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Fenômenos de Transporte Cap. 5 – Aula 12 e 13 Prof. Dr. Welber Gianini Quirino wgquirino@fisica.ufjf.br ICE / Departamento de Física UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora 5.0 – Condução de calor em Regime Transitório Vamos estudar 2 casos Método da Capacidade térmica concentrada (T é dependente do tempo, mas uniforme em todo o sistema) Temperatura não é uniforme no sistema Método da Capacidade Térmica Concentrada Se gradientes de temperatura no interior do sólido podem ser desprezados, (resistência interna desprezível), uma abordagem comparativamente mais simples, conhecida por método da capacitância global, pode ser usada para determinar a variação da temperatura com o tempo. Sistemas com resistência interna desprezível ✓ Não existe na realidade materiais com k → . ✓ Mas problemas podem ser rapidamente solucionados com precisão aceitável pela suposição de que a resistência condutiva interna do sistema é tão pequena que a temperatura em seu interior é substancialmente uniforme em qualquer instante. ✓ A situação é justificada quando a resistência térmica externa entre a superfície do sistema e o meio ao seu redor é tão grande, quando comparado à resistência térmica interna do sistema, que ela controla o processo de transferência de calor. ie RR s c e i k Lh R R Bi == iR eR T kq S Lc → Dimensão de comprimento significativo (corrigido), obtida pela divisão do volume do corpo por usa área superficial. O erro em placas planas, ou com formatos que se aproximem de cilindros ou esferas, será 5% quando Ri 10% da Re, isto é: 1,0 s c k Lh Sistemas com resistência interna desprezível Desenvolvimento através de exemplo Fig. - Resfriamento de um metal quente Ao desprezar os gradientes de temperatura no interior do sólido a resposta transiente da temperatura é determinada pela formulação de um balanço global de energia no sólido. Rcond pequena Rconv grande Aplicando a equação da Energia Fazendo Separando as variáveis e integrando a partir das condições iniciais t = 0 T(0)=Ti gersaientacu EEEE +−= ( )−−= TThA dt dT Vc s ) dt dT dt dθ ; cteT com ),T-(T (onde θ dt dθ hA ρVc s ===−= −=− t i dt 0s θ dθ hA ρVc onde −= TTii Efetuando as integrações ou i s ln hA ρVc =t − = − − = t i e TT TT ρVc hA i s θ Temos o tempo, dado a dif. de temperatura Temos a dif. de temperatura, dado o tempo − = t e ρVc hA i s θ ou Interpretando Vc/hAs como uma constante de tempo térmica: onde Rt - Resistência a transferência de calor por convecção Ct - Capacitância térmica global do sólido ( ) ttt CR= == ρVc hA 1 hA ρVc ss • Qualquer aumento em Rt ou Ct causará uma resposta mais lenta do sólido a mudanças em seu ambiente térmico. • Esse comportamento é análogo ao decaimento da voltagem que ocorre quando uma capacitor é descarregado através de um resistor em um circuito elétrico RC − = − − = t i e TT TT ρVc hA 1 i s θ − = − − = t i e TT TT ttCR 1 i θ − = − − = t i e TT TT t 1 i θ Analogia entre o circuito térmico e elétrico S )(dtT cVC = q sAh R 1 = T = E ReCe T ou E Ti ou Ei dt dE C R EE i e e −= − = − = − − tRC i e EE EE ee 1 dt dT C R TT q −= − = − = − − = t i e TT TT t 1 i θ S )(dtT cVC = q sAh R 1 = T = E ReCe T ou E Ti ou Ei − − TT TT i )(st0 1 − − EE EE i )(st0 1 Analogia entre o circuito térmico e elétrico Outra maneira de expressar a equação Utilizando a relação Bi.Fo L αt k hL ρcL tk k hL ρcL ht ρVc hA 2 cs c 2 c s s c c s == = = t − = − − = t i e TT TT ρVc hA i s θ Bi e Fo são números adimensionais, assim: ( )FoBi i e TT TT . i θ − = − − = Para determinar o total de energia transferida Q Substituindo na equação integrando Obs.: == tt dtqdtq 0 s 0 hA dteq t t Vc hA i s − = 0 shA ( ) −= − t Vc hA i s eVcq 1 t att at a e dte 00 = − = t e ρVc hA i s θ ( ) −= − t1 t i eVcq Ou q está relacionada com a variação de energia interna do sólido ( ) −−= − t1 t iacu eVcE acuEq −= Assim No processo de têmpera, Q é positivo e o sólido experimenta um decréscimo na energia interna. Metódo da Capacitância Global Bi << 1 Metódo da Capacitância Global Bi << 1 (30 pontos) Uma salsicha de cachorro-quente é posta para cozinhar em água fervente (100ºC). Ela está inicialmente a uma temperatura uniforme de 0ºC, o coeficiente médio de transferência de calor por convecção é de 40W/m2K e a temperatura final no eixo central da salsicha é de 80ºC. Considerando a salsicha como um cilindro de raio de 10 mm, tendo como propriedades térmicas (ρ = 880 kg/m3, cp = 3350 J/kgK e ks = 2,0W/mK), determine o tempo de cozimento. Além disso, determine a transferência de calor por unidade de comprimento durante esse período. 5.5 - Placa Plana com convecção Problemas de calor transitório no qual a temperatura no interior do sólido não é uniforme, Bi ~ 1 ou Bi > 1. Se as temperaturas sobre as duas superfícies forem uniforme, o problema será unidimensional e transitório e não havendo fontes de calor: Lx x T t T = 0 1 2 2 Note que a difusividade térmica influencia a taxa temporal de variação da temperatura. Como a Temperatura deve ser função do tempo e da dimensão (neste caso – x), podemos supor uma solução do tipo: k c = 1 t T1 q k 1 T G 2 =+ )()(),( txXtxT = Observe que: 2 2 2 2 x X Θ x T e t Θ X t T = = Podemos agora separar as variáveis 2 2 xX 1 t Θ Θ 1 = Como nenhum lado se altera com variações de t e x, os dois lados são iguais a uma constante que chamaremos de . X(x) x )( Θ(t) t Θ(t) 2 2 = = d xXd d d A solução geral para a primeira é do tipo 2t- 1 - onde eCΘ(t) 2 == Como vimos antes, a solução da segunda (eq. De 2ª. ordem em x), é: 02 2 2 =+ X dx Xd xsenCxCX 32 cos += A solução geral para a EDO em x é: Portanto a solução geral T(x,t) é: ( )( )xsenCxCeCXT t 321 cos2 +== − ( )xBsenxAetxT t += − cos),( 2 Onde A=C1C2 e B=C1C3 são constantes a determinar a partir das condições de contorno do problema ( )( ) i Lx Lx TT T L T TT 0t kh x x 0 x 0x s == −= −= = = = = = = 1 cos),( 2 n nn t xAetxT n A solução completa é formada como a soma das soluções correspondentes a cada valor característicos: Em t = 0, = == 1 cos)0,( n nni xATxT Sendo a ortogonalidade das funções caracterísiticas cosx (entre 0 e L, pode-se determinar An: ( ) LLsenL LsenTT A nnn ni n cos 2 + − = Por fim, para expressar a temperatura na placa em termos de módulos adimensionais convencionais, fazemos n=n/L. A forma final da solução, obtidas pela substituição dos Ans é: ( ) ( ) = − + = − − 1 cos 2 ),( 22 n nnn nLt i sen Lxsen e TT TtxT n ( )hkLTTtxTT i ,,,,,,, = A taxa de variação da energia interna da placa por área unitária da superfície, dQ/dt, é fornecida por ( ) ( ) = + −−= 1 2 2 0 cos 12 2 n nnnn nFo sen sen eLcTTQ n Lx s x T k A q dt dQ = −== Que substituindo a solução T(x,t) e integrando entre t = 0 e t, resulta: Podemos escrever em termos de módulos adimensionais Temperaturas adimensional Coordenada espacial adimensional Tempo adimensional Fo L t t == 2 * − − == TT TT ii * L x x =* Fox = * * * 2 2 Equação Diferencial ( ) ! ! ! hα,k,L,,T,Tt,x,TT i = Solução Exata adimensional Parede Plana com Convecção ou onde = −= 1 *)cos(* 2 n n Fo n xeC n *)cos(* *0 xn = )2(2 4 nn n n sen sen C + = Bitg nn = 2 cL t Fo = Como as condições convectivas nas superfícies em x* = 1 são as mesmas, a distribuição de temperaturas em qualquer instante tem que ser simétrica em relação ao plano central x*=0 ),*,(* BiFoxf= ( ) ! ! ! hα,k,L,,T,Tt,x,TT i = Soluções Aproximadas Parede Plana com Convecção ou onde Para Fo > 0,2 * pode ser aproximado pelo 1º termo da série *)cos(* 11 2 1 xeC Fo −= *)cos(* 1 * 0 x = oF i eC TT TT 1 2 1 0* 0 = − − = Soluções Aproximadas Parede Plana com Convecção ou onde Para Fo > 0,2 * pode ser aproximado pelo 1º termo da série *)cos(* 11 2 1 xeC Fo −= *)cos(* 1 * 0 x = )2(2 4 11 1 1 sen sen C + = Bitg =11 2 cL t Fo = Soluções Aproximadas → Coeficientes 1 e C1 para parede plana, cilindro e esfera Soluções Aproximadas → Coeficientes 1 e C1 para parede plana, cilindro e esfera Transferência total de energia → Em termos de calor )0()( EtEQ −−= −=− −− = dV VV dV TT TtxT Q Q i i i *)1( 1),( acusaient EEE =− → Balanço de Energia É interessante adimensionalizar o resultado em termos de Qi (energia interna inicial) )0()(0 EtE acu Q saient EEE −= =− parededavol i dVTtxTcQ . ),( −−= )( −= TTVcQ ipi * 1 1)(1 o i sen Q Q −= Usando-se a forma aproximada da distribuição de temperaturas para a parede plana obtemos: → Parede Plana Transferência total de energia *)cos(* 1 * 0 x = ( )( ) −= dVxVQ Q i * 1 * 0 cos1 1 onde oF i eC TT TT 1 2 1 0* 0 = − − = Têmpera é um processo no qual o material é reaquecido e, então, resfriado para ficar menos quebradiço. Em um processo de têmpera, uma lâmina de vidro que se encontra inicialmente a uma temperatura uniforme Ti é subitamente resfriada pela redução da temperatura em ambas as superfícies para Ts. A lâmina tem uma espessura de 20mm e o vidro possui uma difusividade térmica de 6x10-7 m2/s a) Quanto tempo levará até que a temperatura no plano central da lâmina atinja 50% da sua máxima redução de temperatura possível? b) Se (Ti-Ts)=300ºC, qual é o máximo gradiente de temperara no vidro no instante de tempo supracitado? Exercício – 5.43 - Incropera Dicas: T = Ts → <h> = , logo Bi = , logo – Método da Capacitância global não poderá ser usado. A solução deve ser exata! Porém, antes veja se Fo > 0,2 → * pode ser aproximado pelo 1º termo da série Solução Fo > 0,2 → * pode ser aproximado pelo 1º termo da série. Fo = 0.379 T(x,t) Bi<=0,1 Mcc Bi > 0,1 Método Exato Biot = (hL/k) - parede Biot = (hr/k) - cilindro Biot = (hr/k) - esfera Somatório Infinito Fo > 0,2 Aproximação ao primeiro termo da série Gráfico Biot = (hL/k) - parede Biot = (h(r/2)/k) - cilindro Biot = (h(r/3)/k) - esfera Resumo Extra – Gráficos para a Condução Transitória de Calor – Soluções Unidimensionais Para condução transitória de calor em várias formas simples, sujeitas às condições de contorno de importância prática, foram calculados a distribuição de temperaturas e o fluxo de calor. Os resultados estão disponíveis na forma de gráficos ou tabelas. Nesta seção mostraremos a aplicação desses gráficos em problemas com Bi maior que 0,1. Onde o subscrito s se refere às condições na superfície e n à coordenada na direção normal à superfície. Deve-se observar que o caso limite de Bi → corresponde a uma resistência térmica desprezível na superfície (hc →), de forma que a temperatura superficial é especificada como igual a T para t 0. ( ) s sc n T kTTh −=− As três geometrias simples, para as quais foram preparados resultados em gráficos são: 1 – Uma placa infinita de largura 2L 2 – Um cilindro infinitamente longo de raio r0 3 – Uma esfera de raio r0 As condições de contorno para as três situações são similares. ✓ O gradiente de temperatura no plano central da placa, no eixo do cilindro e no centro da esfera seja igual a zero (ausência de fluxo de calor nesses locais) ✓ O calor conduzido para (ou a partir de) uma superfície seja transferido por convecção para (ou de ) um fluido à T por meio de um coeficiente de transferência de calor por convecção médio e constante <hc>, ou Para cada geometria há três gráficos: os dois primeiros para as temperaturas e o terceiro para o fluxo de calor - Os gráficos de temperaturas: dois gráficos inter-relacionados que fornecem a temperatura adimensional no centro ou ponto médio, como função do número de Fourier, ou seja, tempo adimensional e com o inverso do número de Biot como o parâmetro constante, que é definida como: * 0 ),0(),0( − − t TT TtT i As condições iniciais para as três soluções gráficas exigem que o sólido esteja inicialmente a uma temperatura Ti e que, ao iniciar a condição transitória no tempo zero, a superfície do corpo esteja em contato com um fluido a T . As soluções para os três casos estão representadas graficamente em termos de parâmetros adimensionais. A forma desses parâmetros estão resumidas na tabela 2.3. Figura 2.37 – Temperaturas transitórias e fluxo de calor adimensionais em uma placa de largura 2L Figura 2.37 – Temperaturas transitórias e fluxo de calor adimensionais em uma placa infinita de largura 2LPara determinar a temperatura local em qualquer tempo t, forme o produto: − − − − = − − TtT TtxT TT TtT TT TtxT ii ),0( ),(),0(),( ),0( ),(),0(),( t txt TT TtxT ii = − − A taxa instantânea de transferência de calor para ou a partir da superfície do sólido pode ser calculada pela lei de Fourier, uma vez que a distribuição de temperaturas é conhecida. 1º Gráfico 2º Gráfico Figura 2.37 – Fluxo de calor A variação na energia interna entre t = 0 e t = t pode ser obtida pela integração das taxas instantâneas de transferência de calor. Indicado por Q(t) a energia transferida ao fluido no tempo t (calor total) e por Qi a energia inicial no sólido em t = 0 (tabela 2.3), as razões Q(t)/Qi são representeadas graficamente em relação a (Bi)2Fo, para vários valores de Bi. Q(t) 0 Calor flui Superfície → Fluido (resfriando) Exemplo Uma grande parede de concreto, com 50 cm de espessura, está inicialmente a 60 ºC. Um lado da parede está isolado. O outro lado é rapidamente exposto a gases quentes de combustão a 900 ºC, de coeficiente de transferência de calor de 25 W/m2K. Determine: (a) O tempo necessário para a superfície isolada atingir 600 ºC; (b) A distribuição de temperaturas na parede naquele instante; (c) O calor transferido durante o processo; As propriedades físicas médias são: ks = 1,25 W/mK c = 837 J/KgK = 500 Kg/m3 = 0,30 x 10-5 m2/s L ------ 0 ----- L Observe que a espessura da parede é igual a a L, pois a superfície isolada corresponde ao plano central (x = 0) de uma placa de espessura 2L. Portanto, podemos usar a razão entre as temperaturas para a superfície isolada, no tempo solicitado usando-se a expressão para a parede 2L: 357,0 90060 900600),0( central linha para índice 0 = − − = − − → TT TtT i ( )( ) 10,0 5,025 25,11 2 === mkmW mKW Lh k Bi c s Fo = 0,7 ( )( ) hst sm m t L t Fo 2,16333.58 103,0 5,07,0 25 2 2 2 == == − A partir da figura verificamos que para as condições acima, o número de Fourier = 0,70 no plano médio, Portanto: A distribuição de temperaturas na parede, 16 horas após o início da situação transitória, pode ser obtida da Figura 2.37(b) para os vários valores de x/L, como mostrado a seguir: 1,0 0,8 0,6 0,4 0,2 0,13 0,41 0,64 0,83 0,96 10,0 1 = Bi x (m) 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0,0 39 123 192 249 288 300 861 777 708 651 612 600 A partir dos dados adimensionais anteriores, podemos obter a temperatura vs distância da parede isolada: O calor transferido para a parede por metro quadrado da área superficial durante a situação transitória pode ser obtido a partir da figura 2.37(c). Para Bi=10, Fo=0,7 implica em Bi2Fo = 70. Logo valor de na 2.37(c) é: Q”(t)/Q”i = 0,7. O calor transferido para a parede por metro quadrado da área superficial durante a situação transitória pode ser obtido a partir da figura 2.37(c). Para Bi=10, Fo=0,7 implica em Bi2Fo = 70. Logo valor de na 2.37(c) é: Q”(t)/Q”i = 0,7. 1010,0 1 == Bi Bi ( ) ( ) ( )( )( )( ) 28 3 10230,1)( )7,0(8405,0500837)7,0()( logo , 70,0 )( mJtQ KmmkgkgKJTTLctQ TTLcQ Q tQ i ii i −= −=−= −= = Dessa forma obtemos, O sinal negativo indica que o calor foi transferido para a parede e a energia interna aumentou durante o processo. Seja o estágio de reaquecimento para uma placa de aço com espessura 100 mm, 1m largura e 1m de altura ( = 7830 kg/m3, c = 550 J/(kg.K), k = 48 W/(m.K)) que está inicialmente a uma temperatura uniforme de Ti = 200°C e deve ser aquecido até que seu centro atinja uma temperatura máxima de 550°C. O aquecimento é efetuado em um forno de fogo direto, onde produtos de combustão a T = 800°C mantêm um coeficiente de transferência de calor h = 250 W/(m2.K) em ambas as superfícies da placa. a) Quanto tempo a placa deve ser deixada dentro do forno para que a condição acima seja satisfeita? b) Qual a temperatura na superfície da chapa no instante de tempo supracitado? c) Qual a quantidade total de energia que foi transferida nestas condições? Exercício para fazer em sala Considere um oleoduto de aço inoxidável AISI 1010 que possui 1m de diâmetro e um espessura de parede de 40mm. O Oleoduto é muito bem isolado pelo seu lado externo, e, antes do início do escoamento do fluido, suas paredes se encontram a uma temperatura uniforme de -20ºC. Com o início do escoamento, o óleo quente a 60ºC é bombeado através do oleoduto, gerando na superfície interna do duto condições convectivas correspondentes a um h = 500W/m2K. 1) Quais são os números de Bi e Fo apropriados 8 min após o início do escoamento? 2) Em t=8min, qual é a temperatura na superfície externa do duto coberta pelo isolamento (considere como placa plana) 3) Qual o fluxo térmico do óleo para o duto em t=8min? 4) Qual a quantidade total de energia, por metro linear do oleoduto, que foi transferida do óleo após 8min. Exercício