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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO .................................................................................................. 11
Capítulo I
ABERTURA EPISTÊMICA DO DIREITO CONSTITUCIONAL ................... 13
André Ramos Tavares
1. A evolução/involução do Direito no Positivismo............................................... 13
2. Constitucionalismo ............................................................................................. 19
3. Concepção de Constituição aberta e sua Multidisciplinaridade ......................... 20
3.1. A sociedade aberta dos intérpretes constitucionais: 
reforço à Multidisciplinaridade do Direito Constitucional. ..................... 24
4. Casuística ........................................................................................................... 25
5. Considerações fi nais ........................................................................................... 27
6. Bibliografi a ......................................................................................................... 28
Capítulo II
O NEOCONSTITUCIONALISMO 
NO BRASIL: RISCOS E POSSIBILIDADES .................................................... 31
Daniel Sarmento
1. Introdução .......................................................................................................... 31
2. O que é o Neoconstitucionalismo? .................................................................... 32
3. A Recepção do Neoconstitucionalismo no Brasil ............................................. 43
4. Três Objeções ao Neoconstitucionalismo .......................................................... 52
5. Conclusão ........................................................................................................... 67
Capítulo III
JUSTIÇA, DIREITO E DEMOCRACIA NA TEORIA DE JOHN RAWLS .... 69
André Gualtieri de Oliveira
1. Introdução ......................................................................................................... 69
2. A crise da justiça na modernidade ...................................................................... 69
3. A proposta da justiça como eqüidade ................................................................. 75
3.1. Os dois princípios de justiça .................................................................... 77
3.2. A razão pública ........................................................................................ 82
4. Bibliografi a ......................................................................................................... 87
Capítulo IV
PAPÉIS DO DIREITO CONSTITUCIONAL NO FOMENTO 
DO CONTROLE SOCIAL DEMOCRÁTICO: 
ALGUMAS PROPOSTAS SOBRE O TEMA DA INFORMAÇÃO .................. 89
Ana Paula de Barcellos
1. Democracia, controle social e direito ................................................................. 89
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2. Problemas na informação ................................................................................... 98
2.1. Volume e complexidade da informação sobre a ação estatal. 
 A interpretação do Estado federal e o controle social .............................. 99
2.2. Os deveres de publicidade e prestação de contas. 
O direito à informação e o controle social. Notas gerais ......................... 104
2.3. Densifi cando os deveres de publicidade 
 e prestação de contas e o direito à informação: 
 como informar, o que informar e quando informar.................................. 112
3. Conclusões ........................................................................................................ 118
Capítulo V
A INTERPRETAÇÃO CONSTITUCIONAL: 
UMA ABORDAGEM FILOSÓFICA ................................................................... 121
Ricardo Maurício Freire Soares
1. Hermenêutica e interpretação ............................................................................. 121
2. Raízes fi losófi cas da hermenêutica jurídica ....................................................... 123
3. Interpretação do Direito Constitucional: uma atividade de compreensão ........ 126
4. Tecnologia hermenêutica: da letra ao espírito do Direito Constitucional .......... 128
5. Do subjetivismo ao novo objetivismo em Direito Constitucional ..................... 130
6. O neoconstitucionalismo e a nova interpretação constitucional ...................... 133
7. O pluralismo da interpretação constitucional: 
 hermenêutica sem hermetismo .......................................................................... 137
Considerações fi nais .................................................................................................. 139
Referências ................................................................................................................ 139
Capítulo VI
NOVOS PARADIGMAS E CATEGORIAS 
DA INTERPRETAÇÃO CONSTITUCIONAL ................................................... 141
Luís Roberto Barroso
1. Premissas metodológicas da nova interpretação constitucional ......................... 141
1.1. A norma, o problema e o intérprete ......................................................... 142
1.2. Algumas categorias jurídicas utilizadas pela nova interpretação 
constitucional ........................................................................................... 144
2. Os conceitos jurídicos indeterminados............................................................... 146
3. A normatividade dos princípios ......................................................................... 150
3.1. Recapitulando os conceitos fundamentais ............................................... 150
3.2. Modalidades de efi cácia dos princípios constitucionais .......................... 151
3.2.1. Efi cácia direta .............................................................................. 152
3.2.2. Efi cácia interpretativa .................................................................. 153
3.2.3. Efi cácia negativa .......................................................................... 153
3.3. Algumas aplicações concretas dos princípios .......................................... 154
4. A colisão de normas constitucionais .................................................................. 161
5. A técnica da ponderação..................................................................................... 165
6. A argumentação jurídica .................................................................................... 170
MARCELO NOVELINO
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6.1. Algumas anotações teóricas ..................................................................... 170
6.2. Alguns aspectos práticos .......................................................................... 172
Capítulo VII
A TEORIA DA PONDERAÇÃO DE VALORES 
E OS DIREITOS FUNDAMENTAIS: AVANÇOS E CRÍTICAS ....................... 183
Álvaro Ricardo de Souza Cruz
Felipe Faria de Oliveira
1. Os direitos fundamentais: do jusnaturalismo ao pós-positivismo ...................... 183
2. A proporcionalidade e a ponderação de valores: 
 por um correto entendimento da teoria de Robert Alexy ................................... 188
3. Aspectos problemáticos da ponderação de valores. ........................................... 193
Bibliografi a ............................................................................................................... 203
Capítulo VIII
A RAZOABILIDADE NA DOGMÁTICA 
JURÍDICA CONTEMPORÂNEA: 
EM BUSCA DE UM MAPA SEMÂNTICO ......................................................... 207
Thomas da Rosa de Bustamante
1. Introdução.......................................................................................................... 207
2. Contextos de aplicação da razoabilidade ........................................................... 208
3. Fundamento do princípio da razoabilidade ........................................................ 209
4. Natureza da exigência de razoabilidade ............................................................. 210
5. Para um mapa semântico do postulado da razoabilidade. .................................. 211
5.1. Razoabilidade e aceitação social em Chaïm Perelman ........................... 211
5.2. Razoabilidade em sentido amplo: um conceito compreensivo ................ 212
5.3. Razoabilidade como proporcionalidade ................................................... 213
5.4. Razoabilidade como eqüidade ................................................................. 214
5.5. Razoabilidade como dever de congruência ............................................. 217
5.6. Razoabilidade e a relação entre os critérios 
 de diferenciação e as medidas adotadas pelo legislador .......................... 219
5.7. Razoabilidade como um mínimo de justiça material ............................... 220
5.7.1. Razoabilidade e aceitabilidade axiológica em Aulis Aarnio ....... 220
5.7.2. Alexy e sua interpretação da fórmula de Radbruch .................... 222
5.7.3. Em busca dos critérios mínimos para a aplicação da fórmula 
de Radbruch (ou – por que não? – fórmula da razoabilidade).... 226
6. Considerações fi nais ........................................................................................... 228
7. Referências bibliográfi cas .................................................................................. 228
Capítulo IX
NOÇÕES FUNDAMENTAIS SOBRE O PRINCÍPIO 
CONSTITUCIONAL DA PROPORCIONALIDADE......................................... 231
Willis Santiago Guerra Filho
1. Signifi cado atual do Princípio da Proporcionalidade na Filosofi a do Direito .... 231
SUMÁRIO
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2. Origem da idéia de proporcionalidade ............................................................... 232
3. A proporcionalidade em um ordenamento 
 jurídico de regras, princípios e procedimento .................................................... 234
4. A elevação do Princípio da Proporcionalidade ao nível constitucional 
 pelo Tribunal Federal Constitucional alemão .................................................... 240
5. O desconhecimento do Princípio da Proporcionalidade 
 na tradição publicista latina ................................................................................ 246
6. O reconhecimento do Princípio 
 da Proporcionalidade no Direito Brasileiro........................................................ 247
Bibliografi a ............................................................................................................... 254
Capítulo X
DIREITOS FUNDAMENTAIS E PROPORCIONALIDADE: 
NOTAS A RESPEITO DOS LIMITES E POSSIBILIDADES 
DA APLICAÇÃO DAS CATEGORIAS DA PROIBIÇÃO 
DE EXCESSO E DE INSUFICIÊNCIA EM MATÉRIA CRIMINAL ................. 257
Ingo Wolfgang Sarlet
1. Notas introdutórias ............................................................................................. 257
2. A perspectiva jurídico-objetiva dos direitos fundamentais 
 e sua função como imperativos de tutela ou deveres 
 de proteção do Estado: signifi cado e principais desdobramentos ...................... 260
3. A dupla via do princípio da proporcionalidade: o legislador e o juiz 
 entre proibição de excesso e proibição de insufi ciência ..................................... 267
4. Algumas refl exões sobre a possível aplicação da proibição de excesso 
 e da proibição de insufi ciência em matéria penal à luz de alguns exemplos ..... 276
Capítulo XI
ADEUS À SEPARAÇÃO DE PODERES? ........................................................... 283
João Maurício Adeodato
Introdução: generalidade da lei, criação do direito 
pelo judiciário e dissociação entre texto e norma. .................................................... 283
1. Teorias da única decisão correta ........................................................................ 285
2. Teorias da moldura ............................................................................................. 287
3. Teorias realistas .................................................................................................. 289
4. Conclusão: separação de poderes e complexidade ............................................. 290
Capítulo XII
DIREITO JUDICIAL E TEORIA DA CONSTITUIÇÃO .................................. 293
Emerson Garcia
1. Aspectos Introdutórios ....................................................................................... 293
2. Individualidade Existencial do Direito Judicial ................................................. 296
3. Direito Judicial e Legitimidade do Poder Judiciário .......................................... 298
4. A Dicotomia Norma Geral – Norma Individual ................................................. 301
5. O Direito Judicial e a Preservação da Constituição ........................................... 303
MARCELO NOVELINO
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6. As Omissões Legislativas e o Direito Judicial ................................................... 305
7. O Direito Judicial e a Densifi cação das Normas 
 Constitucionais de Estrutura Aberta ................................................................... 312
8. A Força Normativa dos Precedentes 
 e a Generalização das Individualidades ............................................................. 316
9. Epílogo ............................................................................................................... 319
Capítulo XIII
INTRANQÜILIDADES, POSITIVISMO 
JURISPRUDENCIAL E ATIVISMO JURISDICIONAL 
NA PRÁTICA CONSTITUCIONAL BRASILEIRA .......................................... 321
Daniel Giotti de Paula
1. Introdução .......................................................................................................... 321
2. ‘Democracia agonal’: uma parceira com o Direito ............................................ 323
3. Política e Direito na interpretação constitucional .............................................. 327
4. O papel do Tribunal Constitucional ................................................................... 330
5. Intranqüilidade no lugar de conclusão .............................................................. 334
Bibliografi a ............................................................................................................... 342
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