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PROTESE TOTAL *tratamento reabilitador Exame clinico: É o conjunto de procedimentos organizados com os quais o CD procura obter do paciente todas as informações necessárias e fundamentais para elaboração de um diagnóstico e prognóstico do caso clinico com o objetivo de tratar o paciente. Objetivos: detectar e avaliar patologias comuns as estruturas bucais Avaliar distúrbios funcionais e anatômicas (por ex, atm) Avaliar doenças sistêmicas Detectar as dificuldades do tratamento Avaliar a necessidade de tratamentos prévios (ex: hiperplasia, alterações do meio bucal) *só realizamos a prótese após tratar todas as doenças, tratamento reabilitador. Avaliar a atitude do paciente em relação ao tratamento Promover o prognóstico (realizar plano de tratamento) Registrar as informações em fixas (prontuários) O exame clinico é composto de anamnese + exame físico. Anamnese: questões dialogadas, analisar as condições de saúde geral Ficha clínica: fácil manejo e conservação Conter todos os dados necessários, e espaço para futuras anotações Anotações objetivas e que qualquer pessoa consiga entender Primeira visita: - Triagem - Avaliar conceito que o paciente tem de PT (se nunca usou, se ele aceita o tratamento) - Ajuste oclusal bom, adaptada, se devolve 20% das condições normais de mastigação, devolve funções mas com algumas limitações. Avaliar: Aspecto de saúde Aspecto de saúde bucal Aspectos psicológicos -- pode ser receptivo, histérico, áptico, indiferente. Exame da Saúde Geral - anemias - problemas de nutrição - doenças infectos contagiosas * para tomar cuidados adicionais sobre a saúde do pacinete - alterações hormonais - problemas digestivos - problemas respiratórios - problemas renais - problemas cardíacos - discrasia sanguínea Exame Extra Oral - avaliar: cor de pele, cabelo, olhos (para cor do dente) - formato do rosto: para formato do dente - lábios ( se houver alteração) - presença de quelite angular (comissura labial) - linha média (se tem desvio) - Perfil facial - alterações (feridas, manchas, nódulos) Exame físico intraoral Avaliar: - palato - mucosa - língua - assoalho de boca - lábio - distancia entre os maxilares - o porque das perdas dos dentes do paciente (carie, trauma, doença periodontal), histórico odontológico * se ele perdeu por carie ou doença periodontal o CD vai ter uma dificuldade para manter prótese higienizada * se perdeu por trauma pode haver alguma alteração na face Forma geral dos maxilares: - retangular - ovóide *estabilidade maior da prótese, porque obtem melhor retenção da prótese. Porque a distribuição das forças desse tipo de rebordo é melhor, mais fácil de montar dentes artificiais, estética favorecida. - triangular Tamanho dos rebordos: - grande (50mm) - médio (45mm) Pequenos (40mm) Forma de Rebordo (secção transversal) Afilados (triangular) Vertentes paralelas (arredondados) Retentivos (estrangulado) Arredondados: Favoreis a reabilitação Quando as extrações dentarias foram feitas de maneiras adequadas Cicatrização ocorreu em tempo normal Não teve a presença de espículas osseas ou patológicas Triangulares ou estrangulares Perda óssea por algum problema patológico Essas formas são mais frágeis É comum desconforto e reclamações quando instalada a prótese, pois ela tem menos retenção, o paciente sofre mais trauma na mucosa Relação da Superficie do Rebordo Alveolar Mucosa lisa (é fácil de moldar) Mucosa ondulosa Rebordo irregular (machuca +) *quando o rebordo é muito irregular tem que fazer cirurgia de regularização deste rebordo antes de confeccionar a prótese. * se a prótese for feita logo após da extração dos dentes em alguns meses o paciente vai precisar reembazar ou trocar a pt, por causa do rebordo. Tuberosidades No rebordo, podem ser: - grandes - pequenas - média Torus Mandibulares ou palatinos Espaço intermaxilar Espaço entre o rebordo superior com o inferior Quando tem um espaço limitado é mais difícil reabilitar, porque tem que caber neste espaço resina acrílica (o cor de rosa que é a base) + os dentes e o espaço funcional livre Espaço limitado (dentes inadequadamente posicionados) – FALHA Espaço excessivo: estabilidade da prótese fica comprometida e causa reabsorção do rebordo *Isso não quer dizer que o paciente não pode ser reabilitado, só que o prognóstico não será favorável (paciente não conseguirá usar a prótese) Relação entre os dois rebordos - Sentido horizontal * Classe I: Perfil reto * Classe II: Queixo para trás * Classe III: Queixo para frente II ou III: difícil montagem dos dentes Prótese total se desenvolve uma oclusão bilateral, balanceada quando o paciente fizer protusão os dentes posteriores tocam, se não a prótese levanta e solta. *oclusão mutualmente protegida: dentes naturais Condições dos tecidos moles: - mucosa - língua - palato duro e mole *Avaliar: - cor: rosa (saudável) - textura: neoplasia ou irregularidades - mobilidade: duros ou flácidos A mucosa é composta por mucosa e uma submucosa que funciona como um amortecedor entre a base e o tecido, se tem uma boca saudável a sub mucosa é bem inserida no periósteo e isso faz com que as forças da mastigação sejam transmitidas para o tecido ósseo de forma favorável e isso dá um bom suporte para as próteses, Se a mucosa é flácida, delgada ou resili ente ela é muito + susceptível a traumas, porque a prótese terá muito menos estabilidade. Rebordo flácido (muita resiliência): Quando com um palito de sorvete (p/ exame) o CD encosta na mucosa e ela mexe mais de 2mm Resiliencia média: de 1 até 2mm Pouco resiliente: menos de 1mm De interesse para o prognostico, uma mucosa mais resiliente tem mais desvantagens, porque quando colocar uma prótese de resina acrílica (dura) que vai sofrer uma carga mastigatória em cima da mucosa flácida é mais difícil de adaptar, porque falta suporte e retenção, machucando a mucosa. Rebordo flácido é encontrado em 24% dos casos nas máximas e 5% nas mandíbulas. Presença de lesões Prevalencia de lesões de mucosa de 47% maior em idosos Alterações associadas à idade Lesoes benignas ou malignas Problemas patológicos mais frequentes no uso da PT: Hiperplasia (relacionada com a integridade da prótese, se ela está bem adaptada ou não) Quando tem prótese mal adaptada tem a redução da estabilidade que aumenta a quantidade de trauma e aumenta a formação da lesão Candidiase Oral 1- Primária (manifestação só na cavidade oral) 2- Secundária (manifestação sistêmica) Lesões de cândidas associadas ao microorganismo cancido: - queilite angular: inflamação na mucosa que nunca sara - glossite romboide mediana - heritema gengival - estomatite protética (atinge de 20% a 25% dos usuários da PT) - fatores predisponentes: . presença da PT durante o sono noturno . deficiência de higiente . quando o paciente usa a PT para dormir: * aumenta o trauma na mucosa (pelo apeitarmento dos dentes durante a noite) e isso faz com que estimule a renovação das células epiteliais deste rebordo e assim tem a solução da queratinização desta mucosa e isso faz com que ocorra a penetração dos patógenos (principalmente fungos na mucosa) Caracteristica clinica do paciente com estomatite protética: - eritema crônico (geralmente superior) - petéquias hemorrágicas localizadas no palato (área de contato) Sintomatologia: as vezes dói queilite angular associada sensação de queimação, gosto desagradável assintomático (na maioria dos casos) Estado de saúde da mucosa Saudável: rosa claro / superfície lisa e aderente Tecido inflamado: coloração avermelhado / objetivodo CD: detectar a causa Freios e bridas Freios baixos: quando movimenta a boca a prótese cai. Lingua Tamanho, posição, mobilidade Palato mole: Inclinação do palato mole Sempre avaliar sua disposição em relação ao palato duro (influi na extensão do limite posterior da prótese) Saliva MUITO importante, pois, o que faz a PT parar no lugar é uma película ou saliva entre a PT e a mucosa. A saliva promove vedamento periférico Se não tem saliva, não tem vedamento, assim não tem retenção Tipos de saliva: Mucosa (espessa) *forma uma película muito grande e faz com que ocorra o deslocamento da PT Serosa *fluída, maior adesividade Xerostomia *queixa subjetiva de boca seca que pode resultar de uma diminuição na produção de saliva *redução dos níveis ( dificuldades no uso da prótese ) . perda de retenção . formação de ulceras traumáticas . contato direto Efeitos negativos *hábitos alimentares alterados *estado nutricional deficiente *fala e paladas prejudicados *ressecamentos dos lábios *riscos do aumento de infecção: candidíase *mucosite *halitose *intolerância a prótese Secreção diária de saliva NORMAL: 800 – 1500ml de saliva Causas de xerostomia: PRINCIPAL: medicamentos . o paciente idoso já tem redução no fluxo salivar . esta presente em 30% da população idosa . doenças sistêmicas . radioterapia (região de cabeça e pescoço) e dependendo numero de sessões pode ser transitório ou permanente . mulheres na menopausa Informação ao paciente: Ausencia de saliva dificulta uso da PT Salivas artificiais pode ajudar EXAMES COMPLEMENTARES Panoramica Modelos de estudo Exames das próteses em uso (estado dela) Exame radiográfico Presença de lesões Presença de raízes residuais e dentes inclusos Forma e qualidade do osso alveolar Altura do corpo mandíbula Forame, crista Contra indicações formais: - presença de lesões malignas irreversíveis - incapacidade e debilidades motora - sensibilidade avançada *contra indicação temporárias: - cirurgias pré protéticas - presença de dentes e raízes residuais - lesões malignas Musculos - podem deslocar a PT: . masseter . pterigoide medial . mentoniano . palatoglosso . estiloglosso . milohioide (assoalho da boca) - que estabilizam a PT em posição: . bucinador . orbilucar do lábio . genioglosso PASSO A PASSO DA PT: 1º Passo da PT Moldagem anatômica (com alginato) 2º Passo da PT Moldagem funcional Na moldagem funcional e com ela a moldeira individual, de onde vai ser feita a moldagem funcional (silicone, godiva e lizandra) A moldeira individual não chega até o fundo de suco, porque precisa de espaço para o material de moldagem moldar o fundo de suco Silicone e godiva para rebordo: se o rebordo for flácio não pode usar lizandra e só silicone leve. Lizandra para a base 3º Passo da PT Vazar o gesso e aí vai ter o modelo de trabalho (que será utilizado até o final) 4º Base de prova com plano de orientação 4.1 Aliviar áreas retentivas - freios labial - bridas e freios laterais 4.2 Plano de cera: orientar Desgastar se necessário na vestibular (tem que estar harmônico, principalmente o suco nasolabial) Plano oclusal: ver se esta aparecendo muito na incisal com a boca do paciente em repouso. Primeiro tira com a espátula de pintor, depois a régua de fox para ver o paralelismo (linha da pupila e o plano de camper) *Plano de camper é formado por: Asa do nariz até o tragus Comessura labial até a base da orelha 4.3 Corredor Bucal Quantidade de exposição dos dentes posteriores 4.4 Linha média (mais importante) Divisão entre 11 e 21 Não ir pelo nariz Glabela, queixo 4.5 Linha alta do sorriso: determina a quantidade de exposição dos dentes anteriores no sorriso Pedir pro paciente sorrir como se tivesse ganhado na mega sena para chegar em seu espaço máximo 4.6 Linha dos caninos Linha pupilar (usar o fio dental) / Comissura Labial 5. Montagem do arco facial no Articulador Qual a diferença da moldagem anatômica para a moldagem funcional? A moldagem anatômica é uma moldagem única para fazer a moldeira individual. A moldagem funcional é uma moldagem dupla (primeiro molda o rebordo de maneira dinâmica, movimentando os músculos do paciente e depois molda a base da moldeira) MOLDAGEM ANATOMICA ou moldagem preliminar Tecnicamente a moldagem de um rebordo edentado deve ser realizado com os seguintes objetivos: 1. Minina deformação dos tecidos de suporte, através da aplicação da técnica adequada na moldagem anatômica 2. Extensao correta da base da prótese, por meio de ajuste da moldeira individual, de acordo com as características anatofisiologicas do paciente 3. Vedamento periférico funcional, pela espessura e contorno adequado das bordas da prótese 4. Contato adequado da base da prótese com o rebordo, através da perfeita reprodução dos tecidos pelo material de moldagem *. Um erro comumente observado e a realização da moldagem anatômica apenas com o objetivo de obter um modelo para confecção de uma moldeira individual. *. A respeito disso, pode-se assumir que uma mínima deformação dos tecidos deve ser obtida por uma moldagem anatômica com material de baixa compressibilidade, como o alginato, e a moldeira individual deve ser confeccionada ajustada ao modelo anatômico com a finalidade de preservar, durante a moldagem funcional, a arquitetura dos tecidos obtida na moldagem anatômica, especialmente nos casos de mucosa flácida *. Os materiais mais utilizadas para moldagem dos edentados são: alginato, godiva, e silicone. Seleção da moldeira de Estoque PASSO MAIS IMPORTANTE: Moldeiras apropriadas para edentados devem possuir bacia mais rasa e o cabo biangulado permitindo seu posicionamento correto sobre o rebordo, sem deformar as inserções musculares - Deve-se considerar o tamanho e a largura - O cabo angulado permite a inserção adequada da moldeira sem deformar a musculatura do lábio, que forma o fundo de vestíbulo na região anteior. *. A seleção da moldeira é feita de acordo com a largura da sua porção anterior, centralizando-se as tuberosidades da maxila nas partes mais profundas da baixa superior e a crista do rebordo nas suas porções mais distais, bilateralmente na moldeira inferior. ****. Compasso de ponta seca pode ajudar a medir a largura do rebordo no nível da tuberosidades para facilitar a escolha.**** Com alginato: Por ser fácil de manipular, produzir menores deformações aos tecios de revestimento do rebordo e apresentar boa fidelidade de cópia, o alginato (hidrocoloide irreversível) é o material mais utilizado. Moldeiras para alginato deve possuir algum meio de retenção. Individualizar com cera periférica. A desinfecção de moldes em alginato antes de vazar o gesso é feito com solução de hipoclorido de sódio a 1% e mantendo-os em um recipiente fechado por 10min. Com godiva: A godiva é um material a base de resinas termoplásticas, a qual pode ser especialmente útil para moldar rebordos edentados inferiores severamente reabsorvidos, pois possui grande capacidade de afastar a musculatura inserida no rebordo. Entretanto tende a comprimir e deformar mais os tecidos que os outros materiais. A desinfecção imergir o molde em uma solução de glutaraldeiro a 2% por 10min. Com silicone: Em algumas situações, nas quais tenham ocorrido grande alterações ósseas no rebordo remanescente, o que inclui as reabsorções ósseas severas, o uso de silicone traz vantagens de uma técnica na qual se consegue individualizar a moldeira de estoque com o silicone pesado, para otimizar a capacidade de cópia do material de moldagem, no caso silicone leve. A Desinfecção imergir o molde em solução de hipocloridode sódio de 1% ou glutaldeido a 2% por 10min. MOLDAGEM FUNCIONAL OU FINAL. A moldagem funcional deve ser dividida em duas fases distintas, mas que se completam: vedamento periférico e moldagem funcional propriamente dita. *Pode se dizer que uma moldagem funcional só pode ser considerada funcional se o vedamento periférico foi executado de forma apropriada. MOLDEIRAS INDIVIDUAIS: Porque a moldeira individual não recobre todo o modelo? Porque aqui moldamos fundo de suco e precisamos deixar espaço para o material. A moldagem funcional é realizada utilizando uma moldeira individual. Primeiro objetico do uso da moldeira: está na terminação dos limites da área chapeavel de acordo com a fisiologia dos elementos anatômicos presentes. Dessa forma obtem-se um vedamento em toda periferia da base da prótese, que promove o confinamento de uma película de saliva, quando retenção da prótese a mucosa por ação das forças de coesão, adesão e pressão atmosféricas. Um bom vedamento periférico diminui significamente o fluxo de alimentos que podem vir a ficar interpostos entre a prótese e a mucosa. É importante que a moldeira seja construída o mais adaptada possível sobre o modelo anatômico. Pois dessa forma durante a moldagem funcional que sempre vai ocorrer algum grau de compressão dos tecios, estes serão contidos e mantidos em posição, com mínimo graus de deformação. *. O vedamento periférico mantem o filme de saliva entre a base da prótese e a mucosa Pequenos alívios são recomendados para facilitar a remoção do modelo de trabalho na moldeira individual O alivio também é importante em determinadas áreas nas quais a mucosa apresenta algum grau de flacidez ou se resiliência natural (ex: rugosidades palatinas) A área de alivio deve ser a menor possível e jamais recobrir toda a área de suporte primaria As moldeiras devem possuir cabos que facilitam sua manipulação durante o procedimento de moldagem. Ajudam a aferir o grau de retenção e estabilidade. Devem possuir tamanhos aproximadamente dos dentes artificias cerca de 10mm. ** Independente do material utilizado para sua confecção, a moldeira indiviaul deve ser rígida, não permitindo a deformação do material de moldagem que por ela seja suportado ** Os matérias + utilizados para confecção são: - resina acrílica autopolimerizavel - resina acrílica termopolimerizavel - resina composta fotolimerizavel - placa de poliestireno VEDAMENTO PERIFERICO Essa técnica consiste em permitir que os tecidos estabeleçam suas próprias relações de contato com o material de moldagem, modelando aos seus requerimentos funcionais Antes de proceder ao VP a moldeira individual precisa ser ajustava para que haja espaço suficiente a ser preenchido pelo material de moldagem. Esses cuidados eliminam maior parte das manobras de tracionamento. A borda da moldeira deve guardar de 2 a 3mm de distancia do fundo de vestíbulo, com exceção da região do termino posterior. *a godiva de baixa fusão em bastão tem propriedades que se apresentam como vantagens em relações aos demais matérias para a moldagem do vedamento periférico. Como regra godiva deverá apresentar-se com espessura adequada, contorno arredondado e superfície fosca, sem dobrar as rugosidades, ocupando totalmente o espaço deixado pelo ajuste da moldeira e mantendo-se em intimo contato com os tecido. Rebordo Superior Se divide em 5 regioes . Espaço coronomaxila . Fundo de vestíbulo . Fundo de vestíbulo . Freio labial . Termino posterior – vedamento ou selamento posterior Rebordo Inferior Se divide em 6 regioes . Chanfradura do masseter . Fundo do vestíbulo bucal . Fundo do vestíbulo lingual . Fossa distolingual . Falange sublingual . Freios linguais Materias de moldagem Os matérias mais usados para execução da molgadem final são as pastas à base de óxido de zinco e eugenol e os elastômeros (silicone, poliestereo e mercaptanos). BASES DE PROVA E ORIENTAÇÃO O profissional necessita de um meio adequado para registrar e transferir o arranjo dos dentes artificias das futuras próteses. O melhor meio: plano de orientação, feitas com ceras, ancoradas na base de prova. Os planos de cera ajustado e relacionados da boca são orientar todos os passos d confecção da prótese (protótipo). A presença na boca promove a recuperação de parte significativa das características estéticas perdidas. BASE DE PROVA A precisão dos registros das características biotipológicas do individuo determinará a acuidade das relações intermaxilares, oclusais e do padrão estético das próteses terminadas. Por isso as bases de prova devem ser rígidas, estáveis, retentivas e bem adaptadas ao rebordo residual. As bases de prova são confeccionadas sobre os modelos obtidos das moldagens funcionais e podem ser feitos com resina acrílica termo, auto ou fotopolimerizavel. As bases de provas confeccionadas com resina acrílica possuem vantagens: 1- Possibilita a confirmação do resultado da moldagem funcional antes do termino do trabalho, em um momento que ainda pode ser refeita. 2- São mais estáveis sobre os rebordos edentados, facilitando e tornando mais precisos os procedimentos de registo. PLANOS DE ORIENTAÇÃO Os planos de orientação ou de referencia devem ser confeccionados em cera 7 ou 9 fundidas em um conformador, o que resulta em planos de cera mais resistentes, A colocação dos planos de orientação sobre as bases de prova deve seguir determinadas réguas com o objetivo de diminuir a quantidade de ajuste com o paciente. Base de Prova – base que terá no final da PT Plano de orientação *São um protótipo que oriente o protético *É um meio para registro e transferências das características do paciente Caracteristicas da base de prova: cobrir toda a base de suporte, rígida, estável, retentiva e bem adaptada ao rebordo Não pode estar soltando a base de prova, não adapta São confeccionados sobre modelo de trabalho Existem 3 tipos de resina acrílica: autopolimerizavel, termopolimerizavel, fotopolimerizavel (não se usa) Fazer alivio no modelo para áreas retentivas Zonas de alívios: Superior: parte anteior da maxila, rafe palatina Inferior: apenas áreas realmente retentivas Preservar o modelo Passar o isolante e fazer com a resina autopolimerizavel (rosa) a base de prova Planos de orientação Base de prova Cera em volta *Vai dar referencias para saber como que vai ficar a prótese final Nomenclatura: rolete de cera/plano de oclusão/plano de orientação INDIVIDUALIZAÇÃO DO PLANO DE ORIENTAÇÃO SUPERIOR O objetico principal é o de recuperar, com o contorno do plano de orientação, a sustentação dos tecido do terço inferior da face, perdida com a extração dos dentes naturais Suporte labial: O reposicionamento correto aos músculos orbiculares é essencial para a recuperação da estética do paciente edentado. 2 fatores importantes: 1. A compensação para perda alveiolar, na fase de moldadem com o espassamento da flange labial da prótese. 2. O contorno adequado do plano de cera para dar superte a musculatura Em alguns casos a base deve ser engrossada, ou diminuída. Classe I, II, e III implicam nas montagem dos dentes. Altura incisal: Porção visível dos dentes com o lábio em repouso (o quanto de dente que vai aparecer) Pacientes idosos aparecem menos dentes Homens mostram uma medica de 1,9mm de exposição incisal Mulheres mostram 3,4 em media Usar estapula de pintor ou gesso para tirar excesso, sempre inclinando, não pode deixar a parte posterior maior que a inferior Linha do Sorriso: Os dentes naturais formam uma curva suavemente ascendente, que acompanha a borda superior do lábio inferior (linha do sorriso) Para seguir o plano de cera pode ser ajustado com a réguade fox *Com o esquadro de fox apoiado sobre o plano de cera, pode ser avaliada a sua relação com o plano de Camper (que é estabelecido em tecido mole pela linha que vai da borda superior do tragus a borda inteferior da asa do nariz) Inclinação divergente (abre) falta cera na frente Inclinação convergente (fecha) + alta na frente (fala atrás – cera) Inclinação paralela (correta) Regua de fox: mostra as linhas do plano de camper Linha bipupilar: da pupila até a boca Remover os excessos com uma estapula larga Corredor Bucal É o espaço existente entre a superfície vestibular dos dentes posteriores e a mucosa interna da bochecha Na prótese tem que achar um meio termo para o corredor bucal, mostrar ate o canino, depois vai sumindo progressivamente Linha média Divisao entre 11 e 21 O crescimento igual dos processos maxilares direito e esquerdo resulta em um face com linha media reta e um alinhamento mais simétrico dos dentes anteriores superiores Seguir glabela e queixo Esta localizada geralmente no meio de feltrum, logo abaixo do tubérculo do labo Linha mais importante Linha alta do sorriso: mais alta (ganhou na mega sena) Determina a exposição dos dentes no sorriso Tem que tentar conseguir o máximo que o paciente puder Linha dos caninos Linha pupilar Ou asa do nariz até na boca Antes de todos esses processos de individualização tem que: Colocar a base de prova no paciente e ver se precisa ser removidos: . Zonas de freios ou bridas laterais Objetivo: sustentar o tecido . Aliviar regiões de freios ** a base de prova chega ate fundo de sulco.