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INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL ISABELLA RIBEIRO, LUANA MELO, MARCOS CAMPOS, RAIZA BRITO, VICTOR EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO DE HIDRÁULICA EXPERIMENTAL Amostradores de sedimentos e depósitos sólidos SETEMBRO 2019 ISABELLA RIBEIRO, LUANA MELO, MARCOS CAMPOS, RAIZA BRITO, VICTOR ABREU EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO DE HIDRÁULICA EXPERIMENTAL Amostradores de sedimentos e depósitos sólidos Trabalho apresentado à disciplina de Modelagem Física e Numérica em Hidráulica sobre Equipamentos de Medição de Hidráulica Experimental. Professor: Daniel Augusto de Miranda. SETEMBRO 2019 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO A medida da carga de sedimentos tem se tornado atualmente cada vez mais necessária. No Brasil, esses dados e informações são principalmente utilizados em estudos e proteção de reservatórios, sendo também necessários para questões de assoreamento de calhas de rios, contaminantes com os sedimentos, dragagens, erosão ao redor de pilares de pontes, condições sedimentológicas de bacias hidrográficas, problemas em obras hidráulicas, questões ambientais etc. (CARVALHO, 2008). Este trabalho visa expor os equipamentos utilizados para coleta de amostras de sedimentos transportados pelos cursos d’água e medição da espessura de depósitos sólidos, através da conceituação e importância destes para o estudo das redes hidrológicas e posterior caracterização dos amostradores, principalmente daqueles que são utilizados no país. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 SEDIMENTOMETRIA A sedimentometria consiste na medição da quantidade do sedimento transportado pelos cursos d’água e sua execução acontece no posto fluviométrico, sendo necessário o conhecimento das medidas de nível d’água, velocidade da corrente, descarga líquida e outros. A medição acontece através de equipamentos e procedimentos dos métodos diretos e indiretos, sendo que a medida da carga sólida obtida refere-se apenas aos materiais transportados de classificação granulométrica argila, silte e areia. A medição da descarga sólida envolve a medida da descarga líquida, da amostragem do sedimento em suspensão e de material do leito, da temperatura da água e da declividade do gradiente energético da linha d’água. No Brasil, o estudo dos sedimentos é realizado por amostragem de sedimento, análise no laboratório e cálculos de obtenção da descarga sólida, um dos métodos indiretos, devido a relativa facilidade de uso dos equipamentos norte-americanos, que são utilizados em muitos outros países e alguns com fabricação no Brasil. O estudo da sedimentologia fluvial tem fundamental importância visto que o transporte de sedimentos afeta a qualidade e a disponibilização de água, principalmente para consumo humano e em outras finalidades, como em processos industriais que não toleram sedimentos em suspensão na água. A sedimentologia também permite minimizar os efeitos negativos do grande volume de sedimentos levado ao meio natural devido as operações de minas; como a instabilidade nos canais naturais que geram dificuldades, em alguns casos, para a navegação, assim como atuar quando a erosão beneficia a reestruturação da morfologia do canal e o aumento a sua capacidade de fluxo. 2.1.2 AMOSTRADORES Os equipamentos utilizados na medição de sedimentos auxiliam na determinação da concentração e turbidez, nesse caso diretamente no curso d'água, peso seco e de parâmetros e cálculos das descargas em suspensão, do leito (ou arrasto), de material do leito e totais, que serão exemplificados no itens a seguir: 2.1.2.1 AMOSTRADOR DE SEDIMENTO EM SUSPENSÃO Os equipamentos para amostragem de sedimento em suspensão são fabricados em alumínio, bronze ou aço. Quando utilizados juntamente com os materiais auxiliares da hidrometria, são de fácil operação e permitem que sejam realizadas coletas em toda a largura do rio. Sua forma hidrodinâmica possibilita a amostragem por integração na vertical. Porém, devido ao seu tamanho físico, os amostradores existentes coletam amostras até um certo limite do leito, que posteriormente é transferida para sacos plásticos. Os amostradores possuem em seu interior uma garrafa de vidro. Aqueles que são constituídos pela garrafa de 0,5L só podem coletar até a profundidade aproximada de 4,5m, e os de garrafa de 1,0L até 7,0 m, porém, deve ser verificado para cada caso os procedimentos de amostragem adequados. O amostrador de saca pode coletar em qualquer profundidade utilizando uma saca de 4,0L ou maior. O amostrador com garrafa precisa de um suspiro para expulsão do ar, enquanto que o amostrador de saca faz a coleta com a saca comprimida, isenta de ar. É fabricado no país, mas deve ser melhorado para se tornar mais operacional a partir de uma canoa pela redução da distância não amostrada. No país são fabricados os amostradores DH-48, DH-59 e D-49, o que representa pouco em relação às diversas condições encontradas nos rios brasileiros (Aneel,2000). Estes amostradores possuem as seguintes características: ➢ DH-48: fabricado em alumínio fundido com corpo de forma hidrodinâmica, é leve, sendo usado somente em condições de baixa velocidade. Possui haste para operação a vau ou de canoa, que permite a coleta por integração na vertical em dois sentidos em até 2,7m de profundidade, garrafa de 0,5L e bico de 1/4”, que pode ser trocado para diâmetros menores que 3/16” e 1/8”, com a finalidade de se adaptar a um dispositivo para uso em suspensão para amostragens em profundidades de até 4,5m. Pode também ser fabricado para utilizar uma garrafa de 1,0L permitindo amostragens até 6,0 a 7,0m, de acordo com a velocidade da corrente e o bico a ser utilizado. É fabricado empresa americana Rickly e nacionalmente pela empresa JCTM. Figura 1 – Amostrador DH 48 Fonte: http://jctm-hidromet.com.br/novosite/wp-content/pdf/DH_48_amostrador_sedimentos_suspensao.pdf. ➢ DH-49: utilizado em fluxos de velocidade maior, pesa cerca de 30kg, utiliza os três bicos padrões e sua a garrafa de 0,5L colhe amostras até 4,5m de profundidade. Se adaptado para garrafa de 1,0L, pode amostrar em profundidades até 6,0 a 7,0m. É fabricado nacionalmente pela empresa JCTM e Hidrometria. Figura 2 – Amostrador DH 49 Fonte: http://jctm-hidromet.com.br/novosite/wp-content/pdf/DH_48_amostrador_sedimentos_suspensao.pdf; http://www.hidrometria.com.br/agua/index.php?option=com_content&view=article&id=106&Itemid=101. ➢ DH-59: fabricado em bronze, possui especificações técnicas semelhante ao DH-48, porém permite a coleta por integração na vertical em dois sentidos em até 4,5 m de profundidade. É fabricado empresaamericana Rickly e nacionalmente pela empresa JCTM. Figura 3 – Amostrador DH 59 Fonte: http://jctm-hidromet.com.br/novosite/wp-content/pdf/DH_48_amostrador_sedimentos_suspensao.pdf. ➢ AMS-8: equipamento de saca compressível que utiliza um cilindro de alumínio com bocal para adaptação adequada da saca plástica. Possui bicos cambiáveis e um lastro acoplado ao corpo do amostrador devido ao seu tamanho e peso, além de leme para direcionamento do amostrador com a corrente. Devido a, isso a zona não amostrada, ou distância do bico até a posição inferior que é o fundo do lastro, fica superior a 50cm e deve ser medida e anotada na folha de medição. A operação desse amostrador com canoa comum é trabalhosa, devendo ser adotado dispositivo adequado. É fabricado nacionalmente pela empresa JCTM e Hidrometria. Figura 4 – Amostrador AMS - 8 Fonte: http://jctm-hidromet.com.br/novosite/wp-content/pdf/DH_48_amostrador_sedimentos_suspensao.pdf O ADCP (Acoustic Doppler Current Profiler) é um equipamento conhecido por sua utilização na medição da vazão instantânea dos rios, contudo, este também possibilita o conhecimento da descarga de sedimento em suspensão de modo completo, registrando os valores de concentração ao longo da seção e da vertical através o efeito Doppler de retorno de incidência nas partículas. Porém, necessita de uma boa série histórica de dados para calibração do aparelho, que acontece através de softwares, e as implicações técnicas são grandes devido a dispersões do ultra-som oferecido devido as partículas irregulares mais grossas não serem completamente detectadas pelos sensores. Tem como um dos fabricantes a empresa americana Teledyne Isco e nacionalmente pela Clean Environment Brasil. Figura 5 – ADCP Fonte: https://seatronics-group.com/equipment-rental/metocean/adcp/teledyne-rdi-workhorse-sentinel-adcp/ Figura 6 - Fluxo de superfície em perfil ADCP do rio Jacuí em Charqueadas, Rio Grande do Sul, Brasil Fonte: HARTMANN, Carlos; BULLA, Luiz Angelo Sobreiro; FELLINI, Bruno Daldon. Uso do ADCP na avaliação do fluxo e no transporte de sedimentos no baixo rio Jacuí, Charqueadas, RS/Brasil. 2010. Pg.43 2.1.2.2 AMOSTRADOR DE SEDIMENTO DO LEITO Para obtenção da descarga sólida de arrasto, deve-se utilizar o tipo de equipamento de acordo com o método de medida. (CARVALHO, 1994). Para a medição indireta da descarga do leito usa-se a coleta de material do leito e análise em laboratório com obtenção do peso e granulometria. O cálculo da descarga sólida é feito por fórmulas. Existem diversos métodos de medida e equipamentos utilizados, a seguir são descritos dois dos principais amostradores de medição indireta de material do leito, o US-BM-54 e o US-BMH-60: ➢ US-BM-54: é um tipo de amostrador de penetração vertical de escavação, com o peso em torno de 50kg, sendo usado para coletar amostras de sedimentos do leito de rios, lagos, riachos ou reservatórios em qualquer profundidade. Esse amostrador consiste em uma caçamba montada no seu interior, e pode ser armado por tensão de uma mola que desarma quando toca o leito. Essa caçamba coleta uma amostra de 5 cm do leito e não há perdas de sedimentos quando ela é levantada para a superfície( BARBEDO, 2003). O esquema desse tipo de amostrador se encontra na figura 7. Figura 7 - Amostrador US-BM-54 de material do leito.(FORNECEDOR:HIDROMEC/RJ) Fonte: SUBCOMMITTEE ON SEDIMENTATION (1963) apud CARVALHO (1994) ➢ US-BMH-60: o amostrador US-BMH-60 é similar ao BM-54, mas de menor peso, para permitir operação mais fácil. É fabricado em três tamanhos, pesando 13, 15 e 18 kg, aproximadamente. Tem comprimento de 54 cm. Também não há perdas de finos nesse tipo de coletor, permitindo uma amostra adequada. Pode ser usado em rios com profundidade até 3m e velocidade de 1m/s, operando com guincho. Figura 8 - Amostrador US-BMH-60 de material do leito. Fonte: SUBCOMMITTEE ON SEDIMENTATION (1963) apud CARVALHO (1994) O BMH-60 é destinado a obtenção de amostra de sedimento de fundo em rios com menor velocidade, é do tipo penetração vertical de escavação. De forma hidrodinâmica e adequado para amostra do leito do rio ou de reservatório de qualquer profundidade. Consiste em uma caçamba montada no interior do aparelho, ficando armada sob tensão, de tal forma que após a coleta da amostra não há perda de sedimentos quando ela é levada a superfície (FORNECEDOR: HIDROMEC/RJ). 2.1.2.3 DRAGAS A dragagem, também conhecida como desassoreamento, é a retirada de material sedimentado para melhorar o escoamento dos rios, córregos e canais, a fim de deixar os cursos d’água mais limpos e com maior capacidade de vazão nas épocas chuvosas, evitando enchentes. O processo de dragagem pode ser realizado com a utilização de três categorias de equipamentos: ● mecânicos; ● hidráulicos; ● pneumáticos. Os equipamentos hidráulicos utilizam bombas de dragagem para remover o material escavado (água e sedimentos) e bombear este material, por meio de tubulações para distâncias compatíveis com a potência das bombas. A seguir, são apresentados alguns dos modelos mais comuns: ➢ Dragas de sucção autotransportadora de arrasto - AT: em inglês, trailing suction hopper dredge, é constituída por um navio dotado de cisternas (hoppers) que recebem os sedimentos e a água aspirados do fundo por bombas hidráulicas conectadas aos tubos de sucção, que podem ter as bocas de sucção (dredge head) adaptadas em diversos formatos e tamanhos, que serão utilizadas conforme o material a ser aspirado. Figura 9 - Dragas AT, DUBAI (2006) Fonte: Fornecedor - IHC Holland As cisternas podem ser descarregadas por meio de portas de fundo automáticas ou bombeadas para outro local. ➢ Dragas de sucção com desagregador: quando acoplado a um desagregador, pode ser indicada para sucção de material com diâmetros maiores. Possui capacidade de transporte a grande distância, com proporção de peso sólido/líquido de 0,25. Figura 10 - Dragas de sucção com desagregador Fonte: Fornecedor - IHC Holland Existem diversos tipos de cabeça de desagregador que são indicadas de acordo com o solo a ser aspirado. A figura 11 mostra diferentes cabeças de cortes para diferentes usos. Figura 11 - Cabeças de corte do desagregador Fonte: Fornecedor - IHC Holland 2.1.2.4 EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Em laboratório utiliza equipamentos tanto comuns de laboratórios de química e equipamentos específicos de medição de sedimentos. Os equipamentos tradicionais de laboratório para determinação da concentração usam métodos de filtração e de evaporação. Para determinação da granulometria de areias é utilizado o peneiramento e o tubo de acumulação visual; para os finos usa-se pipetagem ou o tubo de retirada pelo fundo. (Aneel,2000) Existem equipamentos para laboratório, e que já são de uso corrente no país, como o turbidímetro para análise de concentração e o equipamento ultra-sônico para análise granulométrica.(Aneel,2000) Equipamentos delaboratório com uso de técnica de raio laser permitem análises de granulometria e de concentração em pequenas amostras contendo pouco sedimento. São operados por computador. (Aneel,2000) Sonda do tipo baumer ultrasonic sensor UNDK: o funcionamento dela se baseia em uso de emissão ondas sonoras ao atingir qualquer obstáculo o eco retorna ao aparelho para processamento dos dados e assim obter a distância, também podendo funcionar sem estar submerso. http://www.radarindustrial.com.br/produto/176850/sensor-ultrassonico-undk-30.aspx https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1103203962-sensor-ultrassnico-baumer-undk-20i69- 405510-_JM?quantity=1 tabela aneel tabela aneel tabela aneel “O fotoelétrico e o nuclear operam com emissão de luz ou emissão de raios a partir de fonte de intensidade constante. O ultra-sônico ótico e o de dispersão trabalham com fontes que emitem raios ultra-sônicos que são captados por equipamentos apropriados, enquanto que o ultra-sônico Doppler utiliza o efeito Doppler de retorno de incidência nas partículas para registrar a concentração, que é medida em decibéis; trata-se do ADCP. “(Aneel,2000) “Os instantâneos pontuais são do tipo de cilindro com dispositivo que aprisiona a amostra com envio de mensageiro/peso que aciona as válvulas. “(Aneel,2000) “Os pontuais por integração coletam a amostra em alguns segundos em um ponto de uma vertical. Os integradores na vertical, ou em profundidade, coletam a amostra movendo o equipamento ao longo da vertical em um movimento constante que pode ser em um só sentido ou numa viagem de ida e volta da superfície ao fundo.” (Aneel,2000) imagem da aneel imagem da aneel (aneel) 2.2 DEPÓSITOS SÓLIDOS O autor Medeiros cita que “O processo de sedimentação acontece quando as forças exercidas pelo ação do escoamento das águas já não conseguem manter o transporte do sedimento em suspensão ou rolando pelo leito, então estas partículas depositam-se no leito, nas margens ou em outros locais específicos. Pode ser entendida como a etapa final da movimentação do sedimento, que se iniciou com o processo erosivo.” Em suspensão no meio líquido encontram-se em maior quantidade partículas finas, como argilas e siltes, e pequena quantidade de material grosso, como areias. Em regime de grandes velocidades e turbulência a quantidade de areia em suspensão pode aumentar. O movimento de partículas em suspensão é considerado igual à velocidade da corrente. Na carga sólida do leito encontra-se o material grosso, como areias e pedregulhos. Em regime de baixas velocidades as partículas mais grossas, como pedregulho, deixam de se mover, aumentando a quantidade de material de areias em movimento. Sedimento grosso do leito incorporado à carga fina em suspensão é considerado carga de material do leito. (Aneel,2000) 2.2.1 AMOSTRADORES O aparelho ADCP ele utiliza o efeito Doppler para pode medir distância e também a vazão do objeto a ser analisado. Também podendo identificar resíduos em suspensão na água, como turbidez na água. Os métodos ou técnicas de amostragem são: pontual instantâneo, pontual por integração e integração na vertical ou em profundidade.(Aneel,2000) As amostragens pontuais são utilizadas somente em trabalhos específicos ou científicos, sendo a mais rotineira a integração na vertical, porque permite a obtenção da concentração e da granulometria média na vertical. Na amostragem por integração a amostra é coletada em um certo tempo, normalmente superior a 10s, o que permite a determinação da concentração média mais representativa do que a pontual.(Aneel,2000) A amostragem é feita em várias verticais para permitir a obtenção de valores médios em toda a seção, uma vez que a distribuição de sedimentos é variável em toda a largura do rio e em profundidade.(Aneel,2000) Não devem ser realizadas amostragens em local de águas paradas, devendo considerar apenas a largura de água corrente. Evitem-se amostragens atrás de bancos de areia e pilares de pontes. (Aneel,2000) Durante o processo de amostragem é necessário medir a temperatura da água para obtenção da viscosidade cinemática, que é um valor utilizado em diversas fórmulas de transporte de sedimento. O termômetro deve ser mergulhado completamente na água até que a temperatura se regularize, fazendo-se a leitura quase na superfície, na horizontal, sem retirá-lo da água. (Aneel,2000) 3. CONCLUSÃO Concluimos que estas medições são muito necessárias para o levantamento do real estado do objeto a ser trabalhado Aluno 5 4. BIBLIOGRAFIA BARBEDO, Armando Garcia Arnal. Estudo hidrossedimentológico na bacia do alto Paraguai-Pantanal, 120p.Programa de pós graduação-Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2003. CARVALHO, Newton de Oliveira. Hidrossedimentologia Prática. 2ª edição. Editora Interciência. Rio de Janeiro, 2008. CARVALHO, Newton de Oliveira. Hidrossedimentologia Prática. Rio de Janeiro: CPRM, 1994. CARVALHO, Newton de Oliveira et al. Guia de práticas sedimentométricas. Brasilia: Aneel, 2000. Pg. 6-7, 20, 31-36. MEDEIROS, Péricles Alves et al. TRANSPORTE DE SEDIMENTOS EM SUSPENSÃO NOS RIOS CATARINENSES. Florianopolis: UFSC, 2009