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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA – Edição 2017 
 
 
 
PROJETO BÁSICO – V.6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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PROJETO BÁSICO 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
1.1. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, autarquia 
vinculada ao Ministério da Educação – MEC, é responsável pela avaliação da educação no Brasil. 
Por isso, coleta, trata e dissemina informações estatísticas de cunho avaliativo sobre a educação 
brasileira, subsídios essenciais para formulação e implementação de políticas educacionais. Os 
processos de avaliação do Inep visam fornecer dados, análises e informações capazes de melhor 
identificar os desafios da realidade brasileira. Detectam diferenças regionais de um país de extensão 
continental, possibilitando tratamento eficaz de problemas e definição de ações coerentes com a 
política traçada para a Educação. 
1.2. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), desde a sua implantação em 
1990, estruturou-se com o objetivo principal de oferecer subsídios para a formulação, reformulação e 
monitoramento de políticas públicas. 
1.3. Por meio desse sistema, busca-se identificar a eficiência das redes de escolas brasileiras, 
valendo-se para isto: da avaliação do desempenho dos alunos em momentos conclusivos das diversas 
etapas de seu percurso escolar, e ao mesmo passo, da contextualização das condições em que o 
processo de ensino e aprendizagem ocorre. Os dados obtidos permitem acompanhar a evolução do 
desempenho dos alunos e dos diversos fatores e aspectos que estão associados à qualidade e à 
efetividade do ensino ministrado nas escolas. 
1.4. A partir das informações do Saeb, o Ministério da Educação (MEC) e as Secretarias 
Estaduais de Educação têm podido definir ações voltadas para a correção dos problemas 
identificados e dirigir seu apoio técnico e financeiro tanto para o desenvolvimento e aperfeiçoamento 
das redes de ensino, quanto para a redução das desigualdades ainda existentes no sistema 
educacional. 
1.5. Além disso, realizar avaliações e divulgar seus resultados é uma forma de o poder público 
prestar contas da sua atuação à sociedade em geral, proporcionando uma visão clara dos resultados 
do processo de ensino e das condições em que é desenvolvido. 
1.6. Dada a importância dos resultados produzidos e divulgados, reafirma-se a necessidade não só 
da realização de novos ciclos dessas avaliações, mas também de ampliação e aprimoramento dos 
mesmos, o que justifica a apresentação do presente Projeto Básico. 
1.7. Por serem avaliações que abrangem mais de 5 mil municípios, mais de 78 mil escolas e que 
 
 
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geram resultados indispensáveis às politicas públicas voltadas para educação básica brasileira, o 
INEP preza pela especialização e qualificação da instituição contratada, sendo que a referida 
instituição deverá já ter demonstrado capacidade de aplicação em longa escala e traga segurança e 
confiança ao INEP. 
1.8. Ao aplicar o SAEB, o INEP necessita de uma equipe ampla, confiável, especializada e 
capacitada para prestação de serviços, para isso o INEP contrata instituições aplicadoras que sejam 
capazes de executar tais tarefas, tais como a mobilização de mais de 30 mil pessoas dentre 
coordenadores gerais, coordenadores de polo, aplicadores, analistas entre outros, exigindo que essas 
pessoas tenham características especiais, como experiência, nível de escolaridade especifico e, ainda, 
o INEP procura infraestrutura confiável, capacidade de análise às respostas e outras características 
que avaliações dessa magnitude exigem. 
1.9. Portanto este Projeto Básico destina-se a viabilizar a contratação de instituição especializada 
para operacionalização das Avaliações que compõem o Sistema de Avaliação da Educação Básica – 
SAEB 2017 no que tange a aplicação das avaliações: ANRESC e ANEB. 
1.10. A ANRESC e a ANEB são avaliações, de larga escala, externa aos sistemas de ensino 
público, de periodicidade bianual. A ANRESC é aplicada aos estudantes do 5º e 9º anos do ensino 
fundamental tem como prioridade avaliar a qualidade do ensino ministrado nas escolas, de forma que 
cada escola receba o seu resultado global. 
1.11. A ANEB é realizada por amostragem aos estudantes do 5º e 9º anos do ensino fundamental. 
Permite produzir resultados sobre o desempenho de grupos de alunos organizados em estratos 
amostrais. Tem como objetivo principal avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação 
brasileira. 
1.12. O resultado das informações sobre o desempenho dos alunos, em Língua Portuguesa e 
Matemática, por unidade escolar é oferecido, por série e disciplina, no formato de médias de 
desempenho e pela distribuição do percentual de alunos em níveis de uma escala de desempenho. 
Esses dados permitem aos professores e diretores verificar, nas áreas, temas ou tópicos avaliados, 
quais habilidades já foram desenvolvidas e as que ainda não foram atingidas pelos alunos, além de 
possibilitar a demarcação de metas curriculares a serem alcançadas para melhorar a aprendizagem. 
Os níveis da escala se constituem em indicadores do grau de equidade do desempenho atingido. 
1.13. As informações das médias de desempenho e a distribuição do percentual de alunos nas 
escalas, agregadas no nível do Brasil, das regiões, dos estados e dos municípios e das dependências 
administrativas tornam possível aos gestores municipais e estaduais uma visão do conjunto das 
unidades de ensino compreendidas por sua administração, assim como de outros segmentos que 
 
 
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compõem o sistema educacional. Os eventuais problemas de aprendizagem apontados podem servir 
de parâmetro para a elaboração, o planejamento e o desenvolvimento de políticas educacionais. 
1.14. Os mesmos resultados servem para informar à sociedade sobre os níveis de qualidade e as 
diferentes condições de oferta da educação existentes no País. 
1.15. Ademais, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) baseia-se no Índice de 
Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede a qualidade do ensino no País em uma escala 
de 1 a 10 e que combina os indicadores de rendimento (aprovação, reprovação e distorção 
idade/série) produzidos pelo Censo Escolar e o desempenho obtido pela Avaliação Nacional do 
Rendimento Escolar – Anresc (Prova Brasil) e Avaliação Nacional da Educação Básica – Aneb. 
1.16. Os resultados desse índice são utilizados pelo Ministério da Educação para estabelecer metas 
de desenvolvimento da educação e como critério para a distribuição de recursos técnicos e 
financeiros, provenientes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de 
Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e outras fontes. Tanto a ANRESC como a 
ANEB são aplicadas a cada dois anos. 
1.17. AVALIAÇÃO NACIONAL DO RENDIMENTO ESCOLAR - ANRESC 
1.17.1. Instrumentos: provas objetivas e questionários. 
1.17.2. Universo: censitário. 
1.17.3. Periodicidade: bienalmente. 
1.17.4. Áreas do conhecimento: Língua Portuguesa e Matemática. 
1.17.5. Quantidade de dias para aplicação: um dia por turma de aplicação. 
 
1.18. AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO BÁSICA – ANEB 
1.18.1. Instrumentos: provas objetivas e questionários. 
1.18.2. Universo: amostral definido pelo Inep. 
1.18.3. Periodicidade: bienalmente. 
1.18.4. Circunscrições Territoriais: contêm estratos das escolas públicas federais, estaduais 
e municipais, além da rede privada, escolas da zona rural e urbana. 
1.18.5. Público Alvo: alunos das redes públicas e privadas, matriculados na 5° ano/4° série 
e 9° ano/ 8° série do Ensino Fundamental. 
1.18.6. Áreas do conhecimento: Língua Portuguesa e Matemática. 
1.18.7. Quantidadede dias para aplicação: um dia por turma de aplicação. 
1.19. Por fim, admite-se a formação de Consórcio para a contratação em tela. A formação de 
consórcio está amparada no artigo 278 da Lei de Sociedades Anônimas e na Lei 8.666/93, Artigo 33. 
Trata-se de uma "comunhão de interesses e atividades que atende a específicos objetivos 
 
 
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instituiçãoriais, que se originam nas sociedades consorciadas e delas se destacam". O consórcio é 
formado para acumular meios para a consecução de um fim comum (consórcio operacional), ou para 
somar recursos para contratarem com terceiros a execução de determinados serviços, obras, ou 
concessões (consórcio instrumental). 
 
2. DO OBJETO 
 
2.1. Este Projeto Básico tem por objeto a contratação de entidade especializada (individual ou por 
consórcio), através de concorrência, do tipo Técnica e Preço, para operacionalização de todas as 
atividades necessárias à aplicação dos instrumentos, processamento e análise de resultados do 
Sistema de Avaliação da Educação Básica – SAEB 2017. 
2.2. Este documento fornece ainda informações sobre aspectos técnicos e operacionais que 
permitirão aos licitantes elaborarem suas propostas para participar do processo licitatório, visando à 
contratação de entidade especializada para a operacionalização dos procedimentos compreendendo: a 
constituição de equipes; a preparação de instrumentos e materiais; o treinamento das equipes de 
campo; a aplicação dos instrumentos; o processamento de dados; as análises para a produção dos 
resultados e a elaboração e emissão de relatórios. 
2.3. Compõem este Projeto Básico: 
2.3.1. Encarte “A” – Planilha de Custos e Formação de Preços 
2.3.2. Encarte “B” – Modelo de Layout padrão para colaboradores do evento de 
alinhamento 
2.3.3. Encarte “C” – Instruções gerais para aplicação do SAEB e layouts de materiais 
administrativos 
2.3.4. Encarte “D” – Procedimentos referentes ao Atendimento Especializado. 
2.3.5. Encarte “E” – Instruções gerais sobre o manuseio, distribuição e impressão de 
materiais 
 
 
3. DA JUSTIFICATIVA E OBJETIVO DA CONTRATAÇÃO 
 
3.1. A contratação do SAEB por meio de concorrência obedece ao principio constitucional da 
isonomia, visando a seleção da proposta mais vantajosa para a administração publica e deverá se 
pautar nos princípios básicos da legalidade, impessoalidade, moralidade, da igualdade, da 
 
 
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publicidade, e de outros que lhe são correlatos, a fim de que os resultados das avaliações sejam 
utilizados para subsidiar o IDEB, fornecendo dados importantes para comparabilidade, análises e 
estudos, além de ser instrumento de medição da qualidade das escolas públicas do país, utilizados 
tanto como referenciais no desenvolvimento de políticas públicas para a Educação Básica de apoio 
técnico e financeiro, quanto como fonte de consultas pela sociedade. 
 
4. DA CLASSIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS E DA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DA 
CONTRATAÇÃO 
 
4.1 Os serviços objeto deste Projeto básico enquadram-se como serviços de natureza complexa, não 
podendo ser considerados como serviços comuns. Envolvem trabalhos realizados por equipes 
especializadas e capacitadas para realizar as tarefas, que exigem mobilização, nível de experiência e 
de escolaridade específicas, com capacidade de análises para avaliação dos resultados. 
4.2 A utilização de modalidades de licitação dispostas na Lei nº 8.666/1993, para esse tipo de serviço 
encontra amparo na concorrência, do tipo técnica e preço, com os critérios de julgamento objetivos, 
previstos nos arts. 45 e 46 da referida lei, por se tratar de serviços com características onde há 
predominância intelectual. 
4.3 A complexidade dessas atividades é extremamente elevada por envolver a participação de 
milhões de estudantes em locais muito distintos. A tecnologia de avaliação que o SAEB utiliza é 
altamente técnica, especializada e complexa. A razão desta especialização deriva do fato do SAEB 
utilizar a Teoria da Resposta ao item (TRI)1 e outras técnicas estatísticas para obter, descrever, 
analisar e divulgar os resultados das avaliações realizadas. 
 
 
1 A TRI é uma nova metodologia de análise do desempenho dos alunos. Ela é necessária porque os métodos 
estatísticos clássicos permitem apenas o uso de uma única prova, com um número limitado de itens, com 
prejuízo da cobertura dos tópicos dos programas que os alunos aprendiam. Os resultados obtidos tornavam-se 
dependentes dos alunos testados e dos itens utilizados. Essa limitação impedia o acompanhamento da evolução 
dos alunos ao longo de uma série histórica, atividade essencial quando se quer avaliar o impacto da adoção de 
politicas educacionais implementadas por uma Unidade da Federação ou de um Pais. A TRI permite a utilização de 
um grande número de itens em uma única avaliação, distribuídos em vários cadernos de teste, e não somente uma 
prova única, mas garantindo os resultados em uma mesma escala tanto para os parâmetros dos itens quanto para as 
proficiências (medida de desempenho) dos indivíduos avaliados. Essa metodologia teve origem em um artigo de 
Frederick M. Lord, de 1952, mas apenas pode ser aplicada na década de 1980, graças ao desenvolvimento das técnicas 
estatísticas e do avanço computacional. A TRI possibilitou um grande avanço na área de avaliação, pois permitiu a 
criação de uma escala de desempenho por área curricular, comum a diferentes anos escolares e anos de aplicação. 
Isso possibilita o monitoramento do desempenho de uma população de alunos em diferentes séries escolares e ao 
longo dos anos. 
 
 
7 
 
4.4 Assim, a exigência do procedimento licitatório do tipo técnica e preço justifica-se para priorizar, 
não somente, o valor econômico para a Administração Pública, mas a experiência e o fator intelectual 
na realização dos Exames e Avaliações realizados pelo Inep. 
 
5. DA FORMA DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS 
 
5.1. O Sistema de Avaliação da Educação Básica – Saeb, instituído em 1990, tem como principal 
objetivo realizar um diagnóstico da educação básica brasileira. O levantamento produz informações 
que subsidiam a formulação, reformulação e o monitoramento das políticas públicas nas esferas 
municipal, estadual e federal, visando a contribuir para a melhoria da qualidade, equidade e 
eficiência do ensino. Além disso, procura também oferecer dados e indicadores sobre fatores de 
influência do desempenho dos alunos nas áreas e anos avaliados. 
5.2. Em 2005, o Saeb foi reestruturado e passou a ser composto por duas avaliações: a Avaliação 
Nacional da Educação Básica (Aneb), que manteve as características, os objetivos e os 
procedimentos da avaliação efetuada até aquele momento pelo Saeb, e a Avaliação Nacional do 
Rendimento Escolar (Anresc), conhecida como Prova Brasil, criada com o objetivo de avaliar a 
qualidade do ensino ministrado nas escolas das redes públicas. Em 2013, a Avaliação Nacional da 
Alfabetização (ANA) foi incorporada ao Saeb para melhor aferir os níveis de alfabetização e 
letramento em Língua Portuguesa (leitura e escrita) e Matemática. Hoje o Saeb é composto pelas três 
avaliações externas em larga escala: 
 
 
 
5.2.1. Aneb: A Avaliação Nacional da Educação Básica – Aneb é uma avaliação bianual que 
abrange, de forma amostral, escolas e alunos das redes públicas e privadas do País, em áreas urbanas 
e rurais, matriculados na 4ª série (5º ano) e 8ª série (9º ano) do Ensino Fundamental e no 3º ano do 
 
 
8 
 
Ensino Médio regular. Essa prova mantém as características, os objetivos e os procedimentos da 
avaliação da educação básica efetuada até 2005 pelo Saeb, tendo como foco avaliar a qualidade, a 
equidade e a eficiência da educaçãobásica brasileira. Os resultados do país são apresentados por 
regiões geográficas e unidades da federação. 
5.2.2. Anresc (também denominada Prova Brasil): A Avaliação Nacional do Rendimento Escolar - 
Prova Brasil é uma avaliação censitária bianual envolvendo os alunos da 4ª série (5º ano) e 8ª série 
(9º ano) do Ensino Fundamental das escolas públicas que possuem, no mínimo, 20 alunos 
matriculados nas séries/anos avaliados. Seu objetivo principal é mensurar a qualidade do ensino 
ministrado nas escolas das redes públicas, fornecendo resultados para cada unidade escolar 
participante bem como para as redes de ensino em geral. Apresenta, ainda, indicadores contextuais 
sobre as condições extra e intraescolares em que ocorre o trabalho da escola. 
5.2.3. ANA: A Avaliação Nacional da Alfabetização – ANA é uma avaliação censitária 
envolvendo os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas, com o objetivo 
principal de avaliar os níveis de alfabetização e letramento em Língua Portuguesa, alfabetização 
Matemática e condições de oferta do Ciclo de Alfabetização das redes públicas. A ANA foi 
incorporada ao Saeb pela Portaria nº 482, de 7 de junho de 2013. 
5.3. CARACTERÍSTICAS DA AVALIAÇÃO 
 
5.3.1. Na edição 2017 do Saeb, prevista para ocorrer no período de 06 a 17 de novembro de 2017, 
serão avaliadas todas as escolas públicas e privadas que possuam pelo menos 10 alunos matriculados 
nas etapas de 5º e/ou 9º anos do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio, de acordo com 
as informações prestadas pelos Sistemas de Ensino ao Inep por meio do Censo da Educação Básica, 
conforme estimativa abaixo. 
 
Escolas públicas e privadas que possuam pelo menos 10 alunos 
Etapas avaliadas Alunos Turmas Escolas 
Total 7.012.752 
 
259.486 
 
78.826 
5º ano do Ensino Fundamental 2.396.327 
 
98.225 
 
48.599 
9º ano do Ensino Fundamental 
 
 
9 
 
2.344.729 85.019 38.284 
3ª série do Ensino Médio 2.271.696 
 
76.242 
 
25.701 
Nota: 1) A 3º série do Ensino Médio inclui propedêutico, Integrado e 
Magistério 
2) O Total de escolas é um valor distinto 
3) Data de referencia do Censo Escolar da Educação Básica 
preliminar 9/12/2016. 
 
 
5.3.2. Serão aplicados dois conjuntos de instrumentos: 
5.3.2.1. Testes de proficiência em Língua Portuguesa e Matemática 
5.3.2.2. Questionários para alunos, professores, diretores e escolas. 
 
5.3.3. O resultado das informações sobre o desempenho dos alunos, em Língua Portuguesa e 
Matemática, por unidade escolar é oferecido, por série e disciplina, no formato de médias de 
desempenho e pela distribuição do percentual de alunos em níveis de uma escala de desempenho. 
Esses dados permitem aos professores e diretores verificar, nas áreas, temas ou tópicos avaliados, 
quais habilidades já foram desenvolvidas e as que ainda não foram atingidas pelos alunos, além de 
possibilitar a demarcação de metas curriculares a serem alcançadas para melhorar a aprendizagem. 
Os níveis da escala se constituem em indicadores do grau de equidade do desempenho atingido. 
5.3.4. As informações das médias de desempenho e a distribuição do percentual de alunos nas 
escalas, agregadas no nível do Brasil, das regiões, dos estados e dos municípios e das dependências 
administrativas tornam possível aos gestores municipais e estaduais uma visão do conjunto das 
unidades de ensino compreendidas por sua administração, assim como de outros segmentos que 
compõem o sistema educacional. Os eventuais problemas de aprendizagem apontados podem servir 
de parâmetro para a elaboração, o planejamento e o desenvolvimento de políticas educacionais. 
5.3.5. Os mesmos resultados servem para informar à sociedade sobre os níveis de qualidade e as 
diferentes condições de oferta da educação existentes no País. 
5.3.6. Outras características: 
5.3.6.1. Quantidade de dias para aplicação: um dia por turma de aplicação. 
5.3.6.2. Características das Provas: 
5.3.6.2.1. Os blocos destinados ao 5° ano do ensino fundamental terão 11 itens de múltipla 
escolha, enquanto os blocos destinados ao 9° ano do ensino fundamental terão 13 itens de múltipla 
escolha. 
 
 
10 
 
5.3.6.2.2. Cada prova conterá 2 blocos de cada área do conhecimento; 
5.3.6.2.3. Para o 5° ano do ensino fundamental cada caderno de teste terá 44 itens, sendo 22 de 
Língua Portuguesa e 22 de Matemática; para o 9° ano do ensino fundamental e para o 3° ano do 
ensino médio cada caderno terá 52 itens, sendo 26 de Língua Portuguesa e 26 de Matemática. 
Número de Páginas dos Cadernos regulares: Para o 5° ano do ensino fundamental, 9° ano do ensino 
fundamental e 3° ano do ensino médio, os cadernos de prova terão 32 páginas cada. 
5.3.6.3. Etapas da Aplicação: a aplicação deverá ser dividida nas seguintes etapas: 
5.3.6.3.1. Aplicação das provas e do questionário contextual aos alunos; 
5.3.6.3.2. Aplicação do questionário dos professores; 
5.3.6.3.3. Aplicação do questionário dos diretores (que se refere à sua gestão); 
5.3.6.3.4. Aplicação do questionário da escola (em que o aplicador responde o questionário 
sobre a infraestrutura da escola). 
5.3.6.4. Aplicação de Atendimento Especializado: Estudantes com baixa visão: caderno de 
teste ampliado ou superampliado e profissional especializado ledor. 
5.3.6.4.1. Estudantes cegos: caderno de teste adaptado em Braille, acompanhado de áudio 
gravado em CD ou DVD e caderno de teste para aplicação por ledor, e profissional especializado 
ledor. 
5.3.6.4.2. Estudantes surdos: caderno de teste adaptado, acompanhado de vídeo gravado em 
DVD com tradução dos itens para Libras e profissional especializado intérprete de libras. 
5.3.6.4.3 Aos estudantes com outras deficiências será oferecido o caderno regular e um aplicador 
adicional. Este aplicador atuará somente na supervisão e fiscalização dos profissionais cedidos pela 
escola para prestar o atendimento especializado, a fim de garantir que a aplicação da avaliação ocorra 
de forma padronizada e sigilosa. 
5.3.6.4.4 Para as provas dos estudantes com deficiência, há estimativa de 30% a mais no número 
de páginas, em média. 
 
Identificação do Caderno Tipo de Caderno Tipo de Impressão 
1 a 21 Regular Normal 
22 Ampliado e superampliado A3 Fonte 18 e Fonte 24 
23 Adaptado para surdos Normal 
24 
Adaptado para cegos (aluno – 
transcrição para o Braille) 
Em Braille 
 
 
11 
 
24 
Adaptado para cegos (ledor - 
orientações para a leitura) 
Normal 
 
5.3.6.4.5. Tempo de Prova: O aluno terá 25 minutos para responder cada bloco de questões, 10 
minutos para preencher o gabarito e 30 minutos para responder ao questionário contextual. Será 
concedido tempo adicional de 20 minutos ao estudante que necessite de atendimento especializado. 
 
5.4. DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES (PRODUTOS/ SERVIÇOS) 
5.4.1. ETAPAS E FASES DA OPERAÇÃO 
5.4.1.1. O presente Projeto Básico está estruturado em consonância com as etapas, fases e 
ações, que contemplam a aplicação do Saeb 2017, de forma a refletir a logística de execução da 
aplicação da avaliação para o exercício, a saber: 
5.4.1.1.1. FASE PRÉ-APLICAÇÃO - Esta fase compreende o planejamento de todas as etapas e 
fases da operação, em todos os seus aspectos, retratando-a em toda a sua complexidade e todas as 
atividades necessárias e a sequência lógica de cada etapa. Indicará, ainda, os insumos humanos, 
materiais e tecnológicos, os condicionantes para realização das atividades, os resultados esperados e 
os pontos críticos. A citada fase compreende o Planejamento Logístico (PL), Agendamento (AG), 
Preparação de Materiais (Pl), Manuseio (MA) e Capacitação de Colaboradores e Aplicação (CA). 
5.4.1.1.2. FASE APLICAÇÃO- Esta fase se refere à instalação e estruturação dos Polos, à 
implementação das estratégias para aplicação, os procedimentos adotados para os dias de aplicação e 
os de contingência diante das ocorrências e situações adversas. 
5.4.1.1.3. FASE PÓS-APLICAÇÃO - Esta fase compreende a execução de diversas atividades 
realizadas após a aplicação da prova, as atividades de pós-aplicação, como a recepção dos malotes na 
sede da Contratada, a operação reversa, organização do material para processamento, guarda, 
elaboração de base de dados consistida com os resultados, análise e processamento técnico e 
estatístico dos resultados das provas, processamento dos instrumentos de fatores associados, bem 
como o envio seguro das bases de dados ao INEP. Nesta fase as atividades a serem executadas são: 
Operação reversa (OR), Processamento de Instrumentos de Aplicação (PA), Correção das Provas 
Objetivas (CO), e Proposição de Melhorias (PM). 
5.4.1.2. Cada fase envolve vários atores e setores, e ocorre em consonância a procedimentos e 
sistemas específicos, conforme demandados por cada ação e definição por área competente no 
âmbito do INEP. 
5.4.1.3. Compreendendo-se que cada fase é composta por diferentes ações, indica-se que cada 
 
 
12 
 
ação é seguida de entregas cujos objetivos versam sobre a qualidade e a execução das proposições do 
Saeb 2017: 
 
ID Pré-Aplicação Nome do Produto Objetivo do Produto 
PL 
Planejamento 
Logístico 
Plano Estratégico 
Logístico 
Descrição das estratégias para a execução dos 
processos, técnicas, cronogramas e atividades 
necessárias a cada fase prevista (pré-aplicação, 
aplicação e pós-aplicação) para a 
operacionalização. 
AG Agendamento 
Relatório de Seleção e 
Estruturação dos Polos 
Descrição dos procedimentos de distribuição das 
aplicações por polo, bem como demonstrar a 
seleção, estruturação e organização dos polos. 
Base de Dados de 
Agendamento 
Entregar Base de Dados consistida dos 
agendamentos e reagendamentos. 
PI 
 
Preparação de 
Instrumentos 
Material 
Administrativo 
Apresentação da arte final de todos os materiais 
administrativos necessários à aplicação da 
Avaliação com adequação de seu conteúdo em 
relação aos manuais, instruções do Caderno de 
Questões, entre outros, demonstrando ainda os 
parâmetros de quantificação. 
Material 
Instrutivo 
Entrega da versão final de todos os manuais e o 
vídeo de capacitação das equipes de aplicação 
(Coordenadores e Aplicadores), demonstrando os 
parâmetros de quantificação. 
MA Manuseio 
Plano de Operação do 
Manuseio 
Demonstrar a organização, manuseio, 
empacotamento e rotulagem das provas e demais 
materiais necessários à aplicação. 
CA 
 
Capacitação de 
Colaboradores 
Plano de Capacitação 
Presencial 
 
Descrição e realização dos procedimentos e 
técnicas para capacitação dos recursos humanos 
envolvidos na aplicação da Avaliação. 
Base Certificada de 
Colaboradores 
Base de dados dos colaboradores certificados 
contendo resultado de desempenho na capacitação 
 
 
13 
 
presencial. 
Relatório de Avaliação 
da Qualidade da 
Execução do Plano de 
Capacitação Presencial 
e Base de Imagens dos 
Termos de Sigilo, 
Compromisso e 
Confidencialidade 
Relatório de avaliação das técnicas, 
procedimentos e instrumentos utilizados nas 
capacitações presenciais e Banco de Imagens das 
evidências de capacitação, incluindo a 
digitalização dos Termos de Sigilo, Compromisso 
e Confidencialidade. 
ID Aplicação Nome do Produto Objetivo do Produto 
AP Aplicação Relatório de Aplicação 
Descrever o trabalho de campo efetuado durante a 
aplicação por estado e município, além de listar os 
problemas de diversas naturezas, tais como 
atrasos, abstenções, situações inesperadas entre 
outras, demonstrando em relatório ainda as 
medidas adotadas para resolução desses 
problemas. 
ID Pós-Aplicação Nome do Produto Objetivo do Produto 
OR 
Operação 
Reversa 
Relatório de Execução 
da Operação Reversa 
Demonstrar, em processo, o quantitativo diário de 
recebimento e tratamento dos malotes. 
PA 
Processamento 
de Instrumentos 
de Aplicação 
Base de Dados do 
Processamento 
Constituição de base de dados de processamento 
dos instrumentos de aplicação da avaliação. 
Banco de Imagens dos 
Instrumentos de 
Aplicação 
Construção de Banco de Imagens dos 
instrumentos de aplicação da avaliação. 
CO 
Correção das 
Provas Objetivas 
Proposta Técnica de 
Análise de Correção de 
Provas Objetivas 
Proposta Técnica que descreva a metodologia que 
será utilizada para cada uma das análises das 
Provas. 
Base de Dados do 
Banco Nacional de 
Itens – Prova Objetiva 
Entregar base do Banco Nacional de Itens e Base 
de dados dos resultados finais. 
 
 
14 
 
Base de Dados do 
Resultado da Correção 
das Provas Objetivas 
Base de dados final com demonstração da análise 
dos itens e produção de resultados de acordo com 
a metodologia TCT e TRI. 
Relatório Técnico de 
Correção das Provas 
Objetivas 
Relatório descritivo dos procedimentos e critérios 
adotados durante as análises dos resultados. 
PM 
Proposição de 
Melhorias 
 
Relatório Avaliativo e 
Proposição de 
Melhorias 
Relatório técnico e descritivo contendo avaliação 
da aplicação da avalição, bem como, proposição 
de melhorias de todas as fases. 
 
5.4.2. DAS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS 
5.4.2.1. Com o objetivo de padronizar o processo de operacionalização logística de seus 
exames e avaliações, o INEP detalhou as atividades e os requisitos que os Produtos devem possuir 
para execução do SAEB 2017, que serão apresentados a seguir: 
 
AÇÃO: Planejamento Logístico 
PRODUTO: Plano Estratégico Logístico 
ID: PL1 
 
PL 1.1 A contratada deverá apresentar o Produto PL1 – Plano Estratégico Logístico, que estará 
sujeito à aprovação pelo INEP, detalhando todas as atividades a serem desenvolvidas para a 
operacionalização da Avaliação, considerando as suas especificidades, dividido entre as fases de Pré-
Aplicação, Aplicação e Pós-Aplicação, e deverá: 
PL 1.1.1 Apresentar cronogramas, procedimentos, métodos e processos de trabalho aplicados a cada 
uma das fases da execução dos serviços de todas as etapas (Pré-Aplicação, Aplicação e Pós 
Aplicação) e dos Produtos previsto neste Projeto Básico; 
PL 1.1.2 Descrever os procedimentos de seleção e distribuição de polos em cada estado e município, 
esclarecendo quais ações serão realizadas para aplicar os critérios definidos pelo INEP, e descrever 
critérios adicionais a serem utilizados para a determinação do quantitativo de polos e o 
dimensionamento das equipes nos polo; 
PL 1.1.3 Descrever sobre a utilização de sistema único online na execução do agendamento, 
 
 
15 
 
reagendamento e confirmação das aplicações, e da atividade acompanhamento em tempo real; 
PL 1.1.4 Apresentar os procedimentos de agendamento, reagendamento e confirmação das 
aplicações; 
PL 1.1.5 Indicar a distribuição dos polos por UF e município; 
PL 1.1.6 Detalhar os mecanismos e as providências que deverão ser tomadas para assegurar a 
realização da aplicação em condições adequadas e seguras, as atividades dos coordenadores de polo 
e aplicadores: 
Descrever o processo de captação de locais para instalação de polos e sua estruturação; 
PL 1.1.7 Elaborar manuais de instruções contendo orientações para aplicação das provas objetivas; 
PL 1.1.8 Detalhar os procedimentos de segurança no manuseio dos materiais de aplicação e malotes: 
Descrição da estratégia e procedimentos para a guarda provisóriados malotes de provas e demais 
materiais de aplicação da avaliação; 
PL 1.1.9 Apresentar o Plano de Capacitação detalhando os critérios de seleção dos colaboradores e a 
metodologia a ser empregada na atividade, bem como o Cronograma das capacitações para todas as 
funções; 
PL 1.1.10 Detalhar os procedimentos de aplicação da Avaliação; 
PL 1.1.11 Apresentar o Plano de Contingência para prevenção de eventualidades nos dias da 
aplicação da Avaliação e detalhar também, os procedimentos de capacidade de mobilização em data 
posterior à primeira aplicação, para atendimento às unidades escolares autorizadas pelo INEP que 
não realizaram as avaliações no período previsto; 
PL 1.1.12 Expor os procedimentos, inclusive de segurança e sigilo, que serão adotados na operação 
reversa, tais como: manuseio, processamento e digitalização dos materiais de aplicação para 
composição de banco de imagens, base de dados e resultados; 
Apresentar os procedimentos de segurança e sigilo que serão adotados na operação reversa. 
PL 1.1.13 Apresentar a forma, o processamento e os instrumentos de correção das provas. 
PL 1.2 O Coordenador geral e o subcoordenador da equipe central deverão participar de 1 (uma) 
reunião com a equipe técnica do INEP visando a compreensão e adequação dos procedimentos para a 
elaboração do plano logístico; 
PL 1.3 Deverão ser constituídas equipes encarregadas das diversas atividades descritas neste Projeto 
Básico, possuindo como parâmetros para sua formação, a saber: 
PL 1.3.1 Equipe Central - responsável pelo planejamento e gerenciamento das atividades contratadas 
em nível macro. A equipe central deverá ser composta pelo Coordenador Geral do Projeto, 
Subcoordenador; Coordenador de Capacitação, Coordenador de Logística, Coordenador de 
 
 
16 
 
Tecnologia, Coordenador de análise para produção de resultados, Coordenador de Planejamento e 
Orçamento e equipe de apoio; 
PL 1.3.2 Equipe de Campo - responsável pelo detalhamento do planejamento, monitoramento e 
execução das aplicações em campo. A equipe de campo deverá ser composta pelos Coordenadores 
Estaduais de Logística, Subcoordenadores Estaduais de Logística, Coordenadores de Polo, Apoio 
Logístico e Aplicadores; 
PL 1.3.3 Equipe de Processamento de Dados - responsável pelo processamento dos dados, 
constituição e análises de consistência das bases. Deverá ser composta por Analistas de Sistema; 
PL 1.3.4 Equipe de Análises para a Produção de Resultados – responsável pela produção dos 
resultados sobre o desempenho dos alunos e os fatores associados ao desempenho. Deverá ser 
composta por Especialistas em Análises Psicométricas. 
PL 1.4 Para a contratação dos profissionais, a contratada deverá considerar sua qualificação técnica 
de acordo com as funções a serem desempenhadas e as diretrizes do INEP; 
PL 1.4.1 Parâmetros para Formação da Equipe Central: 
Coordenador Geral do Projeto e Responsável Técnico - 1 (um) – Exigência: Ensino superior 
completo, experiência mínima comprovada de 5 (cinco) anos em avaliações externas de alunos ou de 
sistemas de ensino, que utilizem provas para aferição do conhecimento na educação básica; 
Subcoordenador - 3 (três) – Exigência: Ensino superior completo, experiência mínima comprovada 
de 4 (quatro) anos em avaliações externas de alunos ou de sistemas de ensino, que utilizem provas 
para aferição do conhecimento na educação básica; 
Coordenador de Treinamento/campo - 3 (três) – Exigência: Ensino superior completo, experiência 
mínima comprovada de 4 (quatro) anos em avaliações externas de alunos ou de sistemas de ensino, 
que utilizem provas para aferição do conhecimento, na educação básica e conhecimento em 
conteúdos de avaliações para capacitar pessoas em larga escala; 
Coordenador de Logística 3 - (três) – Exigência: Ensino superior completo, experiência mínima de 4 
(quatro) anos em logística de preparação de materiais em avaliações externas de alunos ou de 
sistemas de ensino, que utilizem provas para aferição do conhecimento na educação básica; 
Coordenador de Análise para Produção de Resultados - 3 (três) – Exigência: Ensino superior 
completo, experiência mínima comprovada de 4 (quatro) anos em análises psicométricas (TCT e 
TRI) no âmbito de avaliações externas de alunos ou de sistemas de ensino, que utilizem provas para 
aferição do conhecimento na educação básica; 
Coordenador de Processamento de Dados – Exigência - Ensino superior completo na área de 
Informática, experiência mínima de 4 (quatro) anos em banco de dados, no âmbito de avaliações 
 
 
17 
 
externas de alunos ou de sistemas de ensino, que utilizem provas para aferição do conhecimento e ter 
experiência em informática. 
PL 1.5 A seleção dos profissionais da Equipe de Campo deverão seguir os seguintes critérios de 
seleção: 
PL1.5.1 Coordenador Estadual de Logística - 1 (um) por Unidade da Federação - responsáveis pelo 
planejamento, coordenação e supervisão da aplicação na UF. Exigência: 
Ensino Superior Completo; 
Experiência mínima comprovada de 4 (quatro) anos em planejamento, coordenação ou supervisão da 
execução de atividades relacionadas à aplicação e atividades relacionadas à capacitação de equipes 
para aplicação de instrumentos no âmbito de avaliações externas de alunos ou sistemas de ensino que 
utilizem provas para aferição do conhecimento na educação básica; 
Habilidade em conduzir trabalhos em equipe e em orientar pessoas; 
Conhecimento da localização das escolas vinculadas à UF sob sua coordenação; 
Domínio de todos os procedimentos de aplicação; 
Residir na capital da UF sob sua coordenação. 
PL 1.5.2 Subcoordenador Estadual de Logística - 1 (um) para até 15 (quinze) Polos - responsável 
por dar suporte aos Coordenadores Estaduais de Logística e acompanhar a avaliação no conjunto de 
polos sob sua responsabilidade, orientando os Coordenadores de Polo e informando sobre o 
andamento das aplicações aos Coordenadores Estaduais de Logística. Exigência: 
Ensino Superior Completo; 
Experiência mínima comprovada de 3 (três) anos em planejamento, coordenação ou supervisão da 
execução de atividades relacionadas à aplicação de instrumentos no âmbito de avaliações externas de 
alunos ou sistemas de ensino que utilizem provas para aferição do conhecimento na educação básica;
Habilidade em conduzir trabalhos em equipe e em orientar pessoas; 
Conhecimento da localização das escolas vinculadas à UF sob sua coordenação; 
Domínio de todos os procedimentos de aplicação; 
Residir em um dos municípios sede dos Polos sob sua coordenação. 
PL 1.5.3 Coordenador de Polo de Apoio Logístico - 1 (um) para cada Polo – responsável pela 
seleção dos Aplicadores e do Apoio Logístico e capacitação dos Aplicadores, atuando na 
organização do polo, no recebimento e na devolução dos materiais de aplicação e, principalmente, no 
agendamento em sistema informatizado único, online, e distribuição das aplicações entre os 
aplicadores, zelando pelo sigilo dos instrumentos e pela boa condução da avaliação. Responsabiliza-
se ainda por informar os agendamentos e aplicações realizadas no sistema. Exigência: 
 
 
18 
 
Ensino Superior Completo; 
Experiência mínima comprovada de 3 (três) anos em planejamento, coordenação ou supervisão da 
execução de atividades relacionadas à aplicação de instrumentos no âmbito de avaliações externas de 
alunos ou sistemas de ensino que utilizem provas para aferição do conhecimento da educação básica;
Habilidade em conduzir trabalhos em equipe e em orientar pessoas; 
Conhecimento da localização das escolas vinculadas ao polo sob sua responsabilidade; 
Domínio de todos os procedimentos de aplicação; 
Residir no município sede do polo de sua responsabilidade. 
PL 1.5.4 Apoio Logístico - 1 (um) porPolo – responsável de auxiliar o Coordenador de Polo de 
Apoio Logístico, especificamente, na abertura de caixas e malotes, conferência, separação, 
distribuição e recebimento do material de aplicação, podendo também auxiliar no lançamento e 
acompanhamento de informações no sistema próprio informatizado online: 
Ensino Médio Completo; 
Experiência Administrativa; 
Conhecimentos básicos de informática; 
Residir no município sede do Polo de sua atuação. 
PL 1.5.5 Aplicador - 1 (um), em média, para 8 aplicações – responsável pela aplicação dos cadernos 
de questões nas escolas e pela transcrição das respostas dos alunos para os Cartões-resposta. São 
critérios de seleção: 
Nível Superior Completo – Licenciatura em pedagogia e/ou normal superior e/ou magistério (nível 
médio). 
Experiência Mínima de 2 (dois) anos no magistério nos anos/séries iniciais do ensino fundamental 
(1º ao 5º ano), além de experiência comprovada em avaliações externas de alunos ou de sistemas de 
ensino que utilizam provas para aferição do conhecimento, ou concursos públicos ou vestibulares; 
Residir no município sede do Polo. 
PL 1.5.6 Aplicador Especializado para atendimento aos estudantes que possuem cegueira, surdez, e 
surdocegueira. Tal profissional é responsável pela aplicação dos testes e pela transcrição das 
respostas dos alunos para os Cartões-resposta. Para atender somente aos estudantes previstos no 
Censo Escolar, devem ser contratados os seguintes profissionais: 
Atendimento a estudantes surdos: Intérprete de libras, preferencialmente com experiência em sala de 
aula. 
Atendimento a estudantes cegos: Ledor-Transcritor, preferencialmente com experiência em sala de 
aula. 
 
 
19 
 
Atendimento a estudantes: Guia-intérprete, preferencialmente com experiência em sala de aula. 
PL 1.6. Todas as atividades deverão seguir os parâmetros e orientações contidas nesse Projeto Básico 
e no Encarte “C” e a qualquer tempo o INEP poderá solicitar a comprovação dos requisitos para 
formação/contratação das Equipes. 
 
AÇÃO: Agendamento 
PRODUTO: Relatório de Seleção e Estruturação dos Polos 
ID: AG1 
 
AG 1.1 A contratada deverá apresentar o Produto AG1 - Relatório de Seleção e Estruturação dos 
Polos em meio digital, que é composto por: 1 - Instrumentos de estruturação de polo (formulário), 2 - 
Texto descritivo e 3 - Base de dados dos polos (referente às observações extraídas do instrumento de 
estruturação do polo). Nesta ação estarão contempladas as atividades relacionadas à estruturação dos 
Polos de Apoio Logístico, tais como seleção e locação de espaço físico, alocação de recursos 
humanos, segurança e locação de equipamentos; 
AG 1.1.1 Entende-se como Polo de Apoio Logístico o espaço físico com tamanho suficiente para 
abrigar 02 (dois) ambientes, sendo um para armazenamento e manuseio do material de aplicação 
(malotes de prova e caixas de materiais administrativos e de capacitação) e outro para atividades 
administrativas. 
AG 1.2 O INEP fornecerá a relação de municípios, escolas, turmas e alunos que participarão da 
avaliação, fundamentada em registros do Censo Escolar. Com base nas informações disponibilizadas 
pelo INEP, a instituição contratada (individual ou em consórcio) deverá consolidar a base que será 
utilizada no planejamento e execução da logística de campo local e no agendamento das aplicações 
nas escolas; 
AG 1.3 É responsabilidade da instituição contratada (individual ou em consórcio), por meio do 
Coordenador de Polo de Apoio Logístico, selecionar o local que abrigará o Polo e realizar os 
contatos para obter informações sob sua disponibilidade no período de realização da aplicação. É 
importante destacar que todos os locais pré-selecionadas como potenciais Polos devem ser visitados 
previamente para verificação de suas características, a fim de garantir que estejam em condições 
adequadas; 
AG 1.3.1 As visitas in loco aos locais que abrigarão os Polos deverão ser orientadas por Instrumento 
de Inspeção de Infraestrutura dos Polos de Apoio Logístico, devendo ser preenchido um por local 
 
 
20 
 
visitado. 
AG 1.3.2. A contratada deverá elaborar layout desse formulário e apresentar ao INEP para aprovação 
em formato de texto editável e pdf não editável; Desse formulário devem ser extraídas as respostas 
observadas durante a visita, sendo essas transmitidas ao Inep na forma de base de dados cujo layout 
deverá ser apresentado pela contratada, sendo feitas as adequações solicitadas pela contratante, até 
sua aprovação final; 
AG 1.4 Para a seleção adequada de locais que atendam às condições necessárias à aplicação do 
SAEB 2017 deve-se observar: 
AG 1.4.1 Quanto à composição dos Polos de Apoio Logístico: 
Cada Polo compor-se-á por 100 (cem) a 120 (cento e vinte) aplicações; 
O Polo corresponde à Coordenação Logística de Campo Local, onde deverão ser concentradas as 
atividades de recebimento do material de aplicação, a organização, distribuição, recolhimento e 
guarda dos instrumentos da aplicação e demais materiais, desde o momento de sua entrega até a 
coleta de todos os materiais da aplicação, os quais serão realizados pela ECT, em caráter de sigilo e 
segurança em período especifico pré-determinado pelo INEP. Correspondem aos materiais de 
aplicação: caixas contendo material administrativo e de capacitação e malotes lacrados, por escola, 
contendo os cadernos de questões e demais instrumentos. 
AG 1.4.2 Quanto à localização do Polo, considerar: 
A disposição geográfica das escolas no município, a capacidade e a abrangência que deve variar 
entre 100(cem) e 120(cento e vinte aplicações); 
A facilitação da logística de aplicação e a contratação dos Aplicadores, bem como o transporte das 
provas em segurança pelos aplicadores às escolas e sua devolução, que deve ser diária; 
A proximidade das escolas e a quantidade de aplicações definidas; 
A facilidade de acesso dos aplicadores, já que eles deverão receber e devolver os materiais no 
mesmo dia da aplicação; 
A segurança nos horários de chegada e saída dos profissionais envolvidos nas atividades de 
aplicação. 
AG 1.4.3 Quanto à infraestrutura, o Polo deve conter: 
Espaço físico com tamanho suficiente para armazenamento e manuseio do material de aplicação e 
para atividades administrativas e de logística. O tamanho (em m²), assim como a localização, será 
definido de acordo com a sua localização, capacidade e abrangência em relação às demais 
localidades vinculadas; 
No polo serão desenvolvidas as atividades de armazenagem e triagem dos envelopes de prova, 
 
 
21 
 
agendamento das aplicações e ainda recrutamento e capacitação dos aplicadores. O polo deve ainda 
oferecer condições que garantam o sigilo e a segurança dos cadernos de prova e demais matérias 
necessários à aplicação da avaliação. Ante todo exposto a CONTRATADA deverá prover TODOS 
os insumos e recursos que se fizerem necessários para a realização dessas atividades nos polos, 
sempre na observância do sigilo e segurança do material. 
AG 1.4.4 Quanto aos materiais para os aplicadores: Cada polo deve dispor de 1 (uma) bolsa do tipo 
carteiro com fechamento por aba e alça de ombro, para cada 8 (oito) turmas de sua abrangência, em 
dimensões aproximadas de 25 (vinte e cinco) centímetros de altura, 35 (trinta e cinco) centímetros de 
largura e 15 (quinze) centímetros de profundidade para acomodar no mínimo dois pacotes de provas 
e que suporte pelo menos 15 (quinze) quilogramas de peso; 
AG 1.5 O texto descritivo (item 2) que comporá o relatório deverá expor: 
AG 1.5.1 Os procedimentos de distribuição das aplicações pelos polos, bem como as ações 
executadas para atender aos critérios de instalação, justificando a determinação dos locais que 
abrigarãoos polos; 
AG 1.5.2 As ações a serem adotadas pela contratada para garantir a guarda, segurança e sigilo das 
provas e demais instrumentos de aplicação e administrativos, no período entre o recebimento no Polo 
e o recolhimento à sede da contratada. 
AG 1.6 A base de dados dos polos de apoio logístico deverá ser entregue em TXT (formatado em 
colunas separadas pelos caracteres "TAB") apresentando a distribuição das escolas abrangidas por 
cada polo, contendo as informações coletadas pelo Instrumento de Inspeção de Infraestrutura dos 
Polos de Apoio Logístico e pelas seguintes: 
AG 1.6.1 ID da UF (código IBGE); 
AG 1.6.2 ID do município (código IBGE); 
AG 1.6.3 ID do polo; 
AG 1.6.4 Nome do polo; 
AG 1.6.5 Nome do Coordenador do Polo; 
AG 1.6.6 Número de CPF do Coordenador do Polo (apenas números); 
AG 1.6.7 Número de DDD do Polo; 
AG 1.6.8 Número de telefone do Polo; 
AG 1.6.9 Endereço de e-mail do Polo; 
AG 1.6.10 Endereço do polo – Logradouro; 
AG 1.6.11 Endereço do polo – Complemento; 
AG 1.6.12 Endereço do polo – Número; 
 
 
22 
 
AG 1.6.13 Endereço do polo – Bairro; 
AG 1.6.14 Endereço do polo – CEP (apenas números); 
AG 1.6.15 Endereço do polo – Município; 
AG 1.6.16 Endereço do polo – UF; 
AG 1.6.17 ID da escola (código do Censo da Educação Básica); 
AG 1.6.18 Nome da escola; 
AG 1.6.19 Endereço da escola – Logradouro; 
AG 1.6.20 Endereço da escola – Complemento; 
AG 1.6.21 Endereço da escola – Número; 
AG 1.6.22 Endereço da escola – Bairro; 
AG 1.6.23 Endereço da escola – CEP (apenas números); 
AG 1.6.24 Endereço da escola – Município; 
AG 1.6.25 Endereço da escola – UF. 
O preenchimento dos campos ID da UF, ID do município e ID da escola devem obedecer 
rigorosamente à padronização do Censo Escolar, EDUCACENSO, do INEP. 
 
AÇÃO: Agendamento 
PRODUTO: Base de Dados de Agendamento 
ID: AG2 
AG 2.1 A contratada deverá entregar ao INEP o Produto AG2 - Base de Dados de Agendamento, 
consistida por informações processadas resultantes do trabalho de contato com as instituições de 
ensino para a aplicação (com dia e horário), por turma e escola, a partir da base de dados das turmas 
fornecida pelo INEP; 
AG 2.2 Nesta ação, a contratada deverá realizar o agendamento das aplicações, ou seja, contatar cada 
instituição de ensino, constante na base de dados fornecida pelo INEP, que irá participar das 
aplicações do SAEB 2017 e acordar a data, dentro do período de aplicação das provas, e o horário 
para aplicação em cada turma; 
AG 2.2.1 Os possíveis reagendamentos de aplicação podem ocorrer durante o período de 
agendamento e durante o período de aplicação; 
AG 2.2.1 Admite-se a possibilidade da ocorrência de reagendamento, quando a escola avisar com 
antecedência e justificativa que a aplicação agendada não poderá ser realizada e a contratada acordar 
com a instituição de ensino nova data e/ou horário; 
 
 
23 
 
AG 2.2.3 Ao fazer contato para o agendamento com as instituições de ensino, verificar se elas 
possuem, dentro do público-alvo, estudantes com deficiência. Essa verificação deve ser realizada de 
acordo com Roteiro de Agendamento a ser encaminhado pelo Inep após a contratação, bem como 
com o Encarte “D” deste Projeto Básico. 
AG 2.2.4 O contato com as escolas deverá ser realizado tantas vezes quantas forem necessárias para 
realizar o agendamento. Na véspera da aplicação a contratada, por meio de seus coordenadores de 
polo, deve contatar as instituições de ensino a fim de confirmar a aplicação, a data e os horários 
agendados. 
AG 2.3 A contratada deverá dispor de sistema online que possibilite a execução dos procedimentos 
necessários ao registro, acompanhamento em tempo real e constituição de base de dados referente ao 
agendamento, reagendamento e confirmação das aplicações, contemplando minimamente os 
requisitos, garantindo uma única interface ao Inep: 
AG 2.3.1 O acesso ao sistema deverá ser compartilhado ao INEP de forma que possibilite o 
acompanhamento em processo das ações; 
AG 2.3.2 Acesso aos colaboradores do INEP por meio de Login e Senha, tanto quanto forem 
solicitados; 
AG 2.3.3 Hospedagem do sistema em servidor web; 
AG 2.3.4 O sistema deve prover de tecnologia que possibilite serviço, via web, para a comunicação 
entre aplicações de uma maneira independente de sistema operacional e de linguagem de 
programação que permita ao INEP implementar acoplamento em sistema próprio. 
AG 2.3.5 O sistema deve conter as funcionalidades de: 
Cadastro de todas as salas / turmas de aplicação assinalando quando for o caso as turmas que 
contenham PCD; 
Cadastro dos polos de aplicação; 
Cadastro dos aplicadores, assistentes de polo, e coordenadores de polo, subcoordenadores de polo e 
coordenadores estaduais de logística; 
Permitir a associação das salas / turmas de aplicação aos polos e aplicadores responsáveis pela 
aplicação; 
Registrar a data e o horário correspondente de cada uma das aplicações; 
Registrar se a aplicação ocorreu conforme o agendamento ou se ela foi reagendada; 
Em casos de reagendamento, registrar o motivo que acarretou o reagendamento e a nova data e 
horário previsto para a aplicação; 
Registrar o “status” que se encontra a situação de cada turma conforme as seguintes situações: Sala / 
 
 
24 
 
Turma cadastrada; Agendada; Reagendada; Aplicada; e Aplicação não realizada. 
AG 2.3.6 O Sistema ainda deve possuir Módulo de Relatórios contendo funcionalidades que 
permitam a geração de relatórios gerenciais, contendo informações estruturadas sobre: 
Consolidado de agendamentos por uf, município, polo, escola e período da aplicação; 
Consolidado de turmas agendadas por polo e escola. Separar por turnos e período da aplicação; 
Quantitativo de turmas com provas aplicadas por uf, município, polo, escola e período da aplicação; 
Informações de reagendamentos realizados, pendentes de aplicação por uf, município, polo, escola e 
período da aplicação; 
Informações de aplicações canceladas por uf, município, polo, escola e período da aplicação; 
Informações de aplicações realizadas por uf, município, polo, escola e período da aplicação; 
Informações de aplicações com atendimento (especifico e ou especial) por uf, município, polo, 
escola e período da aplicação. 
AG 2.3.7 Garantia de inviolabilidade das informações do sistema – O sistema deverá possuir 
mecanismos de segurança que garantam a inviolabilidade das suas informações, como por exemplo, 
controle de acesso baseado em papéis de usuários (administradores, usuários comuns, entre outros) 
autenticação com o uso de credenciais (usuário e senha, certificados digitais, entre outros). 
AG 2.4 A base consistida dos agendamentos deve ser entregue em formato TXT (formatado em 
colunas separadas pelos caracteres "TAB") contendo as seguintes informações consolidadas: 
AG 2.4.1 ID do Polo 
AG 2.4.2 Nome do Polo 
AG 2.4.3 Nome do Aplicador 
AG 2.4.4 CPF do Aplicador(apenas números) 
AG 2.4.5 ID da escola 
AG 2.4.6 Nome da escola 
AG 2.4.7 ID da Turma 
AG 2.4.8 Data da aplicação (dd/mm/aaaa) 
AG 2.4.9 Horário da aplicação (hh:mm) 
AG 2.4.10 Atendimento especializado (se houve na turma atendimento especializado que não 
constava da base de dados encaminhada pelo Inep. Preencher: 0 = não; 1= sim) 
AG 2.4.11 QTD atendimentos especializados (campo numérico que informa o quantitativo de 
atendimentos especializados realizados APENAS para os casos que não foram enviados na base 
encaminhada pelo Inep). Será preenchido na hipótese que o campo “Atendimento especializado” vier 
com o valor “1” 
 
 
25 
 
AG 2.4.12 Reagendamento (Preencher: 0 = não, quando o dado for uma aplicação agendada; 1= sim, 
quando o dado for uma aplicação reagendada);AG 2.4.13 O nível da observação nessa base de dados é a APLICAÇÃO, assim para cada turma 
deve-se ter pelo menos uma linha de observação; 
AG 2.5 Essa base deve ser encaminhada ao final do período de agendamento e atualizada duas 
semanas após o final do período de aplicação; 
 
AÇÃO: Preparação de Instrumentos 
PRODUTO: Material Administrativo 
ID: PI1 
PI 1.1 A contratada deverá entregar o Produto PI1 - Material Administrativo, contendo arte final 
de todos os materiais administrativos elaborados e/ou diagramados, bem como planilha detalhando e 
justificando as métricas de quantitativos definidas para impressão de cada material; 
PI 1.1.1 A contratada deverá elaborar e entregar ao INEP, para análise e aprovação, planilha 
eletrônica, detalhando e justificando as métricas de quantitativos definidas para cada material da 
Avaliação, conforme cronograma, para subsidiar a produção gráfica; 
PI 1.2 Nesta ação estão envolvidas a elaboração e/ou diagramação dos Materiais Administrativos 
necessários à aplicação, contendo as informações importantes e relativas à avaliação e ao suporte de 
todo o processo que ocorre nos dias das aplicações dos instrumentos. 
PI 1.2.1 O processo de elaboração/diagramação abrange, ainda a apresentação prévia conforme 
cronograma de todos os modelos dos materiais administrativos para aprovação dos layouts e 
aprovação de dados variáveis no ambiente da gráfica contratada pelo INEP, junto com seus 
representantes; 
PI 1.2.1.1 Entende-se como dados variáveis aqueles utilizados para personalizar e individualizar os 
materiais, abrangendo desde os de identificação dos alunos até os códigos de barra. 
PI 1.2.2 O procedimento de diagramação envolve a junção entre texto, ilustrações vetoriais, 
adequando esteticamente e tecnicamente o documento, de forma que possa ser impresso com 
qualidade e legibilidade, conforme característica do impresso. A diagramação deverá ser realizada 
em software/programa de propriedade da contratada que permita a posterior captura dos dados por 
meio de leitura óptica ou similar; 
PI 1.3 A contratada deverá diagramar, conforme orientações fornecidas pelo INEP e presentes no 
Encarte “C”, os materiais exemplificados, a serem definidos pelo Instituto, cabendo à contratada 
 
 
26 
 
responsabilizar-se pelo seu conteúdo e adequação, considerando que as capas dos cadernos de 
questões e os cartões-resposta são personalizados por aluno: 
PI 1.3.1 Relatório que identifique estado, município, dependência administrativa, escola, ano escolar, 
turma, turno, polo e que contenha capacidade de registro dos procedimentos de aplicação e das 
observações importantes sobre a aplicação naquele local. Deverá conter campo para assinalar 
informações sobre o reagendamento, campo para assinatura do diretor e carimbo da escola e campo 
para que tornem possível a confirmação do número de atendimentos especiais e previstos e 
realizados em cada turma pelo Diretor ou vice-diretor da unidade escolar. 
PI 1.3.2 Formulário, por sala, que liste em ordem alfabética os alunos que deverão prestar a 
Avaliação naquela sala de provas e para o Aplicador de sala coletar, durante a aplicação da prova, a 
assinatura do aluno presente; confirmar a presença ou atestar a ausência de aluno no dia de aplicação 
ou apontar se o aluno foi incluído ou transferido; 
PI 1.3.3 Formulário, por sala, que contenha: os dados da aplicação; campo para registro dos dados e 
assinatura do aplicador; espaço para registrar o horário de início e término da aplicação dos Cadernos 
de Questões além de espaço para o aplicador registrar as ocorrências e outros fatos relevantes 
durante a aplicação; 
PI 1.3.4 Formulário, em duas vias, personalizado onde possibilite a comprovação do recebimento e a 
devolução do(s) malote(s) de provas por parte de cada Coordenador de Polo de Apoio Logístico e 
que sirva para controle dos Correios; 
PI 1.3.5 Termo onde os envolvidos na aplicação da Avaliação possam declarar o reconhecimento e a 
responsabilidade do trabalho a ser desenvolvido, e que contenha as especificações a que deveram se 
comprometer. Deverá conter espaço para registrar a função na Avaliação, Local (UF e município), 
data, telefones e assinatura; 
PI 1.3.6 Etiquetas que identifiquem o conteúdo do interior dos envelopes e os materiais que deverão 
ser devolvidos nesses envelopes; 
PI 1.3.7 Etiquetas que identifique a caixa do material administrativo e instrutivo destinado ao 
Coordenador de Polo de Apoio Logístico; 
PI 1.3.8 Etiquetas que identifique os envelopes de provas; 
PI 1.3.9 Layout diagramado com texto informativo, logomarcas do Governo Federal e do INEP e 
campos para registro do nome, número de cadastro de pessoa física e número de telefone com DDD 
para impressão no envelope porta-objetos; 
PI 1.3.10 Rótulo que identifique os malotes de prova e que contenha as informações necessárias 
sobre o destinatário, e os números dos lacres; 
 
 
27 
 
PI 1.3.11 Materiais reserva que contenham os campos de identificação de cidade/UF/local de 
realização da Avaliação e outras informações necessárias de acordo com a especificidade do 
material; 
PI 1.3.12 Os materiais administrativos não se esgotam com os citados acima, podendo ser 
negociados outros materiais de aplicação de acordo com a necessidade da Avaliação. 
PI 1.4 No cumprimento desta atividade a contratada deve certificar-se que o material administrativo 
para aplicação dos instrumentos, possui, entre outros: 
PI 1.4.1 Capacidade de suporte ao processo de aplicação dos instrumentos; 
PI 1.4.2 Identificação do aluno; 
PI 1.4.3 Capacidade de registro fidedigno das respostas das questões objetivas e da produção escrita 
dos alunos; 
PI 1.4.4 Capacidade de registro de todas as informações importantes e ocorrências do processo de 
aplicação; 
PI 1.4.5 Identificação do local de aplicação; 
PI 1.4.6 Atendimento pleno de todas as exigências apresentadas no presente Projeto Básico, portarias 
que regulamentam a avaliação e demais dispositivos normativos legais; 
PI 1.4.7 Atendimento aos critérios de garantia de aplicação para os alunos que necessitam de 
atendimento especializado; 
PI 1.4.8 Respeito à identidade visual do Governo Federal; 
PI 1.4.9 Campos para a identificação plena da equipe de aplicação; 
PI 1.4.10 Garantia de sigilo e segurança; 
PI 1.4.11 Orientação para participação adequada na Avaliação; 
PI 1.4.12 Possibilidade de formação de base de dados a partir das informações coletadas nos 
materiais administrativos, quando couber; 
PI 1.4.13 Capacidade de registro fidedigno dos dados variáveis; 
PI 1.4.14 Codificação/personalização dos dados com código de barras para reconhecimento em 
digitalização (scanner). 
PI 1.5 A contratada deverá enviar representante para participar de, no mínimo, 1 (uma) reunião 
técnica com o INEP, visando a compreensão e adequação dos procedimentos para a elaboração de 
instrumentos necessários à aplicação das provas; 
PI 1.5.1 Por solicitação do INEP ou necessidade da contratada poderão ocorrer no mínimo mais duas 
reuniões para consolidar a versão final dos materiais. 
PI 1.6 Com vista ao desenvolvimento dos materiais, a contratada deverá disponibilizar a 1ª versão 
 
 
28 
 
para análise, conforme cronograma, dos layouts dos materiais administrativos necessários à 
realização da Avaliação, em ambiente seguro, informado pelo INEP; 
PI 1.6.1 O INEP irá analisar os materiais e solicitar as alterações necessárias para que em 3 (três) 
dias úteis receba a 2ª versão de todos os materiais administrativos. 
PI 1.6.2 Recebida a solicitação de alterações, a contratada deverá disponibilizar, conforme 
cronograma, a 2ª versão dos layouts dos materiais administrativos necessários à realização da 
Avaliaçãoem ambiente seguro, informado pelo INEP; 
PI. 1.6.3 O INEP irá analisar a 2ª versão recebida dos materiais administrativos. Caso algo esteja em 
desacordo com o solicitado, a contratada terá 1 (um) dia útil para encaminhar uma nova versão dos 
materiais com as correções realizadas ou justificativa para não fazê-las. 
PI 1.6.3.1 Caso a justificativa não seja aceita pelo INEP, a contratada deverá realizar a(s) 
alteração(ões) e encaminhar nova versão do(s) material(is) no mesmo dia em que receber a 
notificação de rejeição; 
PI 1.6.4 Finalizado o processo de elaboração/diagramação, a contratada deverá encaminhar para o 
INEP, por meio de ambiente seguro a ser informado por esse Instituto, a versão final de todos os 
materiais administrativos e respectivos arquivos de dados variáveis, conforme cronograma 
estabelecido, para que o INEP tome as providências necessárias ao encaminhamento à gráfica 
contratada com vistas aos procedimentos de aprovação, que acontecerão em ambiente gráfico, em 
conjunto com a contratada e à produção gráfica; 
PI 1.7 Para disponibilização dos materiais administrativos no ambiente seguro, cada arquivo deverá 
conter sua devida identificação, sem espaços, caracteres e acentuações, conforme procedimentos de 
postagem, que serão informados pelo INEP; 
PI 1.8 Todas as etapas de disponibilização dos layouts dos materiais administrativos no ambiente 
seguro (FTPS) deverão estar conforme o cronograma acordado com o INEP; 
PI 1.9 A contratada devera enviar representantes para acompanhar com a equipe técnica do INEP na 
gráfica contratada pelo Instituto, todas as etapas relativas ao processo de aprovação e autorização de 
impressão dos Materiais Administrativos, inclusive com os dados variáveis e campos de leitura 
óptica ou similar; 
PI 1.9.1 O processo de aprovação e autorização de impressão dos Materiais Administrativos inclui 
ida à gráfica, contratada pelo INEP, para aprovação, conjunta com o INEP, dos dados fixos e dos 
dados variáveis; 
PI 1.9.2 As despesas decorrentes do deslocamento e estadia para aprovação na gráfica ocorrerão por 
conta da contratada; 
 
 
29 
 
PI 1.9.3 Para viabilizar a participação de seus representantes, a contratada deverá disponibilizar 
previamente documento, em Word e PDF, contendo nome completo, CPF, período de permanência e 
atividade a ser desenvolvida pelos profissionais que farão a aprovação dos materiais administrativos 
na gráfica. O acesso às dependências do ambiente gráfico será concedido pelo INEP, após a 
solicitação formal da contratada, que ficará responsável pelo atendimento aos requisitos de segurança 
da gráfica. 
PI 1.10 Após a aprovação dos materiais produzidos pela gráfica contratada pelo Instituto, a 
contratada deverá realizar testes visando garantir as condições de leitura e processamento dos 
materiais administrativos, sobretudo daqueles que contêm dados variáveis; 
PI 1.10.1 Os testes poderão ser acompanhados por representantes do INEP. 
PI 1.10.2 Para retirada dos materiais do ambiente de produção gráfica, a contratada deverá realizar 
solicitação ao INEP discriminando os materiais e quantidades e indicando o responsável pela 
retirada. 
 
AÇÃO: Preparação de Instrumentos 
PRODUTO: Material Instrutivo 
ID: PI2 
PI 2.1 A contratada deverá entregar o Produto PI2 - Material Instrutivo, contendo arte final de 
todos os materiais instrutivos elaborados e/ou diagramados, planilha detalhando e justificando as 
métricas de quantitativos definidas para impressão de cada material, bem como os roteiros e o vídeo 
de capacitação; 
PI 2.2 Na realização desta atividade, a Contratada deverá elaborar e entregar os Materiais Instrutivos, 
contendo as versões finais dos manuais, roteiros de vídeos e vídeos a serem utilizados nas 
capacitações da Avaliação e um arquivo, em planilha eletrônica, detalhando e justificando as 
métricas de quantitativos de impressão dos manuais. 
PI 2.3 A Contratada deverá participar de, no mínimo, 4 (quatro) reuniões técnicas com o INEP, 
visando a compreensão e adequação dos procedimentos para a elaboração de Manuais e Vídeos; 
PI 2.4 Os Materiais Instrutivos de capacitação devem possuir, entre outros: 
PI 2.4.1 Explicações gerais da Avaliação; 
PI 2.4.2 Atribuições da equipe de campo para aplicação da Avaliação; 
PI 2.4.3 Descrição de procedimentos, discriminados por função da equipe de campo, que devem ser 
realizados antes do início do período da avaliação; durante o período da realização da Avaliação, 
 
 
30 
 
após a realização do período da Avaliação; 
PI 2.4.4 Procedimentos de segurança (recebimento e devolução dos malotes); 
PI 2.4.5 Modelo de todos os materiais administrativos e seu respectivo preenchimento; 
PI 2.4.6 Descrição do uso dos materiais administrativos, demonstrando a sua função e orientação de 
correto preenchimento; 
PI 2.4.7 Descrição dos atendimentos especializados com indicação das provas especiais; 
PI 2.4.8 Apresentação de casos concretos de contingências com soluções adotadas; 
PI 2.4.9 Outros temas julgados pertinentes. 
PI 2.5 A Contratada não poderá utilizar sua logomarca e nome em qualquer material instrutivo, sem 
prévia autorização do Inep. 
PI 2.6 PI2 (a) - Material Instrutivo (manuais): Arte final dos Manuais (layout), que deverão ser 
coloridos, versão final e planilha eletrônica do quantitativo dos materiais instrutivos a serem 
impressos. Os manuais compreendem: Manual de Contratação, Manual do Coordenador, Manual do 
Aplicador, Manual de Atendimento Especializado e Caderno de Atividades (Descrição de Atividades 
Dinâmicas a serem executadas para desenvolver troca de conhecimento e experiência entre os 
colaboradores). 
PI 2.6.1 O Manual de Contratação deverá ser disponilizado apenas em meio eletrônico. 
PI 2.6.2 A Contratada deverá se responsabilizar pela Impressão e Distribuição dos Manuais de 
Capacitação dos Coordenadores e Aplicadores, exceto o manual de que trata o item 2.6.1. 
PI 2.6.3 Os Manuais deverão ser apresentados, para avaliação do INEP, em até três versões. Os 
ajustes solicitados pelo INEP na primeira e na segunda versão deverão ser realizados na sede do 
INEP por colaboradores da Contratada. A terceira versão dos manuais será considerada a versão final 
para fins de aprovação do produto. 
PI 2.6.4 A diagramação deverá ser realizada em software/programa de propriedade da contratada. 
PI 2.6.5 As despesas decorrentes do deslocamento e estadia para ajustes dos manuais ocorrerão por 
conta da contratada. 
PI 2.7 PI2 (b) – Material Instrutivo (roteiros): Versão final dos Roteiros do Vídeo de Capacitação dos 
Coordenadores e Aplicadores. O roteiro deverá ser um documento narrativo utilizado como diretriz 
para gravação dos vídeos norteadores das capacitações. 
PI 2.7.1 Compete à Contratada a elaboração de roteiros para produção de vídeo que simulem todos 
os procedimentos necessários à aplicação da Avaliação, apresentados em antes, durante e após a 
aplicação, de modo a garantir a padronização de todos os procedimentos de aplicação e o controle 
necessário à manutenção da qualidade de todas as atividades da aplicação. 
 
 
31 
 
PI 2.7.2 Os roteiros serão avaliados pelo INEP no que tange aos procedimentos de aplicação. 
PI 2.7.3 Os roteiros deverão ser apresentados, para avaliação do INEP, em até três versões. A terceira 
versão será considerada a versão final para fins de aprovação do produto. As versões finais dos 
roteiros deverão ser encaminhadas antes do início das filmagens para aprovação do INEP. 
PI 2.8 PI2 (c) – Material Instrutivo (vídeo): Versão final do Vídeo de Capacitação dos 
Coordenadores e Aplicadores. O vídeo compreende três módulos: um vídeo de Coordenadores, de 
duração média de 50 minutos, um vídeo de Aplicadores,com duração média de 30 minutos e um 
vídeo de Aplicadores Especializados, com duração média de 15 minutos. 
PI 2.8.1 É de responsabilidade da Contratada quanto ao vídeo: 
PI 2.8.1.1 Selecionar elenco de atores, figurantes, apresentador, locações, cenários, figurino e objetos 
de cenas e produzir trilha sonora original e áudio para vinhetas e computações gráficas que estarão 
sujeitos à aprovação prévia do Inep. 
PI 2.8.1.2 Garantir que todos os profissionais envolvidos na produção dos vídeos de capacitação 
assinem o Termo de Sigilo, Compromisso e Confidencialidade. 
PI 2.8.1.3 Prever pausas durante a exibição dos vídeos para que sejam realizadas dinâmicas práticas 
de equipe, como forma de fixação dos conteúdos apresentados. 
PI 2.8.1.4 Garantir que a exibição dos vídeos vai contemplar todos os conteúdos dos Manuais, de 
modo a minimizar a exposição oral por parte do instrutor, ficando este responsável, principalmente, 
pela condução das dinâmicas e resolução das dúvidas dos colaboradores. 
PI 2.8.1.5 Apresentar layout para cartelas, letterings, vinhetas de abertura e computações gráficas, 
que estarão sujeitos à aprovação prévia do Inep. 
PI 2.8.1.6 Informar o cronograma das gravações à equipe do Inep com no mínimo de 20 (vinte) dias 
de antecedência. 
PI 2.8.1.7 Garantir ao Inep a autorização do uso dos direitos de imagem de profissionais ou pessoas 
que participem das filmagens, bem como todo e qualquer direito autoral associado aos referidos. 
PI 2.8.1.8 Produzir áudio para vinhetas e computações gráficas a serem aprovadas pelo Inep. 
PI 2.8.1.9 Disponibilizar as edições finais em cópias em pendrives e/ou em sistema próprio da 
Contratada aos responsáveis pela capacitação presencial. 
PI 2.8.2 Os Vídeos deverão ser apresentados, para avaliação do INEP, em até três versões. A terceira 
versão será considerada a versão final para fins de aprovação do produto. 
 
AÇÃO: Manuseio 
 
 
32 
 
PRODUTO: Plano de Operação do Manuseio 
ID: MA1 
 
MA 1.1 A contratada deverá apresentar ao INEP, o Produto MA – Plano de Operação do 
Manuseio, que corresponde a relatório descritivo que deverá conter: 
MA 1.1.1 Esquema de trabalho de manuseio e impressão, parâmetros de operação de distribuição do 
material em acordo com as diretrizes de contratação da ECT e gráfica; 
MA 1.1.2 Banco de dados dos objetos postados, em formato csv, contendo os seguintes campos por 
observação: Código de rastreamento postal (ida) (fornecido pela ECT); ID município destino, ID UF 
destino, ID polo de destino; ID da escola onde serão aplicadas as provas, ID das turmas onde serão 
aplicadas as provas, Códigos dos Objetos Postais (retorno) e Data de Recebimento do material no 
polo, quantidade de participantes atendidos por objeto postado e quantidade de provas por objeto; 
MA 1.1.3 Base de dados no formato .csv ou .doc ou .pdf, com a relação dos profissionais que atuarão 
no manuseio contendo: nome completo, CPF, RG, período de permanência e atividade a ser 
desenvolvida pelos profissionais que executarão, acompanharão e fiscalizarão as atividades 
realizadas no ambiente Gráfico e que terão autorização para manusear os pacotes lacrados com as 
provas impressas, bem como os Termos de Sigilo, Compromisso e Confidencialidade assinados 
(base de dados de imagens JPG ou TIF organizado por colaborador em ordem alfabética). 
MA 1.2 Nesta ação serão desenvolvidos os procedimentos de manuseio, empacotamento, 
distribuição e acompanhamento de todos os materiais impressos para capacitação dos colaboradores 
e aplicação da Avaliação; 
MA 1.3 Todos os procedimentos e instruções relativos ao manuseio, empacotamento, distribuição e 
às atividades a serem desenvolvidas no ambiente gráfico da instituição contratada pelo Inep estão 
detalhados no Encarte “E” deste Projeto Básico. 
MA 1.3.1 A contratada deverá realizar o manuseio dos materiais necessários às capacitações dos 
colaboradores e à aplicação, inclusive das provas, conforme detalhado no Encarte “E”, de acordo 
com os endereços de cada Polo de apoio logístico observando os dados do agendamento e os critérios 
de sigilo e segurança; 
MA 1.4 Caberá ao INEP encaminhar à gráfica, os layouts dos materiais administrativos, instrutivos e 
as provas para impressão e as respectivas bases de dados. A gráfica indicada pelo INEP irá 
providenciar a impressão desse material, conforme o cronograma. Caso haja alteração no 
cronograma de impressão, o INEP deverá informar antecipadamente à contratada; 
 
 
33 
 
MA 1.5 A contratada deverá disponibilizar previamente ao INEP cronograma de manuseio diário de 
provas, materiais administrativos e instrutivos (manuais) para validação e documento contendo nome 
completo, CPF, período de permanência e atividades a serem desenvolvidas pelos profissionais que 
executarão, acompanharão e fiscalizarão as atividades realizadas no ambiente Gráfico em formato 
csv; 
MA 1.5.1 O acesso às dependências do ambiente gráfico será concedido pelo INEP, após a 
solicitação formal da contratada, que ficará responsável pelo atendimento aos requisitos de segurança 
da gráfica e deverá assinar Termo de Compromisso e Sigilo. Todos esses profissionais deverão ser 
rigorosamente capacitados para essa função primando pelo sigilo, segurança e assertividade no 
manuseio dos materiais inclusive de provas. 
MA 1.6 Organizar, ensacar e emalotar em ambiente próprio, disponibilizado pela gráfica contratada 
pelo INEP, o material necessário à realização da Avaliação, que será coletado e distribuído pela 
Instituição Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT); 
MA 1.7 A contratada deverá comprovar a aquisição dos itens descritos a seguir e disponibilizar em 
quantidade adequada à demanda, no local de manuseio: 
MA 1.7.1 Malotes de segurança (1 por escola) adequados, para o transporte do material de aplicação 
(no máximo 25 kg por malote), confeccionado em nylon Cordura 500 (quinhentos) sendo resistentes 
a agua (norma MB – 474/ABNT: sem vazamento, quando submetido à coluna d água de 5 cm 
durante 3 horas) e fogo, em quantidade suficiente que possibilite no mínimo um por local de 
aplicação; 
MA 1.7.2 Lacre de segurança do tipo PLASTICO (IDA E RETORNO) numerado (dígitos 
sequenciais não repetitivos) por processo de hot-Stamping e fechamento regulável, fabricado em 
polipropileno, consistindo de cápsula de travamento com dente de travamento interno, rabicho 
plástico com rebaixos e lâmina plástica agregada à cápsula de travamento, com numeração e código 
de barras, devendo ser utilizados dois por malote; 
MA 1.7.3 Envelope de segurança para embalar as provas, ida e retorno, em plástico opaco em cores 
definidas pelo INEP, de acordo com os anos/séries avaliadas, largura: 31,5 cm e altura: 40,5 cm, 
solda lateral, vazado sem impressão localizado na parte superior direita do envelope contendo o 
código de barras e numeração, espessura: 0,0115 ou 0,0129 micra por parede, sanfona no fundo do 
envelope de 4,0 cm (aberta), adesivo: 2 (dois) e texto “Void” quando da tentativa de abertura do 
envelope. 
MA 1.8 A gráfica contratada pelo INEP será responsável pela ordenação das provas, e agrupamento 
obedecendo ao número de estudantes em cada turma de um mesmo ano escolar. Esses conjuntos de 
 
 
34 
 
provas serão acondicionados em plástico termo encolhível ou ensacamento (shirink), devidamente 
identificados por turma/escola; 
MA 1.9 A contratada deverá emalotar, rotular e separar os malotes de provas por escola; 
MA 1.10 A contratada deverá disponibilizar documento descritivo que contemple os procedimentos 
de recebimento e de transferência de materiais da área segregada da gráfica para a área segregada da 
aplicadora e as quantidades e os tipos de materiais impressos, e um documento de atestoda gráfica 
assinado, demonstrando a entrega do material impresso à contratada; 
MA 1.11 A contratada deverá disponibilizar documento descritivo que contemple os procedimentos 
de recebimento e de transferência dos malotes, da área segregada em uso pela Contratada para a área 
segregada da ECT e um documento de atesto da contratada assinado, demonstrando a entrega dos 
malotes à ECT; 
MA 1.12 Caso haja alguma hipótese de o material não chegar ao local, em conjunto, INEP, 
Aplicadora, Gráfica e ECT, deverão elaborar um plano de contingência, guardando os mesmos 
procedimentos de sigilo e segurança, para solucionar o problema; 
MA 1.13 A contratada em conjunto com a ECT deve encaminhar ao INEP, no prazo estabelecido em 
cronograma, com antecedência à aplicação, declaração de que os materiais/objetos foram entregues 
em todos os locais, conforme o plano de operação; 
MA 1.14 A contratada deverá garantir os procedimentos de sigilo e segurança em todas as etapas do 
processo de distribuição dos materiais administrativos, instrutivos e provas; 
MA 1.15 A contratada deverá acompanhar as atividades de impressão, organização e distribuição de 
todo material necessário à aplicação do exame, em conjunto com a gráfica, contratada pelo INEP, e 
com a Instituição Brasileira de Telégrafos- ECT; 
MA 1.16 Monitorar a impressão e o empacotamento de todo os materiais, documentos e 
instrumentos, em número suficiente de forma segura e sigilosa; 
MA 1.17 A contratada deverá utilizar sistema informatizado para verificação dos pacotes de provas 
com os malotes aos quais são destinados. A verificação será realizada mediante a leitura dos códigos 
de barras impressos nas etiquetas dos pacotes de provas e dos visores dos malotes; 
MA 1.18 A ECT será responsável pelas providências necessárias para assegurar que todos os 
materiais cheguem aos locais de capacitação e nos Polos com antecedência e segurança suficiente 
para adequada aplicação, bem como a guarda destes em locais seguros contra perda ou quebra de 
sigilo durante a logística de distribuição; 
MA 1.19 A contratada deverá solicitar por intermédio do INEP, antecipadamente, autorização para 
que seus funcionários acompanhem as atividades relativas à impressão ou distribuição na sede da 
 
 
35 
 
gráfica e da ECT. A vistoria deverá ser previamente agendada e sempre ocorrerá sob supervisão de 
um servidor do INEP. 
 
AÇÃO: Capacitação de Colaboradores 
PRODUTO: Plano de Capacitação Presencial 
ID: CA1 
CA1.1.A contratada deverá entregar o Produto CA1 – Plano de Capacitação Presencial, no qual 
deverá ser apresentado um relatório contendo todo o planejamento das capacitações presenciais que 
serão aplicadas à Equipe de Campo, bem como cronograma, metodologia de avaliação da 
aprendizagem e avaliação da capacitação; 
CA 1.2 Nessa ação a contratada deverá selecionar, dentro do perfil de contratação, e capacitar as 
Equipes de Campo: Coordenadores Estaduais de Logística, Subcoordenadores Estaduais de 
Logística, Coordenadores de Polo, Apoio Logístico, Aplicadores e Aplicadores Especializados. As 
capacitações presenciais deverão ocorrer sob a responsabilidade e ônus da contratada; 
CA 1.3 Para as capacitações, a contratada deverá atender a seguinte sequência: 
CA 1.3.1 Os Coordenadores Estaduais de Logística de Logística serão capacitados pela equipe 
central da Contratada em Brasília. Essa capacitação deverá ter a carga horária mínima de 16 
(dezesseis) horas; 
CA 1.3.2 Os Coordenadores de Polo e os Subcoordenadores Estaduais serão capacitados pela equipe 
central da Contratada na capital dos seus respectivos estado aos finais de semana e/ou feriados. Essa 
capacitação deverá ter a carga horária mínima de 12 (doze) horas; 
CA 1.3.3 Os Aplicadores, Aplicadores Especializados e Apoios Logísticos serão capacitados pelos 
Coordenadores de Polo. O Coordenador de Polo deverá capacitar a equipe que atuará no Polo sob 
sua responsabilidade, havendo a possibilidade de agrupamento de colaboradores de até oito Polos 
distintos, desde que sediados no mesmo município, para realizar a capacitação. A capacitação deverá 
acontecer nos municípios sede do Polo e evento único. Essa capacitação deverá contar com duração 
mínima de 6 (seis) horas; 
CA 1.3.3.1 Os Aplicadores Especializados, que são voltados para a aplicação de provas aos 
estudantes com deficiência ou outra condição especial serão capacitados em dois momentos: 
Capacitação Geral: com as mesmas orientações dadas aos aplicadores que farão a aplicação para os 
alunos regulares; 
Capacitação específica: com orientações específicas para apoiar os alunos com deficiência ou outra 
 
 
36 
 
condição especial. 
CA 1.4 A contratada deverá encaminhar ao INEP o Plano de Capacitação Presencial conforme 
cronograma do Produto. O Plano deverá ser enviado em formato PDF e Word composto pelos 
seguintes conteúdos: 
CA 1.4.1 Relatório de Seleção de Colaboradores: relatório contendo descrição dos métodos para 
seleção de recursos humanos envolvidos na operação. Adicionalmente, cada colaborador deverá 
atestar no dia de realização da Capacitação Presencial, em campo específico do Termo de Sigilo, 
Compromisso e Confidencialidade, a sua formação e experiência exigidas para exercer a função 
desempenhada; 
CA 1.4.2 Planejamento Estratégico de Capacitação: plano contendo todas as especificações, 
conforme orientações do INEP, quanto aos procedimentos e metodologias utilizadas para as 
capacitações de cada equipe (Coordenadores Estaduais de Logística, Subcoordenadores Estaduais de 
Logística, Coordenadores de Polo, Aplicadores e Aplicadores Especializados). 
CA 1.4.3 Cronograma das Capacitações: Cronograma definitivo de capacitação de Coordenador 
Estadual, Subcoordenador Estadual de Logística e Coordenador de Polo, e cronograma preliminar de 
capacitação de Apoio Logístico, Aplicador e Aplicador Especializado por função, de cada unidade 
federada que deverá conter a data, o local de realização do evento e informações de nome, telefone e 
e-mail válido do responsável por cada evento. 
CA 1.4.4 Instrumento de Avaliação de Aprendizagem (compõe o Caderno de Atividades): 
instrumento a ser elaborado por função para ser aplicado durante a capacitação de cada equipe, de 
maneira individual, na forma escrita e que permita aferir os conhecimentos necessários para atuação 
de cada profissional. 
CA 1.4.4.1 O resultado do rendimento da Avaliação de Aprendizagem dos colaboradores serão 
utilizados para análise da certificação da equipe, conforme descrito no item CA2. 
CA 1.4.5 Instrumento de Avaliação da Qualidade da Capacitação: instrumento a ser elaborado para 
ser aplicado ao final da capacitação de cada equipe. Este instrumento deve permitir que o 
colaboradores avaliem a qualidade das capacitações nos seguintes aspectos: 
- Infraestrutura do local de capacitação (clima, mobiliário, acessibilidade, espaço físico etc.); 
- Apresentação dos vídeos (áudio, visual, direcionamento da tela, tamanho da tela etc.); 
- Refeição/bebida oferecida (almoço, lanche, agua, café etc.); 
- Hospedagem oferecida (proximidade com o local do evento, segurança, acessibilidade, conforto 
etc.); 
- Duração da capacitação; 
 
 
37 
 
- Apresentação dos conteúdos; 
- Apresentação dos manuais; 
- Habilidade dos instrutores da capacitação (apresentação, postura, oratória, didática, domínio do 
conteúdo, motivação etc.); 
- Espaço para sugestões de melhorias. 
CA 1.4.5.1 O Instrumento de Avaliação da Qualidade da Capacitação deverá ser armazenado pela 
contratada pelo período de 180 dias a contar da data de realização da capacitação, cujo descarte 
deverá ser realizado de forma que não permita que as informações sejam indevidamente utilizadas. OINEP poderá solicitar vistas de todos, ou parte dos instrumentos respondidos pelos colaboradores 
durante o período de armazenamento. 
CA 1.5 Para as capacitações dos Coordenadores Estaduais de Logística, Subcoordenadores Estaduais 
de Logística, Coordenadores de Polo, Apoio Logístico e Aplicadores devem ser previstos, 
preferencialmente, no que se aplicar: 
CA 1.5.1 Passagens aéreas e/ou terrestres e hospedagem para colaboradores residentes fora da região 
metropolitana e quando o deslocamento exigir pernoite. A hospedagem deverá ser em 
estabelecimento na categoria hotel, incluindo serviço de café da manhã. O colaborador deverá ser 
hospedado, preferencialmente, no mesmo hotel de realização da capacitação; 
CA 1.5.2 Oferta de água, café, almoço e coffee break, a todos os colaboradores, nas dependências de 
realização da capacitação, servido em local arejado; 
CA 1.5.3 Oferta de Kit de Capacitação para todas as capacitações (Coordenadores Estaduais, 
Coordenadores e Subcoordenadores de Polo e Aplicadores e Apoio Logístico) a cada capacitando 
contendo os Manuais dos Coordenadores, Manual dos Aplicadores, Manual do Atendimento 
Especializado, Caderno de Atividades, pen drive contendo o vídeo dos aplicadores e dos 
coordenadores além de pasta, crachá, bloco de anotações e caneta esferográfica de tinta azul ou 
preta; 
CA 1.5.3 Realização das capacitações em ambientes bem localizados, considerando a facilidade de 
acesso por meio de transporte coletivo e a segurança nos horários de chegada e saída dos 
colaboradores, bem como a acessibilidade a pessoas com deficiência; 
CA 1.5.4 Realização das capacitações, por função, em locais em formato de auditório com 
capacidade para acomodar confortavelmente o número de colaboradores previstos, considerando o 
máximo de 80 (oitenta) colaboradores por sala; possuir boa acústica; possuir boa climatização; 
contar com cadeiras confortáveis; ter boa iluminação e permitir o uso de equipamentos como 
projetor, caixas de som, microfone, dentre outros equipamentos necessários para a apresentação dos 
 
 
38 
 
vídeos e para a fala do palestrante; 
CA 1.6 Todos os colaboradores deverão receber, no momento da capacitação, material de apoio para 
registro de informações, materiais instrutivos e programação da capacitação; 
CA 1.7 As capacitações poderão ser observadas por membros da Equipe Técnica do INEP ou de seus 
representantes para avaliação de sua qualidade. 
 
AÇÃO: Capacitação de Colaboradores 
PRODUTO: Base de Dados Certificada 
ID: CA2 
CA 2.1 A contratada deverá encaminhar ao INEP, O Produto CA2 - Base de Dados Certificada 
referente aos Coordenadores Estaduais, Subcoordenadores Estaduais de Logística, Coordenadores de 
Polo, Apoio Logístico, Aplicadores e Aplicadores Especializados certificados, conforme layout 
apresentado no Encarte “B”, acrescida as notas obtidas nas Avaliações de Aprendizagem (CA 1.3.4). 
CA 2.2 O processo de certificação de colaboradores que atuam na aplicação das avaliações e exames 
do Inep se dá em duas etapas: 
- Capacitação à distancia - Evento de Alinhamento, planejado e executado pelo INEP, com carga 
horária de 30 (trinta) horas com o objetivo que formar conceitualmente os colaboradores sobre os 
aspectos políticos, estratégicos e logísticos da avaliação. 
- Capacitação presencial – Formação presencial ministrada pela contratada com a previsão de 
aplicação de instrumento de avaliação de aprendizagem. 
CA 2.2.1 Será considerado certificado o colaborador que obtiver rendimento mínimo de 60% 
(sessenta por cento) no Evento de Alinhamento e 60% (sessenta por cento) na Capacitação 
Presencial; 
CA 2.3 A base de que trata o item 2.1, deve conter 100% (cem por cento) de Coordenadores 
Estaduais de Logística, Subcoordenadores Estaduais, Coordenadores de Polo e Apoio Logístico 
certificados, 60% (sessenta por cento) de Aplicadores certificados e 50% (cinquenta por cento) de 
Aplicadores Especializados certificados. 
CA 2.4 A Contratada deve apresentar base de dados de Colaboradores que deverão realizar a 
Capacitação a Distância, objetivando a carga prévia na base de dados do Evento de Alinhamento, 
conforme cronograma e layout estabelecidos; 
CA 2.4.1 As bases de colaboradores que realizarão o Evento de Alinhamento devem ser 
disponibilizadas de forma tempestiva, em meio digital e contendo os dados dos participantes 
 
 
39 
 
previstos para cada etapa planejada pelo Instituto para a Capacitação; 
Aplicadores Especializados certificados. 
 
AÇÃO: Capacitação de Colaboradores 
PRODUTO: 
Relatório de Avaliação da Qualidade da Execução do Plano de Capacitação 
Presencial e Base de Imagens dos Termos de Sigilo e Confidencialidade 
ID: CA3 
CA 3.1 A contratada deverá encaminhar ao INEP, o CA3 - Relatório de Avaliação da Qualidade 
da Execução do Plano de Capacitação Presencial e Base de Imagens dos Termos de Sigilo e 
Confidencialidade 
CA 3.2 O Relatório de Avaliação da Qualidade da Execução do Plano de Capacitação Presencial 
deverá detalhar a avaliação das técnicas, procedimentos e instrumentos utilizados nas capacitações 
presenciais, tendo como base para avaliação as respostas dadas pelas equipes nos instrumentos de 
avaliação da capacitação e de avaliação de aprendizagem. Deverão apresentar gráficos que 
caracterizem a avaliação realizada pelos colaboradores, discriminados por função, bem com 
apresentar proposição de melhorias. O Relatório também deverá apresentar o cronograma definitivo 
das capacitações presenciais de todas as funções de colaboradores. 
CA 3.3 O Banco de Imagens dos Termos de Sigilo, Compromisso e Confidencialidade e Lista de 
Presença das Capacitações deverá conter a digitalização das listas assinadas nas capacitações 
presenciais de todos os colaboradores por UF, Município e Função. A base de que trata este item 
deverá ser em formato PDF e indexada por CPF. 
 
AÇÃO: Aplicação 
PRODUTO: Relatório de Aplicação 
ID: AP1 
 
AP 1.1 A contratada deve enviar ao INEP o Produto AP1 - Relatório de Aplicação, composto por 
Texto descritivo e Base de dados demonstrando a atuação da instituição e as circunstâncias no 
período da aplicação da Avaliação; 
AP 1.2 Nesta ação a contratada deve executar os procedimentos necessários à efetiva aplicação das 
provas cumprindo o agendamento realizado e executando os devidos registros; 
AP 1.3 O texto descritivo que comporá o relatório deverá conter: 
 
 
40 
 
AP 1.3.1 Descrição do trabalho de campo realizado durante o período de aplicação da Avaliação, 
organizada por estado e município, enfatizando os métodos utilizados para atender aos 
procedimentos pré-estipulados; 
AP 1.3.2 Identificação dos problemas ocorridos durante a aplicação da Avaliação, organizada por 
UF/município/polo/escola/turma e descrição das soluções tomadas para sanar esses problemas; 
AP 1.3.3 Descrição da interação com a ECT; 
AP 1.3.4 Relato de incidentes relacionados a atrasos, ausência ou outros problemas nos materiais de 
aplicação, as providências adotadas para solucionar ou mitigar os percalços enfrentados e 
justificativos em caso de impossibilidade de aplicação; 
AP 1.3.5 Apresentação do Plano de Contingência da Aplicação, detalhando os mecanismos e 
providências de pronto atendimento que deverão ser tomados para assegurar a realização da prova 
diante de situações imprevistas, incluindo as atividades dos Coordenadores e Subcoordenadores 
Estaduais de Logística, Coordenadores de Polo de Apoio Logístico e Aplicadores. Bem como a 
capacidade de mobilização em data posterior ao período de aplicação. 
AP 1.4 A base de dados deve ser entregue ao INEP em formato TXT (formatado em colunas 
separadas pelos caracteres "TAB") e no mesmo layout da Base de Dados de Agendamentode forma 
que possibilite a consulta rápida a informações individualizadas; 
AP 1.4.1 Essa base deve ser consistida das informações da Base de dados de Agendamento 
acrescidas de informações referentes aos reagendamento que ocorreram durante o período de 
aplicação, às aplicações realizadas e não realizadas e à ocorrência ou não de contingências; 
AP 1.4.2 Deve ser descriminada a quantidade e a relação de estudantes que tiverem aplicações 
realizadas para estudantes com deficiência, transtorno ou qualquer outra necessidade educacional 
especial, inclusive os não previstos na base do Censo Escolar; 
AP 1.4.3 Em caso de ocorrência de reaplicação haverá a necessidade da produção de base de dados 
complementares. 
AP 1.5 A aplicação da avaliação em cada turma ocorrerá em 1 (um) dia, em um único período do dia, 
sendo que: 
AP 1.5.1 A aplicação das Avaliações ANRESC e ANEB, em cada turma, ocorrerá em 1 (um) turno 
de 1(um) dia. Cada prova conterá 2(dois) blocos de cada área de conhecimento no qual o aluno terá 
25(vinte e cinco) minutos para responder cada bloco de questões, 10(dez) minutos para preencher o 
gabarito e mais 30(trinta) minutos para responder ao questionário contextual, perfazendo com 
duração de 2(duas) horas e 20(vinte) minutos de avaliação. 
AP 1.5.2 A aplicação ocorrerá na data e horário agendado, independente do número de estudantes 
 
 
41 
 
presentes na sala; 
AP 1.5.3 Os estudantes com deficiência tem direito a tempo adicional de 20 (vinte) minutos para 
cada prova, ou seja, 10(dez) minutos por bloco. Esses estudantes podem optar por fazer uso ou não 
do tempo adicional; 
AP 1.5.4 A aplicação aos estudantes com atendimento especializado poderá ser realizada em sala 
separada dos demais estudantes em caso de necessidade de atendimento especializado, sendo 
responsabilidade da instituição de ensino disponibilizar o espaço e o profissional especializado. 
A contratada disponibilizará um aplicador especializado ou adicional para a aplicação da avaliação 
na sala do estudante que receberá auxílio, apenas nos casos destacados no Encarte “D”; 
Havendo estudantes com atendimento especializado da mesma instituição de ensino, agendados para 
a mesma data e horário de aplicação das provas, poderá a contratada agrupá-los de acordo com o 
atendimento/recurso e em conformidade com o Encarte “D”; 
Todo o material de aplicação dos estudantes com atendimento especializado/recursos que realizaram 
a prova em sala separada deve ser retirado de sua sala de origem, isto é, a sala da turma na qual o 
estudante estuda regularmente e ao final da aplicação deve ser devolvida a sala de origem. 
AP 1.5.5 Como recursos para atendimento especializado, de acordo com o informado no Censo 
Escolar, poderão ser disponibilizadas: 
Provas ampliada (macrotipo 18) e superampliadas (macrotipo 24) e profissional especializado ledor 
Testes adaptadas para surdos e profissional intérprete de libras 
Teste adaptado em em Braille e profissional especializado ledor; 
AP 1.5.6 O processo de aplicação se dará da seguinte forma: 
AP 1.5.6.1 Aplicação das provas (português e matemática) e do questionário contextual aos alunos; 
AP 1.5.6.2 Aplicação do questionário dos professores; 
AP 1.5.6.3 Aplicação do questionário dos diretores (que se refere à sua gestão); 
AP 1.5.6.4 Aplicação do questionário da escola (em que o aplicador responde o questionário sobre a 
infraestrutura da escola). 
AP 1.6 Cabe esclarecer os tipos de aplicação do SAEB 2017: Aplicação Regular, Aplicação 
adicional Regular e Aplicação Especializada: 
AP 1.6.1 A Aplicação Regular é a aplicação prevista a partir do quantitativo de turmas da base do 
censo 2016 às turmas regulares. 
AP 1.6.2 A Aplicação Adicional Regular ocorre quando no agendamento são identificados 
estudantes que necessitam de tempo adicional por possuírem algum tipo de necessidade e, por isso, 
precisam ser deslocados para uma sala à parte, conforme agrupamento definido pelo Inep. 
 
 
42 
 
AP 1.6.3 A Aplicação especializada é feita por profissionais ledores e intérpretes de libras a 
estudantes surdos, cegos ou surdo cegos. 
AP 1.7 Ao final de cada aplicação, o aplicador deverá retornar ao Polo para devolver todo o material 
de aplicação, que deve ser organizado ainda na escola, da seguinte forma: 
AP 1.7.1 O envelope plástico da turma, lacrado, contendo os cadernos de questões, os cartões-
resposta e a ata de turma; 
AP 1.7.2 O envelope pardo da turma, contendo o relatório de aplicação, a lista de presença e termo 
de sigilo, compromisso e confidencialidade; 
AP 1.7.3 Aos estudantes do 9° ano do ensino fundamental e a 3° ano do ensino médio serão 
disponibilizados envelopes porta-objetos para a guarda do material que deverão ser utilizados 
durante a aplicação das provas. 
AP 1.8 São materiais necessários à aplicação: Ata de turma, Relatório de Aplicação de Turma, Lista 
de Presença, Termo de Sigilo, Compromisso e Confidencialidade, as Provas e os Questionários: 
AP 1.8.1 Ata de Turma: documento necessário para o registro de informações e ocorrências 
relevantes para a aplicação em cada turma 
AP 1.8.2 Relatório de Aplicação de Turma: Registra e avalia os procedimentos de aplicação, bem 
como dados referentes ao reagendamentos, dados dos aplicadores da turma. 
AP 1.8.3 Lista de Presença: Registra a presença ou a ausência do aluno participante, bem como sua 
inclusão, sua transferência da turma ou seu atendimento em ambiente separado. 
AP 1.8.4 Termo de Sigilo, Compromisso e Confidencialidade é uma declaração necessária para a 
guarda e não divulgação de informações e documentos referentes ao SAEB. 
AP 1.9 Em razão das particularidades e da dimensão geográfica do país e da possibilidade de 
ocorrência de eventos fortuitos, de força maior, erros e falhas, durante o período de realização da 
Avaliação, admite-se a possibilidade da ocorrência de situações de contingência que, mesmo 
devidamente identificadas, comprovadas e tratadas, resultem na necessidade de reagendamento ou 
reaplicação das provas, que devem ser executados nos mesmos moldes e valores da 1º aplicação. As 
reaplicações só podem ocorrer durante o período de aplicação 
AP 1.10 Nesta ação a contratada deverá designar equipe composta por 03 (três) pessoas para compor 
a Comissão de Análise Crítica da Aplicação e auxiliar o INEP na análise das situações anômalas que 
ocorram durante o processo de aplicação; 
AP 1.10.1 As pessoas indicadas devem pertencer ao quadro da contratada, estarem envolvidas na 
execução do SAEB 2017 e possuir considerável conhecimento dos processos desenvolvidos nessa 
execução, com destaque para logística de pessoal, logística de materiais e procedimentos de 
 
 
43 
 
aplicação; 
AP 1.10.2 A Comissão de Análise Crítica da Aplicação deverá ainda: 
Realizar reuniões internas para ciência das ocorrências e para padronizar o processo de coleta de 
informações e disseminação das decisões da Comissão; 
Convocar colaboradores para compor a equipe de atendimento no período de aplicação da Avaliação;
Treinar a equipe de atendimento de acordo com as especificações de procedimentos dos manuais de 
aplicação da Avaliação; 
Disponibilizar telefones e computadores para a equipe de atendimento no período de aplicação da 
Avaliação; 
Divulgar aos colaboradores os meios de comunicação com o serviço de atendimento no período de 
aplicação da Avaliação. 
AP 1.11 A Comissão se reunirá a cada 2 (dois) dias para analisar os casos excepcionais; 
AP 1.11.1 Deverão ser disponibilizados meios (preferencialmente videoconferência) para que os 
indicados pela contratada possam responder às demandas do INEP de forma célere; 
AP 1.11.2 Os acontecimentos que obstarem ou interferirem na aplicação planejadaserão analisados 
pela Comissão. Essa comissão deverá decidir qual solução será tomada ao identificar o fator 
causador e imputar responsabilidades; 
AP 1.11.3 A nova aplicação que tiver que ocorrer por evento de causa natural, causa humana 
extrínseca, falha ou erro do INEP, ocorrerá à custa do Instituto; 
Causa natural: 
Inundação, enxurrada ou fogo no local de provas ou áreas circunvizinhas; 
Deslizamento ou erosão que impeça o acesso ao local de provas; 
Destelhamento, desabamento ou queda de árvore no local de provas. 
Causa humana extrínseca: 
Interrupção do transporte público que dificulte significativamente a movimentação dos estudantes 
para o local de prova; 
Falta de energia elétrica em local de provas no qual seja indispensável o uso de iluminação artificial 
e ventilação forçada ou climatização; 
Realização de evento nas vizinhanças do local de prova que coloque em risco a integridade dos 
estudantes; 
Realização de manifestação/evento nas vizinhanças do local de prova que cause ruídos, fumaça ou 
outro agente perturbador. 
Falha ou erro: 
 
 
44 
 
Ausência de quantidade de colaboradores que tornem impraticáveis as métricas de composição da 
equipe de aplicação; 
Tumulto incontrolável, na vizinhança ou no local de provas, promovido por estudantes inscritos no 
Exame cuja motivação seja falha ou erro atribuída a ente envolvido na realização do Exame; 
Erro insanável na impressão/distribuição dos materiais de aplicação; 
Quebra de sigilo. 
A nova aplicação que tiver que ocorrer por falha ou erro da Contratada ocorrerá a seu dispêndio. 
AP 1.12 O Plano de Interação da Comissão de Análise Crítica da Aplicação deve conter, além da 
descrição da forma de interação, as soluções padronizadas para a ação em caso de contingências ou 
reaplicações e os seguintes dados dos membros indicados pela contratada: 
AP 1.12.1 Nome completo; 
AP 1.12.2 Número de CPF; 
AP 1.12.3 Função que exerce na Instituição; 
AP 1.12.4 E-mail; 
AP 1.12.5 Número de telefone com DDD. 
 
AÇÃO: Operação Reversa 
PRODUTO: Relatório de Execução da Operação Reversa 
ID: OR 
 
OR 1.1 A contratada deverá enviar ao INEP o Produto OR - Relatório de Execução do Plano de 
Operação Reversa, composto por texto descritivo demonstrando de forma detalhada o planejamento 
e a execução dos procedimentos relativos à operação reversa; 
OR 1.2 Nessa ação a contratada planejará e executará a operação reversa, descrevendo a organização 
do trabalho interno, seu controle de agrupamento dos materiais nos polos e recebimento no local de 
processamento e extração dos dados descrevendo, a separação de materiais, bem como o fluxo e 
metodologias utilizadas para a digitalização e extração dos dados, discriminando no Produto: 
OR 1.2.1 A organização, nos Polos, (dinâmica de trabalho e agrupamento e inserção nos malotes) de 
todos os materiais, após a aplicação, que serão entregues à Instituição Brasileira de Correios e 
Telégrafos (ECT); 
OR 1.2.2 Os procedimentos de recebimento de malotes com instrumentos utilizados na aplicação; 
OR 1.2.3 Os quantitativos, a partir do dia de recebimento do primeiro malote até o dia do 
 
 
45 
 
recebimento do último, discriminados por polo, Município; UF e Data de Recebimento. O 
atendimento deste requisito deverá ser feito por base de dados a ser transmitida diariamente ao Inep 
durante o período de recebimento dos materiais remanescentes das aplicações. O layout dessa 
estrutura de dados deverá ser apresentado pela contratada e aprovado pelo Inep; 
OR 1.2.4 O cadastro dos profissionais que trabalharão no manuseio do material, contendo nome 
completo, CPF, DDD/ telefone e RG e as respectivas funções e atividades; 
OR 1.2.5 O ateste de recebimento pela contratada de todo o material; 
OR 1.2.6. A comprovação de que eventual ausência de recebimento de material não foi decorrente de 
falha da contratada. 
OR 1.3 A contratada se responsabilizará pela devolução dos materiais, aplicados nas escolas e 
recebidos no Polo, à ECT, em malotes fechados e lacrados, ainda que vazios, e ainda pelo ateste do 
recebimento desse mesmo material de aplicação em local indicado por ela para processamento; 
OR 1.3.1 É tarefa indelegável do Coordenador de Polo de Apoio Logístico a entrega de todos os 
malotes ao agente da ECT; 
OR 1.3.2 O transporte dos materiais recolhidos seguirá a rota pré-definida pela ECT, a qual 
transportará ao local determinado pela contratada. 
OR 1.4 A contratada receberá, organizará e fará a conferência de todo material; 
OR 1.4.1. Deve ser enviado ao Inep diariamente por estrutura de dados a ser aprovada pelo Inep, 
relatório cumulativo informando o desenvolvimento do processo de recebimento de malotes com os 
instrumentos utilizados na aplicação, a partir do dia de recebimento do primeiro malote até o dia de 
recebimento do último, discriminando as quantidades por UF, município, polo, objeto postal e data 
de recebimento; 
OR 1.5 A operação reversa deve ser realizada com o mesmo grau de sigilo e segurança das demais 
etapas. 
AÇÃO: Processamento de Instrumentos de Aplicação 
PRODUTO: Bases de Dados do Processamento 
ID: PA1 
 
PA 1.1 A contratada deverá encaminhar ao INEP o Produto PA1 - Base de Dados do 
Processamento; 
PA 1.2 Nessa ação, a contratada deverá preparar, digitalizar e processar os materiais de aplicação a 
fim de produzir a base de dados com todas as informações dos alunos presentes e ausentes e de todos 
 
 
46 
 
os materiais administrativos, bem como a base de dados constituída com os resultados, seguindo as 
instruções do INEP; 
PA 1.3 Os dados coletados deverão ser processados por meio de digitalização, digitação e de leitura 
óptica das folhas de respostas e formulários enviados a campo, inclusive aqueles não preenchidos, 
para fins de contagem exata das perdas, mediante controle que permita distinguir alunos ausentes de 
alunos presentes que não responderam as provas; 
PA 1.4 A digitalização deve: 
PA 1.4.1 Ser realizada em duas sensibilidades, garantindo a qualidade das imagens e providenciando 
o armazenamento dos dados em meio eletrônico, inclusive do cartão-resposta de todos os estudantes, 
para criar o Banco de Imagens definido pelo INEP; 
PA 1.4.2 Seguir minimamente as seguintes especificações e características técnicas: Produtividade 
170ppm/680 imagens por minuto; Volume diário recomendado sem limite; tecnologia de 
digitalização com CCD Duplex, (frente e verso) em uma única passagem; profundidade da saída em 
tons de cinza de 256 níveis (8 bits); profundidade da captura em cores de 48 bits (16 x 3); 
profundidade de bit de saída de cores de 24 bits (8 x 3); Resolução óptica 600 dpi; Resolução da 
saída 100 / 150 / 200 / 240 / 300 / 400 / 600 dpi; Iluminação LEDs brancos; Largura máxima do 
documento 304,8 mm Aceita documentos A4, A5, A6, B5, B6, carta e papel ofício; Comprimento 
para modo de documentos longos Até 4,6m; Tamanho mínimo do documento 63,5 mm x 63,5 mm; 
Espessura e peso do papel com o alimentador padrão: desde papel bonde de 45 g/m2 até fichas de 
200g/m2, com o acessório para alimentação de papel ultraleve: desde papel de arroz de 25 g/m2 até 
papel bonde de 75 g/m2; Alimentador/elevador alimentador automático de documentos tipo elevador 
para 750 folhas com quatro configurações: alimentação contínua e em lotes de 100, 250, 500 e 750 
folhas (máximo); Detecção de folhas/alimentação múltipla: 5 zonas ultrassônicas independentes; 
Conectividade USB 2.0 com certificado de alta velocidade; Suporte da interface drivers TWAIN, 
ISIS e WIA, certificação da Kofax; Recursos do scanner Digitalização Perfect Page com Auto-Brilho 
(iThresholding), Enquadramento (Auto-Deskew) sem perda de velocidade, Corte Relativo, CorteDinâmico (Auto-Crop), Rotação de imagem pós-digitalização, Eliminação eletrônica de cores 
(Dropout), Saída simultânea de imagens pretoe-branco e tons de cinza ou colorido (Dual-Stream), 
Remoção de páginas em branco, Ajuste interativo de cor, Ajuste de brilho e contraste, rotação 
automática baseado no conteudo da imagem; detecção automática de cores (Auto-Cor); suavização 
de cores de segundo plano (Color Smoothing) e correção alternada, filtro de riscos e empilhamento 
controlado (Toggle Patch) alternar automaticamente entre a digitalização preto-e-branco e tons de 
cinza ou cores (dinamicamente) Aceita imagens em colorido , preto e branco e tons de cinza. 
 
 
47 
 
Software de digitalização com recurso OCR, com suporte a Português do Brasil; Compactação da 
saída Saída em CCITT Grupo 4, JPEG ou sem compactação. 
PA 1.5 Deve ser efetuada a composição de base de dados com os registros dos Relatórios de 
Aplicação de Turma e Atas de Turma e realização de conferência por batimento com o banco de 
imagens gerado a partir da digitalização desses instrumentos; digitalização das sobrecapas dos 
cadernos de questões (cartões-resposta); conferência, para fins de controle de qualidade, de uma 
amostra de cada tipo de instrumento em cada fase; 
PA 1.6 Os dados coletados devem ser processados por meio de digitalização, digitação e de leitura 
óptica dos cartões-resposta e formulários enviados a campo, inclusive aqueles não preenchidos, para 
fins de contagem exata das perdas, mediante controle que permita distinguir alunos ausentes de 
alunos presentes que não responderam as provas , e ainda de forma que garanta que a informação que 
constar nas bases de dados é exatamente a registrada nos formulários de papel; 
PA 1.7 As bases de dados processados, cada uma apresentada em sua versão bruta (resultantes da 
leitura original dos instrumentos) devem ser consistidas (resultantes das análises de consistência a 
partir da comparação das diferentes leituras e formas de ingressos de dados), conforme estabelecido 
pelo INEP. 
PA 1.7.1 Os seguintes arquivos deverão estar em formato “txt” e seguindo o layout definido pelo 
INEP: 
Base de dados do Relatório de Aplicação de Turma; 
Base de dados da Ata de Turma; 
Base de dados da Lista de Presença; 
Base de dados com as respostas dos alunos às provas. 
Base de dados com as respostas aos questionários de estudantes, professores e diretores. 
PA 1.8 Todas as bases de dados deverão ser submetidas a testes de qualidade e análises de 
consistência. Qualquer problema detectado deverá ser sanado, sem ônus para o INEP, antes da 
entrega das bases ao INEP; 
PA 1.8.1 Visando garantir a qualidade dos dados, a contratada, deve realizar comparações amostrais 
(com mínimo de 1% do material por série e estado) entre os conteúdos resultantes da digitalização e 
da leitura ótica dos diversos instrumentos. Caso sejam detectadas diferenças entre os conteúdos 
comparados, a Contratada deverá submeter outros 2% dos dados por série e estado à mesma 
comparação, sanando e buscando erros, até que a base esteja completamente coerente com o material 
digitalizado; 
PA 1.8.2 Também devem ser realizadas análises de consistência pela comparação entre os 
 
 
48 
 
quantitativos de cadernos de provas e folhas de respostas, quando houver, (registrados nas bases de 
dados com as respostas dos estudantes) e quantitativos constantes nos controle da aplicação. 
PA 1.9 A contratada não será eximida da responsabilidade de qualquer inconsistência na base de 
dados ou no banco de imagens, verificada após a entrega do Produto; 
PA 1.10 A contratada deverá corrigir as inconsistências, tantas vezes quanto forem necessárias, sem 
ônus ao INEP; 
PA 1.11 Com base nas especificações técnicas contidas no presente documento, a contratada deverá 
elaborar o Relatório de Constituição e Análise de Consistência das Bases de Dados a ser entregue ao 
INEP junto como Produto PA1, contendo: 
PA 1.11.1 Relato detalhado dos procedimentos de separação e organização do material, mecanismos 
adotados para a digitalização, leitura óptica e constituição das bases de dados; 
PA 1.11.2 Recursos e métodos utilizados para realização das análises de qualidade e consistência das 
bases de dados; 
PA 1.11.3 Resultados da análise de consistência indicando as inconsistências detectadas e as 
soluções adotadas para cada uma delas. 
PA.1.12. As bases de dados deverão ser transmitidas por ambiente FTPs disponibilizado pela 
contratante ou outra forma de transmissão de dados dentro dos padrões tecnológicos do Inep; 
PA 1.13 Os dados dos estudantes deverão ser 100% identificados. Informações de estudantes com 
códigos fictícios (cadernos de prova extras) deverão ser digitados e entregues em arquivo “csv” ou 
“txt” seguindo o layout definido pelo INEP e transmitidos via ambiente FTPs. 
 
AÇÃO: Processamento de Instrumentos de Aplicação 
PRODUTO: Banco de Imagens dos Instrumentos de Aplicação 
ID: PA2 
 
PA 2.1 A contratada deverá encaminhar ao INEP o Produto PA2 – Banco de Imagens dos 
Instrumentos de Aplicação; 
PA 2.2 Os bancos de imagens deverão ser gravados em mídia de DVD, LTO-3 ou outra mídia dentro 
dos padrões tecnológicos do INEP. Serão ainda classificados pela seguinte ordem: Estado, 
Município, Escola, Série e Turma, sendo essa ordem utilizada para construir a estrutura de pastas dos 
arquivos; 
PA 2.3 Deverá ser efetuada a composição de banco de dados com os registros dos Relatórios de 
 
 
49 
 
Aplicação de Turma e Atas de Turma e realização de conferência por batimento com o banco de 
imagens gerado a partir da digitalização desses instrumentos; leituras óticas das sobrecapas dos 
cadernos de questões (cartões-resposta); conferência, para fins de controle de qualidade, de uma 
amostra de cada tipo de instrumento em cada fase. 
PA 2.4 Todas as bases de dados deverão ser submetidas a testes de qualidade e análises de 
consistência. Qualquer problema detectado deverá ser sanado, antes da entrega das bases ao INEP; 
PA 2.5 Outras orientações para a construção do banco de Imagens devem ser fornecidas pela 
Diretoria de Avaliação da Educação Básica, em conjunto à Diretoria de Tecnologia e Disseminação 
de Informações Educacionais. 
AÇÃO: Correção das Provas Objetivas 
PRODUTO: Proposta Técnica de Análise de Correção de Provas Objetivas 
ID: CO1 
 
CO 1.1 A contratada deverá apresentar o Produto CO1 - Proposta Técnica de Análise de 
Correção de Provas que consiste em documento descritivo sobre a metodologia que será utilizada 
para cada uma das análises a serem executadas nos resultados das provas objetivas, a ser 
documentada posteriormente em Relatório Técnico Descritivo das Análises e dos Resultados. 
 
ETAPA: Correção das Provas Objetivas 
PRODUTO: Base de Dados do Banco Nacional de Itens – Provas Objetivas 
ID: CO2 
 
CO 2.1 Deverá ser entregue o Produto CO2 - Base de Dados do Banco Nacional de Itens que é 
uma base de dados que deve conter as estatísticas e informações dos itens para serem inseridas no 
BNI no formato “.csv” (comma-separetedvalues), de acordo com o layout definido pelo INEP; 
CO 2.2 Os gráficos da Curva Característica do item e o gráfico de proporção de escolha às 
alternativas por nível de proficiência em arquivos individuais no formato .jpg ou .png para subsidiar 
sua inclusão no Banco Nacional de Itens (BNI). 
 
ETAPA: Correção das Provas Objetivas 
PRODUTO: Bases de Dados dos Resultados da Correção das Provas Objetivas 
ID: CO3 
 
 
 
50 
 
CO 3.1 PA 2.1 A contratada deverá encaminhar ao INEP o Produto CO3 – Base de Dados dos 
Resultados da Correção das Provas Objetivas; 
CO 3.2 Entrega de base de dados contendo: 
CO 3.2.1 Dados da correçãodas provas dos alunos; 
CO 3.2.2 Dados dos resultados após correção das provas dos alunos; 
CO 3.2.3 Dados das médias dos resultados e erros-padrão por escola, UF, região e Brasil; 
CO 3.2.4 Dados com a distribuição do percentual de alunos por nível da escala de proficiência por 
estrato de aplicação da Avaliação; 
CO 3.2.5 Resultados de escore verdadeiro das proficiências obtidas por cada turma avaliada pelo 
SAEB 2017 calculados por meio da TRI. Inclui a apresentação da correspondência entre as 
proficiências e o escore verdadeiro, por disciplina. 
CO 3.3 Os resultados da Avaliação deverão ser enviados no formato “.csv” (comma-
separetedvalues), de acordo com o layout definido pelo INEP; 
CO 3.4 Todas as etapas do processamento de dados serão monitoradas por técnicos do INEP, 
devidamente autorizados; 
CO 3.5 A análise, a validação e a consistência da base de dados ocorrerão conforme especificações 
técnicas do INEP e previamente informadas à Contratada; 
CO 3.6 O INEP poderá, sem aviso prévio, designar formalmente um técnico para acompanhar todo o 
processo de digitalização de todos os instrumentos da prova. 
 
AÇÃO: Correção das Provas Objetivas 
PRODUTO: Relatório Técnico da Correção das Provas Objetivas 
ID: CO4 
 
CO 4.1 Para produção de resultados a Aplicadora deverá realizar as seguintes atividades e registrar 
em relatório: 
CO 4.1.1 Análise utilizando a teoria Clássica dos Testes (TCT), o que inclui: cálculo dos escores 
totais, escores normit, proporção de respostas por alternativa, índice de dificuldade e índices de 
discriminação (bisserial por alternativa e índice D). Todas as análises devem considerar a estrutura 
da prova. Após a obtenção das estatísticas dos itens pela primeira vez, a Contratada, em conjunto 
com o INEP, deverá revisar os gabaritos dos itens cujas estatísticas parecem indicar problemas (ex: 
itens com a existência de bisseriais positivos em distratores), corrigir os gabaritos e gerar novas 
estatísticas; 
 
 
51 
 
CO 4.1.2 Análise da dimensionalidade dos testes. Os resultados subsidiarão a tomada de decisão de 
exclusão de itens que não contribuem significativamente para a unidimensionalidade. As decisões de 
critérios e de exclusão de itens para análises posteriores serão tomadas pela Contratada em conjunto 
com o INEP; 
CO 4.1.3 Análise de Comportamento Diferencial do Item (Differential Item Functioning– DIF) para 
grupos selecionados pelo INEP, entre anos. Os resultados subsidiarão a tomada de decisão de 
exclusão de itens que apresentam comportamento diferencial. As decisões de critérios e de exclusão 
de itens para análises posteriores serão tomadas pela Contratada em conjunto com o INEP; 
CO 4.1.4 Análise de Calibração dos Itens de estimação da proficiência dos alunos e de equalização 
dos resultados com a escala do SAEB 2017, usando a TRI de acordo com a metodologia de Grupos 
Múltiplos. As decisões de critérios e de exclusão de itens, tomadas no momento da execução desta 
fase do projeto, serão feitas pelo INEP em conjunto com a Contratada Estimação dos escores 
verdadeiros das proficiências obtidas pelos estudantes, calculados por meio da TRI. Inclui a 
apresentação da correspondência entre as proficiências e o escore verdadeiro, por disciplina; 
CO 4.1.5 Ao final das análises, deverão ser entregues ao INEP, as saídas obtidas durante cada fase 
do processo. Entende-se por saídas as listagens dos resultados obtidos com os programas quando de 
sua execução original, sem formatação, e em meio eletrônico. 
CO 4.2 A Aplicadora deverá descrever a metodologia que será utilizada para cada uma das analises, 
em relatório, da seguinte maneira: 
CO 4.2.1 Metodologia e resultados da análise realizada com base na TCT, com as estatísticas dos 
itens e os resultados de desempenho dos estudantes; 
CO 4.2.2 Metodologia e resultados da análise realizada com base na TRI, com os parâmetros e os 
erros-padrão dos itens e as proficiências e os erros-padrão dos estudantes. Os parâmetros dos itens 
devem ser representados por meio da curva característica do item. Todos os procedimentos de 
verificação da dimensionalidade e de realização dos estudos de DIF deverão ser relatados. Os 
percentuais de estudantes por nível e as médias de proficiência com respectivos erros de estimação 
devem ser apresentados em tabelas para Brasil, Regiões, Unidades da Federação, Município, Escola; 
CO 4.2.3 Os itens classificados e ordenados por nível de proficiência. O item será considerado 
pertencente a um determinado nível quando, pela primeira vez, 65% ou mais dos estudantes daquele 
nível o acertam. Inclui a apresentação dos parâmetros dos itens estimados por meio da TCT e da 
TRI, da Curva Característica, do gráfico de proporção de escolha às alternativas por nível de 
proficiência, do descritor e do tema das matrizes aos quais está relacionado. Esse relatório será 
elaborado por série e disciplina e subsidiará a interpretação das escalas. 
 
 
52 
 
CO 4.3 Ao final das análises, deverão ser entregues ao INEP os códigos-fonte utilizados nos 
softwares e saídas obtidas durante cada fase do processo. Entende-se por saídas, as listagens dos 
resultados obtidos com os programas quando de sua execução original, sem formatação, e em meio 
eletrônico de acordo com parâmetros previamente definidos pelo INEP. Deverá ser utilizado para o 
processamento das análises o software BILOG ou um software livre que reproduza fielmente os 
resultados gerados no BILOG; 
CO 4.4 Os escores totais do SAEB 2017 serão apresentados em médias, por meio de tabelas, para 
Brasil, Região, Estado, Município e Escola; 
CO 4.5 Para a seleção dos especialistas em Análise Psicométricas, utilizar como critérios: 
CO 4.5.1 Possuir escolaridade mínima em nível de graduação, em qualquer área de formação; 
CO 4.5.2 Experiência comprovada de, no mínimo, 3 (três) anos em análises psicométricas no âmbito 
de avaliações externas de estudantes ou de sistemas de ensino, que utilizem provas para aferição do 
conhecimento, ou concursos públicos, ou vestibulares. 
 
AÇÃO: Proposição de Melhorias 
PRODUTO: Relatório Avaliativo e Proposição de Melhorias 
ID: PM 
 
PM 1.1 A contratada deverá elaborar um relatório que resultará no Produto PM1 - Relatório 
Avaliativo e Proposição de Melhorias, que consistirá em um relatório descritivo da avaliação da 
execução de todas as etapas, com vista à indicação de melhoria do processo de aplicação. Tal 
avaliação deverá levar em conta o Plano Estratégico Logístico do Exame, as fases de aplicação e a 
comparação entre o planejado e o executado, além de indicar os problemas e apontar as soluções, 
contendo: 
PM 1.1.1 Avaliação dos métodos, processos e técnicas de trabalho de cada fase necessária à 
execução dos serviços; 
PM 1.1.2 Avaliação dos métodos, processos e técnicas para a capacitação dos recursos humanos 
envolvidos na operação; 
PM 1.1.3 Avaliação dos parâmetros de contratações de equipes de trabalho do pessoal responsável 
pelas atividades de manuseio e organização do material administrativo e malotes de provas nas 
unidades da Gráfica contatada pelo INEP; 
PM 1.1.4 Avaliação dos métodos, processos e estratégia para a consolidação da base de dados com 
cadastro das escolas e estudantes; 
 
 
53 
 
PM 1.1.5 Avaliação dos métodos, critérios e estratégias para realizar o processo de identificação de 
possíveis inconsistências de dados do cadastro das escolas e estudantes; 
PM 1.1.6 Avaliação das estratégias, procedimentos, sistemas, recursos humanos, materiais e 
tecnológicos para compatibilização de processos decisão em caso de a operação realizada em 
Consórcio; 
PM 1.1.7 Avaliação dos procedimentos e protocolos de segurança para manutenção do sigilo dos 
Produtose serviços relativos à contratação; 
PM 1.1.8 Avaliação da capacidade de mobilização em data posterior à primeira aplicação; 
PM 1.1.9 Avaliação da estratégia de interação com a Gráfica contratada; 
PM 1.1.10 Avaliação da estratégia de interação com a ECT; 
PM 1.1.11 Avaliação dos procedimentos, métodos e técnicas para a realização de análises estatísticas 
e elaboração dos relatórios estatísticos de presença na prova; 
PM 1.1.12 Avaliação de procedimentos, estratégias, métodos e técnicas para digitalização das Folhas 
de Respostas das provas, Formulários de Aplicação e Relatórios de Ocorrência; 
PM 1.1.13 Avaliação dos procedimentos, métodos e técnica para análise dos resultados da aplicação 
da prova, elaboração de relatórios parciais e do relatório técnico final de aplicação; 
PM 1.1.14 Relatório sucinto das ocorrências e soluções adotadas. 
 
6. EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS E SEU RECEBIMENTO 
 
6.1. Em conformidade com o presente Projeto Básico, cada PRODUTO previsto nas atividades 
correlacionadas ao serviço de aplicação é composto por fatores avaliados que demonstram de forma 
detalhada a execução das atividades pela contratada, esses fatores serão atestados por Fiscais 
Técnicos formalmente designados, que verificarão a Conformidade e Tempestividade das Entregas, 
sendo que a execução dos serviços será realizada na forma que segue: 
 
FASE PRÉ-APLICAÇÃO
ID Produto Fatores Avaliados Formato de Entrega 
Peso Prazo de 
Execução 
PL1 Plano Estratégico Logístico Plano Estratégico Logístico Relatório 
1 
AG1 Relatório de Agendamento 
Relatório de Dimensionamento da 
Operação 
Relatório 1 
70 dias após a 
assinatura do 
Contrato/ Base de Dados de Agendamento 
Base de Dados 3 
 
 
54 
 
Preliminar 16/10/2017
AG2 Base de dados do Agendamento 
Base de Dados Consolidada de 
Agendamento 
Base de Dados 3 
08/12/2017 
PI1 Material Administrativo 
Arte final (layout) Arquivos 
Digitalizados 
 
1 
 
02/10/2017 
Planejamento do quantitativo do 
material administrativo 
Arquivos 
Digitalizados 
 
1 
PI2 
(a) 
Material Instrutivo 
- Manuais 
Arte Final dos Materiais (layout) Arquivos Digitalizados 
2 
26/09/2017 
Planejamento do quantitativo do 
material instrutivo 
Arquivos 
Digitalizados 
1 
PI2 
(b) 
Material Instrutivo 
- Vídeo 
Roteiro do Vídeo Mídia 1 
26/09/2017 
Versão final Vídeo 
Mídia 3 
 
MA1 Plano de operação do Manuseio 
Relação de Pessoal mobilizado Relatório 1 
 
 
18/09/2017 
Planejamento da Operação de 
Manuseio 
Relatório 1 
Local de remessa do material 
Administrativo, de capacitação e 
malotes de provas 
Base de Dados 2 
Relatório de Identificação de Provas 
e BIB 
Relatório 3 
Base de Dados de Objetos Postados Base de Dados 2 
CA1 
Plano de 
Capacitação 
Presencial 
Cronograma 
 
 
1 
 
 
18/09/2017 
Relatório Descritivo de Capacitação 
Presencial 
1 
Metodologia de verificação da 
aprendizagem 
1 
Avaliação da Capacitação Presencial
1 
 
 
55 
 
CA2 Base Certificada de Colaboradores 
Base de dados consolidada da 
equipe de Coordenadores de Estado 
e de Polo de Aplicação(a) 
1 
 
15/12/2017 Base de dados consolidada da 
equipe de campo(b) 
1 
CA4 
Relatório de 
Avaliação da 
Qualidade da 
Execução do Plano 
de Capacitação 
Presencial e Base 
de Imagens do 
termo de Sigilo, 
Compromisso e 
Confidencialidade 
Relatório Descritivo de Avaliação 
das Capacitações dos Coordenadores 
Estaduais de Logística(a) 
Relatório 1 
 
 
08/01/2018 
Relatório Descritivo de Avaliação 
das Capacitações dos Aplicadores 
Relatório 1 
Banco de Imagens dos Termos 
Arquivos 
Digitalizados 
1 
FASE DE APLICAÇÃO 
ID Produto Fatores Avaliados Formato de Entrega Peso Prazo de Execução 
AP1 
 
Relatório de 
Aplicação 
Relatório de Aplicação Relatório 1 
21/01/2018 Base de dados com todas as tabelas 
apresentadas no Relatório de 
Aplicação 
Relatório 
2 
FASE PÓS-APLICAÇÃO 
ID Produto Fatores Avaliados Formato de Entrega Peso Prazo de Execução 
OR1 
Relatório de 
Execução da 
Operação Reversa 
 
Planejamento da Operação Reversa Relatório 
1 
 
15/12/2017 Base de dados do recebimento de 
Objetos no Polo 
Base de Dados 2 
 
Base de dados de objetos à ECT 
Base de Dados 3 
PA1 Base de Dados do Processamento 
Processamento das respostas das 
provas – base final e consistida 
Base de Dados 3 08/01/2018
PA2 
Banco de Imagens 
dos Instrumentos 
de Aplicação 
Banco de Imagens Arquivos Digitalizados 
2 
15/01/2018 
CO1 
Proposta Técnica 
de Análise de 
Correção das 
provas Objetivas 
Proposta Técnica de Análise de 
Correção das provas Objetivas Relatório 
1 
17/01/2018 
CO2 Base de Dados do 
Banco Nacional de Base de Dados do Banco Nacional 
Base de Dados 2 
 
 
56 
 
Itens – Provas 
Objetivas 
de Itens – Provas Objetivas
01/03/2018 
 
CO3 
Base de Dados do 
Resultado da 
Correção das 
Provas Objetivas 
Base de Dados dos Resultados da 
Correção das Provas Objetivas Base de Dados 
3 
CO4 
Relatório Técnico 
de Correção das 
Provas Objetivas 
Relatório técnico-pedagógico de 
análise psicométrica 
 
Relatório e Base de 
Dados 
3 
02/04/2018 
PM1 
Relatório 
Avaliativo e 
Proposição de 
Melhorias 
Relatório Avaliativo e Proposição de 
Melhorias Relatório 
1 
10/04/2018 
 
 
6.2. As entregas dos Produtos deverão ocorrer de acordo com o cronograma. 
6.2.1. Com exceção da data de aplicação do Exame, os demais períodos de cumprimento dos 
serviços contratados, bem como dos prazos de remessa dos Produtos ao Inep, poderão ser ajustados, 
sempre por solicitação da Contratante ou da Contratada, mediante justificativa e anuência da 
Administração. 
6.3. Todos os Produtos que consistem em Base de Dados devem ser acompanhados de 
RELATÓRIO DE VALIDAÇÃO DE BASE, que consiste em documento descritivo elaborado pela 
contratada contendo a descrição da metodologia utilizada para validação prévia das bases à 
disponibilização ao INEP, bem como os resultados alcançados. Especificamente para o Produto 
CO4, a base de dados deverá ser acompanhada de um relatório síntese com os resultados da correção 
das provas objetivas e das produções escritas contendo: dados das médias dos resultados por escola, 
UF, região e Brasil; e dados com a distribuição do percentual dos alunos por nível da escala de 
proficiência por estrato da aplicação da avaliação. 
6.4. Todos os Produtos que consistem em entrega e devolução de Base de Dados devem seguir 
layout fornecido pelo INEP, após a assinatura do contrato. 
6.5. A contratada deverá receber e repassar os dados nos layouts a serem aprovados pelo Inep de 
modo a atender as necessidades da autarquia, da própria aplicadora, da instituição contratada para a 
impressão dos materiais e da instituição contratada para operacionalizar a logística de distribuição 
dos materiais. 
6.6. A contratada deverá receber e repassar os dados nos layouts a serem aprovados pelo Inep de 
modo a atender as necessidades da autarquia, da própria aplicadora, da instituição contratada para a 
impressão dos materiais e da instituição contratada para operacionalizar a logística de distribuição 
 
 
57 
 
dos materiais. 
6.7. A titulo de exemplo, segue nomenclaturas atribuídas a algumas bases de dados para o 
atendimento das referidas necessidades: 
 
IMPRESSÃO NA GRÁFICA 
 
LAYOUT_SAEB1610901_N01_ATA_TURMA 
LAYOUT_SAEB1610901_N02_CARTAO_RESPOSTA_LISTA_PRESENCA_CAPA_DISCURSI
VA_ATEN_ESPEC 
LAYOUT_SAEB1610901_N06_ETIQUETA_ENVELOPE_MATERIAL_TURMA 
LAYOUT_SAEB1610901_N07_TERMO_RECEBIMENTO_DEVOLUCAO_MALOTESLAYOUT_SAEB1610901_N08_TERMO_SIGILO_RELATORIO_APLICACAO 
LAYOUT_SAEB1610901_N11_ETIQUETA_ENVELOPE_POLO 
LAYOUT_SAEB1610901_N31_ETIQUETA_ENVELOPE_SEGURANCA 
LAYOUT_SAEB1610901_N41_POSTAGEM_MAT_ADMINISTRATIVO 
LAYOUT_SAEB1610901_N42_POSTAGEM_MALOTE 
LAYOUT_SAEB1610901_N44_EXCLUSAO_MALOTES 
 
PRODUTOS CONTRATUAIS 
 
LAYOUT_SIGAP1611301_N01_DADOS_COLABORADORES 
LAYOUT_SAEB1610901_PROFISSIONAIS_MANUSEIO 
LAYOUT_SAEB1610901_N50_BASE_DADOS_POLOS 
LAYOUT_SAEB1610901_N51_INSTRUMENTO_INSPECAO_POLOS 
LAYOUT_SAEB1610901_N53_AGENDAMENTO_E_REAGENDAMENTO 
LAYOUT_SAEB1610901_N54_OBJETOS_POSTADOS 
LAYOUT_SAEB1610901_N56_EQUIPE_APLICACAO_CERTIFICADA 
LAYOUT_SAEB1610901_N58_RESPOSTA_ALUNO_CONSISTIDA 
LAYOUT_SAEB1610901_N59_PROVAS_DISCURSIVAS 
LAYOUT_SAEB1610901_N61_RELATORIO_APLICAÇÃO_VERSO 
LAYOUT_SAEB1610901_N62_RELATORIO_APLICAÇÃO_FRENTE 
LAYOUT_SAEB1610901_N63_ATA_DE_TURMA 
LAYOUT_SAEB1610901_N95_RECEBIMENTO_MALOTES 
 
 
58 
 
LAYOUT_SAEB1610901_N98_INDICE_IMAGENS 
 
6.8. O Inep promoverá reunião técnica, inicialmente envolvendo apenas a contratada para a 
aplicação e posteriormente com as demais instituiçãos envolvidas no processo, para apresentação dos 
layouts de bases de dados necessárias para o bom andamento das atividades de todos os envolvidos. 
6.9. Toda e qualquer troca de dados referente aos procedimentos de produção, distribuição e 
aplicação do Saeb 2017 deverá ser feita em ambiente FTPs que será disponibilizado e gerenciado 
pelo Inep. 
6.10. Os serviços poderão ser rejeitados, no todo ou em parte, quando em desacordo com as 
especificações constantes neste Projeto Básico e na proposta, devendo ser 
corrigidos/refeitos/substituídos no prazo fixado pelo fiscal do contrato, à custa da Contratada, sem 
prejuízo da aplicação de penalidades. 
6.11. O recebimento provisório ou definitivo do objeto não exclui a responsabilidade da Contratada 
pelos prejuízos resultantes da incorreta execução do contrato. 
6.12. Com exceção da data de aplicação do Exame, os demais períodos de cumprimento dos 
serviços contratados, bem como dos prazos de remessa dos Produtos ao Inep, poderão ser ajustados, 
sempre por solicitação da Contratante ou da Contratada, mediante justificativa e anuência da 
Administração. 
 
7. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS 
 
7.1. Este termo, apresentado pelo Tribunal de Contas da União, em Nota Técnica 6/2010 – 
Sefti/TCU é apropriado para caracterizar o requisito mínimo de qualidade de serviço a ser prestado 
pelo fornecedor contratado pela Administração Pública Federal - APF. Os contratos administrativos 
com nível de serviço mínimo possuem mecanismos que possibilitam a APF remunerar o fornecedor 
na medida do cumprimento do nível de serviço pactuado no ajuste, adequando-se, portanto, ao 
paradigma de alcançar eficiência, eficácia e qualidade na prestação de serviços, bem como se mostra 
aderente ao princípio da legalidade aplicado à APF. 
7.2. Nas contratações baseadas em níveis de serviço mínimas devem constar: definição do objeto 
da contratação; especificação da qualidade mínima aceitável e instrumento utilizado para 
formalização das metas de serviço. 
7.3. Nessa mesma nota técnica o Tribunal enfatiza: “a efetivação de pagamentos vinculada à 
entrega de resultados não é apenas uma boa prática a ser observada pela Administração, mas se torna 
 
 
59 
 
obrigatória na medida em que se mostra mais eficiente do que a forma de contratação que remunera 
o fornecedor somente pelo seu esforço”. Nesse sentido, a APF deve planejar suas contratações em 
aderência ao paradigma. 
7.4. Ainda, nesse contexto, têm-se a definição de gestão de nível de serviço - GNS, “que vincula o 
pagamento do fornecedor ao alcance de metas de resultado que, em conjunto, constituem o nível de 
serviço contratado. Como se trata de uma norma técnica em vigor, a GNS deve ser adotada pelas 
organizações públicas em suas contratações de serviços, inclusive os de tecnologia da informação”. 
7.5. A GNS prevê a aplicação de penalidades às partes contratantes decorrentes do 
descumprimento das metas de serviços estabelecidas no contrato, mecanismo este capaz de 
desestimular o fornecedor a deixar de alcançar o Nível Mínimo de Serviço. Por meio do uso desses 
instrumentos, é possível agregar maior nível de qualidade nos serviços prestados pelo fornecedor. 
7.6. Aderindo às recomendações dos órgãos de controle, bem como visando à eficiência, eficácia, 
fiscalização, controle e qualidade na prestação dos serviços inerentes ao objeto do contrato, vem-se a 
seguir apresentar métricas e indicadores para a prestação dos serviços pela contratada adequados às 
exigências do contrato e Projeto Básico. 
7.7. A metodologia aplicada nesta contratação está focada na tempestividade e conformidade dos 
Produtos, na qual a tempestividade é caracterizada pela efetividade de atendimento às demandas do 
INEP, em tempo que não prejudique a execução dos serviços, e a conformidade o atendimento dos 
requisitos propostos no Produto. 
7.8. As fases e ações da Avaliação serão avaliadas por fatores pré-definidos, seguindo sistemática 
de avaliação por indicadores que representarão as atividades realizadas por meio de índices 
7.9.Para efeitos de cumprimento deste Projeto Básico e do Caderno de Encargos, consideram-se os 
seguintes conceitos: 
7.10. CONFORMIDADE: Condição de adequação do Produto aos requisitos, conteúdos e formatos 
previamente estabelecidos pelo Inep como referência à eficiência e eficácia na execução da 
Aplicação do Enem, tendo como pressuposto conceitual: 
7.11. PLENAMENTE: Atendimento aos requisitos de forma superior ao referencial mínimo de 
qualidade estabelecido à execução do exame, isto é, atendimento aos requisitos com excelência; 
7.12. SATISFATORIAMENTE: Atendimento aos requisitos de forma equivalente ao referencial 
mínimo de qualidade estabelecido à execução do exame, isto é, atendimento aos requisitos com 
suficiência; 
7.13. NÃO ATENDE: Não atendimento a requisito indispensável à qualidade e aplicação do 
exame. 
 
 
60 
 
7.14. TEMPESTIVIDADE: Momento de apresentação da versão do Produto em análise, 
considerando limites de lapso temporal à garantia da operação logística do exame. 
7.15. Para fins de avaliação, possuir como referência cronograma acordado; 
7.16. O avaliador poderá considerar fatores intervenientes que venham a ocorrer durante o 
processo logístico de execução do exame de forma a alterar o cronograma acordado, desde que 
não acarrete impacto à execução da aplicação. 
 
Indicadores de Conformidade (b) Indicadores de Tempestividade (a) 
O fator avaliado atende PLENAMENTE 
aos requisitos propostos no Produto 
5 
A entrega do fator avaliado FOI 
tempestiva ou o prazo de entrega 
não comprometeu a execução da 
ação 
1 
 O fator avaliado atende 
SATISFATÓRIAMENTE aos requisitos 
propostos no Produto 
3 
A entrega do fator avaliado 
NÃO foi tempestiva ou 
comprometeu a execução da 
ação 
0 
O fator avaliado NÃO ATENDE aos 
requisitos propostos no Produto 1 
7.17. A cada FATOR AVALIADO será gerado índice de conformidade e tempestividade que, 
combinados entre si, identificarão o índice do fator. A média ponderada dos índices gerados por 
cada fator definirá o índice do Produto, isto é, para o cálculo do índice do Produto deverá ser 
considerado o peso atribuído a cada fator avaliado. Desse modo, estabelece-se como meta o 
atingimento de indicador referencial mínimo de qualidade maior ou igual a 3 (três). Caso 
contrário, terá as seguintes faixas de ajustes: 
7.18. Igual ou maior que 3 – pagamento integral da ação ou do Produto; 
7.19. De 2,0 a 2,9 – alerta de não conforme e devolução para ajustes; 
7.20.De 1,0 a 1,9 – alerta de não conforme e ou não tempestivo, glosa de 5% do valor da ação ou 
do Produto e devolução para ajustes; 
7.21. De 0,1a 0,9 – alerta de não conforme e não tempestivo, glosa de 10% da ação ou do Produto e 
devolução para ajustes; 
7.22. Igual a 0 – alerta de não conforme e não tempestivo e glosa de 20% do valor do Produto ou 
ação, ensejando aplicação de penalidade conforme item 21 deste Projeto Básico. 
7.23. Para os Produtos avaliados por mais de um fiscal técnico, para efeitos de calculo do índice, a 
cada avaliação será atribuído peso 1 (um); 
7.24. É importante observar que o percentual de glosa está vinculado ao indicador. 
 
 
61 
 
 
8. PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA, ESTIMATIVA DE CUSTOS E DESEMBOLSO 
FINANCEIRO 
 
8.1. PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA 
8.1.1. Os recursos para contratação dos serviços constantes deste Projeto estão consignados na Lei 
Orçamentária Anual para o exercício de 2017, na Funcional Programática 12.368.2080.20RM.0001. 
8.1.2. As despesas para os anos subsequentes, em caso de prorrogação, estarão submetidas à 
dotação orçamentária própria prevista para atendimento à presente finalidade, a ser consignada ao 
INEP na Lei Orçamentária da União. 
 
8.2. ESTIMATIVA DE CUSTOS 
8.2.1. Para a execução dos serviços objeto deste Projeto Básico, deverá ser apresentada Planilha de 
Custos a ser usada pelas áreas técnicas do INEP, conforme modelo do Encarte “A”. Os custos devem 
corresponder a quantitativos necessários e ajustados aos colaboradores estimados. 
8.2.2. A planilha inicial deverá ser composta por custos fixos demonstrando a aplicação da 
Avaliação. 
8.2.3. Após análise e aprovação da planilha de custos todos os custos serão considerados fixos. A 
Planilha de Custos Final servirá para monitorar e gerenciar a execução do Contrato. Os pagamentos 
serão efetuados conforme cronograma de entrega de Produtos no item 6.1 
8.2.4. O valor da aplicação do SAEB 2017, para todas as fases, será calculado a partir do número de 
aplicações previstas em conformidade com a base do Censo Escolar do ano de 2016. 
8.3. PAGAMENTO 
8.3.1. O pagamento será efetuado pela Contratante no prazo de até 30 (trinta) dias, contados do 
ateste da Nota Fiscal/Fatura contendo o detalhamento dos serviços executados, e os materiais 
empregados quando for o caso, através de ordem bancária, para crédito em banco, agência e conta 
corrente indicados pelo contratado. 
8.3.2. A planilha de custos referente ao SAEB 2017 é composta de custos fixos e custos variáveis. 
Os custos fixos são os valores que permaneceram inalterados, permanecendo o mesmo quantitativo 
contratado até o fim da execução contratual. Os custos variáveis são quantitativos estimados 
baseados no Censo Escolar 2016, mas que ficam estritamente relacionados à divulgação do Censo 
Escolar 2017. Esclarece-se então que, divulgado o Censo Escolar 2017, os quantitativos dos insumos 
variáveis serão alterados conforme dados do censo, respeitando sempre as métricas estabelecidas 
neste Projeto Básico. 
8.3.3. Para efeitos de pagamento, cada Produto corresponde a um ou mais tópicos da Planilha de 
 
 
62 
 
Custos, detalhada no Encarte “A” deste Projeto Básico, conforme tabela abaixo: 
Descrição Parcelas Fixas 
Parcela Produtos Descrição Parcela Prazo de Entrega Prazo Pagamento 
1ª PL 
100% do Valor 
devido ao Tópico 1 
da Planilha A e 20% 
do valor devido ao 
Tópico 6 da Planilha 
A 
Antes da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
2ª PI1 e PI2 
100% do Valor 
devido conforme 
Tópico 2 da Planilha 
A 
Antes da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
3ª MD 
100% do Valor 
devido conforme 
Tópico 3 da Planilha 
A 
Antes da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
4ª CA1 
30% do Valor devido 
conforme Tópico 4 
da Planilha A 
Antes da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
5ª CA2 
30% do Valor devido 
conforme Tópico 4 
da Planilha A 
Depois da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
6ª CA3 
40% do Valor devido 
conforme Tópico 4 
da Planilha A 
Antes da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
8ª AG1 
40% do Valor devido 
conforme Tópico 6 + 
50% do tópico 5 da 
Planilha A 
Antes da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
 
 
63 
 
9ª AG2 
50% do Valor devido 
conforme Tópico 5 
da Planilha A 
Depois da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
10ª AP1 e CO1 
20% do Valor devido 
conforme Tópico 6 
da Planilha A 
Depois da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
11ª OR 
10% do Valor devido 
conforme Tópico 6 
da Planilha A 
Depois da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
12ª PA e PA2 
100% do Valor 
devido conforme 
Tópico 7 da Planilha 
A. 
Depois da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
13ª CO2 e CO3 
100% do Valor 
devido conforme 
Tópico 8 da Planilha 
A 
Depois da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
14ª CO4 
10% do Valor devido 
conforme Tópico 6 
da Planilha A 
Depois da 
Aplicação 
Até 30 dias após 
verificação de 
conformidade dos 
fatores avaliados 
previstos para cada 
Produto. 
 
 
8.3.4. O pagamento do valor do contrato ocorrerá em 14 (catorze) parcelas fixas, condicionadas à 
execução dos Produtos e à verificação de conformidade e tempestividade pelo INEP. 
8.4. A apresentação da Nota Fiscal/Fatura deverá ocorrer no prazo de até 30 (trinta) dias, contado 
da data final do período de adimplemento da parcela da contratação a que aquela se referir. 
8.5. O pagamento somente será autorizado depois de efetuado o “atesto” pelo servidor 
competente, condicionado este ato à verificação da conformidade da Nota Fiscal/Fatura apresentada 
em relação aos serviços efetivamente prestados e aos materiais empregados. 
 
 
64 
 
8.6. Havendo erro na apresentação da Nota Fiscal/Fatura ou dos documentos pertinentes à 
contratação, ou, ainda, circunstância que impeça a liquidação da despesa, como por exemplo, 
obrigação financeira pendente, decorrente de penalidade imposta ou inadimplência, o pagamento 
ficará sobrestado até que a Contratada providencie as medidas saneadoras. Nesta hipótese, o prazo 
para pagamento iniciar-se-á após a comprovação da regularização da situação, não acarretando 
qualquer ônus para a Contratante. 
8.7. Nos termos do artigo 36, § 6°, da Instrução Normativa SLTI/MPOG n° 02, de 2008, será 
efetuada a retenção ou glosa no pagamento, proporcional à irregularidade verificada, sem prejuízo 
das sanções cabíveis, caso se constate que a Contratada: 
8.7.1. Não produziu os resultados acordados; 
8.7.2. Deixou de executar as atividades contratadas, ou não as executou com a qualidade 
mínima exigida; 
8.7.3. Deixou de utilizar os materiais e recursos humanos exigidos para a execução do 
serviço, ou utilizou-os com qualidade ou quantidade inferior à demandada.8.8. Será considerada data do pagamento o dia em que constar como emitida a ordem bancária 
para pagamento. 
8.9. Antes de cada pagamento à contratada, será realizada consulta ao SICAF para verificar a 
manutenção das condições de habilitação exigidas no edital. 
8.10. Constatando-se, junto ao SICAF, a situação de irregularidade da contratada, será 
providenciada sua advertência, por escrito, para que, no prazo de 5 (cinco) dias, regularize sua 
situação ou, no mesmo prazo, apresente sua defesa. O prazo poderá ser prorrogado uma vez, por 
igual período, a critério da contratante. 
8.11. Não havendo regularização ou sendo a defesa considerada improcedente, a contratante deverá 
comunicar aos órgãos responsáveis pela fiscalização da regularidade fiscal quanto à inadimplência da 
contratada, bem como quanto à existência de pagamento a ser efetuado, para que sejam acionados os 
meios pertinentes e necessários para garantir o recebimento de seus créditos. 
8.12. Persistindo a irregularidade, a contratante deverá adotar as medidas necessárias à rescisão 
contratual nos autos do processo administrativo correspondente, assegurada à contratada a ampla 
defesa. 
8.13. Havendo a efetiva execução do objeto, os pagamentos serão realizados normalmente, até que 
se decida pela rescisão do contrato, caso a contratada não regularize sua situação junto ao SICAF. 
 
 
65 
 
8.14. Somente por motivo de economicidade, segurança nacional ou outro interesse público de alta 
relevância, devidamente justificado, em qualquer caso, pela máxima autoridade da contratante, não 
será rescindido o contrato em execução com a contratada inadimplente no SICAF. 
8.15. Quando do pagamento, será efetuada a retenção tributária prevista na legislação aplicável. 
8.15.1. A Contratada regularmente optante pelo Simples Nacional não sofrerá a retenção 
tributária quanto aos impostos e contribuições abrangidos por aquele regime. No entanto, o 
pagamento ficará condicionado à apresentação de comprovação, por meio de documento oficial, de 
que faz jus ao tratamento tributário favorecido previsto na referida Lei Complementar. 
8.16. Nos casos de eventuais atrasos de pagamento, desde que a Contratada não tenha concorrido, 
de alguma forma, para tanto, fica convencionado que a taxa de compensação financeira devida pela 
Contratante, entre a data do vencimento e o efetivo adimplemento da parcela, é calculada mediante a 
aplicação da seguinte fórmula: 
EM = I x N x VP, sendo: 
EM = Encargos moratórios; 
N = Número de dias entre a data prevista para o pagamento e a do efetivo pagamento; 
VP = Valor da parcela a ser paga. 
I = Índice de compensação financeira = 0,00016438, assim apurado: 
I = (TX) I = 
( 6 / 100 ) I = 0,00016438 
TX = Percentual da taxa anual = 6% 365 
 
 
9. OBRIGAÇÕES DA CONTRATANTE 
 
9.1. Exigir o cumprimento de todas as obrigações assumidas pela Contratada, de acordo com as 
cláusulas contratuais e os termos de sua proposta; 
9.2. Exercer o acompanhamento e a fiscalização dos serviços, por servidor especialmente 
designado, anotando em registro próprio as falhas detectadas, indicando dia, mês e ano, bem como o 
nome dos empregados eventualmente envolvidos, e encaminhando os apontamentos à autoridade 
competente para as providências cabíveis; 
9.3. Fornecer a relação atualizada das escolas, turmas e alunos a serem avaliados no SAEB. Nesta 
base constarão: o estado, o município, a dependência administrativa, o cadastro das escolas (nomes, 
 
 
66 
 
endereços completos e telefones); as turmas, distribuídas conforme as séries, seus nomes na escola, 
seus turnos de funcionamento, assim como, a lista de alunos matriculados nestas turmas, 
relacionados pelo nome e identificação única dos alunos (ID) no Censo Escolar e a identificação dos 
atendimentos especializados informados também no Censo Escolar ; 
9.4. Fornecer orientações para diagramação das folhas de respostas dos Instrumentos e da Ata de 
Turma; 
9.5. Fornecer, após a assinatura do contrato, as orientações para construir os códigos que deverão 
constar nas capas e folhas de respostas dos Cadernos de Prova de todas as etapas e folhas; 
Formulários de Controle da Aplicação; 
9.6. Fornecer os arquivos para a impressão das etiquetas ou folhas de endereçamento para a 
distribuição dos instrumentos; 
9.7. Fornecer as orientações relativas à metodologia a ser utilizada na aplicação dos instrumentos; 
9.8. Fornecer, o conteúdo dos diferentes tipos de capacitações que serão realizadas; 
9.9. Supervisionar e acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, em todas as suas fases, 
requerendo, a qualquer tempo, informações e relatos sobre as atividades em execução e adotando 
providências com vistas à correção de falhas e resolução de problemas que eventualmente possam 
ocorrer; 
9.10. Responder por todas as atribuições que estejam definidas como de sua obrigação, nos prazos 
e as condições estabelecidas no presente Projeto Básico; 
9.11. Pagar à Contratada o valor resultante da prestação do serviço, no prazo e condições 
estabelecidas no cronograma de desembolso e as condições especificadas no presente Projeto 
Básico; 
9.12. Atender aos diretores, professores, alunos ou quaisquer interessados que tenham dúvidas 
quanto à execução das etapas do SAEB; 
9.13. Desempenhar quaisquer outras atribuições compatíveis com a sua qualidade neste 
instrumento e que sejam necessárias ao efetivo alcance da obrigação; 
9.14. Fiscalizar o cumprimento das obrigações assumidas pela contratada, inclusive quanto à 
continuidade da prestação dos serviços que, ressalvados os casos de força maior, justificados e 
aceitos pelo INEP, não deve ser interrompida; 
9.15. Emitir pareceres sobre os atos relativos à execução do contrato, em especial quanto ao 
acompanhamento e fiscalização da prestação de serviços e à proposta de aplicação de sanções; 
9.16. Acompanhar e fiscalizar o andamento dos serviços, por intermédio, de servidor especialmente 
designado pelo INEP, nos termos do art.67 da Lei nº 8.666/93; 
 
 
67 
 
9.17. Notificar por escrito, a contratada sobre a ocorrência de eventuais imperfeições no curso da 
execução dos serviços, fixando o prazo para sua correção; 
9.18. Efetuar as retenções tributárias devidas sobre o valor da Nota Fiscal/Fatura fornecida pela 
contratada, em conformidade com o art. 36, §8º da IN SLTI/MPOG N. 02/2008. 
 
10. OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA 
 
10.1. Executar os serviços conforme especificações deste Projeto Básico e de sua proposta, com a 
alocação dos empregados necessários ao perfeito cumprimento das cláusulas contratuais, além de 
fornecer os materiais e equipamentos, ferramentas e utensílios necessários, na qualidade e quantidade 
especificadas neste Projeto Básico e em sua proposta; 
10.2. Reparar, corrigir, remover ou substituir, às suas expensas, no total ou em parte, no prazo 
fixado pelo fiscal do contrato, os serviços efetuados em que se verificarem vícios, defeitos ou 
incorreções resultantes da execução ou dos materiais empregados; 
10.3. Responsabilizar-se pelos vícios e danos decorrentes da execução do objeto, de acordo com os 
artigos 14 e 17 a 27, do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078, de 1990), ficando a 
Contratante autorizada a descontar da garantia, caso exigida no edital, ou dos pagamentos devidos à 
Contratada, o valor correspondente aos danos sofridos; 
10.4. Utilizar empregados habilitados e com conhecimentos básicos dos serviços a serem 
executados, em conformidade com as normas e determinações em vigor; 
10.5. Apresentar à Contratante, quando for o caso, a relação nominal dos empregados que 
adentrarão o órgão para execução de serviço; 
10.6. Responsabilizar-se por todas as obrigações trabalhistas, sociais,previdenciárias, tributárias e 
as demais previstas na legislação específica, cuja inadimplência não transfere responsabilidade à 
Contratante; 
10.7. Instruir seus empregados quanto à necessidade de acatar as normas internas da 
Administração; 
10.8. Instruir seus empregados a respeito das atividades a serem desempenhadas, alertando-os a 
não executar atividades não abrangidas pelo contrato, devendo a Contratada relatar à Contratante 
toda e qualquer ocorrência neste sentido, a fim de evitar desvio de função; 
10.9. Relatar à Contratante toda e qualquer irregularidade verificada no decorrer da prestação dos 
serviços; 
10.10. Não permitir a utilização de qualquer trabalho do menor de dezesseis anos, exceto na 
 
 
68 
 
condição de aprendiz para os maiores de quatorze anos; nem permitir a utilização do trabalho do 
menor de dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre; 
10.11. Participar da reunião a ser realizada em data imediatamente posterior à assinatura do contrato, 
em que receberá orientações para o desenvolvimento dos trabalhos; 
10.12. Informar o INEP sobre quaisquer mudanças na composição da Equipe Central; 
10.13. Consultar os interlocutores correspondentes do INEP acerca de definições sobre quaisquer 
aspectos não especificados no presente Projeto Básicos; 
10.14. Indicar credenciados junto ao INEP para falar em nome da Contratada; 
10.15. Entregar ao INEP, em arquivo digital no formato “.csv” (comma-separetedvalues), conforme 
especificação de layout a ser definido, os seguintes dados sobre as pessoas que forem envolvidas em 
qualquer etapa do Projeto: nome, endereço, CPF, identidade, vínculo com a Contratada, função e 
período de atuação no Projeto; 
10.16. Entregar ao INEP, Termo de Compromisso sobre Confidencialidade a ser providenciado pela 
contratada, devidamente assinado, por todas as pessoas envolvidas nas etapas de execução deste 
Projeto; 
10.17. Guardar sigilo sobre todas as informações obtidas em decorrência do cumprimento do 
contrato; 
10.18. Manter durante toda a vigência do contrato, em compatibilidade com as obrigações 
assumidas, todas as condições de habilitação e qualificação exigidas para a contratação; 
10.19. Participar, com representante credenciado e/ou técnico contratado devidamente autorizado 
para falar em nome da Contratada, de todas as reuniões e atividades de planejamento, 
acompanhamento e avaliação que venham a serem convocadas pelo INEP; 
10.20. Apresentar ao INEP amostra física das embalagens a serem utilizadas para transporte dos 
instrumentos, e realizar ajustes, se necessário; 
10.21. Manter sob rigoroso controle e sigilo, todos os dados, as informações e os documentos 
referentes a todas as etapas do SAEB, responsabilizando-se por sua adequada guarda e transporte; 
10.22. Diagramar os materiais administrativos e os manuais (dos Coordenadores Estaduais, do 
Coordenador de Polo e do Aplicador); 
10.23. Realizar os diferentes tipos de capacitação conforme o Plano de Capacitação apresentado na 
Proposta Técnica; 
10.24. Produzir vídeo para as capacitações; 
10.25. Aplicar os instrumentos em todas as turmas das unidades escolares constantes na base do 
Censo Escolar referente à população do SAEB; 
 
 
69 
 
10.26. Emitir os documentos detalhados de execução de cada fase/etapa de entrega dos Produtos, 
relatórios e serviços contratados, nos prazos previstos neste Projeto Básico; 
10.27. Submeter-se à legislação em vigor referente a licitações e contratos; 
10.28. Realizar nova aplicação da prova, nos casos em que houver comprovação de responsabilidade 
da Contratada, devendo a Contratada arcar com todos os ônus, incluindo os de publicidade, 
operacional, técnico e financeiro decorrentes da nova aplicação, que deverá ser realizada nos 
mesmos moldes e especificações previstas neste Projeto Básico; 
10.29. Comunicar de imediato ao INEP, por escrito, qualquer acidente ou ocorrência relacionada 
com os bens sob sua responsabilidade; 
10.30. Indenizar o INEP no caso de subtração de seus bens ou valores, bem como por acesso 
indevido a informações sigilosas ou de uso restrito do INEP, quando tais atos forem praticados por 
quem tenha sido alocado para a execução dos serviços, sem prejuízo da aplicação das penalidades e 
multa, suspensão do direito de licitar e de contratar com o INEP e da proposição da penalidade de 
inidoneidade; 
10.31. Pagar multas, indenizações ou despesas que porventura sejam impostas em caso de 
irregularidades, bem como o ônus decorrente de sua repercussão sobre o objeto deste instrumento; 
10.32. Reconhecer a propriedade do INEP sobre símbolos, marcas e logotipos desenvolvidos pela 
proponente na execução dos trabalhos, não cabendo quaisquer pagamentos de direitos autorais; 
10.33. Responder pelos danos causados diretamente à Administração do INEP ou a terceiros, 
decorrentes de sua culpa ou dolo, quando da execução dos serviços, não excluindo ou reduzindo essa 
responsabilidade da fiscalização ou do acompanhamento pelo INEP; 
10.34. Responder pelo cumprimento dos postulados legais vigentes de âmbito federal, estadual ou 
municipal, bem, ainda assegurar os direitos e cumprimento de todas as obrigações estabelecidas por 
regulamentação, inclusive quanto aos preços praticados neste instrumento; 
10.35. Prestar os serviços dentro dos parâmetros e rotinas estabelecidos, em observância às normas 
legais e regulamentares e aplicáveis e às recomendações aceitas pela boa técnica; 
10.36. Implantar, de forma adequada, a supervisão permanente dos serviços, de modo a obter uma 
operação correta e eficaz; 
10.37. Atender prontamente quaisquer exigências do representante do INEP inerentes ao objeto; 
10.38. Atender de imediato as solicitações, corrigindo no prazo máximo de 05 dias, após notificação, 
qualquer ocorrência de interrupção na prestação dos serviços contratados; 
10.39. Prestar os serviços de forma meticulosa e constante, mantendo-os sempre em perfeita ordem; 
10.40. Comunicar ao INEP, por escrito, qualquer anormalidade de caráter urgente e prestar os 
 
 
70 
 
esclarecimentos julgados necessários; 
10.41. Informar a necessidade de eventuais interrupções programadas dos serviços, com 
antecedência mínima de três (três) dias; 
10.42. Cumprir o disposto no inciso XXXIII do art. 7º da Constituição Federal; 
10.43. Arcar com o ônus decorrente de eventual equívoco no dimensionamento dos quantitativos de 
sua proposta, devendo complementá-los, caso o previsto inicialmente em sua proposta não seja 
satisfatório para o atendimento ao objeto da licitação, exceto quando ocorrer algum dos eventos 
arrolados nos incisos do § 1º do art. 57 da Lei nº 8.666, de 1993 
 
11. DA SUBCONTRATAÇÃO 
 
11.1. Não será admitida a subcontratação do objeto licitatório. 
 
12. ALTERAÇÃO SUBJETIVA 
 
12.1. É admissível a fusão, cisão ou incorporação da contratada com/em outra pessoa jurídica, 
desde que sejam observados pela nova pessoa jurídica todos os requisitos de habilitação exigidos na 
licitação original; sejam mantidas as demais cláusulas e condições do contrato; não haja prejuízo à 
execução do objeto pactuado e haja a anuência expressa da Administração à continuidade do 
contrato. 
 
 
13. FISCALIZAÇÃO DOS TRABALHOS 
 
13.1. O acompanhamento e a fiscalização da execução do contrato consistem na verificação da 
conformidade da prestação dos serviços e da alocação dos recursos necessários, de forma a assegurar 
o perfeito cumprimento do ajuste, devendo ser exercidos por um ou mais representantes da 
Contratante, especialmente designados, na forma dos arts. 67 e 73 da Lei nº 8.666, de 1993, e do art. 
6º do Decreto nº 2.271, de 1997. 
13.2. Independentemente dos sistemas de acompanhamento e supervisão das atividadessob a 
responsabilidade da contratada, o INEP supervisionará todas as etapas do trabalho contratado, 
designando técnicos e consultores, pessoas físicas ou jurídicas, para esse fim. 
13.3. O representante da Contratante deverá ter a experiência necessária para o acompanhamento e 
controle da execução dos serviços e do contrato. 
13.4. A verificação da adequação da prestação do serviço deverá ser realizada com base nos 
critérios previstos neste Projeto Básico. 
 
 
71 
 
13.5. A execução dos contratos deverá ser acompanhada e fiscalizada por meio de instrumentos de 
controle, que compreendam a mensuração dos aspectos mencionados no art. 34 da Instrução 
Normativa SLTI/MPOG nº 02, de 2008, quando for o caso. 
13.6. A contratada deverá disponibilizar todas as condições necessárias a fim de permitir o livre 
acesso dos técnicos do INEP na fiscalização e acompanhamento da execução do contrato. 
13.7. Deverá ser disponibilizado o acesso às instalações físicas da contratada e o acesso via Internet 
por meio de um canal de transmissão de dados seguro aos sistemas e bases de dados descritos neste 
Projeto Básico. 
13.8. A fiscalização exercida pelo INEP não exclui, nem reduz a responsabilidade da Contratada, 
inclusive por danos que possam ser causados ao INEP ou a terceiros, por qualquer irregularidade 
decorrente de culpa ou dolo da Contratada na execução do ajuste. 
13.9. O INEP comunicará as deficiências porventura verificadas na execução dos serviços, cabendo 
à Contratada sua imediata correção, sem prejuízo das sanções cabíveis. 
13.10. O INEP, através de fiscal técnico, devidamente designado e identificado, promoverá o 
acompanhamento e a fiscalização dos serviços, sob os aspectos qualitativo e quantitativo, anotando 
em registro próprio os fatos que, a seu critério, exijam medidas corretivas da parte a ser contratada, 
bem como ocorrências relacionadas com a execução do contrato, determinando o que for necessário 
à regularização das faltas ou defeitos observados. 
13.11. O fiscal ou gestor do contrato, ao verificar que houve subdimensionamento da produtividade 
pactuada, sem perda da qualidade na execução do serviço, deverá comunicar à autoridade 
responsável para que esta promova a adequação contratual à produtividade efetivamente realizada, 
respeitando-se os limites de alteração dos valores contratuais previstos no § 1º do artigo 65 da Lei nº 
8.666, de 1993. 
13.12. O representante da Contratante deverá promover o registro das ocorrências verificadas, 
adotando as providências necessárias ao fiel cumprimento das cláusulas contratuais, conforme o 
disposto nos §§ 1º e 2º do art. 67 da Lei nº 8.666, de 1993. 
13.13. Poderá ser feito acompanhamento e fiscalização complementar por pessoa ou Instituição 
formalmente indicada pelo INEP, para verificação do cumprimento da execução dos itens 
contratados neste Projeto Básico. 
13.14. Os fiscais do contrato serão responsáveis pelo acompanhamento, fiscalização e pelo atesto 
dos serviços contratados. 
13.15. O descumprimento total ou parcial das demais obrigações e responsabilidades assumidas pela 
Contratada ensejará a aplicação de sanções administrativas, previstas neste Projeto Básico e na 
 
 
72 
 
legislação vigente, podendo culminar em rescisão contratual, conforme disposto nos artigos 77 e 80 
da Lei nº 8.666, de 1993. 
13.16. A fiscalização de que trata esta cláusula não exclui nem reduz a responsabilidade da 
Contratada, inclusive perante terceiros, por qualquer irregularidade, ainda que resultante de 
imperfeições técnicas, vícios redibitórios, ou emprego de material inadequado ou de qualidade 
inferior e, na ocorrência desta, não implica em corresponsabilidade da Contratante ou de seus agentes 
e prepostos, de conformidade com o art. 70 da Lei nº 8.666, de 1993. 
 
14. DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS 
 
14.1. Comete infração administrativa nos termos da Lei nº 8.666, de 1993, a Contratada que: 
14.1.1. Inexecutar total ou parcialmente qualquer das obrigações assumidas em decorrência da 
contratação; 
14.1.2. Ensejar o retardamento da execução do objeto; 
14.1.3. Fraudar na execução do contrato; 
14.1.4. Comportar-se de modo inidôneo; 
14.1.5. Cometer fraude fiscal; 
14.1.6. Não mantiver a proposta. 
14.2. A Contratada que cometer qualquer das infrações discriminadas nos subitens acima ficará 
sujeita, sem prejuízo da responsabilidade civil e criminal, às seguintes sanções: 
14.2.1. Advertência por faltas leves, assim entendidas aquelas que não acarretem prejuízos 
significativos para a Contratante; 
14.2.2. Multa moratória de 1% (um por cento), por dia de atraso injustificado, calculada sobre o 
preço dos serviços prestados fora do prazo, salvo se o atraso decorrer de motivo relevante, previsto 
em lei, devidamente justificado pela Contratada; 
14.2.3. Multa compensatória de 20% (vinte por cento) do valor correspondente aos serviços 
executados fora das especificações técnicas, ou fora das demais condições previstas no Projeto 
Básico, calculados sobre o quantitativo referente a cada serviço prestado nestas condições, conforme 
descrito na proposta de preços; 
14.2.4. Multa compensatória de 20 % (vinte por cento) sobre o valor do contrato, nas hipóteses de 
rescisão contratual por inexecução do contrato, caracterizando-se quando houver descumprimento de 
obrigações contratuais; 
14.2.5. Em caso de inexecução parcial, a multa compensatória, no mesmo percentual do subitem 
acima, será aplicada de forma proporcional à obrigação inadimplida; 
 
 
73 
 
14.2.6. Suspensão de licitar e impedimento de contratar com o órgão, entidade ou unidade 
administrativa pela qual a Administração Pública opera e atua concretamente, pelo prazo de até dois 
anos; 
14.2.7. Impedimento de licitar e contratar com a União com o consequente descredenciamento no 
SICAF pelo prazo de até cinco anos; 
14.2.8. Declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública, enquanto 
perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a 
própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que a Contratada ressarcir a 
Contratante pelos prejuízos causados. 
14.3. Também ficam sujeitas às penalidades do art. 87, III e IV da Lei nº 8.666, de 1993, a 
Contratada que: 
14.3.1. Tenha sofrido condenação definitiva por praticar, por meio dolosos, fraude fiscal no 
recolhimento de quaisquer tributos; 
14.3.2. Tenha praticado atos ilícitos visando a frustrar os objetivos da licitação; 
14.3.3. Demonstre não possuir idoneidade para contratar com a Administração em virtude de atos 
ilícitos praticados. 
14.4. Em caso de vazamento de informações sigilosas, que coloque em risco a realização ou a 
credibilidade da Avaliação e, cuja culpa seja comprovadamente da Contratada ou de seus 
terceirizados, sem prejuízo da responsabilidade civil e, após notificação e garantido o direito de 
defesa e contraditório, será considerada a inexecução total do objeto. 
14.5. As multas não têm caráter indenizatório e seu pagamento não eximirá a Contratada da 
responsabilidade por perdas e danos, garantida a prévia defesa. 
14.6. As sanções previstas no contrato podem acumular-se e não excluem a possibilidade de 
rescisão unilateral pelo INEP, nos termos da Lei n.º 8.666/93 e alterações posteriores. 
14.7. A aplicação de qualquer das penalidades previstas realizar-se-á em processo administrativo 
que assegurará o contraditório e a ampla defesa à Contratada, observando-se o procedimento previsto 
na Lei nº 8.666, de 1993, e subsidiariamente a Lei nº 9.784, de 1999. 
14.8. A autoridade competente, na aplicação das sanções, levará em consideração a gravidade da 
conduta do infrator, o caráter educativoda pena, bem como o dano causado à Contratante, observado 
o princípio da proporcionalidade. 
14.9. As penalidades serão obrigatoriamente registradas no SICAF 
 
15. DA GARANTIA CONTRATUAL 
 
 
74 
 
 
15.1. A contratada, no prazo de 10 (dez) dias úteis após a assinatura do Termo de Contrato, prestará 
garantia no valor correspondente a 3,5% (três vírgula cinco por cento) do valor do Contrato, que será 
liberada de acordo com as condições previstas neste Projeto Básico, conforme disposto no art. 56 da 
Lei nº 8.666, de 1993, desde que cumpridas as obrigações contratuais. 
15.1.1. A inobservância do prazo fixado para apresentação da garantia acarretará a aplicação de 
multa de 0,07% (sete centésimos por cento) do valor do contrato por dia de atraso, até o máximo de 
2% (dois por cento). 
15.1.2. O atraso superior a 25 (vinte e cinco) dias autoriza a Administração a promover a rescisão do 
contrato por descumprimento ou cumprimento irregular de suas cláusulas, conforme dispõem os 
incisos I e II do art. 78 da Lei nº 8.666, de 1993; 
15.2. A garantia, qualquer que seja a modalidade escolhida, assegurará o pagamento de: 
15.2.1. Prejuízos advindos do não cumprimento do objeto do contrato; 
15.2.2. Prejuízos diretos causados à Administração decorrentes de culpa ou dolo durante a execução 
do contrato; e 
15.2.3. Multas moratórias e punitivas aplicadas pela Administração à contratada; 
15.2.4. Obrigações trabalhistas e previdenciárias de qualquer natureza, não adimplidas pela 
contratada, quando couber. 
15.3. A modalidade seguro-garantia somente será aceita se contemplar todos os eventos indicados 
nos itens da alínea "b", observada a legislação que rege a matéria; 
15.4. A garantia em dinheiro deverá ser efetuada na Caixa Econômica Federal em conta específica 
com correção monetária, em favor do contratante; 
15.5. O garantidor não é parte para figurar em processo administrativo instaurado pelo contratante 
com o objetivo de apurar prejuízos e/ou aplicar sanções à Contratada; 
15.6. A garantia será considerada extinta: 
15.6.1. Com a devolução da apólice, carta fiança ou autorização para o levantamento de importâncias 
depositadas em dinheiro a título de garantia, acompanhada de declaração da Administração, 
mediante termo circunstanciado, de que a contratada cumpriu todas as cláusulas do contrato; e 
15.6.2. No prazo de três meses após o término da vigência, caso a Contratante não comunique a 
ocorrência de sinistros; 
15.7. O contratante executará a garantia na forma prevista na legislação que rege a matéria. 
15.8. No caso de alteração do valor do contrato, ou prorrogação de sua vigência, a garantia deverá 
ser readequada ou renovada nas mesmas condições. 
 
 
75 
 
15.9. Se o valor da garantia for utilizado total ou parcialmente em pagamento de qualquer 
obrigação, a Contratada obriga-se a fazer a respectiva reposição no prazo máximo de 10 (dez) dias 
úteis, contados da data em que for notificada. 
 
16. DA VIGÊNCIA E REAJUSTE CONTRATUAL 
 
16.1. O Contrato terá vigência de 12 meses e iniciar-se-á a partir da data de sua assinatura 
 
17. DA FORMAÇÃO DE CONSÓRCIO 
 
17.1. Nos termos do art. 33 da Lei nº 8.666/1993, será permitida a formação de consórcio para 
apresentação de proposta integrada, que atenda ao objeto do Projeto Básico, desde que atendidas as 
seguintes condições: 
17.1.1. Responsabilizar-se por todas as comunicações e informações do Consórcio junto ao INEP; 
17.1.2. Administrar o Contrato, com poderes inclusive para transferir, requerer, receber e dar 
quitação; 
17.1.3. Apresentação de Termo de Compromisso público ou particular de constituição em Consórcio, 
subscrito pelas consorciadas, contendo a indicação da Instituição LÍDER, responsável pelo 
consórcio, observando-se o seguinte; 
17.1.4. Compromissos e obrigações das consorciadas, dentre os quais o de que cada consorciada 
responderá, individual e solidariamente, pelas exigências de ordem fiscal e administrativa pertinentes 
ao objeto da licitação, até a conclusão final dos trabalhos e serviços que vierem a ser contratados 
com o consórcio; 
17.1.5. Declaração expressa de responsabilidade solidária, ativa e passiva, das consorciadas, pelos 
atos praticados sob o consórcio, em relação à execução do objeto contratual e, solidariamente, como 
responsáveis por todas as obrigações do consórcio; 
17.1.6. Compromisso de que o consórcio não terá a sua composição ou constituição alterada ou, sob 
qualquer forma, modificada, sem prévia e expressa concordância do INEP; 
17.1.7. Compromisso expresso de que o consórcio não se constitui, nem se constituirá em pessoa 
jurídica distinta da de seus membros, nem terá denominação própria ou diferente das suas 
consorciadas; 
17.1.8. Termo de divisão do escopo no fornecimento para cada uma das consorciadas, 
individualmente, em relação ao objeto do contratado, bem como o percentual de participação de cada 
uma em relação ao faturamento dos serviços propostos; 
17.1.9. Prazo de duração do consórcio, que deve coincidir, no mínimo, com os prazos contratuais, 
 
 
76 
 
aditivos e prorrogações; 
17.1.10. O consórcio ficará obrigado a promover, antes da celebração do contrato, a 
constituição e o registro do consórcio nos termos do compromisso; 
17.1.11. Cada Instituição/instituição consorciada deverá apresentar documentação 
comprobatória de sua habilitação jurídica, qualificação econômica e financeira, regularidade fiscal e 
previdenciária, conforme estabelecido neste Projeto. 
 
18. DA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA E AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS TÉCNICA E DE 
PREÇOS 
 
Nos termos do art. 46 da Lei nº 8.666/93, para a avaliação e classificação das propostas técnicas 
serão considerados critérios pertinentes e adequados ao objeto licitado, considerando-se: 
a) A capacidade e a experiência do proponente; 
b) A qualidade técnica da proposta (metodologia, organização, tecnologias e recursos materiais); 
c) A qualificação das equipes técnicas a serem mobilizadas para a execução dos serviços. 
 
Por ocasião da Audiência Pública do SAEB 2017, os interessados poderão contribuir com sugestões. 
 
19. DA QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA 
 
19.1. Será consultado o Sistema de Cadastro Unificado de Fornecedores – SICAF, para que se 
verifique a habilitação jurídica, a regularidade fiscal e trabalhista, a qualificação econômica 
financeira e habilitação técnica conforme disposto nos arts. 4º, caput, 8º, § 3º, 13 a 18 e 43, III, da 
Instrução Normativa SLTI/MPOG nº 2, de 2010. 
19.1.1. Também poderão ser consultados os sítios oficiais emissores de certidões, especialmente 
quando o licitante esteja com alguma documentação vencida junto ao SICAF. 
19.1.2. Caso não se logre êxito em obter a certidão correspondente através do sítio oficial, ou na 
hipótese de se encontrar vencida no referido sistema, a contratada será convocada a encaminhar, no 
prazo de 48 (quarenta e oito) horas, documento válido que comprove o atendimento das exigências 
deste Projeto Básico, sob pena de inabilitação. 
19.2. Caso a contratada não esteja cadastrada no Sistema de Cadastro Unificado de Fornecedores – 
SICAF no nível da Qualificação Econômico-Financeira, conforme Instrução Normativa SLTI/MPOG 
nº 2, de 2010, deverá apresentar a seguinte documentação: 
 
 
77 
 
19.2.1. Certidão negativa de feitos sobre falência, recuperação judicial ou recuperação extrajudicial, 
expedida pelo distribuidor da sede do licitante; 
19.2.2. Balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já exigíveis e 
apresentados na forma da lei, que comprovem a boa situação financeira da instituição, vedada a sua 
substituição por balancetes ou balanços provisórios, podendo ser atualizados por índices oficiaisquando encerrado há mais de 3 (três) meses da data de apresentação da proposta; 
19.2.3. No caso de instituição constituída no exercício social vigente, admite-se a apresentação de 
balanço patrimonial e demonstrações contábeis referentes ao período de existência da sociedade; 
19.2.4. Comprovação da boa situação financeira da instituição mediante obtenção de índices de 
Liquidez Geral (LG), Solvência Geral (SG) e Liquidez Corrente (LC), superiores a 1 (um), obtidos 
pela aplicação das seguintes fórmulas: 
 
LG = 
Ativo Circulante + Realizável a 
Longo Prazo 
Passivo Circulante + Passivo Não 
Circulante 
 
SG = 
Ativo Total 
Passivo Circulante + Passivo Não 
Circulante 
 
LC = 
Ativo 
Circulante 
Passivo 
Circulante 
 
19.3. As instituições, cadastradas ou não no SICAF, que apresentarem resultado inferior ou igual a 
1 (um) em qualquer dos índices de Liquidez Geral (LG), Solvência Geral (SG) e Liquidez Corrente 
(LC), deverão comprovar patrimônio líquido de 10% (dez por cento) do valor estimado da 
contratação ou do item pertinente. 
19.4. As contratadas deverão ainda complementar a comprovação da qualificação 
econômico-financeira por meio de: 
19.4.1. Comprovação de possuir Capital Circulante Líquido (CCL) ou Capital de Giro (Ativo 
Circulante – Passivo Circulante) de, no mínimo, 16,66% (dezesseis inteiros e sessenta e seis 
centésimos por cento) do valor estimado para a contratação, tendo por base o balanço patrimonial e 
as demonstrações contábeis do último exercício social; 
19.4.2. Comprovação de patrimônio líquido de 10% (dez por cento) do valor estimado da 
contratação, por meio da apresentação do balanço patrimonial e demonstrações contáveis do último 
 
 
78 
 
exercício social, apresentados na forma da lei, vedada a substituição por balancetes ou balanços 
provisórios, podendo ser atualizados por índices oficiais quando encerrados há mais de 3 (três) meses 
da data da apresentação da proposta. 
19.4.3. Comprovação, por meio de declaração, da relação de compromissos assumidos, de que 1/12 
(um doze avos) do valor total dos contratos firmados com a Administração Pública e/ou com a 
iniciativa privada, vigentes na data da contratação, não é superior ao Patrimônio Líquido do licitante; 
19.4.4. A declaração de que trata a subcondição acima deverá estar acompanhada da Demonstração 
do Resultado do Exercício (DRE) relativa ao último exercício social, quando houver divergência 
percentual superior a 10% (dez por cento), para mais ou para menos, entre a declaração aqui tratada e 
a receita bruta discriminada na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), deverão ser 
apresentadas, concomitantemente, as devidas justificativas. 
 
20. DOS CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 
 
20.1. A Contratada deverá possuir uma gestão ambiental com práticas e métodos administrativos 
que visem reduzir ao máximo o impacto ambiental com procedimentos formais e efetiva operação 
para destinação e/ou tratamento correto, conforme legislação e normas ambientais vigentes, de todos 
os resíduos industriais. 
20.2. Os serviços deverão ser prestados de acordo com os critérios de sustentabilidade ambiental 
contidos na Instrução Normativa nº 01, de 19 de janeiro de 2010, da Secretaria de Logística e 
Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – SLTI/MPOG e no 
Decreto nº 7.746/2012, no que couber, observando os itens que fazem parte dos programas do INEP, 
relativos às práticas sustentáveis, dentre os quais destacamos: 
20.2.1. Economia de energia; 
20.2.2. Economia em materiais como copos e talheres plásticos descartáveis; 
20.2.3. Economia de água; 
20.2.4. Descarte correto para produtos perigosos ao meio ambiente como pilhas, lâmpadas 
fluorescentes, equipamentos eletrônicos, dentre outros semelhantes. 
20.3. A Contratada deverá cumprir no que couber as exigências do inciso XI, art. 7° da Lei 12.305, 
de 02 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS. 
 
21. OBSERVAÇÕES GERAIS E FINAIS 
 
21.1. Somente ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP 
 
 
79 
 
se reserva o direito sobre todo o material produzido, por qualquer meio (papel, eletrônico ou 
outro), podendo utilizá-lo, com ou sem alterações, em pesquisas, publicações, capacitações, 
geração de bancos de dados e informações, além de outras atividades e Produtos, preservando a 
referência aos autores e colaboradores. 
21.2. Os relatórios e documentos solicitados neste Projeto Básico devem ser entregues em versão 
impressa e digital, sendo a digital em formato PortableDocument (extensão PDF). 
21.3. A Contratada deverá apresentar na proposta de preço a cotação por serviço prestado, em 
planilha detalhada, incluindo todos os custos necessários para a consecução do objeto do presente 
Projeto Básico. 
21.4. Os eventuais atrasos no cumprimento dos prazos de responsabilidade do INEP ocasionarão a 
compensação do número de dias de atraso, em favor da Contratada, para a execução das tarefas a 
ela afetas, ressalvadas as datas previstas em Portarias. 
 
 
 
80 
 
 
ENCARTE “A” - Planilha de Custos e Formação de Preços 
 
 
 
 
 
Dias (UM)
Coordenação Geral hora 1 24 3 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Coordenador de Treinamento hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Coordenador de Análise para produção de resultados hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Coordenador de Planejamento e Orçamento hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (secretária) hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (digitador) hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Analista de Sistemas hora 3 72 3 8 R$ 0,00
Passagens aéreas ida/volta 54 54 R$ 0,00
Diárias dia 108 108 R$ 0,00
R$ 0,00
Dias (UM)
Coordenador Geral hora 1 96 12 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Analista de Sistemas hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Analista de Sistemas (Desenvolvimento Sistema) hora 9 864 12 8 R$ 0,00
Pessoal de Apoio (Informática - suporte ao sistema) hora 12 1.152 12 8 R$ 0,00
Elaboracao de Video de Capacitação video 1 1 R$ 0,00
Impressão de manuais, cadernos de atividades, termo de compromisso e sigilo e listas de presença de capacita páginas 1.377.256 1.377.256 R$ 0,00
Pessoal de Apoio (secretária) hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Pessoal de Apoio (digitador) hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Passagens aéreas ida/volta 9 9 R$ 0,00
Diárias dia 15 15 R$ 0,00
R$ 0,00
Dias (UM)
Coordenação Geral hora 1 160 20 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (secretária) hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (digitador) hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Analista de sistemas hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Pessoal de Apoio hora 245 39.200 20 8 R$ 0,00
Passagens aéreas ida/volta 90 90 R$ 0,00
Diárias dia 1.800 1.800 R$ 0,00
Envelope plástico autoadesivo de ida e volta Unidade 165.535 165.535 R$ 0,00
Envelope plástico autoadesivo para guarda de pertences Unidade 4.616.425 4.616.425 R$ 0,00
Malote de segurança Unidade 78.826 73.281 R$ 0,00
Lacres de plástico Unidade 157.652 157.652 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
Dias (UM)
Coordenação Geral hora 1 120 15 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 360 15 8 R$ 0,00
Coordenador de Treinamento (Capacitação) hora 3 360 15 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 360 15 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 360 15 8 R$ 0,00
Coordenadores Estaduais Logistica hora 54 3.456 8 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (secretária) hora 128 3.072 3 8 R$ 0,00
Aluguel de Espaço Físico com Infraestrutura (capacit. Coordernador Estadual) local1 2 2 1 R$ 0,00
Aluguel de Espaço Físico com Infraestrutura (capacit. Coord.polo) local 32 64 2 1 R$ 0,00
Passagens aéreas Coordenadores Estaduais de logística ida/volta 52 52 R$ 0,00
Diárias dos Coordenadores Estaduais de logística dia 52 156 3 R$ 0,00
Kit Material de Capacitacao Coordenador Estadual (pasta, bloco, canetas) kit 54 54 R$ 0,00
Coordenador de Polos hora 2.359 94.359 5 8 R$ 0,00
Subcoordenadores Estaduais de Logística hora 157 10.065 8 8 R$ 0,00
Aplicadores e Apoio logistico dia 34.795 34.795 R$ 0,00
Aluguel de Espaço Físico com Infraestrutura (capacit. Aplic/Apoio) local 696 696 1 R$ 0,00
Diárias dos Coordenadores e SubCoordenadores de Polos (Capacitação Sedes UFs) dia 2.516 5.032 2 R$ 0,00
Passagens Intermunicipais (Coordenadores e Subcoordenadores Polos A&T) ida/volta 2.516 2.516 R$ 0,00
Kit Material de Capacitacao Coordenador de polo e Subcoordenador de Polos (pasta, bloco, canetas) kit 2.516 2.516 R$ 0,00
Kit Material de Capacitacao Aplicadores e apoio logistico (pasta, bloco, canetas) kit 34.795 34.795 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
Total do Tópico 1
ENCARTE A - PLANILHA A
Planilha de Custos SAEB 2017
Reuniões de adequação e acompanhamento da elaboração do Plano Logístico 
Tópico 1 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Valor Unitário Total
Fixo
Elaboração dos Materiais Necessários à Aplicação das Provas - Materiais Administrativos e Instrutivos 
Tópico 2 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Valor Unitário Total
Fixo
Variável
Selecao e Capacitação dos Envolvidos da Aplicação
Valor Unitário Total
Fixo
Organização, Manuseio e Supervisão da Distribuição do Material
Tópico 3 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Total Variável
Total do Tópico 3
Total do Tópico 2
Valor Unitário Total
Fixo
Variável
Tópico 4 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Total Variável
Total do Tópico 4
 
 
81 
 
 
 
Dias (UM)
Coordenação Geral hora 1 144 18 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 432 18 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 432 18 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 432 18 8 R$ 0,00
Coordenadores Estaduais de Logistica hora 54 7.776 18 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (secretária) hora 6 864 18 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (digitador) hora 6 864 18 8 R$ 0,00
Analista de sistemas hora 6 864 18 8 R$ 0,00
Coordenador de Polos hora 2.359 301.947 16 8 R$ 0,00
Subcoordenador estadual de logística hora 157 22.646 18 8 R$ 0,00
Apoio Logistico - Polos hora 2.359 301.947 16 8 R$ 0,00
Aluguel de Espaço Físico com Infraestrutura (Polos) local 2.359 37.743 16 1 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
Dias (UM)
Coordenação Geral hora 1 104 13 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 312 13 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 312 13 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 312 13 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (secretária) hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (informatica) hora 3 288 12 8 R$ 0,00
Coordenadores Estaduais de Logistica hora 54 5.184 12 8 R$ 0,00
Coordenador de Polos hora 2.359 226.461 12 8 R$ 0,00
Subcoordenador estadual de logística hora 157 21.480 12 8 R$ 0,00
Apoio Logistico - Polos hora 2.359 226.461 12 8 R$ 0,00
Aplicações aplicacoes 259.486 259.486 1 R$ 0,00
Aplicações Adicionais aplicacoes 145.312 145.312 1 R$ 0,00
Aplicações Especializadas aplicacoes 3.860 3.860 1 R$ 0,00
Aluguel de Espaço Físico com Infraestrutura (Polos) local 2.359 28.308 12 R$ 0,00
Ajuda de Custo de Aplicadores aplicacoes 408.658 408.658 1 R$ 0,00
Bolsa Tiracolo Aplicador unidade 35.679 35.679 R$ 0,00
Passagens Intermunicipais Aplicadores ida/volta 136.219 136.219 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
Dias (UM)
Coordenação Geral hora 1 360 45 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 1.080 45 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 1.080 45 8 R$ 0,00
Analista de Sistemas hora 12 4.320 45 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (secretária) hora 6 2.160 45 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (digitador) hora 6 2.160 45 8 R$ 0,00
Pessoal de Apoio (geral) controle preenchimento folhas opticas hora 135 32.400 30 8 R$ 0,00
Guarda do Material (2 anos) Período 2 Anos 3 3 R$ 0,00
Digitalização dos instrumentos Unidade 22.673.998 22.673.998 R$ 0,00
Processamento Unidade 22.673.998 22.673.998 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
Dias (UM)
Coordenação Geral hora 1 480 60 8 R$ 0,00
Subcoordenador hora 3 1.440 60 8 R$ 0,00
Coordenador de Logística hora 3 480 20 8 R$ 0,00
Coordenador de Tecnologia hora 3 1.440 60 8 R$ 0,00
Coordenador de Análise de resultados hora 3 2.160 90 8 R$ 0,00
Estatístico hora 12 8.640 90 8 R$ 0,00
Analista de Sistemas hora 15 7.200 60 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (secretária) hora 6 2.880 60 8 R$ 0,00
Pessoal de apoio (digitador) hora 36 8.640 30 8 R$ 0,00
R$ 0,00
R$ 0,00
Processamento do Cadastro, Constituicao de Polos e Agendamento das Aplicações
Valor Unitário Total
Variável
Aplicação
Tópico 5 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Fixo
Total Variável
Total do Tópico 5
Valor Unitário Total
Digitalização Folhas de Respostas/FCA/Questionários - Relatório de Campo - Base de Dados
Tópico 6 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Fixo
Variável
Total Variável
Total do Tópico 6
Valor Unitário Total
Fixo
Variável
Processamento, Constituição, Tratamento de Dados e Análise Psicométrica
Tópico 7 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Total Variável
Total do Tópico 7
Total Geral 0,00
Estudantes* 7.012.752
Custo Unitário R$ 0,00
Valor Unitário Total
Fixo
CUSTO TOTAL
Aplicação - Custo Fixo (C1)
Tópico 8 Especificação Unidade de 
Medida = (UM)
Quantidade Totais
Detalhamento Cálculo
Total do Tópico 8
Custo Médio Final (CMF)
Total Geral R$ 0,00
Estudantes 7.012.752
Custo Unitário R$ 0,00
Aplicação - Custo Variavel (V1)
Total Geral 0,00
Estudantes* 7.012.752
Custo Unitário R$ 0,00
 
 
82 
 
 
ENCARTE “B” - Modelo de Layout padrão para colaboradores do evento de 
alinhamento 
 
ARQUIVO:  SIGAP1611301_N01_BR_[XXX]_[ORIGEM][XXX].TXT 
DATA DA ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:  19/04/2016 
DESCRIÇÃO:  Layout do arquivo de importação de colaboradores do SIGAP/Colaborador 
ESTRUTURA:  Arquivo TXT formatado em colunas separadas pelos caracteres "TAB". 
ORIGEM/DESTINO:  Consórcio / INEP 
FILTROS:  não se aplica 
FORMATO DO CONTEÚDO DO ARQUIVO 
Nº  NOME DO CAMPO  TIPO/TAMANHO OBRIG DESCRIÇÃO E EXEMPLO CONTEÚDO
1  CO_PROJETO  NUMBER(7)  Sim 
Código do projeto: 2 dígitos do ano 
+ 1 dígito de edição do projeto + 2 
dígitos do programa + 2 digítos da 
etapa. 
Ex: 1611301 (SIGAP) 
2  TP_ORIGEM  CHAR(1)  Sim 
Indica a instituição responsável pela 
origem dos dados. Aceita os valores: 
XXX – Instituição XXXXX; I – Inep; 
1  NU_CPF  VARCHAR(11)  SIM 
CPF do colaborador, preenchido 
sem máscara. Exemplo: 
02733346385. 
2  NO_COLABORADOR  VARCHAR(120)  SIM 
Nome completo do colaborador 
conforme cadastro da receita 
federal. 
3  TX_EMAIL  VARCHAR(255)  SIM  Endereço de e‐mail do colaborador. 
 
 
83 
 
4  TP_FUNCAO  NUMBER(1)  SIM 
Tipo da função que o colaborador 
exerce na aplicação do exame. 
Valores aceitos:  
1‐ Coordenador Estadual;  
2‐ Coordenador Municipal;  
3 ‐ Coordenador de Local de 
Aplicação;  
4 ‐ Assistente de Local de aplicação; 
5 ‐ Chefe de Sala;  
6‐ Rede IPFES;  
8‐ Inep;  
9‐ Secretaria de Segurança Pública; 
10‐ Aplicador; 
11‐ Coordenador de Polo; 
13‐ Subcoordenador Estadual de 
Logística; 
14‐ Aplicador Especializado 
15‐ Representante Estadual; 
16‐ Responsável Pedagógico; 
17‐ Diretor de Unidade. 
5  CO_ORGAO  NUMBER(1)  SIM 
Identificador da organização em queo colaborador trabalha. Valores 
aceitos:  
1‐ Instituição Aplicadora I;  
2‐ Instituição Aplicadora II(caso 
haja);  
3‐ Rede IPFES;  
5‐ Inep; 
6‐ Secretaria de Segurança Pública; 
7‐ Instituição Aplicadora III( caso 
haja); 
8‐ PPL. 
6  SG_UF  CHAR(2)  SIM  Sigla da UF. 
7  CO_MUNICIPIO  NUMBER(7)  SIM 
Código do munícipio do IBGE com 7 
posições. Valores aceitos: 
Codificação do IBGE conforme a 
pasta de trabalho MUNICIPIO. 
8  NO_MUNICIPIO  VARCHAR(150)  SIM  Nome do município por extenso 
9  NU_DDD  NUMBER(2)  SIM  Número do código de DDD do telefone do colaborador. 
10  NU_TELEFONE  NUMBER(9)  SIM  Número do telefone do colaborador sem traços. Ex: 999887766 
11  TP_TELEFONE  NUMBER(1)  SIM 
Tipo do telefone do colaborador. 
Valores aceitos:  
1 ‐ Celular;  
2 ‐ Residencial;  
3 ‐ Comercial 
 
 
84 
 
12  CO_PROJETO_PARTICIPACAO  NUMBER(7)  Sim 
Código do projeto: 2 dígitos do ano 
+ 1 dígito de edição do projeto + 2 
dígitos do programa + 2 dígitos da 
etapa. REGISTRARÁ EM QUAL 
EXAME O COLABORADOR IRÁ 
TRABALHAR 
Ex: 1610401 (ENEM) 
FORMATO DO NOME DO ARQUIVO 
Nº  NOME DO CAMPO  TIPO/TAMANHO OBRIG DESCRIÇÃO E EXEMPLO CONTEÚDO
1  NO_TIPO_OPERACAO  varchar(20)  Sim  FIXO Nome do Exame 
2  CO_PROJETO  varchar(7)  Sim 
Código do projeto: 2 dígitos do ano 
+ 1 dígito de edição do projeto + 2 
dígitos do programa + 2 dígitos da 
etapa. 
Ex: 1611301 (SAEB) 
3  CO_ARQUIVO  varchar(3)  Sim  Código do arquivo. FIXO: N01 
4  SG_UF  char(2)  Sim  FIXO BR 
5  NU_SEQUENCIA  varchar(3)  Sim  Número da versão do arquivo. Preencher com Zeros à esquerda 
6  TP_ORIGEM  char(1)  Sim 
Indica a instituição responsável pela 
origem dos dados. Aceita os valores: 
XXXX – Instituição XXXXX;, I ‐ Inep; C 
‐ Correios; R ‐ Gráfica. 
7  NU_SEQUENCIA GERAL  varchar(3)  Sim 
Número da sequencia total deste 
tipo de arquivo. Preencher com 
Zeros a esquerda 
Exemplo nome:  SIGAP1611301_N01_BR_001_x001.TXT 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
85 
 
ENCARTE “C”- Instruções gerais para aplicação do SAEB e layouts de 
materiais administrativos 
 
Instruções Gerais sobre as atividades previstas para o dia da realização do 
Sistema de Avaliação da Educação Básica - SAEB 
 
O Sistema de Avaliação da Educação Básica – Saeb – tem como principal objetivo realizar um 
diagnóstico da educação básica brasileira. O levantamento produz informações que subsidiam a 
formulação, reformulação e o monitoramento das políticas públicas nas esferas municipal, estadual e 
federal, visando a contribuir para a melhoria da qualidade, equidade e eficiência do ensino. Além 
disso, procura também oferecer dados e indicadores sobre fatores de influência do desempenho dos 
alunos nas áreas e anos avaliados. 
O Saeb é composto por três avaliações: a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) tendo 
como foco avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação básica brasileira; a Avaliação 
Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), conhecida como Prova Brasil, criada com o objetivo de 
avaliar a qualidade do ensino ministrado nas escolas das redes públicas e a Avaliação Nacional da 
Alfabetização (ANA) que tem o objetivo de aferir os níveis de alfabetização e letramento em Língua 
Portuguesa (leitura e escrita) e Matemática. Em 2017, serão aplicadas apenas Aneb e Anresc. 
 
 SAEB 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEB 
Avaliação 
Nacional da 
Educação Básica 
 ANRESC (Prova Brasil) 
Avaliação Nacional do 
Rendimento Escolar 
 ANA 
Avaliação 
Nacional da 
Alfabetização 
 
 
 
 DATA: 6 a 17 de novembro de 2017. 
 LOCAL: em 5.000 municípios em todos os estados da federação e Distrito Federal. O horário de 
início da avaliação, nas escolas, será agendado pelo Coordenador de Polo. 
 PARTICIPANTES: Mais de 7(sete) milhões alunos participarão da prova. 
 
 
86 
 
Para que tudo ocorra de maneira prevista no dia da aplicação do exame, diversas ações já terão 
sido realizadas e outras ainda se realizarão ao final da aplicação. A formação de uma grande equipe 
de colaboradores capacitados e a execução de atividades técnicas necessárias ao agendamento da 
aplicação também será essencial para o sucesso da aplicação. 
Assim, no período da avaliação, em cada estado da federação, contará com uma equipe de campo 
composta por um Coordenador Estadual, Subcoordenador Estadual de Logística, Coordenadores de 
Polo, Aplicadores e Aplicadores Especializados. As atribuições e responsabilidades dessa equipe são 
as seguintes: 
Coordenador Estadual de Logística 
Um Coordenador Estadual será indicado pela respectiva Secretaria Estadual de 
Educação e o outro será indicado pela Instituição Aplicadora na UF. Ambos serão 
responsáveis pelo planejamento, coordenação e supervisão da execução de todas as 
atividades relacionadas à aplicação da avaliação a serem realizadas na respectiva UF. 
Os Coordenadores Estaduais realizam o dimensionamento dos polos, juntamente com a 
Instituição Aplicadora; selecionam os Coordenadores de Polo e Subcoordenadores; 
orientam e supervisionam a seleção e contratação dos locais para funcionamento dos 
polos; acompanham e monitoram o recebimento dos materiais nos polos; acompanham 
os agendamentos e as aplicações bem como a devolução dos materiais administrativos 
e de aplicação à Instituição Aplicadora. 
 
Subcoordenador Estadual de Logística 
O Subcoordenador Estadual de Logística deve auxiliar os Coordenadores Estaduais na 
coordenação das atividades nos polos sob sua responsabilidade, acompanhando a 
aplicação nesses polos e orientando os Coordenadores de Polo sempre que necessário. 
O Subcoordenador auxilia os Coordenadores Estaduais de Logística na seleção e 
contratação dos Coordenadores de Polo; auxilia os Coordenadores de Polo na seleção e 
contratação dos locais de funcionamento dos polos; acompanha o recebimento dos 
materiais administrativos e de aplicação nos polos sob sua supervisão; auxilia os 
Coordenadores de Polo na seleção dos Aplicadores, especialmente dos Aplicadores 
Especializados; presta assessoria às escolas para esclarecimentos sobre a avaliação; 
identifica situações de contingência e ocorrências que interfiram no processo de 
aplicação; repassa aos Coordenadores de Polo as informações recebidas pelos 
Coordenadores Estaduais; monitora o cumprimento do cronograma de aplicação nos 
polos sob sua responsabilidade bem como a devolução dos materiais administrativos e 
de aplicação. 
 
Coordenador de Polo 
O Coordenador de Polo é responsável pela coordenação das atividades inerentes às 
aplicações do polo sob sua responsabilidade, atuando no recebimento, na conferência e 
na devolução dos materiais; na capacitação dos Aplicadores e do Apoio Logístico; no 
agendamento e na organização das aplicações. 
 
 
 
87 
 
O Coordenador de Polo seleciona os locais para funcionamento do polo; realiza visita 
de vistoria do local selecionado para abrigar o polo; seleciona os Aplicadores, os 
Aplicadores Especializados e o Apoio Logístico; recebe no polo os materiais 
administrativos e os malotes de aplicação de cada escola; realiza o agendamento das 
aplicações com as escolas, seguindo o roteiro de agendamento; organiza o mapa de 
aplicações, contendo a distribuição dos Aplicadores por turma; monitora e acompanhar 
as aplicações; recebe no polo, ao final de cada dia de aplicação, os materiais de cada 
turma; registra todas as ocorrências da aplicação e informá-las ao Subcoordenador 
responsável pelo polo; ao final da aplicação, devolve aos Correios todo o material de 
aplicação e administrativo. 
 
Apoio Logístico 
O Apoio Logístico é responsável por apoiar o Coordenador de Polo na organização do 
material de aplicação – abertura dos malotes, conferência, distribuiçãoe recebimento -, 
podendo, também auxiliar com os registros no sistema. 
 
Aplicador 
O Aplicador Regular é responsável pela aplicação das provas dos alunos. 
 
O Aplicador apresenta-se à direção da escola, portando documento de identificação 
com foto; confirma com o Diretor ou o responsável pela escola o quantitativo de 
alunos da turma para a qual aplicará a avaliação; apresenta-se na sala de aula e solicita 
aos alunos que organizem as carteiras em filas; distribui a prova e solicita ao aluno o 
preenchimento da lista de presença; autoriza o início da prova; supervisiona o 
andamento da aplicação e preenche os materiais administrativos; recolhe todo material, 
ao término da aplicação, e confere se todos os documentos foram recolhidos e 
preenchidos corretamente. 
 
Aplicador Adicional Regular 
O Aplicador Adicional Regular é responsável pela aplicação das provas dos alunos 
que, por necessitarem de tempo adicional, precisam ser deslocados para sala à parte. 
Possui as mesmas funções do Aplicador Regular. 
 
Aplicador Especializado 
Aplicador habilitado para a aplicação das provas a alunos com cegueira, surdez e 
surdocegueira indicados no Censo. 
 
 
 Os materiais administrativos serão encaminhados aos Coordenadores de Polo para 
distribuição aos Aplicadores e execução da aplicação. Abaixo os layouts de 2015, que serão os 
mesmos para a edição do SAEB 2017. 
 
 
88 
 
 
 
 
Modelos de Materiais Administrativos 
 Ata de Turma 
 
 
 
89 
 
 
 
 
 
 
90 
 
 
 
 Cartão-Resposta do Questionário do Diretor 
 
 
 
 
91 
 
 
 Cartão-Resposta do Questionário do Professor 
 
 
 
 
92 
 
 
 
 
 
 
 
93 
 
 Lista de Presença 
 
 
 
 
 
94 
 
 Relatório de Aplicação de Turma 
 
 
 
 
 
 
95 
 
 
 Termo de Malotes 
 
 
 
96 
 
 
 
 
 
 
97 
 
 
 Lista de Frequência/Termo de Sigilo, Compromisso e Confidencialidade – Aplicadores e Apoio 
Logístico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
98 
 
 
ENCARTE “D” - Procedimentos referentes ao Atendimento Especializado. 
 
 
No SAEB 2017 a estratégia para aplicação aos estudantes com algum tipo de deficiência seguirá os moldes da ANA 
2016, conforme planilha acima. 
 
Exceções à regra geral acima: 
a) Alunos Cegos 
• Alunos cegos registrados no Censo 2017 que não souberem Braille: serão atendidos nos dois dias 
de aplicação com prova ledor e auxilio ledor. A prova ledor acompanha a prova Braille no envelope 
de provas. 
• Alunos cegos NÃO registrados no Censo 2017, mas matriculados em escola que receba prova 
Braille: serão atendidos em sala individual com prova Braille de aluno previsto acompanhado por 
professor disponibilizado pela escola e mais um aplicador extra. 
• Alunos cegos NÃO registrados no Censo 2017 e sem previsão de prova Braille na escola: serão 
atendidos em sala individual com prova regular lida por professor disponibilizado pela escola e mais 
um aplicador extra. Nesse caso, o professor deverá ler o teste inteiro para o aluno. 
b) Alunos Surdos 
• Toda prova em vídeo libras de Matemática será acompanhada de um teste adaptado impresso em 
português. 
• Para os alunos registrados no Censo 2017, caso a escola não tenha suporte de mídia (Computador 
ou DVD e TV) para realizar a aplicação em vídeo libras, os alunos deverão ser agrupados em salas 
com até seis alunos para realização apenas de prova regular com auxilio de intérprete de libras 
disponibilizado pelas Instituições Aplicadoras; 
• Toda prova em vídeo libras será acompanhada de uma prova regular em português; 
 
 
99 
 
• Alunos surdos NÃO registrados no Censo 2017 que tenham sido informados somente no 
agendamento serão agrupados em salas de até seis alunos, realizarão provas regulares e serão 
atendidos pelo profissional da escola, acompanhados por aplicador extra. 
 c) Alunos com Baixa Visão 
• Os alunos com baixa visão registrados no Censo Escolar 2017 que, de acordo com o 
agendamento, não precisem de auxílio ledor oferecido pela escola serão agrupados em sala separada 
e realizarão testes ampliados ou superampliados, com acompanhamento de profissional da escola e 
de uma aplicador extra. 
• Aqueles que precisem de auxílio ledor da escola deverão receber atendimento individual. 
d) Alunos com altas habilidades ou superdotação 
• Deverão realizar os testes sem tempo adicional e em sua sala de aula regular, desde que a escola 
não solicite o ensalamento separado no agendamento. 
e) Alunos do Grupo C 
• Os alunos do grupo C que não precisem de auxílio ledor oferecido pela escola deverão ser 
agrupados em sala separada de sua turma regular para realização dos testes, com acompanhamento 
de aplicador extra. 
f) Transporte das provas os casos de mudança de sala: 
• Se essa situação de agrupamento for detectada no agendamento ou durante a aplicação, haverá um 
aplicador extra pra essa sala e ele levará essas provas no envelope de provas que foi aberto. A lista 
de presença e a ata de sala serão da sala original. Depois, todo o material aplicado volta com o 
material da sala regular e o aplicador da sala regular fará a transcrição dessa aplicação realizada em 
outra sala. 
 
Observação: Onde se lê 01 estudante por sala, leia-se 06 estudantes por sala. Referente ao item 
1 “cegueira” da Planilha constante no Encarte “D”.

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