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ATIVIDADE - SEMANA DE CONHECIMENTOS GERAIS - 2019C Período:27/08/2019 08:00 a 15/09/2019 23:59 (Horário de Brasília) Status:ENCERRADO Nota máxima:1,00 Gabarito:Gabarito será liberado no dia 16/09/2019 00:00 (Horário de Brasília) Nota obtida:0,90 1ª QUESTÃO “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. De autoria não comprovada, este provérbio há sete décadas é atribuído ao ideólogo do nazismo Joseph Goebbels (1897-1945), ministro da Propaganda de Adolph Hitler. Um estudo publicado em março pela revista Science ajuda a entender como esse ímpeto pela fraude funciona na rotina da rede mundial de computadores e quais suas motivações. A pesquisa identificou 126 mil histórias inverídicas compartilhadas por três milhões de vezes pelo Twitter, entre 2006 e 2017, e constatou que a probabilidade de compartilhamento de uma notícia falsa é 70% maior do que o de uma notícia verdadeira. O impulso para multiplicar o alcance de inverdades pode ser compreendido, pelo menos em parte, porque elas são mais atraentes ao leitor por serem mais divertidas, curiosas ou improváveis. A jornalista Paula Cesarino Costa, ombudsman da Folha de S.Paulo, que citou os resultados desse estudo durante o seminário, apresentou algumas de suas conclusões. “O modelo de negócios das redes sociais incentiva essa propagação de mentiras, uma vez que a cada clique que se dá em uma notícia existe um ganho financeiro. Como as notícias falsas são muito mais acessadas, dão muito mais dinheiro.”. GORGULHO, Guilherme. Crescimento das ‘fake news’ influencia agenda pública e requer ações. Jornal da UNICAMP, 2018. Disponível em: <https://bit.ly/2Ou6nxA > Acesso em: 13 ago. 2019. (adaptado). Considerando as informações apresentadas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I. Embora tenha ganhado impulso com as novas tecnologias, a propagação de notícias inverídicas é verificada há muito tempo na sociedade, ao passo que observamos maior propensão nos indivíduos em espalhar informações falsas do que replicar fatos verídicos. PORQUE II. A rentabilidade na disseminação das chamadas fake news no ciberespaço é o principal fator para que este fenômeno ocorra, assim, questões como a curiosidade e a diversão proporcionadas pelas “notícias” não influenciam nas atitudes dos usuários. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. ALTERNATIVAS As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. As asserções I e II são proposições falsas. 2ª QUESTÃO Para consertar o Facebook, Mark Zuckerberg não tem outra alternativa a não ser mexer no algoritmo, a alma e o coração do sistema. Os algoritmos do Google e do Facebook foram criados e são constantemente aperfeiçoados para maximizar a audiência e vender publicidade. É um círculo virtuoso para a companhia. Usa e acumula dados dos usuários para propor melhores conteúdos, aumentando a audiência e o tempo de permanência na plataforma. Quanto mais audiência, mais se conhece o usuário e mais retorno terá a publicidade. E assim indefinidamente. Algoritmos que são otimizados para audiência e publicidade não o são para criar o ambiente de desconfiança e questionamento que seria necessário para que publicações suspeitas fossem naturalmente detectadas. Pelo contrário, a tendência é de que vejamos nas páginas aquilo de que já gostamos e com que concordamos. Se temos preferência, a chance é alta de que mais parciais, em relação ao tema tratado, ficaremos. GENESINI, Sílvio. A pós-verdade é uma notícia falsa. Revista USP. São Paulo, n. 116, p. 45-58, jan./fev./mar. 2018. Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/146577/140223/ > Acesso em: 24 ago. 2019. Considerando as informações apresentadas, analise as afirmações a seguir: I. O processo de aperfeiçoamento dos algoritmos focado em contribuir para a audiência e publicidade não inclui melhorias visando identificar publicações suspeitas. II. Os sistemas de plataformas como Google e Facebook incidem no acúmulo de dados de usuários para direcionar a estes conteúdos, prolongando o tempo em que as pessoas ficam conectadas. III. A operação dos algoritmos implica em uma personificação da navegação do usuários, permitindo a este acesso a uma pluralidades de produtos e de ideais, ampliando sua visão de mundo. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS I, apenas. II, apenas. III, apenas. I e II, apenas. II e III, apenas. 3ª QUESTÃO A importância do direito à privacidade é tão grande que a própria pessoa, ainda que deseje, não pode renunciar ou abdicar dele. Isto porque, segundo a Constitucional Federal (artigo 5º, X), são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. A exposição das pessoas, de suas famílias, hábitos, preferências e dados nas redes sociais são tamanhos, que existem estudos e inúmeras matérias visando conscientizar a população sobre o uso imoderado da internet. Os estudos e apelos, todavia, apontam para um "mundo incontrolável", no qual ainda não é possível avaliar as extensões dos riscos versus benefícios, pois ao mesmo tempo em que se ganhou maior divulgação do conhecimento e das ideias, inclusive com encurtamento e aproximação das pessoas, abriu-se espaço para situações muito perigosas. As pessoas físicas que se expõem nas redes sociais estão sofrendo todo tipo de ataque. Seus desafetos acabam criando situações constrangedoras que, quando atingem as redes, tornam-se um caminho sem volta. A mentira passa a ser verdade e ponto final. OLIVEIRA, Adriana D’Avila. As redes sociais e o direito à privacidade. Gazeta do Povo, 2012. Disponível em: <https://bit.ly/2KU1SYA > Acesso em: 19 ago. 2019. A partir das informações apresentadas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I. É preciso tomar certos cuidados ao se expor na internet, visto que há diversos indivíduos mal intencionados neste meio e, embora a lei autorize que se abra mão do direito à privacidade, a recomendação é que todos fiquem atentos ao que se posta na internet para evitar problemas. PORQUE II. A Constituição prevê a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem, assim, todos os cidadãos têm respaldo legal caso queiram mover uma ação contra alguém que, de alguma forma, seja na internet ou não, tenha ferido este princípio. A respeito dessas asserções e a relação proposta entre elas, assinale a opção correta. ALTERNATIVAS As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. As asserções I e II são proposições falsas. 4ª QUESTÃO Disponível em: <https://bit.ly/2Mp7ZqV > Acesso em: 18 ago. 2019. Considerando as informações apresentadas, analise as afirmações a seguir: I. No contexto brasileiro, a maior parte dos consumidores já sofreu com a violação de dados mesmo que todos tenham tomado os cuidados necessários. II. A maioria dos usuários brasileiros costuma trocar as senhas utilizadas na internet com regularidade. III. Em se tratando de proteção de senha em dispositivos móveis, um terço dos internautas brasileiros são negligentes com esse procedimento. IV. Quase um terço dos usuários brasileiros entrevistados afirmou que provavelmente não lê as declarações de privacidade. É correto o que se afirma em:ALTERNATIVAS I e II, apenas. I e III, apenas. II e III, apenas. III e IV, apenas. II, III e IV, apenas. 5ª QUESTÃO A difusão de informações falsas existe há bastante tempo. É o que afirma o historiador Robert Darnton, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo (DARNTON, 2017). Ele diz que, no século VI, o historiador bizantino Procópio espalhou informações falsas para difamar o imperador Justiniano e outras pessoas. Segundo Darnton, outro grande propagador de informações falsas foi Pietro Arentino (1492-1556) que escrevia textos difamatórios sobre personalidades da época e fixava-os em uma estátua de uma praça em Roma. No entanto, de acordo com o pensamento de Hannah Arendt, é apenas na modernidade que a mentira começa a ser tratada como um problema relevante: “Somente com o ascenso da moralidade puritana, que coincide com o surgimento da ciência organizada, cujo progresso teve que se assegurar sobre o solo firme da absoluta veracidade e fidedignidade de todo cientista, foram as mentiras consideradas ofensas sérias” (ARENDT, 1997, p. 289). A hipótese trazida pela filósofa é que a ressignificação do problema causado pelas mentiras é também fruto dos processos de organização de tais mentiras, que as tornaram diferente das dos mentirosos particulares, que mentiam “por conta própria” e que, por isso, tinham influência reduzida antes da modernidade. Se na modernidade ocorreu um processo de “organização das mentiras”, como defende Arendt, na atualidade este processo encontrou nas redes sociais de internet um eficiente modo de propagação. ALVES, Esdras de Lima. A pós-verdade e seus desafios para o jornalismo. 2017, 66 p. Monografia. Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação - Departamento de Comunicação. Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande Do Sul, 2017. A partir das informações apresentadas, analise as afirmações a seguir: I. As mentiras propagadas no passado se diferenciam das que circularam na atualidade pelo fato de que estas se referiam a instituições. II. As mentiras propagadas no passado decorriam de atos individuais, enquanto no presente há uma organização via redes sociais envolvendo mais pessoas nessa disseminação. III. O puritanismo contribuiu para que as mentiras parassem de circular na sociedade, porém, com o advento da modernidade houve o retorno desse problema. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS II, apenas. III, apenas. I e II, apenas. II e III, apenas. I, II e III. 6ª QUESTÃO Além da velocidade, da escala e do modo de produção das notícias falsas, que as distinguem dos princípios básicos do jornalismo, Eugênio Bucci, jornalista e professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, aponta como novidade no fenômeno das “fake news” a maneira como se apresentam, revestidas de uma prosa jornalística. “A mentira é tão antiga quanto a linguagem, tão antiga quanto a cultura e a humanidade, mas o modo de fabricação de mentiras a partir da falsificação da condição jornalística posta hoje é um dado novo. E ele corrói por dentro, como um vírus, as bases da política e, com isso, afeta a democracia.” Para o filósofo Pablo Ortellado, professor de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, é necessário fazer uma distinção entre erros jornalísticos e notícias maliciosamente manipuladas com a intenção de favorecer interesses políticos ou econômicos. Ortellado prefere usar o termo “notícias hiperpartidárias”, que não são frutos de erro de apuração, mas destaca que há uma dificuldade de se identificar a intenção do autor do texto. GORGULHO, Guilherme. Crescimento das ‘fake news’ influencia agenda pública e requer ações. Jornal da UNICAMP, 2018. Disponível em: <https://bit.ly/2Ou6nxA > Acesso em: 13 ago. 2019. (adaptado). Considerando as informações apresentadas, analise as afirmações a seguir: I. Embora a disseminação de mentiras não seja algo novo na sociedade, o grande diferencial das fake news na atualidade é a maneira como estas se valem da linguagem jornalística em sua construção. II. A velocidade no compartilhamento, a escala e o modo de produção das notícias falsas são fatores que as aproximam do fazer jornalístico, contribuindo para sua disseminação. III. Não se pode equiparar erros cometidos dentro do jornalismo a “notícias” que foram intencionalmente manipuladas com vistas a atender determinados interesses. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS I e II, apenas. I e III, apenas. II e III, apenas. III, apenas. I, II e III. 7ª QUESTÃO Pizzagate pode parecer um nome ridículo mesmo para uma teoria da conspiração. Trata-se de uma invenção sobre uma suposta rede de pedofilia, sequestros e até sacrifícios de crianças em honra ao diabo que supostamente aconteciam na parte de trás de uma pizzaria em Washington. Várias páginas vinculadas à extrema direita ligaram o chefe de campanha de Hillary Clinton a essa suposta trama. Parecia tão irreal que poderia até ser engraçado. Mas deixou de ser quando um cara chamado Edward Welch invadiu a pizzaria Comet Ping Pong de Washington para "autoinvestigar" o assunto armado com um fuzil de assalto e disparou contra a clientela. Felizmente, não houve feridos e, também felizmente, é um caso extremo. Em menor escala, há outros boatos que nos lembram que há pessoas dispostas a acreditar em qualquer boato. Um dos clássicos é o suposto carregamento de frutas infectadas com AIDS, que reaparece de vez em quando nas redes sociais. Uma de suas versões, a das laranjas vindas da Líbia, foi compartilhada em duas semanas mais de 800.000 vezes no Facebook. Para compartilhar uma farsa só se precisa de um gesto (um clique), mas compartilhar um desmentido custa muito mais. Por um lado, implica que a pessoa que ajudou a espalhar a mentira reconheça que estava errada. E, em seguida, que faça o esforço de reconhecer isso perante seus amigos e contatos. IZQUIERDO, Mari Luz Peinado. Cinco lições sobre desinformação que aprendemos nas campanhas de EUA e Brasil. El País, 2019. Disponível em: <https://bit.ly/2IYnUKh> Acesso em: 13 ago. 2019. (adaptado). Considerando as informações apresentadas e as discussões sobre fake news, assinale a opção correta. ALTERNATIVAS A luta contra as fake news propiciou a descoberta da rede de exploração infantil operada por correligionários políticos de Hillary Clinton. Páginas de extrema direita nos Estados Unidos colaboraram para a elucidação das mentiras veiculadas no caso do Pizzagate. O caso Pizzagate é um exemplo sobre como a propagação de notícias falsas pode ter desdobramentos mais drásticos que apenas manchar a reputação de seus alvos. Quando a notícia falsa traz uma narrativa muito irreal a tendência natural é que os indivíduos busquem descobrir a verdade por conta própria, sem medir as consequências, tal como fez Edward Welch. Ao identificar que compartilhou uma notícia falsa, o internauta, geralmente, tende a desmenti-la para seus contatos, reconhecendo o erro cometido. 8ª QUESTÃO Publicadas no dia 9 de julho de 2019 no Diário Oficial da União, as novas regras trazidas pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) passarão a vigorar em agosto do ano que vem. Até lá, as empresas precisam se adaptar a uma realidade inédita para o uso de informações privadas dos usuários de internet, que serão beneficiados pelas medidas. É o que diz a especialista em proteção de dados, direito digital e propriedade intelectual, Luiza Sato, sócia de ASBZ Advogados. Segundo ela, a prática que muitas empresas adotam, de fornecer termos de uso e políticas de privacidade de difícil compreensão e, em um clique, induzir a concordar que "leu e aceitou tudo”, está com os dias contados. "A nova lei exige que deve estar claro para o usuário com o que ele está concordando, devendo haver informações compreensíveis. Quando possível, o consentimento deve ser granular, ouseja, sem aceitar tudo de uma vez, e sim, separadamente, para cada diferente forma ou finalidade de tratamento dos dados”, explica. Outro ponto que a LGPD trará, segundo Sato, é a diminuição no número de e-mails indesejados nas caixas de entrada. "Isso porque as empresas deverão ter uma base legal que justifique o envio dessas mensagens, como: o consentimento do destinatário, uma obrigação legal ou regulatória, ou a celebração de um contrato”, alerta a especialista. RODRIGUES, Louise. Lei brasileira muda para proteger seus dados na Internet. TechTudo, 2019. Disponível em: <https://glo.bo/2ONhRgp > Acesso em: 08 ago. 2019. (adaptado) Considerando as informações apresentadas, analise as afirmações a seguir considerando V para Verdadeiro e F para Falso. I. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais passa a exigir que a linguagem utilizada por elementos como os termos de uso e políticas de privacidade seja de fácil compreensão para o usuário. II. Uma das medidas a serem adotadas com a implementação da LGPD prevê que o consentimento do usuário aos termos de uso seja efetuado por etapas sempre que isso for viável. III. A LGPD também contribuirá para que os usuários deixem de receber mensagens indesejadas de empresas, visto que haverá normas específicas para esse tipo de comunicação. IV. Desde sua publicação, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais está em vigor, assim, as empresas devem obedecer as novas regras já em 2019. As afirmações I, II, III e IV são, respectivamente: ALTERNATIVAS V, V, V, F. V, F, V, V. F, V, V, F. F, F, V, V. V, F, F, V. 9ª QUESTÃO Leia a seguir o que diz a seção II do Capítulo IV da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, em que são tratados aspectos da conduta dos agentes de tratamento de dados pessoais. CAPÍTULO VI DOS AGENTES DE TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS Seção II Do Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais Art. 41. O controlador deverá indicar encarregado pelo tratamento de dados pessoais. § 1º A identidade e as informações de contato do encarregado deverão ser divulgadas publicamente, de forma clara e objetiva, preferencialmente no sítio eletrônico do controlador. § 2º As atividades do encarregado consistem em: I - aceitar reclamações e comunicações dos titulares, prestar esclarecimentos e adotar providências; II - receber comunicações da autoridade nacional e adotar providências; III - orientar os funcionários e os contratados da entidade a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais; e IV - executar as demais atribuições determinadas pelo controlador ou estabelecidas em normas complementares. § 3º A autoridade nacional poderá estabelecer normas complementares sobre a definição e as atribuições do encarregado, inclusive hipóteses de dispensa da necessidade de sua indicação, conforme a natureza e o porte da entidade ou o volume de operações de tratamento de dados. BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709.htm> Acesso em: 08 ago. 2019. (adaptado). A partir das informações apresentadas, analise as afirmações a seguir: I. Apenas o empregador poderá deliberar quanto às normas complementares a serem observadas pelo encarregado no tratamento de dados pessoais. II. O encarregado pelo tratamento de dados pessoais tem como uma de suas funções selecionar aquele que será o controlador dessas informações. III. São atividades do encarregado pelo tratamento de dados pessoais aceitar reclamações e comunicações dos titulares e orientar outros funcionários sobre as práticas adotadas. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS I, apenas. II, apenas. III, apenas. I e II, apenas. I e III, apenas. 10ª QUESTÃO Durante esta campanha eleitoral veremos algo que está acontecendo em nível mundial: praticamente depois de cada afirmação dos candidatos há quem se encarregue de verificar se é verdade o que diz e, se não for, desmenti-lo e apresentar o dado concreto. As plataformas de fact checking também, como a Maldito Bulo (maldito boato). Mas, além dessas plataformas, há uma série de diretrizes para que cada um tente identificar conteúdo suspeito: - Se a notícia nos parece familiar, pode ser uma farsa que é compartilhada de novo e de novo. - Se for bom demais para ser verdade, é melhor suspeitar. - É preciso desconfiar de uma imagem de tela de computador que chega por WhatsApp ou redes sociais. Se não for acompanhada de um link para se comprovar se é verdade, pode ser uma montagem. - O mais importante é tentar identificar a fonte original: se não cita fontes ou a informação vier de "um amigo de um amigo", provavelmente não é verdade. - Atenção à aparência. Muitos sites com conteúdo falso procuram ter um nome ou uma estética semelhante à de meios de comunicação conhecidos. IZQUIERDO, Mari Luz Peinado. Cinco lições sobre desinformação que aprendemos nas campanhas de EUA e Brasil. El País, 2019. Disponível em: <https://bit.ly/2IYnUKh> Acesso em: 13 ago. 2019. (adaptado). Considerando as informações apresentadas, analise as afirmações a seguir: I. A não indicação da fonte da informação recebida por meios como o Whatsapp pode ser um indício de que estamos mediante a uma fake news. II. É possível identificar uma página de notícias falsas observando se esta imita a aparência de meios de comunicação famosos. III. A sensação de que estamos mediante uma notícia que já conhecemos significa que ela é verdadeira, podendo-se confiar nessa informação. É correto o que se afirma em: ALTERNATIVAS I, apenas. I e II, apenas. I e III, apenas. II e III, apenas. I, II e III.