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INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL INTELIGÊNCIA COMPETITIVA Inteligência Nesta perspectiva a inteligência passa a ter a organização como foco de sua aplicação e, então, a identificação, coleta, tratamento, o processamento e a interpretação de informações são atividades críticas à sobrevivência e sucesso das organizações, diante da acirrada concorrência de mercado. Quando cruzamos os dados e a informação de várias fontes e os analisamos começamos a produzir a tão procurada Inteligência Empresarial que pode ser sobre o cliente, concorrente, parceiro, produto e etc. A Inteligência Empresarial pode ser definida como a capacidade de uma organização em capturar, selecionar, analisar e gerenciar as informações relevantes para a gestão do negócio. Objetivos da Inteligência Empresarial: - Inovar e criar conhecimento - Reduzir riscos na tomada de decisão e evitar surpresas - Direcionar, assertivamente, os planos de negócio e a implementação de ações - Criar oportunidades de negócios - Apoiar o desenvolvimento de produtos/serviços com uma base de informação confiável, eficiente e ágil - Monitorar analisar e prever questões relacionadas ao “coração” do negócio - Gerar valor aos negócios Inteligência Empresarial x Business Intelligence Inteligência Empresarial - Busca entender o fatores e processos humanos e organizacionais envolvidos na busca de informações, principalmente externos à organização, e na posterior tomada de decisões. Business Intelligence - Tem como objetivo criar sistemas de informação computacionais, geralmente a partir de grandes volumes de dados, capazes de prover aos gerentes as melhores informações para a tomada de decisão Inteligência Competitiva Podemos dizer então que a Inteligência Competitiva, (IC), é parte da Inteligência Empresarial e engloba, principalmente, informações sobre o mercado e a concorrência. O CICLO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA É um ciclo contínuo e se compõe de cinco fases: • Planejar e identificar as necessidades de informação; • Coletar e tratar a informação; •Analisar e validar a informação; • Disseminar e utilizar a informação e •Avaliar. 1: Planejar e identificar as necessidades de informação Nesta fase se concebe o processo, seus objetivos e são identificadas as necessidades de inteligência e quais as informações necessárias para atende-las; 2: Coletar e tratar a informação Nesta fase são identificadas as fontes de informações relevantes, internas e externas, e o tipo de tratamento que será dado à informação para armazenamento. 3: Analisar e validar a informação Nesta fase especialistas analisam e validam as informações, fazem a sua interpretação e compilam recomendações; 4: Disseminar e utilizar a informação Esta é a fase onde se entrega a informação analisada, ou seja, a inteligência, em um formato coerente e convincente, aos tomadores de decisão 5: Avaliar Nesta fase a resposta dos tomadores de decisão e suas necessidades de inteligência são analisadas de modo contínuo. Inteligência Empresarial e a TI O principal benefício que a TI traz para as organizações é a sua capacidade de melhorar a qualidade e a disponibilidade de informações e conhecimento, importantes para a empresa, seus clientes e fornecedores. Projeto de Inteligência Empresarial Para desenvolvermos um projeto de Inteligência Empresarial temos que seguir as seguintes etapas: • Planejamento e formulação; • Desenvolvimento de projetos; • Implementação; • Monitoramento contínuo. Inteligência Empresarial - Capacidade da empresa em selecionar, capturar, analisar e gerenciar as informações relevantes para a gestão de seu negócio. Inteligência Organizacional - Capacidade da empresa em reunir informação, inovar, criar conhecimento e atuar com base neste conhecimento. Inteligência Competitiva - Capacidade de reunir, analisar e administrar informações externas que podem afetar planos, decisões e operações de uma empresa. Business Intelligence - Concentra-se no desenvolvimento de tecnologias. RESUMO Dado x Informação x Conhecimento x Ação DADOS - Centralizar o acesso a dados, conteúdo e aplicativos INFORMAÇÕES - Refinar, analisar e classificar os dados para transformá-los em informação CONHECIMENTO - Uso da inteligência para transformar informação em conhecimento AÇÕES - Uso da inteligência para disparar ações e acertar as exceções Processo de Tomada de Decisão O processo de tomada de decisão exige conhecimento em relação ao assunto a ser decidido. A transformação dos dados em conhecimento é fundamental para que o tomador de decisão possa atingir seu objetivo Tecnologia da Informação como suporte A tecnologia é essencial tanto para a comunicação e armazenamento dos dados, das informações e dos conhecimentos quanto para a integração destes conhecimentos voltados para os tomadores de decisão. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Aula 5 - Introdução aos Sistemas de Apoio à Decisão INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Conteúdo Programático desta aula ▪ Conceitos, características e classificação dos Sistemas de Apoio à Decisão ▪ Contexto de negócio para utilização dos Sistemas de Apoio à Decisão; ▪ Ambientes computacionais existentes nas organizações. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL TOMADA DE DECISÃO A tomada de decisão é essencialmente aquele tipo de atividade de processamento de informação que resulta na escolha de um plano de ação. Uma boa informação é a base da tomada de decisão estratégica que deve ser tomada no ambiente empresarial moderno. As empresas são bem sucedidas em acessar e transformar dados em informações de negócio, e em disponibilizar dados aos usuários, entretanto .... INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL REDUZINDO O “GAP” ...... (Fonte: Prof. Fernando Nimer) Dado Contexto Informação Ação Valor Estas mesmas empresas não são bem sucedidas em ligar a informação à ação, e ao seu correspondente valor para os negócios G A P O SAD deve estar conectado aos demais componentes da organização INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL VISÃO GERAL DO SAD – Sistema de Apoio à Decisão Um SAD é um sistema de informação baseado em computador que utiliza conhecimentos a gerentes (ou pessoas autorizadas) que trabalham naquela área a solucionar problemas, ou seja, tomar decisões. “... um SAD deve comandar um sistema interativo para auxiliar tomadores de decisão a utilizar dados e modelos para solucionar problemas não estruturados” (Sprague Jr.) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL CLASSIFICAÇÃO DAS DECISÕES Com base na capacidade dos indivíduos em pré-definir o processo de tomada de decisão, podemos classificar as decisões como: ➢ Estruturadas: podem ser pré-especificadas por um conjunto de regras ou procedimentos que, se presume, podem ser manipuladas por um programa de computador. São o que chamamos de decisões programáveis ➢ Não estruturadas: mudam a cada vez que são necessárias. São o que chamamos de não programáveis INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Níveis Hierárquicos e as Informações Gerenciais Gerentes Operacionais Altos executivos e acionistas Gerentes corporativos Gerentes operacionais Suporte à decisão e monitoramento de desempenho de funções e processos Alocação de recursos e estratégias. Monitoramento de desempenho do negócio, ou de partes do negócio Planos objetivos e perspectivas de resultados. Desempenho consolidado do negócioNão estruturada Semi estruturada Estruturada (Fonte: Adaptado de Fernando Nimer) INTELIGÊNCIAEMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SAD Podemos resumir as principais características dos problemas a serem solucionados com o auxílio de um SAD como: ➢ O problema está continuamente mudando ➢ As respostas são necessárias rapidamente ➢ Os dados estão em constante mudança e possuem origem em diversas fontes ➢ Os dados devem ser processados e disponibilizados em diferentes tipos de representação INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SAD Uma das maneiras de tentarmos compreender um SAD é através de suas características, sendo que as mais observadas são: ➢ tendência a problemas subespecificados, não bem estruturados, tais como os executivos de alto nível se defrontam; ➢ combinação de modelos e técnicas analíticas com funções tradicionais de acesso e recuperação de dados; ➢ usos de dispositivos que tornam fácil a sua utilização de modo interativo pelos usuários; ➢ ênfase em flexibilidade e capacidade de adaptação a mudanças no ambiente e na abordagem do usuário. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SAD Observação: Cada tomador de decisão tem habilidades, conhecimentos e estilo diferentes de outro e, portanto, um SAD não pode ser projetado baseado apenas em um processo específico de tomada de decisão. Por isto, a flexibilidade é uma das principais características de um SAD, uma vez que o ambiente, as tarefas e os usuários estão sujeitos a frequentes mudanças. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL INDICAM A NECESSIDADE DE UM SAD NA ORGANIZAÇÃO ➢ Dificuldade em consolidar informações para tomar decisões; ➢ Muitos sistemas de informação dispersos na empresa; ➢ Diferenças e erros nos conceitos de dados; ➢ Conceitos de dados variando conforme o intérprete; INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL INDICAM A NECESSIDADE DE UM SAD NA ORGANIZAÇÃO ➢ Incapacidade de decidir com base em informações confiáveis; ➢ Dificuldade em compartilhar informações entre as várias áreas da empresa; ➢ Problemas de qualidade dos dados; ➢ Dados chegam atrasados para a tomada de decisão. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL (Fonte: Fernando Nimer) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL CLASSIFICAÇÃO DO SAD SAD é um tipo de sistema que possui diversas espécies. Engloba o conjunto de potenciais sistemas de suporte à decisão. Principais espécies: ➢ Sistemas de Suporte à Decisão (DSS); ➢ Sistemas de Suporte à Decisão em Grupo (GDSS) ➢ Sistemas de Informação Executiva (EIS) ➢ Sistemas Especialistas (Expert Systems) ➢ Sistemas Artificiais / Redes Neurais INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL CLASSIFICAÇÃO DO SAD Classe de SAD Definição Terminologia Típica Sistema de Suporte à Decisão(SSD) Sistemas interativos que auxiliam o tomador de decisão a utilizarem dados e modelos para resolver problemas Data Warehouse, Data Mart, Data Mining Sistema de Informação Executiva(SIE) Sistemas que atendem a necessidade de gestão e tomadas de decisão dos executivos EIS, Balance Scorecard, Dashboards, BPM Sistema de Suporte à Decisão em Grupo (GSSD) Sistemas que auxiliam a tomada de decisão coletiva Groupware, Sisitemas Colaborativos, Meetings Eletrônicos Sistemas Especialistas Sistemas com conhecimento especializado para resolver problemas específicos, tomar decisões específicas Inteligência Artificial, Expert System (Fonte: Fernando Nimer) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL AMBIENTE DO SAD São instrumentos que facilitam a tarefa de tomada de decisão e que tentam otimizar os resultados obtidos melhorando assim a qualidade das decisões Utilizados tanto do nível tático quanto do nível estratégico. Ajuda os utilizadores na tomada de decisões fornecendo-lhes informação, modelos e ferramentas para analisar a informação. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL AMBIENTE DE SAD O SAD é uma classe de sistema pertencente ao chamado ambiente analítico (OLAP) da organização. Vejamos então o que é este ambiente, suas características e diferenças em relação ao ambiente transacional (OLTP) em uma organização. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL AMBIENTE OPERACIONAL x AMBIENTE ANALÍTICO Ambiente Operacional Ambiente Analitico Principal Característica voltado ao processamento de transações OLTP voltado ao processamento de consultas OLAP Tipos de Operação mais Freqüentes Atualização, exclusão e inserção consulta Características das Transações pequenas e simples, acessam poucos registros por vez longas e complexas, acessam muitos registros por vez e realizam várias varreduras e junções de tabelas (Fonte: . Ciferri, C. D. de A., Ciferri, R. R., Processamento Analítico de Dados INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL AMBIENTE OPERACIONAL x AMBIENTE ANALÍTICO Ambiente Operacional Ambiente Analitico Interações com os Usuários pré-determinadas estáticas ad-hoc dinâmicas Granularidade dos Dados detalhado detalhado e agregado Projeto do Banco de Dados normalizado (3FN) multidimensional, refletindo as necessidades de análise dos usuários Histórico dos registros mantém a situação corrente (atual) Dados Históricos são relevantes (5 a 10 anos) (Fonte: . Ciferri, C. D. de A., Ciferri, R. R., Processamento Analítico de Dados INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL AMBIENTE OPERACIONAL x AMBIENTE ANALÍTICO Ambiente Operacional Ambiente Analitico Volume de Dados megabytes a gigabytes gigabytes a terabytes Principal Questão de Desempenho produtividade da transação produtividade da consulta Exemplos de aplicações transações bancárias, empréstimos de livros, contas a pagar planejamento de marketing, análise financeira (Fonte: . Ciferri, C. D. de A., Ciferri, R. R., Processamento Analítico de Dados INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL REQUISITOS DO AMBIENTE OPERACIONAL ➢ Tempo de Resposta ➢ Segurança ➢ Recuperação de Falhas ➢ Muitos usuários concorrentes INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 5 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL REQUISITOS DO AMBIENTE ANALÍTICO ➢ Flexibilidade, facilidade de navegação ➢ Consultas complexas, não antecipadas ➢ Gerenciamento de enormes volumes de dados ➢ Necessidade de examinar o dado em diferentes níveis de detalhe ➢ Necessidade de acesso a dados de fontes de dados diversas INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Aula 6 – Componentes dos Sistemas de Apoio à Decisão INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Conteúdo Programático desta aula ▪ Componentes dos Sistemas de Apoio à Decisão. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO Os SAD’s possuem diversas características, entre elas: ▪ Trabalhar com dados de fontes distintas; ▪ Flexibilidade de visualização de dados de saída; ▪ Realizar vários tipos de análise, como por exemplo: • Análise de Sensibilidade; • Simulação e • Análise para Tomada de Decisão. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO O SAD permite que o tomador de decisão possa: ➢ Buscar informações em bancos de dados diferentes, mesmo que estejam em lugares distintos. ➢ Acessar a outras fontes de dados pela Internet ou por umaIntranet da organização. ➢ Obter informações específicas sobre o determinado problema para facilitar a análise de alternativas de solução. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO O SAD permite que o tomador de decisão possa: ➢ Obter somente as informações que necessita, uma vez que a variedade de problemas e necessidades dos tomadores de decisão é muito ampla. ➢ Planejar a decisão a ser tomada, pois é possível modificar hipoteticamente os dados e obter uma visão do que acontecerá se aquela decisão for tomada. “A análise de sensibilidade constitui o processo de introduzir mudanças hipotéticas nos dados do problema e observar o impacto nos resultados.” (Reynolds) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO O SAD permite que o tomador de decisão possa: ➢ Obter a probabilidade de algo acontecer através da simulação de cenários construídos a partir de decisões tomadas ➢ Obter os resultados das possíveis soluções de problemas a partir da interação com o sistema, permitindo visualizar o alcance de uma determinada meta. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL COMPONENTES DOS SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO Os SAD’s são compostos pelos seguintes componentes: - Subsistema de gerenciamento de dados - Subsistema de gerenciamento de modelos - Subsistema de interface com o usuário Os SAD’s mais avançados possuem também, como componente, o Subsistema de Gerenciamento de Conhecimento INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SUBSISTEMA DE GERENCIAMENTO DE DADOS Possui função semelhante a qualquer outro sistema de gerenciamento de dados: coletar, organizar e armazenar uma série de informações numa base de dados bem estruturada e de fácil captura para utilização por parte dos usuários. Esta base de dados fornece informações em resposta às consultas dos usuários, dados para o processamento de modelos assim como armazena os resultados intermediários e finais das análises efetuadas, quando necessário. O banco de dados SAD é uma coleção de dados atuais e históricos de uma variedade de fontes de origem. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL COMPONENTES DOS SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO - Subsistema de gerenciamento de dados Diretório de dados SGBD Facilidade de Consultas Extração de Dados Banco de Dados do SAD (Fonte : Adaptado de Turban e Aronson (1998). Decision Support Systems and Intelligent Systems. 5.ed. ) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SUBSISTEMA DE GERENCIAMENTO MODELOS Modelos são instrumentos que transformam dados em informação e que podem apoiar a tomada de decisão. As funções deste subsistema são: ➢ Manipular modelos para testes; ➢ Armazenar e catalogar os modelos existentes; ➢ Registrar a utilização destes modelos; ➢ Relacionar os modelos com os dados necessários; ➢ Manter a base de modelos (armazenar, atualizar e registrar). INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SUBSISTEMA DE GERENCIAMENTO MODELOS A base de modelos contém uma série modelos rotineiros e especiais: ➢ Modelos estatísticos; ➢ Modelos financeiros; ➢ Modelos de previsão; ➢ Etc Estes modelos permitem que o SAD possua capacidades analíticas e estão divididos em categorias, de acordo com sua funcionalidade. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL CATEGORIAS DE MODELOS DO SAD Modelos operacionais Apoiam as atividades operacionais do dia a dia da empresa. Exemplo: empréstimos pessoais solicitados a instituições financeiras, programação da produção, controle de estoque. Fazem previsões em um período provisional de dias, no máximo, meses. Modelos táticos Apoiam gestores de nível médio no processo de distribuição e controle dos recursos da organização. Estes modelos recorrem apenas a dados internos e fazem previsões num horizonte temporal que não ultrapassa os 2 anos. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL CATEGORIAS DE MODELOS DO SAD Modelos estratégicos Apoiam gestores de alto escalão na elaboração de planos estratégicos, estudos de impacto ambiental, etc. Modelos analíticos São usados para fazer análises sobre os dados contidos na base de dados da SAD. São compostos por modelos estatísticos, modelos de gestão científica, algoritmos de mineração de dados e modelos financeiros. Podem estar associados a outros modelos que fazem parte dos modelos estratégicos. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL VANTAGENS DO USO DE MODELOS ➢ Modelos podem ser construídos à baixo custo para se determinar o impacto de diversas decisões; ➢ Modelagem costuma ser mais rápida que a experimentação com sistemas reais; ➢ Apresenta menos riscos e mostra como a decisão pode impactar todo o sistema; ➢ Excelente experiência de aprendizagem, à medida que, ao realizar experiências com modelos, podemos conhecer os efeitos de imediato; ➢ Previsão de consequências futuras. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL DESVANTAGENS DO USO DE MODELOS ➢ Um modelo requer a simplificação de algumas suposições. Se as hipóteses se desviam muito da realidade, os resultados podem ser bastante suspeitos. ➢ Com a diversidade de modelos disponíveis, os tomadores de decisão podem gastar muito tempo para decidir qual modelo usar. ➢ Modelos não preveem sistemas reais com exatidão. ➢ Alguns modelos exigem alto grau de sofisticação matemática tornando-os extremamente complexos de se construir e os resultados muito difíceis de se interpretar INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SUBSISTEMA DE INTERFACE COM OS USUÁRIOS O termo “interface com o usuário” abrange todos os aspectos de comunicação entre o SAD e o tomador de decisão. Alguns especialistas afirmam que este componente é o mais importante do SAD, uma vez que grande parte do poder, flexibilidade e facilidade de navegação do SAD é derivada deste componente. Se o decisor sentir dificuldade no uso do sistema ele pode simplesmente não utilizá-lo, uma vez que não está interessado em conhecer com profundidade os softwares utilizados e os algoritmos empregados pelos modelos. O que importa para ele é saber como utilizar o sistema para realizar suas atividades INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SUBSISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONHECIMENTO Muitos problemas não estruturados e semiestruturados exigem alto grau de sofisticação para suas soluções devido à sua complexidade. Esta sofisticação pode ser fornecida por um sistema que se baseia em conhecimento. O componente de conhecimento consiste em um ou mais sistemas especialistas / inteligentes ou, então, de uma Base de Conhecimento. À medida que mais problemas são resolvidos, mais conhecimento é acumulado na Base de Conhecimento Organizacional. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 6 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL O SAD E O SEU AMBIENTE Dados externos e internos Banco de Dados do SAD Base de Conhecimento Gerenciamento de dados Modelos Gestão de conhecimento Interface com usuário Outros sistemas problema solução Melhores práticas Funções do Excel Modelos Padrão lineares (programação) Modelos Customizados Internet Usuário é considerado como um dos componentes do SAD (Fonte: Turban et all, Tecnologia da Informação para Gestão) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Data Warehouse INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO Os tomadores de decisão necessitam de informações confiáveis sobreoperações atuais , tendências e mudanças. Além disso, os dados necessários para a tomada de decisão estão espalhados em diversas áreas da empresa. A integração e análise dos dados existentes nestes diferentes sistemas, é uma tarefa difícil e necessita de muito tempo e recursos. Por este motivo, surge a necessidade de um ambiente voltado para os tomadores de decisão, que permita que estes analisem dados confiáveis de forma eficiente e flexível. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO Os bancos de dados que conseguem armazenar tais dados e arquiteturas computacionais que podem processar estes dados também são diferentes, assim como também são diferentes as características dos sistemas que permitem a consulta a estas bases de tomada de decisão. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL DATA WAREHOUSE (DW) “Um data warehouse é um conjunto de dados produzido para oferecer suporte à tomada de decisões; é um repositório de dados atuais e históricos de possível interesse aos gerentes de toda a organização. Os dados normalmente são estruturados de modo a estarem disponíveis em um formato pronto para as atividades de processamento analítico. Portanto, um Data Warehouse é uma coleção de dados orientada por assunto, integrada, variável no tempo e não volátil, que proporciona suporte ao processo de tomada de decisão” (Turban E., Sharda R., Aronson J.E., King D: Business Intelligence – um enfoque gerencial para a inteligência do negócio) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL DATA WAREHOUSE ➔ Banco de dados que armazena dados sobre as operações da empresa, como vendas e compras, extraídos de uma fonte única ou múltipla, oferecendo enfoque histórico, para permitir um suporte efetivo à tomada de decisão. ➔ Dados integrados e históricos que servem desde a alta direção, que necessita de informações mais resumidas, até as gerências de baixo nível, onde os dados detalhados ajudam a observar aspectos mais táticos da empresa. “conjunto de dados baseado em assuntos, integrado, não volátil e variável em relação o tempo, para dar suporte ao processo gerencial de tomada de decisão.” INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL DATA WAREHOUSE Data Warehouse Orientação por assunto ⬧Organizado de acordo com as principais areas de negocio da organização ⬧Não orientado a aplicação, permitindo a utilização dos dados de varias formas ao longo do tempo Integração ⬧Unificação fisica dos dados em um mesmo repositório ⬧Estruturas e formatos de dados comuns, independente dos sistemas fonte ⬧A integracao é feita através dos principais processos de carrga Variação temporal ⬧Séries temporais de um conjunto de dados ⬧Variações de estado (datas de mudança de status) ⬧Datas de eventos(chamadas, faturas,pedidos, etc) Não volatil ⬧Não há atualização de registros ⬧As alterações de informação são armazenadas a partir da captura de um novo retrato das informações Informações detalhadas e agregadas ⬧Dados atômicos ⬧Mantem a flexibilidade dos dados, facilitando futuras mudanças no negócio ⬧Deve-se tomar cuidado para não se tornar fonte de relatórios operacionais ⬧Visões agregadas montadas em função das principais visões corporativas ⬧Estruturas consolidadas de perfis – utilizadas para facilitar analises de eventos que são baseados em um grande volume de dados Adaptado de: Prof. Fernando Nimer INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL ORIENTAÇÃO POR ASUNTO Um DW sempre armazena dados importantes sobre temas específicos da empresa de acordo com o interesse das pessoas que irão utilizá- los. (Fonte: Adaptado de Oliveira, S.R. M - Data Warehouse: Arquitetura, Projeto e Abordagens de Implementação) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL VOLATILIDADE Os dados não sofrem atualizações. Eles são carregados uma única vez e, a partir desse momento, só podem ser consultados, pois representam as informações em um determinado instante de tempo. Os dados passam por filtros antes de entrarem no DW, com isso muitos dados nunca saem do ambiente transacional e outros são resumidos de certa forma que não são encontrados fora do DW. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL VARIAÇÃO NO TEMPO Os dados são armazenados para fornecer informações de uma perspectiva histórica. A cada mudança ocorrida num dado, uma nova entrada é criada e não atualizada, como acontece nos sistemas tradicionais (Fonte: Adaptado de prof. Yomara Pires) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL INTEGRAÇÃO Os dados necessários aos tomadores de decisão estão em diversas áreas da empresa. Geralmente estes dados não estão padronizados e é necessário integrar antes de carregarmos em um DW de forma que passe a ter um único significado. Como não existem padrões de codificação, cada analista pode definir a mesma estrutura de dados de várias formas, fazendo com que dados que representam a mesma informação sejam representados de diversas maneiras dentro dos sistemas utilizados pela empresa o longo dos anos INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL INTEGRAÇÃO A maior parte do trabalho na construção de um DW está na análise dos sistemas em operação e dos dados que ele contém. (Fonte: Adaptado de Oliveira, S.R. M - Data Warehouse: Arquitetura, Projeto e Abordagens de Implementação) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL LOCALIZAÇÃO Os dados podem estar fisicamente armazenados de três formas: centralizados, distribuídos e por níveis de detalhes. Centralizados: solução muito utilizada, mas com o inconveniente de requerer investimento em um servidor com alta capacidade de processamento e armazenamento. Distribuídos: dados armazenados em diferentes locais, chamados “Datamarts”, de acordo com áreas de interesse (Exemplo: financeiro, marketing). Níveis de Detalhes: dados altamente consolidados/resumidos em um servidor e dados detalhados em outro INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL CREDIBILIDADE DE DADOS Para o sucesso de qualquer Data Warehouse é determinante a credibilidade dos dados. Simples distorções podem causar sérios problemas quando se quer extrair dados para suportar decisões estratégicas para o negócio das empresas. Dados não confiáveis podem resultar em relatórios inúteis, sem importância. Por exemplo, um simples CEP errado não afetará uma simples transação de compra e venda, mas poderá influenciar informações referentes a uma cobertura geográfica ou uma expansão de rede de filiais. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL GRANULARIDADE DE DADOS A granularidade diz respeito ao nível de detalhe dos dados existentes no Data Warehouse. Quanto maior o nível de detalhe, menor o nível de granularidade. (Fonte: Adaptado de Oliveira, S.R. M - Data Warehouse: Arquitetura, Projeto e Abordagens de Implementação) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL PRINCIPAIS TAREFAS EFETUADAS PELO DW ➢ Obter dados dos BD’s operacionais e externos; ➢ Armazenar os dados; ➢ Fornecer informações para tomada de decisão; ➢ Administrar o sistema e os dados INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL PRINCIPAIS COMPONENTES DO DW ➢ Mecanismos para acessar e transformar dados; ➢ Mecanismo para armazenamento de dados; ➢ Ferramentas para análise de dados; ➢ Ferramentas de gerência. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL DATAMARTS Muitas vezes,apesar do Data Warehouse possuir um grande volume de dados de toda a empresa, é necessário trabalhar apenas com uma parte destes dados, correspondente a um setor da empresa, ou fazer a implantação do Data Warehouse de forma fracionada até se formar o sistema corporativo. Pode ser considerado como um subconjunto de dados que possui regras de negócio e de cálculo específicas, sumarizados ou agregados de um database maior. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL UTILIZAÇÃO DE DATAMARTS Um Datamart é um banco de dados de suporte à decisão construído para utilização por um departamento ou grupo específico de uma empresa. (Fonte: Adaptado de www.inf.ufsc.br/~frank/bd_unoesc/DataWarehouse.ppt, acesso em 08/jan/2011) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL UTILIZAÇÃO DE DATAMARTS • “Pequenos” bancos de dados departamentais orientados por assunto • Solução “Tática” (possuem implementação mais simples) • Menor tempo de desenvolvimento • Atenção: a integração de DataMarts exige planejamento avançado Observações: ➢ Dados podem estar repetidos em diversos Data Marts ➢ O mesmo dado pode ser representado com granularidade diferente INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL ARQUITETURA DE UM DATA WAREHOUSE (Fonte: Adaptado de Sun Expert Magazine) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL DATA WAREHOUSE x BD OPERACIONAL CARACTERÍSTICA BD OPERACIONAL DATA WAREHOUSE Objetivo Operações diárias do negócio Analisar o negócio Uso Operacional Analítico Tipo de processamento OLTP OLAP Unidade de trabalho Inclusão, alteração, exclusão Inserção e consulta Interação do usuário Somente pré-definida Pré-definida e ad-hoc Volume Megabytes – gigabytes Gigabytes – terabytes (Fonte: Adaptado de Han, J., Kamber, M., 2001, “Data mining”, Morgan Kaufmann Publishers, New York, USA) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 7 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL DATA WAREHOUSE x BD OPERACIONAL CARACTERÍSTICA BD OPERACIONAL DATA WAREHOUSE Histórico 60 a 90 dias 5 a 10 anos Granularidade Detalhados Detalhados e resumidos Redundância Não ocorre Ocorre Atualização Contínua (tempo real) Periódica (em batch) Integridade Transação A cada atualização Intenção dos índices Localizar um registro Aperfeiçoar consultas (Fonte: Adaptado de Han, J., Kamber, M., 2001, “Data mining”, Morgan Kaufmann Publishers, New York, USA) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Aula 9 - Modelagem de Data Warehouse INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Conteúdo Programático desta aula ▪ Modelagem Multidimensional ▪ Modelo Esquema Estrela e Modelo Floco de Neve INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW A modelagem de dados para DW é diferente da utilizada para sistemas OLTP. Se simplesmente movermos o modelo de dados transacional para um banco de dados separado, inserirmos dados históricos e chamarmos de DW não conseguiremos trabalhar com estes dados por duas razões principais: INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW 1) Os usuários não ficarão felizes porque a complexidade será muito alta, para que eles próprios possam realizar consultas ad hoc 2) Modelos de dados transacionais são construídos respeitando a Terceira Forma Normal e não respondem com rapidez a questões típicas de queries de apoio á decisão INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW A Modelagem Multidimensional é uma técnica de concepção e visualização de um Modelo de Dados de um conjunto de medidas que descrevem aspectos comuns de negócios. É utilizada especialmente para sumarizar e reestruturar dados e apresenta-los em visões que suportem a análise dos valores desses dados. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW Um modelo multidimensional é formado por três elementos básicos: ➢ Fatos; ➢ Dimensões; ➢ Medidas ( Variáveis ) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW - FATO • Representação de um assunto • Um assunto pode ser um dado operacional, uma transação do negócio ou um evento • Um fato é composto por dimensões e medidas • Exemplos (domínio Loja): – vendas (transação do negócio) – promoções (evento) – produtos e estoque (dado operacional) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW - DIMENSÃO Representação dos contextos relevantes para a análise de um fato. • Exemplo: – Fato: Vendas – Dimensões: Clientes, Produtos, Tempo, Locais, ... • Uma dimensão pode: – conter membros – ser organizada em hierarquias INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW - DIMENSÃO São as possíveis formas de visualizar os dados, ou seja, são os “por” dois dados: “por mês”, “por produto”, “por país”, “por região”, etc. Normalmente não possuem atributos numéricos, são somente descritivas e classificatórias dos elementos que participam de um fato. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW - MEDIDA • Representação de atributos (variáveis) relevantes para a análise de um fato – valores numéricos em geral – indicadores de desempenho para a análise • Uma medida é determinada pela associação de dimensões – produto X tempo.ano; - local.estado X cliente.classe X tempo.semana.dia • Exemplo: – Fato: Vendas – Medidas: quantidade vendida, valor da venda INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW - MEDIDA São os atributos numéricos que representam um fato, a performance de um indicador de negócios relativo às dimensões que participam desse fato. Uma medida é determinada pela combinação das dimensões que participam de um fato, e estão localizadas como atributos de um fato. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL UMA NOVA FORMA DE VER OS DADOS Uma visão multidimensional é usualmente representada por um cubo ➢ A metáfora do cubo dá a impressão de múltiplas dimensões ➢ Os “cubos” podem ter 2, 3, 4 ou mais dimensões ➢ O usuário pode rolar e cortar (“slice and dice”) o cubo, escolhendo qual a dimensão(ões) que será usada em cada consulta (query) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL UMA NOVA FORMA DE VER OS DADOS http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL VISUALIZAÇÃO - EXEMPLO Cubo do Fato Vendas http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Modelo Dimensional - Diagrama Estrela ( Star Schema ) Star Schema é o termo comum para designação de modelos de dados multidimensionais; Como o termo esquema nos leva diretamente a uma idéia de modelo físico, o mais usual é denominarmos de modelo estrela; INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Modelo Dimensional - Diagrama Estrela ( Star Schema ) O modelo estrela é a estrutura básica de um modelo de dados multidimensional Sua composição típica possui uma grande entidade central denominada fato e um conjunto de entidades menores denominadas dimensões, arranjadas ao redor dessa entidade central, formando uma estrela INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Modelo Dimensional - Diagrama Estrela ( Star Schema ) Tabela de Fatos Tabela de Dimensão (Fonte:Campos. M.L.C., material de aula – UFRJ) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL MODELAGEM DE DADOS PARA O DW http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Diagrama Floco de Neve ( Snowflake ) O modelo Snowflake é o resultado da decomposição de uma ou mais dimensões que possuam hierarquias entre seus membros; Podemos definir relacionamento muitos para um entre os membros em uma dimensão, formando uma hierarquia por meio desses relacionamentos entre entidades dimensões; ➢ O modelo floco de neve é resultado da aplicação da terceira forma normal sobre as entidades dimensão INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Diagrama Floco de Neve ( Snowflake ) http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Diagrama Floco de Neve ( Snowflake ) ➢ Variante do modelo estrela Tabelas de dimensões estão normalizadas (3FN) Representação explícita das hierarquias ➢ Vantagem Evita redundância (mais economia de espaço) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Diagrama Floco de Neve ( Snowflake ) ➢ Desvantagem – maior número de tabelas (maior número de junções) ➢ Modelo estrela é considerado mais apropriado - desperdício de espaço é menos crítico que tempo para recuperação de dados em um DW INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Comparação dos Esquemas Transação de Mercearia Número da Loja Data da Transação Cliente Produto Quantidade Valor Cliente Cliente Da Data À Data Nome Sobrenome Endereço 1 Endereço 2 Endereço 3 Cidade Estado País CEP Produto Produto Descrição Categoria Tempo Data da Transação Loja Número da Loja Nome da Loja Cidade Estado País Telefone Estrela Relacional Normalizado Cliente Cliente Da Data À Data Nome Sobrenome Endereço 1 Endereço 2 Endereço 3 Cidade Estado País CEP Transação de Mercearia Número da Encomenda Número da Loja Cliente Data da Transação Loja Número da Loja Nome da Loja Cidade Estado País Telefone Produto Produto Descrição Categoria Item da Nota Número da Nota Produto Quantidade Valor Altamente desnormalizado para melhor performance Os dados transacionais são armazenados em Tabelas Fato e os dados de referência são armazenados em Tabelas Dimensão Minimiza a redundância de dados Os dados transacionais podem ser armazenados em qualquer tabela INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Esquema Constelação União de esquemas estrela e/ou floco de neve – esquema estrela: modela em geral um Data Mart – esquema constelação: modela o DW http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Exemplo Modelagem Uma rede de lojas de departamento possui diversas lojas distribuídas em diferentes estados do Brasil. O sistema transacional gerencia todas as vendas efetuadas em cada uma das lojas. O modelo relacional utilizado nesse sistema possui: a) uma tabela Fatura que contém todos os dados relacionados a uma fatura, com seus itens vendidos sendo armazenados na tabela Item_Fatura. b) cadastros de Lojas, de Clientes, de Funcionários, de Produtos, de Categorias e de Fornecedores. (Adaptado de: Hokama, D.D.B., Camargo, D., Fujita, F., Fogliene, J.L.V. - A Modelagem de dados no ambiente Data Warehouse, site: Google, acesso em 01 de abril de 2006 ) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Exemplo Modelagem A área de negócios solicitou a construção de um Data Mart que permitisse consultas analíticas, como por exemplo: ✓qual o faturamento com a venda de cosméticos da "Johnson & Johnson", em lojas da zona sul da cidade de São Paulo no período do dia das mães ? ✓quais foram as vendas no período de janeiro a março deste ano na região sudeste e nordeste ? ✓quais os produtos mais rentáveis ? ✓quem foram os maiores clientes ? (Adaptado de: Hokama, D.D.B., Camargo, D., Fujita, F., Fogliene, J.L.V. - A Modelagem de dados no ambiente Data Warehouse, site: Google, acesso em 01 de abril de 2006 ) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Exemplo Modelagem Quem é o fato? Neste exemplo o fato é VENDAS Quem são as dimensões? PRODUTO LOJA CLIENTE TEMPO INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 9 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Exemplo Modelagem VENDA LOJA PRODUTO CLIENTE TEMPO INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Aula 8 - Metadados INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Conteúdo Programático desta aula ▪ Conceitos e principais características dos Metadados ▪ Principais operações OLAP INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL METADADOS A definição mais simples de metadados é que eles são dados sobre dados – mais especificamente, informações (dados) sobre um determinado conteúdo (os dados). Os metadados são utilizados para facilitar o entendimento, o uso e o gerenciamento de dados. Um registro de metadados consiste de alguns elementos pré- definidos que representam determinados atributos de um recurso, sendo que cada elemento pode ter um ou mais valores. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL METADADOS “Metadado é uma abstração do dado capaz, por exemplo, de indicar se uma determinada base de dados existe, quais são os atributos de uma tabela, tais como: tamanho e/ou formato.” (IMMON, Willian H. Enterprise meta dada. DM Review Magazine, v.8. n. 10, Nov 1998) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL METADADOS O metadados é extremamente importante para a organização pois transforma dados em informação empresarial, aumentando a produtividade e melhorando a tomada de decisão As regras de negócio das aplicações alternam de forma muito rápida, o que implica no fato das aplicações precisarem ser desenvolvidas rapidamente e de forma flexível. (Adaptado de: Cristofoli, F – Metadados – FEA/USP, disponível em http://stoa.usp.br/cristofoli/files/675/6553/Slides+-+Metadados.pdf, acesso em 26 de março de 2012) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL IMPORTÂNCIA DO METADADOS Os metadados asseguram a correta interpretação ( baseado em atividades, objetos, relações e regras) do que os dados realmente significam para o negócio. Exemplo: O que é lucro? Lucro = receita das vendas menos os custos de produção (Adaptado de: Cristofoli, F – Metadados – FEA/USP, disponível em http://stoa.usp.br/cristofoli/files/675/6553/Slides+-+Metadados.pdf, acesso em 26 de março de 2012) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL IMPORTÂNCIA DO METADADOS Ou, é um cálculo mais complicado como: “O Total das receitas anuais, menos A soma do custo médio real por produto, menos Overhead deduzido de cada produto acumulado da produção anual, menos Gratificações, menos Cupons de descontos, dividido por doze” (Adaptado de: Cristofoli, F – Metadados – FEA/USP, disponível em http://stoa.usp.br/cristofoli/files/675/6553/Slides+-+Metadados.pdf, acesso em 26 de março de 2012) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Será que toda organização tem a mesma compreensão de lucro? Existe somente um cálculo para o lucro? Se existem diversas interpretações para o lucro, todas são verdadeiras? IMPORTÂNCIA DO METADADOS (Adaptado de: Cristofoli, F – Metadados – FEA/USP,disponível em http://stoa.usp.br/cristofoli/files/675/6553/Slides+-+Metadados.pdf, acesso em 26 de março de 2012) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Se existirem várias versões para o cálculo de lucro, vários elementos devem ser criados, cada um com o seu próprio nome, sua definição, regras, conteúdo, relacionamentos ... e assim por diante. Toda esta informação sobre lucro é metadado. “A finalidade principal dos metadados é documentar e organizar de forma estruturada os dados das organizações, com o objetivo de minimizar duplicação de esforços e facilitar a manutenção dos dados” (Moriarty) IMPORTÂNCIA DO METADADOS (Adaptado de: Cristofoli, F – Metadados – FEA/USP, disponível em http://stoa.usp.br/cristofoli/files/675/6553/Slides+-+Metadados.pdf, acesso em 26 de março de 2012) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL TIPOS DE METADADOS Em um projeto de DW, os metadados devem gerar e gerenciar uma documentação sobre o levantamento de dados, do banco de dados, relatórios a serem gerados, origem dos dados que alimentam do DW , processos de extração, tratamento e rotinas de carga dos dados, as regras de negócio da empresa e todas as suas mudanças. São divididos em dois grupos: ➢ Técnicos ➢ Negócios INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL METADADOS TÉCNICOS Fornecem aos desenvolvedores e usuários técnicos a confiança de que os dados estão corretos; São críticos para a manutenção e o crescimento contínuo do DW Exemplos: • Controles de auditoria; • Tabelas com a estrutura do DW; • Dependência dos programas; • Nomes das tabelas do DW INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL METADADOS DE NEGÓCIO São o elo de ligação entre os usuários de negócios e o DW; Mostram que relatórios, consultas e dados estão no DW, a localização dos dados, contexto dos dados, regras de transformação que foram aplicados e as origens desses dados Exemplos: • Mapeamento dos campos das tabelas físicas do DW; • Regras para drill-down, drill-up e drill-across; • Informações sobre sumarizações e transformações dos dados; • Estruturas dos dados com a nomenclatura que possa ser facilmente entendida pelo usuário final; INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL TIPOS DE METADADOS Repositório de metadados Metadados técnicos Metadados de negócios Administrador de dados Usuários técnicos (desenvolvedores e analistas) Usuários de negócios (executivos e analistas de negócios) Fonte: Machado, F.N.R. INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL METADADOS COMO INSTRUMENTO DE NAVEGAÇÃO Em um ambiente de tomada de decisões os metadados assumem um novo papel, tampém muito importante: o de navegação, e não apenas de documentação Pois ajudam os executivos a: ✓ Localizar ✓ Gerenciar ✓ Compreender e ✓ Utilizar os dados de um DW (Adaptado de: Cristofoli, F – Metadados – FEA/USP, disponível em http://stoa.usp.br/cristofoli/files/675/6553/Slides+-+Metadados.pdf, acesso em 26 de março de 2012) INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Tipos de Informação Metadados Por serem considerados um dicionário de informações os metadados devem descrever: • Fonte dos dados • Destino dos dados • Formato dos dados • Nome e Alias • Definições de Negócios INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Tipos de Informação Metadados • Regras de Transformação • Atualização dos dados • Requisitos de Teste • Processos Automáticos • Propriedade e responsabilidade sobre os dados • Acesso e Segurança INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Camadas de Metadados Normalmente, os metadados em um DW podem ser apresentados em três camadas diferentes: ➢ Metadados operacionais: definem a estrutura dos dado mantidos pelos bancos operacionais, usados pelas aplicações de produção da empresa ➢ Metadados centrais do DW: são orientados por assunto e definem como os dados transformados devem ser interpretados, incluem definições de agregação e campos calculados, assim como visões sobre cruzamento de assuntos ➢ Metadados de nível do usuário: organizam os metadados do DW para os conceitos que sejam familiares e adequados aos usuários finais INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL OPERAÇÕES OLAP Operação Definição drill-down analisa os dados em níveis de agregação progressivamente mais detalhados, ou de menor granularidade roll-up analisa os dados em níveis de agregação progressivamente menos detalhados, ou de maior granularidade slice and dice restringe os dados sendo analisados a um subconjunto destes dados slice: corte para um valor fixo dice: seleção de faixas de valores drill-across compara medidas numéricas distintas que são relacionadas entre si através de pelo menos uma dimensão em comum pivot reorienta a visão multidimensional dos dados, oferecendo diferentes perspectivas dos mesmos dados (Adaptado de : CIFERRI, C.A, CIFERRI, R.R. - Processamento Analítico de Dados - INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Drill-Down - Exemplo http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Roll-Up - Exemplo http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Slice-and-Dice - Exemplo http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL – AULA 8 INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL Pivot - Exemplo http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/6-dw.pdf, acesso em 24/03/2012 Informação e tomada de decisão Tomada de Decisão Empresarial Condições para tomada de decisão: • Certeza; • Risco; • Incerteza; • Competição ou decisão em condições de conflitos Etapas do Processo de tomada de decisão: • Inteligência (ou Compreensão) • Projeto • Escolha • Implementação da Solução Tomada de decisão: Processo de escolha entre diferentes cursos de ação com o propósito de alcançar um ou mais objetivos. Freqüentemente considerada o mesmo que resolver problemas Abordagens para a solução de problemas: REATIVA ou PRÓ-ATIVA. Grau de risco: risco é a medida da probabilidade de que uma alternativa selecionada resultará em um produto não-esperado ou não-desejado. Tipos de Riscos: • à própria decisão (risco da decisão) • ao processo de estimativa (risco de estimativa) Decisão Estruturada: operações ou transações, cujos processos de recuperação e controle de dados são repetitivos. Decisão não estruturada: situações específicas, freqüentemente únicas (ambientes complexos e dinâmicos). São originais, não rotineiras e importantes e necessitam muito de julgamento humano. • Facilmente automatizados • Todos os dados relevantes estão disponíveis CONDIÇÕES PARA A TOMADA DE DECISÃO Em condições de certeza: • Ocorre quando a decisão é feita com pleno conhecimento de todos os estados da natureza • Existe a certeza do que irá ocorrer durante o período em que a decisão é tomada • É possível atribuir probabilidade de 100% a um estado específico da natureza Em condição de risco • Ocorre quando são conhecidas as probabilidades associadas a cada um dos estados da natureza, ou mesmo a parcela dos estados conhecidos da natureza possui dados obtidos com probabilidade incerta, ou é desconhecida a probabilidade associada aos eventos Em condições de incerteza ou decisão em condições de ignorância • Ocorre quando não se obteve o total estado da natureza, ou mesmoa parcela dos estados conhecidos da natureza possui dados obtidos com probabilidade incerta, ou é desconhecida a probabilidade associada aos eventos Em condições de competição ou decisão em condições de conflitos • Ocorre quando estratégias e estados da natureza são determinados pela ação de competidores • Existem, obrigatoriamente, dois ou mais decisores envolvidos, o resultado depende da escolha de cada um dos decisores. Podemos dizer que a teoria da decisão é um conjunto de procedimentos e métodos de análise que procura assegurar a coerência, a eficácia e a eficiência das decisões tomadas em função das informações disponíveis e busca prever possíveis cenários. Para isto, pode fazer uso de métodos e ferramentas matemáticas ou não. Etapas do Processo de Tomada de Decisão • Inteligência (ou Compreensão) • Projeto • Escolha • Implementação da Solução INTELIGÊNCIA a) Monitorar o ambiente de decisão: monitoramos informações internas e externas que irão indicar os desvios que a organização está apresentando. b) Definir o problema a ser decidido: devemos procurar delinear os limites do problema, saber a extensão de sua gravidade. c) Especificar objetivos de decisão: devemos indicar quais seriam os comportamentos aceitáveis para a situação. d) Diagnosticar o problema: devemos coletar dados e informações para que o problema se torne o mais conhecido possível que nos permita indicar caminhos para a solução. e) Desenvolver soluções alternativas: procura-se identificar, com bases nos dados e informações obtidos, o maior número possível de formas de superar o problema. f) Avaliar as alternativas: cada alternativa tem seus prós e contras que devem ser mensurados em termos de eficácia e eficiência, além de capacidade técnica de implementação. PROJETOS • Liderança • Desenvolvimento da equipe • Motivação • Comunicação • Influência • Tomada de decisão • Conhecimento político e cultural • Negociação • Construção da confiança • Gerenciamento de conflitos • Coaching Coaching é uma forma de desenvolvimento na qual alguém denominado coach, ajuda um aprendiz ou cliente a adquirir um objetivo pessoal ou profissional específico através de treinamento e orientação. ESCOLHA 1- Intuitivo A tomada de decisão intuitiva envolve confiar na decisão que parece certa, sem necessariamente pensar na lógica que está por trás desta escolha. 2- Racional É o ato de usar a lógica para determinar o que é melhor. Para isso, deve-se rever todas as opções possíveis. E, em seguida, avaliar cada opção usando o modo racional de pensar. 3- Baseada em valores Cada pessoa possui uma formação, bagagem e experiência diferente. Isso acontece porque cada um de nós é formado por valores diferentes ao longo da vida, sejam eles pessoais ou profissionais. 4- Colaborativa Em vez de tomar uma decisão sozinho, de forma totalmente isolada, seguindo algum dos modelos anteriores, você toma a decisão em conjunto. 5- Baseada nos especialistas Essas são pessoas preparadas, que já vivenciaram o mesmo problema de outras formas, e que podem fazer surgir novas ideias e soluções. IMPLEMETAÇÃO DA SOLUÇÃO • Selecionar a alternativa escolhida; • Após a alternativa ser escolhida deve-se anunciá-la com confiança e de forma decisiva, pois caso contrário poderá ser despertado um sentimento de insegurança nos outros. • Implementar a alternativa escolhida; • Um erro comum é implementar a alternativa escolhida na época errada. https://www.setting.com.br/blog/lideranca/exemplos-tomada-decisao-empresas/ https://www.setting.com.br/blog/gestao-empresarial/ferramentas-tomada-decisao/ Processo decisório Técnicas de tomada de decisão Conhecer os principais modelos de tomada de decisão Compreender o papel da Tecnologia da Informação na tomada de decisão empresarial Brainstorming Auxilia um grupo a imaginar/criar tantas ideias quanto possível em torno de um assunto ou problema, de forma criativa. Deve ser utilizada quando for necessário conhecer melhor o universo de uma situação, colher informações, opiniões e sugestões dos participantes, identificando problemas existentes e encontrando soluções criativas para o problema identificado. O brainstorming (“tempestade de ideias”, em tradução literal) é uma técnica de ideação que tem como objetivo gerar um grande volume de novas ideias. A técnica se baseia em princípios como foco em quantidade, ausência de críticas às ideias e combinação de ideias. Brainstorming A dinâmica da reunião pode ser resumida da seguinte forma: 1. Explicar o problema; 2. Cada participante anotar suas ideias; 3. Apresentar as ideias para o grupo; 4. Agrupar e condensar as ideias; 5. Encerramento. 1. Sem críticas É essencial que a reunião tenha um ambiente favorável à livre exposição das ideias. Após cada ideia sugerida, o procedimento ideal é anotá-la e partir para a próxima, sem julgamentos, críticas ou levantamento de barreiras à aplicação prática do que foi sugerido. 2. Buscarvolume de ideias Quantidade é mais importante do que qualidade em uma reunião de brainstorming. Isso porque não é o momento de julgar as ideias, apenas de garantir um alto volume delas. 3. Combinar ideias similares Para chegar a uma grande quantidade de ideias, não adianta sugerir pequenas variações de uma ideia central. Quando isso acontece, é necessário agrupar por similaridade e continuar buscando novas (e diferentes) ideias. BRAISTORMING – PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS 1.Foco na quantidade: quanto mais ideias, melhor. O brainstorming aceita que é possível encontrar qualidade dentro da quantidade. 2.Evitar a crítica: idéias não devem ser criticadas durante a sessão de brainstorming. Como o objetivo é focar na quantidade e estimular todos os integrantes a participar, nenhum julgamento é feito sobre as ideias propostas. 3.Apreciar ideias fora do comum: como o objetivo é coletar o maior número de ideias e identificar novas abordagens na solução do problemas, ideias que fogem dos conceitos conhecidos ou esperados são bem- vindas. 4.Combinar e melhorar ideias: esse é um ponto importante do brainstorming, por entender que é possível criar ideias inteiramente novas por associação, isto é, combinações de ideias já propostas. 5.Colocar as ideias em ação: é inegável que o brainstorming é um momento de reflexão, interação e descobrimento que deve se tornar um hábito nas empresas. Mas é importante que as visões e ideias levantadas sejam transformadas em realidade ou ele se torna uma perda de tempo. 6.Evolução dos resultados: o líder precisa mostrar para a sua equipe como os projetos realizados com base no brainstorming estão evoluindo. Essa prática é fundamental para motivá-la ainda mais na busca por melhores ideias. Melhores técnicas de brainstorming Análise SWOT A matriz SWOT: Forças (Strengths); Fraquezas (Weaknesses) Oportunidades (Opportunities); Ameaças (Threats). No contexto do brainstorming, essa técnica é fundamental para identificar as melhores oportunidades e o que pode atrapalhar a sua empresa, sem perder tempo com demandas que não são importantes no momento ou ideias que não podem ser aplicadas. Viagem no tempo Uma das principais maneiras de antecipar tendências é se projetar o futuro. E é isso que a técnica da viagem no tempo propõe: que o profissional se imagine em outra época, no passado ou alguns anos a frente. A partir daí, ele deve pensar no que faria para resolver uma determinada situação, quais as necessidades do público consumidor naquela época, o que foi diferencial ou pode ser inovador e transformar essas respostas em soluções proveitosas para o presente. Teleporte A imaginação da equipe deve fluir no teleporte. Nessecaso, ela deve se imaginar enfrentando diferentes situações em cenários distintos: em outro país, em outro contexto econômico, ou até mesmo na concorrência, por exemplo. Efeito Medici O Efeito Medici propõe que a equipe faça interseções entre temas que não possuem uma correlação aparente para a criação de novas ideias. Essa é uma visão muito explorada pelos empreendedores e um dos caminhos mais promissores para a inovação. Desafio dos Atributos No dia a dia de um profissional, é raro que ele se coloque na posição de outras pessoas, especialmente daquelas que consomem o seu produto ou serviço. É dessa falta de empatia que surgem as ideias erradas, campanhas de marketing ruins e problemas com a fidelização. Se imaginar como outra pessoa é a sugestão do Desafio dos Atributos, com o intuito de ajudar o colaborador a pensar melhor no que realmente é esperado da sua empresa do ponto de vista da direção, dos consumidores e dos concorrentes. Ideias Livres O modelo clássico do brainstorming deixa a cargo da equipe discutir as ideias e propor soluções de forma livre. O mais importante nesse modelo é que todos tenham espaço e haja uma real troca de experiências, de conceitos, de dúvidas, e que ele não se transforme em uma palestra — em que somente o líder fala. Matriz de decisão A matriz de decisão é uma ferramenta estratégica que possibilita fazer uso de instrumentos de avaliação e análise de riscos e oportunidades, de forma a ampliar estas oportunidades de negócios e/ou reduzir seus riscos. Por exemplo, uma empresa deseja aumentar o nível de segurança dos seus funcionários quanto à ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais. Nesse caso, é possível utilizar-se não apenas da legislação específica como também de “ferramentas de análise de riscos”. Assim, por meio da matriz de decisão é possível estabelecer quais itens são relevantes e, a partir daí, atribuir notas ou pontos específicos a cada questão. Para isso são levantados, por exemplo: • problemas relatados e observados; • falhas devido à ausência de procedimentos, ou procedimentos que apresentam deficiência nas suas ações; • não conformidades, entre outros. Qual é a importância da matriz de decisão? A matriz de decisão é uma ferramenta de apoio no processo de decisão. Tal instrumento possibilita que seja feita uma análise rápida por meio de critérios que favoreçam uma visão ampla e coerente de várias alternativas. Passo 1: Identifique os critérios desejáveis para avaliação e os posicione na coluna da esquerda. Passo 2: Nas demais colunas referentes aos critérios de avaliação (que são Impacto, Esforço, Lucratividade e Visão), estabeleça uma pontuação para cada variável, considerando uma escala de 1 a 5, sendo “5” o valor mais importante e “1” o valor menos importante. Passo 3: Some os critérios de avaliação — Impacto, Lucratividade e Visão — de cada premissa estabelecida. Subtraia do resultado a pontuação do critério Esforço e atribua um valor ao “total”: Total: Impacto + Lucratividade + Visão – Esforço Passo 4: Por fim, analise o critério com maior pontuação para se dedicar no momento. A matriz de decisão é um método simples para ser utilizado como apoio no processo de decisão. Com isso, é possível levantar os pontos fortes e fracos do negócio, o que permite estabelecer um plano de ação com as melhores soluções para cada problema encontrado e, consequentemente, para as respectivas causas deste problema. Mapa cognitivo, mapa mental, modelos cognitivos e modelos mentais são tipos de processamento mental. O MAPEAMENTO COGNITIVO PASSO 1: DEFINIR UM RÓTULO PARA O PROBLEMA PASSO 2 - DEFINIR OS ELEMENTOS PRIMÁRIOS DE AVALIAÇÃO PASSO 3 - CONSTRUIR CONCEITOS A PARTIR DOS ELEMENTOS PRIMÁRIOS DE AVALIAÇÃO PASSO 4 - CONSTRUIR A HIERARQUIA DE CONCEITOS Técnicas para criar mapas cognitivos 1- Mapeamento Causal É uma das técnicas de mapeamento cognitivo mais utilizadas para investigar a cognição da tomada de decisão nas organizações. Essa teoria posiciona um conjunto de perspectivas pessoais, que o indivíduo usa para tomar decisões. 2- Mapeamento conceitual Outra técnica popular é mapas conceituais. Um mapa conceitual é uma representação gráfica na qual os nós representam conceitos e os links representam as relações entre essas noções. As estruturas cognitivas existentes são críticas para aprender novos conceitos. 3- mapeamento semântico Deve-se notar que as declarações causais são apenas parte do sistema de crença total de um indivíduo. Existem técnicas de mapeamento cognitivo que podem ser usadas para identificar outras relações entre conceitos. Os mapas semânticos, também conhecidos como mapas de ideias, são usados para explorar uma ideia sem as restrições de uma estrutura imposta. EXERCÍCIO: Você é o gestor da TI de uma empresa e é necessário que os serviços que estão disponíveis sejam desenvolvidos no prazo de 15 dias. As condições atuais não permitem que haja aumento da equipe e dos equipamentos sendo que dois desses serviços necessitam obrigatoriamente de um equipamento específico que também deverá ser usado para outros serviços. Utilizando a técnica de Braistorming, reúna a equipe e modere essa reunião com coleta das ideias e organizando-as de forma a gerar a melhor decisão para o problema. 1. Explicar o problema; 2. Cada participante anotar suas ideias; 3. Apresentar as ideias para o grupo; 4. Agrupar e condensar as ideias; 5. Encerramento.