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para PREGAÇÃO 
EXPOSITIVA
I N S T I T U T O
guia de estudo
Instituto para Pregação Expositiva – Guia de Estudo
Traduzido do original em inglês
The Institute for Expository Preaching
Copyright © 2013 by Steven Lawson
Publicado por OnePassion & Ligonier Ministries 
Copyright©2013 Editora FIEL. 
1ª Edição em Português 2013
Todos os direitos em língua portuguesa reservados por 
Editora Fiel da Missão Evangélica Literária
Proibida a reprodução deste livro por quaisquer 
meios, sem a permissão escrita dos editores, 
salvo em breves citações, com indicação da fonte.
Diretor: James Richard Denham III.
Editor: Tiago J. Santos Filho
Tradução: Francisco Wellington Ferreira
Revisão: Laíse Helena de Oliveira
Diagramação: Rubner Durais
Capa: Rubner Durais
Caixa Postal, 1601
CEP 12230-971
São José dos Campos-SP
PABX.: (12) 3919-9999
www.editorafiel.com.br
Nosso alvo primário é o povo de Deus seja fortalecido e 
encorajado a viver exclusivamente para a glória de Deus. Este 
foco intencional visa transmitir o conhecimento da verdade 
por equipar pastores e líderes, promover o amadurecimento 
de leigos e desencadear uma nova reforma na igreja contem-
porânea, através da gloriosa tarefa da pregação expositiva.
Estamos comprometidos com o treinamento de pastores 
em pregação expositiva apoiada firmemente nas Escrituras 
Sagradas. Vivemos em dias em que há uma fome na terra por 
ouvir a Palavra de Deus. Em resposta a esta aridez espiritu-
al, nos dedicamos a chamar aqueles que ocupam os púlpitos 
ao elevado padrão de pregação bíblica. Se temos de ver uma 
nova reforma nestes dias, tem de haver, primeiramente, uma 
reforma do púlpito. Somente depois disso é que a igreja po-
derá experimentar adoração transcendente, piedade genuína 
e evangelização verdadeira.
SUMÁRIO
Sessão 1: O significado da pregação expositiva: .................7 
 O que é – O que não é
Sessão 2: As marcas da pregação expositiva (I): ..............13 
 Prioridades no Púlpito
Sessão 3: As marcas da pregação expositiva (II): .............19 
 Prioridades no Púlpito
Sessão 4: Os modelos de pregação expositiva: .................27 
 Pregadores na Escritura
Sessão 5: A mecânica da pregação expositiva (I): ............33 
 Preparação do manuscrito
Sessão 6: A mecânica da pregação expositiva (II): ...........41 
 Preparação do manuscrito
Sessão 7: Os mestres de pregação expositiva: ..................49 
 Padrões na história da igreja
Sessão 8: A maneira da pregação expositiva: ....................53 
 A Praticabilidade da verdade
Sessão 9: A motivação da pregação expositiva: ................59 
 Paixão na proclamação
Sessão 10: O poder da pregação expositiva: ........................67 
 Poder no Espírito
6
“A obra de pregação é a mais sublime, a mais importan-
te e a mais gloriosa vocação para a qual alguém pode ser 
chamado. Se você quer algo mais acrescentado a isso, eu 
diria sem hesitação que a necessidade mais urgente da
igreja cristã contemporânea é verdadeira pregação. E,
visto que esta é a maior e a mais urgente necessidade
da igreja, é obviamente a maior necessidade do mundo.”
Martyn Lloyd-Jones
7
I. Termos Essenciais
A. “Expositiva” é o adjetivo
B. “Pregação” é o substantivo
II. Palavras bíblicas
A. Palavras gregas referentes à “expositiva”
 1. Didasko
 2. Dianogio
Sessão 1
O SIGNIFICADO DA PREGAÇÃO EXPOSITIVA
O QUE É – O QUE NÃO É
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
8
 3. Paratithemi
 4. Ekithemi
 5. Katecheo
B. Palavras gregas referentes à “pregação”
 1. Keryso
 2. Evangelizomai
 3. Katangello
 4. Anangello
 5. Parresiazomai
 6. Diamartyromai
Sessão 1: O significado da pregação expositiva | O que é – O que não é
9
 7. Noutheteo
III. Definições básicas
A. João Calvino
“A explicação da Escritura, desdobrando seu significado 
natural e verdadeiro, enquanto faz aplicação à vida da con-
gregação… Pregação é a exposição pública da Escritura por 
meio do homem enviado da parte de Deus, pela qual Deus 
mesmo é apresentado em juízo e em graça.” 
B. J. I. Packer
“A verdadeira ideia de pregação é que o pregador deve se tor-
nar um porta-voz para o texto, explicando-o e aplicando-o 
como uma mensagem vinda de Deus para seus ouvintes, fa-
lando somente a fim de que o próprio texto fale e seja ouvido.”
C. Sinclair Ferguson
“A explanação da Escritura é a característica predominante 
e o princípio organizador da mensagem… Ela vê como sua 
tarefa fundamental a explicação do texto em seu contexto, o 
desdobramento de seus princípios e, somente depois, a sua 
aplicação ao mundo dos ouvintes.”
D. Martyn Lloyd-Jones
“A pregação expositiva não é meramente uma exposição de 
um versículo ou de uma passagem ou um comentário rápi-
do sobre ela; o que a transforma em pregação é o fato de 
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
10
que ela se torna uma mensagem e tem uma forma e padrão 
distintos. Além disso, ela tem de ser sempre aplicada, e sua 
relevância, mostrada à situação contemporânea.” 
IV. Equilíbrio necessário
A. Ser desequilibrado é perigoso
 1. Se é toda exposição, não é pregação
 2. Se é toda pregação, não é exposição
B. Ser equilibrado é dinâmico
 1. Fogo produz luz
 2. Fogo produz calor
Sessão 1: O significado da pregação expositiva | O que é – O que não é
11
V. Afastamentos trágicos
A. Sensível aos interessados
B. Discurso motivacional
C. Comentário da cultura
D. Análise psicológica
E. Pregação narrativa
F. Usar o texto como trampolim
G. Transferência excessiva de informações
12
“Quando subimos ao púlpito, não é para que levemos 
conosco nossos próprios sonhos e imaginações... Quando 
os homens se afastam, mesmo no menor grau, da Pala-
vra de Deus, não podem pregar qualquer outra coisa, 
exceto mentiras, vaidades, imposturas e enganos... Uma 
regra é prescrita para todos os servos de Deus: que eles 
simplesmente entreguem, como que de uma pessoa para 
outra, não suas próprias invenções, e sim o que recebe-
ram de Deus.”
João Calvino
13
I. Norteada pelo texto
A. A natureza sobrenatural da Escritura
 1. Inspiração
 2. Inerrância
 3. Autoridade
 4. Clareza 
 5. Suficiência
 6. Imutabilidade
 7. Invencibilidade
Sessão 2
As marcas da pregação expositiva (I)
Prioridades no Púlpito
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
14
B. Os vários tipos de exposição
 1. Sequencial
 2. Seccional
 3. Doutrinária
 4. Biográfica
 5. Individual
 6. Sazonal
 7. Fúnebre
II. Exalta a Deus
A. A exposição magnifica a Deus
Sessão 2: As marcas da pregação expositiva (I) | Prioridades no Púlpito
15
B. A exposição inspira a adoração
III. Centrada em Cristo
A. A pessoa de Cristo tem de ser exposta
B. Os ensinos de Cristo têm de ser expostos
C. O exemplo de Cristo tem de ser exposto
D. A obra de Cristo tem de ser exposta
IV. Capacitada pelo Espírito
A. O Espírito ilumina a nossa mente
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
16
B. O Espírito inflama as nossas paixões
C. O Espírito intensifica as nossas palavras
D. O Espírito fortalece as nossas convicções
E. O Espírito amplia a nossa compaixão
F. O Espírito eleva a nossa confiança
V. Alicerçada exegeticamente
A. A exposição faz a exegese correta da Escritura 
Sessão 2: As marcas da pregação expositiva (I) | Prioridades no Púlpito
17
B. A exposição interpreta corretamente a Escritura
C. Temos de fazer a exegese correta da Escritura
18
“Meu lema é ‘não cedo a ninguém’. Prego o que eu gos-
to, quando eu gosto e como eu gosto... Não abrandei a 
Bíblia para satisfazer os desejos carnais dos homens. Eu 
disse ‘maldito’ onde Deus disse ‘maldito’... Sou acusado 
frequentemente de pregar doutrinas que podem causargrandes danos. Tenho aqui presente minhas testemunhas 
para provar que as coisas que preguei causaram grandes 
danos, mas não o fizeram nem à moralidade nem à igreja 
de Deus. O dano foi causado no lado de Satanás.” 
Charles H. Spurgeon
19
VI. Teologicamente exata
A. A exposição é alicerçada na teologia bíblica
 1. Mesmo livro na Bíblia
 2. Mesmo autor na Bíblia 
 3. Mesmo Testamento da Bíblia
B. A exposição é guardada pela teologia sistemática
 1. Abrangente de toda a Bíblia 
 2. Coerente com toda a Bíblia
Sessão 3
As marcas da pregação expositiva (II)
Prioridades no Púlpito
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
20
C. A exposição é aprimorada pela teologia histórica
 1. Os pais da igreja
 2. Período medieval
 3. Era da Reforma
 4. Era puritana
 5. Avivamento evangélico
 6. Igreja moderna
Sessão 3: As marcas da pregação expositiva (II) | Prioridades no Púlpito
21
VII. Ordenada de maneira lógica
A. A exposição é organizada coerentemente
 1. Introdução
 2. Tema central
 3. Pontos principais
 4. Partes subordinadas
 5. Desenvolvimento sequencial
 6. Transições
 7. Conclusão
B. A exposição é perceptivelmente coesa
 1. Simétrica em equilíbrio
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
22
 2. Simples em clareza
 3. Harmônica em suas partes
VIII. Apresentada com paixão
A. A exposição é convincente em sua apresentação
 1. Inflexão da voz
 2. Foco dos olhos
 3. Postura do corpo
 4. Gestos das mãos
 5. Palavras enfáticas
 6. Pausas dramáticas
 7. Apresentação cadenciada
 8. Aparência facial
B. A exposição é contagiosa em sua propagação
 1. Inflama o coração
 2. Desperta as afeições
 3. Inspira a esperança
Sessão 3: As marcas da pregação expositiva (II) | Prioridades no Púlpito
23
 4. Desafia a vontade
IX. Declarada com ousadia
A. A exposição exige falar sem temor
 1. Fala plenamente
 2. Fala abertamente
 3. Fala corajosamente
B. A exposição segue exemplos bíblicos
 1. Atos 4.29
 2. Atos 13.44-47
 3. 2 Coríntios 3.12
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
24
 4. Efésios 6.19
 5. 1 Tessalonicenses 2.2
X. Pastoralmente edificante 
A. A exposição imita as figuras bíblicas
 1. O pastor que alimenta
 2. A mãe dedicada 
 3. O pai que implora
 4. O servo humilde
B. A exposição ministra de maneiras diferentes
 1. Admoesta os insubordinados
 2. Encoraja os preocupados
 3. Fortalece os fracos
Sessão 3: As marcas da pregação expositiva (II) | Prioridades no Púlpito
25
XI. Tem alvo evangelístico 
A. A exposição prega a Lei
 1. Expõe o pecado
 2. Prenuncia ira
 3. Traz convicção
B. A exposição apresenta o evangelho
 1. Prega a Cristo
 2. Oferece a graça
 3. Estende o perdão
C. A exposição persuade o perdido
 1. Insta ao arrependimento
 2. Exige a fé
26
“Muitas coisas têm surgido para tentar e suplantar a pre-
gação. E, infelizmente, a maioria das pessoas permite que 
isso aconteça. Se você abre o seu jornal e examina a seção 
sobre igrejas, em vez de ler a respeito de homens que estão 
pregando a Palavra de Deus, você lê a respeito de fan-
tasmagorias musicais, filmes e todo tipo de outras coisas 
que estão acontecendo. Ora, essas coisas têm um lugar, 
mas não devem jamais suplantar a poderosa pregação da 
Palavra de Deus, energizada pelo Espírito. Rádios, tele-
visões, teatro e filmes cristãos, todos têm um lugar, mas 
servem apenas para me desafiar a tornar meus sermões 
mais relevantes, mais dinâmicos e mais estimulantes, 
para que as pessoas queiram a “coisa real”. Não estou me-
nosprezando o lugar de todas estas coisas, estou apenas 
enfatizando que elas nunca devem suplantar a pregação 
da Palavra. Um homem santo que é dotado a pregar, pelo 
Espírito de Deus, e preparado na Palavra de Deus não 
tem semelhante em uma pregação poderosa da verdade. 
Esse é o padrão da Escritura. Se a pregação não faz isso, 
a falha não é do método, a falha é do homem. Mensagem 
social e obra pastoral são importantes, mas nunca com-
pensarão a falta de poder no púlpito.”
JOHN MACARTHUR 
27
I. Moisés (Deuteronômio 1, 4-5)
A. Expôs o texto (1.5)
B. Ensinou o texto (4.1-8, 13-15, 23-24)
 1. Ele o leu
 2. Ele o explicou
 3. Ele o aplicou
 4. Ele o ordenou
 5. Insistiu no texto
C. Aplicou o texto (5.1-22)
 1. Ele o leu
 2. Ele o explicou
 3. Ele o aplicou
II. Esdras (Neemias 8)
A. Sua exposição foi centrada na Bíblia (3)
Sessão 4
OS MODELOS DE PREGAÇÃO EXPOSITIVA
PREGADORES NA ESCRITURA
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
28
B. Sua exposição foi com grande autoridade (4-5)
C. Sua exposição exaltou a Deus (6a)
D. Sua exposição despertou afeições (6b)
E. Sua exposição explicou a Escritura (7-8)
III. Jesus (Mateus 5-7)
A. Ele introduziu o texto (5.17-19) 
B. Ele leu o texto (5.21, 27, 31, 33, 38, 43)
C. Ele explicou o texto (5.22, 28, 31, 34-36, 44-45)
Sessão 4: Os modelos de pregação expositiva | Pregadores na Escritura
29
D. Ele aplicou o texto (5.23-26, 29-30, 37, 40-42, 46-48)
E. Ele intimou o perdido (7.13-27)
IV. Pedro (Atos 2.16-40)
A. Ele leu o texto (16-21)
 1. Joel 2.28-32
B. Ele explicou o texto (22-24)
 1. Jesus é este Senhor
 2. Jesus foi aprovado por Deus (22)
 3. Jesus foi crucificado (23)
 4. Jesus foi ressuscitado (24)
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
30
C. Ele deu apoio ao texto (25-35) 
 1. Citou Salmo 16.8-11
 2. Citou Salmo 132.11
 3. Citou Salmo 110.1
D. Ele sintetizou o texto (36)
 1. Jesus é o Senhor
 2. Jesus é o Cristo 
E. Ele aplicou o texto (37-40)
 1. Arrependam-se dos seus pecados (37-39)
Sessão 4: Os modelos de pregação expositiva | Pregadores na Escritura
31
 2. Recebam a Palavra (40)
V. Paulo (1 Timóteo 4.13)
A. Insistiu na leitura do texto (13a)
B. Insistiu no ensino do texto (13c)
C. Insistiu na aplicação do texto (13b)
32
“Assim como Deus não envia a uma nação ou povo 
nenhuma bênção maior do que lhes dar ministros fiéis, 
sinceros e honestos, assim também a maior maldição 
que Deus talvez envie a um povo neste mundo seja 
lhes dar guias cegos, não regenerados, carnais, tépidos 
e inabilitados”.
George Whitefield
33
I. Intercessão
A. Busque o Senhor 
B. Santifique a sua vida
II. Seleção
A. Conheça as diferentes abordagens
 1. Sequencial
 2. Secional
 3. Tópica/Doutrinária
 4. Biográfica
 5. Individual
 6. Sazonal
 7. Circunstancial
Sessão 5
A mecânica da pregação expositiva (I)
Preparação do Manuscrito
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
34
B. Considere os vários fatores
 1. Sermões recentes
 2. Necessidades da congregação
 3. Maturidade das pessoas
 4. Suas próprias habilidades
 5. Conselhos piedosos
 6. Paixões pessoais
III. Aquisição
A. Bíblias de estudo
B. Comentários bíblicos
C. Ferramentas de idiomas
D. Teologias histórica e sistemática
E. Vários dicionários
F. Enciclopédias bíblicas
Sessão 5: A mecânica da pregação expositiva (I) | Preparação do manuscrito
35
G. Atlas bíblicos
H. Sermões expositivos
 
IV. Orientação
A. Introduções gerais
B. Divisões do livro
C. Esboço do livro
D. Tema central
E. Pano de fundo histórico
F. Redação repetida
G. Desafios interpretativos
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
36
V. Isolamento
A. Observe a unidade literária
B. Determine o texto específico
VI. Observação
A. Observações iniciais
 1. Quem está falando?
 2. A quem está se dirigindo?
 3. Onde está o falante?
 4. Quando isto foi escrito?
 5. Quais são as circunstâncias?
 6. Onde estavam os recipientes desta mensagem?
 7. Por que isto foi escrito?
 8. O que está sendo dito?
 9. Qual é a questão?
 10. Qual é o gênero?B. Observações adicionais
 1. Quais são as palavras-chave?
 2. Quais são as palavras repetidas?
 3. Quais são as palavras teológicas?
 4. Quais são as palavras enfáticas?
 5. Quais são as palavras transicionais?
 6. Quais são os verbos principais?
 7. Quais são as palavras de apoio?
Sessão 5: A mecânica da pregação expositiva (I) | Preparação do manuscrito
37
VII. Visualização
A. Escreva um diagrama de blocos
B. Escreva um esboço inicial
 Os pontos devem ser:
 1. Relativamente poucos
 2. Obviamente claros
 3. Logicamente coerentes 
 4. Escritos compactamente
 5. Equilibrados simetricamente
 Os estilos variados são:
 1. Observação simples
 2. Primeira pessoa
 3. Aplicação prática
 4. Sentença completa
VIII. Cristalização
A. Descubra o tema central
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
38
B. Escreva a “grande ideia”
IX. Interpretação
A. Entenda as leis de interpretação
 1. Significado único
 2. Intenção do autor
 3. Estrutura gramatical
 4. Pano de fundo histórico
 5. Distintivos culturais
Sessão 5: A mecânica da pregação expositiva (I) | Preparação do manuscrito
39
 6. Localizações geográficas
 7. Referências cruzadas
 8. Linguagem figurada
 9. Gênero literário
 10. Revelação progressiva
B. Leia estudos de ajuda
40
“O que me influenciou a falar tão ousadamente o que o 
Senhor colocou em meus lábios, sem respeito a pessoas, 
foi um temor reverente de meu Deus, que me chamou e, 
por sua graça, me designou para ser um despenseiro dos 
mistérios divinos, e uma crença de que ele pedirá con-
tas da maneira como desincumbi o que me foi confiado, 
quando por fim eu estiver diante do seu tribunal.”
John Knox
 
41
X. Construção
A. Escreva o ponto principal
 1. Numeral romano
 2. Ponto homilético
B. Escreva a transição
 1. Perguntas diagnósticas
 2. Afirmações diretas
 3. Afirme os subpontos
C. Escreva o texto bíblico
D. Escreva a interpretação bíblica
 1. Intenção do autor
 2. Pano de fundo histórico
 3. Gramática e sintaxe
 4. Estudos de palavras
 5. Referências cruzadas
 6. Singularidade cultural
 7. Localização geográfica
Sessão 6
A mecânica da pregação expositiva (iI)
Preparação do Manuscrito
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
42
E. Escreva a aplicação prática
 1. Veja os princípios na Escritura
 2. Conheça o auditório diante de você.
 3. Mostre a relevância da Escritura 
F. Escreva ilustrações claras
 1. Saiba as fontes
 a. Bíblicas
 b. Históricas
 c. Culturais
 d. Pessoais
 e. Metafóricas
 f. Das citações
Sessão 6: A mecânica da pregação expositiva (II) | Preparação do manuscrito
43
 2. Lembre as diretrizes
 a. Não obscureça o texto
 b. Não seja extenso demais ao explicar
 c. Não seja o herói da ilustração
XI. Introdução
A. Leia o texto
 1. Leia-o distintamente
 2. Leio-o devagar
 3. Leio-o enfaticamente
B. Crie interesse
 1. Use uma afirmação provocativa
 2. Use uma citação impactante
 3. Use um acontecimento presente
 4. Use uma crise amedrontadora
 5. Use perguntas perscrutadoras
 6. Use uma ilustração pública
C. Mostre a importância
 1. Faça-o ser sentido pessoalmente
 2. Faça-o ser sentido coletivamente
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
44
D. Revela a direção
 1. Afirme a “grande ideia”
 2. Afirme os pontos principais
E. Reveja o contexto
 1. Mostre o contexto do livro
 2. Mostre o contexto histórico
XII. Conclusão
A. Apele aos crentes
 1. Eles devem saber algo
 2. Eles devem sentir algo
 3. Eles devem fazer algo
Sessão 6: A mecânica da pregação expositiva (II) | Preparação do manuscrito
45
B. Apele aos não crentes
 1. Chame-os ao arrependimento
 2. Chame-os à fé
XIII. Avaliação
A. Reveja a extensão
B. Reveja a qualidade
C. Reveja o equilíbrio
D. Reveja a clareza
E. Reveja a exatidão
F. Reveja o fluxo
G. Reveja o vocabulário
H. Reveja o esboço
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
46
XIV. Finalização
A. Lapide o esboço
B. Compacte as sentenças
C. Organize o fluxo
D. Aprimore o vocabulário
E. Alterne as palavras
F. Acrescente adjetivos
G. Insira advérbios
H. Melhore as transições
I. Encurte as ilustrações
XV. Internalização 
A. Conheça a mensagem
 1. Marque o manuscrito
 2. Marque a Bíblia
Sessão 6: A mecânica da pregação expositiva (II) | Preparação do manuscrito
47
B. Sinta a mensagem
 1. Ore sobre o manuscrito
 2. Pondere o manuscrito
C. Viva a mensagem
 1. Humilhe o seu coração
 2. Consagre a sua vida
XVI. Proclamação
A. Dependência espiritual
B. Contato visual
C. Voz clara
D. Tom variado
E. Ritmo alternado
F. Gestos apropriados
G. Postura corporal
48
“Não penso que os ministros devem ser acusados por 
elevarem demais as afeições dos seus ouvintes, se aqui-
lo como que eles são afetados é digno de afeição; e suas 
afeições não são elevadas além da proporção à sua impor-
tância ou dignidade de afeição. Devo pensar que tenho 
o dever de elevar as afeições dos meus ouvintes tão alto 
quanto eu talvez possa, contanto que eles sejam elevados 
com nada além da verdade e com afeições que não discor-
dem da natureza daquilo com o que são afetados.”
Jonathan Edwards 
49
I. João Calvino (1509-1564)
A. Exposição sequencial
B. Nenhum manuscrito / Anotações
C. Bíblia hebraico / grego
D. Introdução breve
E. Nenhum esboço
F. Nenhuma menção da língua original
G. Fluxo conversacional
H. Aplicação pastoral
I. Linguagem inclusiva
J. Poucas ilustrações
K. Defesas polêmicas
L. Conclusão decisiva
Sessão 7
Os mestres de pregação expositiva
Padrões na História da Igreja
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
50
II. Jonathan Edwards (1703-1758)
A. Exposição não sequencial
B. Manuscrito completo
C. Esboço puritano
D. Subpontos detalhados
E. Introdução breve
F. Exortação crucial
G. Aplicação extensa
H. Metáforas vívidas
I. Referências cruzadas
J. Fortemente doutrinária
III. Charles H. Spurgeon (1834-1892)
A. Exposição não sequencial
B. Comentário do capítulo
C. Versículo isolado
D. Introdução temática
E. Pontos anunciados
F. Esboço estruturado
G. Subpontos detalhados
H. Metáforas vívidas
I. Temas teológicos
J. Exortação emocional
K. Apelo evangelístico
L. Ilustrações periódicas
IV. Martyn Lloyd-Jones (1899-1981) 
A. Exposição sequencial
Sessão 7: Os mestres de pregação expositiva | Padrões na história da igreja
51
B. Anotações limitadas
C. Exposição teológica
D. Esboço simples
E. Nenhuma menção das línguas originais
F. Raciocínio lógico
G. Discernimento penetrante
H. Ilustrações bíblicas
I. Fluxo conversacional
J. Impulso teocêntrico
K. Aplicação ampla
L. Apelo evangelístico
M. Entrega reverente
V. John MacArthur (1939- ) 
A. Exposição sequencial
B. Esboço estruturado
C. Introdução extensa
D. Pano de fundo histórico
E. Estudo das palavras
F. Muitas referências cruzadas
G. Ilustrações bíblicas
H. Fortemente doutrinária
I. Defendendo a verdade 
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“A aplicação em um sermão não é meramente um apên-
dice à discussão ou uma parte subordinada do sermão; 
é a principal coisa a ser feita. Spurgeon disse: ‘Onde a 
aplicação começa, ali o sermão começa’. Não temos de 
falar diante das pessoas, mas para as pessoas, e devemos 
nos esforçar diligentemente para fazê-las tomar para si 
mesmas o que lhes dizemos. Daniel Webster disse certa 
vez e o repetiu com ênfase: ‘Quando um homem prega 
para mim, quero que ele faça da mensagem uma ques-
tão pessoal, uma questão pessoal, uma questão pessoal!’ 
E nosso dever solene é dirigir-nos a todos os homens, 
quer eles queiram, quer não.”
 
John Broadus 
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I. Ache os princípios atemporais
A. Está arraigado no texto
B. Relaciona a verdadeà vida
C. É coerente com toda a Escritura
D. Transcende todas as culturas
E. Aplica-se a todas as gerações
II. Conheça os seus ouvintes
A. Conheça a natureza humana
B. Conheça as necessidades dos ouvintes
Sessão 8
A maneira da pregação expositiva
A Praticabilidade da verdade
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
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C. Conheça as necessidades da igreja
D. Conheça as questões atuais
III. Conheça as várias abordagens
A. Há um mandamento a ser obedecido?
B. Há um exemplo a ser seguido?
C. Há uma promessa a ser cumprida?
D. Há um princípio a ser implementado?
E. Há um pecado a ser evitado?
F. Há uma advertência a que se deve atentar?
G. Há um motivo de louvor?
H. Há uma ação de graças a ser oferecida?
I. Há uma verdade a ser defendida?
J. Há uma posição que deva ser tomada?
K. Há um testemunho a ser dado?
Sessão 8: A maneira da pregação expositiva | A Praticabilidade da verdade
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IV. Varie a abordagem
A. Encoraje positivamente os seus ouvintes
B. Apele pastoralmente aos seus ouvintes
C. Convide persuasivamente os seus ouvintes
D. Argumente logicamente com os seus ouvintes
E. Ordene com autoridade aos seus ouvintes
F. Apele urgentemente aos seus ouvintes
G. Advirta severamente os seus ouvintes
V. Varie os modos dos verbos
A. Use o modo indicativo
B. Use a forma interrogativa
C. Use o modo imperativo
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
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VI. Varie o tom
A. Fale diretamente
B. Fale brandamente
C. Fale em voz alta
D. Fale com firmeza
E. Fale compassivamente
F. Fale devagar
G. Fale rápido 
VII. Varie os pronomes
A. Fale na terceira pessoal do plural
B. Mude para a primeira pessoa do plural
C. Mude para a segunda pessoa do singular
Sessão 8: A maneira da pregação expositiva | A Praticabilidade da verdade
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VIII. Ilustre a aplicação
1. Mostre-a em sua própria vida
2. Mostre-a na vida de outros
3. Mostre-a em um personagem bíblico
4. Mostre-a em um personagem histórico
IX. Varie o arranjo
A. Faça aplicações na introdução
B. Faça aplicações no corpo da mensagem
C. Faça aplicações na conclusão
X. Varie o foco
A. Informe à mente do ouvinte
B. Inflame as afeições do ouvinte
C. Influencie a vontade do ouvinte
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“Pregar exige uma resposta emocional. Não é mera-
mente um exercício de transferência de informação. O 
púlpito é o palco para o drama. O próprio evangelho é 
dramático... Estamos falando a verdade dramática, a 
verdade que despedaça a alma, mas, depois, traz cura 
e eleva o espírito humano. O Espírito Santo deve en-
tristecer-se quando a sua Palavra dramática é pregada 
sem paixão... Pregação desapaixonada é uma mentira 
– nega o conteúdo que ela transmite.”
R. C. Sproul
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I. Significado linguístico de paixão
A. Entenda a definição de paixão
B. Entenda os sinônimos de paixão
II. Elementos específicos de paixão
A. Pregue com fervor
B. Pregue com intensidade
C. Pregue com urgência
Sessão 9
A motivação da pregação expositiva
Paixão na Proclamação
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
60
III. Exemplos bíblicos de paixão
A. Veja exemplos de paixão no Antigo Testamento
 1. Jeremias 9.1
 2. Jeremias 13.17
 3. Jeremias 20.9
 4. Jeremias 23.29
 5. Jonas 3.2-4
B. Veja exemplos de paixão no Novo Testamento
 1. Mateus 9.36
 2. João 7.37-38
 3. Atos 4.2
Sessão 9: A motivação da pregação expositiva | Paixão na proclamação
61
 4. Atos 13.5
 5. Atos 20.31
 6. Romanos 9.1-3
 7. Romanos 10.1
 8. 2 Coríntios 6.11
 9. Colossenses 1.28
IV. Vozes históricas de paixão
A. Ouça vozes distantes
 1. Martinho Lutero
“O evangelho não deve ser escrito, antes, deve ser 
proclamado.”
 2. Jonathan Edwards
“Se a verdadeira religião jaz muito nas afeições, po-
demos inferir que essa maneira de pregar a Palavra… 
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
62
visto que possui uma tendência de afetar profunda-
mente os corações dos que ouvem... deve ser muito 
desejada.”
 3. George Whitefield
“A igreja está adormecida. Somente uma voz muito 
alta a despertará de seu sono.”
 4. James W. Alexander
“Nenhum homem pode ser um grande pregador sem 
grande sentimento.”
 5. Charles H. Spurgeon
“Nenhum homem que prega o evangelho sem zelo é 
enviado por Deus a pregar, de maneira alguma.”
“Os sermões devem proceder do nosso coração, pois, 
do contrário, não chegarão ao coração dos nossos 
ouvintes.”
“A verdadeira pregação é artesiana: jorra das profun-
dezas da alma.”
B. Ouça vozes recentes
 1. John Murray
“Pregação sem paixão não é pregação, de modo algum.”
 
 2. Martyn Lloyd-Jones
“O que é pregação?... É teologia em fogo. E a teologia 
que não pega fogo, eu afirmo, é uma teologia defi-
Sessão 9: A motivação da pregação expositiva | Paixão na proclamação
63
ciente... Pregação é teologia vindo de um homem que 
está em fogo.”
 
 3. Geoffrey Thomas
“Um dos grandes perigos que se apresentam aos 
pregadores da fé reformada é o problema do hiperin-
telectualismo, ou seja, o perigo constante de cairmos 
em uma forma puramente cerebral de proclamação, 
que atinge somente o intelecto.”
V. Ajuda prática para paixão
A. Tenha um ponto de vista elevado sobre Deus
B. Cultive convicções profundas da verdade
C. Viva com um senso de urgência
D. Desenvolva um amor profundo pelas pessoas
E. Seja cheio do Espírito Santo
F. Seja preocupado com o céu e com o inferno
Curso Fiel de Liderança | Pregação Expositiva
64
G. Leia biografias cristãs inspiradoras
H. Tenha comunhão com crentes fervorosos
I. Busque a comunhão com Deus
J. Tenha o desejo de ver pessoas salvas
K. Pregue às pessoas responsivas
L. Confesse todos os seus pecados
M. Pregue os Salmos
N. Entenda o que é a verdadeira pregação
O. Ouça pregações cheias de paixão
Sessão 9: A motivação da pregação expositiva | Paixão na proclamação
65
P. Leia pregações cheias de paixão
Q. Reflita sobre a sua chamada
R. Pense no Tribunal de Cristo
S. Fixe seus olhos na cruz
T. Peça a Deus que inflame seu coração
66
“A exposição bíblica séria desaparece rapidamente 
quando pregadores preparam pequenos discursos de au-
tossatisfação para pessoas que não conhecem a Bíblia, 
menos ainda o que está sendo ensinado... O que Deus 
prometeu abençoar e o que ele mais utiliza para trazer 
bênção é o ensino e a pregação exata de sua Palavra... 
É por meio dessa pregação bíblica que vêm tempos de 
renovação e reforma.”
James Montgomery Boyce
67
I. Ensino bíblico sobre poder
A. Entenda o poder do Espírito no ministério de Jesus
 1. Lucas 3.21-22
 2. Lucas 4.1-19
B. Entenda a promessa do Espírito na comissão dada por Jesus
 1. Lucas 24.47-49
 2. Atos 1.8
C. Entenda o poder do Espírito no ministério dos apóstolos
1. Atos 2.4, 14-16
2. Atos 4.8-12
3. Atos 4.31
4. Atos 6.3-5
5. Atos 7.51-55
6. Atos 9.17-22
7. Atos 13.9-11
8. Atos 13.52-14.1
9. Colossenses 1.29
Sessão 10
O poder da pregação expositiva
Poder no Espírito
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II. Testemunho histórico de poder
A. Conheça a dependência de George Whitefield
B. Conheça a dependência de Charles Spurgeon
C. Conheça a dependência de Martyn Lloyd-Jones
III. Realidades práticas de poder
A. Um entendimento mais claro da Palavra
B. Uma convicção profunda da verdade
C. Um coração dilatado para Deus
D. Uma confiança mais forte na Palavra
E. Uma recordação mais rápida da verdade
F. Uma maior liberdade de discurso
G. Uma compaixão mais ampla pelos ouvintes
Sessão 10: O poder da pregação expositiva | Poder no Espírito
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IV. Responsabilidade pessoal
A. Saturado da Escritura
B. Santificado diante de Deus
C. Rendidoa Deus
D. Separado de influências desnecessárias
E. Submisso em oração
F. Buscando a glória de Deus
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