valor contábil do equipamento em 31/12/2013: 
Custo de aquisição do equipamento em 31/12/2012 = R$ 600.000,00. 
Valor residual estimado do equipamento = R$ 40.000,00 
Valor depreciável em 31/12/2013 = R$ 560.000,00 (600.000 – 40.000) 
Vida útil estimada do equipamento = 10 anos 
Depreciação anual = valor depreciável/vida útil = 560.000/10 = R$ 56.000,00 
 
Portanto, a depreciação acumulada em 31/12/2013 é igual a R$ 56.000,00, 
referente ao período de 1 ano (31/12/2012 à 31/12/2013). 
1.1. Valor Contábil, em 31/12/13, antes da reestimativa da vida útil e do valor 
residual: 
 
Custo de aquisição do equipamento ............. 600.000,00 
(-) Depreciação acumulada ........................ (56.000,00) 
= Valor contábil do equipamento …............. 544.000,00 
 
De acordo com o CPC 26, item 63: Depois do reconhecimento da perda por 
desvalorização, a despesa de depreciação, amortização ou exaustão do ativo 
deve ser ajustada em períodos futuros para alocar o valor contábil revisado 
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do ativo, menos seu valor residual (se houver), em base sistemática ao longo 
de sua vida útil remanescente. 
Pessoal, em 01/01/2014, a Cia. reavaliou que a vida útil remanescente era 6 
anos e o valor residual reestimado era R$ 34.000,00. Com isso, a depreciação 
já calculada não é alterada. Porém, a partir do ano de 2014, a empresa irá 
calcular um novo valor depreciável (base de cálculo da depreciação) com base 
nas informações mais recentes e utilizar a nova vida útil para cálculo da 
depreciação. 
 
2. Cálculo do valor contábil do equipamento em 31/12/2014: 
O valor contábil revisado do ativo é igual ao valor contábil que está registrado 
no balanço fechado no final do ano anterior (31/12/2013). Portanto, o 
valor contábil revisado do ativo em, 31/12/2014, é igual a 544.000,00 
(600.000 – 56.000). 
Valor residual reestimado do equipamento = R$ 34.000,00 
Valor depreciável em 31/12/2014 = R$ 510.000,00 (544.000 – 34.000) 
O valor depreciável é o valor que ainda falta depreciar, uma vez que o valor 
residual não é depreciado e já temos uma parcela que depreciamos no valor de 
R$ 56.000,00. 
 
Vida útil remanescente do equipamento = 6 anos 
Depreciação anual em 31/12/2014 = 510.000/6 anos = R$ 85.000,00 
Portanto, a depreciação acumulada em 31/12/2014 é igual a R$ 141.000,00: 
Depreciação em 2013 ..................................... 56.000,00 
+ Depreciação em 2014 .................................. 85.000,00 
Depreciação acumulada em 31/12/14 .............. 141.000,00 
 
2.1. O valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Ferro & Aço, 
em 31/12/2014, é: 
Custo de aquisição do equipamento ............. 600.000,00 
(-) Depreciação acumulada ....................... (141.000,00) 
= Valor contábil do equipamento …............. 459.000,00 
Com isso, o gabarito é a letra E. 
 
Método para resolução no dia da prova: 
1. Cálculo do valor contábil do equipamento em 31/12/2013: 
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Custo de aquisição do equipamento em 31/12/2012 = R$ 600.000,00. 
Valor residual = R$ 40.000,00. 
Valor depreciável = 600.000 – 40.000 = R$ 560.000,00. 
Vida útil estimada do equipamento = 10 anos 
Depreciação acumulada em 31/12/13 = 560.000 = R$ 56.000,00 
 10 anos 
 
1.1. Valor Contábil apresentado no balanço patrimonial em 31/12/2013: 
Custo de aquisição do equipamento ............. 600.000,00 
(-) Depreciação acumulada ........................ (56.000,00) 
= Valor contábil do equipamento …............. 544.000,00 
 
2. Cálculo do valor contábil do equipamento em 31/12/2014: 
Pessoal, o valor contábil revisado do ativo é igual ao valor contábil que está 
registrado no balanço fechado no final do ano anterior (31/12/2013). Portanto, 
o valor contábil revisado do ativo em, 31/12/2013, é igual a 544.000,00. 
Valor residual reestimado = R$ 34.000,00 
Valor depreciável = 544.000 – 34.000 = R$ 510.000,00 
Vida útil remanescente = 6 anos 
Despesa de Depreciação em 31/12/14 = 510.000 = R$ 85.000,00 
 6 anos 
 
Depreciação acumulada em 31/12/13 ............... 56.000,00 
+ Despesa de depreciação em 31/12/14 ........... 85.000,00 
Depreciação acumulada em 31/12/14 ............. 141.000,00 
 
Custo de aquisição do equipamento ................ 600.000,00 
(-) Depreciação acumulada ......................... (141.000,00) 
= Valor contábil do equipamento …................ 459.000,00 
Gabarito 41: E. 
 
42. (FCC/Auditor Fiscal - SEFAZ - MA/2016) O preço de aquisição de um 
equipamento de produção foi R$ 9.000.000,00, o pagamento da compra ocorreu 
à vista em 31/12/2013 e o mesmo entrou em funcionamento na mesma data. 
A empresa definiu a vida útil do equipamento em 8 anos de utilização e calcula 
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sua despesa de depreciação em função dotempo decorrido. Na data da 
aquisição o valor residual no final do prazo de vida útil foi estimado em R$ 
1.120.000,00. 
No início do ano de 2015, a empresa reavaliou a vida útil remanescente do 
equipamento para 5 anos, em função de alteração na sua política de substituição 
do equipamento, e estimou que o valor residual no final desta nova vida útil 
seria R$ 1.205.000,00. A análise feita pela empresa no final de 2014 identificou 
que não havia necessidade de redução do valor contábil do equipamento. 
Para fins fiscais a vida útil do equipamento é definida em 10 anos. O valor 
contábil que deveria ser evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 para 
este equipamento foi, em reais: 
(A) R$ 6.653.000,00. 
(B) R$ 5.757.000,00. 
(C) R$ 7.030.000,00. 
(D) R$ 6.750.000,00. 
(E) R$ 7.200.000,00. 
Resolução: 
Inicialmente, precisamos encontrar o valor contábil do equipamento em 
31/12/2014. 
Método turbo para resolução no dia da prova: 
1. Valor contábil do equipamento em 31/12/2014 (antes da reavaliação): 
Depreciação acumulada em 31/12/14 = (Custo de aquisição – Valor residual) 
 Vida útil em anos 
Depreciação acumulada = 9.000.000 – 1.120.000 = R$ 985.000,00 
 8 anos 
 
1.1. Valor Contábil apresentado no balanço patrimonial em 31/12/2014: 
 
Custo de aquisição do equipamento .................... 9.000.000,00 
(-) Depreciação acumulada ................................ (985.000,00) 
= Valor contábil do equipamento ….................... 8.015.000,00 
 
2. Cálculo do valor contábil do equipamento em 31/12/2015 (depois da 
reavaliação da vida útil): 
Pessoal, o valor contábil revisado do ativo é igual ao valor contábil que está 
registrado no balanço fechado no final do ano anterior (31/12/2014). Portanto, 
o valor contábil revisado do ativo em, 31/12/2014, é igual a 8.015.000,00. 
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Valor residual reestimado = R$ 1.205.000,00 
Vida útil remanescente = 5 anos 
Despesa de Depreciação em 2015 = 8.015.000 – 1.205.000 = R$ 1.362.000,00 
 5 anos 
 
Valor contábil do equipamento = 8.015.000 – 1.362.000 = R$ 6.653.000,00 
Portanto, o valor contábil do equipamento evidenciado no Balanço 
Patrimonial de 31/12/2015 é o montante de R$ 6.653.000,00. 
Gabarito 42: A. 
 
43. (FCC/Analista de Gestão – Contabilidade – SABESP/2018) A Cia. 
Garante Tudo adquiriu, em 31/12/2015, uma máquina por R$ 1.800.000,00, à 
vista. Na data de aquisição, a vida útil econômica estimada da máquina foi 20 
anos e o valor residual foi R$ 120.000,00. Em 01/01/2017, a Cia. reavaliou a 
vida útil remanescente para 15 anos e o novo valor residual esperado para R$ 
66.000,00. Sabendo que a Cia. Garante Tudo utiliza o método das cotas 
constantes para cálculo da despesa de depreciação, o valor contábil da máquina 
evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2017 foi, em reais, 
(A) 1.606.000,00. 
(B) 1.583.250,00. 
(C) 1.428.000,00. 
(D) 1.568.800,00. 
(E) 1.540.000,00. 
Resolução: 
Método turbo para resolução no dia da prova: 
1. Valor contábil em 31/12/2016 (antes da reavaliação da vida útil): 
Depreciação acumulada em 31/12/16 = (Custo de aquisição – Valor residual) 
 Vida útil em anos 
Depreciação acumulada em 31/12/16 = (1.800.000 – 120.000) = R$ 84.000,00 
 20 anos 
Valor Contábil em 31/12/2016 = 1.800.000 – 84.000 = 1.716.000 
 
2. Valor contábil em 31/12/2017 (depois da reavaliação da vida útil): 
Valor contábil revisado do ativo em, 31/12/2016, é igual a 1.716.000,00. 
Despesa de Depreciação de 2017 = (1.716.000 – 66.000) = R$ 110.000,00 
 15 anos 
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Valor contábil em 31/12/17 = 1.716.000 – 110.000 = R$ 1.606.000,00 
Gabarito 43: A. 
 
44. (FCC/Analista - Contadoria – TRF 3ª Região/2016) Uma empresa 
adquiriu um equipamento de produção pelo valor de R$ 12.000.000,00 que foi 
pago à vista. A aquisição ocorreu em 30/06/2010, a empresa definiu a vida útil 
do equipamento em 10 anos de utilização e calcula sua despesa de depreciação 
em função do tempo decorrido (método das quotas constantes), tendo em vista 
que o mesmo funciona sem qualquer interrupção. No início do prazo de 
utilização do equipamento o valor residual estimado para sua venda no final da 
vida útil era R$ 1.500.000,00. No final de 2013, a empresa identificou que o 
valor residual no final da vida útil foi reduzido para R$ 1.175.000,00, em 
decorrência do aparecimento de novos equipamentos com tecnologia mais 
atual, o que fez com que o valor de mercado dos equipamentos utilizados pela 
empresa diminuísse. A análise feita pela empresa neste momento (final de 
2013) identificou que não havia necessidade de redução do valor contábil do 
equipamento (o valor recuperável era maior que o valor contábil). Se a vida útil 
do equipamento para fins fiscais é definida em 8 anos, o valor contábil que 
deveria ter sido evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2014 para este 
equipamento era, em reais, 
(A) 5.250.000,00. 
(B) 6.600.000,00. 
(C) 5.775.000,00. 
(D) 7.225.000,00. 
(E) 7.275.000,00. 
Resolução: 
Método para resolução no dia da prova: 
1. Valor contábil do equipamento em 31/12/2013 (antes da reavaliação 
da vida útil): 
Depreciação Anual = (Custo de aquisição – Valor residual) 
 Vida útil em anos 
Depreciação Anual = (12.000.000 – 1.500.000) = R$ 1.050.000,00 
 10 anos 
 
Cálculo da depreciação acumulada até a data de 31/12/2013 (3 anos e meio 
após a data de aquisição): 
Depreciação Acumulada em 31/12/2013 = 1.050.000 * 3,5 = R$ 3.675.000,00 
 
1.1. Valor Contábil apresentado no balanço patrimonial em 31/12/2013: 
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Custo de aquisição .............................. 12.000.000,00 
(-) Depreciação acumulada ................. (3.675.000,00) 
= Valor contábil do equipamento .......... 8.325.000,00 
 
2. Valor contábil do equipamento em 31/12/2014 (depois da reavaliação 
da vida útil): 
Valor contábil revisado do ativo em, 31/12/2013, é igual a 8.325.000,00. 
Valor residual reestimado = R$ 1.175.000,00 
Vida útil remanescente = 6,5 anos (10 anos – 3,5 anos)Depreciação Anual = (8.325.000,00 – 1.175.000,00) = R$ 1.100.000,00 
 6,5 anos 
 
Custo de aquisição ........................ 12.000.000,00 
(-) Depreciação acumulada ............ (4.775.000,00) = 3.675.000 + 1.100.000 
= Valor contábil do equipamento ..... 7.225.000,00 
Gabarito 44: D. 
 
45. (FCC/Analista Legislativo – Contabilidade – ALESE/2018) A Cia. Só 
Lenha adquiriu, em 31/12/2014, um equipamento por R$ 1.120.000,00, à vista. 
A vida útil econômica estimada para o equipamento, na data de aquisição, era 
12 anos e o valor residual esperado era R$ 160.000,00. Em 01/01/2016, a 
empresa reavaliou a vida útil do equipamento e determinou que a vida útil 
remanescente seria 10 anos e o novo valor residual era R$ 80.000,00. Com 
base nestas informações, o valor contábil evidenciado no Balanço Patrimonial 
da Cia. Só Lenha, em 31/12/2017, foi, em reais, 
(A) 640.000,00. 
(B) 728.000,00. 
(C) 808.000,00. 
(D) 848.000,00. 
(E) 768.000,00. 
Resolução: 
Inicialmente, buscaremos o valor contábil (VC) e a depreciação sofrida pelo 
imobilizado antes da sua reavaliação (31/12/2015). 
Entre 31/12/2014 e 31/12/2015 temos 1 ano depreciável (A FCC utiliza o prazo 
cheio). 
Depreciação anual = (1.120.000 – 160.000) / 12 anos = 960.000/10 
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Depreciação anual = R$ 80.000 
Assim, em 31/12/2015, o valor contábil é: 
Valor Contábil em 31/12/15 = R$ 1.120.000 - R$ 80.000 = R$ 1.040.000 
Agora, vamos chegar ao valor contábil (VC) e à depreciação do 
imobilizado depois da sua reavaliação: 
Depreciação anual = (R$ 1.040.000* - R$ 80.000) / 10 anos = 96.000 
Depreciação de 2016 e de 2017 = 2 x 96.000 = R$ 192.000 
* Como houve reavaliação da vida útil e do valor residual, o custo de 
aquisição no cálculo da depreciação será substituído pelo valor contábil 
revisado do ativo. Este montante é igual ao valor contábil que está 
registrado no balanço fechado no final do ano anterior (31/12/2015). 
Valor contábil do ativo em 31/12/2017 = 1.040.000 – 192.000 = R$ 848.000 
Gabarito 45: D. 
 
46. (FCC/Analista - Controle interno – CNMP/2015) Uma empresa 
adquiriu, em 01/12/2012, um equipamento utilizado em seu processo de 
produção. 
O preço de aquisição foi R$ 1.000.000,00 e o pagamento efetuado à vista, sendo 
que a empresa incorreu também nos seguintes gastos necessários para que o 
equipamento entrasse em operação: 
− Gastos com componentes para configuração da máquina: R$ 300.000,00. 
− Gastos com serviços de mão de obra para instalação: R$ 200.000,00. 
O equipamento entrou em operação em 02/01/2013, a empresa estimou sua 
vida útil em 500.000 unidades e espera vendê-lo, no final do período de 
utilização, pelo valor líquido de R$ 400.000,00. Durante o ano de 2013 a 
empresa produziu 70.000 unidades e sabe-se que a vida útil para fins fiscais é 
definida em 10 anos. O valor total apropriado ao custo de produção no ano de 
2013 foi, em reais, 
(A) 100.000,00. 
(B) 150.000,00. 
(C) 110.000,00. 
(D) 154.000,00. 
(E) 140.000,00. 
Resolução: 
Segundo o CPC 27 – Ativo Imobilizado, o custo de um item do ativo imobilizado 
compreende: 
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(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os 
descontos comerciais e abatimentos; 
(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no 
local e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do 
item e de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido 
ou como consequência de usá-lo durante determinado período para finalidades 
diferentes da produção de estoque durante esse período. 
 
Exemplos de custos diretamente atribuíveis ao imobilizado: 
(a) custos de benefícios aos empregados (tal como definidos no 
Pronunciamento Técnico CPC 33 – Benefícios a Empregados) decorrentes 
diretamente da construção ou aquisição de item do ativo imobilizado; 
(b) custos de preparação do local; 
(c) custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); 
(d) custos de instalação e montagem; 
(e) custos com testes para verificar se o ativo está funcionando 
corretamente, após dedução das receitas líquidas provenientes da venda de 
qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição (tais 
como amostras produzidas quando se testa o equipamento); e 
(f) honorários profissionais. 
 
Portanto, o custo do imobilizado será de: 
Preço de Aquisição ........................................................... R$ 1.000.000,00 
+ Gastos com Componentes para configuração da máquina ...... R$ 300.000,00 
+ Gastos com Instalação ..................................................... R$ 200.000,00 
= Custo do Imobilizado ................................................ R$ 1.500.000,00 
 
Meus amigos, na Contabilidade de Custos, a depreciação de equipamentos 
de produção é apropriada ao custo de produção do período. Com isso, o 
valor da despesa de depreciação do período será o montante apropriado ao 
custo de produção do período. 
A depreciação será calculada em função capacidade produtiva da empresa. 
Portanto, desconsidere a informação da vida útil para fins fiscais. 
Vamos aos cálculos: 
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Depreciação = (Custo de aquisição – Valor residual) x Taxa de depreciação 
Depreciação de 2013 = (1.500.000 – 400.000) x 70.000 unidades 
 500.000 unidades 
Depreciação de 2013 = 1.100.000 x 14% = R$ 154.000,00 
Gabarito 46: D. 
 
47. (FCC/Auditor Substituto de Conselheiro – TCM – GO/2015) O valor 
original de um ativo deduzido do seu valor residual denomina-se valor 
a) líquido contábil. 
b) contábil original líquido. 
c) depreciável, amortizável ou exaurido. 
d) realizável líquido. 
e) realizável. 
Resolução: 
Valor depreciável, amortizável ou exaurido é o custo de aquisição (ou valor 
original) de um ativo menos o seu valor residual. Vejam como é fácil, rsrsrsrsrs. 
Gabarito 47: C. 
 
48. (FCC/Auditor Fiscal - SEFAZ - PI/2015) Uma empresa adquiriu, em 
02/01/2013, um edifício pelo valor de R$ 10.000.000,00 e estimou que a vida 
útil esperada de utilização era 10 anos e valor residual igual a zero. A empresa 
decidiu, então, fazer uma grande reforma cujo valor total foi R$ 3.000.000,00, 
o que aumentoua vida útil esperada do edifício para 30 anos, sendo que, ao 
final deste novo prazo de vida útil, o valor residual esperado passou a ser R$ 
4.000.000,00. Sabendo-se que o edifício ficou pronto e começou a ser utilizado 
em 30/09/2013, a empresa apresentará na Demonstração do Resultado de 
2013, em reais, 
(A) Despesa de Depreciação = 200.000,00 e Despesa com Reforma = 
3.000.000,00 
(B) Despesa de Depreciação = 1.000.000,00 e Despesa com Reforma = 
3.000.000,00 
(C) Despesa de Depreciação = 250.000,00 e Despesa com Reforma = 
3.000.000,00 
(D) Despesa de Depreciação = 75.000,00 
(E) Despesa de Depreciação = 825.000,00 
Resolução: 
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Como o valor da reforma aumentará a vida útil do imobilizado em 20 anos, estes 
gastos serão incluídos no custo de aquisição do edifício, que começou a 
depreciar a partir da utilização, fato ocorrido em 30/09/2013. 
Já podemos eliminar as alternativas A, B e C, uma vez que não será registrado 
despesa com reforma. 
Valor Contábil do Edifício = R$ 13.000.000,00 (10.000.000 + 3.000.000) 
Valor Residual do Edifício = R$ 4.000.000,00 
Valor depreciável do Edifício = R$ 9.000.000,00 (13.000.000 - 4.000.000) 
Vida útil mensal = 30 anos * 12 meses = 360 meses 
Cálculo da depreciação mensal do bem: 
Depreciação Mensal = Valor depreciável = 9.000.000 = R$ 25.000,00 por mês 
 Vida útil mensal 360 meses 
 
Cálculo da depreciação em 31/12/2013, três meses após o início da depreciação 
do imóvel: 
Despesa de Depreciação em 2013 = 25.000 x 3 meses = R$ 75.000,00 
A empresa apresentará na Demonstração do Resultado de 31/12/2013 uma 
Despesa de Depreciação no valor de R$ 75.000,00. 
Gabarito 48: D. 
 
49. (FCC/Auditor Fiscal - SEFAZ - PI/2015) Uma empresa adquiriu um 
equipamento industrial que foi instalado em um imóvel alugado pelo prazo de 
10 anos. O custo de aquisição do equipamento foi R$ 5.000.000,00 e a compra 
ocorreu em 01/01/2013. A empresa estima que utilizará o equipamento por 10 
anos de forma contínua durante 24 horas por dia, em função da sua atividade. 
No final deste prazo de utilização, o equipamento poderá ser vendido por R$ 
400.000,00. 
O contrato de aluguel do imóvel estabelece que a empresa deverá devolvê-lo 
nas mesmas condições em que o recebeu no início do prazo do contrato. No 
final do 10º ano, a empresa retirará o equipamento do imóvel e projeta que 
incorrerá em gastos no valor de R$ 780.000,00 para fazer a remoção do 
equipamento e reestruturar o imóvel para as condições estabelecidas no 
contrato de aluguel. A taxa acumulada de juros projetada para o período do 
contrato de aluguel é 30%. 
O valor contábil do equipamento a ser apresentado no Balanço Patrimonial em 
31/12/2013 e o valor da Despesa de Depreciação apresentado na Demonstração 
do Resultado do ano de 2013 são, respectivamente, em reais, 
(A) 4.540.000,00 e 460.000,00. 
(B) 5.080.000,00 e 520.000,00. 
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(C) 4.500.000,00 e 500.000,00. 
(D) 4.480.000,00 e 520.000,00. 
(E) 5.100.000,00 e 500.000,00. 
Resolução: 
O custo de um item do ativo imobilizado compreende: 
(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e impostos 
não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os descontos comerciais 
e abatimentos; 
(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e 
condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma pretendida 
pela administração; 
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item 
e de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos 
representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido 
ou como consequência de usá-lo durante determinado período para finalidades 
diferentes da produção de estoque durante esse período. 
 
O custo de desmontagem e remoção do equipamento e restauração deverá ser 
incluído no custo de aquisição do imobilizado. Assim, temos que trazer o valor 
de R$ 780.000,00 para a data atual mediante a utilização da taxa acumulada 
de juros de 30%. 
Vamos aos cálculos: 
1. Custo do equipamento = preço de compra + custo de remoção 
Custo do equipamento = 5.000.000 + 780.000/1,3 
Custo do equipamento = 5.000.000 + 600.000 = R$ 5.600.000,00 
2. Valor Residual do equipamento = R$ 400.000,00 
3. Valor depreciável = custo de aquisição do bem – valor residual do bem 
Valor depreciável = R$ 5.200.000,00 (5.600.000 - 400.000) 
4. Vida útil = 10 anos 
5. Cálculo da depreciação anual do bem: 
Depreciação Anual = Valor depreciável = 5.200.000 = R$ 520.000,00 
 Vida útil anual 10 anos 
 
Observação: a depreciação acelerada é utilizada para o Fisco. Portanto, você 
não deve multiplicar por 2, uma vez que a vida útil (prazo que o bem será 
utilizado) é igual a 10 anos. Os ajustes para reconhecimento da depreciação 
acelerada devem ser realizados em livros fiscais. 
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6. Lançamento da despesa de depreciação de 2013 no valor de R$ 520.000,00: 
D – Despesa de Depreciação (Resultado) ................................... 520.000,00 
C – Depreciação Acumulada (Retificadora do Ativo imobilizado) .... 520.000,00 
 
7. O valor contábil do equipamento no Balanço, em 31/12/2013, será de: 
Custo do Equipamento ............................ R$ 5.600.000,00 
(–) Depreciação Acumulada ...................... (R$ 520.000,00) 
= Valor contábil do equipamento .............. R$ 5.080.000,00 
Gabarito 49: B. 
 
50. (FCC/Auditor Fiscal – SEFAZ-GO /2018) Uma máquina foi adquirida à 
vista por R$ 12.500.000,00 e a empresa gastou, adicionalmente, R$ 
1.000.000,00 na alteração da estrutura do imóvel para fazer a instalação da 
máquina. O imóvel utilizado pela empresa é alugado e uma cláusula contratual 
estabelece que, no final do prazo contratado, esta deverá fazer a reestruturação 
necessária para devolver o imóvel nas mesmas condições do início do contrato. 
A aquisição ocorreu em 30/06/2015 e a empresa definiu que utilizará a máquina 
durante 10 anos, mesmo prazo de vigência do contrato de aluguel do imóvel. A 
empresa estima que os gastos para a reestruturação do imóvel, no final do 10º 
ano, totalizarão R$ 1.650.000,00 e a taxa de juros vigente era de 10% para o 
prazo de 10 anos. A empresa calcula a despesa de depreciação em função do 
tempo decorrido, tendo em vista que a máquina funciona sem qualquer 
interrupção. No início do prazo de utilização da máquina, o valor residual 
estimado para sua venda no final da vida útil era R$ 3.750.000,00. Se a vida 
útil do equipamento para fins fiscais é definidaem 8 anos, a despesa de 
depreciação evidenciada na demonstração do resultado de 2015 para esta 
máquina foi, em reais, 
(A) 625.000,00. 
(B) 437.500,00. 
(C) 487.500,00. 
(D) 675.000,00. 
(E) 562.500,00. 
Resolução: 
A estimativa dos custos de reestruturação do local deverá ser incluída no custo 
de aquisição do imobilizado. Assim, temos que trazer o valor de R$ 
1.650.000,00 para a data atual mediante a utilização da taxa acumulada de 
juros de 10%. 
Vamos aos cálculos: 
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1. Custo da máquina = preço de compra + instalação + custo de 
reestruturação 
Custo da máquina = 12.500.000 + 1.000.000 + (1.650.000/1,1) 
Custo da máquina = R$ 15.000.000,00 
2. Valor depreciável = custo de aquisição do bem – valor residual do bem 
Valor depreciável = R$ 11.250.000,00 (15.000.000 – 3.750.000) 
3. Vida útil = 10 anos (estimativa da empresa e não a vida útil fiscal) 
Observação: a depreciação acelerada é utilizada para o Fisco. Portanto, você 
não deve multiplicar por 2, uma vez que a vida útil (prazo que o bem será 
utilizado) é igual a 10 anos. Os ajustes para reconhecimento da depreciação 
acelerada devem ser realizados em livros fiscais. 
4. Cálculo da despesa de depreciação anual do bem: 
Depreciação Anual = Valor depreciável = 11.250.000 = R$ 1.125.000,00 
 Vida útil anual 10 anos 
Depreciação em 2015 (6 meses) = 1.125.000 x 50% = R$ 562.500,00 
Gabarito 50: E. 
 
51. (FCC/Contabilidade – TRF 4ª/2014) Uma máquina foi adquirida, em 
31/12/2010, pelo valor de R$ 3.000.000,00 e a empresa definiu que a vida útil 
econômica seria 8 anos. No final deste prazo de utilização, a empresa estimou 
que a máquina poderia ser vendida por R$ 300.000,00. A empresa adota o 
método das quotas constantes para o cálculo da despesa de depreciação e pelas 
regras fiscais a máquina é depreciada em 10 anos. 
Sabendo-se que o teste de recuperabilidade do custo da máquina indicou que 
não houve necessidade de ajuste por “impairment”, o saldo contábil da máquina 
a ser apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foi, em reais, 
a) 2.190.000,00. 
b) 1.987.500,00. 
c) 2.100.000,00. 
d) 1.875.000,00. 
e) 2.400.000,00. 
Resolução: 
Custo de aquisição da máquina = R$ 3.000.000,00 
Data da aquisição: 31/12/2010 
Valor residual = R$ 300.000,00 
Vida útil = 8 anos *; 
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* Contabilmente, a depreciação deve ser calculada conforme a melhor 
estimativa técnica disponível. Para concursos, devemos usar o que informa 
a questão, ainda que diferente do critério fiscal. Somente usamos as regras 
fiscais se não for mencionado a vida útil econômica do bem. Nesta questão, foi 
dado a vida útil econômica e a vida útil com base nos critérios fiscais. Para 
resolução, utilizamos a vida útil econômica. PEGADINHA DAS BANCAS. 
 
1. Valor depreciável = custo de aquisição – valor residual 
Valor depreciável = 3.000.000 – 300.000 = R$ 2.700.000,00 
2. Depreciação anual = Valor depreciável = 2.700.000,00 = 337.500 
 Vida útil em anos 8 anos 
3. Depreciação acumulada: 
2011: 337.500 
2012: 337.500 
2013: 337.500 
Depreciação acumulada em 31/12/2013 = R$ 1.012.500,00 (337.500 x 3) 
4. Valor da máquina no balanço patrimonial de 31/12/2013: 
 Máquina.............................3.000.000,00 
 (-) Depreciação acumulada…(1.012.500,00) 
Valor Contábil do equipamento...... 1.987.500,00 
Gabarito 51: B. 
 
52. (FCC/Analista de Controle Externo – TCE – GO/2014) A Cia. do Norte 
importou um novo equipamento fabril que quando em funcionamento 
aumentará sua produção em 40%, permitindo a ampliação do seu mercado de 
atuação. Na ocasião, a empresa incorreu nos seguintes gastos e desembolsos: 
Relação de Gastos Valores (R$) 
Valor pago ao fornecedor do equipamento .......................... 1.300.000,00 
Impostos não recuperáveis e de importação ........................... 200.000,00 
Fretes, seguros incidentes sobre transportes do item ................. 40.000,00 
Custo de adequação e preparação para instalação .................. 660.000,00 
Honorários de pessoal especializado utilizado na montagem e instalação do 
novo equipamento ............................................................. 350.000,00 
Custo de instalação e montagem .......................................... 300.000,00 
Gastos de instalações finais com testes de funcionamento ........ 150.000,00 
 
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Com base nos dados fornecidos, a empresa deve 
a) registrar em seu Ativo Não Circulante − Imobilizado, o valor de R$ 
3.000.000,00. 
b) lançar como Despesas Gerais de Fabricação o valor de R$ 1.500.000,00. 
c) contabilizar como custo do Imobilizado, apenas R$ 1.300.000,00. 
d) debitar em Despesas de Pessoal o montante de R$ 350.000,00. 
e) considerar como Conta de Resultado o valor de R$ 200.000,00. 
Resolução: 
De acordo com o CPC 27 – Ativo Imobilizado, temos que: 
O custo de um item do ativo imobilizado compreende: 
(a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e 
impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os descontos 
comerciais e abatimentos; 
(b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no 
local e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma 
pretendida pela administração; 
(c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e 
de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. 
 
Exemplos de custos diretamente atribuíveis ao imobilizado: 
(a) custos de benefícios aos empregados; 
(b) custos de preparação do local; 
(c) custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); 
(d) custos de instalação e montagem; 
(e) custos com testes para verificar se o ativo está funcionando 
corretamente, após dedução das receitas líquidas provenientes da venda de 
qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição (tais 
como amostras produzidas quando se testa o equipamento); e 
(f) honorários profissionais. 
 
Portanto, todos os gastos realizados para aquisição do equipamento, que estão 
relacionados acima, são custos incluídos no valor a ser reconhecido no Ativo 
Não Circulante Imobilizado, conforme cálculo abaixo: 
Ativo Não Circulante Imobilizado = 1.300.000 + 200.000 + 40.000 + 660.000 
+ 350.000 + 300.000 + 150.000 
Ativo Não Circulante Imobilizado = R$ 3.000.000,00. 
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Gabarito 52: A. 
 
53. (FCC/SEFAZ – SP/2013) Os gastos do Departamento de Manutenção e 
Reparos de um Laticínio para realizar a pintura do imóvel onde está localizada 
a Administração Geral da empresa devem ser classificados, no período em que 
foram incorridos, como: 
a) imobilização. 
b) investimento. 
c) despesa. 
d) custo. 
e) perda. 
Resolução: 
De acordo com o CPC 27 – Ativo imobilizado, a entidade não reconhece no valor 
contábil de um item do ativo imobilizado os custos da manutenção periódica do 
item. Pelo contrário, esses custos são reconhecidos no resultado quando 
incorridos. Os custos da manutenção periódica são principalmente os custos de 
mão-de-obra e de produtos consumíveis, e podem incluir o custo de pequenas 
peças. A finalidade desses gastos é muitas vezes descrita como sendo para 
“reparo e manutenção” de item do ativo imobilizado. 
Esquematização: 
Custos Gastos Reconhecimento 
Manutenção e 
reparos 
Gastos do período São reconhecidos no resultado 
quando incorridos 
Peças e reposição ou 
paradas programadas 
Gastos de capital São reconhecidas no valor 
contábil do ativo imobilizado 
Portanto, os gastos do Departamento de Manutenção e Reparos de um Laticínio 
para realizar a pintura do imóvel onde está localizada a Administração Geral da 
empresa devem ser classificados, no período em que foram incorridos, como 
despesa. 
Gabarito 53: C. 
 
54. (FCC/MPE – RN/2012) Os saldos das contas “Peças e Conjuntos de 
Reposição” e “Ajustes Patrimoniais Financeiros” são evidenciados no balanço 
Patrimonial, respectivamente, como 
a) ativo circulante e intangível. 
b) imobilizado e patrimônio líquido. 
c) intangível e passivo não circulante. 
d) realizável a longo prazo e passivo circulante. 
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e) diferido e intangível. 
Resolução: 
Peças e Conjuntos de Reposição são “estoques” de peças para reposição 
futura, caso haja desgaste ou quebra de máquinas, equipamentos, etc. Sendo 
assim, Peças e Conjuntos de Reposição devem ser classificados no Ativo 
Imobilizado, em subconta específica. 
Esquematização: 
Custos Gastos Reconhecimento 
Manutenção e 
reparos 
Gastos do período São reconhecidos no 
resultado quando incorridos 
Peças e reposição ou 
paradas programadas 
Gastos de capital São reconhecidas no valor 
contábil do ativo imobilizado 
 
Já temos o gabarito, letra B. 
Os Ajustes Patrimoniais Financeiros, por outro lado, é conta de Ajuste de 
Avaliação Patrimonial, presente no Patrimônio Líquido, que registra as 
variações de valor dos ativos financeiros classificados como “disponíveis para a 
venda”, que são avaliados a valor justo na data do balanço. Ou seja, é um outro 
nome para a conta que conhecemos ao longo do curso. 
Gabarito 54: B. 
 
55. (FCC/Contador – TRT/2009) A empresa MG adquiriu o direito de 
exploração de uma mina de titânio por 990.000,00. Sabe-se que a capacidade 
da mina é de 20.000 toneladas. No primeiro ano, a empresa extraiu 2.000 
toneladas. No início do segundo ano, a empresa descobriu que a mina possuía 
uma capacidade adicional de 2.000 toneladas. Sabe-se que, no segundo ano, a 
empresa extraiu 3.000 toneladas. 
Com base nestas informações, a empresa apresentou, no final do segundo ano, 
um saldo de: 
a) amortização acumulada de R$ 225.000. 
b) exaustão acumulada de R$ 225.000. 
c) exaustão acumulada de R$ 232.650. 
d) amortização acumulada de R$ 234.000. 
e) amortização acumulada de R$ 247.500. 
Resolução: 
Cálculo da exaustão no primeiro ano: 
Custo de aquisição do direito de exploração da mina = 990.000,00 
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Capacidade (possança) estimada inicial da mina = 20.000 toneladas (T) 
Extração no 1º ano = 2.000 T 
 
Exaustão em 2011 = Extração no 1º ano x custo de aquisição 
 Possança no 1º ano 
Exaustão em 2011 = 2.000 T x 990.000 = R$ 99.000,00 
 20.000 T 
1) Registro da exaustão no primeiro ano: 
Exaustão (despesa) 
a Exaustão Acumulada ............................ 99.000,00 
 
Exaustão 
(1) 99.000 
 
 
Exaustão Acumulada 
 99.000 (1) 
 
Cálculo da exaustão no segundo ano: 
Custo de aquisição do direito de exploração da mina = 990.000,00 
Exaustão acumulada no 1º ano = R$ 99.000,00 
Capacidade (possança) da mina no 2º ano após reestimativa = 20.000 T 
Possança 1º ano ............................ 20.000 
- Extração 1º ano .......................... (2.000) 
+ capacidade adicional 2º ano ........... 2.000 
Possança 2º ano ............................ 20.000 
Extração no 2º ano = 3.000 T 
Exaustão = Extração 2º ano x (custo – exaustão acumulada 1º ano) 
 Possança 2º ano 
Exaustão 2º ano = 3.000 T x (990.000 – 99.000) = R$ 133.650,00 
 20.000 T 
 
2) Registro da exaustão no segundo ano: 
Exaustão (despesa) 
a Exaustão Acumulada .................................. 133.650,00 
 
 
 
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Exaustão 
 (2) 133.650 
 
 
Exaustão Acumulada 
 99.000 (1) 
133.650 (2) 
 232.650 
Gabarito 55: C. 
 
FGV 
56. (FGV/Auditor - MPE-AL/2018) Uma sociedade empresária que presta 
consultoria tributária transferiu sua sede de Belo Horizonte para Porto Alegre. 
Para isso, transferiu seus funcionários para Porto Alegre. A sociedade 
empresária adquiriu apartamentos em um prédio localizado ao lado da nova 
sede em Porto Alegre para alugar a seus funcionários. 
Assinale a opção que indica a contabilização dos apartamentos no balanço 
patrimonial da entidade. 
(A) Ativo Circulante. 
(B) Ativo Realizável a longo prazo. 
(C) Ativo Imobilizado. 
(D) Propriedade para Investimento. 
(E) Patrimônio Líquido. 
Resolução: 
Os apartamentos de propriedade da empresa alugados para os funcionários são 
classificados Ativo Não Circulante Imobilizado. 
Esquematização para facilitar as revisões: 
 
Gabarito 56: C. 
 
57. (FGV/Contador - MPE-AL/2018) Uma entidade adquiriu móveis 
planejados para sua sala de reuniões. Os móveis custaram R$ 6.000 e o frete 
Bens destinados 
para aluguel
quando estiver vinculado a 
ativo complementar na 
produção ou no fornecimento 
de bens ou serviços 
Ativo Não Circulante 
Imobilizado
quando estiver vinculadoa 
um investimento em si 
mesmo, com o objetivo de 
obter renda
Ativo Não Circulante 
Investimento
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de R$ 200 foi pago pelo fornecedor. Além disso, a instalação dos móveis teve 
um custo de R$ 600. Na ocasião, estimou- se que a remoção dos móveis no 
final do contrato de locação do imóvel será de R$ 900. 
Em relação aos móveis adquiridos, assinale a opção que indica o valor a ser 
contabilizado no Ativo Imobilizado da entidade. 
(A) R$ 6.000,00 
(B) R$ 6.200,00. 
(C) R$ 6.600,00. 
(D) R$ 7.500,00. 
(E) R$ 7.700,00. 
Resolução: 
O custo do Imobilizado será de: 
Valor de Aquisição ................................ 6.000,00 
+ Instalação .......................................... 600,00 
+ Remoção dos móveis no final do contrato 900,00 
= Custo Total ............................... R$ 7.500,00 
 
Como não trouxe taxa de juros para trazer a valor presente o valor de remoção 
dos móveis no final do contrato, subtende-se que o valor de R$ 900,00 já é o 
valor presente. 
Como o frete foi pago pelo FORNECEDOR e não pela entidade, referido gasto 
não entra no custo do imobilizado. 
Gabarito 57: D. 
 
58. (FGV/Analista Legislativo - Contabilidade - ALE-RO/2018) Uma 
empresa produz e vende balões. Em 02/01/2016, ela comprou uma máquina 
para utilizar em seu negócio por R$ 400.000. Ela estimava utilizar a máquina 
por quatro anos e vendê-la, para uma empresa menor, por R$ 80.000. 
A empresa estimava utilizar a máquina do seguinte modo: 
• em 2016: produção de 80.000 balões; 
• em 2017: produção de 100.000 balões; 
• em 2018: produção de 100.000 balões; e 
• em 2019: produção de 120.000 balões. 
Assinale a opção que indica o valor da depreciação acumulada da empresa, em 
31/12/2017, considerando que ela utiliza o método dos benefícios gerados para 
depreciar os seus ativos imobilizados e que as previsões se confirmaram. 
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(A) R$ 80.000. 
(B) R$ 100.000. 
(C) R$ 144.000. 
(D) R$ 160.000. 
(E) R$ 180.000. 
Resolução: 
A depreciação será pelo método dos benefícios gerados e não pela vida útil, 
conforme dados da questão. 
Capacidade total de produção = 80.000 + 100.000 + 100.000 + 120.000 
Capacidade total de produção = 400.000 balões 
Até 31/12/2017, a empresa produziu 180.000 balões. 
Depreciação acumulada = (400.000 – 80.000) x 180.000 = R$ 144.000,00 
 400.000 
Gabarito 58: C. 
 
59. (FGV/Técnico em Contabilidade - ALE-RO/2018) Assinale a opção que 
indica um ativo que deve sofrer amortização. 
(A) Marca reconhecida contabilmente com vida útil definida. 
(B) Patente adquirida de terceiros com vida útil indefinida. 
(C) Ágio apurado na aquisição de empresa. 
(D) Recursos florestais extraídos de floresta natural. 
(E) Máquina construída pela entidade. 
Resolução: 
Vamos analisar cada alternativa: 
(A) Correta. A marca reconhecida contabilmente com vida útil definida deve ser 
amortizada. 
(B) Incorreta. Ativos com vida útil indefinida não devem ser amortizados. 
(C) Incorreta. O ágio aqui mencionado é o goodwill. Este não deve ser 
amortizado, mas sofre teste de recuperabilidade. 
(D) Incorreta. Os recursos florestais extraídos de floresta natural são exauridos 
e não amortizados. 
(E) Incorreta. A máquina construída pela entidade é um bem tangível que sofre 
depreciação e não amortização. 
Gabarito 59: A. 
 
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60. (FGV/Técnico em Contabilidade – COMPESA/2018) Assinale a opção 
que indica bens que devem ser depreciados por uma entidade. 
(A) Terrenos utilizados no negócio da entidade. 
(B) Veículos utilizados para transporte de empregados. 
(C) Prédios destinados à revenda. 
(D) Obras de arte expostas na sede da entidade. 
(E) Marcas formadas internamente. 
Resolução: 
Não é admitido o registro de quota de depreciação em relação aos seguintes 
bens: 
a. Terrenos, salvo em relação aos melhoramentos, benfeitorias e 
construções; (letra A) 
b. Prédios ou construções não alugados e nem utilizados na produção de 
bens ou serviços destinados a manter a atividade da empresa; (letra C) 
c. Bens que aumentam de valor com o tempo como as antiguidades e as 
obras de arte; (letra D) 
d. Bens para os quais sejam registradas quotas de amortização ou 
exaustão. (letra E) 
 
Com isso, por eliminação, o nosso gabarito é a letra B. 
Gabarito 60: B 
 
61. (FGV/Contador - MPE-AL/2018) Uma entidade adquiriu, em 
02/01/2013, um veículo para utilizar em seus negócios por R$ 40.000. A 
entidade estimava que a vida útil econômica do veículo era de dez anos, no 
entanto, só pretendia utilizá-lo por seis anos e doá-lo. O veículo era utilizado 
para transporte dos funcionários na cidade do Rio de Janeiro. 
Em 02/01/2016, a entidade passou a oferecer serviços apenas em alguns 
bairros da cidade, de modo que a entidade reavaliou a vida útil econômica do 
veículo e estimou utilizá-lo por mais cinco anos. 
Assinale a opção que indica a depreciação acumulada do veículo, em 
31/12/2017, admitindo que a entidade utiliza o método das quotas constantes 
e que não houve ajustes decorrentes do teste de recuperabilidade. 
(A) R$ 20.000,00. 
(B) R$ 23.200,00. 
(C) R$ 25.000,00. 
(D) R$ 28.000,00. 
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(E) R$ 33.333,00. 
Resolução: 
Primeiro, vamos calcular a depreciação acumulada até 31/12/15, antes da 
reavaliação da vida útil econômica: 
Valor depreciável = Custo de aquisição – Valor residual = 40.000,00 
Vida útil = 6 anos (tempo que pretende utilizar o carro) 
Tempo utilizado = 3 anos (2013 a 2015) 
Depreciação acumulada = 40.000 x 3 / 6 anos = R$ 20.000,00 
Valor contábil em 31/12/2015 = 40.000 – 20.000 = 20.000,00 
Agora, vamos calcular a depreciação após a reavaliação da vida útil para 5 anos. 
Cálculo da depreciação de 02/01/2016 a 31/12/2017: 
Depreciação de 2016 e 2017 = 20.000 x 2 / 5 anos = 8.000,00 
Depreciação acumulada em 31/12/2017 = 20.000 + 8.000 = R$ 28.000,00 
Gabarito 61: D. 
 
62. (FGV/Contador – SMF – Niterói/2015) Em 22/07/x0, a Mineradora 
Delta S.A. recebeu 10 navios cargueiros que havia encomendado junto ao 
Estaleiro Épsilon S.A..A vida útil desses navios é estimada em 20 anos, exceto 
a dos motores e a das hélices, cujos custos são significativos em relação ao total 
dos navios e têm vidas úteis estimadas em 10 anos. A recomendação do 
Estaleiro Épsilon S.A. é de que a cada três anos os navios passem por uma 
inspeção completa, a fim de identificar possíveis falhas em suas peças, para que 
possam operar com segurança ao longo de toda sua vida útil. A frota teve um 
custo de R$ 230 milhões de reais, e foi financiada pela Mineradora Delta S.A. 
através de um empréstimo tomado junto ao Banco Digama S.A., nesse mesmo 
valor, com uma taxa de juros de 10% a.a., a ser quitado em 20 parcelas 
semestrais. Ao aplicar a essa frota os critérios de reconhecimento e mensuração 
de ativos imobilizados, segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil, a 
Mineradora Delta S.A. deve: 
(A) reconhecer os juros do empréstimo junto ao Banco Digama S.A. no custo 
dos navios; 
(B) desconsiderar quaisquer valores residuais que os navios possam ter ao final 
de suas vidas úteis; 
(C) depreciar os navios pelo método da linha reta; 
(D) depreciar os motores e as hélices dos navios separadamente; 
(E) reconhecer os valores gastos com as inspeções dos navios no resultado do 
período em que forem efetuadas. 
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Resolução: 
Vamos responder à questão, basicamente, com as informações constantes do 
CPC 27 – Ativo imobilizado. Analisando cada alternativa. 
(A) incorreta. De acordo com o CPC 27, o custo de um item de ativo 
imobilizado é equivalente ao preço à vista na data do reconhecimento. 
Portanto, os juros do empréstimo junto ao Banco Digama S.A. não devem ser 
reconhecidos no custo dos navios. 
(B) incorreta. Um ativo imobilizado será registrado pelo custo de aquisição e 
deduzido da depreciação acumulada. O valor residual deve ser considerado, pois 
é a parte recuperável por ocasião da venda do bem no final da sua vida útil. 
(C) incorreta. Segundo o CPC 27, vários métodos de depreciação podem ser 
utilizados para apropriar de forma sistemática o valor depreciável de um ativo 
ao longo da sua vida útil. Tais métodos incluem o método da linha reta, o 
método dos saldos decrescentes e o método de unidades produzidas. A entidade 
seleciona o método que melhor reflita o padrão do consumo dos benefícios 
econômicos futuros esperados incorporados no ativo. 
Portanto, é facultado à empresa escolher o método de depreciação mais 
apropriado aos seus ativos imobilizados. 
(D) correta. De acordo com o CPC 27: 
43. Cada componente de um item do ativo imobilizado com custo significativo 
em relação ao custo total do item deve ser depreciado separadamente. 
Como os motores e as hélices possuem custos significativos em relação ao total 
dos navios e têm vidas úteis estimadas em 10 anos, a Mineradora Delta S.A. 
deve depreciar os motores e as hélices dos navios separadamente. 
(E) incorreta. Segundo o CPC 27, item 14: 
Uma condição para continuar a operar um item do ativo imobilizado (por 
exemplo, uma aeronave) pode ser a realização regular de inspeções 
importantes em busca de falhas, independentemente das peças desse item 
serem ou não substituídas. Quando cada inspeção importante for efetuada, o 
seu custo é reconhecido no valor contábil do item do ativo imobilizado 
como uma substituição se os critérios de reconhecimento forem satisfeitos. 
Gabarito 62: D. 
 
63. (FGV/Auditor – ISS Niterói/2015) Em 01/02/x0, a Cia. Digama 
adquiriu, por R$ 3.000.000, um terreno destinado à construção de um novo 
armazém. De 01/02/x0 a 30/04/x0 o terreno foi utilizado como estacionamento, 
e a companhia faturou R$ 70.000 durante esse período com a locação de vagas. 
Em 01/05/x0, a companhia pagou R$ 25.000 de honorários aos engenheiros 
responsáveis pelo projeto do armazém e deu início à sua construção. Para isso, 
ela tomou um empréstimo de R$ 6.000.000 junto ao Banco Zeta S.A.. Até 
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01/12/x0, data em que foi concluída, a Cia. Digama gastou na construção do 
armazém R$ 850.000 com mão de obra, R$ 150.000 com a preparação do 
terreno, R$ 300.000 com frete e R$ 5.000.000 com materiais de construção. Os 
juros incorridos sobre o empréstimo tomado junto ao Banco Zeta S.A., durante 
esse período, foram de R$ 40.000, e a companhia obteve receitas financeiras 
de R$ 8.000 pela aplicação desses recursos antes de efetuar os pagamentos 
necessários à condução da obra. De 01/12/x0 a 15/12/x0, data em que o 
armazém foi inaugurado, a Cia. Digama gastou R$ 50.000 para transferir os 
equipamentos de um armazém antigo para esse novo armazém. Esse novo 
armazém deverá ser reconhecido no imobilizado da Cia. Digama pelo custo de: 
(A) R$ 6.287.000; 
(B) R$ 6.325.000; 
(C) R$ 6.357.000; 
(D) R$ 6.365.000; 
(E) R$ 6.407.000. 
Resolução: 
No caso da questão, acontece o seguinte. A empresa teve gastos para construir 
um armazém. Como a empresa não tinha dinheiro, fez um empréstimo para 
construir o armazém. Assim, nestes casos, o custo do empréstimo (juros) deve 
ser incluído no custo de construção do bem. Observe que ele não adquiriu o 
armazém pronto, mas sim construiu com recursos decorrentes de empréstimos. 
Por isso, tais custos do empréstimo (juros) devem ser incluídos no valor de 
construção do armazém. 
O terreno deve ser reconhecido separadamente no balanço patrimonial. 
Vamos calcular o custo do novo armazém reconhecido no imobilizado da Cia. 
Digama: 
+ Honorários dos engenheiros ...................... 25.000,00 
+ Gastos com mão de obra ........................ 850.000,00 
+ Preparação do terreno ............................ 150.000,00 
+ Frete .................................................... 300.000,00 
+ Materiais de construção ........................ 5.000.000,00 
+ Juros (ativo qualificável) ........................ 32.000,00¹ = (40.000,00 – 8.000) 
Custo do novo armazém ..................... 6.357.000,00 
1 – Segundo o CPC 20, que trata das receitas dos juros qualificáveis: 
12. Na extensão em que a entidade toma recursos emprestados especificamente 
com o propósito de obter um ativo qualificável, a entidade deve determinar o 
montante dos custos dos empréstimos elegíveis à capitalização como sendo 
aqueles efetivamente incorridos sobre tais empréstimos durante o período, 
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menos qualquer receita financeira decorrente do investimento 
temporário de tais empréstimos. 
Ativo qualificável é um ativo que, necessariamente, demanda um período de 
tempo substancial para ficar pronto para seu uso ou venda pretendidos. 
 
Observação: Segundo o CPC 27:21. Algumas operações realizadas em conexão com a construção ou o 
desenvolvimento de um item do ativo imobilizado não são necessárias para 
deixá-lo no local e nas condições operacionais pretendidas pela administração. 
Essas atividades eventuais podem ocorrer antes ou durante as atividades de 
construção ou desenvolvimento. Por exemplo, o local de construção pode ser 
usado como estacionamento e gerar receitas, até que a construção se inicie. 
Como essas atividades não são necessárias para que o ativo fique em 
condições de funcionar no local e nas condições operacionais 
pretendidas pela administração, as receitas e as despesas relacionadas 
devem ser reconhecidas no resultado e incluídas nas respectivas 
classificações de receita e despesa. 
Ou seja, as receitas com o estacionamento no valor de R$ 70.000,00 devem ser 
reconhecidas como receitas. 
 
O custo do terreno não deve ser incluído no custo da construção do armazém. 
Terrenos são classificados separadamente da construção. Você deprecia a 
construção (exemplo: edifício, armazém etc.), pois estes se acabam com o 
tempo. Em regra, o terreno não se acaba. 
TERRENOS E CONSTRUÇÕES 
Terrenos e construções são ativos que devem ser registrados separadamente, 
mesmo quando adquiridos em conjunto. 
Com algumas exceções, tais como pedreiras e aterros, os terrenos têm vida útil 
ilimitada e não devem ser depreciados. 
As construções têm vida limitada e devem ser depreciadas. 
Um aumento no valor do terreno no qual a construção está situada não afeta a 
determinação do valor depreciável do edifício. 
Gabarito 63: C. 
 
64. (FGV/Auditor - ISS – Cuiabá/2014) Em 01/01/2011, uma entidade 
adquiriu móveis para seu escritório no valor de R$ 50.000,00. Os móveis têm 
vida útil estimada em seis anos e, ao final do sexto ano, a entidade pretende 
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doá-los. Na data, são estimados gastos de R$ 2.000,00 (a valor presente) com 
a remoção. 
O frete para a entrega dos móveis é de R$ 500,00, e os custos de montagem, 
de R$ 400,00. No entanto, no momento em que a entrega foi feita, o funcionário 
da loja arranhou a parede, e a entidade incorreu em gastos de R$ 1.000,00 para 
pintá-la novamente. Como pedido de desculpas, o funcionário não cobrou pela 
montagem dos móveis. 
O valor contábil dos móveis, em 31/12/2013, era de 
(A) R$ 25.250,00. 
(B) R$ 26.250,00. 
(C) R$ 26.950,00. 
(D) R$ 26.450,00. 
(E) R$ 23.750,00. 
Resolução: 
Inicialmente, precisamos encontrar o custo do Imobilizado: 
Valor de Aquisição ....................... R$ 50.000,00 
+ Frete ........................................... R$ 500,00 
+ Custo de Remoção ..................... R$ 2.000,00 
= Custo Total ........................... R$ 52.500,00 
 
O custo da montagem dos móveis não foi contabilizado, porque o funcionário 
não cobrou pela montagem. 
O gasto para pintar a parede deve ser contabilizado como despesa na DRE. 
Agora, para encontrarmos o valor contábil do bem, precisamos calcular antes o 
valor da depreciação acumulada de 01/01/2011 até 31/12/2013. 
Cálculo da depreciação: 
Depreciação anual = (Custo - Valor Residual) / Vida Útil 
Depreciação anual = (52.500 - 0) / 6 anos = R$ 8.750,00 
Depreciação Acumulada em 31/12/2013 = 8.750,00 x 3 anos = R$ 26.250,00 
Assim, o valor contábil dos móveis em 31/12/2013 é: 
Custo ....................................... 52.500,00 
(–) Depreciação Acumulada ....... (26.250,00) 
= Valor Contábil ................ R$ 26.250,00 
Gabarito 64: B. 
 
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Outras Bancas 
65. (Prefeitura do Rio do Janeiro/Fiscal de Transportes Urbanos do Rio 
de Janeiro/2016) Em 31/03/2014, a Companhia ABC adquiriu à vista um 
equipamento usado por R$ 63.000,00, da Cia. ALFA. Este equipamento fora 
comprado novo pela companhia vendedora em 31/03/2007, por R$ 84.000,00. 
É de praxe no mercado, quando esse equipamento é adquirido novo, estimar 
sua vida útil em 10 anos. Sabendo-se que as duas empresas quando adquiriram 
o equipamento não determinaram qualquer valor residual, o montante 
apropriado em 31/12/2014 como despesa de depreciação pela Cia. ABC era 
igual a: 
a) R$ 9.450,00 
b) R$ 12.600,00 
c) R$ 15.750,00 
d) R$ 21.000,00 
Resolução: 
Vamos calcular a depreciação de um bem que foi adquirido usado. 
Segundo o Regulamento do Imposto de Renda, o prazo de depreciação 
será o maior dentre os seguintes: 
a. metade do prazo de vida útil do bem novo; (5 anos = 10/2) 
b. restante do prazo de vida útil do bem, considerado este em 
relação à primeira instalação ou utilização desse bem. (3 anos)* 
Para o nosso cálculo, como o bem foi adquirido usado e o mês de março já foi 
depreciado na empresa vendedora, vamos começar a depreciar o bem na Cia. 
ABC a partir de 01/04/2014. 
Assim, de 01/04 até 31/12/2014, devemos considerar 9 meses para cálculo da 
depreciação. 
Despesa depreciação 2014 = 63.000 x 9 meses = R$ 9.450,00 
 5 anos x 12 meses 
Gabarito 65: A. 
 
66. (CFC/Bacharel em Ciências Contábeis - Exame de 
Suficiência/2015.1) Uma Sociedade Empresária adquiriu um equipamento, 
por R$25.000,00, para uso em suas atividades. Para deixá-lo em condições de 
uso, foi necessário gastar mais R$1.500,00. 
 O equipamento ficou pronto para uso no dia 2.1.2014, e a empresa 
estima usar o equipamento por 5 anos. 
 O valor residual é estimado em R$2.500,00, para qualquer método de 
depreciação adotado. 
 A vida útil estimada do equipamento é de 12.000 horas. 
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 O equipamento tem capacidade para produzir 8.000 unidades de produto. 
 O equipamento foi utilizado durante todo o ano de 2014; operou por 
2.600 horas; e produziu 1.800 unidades. 
Com base nos dados acima, é CORRETO afirmar que a despesa com 
depreciação, no ano de 2014, foi de: 
a) R$4.800,00, apurados com base no Método das Quotas Constantes. 
b) R$5.416,67, apurados com base no Método das Horas de Produção. 
c) R$5.962,50, apurados com base no Método das Unidades Produzidas. 
d) R$7.500,00, apurados com base no Método da Soma dos Dígitos. 
Resolução: 
Questão interessante, pois trata o assunto de forma mais completa e exige do 
candidato mais tempo e maior domínio do assunto. Mas chega de conversa, 
vamos ao que interessa! 
Vamos por partes: 
1) Valor de aquisição: R$ 25.000. 
2) Valor gasto para deixá-lo em condições de uso: integra o valor do bem: 
R$ 1.500. 
3) Valor residual de R$ 2.500: será subtraído do valor contábil do bem para 
encontramos o valor depreciável 
4) Vida útil: 
a. Em horas de produção  12.000 horas 
b. Em unidades produzidas 8.000 und 
c. Em tempo linear  5 anos 
5) Efetivamente ocorrido: 
a. 2.600 horas utilizadas 
b. 1.800 und produzidas 
c. 1 ano decorrido 
 
Agora com os dados levantados, vamos aos cálculos: 
Valor depreciável = Valor de aquisição + gasto para deixar o bem em 
condições de uso – valor residual 
Valor depreciável = R$ 25.000 + R$ 1.500 – R$ 2.500 = R$ 24.000 
 Método das Horas de Produção: 
Despesa com depreciação = Valor depreciável x qtde de horas utilizadas 
 Vida útil em horas 
Despesa com depreciação = 24.000 x 2.600 = R$ 5.200 
 12.000 
 Método das Unidades Produzidas 
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Despesa com depreciação = Valor depreciável x unidades produzidas 
 Capacidade de produção 
Despesa com depreciação = 24.000 x 1.800 = R$ 5.400 
 8.000 
 Método das Quotas Constantes 
 
Despesa com depreciação = Valor depreciável = 24.000 = R$ 4.800 
 Vida útil em anos 5 anos 
Gabarito 66: A 
 
67. (Cesgranrio/Contador – BNDES/2009) A Empresa X informou os 
seguintes dispêndios, em reais, havidos com um equipamento: 
Preço de aquisição 500.000,00 
Imposto de importação 50.000,00 
Preparação do local 30.000,00 
Testes de funcionamento 20.000,00 
Honorários dos técnicos que realizaram os testes 10.000,00 
Custos administrativos 5.000,00 
 
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 27 do Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis, aprovado pela Deliberação, CVM nº 583/2009, o 
custo do equipamento para efeitos de imobilização, em reais, é 
a) 560.000,00 
b) 565.000,00 
c) 580.000,00 
d) 610.000,00 
e) 615.000,00 
Resolução: 
Conforme acabamos de ver, o custo do equipamento é: 
+ Preço de aquisição................................................... 500.000,00 
+ Imposto de importação...............................................50.000,00 
+ Preparação do local....................................................30.000,00 
+ Testes de funcionamento............................................20.000,00 
+ Honorários dos técnicos que realizaram os testes...........10.000,00 
= Equipamento.............................................................610.000,00 
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Os custos administrativos não integram o custo de aquisição do equipamento. 
Gabarito 67: D. 
 
 
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6. Lista de Exercícios 
01. (VUNESP/Pref. Registro/Contador/2018) Em conformidade com o CPC 
27, é correto afirmar que as demonstrações contábeis devem divulgar, para 
cada classe de ativo imobilizado, 
a) os critérios de mensuração utilizados para determinar o valor contábil bruto. 
b) a diferença entre o valor de custo e o valor justo do ativo imobilizado. 
c) o valor dos gastos reconhecidos no valor contábil de um item do ativo 
imobilizado durante a sua compra. 
d) as provisões para perdas do ativo imobilizado e exercícios anteriores 
reconhecidas no resultado atual. 
e) as variações cambiais, somente passivas, quando o ativo imobilizado for 
importado de um país com moeda forte. 
 
02. (VUNESP /CM Itatiba/ Contador/ 2015) No que tange ao ativo 
imobilizado, o valor presente dos fluxos de caixa que a entidade espera obter 
com o uso contínuo de um ativo e com a alienação ao final da sua vida útil, ou 
mesmo incorrer na liquidação de um passivo, refere-se ao valor 
a) justo do bem. 
b) realizável do bem. 
c) de impairment. 
d) específico do bem para a entidade. 
e) da unidade geradora de caixa. 
 
03. (VUNESP/TJ SP/Contador/2011) De acordo com as Normas Brasileiras 
de Contabilidade e pronunciamentos técnicos, ativos imobilizados são ativos 
tangíveis que 
a) são mantidos para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços, 
para aluguel a terceiros ou para fins administrativos e que se espera que sejam 
utilizados durante mais do que um período. 
b) são destinados à venda, têm natureza permanente e expectativa de gerar 
resultados. 
c) podem ser depreciáveis, possuem valor acima de R$ 326,00 e geram 
resultados. 
d) possuem natureza permanente, apenas, e são destinados à manutenção da 
receita ou despesa não operacional, quando alienados. 
e) podem também se complementar com os intangíveis, bem como serem 
amortizáveis, depreciáveis ou sofrerem exaustão. 
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04. (VUNESP /PAULIPREV/Contador/2018) Uma empresa necessita 
projetar o valor da depreciação de um bem que planeja adquirir, de forma a ter 
conhecimento da equalização de seu resultado. Para tanto, apresentou ao 
contador as seguintes informações: 
• Empilhadeira automática de Origem Alemã 
• Data de entrada do bem em funcionamento: 1º de fevereiro de 2018 
• Valor do Bem: R$ 1.200.000,00 
• Valor do Imposto a ser compensado: 10% do valor bem 
• As obras cíveis para colocação do bem em funcionamento montam a R$ 
120.000,00 
• Valor do Frete: 3% do valor do bem, pago pelo comprador 
• Valor de realização (residual) do bem, determinado em laudo técnico: R$ 
75.000,00 
• Vida útil econômica do bem: 12 anos 
• Depreciação: Linear 
Com base nessas informações, o contador calculou corretamente que o valor da 
depreciação acumulada na data base de 31 de dezembro de 2018 será de 
a) R$ 79.520,83. 
b) R$ 80.625,00. 
c) R$ 88.687,50. 
d) R$ 93.750,00. 
e) R$ 94.416,67. 
 
05. (VUNESP /Pref. Nova Odessa/Contador/2018) Uma indústria sediada 
em São Paulo importou uma máquina para sua produção industrial. Incorreu 
nos seguintes gastos, em reais: 
• Preço da máquina colocada no porto de Santos, sem impostos 2.300.000,00 
• Impostos pagos não recuperáveis 400.000,00 
• Taxas de armazenagem e alfandegárias no porto 120.000,00 
• Despesas com frete da máquina até a fábrica 30.000,00 
• Gastos com instalação da máquina 40.000,00 
A máquina foi colocada em funcionamento em primeiro de maio do exercício 
corrente. Seu valor residual foi estimado em 250.000,00 pelo departamento de 
engenharia da fábrica. O mesmo departamento estimou sua vida útil em 10 
anos.C
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O valor da despesa de depreciação que deve ser lançado no final do exercício 
corrente corresponde, em R$, a: 
a) 220.000,00 
b) 214.500,00 
c) 176.000,00 
d) 174.000,00 
e) 173.333,33 
 
06. (VUNESP/CM Campo Limpo /Controlador Interno/2018) A Cia. 
Mirassol adquiriu uma máquina para suas atividades industriais em 15.06.2017 
pagando à vista R$ 1.240.000,00 ao seu fornecedor. O valor dos impostos pagos 
recuperáveis foi de R$ 300.000,00. Os gastos com a instalação da máquina 
montaram a R$ 160.000,00. Os engenheiros da companhia avaliaram a vida útil 
da máquina em 10 anos e seu valor residual, nulo. A máquina foi colocada em 
atividade fabril pela entidade em 01.07.2017. O valor que a companhia deverá 
lançar como despesa de depreciação de 2017 relativa a esse ativo corresponde, 
em R$, a: 
a) 55.000,00. 
b) 64.166,66. 
c) 70.000,00. 
d) 81.166,66. 
e) 91.666,66. 
 
Com base nas informações descritas a seguir, acerca da aquisição de um ativo 
fixo para a empresa Faço Tudo S.A., responda às próximas duas questões. 
 Bem adquirido: equipamento de corte de aço a laser. 
 Custo de aquisição do bem: R$ 1.500.000,00; 
 Impostos: ICMS (dentro do Estado) recuperável é de 18% do valor do 
bem; 
 PIS e COFINS: não há incidência; 
 Frete e seguro por conta do comprador: 5% do valor do bem; 
 Mão de obra interna do comprador para colocar a máquina em 
funcionamento: R$ 24.500,00; 
 A vida útil calculada para o bem foi de 20 anos (utilizar apenas uma casa 
após a vírgula, para cálculo da depreciação); 
 O valor residual do bem: 10% do valor bruto do equipamento; 
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 Data da entrada em operação da máquina: 25 de janeiro de 2015. 
07. (VUNESP / Câmara Municipal de Marília - Contador / 2016) O valor 
do bem a ser contabilizado por ocasião da compra é 
a) R$ 1.234.500. 
b) R$ 1.289.200. 
c) R$ 1.310.100. 
d) R$ 1.329.500. 
e) R$ 1.339.300. 
 
08. (VUNESP / Câmara Municipal de Marília - Contador / 2016) Calcule 
o valor do encargo de depreciação pelo método linear, a ser reconhecido no 
resultado do exercício em 31 de dezembro de 2015. 
a) R$ 52.045,30. 
b) R$ 54.060,42. 
c) R$ 54.160,44. 
d) R$ 55.101,20. 
e) R$ 55.200,50. 
 
09. (VUNESP /PRODEST/Técnico Organizacional - 
Administrativa/2014) Utilize o texto seguinte para responder à questão. 
A depreciação de um bem é a perda de seu valor, decorrente de uso, 
deterioração ou obsolescência tecnológica. 
Considere um bem com custo inicial de R$ 650.000,00 (seiscentos e cinquenta 
mil reais), vida útil de 5 (cinco) anos e valor residual igual a R$ 50.000,00 
(cinquenta mil reais). 
Considerando o uso do método da soma dos dígitos, assinale a alternativa que 
menciona o valor da depreciação acumulada no quarto ano, para o bem descrito. 
a) R$ 200.000,00. 
b) R$ 360.000,00. 
c) R$ 560.000,00. 
d) R$ 600.000,00. 
e) R$ 80.000,00. 
 
10. (VUNESP /PRODEST/Técnico Organizacional - 
Administrativa/2014) Utilize o texto seguinte para responder à questão. 
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A depreciação de um bem é a perda de seu valor, decorrente de uso, 
deterioração ou obsolescência tecnológica. 
Considere um bem com custo inicial de R$ 650.000,00 (seiscentos e cinquenta 
mil reais), vida útil de 5 (cinco) anos e valor residual igual a R$ 50.000,00 
(cinquenta mil reais). 
Assinale a alternativa que apresenta a depreciação anual e a acumulada no 
quarto ano, respectivamente, calculadas pelo método da depreciação linear. 
a) R$ 130.000,00 e R$ 420.000,00. 
b) R$ 130.000,00 e R$ 390.000,00. 
c) R$ 104.000,00 e R$ 416.000,00. 
d) R$ 120.000,00 e R$ 480.000,00. 
e) R$ 120.000,00 e R$ 530.000,00. 
 
11. (VUNESP / Câmara Municipal de Cotia - Contador / 2017) Com base 
nas informações descritas a seguir, relativamente à aquisição em janeiro de 
2017, de um equipamento para uso em operações industriais, responda à 
questão. 
 Valor do bem adquirido por meio do financiamento do BNDES – R$ 
550.000,00; 
 O valor da obra civil para se colocar a máquina em funcionamento foi de 
R$ 35.000,00; 
 A vida útil calculada para o bem foi de 16 anos; 
 O valor residual do bem total contabilizado foi calculado em 5% do valor 
do bem adquirido; 
 O valor do ICMS recuperável foi de 17% do valor do bem; 
 O valor do frete foi de 10% do valor líquido do bem. 
O valor, em Reais, do custo a ser contabilizado do bem, o valor depreciável e a 
taxa de depreciação serão, respectivamente: 
a) R$ 456.500,00, R$ 429.000,00 e 10%. 
b) R$ 550.000,00, R$ 380.000,00 e 8,5%. 
c) R$ 537.150,00, R$ 509.650,00 e 6,25%. 
d) R$ 630.650,00, R$ 603.150,00 e 10%. 
e) R$ 630.650,00, R$ 603.150,00 e 6,25%. 
 
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12. (VUNESP / UNIFESP - Contador / 2016) Em abril de 2015, a Cia. ABC 
adquiriu e colocou em funcionamento imediato um equipamento por R$ 
640.000,00, que faz parte de um projeto de investimento da empresa. 
Esse equipamento tem uma vida útil prevista de 12 anos e um valor residual 
estimado em R$ 40.000,00. De acordo com as normas brasileiras de 
contabilidade, o valor que a companhia deve lançar como depreciação do 
referido equipamento, relativo ao exercício de 2015, corresponde, em R$, a: 
a) 37.500,00 
b) 41.320,27 
c) 45.000,00 
d) 50.000,00 
e) 53.333,33 
 
13. (VUNESP / Câmara Municipal de Guaratinguetá - Contador / 2016 - 
Adaptada) Determinada empresa industrial adquiriu uma máquina de injeção 
de plásticos em junho de 2005, colocando-a em funcionamento no mês 
subsequente. Sabendo-se que 
 a vida útil do bem foi estipulada em 18 anos; 
 o valor de aquisição do bem foi de R$ 1.200.000,00, já líquido de todos 
os impostos; 
 a depreciação é contabilizada no final do mês; 
 o valor de realização do bem foi estipulado em 10% do valor de compra; 
Pode-se afirmar que o valor contábil da máquina, em Reais, em 30 de junho de 
2015, é de 
a) 360.000,00. 
b) 480.000,00. 
c) 600.000,00. 
d) 670.000,00. 
e) 700.000,00. 
 
14. (VUNESP / Câmara Municipal de Registro - Contador / 2016) Uma 
empresa adquiriu uma máquina para sua produção no dia 01 de março de 2015 
no valor de R$ 150.000,00. Os engenheiros avaliaramsua vida útil em vinte 
anos e também determinaram que, ao final dessa vida útil estimada, seu valor 
residual será de 15% do custo de aquisição. A organização utiliza-se do método 
linear para cálculo da depreciação. Não existem créditos tributários, 
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modificações no bem, na vida útil e tampouco no valor residual. Isto posto, no 
final de 2015, o valor líquido desse ativo correspondeu a 
a) 120.000,50. 
b) 133.504,50. 
c) 137.500,00. 
d) 144.687,50. 
e) 146.687,50. 
 
15. (VUNESP / Prefeitura de São José dos Campos - SP / Auditor 
Tributário Municipal – Gestão Tributária / 2015) A Cia. Industrial América 
do Norte adquiriu uma máquina para utilização em suas atividades industriais 
por R$ 2.700.000,00. O referido imobilizado foi colocado em uso pela companhia 
no mês de abril de 2010. A vida útil da máquina, prevista pelo departamento de 
engenharia da companhia, foi de 20 anos, com um valor residual estimado em 
R$ 300.000,00. Os valores da depreciação foram revistos ao longo do tempo e 
a vida útil e o valor residual foram mantidos como corretos. O valor contábil da 
máquina no Balanço Patrimonial da companhia, levantado em 31.12.2014, 
correspondia, em R$, a 
a) 1.800.000,00. 
b) 1.860.000,00. 
c) 2.058.750,00. 
d) 2.130.000,00. 
e) 2.025.000,00. 
 
16. (VUNESP / SAEG / Analista de Serviços Administrativos - Contábil / 
Financeiro / 2015) Com relação a um bem cuja taxa de depreciação é de 10% 
ao ano, é correto afirmar que após 48 meses de uso, considerando valor residual 
zero, faltará depreciar o bem em 
a) 40,0%. 
b) 50,0%. 
c) 60,0%. 
d) 70,0%. 
e) 80,0%. 
 
17. (VUNESP/CM Pirassununga/Contador/2016) A depreciação do ativo 
deve cessar quando 
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a) o ativo for classificado como mantido para venda. 
b) o ativo estiver ocioso. 
c) o ativo não puder gerar mais valor. 
d) a vida útil do ativo estiver próxima do seu término. 
e) o valor em uso for menor que o valor contábil registrado. 
 
18. (VUNESP/Pref. SP/Planejamento e Desenvolvimento 
Organizacional - Ciências Contábeis/2015) O método de depreciação deve 
refletir o padrão em que os benefícios econômicos futuros ou potencial de 
serviços do ativo devem ser consumidos pela entidade. O método de 
depreciação que se utiliza de taxa de depreciação constante durante a vida útil 
do ativo, caso o seu valor residual não se altere, é: 
a) cotas constantes. 
b) soma dos dígitos. 
c) produção em escala. 
d) taxa variável. 
e) unidades produzidas. 
 
19. (VUNESP /Pref. SBC/Contabilidade/2018) Uma empresa apresentou 
ao seu contador as seguintes informações de um ativo imobilizado qualquer, 
que foi adquirido recentemente: 
Data da compra do bem: 1º de janeiro de 2018 
Data do início do seu funcionamento: 28 de fevereiro de 2018 
Valor do ativo: R$ 180.000,00 
Valor do frete pago pelo vendedor: R$ 3.600,00 
Valor do ICMS a ser destacado do valor do bem para recuperação: R$ 21.600,00 
Despesas incorridas pela empresa para colocar o bem em funcionamento: R$ 
15.900,00 
Segundo os engenheiros da empresa, a vida útil estimada em anos do bem será 
de: 10 anos 
O valor de realização desse bem ao final será de R$ 28.000,00 
Com base nessas informações o contador deverá informar hipoteticamente qual 
o valor da depreciação acumulada em 31 de dezembro de 2018, como segue: 
NOTA: utilize do critério de arredondamento para chegar no resultado, 
desprezando portanto os centavos finais na resposta. 
a) R$ 11.292,00 
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b) R$ 12.192,00 
c) R$ 13.200,00 
d) R$ 14.525,00 
e) R$ 15.000,00 
 
20. (VUNESP /CM Indaiatuba/Técnico em Contabilidade/2018) Uma 
empresa adquiriu um determinado bem industrial para o seu ativo imobilizado, 
com as seguintes características: 
• Tipo de ativo: Prensa Hidráulica 
• Data da compra: 1º de janeiro de 2017 
• Valor do Bem: R$ 400.000,00, líquido de impostos 
• Valor residual do bem para sua realização R$ 20.000,00 
• Vida útil estabelecida para o bem 16 anos 
Com base nessas informações, assinale a alternativa que indica corretamente o 
valor em Reais da prensa em 31 de dezembro de 2017: 
a) 346.750,00. 
b) 356.250,00. 
c) 375.000,00. 
d) 375.350,00. 
e) 376.250,00. 
 
21. (VUNESP /CM Guaratinguetá/Contador/2016) Determinada empresa 
industrial adquiriu uma máquina de injeção de plásticos em junho de 2005, 
colocando-a em funcionamento no mês subsequente. Sabendo-se que a vida 
útil do bem foi estipulada em 18 anos; o valor de aquisição do bem foi de R$ 
1.200.000,00, já líquido de todos os impostos; a depreciação é contabilizada no 
final do mês; o valor de realização do bem foi estipulado em 10% do valor de 
compra; pode-se afirmar que o valor residual da máquina, em Reais, em 30 de 
junho de 2015, é de 
a) 360.000,00. 
b) 480.000,00. 
c) 600.000,00. 
d) 670.000,00. 
e) 700.000,00. 
 
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22. (VUNESP/CM Pradópolis/Contador/2016) De acordo com os preceitos 
contábeis sobre o imobilizado, é correto afirmar que 
b) a entidade pode escolher depreciar separadamente os componentes de 
um item que não tenham custo significativo em relação ao custo total do item. 
b) a despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no resultado, 
a menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo, nesse caso, deve ser 
reconhecida em resultados abrangentes. 
c) o valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma linear de acordo 
com sua taxa de depreciação. Uma vez estipulada, uma taxa de depreciação 
não poderá ser alterada a apropriação linear. 
d) a depreciação é reconhecida mesmo que o valor justo do ativo não exceda o 
seu valor de realização e desde que o valor residual do ativo não exceda o seu 
valor justo. 
e) a depreciação do ativo se inicia quando este for faturado para a empresa, o 
que significa de sua propriedade, de forma que haja um sincronismo entre a 
despesa de depreciação e a data de sua aquisição, uma vez que o bem é 
considerado como uma unidade geradora de caixa desde sua aquisição. 
 
23. (VUNESP /Pref SP/Planejamento e Desenvolvimento 
Organizacional - Ciências Contábeis/2015) A depreciação é feitapara 
elementos patrimoniais tangíveis e tem múltiplas causas da redução do valor – 
o uso, a ação da natureza e obsolescência. 
Assinale a alternativa que indica quando deve ser iniciada a depreciação de bem 
patrimonial. 
a) Depois que for feito recebimento definitivo pelo setor de patrimônio. 
b) Na liquidação do bem. 
c) Depois que o bem consumir metade da sua vida útil. 
d) Quando o bem se tornar disponível para o uso. 
e) Na aquisição do bem. 
 
24. (VUNESP/Pref SP/Planejamento e Desenvolvimento Organizacional 
- Ciências Contábeis/2015) Em função de suas características, alguns itens 
do ativo não devem ser depreciados. Como exemplos de bens que não estão 
sujeitos a depreciação pode-se citar: 
a) bens adquiridos em doação. 
b) bens de terceiro em poder da entidade. 
c) semoventes. 
d) terrenos e bens de natureza cultural. 
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e) móveis de fabricação própria. 
 
25. (VUNESP /CM Descalvado/Contador/2015) Uma empresa adquiriu, no 
dia 02 de fevereiro de 2014, um veículo cuja vida útil foi estimada em cinco 
anos. A contabilização correspondeu a R$ 85.000,00. Ao final de sua vida útil 
estimada, o valor de realização corresponderá a R$ 25.000,00. O método 
utilizado para o cálculo da depreciação é o linear. Não existem modificações no 
veículo, na vida útil e tampouco no valor de realização. No final de 2014, o valor 
líquido do veículo será correspondente a R$ 
a) 25.000,00. 
b) 60.000,00. 
c) 68.000,00. 
d) 73.000,00. 
e) 74.000,00. 
 
26. (VUNESP/CM Itatiba/Contador/ 2015) A empresa Fabrica Tudo Ltda. 
adquiriu uma máquina para a sua linha de produção, em 20 de março de 2015, 
e necessita contabilizá-la no grupo do ativo imobilizado. 
Para tanto, o contador dispõe das seguintes informações: 
Bem: Máquina de injeção de alta pressão. 
Valor do bem: R$ 245.500,00. 
Valor do ICMS recuperável: 12% do valor do bem. 
Frete e seguro: R$ 13.500,00 – Modalidade de entrega do vendedor é FOB 
(disponível para retirada). 
Obra civil para colocar a máquina em funcionamento: de R$ 24.500,00. 
Vida útil calculada para o bem: 15 anos (utilizando-se apenas uma casa após a 
vírgula, para cálculo da depreciação). 
Valor residual do bem: calculado em 2% do valor do equipamento. 
Considerando os dados apresentados e o fato de a máquina ter entrado em 
operação em 26 de março de 2015, assinale a alternativa que indica, correta e 
respectivamente, o valor, em reais, do bem a ser contabilizado e da projeção 
da despesa de depreciação até 31 de dezembro de 2015, dispensando centavos 
e arredondamento. 
a) 240.540,00 e 11.840,00. 
b) 254.040,00 e 21.170,00. 
c) 254.040,00 e 12.518,00. 
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d) 249.130,00 e 14.183,00. 
e) 235.630,00 e 13.090,00. 
 
27. VUNESP /CM SC/Contador/2013) A Empresa Já Era Ltda. adquiriu em 
1 de julho de 2012 um veículo que será incorporado ao seu ativo imobilizado. 
Sabe-se que o bem custou para a empresa o valor líquido de R$ 80.000,00 e 
que seu valor de realização será de R$ 10.000,00, ao final de sua vida útil. 
Sabe-se ainda que a empresa adota para efeitos societários, a depreciação de 
acordo com a vida útil estabelecida para os bens, que neste caso é de 3 anos. 
Considerando essas informações, qual o valor em R$ da depreciação acumulada 
desse bem em específico em 31 de dezembro de 2012, para efeitos societários? 
a) 7.000 
b) 8.000 
c) 11.666 
d) 12.666 
e) 13.200 
 
28. (CESPE/Agente de Polícia Federal/2018) Determinada sociedade 
comercial realizou, no período corrente, a transação apresentada a seguir. 
 Apropriou a terceira cota anual cheia de depreciação de um veículo, 
originalmente adquirido por R$ 60.000, com vida útil estimada em 5 anos. 
A empresa tem como política considerar um valor residual de 10% para 
todos os seus bens. O método de depreciação empregado é o da soma 
dos dígitos dos anos. 
A depreciação do veículo gerou um crédito de R$ 10.800 na conta de 
depreciação acumulada. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
29. (CESPE/Contabilidade – TRE - PE/2017) Com base na NBC TG 27 (ativo 
imobilizado), assinale a opção correta, em relação à depreciação, ao valor 
depreciável e ao período de depreciação. 
a) Os normativos contábeis não permitem que o valor residual de um ativo 
imobilizado seja aumentado depois de estabelecido. 
b) A obsolescência técnica proveniente de mudanças ou as melhorias na 
produção não são consideradas na determinação de vida útil de um ativo. 
c) O valor depreciável de um ativo imobilizado deve ser apropriado de forma 
eventual ao longo de sua vida útil. 
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d) A depreciação de um ativo imobilizado deve ser interrompida caso ele seja 
classificado como ativo mantido para venda. 
e) O valor depreciável dos ativos imobilizados é determinado pelo seu valor 
histórico, antes da dedução de seu valor residual. 
 
30. (CESPE/Consultor Legislativo – Câmara dos Deputados/2014) Os 
bens tangíveis sofrem depreciação a partir do momento em que são postos em 
condições de uso, processo esse que cessa quando esses bens são retirados 
definitivamente de uso ou quando sua obsolescência é constatada. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
31. (CESPE/Analista - Contabilidade - FUNPRESP-EXE/2016) Uma 
entidade cujas atividades sejam exercidas em dois ou mais turnos de trabalho 
poderá desconsiderar essa informação ao estabelecer a vida útil de suas 
máquinas, para fins de contabilização da depreciação de seu imobilizado, visto 
que a legislação do imposto de renda determina os percentuais fixos para cada 
tipo de ativo. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
32. (CESPE/Auditor - Fiscalização - Ciências Atuariais – TCE - PA/2016) 
A depreciação contábil impacta negativamente o resultado da empresa e tem 
como contrapartida o reconhecimento de um passivo no balanço patrimonial. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
 
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A partir da tabela precedente, que demonstra o balancete de verificação de uma 
entidade contábil no final de determinado exercício, julgue os próximos dois 
itens. 
33. (CESPE/Auditor – Contabilidade – TCE - PA/2016) A conta 
depreciação acumulada de imobilizado, cujo saldo é aumentado porlançamentos a crédito, tendo como contrapartida uma conta de despesa de 
depreciação, é retificadora do ativo imobilizado. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
34. (CESPE/Auditor - Fiscalização - Ciências Atuariais – TCE - PA/2016) 
Os recursos aplicados na aquisição de direitos da propriedade industrial ou 
comercial estão sujeitos à amortização, que representa perda de valor dos 
referidos ativos. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
35. (CESPE/Contador - FUB/2015) Determinado bem imobilizado foi 
adquirido ao custo de R$ 100.000, sendo sua vida útil estimada em dez anos, 
sem valor residual. Em 2014, após oito anos de uso, foram realizados gastos de 
R$ 1.000 para manutenção e reparos nesse imobilizado. Nessa situação, o valor 
líquido desse imobilizado, no final de 2014, é igual a R$ 20.000. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
36. (CESPE/AJ - Contabilidade - CNJ/2013) Uma entidade não deve 
reconhecer os custos da manutenção periódica de um item do ativo imobilizado 
no valor contábil desse item. Pelo contrário, quando incorridos, esses custos são 
reconhecidos no resultado. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
37. (CESPE/Analista Executivo - Ciências Contábeis – SEGER - ES/2013) 
Com relação ao tratamento contábil estabelecido pelo Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis (CPC) para os ativos imobilizados, assinale a opção 
correta. 
a) No caso de aquisição a prazo de um item do ativo imobilizado, o seu custo 
deve ser calculado com base no equivalente ao preço à vista na data do 
reconhecimento. 
b) A reparação e a manutenção de um ativo evitam a necessidade de depreciá-
lo. 
c) O método linear é o único método aceito para fins de apropriação do valor 
depreciável de um ativo ao longo de sua vida útil. 
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d) O valor residual não exerce influência na determinação do valor depreciável 
de um ativo. 
e) Os custos de manutenção periódica de um ativo imobilizado são reconhecidos 
no valor contábil desse ativo. 
 
38. (CESPE/Contador - CADE/2014) O ativo imobilizado pode, 
eventualmente, incluir bens incorpóreos. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
39. (CESPE/Contador - SUFRAMA/2014) A depreciação de um imobilizado 
calculada pelo método da soma dos dígitos apresenta despesas anuais de 
depreciação crescentes ao longo do tempo. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
40. (CESPE/Analista - MPU/2015) A redução do valor residual de um ativo 
imobilizado proporcionará aumento da cota de depreciação mensal desse ativo, 
caso sua vida útil seja mantida inalterada. 
( ) Certo ou ( ) Errado. 
 
41. (FCC/Julgador Administrativo Tributário – SEFAZ - PE/2015) A Cia. 
Ferro & Aço adquiriu, em 31/12/2012, um equipamento por R$ 600.000,00, à 
vista. Na data de aquisição, a vida útil estimada desse equipamento foi 10 anos 
e o valor residual estimado em R$ 40.000,00. Em 01/01/2014, a Cia. reavaliou 
que a vida útil remanescente era 6 anos e o valor residual reestimado era R$ 
34.000,00. 
Com base nestas informações e sabendo-se que a empresa adota o método das 
quotas constantes para o cálculo da depreciação, o valor contábil apresentado 
no Balanço Patrimonial da Cia. Ferro & Aço, em 31/12/2014, foi, em reais, 
a) 600.000,00. 
b) 425.000,00. 
c) 440.000,00. 
d) 420.000,00. 
e) 459.000,00. 
 
42. (FCC/Auditor Fiscal - SEFAZ - MA/2016) O preço de aquisição de um 
equipamento de produção foi R$ 9.000.000,00, o pagamento da compra ocorreu 
à vista em 31/12/2013 e o mesmo entrou em funcionamento na mesma data. 
A empresa definiu a vida útil do equipamento em 8 anos de utilização e calcula 
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sua despesa de depreciação em função do tempo decorrido. Na data da 
aquisição o valor residual no final do prazo de vida útil foi estimado em R$ 
1.120.000,00. 
No início do ano de 2015, a empresa reavaliou a vida útil remanescente do 
equipamento para 5 anos, em função de alteração na sua política de substituição 
do equipamento, e estimou que o valor residual no final desta nova vida útil 
seria R$ 1.205.000,00. A análise feita pela empresa no final de 2014 identificou 
que não havia necessidade de redução do valor contábil do equipamento. 
Para fins fiscais a vida útil do equipamento é definida em 10 anos. O valor 
contábil que deveria ser evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 para 
este equipamento foi, em reais: 
(A) R$ 6.653.000,00. 
(B) R$ 5.757.000,00. 
(C) R$ 7.030.000,00. 
(D) R$ 6.750.000,00. 
(E) R$ 7.200.000,00. 
 
43. (FCC/Analista de Gestão – Contabilidade – SABESP/2018) A Cia. 
Garante Tudo adquiriu, em 31/12/2015, uma máquina por R$ 1.800.000,00, à 
vista. Na data de aquisição, a vida útil econômica estimada da máquina foi 20 
anos e o valor residual foi R$ 120.000,00. Em 01/01/2017, a Cia. reavaliou a 
vida útil remanescente para 15 anos e o novo valor residual esperado para R$ 
66.000,00. Sabendo que a Cia. Garante Tudo utiliza o método das cotas 
constantes para cálculo da despesa de depreciação, o valor contábil da máquina 
evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2017 foi, em reais, 
(A) 1.606.000,00. 
(B) 1.583.250,00. 
(C) 1.428.000,00. 
(D) 1.568.800,00. 
(E) 1.540.000,00. 
 
44. (FCC/Analista - Contadoria – TRF 3ª Região/2016) Uma empresa 
adquiriu um equipamento de produção pelo valor de R$ 12.000.000,00 que foi 
pago à vista. A aquisição ocorreu em 30/06/2010, a empresa definiu a vida útil 
do equipamento em 10 anos de utilização e calcula sua despesa de depreciação 
em função do tempo decorrido (método das quotas constantes), tendo em vista 
que o mesmo funciona sem qualquer interrupção. No início do prazo de 
utilização do equipamento o valor residual estimado para sua venda no final da 
vida útil era R$ 1.500.000,00. No final de 2013, a empresa identificou que o 
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valor residual no final da vida útil foi reduzido para R$ 1.175.000,00, em 
decorrência do aparecimento de novos equipamentos com tecnologia mais 
atual, o que fez com que o valor de mercado dos equipamentos utilizados pela 
empresa diminuísse. A análise feita pela empresa neste momento (final de 
2013) identificou que não havia necessidade de redução do valor contábil do 
equipamento (o valor recuperável era maior que o valor contábil). Se a vida útil 
do equipamento para fins fiscais é definida em 8 anos, o valor contábil que 
deveria ter sido evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2014 para este 
equipamento era, em reais, 
(A) 5.250.000,00. 
(B) 6.600.000,00. 
(C) 5.775.000,00. 
(D) 7.225.000,00. 
(E) 7.275.000,00. 
 
45. (FCC/Analista Legislativo – Contabilidade – ALESE/2018) A Cia. Só 
Lenha adquiriu,em 31/12/2014, um equipamento por R$ 1.120.000,00, à vista. 
A vida útil econômica estimada para o equipamento, na data de aquisição, era 
12 anos e o valor residual esperado era R$ 160.000,00. Em 01/01/2016, a 
empresa reavaliou a vida útil do equipamento e determinou que a vida útil 
remanescente seria 10 anos e o novo valor residual era R$ 80.000,00. Com 
base nestas informações, o valor contábil evidenciado no Balanço Patrimonial 
da Cia. Só Lenha, em 31/12/2017, foi, em reais, 
(A) 640.000,00. 
(B) 728.000,00. 
(C) 808.000,00. 
(D) 848.000,00. 
(E) 768.000,00. 
 
46. (FCC/Analista - Controle interno – CNMP/2015) Uma empresa 
adquiriu, em 01/12/2012, um equipamento utilizado em seu processo de 
produção. 
O preço de aquisição foi R$ 1.000.000,00 e o pagamento efetuado à vista, sendo 
que a empresa incorreu também nos seguintes gastos necessários para que o 
equipamento entrasse em operação: 
− Gastos com componentes para configuração da máquina: R$ 300.000,00. 
− Gastos com serviços de mão de obra para instalação: R$ 200.000,00. 
O equipamento entrou em operação em 02/01/2013, a empresa estimou sua 
vida útil em 500.000 unidades e espera vendê-lo, no final do período de 
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utilização, pelo valor líquido de R$ 400.000,00. Durante o ano de 2013 a 
empresa produziu 70.000 unidades e sabe-se que a vida útil para fins fiscais é 
definida em 10 anos. O valor total apropriado ao custo de produção no ano de 
2013 foi, em reais, 
(A) 100.000,00. 
(B) 150.000,00. 
(C) 110.000,00. 
(D) 154.000,00. 
(E) 140.000,00. 
 
47. (FCC/Auditor Substituto de Conselheiro – TCM – GO/2015) O valor 
original de um ativo deduzido do seu valor residual denomina-se valor 
a) líquido contábil. 
b) contábil original líquido. 
c) depreciável, amortizável ou exaurido. 
d) realizável líquido. 
e) realizável. 
 
48. (FCC/Auditor Fiscal - SEFAZ - PI/2015) Uma empresa adquiriu, em 
02/01/2013, um edifício pelo valor de R$ 10.000.000,00 e estimou que a vida 
útil esperada de utilização era 10 anos e valor residual igual a zero. A empresa 
decidiu, então, fazer uma grande reforma cujo valor total foi R$ 3.000.000,00, 
o que aumentou a vida útil esperada do edifício para 30 anos, sendo que, ao 
final deste novo prazo de vida útil, o valor residual esperado passou a ser R$ 
4.000.000,00. Sabendo-se que o edifício ficou pronto e começou a ser utilizado 
em 30/09/2013, a empresa apresentará na Demonstração do Resultado de 
2013, em reais, 
(A) Despesa de Depreciação = 200.000,00 e Despesa com Reforma = 
3.000.000,00 
(B) Despesa de Depreciação = 1.000.000,00 e Despesa com Reforma = 
3.000.000,00 
(C) Despesa de Depreciação = 250.000,00 e Despesa com Reforma = 
3.000.000,00 
(D) Despesa de Depreciação = 75.000,00 
(E) Despesa de Depreciação = 825.000,00 
 
49. (FCC/Auditor Fiscal - SEFAZ - PI/2015) Uma empresa adquiriu um 
equipamento industrial que foi instalado em um imóvel alugado pelo prazo de 
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10 anos. O custo de aquisição do equipamento foi R$ 5.000.000,00 e a compra 
ocorreu em 01/01/2013. A empresa estima que utilizará o equipamento por 10 
anos de forma contínua durante 24 horas por dia, em função da sua atividade. 
No final deste prazo de utilização, o equipamento poderá ser vendido por R$ 
400.000,00. 
O contrato de aluguel do imóvel estabelece que a empresa deverá devolvê-lo 
nas mesmas condições em que o recebeu no início do prazo do contrato. No 
final do 10º ano, a empresa retirará o equipamento do imóvel e projeta que 
incorrerá em gastos no valor de R$ 780.000,00 para fazer a remoção do 
equipamento e reestruturar o imóvel para as condições estabelecidas no 
contrato de aluguel. A taxa acumulada de juros projetada para o período do 
contrato de aluguel é 30%. 
O valor contábil do equipamento a ser apresentado no Balanço Patrimonial em 
31/12/2013 e o valor da Despesa de Depreciação apresentado na Demonstração 
do Resultado do ano de 2013 são, respectivamente, em reais, 
(A) 4.540.000,00 e 460.000,00. 
(B) 5.080.000,00 e 520.000,00. 
(C) 4.500.000,00 e 500.000,00. 
(D) 4.480.000,00 e 520.000,00. 
(E) 5.100.000,00 e 500.000,00. 
 
50. (FCC/Auditor Fiscal – SEFAZ-GO /2018) Uma máquina foi adquirida à 
vista por R$ 12.500.000,00 e a empresa gastou, adicionalmente, R$ 
1.000.000,00 na alteração da estrutura do imóvel para fazer a instalação da 
máquina. O imóvel utilizado pela empresa é alugado e uma cláusula contratual 
estabelece que, no final do prazo contratado, esta deverá fazer a reestruturação 
necessária para devolver o imóvel nas mesmas condições do início do contrato. 
A aquisição ocorreu em 30/06/2015 e a empresa definiu que utilizará a máquina 
durante 10 anos, mesmo prazo de vigência do contrato de aluguel do imóvel. A 
empresa estima que os gastos para a reestruturação do imóvel, no final do 10º 
ano, totalizarão R$ 1.650.000,00 e a taxa de juros vigente era de 10% para o 
prazo de 10 anos. A empresa calcula a despesa de depreciação em função do 
tempo decorrido, tendo em vista que a máquina funciona sem qualquer 
interrupção. No início do prazo de utilização da máquina, o valor residual 
estimado para sua venda no final da vida útil era R$ 3.750.000,00. Se a vida 
útil do equipamento para fins fiscais é definida em 8 anos, a despesa de 
depreciação evidenciada na demonstração do resultado de 2015 para esta 
máquina foi, em reais, 
(A) 625.000,00. 
(B) 437.500,00. 
(C) 487.500,00. 
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(D) 675.000,00. 
(E) 562.500,00. 
 
51. (FCC/Contabilidade – TRF 4ª/2014) Uma máquina foi adquirida, em 
31/12/2010, pelo valor de R$ 3.000.000,00 e a empresa definiu que a vida útil 
econômica seria 8 anos. No final deste prazo de utilização, a empresa estimou 
que a máquina poderia ser vendida por R$ 300.000,00. A empresa adota o 
método das quotas constantes para o cálculo da despesa de depreciação e pelas 
regras fiscais a máquina é depreciada em 10 anos. 
Sabendo-se que o teste de recuperabilidade do custo da máquina indicou que 
não houve necessidade de ajuste por “impairment”, o saldo contábil da máquina 
a ser apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foi, em reais, 
a) 2.190.000,00. 
b) 1.987.500,00. 
c) 2.100.000,00. 
d) 1.875.000,00. 
e) 2.400.000,00. 
 
52. (FCC/Analista de Controle Externo – TCE – GO/2014) A Cia. do Norte 
importou um novo equipamento fabril que quando em funcionamento 
aumentará sua produção em 40%, permitindo a ampliação do seu mercado de 
atuação. Na ocasião, a empresa incorreu nos seguintes gastos e desembolsos: 
Relação de GastosValores (R$) 
Valor pago ao fornecedor do equipamento .......................... 1.300.000,00 
Impostos não recuperáveis e de importação ........................... 200.000,00 
Fretes, seguros incidentes sobre transportes do item ................. 40.000,00 
Custo de adequação e preparação para instalação .................. 660.000,00 
Honorários de pessoal especializado utilizado na montagem e instalação do 
novo equipamento ............................................................. 350.000,00 
Custo de instalação e montagem .......................................... 300.000,00 
Gastos de instalações finais com testes de funcionamento ........ 150.000,00 
 
Com base nos dados fornecidos, a empresa deve 
a) registrar em seu Ativo Não Circulante − Imobilizado, o valor de R$ 
3.000.000,00. 
b) lançar como Despesas Gerais de Fabricação o valor de R$ 1.500.000,00. 
c) contabilizar como custo do Imobilizado, apenas R$ 1.300.000,00. 
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d) debitar em Despesas de Pessoal o montante de R$ 350.000,00. 
e) considerar como Conta de Resultado o valor de R$ 200.000,00. 
 
53. (FCC/SEFAZ – SP/2013) Os gastos do Departamento de Manutenção e 
Reparos de um Laticínio para realizar a pintura do imóvel onde está localizada 
a Administração Geral da empresa devem ser classificados, no período em que 
foram incorridos, como: 
a) imobilização. 
b) investimento. 
c) despesa. 
d) custo. 
e) perda. 
 
54. (FCC/MPE – RN/2012) Os saldos das contas “Peças e Conjuntos de 
Reposição” e “Ajustes Patrimoniais Financeiros” são evidenciados no balanço 
Patrimonial, respectivamente, como 
a) ativo circulante e intangível. 
b) imobilizado e patrimônio líquido. 
c) intangível e passivo não circulante. 
d) realizável a longo prazo e passivo circulante. 
e) diferido e intangível. 
 
55. (FCC/Contador – TRT/2009) A empresa MG adquiriu o direito de 
exploração de uma mina de titânio por 990.000,00. Sabe-se que a capacidade 
da mina é de 20.000 toneladas. No primeiro ano, a empresa extraiu 2.000 
toneladas. No início do segundo ano, a empresa descobriu que a mina possuía 
uma capacidade adicional de 2.000 toneladas. Sabe-se que, no segundo ano, a 
empresa extraiu 3.000 toneladas. 
Com base nestas informações, a empresa apresentou, no final do segundo ano, 
um saldo de: 
a) amortização acumulada de R$ 225.000. 
b) exaustão acumulada de R$ 225.000. 
c) exaustão acumulada de R$ 232.650. 
d) amortização acumulada de R$ 234.000. 
e) amortização acumulada de R$ 247.500. 
 
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56. (FGV/Auditor - MPE-AL/2018) Uma sociedade empresária que presta 
consultoria tributária transferiu sua sede de Belo Horizonte para Porto Alegre. 
Para isso, transferiu seus funcionários para Porto Alegre. A sociedade 
empresária adquiriu apartamentos em um prédio localizado ao lado da nova 
sede em Porto Alegre para alugar a seus funcionários. 
Assinale a opção que indica a contabilização dos apartamentos no balanço 
patrimonial da entidade. 
(A) Ativo Circulante. 
(B) Ativo Realizável a longo prazo. 
(C) Ativo Imobilizado. 
(D) Propriedade para Investimento. 
(E) Patrimônio Líquido. 
 
57. (FGV/Contador - MPE-AL/2018) Uma entidade adquiriu móveis 
planejados para sua sala de reuniões. Os móveis custaram R$ 6.000 e o frete 
de R$ 200 foi pago pelo fornecedor. Além disso, a instalação dos móveis teve 
um custo de R$ 600. Na ocasião, estimou- se que a remoção dos móveis no 
final do contrato de locação do imóvel será de R$ 900. 
Em relação aos móveis adquiridos, assinale a opção que indica o valor a ser 
contabilizado no Ativo Imobilizado da entidade. 
(A) R$ 6.000,00 
(B) R$ 6.200,00. 
(C) R$ 6.600,00. 
(D) R$ 7.500,00. 
(E) R$ 7.700,00. 
 
58. (FGV/Analista Legislativo - Contabilidade - ALE-RO/2018) Uma 
empresa produz e vende balões. Em 02/01/2016, ela comprou uma máquina 
para utilizar em seu negócio por R$ 400.000. Ela estimava utilizar a máquina 
por quatro anos e vendê-la, para uma empresa menor, por R$ 80.000. 
A empresa estimava utilizar a máquina do seguinte modo: 
• em 2016: produção de 80.000 balões; 
• em 2017: produção de 100.000 balões; 
• em 2018: produção de 100.000 balões; e 
• em 2019: produção de 120.000 balões. 
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Assinale a opção que indica o valor da depreciação acumulada da empresa, em 
31/12/2017, considerando que ela utiliza o método dos benefícios gerados para 
depreciar os seus ativos imobilizados e que as previsões se confirmaram. 
(A) R$ 80.000. 
(B) R$ 100.000. 
(C) R$ 144.000. 
(D) R$ 160.000. 
(E) R$ 180.000. 
 
59. (FGV/Técnico em Contabilidade - ALE-RO/2018) Assinale a opção que 
indica um ativo que deve sofrer amortização. 
(A) Marca reconhecida contabilmente com vida útil definida. 
(B) Patente adquirida de terceiros com vida útil indefinida. 
(C) Ágio apurado na aquisição de empresa. 
(D) Recursos florestais extraídos de floresta natural. 
(E) Máquina construída pela entidade. 
 
60. (FGV/Técnico em Contabilidade – COMPESA/2018) Assinale a opção 
que indica bens que devem ser depreciados por uma entidade. 
(A) Terrenos utilizados no negócio da entidade. 
(B) Veículos utilizados para transporte de empregados. 
(C) Prédios destinados à revenda. 
(D) Obras de arte expostas na sede da entidade. 
(E) Marcas formadas internamente. 
 
61. (FGV/Contador - MPE-AL/2018) Uma entidade adquiriu, em 
02/01/2013, um veículo para utilizar em seus negócios por R$ 40.000. A 
entidade estimava que a vida útil econômica do veículo era de dez anos, no 
entanto, só pretendia utilizá-lo por seis anos e doá-lo. O veículo era utilizado 
para transporte dos funcionários na cidade do Rio de Janeiro. 
Em 02/01/2016, a entidade passou a oferecer serviços apenas em alguns 
bairros da cidade, de modo que a entidade reavaliou a vida útil econômica do 
veículo e estimou utilizá-lo por mais cinco anos. 
Assinale a opção que indica a depreciação acumulada do veículo, em 
31/12/2017, admitindo que a entidade utiliza o método das quotas constantes 
e que não houve ajustes decorrentes do teste de recuperabilidade. 
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(A)R$ 20.000,00. 
(B) R$ 23.200,00. 
(C) R$ 25.000,00. 
(D) R$ 28.000,00. 
(E) R$ 33.333,00. 
 
62. (FGV/Contador – SMF – Niterói/2015) Em 22/07/x0, a Mineradora 
Delta S.A. recebeu 10 navios cargueiros que havia encomendado junto ao 
Estaleiro Épsilon S.A.. A vida útil desses navios é estimada em 20 anos, exceto 
a dos motores e a das hélices, cujos custos são significativos em relação ao total 
dos navios e têm vidas úteis estimadas em 10 anos. A recomendação do 
Estaleiro Épsilon S.A. é de que a cada três anos os navios passem por uma 
inspeção completa, a fim de identificar possíveis falhas em suas peças, para que 
possam operar com segurança ao longo de toda sua vida útil. A frota teve um 
custo de R$ 230 milhões de reais, e foi financiada pela Mineradora Delta S.A. 
através de um empréstimo tomado junto ao Banco Digama S.A., nesse mesmo 
valor, com uma taxa de juros de 10% a.a., a ser quitado em 20 parcelas 
semestrais. Ao aplicar a essa frota os critérios de reconhecimento e mensuração 
de ativos imobilizados, segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil, a 
Mineradora Delta S.A. deve: 
(A) reconhecer os juros do empréstimo junto ao Banco Digama S.A. no custo 
dos navios; 
(B) desconsiderar quaisquer valores residuais que os navios possam ter ao final 
de suas vidas úteis; 
(C) depreciar os navios pelo método da linha reta; 
(D) depreciar os motores e as hélices dos navios separadamente; 
(E) reconhecer os valores gastos com as inspeções dos navios no resultado do 
período em que forem efetuadas. 
 
63. (FGV/Auditor – ISS Niterói/2015) Em 01/02/x0, a Cia. Digama 
adquiriu, por R$ 3.000.000, um terreno destinado à construção de um novo 
armazém. De 01/02/x0 a 30/04/x0 o terreno foi utilizado como estacionamento, 
e a companhia faturou R$ 70.000 durante esse período com a locação de vagas. 
Em 01/05/x0, a companhia pagou R$ 25.000 de honorários aos engenheiros 
responsáveis pelo projeto do armazém e deu início à sua construção. Para isso, 
ela tomou um empréstimo de R$ 6.000.000 junto ao Banco Zeta S.A.. Até 
01/12/x0, data em que foi concluída, a Cia. Digama gastou na construção do 
armazém R$ 850.000 com mão de obra, R$ 150.000 com a preparação do 
terreno, R$ 300.000 com frete e R$ 5.000.000 com materiais de construção. Os 
juros incorridos sobre o empréstimo tomado junto ao Banco Zeta S.A., durante 
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esse período, foram de R$ 40.000, e a companhia obteve receitas financeiras 
de R$ 8.000 pela aplicação desses recursos antes de efetuar os pagamentos 
necessários à condução da obra. De 01/12/x0 a 15/12/x0, data em que o 
armazém foi inaugurado, a Cia. Digama gastou R$ 50.000 para transferir os 
equipamentos de um armazém antigo para esse novo armazém. Esse novo 
armazém deverá ser reconhecido no imobilizado da Cia. Digama pelo custo de: 
(A) R$ 6.287.000; 
(B) R$ 6.325.000; 
(C) R$ 6.357.000; 
(D) R$ 6.365.000; 
(E) R$ 6.407.000. 
 
64. (FGV/Auditor - ISS – Cuiabá/2014) Em 01/01/2011, uma entidade 
adquiriu móveis para seu escritório no valor de R$ 50.000,00. Os móveis têm 
vida útil estimada em seis anos e, ao final do sexto ano, a entidade pretende 
doá-los. Na data, são estimados gastos de R$ 2.000,00 (a valor presente) com 
a remoção. 
O frete para a entrega dos móveis é de R$ 500,00, e os custos de montagem, 
de R$ 400,00. No entanto, no momento em que a entrega foi feita, o funcionário 
da loja arranhou a parede, e a entidade incorreu em gastos de R$ 1.000,00 para 
pintá-la novamente. Como pedido de desculpas, o funcionário não cobrou pela 
montagem dos móveis. 
O valor contábil dos móveis, em 31/12/2013, era de 
(A) R$ 25.250,00. 
(B) R$ 26.250,00. 
(C) R$ 26.950,00. 
(D) R$ 26.450,00. 
(E) R$ 23.750,00. 
 
65. (Prefeitura do Rio do Janeiro/Fiscal de Transportes Urbanos do Rio 
de Janeiro/2016) Em 31/03/2014, a Companhia ABC adquiriu à vista um 
equipamento usado por R$ 63.000,00, da Cia. ALFA. Este equipamento fora 
comprado novo pela companhia vendedora em 31/03/2007, por R$ 84.000,00. 
É de praxe no mercado, quando esse equipamento é adquirido novo, estimar 
sua vida útil em 10 anos. Sabendo-se que as duas empresas quando adquiriram 
o equipamento não determinaram qualquer valor residual, o montante 
apropriado em 31/12/2014 como despesa de depreciação pela Cia. ABC era 
igual a: 
a) R$ 9.450,00 
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b) R$ 12.600,00 
c) R$ 15.750,00 
d) R$ 21.000,00 
 
66. (CFC/Bacharel em Ciências Contábeis - Exame de 
Suficiência/2015.1) Uma Sociedade Empresária adquiriu um equipamento, 
por R$25.000,00, para uso em suas atividades. Para deixá-lo em condições de 
uso, foi necessário gastar mais R$1.500,00. 
 O equipamento ficou pronto para uso no dia 2.1.2014, e a empresa 
estima usar o equipamento por 5 anos. 
 O valor residual é estimado em R$2.500,00, para qualquer método de 
depreciação adotado. 
 A vida útil estimada do equipamento é de 12.000 horas. 
 O equipamento tem capacidade para produzir 8.000 unidades de produto. 
 O equipamento foi utilizado durante todo o ano de 2014; operou por 
2.600 horas; e produziu 1.800 unidades. 
Com base nos dados acima, é CORRETO afirmar que a despesa com 
depreciação, no ano de 2014, foi de: 
a) R$4.800,00, apurados com base no Método das Quotas Constantes. 
b) R$5.416,67, apurados com base no Método das Horas de Produção. 
c) R$5.962,50, apurados com base no Método das Unidades Produzidas. 
d) R$7.500,00, apurados com base no Método da Soma dos Dígitos. 
 
67. (Cesgranrio/Contador – BNDES/2009) A Empresa X informou os 
seguintes dispêndios, em reais, havidos com um equipamento: 
Preço de aquisição 500.000,00 
Imposto de importação 50.000,00 
Preparação do local 30.000,00 
Testes de funcionamento 20.000,00 
Honorários dos técnicos que realizaram os testes 10.000,00 
Custos administrativos 5.000,00 
 
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 27 do Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis, aprovado pela Deliberação, CVM nº 583/2009, o 
custo do equipamento para efeitos de imobilização, em reais, é 
a) 560.000,00 
b) 565.000,00 
c) 580.000,00 
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d) 610.000,00 
e) 615.000,00 
 
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Curso: Contabilidade 
Teoria e Questões comentadas 
Prof. Feliphe Araújo 
 
Prof. Feliphe Araújo138 de 138 
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7. Gabarito 
Gabarito 1: A. 
Gabarito 2: D. 
Gabarito 3: A. 
Gabarito 4: C. 
Gabarito 5: C. 
Gabarito 6: A. 
Gabarito 7: D. 
Gabarito 8: B. 
Gabarito 9: C. 
Gabarito 10: D. 
Gabarito 11: C. 
Gabarito 12: A. 
Gabarito 13: C. 
Gabarito 14: D. 
Gabarito 15: D. 
Gabarito 16: C. 
Gabarito 17: A. 
Gabarito 18: A. 
Gabarito 19: B. 
Gabarito 20: E. 
Gabarito 21: C. 
Gabarito 22: A. 
Gabarito 23: D. 
Gabarito 24: D. 
Gabarito 25: E. 
Gabarito 26: A. 
Gabarito 27: C. 
Gabarito 28: Certo. 
Gabarito 29: D. 
Gabarito 30: Errado. 
Gabarito 31: Errado. 
Gabarito 32: Errado. 
Gabarito 33: Certo. 
Gabarito 34: Certo. 
Gabarito 35: Certo. 
Gabarito 36: Certo. 
Gabarito 37: A. 
Gabarito 38: Errado. 
Gabarito 39: Errado. 
Gabarito 40: Certo. 
Gabarito 41: E. 
Gabarito 42: A. 
Gabarito 43: A. 
Gabarito 44: D. 
Gabarito 45: D. 
Gabarito 46: D. 
Gabarito 47: C. 
Gabarito 48: D. 
Gabarito 49: B. 
Gabarito 50: E. 
Gabarito 51: B. 
Gabarito 52: A. 
Gabarito 53: C. 
Gabarito 54: B. 
Gabarito 55: C. 
Gabarito 56: C. 
Gabarito 57: D. 
Gabarito 58: C. 
Gabarito 59: A. 
Gabarito 60: B 
Gabarito 61: D. 
Gabarito 62: D. 
Gabarito 63: C. 
Gabarito 64: B. 
Gabarito 65: A. 
Gabarito 66: A 
Gabarito 67: D.
 
 
 
 
 
 
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